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‘Mother Mary’: Vídeo nos leva aos bastidores do novo SUSPENSE estrelado por Anne Hathaway; Confira!

Mother Mary, o novo suspense psicológico melodramático musical da A24 estrelado por Anne Hathaway e Michael Coel, acaba de ganhar um vídeo promocional inédito nos levando aos bastidores do ambicioso projeto.

Descrito como um melodrama pop épico, o longa acompanha a história de uma estrela da música (Hathaway) que está vivendo uma crise existencial e reencontra sua ex-melhor amiga e estilista (Michaela Coel), reacendendo segredos sombrios e uma relação intensa e complexa, que vai se tornar um terror na vida das duas.

Mother Mary estreia nos cinemas norte-americanos em 17 de abril.

Confira, junto ao mais recente trailer:

 

Lowery, Toby Halbrooks e James M. Johnston produzirão ao lado de Jeanie Igoe, da Homebird Productions, e Jonas Katzenstein, Maximilian Leo e Jonathan Saubach, da Gugenschein Filmproduktion.

Hunter Schafer, Atheena Frizzell, Kaia Gerber, Jessica Brown Findlay, Isaura Barbé-Brown, Alba Baptista, Sian Clifford e FKA Twigs integram o elenco.

David Lowery (‘A Lenda do Cavaleiro Verde’) assume a direção e o roteiro do projeto.

‘Seus Amigos e Vizinhos’: James Marsden e Olivia Munn falam sobre a 2ª temporada e seus personagens [EXCLUSIVO]

Seus Amigos e Vizinhos, elogiada série com Jon Hamm (‘Mad Men’) estreou sua segunda temporada no AppleTV, e os astros James Marsden e Olivia Munn falaram sobre os novos episódios.

James falou sobre ser o novato no elenco. Ele vive Owen Ashe, um novo vizinho que confronta o protagonista Coop (Jon Hamm) e adiciona tensão à trama.

“Era como se eu fosse da família. Tive a sorte de conhecer a Olivia há bastante tempo. Nós dois estudamos na mesma escola em Oklahoma e ela era muito amiga da minha irmã. Nos conhecemos através de uma jornada meio longa e estranha, onde nossos passados ​​foram se entrelaçando, e agora estamos trabalhando juntos neste projeto. Ela me mandou uma mensagem carinhosa dizendo: “Ei, adoraríamos ter você na segunda temporada”. Foi uma experiência muito calorosa e acolhedora. Todos foram muito gentis, e o papel era um daqueles papéis chamativos e interessantes, onde eu podia ser extravagante e me divertir. Então, foi fácil para mim. Me senti em casa assim que pisei no set.”, afirmou. 

Assista a entrevista:

‘Seus Amigos e Vizinhos’: Série com Jon Hamm é RENOVADA para a 3ª temporada!

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Na trama…

Após ser demitido em meio a um escândalo, Andrew “Coop” Cooper, um gestor de fundos de investimento ainda lidando com seu recente divórcio, começa a furtar a casa de seus vizinhos ricos de Westmont Village. Assim, ele descobre que os segredos e escândalos escondidos por trás dessas fachadas luxuosas podem ser mais perigosos do que ele jamais imaginou. 

A série foi criada pelo escritor Jonathan Tropper, que atua como showrunner e produtor executivo.

O elenco ainda conta com Olivia Munn, Hoon Lee, Mark Tallman, Lena Hall, Aimee Carrero, Eunice Bae, Isabel Marie Gravitt e Donovan Colan.

Hamm também entra como produtor executivo.

Seus Amigos e Vizinhos
Seus Amigos e Vizinhos

Astro de ‘Game of Thrones’, Peter Dinklage entra para a 2ª temporada de ‘Alien: Earth’

Aclamada como uma das produções mais audaciosas do universo sci-fi atual, Alien: Earth confirmou uma adição de peso para seu segundo ano. O premiado ator Peter Dinklage, mundialmente consagrado por seu papel como Tyrion Lannister emGame of Thrones, é a mais nova aquisição da série comandada por Noah Hawley.

Conforme reportado pelo SffGazette, Dinklage assumirá um papel central na nova temporada, cujos detalhes permanecem sob rigoroso sigilo. O ator, que também coleciona atuações memoráveis emX-Men: Dias de um Futuro Esquecido e em ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes’, chega à produção em um momento de expansão narrativa e alta expectativa de público.

O desfecho da primeira temporada, intitulado “The Real Monsters”, deixou o público em um estado de tensão absoluta. Após os híbridos, liderados por Wendy e Hermit, tomarem o controle do centro de pesquisa Prodigy e neutralizarem figuras do alto escalão corporativo, a sensação de vitória parece ser apenas o prelúdio de um desastre maior.

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Lembrando que em entrevista à Empire, o showrunner Noah Hawley comparou o atual estado dos personagens a um clássico do cinema, mas alertou para a gravidade da situação:

“Aquele momento de ‘Agora nós mandamos’ é um momento tão emocionante para o público. E então a questão é… bem, foi um momento emocionante quando Dustin Hoffman saiu correndo da igreja e eles embarcaram no ônibus. Mas o que vem depois? As naves estão vindo e tudo o que têm são problemas”, afirmou na época.

Hawley planeja expandir a escala da série para além dos limites da ilha.

“Tenho interesse em explorar a política corporativa disso. Como vimos, há uma atração gravitacional irresistível em direção ao monopólio que corporações e bilionários têm. Tem um pouco de Game Of Thrones no mundo corporativo que me parece interessante. Acho que essa história sobre a autonomia dessas crianças continua sendo o coração da série, mas Alien sempre é sobre níveis de contenção”, afirmou.

“A ilha é um nível de contenção e o que acontece quando você expande além desse nível? No final das contas, o programa se chama Alien: Earth. Eu sei que, dado o cânone, não posso explodir a Terra, mas acho que essa contenção vai ser muito difícil de manter”, acrescentou.

Por fim, ele concluiu: “Porque é uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que tenta nos matar e a tecnologia que criamos e que também parece estar tentando nos matar, isso se parece muito com o mundo em que eu vivo e então sinto que há muito lá para realmente lidar”.

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Situada três décadas antes dos eventos do filme original de Ridley Scott, a trama de Alien: Earth explora uma era onde humanos, ciborgues e sintéticos coexistem sob a égide da Era Corporativa. O avanço tecnológico da Prodigy, os híbridos com consciência humana, tornou-se o catalisador de uma crise sem precedentes quando a nave USCSS Maginot colidiu com a Terra, trazendo consigo os letais Xenomorfos.

“É uma história sobre a humanidade presa entre a natureza que tenta nos matar e a tecnologia que criamos, que também parece tentar nos matar. Acho que manter esse controle [do planeta] será muito difícil”, afirma Hawley.

Dinklage junta-se a um elenco robusto liderado por Sydney Chandler (Wendy). O time conta ainda com nomes como Alex Lawther, Timothy Olyphant, Essie Davis e Adarsh Gourav. A série continua a ser o pilar central da expansão da franquia Alien na televisão, explorando temas de autonomia, contenção e a busca implacável pela imortalidade em um mundo dominado pelo lucro.

Jasveen Sangha, considerada a Rainha da Ketamina, é condenada a 15 anos de prisão pela morte de Matthew Perry

Matthew Perry

Jasveen Sangha, amplamente conhecida no submundo do tráfico em North Hollywood como a “Rainha da Ketamina”, foi oficialmente sentenciada a 15 anos de prisão na manhã desta quarta-feira (8). A decisão judicial encerra um dos capítulos mais críticos do processo que investiga a rede de fornecimento de drogas que levou à morte de Matthew Perry, o eterno Chandler Bing da série ‘Friends’, em outubro de 2023.

A sentença foi proferida em um tribunal federal de Los Angeles. De acordo com informações do portal TMZ, Sangha já havia se declarado culpada no ano passado de cinco acusações criminais graves, incluindo a distribuição de ketamina com resultado em morte e a manutenção de um local destinado ao tráfico de entorpecentes.

Embora a gravidade das acusações pudesse resultar em uma pena máxima de até 65 anos de reclusão, os promotores federais optaram por solicitar uma sentença de 15 anos. A promotoria argumentou que, embora menor que o potencial máximo, a pena é proporcional à responsabilidade de Sangha na cadeia de eventos que vitimou o ator.

Por outro lado, a defesa de Sangha pleiteou uma punição consideravelmente mais branda, sugerindo que fosse computado apenas o tempo em que ela já esteve sob custódia (desde agosto de 2024). O juiz, no entanto, seguiu a recomendação do Ministério Público, enfatizando a necessidade de uma punição rigorosa pelo papel central da ré na distribuição da substância.

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Sangha é a figura mais proeminente entre os cinco acusados no caso, mas não a única a enfrentar a justiça. O médico Dr. Salvador Plasencia se declarou culpado de quatro acusações de distribuição ilegal da substância e foi condenado a 30 meses de prisão.

Enquanto Kenneth Iwamasa e Erik Fleming, assistentes pessoais de Perry e um segundo fornecedor intermediário também se declararam culpados e têm suas audiências de sentença programadas para o final deste mês de abril.

Matthew Perry faleceu aos 54 anos, sendo encontrado sem vida em uma banheira de hidromassagem em sua residência. O relatório toxicológico e a perícia médica determinaram que a causa primária da morte foi o afogamento, exacerbado pelos “efeitos agudos da cetamina” e pela presença de opioides.

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A investigação revelou que o ator, que lutava publicamente contra a dependência há décadas, foi explorado por uma rede de médicos e traficantes que viam em seu vício uma oportunidade de lucro financeiro, resultando na administração de doses fatais da substância sem supervisão médica adequada.

‘Avatar 4’ em risco? Sucesso de ‘Zootopia 2’ faz Disney REPENSAR futuro da franquia

O cineasta James Cameron, arquiteto da franquia bilionária Avatar, trouxe novas atualizações sobre o futuro da saga em Pandora. Em meio a discussões sobre a viabilidade de uma quarta e quinta parcelas, o diretor admitiu que o caminho adiante ainda não está totalmente pavimentado pela Disney.

Conforme reportado pelo The Wrap, Cameron revelou que o sinal verde para o quarto filme não é um fato consumado.

“Para deixar bem claro, nem sequer decidimos se vamos seguir em frente agora. Mas se eu deveria fazer isso – eu diria que é provável, mas não 100% – mas vamos aprender com as lições dos três filmes”, afirmou o cineasta.

Embora Avatar: Fogo e Cinzas’ tenha arrecadado sólidos US$ 1,4 bilhão, o número gerou uma percepção mista nos bastidores da Walt Disney Company. Isoladamente, o valor é astronômico, mas empalidece diante dos US$ 1,8 bilhão de Zootopia 2’ (também lançado no ano passado) e da queda de um bilhão em relação a ‘O Caminho da Água’ (2022).

Paul Dergarabedian, chefe de tendências de mercado da Comscore, contextualiza o cenário:

“É por isso que existe essa percepção. Quando um fim de semana de estreia doméstica de 89 milhões de dólares e quase 1,5 bilhão de dólares no mundo seria visto, em qualquer momento, como uma decepção. Esses são problemas de alto nível para se ter”, afirmou.

Por outro lado, membros da equipe técnica defendem o desempenho:

“É uma besteira que o filme tenha arrecadado 1,5 bilhão de dólares e as pessoas estejam agindo como se fosse ‘Ishtar’. A trilogia arrecadou 6,7 bilhões de dólares, uma média superior a 2 bilhões por filme”, afirmou um integrante da produção de forma incisiva.

A incerteza no cinema reflete-se nos parques temáticos. Há indicações de que a Disney pode estar reconsiderando a expansão de Avatar na Disneyland Califórnia, possivelmente priorizando a franquia Zootopia, que demonstrou maior tração cultural e facilidade operacional.

Especialistas apontam que a atração deZootopia utiliza sistemas de trilhos mais simples de manter do que os complexos passeios de barco e sistemas de tratamento de água exigidos por Pandora.

Para que o quarto e quinto filmes (previstos provisoriamente para 2029 e 2031) avancem, a Disney busca reduzir o risco financeiro. O objetivo é tornar as produções mais baratas e menos extensas que os 197 minutos de ‘Fogo e Cinzas’.

Entretanto, simplificar o processo de Cameron é uma tarefa hercúlea. Cada filme exige duas filmagens completas, uma para captura de performance e outra digital para cenografia e câmeras. Além de artesanato digital, figurinos reais são fabricados pela designer Deborah Scott (indicada ao Oscar) apenas para serem refinados e renderizados por centenas de artistas.

Embora existam rumores sobre a possibilidade de Cameron passar o bastão para um cineasta mais jovem, como fez com Robert Rodriguez em Alita: Anjo de Combate, críticos e colaboradores temem que a essência de Avatar se perca sem o seu criador.

“É a visão dele, é a sensibilidade dele, é isso que impulsiona esses filmes. Desacoplar o cineasta e os filmes poderia ser catastrófico”, diz o crítico Bilge Ebiri.

Apesar das dúvidas em Burbank, a produtora Rae Sanchini afirma que a equipe está “a toda velocidade” definindo cronogramas e orçamentos para as sequências. A percepção interna é que Cameron está agora em uma “missão” para concluir sua saga de cinco partes com um impacto radicalmente diferente.

Como resume um membro da equipe técnica: “Acredito inequivocamente que ele vai concluir sua saga. Nunca aposte contra James Cameron”.

Crítica | ‘Untold: Chess Mates’ – Documentário da NETFLIX destrincha uma das maiores polêmicas da história do Xadrez

Há alguns anos atrás, uma inesperada polêmica causou um verdadeiro rebuliço no mundo do xadrez. Um jovem – e polêmico – jogador norte-americano em ascensão é acusado de trapaça pelo maior enxadrista da história, após vencê-lo em um torneio de grande visibilidade. Sim, pessoal, isso aconteceu, e o documentário que acaba de chegar à Netflix, Untold: Chess Mates, joga uma luz sobre esse peculiar episódio.

Surgido na Índia há muitos séculos atrás e difundido pelo mundo com as regras que conhecemos hoje ao longo do tempo, o xadrez é um dos mais inteligentes jogos de estratégias conhecidos da história humana, com mais de 500 milhões de praticantes pelo mundo. O objetivo é muito simples: derrubar o rei adversário (xeque-mate), percorrendo um tabuleiro de 64 casas, utilizando 16 peças, algumas com movimento específico, para cada jogador. Por sua complexidade, é considerado por muitas pessoas um dos jogos mais interessantes que já se viu.

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No mundo profissional desse esporte – sim, é um esporte! – jogadores qual altíssimo rating dominam os principais torneios online e presenciais, protagonizando partidas emocionantes que levam os amantes desse esporte a sentimentos pulsantes, com jogadas brilhantes e duelos inesquecíveis. Entre esses jogadores, estão o norte-americano Hans Niemann e o norueguês Magnus Carlsen, dois grandes mestre do xadrez que proporcionaram um dos episódios mais controversos da história desse esporte milenar.

Com todas as partes sendo ouvidas – algo fundamental em um documentário que deseja destrinchar um assunto específico – esse projeto da série Untold, da Netflix, dirigido pelo cineasta Thomas Tancred, mostra os detalhes em torno do caso de suposta trapaça que marcou a vida de um desses jogadores. Além disso, a obra busca contextualizar, ainda que de forma superficial, outras questões polêmicas que envolvem o xadrez como negócio lucrativo online, destacando a principal plataforma de Xadrez do mundo, o Chess.com.

Em menos de 80 minutos de projeção, começando pela história de Niemann – o grande foco da narrativa -, conhecemos sua trajetória até os dias de celebridade no mundo do xadrez. Dono de uma personalidade bastante peculiar e polêmica, vemos uma construção do antes e depois do incidente em que foi acusado, e como isso moldou sua trajetória de lá até aqui. Já no que diz respeito a Magnus, não há construção profunda: é apresentado basicamente do ponto onde a polêmica começa – talvez o maior calcanhar de aquiles do projeto.

Sobre a polêmica em si, faltou o documentário distribuir de forma mais profunda as consequências e impacto que essa acusação teve na modalidade – não só pra Niemann. Os holofotes, em determinado momento, se jogam para cima das surpreendentes teorias sobre como Niemann poderia ter trapaceado, incluindo a que ficou mais famosa e envolve a possibilidade de um dispositivo escondido em um lugar inusitado. Até hoje, nenhum tipo de trapaça em jogos presenciais foi comprovado (o que levou o jogador norte-americano a entrar com um processo milionário na justiça) – diferente de alguns jogos online, nos quais o próprio Niemann confessou já ter trapaceado quando era mais jovem.

Untold: Chess Mates é mais um documentário dessa série, que pega um assunto específico do mundo esportivo que ganhou as manchetes e destrincha os fatos e acontecimentos através de depoimentos importantes, os quais muitas vezes entram em confronto de narrativas – como neste caso, que até hoje divide a opinião dos amantes do xadrez.

Netflix pagou 500 mil reais para Suzane von Richthofen falar em novo documentário

A Netflix desembolsou expressivos 500 mil reais para que a ex-presidiária Suzane von Richthofen, condenada por ter planejado e executado o assassinato dos próprios pais há quase duas décadas e meia, autorizasse a produção de um documentário sobre sua vida. As informações são da Folha de S. Paulo.

Com título provisório Suzane Vai Falar, o longa, com cerca de duas horas de duração, mergulha na intimidade da família Richthofen e nos eventos que culminaram em um dos crimes mais chocantes da história policial brasileira.

Na obra, Suzane descreve a mansão onde cresceu como um ambiente gélido e focado apenas em aparências e desempenho acadêmico.

“Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles. Minha vida era brincar com o meu irmão. Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”, afirmou.

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Um dos pontos mais sensíveis do depoimento é a alegação de violência doméstica. Suzane afirma ter presenciado agressões físicas de Manfred contra Marísia:

“O relacionamento dos meus pais era muito ruim. Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível”, acrescentou.

Suzane ainda sugere que o vácuo emocional em sua casa foi preenchido pelo relacionamento com Daniel Cravinhos. Ela narra que passou a viver uma vida dupla para manter o namoro, que era rejeitado pelos pais.

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“Eu saía de casa dizendo que ia pro karatê, mas ia pra casa do Daniel. Escondida dos meus pais, conheci todo o litoral de São Paulo. A gente alugava carro e seguia viagem. O Daniel me mostrou o mundo que eu queria viver. Virou uma guerra dentro de casa. Qualquer coisa era briga. [Meu pai] me deu um tapão na cara tão forte que meu rosto virou pro lado”, destacou.

O ponto de ruptura teria ocorrido durante uma viagem de 30 dias de Manfred e Marísia à Europa, período em que Daniel se mudou para a residência do casal.

“Foi um mês de liberdade total. Um sonho que eu não queria que acabasse. Era o dia inteiro de sexo, drogas e rock ’n’ roll. Aquele mês mudou tudo na nossa vida”, declarou ela durante as gravações.

Sobre o planejamento do assassinato, Suzane afirma que a ideia surgiu de forma gradual, alimentada pelo desejo de que os pais “não existissem”.

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“Nós não falávamos em matar meus pais. A gente dizia que seria muito bom se eles não existissem”, descreveu.

Embora negue participação direta na execução física e na confecção das armas usadas pelos irmãos Cravinhos, ela admite a culpa por ter facilitado a entrada dos agressores na residência na noite de 31 de outubro de 2002.

“Eu não construí a arma do crime. Não tenho nada a ver com isso. Eu aceitei. Eu os levei pra dentro da minha casa. A culpa é minha. Claro que é minha”, confessa.

Manfred e Marísia von Richthofen foram assassinados a pauladas em 31 de outubro de 2002, em seu quarto no segundo andar da casa. Na noite do crime, Suzane relata que que permaneceu no andar de baixo. Relatando o momento das mortes, ela descreve um estado de dissociação emocional:

“Eu fiquei no sofá, com a mão no ouvido para não escutar nada. Eu não estava em mim. Era como um robô, sem sentimento. Se eu parasse pra pensar, aquilo não aconteceria. (…) Quando tudo terminou, o impacto veio de forma imediata. Não tinha mais como voltar atrás. O que eu fiz não tem mais volta”, afirma.

Atualmente com 42 anos, Suzane cumpre pena em regime aberto desde janeiro de 2023. Ela reside em Bragança Paulista, no interior de São Paulo, com o marido, o médico Felipe Zecchini Muniz.

Suzane Vai Falar’ ainda não tem data de estreia definida.

Primeiras Impressões | ‘The Handmaid’s Tale’ ganha um novo capítulo com as PERVERSAS sutilezas de ‘Os Testamentos’

Crítica livre de spoilers.

Em 2017, o clássico e aclamado romance O Conto da Aia, de Margaret Atwood, ganhava uma adaptação seriada sob o título The Handmaid’s Tale, nos apresentando a um mundo distópico onde a sociedade se transformou em uma autoritária e totalitária teonomia movida por uma radical e extrema reinterpretação da Bíblia. Estrelada por Elisabeth Moss, que inclusive conquistou uma estatueta do Emmy por seu trabalho como June/Offred, a narrativa mostrou como as mulheres, em tempos de crise, são as primeiras a terem seus direitos e sua autonomia minada – discorrendo sobre uma realidade cruel e assustadoramente próxima em que a fertilidade é vista como mercadoria de luxo (e que é defendida através de brutais preceitos religiosos).

Depois de seis temporadas que caíram no gosto do público, o Hulu resolveu dar continuidade a esse angustiante cosmos arquitetado por uma das damas da literatura distópica com a série sequência Os Testamentos. Ambientado quinze anos depois dos eventos originais, o spin-off nos promove um retorno à burocrática e impiedosa teocracia de Gilead e nos apresentou a uma nova geração de personagens que singram por um futuro inescapável e obscuro. Dessa vez, somos convidados a acompanhar a jornada de Agnes MacKenzie (Chase Infiniti), que se prepara para se tornar uma esposa de um dos membros do alto-escalão do governo. Instruída a seguir os firmes mandamentos segregativos que subjugam as mulheres à obediência cega, ela começa a entender quem realmente é e percebe que está em perigo em virtude de seus ímpetos rebeldes.

Agnes é aluna em uma escola de alunas comandada a mãos de ferro pela perversa Tia Lydia, que marca o retorno da sempre incrível Ann Dowd ao universo de The Handmaid’s Tale. Vivendo todos os dias a serviço das bênçãos que lhe foram concedidas com a promessa da recuperação de uma sociedade em frangalhos, ela vê seu mundo virar de cabeça para baixo com a chegada de Daisy (Lucy Halliday), que morava em Toronto, no Canadá, antes de migrar para os Estados Unidos a fim de ser salvo dos pecados do mundo – mas escondendo um segredo perigoso que prenuncia um novo levante contra o regime ditatorial materializado por Gilead e seus idealizadores.

Bruce Miller retorna como criador e, diferente da série original, não pretende explorar a brutalidade logo de cara – ou, ao menos, não da forma que imaginamos. Enquanto a saga de June já teve início de forma visualmente impactante, aqui o derradeiro desespero é transformado em uma falsa sensação de estabilidade e controle, reiterado pelo escopo um pouco mais “jovial” e que é movido por uma escolha certeira de elementos imagéticos e narrativos. Temos, como emblema, a utilização de uma paleta de cores violeta que não apenas dialoga com as “castas” que existem na escola da Tia Lydia, mas a uma ideia de complacência e aceitação mandatórias que encarcera as personagens em arcos quase predestinados; dessa maneira, a ideia de brutalidade existe na densa manipulação ideológica que as jovens enfrentam.

Agnes existe no centro de um irrefreável, porém sutil barril de pólvora que acabou de ser aceso, conformando-se com o status a que foi renegada e jazendo entre a personalidade ambígua de Daisy – que logo revela ser uma apoiadora da revolução contra Gilead – e o violento poder que embriagada Shunnamite (Rowan Blanchard), que se beneficia do nome da família para despontar como uma das alunas mais respeitadas. E, através de uma performance recheada de nuances que pouco a pouco ganham espaço nas telinhas, Infiniti reafirma seu potencial como atriz ao se afastar completamente de seu aclamado e premiado trabalho em ‘Uma Batalha Após a Outra’.

Os três primeiros episódios do spin-off procuram não só nos reintroduzir ao universo criado por Atwood, mas esquadrinhar elementos que, em uma narrativa comandada por personagens adultas e que, de fato, singraram entre a transição da democracia para o autoritarismo, não teriam lugar. Aqui, ao promover uma brusca mudança geracional, os temas se tornam mais complexos e intrincados e se beneficiam de tantas outras histórias distópicas para servir como reflexo e alerta do que está acontecendo nas principais sociedade do planeta – e como as engrenagens que a princípio protegem as pessoas são frágeis demais para serem dadas como garantidas.

Os Testamentos é uma ótima adição ao universo de The Handmaid’s Tale e, dentro do espectro que ousa delinear, funciona do começo ao fim e já nos deixa instigados para as próximas semanas. Contando com ótimas atuações e uma preciosidade técnica que expande Gilead em suas inúmeras camadas de crueldade, violência e segregação, o spin-off encontra sucesso por se manter fiel à história original sem se deixar levar pela mera emulação.

Lembrando que o próximo episódio vai ao ar no dia 15 de abril.

‘Euphoria’: 3ª temporada divide a opinião dos críticos com 56% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 18 reviews publicadas até o momento, a 3ª (e possivelmente última?) temporada de ‘Euphoria‘ abriu com apenas 56% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que nova temporada perdeu sua identidade e não é tão interessante quanto os ciclos anteriores, repetindo fórmulas, erros e andando em círculos com personagens que não evoluem.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A maioria dos personagens não aprendeu nada, e o mesmo acontece com ‘Euphoria’, que continua mantendo os mesmos pontos fortes e fracos de suas duas primeiras temporadas.” (Collider)

“Há momentos, cenas e performances individuais nesses três episódios que brilham com aquela energia que a série tinha em seu auge, mas ‘Euphoria’ em 2026 parece mais incerta do que nunca sobre o que está tentando dizer.” (RogerEbert.com)

“Se você busca coerência narrativa e consistência de personagens, a 3ª temporada deixa a desejar.” (New York Post)

“Sem a ambientação no colégio, a única coisa que ainda temos são os personagens de ‘Euphoria’, mas isso só torna mais evidente que Sam Levinson talvez não os compreendesse bem desde o início.” (Screen Rant)

“A série de Sam Levinson nunca foi tão espiritualmente vazia, e sempre foi mais ativa, insistente e ambiciosa.” (IndieWire)

“É evidente que a terceira temporada de ‘Euphoria’ sofreu com limitações nos bastidores, mas as ousadias ambiciosas e inusitadas propostas por Sam Levinson são, no mínimo, admiráveis.” (FandomWire)

“Ao ver esse grupo de amigos fragmentado se reunir novamente, você fica se perguntando o que, se é que ainda há algo, eles têm a dizer uns aos outros.” (TV Guide)

“Zendaya ainda entrega uma das melhores performances da televisão, mas talvez seja hora de se aposentar [da série].” (AwardsWatch)

A terceira temporada estreará na HBO Max no dia 12 de abril.

‘Euphoria’: Sam Levinson dedica estreia da 3ª temporada a “àqueles que perdemos”

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

‘Euphoria’: HBO anuncia estreia da 3ª temporada com exibição especial no Coachella

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=mydZKo2V40s

Tom Felton estende temporada na Broadway com ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’

O ator Tom Felton confirmou que estenderá sua aclamada permanência no elenco de ‘Harry Potter e a Criança Amaldiçoada’ por mais seis meses. O intérprete original de Draco Malfoy nos cinemas continuará a dar vida à versão adulta do personagem no Lyric Theatre até o dia 1º de novembro, consolidando um fenômeno de público e crítica na Broadway.

De acordo com informações do Deadline, Felton, que personificou o antagonista em todos os oito filmes da saga, iniciou sua jornada teatral em 11 de novembro de 2025. Sua presença revitalizou o interesse pela produção, que está em cartaz desde 2018, atraindo uma nova onda de espectadores ávidos por ver um membro do elenco original retornar ao “Mundo Bruxo”.

Desde a estreia de Felton, a montagem tem liderado consistentemente as arrecadações semanais em Nova York. A peça, que atualmente é apresentada em uma versão única (após anos dividida em duas partes), tornou-se a produção de maior faturamento da história do Lyric Theatre. O espetáculo estabeleceu um recorde impressionante de US$ 3,7 milhões na semana encerrada em 28 de dezembro de 2025.

Apesar da extensão do contrato, o ator terá breves períodos de ausência programados. Felton não participará das apresentações nos seguintes intervalos:

  • 11 a 31 de maio;
  • 17 a 23 de agosto;
  • 14 a 20 de setembro;
  • 12 a 18 de outubro.

A trama de A Criança Amaldiçoada se passa 19 anos após os eventos de As Relíquias da Morte, focando na vida adulta dos protagonistas e no amadurecimento de seus filhos em Hogwarts. A escalação de Felton é histórica, sendo a primeira vez que um veterano dos filmes integra a produção teatral oficial.

Além de Felton, o elenco atual inclui John Skelley como Harry Potter e Trish Lindstrom como Gina Potter, com Emmet Smith interpretando o filho deles, Alvo Potter. Rachel Christopher e Daniel Fredrick vivem Hermione Granger e Ron Weasley, respectivamente, enquanto Janae Hammond interpreta a filha deles, Rose Granger-Weasley. Aidan Close dá vida a Scorpius Malfoy, filho de Draco, e Kristen Martin interpreta Delphi Diggory.

A peça é baseada em uma história original de J.K. Rowling, Jack Thorne e John Tiffany, com direção de Tiffany e produção assinada por Sonia Friedman, Colin Callender e Harry Potter Theatrical Productions.

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James Wan reafirma compromisso com a adaptação de ‘O Chamado de Cthulhu’: “Trabalhando nisso aos poucos”

Considerado uma das lendas do terror, James Wan trouxe atualizações sobre um de seus projetos mais ambiciosos: a transposição para as telas de ‘O Chamado de Cthulhu’, a obra-prima de H.P. Lovecraft. Em declarações recentes ao ScreenRant, o cineasta confirmou que, embora o desenvolvimento continue, o caminho para tirar o projeto do papel esbarra em barreiras financeiras e estruturais da indústria.

Wan, responsável por franquias bilionárias como Invocação do Mal e Aquaman, revelou que a adaptação é uma meta pessoal de longa data, mas reconheceu a complexidade de produzir horror cósmico em larga escala.

“É um projeto que eu venho querendo fazer há algum tempo”, afirmou Wan. “O desafio é que filmes lovecraftianos não são baratos. Eles são muito difíceis de tirar do papel. Vou continuar trabalhando nisso aos poucos”.

James Wan não é o primeiro “peso pesado” de Hollywood a enfrentar obstáculos orçamentários nesse subgênero. O caso mais emblemático é o de Guillermo del Toro, que, ao lado da Universal Pictures e de James Cameron, planejou uma mega-adaptação de Nas Montanhas da Loucura’.

O projeto acabou engavetado devido ao alto custo de uma produção com classificação indicativa +18 e semelhanças temáticas involuntárias com Prometheus, de Ridley Scott. Mesmo após ventilar uma versão em animação em 2024, o projeto de Del Toro permanece em um hiato indefinido.

A cautela de Wan encontra eco no desempenho comercial recente de obras similares. Embora aclamados pela crítica ou pelo público de nicho, filmes com DNA lovecraftiano enfrentam dificuldades para gerar lucros massivos.

Ameaça Profunda (Underwater) eO Mensageiro do Último Dia (The Empty Man) foram prejudicados pelo cenário da pandemia e estratégias de marketing tímidas, resultando em fracassos de bilheteria. Enquanto A Cor que Caiu do Espaço e Suitable Flesh, apesar da recepção crítica positiva, tiveram lançamentos limitados e não atingiram o grande público.

A história de ‘O Chamado de Cthulhu‘ é dividida em três partes narrativas que se entrelaçam, situadas no início do século XX. Elas abordam um culto que adora uma entidade cósmica e antiga, semelhante a uma lula, chamada Cthulhu. À medida que os personagens exploram esse culto e suas implicações, mergulham em um mundo sombrio e repleto de mistérios. A narrativa envolve elementos de horror cósmico, explorando temas sobre a insignificância da humanidade diante de forças cósmicas vastas e insondáveis, além de sugerir a existência de um panteão de deidades ancestrais. Este conto tornou-se uma peça fundamental no cânone do horror e influenciou inúmeras obras dentro do gênero de ficção científica e terror.

Desde sua primeira publicação em 1928, quase cem anos atrás, Cthulhu se tornou uma figura proeminente em histórias de fantasia, horror e ficção científica em diversas mídias. No entanto, embora tenha inspirado projetos de grande orçamento, nunca recebeu uma adaptação oficial para o cinema ou televisão.

‘Star Wars: Maul’: Animação com Wagner Moura conquista 100% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

A série animada ‘Star Wars: Maul – Lorde das Trevas’, que foca no icônico vilão Darth Maul, conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 31 avaliações, além de 94% de aprovação do público.

No geral, os críticos elogiaram a animação, destacando a produção como um excelente capítulo da consagrada franquia Star Wars.

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“Star Wars: Maul consegue avançar com competência a história de Star Wars: Guerra dos Clones, mas ainda não está pronto para se sustentar como um grande representante de Star Wars por conta própria”, disse Alison Herman da Variety.

“Uma entrada visualmente deslumbrante no cânone da Lucasfilm Animation que explora a fúria e a surpreendente vulnerabilidade de um dos personagens mais intrigantes de Star Wars, com uma brilhante performance vocal de Sam Witwer e um elenco de apoio vibrante”, disse Molly Edwards do GamesRadar+.

“Embora enfrente algumas dificuldades iniciais, Star Wars: Maul se mostra mais uma forte adição ao cânone de Star Wars, priorizando mais do que apenas o icônico Lorde Sith”, disse Jesse Schedeen do IGN Movies.

“Star Wars: Maul se destaca como uma das produções animadas mais fortes que a franquia entregou nos últimos anos”, disse Maggie Lovitt do Collider.

“Sem dúvida, o grande destaque de Star Wars: Maul se revela logo desde o primeiro quadro: sua animação”, disse Lewis Glazebrook do Screen Rant.

“Star Wars: Maul é facilmente uma das séries de Star Wars mais divertidas até hoje; é uma verdadeira demonstração de como a animação da franquia pode ser bela”, disse Tom Bacon do ComicBook.

‘Star Wars: Maul – Lorde das Trevas’ está disponível no Disney+.

Sam Witwer, que já dublou o personagem em diversas iterações da franquia, retorna ao papel.

A produção também conta com as vozes de Wagner Moura, Gideon Adlon, Richard Ayoade, Dennis Haysbert, Chris Diamantopoulos, Charlie Bushnell, Vanessa Marshall, David W. Collins, A.J. LoCascio e Steve Blum.

A trama se passa após os eventos da última temporada de Star Wars: Guerra dos Clones, quando Maul se reergue para liderar facções do submundo. O personagem apareceu pela primeira vez emStar Wars: Episodio I – Ameaça Fantasma, lançado em 1999.

A série é comandada por Dave Filoni.

Chris Pratt relembra início de carreira em Hollywood: “Vivi de ‘namorado babaca’ por muito tempo”

Consagrado como um dos nomes mais rentáveis da indústria atual, Chris Pratt, estrela das franquiasJurassic World e Guardiões da Galáxia, revisitou recentemente os primeiros capítulos de sua trajetória em Hollywood. Em uma análise franca sobre sua imagem pública inicial, o ator revelou como, durante anos, foi o rosto preferencial dos estúdios para interpretar o “antagonista romântico”, ou, em suas próprias palavras, o “namorado babaca”.

Em entrevista à People, Pratt recordou sua participação na comédia românticaNoivas em Guerra (2009). No longa, ele deu vida a Fletcher, o noivo controlador de Anne Hathaway, cujo arco narrativo consistia em tentar impedir o amadurecimento e a assertividade da protagonista.

“Esse é o tipo de papel que eu costumava receber desde o início da minha carreira: o cara com quem você não quer que a garota fique, o personagem desagradável”, confessou o ator. “Me ofereceram muito esse perfil. Vivi de ‘namorado babaca’ por bastante tempo.”

O histórico de Pratt nesse nicho é extenso. O ator desempenhou papéis com características semelhantes em produções como O Procurado (2008), 10 Anos de Pura Amizade (2010), além de ‘Uma Noite Mais que Louca’ e ‘Qual Seu Número?’ (ambos de 2011), onde atuou ao lado de sua ex-esposa, Anna Faris. Mesmo em seu trabalho televisivo precoce na série ‘Everwood: Uma Segunda Chance’ (2002-2006), seu personagem, Bright Abbott, frequentemente flertava com comportamentos imaturos e egocêntricos.

A transição para uma imagem mais carismática e heroica começou de forma orgânica emParks and Recreation. Originalmente, seu personagem, Andy Dwyer, foi concebido apenas para uma participação curta como o namorado preguiçoso de Ann Perkins (Rashida Jones). No entanto, a química de Pratt com o elenco e sua veia cômica levaram os roteiristas a expandir o papel, transformando Andy no “eterno otimista” da série.

Ao falar sobre a dinâmica icônica com April Ludgate (Aubrey Plaza), Pratt comparou o casal a uma união inusitada entre espécies: “Era como um gato e um cachorro se casando. Ele é como um golden retriever e ela é distante. A personagem dela era ligada à ironia, e ela escolheu a pessoa menos provável para se apaixonar. Esse ato, por si só, era uma ironia rebelde. Eu sempre adorei isso”.

Pratt credita a essa sinergia emocional a permanência de seu personagem por sete temporadas, elevando Andy de um alívio cômico secundário a um dos pilares afetivos do programa.

“Não houve nenhum fio emocional que Andy tenha carregado. Mas houve alguns momentos doces, e foi baseado naquele romance e naquele relacionamento que o tornou mais do que apenas um personagem secundário. Eles, como casal, havia uma certa sinergia. Eles juntos equivaliam a mais do que cada um separado”, declarou.

O encerramento deParks and Recreation coincidiu com a escalação de Pratt para o papel de Peter Quill em Guardiões da Galáxia (2014), marco que alterou permanentemente o status de sua carreira. A partir de então, o ator consolidou-se como protagonista de grandes orçamentos, liderando a retomada da franquia Jurassic World e, mais recentemente, emprestando sua voz a ícones da cultura pop.

Este mês, o ator retorna aos cinemas emSuper Mario Galaxy: O Filme, a aguardada sequência do sucesso bilionário de 2023. Refletindo sobre o encerramento de seus ciclos televisivos em 2025, Pratt admitiu sentimentos ambivalentes: “Fiquei triste de deixar aquela família, mas, ao mesmo tempo, animado para seguir em frente e explorar novos horizontes”.

Kylie Jenner, namorada de Timothée Chalamet, revela seu filme favorito do ator: “É simplesmente perfeito”

Em uma conversa recente e descontraída com o músico Kid Cudi, a empresária Kylie Jenner compartilhou suas percepções sobre a filmografia de seu parceiro, Timothée Chalamet. Considerado o principal astro de sua geração em Hollywood, Chalamet possui um currículo extenso, mas Jenner foi enfática ao eleger a obra que mais a impressionou.

Conforme reportado pela Entertainment Weekly, Jenner não hesitou ao destacar o drama de 2017 dirigido por Luca Guadagnino.

“Eu gosto de todos, mas Me Chame Pelo Seu Nome é, tipo, perfeito. É simplesmente perfeito”, confessou Jenner.

O romance ‘Me Chame Pelo Seu Nome‘ acompanha um garoto de 17 anos, interpretado por Timothée Chalamet (‘Interestelar‘), e o amigo de seu pai, vivido por Armie Hammer, que se apaixonam loucamente.

Crítica | Me Chame Pelo Seu Nome – E que venha o Oscar… (Nota: 9.0)

A produção foi o divisor de águas na carreira de Chalamet, rendendo-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator em 2018.

Duna: Parte 3

Além do clássico indie, Jenner demonstrou entusiasmo pela escala épica de Duna (2021) e sua sequência de 2024, produções nas quais Chalamet divide a tela com Zendaya. Kid Cudi, que participava da conversa, reforçou a expectativa para o encerramento da trilogia dirigida por Denis Villeneuve.

“Eu realmente amo Duna, disse ela, ao que Cudi completou: “Duna é forte. Estou pronto para o novo em dezembro”.

O aguardado ‘Duna: Parte Três’, que expande o elenco com nomes como Florence Pugh, Robert Pattinson e Anya Taylor-Joy, tem estreia mundial programada para 18 de dezembro.

Em Duna: Parte 3’, Paul Atreides governou como Imperador por 12 anos. Ao aceitar o papel de messias para os Fremen, ele desencadeou uma jihad que conquistou a maior parte do universo, mas é impotente para deter os excessos letais movimento religioso que ele criou.

Timothée Chalamet, Robert Pattinson, Zendaya, Florence Pugh, Florence Pugh, Rebecca Ferguson, Jason Momoa e Anya Taylor-Joy, estrelam o longa.

Dayoung lança novo clipe musical com participação da filha de Brad Pitt e Angelina Jolie; Confira!

Após um teaser que parou as redes sociais na última semana, o videoclipe oficial da faixa “What’s a Girl to Do”, da estrela de K-pop Dayoung, foi finalmente lançado, trazendo uma participação que rapidamente se tornou o centro das atenções: a dançarina Shiloh Jolie.

A jovem, filha dos vencedores do Oscar Angelina Jolie e Brad Pitt, integra o corpo de baile da produção, consolidando seu caminho na dança profissional. Com uma estética urbana e arrojada, Shiloh surge no clipe utilizando um piercing no lábio e brincos de argola, adotando um estilo que conversa com a coreografia enérgica da faixa.

Além de sua performance técnica, a notável semelhança física entre Shiloh e sua mãe, Angelina Jolie, dominou as discussões entre os internautas logo após a estreia. Fãs destacaram não apenas os traços herdados, mas também a presença de cena da jovem, que já vem sendo acompanhada de perto por seus vídeos de ensaios em estúdios de Los Angeles que viralizaram anteriormente.

Assista:

Shiloh Jolie estreia em clipe de K-pop e impressiona pela semelhança com Angelina Jolie

A ascensão profissional de Shiloh ocorre em paralelo a mudanças definitivas em sua vida pessoal. Em 2024, um tribunal de Los Angeles concedeu o pedido da jovem para alterar legalmente seu nome, removendo o sobrenome do pai. Agora registrada como Shiloh Nouvel Jolie, ela é a primeira dos filhos do ex-casal a oficializar a mudança na justiça, embora outros irmãos já utilizem apenas o sobrenome materno informalmente.

A decisão marca mais um desdobramento do conturbado divórcio de Angelina Jolie e Brad Pitt. O casal, que se separou em 2016 após dois anos de casamento e uma década de união. O embate envolve acusações mútuas de comportamentos abusivos e brigas por propriedades, como a vinícola francesa do ex-casal.

 

‘Michael’: Cinebiografia do Rei do Pop NÃO abordará acusações de abuso

A aguardada cinebiografia ‘Michael’, que explora a trajetória do “Rei do Pop”, chegará às telonas com uma estrutura narrativa significativamente diferente da planejada originalmente. De acordo com informações obtidas pela Variety, o longa-metragem descartou um terceiro ato focado em controvérsias judiciais, optando por encerrar a trama no auge artístico do cantor.

Originalmente, o roteiro de John Logan previa uma abordagem que começava no ponto crítico, iniciando em 1993, durante as primeiras acusações de abuso infantil e a operação policial no Rancho Neverland. Entretanto, fontes ligadas à produção revelam que o espólio de Jackson, que atua como co-produtor, identificou uma cláusula em um acordo de 1993 com Jordan Chandler que proibia a representação ou menção direta do acusador em produções cinematográficas.

Diante do risco jurídico, os cineastas reformularam o desfecho. O processo sofreu atrasos adicionais devido a um incêndio que atingiu a residência do roteirista e à necessidade de 22 dias de filmagens adicionais em Los Angeles para expandir novas sequências e gravar o novo final.

Na versão que chegará aos cinemas em breve, o filme culminará com a icônica turnê Bad, mostrando Jackson em sua plenitude performática. A tensão dramática foi redirecionada para o relacionamento complexo com seu pai e empresário, Joe Jackson (interpretado por Colman Domingo), e os conflitos internos sobre a transição do grupo Jacksons Five para a carreira solo.

O longa também abordará momentos cruciais da saúde de Jackson, como as queimaduras graves sofridas durante a gravação de um comercial da Pepsi em 1984 e o consequente início da dependência em analgésicos. Jaafar Jackson, sobrinho do cantor na vida real, assume o papel principal.

A produção contou com supervisão direta de figuras-chave do legado de Jackson, incluindo o advogado John Branca e o filho mais velho do artista, Prince Jackson, que esteve presente diariamente no set como produtor executivo.

O custo das refilmagens, estimado entre US$ 10 e 15 milhões, foi arcado pelo próprio espólio, elevando o orçamento final para além dos US$ 155 milhões iniciais. Em contrapartida, o espólio adquiriu uma participação acionária maior sobre os lucros do filme.

Com um corte original que ultrapassava as três horas e meia, o produtor Graham King e os estúdios Lionsgate e Universal estudam a possibilidade de dividir a história em duas partes. Estima-se que 30% do material cortado, que inclui as fases dos álbuns Dangerous e Invincible, possa ser reaproveitado em sequências futuras.

As projeções iniciais de mercado são otimistas:

  • Estreia nos EUA: Estimada em mais de US$ 55 milhões, superando o marco de Bohemian Rhapsody (2018).
  • Expectativa Global: O estúdio projeta uma arrecadação mínima de US$ 700 milhões mundialmente.

Dirigido por Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento’, ‘O Protetor’), o filme propõe um retrato cinematográfico profundo sobre a vida e o legado de Michael Jackson.

A trama vai além dos palcos, acompanhando a jornada do artista desde a descoberta de seu talento precoce como líder dos Jackson Five até sua transformação em um visionário global, impulsionado pela busca incessante de se tornar o maior artista do mundo.

O roteiro, assinado pelo três vezes indicado ao Oscar John Logan (‘Gladiador’, ‘O Aviador’), oferece ao público um lugar na primeira fila para observar a vida de Michael fora dos holofotes, alternando com as performances mais emblemáticas do início de sua fase solo.

A cinebiografia marca a estreia de Jaafar Jackson no cinema, assumindo o desafiador papel de seu tio. O elenco principal conta ainda com nomes de peso da indústria: Colman DomingoNia LongMiles TellerLaura Harrier e Juliano Krue Valdi.

A produção executiva está sob o comando do vencedor do Oscar Graham King (‘Bohemian Rhapsody’), em parceria com John Branca e John McClain, figuras ligadas diretamente ao espólio de Michael Jackson e responsáveis por projetos como This Is It’.

‘Lua Nova’ ganha trailer de RELANÇAMENTO nos cinemas nacionais; Confira!

Um mês depois do primeiro capítulo de ‘A Saga Crepúsculo ter sido relançado nos cinemas nacionais, a sequência Lua Nova também ganhará uma exibição especial para a alegria dos fãs.

Os espectadores poderão assistir à continuação da jornada de Bella (Kristen Stewart), Jacob (Taylor Lautner) e Edward (Robert Pattinson) a partir de 16 de abril – e, agora, a Paris Filmes divulgou um novo trailer promocional celebrando o evento.

Confira:

Na trama, baseada no segundo volume da saga literária de Stephanie Meyer, a vida de Bella Swan vira de cabeça para baixo quando, após um incidente que quase lhe custa a vida, Edward e a família Cullen decidem deixar a cidade de Forks para protegê-la. Mergulhada em uma profunda depressão, Bella encontra conforto em sua amizade com Jacob Black. No entanto, conforme se aproximam, ela descobre que Jacob também guarda um segredo perigoso que mudará sua percepção sobre o mundo sobrenatural.

Lançada originalmente em 2009, a saga tornou-se um fenômeno cultural, levando mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas no Brasil ao longo de seus cinco filmes. Dirigido por Chris Weitz e com roteiro de Melissa Rosenberg (‘Jessica Jones’), Lua Nova foi um estrondo comercial, arrecadando mais de US$ 700 milhões mundialmente.

Novo trailer de ‘Dolly – A Boneca Maldita’ promete TERROR estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica’; Confira!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer legendado do terror ‘Dolly – A Boneca Maldita‘, que promete ser uma homenagem aos clássicos dos anos 70 – como ‘O Massacre da Serra Elétrica‘ e ‘Quadrilha dos Sádicos‘.

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 7 de maio.

O terror conquistou 63% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes. Apesar das críticas sobre o roteiro superficial do longa, o consenso geral elogia as cenas sangrentas, a violência e a intensa luta pela sobrevivência – destacando a estética sinistra e crua típica dos clássicos do gênero dos anos 70.

“Um slasher com um toque nostálgico, repleto de clichês familiares e cenas sangrentas. É difícil não se divertir com essa bizarrice à moda antiga.” (ComicBook)

“Apesar de sua força sobre-humana questionável, Dolly ainda causa uma baita impressão. E que impressão. Ela foi criada especificamente para provocar pesadelos perturbadores. E acredito que ela conseguiu.” (Upcoming Horror Movies)

“Apesar de todo o barulho e das cenas sangrentas, o filme não carrega nenhum peso emocional. Eu nunca me importei de verdade com quem sobrevivesse aos horrores do longa.” (Geek Vibes Nation)

“Transformar um curta-metragem em um filme certamente não é uma tarefa fácil, mas até que [os roteiristas] Rod Blackhurst e Brandon Weavil conseguem alguns resultados interessantes com o material mais extenso.” (Screen Rant)

“Com uma duração concisa, atuações sólidas e cenas de violência gráfica grotescas, este filme de terror de baixo orçamento pode pecar na história, mas compensa com carnificina desenfreada e muito entretenimento.” (Movie Marker)

“Este filme é tão sem vida quanto uma boneca de verdade (mesmo com uma abundância de sangue e tripas).” (Flickering Myth)

“O diretor de fotografia Justin Derry consegue um visual típico dos anos 70 com a filmagem em 16mm, e o trailer de ‘Dolly’ explora bastante a influência de ‘O Massacre da Serra Elétrica’, mas [o diretor Rob] Blackhurst oferece somente violência em vez de sustos, em um filme que é apenas desagradável. Nem mesmo as bonecas são assustadoras.” (Reeling Reviews)

Na trama, uma jovem que precisa lutar pela sobrevivência após ter sido raptada por um psicopata doentio que tem a intenção de criá-la como sua filha.

Rod Blackhurst (‘Caminhos de Sangue’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ele escreveu ao lado de Brandon Weavil.

O elenco conta com Fabianne Therese (‘John Morre no Final’), Seann William Scott (‘American Pie’), Ethan Suplee (‘Duelo de Titãs’) e o lutador profissional Max the Impaler.

Curte a franquia ‘Missão Impossível’? Não perca esses outros ótimos filmes de espionagem!

Tom Cruise chegou com Missão Impossível – O Acerto Final no catálogo da Netflix, mais um filme dessa poderosa franquia que todos nós amamos. Explorando de várias formas o universo da espionagem, essa é uma das obras que nos leva até esse mundo cheio de variáveis explosivas, traições e ações desenfreadas.

Mas existem outros filmes nessa linha que são tão emocionantes quanto! Abaixo, segue uma lista para você que curte esse fascinante mundo da espionagem:

 

Ronin

Dirigido por John Frankenheimer, o filmaço de ação Ronin nos leva até um recorte na vida de algumas pessoas, liderados por um ex-agente da inteligência norte-americana que vão atrás de uma maleta misteriosa.

 

Jogo de Espiões

Lançado em 2001 nos cinemas e dirigido por Tony Scott, Em Jogo de Espiões acompanhamos a história de um agente da CIA perto da aposentadoria que precisa ajudar um ex-aprendiz em situação de risco na China.

 

A Casa da Rússia

Baseado na obra homônima do consagrado escritor britânico John Le Carré, A Casa da Rússia nos apresenta os conflitos de um editor britânico que se vê envolvido em uma trama de espionagem.

 

Munique

Dirigido por Steven Spielberg e lançado no ano de 2006 nos cinemas, o filme conta a história de um grupo de agentes da Mossad que são designados para uma missão de caça aos responsáveis pelo assassinato de atletas israelenses nas Olimpíadas de Munique no início da década de 70.

 

A Espiã Vermelha

Na trama, conhecemos a senhora Joan Stanley (Judi Dench), de cerca de 80 anos, que é formada em física pela faculdade de Cambridge e acaba sendo presa inesperadamente no meio de uma tarde acusada de ser convocada por comunistas para ser uma espiã. O filme vai e volta em sua linha temporal tentando explicar os porquês e as escolhas de Joan ao longo do tempo.

 

O Soldado que não Existiu

Cinco anos após do seu último trabalho nos cinemas, o excelente Armas na Mesa, o cineasta britânico John Madden retorna para as telonas para contar a história, quase inacreditável, de uma situação envolvendo espionagem, um cadáver e uma blefada que marcou os rumos da Segunda Guerra Mundial.

 

007 – Contra Goldfinger

Um dos mais conhecidos filmes protagonizado pela famoso personagem criado por Ian Fleming, 007 – Contra Goldfinger nos mostra 007 em uma missão para proteger a economia norte-americana quando um criminoso impiedoso quer roubar a reserva de ouro do país mais poderoso do mundo.

 

True Lies

Dirigido por James Cameron e lançado quase 30 anos atrás, True Lies conta a história de Harry (Arnold Schwarzenegger), um homem que esconde de toda sua família, principalmente sua esposa Hellen (Jamie Lee Curtis), ser um agente secreto. Após uma série de situações ele precisa revelar sua identidade.

 

El hombre de las mil caras

El hombre de las mil caras é um suspense policial embasado em uma trama extremamente detalhista e com muitas surpresas em seu curso. Dirigido pelo ótimo cineasta espanhol Alberto Rodríguez (do excelente Pecados Antigos, Longas Sombras) a fita lembra muito filmes antigos de espionagem e promete agradar grande parte do público. A história é baseada em fatos reais, o protagonista, ex-espião Francisco Paesa, realmente existiu.

 

Inimigo do Estado

Protagonizado por Gene Hackman e Will Smith, Inimigo do Estado apresenta os desenrolares conflituosos na vida de um advogado após cair em suas mãos um vídeo com uma situação política comprometedora. Caçado por agentes, ele precisará encontrar soluções para sair dessa.

 

‘A Pequena Sereia’: Halle Bailey afirma que papel de Ariel “foi libertador”, apesar das críticas

A atriz e cantora Halle Bailey, que interpretou a protagonista Ariel no live-action de A Pequena Sereia, revisitou recentemente os desafios de assumir o papel. Em entrevista à Variety, a artista comentou como lidou com a onda de críticas e o debate sobre a mudança de etnia da personagem, originalmente retratada como branca na animação de 1989.

Bailey destacou que, apesar das adversidades, o projeto foi uma jornada de autodescoberta:

“Como eu explico isso. Na verdade, foi libertador estar no meio dessa conversa em que tantas opiniões diferentes surgiam, e eram tão opostas entre si… Eu me sentia como se estivesse me observando dentro de um copo, vendo como as pessoas reagiam a isso… Crescer na indústria pode realmente desenvolver seu senso de identidade e, para mim, isso me mantém com os pés no chão. Sei que para algumas pessoas é o oposto, mas eu sempre penso: ‘Nada disso é real'”, afirmou.

Para manter a saúde mental diante da exposição na indústria, Bailey revelou que busca refúgio na natureza e na valorização das relações pessoais.

“Eu adoro me sentir pequena, perceber que o mundo é tão grande e bonito e que eu sou apenas uma parte minúscula dele. O fato de eu estar aqui é uma bênção, e sou grata [por fazer música e atuar], mas, ao mesmo tempo, isso não é o que mais importa na vida. O que importa é manter os pés no chão e valorizar as pessoas que amamos”, explicou a atriz, ressaltando que o mais importante é valorizar as pessoas próximas.

Em meio às reações de cunho racista que surgiram na internet, a atriz contou com uma forte rede de apoio de colegas de profissão. Zendaya, Ariana Grande e Rachel Zegler foram citadas como figuras fundamentais nesse período.

“Como mulheres, acho que criamos uma espécie de bolha protetora umas para as outras, especialmente quando vemos uma colega lidando com tantas opiniões. Rachel foi definitivamente uma dessas pessoas. Eu a amo. Todas nós entendemos o quão vulnerável é essa posição e, no fim das contas, somos mulheres jovens… somos inseguras… Eu também sou insegura às vezes, e as opiniões das pessoas podem confundir nossos próprios pensamentos. Por isso é especial ter uma comunidade que está ali para dizer: ‘Você é incrível. Estamos aqui por você'”, destacou.

‘A Pequena Sereia’: Odessa A’Zion revela que perdeu o papel de Ariel após situação constrangedora

Em declarações anteriores à revista The Face, Bailey admitiu que, como uma pessoa negra, a reação negativa não foi uma surpresa absoluta.

“Como uma pessoa negra, você já espera. Isso já não é mais um choque. Quando [Chlöe e eu] assinamos com a Parkwood, a Beyoncé sempre dizia: ‘Eu nunca leio meus comentários. Nunca leia os comentários’. Sinceramente, quando o teaser saiu, eu estava na D23 Expo e estava tão feliz. Não vi nenhuma negatividade. Eu sei que as pessoas dizem: ‘Não é sobre raça’. Mas agora que sou ela… As pessoas não entendem que, quando você é negro, existe toda uma outra comunidade. É tão importante nos vermos representados”, afirmou na época.

Seus avós também desempenharam um papel crucial, compartilhando memórias de discriminação para fortalecer sua determinação.

“Foi algo inspirador e bonito ouvir as palavras de incentivo deles, dizendo: ‘Você não entende o que isso representa para nós, para nossa comunidade, para todas as meninas negras e pardas que vão se ver em você'”, relatou.

A nova versão deA Pequena Sereia está disponível no catálogo do Disney+.

O longa narra a jornada de Ariel, uma sereia de 16 anos que, em busca de conhecer o mundo humano, faz um acordo com a bruxa do mar, Úrsula, para trocar sua cauda por pernas, motivada por sua curiosidade e pelo amor ao Príncipe Eric.