De acordo com o Deadline, o ator Diego Luna, intérprete do Cassian Andor, revelou que as filmagens de ‘Star Wars: Andor‘, série derivada de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘, já foram finalizadas.
Além disso, o astro prometeu o retorno de “rostos conhecidos” da saga na produção.
“Sinceramente, é uma benção poder fazer esse trabalho diante das circunstâncias que estamos enfrentando atualmente. Tive a chance de trabalhar com uma equipe e não poderia estar mais orgulhoso dela. É um momento difícil para gravações e nós fomos muito sortudos. Terminamos as filmagens e estamos pronto para que o público confira o que fizemos.”
Ele completa, “Vocês definitivamente verão o retorno de rostos conhecidos. Apesar de não poder revelar muito, posso dizer que essa experiência foi uma transformação para mim. É algo que eu queria muito fazer e pensei que não seria possível. Estou muito feliz.”
Os episódios são dirigidos por Ben Caron,Susanna White e Toby Haynes, que também é o showrunner da atração.
A 1ª temporada de ‘Andor‘ terá 12 episódios com estreia prevista para 2022.
A trama seguirá as aventuras de Cassian Andor durante os primeiros anos de formação da Rebelião, antes dos eventos de ‘Rogue One: Uma História Star Wars‘. O emocionante thriller irá explorar contos cheios de espionagem e missões ousadas para restaurar a esperança para a galáxia nas garras de um império implacável.
Além do protagonista Diego Luna, o elenco conta Genevieve O’Reilly, Adria Arjona (‘Esquadrão 6’), Denise Gough (‘Guerrilla’), Stellan Skarsgård(‘Chernobyl’), eKyle Soller(‘The Titan’). Ewan McGregor também pode reprisar seu papel como Obi-Wan Kenobi.
O’Reilly reprisará seu papel como a membro-chefe da Aliança Rebelde, Mon Mothma, personagem que representou pela primeira vez em ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’ (2005) e depois em ‘Rogue One‘ (2016).
Até o momento, não foram revelados detalhes sobre os personagem de Gough, Arjona, Skarsgård, e Soller.
A Apple TV+ divulgou o primeiro trailer de ‘Loot‘, nova série de comédia estrelada por Maya Rudolph.
Confira:
A produção tem estreia marcada para o dia 24 de junho.
A série foi criada por Alan Yang (‘Master of None’) e Matt Hubbard (’30 Rock’).
A bilionária Molly Novak (Rudolph) tem a vida dos sonhos, recheada de jatinhos privados, uma mansão gigantesca e um yacht enorme – tudo que seu coração deseja. Entretanto, quando seu marido a trai, ela se torna alvo da publicidade e holofote do sensacionalismo dos tabloides. Ela chega ao fundo do poço quando descobre, para sua surpresa, que tem uma fundação de caridade comandada por Sofia Salinas (Rodriguez), que se junta a Molly para impedir que a imagem dela decaia ainda mais. Com seu devoto assistente Nicholas (Booster) ao seu lado, e com a ajuda de Sofia e de seu time – incluindo o contador Arthur (Faxon) e o primo apaixonado por cultura pop Howard (Funches) -, Molly embarca em uma jornada de autodescobrimento. Devolver aos outros o que ela conquistou pode ser exatamente o que ela precisa para se reerguer.
A aguardada sequência ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, quinto filme da clássica franquia estrelada por Harrison Ford, recebeu uma baixa classificação etária (PG-13).
A produção foi classificada pelo MPAA por “cenas de violência e ação, linguagem e fumo”.
A classificação não é uma surpresa para a franquia, especialmente considerando o status blockbuster familiar da produção. No entanto, vale destacar que o segundo filme, ‘Indiana Jones e o Templo da Perdição‘, foi um dos responsáveis pela criação da classificação PG-13 em si, em 1984.
A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.
O terror ‘Bunker Heights‘ ganhou o primeiro teaser.
Confira:
Drew Fortier é responsável pela direção e roteiro.
Misturando elementos de crime, terror e comédia sombria, a trama seguirá a vida de um grupo de pessoas enquanto elas precisam lidar com uma ameaça que coloca em risco suas próprias existências.
O elenco conta com Drew Fortier, Hannah Fierman, Chaney Morrow, Paul T Taylor, Floyd Ewing Jr., Douglas Esper, James L Edwards, Daniel John Kearney, LC Holt, Xander Goldman e Christopher Robin Koch.
Infelizmente, a produção ainda não possui previsão de lançamento.
O terror ‘Cellar Door‘, estrelado por Jordana Brewster (‘O Massacre da Serra Elétrica: O Início’) e Scott Speedman (‘Anjos da Noite’), ganhou trailer legendado.
Um casal da cidade grande está querendo se mudar para os subúrbios de Portland, Oregon. Ao visitar a casa grandiosa de Emmett, um homem misterioso com talento para combinar a propriedade certa com as pessoas certas, o casal de repente recebe a casa dos seus sonhos com uma condição inegociável — eles nunca devem abrir a porta do porão. Com o passar do tempo, o casal percebe que casas antigas são de fato como pessoas… todas elas têm seus segredos profundos e obscuros.
O elenco ainda conta com Laurence Fishburne, Chris Conner, Katie O’Grady, Randy Sean Schulman, Jenny Lam Tien e Kiah Butts.
O terror será lançado em VOD no dia 1º de novembro, pela Lionsgate.
“Uma ex-motorista de fuga é arrastada de volta ao seu desagradável passado quando um ex-empregador lhe oferece a chance de salvar a vida do seu inconfiável ex-namorado.”
Shawn Simmons (‘Wayne’) é responsável pela direção e roteiro.
Karl Glusman (‘Observador’) também estrela a produção.
Fuhrman interpreta Annika, uma brilhante cientista da computação contratada pelo bilionário da tecnologia Sam Houston. Ela se aventura em uma instalação isolada administrada pelo niilista criador do LITTLEMOUTH, uma máquina capaz de se comunicar com inteligências alienígenas. Logo, ela descobre fatos que alteram a humanidade: que não estamos sozinhos no universo, que inteligências alienígenas estão se comunicando ao nosso redor a todo instante e que provavelmente somos primitivos demais para sequer remotamente entender o que elas estão tentando nos dizer.
Quando o objetivo da empreitada muda de ouvir para responder, o projeto rapidamente se transforma em caos. Com o contato vêm as consequências, e logo Annika e a equipe precisam trabalhar para garantir sua própria sobrevivência.
Jonathan Sobol (‘Roubar é uma Arte’) é responsável pela direção e roteiro.
“Alguns filmes chegam exatamente quando precisamos deles, e ‘Signal One’ é o exemplo perfeito disso,” declarou Jordan Fields, vice-presidente sênior de aquisições da produtora Radial Entertainment. “Jonathan conta uma história urgente e incrivelmente envolvente que levanta questões sobre o nosso lugar no universo. É uma ficção científica essencial, sofisticada e emocionante, e o elenco estelar está em ótima forma. Entretenimento provocativo e instigante como este vai cativar um público amplo.”
Infelizmente, o longa ainda não possui previsão de lançamento.
Dwayne Johnson revelou em sua conta do Twitter que adoraria ter feito o papel de Jack Reacher nos cinemas e que até chegou a ir atrás do projeto há 10 anos atrás.
A revelação partiu de um questionamento feito pelo cineasta Sir Russ Pitts, que indagou o ator sobre porque ele não havia sido escolhido para o papel, alegando que ele seria perfeito.
“Sim, amo o personagem. Há cerca de 10 anos atrás eu fui atrás do papel, mas Cruise o conseguiu. Foi uma grande motivação para eu permanecer sempre ávido”.
En resposta, o ator afirmou:
Yup, luv the character. Bout 10yrs ago I went after the role, but Cruise got it. Was great motivation for me to always stay hungry. http://t.co/bwpZfEVIMm
Vale lembrar que na ocasião em que Tom Cruise havia sido anunciado como o protagonista da adaptação, os fãs do livro questionaram a escolha, apontando que Johnson tinha o biotipo mais adequado para interpretar o personagem.
A sequência ‘Jack Reacher: Sem Retorno‘ faturou US$ 23 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos.
O valor é bastante superior aos US$ 15 milhões que o primeiro longa arrecadou, em 2012.
Na sequência, Tom Cruise volta à ação como o justiceiro Jack Reacher. Desta vez, o personagem retorna à base militar que serviu na Virgínia, onde pretende encontrar a comandante local Susan Turner (Cobie Smulders). Mas, ao chegar, descobre que ela corre sério perigo. Não demora muito para que ele assuma a responsabilidade de salvá-la.
Além de Cruise, o elenco ainda conta com Cobie Smulders (‘Os Vingadores’), Patrick Heusinger (‘Gossip Girl’) Aldis Hodge (‘Straight Outta Compton’) e Holt McCallany (‘Clube da Luta’).
A sequência de ‘Jack Reacher: O Último Tiro’ é baseada em ‘Never Go Back’, o 18ª romance protagonizado pelo ex-militar Jack Reacher. O personagem foi criado por Lee Child, pseudônimo do escritor britânico Jim Grant.
O artista conceitual do filme ‘Prometheus’, Carlo Huante, divulgou em sua conta do Instagram duas belas artes feitas para um filme da franquia ‘Alien’ que jamais chegou a ser produzido.
Na publicação, ele pontua que as criaturas desenhadas por ele foram construída para uma narrativa absolutamente diferente, que não teria funcionado. O material conceitual também não possui ligação nenhuma nem com ‘Prometheus’, bem como ‘Alien: Covenant’.
Confira:
Ridley Scott afirmou que a sequência de ‘Alien: Covenant’ começaria a ser produzida em 2018, apesar de rumores de que a franquia havia sido cancelada pela Fox, mas não há detalhes sobre o projeto.
O clássico de Paul Verhoeven, ‘Robocop’ até hoje permanece como um dos grandes filmes não apenas dos anos 80, mas da história do cinema.
E os bastidores da produção poderão ser conhecidos pelos fãs, por meio do novo documentário, ‘RoboDoc: The Creation of RoboCop‘, que ganhou um novo e sangrento trailer.
Assista:
The Verhoeven mantra was “Blood. I want more fucking blood” 🔞
O presidente da Walt Disney Company, Bob Iger, quer se encontrar com o cineasta Martin Scorsese para aliviar as tensões, após seus comentários a respeito dos filmes da Marvel.
A revelação foi feita pelo próprio CEO, em sua entrevista à revista Time, que o elegeu o Empresário do Ano de 2019. Em seu perfil feito para a publicação, ele comentou sobre as críticas de Scorsese, que em um artigo feito para o New York Times, reiterou sua percepção sobre as franquias de quadrinhos.
Em seu texto, o vencedor do Oscar pontuou:
“Hoje em dia, muitos filme são produtos perfeitos manufaturados para o consumo imediato. Muitos deles são bem feitos por times compostos por indivíduos talentosos. Ao mesmo tempo, eles carecem de algo essencial no cinema: A visão unificadora de um artista individual”.
Em outro momento de seu artigo, Scorsese falou sobre como os filmes desse gênero não assumem riscos artísticos:
“Muitos dos elementos que definem o cinema como eu o conheço estão nos filmes da Marvel. O que não existe é revelação, mistério ou perigo emocional genuíno. Nada está em risco. As cenas são feitas para satisfazer um conjunto específico de desejos e são projetadas como variações de um mesmo tema”.
Antes disso, em outubro de 2019, durante uma entrevista à revista Empire,Scorsese havia pontuando que os filmes da Marvel seriam como “parques de diversão” e que não poderiam ser considerados “cinema de verdade”.
Em resposta, Iger pontuou que os comentários teriam sido “desagradáveis” e “injustos com as pessoas que fazem esses filmes. Se Marty Scorsese quer estar no ramo de assumir riscos artísticos, todo o poder para ele. Mas isso não significa que o que estamos fazendo não seja arte”.
Para tentar acalmar os ânimos e estabelecer uma relação amistosa, Iger salientou em sua entrevista que tanto sua equipe como a de Scorsese estão tentando agendar um encontro entre ambos.
Vale ressaltar que o mais novo filme de Scorsese, ‘O Irlandês‘, foi eleito um dos melhores de 2019, conquistando cinco indicações ao Globo de Ouro – incluindo as de Melhor Diretor e Melhor Filme Dramático, quatro ao SAG Awards e 14 indicações ao Critics’ Choice Awards.
Assista ao trailer:
Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.
O Jovem Kielowski estreia nesta sexta-feira (04), às 22h30, na TNT
A juventude à flor da pele e seus problemas decorrentes dessa explosão se transformam em um surpreendente dilema de gente grande em O Jovem Kielowski, nova comédia romântica original da TNT. Aqui, a história de uma gravidez inesperada entre duas pessoas que mal se conhecem ganha um ar muito mais profundo e autêntico, sem rodeios e sem floreios romantizados à la Hollywood.
Não é fácil lidar com tamanha transformação quando não há um plano na jogada e essa eletrizante e quase nauseante montanha-russa foi destrinchada de maneira clínica e pontual pelo cineasta Kerem Sanga, que assina o roteiro e assume a direção desse indie. Por uma ótica de puro cinema independente, ele traz uma história repleta de dissabores e confrontos desconfortáveis, que tornam o longa uma experiência ainda mais rica, tanto quanto prazerosa e divertida.
Conferindo a trama toda a partir da mente de Brian Kieslowski (Ryan Malgarini), observamos de perto o que passa na cabeça de um jovem – que há poucos dias ainda “ostentava” a virgindade, no instante em que todos os seus planos despencam diante de uma gravidez com uma desconhecida. Com as coisas fora de ordem, uma intensa avalanche de graves decisões passam a cruzar o seu caminho. Um novo normal nasce e com ele o peso das escolhas que ele terá que carregar para o restante da vida.
A escolha narrativa de Sanga é um dos aspectos mais prazerosos de O Jovem Kielowski, que cria a sua própria versão desse conto que já fora explorado incansavelmente nos cinemas. Pela sua perspectiva mais autoral, somos colocados na posição de audiência onisciente, aquela que sabe muito mais do que até mesmo a maioria dos personagens. Essa vista privilegiada rapidamente gera reflexos instantâneos no público. Rapidamente nos afeiçoamos até mesmo ao fator sem noção do protagonista, que como qualquer um nesse contexto, teria os seus pequenos surtos em sigilo.
E a partir da mente de Kieslowski, conhecemos também Leslie Mallard (Haley Lu Richardson). Mãe em formação, ela é uma jovem de raro convívio social e poucas relações afetivas, que transfere a solidão para a gravidez. E embora isso não seja propriamente dito, toda a construção narrativa de Sanga nos leva a essa percepção. E mais uma vez, o roteiro bem alinhavado nos permite decifrar seus próprios personagens, sem que muito seja dito.
E isso tudo faz com que a comédia – que traz um viés dramático muito bem trabalhado do começo ao fim -, se torne ainda mais perspicaz e agradável. Sabendo usar o seu tempo de tela de forma ágil e dinâmica, a produção é concisa e precisa, é capaz de transitar entre a leveza e a dramaticidade com destreza e não deixa o público na mão. Intenso, divertido e profundamente honesto e realista quanto aos diferentes anseios da juventude contemporânea, O Jovem Kieslowski não é piegas e faz de um tema tão comum nos cinemas, uma preciosidade que nos faz querer assistir de novo. E de novo. E de novo.
O romance ‘Por Toda a Minha Vida‘, estrelado por Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns‘) e Harry Shum Jr. (‘Glee‘), já está disponível no streaming Tele Cine. A produção – que é baseada em fatos reais – teve a sua estreia na noite da última sexta-feira (03) na grade de programação.
Na trama, Jennifer e Solomon acabaram de ficar noivos, mas são acometidos por uma terrível notícia: Solomon foi diagnosticado com câncer terminal e tem apenas poucas semanas de vida. Dispostos a seguir com a cerimônia, o casal começa uma corrida contra o tempo para aproveitar oseu dia especial.
Taron Egerton não será o próximo 007 — e não é por falta de especulações, mas por decisão própria. O ator galês de 35 anos revelou, em entrevista ao Collider, que não se vê interpretando o icônico espião britânico. “Acho que sou bagunçado demais para isso”, afirmou, afastando de vez a possibilidade de viverJames Bond na nova fase da franquia.
Com Denis Villeneuve confirmado como diretor do próximo filme e Amazon MGM Studios dando início à busca pelo novo Bond, Egerton diz admirar profundamente a era Daniel Craig, mas não acredita ser a escolha certa para o papel.
“Eu realmente amo James Bond, especialmente a fase do Daniel Craig. Mas acho que eu não seria bom nisso, e existem tantos atores mais jovens e incríveis que seriam perfeitos. Seria um desperdício me colocar nesse papel”.
Egerton, que brilhou na franquia ‘Kingsman‘ e mais recentemente no thriller ‘Bagagem de Risco‘, da Netflix, disse que assumir um papel como Bond exigiria um comprometimento que, no momento, não faz parte dos seus planos de carreira.
“É algo que consome sua vida. E, até onde sei, ninguém me chamou para isso. Mas também acho que não seria o que me deixaria mais feliz.”
Essa não é a primeira vez que o ator se esquiva dos rumores. Em 2023, em entrevista ao The Daily Telegraph, ele já havia brincado com a pressão estética que o papel exige: “Você precisa ser constantemente imponente fisicamente para ser esse cara. E isso é algo que ainda estou tentando alcançar. Sempre lutei com meu peso””.
Enquanto isso, nomes como Jacob Elordi, Tom Holland e Harris Dickinson estão entre os favoritos da Amazon MGM Studios para vestir o icônico terno do espião mais famoso do cinema. Resta saber quem terá o carisma — e a licença para matar — para suceder Craig.
Durante uma sessão de autógrafos na ACE Comic-Con, Chris Evans acabou revelando que irá mesmo assumir o manto do Nômade em ‘Vingadores: Guerra Infinita’. Ao lado de Sebastian Stan, Evans escreveu no escudo de um fã: “Cap e Nômade”; Enquanto Stan escreveu: “Soldado Invernal e Estou com o Nômade”:
‘Mulher-Maravilha 1984’ ganhou novas imagens vazadas do set, mostrando Diana Prince (Gal Gadot) em meio à destruição e caos, além de seu novo uniforme, mais colorido que o anterior. Confira:
Já no material divulgado por usurários do Twitter, é possível ver Gal Gadot e Chris Pine em cena juntos.
Após a atriz Kristen Wiig(‘Caça-Fantasmas’) ter sido oficializada como a vilã Mulher-Leopardo na sequência, foi revelada uma breve descrição da personagem pelo Omega Underground.
E, de acordo com a descrição, é provável que ela seja introduzida como amiga de Diana Prince antes de passar por sua transformação e se tornar a famosa vilã:
“Dra. Barbara Ann Minerva, uma arqueóloga britânica que descobre a cidade perdida de Urzkartaga e, quando se depara com um antigo ritual, se torna hospedeira da poderosa deusa Cheetah”
O papel da vilã foi oferecido a Emma Stone, porém a atriz teria rejeitado a proposta. Sarah Paulson também havia sido citada como favorita para o papel.
Enquanto isso, segundo o Heroic Hollywood, Geoff Johns já está trabalhando no roteiro da sequência de ‘Mulher-Maravilha‘.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu ao último episódio de WandaVision, não leia esta matéria, a menos que não se importe em receber spoilers.
Acabou. Após alguns meses, WandaVision enfim terminou, resolvendo alguns de seus mistérios e deixando outros para serem trabalhados futuramente no Universo Cinematográfico Marvel. Nesse series finale, o maior episódio de toda a série, tivemos a resolução de quatro personagens, que, sem dúvida alguma, não fizeram sua última aparição no MCU em Westview. Bem, vamos começar logo a nossa última análise de WandaVision. Que, para o desespero de alguns fãs, não tem Mephisto.
Começando com a grande protagonista da série, Wanda (Elizabeth Olsen). Ao contrário do que muitos esperavam – me inclua nesse “muitos” – ela não surtou, muito pelo contrário! Na verdade, o oitavo episódio acabou servindo como uma verdadeira sessão de terapia para que a bruxinha lidasse com os estágios do luto e chegasse ao nono episódio na aceitação. Ela até chega a ter uma breve recaída, mas se recompõe e libera os cidadãos desesperados de Westview de sua escravidão encenada. Tomando as rédeas de sua própria vida, a jovem entende e aprende a viver com suas perdas, enquanto se prepara para perder mais gente até o fim do dia. Em seu embate pessoal com Agatha Harkness (Kathryn Hahn), Wanda aceita seus poderes e se torna a Feiticeira Escarlate. Após derrotar a rival, a Feiticeira escuta um aviso que significa bastante para o futuro do MCU: “Você não sabe o que libertou”. A quem Agatha se referia? Estaria ela falando da própria “entidade” que Wanda é, ao melhor estilo Fênix NegradosX-Men, ou de alguma outra criatura vilanesca que veremos mais pra frente? Bem, fato é que sabemos agora que a jovem Maximoff é mais forte que o Doutor Estranho (Benedict Cumberbatch).
Falando no Doutor Estranho, enquanto oMago Supremo fazia animação de festa infantil, literalmente todo o mundo mágico desabou em plena Terra e ele sequer apareceu. Brincadeiras a parte, é provável que eles justifiquem essa ausência na série do protetor da nossa realidade com a destruição do Olho de Agamotto, a Joia do Tempo, em Vingadores: Guerra Infinita (2018). Porque é aquela história, né? Sem poder controlar mais o tempo, não tem como ele estar em todos os lugares o tempo todo. O ponto é que ele está com um filme em produção e a presença de Elizabeth Olsen já foi confirmada. Como vimos, após Wanda derrotar Agatha e prendê-la em Westview na alcunha de Agnes, a vizinha insuportável, a Feiticeira Escarlate pegou o Darkhold e se isolou nas montanhas, onde a Wanda repousa e a Feiticeira estuda o livro no plano astral, enquanto busca uma forma de trazer Billy e Tommy de volta a vida. Não ficou claro se essas duas “versões” da Wanda são a mesma Wanda. Não sei se vocês lembram, mas em Doutor Estranho (2016), quando Stephen acessa o plano astral para estudar magia, ele mantém as mesmas roupas do plano físico. Ou seja, existe a possibilidade da jovem estar desenvolvendo, sim, uma dupla personalidade, o que talvez faça dela uma antagonista ou ameaça de Doutor Estranho: No Multiverso da Loucura. É interessante ver como o Darkhold entrou de vez no MCU, o livro que é conhecido por corromper almas, indo parar nas mãos de uma das criaturas mais poderosas do universo. Tem como dar problema?
Porém, não é só com Wanda que se faz WandaVision. E mesmo tendo passado meio apagado ao longo da série, o Visão (Paul Bettany) ganhou um merecido destaque nessa reta final e teve seu auge justamente no último episódio. Eu fiz uma matéria há pouco tempo sobre o embate pessoal que o personagem travaria no fim do seriado, porque a jornada dele até o penúltimo episódio tinha sido muito sofrida e precisava de uma resolução. Os fãs acertaram na teoria de que não terminaríamos WandaVision sem “um Visão sobrevivente”. No fim das contas, terminamos com a volta do nosso Visão pré-série, com suas memórias foram “religadas” no corpo do Visão Branco.
A cena em si é incrível, já que acontece depois de um duelo mental entre o “Visão Razão” e o “Visão Emoção”. No embate argumentativo entre sentimentos Vs lógica, o Visão Branco resolveu ceder aos apontamentos do Visão do Hex para que ele reativasse suas memórias, em uma tentativa de entender quem é mesmo o Visão e conseguisse seguir suas diretrizes de exterminá-lo. No entanto, ao receber suas vivências passadas, o Visão Branco entende quem ele é, e passa a agir de forma passional novamente, se consolidando como o novo velho Visão. E, parafraseando o NX Zero, entre razões e emoções, o Visão percebeu que a saída é… Sair de cena. Sim, ele foge, provavelmente por conta do choque de realidade que levou, abrindo margem para novas aparições no Universo Cinematográfico Marvel. Será que enfim veremos o sintozoide se unir ao “universo” do Homem-Formiga junto ao Agente Jimmy Woo(Randall Park)?
Ainda falando sobre o Visão do Hex, muita gente acreditava que ele não teria tanto envolvimento emocional com os filhos, porque, como vimos, ele estava mais para irmão do que pai das crianças, levando em conta que os três foram criados pelos poderes de Wanda. Pois bem, nesse capítulo final, ele se mostrou bastante ligado com Billy e Tommy, principalmente nas cenas em que eles começam a se desfazer. Mesmo sabendo do fim iminente, o “Paizão” fez de tudo para proteger as crianças e dar uma “morte” digna, sem sofrimento, para os pequenos. Essa cena do casal colocando os filhos para dormir lembra bastante um momento bem pesado de Titanic(1997), quando o navio já está quase todo naufragado e vemos uma mãe contando uma historinha para os filhos dormirem e não sentirem o desespero da morte gélida. Momentos depois, o próprio Visão se despede da existência e de seu amor, acreditando que voltará a ver Wanda em algum momento. Pode ter sido só uma frase amorosa, mas também pode indicar que ele transferiu parte de sua vivência no Hex para a consciência do corpo do novo velho Visão.
Já Monica Rambeau (Teyonah Parris), que tinha sido completamente esquecida no episódio oito, voltou com tudo demonstrando mais dos seus poderes e recriando uma cena muito legal dos quadrinhos, que são as balas atravessando seu corpo feito de energia. Queria, né, Aaron Taylor-Johnson? Ao final, na primeira cena pós-créditos, ela é levada para dentro do cinema por uma agente que se revela uma Skrull disfarçada. A alienígena afirma que a querem “lá em cima”. Esse “cima” é a base espacial da E.S.P.A.D.A., mostrada na cena pós-créditos de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019), onde Nick Fury (Samuel L. Jackson) está trabalhando junto aos Skrulls. Essa convocação já começa a introduzir a série Invasão Secreta, uma das próximas produções da Marvel no Disney+. Ah, também é bom lembrar que essa energia amarelada fluindo pelo corpo e alterando a cor dos olhos já foi vista antes no MCU, em uma personagem superpoderosa e que, aparentemente, magoou Monica de alguma forma: a Capitã Marvel (Brie Larson).
Com a vindoura série da Miss Marvel, já em produção, há muitas especulações sobre uma possível participação especial da Capitã. Seria uma chance bem legal de vermos as duas Capitãs Marvel dos quadrinhos se encontrando e resolvendo seus problemas pessoais, para formar uma grande “família Marvel” com Capitã Marvel, Fóton e Miss Marvel. Enfim, é uma personagem com bastante potencial e que deve assumir um protagonismo bem interessante daqui pra frente no MCU.
Nos foi revelado que o Pietro Fake era o tal “Ralph” sempre citado pela Agnes. Ele era um ator chamado Ralph Bhoner, uma piada sobre “ereção”. E a gente achando que ele era um vilão sério…
Enfim, foi um episódio incrível que encerrou muitos ciclos e iniciou novos, ajudando a expandir o Universo Cinematográfico Marvel para essa já iniciada Fase Quatro. O futuro para Wanda, mesmo resolvida com seu luto, parece sombrio e vai influenciar bastante na vida dos outros heróis. Sempre bom lembrar do comercial do YoMagic, né? Esse “upgrade” de ser A Feiticeira Escarlate pode acabar sendo a ruína da personagem ou até mesmo sua salvação.
Fato é que a Disney tem muitas histórias para contar, com ou sem Mephisto, e WandaVision foi fundamental para traçar esses novos rumos da empresa nos cinemas e principalmente no Disney+. Estrear no streaming com uma produção dessa qualidade deve servir como exemplo para a própria Marvel querer se superar daqui pra frente nas novas empreitadas televisivas e cinematográficas. Que venham os próximos “capítulos” da Fase Quatro!
O Dia das Mães é celebrado nesse domingo, 9 de maio, mas a verdade é que devemos celebrar as mães todos os dias do ano. Comumente deixamos de pensar em nossas mães como mulheres guerreiras que também lutam, trabalham e são muito, muito inspiradoras! Eis aqui uma listinha de 10 mãezonas da ficção que não abaixam a cabeça e que podem inspirar muita gente:
Ângela ama muito sua filha, Malu. Tanto, que quer fazer parte de todos os momentos da vida da menina, ainda que por vezes isso cause algum constrangimento. Ao longo do filme, vemos quão importante é ter uma relação próxima aos filhos, e como a inserção de uma carreira gera autoestima na vida dessa mãe.
Essas quatro mães são o centro da série ‘Big Little Lies’. Cada uma, à sua maneira, corre atrás de seus objetivos pessoais ao mesmo tempo em que protegem seus filhos da terrível sociedade californiana que impõe regras estéticas e de conduta. Ao longo dos episódios, um segredo irá criar um forte laço de amizade entre elas.
As duas temporadas de ‘Sex Education’ só existem porque uma personagem existe: a Dra. Jean Milburn. Ela é psicóloga com especialização em sexualidade e sexo. É mãe de Otis e atende os clientes em casa, o que torna seu lar um local cheio de objetos e leituras sobre o tema. Quando os amigos de Otis descobrem isso, todos na escola começam a falar mais abertamente sobre educação sexual.
Dona Hermínia é uma mãezona com um coração maior que o mundo. Separada, cria os dois filhos com muito amor e pouca paciência, afinal, cuidar de adolescentes é um desafio enorme. De maneira intrometida e sem papas na língua, Dona Hermínia representa um retrato da mãe brasileira batalhadora e protetora.
Esse filme nem é muito bom não, mas tem uma pauta importante: a liberdade sexual das mulheres mais velhas. Celia e Sofia são mães, são avós, são melhores amigas e estão apaixonadas. Juntas, as duas enfrentam os narizes torcidos da família inteira em nome do amor e da felicidade para poderem se casar.
‘Mãe Só Tem Duas’ é uma série sobre maternidade, em que Ana e Mariana, ao darem à luz, têm seus bebês trocados. A partir da descoberta do erro, as duas passam a aprender que o amor é o que é mais importante, pois mãe é quem cria, educa e dá amor, não apenas quem dá à luz. As duas também vão lutar pelo direito à maternidade, cada uma em seu contexto social.
4 – CJ Walker, ‘A Vida e a História de Madam CJ Walker’ – Netflix
A minissérie sobre a primeira mulher preta que se tornou milionária através do empreendimento nos EUA joga luz sobre a vida de Madame CJ Walker, que, através de muito, muito esforço e inteligência, construiu um império a partir de produtos de beleza e de cuidados com o cabelo da mulher preta. Fez tudo isso sempre tendo em mente o empoderamento através do cabelo e deixou o legado inspirador para a filha, A’Lelia Walker.
Haia perdeu a filha antes da história de ‘Desalma’ começar, mas todas as suas ações são pensadas nesta filha – antes, para o bem estar dela, e após a morte da filha, quando Haia passa a fazer de tudo para trazer a filha de volta, através da magia, mas também para trazer justiça sobre os verdadeiros assassinos de sua filha. De maneira alegórica, representa a mulher, a mãe, que busca incansavelmente a justiça à memória da filha.
Georgia não é exatamente um bom exemplo, mas ninguém sabe disso. Desde que ficou grávida, aos 15 anos, Georgia tem feito das tripas coração para prover tudo que há de melhor para Ginny e Austin, e isso inclui mentir, roubar, enganar, esconder a verdade, seduzir, enfim, todo tipo de tramoia. Mas Georgia também é uma mãezona maneiríssima, dessas que fazem sucesso entre os amigos dos filhos e rapidamente conquista seu lugar onde quer que vá. De uma maneira meio torta, é uma personagem carismática e inspiradora.
Com toda a roupagem de Marvel e dos Vingadores, a gente esquece que Wanda também é mãe. Na série de sucesso ‘WandaVision’ fica bem evidente o quanto ela muda – e protege e luta seus filhos – a partir do nascimento deles. Para criar um mundo feliz para sua família, Wanda faz de tudo – de tudo mesmo. Esse é o tamanho do amor dela.
Pouco se sabe sobre ‘Star Wars: Episódio IX’ nesse momento; entretanto, o ator Dominic Monaghan, que interpreta um general no novo filme, afirmou que apenas J.J. Abrams sabe o título do longa.
Ele respondeu um fã no Instagram com a revelação:
Recentemente, Mark Hammil, no Twitter, afirmou que o título do filme já foi revelado pelo desenho ‘Futurama‘:
“Agonizando por quanto tempo você terá que esperar até que eles revelem o título? Relaxem, nerds! ‘Futurama‘ previu o título anos atrás e todos nós sabemos: Desenhos. Nunca. Mentem.”
Agora os fãs estão caçando todos os títulos possíveis já indicados pela animação, mas com nenhum palpite concreto por enquanto.
Dirigido por J.J. Abrams, ‘Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.
Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.
Ainda sem subtítulo oficial, o filme chega aos cinemas no dia 19 de dezembro.
Atenção: os interlúdios não foram analisados na crítica.
Beyoncé Knowles-Carter é uma das grandes vozes da geração e, sem dúvida alguma, uma das artistas mais versáteis e aclamadas da indústria fonográfica. Nos últimos anos, a cantora e produtora lançou-se em uma onda de incríveis feitos para a esfera musical e do entretenimento, tendo lançado a obra-prima ‘Lemonade’ e, para homenagear sua impecável performance no Festival Coachella, lançou um documentário intitulado ‘Homecoming’ que foi indicado a nada menos que seis categorias do Emmy Awards – além de ter divulgado um álbum ao vivo que se tornou sua maior conquista da carreira entre o público e a crítica especializada.
Mas isso não foi tudo: Beyoncé, assim como Lady Gaga fez no ano passado com ‘Nasce Uma Estrela’, nos convidou para voltar aos cinemas e prestigiar o remake de ‘O Rei Leão’, no qual interpreta Nala. Para o longa-metragem, escreveu a mediana música “Spirit” (que provavelmente irá concorrer ao Oscar de Melhor Canção Original ao lado de outras faixas dos próprios estúdios Walt Disney) e, pouco depois, voltou aos holofotes ao compartilhar um álbum de estúdio com sua curadoria intitulado ‘The Lion King: The Gift’. Com um montante impressionante de 27 faixas, das quais treze são tracks originais, uma funciona como versão expandida da faixa supracitada, e as outras são interlúdios do próprio filme.
Considerando sua incrível capacidade artística e cultural – afinal, Beyoncé em se tornando uma expressiva voz na luta racial e abraçou a descendência africana de uma forma nunca antes vista em sua carreira -, era quase óbvio que esperávamos grandes coisas desse compilado de competentes nomes, mas o resultado não é exatamente esse: ‘The Gift’ é, como o nome diz, um presente direcionado para os fãs e que até nos faz esquecer da medíocre e bizarra obra cinematográfica; porém, a lead singer é ofuscada por uma amálgama de outros artistas cuja presença é muito mais poderosa que a dela. É até irônico imaginar que Beyoncé consegue perder palanque, mas é isso que infelizmente acontece.
Essa nova obra já abre com “BIGGER”, uma balada com ares eletrônicos que mais funciona como uma etérea e épica declamação na qual somos “parte de algo maior que você, maior do que nós, maior do que a foto que enquadraram para vermos”. Desnecessário dizer que a canção é recheada de poderosos versos (como o visto acima), mas são as sutilezas sonoras que pecam pelo excesso e pela artificialidade. A voz da artista mantém-se numa oscilante perfeição que explora sua deliciosa tecedura; a transição de um bloco para outro, todavia, parece forçado demais até para os ouvidos menos treinados – mergulhando inexplicavelmente em um fragmentário R&B em vez de continuar explorando os batuques africanos.
A ideia de Beyoncé é unir em um mesmo lugar inúmeros ritmos musicais, da mesma forma que fez em suas obras anteriores. Nas várias faixas originais, e até mesmo nos interlúdios, ela encontra espaço mais que suficiente para tornar essa promessa realidade. Seja com o hip-hop de “MOOD 4 EVA” ou com o afrobeat de “JA ARA E” (conduzido com exímia envolvência por Burna Boy), é notável como a produção é pensada com minúcia e carinho. Em uma diferente perspectiva, algumas tracks já se deparam com obstáculos a priori intransponíveis ou preguiçosamente deixados para “enfeitar” o escopo sonoro. A mistura de pop com R&B de “FIND YOUR WAY BACK” é um desses exemplos, visto que a fusão é rechaçável o suficiente para torná-la esquecível numa comercialidade qualquer.
O jovem músico nigeriano Salatiel é uma das grandes revelações promovidas pelo álbum e se encontra numa deliciosa rendição africana com “WATER”, dividindo protagonismo com a lead. Entretanto, ela é deixada em segundo plano pelas delineações em falsetto e em grave que permeiam a peça – e nada disso seria possível sem a ajuda da capacidade lírica de Nija Charles, que trabalha com os Carter desde 2017. Assim como Salatiel, Kendrick Lamar, 070 Shake e Childish Gambino são outros nomes que aparecem com força descomunal principalmente na construção identitária (vide “NILE” e a poderosa “SCAR”).
Beyoncé recupera alguns elementos de seus discos anteriores – aqui, menciono com ênfase o icônico ‘BEYONCÉ’ -, em “BROWN SKIN GIRL”, mesmo que a unidimensionalidade vocal e instrumental dos cantores transformem a obra em uma cantiga infantil demais para se aproveitar alguma coisa, com exceção do notável coro afro-americano. De fato, a artista encontra espaço para se divertir e explorar todas as suas habilidades com a divertida e dançante “ALREADY”, talvez um pouco tarde demais para que seja considerada a força-motriz dessa epopeia. Felizmente, a colaboração de Bey com Shatta Wale e com Major Lazer é uma pequena joia num vasto oceano que funciona do começo ao fim.
‘The Lion King: The Gift’ talvez seja a primeira investida artística de Beyoncé em que ela perde força por ter chamado uma quantidade imensurável de vozes incríveis para acompanhá-la nessa epopeia africana. Apesar de isso não ser o principal problema, e sim a falta de estruturação de diversas faixas, o álbum é aprazível em sua completude, mesmo que não demonstre de fato o potencial de sua lead e curadora.
‘Sonic – O Filme’ ganhou um novo teaser oficial com cenas inéditas.
Confira:
No Brasil, ‘Sonic’ chegará aos cinemas em 13 de fevereiro.
A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo.Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilãoDr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.
A animação ‘Ratatouille’ voltou às tendências das redes sociais nos últimos dias – e por um motivo bastante especial: o aclamado longa-metragem (e um dos melhores dos estúdios Pixar) completou nada menos que 13 anos, levando os fãs a ficarem chocados sobre como o tempo passa muito rápido.
Confira algumas das reações:
Ok i loved the film Ratatouille but somehow it gross. Just imagine a rat is cooking food 🤮🤣
“Como assim ‘Ratatouille’ saiu há treze anos? Podia jurar que não fazia nem cinco”.
Lançado em 2007, a animação foi dirigida e escrita por Brad Bird e tornou-se um dos grandes sucessos da Pixar, levando para casa o Oscar de Melhor Animação (além de ter sido indicado para outras quatro categorias) e arrecadando mais de US$620 milhões nas bilheterias mundiais.
A história é centrada em Remy, um ratinho francês que possui um sofisticado paladar e quer, mais que tudo, ser um grande chef de cozinha. Depois de se perder de sua família e parar num dos restaurantes parisienses mais famosos do mundo, ele decide transformar seu sonho em realidade.
Em seu Instagram oficial, o astro Johnny Depp postou um comunicado pessoal revelando que deixou o elenco de ‘Animais Fantásticos’.
Depp agradeceu o apoio dos fãs e disse que a Warner Bros. pediu para que o ator, que interpretou o vilão Grindelwald nos dois primeiros filmes, saísse da franquia após sua derrota no julgamento de abuso doméstico contra a atriz Amber Heard.
“À luz de eventos recentes, gostaria de fazer essa breve declaração”, ele escreveu. “Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que me presentearam com apoio e lealdade. Fico honrado e tocado por ter recebido várias mensagens de amor e carinho, particularmente nos últimos dias. Segundamente, gostaria de deixá-los a par de que foi pedido para deixar a Warner Bros. e deixar meu papel como Grindelwald na franquia ‘Animais Fanrásticos’ – e eu respeitei e concordei com esse pedido. Por fim, gostaria de dizer isto: o julgamento surreal da corte do Reino Unido não vai mudar minha luta para falar a verdade e eu confirmo que planejo recorrer. Minha resolução permanece forte e pretendo provar que as alegações contra minha pessoa são falsas. Minha vida e minha carreira nao serão definidas por esse momento”.
Recentemente, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca de como a saga em questão poderia estar com os dias contados.
Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira dela foi a contratação de Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. Meses depois do lançamento do segundo longa-metragem, foi provado que ambas as partes haviam cometido os crimes.
A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.
Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.
Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.
Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’“ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).
Durante uma entrevista para a Syfy Wire, o ator Dan Fogler foi questionado sobre os detalhes da trama de ‘Animais Fantásticos 3‘ e revelou que haverá uma guerra devastadora na sequência.
O intérprete de Jacob Kowalski também esclareceu que o novo filme será muito mais parecido com o primeiro, já que ‘Os Crimes de Grindelwald‘ se distanciou bastante da trama original.
“Eu já li o roteiro e adorei o que fizeram com o meu personagem, tive uma sensação adorável porque me lembrou muito o primeiro filme, o que eu acho ótimo porque ‘Os Crimes de Grindelwald‘ saiu um pouco dos trilhos. Mas este será ainda maior, terá cenas épicas de batalhas e momentos devastadores com o pano de fundo da Segunda Guerra Mundial.”
Fogler aproveitou para elogiar a produção e agradeceu pela oportunidade de atuar na franquia.
“Eu amo muito esse personagem. O mais legal de atuar em uma franquia é nós evoluímos junto com nossos personagens. Para mim, é como se Jacob estivesse amadurecendo, sabe? Os outros dois filmes afetaram sua personalidade e eu amei explorar esse lado… Para um ator, isso não tem preço.”
As gravações da sequência deveriam começar a partir de 16 de março, mas foram adiadas por tempo indeterminado por ordem do governo local de Londres.
‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 12 de novembro de 2021.
Lady Gaga talvez seja a cantora mais versátil do mundo pop contemporâneo. Não apenas por seu alcance vocal e pela tecedura nas notas que proclama com tanta destreza e habilidade, mas sim por ser capaz de criar uma identidade nas mais diversas vertentes musicais que existem, desde o electro dance, passando pelo jazz e culminando, em 2016, em um primaveril folk intitulado ‘Joanne’. E mesmo que tenha sofrido duras críticas por suas investidas cada vez mais severas e mais transgressoras quando pensamos no endossado classicismo da construção de músicas – vide ‘ARTPOP’ -, ela permaneceu verdadeira ao momento em que estava vivendo e aos seus valores e ideais.
Seu mais recente álbum de estúdio também emergiu como um divisor de águas, principalmente por ser muito bem recebido pela crítica especializada ainda que tenha desapontado alguns fãs. É fácil tomar as dores dos little monstersquando estes aguardavam ansiosamente o retorno da Mother Monster para o pop, mas a ideia aqui não é agradá-los, por assim dizer. Nesse novo disco, a artista permite-se finalmente explorar seus demônios interiores e intimistas de uma forma tão singela e sutil que fica difícil não se emocionar com as inúmeras odes à sua família e até mesmo aos seus amores passados. Em ‘Joanne’, ela se vê em um beco sem saída, do qual só conseguirá sair quando finalmente colocar em jogo exatamente o que lhe aflige, o que lhe impede de seguir em frente e o que mais lhe importa: aqueles que a cercam.
O título da obra não é escolhida ao acaso, assim como todos os outros. Se suas composições anteriores tratavam de forma aberta sobre ambição, desejo e criatividade, aqui Gaga resolve repousar em seu antro de criação e desvendar os mistérios de um passado marcado por mágoas e traumas, principalmente no que concerne à sua tia, Joanne Germanotta. Para aqueles que não estão familiarizados com o nome, ela foi a tia que a cantora nunca conheceu, cujo trágico desfecho emergiu após ser diagnosticada com lúpus e que lhe impediria de usar as mãos, ou seja, seus únicos instrumentos de trabalho – afinal, ela era uma artista plástica. E apesar das dores, sua mãe e avó de Gaga entendeu que a filha não poderia continuar vivendo sem fazer o que amava.
Ame as pessoas ao seu redor. E essencialmente essa premissa que resume a triste história acerca de Joanne. E é a partir disso que a cantora se lança em um território complicado que culmina em mais uma obra-prima, tão importante que se torna passível de incompreensão por grande parte do público. Talvez a música que empresta o nome para o título seja a mais tocante de todas – eu mesmo não pude deixar de segurar as lágrimas ao ouvir a composição fincada nos acordes suaves do violão, perscrutadas pela crueza da voz de Gaga: “pegue a minha mão. Fique Joanne. O céu não está pronto para você”. A letra inicia-se já com um impacto tremendo que não permanece em uma linearidade clássica, mas expande-se para um clímax que dialoga diretamente com a dolorida alma da artista.
E se o disco fala de pessoas, ele não se mantém apenas num âmbito saudosista, permitindo criar uma amálgama positiva e negativa, de lembranças memoráveis e carinhosas contrapostas e desilusões amorosas e “problemas do coração”. É com isso que emerge a trilogia principal de ‘Joanne’. Iniciando a saga, temos “Perfect Illusion”, uma investida que fala basicamente de um devaneio tido pelo eu lírico, o qual acreditou piamente no amor de seu parceiro, mas que depois percebeu, ainda que tarde demais, que tudo não passava de uma “perfeita ilusão”; mesmo dilacerada, Gaga ainda tenta resgatar algum sentimento bom do que teve com essa pessoa em “Million Reasons”, uma rendição quase onírica e que muda os solos de guitarra para a composição abrandada do violão (mais uma vez) em um louvor por algo que a faça mudar de ideia.
Não é nenhuma surpresa que, eventualmente, ela decida seguir em frente. Com um pé atrás e decidindo que irá viver a vida – ou seja, cometer mais erros que a levarão em um caminho diferente do que esperava. Em “John Wayne”, uma investida bem mais country para seu CD, ela utiliza-se de referências até mesmo cinematográficas, como o nome do ator que serve de inspiração para a faixa, para chegar à conclusão de que todo homem é um “John Wayne”, ou seja, um galanteador perigoso. E ao invés de se proteger de possíveis e futuras ilusões amorosas que outrora quebraram seu coração, decide simplesmente mergulhar de cabeça.
Sua maturidade psicológica e emocional emerge com “Diamond Heart”. Usando e abusando de suas habilidades vocais, que mantém-se em um nível esplendoroso e aplaudível principalmente por sua arquitetura rouca e ao mesmo tempo natural, Gaga diz que ela tem um coração tão impenetrável feito diamante, mas que brilha com um potencial a ser explorado. E essa dureza e frieza é fruto de um “cruel rapaz que me deixou mais forte”, provavelmente referindo-se àquele em que acreditou piamente, mas que lhe decepcionou. O brilhantismo desse álbum é a capacidade de conversar, nas mais inúmeras instâncias, com os anseios e medos das pessoas: o medo de amar e não ser correspondido, o medo de ficar sozinho, o medo de perder aqueles que ama sem realmente tê-los conhecido.
“Angel Down” é a música que mais abrange a dualidade entre caos e ordem, esperança e desconsolação: mudando bruscamente para o profundo ímpeto do piano clássico, com alguns toques folk (principalmente no tocante aos vocais), Gaga fala sobre a guerra. Não necessariamente referindo-se às grandes batalhas bélicas, mas também abraçando as crises interiores que todos nós temos ou um dia teremos, e como nos sentimos ao perceber que teremos que lidar e enfrentar isso mais cedo ou mais tarde, de modo solitário e que muitas vezes nos faz desistir de continuar. E ainda que busquemos um refúgio em nossas crenças e rezas, o anjo caído ainda está lá, esperando para ser resgatado ou notado por aqueles que, mesmo indiretamente, foram responsáveis pela trágica queda.
Pensar que o disco é essencialmente depressivo é cair em uma observação muito externa e superficial; a composição completa também está recheada com criações de reafirmação de amizades, fraternidade e até mesmo apoio nos lugares em que menos se espera encontrar. Se em “Hey Girl”, dueto feito entre Gaga e Florence Welch, preza pela sororidade e pelo empoderamento através de um discurso feminista, “Come to Mama” é basicamente um apelo pelo famigerado ombro amigo que tem como principal ideia consolar o inconsolável.
Não há como negar que a principal base para ‘Joanne’ são as sensações: sejam melancólicas ou prazerosas, mundanas ou transcendentais, são as pessoas que Lady Gaga ama que mantêm as engrenagens do álbum girando, e que o transformam numa investida tão íntima que chega a ser difícil não se conectar com a sutileza das composições e a visceralidade de letras ao mesmo tempo emocionantes e complexas.
‘What If…?’ já estreou na plataforma do Disney+, encantando os fãs do panteão Marvel com releituras profundas dos clássicos personagens que vimos no universo live-action.
Agora, foi divulgado um novo cartaz promocional em que T’Challa, o Pantera Negra da dimensão que conhecemos, se transforma no Senhor das Estrelas (Peter Quill na saga ‘Guardiões da Galáxia’).
Confira:
A história centrada em T’Challa será exibida amanhã, 18 de agosto.
Laura Karpman, conhecida por seus trabalhos em ‘Lovecraft Country’ e ‘L.A.’s Finest’, fica responsável pela trilha sonora da série.
‘What If’ é uma antologia que apresenta ao público cenários alternativos para os personagens mais icônicos da Marvel, e eles desde coisas sutis, como o Homem-Aranha entrando para o Quarteto Fantástico ou então o que aconteceria se o mundo soubesse que Demolidor é cego, até cenários mais extremos – por exemplo, e se Loki tivesse encontrado o martelo no lugar de Thor, ou Doutor Estranho tivesse se tornado um discípulo de Dormammu?
Outro aspecto bastante popular dessa compilação é explorar como o mundo seria se certos personagens tivessem sobrevivido ao invés de morrer. Por exemplo, um dos quadrinhos explora o mundo em que Ben Parker, tio de Peter, não tivesse morrido, ou então em que Gwen Stacy não tivesse morrido nas mãos do Duende Verde.
A HBO Max divulgou dois novos vídeos de bastidores de ‘Pacificador‘, série derivada de ‘O Esquadrão Suicida‘, apresentando cenas inéditas da já elogiada produção.
Confira:
No Rotten Tomatoes, a conquistou 90% de aprovação, com nota 7.40/10 baseada em 20 reviews até o momento. Os especialistas internacionais elogiaram o tom paródico da série e a performance do elenco, apesar de terem apontado algumas falhas.
“‘Pacificador’ prova um ponto essencial sobre o DCEU – que, quando você mostra as margens mais estranhas de um universo ficcional, ajuda todo esse universo a se tornar maior e mais completo” – ComicBook.com.
“‘Pacificador’ não exatamente erra, mas também não acha completamente seu alvo” – CNN.com.
A produção irá estrear oficialmente no dia 13 de janeiro.
A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.
James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.
Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.
A primeira parte da 4ª temporada de ‘Stranger Things‘ finalmente estreou no catálogo da Netflix e, para promover o ciclo, a plataforma de streaming divulgou uma série de novas imagens de bastidores – em que o elenco se diverte entre as gravações dos episódios.
Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.
A série foi criada por Matt Duffer e Ross Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.
Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.
É sabido que a nova temporada da série da Netflix, ‘Stranger Things‘, possui um episódio a menos que a 3ª temporada, porém os fãs não precisam se preocupar, já que, em termos de duração, ela é bem maior que o terceiro ano.
Em entrevista concedida ao IGN, o co-criador da série, Ross Duffer, a 4ª temporada terá “quase o do tamanho” da anterior. Por sua vez, o diretor Shawn Levy confirmou que múltiplos episódios da 4ª temporada serão mais longos do que alguns de seus filmes.
“Eu lancei dois filmes no tempo que estivemos fazendo a 4ª temporada. Nós temos múltiplos episódios que são mais longos do que ‘Free Guy – Assumindo o Controle’ e ‘O Projeto Adam’”, falou Levy.
Por sinal, os filmes citados pelo showrunner tem 1h55 e 1h46, respectivamente. Um destes episódios será o último da temporada, que terá mais de duas horas de duração, segundo o The Wrap.
A respeito do tamanho da temporada, Ross Duffer explicou que isto oferece aos personagens a oportunidade de se desenvolverem e terem mais tempo na tela: “Conversamos sobre esta ser uma temporada muito reveladora, pois há muitas coisas que queremos contar ao público e revelar em termos do Mundo Invertido e o que realmente está acontecendo aqui em Hawkins”.
Lembrando que, de acordo com o The Wall Street Journal, a companhia está gastando US$ 30 milhões por episódio na 4ª temporada de ‘Stranger Things‘, o que a torna a produção de série de TV mais cara da história. Ou seja, isso não saiu nada barato!
A produção tem estreia marcada para o dia 18 de novembro na plataforma de streaming.
Confira:
O filme é dirigido por Claire Scanlon (‘Unbreakable Kimmy Schmidt’).
As tensões familiares aumentam entre os irmãos Alice (Bell) e Paul (Platt), que, mesmo contrariados, concordam em ir ao casamento de sua distante meia-irmã rica no interior da Inglaterra com sua mãe, Donna (Janney).
Ao longo da semana do casamento, muitos esqueletos do passado são arrancados do armário, e a improvável reunião dá a todos a motivação para seguir em frente com suas próprias vidas.
Essa é uma comédia de casamento moderna para qualquer pessoa com uma família um pouco disfuncional (todos), ou qualquer pessoa que foi forçada a comparecer a um casamento que tentou evitar (também todos).
A WoW e a MTV divulgaram um novo vídeo promocional da 15ª temporada do aclamado reality de competição ‘RuPaul’s Drag Race’, mostrando a primeira parte do décimo quarto episódio.
Gene Stupnitsky pode não ser um nome muito conhecido na indústria contemporânea, mas seu trabalho como roteirista em ‘Professora Sem Classe’ deve ter feito alguns fãs quando marcou o retorno de Cameron Diaz para as telonas – que, apesar das boas intenções, falhou em quase todos os aspectos. Felizmente, Stupnitsky retornou a ganhar nossa atenção em 2019 com o lançamento da ácida comédia coming-of-ageBons Meninos – liderado por um elenco que consegue extrair de um roteiro aparentemente bobo alguns momentos de puro divertimento, além de brincar com os saturados gêneros do espectro hollywoodiano.
Assinando a trama ao lado de Lee Eisenberg em mais uma colaboração, a história principal gira em torno de três meninos que passam pelas mudanças da pré-adolescência para a juventude e que, ao mesmo, adentram em um novo escopo de seu colégio, no qual cada uma das crianças acredita com força que as coisas mudarão irreversivelmente. Aqui, Max (Jacob Tremblay), Lucas (Keith L. Williams) e Thor (Brady Noon) fazem parte de um grupo da sexta série que se envolve nas aventuras mais inesperadas possíveis, incluindo comprar um novo drone que acabou destruído por um ônibus escolar, fugir de adolescentes que querem suas pílulas de ecstasy de volta e chegar a tempo para um dos eventos mais aguardados do ano: uma festa do beijo planejada por Soren (Izaac Wang), um dos garotos mais populares da escola.
A princípio, a obra parece similar a qualquer outra aventura tragicômica infantil dos últimos dez anos, mas Eisenberg, supervisionado pela habilidosa capacidade criativa do produtor Seth Rogen, faz questão de incrementar os arcos com elementos propositalmente controversos e que refletem o crescente amadurecimento pelo qual os protagonistas passam. É baseando-se nisso que o trio de atores-mirins se transforma em uma máquina de palavras de baixo calão enquanto lutam para conseguir seu espaço em um dos lugares mais conturbados de todos: a escola. E é interessante perceber de que forma o diretor e o roteirista canalizam suas forças para investir em certos temas como bullying, autoaceitação e descoberta.
Entregando muito mais do que sua premissa promete, os personagens são delineados de uma forma complexa e adoravelmente apaixonante, nos tragando para dentro de uma atmosfera competente e que, no final das contas, constrói um mundo aprazível e que corresponde aos jovens da geração millenial. O anfigúrico mote ganha ainda mais palanque quando percebemos que a peça fílmica não se leva a sério, mas faz com que as personas infantes se levem: de fato, Max, Lucas e Thor possuem um cotidiano religiosamente voltado para que se tornem popular e se assemelhem aos seus colegas – inclusive no tocante a relacionamentos. Não é surpresa que o personagem de Tremblay tenha em mente uma vontade muito específica: se declarar para a garota que gosta e, caso tudo dê certo, começar a namorá-la.
Mas isso não é tudo: o trio em questão é embebido em uma subtrama à la ‘Os Goonies’, porém com um tratamento especial e bem mais sarcástico do que poderíamos imaginar. Eventualmente, eles desejam aprender como beijar e acabam por flagrar duas jovens moças que acabaram de adquirir drogas – no caso, estimulantes sexuais -, e acabam por “roubar” o frasco com as pílulas, se recusando a devolvê-las com um discurso protetivo de nos arrancar risadas. E o que poderia parecer apenas um floreio desnecessário, na verdade, é de extrema importância para a construção do último ato (sem sombra de dúvida, o mais irreverente de todos e que emula diversos convencionalismos da indústria cinematográfica sem ceder às pretensões catárticas).
Como já era de se esperar, as relações de amizade verdadeira entre eles alcança um nível de dificuldade que os coloca em diferentes caminhos, apenas para juntá-los em um último esforço. Aqui, Stupnitsky utiliza diversas referências das dramédias familiares (qualquer uma que você consiga pensar, de verdade) e imprime uma contraditória atmosfera dramática que tem o efeito contrário para os espectadores – provavelmente algo a que o diretor almejava.
Nada disso seria possível sem as performances aplaudíveis do elenco. Tremblay, recém-aclamado por sua entrega emocionante em ‘O Quarto de Jack’ ao lado de Brie Larson, cresce exponencialmente sem perder a inocência de sua personalidade, enquanto Noon é o egocêntrico do time que nada mais é movido por um desejo reprimido de se tornar um cantor. Porém, é Williams quem rouba nossas atenções com seu timing cômico perfeito e uma atuação que transcende a idade que tem.
‘Bons Meninos’ foi um sólido acerto quando chegou aos cinemas, ainda que carregasse consigo certos equívocos estéticos e narrativos, e cumpriu seu trabalho de explorar a transição da infância para a adolescência sem se respaldar no brilho de outras obras. O resultado final é bastante positivo – e uma boa entrada para a breve filmografia de Gene Stupnitsky.
‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, chega em breve ao catálogo do Star+ – e, agora, ganhou um teaser inédito.
A obra abriu com nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 25 reviews até o momento. No Metacritic, a produção abriu com 84/100 pontos, indicando “aclamação universal”.
Confira os principais comentários:
“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.
“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.
“‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.
“‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.
“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.
Lembrando que a série chega à plataforma de streaming.no dia 27 de fevereiro de 2024.
A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.
Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.
Shōgun se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimyo astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que devem provar seu valor e lealdade .
O longa-metragem foi lançado na plataforma de streaming no último dia 02 de agosto.
Na trama, um casal de ex-namorados se unem novamente, desta vez na missão de impedir que sua filha apaixonada cometa o mesmo erro que eles mesmos cometeram uma vez.
Mais de duas décadas desde a conclusão da trilogia cinematográfica, ‘O Senhor dos Anéis’ continua sendo revisitado ou redescoberto por apreciadores de histórias de fantasia – ainda mais considerando o grandioso impacto da franquia no cinema contemporâneo.
Porém, parece que o próprio diretor por trás da franquia não revisita sua obra desde que ela foi exibida nas telonas.
Em uma recente entrevista ao Letterboxd, o vencedor do Oscar Peter Jackson foi questionado sobre o impacto desses filmes e aproveitou para revelar qual a sua entrada favorita da trilogia original.
“Não consigo assistir aos meus próprios filmes. Digo, talvez, um dia… Eu gosto mais deles conforme o tempo passa, então um dia irei vê-los de novo”, ele começou.
Quando questionado sobre qual seu filme favorito da saga, Jackson rapidamente escolheu ‘O Senhor dos Anéis: As Duas Torres’, mas acrescentou que: “se eu os assistir de novo, posso escolher um totalmente diferente”.
Lembrando que a franquia ganhará um novo filme live-action, intitulado ‘O Senhor dos Anéis: A Caçada por Gollum’.
A produção tem lançamento previsto para 2026.
Jackson retorna como produtor ao lado de Fran Walsh e Philippa Boyens, enquanto Andy Serkis assume a cadeira de direção e reprisa seu papel como Gollum/Sméagol.
Intitulado ‘A Caçada por Gollum’, o longa será comandado por Andy Serkis. Peter Jackson, diretor da trilogia original e da pré-sequência ‘O Hobbit’, retornará como produtor ao lado de Fran Walsh e Philippa Boyens, e estará envolvido em todas etapas do projeto.
O SENHOR DOS ANÉIS – A CAÇADA POR GOLLUM
Novo live-action de ‘O Senhor dos Anéis’ será focado em Gollum e dirigido por Andy Serkis
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