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‘Jurassic World: Dominação’: Foto aérea revela estúdio abandonado devido ao Coronavírus

DailyMail UK divulgou algumas fotos aéreas dos estúdios Pinewood que mostram o que foi deixado para trás depois do adiamento de ‘Jurassic World: Dominação’ devido à pandemia do Coronavírus.

Confira:

Por enquanto, o enredo do longa ainda permanece um mistério, mas novas atualizações devem surgir em breve.

A Universal Pictures anunciou que a sequência chegará aos cinemas em 11 de junho de 2021.

Emily Carmichael (‘Círculo de Fogo: A Revolta‘) está escrevendo o roteiro junto com Colin Trevorrow.

O capítulo final da saga ‘Jurassic World’ já deu início em sua produção. Em entrevista ao site especializado na franquia, Jurassic Outpost, Trevorrow comentou sobre o que os fãs podem esperar para o terceiro filme.

“Não tenho ideia do que motivaria os dinossauros a destruir uma cidade. Eles não são organizados. Na vida real temos predadores letais que vivem nos arredores de áreas urbanas que não entram nas cidades para caçar humanos. O mundo que estou ansioso para criar é onde seja possível encontrar rotineiramente um dinossauro cruzando estradas ou um que invada seu quintal à procura de comida. Nós simplesmente não entramos em guerra com os animais. A teríamos perdido há muito tempo.”

Ele também comentou sobre como a recepção das críticas dos fãs e jornalistas ajudou na narrativa de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘:

“Nós viramos para um lado mais sombrio de ‘Jurassic Park‘ naquele roteiro. O primeiro filme era uma aventura colorida e pop, já no segundo resolvemos explorar o lado feio da humanidade e o tratamento cruel com animais. Mas acho que Bayona, o diretor, nos deteve de ir longe demais, o que é algo bom. Ele abraçou os elementos sombrios, mas adicionou humor na aventura. A ideia de tornar a venda dos dinossauros em um leilão para os super ricos também foi dele. Na versão original, era algo bastante clandestino e sujo. Acho que a versão que foi para o filme funciona melhor para as crianças. Foi uma grande vantagem termos ele no time.

 

Roteirista de ‘Abracadabra’ fala sobre o retorno do elenco original para a sequência

Em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista Mick Garris, conhecido por seu trabalho no clássico cult de Halloween ‘Abracadabra’, falou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica ParkerBette MidlerKathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.

“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”

Numa recente publicação do Instagram, Parker confirmou que ela, Midler e Najimy assinaram contrato para reprisar seus papéis como Sarah, Winifred e Mary Sanderson, respectivamente. Adam Shankman será o diretor.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

Apesar de não ter feito muito sucesso de bilheteria e de crítica, arrecadando pouco mais de 39 milhões de dólares à época do lançamento, o longa foi elevado ao status de cult. Rumores de sua sequência já despontam nas redes sociais há vários anos.
Mick GarrisNeil Cuthbert assinaram o roteiro do primeiro filme.
‘Abracadabra 2’ ainda não tem estreia confirmada. A plataforma do Disney+, por sua vez, será lançada em território nacional no dia 12 de novembro deste ano.

‘Atlantis’: Romance pós-apocalíptico ganha arrepiante trailer oficial; Confira!

‘Atlantis’ é o novo longa-metragem ucraniano que fará parte da seleção oficial do Oscar 2021 e ganhou seu poderoso primeiro trailer recentemente.

O romance distópico pós-apocalíptico gira em torno de um casal improvável que tenta transformar uma vida trágica em um cotidiano normal da forma que conseguirem – e depois de um período em que a Ucrânia conseguiu derrotar a Rússia em uma guerra sangrenta e que trouxe consequências para os dois lados.

Confira:

O longa é dirigido por Valentyn Vasyanovych (‘Black Level’).

Ucrânica Oriental, 2025. Um deserto inóspito para habitação humana. Água é uma mercadoria de alto valor trazida por caminhões. Um Muro está sendo construído nas fronteiras. Sergiy, um ex-soldado, tem dificuldades em se adaptar à nova realidade. Ele conhece Katya durante a missão da Tulipa Negra, dedicada a exumar cadáveres de guerra. Juntos, eles tentam construir uma vida normal, na qual podem se apaixonar de novo.

Andriy RymarukLiudmyla Bileka e Vasyl Antoniak estrelam.

‘Atlantis’ tem estreia marcada nos Estados Unidos para 22 de janeiro de 2021, ainda sem previsão de lançamento no Brasil e nos circuitos internacionais.

Crítica | Billy Porter brilha no 4º episódio da última temporada de ‘Pose’

Tem sido um longo e estonteante caminho para os nossos queridos protagonistas de ‘Pose’, facilmente uma das melhores produções de Ryan Murphy e companhia – e um desses complexos e apaixonantes personagens é, sem dúvida, Pray Tell, interpretado com maestria pelo vencedor do Emmy Billy Porter.

Começando como mestre de cerimônias do ballroom frequentado por Blanca (Mj Rodriguez), Electra (Dominique Jackson), Angel (Indya Moore) e tantos outros, Pray Tell mergulhou em um arco de queda e de redenção belíssimo e cativante, transformando-se em vilão e em mocinho a partir de inúmeros elementos, desde a traumática e abusiva infância aos amores que encontrou em Nova York e ao fato de ter sido diagnosticado com HIV/AIDS. Agora, em “Take Me To Church”, quarto episódio da temporada final da obra, chegou seu momento de enfrentar certos fantasmas do passado, regressar à terra natal e entender, da maneira que conseguir, o que o levou a se afastar com tanta convicção da mãe e dos amigos.

Não é surpresa que, para um capítulo tão importante quanto este, o próprio criador e showrunner Janet Mock tenha retornado para a direção e o roteiro – ainda mais por ter emprestado suas habilidosas mãos para a incrível estreia “On the Run”. Apesar dos obstáculos que encontra pelo caminho, incluindo um trôpego ritmo e algumas escolhas estéticas desnecessárias, Mock transforma a iteração em uma ode à vida e uma reparação metafísica de problemas que ainda não se resolveram, mesmo vinte anos depois. E é dessa maneira que tudo se articula como uma inversão de papéis e uma narrativa que, por mais óbvia que aparenta, ainda consegue nos arrancar lágrimas pelas performances indescritíveis de cada ator e atriz.

A parte mais interessante, por incrível que pareça, resume-se a uma meticulosa e relativamente ousada condução, que, respaldando-se nas fórmulas dramáticas, não deixa que transpareçam com a facilidade imaginada. Enquanto na semana passada Jackson tomou as rédeas para uma “história de origem” de Elektra, Porter faz o máximo para seguir esses passos antológicos – mas focando mais no término de uma subtrama que clamava por uma conclusão. Afinal, ao longo da série, o público teve contato com alguns aspectos de sua infância e adolescência, até o momento em que não se sentiu mais acolhido pela comunidade de nascença e resolveu recomeçar em um dos principais centros urbanos do planeta. Mock, levando em conta tal premissa, transmuta a visceralidade citadina em uma aspiração suburbana e católica que preza pela simplicidade e pelo tradicionalismo.

Entre simetrias gritantes e uma sutileza metafórica que demonstra os dois lados de uma mesma persona, o enredo fica em segundo plano e se esquece de si mesmo. Era de se imaginar que, resolvendo visitar a mãe (Anna Maria Horsford) após descobrir que tinha apenas seis meses de vida, houvesse um confronto acerca da orientação sexual de Pray Tell e o fato de ter contraído HIV/AIDS. Consecutivamente, era também de se esperar que ambos perdoassem um ao outro pelos erros que cometeram e redescobrissem a alegria de uma família há muito desmantelada – ora, ela até mesmo o convence de ir para a igreja onde cantava uma última vez, permitindo-lhe que mostre toda sua fragilidade através do gospel.

O relacionamento entre os dois é um tanto circinal e “forçado”, por assim dizer, preferindo encontrar-se numa felicidade fabulesca do que numa realidade pungente. Mas os laços com a tia (vivida majestosamente por Jackée Harry) e com um ex-amante que não aceita a si mesmo, Vernon (Norm Lewis) são as momentâneas investidas que deixam tudo ainda mais intrincado, flertando com um cru saudosismo que nunca toma forma. As reflexões que Pray Tell faz quanto ao passado limitam-se a uma frustrante breve sequência em que ele e Vernon se beijam pela primeira vez e atraem olhares maldosos de pessoas que, tecnicamente, deveria respeitar e não julgar o próximo.

Imprimindo críticas ao fanatismo religioso e às controversas ideologias do catolicismo, Mock, Steven Canals e Brad Falchuk, todos contribuindo para o roteiro, não tira sarro de extremismos indefensáveis, mas abre portas para uma exploração de mentalidade preponderante dos anos 1980 e 1990, em que tabus sobre HIV/AIDS e sobre a comunidade LGBTQIA+ regiam uma sociedade patriarcal e estagnada no tempo (não que isso seja muito diferente, hoje, apesar de termos evoluído consideravelmente). Porém, mais do que apenas jogar profusamente comentários, vê-se uma análise que, mesmo arranhando a superfície, já um começo digno para o que precisa ser discutido na atualidade e que data de décadas atrás.

A terceira temporada de ‘Pose’ pode ter deslizado em certos momentos nesse mais novo episódio, mas ainda tem potencial de sobra para entregar aos fervorosos fãs um grand finale mais que merecido – despedindo-se aos poucos de personagens memoráveis e que, com a mais absoluta certeza, deixarão saudade.

‘O Hóspede Americano’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova minissérie brasileira da HBO Max; Confira!

A nova série brasileira/americana ‘O Hóspede Americano‘ já está disponível na HBO Max e, para promovê-la, foi divulgado um vídeo que nos leva para os bastidores da produção.

Confira:

Na trama, a jornada do ex-presidente americano Teddy Roosevelt, junto com o oficial do exército brasileiro Cândido Rondon em uma aventura para desbravar regiões desconhecidas e encontrar-se com habitantes indígenas da Amazônia.

Chico Diaz, David Herman, Chris Mason e Aidan Quinn estrelam a minissérie.

Bruno Barreto assina a criação da série.

A minissérie conta com quatro episódios, que serão lançados semanalmente.

Artigo | Misticismo, revolução e fábula na clássica animação da Disney ‘A Bela e a Fera’

É inegável que, na década de 1990, os estúdios Disney já estavam com seu império cinematográfico extremamente consolidado. Desde o final da década de 1930, com o lançamento de ‘Branca de Neve e os Sete Anões’, as técnicas para filmagem em animação alcançaram uma evolução exponencial, atravessando a utilização de lâminas de vidro para a ilusão de profundidade até culminar nas animações em 3D que conhecemos hoje. Entretanto, ouso dizer que não há animação mais marcante que ‘A Bela e a Fera’, uma das principais obras que colocaram os estúdios na chamada Era de Ouro – e que permitiu a produção de outros clássicos como ‘A Pequena Sereia’, ‘Aladdin’ e ‘O Rei Leão’.

Devemos ter em mente de que a narrativa desta obra é atemporal, até mais que outras histórias adaptadas pela companhia supracitada. A trama principal gira em torno de uma jovem garota, emprestando seu nome ao título, que vê sua vida mudar completamente ao incidentalmente se tornar prisioneira de uma terrível criatura – que também dá nome às cartas do jogo. Conhecendo o estilo de releituras de contos de fada seculares, já é de se esperar que os maniqueísmos conflituosos entre “bem x mal” acompanhem as viradas no roteiro – mas, diferente do que estávamos acostumados, cada entrada de personagem tem um propósito muito maior.

O longa começa com uma composição sonora essencialmente formada por violoncelos e a suave melodia modal de um piano, arquitetada por um dos grandes mestres da música, Alan Menken – em companhia de seu letrista Howard Ashman. A câmera desliza por paisagens quase paradisíacas até se aproximar de um vitral adornado por campânulas murchas – cujos tons de lilás casam perfeitamente com a sobriedade da narração de David Ogden Stiers (também dublador original de outro personagem, Cogsworth). Somos apresentados ao pano de fundo da obra, e a utilização das janelas como recurso estilístico confere uma aura angelical e macabra, combinada com uma geometria exacerbada que prevê conflitos e obstáculos.

O foco desta introdução é a Fera (Raymond Benson), um personagem arrogante e mimado que se importa mais com as aparências que com as essências – uma metáfora interessante inclusive para a sociedade contemporânea. Seu reino e sua estabilidade monárquica são ameaçados pela inevitável aparição de uma Feiticeira, cuja maldição é fortalecida pelo símbolo da rosa vermelha (uma flor associada à paz, à pureza e aos novos começos). A potência de seu feitiço é tamanha que todos os habitantes do Castelo são transformados em mobília, enquanto o príncipe regente exterioriza toda a podridão de sua personalidade, ganhando chifres, presas, garras e um temperamento agressivo.

O foreshadowing entra como um recurso óbvio aqui, indicando que a outra protagonista será a responsável por quebrar a maldição e livrá-los de um destino muito pior que a morte. Deste modo, prever o desfecho não é um trabalho complicado, mas isso em momento algum interfere na grandiosidade de sua composição e no desenrolar dos eventos. Os acontecimentos são muito bem delineados pelo roteiro assinado por Linda Woolverton, cujas inúmeras referências à história original e a produções anteriores (vide a ópera ‘La Belle et la Bête’) contribuem para endossar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima.

Já aqui percebemos a identidade teatral do filme: o foco oscila entre os vários elementos dentro de uma sequência, como se seguisse um holofote invisível capaz de desviar ou canalizar a atenção do público. Os takes em que a Fera entra em autocomiseração logo a colocam em pontos cegos para que o espectador seja atraído pelo mortal brilho da rosa e da redoma encantada, pincelada com um misticismo aterrorizante.

Até mesmo a brutal diferença de atmosferas entre o Castelo e o vilarejo é tratada com naturalidade. O corte é acompanhado pelo fade out antes de sermos finalmente apresentados à comunidade de Villeneuve, um lugar praticamente saído dos livros de ficção e que não é muito diferente de outras cidadelas tão presentes em narrativas épicas. Temos cenários levemente distorcidos e curvilíneos, como se estivessem buscando uma estabilidade dentro de um microcosmos homogêneo, tudo adornado com simplicidade de humildade – em contraste com a imponência exacerbada da morada da Fera. A paleta de cores encontra sua voz na excentricidade e na mistura de cores vivas como amarelo, dourado e vermelho, indicando a inegável ficcionalidade daquele lugar.

E então, finalmente, Bela (Paige O’Hara) se mostra. E sua presença é notada quase de imediato, justamente por não seguir o padrão dos outros moradores – ela é excêntrica por não ser excêntrica. Suas vestes restringem-se à simples combinação transparecida de branco e azul, conferindo-lhe uma graça à medida que anda pelas ruas de pedra. Ela sai de casa carregando uma cesta de cânhamo em uma mão, e um livro em outra, como se estivesse flutuando – e então vemos a primeira característica de sua personalidade: o instinto de aventura. Através de seu solo, chamado “Belle” (no original), ela constantemente diz para si mesma que “deve haver mais além desta vida provinciana”. Bela deseja e está pronta para expandir seus horizontes e sair da bolha à qual todos os outros parecem estar presos; ela é um arquétipo sobrepondo-se em meio a tantos estereótipos.

Seja o padeiro, o vendedor, a dama-de-companhia ou a dona-de-casa, seus vizinhos são cobertos com uma luz dura que os funde às instalações do vilarejo; eles já fazem parte daquela comunidade e não querem alguma mudança – e a protagonista é rechaçada justamente por estar à frente de seu tempo e remexer no comodismo social, seja pelo fato de ler, seja pelo fato de sonhar grande. O próprio arranjo orquestral traz uma animação interior que se aproxima da psique libertária de Bela.

Mas a narrativa não seria envolvente o suficiente caso ela não encontrasse obstáculos – e em ‘A Bela e a Fera’, tais conflitos vêm encarnados pelas personalidades extremamente caricaturadas de Gaston (Richard White) e LeFou (Jesse Corti), a “dupla herói-ajudante” que claramente faz uma referência irreverente às construções heroicas das narrativas gregas. Gaston é um homem sem caráter e completamente cego pela própria megalomania – o típico valentão musculoso e primitivo da épica antiga -, enquanto LeFou é uma vítima da circunstância, cuja adoração por seu “mestre” o transforma em um escape cômico submisso e sem qualquer traço de personalidade aparente.

Suas tentativas para conquistar Bela são no máximo cômicas, se não fossem trágicas. Ele constantemente tenta submetê-la ao padrão milenar do casamento, diminuindo sua incrível força de vontade para transformá-la num fantoche. Mas é claro que ela não se deixa vencer e volta a sonhar com uma vida completamente diferente – note que a protagonista não se restringe aos valores que lhe são impostos, mas deseja criar seu próprio entendimento sobre o mundo, afastando-se da massa amorfa e inalterável da comunidade em que vive.

Um dos grandes motivos dessa afinidade com a mudança é representado por seu pai, Maurice (Rex Everhart), que também emerge como o estereótipo do cientista louco de bom coração. Sua caracterização se baseia principalmente na falta de senso coletivo e na individualização de seus problemas – citando aqui seu enclausuramento no porão que utiliza para suas criações. Entretanto, ele não consegue passar um sentimento de segurança totalmente legível, sendo amparado diversas vezes pela filha, a qual deseja se desprender de sua vida campesina e explorar o desconhecido.

É possível até dizer que, se não fosse por seu pai, Bela jamais teria o motivo essencial para abandonar sua vida campesina. Afinal, logo depois que consegue fazer uma de suas últimas invenções funcionar, Maurice viaja até a cidade mais próxima para vendê-la, mas acaba entrando no caminho errado e chegando ao Castelo da Fera. A transição entre segurança e mortandade é evidenciada principalmente pela paleta de cores, a qual oscila entre tons de vermelho e verde para os mais neutros e pastéis, e pela melodia – uma composição em piano e xilofone tétrica que contribui para a atmosfera de suspense.

A estética expressionista é também muito presente na animação. Além dos cenários distorcidos do vilarejo, a arquitetura do Castelo é uma mistura híbrida e muito certeira das obras góticas do século XIII com toques da vanguarda artística supracitada. As sombras metamórficas são constantes e, a princípio, indicam a presença de um perigo eminente – ainda que se revelem inofensivas, como podemos ver em algumas sequências de Maurice dentro da morada da Fera. Árvores secas e com galhos retorcidos, a constância da névoa e a sensação de aprisionamento se relacionam ao locus horrendus da escola simbolista – e mostram a capacidade de intertextualidade que este filme traz consigo.

A imponência é também evidenciada pela composição dos planos: contra plongées muito bem colocados, exacerbação da dramaticidade, o contraste entre a pequenez dos personagens humanos e o gigantismo do “refúgio simbólico” e a continuidade azulada que reafirma a sensação de solidão, mesmo num cenário tão vasto quanto aquele. A superposição de tons cálidos e frios entra como um elemento assertivo para a sensação de profundidade e de infinitude, além de ajudar a narrativa a declarar que há mais coisas além do que observamos na superfície.

Ao descobrir que seu pai tornou-se prisioneiro da Fera (o suposto antagonista), Bela finalmente decidi sair do enclausuramento e firmar-se como a heroína da história, atravessando o mesmo perigoso bosque para dar de cara com uma cenário inesperado: torres alterosas rasgando um céu nublado, e um jardim seco tomado pela neve. E é aí que o incidente incitante da narrativa tem seu objetivo cumprido.

Talvez eu possa dizer que, assim que a protagonista se oferece para ocupar o lugar do pai, ‘A Bela e a Fera’ comece a se configurar como um filme realmente da Disney, primeiramente pela presença dos personagens coadjuvantes e segundamente por alguns traços identitários difíceis de abandonar – mas que garantiram a solidez deste império cinematográfico.

É necessário dizer que, na obra original (assinada por Gabrielle-Suzanne Barbot), as criações secundárias que nos permitiram se apaixonar ainda mais pelo filme não existem. Sua grandiosidade é acompanhada de uma narrativa simples e brilhante, que foca nas relações intimistas entre os protagonistas. Provavelmente uma adaptação literal do romance não teria sido bem-vista e bem aceita pelo público – levando em conta a densidade da estória. Deste modo, optar por introduzir uma mobília encantada foi um tiro certeiro.

A adorabilidade de personagens como Lumière (Jerry Orbach), Cogsworth (Stiers), Mrs. Potts (Angela Lansbury), Chip (Bradley Pierce) e outros entra em constante conflito com a impetuosidade de seu mestre. A paixão pela servitude e a cordialidade extremas são valores inerentes a suas personalidades, mas, diferentemente dos camponeses da vila, estes traços não os transformam em um coletivo homogêneo – muito pelo contrário: enquanto Lumière é mais irreverente e mais sedutor, Mrs. Potts preza pela justiça e pelo equilíbrio, enquanto Cogsworth deixa-se levar ao pé da letra pelas regras.

A primeira noite de Bela no Castelo retoma elementos de outras criações audiovisuais dos estúdios, principalmente ‘Branca de Neve’ e ‘Bela Adormecida’. A utilização de planos holandeses, atrelada ao jogo de luz e sombra, aumentam o clima de tensão. Mas conforme o tempo vai passando, percebemos que a protagonista talvez tenha encontrado seu lugar em meio a um caos aparente – concretizada pela música “Something There”, sequência na qual duas personalidades completamente diferentes começam a se entender. A Fera não consegue compreender o conceito de altruísmo e de benevolência emanado por Bela, enquanto ela não consegue entender sua falta de controle temperamental e sua arrogância constante.

A mudança atmosférica entre os dois cenários principais é gradativa, mas notável. Enquanto o vilarejo a priori se mostra embebido por cores vivas e por uma instabilidade amorfa, a morada da Fera parece ter sido retirada diretamente de obras como ‘Drácula’ ou ‘Nosferatu’, afastando os viajantes que ousassem passar por ali. Mas conforme a narrativa se desenrola, toda a identidade visual é transgredida: a trilha sólida e dramática do Castelo dá espaço para o misticismo de um piano de causa, indicando uma compreensão mútua entre os protagonistas.

A chegada de um inverno brusco também marca uma reviravolta na história. É preciso compreender que o território comandado pela Fera se configura como um microcosmos independente, no qual o abandono de esperança é constante – e aqui a melodramaticidade registrada das adaptações Disney encontra o espaço com o puro sofrimento de Bela. Mas a primavera logo vem com mais força, transformando inclusive as sensações que outrora tínhamos quanto àquele lugar.

Um dos grandes ápices da animação é a sequência musical de “Be Our Guest”. Tanto a melodia e a letra quanto a coreografia fornecem o cenário seiscentista da narrativa, combinado com a identidade essencialmente francesa. Lumière é o astro principal, e começa a dissertar sobre a arte do jantar e das habilidades de cada um dos habitantes do Castelo enquanto é acompanhada por notas de sanfona soberbas. A escolha das cores é muito bem pensada – um hibridismo psicodélico entre cores complementares e harmônicas que arranca um sorriso até dos mais céticos (a composição entre verde e rosa é de uma perfeição inenarrável).

Outro ponto extremamente positivo é a consumação romântica entre Bela e a Fera com o baile de gala, sustentado por uma rendição emocionante de Lansbury com “Beauty and the Beast” – música ganhadora do Oscar em 1992. A justaposição entre dourado e azul é encantadora, e enquanto nas sequências anteriores as cores se fundiam, aqui a profusão é quase inexistente, marcando uma evolução no relacionamento e no amadurecimento entre eles.

Os momentos de tensão também encontram um crescimento exponencial na metade do terceiro ato, em que Gaston, mergulhando de cabeça em sua própria personalidade evasiva e controladora, consegue manipular todo o vilarejo para invadirem o Castelo e matarem a Fera, como forma de livrar Bela e Maurice de um “estado letárgico das trevas” – mas, na verdade, é o modo em que o real antagonista encontra para reafirmar sua virilidade e sua superioridade perante aos outros personagens.

A batalha final, travada e coreografada com maestria entre dois símbolos paradoxais, funciona como uma sequência resumida de todos os elementos da animação. Os planos holandeses encontram ainda mais voz, bem como as angulações distorcidas e os contra plongées. Mas diferentemente dos dois primeiros atos, o comportamento antissocial e repulsivo da Fera está subjugado à cegueira exacerbada de Gaston. À medida em que os dois se aproximam de uma construção semelhante a um penhasco, o antagonista levanta sua arma, pronto para desferir o golpe no príncipe amaldiçoado. Toda a composição do quadro mostra por segundos angustiantes o triunfo do mal sobre o bem, até que Bela, surgindo como objeto de foco, consegue – ainda que indiretamente – inverter a situação.

É quase automático prever o desfecho da obra: assim como filmes antecessores, o bem triunfa sobre o mal e os personagens encontram sua redenção perante à maldição da Feiticeira. Além disso, a evolução dos protagonistas se concretiza de modo a declarar independência à personalidade aventureira de Bela – que, além disso, encontrou seu amor verdadeiro – e mostrando a generosidade e o altruísmo da Fera – que voltou ao seu estado original (assim como todos os servos do Castelo. Este finalzinho do último ato é completamente perscrutado pela melodia em crescendo de Menken, e a re-transformação é toda acompanhada por uma construção orquestral épica.

Caracterizar ‘A Bela e a Fera’ como uma obra-prima é um trabalho complicado, principalmente pelas diversas e complexas camadas que compõe a animação. Sua superioridade frente a outros filmes do estúdio vai além da narrativa emocionante e envolvente, alastrando-se para vertentes simbólicas muito bem estruturadas. Temos, como exemplo mais visível, a rosa, cujo significado usual está diretamente relacionado à segurança e ao novo começo. Entretanto, o próprio design deste objeto cênico é diferenciado, e seu brilho mortal entrega as reais intenções da Feiticeira: uma versão inanimada do príncipe arrogante (bonito por fora e intragável por dentro).

O espelho é outro elemento de grande importância narrativa, e está presente na animação de diversas formas – água, janela, o objeto em si e até no reflexo dos olhos dos animais. Com grande associação ao mito de Narciso, jovem grego que se apaixonou pelo próprio reflexo do lago e acabou por se afogar, o espelho funciona como elemento de autocontemplação pessoal e universal, correlacionando-se ao fato da Fera não se importar com outras criaturas além de si mesma. Mas ele também está conectado à pureza e à sinceridade, fatores muito presentes com a chegada de Bela ao Castelo, prevendo uma mudança drástica na vida de todos que ali vivem.

Uma das comparações mais marcantes de todo o longa é, sem dúvida, os dois frames que iniciam e fecham a história. Como já dito, os vitrais do começo estão tomados por uma geometria extenuante que conversa com as flores mortas ao redor – afinal, os conflitos apenas começaram. Nos segundos finais, a mesma composição aparece, mas com uma paleta de cores mais uniforme e, desta vez, com ramos de botões de rosa formando uma pérgula arqueada.

A Era de Ouro da Disney talvez não tenha um melhor representante. ‘A Bela e a Fera’ permanece até hoje conservada em sua atemporalidade, servindo como grande exemplo narrativo e técnico e entrando como o primeiro longa de animação a ser indicado para o Oscar de Melhor Filme. E, bom, convenhamos que um conto tão eterno quanto o próprio tempo não merece menos que este patamar na história.

‘He-Man e os Mestres do Universo’: A batalha final vai começar no trailer INCRÍVEL da 3ª temporada; Confira!

Durante a San Diego Comic-Con, a Netflix revelou incrível trailer oficial da 3ª temporada da animação ‘He-Man e os Mestres do Universo‘.

Os episódios têm retorno marcado para o dia 18 de agosto na plataforma de streaming.

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No planeta de Eternia, um jovem príncipe perdido descobre os poderes de Grayskull e se transforma em He-Man, mestre do universo! A clássica batalha entre He-Man e o maligno Esqueleto se eleva a novas alturas enquanto o herói e o vilão formam equipes novas e poderosas. Uma nova geração de heróis lutando pelo destino de todos nós. No final, quem se tornará o Mestre do Universo?

O elenco de dublagem conta com Yuri LowenthalDavid KayeKimberly BrooksAntony Del RioJudy Alice LeeTom KennyBenjamin DiskinGrey GriffinRoger Craig Smith e outros.

Gostou de ‘Glass Onion’? Aqui estão outros DEZ filmes de mistério para você conferir!

‘Glass Onion’, sequência do aclamado longa-metragem ‘Entre Facas e Segredos’, chegou recentemente ao catálogo da Netflix e já se tornou um sucesso de crítica e de público.

A trama, que traz Daniel Craig de volta como o detetive Benoit Blanc, conta a história do magnata Miles Bron (Edward Norton), que convida seus amigos excêntricos para sua ilha para jogar um jogo de detetive. Mas um assassinato real é cometido e as coisas saem do controle. Todos são suspeitos e a morte pode vir de onde se menos imagina.

Enquanto a já estabelecida mini-franquia de Rian Johnson reavivou nosso gosto por produções de mistério, é quase impossível não sentir um gostinho de quero mais. Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez longas-metragens de mistério para você conferir.

Veja abaixo as nossas escolhas:

UM CORPO QUE CAI (1958)

Em São Francisco, o detetive aposentado John ‘Scottie’ Ferguson (James Stewart) sofre de um terrível medo de alturas. Certo dia, encontra com um antigo conhecido, dos tempos de faculdade, que pede que ele siga sua esposa, Madeleine Elster (Kim Novak). John aceita a tarefa e fica encarregado da mulher, seguindo-a por toda a cidade. Ela demonstra uma estranha atração por lugares altos, levando o detetive a enfrentar seus piores medos. Ele começa a acreditar que a mulher é louca, com possíveis tendências suicidas, quando algo estranho acontece nesta missão.

OS 7 SUSPEITOS (1985)

Baseado no clássico jogo de tabuleiro ‘Clue’‘Os Sete Suspeitos’ pode não ter sido bem recebido à época de seu lançamento, mas se tornou um clássico cult que merece ser revisitado. Na trama, seis indivíduos com históricos comprometedores em Washington se reúnem para um jantar na mansão do ostentoso Sr. Pessoa (Lee Ving). Eles são recebidos pelo mordomo, que atribui a cada convidado um pseudônimo a fim de proteger suas identidades. Após o jantar, eles descobrem que foram chamados para conhecer o seu chantageador: o Sr. Pessoa, e cada um deles recebe uma arma. Quando o anfitrião aparece morto, o grupo se apavora e procura por pistas para revelar o assassino. Só que já é tarde demais e mais pessoas aparecem mortas. Agora só resta descobrir: quem matou quem, em qual cômodo e com qual arma.

A LENDA DO CAVALEIRO SEM CABEÇA (1999)

Nesta incrível adaptação de Tim Burton, uma série de crimes envolvendo inocentes acontece no pequeno vilarejo de Sleepy Hollow. Para investigar o caso é chamado o detetive nova-iorquino Ichabod Crane (Johnny Depp), um excêntrico e determinado oficial de polícia com um jeito avant-garde de solucionar crimes. Os métodos investigativos de Ichabod serão postos à prova neste caso, que envolve um ser sobrenatural que pode ser o causador de todos os crimes.

O CÓDIGO DA VINCI (2006)

Um assassinato no museu do Louvre em Paris e pistas enigmáticas em alguns dos quadros mais famosos de Leonardo DaVinci levam à descoberta de um mistério religioso. Por mais de dois mil anos, uma sociedade secreta guarda informações que, se descobertas, poderiam comprometer o cristianismo. Robert Langdon, um professor especialista em simbologia e história, se envolve na investigação.

O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (2011)

Ovacionado pela crítica e considerado como um dos melhores filmes de espionagem do século, ‘O Espião que Sabia Demais’ é baseado no romance homônimo de John le Carré e traz Gary Oldman como o protagonista. Ambientado na Guerra Fria, a história acompanha George Smiley, um veterano da divisão de elite do serviço secreto inglês conhecida como Circo. Após a morte de seu ex-chefe e de alguns fracassos em missões internacionais, ele é chamado para desvendar um mistério sobre a identidade do agente duplo que, durante anos, trabalhou também para os soviéticos. Todos à sua volta são suspeitos, mas, como bons espiões que são, foram treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão.

A CASA TORTA (2017)

Agatha Christie é uma das maiores escritoras de todos os tempos e é, até hoje, considerada a primeira dama do crime. Em 2017, uma das várias adaptações que chegaram ao cinema foi ‘A Casa Torta’. Na trama, o octogenário Aristide Leonides, dono de grande fortuna, é envenenado em sua mansão, onde vivia com toda a família — sua esposa, cinquenta anos mais jovem, dois filhos, duas noras, três netos e uma cunhada. Qualquer um poderia tê-lo matado. Porém, somente um se revelará o verdadeiro assassino.

ASSASSINATO NO EXPRESSO DO ORIENTE (2017)

O divertido remake de ‘Assassinato no Expresso do Oriente’, baseado no aclamado romance homônimo de Agatha Christie, envelheceu muito melhor do que poderíamos imaginar. Comandado por Kenneth Branagh, a trama acompanha o detetive Hercule Poirot (também vivido por Branagh) embarca de última hora no trem Expresso do Oriente. Já a bordo, ele conhece os demais passageiros e resiste à insistente aproximação de Edward Ratchett (Johnny Depp), que deseja contratá-lo para ser seu segurança particular. Na noite seguinte, Ratchett é morto em seu vagão. Com a viagem momentaneamente interrompida devido a uma nevasca que fez com que o trem descarrilhasse, Bouc convence Poirot para que use suas habilidades dedutivas de forma a desvendar o crime cometido.

MAUS MOMENTOS NO HOTEL ROYALE (2018)

Em ‘Maus Momentos no Hotel Royale’thriller neo-noir comandado por Drew Goddard, sete desconhecidos se encontram no El Royale, um hotel degradado perto de Lake Tahoe, Califórnia, na década de 1960. Cada um deles tem um segredo obscuro e precisa encontrar redenção durante a noite, antes que tudo dê errado. A produção vale a pena por seu caráter nostálgico, pela condução da obra e pelo estelar elenco formado por nomes como Jeff BridgesCynthia ErivoDakota JohnsonJon Hamm e muitos outros.

ENOLA HOLMES (2020)

Baseado na amada série de livros indicada ao prêmio Edgar Allan Poe, ‘Enola Holmes’ conta a história da irmã adolescente rebelde de Sherlock e Mycroft Holmes, uma super-detetive talentosa e que muitas vezes supera seus brilhantes irmãos. Quando sua mãe desaparece misteriosamente no seu aniversário de 16 anos, Enola procura a ajuda de seus irmãos mais velhos. Mas ao perceber que eles estão mais interessados em fazê-la terminar os seus estudos, do que de fato resolver o caso, Enola faz a única coisa que uma jovem inteligente, engenhosa e destemida da década de 1880 pode fazer: ela foge de casa para Londres, a fim de encontrá-la – e, no caminho, se envolve em um perigoso e instigante mistério.

VEJA COMO ELES CORREM (2022)

Dirigido por Tom George‘Veja Como Eles Correm’ teve um breve circuito nos cinemas antes de chegar ao Brasil pelo Star+. Nessa divertida e nostálgica aventura misteriosa, um desesperado produtor de cinema de Hollywood decide transformar uma peça popular em um filme. Quando membros da produção são assassinados, o exausto inspetor Stoppard (Sam Rockwell) e a novata Constable Stalker (Saoirse Ronan) se veem no meio de um mistério intrigante.

‘Doces Magnólias’: 3ª temporada ganha data de estreia e imagens OFICIAIS; Confira!

‘Doces Magnólias’ se tornou um dos grandes sucessos críticos e comerciais da Netflix e, agora, a plataforma de streaming anunciou quando a 3ª temporada chegará a seu catálogo.

Os novos episódios serão lançados no dia 20 de julho.

Além disso, foram reveladas as primeiras imagens oficiais do próximo ciclo.

Confira:

Lembrando que as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na plataforma de streaming.

A trama acompanha as amigas Maddie, Helen e Dana Sue, que juntas, lidam com problemas amorosos, familiares e profissionais na pequena cidade de Serenity.

Doces Magnólias‘ conta com JoAnna Garcia Swisher, Brooke Elliott, Heather Headley, Chris Klein e Jamie Lynn Spears.

Dica da Semana | 5 filmes indicados ou vencedores do Oscar para você conferir no Star+

Com a popularização crescente das plataformas de streaming, assistir a clássicos do cinema se tornou bem mais simples do que poderíamos imaginar – e títulos um tanto quanto difíceis de serem abocanhados pelo público agora estão disponíveis em um piscar de dedos.

E, para os cinéfilos de plantão, tais serviços carregam títulos e mais títulos que dominam a temporada de premiações, principalmente o Oscar – o maior prêmio da sétima arte.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista elencando cinco longas-metragens indicados e/ou vencedores dos prêmios da Academia para você conferir no Star+, uma das plataformas que mais conquista os assinantes.

Veja abaixo as nossas escolhas:

CISNE NEGRO (2010)

Baseado no ballet de Pyotr Ilyrich Tchaikovsky, o longa-metragem estrelado por ninguém menos que Natalie Portman (que levou o Oscar de Melhor Atriz para casa) acompanha uma jovem bailarina chamada Nina que faz parte de uma companhia de dança respeitada e bastante rígida. Ela logo se prepara para a audição para O Lago dos Cisnes, fazendo de tudo para conseguir o papel principal da Princesa Odette (que é transformada em um cisne branco por um terrível feiticeiro). Todavia ela é forçada a enfrentar a própria mãe (Barbara Hershey) e seus demônios interiores para ascender ao papel principal da peça, estando disposta ao impensável para conseguir o que quer – e para provar que ela é a única que está à altura da protagonista.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

O vencedor do Oscar de Melhor Filme e de Melhor Atriz Coadjuvante para Lupita Nyong’o é, até hoje, considerado uma das melhores produções do século. A trama é baseada na incrível história da luta de um homem pela sobrevivência e liberdade. Nos Estados Unidos antes da Guerra Civil, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor), um homem negro e livre do estado de Nova York é sequestrado e vendido como escravo. Enfrentando a crueldade (personificada pelo perverso dono de escravos interpretado por Michael Fassbender), bem como inesperadas gentilezas, Solomon luta não só para sobreviver, mas também para manter sua dignidade. No décimo segundo ano de sua inesquecível odisseia, um encontro ao acaso com um abolicionista canadense (Brad Pitt) mudará sua vida para sempre.

BIRDMAN (2014)

Lançado em 2014, ‘Birdman’ acompanha Riggan Thomson (Michael Keaton), um ator que, no passado, fez muito sucesso interpretando Birdman, um super-herói que se tornou um ícone cultural. Entretanto, desde que se recusou a estrelar o quarto filme com o personagem sua carreira começou a decair. Em busca da fama perdida e também do reconhecimento como ator, ele decide dirigir, roteirizar e estrelar a adaptação de um texto consagrado para a Broadway. Entretanto, em meio aos ensaios com o elenco formado por Mike Shiner (Edward Norton), Lesley (Naomi Watts) e Laura (Andrea Riseborough), Riggan precisa lidar com seu agente Brandon (Zach Galifianakis) e ainda uma estranha voz que insiste em permanecer em sua mente. O longa levou para casa quatro estatuetas do Oscar, incluindo Melhor Filme Melhor Direção.

A FORMA DA ÁGUA (2017)

Guillermo Del Toro é um nome do qual você com certeza já ouviu falar. O diretor mexicano conquistou o mundo com suas histórias fantasiosas, abarcando aclame por parte do público e da crítica – e é claro que o vencedor do Oscar ‘A Forma da Água’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Trazendo aspectos da ficção científica para uma homenagem a obras como ‘O Monstro da Lagoa Negra’ e até mesmo ‘A Bela e a Fera’, a história é ambientada em meio aos conflitos político-sociais da Guerra Fria e acompanha Elisa, uma zeladora muda que trabalha em um laboratório experimental secreto do governo e que se encanta com uma criatura mantida presa e maltratada no local. Para executar um arriscado e apaixonado resgate, ela recorre ao melhor amigo Giles e à colega de turno Zelda, em uma aventura que pode custar muito mais do que o seu emprego.

A FAVORITA (2018)

O aclamado drama cômico de época de Yorgor Lánthimos‘A Favorita’, veio sem muitas expectativas para as salas do cinema e ganhou aplausos por absolutamente todos os seus aspectos – além de ter garantido o Oscar de Melhor Atriz a Olivia Colman. Dividindo os holofotes com Rachel Weisz e Emma Stone, a trama acompanha a frágil rainha Anne, da Inglaterra, que é acompanhada por sua grande amiga Lady Sarah. Quando uma nova serva Abigail chega, seu charme a leva a Sarah. Sarah toma a novata como uma pupila e vê uma chance de retornar às suas raízes aristocráticas. Como a política de guerra passa a ocupar muito tempo de Sarah, Abigail entra na brecha para preencher o espaço como companheira da rainha. Sua crescente amizade dá a ela uma chance de cumprir suas ambições e ela não deixa que ninguém fique em seu caminho.

‘A Family Affair’: Comédia romântica com Nicole Kidman, Joey King e Zac Efron ganha imagens INÉDITAS; Confira!

Netflix divulgou duas imagens inéditas de ‘A Family Affair’, nova comédia romântica estrelada por Nicole KidmanJoey KingZac Efron.

O longa-metragem chega à plataforma de streaming no dia 28 de junho.

Confira:

O filme é dirigido por Richard LaGravenese, enquanto Carrie Solomon assina o roteiro.

Uma jovem chamada Zara trabalha como assistente do astro de cinema Chris Cole – isto é, até Chris se apaixonar pela mãe dela.

Liza KoshyKathy BatesShirley MacLaine completam o elenco.

‘The Beast In Me’: Brittany Snow, Natalie Morales e mais são escaladas para a nova minissérie de SUSPENSE da Netflix

Netflix revelou recentemente que quatro novos membros foram escalados para a nova minissérie de suspense ‘The Beast In Me’ (via Deadline).

As informações indicam que Brittany Snow (‘A Escolha Perfeita’), Natalie Morales (‘Que Horas Eu Te Pego?’), David Lyons (‘Truth Be Told’) e Tim Guinee (‘Horizon: An American Saga’) farão parte do elenco.

O grupo se junta aos previamente confirmados Claire Danes, que é a protagonista e uma das produtoras executivas, e Matthew Rhys.

A produção foi escrita por Gabe Rotter, enquanto Howard Gordon entra como showrunner.

Desde a trágica morte do seu filho, a aclamada autora Aggie Wiggs (Danes) afastou-se da vida pública, incapaz de escrever, como um fantasma do seu antigo eu. Mas ela encontra um tema improvável para um novo livro quando a casa ao lado é comprada por Nile Sheldon, um famoso e formidável magnata do mercado imobiliário que já foi o principal suspeito do desaparecimento de sua esposa. Ao mesmo tempo horrorizada e fascinada por este homem, Aggie se vê caçando compulsivamente a verdade – perseguindo seus demônios enquanto foge dos seus próprios – em um jogo de gato e rato que pode se tornar mortal.

Vale lembrar que Gordon e Danes já trabalharam juntos no drama ‘Homeland’.

Fique ligado para mais informações!

‘Código Alarum’: Ação com Isis Valverde e Sylvester Stallone ganha nova data de estreia nos cinemas!

‘Código Alarum’ (Alarum), o novo filme estrelado por Sylvester Stallone e Scott Eastwood, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas nacionais.

Anteriormente programado para 27 de março, o longa agora chega às telonas em 10 de abril.

Lembrando que atriz brasileira Isis Valverde também faz parte do elenco.

Joe (Scott Eastwood) e Lara (Willa Fitzgerald) são agentes secretos que vivem fora do radar, mas quando saem de férias com amigos (Isis Valverde), eles se tornam alvos de uma caçada brutal. Suspeitos de estarem ligados à ALARUM, uma rede secreta de espiões, o casal é forçado a fugir, sem saber em quem confiar. Perseguidos por inimigos implacáveis e em um mundo de mentiras e traições, eles são obrigados a duvidar até mesmo de seus próprios aliados.

‘Man’s Best Friend’, novo álbum de Sabrina Carpenter, contará com DOZE faixas; Confira a tracklist!

Nos últimos dias, a vencedora do Grammy Sabrina Carpenter, uma das vozes mais populares da nova geração da música, revelou a tracklist oficial de seu próximo álbum de estúdio com a ajuda dos fãs.

O compilado de originais é intitulado ‘Man’s Best Friend’ e conta com doze faixas inéditas, incluindo o lead single “Manchild”.

Confira:

1. Manchild
2. Tears
3. My Man on Willpower
4. Sugar Talking
5. We Almost Broke Up Again Last Night
6. Nobody’s Son
7. Never Getting Laid
8. When Did You Get Hot?
9. Go Go Juice
10. Don’t Worry I’ll Make You Worry
11. House Tour
12. Goodbye

O lançamento do álbum está agendado para o dia 29 de agosto.

O álbum mais recente da artista foi o elogiado ‘Short N’ Sweet’, que lhe duas estatuetas do Grammy Awards – Melhor Álbum Pop Vocal pelo disco e Melhor Performance Pop Solo pelo single “Espresso”.

Carpenter fez sua estreia oficial no mundo da música com ‘Eyes Wide Open’, em 2015, ascendendo a uma carreira meteórica nos últimos anos – principalmente depois de ter lançado o aclamado ‘emails i can’t send’ e sua subsequente versão deluxe.

Em 2023 e 2024, a cantora, compositora e atriz também foi chamada por Taylor Swift como um dos atos de abertura da ‘The Eras Tour’, apresentando-se, inclusive, no Brasil.

Dentre suas músicas mais famosas, podemos citar “Thumbs”“Paris”“read your mind”“feather”.

Bruno Mars lança a inédita “I Just Might”, carro-chefe de seu próximo álbum de estúdio

O vencedor do Grammy Bruno Mars está de volta ao mundo da música e lançou hoje (9) o lead single de seu próximo álbum de estúdio.

Intitulada “I Just Might”, a canção é o carro-chefe do álbum ‘The Romantic’, que tem lançamento marcado para o dia 27 de fevereiro nas plataformas de streaming.

A faixa incorpora elementos do disco, do pop e do funk, e foi assinada por Mars, Philip LawrenceChristopher Brody BrownDernst “D’Mile” Emile II. Mars e D’Mile também assinam a produção.

Ouça e confira o videoclipe:

Bruno Mars fez sua estreia no cenário musical com o popular álbum ‘Doo-Wops & Hooligans’, ascendendo a um estrelato inenarrável que lhe garantiu diversos prêmios – como 16 estatuetas do Grammy, incluindo Álbum do Ano por ’24K Magic’.

Em 2021, ele se uniu com Anderson .Paak para o projeto Silk Sonic, lançando o compilado ‘An Evening with Silk Sonic’ e conquistando os prêmios de Música e Gravação do Ano por “Leave the Door Open”. Em 2024, ele se uniu à titânica Lady Gaga para o dueto “Die With a Smile”, que quebrou recordes de streams e lhe garantiu mais um gramofone dourado.

‘Villaflor’: Camille Cottin entra para o novo THRILLER político da Netflix

Segundo o DeadlineCamille Cottin (‘Casa Gucci’) foi escalada para o elenco de ‘Villaflor’, novo thriller político da Netflix.

O longa-metragem é dirigido pelo indicado ao Oscar Santiago Mitre (‘Argentina, 1985’).

Cottin se junta aos previamente confirmados Verónica Llinás Peter Lanzani, que serão os protagonistas.

Llinás interpreta Azucena Villaflor, personagem baseada na ativista da vida real que ajudou a fundar as Mães da Praça de Maio. Após seu filho ser levado pelas autoridades, ela transforma a busca por ele e por outros desaparecidos em um ato de resistência contra a ditadura militar. A Argentina esteve sob regime militar de 1976 a 1983, período em que dezenas de milhares de pessoas desapareceram.

Lanzani interpreta Rubio, um oficial do exército encarregado de se infiltrar na Igreja de Santa Cruz, onde os familiares dos desaparecidos começaram a se organizar.

Cottin dá vida a Alice Domon, uma das freiras francesas envolvidas com o Grupo Santa Cruz. O elenco ainda conta com Susana Pampin, Alicia Guerra, Vivian El Jaber, Azul Lombardía, Mariela Acosta, Paula Ransenberg, Juliana Muras, Muriel Santa AnaAntonia BengoecheaJosé MehrezEnrique Piñeyro.

‘Villaflor’ chega em 2027 ao catálogo da Netflix.

Confira as primeiras imagens:

Após fim de ‘Arrow, astro da série quer migrar para ‘Legends of Tomorrow’

Em entrevista para o Digital Spy, David Ramsey, intérprete de John Diggle em ‘Arrow’, disse que não está pronto para abandonar o papel após o fim da série.

Questionado sobre qual produção do ‘Arrowverse‘ ele gostaria de participar, o astro disse:

“Sinceramente, seria muito divertido fazer parte do elenco de ‘Legends of Tomorrow’. A série é muito envolvente, eu adoraria me aventurar com eles. Estou 110% disposto a isso.”

Essa declaração lembra o que aconteceu com Sara Lance (Caity Lotz), que, mesmo morta em ‘Arrow‘, foi resgatada para estrelar Legends of Tomorrow‘ ao lado de Ray Palmer (Brandon Routh), também originário de ‘Arrow’.

Essa seria uma ótima forma de reuni-los mais uma vez.

Lembrando que a última temporada de ‘Arrow‘ já está em exibição na CW e conta com apenas 10 episódios.

Confira a abertura:

 Confira os títulos dos sete primeiros episódios do próximo ciclo:

  • 08×01: “Starling City”
  • 08×02: “Welcome to Hong Kong”
  • 08×03: “Leap of Faith”
  • 08×04: “Present Tense”
  • 08×05: “Prochnost”
  • 08×06: “Reset”
  • 08×07: “Purgatory”

Lembrando que a oitava temporada deve servir como um prelúdio para ‘Crise nas Infinitas Terras‘, então o público deve esperar que rostos conhecidos possam aparecer mais uma vez, garantindo que a série seja exibida em grande estilo.

Baseada nos quadrinhos da DC Comics, a série deu origem ao Arrowverse da CW.

A trama segue Oliver Queen, um playboy bilionário de Starling City, que passa cinco anos naufragado em uma ilha misteriosa. Após seu retorno à Starling City, ele se reencontra com sua mãe, Moira Queen, sua irmã, Thea Queen, e seu melhor amigo, Tommy Merlyn. A série centra-se em Oliver reacendendo seus relacionamentos, passando as noites caçando, e, às vezes, matando criminosos como um vigilante encapuzado. Ele descobre uma conspiração para destruir os Glades, um bairro mais pobre da cidade que se tornou sobreposta com a criminalidade. John Diggle e Felicity Smoak ajudam Oliver em sua jornada. Oliver também se reconecta com a ex-namorada, Laurel Lance, que ainda está irritada com seu envolvimento na morte presumida de sua irmã. A série também apresenta flashbacks de Oliver no período em que esteve na ilha, e mostra como ela o mudou.

O elenco conta com David Ramsey, Emily Bett Richards, Katie Cassidy, Paul Blackthorne, Willa Holland e Echo Kellym.

HBO Max registra fraco número de assinaturas nos primeiros meses de lançamento

Com o lançamento da HBO Max, a Warner Media trouxe mais um concorrente para o universo dos serviços de streaming, mas a plataforma ainda está longe de ser uma ameaça.

De acordo com o The Hollywood Reporter, John Stankey, o CEO da AT&T (companhia-mãe da Warner Media), revelou que a HBO Max acumulou 4,1 milhões de assinantes desde o lançamento, em 27 de maio.

No ano passado, a Disney+ já havia acumulado 26,5 milhões de assinantes em seu primeiro mês de estreia, que aconteceu em 12 de novembro.

No entanto, vale lembrar que a HBO Max não está disponível em todos os países, mas Stankey garante que as estratégias de divulgação vão alavancar o crescimento da plataforma até 2025.

Em cinco anos, o executivo prevê que a plataforma alce entre 50 e 55 milhões de assinantes somente no mercado interno. Uma projeção modesta, já que a Disney+ alcançou o mesmo número em menos de um ano com o lançamento em alguns países além dos EUA.

Ainda assim, a Netflix permanece batendo recordes de assinaturas e é a plataforma mais popular até o momento, com 193 milhões de assinantes registrados durante o primeiro semestre de 2020.

Lembrando que John Stephens, proprietário da Warner Media, revelou ao portal que as produções originais planejadas para a estreia da HBO Max serão adiadas devido ao surto do Coronavírus.

Por conta disso, séries como ‘Love Life, ‘The Flight Attendant’, ‘Tokyo Vice’, ‘I’m Be the One’, ‘Made for Love‘, e o reboot de ‘Gossip Girl’ permanecem sem previsão de estreia.

Felizmente, a plataforma disponibiliza um catálogo repleto de conteúdos de estúdios parceiros e emissoras da própria WarnerMedia, como TBS, TNT, CNN, Cartoon Network, e Turner Classic Movies.

Também estão disponíveis títulos da BBC Studios e do Studio Ghibli, responsável por ‘A Viagem de Chihiro’, ‘O Castelo Andante’, ‘Cemitério dos Vagalumes’, e ‘Princesa Mononoke‘.

Por enquanto, ainda não previsão de chegada da HBO Max no Brasil.

Assista ao tour pela interface da plataforma:

‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’: Ação e pancadaria dominam o INSANO trailer da adaptação; Assista!

A Marvel Studios acaba de compartilhar o primeiro trailer oficial de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, que estreia em 03 de setembro.

O vídeo mostra o protagonista vivido por Simu Liu treinando desde criança para se tornar um membro da sinistra oganização conhecida como Os Dez Anéis, liderada por seu pai, o Mandarim (Tony Leung).

Repleto de sequências de ação, o trailer mostra que a Marvel vai honrar o legado do personagem num filme digno dos clássicos das artes marciais.

Assista nas versões dublada e legendada:

Confira também as imagens oficiais e o primeiro pôster:

“Quem disse que você só pode receber presentes no seu aniversário? Hoje, estou dando a você o primeiro vislumbre do pôster de ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘. O filme estreia em 03 de setembro (o trailer será lançado em algumas semanas). Estamos quase lá, pessoal!”

Conheça o elenco completo:

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha.

Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

‘Peacemaker’: James Gunn confirma que a série terá conteúdo ESPECIAL na HBO MAX; Confira!

Assim como as produções da Marvel ganharam especiais de bastidores na Disney+, a HBO Max vai fazer o mesmo com algumas adaptações da DC.

Em eu perfil do Twitter, o diretor James Gunn confirmou que a vindoura série do ‘Peacemaker‘ também vai ganhar conteúdos especiais na plataforma de streaming.

A novidade foi revelada quando Gunn foi questionado por um fã se a atração ganharia bônus em mídia física.

Confira:

“‘Peacemaker‘ vai ganhar bônus especiais em mídia física? Eu amo assistir o que acontece nos bastidores e como um projeto é feito”, disse o fã.

Ao que Gunn respondeu:

“Você poderá assistir aos conteúdos especiais na HBO Max.”

Infelizmente, ele não revelou quando os bônus estarão disponíveis, então só nos resta aguardar.

Lembrando que a série será lançada na HBO Max no dia 13 janeiro.

Recentemente, a HBO Max divulgou um novo vídeo promocional da aguardada série, que traz John Cena de volta como o anti-herói titular.

featurette reúne o elenco protagonista e apresenta mais detalhes sobre os personagens principais da obra.

Confira:

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn também assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Batman: Caped Crusader’ pode ser CANCELADO pela Warner Bros

No mês passado, foi divulgado que a animação ‘Batman: Caped Crusader‘ foi um dos projetos cancelados pela Warner Bros. Discovery depois que David Zaslav assumiu a presidência do estúdio.

Produzida por Bruce Timm (‘Batman – A série Animada’), junto com J.J. Abrams (‘Star Trek’) e Matt Reeves (‘Batman’), a animação estava em desenvolvimento há 15 meses em parceria com o Cartoon Network.

No entanto, nem tudo está perdido…

De acordo com o The Hollywood Reporter, o Cartoon está negociando a venda do projeto entre algumas plataformas de streaming, como Netflix, Apple TV+ e Amazon Prime Video.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a negociação entre as companhias, mas o resultado pode ser divulgado em breve.

Utilizando técnicas e tecnologias de animação de última geração, ‘Batman: Caped Crusader‘ foi projetada com o objetivo de mais uma vez reinventar a mitologia Batman e sua icônica galeria de aliados e vilões com narrativas sofisticadas, personagens com nuances e sequências de ação intensas, tudo ambientado em um mundo visualmente impressionante.

Caso seja continuada, a série vai marcar o tão esperado retorno de Timm à animação do Batman na televisão depois que ele comandou ‘Batman: A Série Animada‘, vencedora do Emmy.

Para Reeves e Abrams, a colaboração é significativa em vários níveis – por um lado, a dupla já colaborou em diversos projetos ao longo de várias décadas, como na série ‘Felicity’ (1998) e no filme ‘Cloverfield – Monstro‘ (2008).

‘Barbie’: Kate McKinnon comenta sobre sua VERSÃO da boneca no filme

Estrelado por Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’), o filme live-action da ‘Barbie‘ vai contar com diversas versões da boneca, incluindo uma com um visual todo destruído.

Interpretada por Kate McKinnon, ela é descrita como uma personagem desequilibrada e imperfeita, bem diferente de suas ‘irmãs’.

Durante uma participação no The Kelly Clarkson Show, McKinnon compartilhou detalhes sobre sua personagem, justificando que que ela é “a boneca que todo mundo se diverte destruindo”.

“Vocês já tiveram uma Barbie… Aquela Barbie que vocês levavam para todo canto, mas depois cortavam seu cabelo, carregavam pelas pernas, queimavam suas roupas e rabiscavam seu corpo, certo? Essa é a Barbie que eu interpreto. Agora faz sentido?

A julgar pelo trailer, a Barbie de McKinnon já passou por tudo isso, pois são perceptíveis as características que ela citou na entrevista.

Agora resta saber como sua versão irá interagir com as outras personagens durante a trama.

Você está curioso?

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

Confira o trailer:

O elenco também é formado por Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) dirige e assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

‘Star Wars: O Acólito’; Personagem de Amandla Stenberg ganha destaque em imagem inédita; Confira!

Através do Twitter, a Empire divulgou uma imagem inédita de ‘Star Wars: O Acólito‘, que estreia em 04 de junho na Disney+.

A imagem destaca a personagem de Amandla Stenberg, que deve ser uma assassina usuária do lado Sombrio da Força.

Confira:

“O que significa #OAcólito? É uma posição, essencialmente, que alguém vai cumprir ou assumir, disse a criadora Leslye Headland à Empire – rastreando o termo até o Universo Expandido de #StarWars.”

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

De acordo com o insider Daniel Richtman (via GameRant), Stenberg dará vida a duas personagens, irmãs gêmeas que foram separadas na infância.

Ambas são de origem Sith, mas apenas uma permanece treinando com os usuários do Lado Sombrio da Força, enquanto a outra é resgatada por um Jedi.

O relatório de Richtman continua, sugerindo que a irmã malvada, que se tornou uma assassina Sith, está tentando matar uma Mestre Jedi interpretada por Carrie Ann Moss (‘Matrix’).

Richtman afirma que a personagem de Moss é conhecida por derrotar seus inimigos usando apenas artes marciais e a Força, sem a ajuda de sabres de luz.

Por conta disso, a irmã Sith também aprendeu artes marciais, para matar sua vítima com um gostinho de seu próprio remédio.

Confira o trailer:

Criada por Leslye Headland“‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.

Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.

A distribuição dos episódios ficou assim:

Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef

Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.

“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”

Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.

“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”

O elenco ainda conta com Lee Jung-jae, Dafne Keen e Dean-Charles Chapman.

 

‘The Boys’: Gravações da 4ª temporada foram concluídas; Confira imagem do anúncio!

O Prime Video revelou que as gravações da quarta temporada de ‘The Boys‘ foram oficialmente concluídas.

O streaming anunciou a confirmação junto com uma imagem inédita de Billy Bruto (Karl Urban) ao lado do ator Jeffey Dean Morgan, nova adição ao elenco da série cujo personagem ainda não foi revelado.

Confira:

Através do Instagram, Antony Starr, que interpreta o Capitão Pátria, divulgou uma nova imagem de bastidores da 4ª temporada.

A foto traz o ator banhado em sangue – indicando que os próximos episódios prometem muita ação e muita violência.

Na legenda, eles escreveu: “pergunta: a história se repete? (se sim, por que?). Aguardando seus comentários”.

Confira:

Não há previsão de estreia para o novo ano da série.

Lembrando que Rosemarie DewittRob Benedict, Jeffrey Dean MorganElliot Knight foram contratados para o quarto ciclo.

Além disso, Simon Pegg teve seu retorno confirmado como Hugh Campbell.

Anteriormente, foram divulgadas as imagens oficiais das personagens Irmã Sage (Susan Heyward) e Firecracker (Valorie Curry).

Ambos os trajes foram desenhados pela figurinista Laura Jean Shannon, uma veterana designer de trajes para adaptações de quadrinhos, creditada por ‘Homem de Ferro’, ‘Raio Negro’, ‘Titãs’ e ‘Patrulha do Destino’.

Tanto a Irmã Sage quanto a Firecracker são criações exclusivas da adaptação. E, embora não haja detalhes sobre elas, o criador Eric Kripke já disse que elas são algumas das adições mais loucas que da série.

Confira as imagens:

Cameron Crovetti, que interpreta o filho do Capitão Pátria, foi promovido ao elenco regular do próximo ciclo. O ator havia aparecido em caráter recorrente nas temporadas anteriores, mas faz sentido seu personagem ter mais destaque no quarto ano – considerando o gancho envolvendo o Ryan no último episódio da terceira temporada.

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

‘Deadpool 3’: Diretor comenta sobre reação de Hugh Jackman ao uniforme clássico de Wolverine

A ansiedade dos fãs atingiu um novo pico com a confirmação de que Hugh Jackman reprisará seu icônico papel de Wolverine nas telonas em ‘Deadpool 3‘.

No entanto, a surpresa ficou ainda maior quando foi revelado que Jackman usaria o famoso traje amarelo e azul do herói mutante.

O diretor do filme, Shawn Levy, compartilhou detalhes sobre como a ideia do traje clássico surgiu durante uma reunião com Kevin Feige, o presidente da Marvel Studios.

“Quando contamos a Kevin Feige que Jackman queria participar do filme, uma das primeiras coisas que ele disse foi: ‘Okay, mas vamos colocá-lo no traje amarelo e azul’. E então, quando me aproximei de Hugh com essa ideia, ele disse, ‘P*rra, sim!'”, revelou Levy em uma entrevista para o Jake’s Takes.

Anteriormente, ele disse ao podcast Happy Sad Confused que a sequência vai honrar o legado da franquia.

“Ao contrário da crença popular, ‘Deadpool 3’ tem tanto coração, emoção e ousadia quanto os outros filmes. Vou dizer o seguinte: até mais [violência e humor ácido] do que você pensa. Estou tão cauteloso… Mas uma coisa em que Ryan e eu estávamos realmente recíprocos era querer tornar ‘Deadpool 3’ semelhante, consistente e contínuo com o DNA da franquia, mas evoluindo o nível neste terceiro filme.”

Levy explicou que a evolução foi um desafio fácil de enfrentar – uma vez que eles definiram um detalhe importante da história:

“Assim que soubemos que seria um filme do Wolverine junto com o Deadpool, meu Deus! Que presente para qualquer contador de histórias. Porque você não tem apenas dois atores icônicos interpretando seus papéis mais icônicos, mas também dois personagens cuja dinâmica já é notoriamente tensa. E sempre que você estiver lidando com personagens que partem de um lugar de profunda antipatia, conflito e diferença entre eles, bem… Você sabe o que esperar. Deadpool não fecha a boca, e o homem rude e lacônico de poucas palavras [Wolverine] trazem uma ótima fórmula para contar histórias. E, no final das contas, o filme tem muito mais sobre caráter, profundidade e emoção do que o público espera.”

Lembrando que a aguardada sequência do Mercenário Tagarela foi adiada por tempo indeterminado devido à greve de atores em Hollywood.

Mesmo que a greve termine nas próximas semanas, o filme não terá condições de ser lançado na data inicialmente planejada, que era 3 de maio de 2024. Uma nova data de lançamento será anunciada em breve.

Ainda segundo o site, há uma grande chance de que ‘Capitão América 4′ seja adiantado para ocupar a data que originalmente pertencia a ‘Deadpool 3‘, já que o filme terminou as gravações e está em fase de pós-produção.

Embora os detalhes da trama do filme sejam mantidos em segredo, rumores sugerem que o Deadpool causará problemas nas linhas temporais e terá que lidar com a “vigilância” da Autoridade de Variação Temporal (AVT).

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

Karan Soni e Leslie Uggams completam o elenco como o carismático taxista Dopinder e a Cega Al, uma idosa com humor irreverente que serve como conselheira para o Deadpool.

O longa vai marcar mais uma colaboração entre Reynolds e Levy após ‘Free Guy: Assumindo o Controle‘ e ‘O Projeto Adam‘.

Ator que viveria o Aquaman relembra experiência no filme cancelado da ‘Liga da Justiça Mortal’, de George Miller

O ator Santiago Cabrera, conhecido por seu papel na série ‘Heroes’, relembrou recentemente sua experiência no filme cancelado da DC, ‘Liga da Justiça Mortal’, dirigido por George Miller.

Segundo o ComicBookMovie, Cabrera compartilhou detalhes sobre seu envolvimento no projeto e expressou seu interesse em retornar ao universo dos super-heróis, desta vez como vilão.

Cabrera, escalado para interpretar o Aquaman em ‘Liga da Justiça Mortal’, relembrou com entusiasmo o período de pré-produção do filme:

 “Na prática, eu era o Aquaman em 2007, quando a greve dos roteiristas atingiu. Pouco antes, nós fomos para a Austrália. Eu estava com George Miller, que é um diretor fenomenal que eu admiro muito. Tivemos um breve contato e ele me perguntou se eu gostaria de interpretar um super-herói. Foi uma experiência surreal, como se estivesse em um sonho”.

Infelizmente, a greve dos roteiristas de 2007-2008 colocou o projeto em hiato e, posteriormente, foi cancelado definitivamente. Apesar do revés, Cabrera ainda guarda boas lembranças da época:

“Só o fato de ter participado desse universo, de ter ido à Wētā Digital, a empresa de efeitos visuais de Peter Jackson, e ter experimentado o traje do Aquaman, foi algo incrível. Por um momento, tudo parecia muito real. Mas ao mesmo tempo, aprendi a não me apegar muito às coisas nesse ramo. Até que o filme seja lançado e você esteja falando sobre ele como estou agora, nada é certo”.

Apesar da frustração pelo cancelamento de ‘Liga da Justiça Mortal’, Cabrera demonstra entusiasmo pela possibilidade de retornar ao universo dos super-heróis:

“Claro que fiquei animado com o projeto. E se algo surgir novamente, por que não? Eu adoraria explorar o lado dos vilões. Acho que seria uma experiência muito interessante”.

O elenco traria D.J. Cotrona (Superman), Megan Gale (Mulher-Maravilha), Adam Brody (Flash), Armie Hammer (Batman), Common (Lanterna Verde), Teresa Palmer (Talia al Ghul), Hugh Keays-Byrne (Caçador de Marte), Santiago Cabrera (Aquaman), Zoe Kasan (Iris Allen) e Jay Baruchel (Maxwell Lord).

Lembrando que ‘Superman’, o aguardado novo filme do herói que marca o início do Universo Cinematográfico da DC sob a direção de James Gunn, está atualmente em produção.

O lançamento está marcado para 11 de julho de 2025.

‘Emilia Pérez’: Karla Sofía Gascón revela que pensou “o impensável” após polêmicas

Após a cerimônia do Oscar 2024, a atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se pronunciou sobre o período conturbado que enfrentou devido à repercussão de tweets preconceituosos de anos anteriores.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Gascón afirmou ter gostado da cerimônia, mas lamentou não ter vivenciado o momento “de forma mais normal”.

“Honestamente, achei muito divertida”, disse a atriz. “Eu teria gostado de vivenciar de forma mais normal, da felicidade de ser indicada, de celebrar, como estou agora, cheia de amor, uma pessoa que coloca sua alma e seu ser no seu trabalho e que se dedica aos outros”.

Gascón reforçou seu pedido de desculpas “a todos que ofendi em algum momento da minha vida e ao longo da minha jornada”, pedindo “perdão” e comprometendo-se a “continuar aprendendo e ouvindo para não cometer os mesmos erros no futuro”.

Ela justificou as “coisas dolorosas” que disse e fez como fruto “do medo, da minha própria ignorância, da minha própria dor”.

A atriz também abordou a polêmica em torno de seus tweets, alguns dos quais ela alega terem sido mal interpretados e fabricados.

“Nesse último episódio, o mais comentado e exposto da minha vida, várias contas falsas foram criadas em meu nome para aumentar a dor e a confusão”, disse Gascón. “Acusações absurdas e até delirantes foram feitas contra mim, o que feriu profundamente o meu espírito. As coisas escalaram a um ponto, e tão rapidamente, que eu nem conseguia respirar”.

Gascón revelou que, durante a controvérsia, chegou a contemplar “o impensável”.

“Houve momentos em que a dor foi tão avassaladora que contemplei o impensável”, confessou. “Tive pensamentos mais sombrios do que aqueles que considerei em algumas das minhas lutas anteriores, não menos íntimas e pessoais”.

A atriz compartilhou o que aprendeu com a experiência.

“Aprendi que o ódio, como o fogo, não pode ser apagado com mais ódio”, afirmou. “Ofensas não podem ser apagadas com mais ofensas, e erros não podem limpar outros erros, especialmente quando mentiras e falsidade proliferam por todo lado e tudo o que me mandam de volta é puro ódio, bullying descarado, vexação, desprezo e até ameaças de morte”.

Gascón também relembrou seus anos de luta por visibilidade para a comunidade trans. “Tenho defendido e refletido a vida de uma mulher trans presa no pior lugar possível: o corpo de um criminoso imerso em um patriarcado extremo”, disse a atriz.

Ela concluiu reafirmando seu compromisso com a defesa dos direitos dos mais desfavorecidos.

“Você sempre me encontrará no lado oposto do fanatismo, imposição, patriarcado, fascismo, ditaduras, terror, abuso e irracionalidade”, afirmou. “Não me prendo a nenhuma bandeira política; só tento ser um ser humano em constante evolução, com sucessos e falhas, mas com uma vontade inquebrável de aprender, ouvir, admitir erros, pedir desculpas e perdoar aos outros, assim como me perdoo pela dor desnecessária que causei”.

emilia perez

Entenda a polêmica

A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard (‘O Profeta’), que também assina o roteiro.

‘Hexed’: Disney revela primeira imagem de sua nova animação; Confira!

A Walt Disney Studios divulgou recentemente o primeiro olhar sobre ‘Hexed’, sua mais nova animação, que chega aos cinemas no próximo ano.

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Intitulado ‘Hexed’, o longa acompanha um adolescente excêntrico cuja mãe descobre que sua “estranheza” é, na verdade, a porta de entrada para um mundo mágico, algo que transforma completamente a vida dos dois.

Com poucos detalhes revelados, sabe-se que o filme será dirigido por Josie TrinidadJason Hand.

Roy ConliJuan Pablo Reyes Lancaster-Jones entram como produtores.

‘Hexed’ será lançado oficialmente nos cinemas mundiais em novembro de 2026, configurando-se como o terceiro título da Casa Mouse a chegar às telonas no ano que vem após ‘Cara de Um, Focinho de Outro’‘Toy Story 5’.

Netflix enfrenta investigação antitruste em meio à disputa bilionária pela Warner Bros. Discovery

As negociações para a venda da Warner Bros. Discovery atingiram um ponto crítico. Com apenas 24 horas restantes para o conselho da empresa avaliar a “melhor e última oferta” de David Ellison (Paramount), no valor de US$ 108 bilhões, a rival Netflix, favorita na disputa, tornou-se alvo de uma investigação profunda do Departamento de Justiça dos EUA (DOJ).

Conforme o Deadline, sob a liderança da procuradora-geral Pam Bondi, o DOJ emitiu uma solicitação civil de investigação para determinar se a aquisição de US$ 83 bilhões feita pela Netflix violaria as Seções 7 do Clayton Act ou 2 do Sherman Act. O objetivo é entender se a fusão criaria um monopólio capaz de reduzir substancialmente a concorrência no setor de streaming e produção cinematográfica.

Cineastas e produtores têm até o dia 23 de março para fornecer documentos ao órgão. Curiosamente, essa data ocorre apenas três dias após a reunião de acionistas marcada para 20 de março, que votará a recomendação de David Zaslav para aceitar a oferta da Netflix.

Ted Sarandos, co-CEO da Netflix, demonstrou confiança durante o tapete vermelho do BAFTA, ironizando a resistência da concorrente: “Simplesmente coloquem uma oferta melhor na mesa e vejam se conseguem vencer”.

No entanto, a defesa jurídica da Netflix, liderada por David Hyman, reforça que a empresa opera em um mercado competitivo e que qualquer alegação de monopólio é infundada.

James Cameron afirma que venda da Warner para Netflix seria “desastrosa” para o cinema

Vale destacar que a Netflix está adquirindo os estúdios de cinema e TV da Warner Bros., assim como a HBO Max, por US$ 83 bilhões. A Paramount tentou interromper a negociação com uma oferta hostil à Warner Bros. Discovery, mas sua proposta foi rejeitada.

Diretor de ‘Terrifier’ revela o único LIMITE que não será quebrado pela franquia

Damien Leone, o criador por trás da polêmica e sangrenta franquia ‘Terrifier’, continua desafiando os limites do terror a cada novo filme.

Art, o Palhaço, protagoniza cenas brutais de violência, que muitas vezes causam grande desconforto no público. Dessa maneira, Leone ficou conhecido pela intensidade de suas cenas de assassinato.

Porém, em conversa com a Variety, o diretor da franquia revelou que existe um limite que ele nunca ultrapassará em ‘Terrifier’.

Segundo Leone, o público nunca verá uma cena violenta envolvendo crianças em seus longas.

“Você pode cair facilmente em um nível de extremo mau gosto, algo que estou tentando evitar. Há uma cena no início em que Art assassina uma criança fora da tela, e você só ouve o som. Eu poderia ter mostrado isso e a maneira gloriosa como executamos a cena. Eu nunca faria isso, porque, para mim, seria totalmente repulsivo, e você vai alienar a maior parte do seu público. É como se estivesse tentando chocar tanto a audiência que acaba parecendo desesperado. Acho que é meu trabalho, como artista, tentar caminhar nessa linha de uma forma mais interessante, de uma maneira mais responsável”, afirmou Leone.

Embora não queira ultrapassar essa linha, o diretor não economiza em sangue e matança em seus filmes, o que tem dado certo, já que ‘Terrifier 3’ está apresentando um ótimo desempenho.

O filme já arrecadou sólidos US$ 41.5 milhões nas bilheterias mundiais.

O valor representa mais de vinte vezes o valor do seu custo de produção – que girou em torno de US$ 2 milhões. Para termos de comparação, o filme anterior havia contado com um orçamento de apenas US$ 250 mil.

Aclamado entre os críticos – com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o terror também parece ter agradado os espectadores. O longa recebeu uma nota B do público no CinemaScore – que é considerada uma boa média para o gênero.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

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Viola Davis será homenageada no Festival de Cannes 2022 por ativismo social

A atriz Viola Davis será homenageada pelo Kering’s Women in Motion Award, um prêmio especial concedido durante o Festival de Cinema de Cannes. Os curadores da cerimonia elogiaram todo ativismo e conquistas da artista.

Segundo os organizadores, ela merece reconhecimento “por seus papéis de atuação e por seu compromisso com os direitos das mulheres e minorias e uma maior inclusão na indústria cinematográfica por questões raciais e de gênero”.

A condecoração foi criada em 2015, destacando a criatividade e singularidade de mulheres que contribuem para transformar a sociedade, através da arte e da cultura. Nomes como Jane Fonda (‘Grace and Frankie’), Geena Davis (‘Os Fantasmas Se Divertem’), Susan Sarandon (‘Thelma & Louise’) e Patty Jenkings (‘Mulher Maravilha’) estão entre as premiadas.

Viola Davis já conquistou quase todos os troféus que Academia de Artes e Cinema de Hollywood tem a oferecer, incluindo um Globo de Ouro, um BAFTA, quatro SAG Awards, dois Tony Awards, um Oscar e um Emmy, sendo considerada “uma das atrizes e produtoras americanas mais influentes de seu tempo”, dizem os curadores.

Atualmente, Davis está estrelando como Michelle Obama em ‘The First Lady‘ da Showtime. Além disso, ela lançou um livro de memórias ‘Finding Me‘, que aborda suas experiências de infância em um ambiente desprivilegiado na Carolina do Sul, nos Estados Unidos.

James Gunn abre possibilidade dos atores de ‘Guardiões da Galáxia’ trabalharem na DC

James Gunn passou a ser celebrado no mundo do cinema a partir dos ‘Guardiões da Galáxia‘, trazendo consigo atores que se tornaram verdadeiras estrelas em Hollywood. E parece que o diretor pretende levar os seus parceiros de set para a sua nova casa.

Em entrevista à revista Empire, Gunn comentou sobre a sua amizade com os atores que atuaram pela Marvel e disse que as portas estão abertas para eles, caso queiram também trabalhar na DC, do qual é o presidente junto à Peter Safran.

“Não sei dizer o quão próximo sou de Chris Pratt, Pom Klementieff, Dave Bautista, Zoe Saldaña e Karen Gillan. Mas também sei que voltarei a trabalhar com todas essas pessoas individualmente. Provavelmente no meu outro emprego”, confessou o cineasta.

Gunn também falou sobre o seu novo posto na DC, e falou que a finalização do terceiro longa dos Guardiões é seu “trabalho diurno”, enquanto a reformulação desse outro universo cinematográfico seria “um serviço de meio período muito saudável que ocupa, pelo menos, outras 40 ou 60 horas da semana”. Vamos aguardar quais serão os seus próximos passos.

O novo filme dos mercenários espaciais no Universo Cinematográfico Marvel estreia nos cinemas no dia 05 de maio de 2023, e dará sequência a alguns arcos narrativos que já foram apresentados em ‘Guardiões da Galáxia: Especial de Festas‘.

Assista:

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Karen Gillan, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está parecendo um pouco diferente nos dias de hoje. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe ao seu redor para defender o universo, juntamente com a proteção de um dos seus. Uma missão que, se não concluída com sucesso, poderia muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões como os conhecemos

Castanha

(Castanha)

 

Elenco: João Carlos Castanha, Celina Castanha

Direção: Davi Pretto

Gênero: Drama Nacional

Duração: 95 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 20 de Novembro de 2014

Sinopse: 

João Carlos Castanha tem 52 anos e é ator. Também trabalha na noite como transformista em baladas gays. Vive com a mãe septuagenária, Celina, no subúrbio de Porto Alegre. Solitário, doente e confuso, aos poucos ele deixa de discernir realidade e ficção.

Curiosidades: 

» Foi exibido nos Festivais de Berlim, BAFICI, Paulínia e do Rio em 2014.

 

Trailer:

Cartazes:

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Fotos: