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‘Bones’: Todas as temporadas já estão disponíveis na Amazon Prime Video

Os fãs de séries investigativas podem comemorar, pois todas as temporadas da popular sérieBones‘ já estão disponíveis na plataforma de streaming da Amazon Prime Video. A produção teve sua estreia na grade de programação nesta semana.

Lançada em setembro de 2005, ‘Bones‘ traz como plot a investigação de assassinatos envolvendo restos mortais, mais precisamente ossos. A série é estrelada por David Boreanaz e Emily Deschanel. 

A série de TV é inspirada na vida da real Kathy Reichs, uma antropóloga forense considerada uma das melhores nos Estados Unidos em sua área.

A produção conta com 12 temporadas no total.

Confira o trailer da série:

bones

 

‘And Just Like That’: Confira as primeiras cenas do revival de ‘Sex and the City’ na nova promo da HBO Max

A HBO Max preparou uma nova leva de conteúdos originais que chegam em breve para os seus assinantes e a nova promo do streaming, divulgada no intervalo do Emmy Awards 2021, traz as primeiras cenas do revival de ‘Sex and The City‘.

O vídeo promocional ainda reúne recortes de outras produções como ‘Peacemaker‘, bem como a 3ª temporada de ‘Succession‘.

Confira:

Lembrando que a série revival contratou quatro novos membros ao seu elenco: Cathy Ang (‘A Caminho da Lua’), Niall Cunningham (‘Curb Your Enthusiasm’), Alexa Swinton (‘Tempo’) e Cree Cicchino (‘Mr. Iglesias’).

Ang será vida a Lily Goldenblatt; Cunningham será Brady Hobbes; Swinton irá interpretar Rose Goldenblatt; e Cicchino será a namorada de Brady, Luisa Torres.

Eles se juntam às recentemente confirmadas Sarita ChoudhuryNicole Ari ParkerKaren Pittman, que darão vida à três mulheres poderosas de Nova York, cuja conexão com Carrie (Sarah Jessica Parker), Miranda (Cynthia Nixon) e Charlotte (Kristin Davis) ainda é desconhecida.

Confira a primeira imagem oficial abaixo:

A série acompanhará Carrie, Miranda e Charlotte conforme navegam pela complicada jornada da vida e da sua amizade de quando estavam no auge dos seus 30 anos, agora para uma fase ainda mais complicada no auge dos seus 50 anos.

A nova temporada será composta por dez episódios e também trará o retorno de Steve (David Eigenberg), Harry (Evan Handler), Stanford (Willie Garson), Anthony (Mario Cantone), Mr. Big (Chris Noth) e Aidan (John Corbett).

Sara Ramirez (‘Grey’s Anatomy’) fará sua introdução como Che Diaz, uma comediante não binária que apresenta um podcast que traz Carrie como uma das convidadas regulares.

Kim Cattrall, intérprete da icônica Samantha, não retorna.

Criada por Darren Star (hoje à frente de ‘Emily em Paris‘), a série original contou com seis temporadas, exibidas entre os anos de 1998 e 2004 na HBO.

‘O Rei dos Reis’: Sucesso de público nos cinemas chega ao streaming; Saiba como assistir!

Após‬‭ conquistar‬‭ cerca‬‭ de‬‭ 450‬‭ mil‬ espectadores‬‭ nos‬‭ cinemas‬‭ brasileiros,‬‭ a‬‭ aclamada animação cristã‬‭ ‘O‬‭ Rei‬ dos‬‭ Reis‘‬‭ já‬‭ está‬‭ disponível‬‭ para‬‭ aluguel‬‭ e‬‭ compra‬‭ nas‬‭ plataformas‬
‭digitais. O longa pode ser encontrado na Amazon‬‭ Prime,‬‭ Apple‬‭ TV+,‬‭ YouTube‬‭ Filmes,‬‭ Google‬‭ TV,‬‭ Claro‬ TV+ e Vivo Play‬‭.‬‭

A chegada ao digital marca uma nova etapa para o longa. Lançado em 17 de abril, véspera do feriado da Páscoa, o longa conquistou o público com sua narrativa sensível e comovente, e se transformou em um fenômeno também nas redes sociais.

Os dois trailers oficiais já acumulam mais de 18 milhões de visualizações nos canais da Heaven Content, distribuidora responsável pelo lançamento em parceria com a 360 WayUp.

Vale lembrar que o longa abriu com US$ 19 milhões no território norte-americano, tornando-se a maior estreia para uma animação bíblica da história do cinema, superando o lançamento de ‘O Príncipe do Egito‘, da DreamWorks, que estreou há 27 anos.

Além disso, ‘O Rei dos Reis‘ recebeu nota A+ do público no CinemaScore, com 94% de aprovação no Screen Engine/Comscore PostTrak e 83% de recomendação definitiva entre o público regular.

Por meio de um comunicado oficial, Brandon Purdie, Chefe Global de Distribuição Cinematográfica e Desenvolvimento de Marca da Angel Studios, comemorou o marco e refletiu sobre o sucesso prematuro do longa:

“A Angel Guild escolhe os vencedores. O modelo da Angel é simples: ouça o que a nossa Angel Guild quer. A nota de ‘O Rei dos Reis‘ no CinemaScore diz tudo. O filme é um dos 128 a alcançar a nota A+ no CinemaScore, e apenas o quinto filme de animação a receber esse título que não é uma produção da Pixar/Disney. As famílias querem filmes de qualidade para assistir juntas nos cinemas. Este fim de semana simplesmente reflete o que o público está desejando”.

O filme já superou os números iniciais de sucessos comoSom da Liberdade e His Only Son, conforme informações divulgadas pelo Deadline.

A produção é inspirada na obra do famoso escritor Charles Dickens (“Um Conto de Natal” e “Oliver Twist“), intituladaA Vida de Nosso Senhor”, escrita entre 1846 e 1849. O conto retrata a vida de Jesus, seus desafios e tribulações, e seus relacionamentos com amigos e inimigos.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa é dirigido Seong-ho “Jay” Jang, um pioneiro em efeitos visuais na Coreia, com produção de Anfernee Kim (‘Os Últimos Cavaleiros’).

O roteiro foi escrito por Jang em parceria com Rob Edwards (‘A Princesa e o Sapo’).

Além de Isaac, o filme conta com um elenco de estrelas de peso, incluindo Forest Whitaker (‘O Último Rei da Escócia’) como o apóstolo Pedro, Kenneth Branagh (‘Morte no Nilo’), Roman Griffin Davis (‘Jojo Rabbit’) e Uma Thurman (‘Kill Bill’).

A trama acompanha Charles e Walter Dickens, dublados por Branagh e Davis, respectivamente. Pai e filho embarcam em uma jornada épica enquanto o pai envolve a imaginação do filho com a fascinante história de Jesus.

‘Os Crimes de Grindelwald’ ganha novas fotos com Newt em perigo; Confira!

A EW divulgou duas novas fotos de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald. Nela, vemos Newt em uma cena no subterrâneo de Paris. E Eddie Redmayne conversando com Jude Law nos bastidores. Confira:

Novas fotos dos bastidores de Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald mostram o ator Eddie Redmayne, o Newt Scamander, durante as filmagens. Confira:

A Warner Bros. do Brasil divulgou o logotipo oficial da sequência de Animais Fantásticos e Onde Habitam que será lançada como Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’.

A estreia no Brasil foi agendada para 15 de Novembro de 2018.

Confira, com a primeira imagem do elenco:

“No final do primeiro filme, o poderoso Bruxo das Trevas Gerardo Grindelwald (Johnny Depp) foi capturado pela MACUSA (Congresso Mágico dos Estados Unidos da América) com a ajuda de Newt Scamander (Eddie Redmayne). Mas, cumprindo sua ameaça, Grindelwald escapou e começou a reunir seguidores, que em sua maioria desconhecem seu verdadeiro propósito: elevar os bruxos de sangue puro para dominar todos os seres não-mágicos. Em um esforço para frustrar os planos de Grindelwald, Alvo Dumbledore (Jude Law) procura seu antigo aluno, Newt Scamander, que concorda em ajudar, sem saber dos perigos que o aguardam. Linhas são traçadas quando amor e lealdade são testados, mesmo entre os amigos e familiares mais verdadeiros, em um mundo bruxo cada vez mais dividido”.

‘Animais Fantásticos – Os Crimes de Grindelwald’: Conheça os novos personagens!

O elenco conta com Ezra Miller (Credence) e Zoe Kravitz (Leta Lestrange), que retornam. Além disso, Callum Turner ingressa à adaptação como o irmão de Newt, o herói de guerra, Theseus Scamander, que se juntam a Katherine WaterstonEddie RedmayneAlison Sudol  e Dan FoglerJohnny Depp vive o vilão Gerardo Grindelwald e Jude Law será o jovem Dumbledore.

J.K. Rowling, que estreou como roteirista no grande sucesso mundial ‘Animais Fantásticos e Onde Habitam‘, também escreveu o roteiro do segundo filme da franquia.

David Yates volta a dirigir. A estreia está marcada para 15 de novembro de 2018. Cinco filmes desse novo universo já estão garantidos.

Confira nossa crítica em vídeo:

 

‘Aves de Rapina’: Gravações podem começar já em janeiro de 2019

Apesar do fracasso de crítica de ‘Esquadrão Suicida‘, todos concordaram que Margot Robbie como a Arlequina foi o grande destaque do filme. Sabendo disso, a DC está desenvolvendo nada menos do que três projetos envolvendo a personagem. Um deles será Aves de Rapina, com a direção de Cathy Yan.

Agora, de acordo com o Heroic Hollywood, as gravações devem começar em janeiro de 2019, antes prevista para meados de 2018, pois Margot Robbie precisaria de mais tempo para gravar outros filmes.

O filme irá focar em Arlequina, Batgirl e outras personagens femininas do Universo da DC. Recentemente, em entrevista ao Collider, Robbie falou sobre o projeto.

“Eu dei uma ideia de um filme para maiores sobre uma gangue de mulheres incluindo a Harley, eu estava tipo: ‘A Harley precisa de amigas’. Harley adora interagir com as pessoas, então não a faça ter um filme solo. Ela tem que estar com outras pessoas, e deveria ser uma gangue de mulheres”

A atriz continua, “E, claro, ter uma diretora para contar essa história. E dar a essa diretora um grande orçamento para trabalhar. […] Era muito importante encontrar uma diretora para isso. Mas, no final do dia – homem, mulher – o melhor diretor consegue o trabalho, e Cathy era a melhor.”

Christina Hodson (‘Bumblebee’) está trabalhando no roteiro.

‘Deadpool 2’: Análise do NOVO trailer e seus Segredos

Dois anos após trazer o humor negro e a violência explícita para os filmes de heróis, Deadpool (Ryan Reynolds) está de volta com sua irreverência e mau gosto. Com a adição do já anunciado Cable (Josh Brolin), o trailer da continuação surpreende ao revelar a X-Force, mais nova equipe dos mutantes no cinema.

Assim como fizemos em Guerra Infinita (que você pode conferir no link), preparamos uma análise com os pontos mais relevantes do trailer. Confira!

Trilha Sonora

O trailer já começa em grande estilo ao mostrar Deadpool em fuga. Seu piloto é Dopinder (Karan Soni), o motorista de táxi favorito de todo mundo (depois do Agostinho Carrara), que começa a correr dos tiros enquanto exalta o estilo de vida do Mercenário Tagarela.

Além da volta de Dopinder, a música que o piloto escuta é All Out of Love, da banda Air Supply. Ela segue um estilo parecido ao de Angel of the Morning, que marcou a abertura do filme original. Ao que parece, o estilo musical seguirá bem próximo do primeiro.

Pouso de Super-Herói

Outra grande piada do primeiro filme é trazida de volta no trailer. O “Superheroe landing” (aquelas poses badass que os heróis fazem quando caem de algum lugar alto) é elevado ao extremo nessa passagem. Enquanto Dopinder elogia as coxas fortes do Deadpool, ele aparece fazendo o tal “pouso de super-herói” enquanto usa saltos. Isso sim é mutação!

Vanessa

Há algum tempo, alguns veículos disseram que Vanessa (Morena Baccarin) não estaria na continuação. Depois da polêmica exibição teste, jornalistas dos EUA confirmaram sua presença, mas reclamaram de seu tempo de tela.

Neste exato momento, Deadpool 2 passa por refilmagens. E ao menos pelo conteúdo do trailer, Vanessa parece ter bastante espaço. Teremos que esperar para ver como será a abordagem da personagem.

Motivação de Cable

Cable é um viajante do tempo. Filho de Scott Summers, o Ciclope dos X-Men, com o clone de Jean Grey, sua missão é deter o mutante Apocalipse, o que implica em voltar no tempo para impedir que ele ascenda ao poder.

No filme, o que motiva sua vinda ao passado é um jovem mutante ainda não identificado (papel de Julian Dennison). A opção por não usar o Apocalipse é ótima para evitar mais confusões na linha do tempo dos X-Men, sem contar que ninguém gostou da última aparição do vilão, interpretado por Oscar Isaac em X-Men: Apocalypse (2016). A trama da volta no tempo para impedir alguma tragédia no futuro deve render piadas com os filmes do gênero, como Minority Report (2002), O Exterminador do Futuro (1984) e até mesmo De Volta Para o Futuro (1985).

Tony Stark, Bruce Wayne, Wade Wilson

Deadpool aparece falando com o Fuinha (T.J. Miller) sobre montar uma equipe, criando uma cena quase que recorrente nos filmes de herói. Tony Stark falou isso ao menos duas vezes nos longas da Marvel, Bruce Wayne falou isso em Liga da Justiça, e agora Deadpool disse. Esse tal mega grupo já vem sendo especulado há alguns anos, mas agora ganha sua confirmação.

Wade Xavier

O Professor Xavier foi alvo de algumas piadas no filme original. Agora, Deadpool chega à Mansão do X-Men e toma conta do lugar (e da cadeira)! É interessante ver a caracterização da casa. Os móveis e a pintura são bem rústicos, quase dignos de museu. Os quadros na parede ostentam imagens de Karl Marx, Abraham Lincoln e Barack Obama.

No final, vemos o X-Jato decolar. Será que o piloto é o Deadpool? Afinal, quem consegue roubar a cadeira de rodas de Charles Xavier não deve ter problemas em levar o jato…

Três Empregos

O megagrupo de Deadpool começa a ganhar forma e somos apresentados a seus novos membros:

Bedlam (Terry Crews): Jesse “Bedlam” Aaronson é um mutante capaz de criar e projetar um campo de bioenergia. Suas rajadas conseguem desativar aparelhos eletrônicos. Parece que o Julius conseguiu mais um emprego, não é mesmo?

Dominó (Zazie Beetz): Neena Thurman, diferentemente da maioria dos mutantes, não nasceu com seus poderes. Assim como Deadpool, ela é resultado de um experimento que buscava a criação da arma perfeita. Sua habilidade especial é “ter sorte” /manipular a realidade ao seu favor. Comenta-se nos bastidores que as atuações de Zazie e Ryan têm muita química e isso reflete diretamente nos personagens.

Faísca? (Shioli Kutsuna): Ok, ainda não há uma confirmação sobre essa personagem, mas tudo indica que ela seja a mutante Faísca. Seus poderes são absorver e projetar eletricidade. Como ela aparece energizando uma corrente, presumimos ser ela mesmo.

X-Force Forever!

Depois de muita enrolação, Wade Wilson confirma o nome da equipe como X-Force. Estão todos juntos em um avião, quando Deadpool diz como eles se chamam e faz um gesto muito similar à saudação de Pantera Negra, sucesso recente da Marvel.

O filme da X-Force já vinha sendo falado há muitos anos, mas agora ganhou forma. Deadpool 2 deve servir como trampolim para um futuro filme deles.

IT Follows

Logo em seguida ao gesto, Dominó faz uma piada com a cópia descarada de Deadpool. Porém, o grande destaque dessa cena é a confirmação do ator Bill Skarsgård (o Palhaço Pennywise, de IT: A Coisa). Seu papel ainda não foi confirmado, mas a máscara amarela indica que ele seja o mutante Zeitgeist, que vomita ácido.

Plata o Plomo?

Deadpool aparece num ambiente completamente esquisito, que não me surpreenderia ser a casa do Fuinha, todo coberto de um pó branco e com a máscara mal colocada. Nesse ambiente do mau gosto, há também uma cabeça de galinha.

Vale dizer que a Dominó é conhecida por ter medo de galinhas, e a relação de Deadpool com galináceos também não é lá muito amistosa.

Roupa Branca?

Ok, essa aqui me deixou confuso. Tradicionalmente, o Deadpool usa um traje branco e preto na X-Force. Nesse quadro, entretanto, ele aparece em um ambiente completamente destruído, então esse efeito no uniforme pode ser só sujeira.

Mas assim, mesmo que ele esteja usando a roupa vermelha e preta, esse uso de cores pode indicar uma mudança real na fantasia do personagem. Ah, ele também está usando um tipo de coleira/ gargantilha. Provavelmente, ele será preso em algum momento do filme.

Enfermaria

Dominó aparece em duas cenas do trailer passando nessa enfermaria. Na parede atrás dela, temos as palavras “Pureza”, “Humanidade” e “Mutantkind”. Isso pode indicar que visitaremos o passado dela de cobaia ou algum centro de “cura” para mutantes. De qualquer forma, esses capangas uniformizados de branco parecem ter papel relevante na trama.

X-Pool

Colossus (Stefan Kapicic) passa o primeiro filme inteiro tentando convencer Deadpool a se unir aos X-Men. Ao que tudo indica, a persistência do Soviético Prateado deu resultado. Wade aparece usando seu uniforme tradicional com uma camisa amarela dos alunos de Charles Xavier, muito similar ao traje da Míssil Adolescente Megassônico (Brianna Hildebrand).

Ladypool

Na versão (+18) do trailer, Deadpool explica para Dopinder o porquê de Quatro Amigas e Um Jeans Viajante (2005) ser um “pornozão”. A piada já funcionaria pelo filme ser uma comédia dramática, mas ela fica melhor ainda por ser um filme estrelado pela esposa de Ryan Reynolds, Blake Lively. Que todos vocês possam um amor para te zoar em um filme de quadrinhos!

 

Deadpool 2 estreia em 17 de Maio de 2018.

Crítica | Juntos Para Sempre – A Missão dos Doguinhos é Amar Incondicionalmente

Há amizades que transcendem uma vida, diz a sinopse do filme ‘Juntos Para Sempre’. Mas a verdade é que é o amor, o verdadeiro amor, que nos faz atravessar todas as dificuldades e nos impulsiona a completar a missão que cada um de nós tem em todas as oportunidades que ganhamos para reencarnar. É disso que se trata ‘Juntos Para Sempre’.

Continuação do sucesso ‘Quatro Vidas de um Cachorro’ (2017), neste novo capítulo, a saga do cãozinho Bailey (novamente com a voz de Josh Gad, na versão original) continua com a família de seu tutor, Ethan (Dennis Quaid, bem carismático já entrando na 3ª idade) e a esposa deste, Hannah (Marg Helgenberger, a famosa investigadora Catherine, de CSI Las Vegas, irreconhecível como uma senhora de sessenta anos). Mas a configuração da família que vive na fazenda mudou, e agora conta com a presença de Glória (Betty Gilpin) e da bebê CJ, neta do casal principal. Quando Bailey parte novamente para o céu dos doguinhos, Ethan lhe pede que, da próxima vez, que ele reencarne e busque proteger sua neta, CJ. Eis aí a nova missão de Bailey, que não poupará esforços para cumprir o que lhe é incubido.

A direção de Gail Macuso consegue manter o mesmo ritmo e fofurice do primeiro filme, que neste segundo capítulo faz o espectador ficar o tempo todo participando da jornada pelo ponto de vista e pela narrativa do animalzinho, que não deixa a peteca cair nem mesmo nos momentos mais difíceis (e estes, novamente, são retratados de forma alegórica, sem carregar o drama mais do que o necessário). Tudo isso é reforçado pelo roteiro escrito a quatro mãos (W. Bruce Cameron, Maya Forbes, Cathryn Michon e Wallace Wolodarsky), que intercala as falas dos humanos encaixando em um timing perfeito com as reflexões de Bailey.

Embora a trama principal seja centrada no catioro, em ‘Juntos Para Sempre’ todos os personagens têm suas jornadas particulares, dificuldades que devem superar para que cada algum atinja o seu próprio final feliz. Para isso, o filme debate questões pertinentes ao mundo dos humano-cachorro, como, por exemplo, mostrar a situação de hiper lotação dos abrigos para animais, que, com tantos bichinhos, às vezes precisa “abrir espaço à força” para que novos bichanos possam sem acolhidos (se é que vocês me entendem).

Para quem curte um filme redondinho, com todos os clichês que existem para aquecer o coração, e para aqueles que curtem filmes com bichinhos fofinhos, ‘Juntos Para Sempre’ é um entretenimento cheio de carinho, para toda a família, que faz você ir para casa correndo abraçar seu catioro.

‘Annabelle 3’: James Wan afirma que filme recebe o tom de ‘Invocação do Mal’

As filmagens de ‘Annabelle 3‘ foram encerradas e muitos fãs estão esperando que a qualidade vista no último spin-off da boneca maldita continue presente no novo filme.

Entretanto, parece que os fãs vão receber muito mais do que esperam, pois o diretor da franquia ‘Invocação do Mal’, James Wan, afirmou que o filme funciona mais como um episódio principal da franquia do que como um spin-off:

“Finalmente estamos na casa dos Warren então pela própria circunstância de estarmos na casa, com a presença do casal Warren, com uma história focada na família, certamente funciona mais como um longa ‘Invocação do Mal‘.”

Sendo assim, ‘Annabelle 3‘ servirá como um filme similar aos dois primeiros ‘Invocação do Mal‘.

Confira a sinopse:

Determinadas a impedir Annabelle de causar mais estragos, os demonologistas Ed e Lorraine Warren trazem a boneca possuída para a sala de artefatos trancada em sua casa, colocando-a “em segurança” atrás do vidro sagrado e conjurando a santa bênção do padre. Mas uma noite profana de horror espera enquanto Annabelle desperta os espíritos malignos na sala, que todos se voltam para um novo alvo – a filha de 10 anos de Judens, Judy, e suas amigas.

O roteirista Gary Dauberman (filmes ‘A Freira’, ‘IT: A Coisa’, ‘Annabelle’) dirige seu primeiro longa-metragem na franquia ‘Invocação do Mal‘, que já conquistou US$ 1,5 bilhão em bilheterias pelo mundo.

O novo filme de terror é mais uma vez produzido pelo criador do universo ‘Invocação do Mal‘, James Wan. 

O filme é estrelado por McKenna Grace (da série de TV ‘ The Haunting of Hill House’, ‘Gifted’ e o filme ‘Capitã Marvel’) como Judy; Madison Iseman (‘Jumanji: Bem-vindo à Selva’, ‘Goosebumps 2: Halloween Assombrado’) como sua babá, Mary Ellen; e Katie Sarife (das séries de TV ‘Youth and Consequences’ e ‘Supernatural’) como a amiga problemática Daniela; com Patrick Wilson (filmes ‘Invocação do Mal’ e ‘Sobrenatural’, o próximo filme ‘Aquaman’) e Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’, o próximo filme ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’, da série de TV ‘Bates Motel’) reprisando seus papéis como Ed e Lorraine Warren.

Dauberman também escreveu o roteiro a partir de uma história de Wan & Dauberman. Os produtores executivos são Michael Clear e Michelle Morrissey.

O filme está com lançamento marcado para 2 de Julho de 2019, e será distribuído pela Warner Bros. Pictures, uma empresa Warner Bros. Entertainment Company.

Crítica de Álbum | Like a Virgin – Madonna e suas aventuras amorosas

Quando ouvimos o nome Madonna, automaticamente pensamos em um dos maiores nomes da história da música – não apenas por suas rendições atemporais que acompanham gerações até hoje, mas também pela capacidade da performer em chocar o público desde sua consagração em 1983 com seu primeiro álbum de estúdio autointitulado. Porém, sua capacidade de nos envolver com letras e escopos musicais explícitos veio um ano depois com o lançamento de Like a Virgin, seguindo o sucesso sem precedentes do memorável début.

Em sua segunda obra, a artista buscava uma maior autonomia produtiva, porém não conseguiu o aval da produtora de seus discos. Por essa razão, Madonna aventurou-se em uma autodescoberta de independência ao lado de Nile Rodgers, confiando nele para tornar real a possibilidade de diversos sucessos, ainda mais considerando que Rodgers já havia trabalhado com o lendário David Bowie. O resultado, mesmo não chegando no mesmo patamar que o disco anterior, foi bastante aprazível e permitiu que ela marcasse mais uma vez em um árduo trabalho – que gerou canções revisitadas por diversos outros nomes, conterrâneos ou futuros.

A primeira track é um irônico mergulho no mundo capitalista, travestido em versos dançantes e uma paixão inenarrável da cantora pela bombshell Marilyn Monroe, buscando referências estéticas de “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” em 1953, provando que não pensaria duas vezes em honrar algumas de suas maiores influências. Não é surpresa que, em união ao videoclipe, “Material Girl” transforme-se em um intrínseco desejo do eu-lírico em conquistar o que sempre almejou; os arranjos sintéticos marcam correlações com o CD predecessor, mas abre um terreno fértil para que Madonna explore um delicioso soubrette, uma afetação que conversa com sua reafirmação de gênero em uma causalidade a priori superficial, porém dotada de um cinismo dançante acompanhado pela mutável bateria. Em comparação à contemporaneidade, a música pode erroneamente transmitir uma sensação datada – refutada pela robótica voz de Frank Simms que acompanha a lead singer.

O soubrette apareceria mais uma vez com Like a Virgin, cuja estruturação híbrida entre os sintetizadores e o teclado é simplesmente divina e reflete o apreço da cantora com os instrumentais em questão. A explicitação, levando em conta a época perscrutada por tabus em que a faixa foi lançada, é sexy e dotada de controvérsias apaixonantes: “como uma virgem, tocada pela primeira vez” é o verso que inicia cada um dos refrãos cada vez com mais potência.

O álbum em si peca por alguns excessos que não são facilmente ignoráveis, a começar pela saturada repetição monofônica de investidas recicladas: temos em “Angel”, por exemplo, uma construção confessional acompanhada pelos arranjos do electro-pop e por uma rendição mais grave da lead, que não perde a oportunidade de fazer declarações e mais declarações para um caso amoroso – mantendo estritas relações contraditórias com “I Know It” e “Physical Attraction”. Entretanto, a belíssima construção lírica e sonora perde força quando comparada com o cíclico e monótono “você é um anjo” (“you’re an angel”), que insurge em primeiro plano mais vezes do que deveria. O mesmo acontece equívoco dá as caras em “Dress You Up”, cujo escopo revitalizante e onírico entrega os holofotes para a explosão de “vou te vestir com meu amor” (“gonna dress you up in my love”). É interessante e trágico ao mesmo tempo como os backing vocals ganham mais expressividade que a artista em si.

As repetições também aparecem em “Over and Over”, mas não causam a mesma sensação extenuante de antes. A dinâmica faixa é nostálgica e atual ao mesmo tempo, funcionando como uma espécie de mensagens de apoio para os ouvintes, pedindo para que, caso a vida lhes derrube, que se levantem e tentem “de novo e de novo”. Tal supressão das infelicidades das múltiplas esferas cotidianas é logo jogada propositalmente no lixo com a chegada de “Love Don’t Live Here Anymore”, uma impecável balada que faz ótimo uso do violino e do violão, criando uma épica espontaneidade e dividindo o centro de nossas atenções entre a atmosfera efusiva e uma entrega extremamente tocante.

“Pretender”, por sua vez, cria em nós uma expectativa quase noir, utilizando as desnecessárias repetições de tracks anteriores a seu favor, colocando-as já no ato de abertura. Todavia, essa troca não é o suficiente para tirar-lhe as construções formulaicas e os convencionalismos que seriam apenas retirados em sua totalidade com “Stay”. Aqui, o premeditável crescendo alterna com fluidas declinações, acompanhadas pela brutalidade contrastante da bateria que antecede as principais viradas. “Shoo-Bee-Doo” retoma as sensações oníricas integrantes de investidas anteriores, recebendo uma interessante romantização cuja confirmação é feita por versos como “eu vejo muita confusão [em seus olhos], e isso está me matando” – uma notável empatia que também se tornaria marca da discografia de Madonna.

Like a Virgin pode não ter o mesmo respiro inovador da obra anterior, mas ainda assim constrói-se em uma jornada repleta de declarações e confissões epistolares que mostram a vulnerabilidade de sua artista ao mesmo tempo que divulgam uma expressividade intimista sem igual.

Nota por faixa:

  • Material Girl – 5/5
  • Angel – 2,5/5
  • Like a Virgin – 4,5/5
  • Over and Over – 4/5
  • Love Don’t Live Here Anymore – 5/5
  • Dress You Up – 3/5
  • Shoo-Bee-Doo – 3,5/5
  • Pretender – 3,5/5
  • Stay – 4/5

‘Matrix 4’: Yahya Abdul-Mateen II deve viver o jovem Morpheus na sequência

Yahya Abdul-Mateen II foi elencado há alguns meses na já vindoura sequência Matrix 4’ e, agora, fontes podem ter revelado quem ele viverá no longa-metragem.

Segundo fontes próximas ao site We Got This Covered, o ator, conhecido por seu papel como Arraia Negra em Aquaman, deve interpretar uma versão mais jovem do icônico Morpheus na narrativa. O personagem foi vivido por Laurence Fishburne nos filmes originais.

O próximo capítulo da franquia chegará aos cinemas no dia 21 de maio de 2021Lana Wachowski retorna como diretora.

Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss retornam. O elenco ainda conta com Jada Pinkett Smith, Jonathan Groff, Jessica Henwick e Neil Patrick Harris.

Em entrevista ao Yahoo!, Reeves adiantou detalhes sobre o novo filme:

“A Lana Wachowski se encontrou com James Cameron para discutir os avanços da tecnologia 3D, e está disposta a usar a tecnologia para fazer algo nunca antes visto, como no primeiro filme. Tenho uma obrigação com meus fãs de fazer um filme digno da franquia, que seria uma verdadeira revolução no gênero ação”, afirmou.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1,6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

A Representatividade LGBTQ+ no Cinema e na Televisão: Uma Breve História

28 de junho de 1969. Stonewall Inn, Nova York.

Já fazia sete anos desde que a homossexualidade havia sido “descriminalizada” – e coloque aspas nisso. Afinal, ainda que o relacionamento entre pessoas do mesmo sexo não culminasse em prisões ou pena de morte, a comunidade LGBTQ+ ainda sofria diversos abusos e preconceitos por parte de uma “majoritária” parcela heterossexual e heteronormativa que os observava com descaso e nojo.

Não foi até a uma e vinte da manhã do dia em questão que o movimento queer tornou-se o que conhecemos hoje e mudou inclusive as relações entre esse grupo e como a mídia os representava. Afinal, a brutalidade policial no único e precário bar abertamente gay localizado numa escura viela do Greenwich Village foi a fatídica gota d’água para aqueles que desejam apenas viver – e, desde então, a luta por representatividade ganhou um escopo gigantesco.

Entretanto, é só agora que o cenário está começando a mudar – e passos bastante curtos, diga-se de passagem. Mesmo com a suposta aceitação por parte de Hollywood e dos outros grande monopólios do entretenimento, é inegável dizer que os LGBTQ+ foram a priori tratados como motivo de chacota, escapes cômicos ou se restringiam a personagens rasos ou estereotipados, transformando-se em personas reais há poucos anos.

Qual foi nossa surpresa quando Moonlight: Sob a Luz do Luar, um drama baseado em fatos reais que reuniu todas as minorias em uma mesma narrativa, levou para casa a estatueta de Melhor Filme na cerimônia do Oscar 2017, e acendeu uma fagulha de esperança. Porém, foram quase cinquenta anos desde a insurgência do movimento contemporâneo até que isso se tornasse verdade – e, apesar do aumento esporádico da diversidade, o buraco é muito mais embaixo do que parece.

1895-1989: O SÉCULO PERDIDO

O cinema surgiu no final do século XIX em duas partes do mundo: na França, com os Irmãos Lumière, e nos Estados Unidos, com Thomas Edison. Desde aquela época, representava-se personagens LGBTs – mas não pense que era da melhor forma possível.

Em The Gay Brothers (1895), Edison criava uma curtíssima narrativa de dezoito segundos que simplesmente dançam ao som pós-introduzido de um violino e que servem mais como escape cômico do que qualquer outra coisa. Em 1923, Ralph Ceder dirigiria outra produção trazendo Stan Laurel como um gay afeminado cujo arco era marcado pela mais “pura” comédia. Sua construção era superficial por demais e restringia a presença queer apenas para tramas desse tipo.

As coisas mudariam consideravelmente algumas décadas mais tarde – para pior. Em 1967, o canal CBC abria seu primeiro segmento televisivo LGBT; mas para aqueles que pensam que o programa era apresentado por membros da comunidade, sinto lhes informar que as pautas funcionavam como compilados de estereótipos negativos do homem gay. Ou seja, além da manutenção de preceitos infundados e vistos como anormalidades, a mídia apagava por completo as lésbicas, os bissexuais e os transgêneros.

Nem tudo estaria condenado a mentiras e a preconceitos. A ABC, em clara resposta ao canal supracitado, criaria um dos primeiros shows de comédia com um personagem homossexual complexo encarnando o protagonista. That Certain Summer (1972) trazia Hal Holbrook e Martin Sheen como um casal que procurava o melhor jeito de criar sua família e o resultado foi a transmissão da série pioneira que simpatizava com os LGBTs. O mesmo aconteceria com The Jeffersons e SOAP (1977), duas sitcoms que abriam espaço para o protagonismo gay.

Porém, as primeiras emissoras americanas ignoravam as mulheres lésbicas. The Rejected (1961) e The Homosexuals (1967), os primeiros documentários gays, excluíam-nas descaradamente, enquanto na mídia ficcional, eram retratadas como serial killers ou então as vítimas. Em 1974, a NBC estreou o episódio ‘Flowers of Evil’ da série documental Police Woman, em que os estereótipos lésbicos ganhavam uma dimensão assustadora ao trazer um trio de mulheres homossexuais (descritas, é época, como a Sapatão, a Vadia e a Femme Fatale) que roubavam e assassinavam os residentes de um asilo. A iteração, recheada de argumentos preconceituosos, foi recebida negativamente pela Associação Liberal Feminista Lésbica, que arquitetou um protesto na frente do quartel-general da emissora.

A partir da década de 1980, com a emergência da AIDS e sua errônea associação à comunidade queer, grande parte dos espectadores promoveram boicote aos filmes e às séries que trouxessem temática LGBT. A entidade responsável por esse embargo era a AFA (Associação da Família Americana), que argumentava que o “estilo de vida homossexual” era decadente. Dessa forma, a já mínima porcentagem representativa cairia drasticamente, mantendo-se dessa forma até o início do século XXI.

OS ANOS 1990: PERPETUANDO OS ESTEREÓTIPOS

Se a década de 1980 ficou conhecida por seu expressivo número de filmes de terror slasher, os próximos dez anos ganhariam fama pela quantidade inefável de comédias românticas ou rom-coms – e, procurando abrir espaço para uma questionável diversidade midiática, trouxe personagens LGBTQ+ dentro das devidas restrições e estereótipos.

As Patricinhas de Beverly Hills e O Casamento do Meu Melhor Amigo são, sem dúvida, clássicos dessa época que até hoje inspiram algumas obras cinematográficas. E enquanto Alicia Silverstone e Julia Roberts se tornavam as queridinhas do público, os gays deveriam se contentar com papéis supérfluos e que falavam explicitamente sobre suas “condições”; porém, suas breves subtramas não poderiam trazer nada muito escandaloso – ou seja, beijos e sexo. Eles funcionavam, na verdade, como máquinas de frases prontas, dicas de moda e referências artísticas para enaltecer a protagonista ou deixá-la mais humana.

O exagero e a tragédia também eram muito comuns – ainda que não fossem encontrados apenas nas rom-coms. Tom Hanks até mesmo levou o Oscar por Filadélfia ao interpretar um jovem lutando contra os efeitos da AIDS e, apesar de trazer um protagonismo relevante, ainda permaneceu numa infeliz zona de conforto. Robin Williams, por sua vez, deu vida ao estereótipo ambulante Armand Goldman em A Gaiola das Loucas – cujo próprio título já nos dá uma ideia do que o filme se trata.

Com a expressiva presença da comunidade trans no âmbito mainstream com a notável ajuda de Madonna e sua apropriação do vogue – criado pelas mulheres transexuais do Harlem e do Brooklyn vinte anos antes -, tais figuras também apareceram em alguns longas-metragens. Entretanto, não do jeito que desejavam.

É ridículo pensar como essas mulheres eram tratadas. Insurgindo como artifícios para reafirmar a masculinidade do macho-alfa das obras fílmicas, as quase inexistentes personagens trans eram o terror dos homens héteros. Obras como Traídos pelo Desejo ainda buscavam fugir das fórmulas, mas “comédias” de mal gosto como Ace Ventura: Um Detetive Diferente caíam em gosto popular por trazerem cenas nas quais uma sala cheia de homens vomitavam ao descobrir que a antagonista era “um homem”. Mulheres transexuais eram frequentemente objetos de escárnio e repulsa, tratadas como criaturas aberrativas nada confiáveis. Até bem-intencionados como To Wong Foo, Thanks for Everything! Julie Newmar’ zombavam dessas complicadas discussões sobre gênero.

De fato, era quase impossível encontrar produções em que LGBTQs se comportassem como qualquer outra pessoa, sendo tratados como alienígenas de outro mundo. Na época supracitada, havia, além dos convencionalismos mencionados, a lésbica rebelde e louca (Mulher Solteira Procura, Instinto Selvagem), o gay psicótico (O Silêncio dos Inocentes), e a lésbica que estava apenas esperando por Ben Affleck (Procura-se Amy, um apagamento total da bissexualidade).

Caso fugissem dessas “regras”, as obras audiovisuais sofriam boicote generalizado. Foi o que aconteceu com a famosa apresentadora de talk show Ellen DeGeneres em 1997, quando se assumiu lésbica em sua sitcom homônima. Apesar do episódio em questão ter levado para casa um Emmy Award, o show foi cancelado uma temporada depois pelos baixos índices de audiência. Ela tentou retornar aos holofotes com The Ellen Show em 2001, mas a CBS cancelou o programa após seu ano de estreia (pelos mesmos motivos).

Entretanto, algumas obras mostravam outros lados do cotidiano LGBTQ+ e davam espaço para a comunidade queer. O icônico documentário Paris Is Burning abriu a década ao trazer sequências gravadas nos anos anteriores e colocar em cena drag queens das classes mais baixas de Nova York; o reality The Real World transmitiu a primeira cerimônia matrimonial homossexual da televisão, além de trazer discussões sobre HIV e AIDS; Roseanne quebrou recordes ao reunir mais de 30 milhões de telespectadores para presenciar o beijo lésbico entre Roseanne Barr e Mariel Hemingway; e até mesmo Friends trouxe um casamento entre duas mulheres com a presença de Carol (Jane Sibbett) e Susan (Jessica Hecht), ainda que não selassem seus votos com o tradicional beijo.

Will & Grace, sitcom da NBC indicada a mais de 80 prêmios, livrava-se de grande parte dos estereótipos quando trouxe dois homens gays como protagonistas – um deles trabalhando como advogado – e, nas palavras do vice-presidente da emissora Joseph R. Biden Jr., “fez mais para educar o público do que praticamente todo mundo havia feito até então”.

2000-2019: A VISIBILIDADE AUMENTA

Com a chegada dos anos 2000, a presença queer era bastante considerável na televisão e no cinema. A Showtime tornou-se pioneira ao inaugurar o primeiro drama de uma hora de duração com Queer as Folk, uma série com elenco majoritariamente homossexual (tanto com gays quanto com lésbicas). Anos depois, a emissora voltaria a fazer história com The L Word, cuja narrativa girava em torno de um grupo de amigas lésbicas e bissexuais – dando-lhes o espaço renegado nas décadas anteriores.

É claro que alguns programas ainda cediam a certos estereótipos. Desperate Housewives, da ABC, introduziu um personagem gay em suas primeiras temporadas com Andrew, filho de Bree. Aqui, o criador Marc Cherry fez grande questão em explorar temas familiares e que, eventualmente, culminavam em um final feliz no qual a conservadora mãe o aceitava de braços abertos. Entretanto, por outro lado, a série perpetuou estereótipos com o extremista casal formado por Bob e Lee, e a “ex-lésbica” Katherine Mayfair.

Entretanto, é inegável dizer que a comunidade começou a ganhar um delicioso protagonismo que não se exilava apenas em histórias água com açúcar, e sim que viajam entre diversas décadas como forma de reparação histórica. Apenas nos primeiros anos do novo milênio, longas como ‘O Segredo de Brokeback Mountain’, De Irmão Pra Irmão, ‘Hedwig – Rock, Amor e Traição’ e Milk: A Voz da Igualdade mostravam vários outros gêneros que não a comédia romântica que tinham capacidade e habilidade para exaltar a diversidade de personalidades LGBTQ+.

Com o passar dos anos, o movimento queer aumentaria exponencialmente – e sua presença nas maiores indústrias fonográficas seguiria o mesmo padrão. Cate Blanchett e Rooney Mara viveriam um romance lésbico na década de 1950 com Carol; Colin Firth lidaria com sua sexualidade no drama Direito de Amar; Com Amor Simon ganharia uma crível rom-com liderada por Nick Robinson; e até mesmo séries animadas se renderiam a essa tão necessária representatividade (como Superdrags e Steven Universo).

Segundo a pesquisa promulgada pela organização GLAAD, 2018 seria o ano em que a televisão disponibilizaria a maior porcentagem de obras lideradas por personagens LGBTQ+. O número de bissexuais protagonistas aumentaria de 18% em 2017 para 33%; a gigante do streaming Netflix seria a principal plataforma com esse tipo de produções, incluindo shows de humor ácido como BoJack Horseman, a série não-ficcional Queer Eye e a compra dos direitos do reality RuPaul’s Drag Race para exibição internacional.

No cinema, as coisas não seriam muito parecidas. Pesquisas indicaram que, no ano passado, apenas 12,8% dos 109 maiores filmes incluiriam um personagem queer, contra 18,4% de 2017. E, mesmo assim, os papéis seriam insuficientes, ou seja, com breves menções – como a governante Georgina, de Corra!’ e os dois supostos personagens gays de Alien: Covenant.

É necessário dizer que nem tudo são flores e que a LGBTfobia ainda permanece, mesmo de forma velada: os estereótipos de gênero se mantêm com expressiva voz como, por exemplo, a fetichização de personagens lésbicas com as últimas temporadas de Friends e o aclamado ‘Azul É a Cor Mais Quente’ e a superestimação do corpo “perfeito” de diversas produções – como os coadjuvantes queer de American Gods. A heteronormatividade também configurou-se como uma problemática social que continua a desmerecer principalmente gays afeminados, colocando-os em papéis secundários ou em pouquíssimas posições de destaque (uma das exceções, por exemplo, é ‘Sex Education’).

Mesmo com o aumento em questão, as esferas cinematográfica e televisiva insistem em cometer erros bastante condenáveis – e um deles é visto desde os primórdios da expansão do entretenimento: a falta de diversidade racial.

A QUESTÃO RACIAL

Os anos 1990 trouxeram um crescimento interessante, ainda que paradoxal, para personagens queer em produções mainstream. Apesar da representação de personagens de cor ter aumentado também, a maior parte dos protagonistas e até mesmo coadjuvantes sempre se restringiu a homens gays brancos.

As primeiras reportagens do GLAAD (mencionado acima) acerca da responsabilidade histórica dos estúdios, indicaram que, dos 101 grandes filmes lançados em 2012, apenas 14 traziam personagens LGBTs. Dentro deles, 31 se identificavam com algum gênero/orientação sexual que diferia dos heterossexuais e, entre eles, apenas quatro eram afrodescendentes. Em 2016, nove dos personagens queer eram negros.

Além disso, tais personas se mantinham presas a outros estereótipos: os gays negros eram normalmente representados como afeminados bastante agressivos – como Keith Charles na série Six Feet Under. Lafayette Reynolds, que apareceu em True Blood, tangenciava esses convencionalismos. Já as lésbicas negras eram associadas ao erotismo, ao exótico (as femmes) e as masculinizadas (as butches). No thriller Até As Últimas Consequências, a personagem Ursula (Samantha MacLachlan) é vista apenas como objeto sexual, enquanto Cleo (Queen Latifah) é enxergada como o “homem da relação” e extremamente violenta.

Em outra perspectiva, as mulheres transexuais são tipicamente encarnadas como pessoas passivas no meio de outras mulheres, incluindo lésbicas. No geral, são retratadas de modo artificial, desproporcional e alvos dos mais variados tipos de preconceito que renegam sua existência. A série Orange Is the New Black utiliza tais temas para explorar os estereótipos como forma de conscientização – afinal, Sophia Burset (Laverne Cox) é uma detenta da penitenciária de Litchfield assediada o tempo todo por suas “colegas”. Como resultado, as representações em questão também auxiliam para perpetuar ideias infundadas de que os negros são pobres, agressivos e/ou usuários de drogas.

Não foi até os últimos anos da década de 2010 que o cenário realmente começou a mudar. Ryan Murphy fez história ao criar Pose, a obra audiovisual com maior elenco transgênero e negro da história e que tornou-se uma das séries mais aclamadas de todos os tempos ao retratar a vida da comunidade LGBTQ+ nas décadas de 1980 e 1990. O show, inclusive, foi responsável pelo aumento exponencial da porcentagem de pessoas de cor em grandes produções: 50% contra 49% brancos.

O auge da luta contra a disparidade racial viria, como mencionado no início dessa matéria, com Moonlight: Sob a Luz do Luar. A trama, ambientada em Liberty City, Miami, traria o jovem Chiron lidando com a descoberta de sua orientação sexual enquanto um rapaz pobre e negro num cenário caótico, no qual era obrigado a lidar com sua mãe viciada em drogas e os múltiplos preconceitos que sofreria até a vida adulta. O resultado foi um belíssimo e comovente coming-of-age vencedor de três estatuetas do Oscar – incluindo o prêmio de Melhor Filme.

Assista a uma cena de ‘The Lie’, novo suspense da Blumhouse estrelado por Joey King

A Amazon Prime divulgou uma nova cena promocional de The Lie, filme realizado em parceria com a Blumhouse e estrelado por Joey King.

O filme já está disponível na plataforma de streaming.

Confira:

“Quando sua filha adolescente aparenta ter matado impulsivamente sua melhor amiga, dois pais desesperados tentam encobrir o crime, o que os leva uma complicada teia de mentiras e enganações.”

Dirigido por Veena Sud, o longa é estrelado por Mireille Enos (‘The Killing’), Peter Sarsgaard (‘A Órfã’) e Joey King (‘The Act’).

‘Sombra e Ossos’: Jovens enfrentam uma ameaça perigosa no novo teaser OFICIAL da série; Confira!

A Netflix divulgou hoje (26) o novo teaser oficial de sua ambiciosa série de fantasia, Sombra e Ossos.

O ciclo de estreia será composto por oito episódios de uma hora cada e será lançado no dia 23 de abril de 2021.

Confira:

Sombra e Ossos é uma série baseada na saga de fantasia homônima assinada por Leigh Bardugo. A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo de Shadow Fold.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam a produção.

‘The Last of Us’: Série da HBO escala dois novos atores ao elenco

Segundo o Deadline, a HBO escalou dois novos membros ao elenco da ambiciosa adaptação The Last of Us, série baseada na aclamada franquia de games.

As informações indicam que Con O’Neill (‘Chernobyl’) e Murray Bartlett (‘The White Lotus’) foram contratados para a produção. O’Neill dará vida a Bill, conhecido do protagonista Joel pouco antes da pandemia que assolou o planeta e que, agora, é um dos sobreviventes dos subúrbios, armado até os dentes e adepto a construir armadilhar para se proteger. Barlett, por sua vez, será Frank, namorado de Bill que, nos jogos, se enforcou após contrair a doença. Acredita-se que, na adaptação, Frank aparecerá vivo.

Pedro Pascal (‘The Mandalorian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) irão estrelar a produção como Joel e Ellie, respectivamente. O elenco ainda contará com Gabriel Luna, Merle DandridgeNico ParkerJeffrey Pierce.

Kantemir Balagov será responsável pela direção do episódio piloto, com Jasmila Žbanić e Ali Abbasi também confirmados na direção de outros episódios.

A trama se passa vinte anos após a destruição da civilização moderna. Joel, um sobrevivente grosseiro, é contratado para contrabandear Ellie, uma garota de 14 anos, para fora de uma zona de quarentena opressiva. O que começa como um pequeno trabalho logo se torna uma jornada brutal e dolorosa, já que ambos devem atravessar os EUA e depender um do outro para sobreviver.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Neil Druckmann.

Por enquanto, a produção ainda não possui previsão de lançamento.

Neo está de volta no novo trailer INCRÍVEL de ‘Matrix Resurrections’; Assista!

A Warner Bros. acabou de divulgar o novo trailer oficial do aguardado filme Matrix Resurrections’.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 22 de dezembro.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

Na trama, Keanu Reeves e Carrie-Ann Moss retornam como os ícones cinematográficos Neo & Trinity em uma expansão de sua história que se aventura de volta à Matrix e ainda mais fundo na toca do coelho.

Uma nova aventura alucinante com ação e escala épica, que se passa em um mundo familiar, mas ainda mais provocativo, onde a realidade é mais subjetiva do que nunca e tudo o que é necessário para ver a verdade é libertar sua mente.

20 anos após o primeiro filme, a franquia que ajudou a definir a cultura pop na virada do século está de volta para uma continuação e extensão do filme original. Matrix permanece no zeitgeist como um filme que mudou a forma como olhamos o cinema e a própria realidade. Com sua ação e efeitos visuais revolucionários, Matrix ajudou a pavimentar o caminho para os filmes que viriam. 

O longa também conta com Jada Pinkett-Smith (Niobe) e Daniel Bernhardt (Agente Johnson), além de introduzir Yahya Abdul-Mateen II, Neil Patrick Harris, Christina Ricci e Priyanka Chopra.

Matrix’ foi lançado em 1999 e aclamado pelo mundo por conta dos efeitos visuais pioneiros. O original ganhou quatro Oscars e arrecadou 463 milhões de dólares em todo o mundo.

Seguiram-se duas continuações, ‘Matrix: Reloaded’ e ‘Matrix: Revolutions’, ambas lançadas nos cinemas em 2003.

Ao todo, a trilogia arrecadou US$ 1.6 bilhão de dólares para a Warner Bros Pictures.

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10 filmes INCRÍVEIS para assistir no Star+!

Nos últimos anos, uma quantidade absurda de plataformas de streamings foram lançadas, seguindo os passos da outrora dominação quase homogênea da Netflix – e um desses serviços é a Disney+ e sua subsidiária, a Star+.

É claro que, com tantos títulos disponíveis, fica difícil se manter atualizado com tantas novidades que saem dia após dia.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com dez filmes incríveis e extremamente aclamados pela crítica especializada para você conferir no Star+, desde o recente ‘A Favorita’, que deu o Oscar de Melhor AtrizOlivia Colman, ao clássico De Volta para o Futuro, que se tornou um dos filmes mais importantes e conhecidos de todos os tempos.

Confira nossas escolhas abaixo:

TUBARÃO (1975)

Um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a se alimentar dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.

ALIEN: O 8º PASSAGEIRO (1979)

Uma nave espacial, ao retornar para Terra, recebe estranhos sinais vindos de um asteroide. Ao investigarem o local, um dos tripulantes é atacado por um estranho ser. O que parecia ser um ataque isolado se transforma em um terror constante, pois o tripulante atacado levou para dentro da nave o embrião de um alienígena, que não para de crescer e tem como meta matar toda a tripulação.

DE VOLTA PARA O FUTURO (1985)

Estrelado por Michael J. FoxChristopher LloydLea ThompsonCrispin Glover e Thomas F. Wilson, De Volta para o Futuro gira em torno de Marty McFly, um adolescente que acidentalmente viaja trinta anos para um passado através de um carro DeLorean transformado em máquina do tempo por seu amigo cientista Doc Brown. Preso no passado, Marty sem querer impede que os pais se conheçam, e, lutando contra o tempo, tenta reuni-los para que seu futuro não esteja perdido.

TITANIC (1997)

Lançado em 1997, o múltiplo vencedor do Oscar Titanic incorpora elementos reais e fictícios para trazer à vida a narrativa do RMS Titanic, um gigantesco transatlântico que colidiu com um iceberg e naufragou, tornando-se um dos maiores desastres humanos de todos os tempos. No centro desse impiedoso enredo, temos o crescente amor que desperta entre Rose DeWitt (Kate Winslet) e Jack Dawson (Leonardo DiCaprio), dois jovens pertencentes a mundos diferentes e que lutam para ficar juntos em meio a tantas adversidades.

ENCONTROS E DESENCONTROS (2003)

Bob Harris (Bill Murray) é uma estrela de cinema, que está em Tóquio para fazer um comercial de uísque. Charlotte (Scarlett Johansson), por sua vez, está na cidade acompanhando seu marido, um fotógrafo workaholic (Giovanni Ribisi) que a deixa sozinha o tempo todo. Sofrendo com o horário, Bob e Charlotte não conseguem dormir. Eles se encontram, por acaso, no bar de um hotel de luxo, e em pouco tempo tornam-se grandes amigos.

12 ANOS DE ESCRAVIDÃO (2013)

1841. Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto, que vive em paz ao lado da esposa e filhos. Um dia, após aceitar um trabalho que o leva a outra cidade, ele é sequestrado e acorrentado. Vendido como se fosse um escravo, Solomon precisa superar humilhações físicas e emocionais para sobreviver. Ao longo de doze anos ele passa por dois senhores, Ford (Benedict Cumberbatch) e Edwin Epps (Michael Fassbender), que, cada um à sua maneira, exploram seus serviços.

O GRANDE HOTEL BUDAPESTE (2013)

Em O Grande Hotel Budapeste, no período entre as duas guerras mundiais, o famoso gerente de um hotel europeu conhece um jovem empregado e os dois tornam-se melhores amigos. Entre as aventuras vividas pelos dois, constam o roubo de um famoso quadro do Renascimento, a batalha pela grande fortuna de uma família e as transformações históricas durante a primeira metade do século XX.

BIRDMAN OU (A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA) (2014)

Dirigido por Alejandro González Iñárritu, ‘Birdman Ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)‘ é uma comédia de humor negro que conta a história de um ator (Michael Keaton) – famoso por interpretar um icônico super-herói – enquanto ele faz de tudo para montar uma peça na Broadway. Às vésperas da estreia, ele vai lutar com seu ego e tentar recuperar sua família, sua carreira e ele mesmo.

TRÊS ANÚNCIOS PARA UM CRIME (2017)

Inconformada com a ineficácia da polícia em encontrar o culpado pelo brutal assassinato de sua filha, Mildred Hayes (Frances McDormand) decide chamar atenção para o caso não solucionado alugando três outdoors em uma estrada raramente usada. A inesperada atitude repercute em toda a cidade e suas consequências afetam várias pessoas, especialmente a própria Mildred e o Delegado Willoughby (Woody Harrelson), responsável pela investigação.

A FAVORITA (2018)

Na Inglaterra do século XVIII, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough (Rachel Weisz) exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana (Olivia Colman). Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail (Emma Stone), nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes à oportunidade única.

 

Jennifer Lawrence vive uma veterana de guerra com TEPT nas imagens oficiais de ‘Causeway’

Discussing Film revelou com exclusividade as primeiras imagens oficiais de Causeway, drama estrelado pela vencedora do Oscar Jennifer Lawrence.

O filme fez sua estreia oficial no Festival de Toronto de 2022 e chegará à plataforma da Apple TV+ no dia 04 de novembro.

Confira:

O filme marca a estreia diretorial de Lila Neugebauer. Otessa MoshfeghLuke GoebelElizabeth Sanders assinam o roteiro.

Na trama, Lawrence interpreta Lynsey, uma soldado estadunidense que retornou recentemente à sua cidade natal, Nova Orleans, depois de sofrer um traumatismo craniano enquanto estava de serviço no Afeganistão. Anteriormente no Corpo de Engenheiros do Exército dos EUA, Lynsey se vê retornando da guerra para mais uma batalha – enfrentando sua mãe negligente e seus demônios do passado. Incapaz de funcionar 100% por conta própria devido à lesão cerebral, Lynsey se encontra em um lugar escuro durante sua reabilitação e planeja retornar ao exército. Quando ela conhece James (Brian Tyree Henry), os dois involuntariamente se unem por causa de seu passado e seus traumas.

Linda EmondJayne HoudyshellStephen McKinley HendersonFrederick WellerRussell HarvardNeal Huff e outros também fazem parte do elenco.

‘Cidade Invisível’: Surgem novos perigos no trailer OFICIAL da 2ª temporada; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Cidade Invisível’, série brasileira que abrange várias lendas do folclore nacional.

Os novos episódios chegam no dia 22 de março à plataforma de streaming.

Confira:

A série é dirigida por Carlos Saldanha (‘A Era do Gelo’), a partir de uma história idealizada pelo casal Carolina MunhózRaphael Draccon.

Ao investigar um assassinato, um detetive se envolve em uma batalha entre o mundo visível e um reino subterrâneo habitado por criaturas folclóricas.

Marco PigossiAlessandra Negrini estrelam a produção. Jéssica CoresFábio LagoWesley GuimarãesManu Diegues completam o elenco.

‘One Piece’: Personagens se reúnem no cartaz INÉDITO do live-action; Confira!

A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da série live-action baseada em ‘One Piece‘, aclamado mangá escrito por Eiichiro Oda.

Com estreia marcada para 31 de agosto, a adaptação reconta a história de em Monkey D. Luffy, um jovem que, inspirado por seu ídolo de infância e poderoso pirata Shanks, o Ruivo, sai em uma jornada do mar East Blue para encontrar o famoso tesouro One Piece e proclamar-se o Rei dos Piratas.

Em um esforço para organizar sua própria tripulação, os Piratas do Chapéu de Palha, Luffy salva e faz amizade com um espadachim chamado Roronoa Zoro, que se torna seu braço direito na busca pelo One Piece.

Confira, junto ao trailer:

Vale lembrar que, quando a Netflix divulgou as primeiras cenas da série, os fãs ficaram bem divididos.

Nas redes sociais, muitos reclamaram do CGI e fizeram comparações com o péssimo ‘Dragonball Evolution‘.

Confira as reações:

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Saoirse Ronan revela que QUASE participou de ‘Barbie’

Barbie se tornou um dos filmes mais bem-sucedidos e aclamados de 2023 e, em meados do ano passado, a diretora Greta Gerwig revela que a produção teria uma quantidade considerável de participações especiais que nunca se concretizaram – incluindo a da indicada ao Oscar Saoirse Ronan (‘Adoráveis Mulheres’, ‘Lady Bird’).

Agora, em entrevista à Variety, Ronan trouxe detalhes sobre sua participação descartada, revelando que daria vida a uma das Barbies da casa da Barbie Estranha, interpretada por Kate McKinnon.

“Eu definitivamente seria uma das Barbies Estranhas”, ela contou. “Não sei como lidar com isso. Eu estaria com Kate McKinnon, então seria muito legal. Eu tinha uma cena, mas nunca cheguei a fazê-la e ela nunca apareceu no filme”.

Ronan continua: “nem consigo me lembrar [da cena] agora, mas era estranha. Acho que eu seria a garota estranha que fala consigo mesma e sempre tem um cachorrinho do lado e não falaria com ninguém”.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.

A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.

“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”

Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”

Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.

Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.

Assista à nossa crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Confira o cartaz de ‘Pequenas Cartas Obscenas’, comédia SATÍRICA com Olivia Colman e Jessie Buckley

Depois do trailer, a Sony Pictures Brasil divulgou o cartaz oficial de Wicked Little Letters, comédia satírica estrelada pelas aclamadas atrizes Olivia ColmanJessie Buckley.

O longa chega aos cinemas nacionais em 25 de julho.

Confira:

pequenas cartas obscenas

A trama é baseada na história verdadeira de duas vizinhas totalmente diferentes entre si que unem forças para resolver um mistério.

O filme é dirigido por Thea Sharrock (‘Como Eu Era Antes de Você’), com roteiro assinado por Jonny Sweet (‘Together’).

Buckley dará vida a Rose Gooding, uma mulher de personalidade impetuosa que tem pouco em comum com sua vizinha religiosa, Edith Swan (Colman), além de viverem na mesma parte da cidade. Ambientada na cidadezinha litorânea de Littlehampton, nos anos 1920, Edith, ao lado de outras pessoas, recebe uma série de cartas obscenas e erráticas escritas em uma linguagem chula – e as suspeitas logo recaem sobre Rose. Afinal, quem mais sentiria a necessidade de recorrer a medidas tão drásticas e infantis? Mas, conforme as cartas continuam a causar o caos na cidade e Rose vê sua liberdade e a custódia da filha sob ameaça, a oficial de polícia Gladys Moss suspeita que algo está errado. Ao lado de um time de mulheres engenhosas, Gladys quer resolver o mistério, limpar o nome de Rose e descobrir quem está escrevendo as cartas.

Graham BroadbentPeter Czernin entram como produtores.

Anjana VasanTimothy SpallGemma JonesAlisha WeirHugh SkinnerRichard GouldingJason Watkins completam o elenco.

Colin Firth busca JUSTIÇA no trailer de ‘Lockerbie’, nova série do Peacock sobre TRAGÉDIA REAL

O Peacock divulgou o trailer completo da série ‘Lockerbie: A Search For Truth‘, estrelada por Colin Firth (‘Kingsman: Serviço Secreto’), e baseada em eventos reais.

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A produção estreará oficialmente no dia 2 de janeiro de 2025.

Em 21 de dezembro de 1988, 259 passageiros e a tripulação de um voo foram mortos quando Pan Am 103 explodiu 38 minutos após a decolagem – causando ainda a morte de 11 residentes com a queda dos destroços.

Após o desastre e a morte de sua filha, o Dr. Jim Swire (Firth) é nomeado porta-voz das famílias das vítimas do Reino Unido, que se uniram para exigir verdade e justiça. Viajando por continentes e divisões políticas, Jim embarca em uma jornada implacável que não apenas coloca em risco sua estabilidade, família e vida, mas também derruba completamente sua confiança no sistema judiciário. À medida que a verdade muda, a visão do mundo de Jim muda para sempre.

O seriado explorará do desastre e suas consequências, fornecendo um relato íntimo de um homem, um marido e um pai que arrisca tudo em memória de sua filha e na busca inabalável pela verdade e justiça.

O elenco ainda conta com Catherine McCormack, Rosanna Adams, Jemma Carlton, Harry Redding, Sam Troughton, Mark Bonner, Ardalan Esmaili e Selwa Jghalef.

‘Amores Materialistas’: Filme com triângulo amoroso de Dakota Johnson, Chris Evans e Pedro Pascal ganha novo trailer; Assista!

Amores Materialistas, novo filme da aclamada diretora Celine Song, um novo trailer oficial.

O filme será lançado no Brasil no dia 31 de julho. Nos EUA, a estreia acontece em 13 de junho.

Confira, junto aos recentes cartazes individuais:

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O longa é uma comédia romântica ambientada na cidade de Nova York que gira em torno de uma casamenteira de sucesso que se vê envolvida em um triângulo amoroso complicado, o que coloca em risco seus clientes e sua própria carreira.

Dakota JohnsonChris EvansPedro Pascal vivem um triângulo amoroso como os protagonistas.

O elenco ainda conta com Zoë Winters (‘Succession’), Dasha Nekrasova (‘Mau Comportamento’), Louisa Jacobson (‘A Idade Dourada’) e Marin Ireland (‘Eileen’) estão no elenco.

Os produtores do projeto incluem Christine Vachon (‘Segredos de Um Escândalo’), Pamela Koffler (‘Retratos de uma Obsessão’) e David Hinojosa (‘Vidas Passadas’). A produção está prevista para iniciar em maio.

Celine Song realizou sua estreia no cinema com ‘Vidas Passadas’, recebendo ampla aclamação da crítica. O filme conquistou cinco indicações ao Globo de Ouro e BAFTA Film Awards.

Confira o logotipo NACIONAL de ‘Pânico 7’!

Paramount Pictures Brasil divulgou hoje (1) o logotipo nacional de Pânico 7’, próximo capítulo da icônica franquia slasher que chega aos cinemas em 26 de fevereiro de 2026.

Confira:

O novo filme contará com o retorno dos veteranos Neve Campbell, Courteney Cox, Mason Gooding e Jasmin Savoy Brown, além de David Arquette, Matthew Lillard e Scott Foley.

Os novatos Isabel May, Celeste O’Connor, Asa Germann, Mckenna Grace, Sam Rechner, Mark Consuelos, Anna Camp e Joel McHale completam o elenco.

Na trama…

Sidney Prescott deixou seu passado para trás e está se concentrando em ser uma mãe feliz e casada e administrar uma pequena cafeteria na cidade. No entanto, ela nunca parou de olhar para trás e, com certeza, mais uma vez, seu passado volta para assombrá-la.

Kevin Williamson assume a cadeira de direção, enquanto Guy Busick assina o roteiro.

Panico

‘Os Casos de Harry Hole’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série de MISTÉRIO da Netflix; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo promocional da série Os Casos de Harry Hole (‘Jo Nesbø’s Detective Hole’), inspirada nos escritos do aclamado romancista de suspense e mistério Jo Nesbø.

Estrelada por Tobias Santelmann (‘The Last Kingdom’), a produção conta com nove episódios e chega à plataforma de streaming no dia 26 de março.

O material nos leva aos bastidores da atração.

Confira:

Santelmann dará vida ao detetive Harry Hole, estrela da saga literária assinada pelo autor e que já foi interpretado por Michael Fassbender nos cinemas.

O elenco também conta com Joel Kinnaman (‘O Esquadrão Suicida’) como Tom Waaler e a Pia Tjelta (‘Made in Oslo’) como Rakel Fauke.

Os Casos de Harry Hole é um mistério policial de serial killer liderado pelo famoso anti-herói. Por baixo da superfície, é um drama cheio de nuances sobre dois policiais – e supostos colegas – operando em lados opostos da lei. Ao longo da primeira temporada, Harry enfrenta seu adversário de longa data e detetive corrupto Tom Waaler.

A história do ciclo de estreia é inspirada no romance A Estrela do Diabo, lançado em 2003 e que funciona como o quinto volume da saga de Hole.

Oystein Karlsen (‘Sem Saída’) é o criador, enquanto Nesbø assina o roteiro.

‘Spawn’: Reboot enfrenta dificuldades para sair do papel

Por um momento, parecia que o reboot de ‘Spawn’ estava prestes a tomar forma, mas as coisas esfriaram um pouco, recentemente. Desde 1997, quando a HQ de Todd McFarlane foi adaptada para o cinema, os fãs aguardam por uma nova versão do Soldado do Inferno.

Durante uma entrevista para o Comic Book, McFarlane comentou sobre o andamento do projeto para o reboot, revelando que tudo se resume a um acordo sobre o roteiro, e, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento.

“A verba está praticamente liberada. Eu só preciso que todos os envolvidos com o patrocínio concordem com o mesmo roteiro. Como você pode imaginar, todo mundo tem uma versão ligeiramente diferente disso em suas mentes. Estou tentando acalmar um punhado de pessoas, e eu estou tentando fazer isso sozinho. Porque se eu tiver que mudá-lo demais, eu vou acabar me afastando de tudo.”

Assim que o roteiro estiver finalizado, McFarlane pretende mostrá-lo a pelo menos três estúdios, mas ainda não declarou quais deles estão interessados ​​no projeto. Além disso, será importante garantir que suas visões estejam de acordo com o roteiro aprovado pelos patrocinadores.

Até o momento, sabemos que será o longa será produzido pela Blumhouse e terá Jamie Foxx como o personagem-título.

Jeremy Renner irá interpretar Twitch, um detetive aliado do anti-herói. Segundo rumores, Twitch servirá como personagem central da trama, enquanto Spawn terá uma participação menor.

A direção fica a cargo de Todd McFarlane

 

‘Star Wars’: Vídeo revela porque o sabre de luz de Mace Windu é lilás; Assista!

Na mitologia de Star Wars‘, o Cavaleiros Jedi sempre usaram sabres de luz azuis ou verdes, enquanto os Sith usam os vermelhos.

No entanto, Mace Windu, vivido por Samuel L. Jackson, usa um sabre de lâmina lilás, mas por quê? Essa é uma das grandes dúvidas promovidas pelos fãs ao longo dos anos.

Para acabar com o mistério, um usuário do Reddit publicou um vídeo dos bastiores de ‘O Ataque dos Clones’, no qual Jackson pede a George Lucas que seu sabre tenha uma cor diferente, simplesmente assim.

No vídeo, o astro olha para Lucas e diz: “Está na hora de falarmos sobre as cor do meu sabre de luz.”

Depois que o diretor dá a opção entre azul ou verde, Jackson pergunta: “Poderia ser lilás?”

Confira:

“O exato momento em que Samuel L. Jackson pede a George Lucas um sabre de luz lilás e eu nunca tinha visto isso… Estou impressionado.”

The exact moment Samuel L. Jackson asked George Lucas for a purple lightsaber is on camera and I’ve never seen it?? I’m overwhelmed from r/PrequelMemes

Até hoje, não foi revelado porque ele escolheu uma cor diferente, mas alguns fãs acreditam que foi na intenção de se destacar dos outros atores.

Lembrando que Star Wars: A Ascensão Skywalker’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O grandioso elenco conta com Daisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall GleesonKelly Marie TranJoonas SuotamoBillie LoudNaomi AckieRichard E. GrantKery Russell e os veteranos Mark Hamill e Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força‘.

‘Com Amor, Victor’: Atriz de ‘Breaking Bad’ entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, a atriz Betsy Brandt foi confirmada ao elenco da 2ª temporada de ‘Com Amor, Victor‘, série inspirada no filme ‘Com Amor, Simon’.

Para quem não conhece, a estrela é mais conhecida por seu papel como Marie Schrader em ‘Breaking Bad’.

Brandt dará vida a Dawn, mãe do personagem Felix (Anthony Turpel), um jovem que tem uma vida difícil ao lidar com alguns problemas de saúde.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para os novos episódios.

No entanto, o co-showrunner Brian Tanen já adiantou que a nova temporada irá se aprofundar em temas mais sérios: “Foi uma vitória nós termos sido enviados para o Hulu. Isso nos dá a oportunidade de contar histórias mais maduras e temos um ótima equipe de roteiristas trabalhando nisso.”

Assista ao trailer da 1ª temporada:

A série foi criada por Isaac Aptaker e Elizabeth Berger.

A história segue Victor, um novo aluno na escola Creekwood “em sua própria jornada de auto descoberta, enfrentando desafios em casa, se adaptando a uma nova cidade e lutando com sua orientação sexual”.

Michael CiminoAna OrtizJames MartinezIsabella FerreiraMateo FernandezRachel Naomi HilsonBebe Wood e outros estrelam.

‘Velozes e Furiosos’: Conheça os atores que zombaram dos filmes e recusaram atuar na franquia

Não é nem preciso dizer que Vin Diesel se tornou o rosto da franquia ‘Velozes e Furiosos, com suas frases de efeito, direções perigosas e principalmente por seu amor por essa família criada ao longo dos anos.

Não há dúvida de que os filmes de corrida poderiam não fazer tanto sucesso sem a presença do astro.

Mas isso quase aconteceu…

Antes de Diesel entrar para o elenco, o papel de Dominic Toretto foi oferecido a Timothy Olyphant (‘O Mandaloriano’), mas o astro contou ao Watch What Happens Live que recusou por achar a ideia “estúpida demais”.

“Na época, eu pensei: ‘quem é que vai querer assistir um filme de rachas oito ou nove vezes. Acho que as pessoas vão ficar de saco cheio no terceiro filme’.”

É óbvio que a previsão de Olyphant não poderia estar mais equivocada, já que o 9º filme já acumulou US$ 595,5 milhões pelo mundo.

Outro ator que desprezou a franquia foi Dave Bautista (‘Army of the Dead – Invasão em Las Vegas’).

O intérprete de Drax em ‘Guardiões da Galáxia‘ revelou no Twitter que foi convidado para participar de um dos capítulos recentes da franquia, mas disse que preferia fazer bons filmes.

O desdém aconteceu quando um usuário da rede social sugeriu que ele poderia gravar um derivado junto com John Cena e Dwayne Johnson, mas Bautista afirmou que não vê graça nesses filmes.

O falecido Paul Walker também foi um dos protagonistas mais adorados dos filmes, e Brian O’Conner continua sendo o personagem preferido de muitas fãs.

No entanto, o papel quase foi de Eminem, que havia sido convidado pela Universal Pictures, mas o rapper estava concentrado nas gravações de seu próprio filme, ‘8 Mile‘.

Anos mais tarde, o cantor teve a oportunidade de participar da trilha sonora de ‘Velozes e Furiosos 7′ sendo escolhido como intérprete da canção ‘See You Again‘.

Infelizmente, ele também estava trabalhando na trilha de ‘Nocaute‘ e não queria duas de suas músicas competindo. Então, ‘See You Again‘ acabou sendo gravada por Wiz Khalifa e Charlie Puth.

Falando em rappers, quem se lembra da participação especial de Ja Rule no primeiro filme?

O músico até foi convidado para a sequência como Tej Parker, mas não demonstrou interesse pela carreira de ator, então o papel foi vivido por outro rapper: Ludacris, que continua atuando ao lado do elenco principal.

Entre o elenco feminino, Jordana Brewster ficou marcada por seu papel como Mia Toretto, irmã de Dom. Mas o que muita gente não sabe é que Eliza Dushku foi a 1ª escolha do estúdio.

Devido ao seu sucesso nas séries ‘Buffy – A Caça-Vampiros’ e ‘Angel‘, a estrela foi convidada para o elenco, mas também recusou a proposta por falta de interesse na produção.

Apesar de não ser muito conhecida pelo público ocidental, a estrela do cinema indiano Deepika Padukone foi convidada para viver Ramsey em ‘Velozes & Furiosos 7‘.

O papel que ficou com Nathalie Emmanuel (‘Game of Thrones’) marcaria a estreia de Padukone nas produções hollywoodianas, mas ela preferiu gravar um filme em seu país de origem.

Anos mais tarde, ela atuou com Vin Diesel em ‘xXx: Reativado’.

Outros atores consagrados também recusaram convites, como Denzel Washington.

De acordo com o Deadline, Washington foi convidado para uma participação especial no final de ‘Velozes & Furiosos 6‘, provavelmente assumindo o papel de Deckard Shaw, vivido por Jason Statham.

Acontece que Denzel não ficou interessado pela oferta, o que acabou sendo uma jogada de sorte para ele, que preferiu gravar ‘Um Limite Entre Nós’, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar 2017.

David Tennant, astro de ‘Doctor Who‘, também foi considerado para o 6º filme da franquia e chegou a conversar com o diretor Justin Lin para viver o vilão Owen Shaw.

Infelizmente, as negociações não avançaram e o papel ficou com Luke Evans.

E aí, gostou das curiosidades?

Confira nossas entrevistas de ‘Velozes e Furiosos 9′:

Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).

Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.

Escaravelho do ‘Cavaleiro da Lua’ é o destaque em novo pôster da série; Confira!

O 2º episódio de ‘Cavaleiro da Lua‘ já está disponível, e a Disney+ divulgou um pôster destacando o escaravelho que Marc Spector (Oscar Isaac) tentava esconder de Arthur Harrow (Ethan Hawke).

Isso porque o objeto é uma bússola que pode apontar para o túmulo da deusa Ammit, a que Harrow tem servido na tentativa de ‘purificar a humanidade’ contra os malfeitores através da dor.

Anteriormente, os destaques dos cartazes foram o peixinho dourado de Steven Grant, também vivido por Isaac, e seu broche de identificação da loja de artigos históricos em que trabalha.

Então o estúdio está escolhendo elementos essenciais de cada episódio para promover a atração.

Confira:

“A série acompanha Steven Grant, um funcionário de uma loja de presentes, que é atormentado por apagões e memórias de outra vida. Steven descobre que tem transtorno dissociativo de identidade e compartilha um corpo com o mercenário Marc Spector. À medida que os inimigos de Steven/Marc se aproximam deles, eles devem navegar por suas identidades complexas enquanto mergulham em um mistério mortal entre os poderosos deuses do Egito.”

O elenco também conta com Ethan Hawke (‘A Entidade’) e May Calamawy (‘Ramy’).

Aaron Moorhead e Justin Benson (‘Synchronic’) serão os diretores da série, a partir dos roteiros escritos por Jeremy Slate (‘Umbrella Academy’).

Elektra e Demolidor enfrentam ninjas em INCRÍVEL fan pôster da nova série do herói

As gravações de Demolidor: Renascido’ terão início em fevereiro do ano que vem, mas a série estreia somente em 2024, então deve demorar bastante até vermos imagens oficiais do elenco.

Pensando nisso, um usuário do Instagram divulgou um incrível fan pôster mostrando o herói vivido por Charlie Cox ao lado de Elektra enquanto enfrentam um grupo de ninjas.

A imagem traz Elodie Young de volta como a amante do herói, apesar de não haver notícias sobre a contratação dela.

Confira:

“Você gostaria que Elodie Yung voltasse como Elektra em ‘Demolidor: Renascido’?Estamos empolgados com o reboot do personagem, mas queremos saber se Elektra estará de volta ou se a Marvel está procurando uma nova atriz. Quem você quer ver no papel?”

Anteriormente, Cox disse à Entertainment Tonight que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero.

“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”

E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?

Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.

Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Após a confirmação da nova série do Homem sem Medo, os fãs estão indo à loucura nas redes sociais e agradecendo pelo reconhecimento que o herói finalmente está recebendo.

Confira as reações:

Sobre o retorno da série após o cancelamento da Netflix, Cox havia declarado: “Sou um grande fã de tudo o que a Marvel já fez, e eu não os subestimaria. Se eles querem fazer uma versão menos violenta de ‘Demolidor’, então eu os apoiarei. Talvez possa ter menos sangue, mas eu estarei do lado da decisão deles.”

A série teve três temporadas, com um total de 39 episódios até ser cancelada, juntamente com as outras séries da Marvel na Netflix. Recentemente, todas elas entraram para o catálogo do Disney+ nos Estados Unidos.

‘Resistência’: Sci-fi do diretor de ‘Rogue One’ tem cena pós-créditos? Confira!

Já em exibição nos cinemas, Resistênciaé o novo filme de ficção científica do diretor Gareth Edwards (‘Rogue One: Uma História Star Wars’).

Na trama, John David Washington interpreta Joshua, um homem com a difícil missão de aniquilar o arquiteto de uma inteligência artificial que dominou a Terra… Conhecido como Criador, esse arquiteto acabou dando início a uma distopia ao desenvolver uma arma misteriosa com o poder de acabar com as guerras… E também com a própria humanidade.

Como as cenas pós-créditos se tornaram tradições nos blockbusters nos últimos anos, o público está se perguntando se ‘Resistência‘ também adere ao recurso para provocar uma continuação.

Embora seja recomendado prestigiar os nomes por trás de qualquer produção, o longa não tem cenas extras após o fim dos créditos.

Em entrevista para o Screen Rant, Edwards também já havia dito que não tem planos de dar continuidade à trama.

“Tínhamos muito material. Filmamos muito. Eu adoraria voltar a este mundo. Adoraria fazer coisas que não tivemos a chance de fazer. Mas eu estive pensando, e acho que a minha parte favorita de toda história é o fim. Eu gosto que as coisas tenham um final. Então, eu gostaria que fosse uma coisa independente. Se alguém aparecesse querendo uma sequência, seria um problema muito bom de se ter. Mas, não, não está nos planos.”

E aí, você já assistiu ao filme? Qual é sua opinião?

Confira a nossa crítica e o trailer:

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 81% e uma nota média de 7.3/10.

Confira algumas avaliações:

“Com poucos outros lançamentos comparáveis ​​em jogo, ‘Resistência’ provavelmente será o filme de ficção científica mais impressionante e envolvente do ano.” – AV Club

“Um momento cada vez mais raro do cinema convencional, que prova que o CGI pode ser bom para a arte quando colocado nas mãos certas.” – Independent (UK)

“Muitas vezes, as tentativas de Gareth Edwards de incluir tantos elementos diversos em sua narrativa resultam em emaranhados de confusão desconcertante.” – Seattle Times

“Como puro espetáculo, ‘Resistência’ costuma ser de cair o queixo em suas imagens, em seus efeitos especiais relativamente frugais e na profundidade detalhada de seu design futurista. É mais instável como drama e ficção científica…” – IGN Movies

“‘Resistência’ não consegue desenvolver as personalidades e relacionamentos que dariam aos seus personagens centrais uma humanidade comovente.” – Washington Post

“Não é o messias do cinema de gênero; é um épico futurista muito bom, talvez ótimo, que deixará você com algo para conversar depois.” – Observer

“É uma pena que o polimento visual e a inventividade do filme sejam aplicados a uma história banal e personagens unidimensionais.” – The Hollywood Reporter

Resistência’ é um filme de drama e ficção científica que se passa em um futuro distante, em meio a um planeta tomado por uma intensa guerra entre seres humanos e inteligência artificial. O ex-agente Joshua (John David Washington) é recrutado para localizar e matar o Criador – um misterioso arquiteto responsável por desenvolver uma arma capaz de acabar com o confronto e com toda a humanidade. Joshua e sua equipe partem, então, para um território sombrio ocupado pela IA, mas acabam fazendo uma descoberta chocante: a arma que devem destruir é, na verdade, uma inteligência artificial em forma de criança.

O elenco é formado por também por Gemma ChanDanny McBrideAllison JanneyKen WatanabeRalph InesonSturgill Simpson.

Além de escrever e dirigir, Edwards também será um dos produtores, junto com Kiri Hart (‘Soul’), representante da New Regency.

‘Hellboy e o Homem Torto’ será para MAIORES de 18 anos por excesso de violência!

Com estreia marcada para 19 de setembro, ‘Hellboy e o Homem Torto’ (Hellboy: The Crooked Man), traz Jack Kesy(‘Sem Remorso’) na pele do amado demônio.

E o longa ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos.

De acordo com o Comic Book, a Motioin Picture Association, órgão que regula a faixa etária das produções nos EUA, recomendou a classificação devido ao “conteúdo violento, linguagem inapropriada e cenas de nudez”.

A classificação já era esperada, já que o longa é inspirado nos quadrinhos homônimos de Mike Mignola, que ultrapassa os limites do bom senso enquanto o Hellboy luta contra entidades demoníacas nos Apalaches.

Confira o trailer:

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Hellboy se une a um agente novato da B.P.D.P. na década de 1950 e são enviados para os Apalaches. Lá, descobrem uma remota e assombrada comunidade, dominada por bruxas e liderada pelo sinistro demônio local, conhecido como O Homem Torto. À medida que exploram os mistérios sombrios deste lugar isolado, Hellboy confronta segredos enterrados de seu próprio passado, levando-o a uma batalha épica contra forças malignas que ameaçam desencadear o caos sobre o mundo.

Anteriormente, o produtor Les Weldon revelou entusiasmo com a escolha de Kesy para o papel principal.

Em suas próprias palavras, o produtor explicou:

“Fizemos uma longa expedição para encontrar o Hellboy certo, e sabíamos que esse filme específico seria muito sombrio e assustador”, afirmou o produtor ao Collider.

“Não tem brilho, nada disso. E Jack (Kesy), olha, eu já tinha trabalhado com ele antes, assim como outros caras da nossa empresa, e meio que chegamos à mesma conclusão de que esse tipo de personalidade que ele tem funcionaria muito bem para a história”, concluiu.

O próprio Mignola disse que esta é a adaptação mais fiel de ‘Hellboy‘ até hoje.

Vale lembrar que o reboot de 2019 se tornou um enorme fracasso de bilheteria, tendo arrecadado apenas US$ 55 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 50 milhões.