Os múltiplos vencedores do Grammy Lady Gaga e Tony Bennettlançaram hoje (17) o videoclipe e a música oficiais de “Love for Sale”, música homônimo do aguardado álbum de jazz colaborativo.
Confira:
O álbum tem estreia marcada para 01 de outubro de 2021.
A produção será composta por dez faixas na versão padrão e doze na versão deluxe, funcionando como uma homenagens às clássicas canções compostas pelo icônico Cole Porter.
Gaga e Bennett colaboraram anteriormente com o elogiado ‘Cheek to Cheek’, em 2014, que quebrou recordes e alcançou o primeiro lugar das paradas da Billboard, além de ter conquistado uma estatueta do Grammy de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.
Vale lembrar que ‘Love for Sale’ será o 61º e último álbum de Tony, que vem sofrendo com as mazelas do Alzheimer desde 2016. O artista é um dos principais nomes do cenário fonográfico e já levou para casa nada menos que 20 prêmios do Grammy, além de ter vendido mais de 50 milhões de álbuns e singlesao redor do mundo.
Gaga, por sua vez, é uma das performers mais prestigiadas da atualidade e já conquistou inúmeros prêmios, incluindo 12 Grammys, um Oscar, um BAFTA, dois Globos de Ouro e dois Critics’ Choice Awards. Ela possui seis álbuns em #1 na Billboard 200 e é uma das artistas de maior sucesso de todos os tempos. Gaga se aventurou na música no ano passado com o ovacionado ‘Chromatica’ e, além da colaboração com Bennett, também será estrela do aguardado ‘Casa Gucci’.
A HBO Max divulgou o trailer oficial completo de ‘Maria Marta: Assassinato no Country Clube’, sua mais nova série de suspense baseada em um crime real.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 18 de julho de 2022.
Confira:
A produção conta com oito episódios de 45 minutos cada.
A trama acompanha a história do crime envolvendo María Marta García Belsunce, ocorrido na Argentina, em 2002. Em 27 de outubro, María Marta García Belsunce foi encontrada morta por seu marido, Carlos Carrascosa, no banheiro de sua casa, localizada em um bairro privado exclusivo da província de Buenos Aires. O que a princípio parecia um acidente doméstico, tornou-se um dos crimes mais emblemáticos da história da Argentina.
Segundo o Deadline, Alba Flores, conhecida por seu papel como Nairóbi na adorada série ‘La Casa de Papel’, foi escalada como protagonista do novo thriller sci-fi‘Ulterior’.
A série é criada por Alex Rodrigo e Manuel Burque.
A trama acompanha uma jovem cantora e influencer que acorda em uma vida que não reconhece, em um mundo onde os humanos ganham a oportunidade de se conectarem virtualmente a uma simulação das próprias vidas. A protagonista Ada (Flores) deve jogar conforme as regras para voltar à realidade e, com a ajuda de um estranho misterioso, desvendar o quebra-cabeça de sua nova existência.
Flores também entra como produtora executiva ao lado de Pedro Uriol, Matt Brodlie e Jonathan Kier.
Brodlie e Kier caracterizam a série como “uma história de ficção científica arrepiante e complexa”.
O Disney+ divulgou um clipe inédito da série live-action ‘Goosebumps‘, baseada na icônica saga literária de R.L. Stine.
A produção chega à plataforma de streaming no dia 13 de outubro.
Confira:
“A trama acompanha um grupo de cinco estudantes do Ensino Médio que desencadeiam forças sobrenaturais sobre sua cidade e devem trabalhar juntos – graças a e apesar de suas amizades, rivalidades e passados uns com os outros – para salvá-la, descobrindo segredos sobre o passado de seus pais no processo”.
Focada basicamente no público infanto-juvenil, a coletânea de 62 livros de ‘Goosebumps‘ reúne diversos contos de terror contendo criaturas aterrorizantes. Em 1995, o título ganhou sua primeira adaptação para a TV, tendo sido exibida até 1998 pela Fox Kids.
A série do Disney+ será comandada por Neal H. Moritz, que já trabalhou nos dois filmes da franquia para os cinemas. Nick Stoller e Rob Letterman serão os roteiristas e produtores executivos.
Em 2015, as histórias ganharam uma versão para os cinemas intitulada ‘Goosebumps: Monstros e Arrepios’, com Jack Black interpretando Stine. O sucesso do longa gerou uma sequência chamada ‘Goosebumps: Halloween Assombrado’, lançada em 2018, que não teve o mesmo sucesso que o original.
Após ter tido uma estreia espetacular nas bilheterias norte-americanas, ‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ continua a dominar a arrecadação mundial e fez bonito em seu début no mercado chinês.
Segundo o ComicBook.com, o mais novo longa-metragem do MonsterVerse abriu com nada menos que US$44,6 milhões no país – que, a encargo de comparação, ficou atrás de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros’ (US$66 milhões).
Todavia, é notável como a produção alcançou o primeiro lugar da arrecadação nacional e também ficou responsável por nada menos que 70% das bilheterias chinesas nos primeiros dias.
Nos EUA, o filme abriu com gigantescos US$80 milhões.
Trata-se da segunda maior estreia do ano no país – ficando atrás apenas de ‘Duna 2‘ (US$82.5M) – e segunda maior estreia do MonsterVerse depois de ‘Godzilla‘ (2014), que arrecadou US$ 93 milhões.
Mundialmente, o filme também superou as projeções iniciais e arrecadou sólidos US$194 milhões em 62 países e superou blockbusters recentes como ‘Transformers: O Despertar das Feras‘ (17% acima), ‘MegaTubarão 2‘ (16%) e ‘Godzilla vs. Kong‘ (6%).
O valor representa o maior lançamento mundial do ano, superando ‘Duna: Parte 2‘ (US$178.5M).
Com o sucesso do longa, o Monsterverse da Legendary Pictures conseguiu ultrapassar a marca de US$ 2 bilhões nas bilheterias mundiais.
Apesar ter dividido a opinião dos críticos – com apenas 55% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção parece ter agradado os espectadores, alcançando uma média sólida de 93% de aprovação.
Vale lembrar que o orçamento do novo longa ficou na casa dos US$ 135 milhões – valor considerável menor do que o gasto no capítulo anterior –, e que a Legendary fundou 75% do valor, enquanto a Warner Bros cobriu os outros 25%.
‘Godzilla e Kong: O Novo Império‘ vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas.
O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.
O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.
‘Pinguim‘, série derivada de ‘Batman‘ estrelada por Colin Farrell, chega este mês ao catálogo da Max – e acabou e ganhar um vídeo inédito nos levando aos bastidores da atração.
Confira:
A produção tem lançamento agendado para o próximo dia 19 de setembro.
O diretor Matt Reeves e a showrunner Lauren LeFranc comemoram a chance de revisitar Gotham em seu novo projeto.
“Colin explodiu na tela como o Pinguim em ‘Batman’, e ter a chance de explorar completamente a vida interior desse personagem na HBO Max é uma emoção absoluta”, disse o diretor de ‘Batman’, Matt Reeves, anteriormente. “Dylan e eu estamos muito animados em trabalhar com Lauren para continuar a história de Oz enquanto ele busca violentamente o poder em Gotham.”
“Eu sempre fui fã do universo de Batman, e o filme de Matt é uma entrada tão poderosa e audaciosa no cânone. Estou empolgado e humilde em continuar contando histórias no mundo sombrio de Gotham City, e que melhor desculpa para canalizar meu lado vilão do que contar a história de Oswald Cobblepot? Estou emocionado em trabalhar com Colin, Matt, Dylan, 6th & Idaho, Warners e HBO Max enquanto trabalhamos para levar essa história para as telas”, acrescentou a showrunner Lauren LeFranc.
Através das redes sociais, a elogiada cantora Paloma Faith revelou que lançará uma música original para a aguardada sequência ‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’.
Intitulada “Til I’m Done”, a faixa será lançada oficialmente nesta próxima sexta-feira, 14 de fevereiro.
Com 12 críticas publicadas até o momento, o filme abriu com 83% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral aclama a forma como os temas de amadurecimento e luto foram abordados neste filme, destacando o excelente desempenho de Renée Zellweger no papel titular.
Separamos os trechos das principais críticas:
“‘Louca Pelo Garoto’ aborda temas interessantes sobre o luto e as realidades do envelhecimento. É difícil imaginar como a série poderia ter continuado (ou terminado?) de forma mais satisfatória.” (Irish Times)
“‘Bridget Jones: Louca Pelo Garoto’ se distingue pela profundidade do sentimento que ele traz à dor da protagonista e sua gradual emergência. Isso vale em dobro por causa da performance de Renée Zellweger.” (The Hollywood Reporter)
“Saudoso, melancólico e docemente romântico, este filme serve como um desfecho perfeito da franquia, levando essa amada heroína para uma adequada jornada de encerramento.” (Variety)
“Não existe Bridget Jones sem Renée Zellweger, e a força de sua atuação e a admiração óbvia pelo papel fazem muito para superar qualquer ponto negativo com efervescência e coragem.” (Indiewire)
“‘Louca Pelo Garoto’ não se trata apenas do quanto a Bridget Jones finalmente amadureceu, mas também a forma como ela nos mostrou sua humanidade.” (Independent UK)
“Esta sequência se apoia mais no sentimentalismo do que os filmes anteriores, e o toque de ‘Simplesmente Amor’, embora exagerado na segunda metade, dará aos fãs o que eles querem: risos e lágrimas.” (Deadline)
Lembrando que o longa chega hoje, 13 de fevereiro, aos cinemas nacionais.
Dirigido por Michael Morris (‘Better Call Saul’), a produção é baseada no terceiro livro da série de Helen Fielding.
Pressionada a forjar um novo caminho em direção à vida e ao amor, Bridget volta ao trabalho e até experimenta aplicativos de namoro, e logo se torna a ‘favorita’ de um homem mais jovem, sonhador e entusiasmado. Agora entre os malabarismos com trabalho, casa e romance, Bridget ainda tem que lidar com o julgamento das mães perfeitas na escola, se preocupar com Billy ainda em luto pela ausência de seu pai e se envolver em uma série de estranhos contatos com o racional professor de ciências de seu filho.
Sarah Solemani, Sally Phillips, Shirley Henderson e James Callis retornam como os amigos da Bridget, Gemma Jones e Jim Broadbent como os pais da Brigdet, além de Celia Imrie, Neil Pearson e Joanna Scanlan.
A Netflix Brasil divulgou um novo trailer dublado da 2ª parte da 1ª temporada de ‘Sakamoto Days’, anime baseado na famosa saga mangá criada por Yuto Suzuki.
A nova leva de episódios chega à plataforma de streaming no dia 14 de julho.
A história gira em torno de Taro Sakamoto, um lendário assassino aposentado que se estabeleceu em uma vida tranquila e mundana como homem de família. No entanto, sua vida pacífica é interrompida quando ex-inimigos e colegas de sua época de assassino chegam em busca de vingança.
Dowd retorna como a perversa Tia Lydia, enquanto Infiniti dará vida à Chase. Já a mais nova adição ao elenco interpretará Daisy, uma adolescente canadense cuja vida vira do avesso ao descobrir que possui conexões profundas com a República de Gilead.
‘The Testaments‘ se passa 15 anos depois dos eventos de ‘The Handmaid’s Tale‘, cuja 6ª e última temporada estreia em abril desse ano. A vindoura série é baseada no livro de Margaret Atwood. Na obra original, a trama é contada pela perspectiva de três mulheres distintas.
Publicado em 2019, a sequência foi lançada 34 anos depois do livro “O Conto da Aia“.
Assim como ‘The Handmaid’s Tale‘, ‘The Testaments‘ é criada por Bruce Miller, que também assume o papel de showrunner. Steve Stark e Warren Littlefiend entram como produtores executivos da produção. A série será lançada pelo Hulu (que pertence à Disney), em parceria com a MGM Television.
O penúltimo episódio da temporada final de ‘The Boys’ já está disponível no Prime Video e entregou um dos momentos mais sombrios da produção: a despedida do Francês (Frenchie). O personagem sacrificou a própria vida para impedir que o Capitão Pátria alcançasse Kimiko e Sister Sage, encerrando sua jornada como o “coração” técnico e emocional da equipe.
Agora, com a exibição do capítulo, a página oficial da série no Instagram compartilhou algumas imagens de bastidores inéditas que nos levam ao momento em que Capitão Pátria, interpretado por Antony Starr, brutalmente assassina Frenchie, vivido por Tomer Capone – reunindo os astros em um momento fofo e que antecede a tragédia.
Recentemente, o showrunner Eric Kripke explicou a difícil decisão de eliminar um dos integrantes originais do grupo de Billy Butcher às vésperas do series finale (via ComicBookMovie).
“Nós sabíamos que precisávamos matar um dos The Boys”, afirmou Kripke. “Você não pode ter uma chance de vitória sem que isso custe algo realmente importante aos seus heróis. Sempre achei que O Senhor dos anéis fazia isso muito bem, assim como Game of Thrones. Para criar impacto narrativo, os heróis precisam pagar um preço alto, porque é assim que funciona no mundo real.”
O produtor detalhou o processo de escolha do personagem que deixaria a trama: “Começamos a analisar cada personagem para decidir qual morte seria a mais devastadora emocionalmente. Acho que desde cedo sabíamos que seria o Francês. Em muitos sentidos, Francês e Kimiko são o coração da série. Apesar de serem assassinos, os dois possuem uma doçura emocional muito forte”.
Kripke concluiu reforçando a necessidade narrativa do sacrifício: “Sabíamos que isso causaria o máximo de destruição emocional possível, e acho que precisava acontecer. Eles não teriam chance de vencer se Francês não se sacrificasse”.
Na narrativa, Francês e Sister Sage trabalham contra o tempo para replicar em Kimiko o experimento que concedeu ao Soldier Boy a capacidade de neutralizar o Composto V. O objetivo era capacitar a jovem a remover o V1 do organismo do Capitão Pátria.
Entretanto, o líder dos Sete descobre o paradeiro do esconderijo. Para garantir a segurança de Kimiko, Francês a oculta e confronta o vilão em uma sala de urânio, ativando uma carga de radiação que atinge ambos. Embora o experimento tenha sido concluído, a eficácia contra o Capitão Pátria permanece incerta. Após o antagonista abandonar o local, Francês sucumbiu aos ferimentos e faleceu nos braços de Kimiko, consolidando o tom trágico do encerramento da série.
Neste capítulo final, o cenário global é de instabilidade total sob o domínio egocêntrico do Capitão Pátria. Enquanto o grupo formado por Hughie, Leitinho e Frenchie enfrenta situações de risco extremo, Annie tenta organizar uma resistência contra o avanço dos Supers. O mistério sobre o paradeiro de Kimiko continua, ao passo que o retorno de Billy Bruto, agora armado com um vírus capaz de exterminar todos os Supers, promete levar a série a um desfecho de consequências irreversíveis.
O que vai acontecer com o Superman agora que Henry Cavill irá estrelar ‘The Wichter‘? Essa é a pergunta que os fãs do herói mais têm feito ao longo dos meses após rumores de que Cavill estava fora do DCEU.
No entanto, numa entrevista na San Diego Comic Con, o astro foi questionado se ainda voltaria ao papel, e sua reação duvidosa tem dividido os fãs.
A Jornalista menciona que Cavill é o Superman, e ele acena com a cabeça e depois ri… O que você acha do gesto? Confira:
Jackson vai contracenar com Bella Thorne, que dará vida a uma delinquente viciada em drogas e obcecada por Jesus.
Depois de se envolver em um perigoso esquema de tráfico de drogas, a personagem de Thorne se disfarça de freira para conseguir sobreviver. Durante sua fuga, ela é visitada por Jesus diversas, mas não sabe se é uma ilusão ou um milagre.
Atualmente, o longa está em fase de pós-produção, mas ainda não há previsão de estreia.
O elenco também conta a participação dos músicos Josie Ho, Gavin Rossdale, Jamie Hince, e Alison Mosshart, além da modelo Andreja Pejic
A produção executiva fica por conta do ator Donovan Leitch, através da companhia Elevated Films.
Anteriormente, Jackson atuou na série ‘Star‘ e em um episódio de ‘Scream‘.
Há alguns dias, a diretora Patty Jenkins revelou que lutou para alterar a personalidade da Mulher-Maravilha no DCEU, já que a personagem foi idealizada com um instinto violento em seus primeiros anos no mundo dos homens.
Por conta disso, surgiram rumores afirmando que Jenkins havia entrado em guerra com a Warner Bros durante anos.
No entanto, ela foi ao Twitter para esclarecer que as discussões que teve com os executivos do estúdio foram apenas sobre questões criativas, o que acabou se acertando no fim das contas.
“As versões deste artigo parecem estar em toda parte e não são verdadeiras. Não houve ‘guerra’ com a Warner Bros a respeito de ‘Mulher-Maravilha‘. Estou falando de discussões com 10 executivos diferentes ao longo de 10 anos. O que eu falei sobre masculinizar minha visão era sobre outros projetos em outros estúdios.”
Em seguida, ela disse que teve bastante suporte de Snyder e do estúdio enquanto planejava como iria trabalhar a imagem da guerreira amazona em seu filme solo.
“Eu me senti extremamente apoiado por Zack Snyder e pelaWarner Bros sobre a minha visão da Mulher-Maravilha em ambos os filmes. Além do apoio de todos os produtores e funcionários da equipe. Foi um longo caminho até chegar lá. Vamos acabar com as manchetes dramáticas inventando ‘guerra.”
Confira:
I felt extremely supported in my vision on both films by @wbpictures, @ZackSnyder all the producers and everyone on board our eventual team. Just was a long road to get to make it. Let’s chill the dramatic headlines like “war”. https://t.co/V7Tj1rOTBS
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
James McAvoy deu vida Charles Xavier pela primeira vez em em ‘X-Men: Primeira Classe‘ (2011) e reprisou o papel em mais três filmes, sendo o último ‘X-Men: Fênix Negra‘ (2019).
Além disso, ele também fez uma breve aparição como o mutante em ‘Deadpool 2‘ (2018).
Mas será que o astro pode reprisar o papel nos novos filmes dos ‘X-Men‘ programados para o MCU?
Durante uma entrevista para o Collider, McAvoy falou sobre sua trajetória como Xavier e disse que já aproveitou tudo o que podia com o papel.
“Eu sinto que já explorei tudo o que podia interpretando Xavier. Eu sei que há sempre coisas novas para aprendermos com um personagem, mas eu pude extrair o bastante dele e estou satisfeito com isso.”
De qualquer forma, ele disse que adoraria voltar ao papel, se surgisse uma oportunidade:
“Isso não quer dizer que eu nunca iria querer fazer isso de novo. Nunca diga nunca, como James Bond disse uma vez. Mas eu não estou me incomodando e não vou ficar arrasado ou triste se isso nunca acontecer de novo.”
E aí, vocÊ gostara de vê-lo retornando papel?
Lembrando que seu filme mais recente é o suspense ‘Meu Filho‘ (My Son), remake do original francês ‘Mon Garçon‘ (2017).
O mais curioso é que o astro teve que improvisar e usar suas habilidades investigativas de verdade, já que não recebeu um roteiro para o filme.
A ideia foi criada para dar autenticidade ao personagem de McAvoy, que dá vida ao pai de um menino desaparecido.
O elenco também conta com Claire Foy, como a ex-exposa de McAvoy. Na trama, o pai do menino está desesperado por respostas e visita a antiga companheira em busca de alguma informação que possa ajudar na resolução do caso.
Introduzida na animação ‘What If…?‘, a Capitã Carter é uma variante de Peggy Carter (Hayley Atwell) que tomou o Soro do Super Soldado no lugar de Steve Rogers, ganhando as mesmas habilidades do Capitão América.
Para a surpresa dos fãs, a Capitã fez sua estreia live-action em ‘Doutor Etranho no Multiverso da Loucura’, mas acabou sendo morta por Wanda (Elizabeth Olsen) na sede dos Illuminati, os heróis da Terra 838.
Mesmo assim, como o Multiverso é extenso, a personagem ainda pode retornar às telonas.
Durante sua participação na Awesome Con, Atwell foi questionada sobre a possibilidade, ao que ela respondeu:
“Não tenho novidades para vocês, desculpem. Mas eu compartilho do seu entusiasmo. E eu adoraria reprisar o papel se a Marvel encontrar uma forma de trazê-la de novo numa história que seja digna, em termos de [sua] evolução.”
Ela continuou:
“E a experiência que tive ao interpretá-la me deu a oportunidade mais incrível de aprimorar meu trabalho nesta franquia. E eu quero fazer mais com essa personagem porque sinto que os fãs merecem isso.”
Confira:
E aí, você gostaria de ver um filme dedicado à Capitã Carter?
No início do ano, Jeremy Renner (‘Vingadores: Ultimato’) fraturou cerca de 30 ossos quando foi atropelado por um trator limpa-neve.
O acidente ocorreu enquanto o astro usava o veículo para rebocar o carro do sobrinho, que estava atolado na neve, mas acabou perdendo controle da máquina, que capotou e passou por cima de sua perna.
Após o susto, o astro vem tranquilizando os fãs ao publicar atualizações sobre sua rotina.
Desta vez, ele compartilhou stories no Instagram, revelando que está se recuperando tanto física quanto mentalmente.
Em uma das imagens, ele postou uma foto do que parece ser uma sessão de fisioterapia e escreveu: “custe o que custar”.
Na outra, ele postou a foto d’O Livro do Despertar‘, indicando que a recuperação mental também está sendo decisiva neste momento.
Confira as imagens:
Recentemente, Evangeline Lilly disse ao Total Access que o colega já está fazendo bastante progresso na fisioterapia.
“Ele estava em uma cadeira de rodas quando conversamos”, explicou Lilly. “E quando fizemos ‘Guerra ao Terror’ ele era tão jovem e cheio de energia, e eu me lembro de ter ficado tão impressionada com ele.”
A intérprete de Hope Van Dyne na franquia ‘Homem-Formiga‘, acrescentou que ele está já está até conduzindo a própria cadeira de rodas:
“Ele se recuperou como um adolescente. Quando eu entrei na casa dele, me arrepiei e falei: ‘por que você está passeando por aí? Você deveria estar nessa cadeira? O que está acontecendo?’ Eu achei que ia sentar ao lado da cama dele e segurar sua mão enquanto ele gemia de dor sem se mexer. Mas ele estava para lá e para cá conduzindo a cadeira de rodas, rindo e fazendo bobeiras. É um milagre, um verdadeiro milagre.”
Lembrando que o astro pode ser visto atualmente na 2ª temporada de ‘O Dono de Kingstown‘, que já está em exibição na Paramount+.
Confira o trailer:
O aclamado cineasta Antoine Fuqua (‘Dia de Treinamento‘) assume a função de produtor executivo do projeto, que ainda conta com Taylor Sheridan como co-criador ao lado de Hugh Dillon.
A trama de ‘Mayor of Kingstown‘ segue a família McLusky – corretores poderosos em Kingstown, Michigan, onde o negócio do encarceramento é a única indústria próspera. Abordando temas como o racismo sistêmico, corrupção e desigualdade, a série oferece um olhar severo em sua tentativa de trazer ordem e justiça a uma cidade que não possui nenhum dos dois.
Todo fim de ano, o Google divulga os principais resultados de busca em sua plataforma em relação a variados segmentos, incluindo cinema.
E, de acordo o Screen Rant, ‘Barbie‘ foi o grande vencedor de 2023 entre os títulos mais buscados no site de pesquisas.
Escrito e dirigido por Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’), o longa não foi mais buscado apenas em termos restritos a dados numéricos, mas também foi o mais buscado no maior período de tempo de janeiro a dezembro.
Vale ressaltar que o resultado foi contabilizado apenas nos Estados Unidos, onde ‘Barbie‘ ficou à frente de outros grandes sucessos, como ‘Oppenheimer’ (Christopher Nolan) e o polêmico ‘Som da Liberdade‘ (‘Alejandro Gómez Monteverde’).
Outros títulos que entraram na lista foram ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, ocupando a 4ª e a 5º posição, respectivamente.
Confira o TOP 10:
‘Barbie’ ‘Oppenheimer’ ‘Som da Liberdade’ ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ ‘Super Mario Bros. – O Filme’ ‘Creed 3’ ‘John Wick 4: Baba Yaga’ ‘Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim’ ‘O Urso do Pó Branco’
Em entrevista ao AP Entertainment, Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’) comentou sobre a possibilidade de uma sequência.
A atriz confirmou que não há ideias para uma sequência, pois o live-action não foi desenvolvido com a intenção de ganhar continuidade.
“Acredito que introduzimos tudo o que queríamos neste live-action. Não construímos o filme para ser uma trilogia ou algo do tipo. A Greta [Gerwig] realmente colocou tudo o que podia neste filme, então é difícil imaginar o que poderia acontecer em uma sequência.”
Ela completa, “Eu diria que a maior lição que podemos aprender com o sucesso de ‘Barbie’ é que filmes originais pode fazer um grande sucesso. Não é necessário fazer uma sequência ou remake. O filme pode ser totalmente original.”
Sucesso nos cinemas, o live-action de ‘Barbie‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca de US$ 1.4 bilhão nas bilheterias mundiais. Além disso, o longa também fez história ao superar a arrecadação total de ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte: Parte 2‘ (1.34B), tornando-se a maior bilheteria global da história da Warner Bros.
Com o sucesso do filme, a Mattel irá faturar mais de US$ 125 milhões. A empresa, que detém os direitos da boneca lançada no final dos anos 50, contou com uma participação significativa nos lucros da produção. O valor também engloba vendas de brinquedos e outros produtos.
Assista à nossa crítica:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).
Destino do sidekick é lembrado ao final de Liga da Justiça de Zack Snyder bem como em Batman vs Superman
Um dos elementos mais famosos da mitologia do Homem Morcego sem dúvida é seu ajudante Robin. Estreando em abril de 1940 nas páginas da Detective Comics #38 sua criação se deu pela necessidade da DC Comics amenizar o tom pulp (tipo de literatura que costumava ser publicada em folhetins e trazia tramas recheadas de violência e mistérios) que as primeiras histórias do Batman carregavam, visto que o criador Bill Finger se inspirou em muitos elementos desse estilo para formular as primeiras aventuras.
Inevitavelmente a persona de Dick Grayson fez muito sucesso entre os leitores do personagem (no caso as crianças da época) por ser alguém com quem eles não só poderiam se identificar como também se divertir com as tiradas cômicas que ainda não eram naturais ao vigilante mas começaram a ser introduzidas com o Menino Prodígio.
A questão é que conforme as décadas foram passando e as histórias do Batman foram se tornando mais cronológicas, consequentemente Dick Grayson acabou crescendo ao longo dos anos, além de que suas aventuras foram se separando gradualmente das de seu mestre conforme ele foi se consolidando como o líder dos Jovens Titãs, até o ponto em que ele não teria mais condições para continuar sendo o Robin.
A partir de 1984 ele abandona o manto de Robin para se tornar o Asa Noturna em Tales of the Teen Titans #44 (que também é o terceiro capítulo da clássica saga do Contrato de Judas). Dessa maneira era necessário encontrar um substituto, visto que a persona do Robin já era um dos elementos centrais da mitologia do Batman. Por volta de março de 1983 o escritor Gerry Conway apresenta o jovem Jason Todd em Batman #357 como um personagem idêntico à Dick Grayson, incluindo a história de origem no qual ele também veio de uma família circense.
Foi somente após o reboot geral da DC Comics pós Crise das Infinitas Terras (nos anos 80) que o personagem foi retrabalhado não só em sua origem como na personalidade. Isso levou a Batman #408, história que reintroduz Jason Todd como um jovem que vive sozinho em um cortiço e que, ao ser flagrado pelo Batman enquanto roubava as rodas do Batmóvel, foi recrutado por ele para ser o segundo Robin.
Essa nova versão não só apresentava uma outra origem para o personagem como também é perceptível um esforço do autor Max Allan Collins em tornar Jason Todd o mais diferente possível do predecessor. Desde cedo em sua apresentação ele demonstra um comportamento agressivo, fazendo um contraponto evidente com a personalidade de Dick Grayson construída ao longo das décadas.
A nova origem de Jason Todd deixava escancarado que ele não era um cópia de Dick Grayson
A altura que sua nova origem foi proposta a indústria de quadrinhos não era a mesma dos anos 40, quando o Robin foi criado. O estilo de narrativa vigente incentivava um reflexo do mundo cada vez mais perigoso (tanto nas relações entre países quanto no aumento da violência nas cidades), abandonando a ideia de que as histórias em quadrinho deveriam ser manter como uma intocável terra de aventuras para super-heróis perfeitos.
O segundo Robin, portanto, foi nada mais do que a versão do Menino Prodígio que melhor se encaixava nessa nova tendência editorial do mercado nos anos 80; o de um jovem vigilante que não hesitava em extrapolar as regras de conduta criadas pelo Batman, que tinha um estilo pessoal independente de seu professor e um temperamento muito explosivo. Entretanto, isso contribuiu para a péssima relação entre Jason e os leitores.
Desde sua primeira aparição, Jason foi tratado com grande resistência pelo público; estes consideravam o personagem como uma simples cópia de Dick Grayson e vê-lo assumir o posto do Robin original foi problemático. Já com o Jason pós crise o caminho foi totalmente inverso e a melhor análise é conferida pelo próprio Max Allan Collins no artigo The Lives and Death of Jason Todd: An Oral History of the Second Robin and A DEATH IN THE FAMILY de autoria de Joe Grunenwald.
“Eu acredito que a ideia de criança de rua foi minha, a noção de que Bruce Wayne\Batman não queria a responsabilidade de colocar Dick Grayson em perigo nunca mais, mas esse garoto de rua já estava em um caminho perigoso e seguindo pela estrada errada. Logo, adotá-lo (e essa foi uma decisão gradual) fez sentido”.
O estranhamento inicial do público com o novo e violento Robin foi amplificado principalmente após o autor Jim Starlin(criador da saga Desafio Infinito na Marvel) assumir as histórias do Homem Morcego a partir de Batman #414, iniciando sua fase com o herói pelas próximas dezessete edições. O fator problemático nesse período foi que Starlin nunca foi um fã do Robin, independente de ser Dick ou Jason.
No mesmo artigo mencionado anteriormente, Starlin indica que nunca viu muito sentido em Robin como um ajudante para o Batman pois a ideia de um adulto colocando uma criança para combater o crime soava para ele como abuso infantil, dessa maneira suas histórias sempre priorizaram em manter Jason Todd na Batcaverna. Isso até a edição #424 quando Starlin pôs Jason para matar um criminoso que havia sido inocentado devido a uma brecha do sistema, fazendo o jovem cruzar uma linha que o próprio Batman luta para não ultrapassar.
Como apontado pelo editor das histórias do Batman na época, Denny O’Neil, Robin era até então o personagem mais odiado pelos leitores; com cartas que chegavam diariamente reclamando sobre Jason Todd. Foi quando, durante uma reunião editorial, O’Neil decidiu que o começo do fim para o Menino Prodígio havia começado e pediu a Jim Starlin que elaborasse um roteiro no qual a vida do jovem estaria verdadeiramente ameaçada.
O autor aceitou e começou a elaborar a trama de Morte em Família no qual teria em Jason o protagonista que parte em uma busca para encontrar a sua mãe biológica, levando-o até o Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o Coringa foge do Asilo Arkham e se vendo sem recursos, parte também para o oriente em busca de compradores para o que restou de suas armas. Segundo Starlin a ideia de usar o Palhaço Príncipe do Crime como antagonista partiu da morte do Robin brevemente mencionada em O Retorno do Cavaleiro das Trevas alguns anos antes.
Eventualmente a busca de Jason cruza com o caminho do Coringa, o que leva a uma das cenas mais simbólicas dos quadrinhos: Jason Todd, indefeso, sendo espancado pelo Coringa com um pé de cabra enquanto o vilão ri de seu sofrimento. O final dessa sequência vem com o palhaço abandonando o galpão aonde o ferido Robin está enquanto uma bomba está para explodir e Batman está a caminho. Nesse ponto a DC tomou uma decisão diferente; eles colocaram o destino de Jason nas mãos dos fãs.
Um dos momentos mais impactantes nas histórias das revistas em quadrinho
Em setembro de 1988 duas linhas de telefone foram criadas, uma voltada para contabilizar votos pela sobrevivência de Jason e outra onde os fãs decidiam pela sua morte. Consequentemente dois desfechos foram planejados dependendo do resultado. Quando chegou dezembro daquele mesmo ano o mundo conferiu o desfecho escolhido pelos leitores traduzido em uma icônica imagem: Batman desconsolado segurando nos braços o corpo ensanguentado e inconsciente de Jason Todd.
A morte do Robin se tornou um dos momentos chave do Cavaleiro das Trevas em toda sua história, sendo considerado como um episódio obrigatoriamente canônico (igual a morte dos pais de Bruce ou o ataque sofrido por Bárbara Gordon) independente de quantos reboots o herói tenha passado. Após essa história, Bruce Wayne levou um longo tempo para confiar qualquer missão a algum aliado, temendo que eles pudessem ter o mesmo fim de Jason, até que eventualmente ele consegue superar o trauma e recruta o terceiro Robin (Tim Drake).
Pelo peso da história ao longo dos anos, a morte de Jason Todd já foi adaptada para animação (Batman Contra o Capuz Vermelho), games (Batman: Arkham Knight), séries (Titãs) e mais recentemente para o cinema, já que tanto Batman vs Superman quanto Liga da Justiça de Zack Snyder e Esquadrão Suicidaabordam a morte de um Robin como uma mancha no passado do Batman de Ben Affleck, ainda que nunca fique claro qual dos Meninos Prodígios foi a vítima.
Mesmo assim Morte em Família permanece como um capítulo vital na trajetória do vigilante e que, mesmo após mais de trinta anos do seu lançamento e anos depois de Jason já ter voltado a vida como o vigilante Capuz Vermelho, ainda é uma ferida mau cicatrizada em Bruce e um dos seus maiores fracassos.
Em uma entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o ator Jamie Dornan revelou que estava ciente das possíveis críticas negativas que ‘Cinquenta Tons de Cinza‘ receberia por parte dos críticos, mas também tinha a convicção de que o filme seria um sucesso financeiro e adorado pelos fãs.
Dornan compartilhou seus sentimentos sobre aceitar o papel de Christian Grey na polêmica adaptação cinematográfica da popular série de livros.
Dornan admitiu que a decisão de aceitar o papel não foi instantânea e que ponderou muito antes de aceitar o desafio. Ele conversou com amigos, familiares e colegas de profissão para obter conselhos sobre a oportunidade.
O ator mencionou que sentiu um certo alívio quando Charlie Hunnam foi inicialmente escalado para o papel, acreditando que Hunnam seria o alvo das críticas negativas.
“Eu sabia que esse cara ia ser destruído pelos haters. Talvez ele tenha sentido a mesma coisa, porque desistiu do filme… então lá estava eu, e tinha muito menos tempo para tomar minha decisão dessa vez. Fui escalado cinco semanas antes do começo das filmagens, e sabia que o papel vinha com toda essa bagagem”, explicou Dornan.
Dornan reconheceu que o filme provavelmente enfrentaria críticas dos críticos, mas também destacou a lealdade dos fãs e a expectativa de que o filme fosse bem-sucedido nas bilheteiras. Ele expressou sua gratidão por continuar trabalhando na indústria cinematográfica e por ter a oportunidade de participar de projetos de qualidade.
Dornan também observou que alguns críticos mudaram de opinião sobre ele ao longo do tempo. “A realidade era que o filme ia fazer uma montanha de dinheiro e seria adorado pelos fãs, mas os críticos iam desprezá-lo. Foi o que aconteceu com os livros, e o que estávamos fazendo era muito fiel ao espírito dos livros”, concluiu o ator.
O aguardado filme ‘Megalópolis’ de Francis Ford Coppola (‘Apocalypse Now’), um projeto que tem sido planejado há 40 anos, teve uma exibição para os investidores, e embora tenha recebido muitos elogios, também enfrentou críticas quanto à sua comercialização para o grande público.
Segundo o The Hollywood Reporter, o filme, que Coppola começou a escrever em 1983, teve um custo aproximado de US$ 120 milhões, financiado em parte pela venda de uma parte significativa de seu império vinícola, avaliada em mais de US$ 500 milhões em um acordo de 2021.
A trama do filme acompanha a reconstrução de uma metrópole após sua destruição acidental, com duas visões concorrentes – a de um arquiteto idealista (Adam Driver) e a de um prefeito pragmático (Giancarlo Esposito) – entrando em conflito durante o processo. O filme tem uma duração de duas horas e 15 minutos e apresenta abundantes referências à Roma Antiga, incluindo cortes de cabelo estilo César nos personagens masculinos.
Embora tenha recebido elogios, um distribuidor expressou dificuldades em encontrar uma estratégia de marketing adequada para o filme. “Não há maneira de posicionar este filme”, afirmou. Outros participantes do evento expressaram apoio a Coppola, mas reconheceram os desafios comerciais enfrentados pela obra.
Coppola quer um grande investimento em marketing para o filme, na faixa de US$ 40 milhões nos EUA e de US$ 80 a US$ 100 milhões globalmente. Editoras independentes como A24 ou Neon provavelmente não teriam o orçamento necessário para uma campanha desse porte.
Diante disso, o filme seria mais adequado para um selo especializado apoiado por um grande estúdio, como o Searchlight, da Disney, ou o Focus, da Universal. No entanto, fontes indicam que a Focus já se retirou da disputa.
Por fim, embora alguns tenham elogiado o filme, outros foram menos generosos em suas avaliações, sugerindo que seu potencial de retorno financeiro pode ser limitado: “Não é bom, e foi muito triste assistir. Qualquer pessoa que coloque P&A atrás disso, vai perder dinheiro. Assim não é como Coppola deveria terminar sua carreira de diretor.”
Confira outras reações ao filme:
“Tendo visto MEGALÓPOLIS podemos confirmar que nunca houve, ou haverá, um diretor tão louco quanto Francis Ford Coppola. Que privilégio estar no mesmo planeta que ele.”
Having seen MEGALOPOLIS we can confirm there’s never been, or ever will be, a director as crazy as Francis Ford Coppola. What a privilege to be on the same planet as him.
O Puck revelou que reações no cinema foram principalmente de perplexidade geral. Um participante disse a ele que o filme não tinha “nenhuma perspectiva comercial” e que é “inabalável em quão maluco ele é”. O filme foi descrito como uma mistura de “Metropolis e Calígula”. O final também é “desconcertante”.
Durante uma entrevista ao The Face, Driver descreveu o filme como simplesmente inexplicável. “É meio indefinível, o que parece muito geral até você assistir ao filme. Então minha resposta será perfeita. Não há muitos precedentes para isso e é selvagem em uma grande escala, o que é realmente único sobre isso”.
O ator também aproveitou para falar um pouco sobre seu personagem no longa, o renegado Caesar. “Ele é um visionário. Ele é muito Francis [Ford Coppola], de certa forma, onde investigou todas as maneiras de como as pessoas podem fazer algo e está tentando não ficar preso na resposta certa. Essa é uma ideia que me move – e que reflete Francis”.
‘Sonic 3’ chega aos cinemas neste Natal e, para celebrar a data festiva, a Paramount lançou novos cartazes de divulgação inspirados nos icônicos filmes natalinos.
Entre os filmes homenageados, estão clássicos como ‘Esqueceram de Mim’, ‘Duro de Matar’, ‘O Grinch’ e ‘O Estranho Mundo de Jack’.
Sonic retorna às telonas nessa temporada de férias em sua aventura mais emocionante até agora. Sonic, Knuckles e Tails se reúnem contra um novo e poderoso adversário, Shadow, um vilão misterioso com poderes diferentes de tudo que eles já enfrentaram antes. Com suas habilidades superadas em todos os sentidos, a Equipe Sonic deve buscar uma aliança improvável na esperança de parar Shadow e proteger o planeta.
Vale destacar que Keanu Reeves dublará o vilão Shadow no novo filme.
Shadow é uma espécie de clone maligno do Sonic. Ora, como Shadow seria clone do Sonic, se o Sonic é bem mais novo que o Shadow? Fácil, por viagem no tempo é claro, afinal de contas viagem no tempo em sonic existe desde Sonic CD, então fica óbvio que sonic pode ter viajado ao passado e o Dr Gerald ter estudado ele por ter aparecido nas escrituras e murais equidnas por ser a verdadeira forma de vida suprema, e assim Gerald fez uma cópia (Shadow) para que pudesse estudá-la
Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.
O diretor Jon Watts, responsável por ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, abordou recentemente os esforços da produção para manter em segredo as aguardadas participações especiais de Tobey Maguire e Andrew Garfield.
Durante sua entrevista ao Collider, Watts afirmou: “Havia rumores de que Tobey e Andrew estariam no filme, e isso enquanto ainda estávamos filmando”.
Ele detalhou o processo criativo: “É mais um exemplo de como você pode ter um roteiro que está funcionando, mas isso não significa que ele está perfeito. Sempre dá para melhorar. Estávamos escrevendo o roteiro e trabalhando em como queríamos revelar os caras, e sempre pareceu que seria o momento em que Peter estaria triste pela morte da Tia May, os portais se abririam e os dois Homens-Aranha sairiam”.
Apesar de terem decidido que os Homens-Aranha apareceriam após a morte da Tia May, Watts revelou que as redes sociais o forçaram a mudar a ideia, já que as pessoas já estavam imaginando exatamente essa cena.
“Provavelmente seria em algum telhado. Estava tudo meio nebuloso. Ainda estávamos tentando descobrir”, continuou o diretor. “Então, entrei no Reddit e vi que algumas pessoas já tinham feito fanarts com ideias do tipo: ‘Provavelmente vai ser assim quando os dois Homens-Aranha forem revelados.’ Era em um telhado, era um momento triste, dois portais do Doutor Estranho se abriam e os dois Homens-Aranha saíam. E eu pensei: ‘Bom, não podemos fazer isso. Se é exatamente isso que todos acham que vai acontecer, então definitivamente não podemos fazer'”.
‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ arrecadou US$ 1.9 bilhão mundialmente, tornando-se a sétima maior bilheteria da história do cinema.
O atorNick Robinson prestou uma emocionante homenagem ao cineastaRob Reiner, após a notícia de sua trágica morte. Robinson, que foi o protagonista do filme ‘Being Charlie’ (2015), descreveu o diretor como um artista brilhante e um mentor generoso.
“Descanse em paz, Rob Reiner”, escreveu o ator em declaração à Variety. “Ele me tratou com muita gentileza e generosidade quando eu era apenas um jovem ator. Era um artista incrível, com uma capacidade enorme de empatia e acolhimento”.
O filme ‘Being Charlie’ foi coescrito por Nick Reiner, filho do cineasta, e baseado nas próprias lutas de Nick contra a dependência química. Infelizmente, a homenagem de Robinson ocorre em meio ao choque da notícia de que Nick Reiner foi preso, acusado de assassinar os próprios pais, Rob e Michele Reiner.
Os corpos do casal foram encontrados por volta das 15h30 (horário do Pacífico) pela filha do casal, acompanhada de outra pessoa.
Em comunicado, a polícia confirmou: “A investigação revelou que Nick Reiner, filho de Robert e Michele Reiner, de 32 anos, foi o responsável pelas mortes. Ele foi localizado e preso por volta das 21h15, indiciado por homicídio e permanece sob custódia”.
Nick Reiner é um dos três filhos do casal e havia se mudado recentemente de volta para a casa dos pais. Ele também tem uma meia-irmã adotiva, fruto do casamento anterior de Rob Reiner com Penny Marshall.
Caso seja condenado pelas acusações, Nick Reiner poderá enfrentar a pena de prisão perpétua ou, eventualmente, a pena de morte.
A atriz Anne Schedeen, que marcou a história da televisão mundial ao interpretar a matriarca Kate Tanner na icônica comédia ‘ALF: O Eteimoso’ (1986–1990), faleceu aos 77 anos. A informação foi confirmada pelo portal Deadline.
A família da atriz anunciou no último domingo (14) que ela “partiu em paz”, por meio de uma homenagem publicada no Facebook. A causa da morte não foi divulgada.
“É com o coração mais pesado que compartilhamos que Annie partiu em paz. Ela deixa um legado extraordinário de energia criativa, humor afiado, amor pela família, adoração por cachorros pequenos, paixão por garimpar objetos de segunda mão e amor por uma boa história. Estamos devastados sem ela. Nós a amávamos profundamente, assim como todos que a conheceram”, escreveu.
A publicação destacou ainda a personalidade vibrante e as diversas paixões da artista: “Ela era uma força da natureza. É impossível imaginar a vida sem ela. Mas, como ela mesma dizia: ‘Estou sempre com vocês.’ E ela está certa. As memórias, obras de arte, gargalhadas, joias artesanais, pinturas a óleo, esculturas, figurinos e toda a sua alegria de viver permanecem. Ergam uma margarita em sua homenagem”.
Como última homenagem, os familiares pediram que, em vez de flores, o público faça doações para a Habitat for Humanity, uma das instituições de caridade favoritas de Anne. O agente de longa data da atriz, Tom Markley, também lamentou a perda: “Annie significava o mundo para sua família e para esta agência”.
Nascida Luanne Ruth Schedeen em 8 de janeiro de 1949, em Portland, nos Estados Unidos, a atriz começou a estudar teatro ainda na infância. Após trabalhar em palcos no Havaí e em Nova York, mudou-se para Los Angeles, onde assinou contrato com a Universal Pictures.
Sua estreia na televisão ocorreu em 1974 na série ‘O Homem de Seis Milhões de Dólares’. Ao longo de sua sólida carreira, Anne acumulou participações em produções consagradas do cenário norte-americano, como: ‘A Mulher Biônica’, ‘O Incrível Hulk’, entre outras produções.
No entanto, o papel que a eternizou na cultura pop mundial foi o de Kate Tanner, a mãe de família que, com paciência e bom humor, acolheu o carismático alienígena Gordon Shumway (o ALF) na sitcom que marcou gerações.
Os fãs da DC Comics estão ansiosos para assistir ao filme ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’, que terá Milly Alcock como a protagonista, além de Jason Momoa no papel do Lobo.
Entrando no hype, o artista Davi Alves aumentou a empolgação dos fãs, criando uma arte que coloca Alcock e Momoa como seus personagens em uma capa de história em quadrinhos.
Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de ‘Cruella‘ e ‘Eu, Tonya‘, será responsável pela direção de ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
Estreando no Festival de Cinema de Veneza e em breve entrando no catálogo da Netflix, a cinebiografia de Marilyn Monroe, ‘Blonde‘, dirigida por Andrew Dominik, que recebeu a classificação indicativa de NC-17, quando o filme é recomendado apenas para maiores de 17 anos, teve suas primeiras críticas liberadas.
Até o momento, as opiniões sobre o filme estrelado por Ana de Armas, são bem positivas de um modo geral, com vários veículos de grande importância destacando pontos importantes da produção.
Abaixo você confere a média geral e também algumas opiniões da crítica:
“Sempre desconfortável e ao mesmo tempo um cinema envolvente, dinâmico, que instiga o tempo todo e deve dividir opiniões pelo que se propõe ser.”Total Film
“A adaptação de Andrew Dominik cria um retrato icon do símbolo sexual, recriando o brilho e o glamour, o filme é belíssimo, enquanto revela a exploração e a fragilidade por baixo.”Times
“Alternando entre preto e branco e o Technicolor moderno, o estilo de Dominik é visualmente divertido e emocionalmente sombrio; o cineasta denuncia os perigos do estrelato e expressa a magia do cinema com o outro.”The Wrap
“Este é um tratado sobre Marilyn Moroe, o símbolo sexual que confunde não apenas a realidade com a fantasia, mas também a empatia com a exploração. Seja apesar ou por causa de tudo isso, é imperdível.”The Hollywood Reporter
Após uma infância traumática, Norma Jeane Mortenson (Ana de Armas) tornou-se atriz, na Hollywood dos anos 1950 e início dos anos 1960. Ela se transformou em uma figura mundialmente famosa, sob o nome artístico de Marilyn Monroe. Todavia, por trás dos holofotes da fama, a atriz vivia guerras pessoais, e suas aparições na tela contrastam fortemente com os problemas de amor, exploração, abuso de poder e dependência de drogas que ela enfrentava em sua vida privada. Blonde reimagina corajosamente a vida de um dos símbolos mais duradouros de Hollywood, de sua infância volátil como Norma Jeane, até sua ascensão ao estrelato e envolvimentos românticos, o longa se apresenta como uma especulação da vida da sex symbol, atriz e modelo. Uma história reimaginada da vida privada de Monroe, o filme é um retrato fictício da vida do ícone da década de 1950 e 60, contado através das lentes modernas da cultura das celebridades. Baseado no livro homônimo de Joyce Carol Oates.
‘Invocação do Mal‘ acompanha a história real da família Perron (Livingston e Taylor), assombrada na década de 70 em uma casa no campo de Rhode Island.
Antes de existir Amityville, havia Harrisville. Baseado em uma história real, Invocação do Mal narra a investigação empreendida por Ed e Lorraine Warren, mundialmente conhecidos, chamados para ajudar a família Perron, que estava sendo assombrada por fenômenos sobrenaturais.
O longa-metragem é baseado nos arquivos de casos do casal de demonologistas. Obrigados a enfrentar uma entidade demoníaca poderosa, os Warrens se viram presos ao caso mais aterrorizante de suas vidas.
Curiosidades:
» O filme recebeu classificação indicativa Rated R nos EUA, que significa que menores de 17 anos só poderão assistir ao filme acompanhados dos pais ou de algum responsável. O motivo? “Muito assustador”.
» Baseado em Fatos Reais.
» James Wan dirigiu o primeiro ‘Jogos Mortais‘ e o sucesso ‘Sobrenatural‘ (Insidious), filme com maior custo-benefício nas bilheterias de 2011.
» O roteiro foi escrito pelos gêmeos Carey e Chad Hayes (‘Terror na Antártida’).
Quando o filme foi sucesso, ela era a mais conhecida do elenco e viveu a bruxa principal. Como cantora, Midler já ganhou quatro prêmios Grammy – o que levou os produtores a fazer ela cantar ‘I Put A Spell On You’ em uma das melhores cenas do filme. Ela foi indicada pela primeira vez ao Oscar por ‘A Rosa‘, de 1979, e concorreu a segunda vez com ‘Para Eles, Com Muito Amor‘, de 1991.
Após ‘Abracadabra‘, fez sucesso com ‘Clube Das Desquitadas‘, ‘Mulheres Perfeitas‘ e ‘Quando Me Apaixono‘. Seu último filme foi ‘Uma Família em Apuros‘, que estrelou ao lado de Billy Crystal em 2013.
A mais bonita e sensual das irmãs Sanderson nem imaginava que ia se tornar um dos personagens mais icônicos da televisão. Cinco anos após estrelar ‘Abracadabra‘, assinou contrato com a HBO para viver Carrie Bradshaw na série de TV ‘Sex and the City‘, que resultou em dois filmes bem sucedidos e um Globo de Ouro de melhor atriz.
Em outros papeis não teve muita sorte, atuando nos medianos ‘Noite de Ano Novo‘, ‘Não Sei Como Ela Consegue‘ e ‘Cadê os Morgan?‘.
Especula-se que em breve ela voltará em ‘Sex and the City 3‘. Será?
Fez seu primeiro papel de sucesso em ‘Mudança de Hábito‘, em 1992, como a irmã Mary Patrick. Trabalha mais com dublagem de desenhos nos EUA, e é conhecido por ser a voz de Peggy Hill no desenho ‘O Rei do Pedaço‘.
Nesse ano, tentará sucesso em um novo filme da Disney: ‘Descendentes‘, que apresenta os filhos dos vilões do estúdio e será lançado direto na TV americana. Ela interpreta a Rainha Má.
Foi uma das atrizes mirins mais prestigiadas da década de 90. Começou sua carreira ao lado de Leonardo DiCaprio na série ‘Parenthood‘.
Depois de ‘Abracadabra‘, fez vários filmes sucesso na sessão da Tarde: ‘Meu Pequeno Ladrão‘ e ‘Perigo Real e Imediato‘, 1994, e o super fofo ‘Agora e Sempre‘, 1996, que trazia em seu elenco Christina Ricci, Demi Moore e Rosie O’Donnell.
Em 1999, ela conquistou a crítica ao viver Jane Burnham no premiado ‘Beleza Americana‘. Não estrela um filme de sucesso desde então.
Omri Katz ficou conhecido por sua participação nas séries ‘Dallas‘ (1978) e ‘Eerie, Indiana‘ (1991). No ano que fez ‘Abracadabra‘, também participou de ‘Matinee – Uma Sessão Muito Louca‘. Sem conseguir trabalho depois, decidiu abandonar a carreira de ator e se tornou cabeleireiro em Los Angeles.
Após ‘Abracadabra‘, trabalhou com o diretor Stanley Kubrick no drama ‘De Olhos Bem Fechados‘, em que vivia uma garota de programa com HIV. Fez a comédia romântica ‘40 Dias e 40 Noites‘, 2002, ao lado de Josh Hartnett. Também estrelou o terror ‘Viagem Maldita‘, em 2006.
Seus últimos filmes foram ‘O Grande Milagre‘ (2012), com Drew Barrymore, e ‘Terapia de Risco‘ (2013), dirigido por Steven Soderbergh.
Recentemente, Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy afirmaram que querem retornar para a sequência. A ideia partiu de um fã de Midler que deixou uma mensagem para a atriz no fórum Reddit perguntando: “Você pode fazer ‘Abracadabra 2’ para a minha namorada parar de assistir o original a cada Halloween?”.
“Perturbem a Disney, pois eu sondei as meninas e elas estão dispostas a fazer [a sequência], mas não existe nada por enquanto. Se vocês querem ‘Abracadabra 2’, peçam à Disney”, rebateu Midler, intérpreta da bruxa Winifred.
Diante do apelo da veterana, Najimy, que interpretou a feiticeira Mary, também mostrou seu apoio à continuação e enviou um e-mail ao site Buzzfeed dizendo:
“Eu li o que Bette falou e concordo. A sequência do filme está completamente nas mãos da Disney.”
Logo depois, foi a vez de Parker (a bruxa Sarah) se manifestar. Questionada por um fã se toparia se juntar a Midler e Najimy em ‘Abracadabra 2’, a atriz foi curta e direta:
“Sim, estou dentro”, respondeu no Twitter.
Em julho deste ano, surgiram rumores de que um novo ‘Abracadabra‘ seria produzido por Tina Fey (‘Meninas Malvadas’). Mas depois o Deadline revelou que a atriz estava desenvolvendo um filme de bruxas para a Disney, no estilo ‘Caça-Fantasmas‘, mas que não tratava-se da sequência do clássico infantil.
Quem se lembra de ‘Abracadabra‘? Assista uma cena:
O excêntrico magizoologista Newt Scamander (o vencedor do Oscar Eddie Redmayne) viaja a Nova York (por uma razão que não vamos divulgar) com sua fiel mala mágica. É uma daquelas mochilas pequenas expansíveis, como a usada por Hermione em ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte’, e dentro dela habita uma coleção de criaturas mágicas raras e ameaçadas que Newt conseguiu resgatar em sua viagem pelo mundo.
Quando chega na América, ele descobre que a Comunidade de Bruxos está sendo perseguida por Trouxas (chamados de Muggles na Inglaterra, e de No-Majs nos EUA). Com a ameaça de exposição pública ainda mais grave do que no Reino Unido (lembram-se dos julgamentos das bruxas de Salem?), Newt resolve ajudá-los.
‘Animais Fantásticos’ é a história do que acontece quando este assistente inglês excepcionalmente hábil viaja para a América com uma variedade de suas criaturas, alguns bastante perigosas… e elas conseguem escapar de sua mala.
A Warner Bros. está preparando uma trilogia cinematográfica para a obra. O livro de 50 e poucas páginas será adaptado em três filmes de longa duração, lançados anualmente, seguindo a linha de ‘O Hobbit‘.
A franquia ‘Harry Potter’ teve 8 filmes, lançados entre 2001 e 2011, que combinados renderam mais de U$ 7,7 bilhões nas bilheterias do mundo todo.
A cantora Rihanna divulgou o clipe de “Sledgehammer”, o primeiro filmado inteiramente com câmeras IMAX, com o mais alto nível de captura de imagem digital.
A faixa “Sledgehammer” será a música tema de ‘Star Trek – Sem Fronteiras‘, e o clipe teve direção de Floria Sigismondi.
Na sequência da franquia, que estreia em por aqui em 1º de setembro, eles vão se unir ao resto da tripulação da USS Enterprise para encarar uma missão envolvendo uma perigosa guerra intergaláctica e o vilão Krall (Idris Elba).
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.