De acordo com o Deadline, a Disney ficou tão satisfeita com a recepção de ‘Cruella‘ que já está desenvolvendo a sequência.
AEmma Stone assinou contrato para retornar no papel principal, e o próximo filme também vai contar com o retorno do roteirista Tony McNamara e do diretorCraig Gillespie.
Por enquanto, ainda não há muitos detalhes sobre a continuação, já que o projeto está nos estágios iniciais.
Os assinantes do Disney+ já podem assistir ‘Cruella‘ gratuitamente. O live-action está disponível para todos os assinantes do streaming a partir de hoje, dia 16 de julho.
‘Cruella‘ apresenta a história da lendária e mais icônica – e notoriamente fashion – vilã da Disney, Cruella de Vil. Ambientado na Londres dos anos 70 em meio à revolução do punk rock, o filme mostra uma jovem vigarista chamada Estella, uma garota inteligente e criativa determinada a fazer um nome para si através de seus designs. Ela faz amizade com uma dupla de jovens ladrões e, juntos, constroem uma vida para si nas ruas de Londres. Um dia, o talento de Estella para a moda chama a atenção da Baronesa Von Hellman, uma lenda fashion que é devastadoramente chique e assustadora. Mas o relacionamento delas desencadeia um curso de eventos e revelações que farão com que Estella abrace seu lado rebelde e se torne a Cruella má, elegante e voltada para a vingança.
Ao assinar o Disney+, os novos assinantes terão acesso aos conteúdos disponibilizados na plataforma e terão uma ótima opção de entretenimento para que toda a família se divirta durante o período de férias escolares.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, os atores Joel Fry e Paul Walter Hauser comentaram sobre a oportunidade de fazer parte da nova versão da vilã, que já fora vivida nos cinemas pela atriz Glenn Close e compartilharam a insana ideia que possuem para a possível sequência da produção.
Assista:
‘Cruella‘ conquistou US$ 219,5 milhões pelo mundo e recebeu 74% de aprovação da crítica especializada.
Por outro lado, é o live-action da Disney com a melhor aceitação do público, alcançando 97% de avaliações positivas.
Anteriormente, Gillespie já havia dito ao Collider que estava interessado em retornar para a sequência.
“Eu sinto que só acabamos de conhecer a Cruella. Eu adoraria ver a vilã com a sua maldade totalmente desenvolvida e carregada. Ela conseguiu mostrar suas origens e agora tem condições de expandir sua maldade. Gostaria de ver aonde isso poderia levá-la”, afirmou.
Johnny Depp está furioso com a Walt Disney após o estúdio abandoná-lo durante o julgamento de difamação contra sua ex-esposa Amber Heard, e revelou que não voltaria a interpretar um de seus papéis mais memoráveis por NENHUM DINHEIRO no mundo.
Na quarta-feira, Depp admitiu que não queria voltar como o Capitão Jack Sparrow nem que o estúdio lhe oferecesse milhões.
O advogado de Heard, Ben Rottenborn, perguntou a Depp no interrogatório se era verdade que “nada nesta terra” faria Depp voltar a trabalhar com a Disney em um filme ‘Piratas do Caribe‘ ele respondeu: “Isso é verdade, Sr. Rottenborn”.
“O fato é, Sr. Depp, se a Disney chegasse a você com US$ 300 milhões e um milhão de alpacas, nada neste mundo o faria voltar e trabalhar com a Disney em um filme de Piratas do Caribe? Correto?” Rottenborn perguntou.
“Isso é verdade, Sr. Rottenborn”, respondeu Depp.
Depp está furioso com o estúdio por continuar a planejar a franquia removendo seu personagem.
Não é segredo que que o capitão Jack Sparrow é um dos personagens mais amados da carreira deJohnny Depp.
O personagem apareceu pela primeira vez em ‘A Maldição do Pérola Negra‘ (2003) e fez sua despedida no último filme, intitulado ‘A Vingança de Salazar‘ (2017).
E agora que a Disney está desenvolvendo um reboot estrelado por Margot Robbie, está claro que Depp não vai mais voltar a interpretar o personagem.
E se a aclamada série de games Super Smash Bros fosse adaptada para os cinemas? O popular artista conceitual BossLogic imaginou essa possibilidade e já tem o astro ideal para o papel.
Em uma nova arte produzida por ele, Henry Cavill e seu polêmico bigode se transformam na caracterização do famoso encanador, o amado Mário. A arte trouxe um resultado interessante, que recria uma das cenas do ator em ‘Missão Impossível: Efeito Fallout‘.
Após o anúncio da premiação no Festival de Roterdã, ‘Levante‘ teve um novo trailer divulgado.
Com a direção vencedora do Festival do Rio, assinada porLillah Halla (ela/dela/elu/delu), o filme carrega uma longa lista de prêmios. Entre eles, destacam-se os troféus de Melhor Filme das mostras paralelas de Cannes, Melhor Longa de Ficção em Biarritz, Melhor Filme Ibero-Americano em Palm Springs e Melhor Filme no Mix Brasil, uma das principais mostras LGBTQIA+ do mundo.
A estreia nacional está marcada para o dia 22 de fevereiro.
Assista:
‘Levante‘ narra os desafios de Sofía (Ayomi Domenica – ela/dela), uma jovem de 17 anos que, às vésperas de um campeonato de vôlei decisivo para seu futuro como atleta, descobre uma gravidez indesejada. Ao tentar interrompê-la de maneira clandestina – uma vez que o aborto é criminalizado no Brasil -, a adolescente se torna alvo de um grupo conservador decidido a detê-la a qualquer preço. Para resistir à violência dos fundamentalistas vigilantes, Sofía conta com uma importante rede de apoio, cujo grande pilar é seu time de vôlei, mas também conta com os cuidados da treinadora Sol (Grace Passô – ela/dela) e de seu pai, João (Rômulo Braga – ele/dele).
A equipe de jovens atletas é composta por um time queer/feminine. No filme, a relação de cumplicidade e parceria entre elus ultrapassa os limites da quadra. Essa “família queer” foi o caminho escolhido pelas roteiristasLillah Halla e María Elena Morán (ela/dela) para reforçar a importância da organização coletiva – do afeto, da alegria – como força política, força vital de existência e de resistência em meio ao crescente fundamentalismo que marcou os últimos anos do nosso país.
Atualmente, a interrupção voluntária até 12a semana de gestação só está prevista na lei em caso de gravidez decorrente de estupro, se o feto gerado for anencefálico ou se houver risco de vida para a pessoa gestante. Em todos os outros contextos, o Código Penal reconhece o aborto como crime. Com isso, pessoas com útero precisam recorrer a métodos pouco seguros para tomar a decisão sobre seus próprios corpos.
Dados da Organização Mundial de Saúde mostram que 25 milhões de abortos inseguros são realizados anualmente no mundo. O mesmo levantamento também concluiu que complicações decorrentes de abortos desamparados e clandestinos são a quarta maior causa de morte entre gestantes. Segundo a Pesquisa Nacional do Aborto de 2021, uma em cada sete mulheres/pessoas com útero de idade próxima aos 40 anos já passaram por pelo menos um aborto, sendo que mais da metade delas (52%) interromperam a gravidez com menos de 19 anos. O estudo também concluiu que 81% das entrevistadas professam alguma religião, sendo que mais de 70% são cristãs. Ou seja, pessoas que não têm condições ou não desejam seguir com a gestação interrompem a gravidez, independente da legislação ou de qualquer religião.
A partir dessa PNA, a Fiocruz publicou um estudo com perspectiva de raça, que concluiu que mulheres negras apresentam uma probabilidade 46% maior de fazer um aborto. No entanto, outro estudo coordenado pela doutora Emanuelle Góes mostra que esse percentual se inverte no caso de abortos legais, sendo mais predominantes entre mulheres brancas. O recorte racial é essencial para se discutir a saúde de pessoas com útero, visto que o acesso a métodos seguros de interrupção da gravidez está restrito a um grupo específico. No ano passado, a ministra Rosa Weber iniciou o julgamento da ação que tenta descriminalizar o aborto feito por mulheres com até 12 semanas de gestação, mas a votação foi suspensa e segue sem data para ser retomada.
Antes de chegar aos cinemas brasileiros, “Levante” construiu uma trajetória de sucesso através dos festivais nacionais e internacionais por onde passou. Hoje, a menos de um mês da estreia, o longa já atingiu a marca de 20 prêmios, se estabelecendo como um dos filmes brasileiros contemporâneos mais premiados e exibido em festivais. Entre as premiações, se destacam os títulos de Melhor Filme pela crítica Fipresci em Cannes, Melhor Filme Ibero-americano em Palm Springs, Melhor Filme em Biarritz, em Montreal (Fierté), no Mix Brasil e no FestCine Aruanda, além de Melhor Direção e Edição no Festival do Rio.
Zack Snyder, aclamado cineasta responsável por sucessos como ‘O Homem de Aço’ e ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, além de ser um dos nomes mais proeminentes do Universo Cinematográfico DC, revelou recentemente qual de seus filmes baseados em quadrinhos é o seu favorito.
Durante uma entrevista ao ComicBook, o cineasta surpreendeu ao revelar que ‘Watchmen’ de 2009 é sua preferência.
“Bem, é um pouco estranho, porque por um lado, eu penso em ‘O Homem de Aço’, ‘Batman vs Superman’, ‘Liga da Justiça’, que são obras à parte… Não sei se, para mim, eles se encaixam perfeitamente na definição clássica de filme de quadrinhos. Mas entendo por que as pessoas os consideram assim, já que são adaptações de personagens de quadrinhos. No entanto, minha visão para esses filmes se baseava mais em ideias próprias sobre os personagens”, explicou Snyder.
“Eu diria que ‘Watchmen’, para mim, representa a experiência mais completa de adaptar um quadrinho para o cinema. O processo de transformar o quadrinho em um filme, com todos os desafios e alegrias que isso envolve, foi extremamente gratificante em ‘Watchmen'”, continuou Snyder. “Acho que ‘Watchmen’ é a adaptação mais fluida e satisfatória que já realizei”, completou.
A Netflix anunciou hoje que firmou um “acordo definitivo” com a Warner Bros. Discovery para adquirir a Warner Bros., incluindo seus estúdios de cinema e televisão, HBO Max e HBO.
O SAG-AFTRA, Sindicato dos Atores, se manifestou sobre a notícia e não parece satisfeito. O sindicato afirma que a possível transação “levanta muitas questões sérias” que a direção espera que sejam respondidas.
Embora a venda possa “atender aos interesses financeiros dos acionistas de ambas as empresas”, certamente terá consequências abrangentes para o futuro da indústria do entretenimento, “e especialmente para o talento criativo humano, cujos meios de subsistência e carreiras dependem disso”, argumentou o sindicato em um comunicado divulgado na sexta-feira.
O acordo — pelo qual a Netflix desembolsa US$ 82 bilhões pela Warner Bros., incluindo seus estúdios de cinema e televisão, HBO Max e HBO — “reafirma o verdadeiro valor das empresas de mídia tradicionais e a prosperidade econômica de longo prazo que elas criam, em grande parte devido à contribuição do talento criativo que está no cerne de seu sucesso”, diz o comunicado.
Em conclusão:
“Um acordo que seja do interesse dos membros do SAG-AFTRA e de todos os outros trabalhadores da indústria do entretenimento deve resultar em mais criação e mais produção, não menos. Deve fazê-lo num ambiente de respeito pelos talentos envolvidos. Qualquer decisão sobre a posição do SAG-AFTRA nesta transação será tomada tendo como padrão os melhores interesses dos membros do SAG-AFTRA e após uma análise completa e minuciosa dos detalhes do acordo, com especial atenção aos empregos e aos compromissos de produção.”
O SAG-AFTRA é agora o terceiro sindicato de profissionais de alto escalão a entrar na discussão. O Sindicato dos Diretores da América (Directors Guild of America – DGA) se manifestou rapidamente na noite de quinta-feira, quando começaram a circular notícias de que a Netflix havia iniciado negociações exclusivas com a Warner Bros. Discovery, afirmando que planeja se reunir com a plataforma de streaming para discutir “preocupações significativas” em relação ao acordo.
Enquanto isso, o Sindicato dos Roteiristas (Writers Guild – WGA) indicou que não está disposto a participar de tal conversa, insistindo que qualquer acordo “deve ser bloqueado”.
“A maior empresa de streaming do mundo absorvendo uma de suas maiores concorrentes é exatamente o que as leis antitruste foram criadas para impedir”, disseram os sindicatos WGA East e West em um comunicado conjunto na manhã de sexta-feira .
A venda, que ainda precisa passar pelos processos regulatórios, está avaliada em US$ 82,7 bilhões (com um valor patrimonial de US$ 72 bilhões).
Em um comunicado à imprensa, afirma-se que a aquisição “reúne duas empresas pioneiras do entretenimento, combinando a inovação, o alcance global e o serviço de streaming de primeira linha da Netflix com o legado centenário da Warner Bros. em contar histórias de classe mundial”.
O texto também destaca especificamente franquias como The Big Bang Theory , The Sopranos , Game of Thrones, O Mágico de Oz e o Universo DC, que “se juntarão ao extenso catálogo da Netflix”.
O comunicado esclarece o que exatamente isso significa para a Warner Bros., incluindo o fato de que a Netflix “espera” manter as operações atuais do estúdio e aproveitar seus pontos fortes, incluindo os lançamentos de filmes nos cinemas.
“Nossa missão sempre foi entreter o mundo. Ao combinar o incrível catálogo de séries e filmes da Warner Bros. — de clássicos atemporais como Casablanca e Cidadão Kane a favoritos modernos como Harry Potter e Friends — com nossos títulos que definem a cultura pop, como Stranger Things, KPop Demon Hunters e Squid Game, seremos capazes de fazer isso ainda melhor.”
“O anúncio de hoje une duas das maiores empresas de narrativa do mundo para levar a ainda mais pessoas o entretenimento que elas mais adoram assistir.”
“Por mais de um século, a Warner Bros. tem encantado o público, conquistado a atenção do mundo e moldado nossa cultura. Ao nos unirmos à Netflix, garantiremos que pessoas de todo o mundo continuem a desfrutar das histórias mais marcantes do planeta por muitas gerações.”
Assim, a Netflix agora será dona de um dos estúdios de cinema mais antigos de Hollywood, o que dará à empresa a maior plataforma de streaming do planeta e a oportunidade de dominar o cenário cinematográfico por meio da Warner Bros. Pictures.
Fã do lendário ator britânico Christopher Lee e dono de vários castelos, um dos sonhos do astro Nicolas Cage era interpretar o Conde Drácula. Em 2023, o desejo se torna realidade, e mesmo em um papel coadjuvante (algo raro na sua vasta carreira) ele rouba a cena nesse filme que mistura muita ação, um forte tom cômico e uma ambientação num presente dinâmico trazendo para reflexões dilemas existenciais, até mesmo alguns mandamentos da auto ajuda, sobre o enfrentar as barreiras para ser feliz. Dirigido pelo cineasta norte-americano Chris McKay baseado numa ideia do excelente Robert Kirkman, Renfield – Dando o Sangue Pelo Chefe é assustador e engraçado, um suco de entretenimento!
Na trama, conhecemos o depressivo Renfield (Nicholas Hoult), um ex-advogado que muitos anos atrás se tornou um lacaio, ajudante, do vampiro mais temido do planeta, o Conde Drácula (Nicolas Cage). Durante anos exercendo essa função, e sempre buscando renovar o ‘poder absoluto’ de seu mestre, quando chega nos tempos atuais, já na cidade de Nova Orleans, entra em uma crise existencial e através de um grupo de ajuda começa a rumar para uma estratégia para se livrar dos longos séculos de servidão ao chefe. Ao mesmo tempo, entra em sua vida, a policial incorruptível Rebecca (Awkwafina) por quem logo cultiva grande admiração. Mas nada será fácil para o anti-herói, já que Drácula descobre seu plano e parte para tentar impedí-lo.
Sem ajuda, ninguém atravessa a eternidade. Nômade de muitos anos e preso nas regras de seu mestre, o protagonista, muito bem desenvolvido pelo roteiro, parte da sua jornada em busca da felicidade com dilemas ligados ao ‘enfrentar’, até mesmo se vê perdido em uma linha de moralidade, algo que balança seu pensar e o encontramos assim logo em crise, buscando ajuda, tentando entender o que pode fazer para mudar. O paralelo com o grupo de auto ajuda é cirúrgico, contorna a trama com maestria, com momentos hilários.
O tom cômico, as cenas de ação, as críticas na relação entre chefes e funcionários, o raio-x animado sobre o universo narcisista, o sentido da auto ajuda, e a ambientação num presente dinâmico transformam a narrativa num pot-pourri onde o entretenimento reina. Será comum ver interações do público durante as sessões no cinema com o que acontece em cena. A busca pelo ‘Poder Absoluto’ transformam o coadjuvante Drácula numa figura necessária nas principais sequências, Cage dá um show em cena com sua leitura caricata, cheia de caras e bocas, daquele jeito que somente ele sabe fazer.
Algumas curiosidades cercam esse projeto. Cage é o único ator a interpretar o vampiro mais famoso do entretenimento depois de vencer o Oscar, porém outros vencedores do Oscar já interpretaram esse célebre personagem, como: Jack Palance (Drácula, O Demônio das Trevas) e Gary Oldman (Drácula de Bram Stoker). Nicolas Hoult já havia trabalhado com Cage no início da carreira, 18 anos atrás ele foi o filho do personagem de Cage no drama O Sol de Cada Manhã.
Com muito humor e ação desenfreada, essa abordagem impagável do universo vampiresco vai ficar na memória de muita gente. De forma despretensiosa, conquista o público de várias formas, um filme para chamar os amigos e se divertir na telona mais próxima de sua casa!
Se preparem garotada. Você que é fã de terror e vem ouvindo somente elogios de A Bruxa (The Witch), que o enaltecem como o melhor filme de terror dos últimos anos e mal pode esperar para assisti-lo, saiba que você provavelmente irá odiá-lo. E se conseguir ver tudo, estará no lucro. Você que adora terror, mas reclamou da lentidão de obras de prestígio do gênero, como Corrente do Mal e Babadook, saiba que você ainda não viu nada.
A Bruxa é um terror de arte. E isso deve dizer tudo o que você precisa saber antes de adentrar uma sessão do filme. Se você tem gosto apenas por filmes de terror que passam nos grandes shoppings, com a narrativa formulaica e tradicional, passe bem longe desta produção. Já se você tem gosto pelo inusitado, pelo cinema novo e diferente, e idolatrou estas outras duas produções citadas acima, suas chances de adorar A Bruxa aumentam consideravelmente.
Aqui no Festival de Toronto, assistimos ao filme no cinema da Universidade Ryerson, próximo ao Entertainment District, que sedia o Festival. O curador da mostra Midnight Madness, especializada em filmes de terror e obscuros, anunciou esta como sendo uma das primeiras exibições públicas do filme, que estreia somente em 2016 nos EUA. Exibição que contou com a presença do diretor da obra, Robert Eggers.
A Bruxa possui um ritmo deliberadamente lento e em sua maior parte se comporta mais como um drama de época do que propriamente como um terror. Muito pouco acontece, e já imagino a debandada do público casual. Eggers, no entanto, se mantém fiel à sua veia artística e recria até mesmo a linguagem arcaica inglesa do período – o que dificulta bastante para quem está assistindo sem legenda (são muitos “thou” e “thee” – algo como vós e seis).
O clima construído pelo diretor, porém, é impecável. A crueza e o realismo imperam. Como disse o orador ao apresentar o filme, “esta é uma aula de história barra-pesada”. Na trama, uma família vive na área rural de New England na década de 1630. O pesadelo começa quando o recém-nascido simplesmente some quando sob os cuidados de Thomasin (Anya Taylor-Joy – ótima em cena), irmã do bebê e filha mais velha da família. O patriarca William (Ralph Ineson) acredita que o menino possa ter sido levado por lobos, mas logo os irmãos caçulas da menina começam a suspeitar de sua conduta errática.
Ao longo, o diretor e roteirista vai desenvolvendo seus personagens e movendo adiante a história. O clima vai se intensificando, e o cineasta brinca com as possibilidades das reviravoltas em sua trama. Seria Thomasin uma bruxa satanista, ou realmente a floresta que cerca a propriedade da família é assombrada por seres sobrenaturais – possivelmente uma verdadeira bruxa.
As atuações são ótimas, em especial dos atores mirins – destaque para a protagonista Taylor-Joy. Quem aguentar assistir até o final ganhará um presentão. O desfecho do filme, digamos os seus 15 – 20 minutos finais, reservam alguns dos momentos mais assustadores e perturbadores da história do cinema – se tornando algo digno de clássicos como O Bebê de Rosemary (1968), por exemplo. É simplesmente alucinante e impactante.
Você já ouviu falar de Viagem das Loucas? Pois é, a maioria não ouviu. Há cinco anos estreava sem qualquer alarde esta comédia da 20th Century Fox que marcou por trazer em seu elenco protagonizando uma das atrizes mais queridas de Hollywood. E não me refiro à Amy Schumer. Nada contra. Mas o assunto aqui é a veterana Goldie Hawn.
Antes de Viagem das Loucas, a estrela estava há nada menos do que 15 anos afastada das telas. Vencedora do Oscar pelo filme Flor de Cacto (1969) – um dos longas que inspiraram Quentin Tarantino em Era uma Vez em Hollywood -, Hawn estreou em sua carreira mais ou menos nesta mesma época, no fim dos anos 1960. Foi o que bastou para a atriz causar um grande impacto, afinal poucas são as intérpretes que logo em seu primeiro filme saem laureadas com o prêmio máximo do cinema – algo que todos os profissionais da área almejam. Já é um presente ser indicado, o que dirá sair vitorioso.
Na década de 1970 Goldie Hawn já era a nova namoradinha da América, devido ao jeito ingênuo e doce no qual a maioria de suas personagens eram montadas, além da aparência angelical da atriz. Filmes como Caiu uma Moça na Minha Sopa (1970), com Peter Sellers, A Garota de Petrovka (1975), com Anthony Hopkins, Louca Escapada (1974), de Steven Spielberg, Shampoo (1975), com Warren Beatty, e Golpe Sujo (1978), com Chevy Chase, contribuíram para a construção desta persona de Hawn e para o estrelato da jovem – que iniciou essa jornada aos 25 aninhos.
Uma das atrizes mais queridas das décadas de 70 e 80, Goldie Hawn saía da aposentadoria de 15 anos em ‘Viagem das Loucas’
Goldie Hawn adentrava os anos 1980 com nova indicação ao Oscar, desta vez como atriz principal por A Recruta Benjamin (1980), filme sobre uma mulher rica que decide ingressar no exército, mas não imagina a dureza que enfrentará. O filme é uma comédia, gênero nem sempre apreciado pelos votantes da Academia, mas um terreno onde a atriz sempre se sentiu segura para exalar seu charme inocente. Daí seguiram Parece que Foi Ontem (nova parceria com Chevy Chase), Amigos Muito Íntimos (com Burt Reynolds), Segundo Turno (onde conheceu o marido Kurt Russell), Trapalhadas na Casa Branca, Uma Gatinha Boa de Bola e a segunda parceria com o companheiro na comédia cult Um Salto para a Felicidade.
Em sua terceira década de atuação no cinema, os anos 1990, Goldie Hawn perdia a relevância que uma vez teve, e seus filmes não se conectavam tanto assim mais com a audiência. Isso não significa que não tenha tido sucessos na época – como o cult A Morte Lhe Cai Bem (1992) e O Clube das Desquitadas (1996). A recepção ruim de seus últimos projetos, já no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000, fez com que Goldie Hawn resolvesse dar um tempo na atuação e se dedicasse à família – com sua filha (um clone seu), Kate Hudson, herdando produções nos mesmos moldes que a mãe costumava fazer. Atualmente, seu filho mais novo, Wyatt Russell, também faz sucesso nas telas e aderiu ao Universo Cinematográfico da Marvel onde vive o personagem John Walker, o Agente Americano.
Amy Schumer, também produtora do filme, foi a responsável por trazer Goldie Hawn a bordo do projeto.
É uma faca de dois gumes quando um ator, ainda mais veterano, resolve se aposentar por motivo de seus filmes não estarem mais rendendo lucro nas bilheterias ou elogios dos críticos. Por um lado, sentimos falta destes astros tão queridos e desejamos vê-los de novo em cena – em especial em bons projetos. Por outro, sempre teremos seus clássicos para revisitar quando quisermos, afinal o cinema os torna imortais. O que é preferível, sair de cena enquanto lembramos deles de forma especial, ou seguirem participando de tranqueiras até se tornarem os “tiozinhos que fazem filmes ruins” para as novas gerações? Este é o caso com lendas como Robert De Niro, Al Pacino, Bruce Willis e até Anthony Hopkins. É claro que vira e mexe conquistam um acerto e conseguem reinventar suas carreiras – como é o caso com Sylvester Stallone.
Grandes atores do passado optaram por se aposentar, indo contra a máxima de que um ator nunca se aposenta verdadeiramente, só na morte. Gente do nível de Sean Connery estava aposentado desde 2003 até seu falecimento em 2020. Assim como o grande comediante Gene Wilder havia saído de cena no fim dos anos 1990, até falecer em 2016. O “monstro” Gene Hackman ainda está vivo, mas não faz um filme desde 2004. Jack Nicholson saiu de cena em 2010, e como protagonista em 2007; e Warren Beatty não estrelava um filme desde 2001, saindo brevemente da aposentadoria em 2016 para Regras Não se Aplicam. Ou seja, existe precedente. E Goldie Hawn era um destes exemplos de atores que simplesmente cansaram.
Amy Schumer se tornou sensação em 2015, e em seu trabalho seguinte realizou um feito louvável: tirar Goldie Hawn da aposentadoria.
Até então o último trabalho de Goldie Hawn como atriz no cinema havia sido Doidas Demais (2002), que está completando 20 anos em 2022, e no qual protagoniza ao lado de Susan Sarandon como duas ex-roqueiras que viviam nas estradas atrás das bandas. Antes disso foi justamente ao lado de Warren Beatty no fiasco Ricos, Bonitos e Infiéis (2001). Quinze anos se passaram e nada de Goldie Hawn. Até que em 2017, há exatos cinco anos, um filme mexeu com a curiosidade da estrela e a fez deixar a aposentadoria e voltar às telonas. Trata-se de Viagem das Loucas (Snatched), veículo para a humorista Amy Schumer – que por sua vez se tornou sensação nos EUA ao protagonizar o sucesso surpresa Descompensada (2015). Schumer faz o estilo da mulher solteira, beberrona e pegadora, cuja vida pessoal e profissional é um trem desgovernado. Esse estilo que apenas replica o comportamento muito criticado dos homens do passado desce cada vez menos redondo nos tempos politicamente corretos de hoje em dia – e fez com que o público rapidamente enjoasse do repertório da comediante, garantindo o fracasso de Viagem das Loucas, logo dois anos depois de seu maior sucesso.
Esta cena terminou deletada do corte que foi aos cinemas de ‘Viagem das Loucas’.
Apesar disso, o que conta a favor de Amy Schumer é sua atitude body positve. Ou seja, Schumer é uma atriz acima do peso, que vai contra os padrões de estética passados – e se tornou uma forte representante do conceito “seja feliz com seu corpo, seja ele como for”. Isso se reflete na maioria de seus filmes. Apesar da esnobada do público em Viagem das Loucas, o filme tem mais atrativos do que se possa imaginar à primeira vista, e pode surpreender os desavisados. Não me leve a mal, a comédia está muito longe de ser um primor, ou sequer original. Na verdade o que conta aqui são as entrelinhas e em especial a química entre Schumer e Hawn como filha e mãe. Os estilos das comediantes se encontram e se balanceiam.
Na trama, escrita pela roteirista Katie Dippold (da série Parks & Recreation e da comédia com Sandra Bullock e Melissa McCarthy, As Bem-Armadas), traz Amy Schumer como Emily, a típica personagem da atriz. Ela é egocêntrica e destrambelhada. Mas o que Schumer retrata na verdade é uma crítica a um estilo de vida fútil, vivido por muitos. Sua personagem vive de aparência e decidiu que uma viagem para um cenário exótico iria alavancar seu status social, priorizada acima até mesmo de ter um emprego. Tudo piora para ela quando seu namorado pede a separação e ela fica sem companhia para a tal viagem que acha que mudaria sua vida. Depois de procurar nos quatro cantos, resolve apelar para a mãe (papel de Goldie Hawn) como colega de viagem, quem ela considera que está se escondendo do mundo, reclusa em sua rotina monótona e que no passado era uma aventureira nata.
Apesar do resultado abaixo do esperado, ‘Viagem das Loucas’ guarda muitos momentos hilários.
Assim, após convencer a mãe, a dupla de “loucas” como diz o título parte para o Equador – embora a produção tenha filmado no Havaí. Existe ainda a questão da polêmica que costuma acometer filmes americanos que retratam culturas da América do Sul ou Central como países repletos de perigos e criminosos. Assim como o último Rambo Até o Fim (2019) mostra o herói de Stallone contra mexicanos – Viagem das Loucas vai além de uma comédia sobre a relação problemática de mãe e filha muito diferentes, se torna uma espécie de thriller (de mentirinha) onde ambas são sequestradas e depois perseguidas por bandidos equatorianos. Talvez isso não tenha feito os espectadores do país citado nada felizes.
Apesar destra controvérsia, da rotina formulaica de filmes do tipo e de momentos que realmente não funcionam (como as personagens de Wanda Sykes e Joan Cusack – apesar de renderem pelo menos uma piada boa ao final), como dito o filme possui seus momentos engraçados, em especial os que dizem respeito ao humor autodepreciativo de Amy Schumer – que faz a trama girar e coloca as duas em risco. É bobo, mas ao mesmo tempo ácido e incorreto – dono de muitas piadas abaixo da linha da cintura e impróprias para menores, como esperado do humor de Schumer. A violência aliás corre solta, aumentando um pouco a censura.
Mas o grande chamariz é realmente a volta de Goldie Hawn às telas. É dito que Amy Schumer precisou lutar para ter a veterana no filme, de quem é fã. O estúdio não queria Hawn, mas Schumer ameaçou deixar a produção caso sua mãe não fosse interpretada por ela. Parte do que funciona em Viagem das Loucas se deve também pela direção dinâmica e enxuta de Jonathan Levine, especialista em mesclar humor com muito coração. Em seu repertório, o cineasta tem obras como 50% (2011) e Casal Improvável (2019). No centro deste filme também temos uma relação mais sincera do que poderíamos imaginar à primeira vista.
Com um orçamento de US$42 milhões, Viagem das Loucas arrecadou US$45 milhões nos EUA, e US$60 milhões mundiais, evitando um prejuízo, mas ficando longe do sucesso. No Brasil, o filme sequer foi lançado nos cinemas. Uma chance de conferi-lo é no acervo da Star+. Talvez o principal objetivo de Viagem das Loucas tenha sido atingido: fazer o bichinho da atuação morder de novo Goldie Hawn, despertando novamente o interesse da estrela pelas telas. Depois do filme, Hawn fez participação ao lado do marido nos dois Crônicas de Natal (2018 e 2020), no qual viveu a esposa do Papai Noel, a Sra. Noel, para a Netflix. Fora isso, Family Jewel está atualmente em fase de pré-produção e promete reunir em tela Goldie Hawn, Bette Midler e Diane Keaton, veteranas de O Clube das Desquitadas, numa história sobre três mulheres forçadas a passar o Natal juntas, ao lado de suas famílias, depois que o homem com quem as três foram casadas morre. Os fãs agradecem.
Sendo apresentado pela primeira vez nos cinemas em ‘Homem-Aranha 3‘, o vilão Venom finalmente terá o seu grande momento nas telonas. De fato, o primeiro trailer de ‘Venom‘ tem mais visualizações que qualquer outro filme protagonizado pelo Homem-Aranha.
Atualmente, o vídeo já acumula mais de 64 milhões de views.
Recentemente, a revista Empire divulgou uma nova foto do filme, que mostra Eddie Brock (Tom Hardy) em sua moto. Confira:
O artista gráfico Jared Krichevsky divulgou uma nova arte conceitual dos primeiros estágios de produção de ‘Venom‘, que traz uma versão assustadora do personagem.
“Um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel se torna o centro das atenções quando Eddie Brock (Tom Hardy) se torna o hospedeiro do simbiótico alienígena Venom. Como jornalista, Eddie vem tentando derrubar o notório fundador da Life Foundation, o gênio Carlton Drake (Riz Ahmed) – e essa obsessão arruinou sua carreira e o relacionamento com sua namorada, Anne Weying (Michelle Williams). Ao investigar um dos experimentos de Drake, o alienígena Venom se funde com o corpo de Eddie e de repente ele tem superpoderes incríveis, assim como a chance de fazer o que ele quiser. Sombrio, distorcido, imprevisível e alimentado pela raiva, Venom deixa Eddie lutando para controlar habilidades perigosas que ele também acha poderosas e inebriantes. Uma vez que Eddie e Venom precisam um do outro para conseguir o que procuram, eles se tornam cada vez mais interligados – onde Eddie acaba e Venom começa?”
O Hulu divulgou o trailer série de comédia com zumbis ‘Zomboat‘.
Confira:
A série será lançada na plataforma no dia 25 de outubro.
A trama acompanha o início de um ataque de zumbis na cidade britânica de Birmingham. As irmãs Kat e Jo, juntas dos improváveis companheiros de viagem Sunny e Amar, fogem para salvar suas vidas em um barco. Enquanto viajam ao longo do canal em seus alojamentos bem fechados, as amizades se desenvolvem, as alianças se formam, os argumentos ocorrem e o romance floresce. Ao longo do caminho, eles percebem que não há como escapar dos problemas da vida cotidiana, mesmo em um apocalipse zumbi.
O elenco conta com Leah Brotherhead, Hamza Jeetoo, Ryan McKen e Cara Theobold.
De acordo com o Deadline, Naomie Harris (‘Rampage: Destruição Total’) entrou para o elenco da série ‘O Homem que Caiu na Terra‘ (The Man Who Fell to Earth), reboot do filme clássico.
A atriz interpretará Justin Falls, uma “cientista e engenheira brilhante que devem vencer seus próprios demônios em uma corrida para salvar dois mundos”.
Jimmi Simpson (‘Westworld’) também se juntou ao elenco e viverá Spencer Clay, um agente da CIA cuja obsessão com a verdadeira identidade dos alienígenas o levam a beira de loucura.
Vale lembrar que a série irá estrelada por Chiwetel Ejiofor (‘The Old Guard’), que dará vida ao papel titular, um alienígena humanoide que cai no nosso planeta em busca de água para levar à terra natal. A nova história irá expandir a mitologia apresentada no longa de 1976.
Alex Kurtzman, showrunner de ‘Star Trek: Discovery’, e Jenny Lumet ficam responsáveis pelo roteiro e pela produção executiva. Kurtzman também entra como diretor de diversos episódios.
O filme original foi protagonizado pelo ícone da música David Bowie e baseado no romance homônimo de Walter Tevis. Nicolas Roeg encabeçou o projeto, que ganhou uma versão televisiva em 1987.
No Rotten Tomatoes, a produção abriu com nada menos que 100% de aprovação, com nota 7.60/10 baseada em 9 reviews até o momento.
Confira os principais comentários:
“[O filme] é significativo, assustador, arrepiante e recheado de performances poderosas” – VitalThrills.com.
“A performance de Hawke é corajosa. Mas é Mason Thames como Finney que mantém o filme pé no chão quando os elementos mais sobrenaturais chamam” – Dread Central.
“Um filme assombroso e divertido que nos lembra de que o terror é onipresente” – IndieWire.
“‘The Black Phone’ expande um conto de formas bastante verdadeiras ao material original” – THR.
“Derrickson e Cargill […] traansformam o conto de Joe Hill em um longa-metragem de pesadelos, recheado de crianças fantasmas, violência, sustos e um trio de performances inesquecíveis” – Bloody Disgusting.
A Universal Pictures lançará o terror nos cinemas no dia 4 de Fevereiro de 2022.
Um garoto sequestrado por um sádico serial killer encontra um telefone antigo preto. Quando o aparelho toca, o garoto consegue ouvir a voz das vítimas anteriores do assassino, e elas dão dicas para evitar que ele sofra o mesmo destino.
Sucesso! Com impressionante US$ 1.32 bilhão arrecadado mundialmente, a sequência ‘Top Gun: Maverick‘ conseguiu superar a arrecadação total de ‘Jurassic World: Reino Ameaçado‘ (US$1.31B).
Atualmente, o longa representa a 16ª maior bilheteria da história do cinema.
Nos EUA, a produção arrecadou US$ 650.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 671 milhões.
Vale lembrar que o longa representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise e da Paramount Pictures. Além disso, o filme também é a MAIOR bilheteria do ano.
Assista a nossa crítica:
A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.
Através do seu Instragram, o ator Shemar Moore (‘Criminal Minds’) quebrou o silêncio sobre o abrupto cancelamento da série ‘S.W.A.T.‘
O artista declarou que a decisão da emissora “não faz sentido”, e comentou sobre a possibilidade da série retornar para um novo ciclo.
“‘S.W.A.T.’ foi cancelada, e isso não faz o menor sentido. Leiam as notícias: nossa série tem a maior audiência da CBS nas noites de sexta-feira às 22h. Já faz dois anos que estamos arrasando na audiência. Nós não fizemos nada de errado. Não acho que isso realmente seja o fim. Ou a CBS vai perceber que [o cancelamento] foi um erro, ou a Sony vai fazer as contas e perceber que essa não foi a decisão certa.”
Ele completa, “Nossa série tinha um elenco diversificado. Vocês sabiam que eu era o único homem negro liderando uma série da televisão norte-americana? E não me interpretem mal. Desde 2017, há mulheres negras como protagonistas – como a Angela Bassett. Antes de eu estrelar ‘S.W.A.T.’, a CBS estava enfrentando muitas críticas por causa da falta de diversidade. [A emissora] nos fez acreditar que poderíamos nos despedir em uma sétima temporada, mas há muita política interna envolvida. No final das contas, é tudo sobre dinheiro.”
O sexto ciclo registrou uma média de 0.7 na demo, e um total de 6.8 milhões de espectadores. Curiosamente, os números representam um aumento na audiência em comparação ao ciclo anterior.
A trama segue um tenente da SWAT que está dividido entre a lealdade às ruas e o dever com seus colegas quando lhe é dada a oportunidade de liderar uma unidade altamente qualificada para resolver crimes em Los Angeles.
Sébastien Vaniček, que comandará o próximo filme da franquia ‘A Morte do Demônio‘, é responsável pela direção.
A história gira em torno de Kaleb, que está prestes a completar 30 anos e nunca esteve tão sozinho. Ele está brigando com a irmã por uma questão de herança e cortou relações com seu melhor amigo. Apaixonado por animais exóticos, ele chega em casa com uma aranha venenosa e sem querer a deixa escapar…
Sucesso! De acordo com o Deadline, a adaptação musical ‘Wicked‘ deve arrecadar em torno de US$ 120 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA.
O valor representa a décima maior abertura da história do país para o mês de novembro, além de quebrar o recorde de maior estreia para um filme baseado em um musical da Broadway – facilmente superando o lançamento de ‘Caminhos da Floresta‘ (US$31M).
Além disso, ‘Wicked‘ também desbancou ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem: Beetlejuice Beetlejuice‘ (US$111M), tornando-se a maior estreia doméstica da Warner Bros. em 2024.
O longa deve alcançar o topo das bilheterias norte-americanas, arrecadando praticamente o dobro de ‘Gladiador 2‘ (US$61M).
O site afirma que o filme estrelado por Cynthia Erivo e Ariana Grande fechou a sexta-feira (22) com US$ 48.5 milhões domesticamente, contra US$ 23.5 milhões arrecadados pelo longa comandado por Ridley Scott.
Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Sem data de estreia, o próximo ciclo está programado para 2026.
Na trama, forças sinistras estão em jogo para abrir o portal entre os reinos humano e demoníaco. No meio de tudo isso está Dante, um caçador de demônios de aluguel, sem saber que o destino de ambos os mundos está pendurado em seu pescoço.
A série foi criada por Adi Shankar, que também servirá como showrunner e produtor executivo.
“Fiquem tranquilos, nós estamos trabalhando muito duro porque amamos a franquia e porque queremos entregar algo ótimo,” declarou o showrunner. “Nosso objetivo não era apenas produzir outra série de animação. Meu objetivo é fazer um dos melhores programas da plataforma Netflix — ponto final.”
O projeto foi desenvolvido em parceria com o Studio Mir, estúdio responsável por ‘A Lenda de Korra‘ e ‘The Witcher: Lenda do Lobo‘.
Malcolm D. Lee (‘Todo Mundo em Pânico 5’) é responsável pela direção.
Uma violinista talentosa aceita um emprego prestigioso como professora de música da filha prodígio de uma família influente e enigmática. À medida que se envolve nesse mundo opulento, segredos perturbadores começam a vir à tona, forçando-a a questionar sua segurança, seus sonhos e até mesmo sua sanidade.
‘Deadpool 2‘ está a uma semana de distância das audiências de todo o mundo e as primeiras impressões da crítica especializada já estão entre nós.
E as avaliações não poupam elogios, pontuando que a sequência é ainda melhor que o original e que Ryan Reynolds conseguiu se superar na caracterização do Mercenário bocudo.
Os críticos que já tiveram a oportunidade de conferir a adaptação ainda elogiaram a X-Force, afirmando que a escolha do elenco foi certeira, além de afirmarem que a dinâmica entre todos funciona com maestria.
Em se tratando das referências, os fãs já são alertados a esperar muitas piadas relacionadas ao Canadá e sacadinhas mais ácidas, com linguajar pesado – fazendo jus à classificação R-rated.
Mas o principal destaque das impressões foi de fato a cena pós-crédito, que está sendo considerada pela maioria como a MELHOR JÁ FEITA NA HISTÓRIA!
Ansiosos? Então se prepare para a aguardada estreia com as principais avaliações que já estão circulando na internet.
Confira:
So #Deadpool2 just screened all over for fans – my @joblocom review will be up when embargo breaks but fans of the first will not be disappointed – at all. Brolin owns as Cable.
“Então, ‘Deadpool 2‘ acabou de ser exibido para os fãs – minha crítica pelo Joblo estará no ar assim que o embargo cair, mas os fãs do primeiro não ficarão desapontados de forma alguma. Brolin domina o Cable.
Happy to report ‘Deadpool 2’ is a lot of fun and had me laughing beginning to end. Stuff after the credits is *awesome*. All the people added to the film were perfectly cast. Avoid spoilers. Always makes it a better experience. pic.twitter.com/4Q3Kr1ARPh
“Feliz por poder relatar que ‘Deadppol 2‘ é bem divertido e me fez rir do começo ao fim. O que vem depois dos créditos é incrível. Todas as pessoas acrescentadas ao elenco foram perfeitamente escolhidas. Evite spoilers. Isso sempre torna a experiência bem melhor”.
I didn’t like the first Deadpool. DEADPOOL 2 beat me into submission until I was actually enjoying myself. Also it features my now favorite post credit scene.
“Eu não gostei do primeiro ‘Deadpool‘. ‘Deadpool 2‘ me surrou à submissão até que eu realmente comecei a me divertir. E também conta com a minha nova cena pós-créditos favorita”.
I liked DEADPOOL 2 more than the first one (which I wasn’t a huge fan of). Slow to start but all the stuff with X-Force and Cable (and Peter!) works surprisingly well.
“Eu gostei de ‘Deadpool 2‘ mais do que do primeiro (o qual eu não sou um grande fã). Começo lento, mas todas as coisas com a X-Force e o Cable (e Peter!) funcionam surpreendentemente bem”.
#Deadpool2: I’ll say this, it earns the hell out of that R rating. And the cameos. And the post-credit scenes.
“‘Deadpool 2’: Eu direi isso, ele é realmente digno da classificação R-rated. E as aparições. E as cenas pós-créditos”.
So, #DEADPOOL2 is the perfect sequel. Doubles down on everything that fans love about the original, and fixes some of that film’s issues. Huge, huge laughs that play the audience like a fiddle. @VancityReynolds destroys as Wade. Great action, fantastic comic nods. A killer ride! pic.twitter.com/KaM8gUT2Jf
“Então, ‘Deadpool 2‘ é a sequência perfeita. Ele dobra tudo aquilo que os fãs amam do original e conserta alguns dos problemas daquele filme. Grandes, grandes risadas que brincam com a audiência como um violino. Ryan Reynolds destrói como Wade. Ótima ação, fantásticas referências cômicas. Uma viagem incrível!”
Just saw #Deadpool2. Safe to say it features the best post credits scene EVER. I’m still recovering.
“Acabei de ver ‘Deadpool 2’. É seguro dizer que ele tem a melhor cena pós-créditos já feita. Eu ainda estou me recuperando.
#Deadpool2 is no doubt the most violent major release since Kill Bill Volume 1. It’s also funnier than the first and has me genuinely excited for a sequel. Oh and it features a ton of Canada jokes, so of course I loved it.
“‘Deadpool 2’ é, sem dúvidas, o lançamento mais violento desde ‘Kill Bill Vol. 1’. É também mais engraçado que o primeiro e me deixou genuinamente empolgado para a sequência. Oh, ainda conta com uma tonelada de piadas do Canadá, então é claro que eu amei”.
“A cena pós-créditos em ‘Deadpool 2‘ é a melhor já feita até hoje em um filme de super-herói. Eu estou falando realmente sério”.
DEADPOOL 2: A 113-minute Honest Trailer that steals its best scene from MACGRUBER. Josh Brolin’s third-best summer movie. Criminal misuse of Julian Dennison. Your ten-year-old son’s new favourite movie. It will make $1-billion.
“‘Deadpool 2’: Um trailer honesto de 113 minutos que rouba rouba sua melhor cena de ‘Corram Que o Agente Voltou‘. O terceiro melhor filme de verão de Josh Brolin. Mau uso criminal de Julian Dennison. O novo filme favorito do seu filho de 10 anos de idade. Ele fará US$ 1 bilhão”.
[CUIDADO COM SPOILERS]
Parece que um ator muito conhecido irá interpretar o mutante invisível Vanisher, visto no trailer final de ‘Deadpool 2’. Segundo fortes rumores, apurados pelo site MCU Cosmic, o ator Brad Pitt será o personagem.
Ainda segundo o site, Pitt irá brevemente se revelar durante uma cena específica. Vale lembrar que nada foi confirmado e ainda devemos tratar como um rumor.
Enquanto isso, ‘Deadpool 2’ ganhou um novo pôster hilário com a frase “Do mesmo estúdio que matou o Wolverine”, alfinetando a decisão da Fox de matar o herói no final de ‘Logan’. Confira:
Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.
O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 17 de maio de 2018.
Mark Hamillé mais conhecido por ser Luke Skywalker na saga de ‘Star Wars‘. Mas o veterano decidiu cruzar para o lado negro da força, em uma bela ação social.
Trajando a armadura dos stormtroopers, o ator participou do Force For Change, uma instituição de caridade que presta assistência a crianças e adultos em situação de risco ou com doenças terminais.
Confira o vídeo:
I did this for the “Force For Change” charity- a really great cause. The best part was spending all day talking to people who had no idea who I was. I was tempted to unmask at times, like when that woman said her favorite actor was Mark Hamilton! 🤣 #MayTheFarceBeWithYouhttps://t.co/tlrexNWLxV
Para celebrar o aniversário de 25 anos de ‘Os Bad Boys‘, a produção ganhou um divertido vídeo, que traz o Top 10 Melhores Momentos de Mike e Marcus nos três longas da franquia.
A compilação foi compartilhada pela conta oficial da saga no Instagram.
Uma publicação compartilhada por Bad Boys (@badboys) em
Vale lembrar que ‘Bad Boys Para Sempre‘ se tornou um sucesso nos cinemas e já arrecadou mais de US$ 400 milhões mundialmente – tornando-se a MAIOR bilheteria da franquia.
A dupla Adi El Arbi eBilall Fallah é responsável pela direção.
A trama é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas, chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith).
O astro Alexander Skarsgård, da sequência ‘Godzilla vs Kong‘ aprendeu a linguagem de sinais para poder se comunicar com a jovem atriz e estrela do filme, Kayle Hottle. A informação foi revelada por ele mesmo, durante uma entrevista ao site australiano Junkee (Via EW).
Na trama, Hottle interpreta Jia, uma garotinha que consegue se comunicar com o King Kong por meio da linguagem de sinais. Já Skarsgård interpreta um geólogo e cartógrafo, que trabalha para a organização chamada Monarch.
E durante o seu bate papo com o veículo, ele compartilhou que aprendeu a linguagem para que pudesse se comunicar com a colega de elenco nos bastidores das filmagens.
Na ocasião, ele ainda comentou sobre o grandioso talento que a novata atriz apresentou logo em seu primeiro trabalho:
“Esse é o seu primeiro filme. É fascinante o quão confortável ela está diante de uma câmera e o quão rápido ela toma as notas do diretorAdam Wingard. Ele explicava algo e ela sinalizava ‘entendi, entendi’. Pouco depois, ela fazia a sua cena e todos ficávamos impressionados, do tipo: ‘Como ela conseguiu fazer isso?'”
As primeiras críticas de ‘Godzilla vs Kong‘ foram divulgadas pela imprensa norte-americana e o filme abriu com ÓTIMOS 88% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Com 17 críticas publicadas, o filme teve nota média 6,8 de 10. Foram 15 reviews positivas e duas negativas.
Confira as principais críticas:
“Godzilla vs. Kong basicamente cumpre sua promessa de um grande monstro lutando contra outro grande monstro. Depende apenas se você está disposto a enfrentar a má configuração que o rodeia.” – John Nugent, Empire Magazine
“Quando nosso próprio mundo parece estar à beira da ruína, esses monstros parecem nossos medos primitivos encarnados … (mas o filme) sofre da mesma doença de tantos sucessos de bilheteria modernos: é imensamente assistível, mas instantaneamente esquecível.” – Prahlad Srihari, First post
“Assistir a esses monstros famosos compartilharem a tela pela primeira vez desde King Kong vs. Godzilla de 1963, em uma série de batalhas coreografadas habilmente, consegue golpes reais…”, Jamie Graham – Total Filme
“O MonsterVerse finalmente aprendeu com seus erros. Esse filme é realmente divertido, com ótimos visuais e feito para vê-lo no cinema.”, eCartelera
“Godzilla vs Kong merece ser calorosamente abraçado como um vendedor de pipoca antiquado e cafona, com espetáculo de punch’n’crunch suficiente para compensar seu início lento, personagens magros e narrativa desleixada.”, Jim Schembri
“Este filme de monstro provavelmente pareceria espetacular onde quer que você o assistisse, mas é absolutamente deslumbrante na tela grande com ação épica de monstro sobre monstro e efeitos sonoros estrondosos, quase ensurdecedores.”, The Indian Express
“Godzilla vs. Kong oferece exatamente o que promete. É uma energia transbordante e entusiasmo e traz um espetáculo visual satisfatório.”, Impulse Gamer
“Missão cumprida: quem ganha, os fãs do outro também ganham”, Anthony Morris
“‘Godzilla vs. Kong’ revela sua própria premissa bizarra e oferece tudo o que você pagou.” -Doug Jamieson, The Jam Report
‘Godzilla vs Kong‘ foi pra 8 de Abril, enquanto ‘Mortal Kombat‘ é previsto para 22 de Abril.
As lendas se enfrentam em “Godzilla vs. Kong”, quando esses adversários míticos se encontram em uma espetacular batalha, na qual o destino do mundo entrará em jogo. Kong e seus protetores embarcam em uma jornada perigosa para encontrar seu verdadeiro lar. Com eles está Jia, uma jovem órfã que tem uma ligação única e forte com Kong. Mas eles não sabiam que estavam no caminho de um Godzilla enfurecido, que está deixando um rastro de destruição pelo planeta. Esse combate épico entre os dois titãs, instigado por forças ocultas, é apenas o começo do mistério que jaz no núcleo da Terra.
Dirigido por Adam Wingard (‘Você é o Próximo‘), o longa dará continuidade aos eventos de ‘Godzilla II: Rei dos Monstros‘ e ‘Kong: A Ilha da Caveira‘.
A aguardada adaptação dos quadrinhos Besouro Azul ganhou o seu primeiro e emocionante trailer oficial, que traz o astro Xolo Mariduena (Cobra Kai) descobrindo uma série de novas habilidades, ao receber um misterioso e tecnológico escaravelho.
Diante deste artefato alienígena, a vida de Jaime Reyes será completamente transformada, à medida em que ele aprende a lidar com essa peculiar ferramenta, capaz de lhe dar um exoesqueleto mecanizado e poderes sobrehumanos.
Confira o trailer nas versões dublada e legendada:
E essa nova jornada de descobertas não será vivida sozinha. Ao contrário de tantos outros filmes de super-heróis, em que o protagonista descobre seus poderes completamente em sigilo, Besouro Azul rapidamente envolve a família Reyes com o segredo de Jaime.
No longa, o primeiro contato do personagem com o escaravelho é justamente ao lado de seus pais, tio e irmã. E é com este cenário familiar que a trama se desenvolverá em seu 1º filme, conforme comentou Xolo durante a coletiva de imprensa, da qualo CinePOP participou:
“Como o pessoal viu no trailer, a família dele está bem ali naquela primeira transformação. Passar por essa jornada juntos é algo que acho que nunca vimos antes em filmes de super-heróis, e esse é realmente o coração pulsante dessa produção. Embora esta tenha sido a minha primeira vez sendo um super-herói, isso não poderia acontecer sem a família. E esse é um tema que, indepentende de você ser latino ou não, transcende a cor da pele, porque é algo com o qual todos podemos nos relacionar”.
E uma das promessas da trama é justamente entregar circunstâncias identificáveis e relacionáveis, com uma identidade visual que seja característica e marcante. Para Mariduena, além da magia cinematográfica que as adaptações de quadrinhos já trazem, Besouro Azulé uma combinação de questões palpáveis e a construção de um mundo próprio:
“Os problemas que eles estão enfrentando são problemas que conhecemos. E claro, teremos espaço para muitas coisas malucas de alienígenas. Mas as questões que você vê neste filme são muito tangíveis e são enraizadas no mundo de hoje. É 110% o mundo que conhecemos…Mais um pouco de magia extra. Além disso, trazer Balmera City para a tela é fantástico por si só. Quando estávamos discutindo o Besouro Azul, a visão era de que ele pudesse estar no mesmo nível de alguém como um Super-Homem ou um Batman, que possuem Gotham e Metropolis, cidades que também são o coração da trama”.
E Balmera City terá um papel crucial dentro do universo da franquia que se inicia, uma vez que ela resgata a culturalidade latina de regiões como o México e Porto Rico. Para o diretor Ángel Manuel Soto, poder estampar toda essa ancestralidade em uma tela IMAX foi um dos principais aspectos que o motivou a filmar o longa dentro da proporção adequada para esta tecnologia.
“Eu sou de Porto Rico, acho que sou muito óbvio sobre isso! E é ótimo poder ver algo que me faz sentir em casa em uma tela IMAX, não nos telejornais – porque são sempre nas notícias ou em cartões postais. Somos mais do que isso, sabe? E eu disse Porto Rico, mas também faço parte de uma comunidade maior. E poder vê-la também sendo representada não apenas como clichês, mas talvez como um herói pelo menos uma vez…Que melhor maneira do que contemplá-lo na maior tela possível?!”
Soto foi ainda mais além, refletindo sobre como assistir Besouro Azul em IMAX garante uma experiência sinestésica única para a audiência:
“Honestamente, IMAX é insana! E é o aspecto imersivo dessa tecnologia que me motivou a gravar nesse formato, pois sempre tento ser o mais imersivo possível com os projetos que faço. E o escopo do IMAX permite que você seja absorvido por inteiro para dentro da tela. E até parece – pelo menos no meu relacionamento com o cinema, que é muito espiritual -, que você poderia ter uma conexão física com a produção. Além disso, nós tentamos o nosso melhor para atrair o público. E com essa história e seus personagens, essa tecnologia te faz sentir como se você estivesse dançando com o seu parceiro. Você pode estar em um salão de baile rodeado por pessoas, mas quando está dançando com aquela companhia, é como se vocês dois fossem os únicos naquela sala”.
Lançado na seleção oficial do Festival de Cinema de Cannes 2023, Estranha Forma de Vida (Extranã Forma de Vida), de Pedro Almodóvar, é um curta-metragem, de 31 minutos, ao mesmo tempo ousado e recatado. A dicotomia apresenta-se por conta da bravura do projeto: um faroeste com personagens queers vestidos da grife Saint Laurent, mas com a representação do desejo sexual de modo discreto.
Produtora do filme, a marca francesa de alta-costura, joias e perfumes Saint Laurent dá destaque ao figurino único para ambientação rústica de caubóis, chão de terra e casas de madeira, como em Rastros de Ódio, de John Ford, por exemplo. Nutrido dessa atmosfera, o curta começa de forma lírica com o fado (e canção título) “Estranha Forma de Vida”, de Amália Rodrigues, na voz de Caetano Veloso, dublado em cena por Manu Ríos, o Patrick do seriado Elite (2018 -), da Netflix.
Esta é a segunda vez que o cantor brasileiro colabora com o cineasta espanhol. A primeira foi na versão de “Cucurrucucú Paloma”para a trilha sonora de Fale com ela (2002). O projeto também marca a segunda incursão de Almodóvar em uma produção em língua inglesa, depois do curtaA Voz Humana, com Tilda Swinton, a partir do texto de Jean Cocteau, apresentado no Festival de Veneza em 2020.
Com a introdução melancólica, o enredo coloca em cena os astros e grandes chamarizes da produção: Ethan Hawke, como o xerife Jake, e Pedro Pascal, como o caubói Silva. Grande parte da produção, digamos 80%, se apoia no talento e na imagem pública dos dois atores. Se considerarmos apenas este ano, Pedro Pascalesteve à frente de duas grandes séries — The Last of Us e O Mandaloriano— e tornou-se queridinho da internet em personagens másculos, assim como os últimos papéis de Hawke no cinema com O Telefone Preto (2021) e O Homem do Norte(2022).
Comparado ao — verdadeiro merecedor do Oscar de Melhor Filme em 2006 — O Segredo de Brokeback Mountain(2005), de Ang Lee, por conta da temática, Estranha Forma de Vida não possui a mesma fórmula, nem o mesmo tom dramático. O filme é, na verdade, uma mistura de faroeste e comédia, regada a uma velada sensualidade e sentimentalismo.
Durante o festival de Cannes, Almodóvar declarou a intenção de fazer um filme sem ser explícito, no qual todo o desejo fosse percebido através do olhar. E é exatamente o que observamos durante o diálogo entre Jake e Silva. A familiaridade, as desculpas estapafúrdias e a vontade do toque alheio são evidenciados por meio da linguagem corporal.
Contudo, a narrativa deixa entreaberto os desígnios de Silva ao procurar o velho amigo da juventude Jake, após 25 anos de uma tórrida noite de paixão embebida em muito vinho. De forma teatral, como nos longas dos anos 1980: Ata-me! (1989) e Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos (1988), Estranha Forma de Vida concentra-se na conversa após a noite de paixão reacendida entre os dois homens. Vale dizer que as cenas mais fulgurosas são vividas pelas versões jovens dos personagens, o português José Condessa (Silva) e os espanhol Jason Fernández (Jake).
Ao longo da conversa, toda a construção de 25 anos de dúvidas, negações, promessas são colocadas à mesa e as motivações mais fortes de ambos são desmascaradas. Por meio do diálogo, Almodóvar corta longos minutos de desenvolvimento de história para condensar anos de frustrações e acerto de contas a culminar no ponto-chave da obra. Silva tem duas missões: salvar a vida do seu filho único Joe () e a si próprio.
Após os desdobramentos finais, Silva faz a pergunta de ouro de toda a mise-en-scène: o que dois homens vivendo juntos em um rancho podem fazer um pelo outro? Ele mesmo responde em uma comovente afirmação de amor queer, mas a questão que permanece é o quanto Silva pode ser manipulativo.
Sem todos os talentos envolvidos e as controvérsias, Estranha Forma de Vidanão ganharia tanta relevância (e nem distribuição em salas de cinema) pelo conjunto da obra aprazível e corajoso, porém bonachão como todo melodrama.
Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.
» Considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, que conquistou 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Porém, o público norte-americano DETESTOU o filme, que recebeu a brutal nota “D+” no CinemaScore – que reúne a opinião dos cinéfilos. Para comparação, o polêmico ‘A Bruxa‘, da A24, recebeu um “C-“ no CinemaScore.
» O longa é dirigido pelo novato Ari Astereproduzido pelaótima A24. Alguns críticos chegaram a considerar o filme como o “novo O Exorcista“.
» O elenco conta como Toni Collette(‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).
Como já estava sendo especulado, 2018 será o ano em que todos os heróis da parceria Marvel/Netflix têm suas histórias continuadas em suas séries solo. Depois de novas temporadas de Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro, o líder da equipe, o Demolidor, também voltará ainda esse ano.
O CEO da Netflix, Ted Sarandos, colocou um ponto final nas especulações, confirmando que a 3ª temporada de ‘Demolidor’ chega ao serviço de streaming antes do final do ano.
“Neste curto prazo no segundo semestre deste ano, teremos novas temporadas chegando, como ‘Orange is The New Black’, ‘Punho de Ferro’, ‘Demolidor’, ‘Narcos’, ‘House of Cards’ e a sequência de ‘Making a Murderer'”
É provável que a nova temporada chega entre novembro e dezembro.
[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]
Se você ainda não assistiu o quarto episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers
Faltando agora dois episódios para o fim da série, Invasão Secreta lançou, nesta quarta (12), seu episódio mais curto até agora, mas também o mais impactante deles. Depois das provocações feitas na semana passada, eles precisavam manter o alto nível e decidiram fazê-lo em uma trama mais reduzida, porém extremamente eficaz. Nos dois primeiros capítulos, sempre houve um momento de maior peso que acabou marcando o episódio na memória. Só que neste quarto episódio, são diversos momentos que te pegam de surpresa.
Logo de cara, eles resolvem uma situação que todos já esperavam que fosse ser revertida mesmo. A suposta morte de Gi’Ah (Emilia Clarke) causou um estranhamento porque ela se transformou em Skrull no segundo exato em que foi alvejada, enquanto os outros de sua espécie demoram um tempo para revelar sua verdadeira aparência na hora da morte. No entanto, a teoria principal era de que ela apenas havia fingido a morte ao perceber que não era um tiro fatal. Neste episódio, deu para ver que ela só se salvou por ter se submetido ao aprimoramento genético que a transformou na segundaSuper Skrull, e isso sim foi surpreendente. E dados os eventos que se sucedem, é bem provável que ela enfim conquiste o protagonismo esperado nesta reta final.
Mas novamente o maior destaque mesmo foram os diálogos. Quando a trama é cheia de reviravoltas e não se sabe ao certo em quem confiar, a melhor forma de explorar essa tensão é aproximando os personagens. E o episódio desta semana foi certeiro ao colocar Nick Fury(Samuel L. Jackson) confrontando sua esposa, Priscilla (Charlayne Woodard). A forma como optaram por resolver a situação em uma conversa franca entre marido e esposa – com a exceção de ambos estarem armados, é claro, fazendo com que eles refletissem brevemente sobre esse relacionamento complicado, relembrando do início da história deles, foi fantástico. Enquanto eles se abriam um para o outro, havia a tensão de qualquer um deles desistir e só atirar no outro. Afinal, eram vidas em jogo naquela ‘DR’.
Da mesma forma, Fury ruma a outro confronto “olho no olho”, mas agora com o Coronel James Rhodes(Don Cheadle), que já havia praticamente se confirmado como Skrull no episódio anterior. Se ainda havia alguma dúvida, o capítulo da semana confirmou de vez o que todos já sabiam: Rhodes é um Skrull infiltrado. E a forma como Fury decidiu usá-lo no próprio jogo foi excelente. Além disso, seguem as grandes dúvidas: onde está o verdadeiro Rhodes? Quando ele foi substituído? Porque o episódio em questão leva a crer que alguns dos principais eventos do Universo Cinematográfico Marvel tiveram influência Skrull. Será que os novos casos também foram influenciados por eles? Lembrando, por exemplo, que Rhodes tentou impedir Sam Wilson(Anthony Mackie) de abrir mão do escudo e manto de Capitão América. Na série, parecia ser mais uma conversa sobre o racismo nos EUA, mas caso ele já fosse um Skrull, poderia muito bem ser uma tentativa de manter um conhecido sem poderes no principal símbolo dos EUA.
Precisamos destacar também um diálogo entre Gi’Ah e seu pai, Talos (Ben Mendelsohn). Venho elogiando a atuação de Ben desde o primeiro episódio. O ator vem se desdobrando em um papel mais diplomático e construiu um dos personagens mais interessantes dessa nova leva do MCU. Nessa conversa entre pai e filha, a Super Skrull pede ao pai para que ele revele seu plano para conseguir um novo planeta para sua raça. Contrariando as expectativas da garota, Talos revela uma proposta pacífica que acredita fundamentalmente na bondade humana e no caráter dos Skrulls. Ele quer ajudar e tem plena convicção de que esses atos de benevolência serão o bastante para superar fatores como o preconceito e a violência. É fantástico ver novamente um alienígena que consegue enxergar e ostentar a humanidade com mais boa-vontade que muitos personagens legitimamente humanos. E estamos falando de um ex-líder de guerra. Ele foi forjado em meio ao conflito e ainda assim conseguiu crescer e compreender que foi justamente o conflito que levou seu povo ao fim. Ele é um exilado, um “apátrida”, capaz de olhar para as diferentes sociedades terráqueas com esperança e otimismo. É impossível não gostar de Talos. Ainda assim, essa visão quase inocente do Skrull não agrada Gi’Ah, que deixa a conversa nitidamente preocupada com o futuro de sua espécie.
Então, o episódio se conduz ao fim. Para quem não viu a duração quando apertou play no Disney+, provavelmente se surpreendeu com o corte tão surpreendente. Gravik (Kingsley Ben-Adir) seguiu com o plano de instaurar uma guerra entre EUA e Rússia, simulando um atentado russo ao presidente dos Estados Unidos. Entretanto, Fury e Talos correm para a estrada, ajudando a reverter os ataques aliens. É também a primeira vez que vemos Gravik usar seus poderes, como o braço que estica, vindo do DNA do Groot. O confronto parecia ganhar novos contornos, até que chega a notícia que ninguém queria dar. Talos é alvejado pelos soldados de sua própria espécie e começa a morrer. Neste processo, ele vai revelando sua verdadeira forma, até que um soldado dos EUA tenta ajudá-lo enquanto Fury leva o presidente dos EUA para seu carro blindado. O momento em que o soldado revela ser o Gravik e termina de executar o Talos foi cruel. Aquele antigo líder, responsável por segurar a barra de seu povo órfão de um lar por três décadas, que tinha uma ideologia pautada na bondade, é assassinado a sangue frio por um dos Skrulls que ele mesmo trouxe para o planeta e ajudou a ser acolhido. Brutal.
E com essa reação de Nick Fury, partimos rumo aos dois últimos episódios, que prometem trazer mais ação. Ainda com muitas perguntas a responder, a série agora deve entrar num ritmo mais frenético. Ansiosos?
Todas as coisas, boas e ruins, refletem na gente, na nossa vida. As boas tendem a deixar uma sensação de bem-estar na alma, um sorriso no rosto e um quentinho no coração. As ruins, entretanto, deixam uma sombra em nosso espírito, um peso que nos puxa para baixo, e, com o passar do tempo, a escuridão e o peso do ocorrido vai se tornando insuportável, e consequências vão desde o afastamento de todos até o fim antecipado da própria vida. Mas, bem antes de tudo isso acontecer, é preciso estar atento aos próprios sentimentos, para, o quanto antes, buscar a cura dos males ocorridos; sobre isso, as culturas indígenas têm uma sabedoria especial, e esse é o mote para a segunda – e hilária – temporada da série ‘Reservation Dogs’.
Depois que Elora (Devery Jacobs) deixou Bear (D’Pharaoh Woon-A-Tai) para trás e fugiu com Jackie (Elva Guerra) para a Califórnia, o equilíbrio dos Rez Dogs ficou completamente abalado. Bear, com muito rancor da amiga, decide procurar um emprego e se tornar um adulto responsável; Cheese (Lane Factor) se aproximou de seu tio e tem passado mais tempo com ele; por isso, Willie Jack (Paulina Alexis) é a que mais sente o afastamento do grupo, e busca todas as formas de retomar a cumplicidade que tinham antes de tudo desmoronar. Nessa jornada pessoal e coletiva, os Rez Dogs vão aprender valores importantes, principalmente o da amizade e o da coletividade.
Se a primeira temporada de ‘Reservation Dogs’ já tinha sido incrível, a segunda parte é simplesmente linda. Os dez episódios de aproximadamente trinta minutinhos cada consegue balancear bem o aprendizado individual de cada um dos quatro adolescentes e jogar foco na história pessoal dos adultos, afinal, os passados deles também influenciam na vida da atual geração de jovens indígenas na aldeia urbana em que vivem.
Criada por Sterlin Harjo e Taika Waititi, o grande acerto em ‘Reservation Dogs’ é a sensibilidade com que trata os temas, tratando-os com naturalidade para um público que, em sua maioria, é distante das culturas indígenas. Na prática isso significa que a série – centrada em quatro adolescentes cujo sonho é realizar a última vontade de um amigo falecido (ir para a Califórnia) -, atravessa situações comuns a qualquer adolescente, o que aproxima o público à realidade da juventude indígena – com as mesmas inquietações, mesmos dramas, mesmas dificuldades comuns a esta idade em qualquer etnia ou raça.
Soma-se a isso o fato de nesta segunda temporada, para além de aprofundar os personagens já apresentados anteriormente e suas motivações, dessa vez ‘Reservation Dogs’ foca nas formas como esses personagens vão se curar dos assuntos não resolvidos em suas vidas – e todas as soluções passam por ações coletivas, sabedoria ancestral, conhecimento originário e atitudes que têm a ver com despir-se da ocidentalidade e se voltar para as próprias raízes. Todas as cenas são feitas não de maneira impositiva, acusatória, mas sim com muito humor e zoação, de modo que as “lições” são passadas através de experiências práticas – que é exatamente a forma como as culturas indígenas passam suas sabedorias.
Através do humor e do amor, Sterlin e Taika criaram uma obra deliciosa para todos os públicos, encabeçadas por quatro adolescentes que simbolizam demais a juventude atual, com destaques para os adoráveis Lane Factor e Paulina Alexis, cada um com seu jeitinho típico. ‘Reservation Dogs’ fala da branquitude e também da auto-estima indígena, dialogando com todos os públicos para que possamos todos respeitosamente conviver. Uma série adorável que, mesmo com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e nota 8,1 no IMDB, o futuro ainda é incerto, e chegou silenciosamente aos assinantes da Starplus no fim do ano.
A franquia ‘O Grito’ já teve três filmes norte-americanos, enquanto a original japonesa já trouxe 13 iterações para o universo, múltiplos romances e até mesmo quadrinhos. Apesar da extensa mitologia, o diretor do novo reboot do filme, Nicolas Pesce, promete que sua versão irá oferecer uma nova perspectiva.
“É uma entrada bem diferente daquelas que vocês conhecem”, o cineasta disse em entrevista ao site Entertainment Weekly.
O filme original conta a históra de um homem que assassina sua família quando descobre que a mulher se apaixonou por outro homem. Os espíritos da casa são tão poderosos que retornam do além-vida para matar o homem responsável por esses crimes horrendos. Porém, dando origem a uma maldição hereditária, os espíritos irão matar qualquer um que more na casa.
“Esse filme terá uma pegada muito mais parecida com ‘Seven: Os Sete Crimes Capitais’, algo do tipo” Pesce disse, explicando como sua perspectiva será diferente da original. “Há um drama policial que move a narrativa, e Andrea é a detetive principal nesse novo caso”.
O reboot de ‘O Grito’ chega aos cinemas no dia 03 de janeiro de 2020.
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