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‘O Chamado’: Samara persegue fã pela casa com aplicativo de realidade aumentada

Um fã criativo deO Chamado resolveu recriar a icônica cena da Samara Morgan saindo da TV, utilizando um aplicativo da Apple de realidade aumentada.

Com esse ARKit, a vilã fica em três dimensões e persegue o programador pela sua casa. Assista ao vídeo-teaser que é, no mínimo, aterrorizante:

Infelizmente o app não está liberado para ser baixado e, apesar do visual ainda ser muito artificial, dá para ter uma ideia de como seria se tivesse assistido o VHS amaldiçoado. E você, teria coragem?

‘Abaixo de Zero’: Hulu está desenvolvendo reboot de clássico com Robert Downey Jr.

O serviço de streaming Hulu avançou no desenvolvimento do seriado ‘Abaixo de Zero’, baseado no best-seller de Bret Easton Ellis, que virou um filme em 1987.

O protagonista será Austin Abrams, de The Walking Deade ‘Cidades de Papel’.

O filme clássico contava com Andrew McCarthy, Robert Downey Jr., Jamie Gertz e James Spader nos papéis principais. Abrams foi escalado para reprisar o papel de Clay, vivido por McCarthy.

A trama acompanha três amigos que se encontram após a graduação, mostrando a dinâmica da amizade e os laços amorosos entre os personagens. Clay evita de qualquer maneira se aproximar de Blair, em respeito a amizade que os dois têm com Julian. No entanto, essa história pode ter um final trágico.

A produção-executiva fica por conta de Craig Wright (Lost) e a série ainda não possui data de lançamento.

 

Lembra dele? | ‘Para Maiores’, o compilado de humor politicamente incorreto, completa 10 anos

Existe um consenso entre a crítica de que filmes com muitos roteiristas e diretores não é bom sinal. Isso porque eles costumam conflitar suas ideias e criar obras sem coesão, que mais confundem do que prendem o público. E o filme sobre o qual vamos falar hoje é um grande amontoado de alguns dos melhores nomes da comédia norte-americana que é tão ruim, mas tão ruim, que além de parte do elenco ter tentado pular fora do projeto com o barco andando, acabou sendo considerado pela crítica como um dos piores filmes de todos os tempos: a comédia Para Maiores.

Vendido como a comédia mais ambiciosa da história, Para Maiores reuniu nada menos que 14 diretores para dirigirem 15 esquetes que são unidas por uma trama principal idiota de um grupo de adolescentes bobalhões tentando zoar o irmão mais novo de um deles, que passou os últimos anos pregando peças neles. O problema é que eles mentem sobre um tal de “Filme 43”, que teoricamente seria o responsável pelo apocalipse. Enquanto eles buscam on-line pelo longa, o público assiste às tramas antológicas. O mais curioso disso tudo é que a trama principal é dirigida por Peter Farrelly (Green Book), que acabou conectando tudo por meio dessa aventura distópica adolescente. E no final das contas, o corte final excluiu duas das esquetes, que podem ser vistas apenas nos bônus dos DVD e do Blu-ray do filme, totalizando 13 esquetes no corte final, sendo 12 inseridas ao longo do filme e uma funcionando como uma “cena pós-créditos”.

E mesmo sendo legitimamente ruim, o filme ainda conseguiu emplacar algumas esquetes engraçadas que viralizaram na internet e iludiram alguns desavisados a assistir essa bizarrice. Daqui pra baixo, vamos lembrar um pouquinho desses “curtas”. Se você pretende assistir ao longa, pode ser que encontre alguns spoilers a partir de agora.

The Catch

Dirigido por Will Graham (Daisy Jones & the Six) e estrelado por Kate Winslet e Hugh Jackman, a primeira história é uma típica comédia romântica sobre uma mulher que não se abre muito para relacionamentos, mas aparentemente encontra o homem perfeito e marca um encontro com ele. Chegando lá, tudo ia bem, até que ele tira o cachecol, revelando um escatológico saco escrotal no pescoço. A coitada, obviamente, entra em desespero, principalmente quando todos ao redor parecem não perceber que o rapaz tem as bolas na cara.

Homeschooled

O segundo filme é dirigido por Steve Carr (A Creche do Papai) e estrelado por Naomi Watts e Liev Schreiber. A história segue uma família norte-americana que decide educar seu filho em casa para preveni-lo das maldades do mundo exterior. Assim, eles tentam simular um ambiente escolar completo para o garoto, com aulas, interações sociais, bullying e até o primeiro beijo. É uma história que se baseia no humor desconfortável.

The Proposition

Baseada no humor escatológico, essa esquete do diretor Griffin Dunne (Viciados no Amor) segue um típico casal dos subúrbios que decide levar o relacionamento para outro nível. Só que cada um tem seu próprio conceito do que é essa próxima etapa. Para ele, é propor a menina em casamento, enquanto para ela… Bem, é pedir que ele faça cocô nela durante o sexo. O pedido incomum deixa o coitado em choque, tanto que ele pede ajuda aos amigos para saber o que fazer. Decidido que ela é a mulher de sua vida, ele castiga na comida mexicana e toma uma potente dose de laxante para consolidar sua relação. O mais engraçado disso tudo é que o casal é interpretado por Chris Pratt e Anna Faris, que eram um casal de verdade na época.

Veronica

A esquete de Steven Brill (A Herança de Mr. Deeds) segue um caixa de supermercado adolescente que é surpreendido pela ex-namorada aparecendo no seu emprego. Eles começam a discutir o relacionamento, entrando em detalhes completamente nojentos e desnecessários de suas intimidades, até que eles decidem voltar. O problema é que todas as porcarias que eles falaram foram transmitidas pelo microfone geral do mercado, que estava ligado. O filme é estrelado por Kieran Culkin (Succession) e Emma Stone (La La Land). Felizmente, o tempo fez bem para esses dois, que não se submetem mais a esse tipo de papel hoje em dia.

Superhero Speed Dating

Inspirado nos heróis da DC, esse curta de James Duffy (Robin’s Big Date) segue o Robin (Justin Long) no primeiro encontro com a Supergirl (Kristen Bell), em que tudo dá errado. Conforme a história se desenrola, o Batman (Jason Sudeikis) aparece para tentar ajudar o garoto-prodígio, mas só atrapalha tudo. O Superman (Bobby Cannavale) também dá as caras, assim como a Lois Lane (Uma Thurman) e a Mulher-Maravilha (Leslie Bibb), todos querendo dar pitaco no encontro dos heróis, que termina da forma mais bizarra possível.

iBabe

Estrelado por Richard Gere, essa esquete fez com que o ator quisesse abandonar o filme no meio das gravações depois de perceber o tamanho da furada em que tinha se metido. Na trama, Gere interpreta o CEO de uma empresa de tecnologia, cujo novo lançamento, o iBabe, está sofrendo com um problema grave: seus usuários estão tendo seus pênis decepados. Isso porque o iBabe é praticamente um iPod inserido no corpo artificial de uma mulher nua. Assim, eles debatem sobre quais mudanças devem ser feitas para evitar que o problema se repita, mas enquanto uma cientista tenta argumentar sobre a falta de ética de vender um aparelho de música em forma de mulher pelada em forma, eles ficam discutindo sobre coisas fúteis, como a cor e os formatos dos corpos.

Machine Kids

Com jeitão retrô, o filme também traz dois comerciais. O primeiro é escrito e dirigido por Jonathan van Tulleken (Reprisal) e fala sobre um grupo de crianças preso em uma máquina de lavar.

Tampax

Já o segundo comercial é uma paródia dos comerciais de TV. Aqui, o diretor Patrik Forsberg (Rymdresan) constrói um comercial que parece ser um daqueles de perfume, mas logo se mostra um anúncio de absorventes femininos. O problema? Ele se passa em uma praia infestada de tubarões.

Middleschool Date

Essa esquete é tão idiotamente engraçada, que acabou se tornando o grande chamariz do filme, viralizando, na época, no Facebook. Com direção de Elizabeth Banks (O Urso do Pó Branco), o filme mostra um casal de crianças prestes a dar o primeiro beijo. Só que, para a infelicidade da menina (Chloë Grace Moretz), ela tem sua primeira menstruação e mancha o sofá da casa do garoto, que não faz ideia do que está acontecendo e entra em desespero. Para piorar, ele pede ajuda para o irmão mais velho (Christopher Mintz-Plasse), que também não faz ideia do que fazer com a situação, enquanto seu irmão caçula acha que a namoradinha está morrendo. É uma sequência caótica e hilária que representa o pesadelo de toda menina na primeira menstruação, com direito a sangue na parede e nenhuma mulher ao redor para ajudá-la.

Happy Birthday

Dirigida por Brett Ratner (A Hora do Rush) e estrelada pelo elenco dos sonhos de qualquer filme de comédia sacana dos anos 2000, com direito a Seann William Scott (American Pie), Johny Knoxville (Jackass) sendo melhores amigos e Gerad Butler (300) interpretando um duende, a esquete acompanha dois melhores amigos em crise porque um pegou a mulher do outro. Assim, o traidor decide se desculpar capturando para o amigo um duende, que está preso em seu porão. Agora, eles vão começar a torturá-lo até ele dizer onde está seu pote de ouro. É cheio de violência e xingamentos explícitos.

Truth or Dare

Com direção de Peter Farrelly, esse filme traz Halle Berry e Stephen Merchant como dois adultos deslocados que marcam um encontro às cegas por aplicativo. No restaurante, o encontro não ia lá muito bem, mas tudo muda quando eles decidem brincar de “Verdade ou Consequência”. Conforme eles vão se desafiando a fazer as coisas mais absurdas possíveis, que vão desde comer o bolo de aniversário de uma criança até fazer uma cirurgia plástica para ficar com traços asiáticos, eles vão se entendendo melhor, fazendo desse um encontro inesquecível.

Victory’s Glory

A última esquete é uma clássica conversa motivacional de um treinador para seu time de basquete universitário antes de um jogo decisivo contra adversários brancos. Porém, em vez dele motivar os jogadores por meio de suas histórias de vida, ele apenas ressalta que eles são negros e começa a falar coisas como “seu pau é do tamanho do antebraço do seu adversário”. Se você achou essa frase familiar, é porque o áudio dessa esquete viralizou recentemente no TikTok. Ele é dirigido por Rusty Cundieff (Chappelle’s Show) e estrelado por Terrence Howard (Empire).

Beezel

Escrito e dirigido por um até então quase desconhecido James Gunn, Beezel é uma história contada como pós-créditos do filme, sobre um casal que vive uma crise ocasionada pelo gatinho ciumento do rapaz, que é apaixonado pelo dono (Josh Duhamel). E não pense em paixão clássica de um tutor e seu pet, o gato de desenho animado sonha com beijos calorosos e se masturba com fotos de sunga do rapaz. E a única pessoa que nota essas bizarrices é a namorada (Elizabeth Banks), que fica com a imagem de louca.

Excluídas

The Pitch

Estrelada por Dennis Quaid, Greg Kinnear e Seth MacFarlane, essa sequência aqui não é exatamente uma cena excluída. Na verdade, ela substitui a “trama principal” dos adolescentes na versão lançada nos EUA. Porém, a versão dos adolescentes buscando o “Filme 43”, lançada no resto do mundo, acabou se tornando a versão oficial. Em The Pitch, Quaid é um roteirista que tenta conectar as tramas de suas esquetes ruins para criar um filme. Para isso, ele ameaça produtores e atores, enquanto tenta vender sua ideia. Ele funciona por meio da metalinguagem e consegue amarrar bem melhor as maluquices dessas esquetes. Infelizmente, essa versão é praticamente impossível de achar.

Find Our Daughter

Por fim, Find Our Daughter era uma esquete que trazia Bob Odenkirk (Better Call Saul) como diretor e roteirista, além de ser estrelada por Julianne Moore. A trama é bastante inusitada, já que acompanharia uma família estranha, cuja filha desapareceu misteriosamente. Para complicar mais as coisas, a única foto que eles têm para identificar a garota são dos peitos dela mostrados em um vídeo.

O filme foi um fracasso colossal e grande parte do elenco se envergonha até hoje de ter feito parte dele. No final, ele conquistou impressionantes três Framboesas de Ouro, a premiação para os piores filmes da temporada, incluindo Pior Filme. E dá para perceber que é um longa tão ruim que mesmo após uma década de seu lançamento, ele jamais passou por qualquer tipo de revisionismo de algum ser humano solitário tentando justificar alguma suposta qualidade da obra. Não, todos aceitaram que é terrível e segue assim até hoje.

Para Maiores está disponível na Netflix.

 

É fã de Agatha Christie? Conheça o Mistério Cômico com elenco ESTELAR que estreou no Star+

Não é à toa que o título de “rainha do crime” foi conferido à escritora britânica Agatha Christie. Autora de dezenas de títulos extremamente populares na virada dos séculos XIX e XX, seus livros continuam em alta mesmo hoje, cerca de cem anos depois, ganhando adaptações audiovisuais em diversos formatos. É como se Agatha Christie fosse uma grande novidade, sensação do momento no mundo hollywoodiano, sendo citada direta ou indiretamente em muitas produções e ganhando filmes e séries inspiradas em seus livros. A mais nova adaptação desse universo é ‘Veja Como Eles Correm’, filme com grande elenco que chegou a estrear nos cinemas lá fora, mas que aqui no Brasil chegou diretamente na plataforma da Starplus nessa virada de ano.

Assista ao trailer:

Durante a comemoração da 100a apresentação da peça ‘A Ratoeira’, de Agatha Christie, elenco, convidados e produção se reúnem em uma grande festa. Porém, após arrumar confusão com o protagonista do espetáculo, Leo Kopernick (Adrien Brody), diretor do novo filme baseado nessa história, é encontrado morto no cenário. Primeira a chegar na cena do crime, a policial Stalker (Saoirse Ronan), fã do mundo do cinema, mal pode conter sua emoção de estar no caso, mas quando o investigador Stoppard (Sam Rockwell) chega, a realidade bate à porta: todos os presentes são suspeitos do homicídio. Na busca pelo misterioso assassino de sobretudo e chapéu, realidade e ficção se misturarão em uma intrincada história onde nem mesmo a própria autora escapa.

Em uma hora e quarenta de duração, ‘Veja Como Eles Correm’ presta uma grande homenagem a esta que é uma das maiores escritoras de entretenimento do mundo. Entretanto, ao contrário dos envolventes livros da autora, ao longa de Tom George falta-lhe ritmo, falta-lhe aquele ingrediente tão especial nas histórias de mistério de Agatha. Por optar em usar a metalinguagem como seu principal elemento condutor (ou seja, quando a história fala da própria história), o roteiro de Mark Chappell perde potência pois toda hora que a trama parece avançar, ela para e volta em flashbacks, tentando se auto-explicar para os personagens e para o espectador. No fim de uma hora a gente já se sente meio aborrecido com a condução dos protagonistas.

O par de investigadores ajuda a construir uma sensação no espectador de que estamos sendo subestimados: enquanto Stoppard é um machistinha que adora beber (característica que não influencia no enredo), Stalker é excessivamente infantil e faladeira, o que reforça não só o estereótipo das personagens como também cria um abismo entre elas, tornando difícil ao espectador acompanhar esses dois condutores da história por falta de carisma neles.

Ainda assim, ‘Veja Como Eles Correm’ é esteticamente bonito, com cores muito marcantes, uma boa produção de arte e brinca, de maneira fabulesca, com a técnica mais famosa de crime e mistério tão bem usada pela rainha do crime. Suco de entretenimento para quem quer se divertir no fascinante mundo de Agatha Christie.

‘Army of the Dead’: Ray Fisher declara seu apoio a Zack Snyder pelo seu novo filme

Ray Fisher, um dos astros de Liga da Justiça, está bem animado em ver o diretor Zack Snyder voltar para a cadeira de direção com o remake de ‘Army of the Dead’.

O apoio a Snyder ocorreu via seu Twitter pessoal. O ator, que deu vida a Ciborgue, repostou um artigo escrito pela The Hollywood Reporter, que detalhava o novo longa-metragem de zumbis e trazia o nome de Snyder.

Confira:

https://twitter.com/rehsifyar/status/1090409049902837760

Snyder havia deixado sua carreira de lado pouco antes do lançamento de Liga da Justiça, em 2017, devido a tragédias familiares. Nesse meio-tempo, ele voltou para a internet com vídeos exclusivos sobre sua visão funesta para a DCEU.

Agora, o diretor foi chamado para trabalhar pela primeira vez dentro da Netflix.

Não há data prevista para o lançamento do filme.

‘9-1-1: Lone Star’: Série derivada contrata mais quatro nomes para o elenco

Segundo a VarietyNatacha KaramBrian Michael SmithRafael SilvaJulian Works foram elencados em 9-1-1: Lone Star’. Seus papéis, entretanto, ainda não foram revelados.

O grupo se junta aos previamente anunciados Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Rob LoweLiv TylerJim Parrack. Lowe dará vida ao bombeiro nova-iorquino Owen Strand que, junto a seu filho já adulto, se muda para a cidade de Austin e tenta equilibrar sua problemática vida com sua necessidade de ajudar os outros.

Tyler, por sua vez, será a chefe dos paramédicos Michelle Blake, descrita como brilhante, irônica e a única que consegue enfrentar Owen na estação de bombeiros. Michelle tem uma obsessão que luta para controlar: descobrir o que aconteceu com sua irmã Iris, que desapareceu dois anos atrás.

Parrack será Judd, um bombeiro texano marcado pela tragédia. Rubinstein será TK Strand, o filho adulto de Owen; McClain, por sua vez, será Grace Ryder, operadora do centro de bombeiros e esposa de Judd Ryder.

A série funciona como spin-off da aclamada 9-1-1, que retorna para sua 3ª temporada no final deste mês. Ambas as produções foram criadas por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear.

9-1-1: Lone Star’ tem estreia marcada para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘Fargo’: Estreia da 4ª temporada é adiada devido ao Coronavírus

FX anunciou hoje (16) que a estreia da quarta temporada de Fargo foi adiada indefinidamente devido ao surto de Coronavírus.

Ainda há dois episódios a serem rodados e, por causa da pandemia, a produção foi suspensa. Dessa forma, a emissora decidiu cancelar o lançamento previsto para 19 de abril.

Mais informações devem ser divulgadas em breve.

 

A première será composta por um episódio duplo.

Timothy OlyphantChris Rock, Ben Whishaw, Jessie BuckleyJack Huston, Jason Schwartzman, Salvatore Esposito, Andrew Bird, Jeremie Harris, Gaetano Bruno , Anji White, Francesco Acquaroli, E’myri CrutchfieldAmber MidthunderUzo Aduba fazem parte do elenco do novo ciclo.

Na produção de Noah Hawley, após duas grandes ondas de imigrantes chegarem nos Estados Unidos, uma família italiana e uma negra comandam o crime organizado de Kansas City. Para conseguir alcançar a paz entre as duas organizações, os chefes de cada família trocam seus filhos mais velhos. Rock será o líder de um dos grupos grupos.

Crítica | Like a Prayer – O state-of-art do pop

Nos primeiros anos de sua carreira, Madonna deu a entender que ‘True Blue’ seria seu melhor álbum. Lançado em 1986 e seguindo o não tão original ‘Like a Virgin’, a composição musical da obra em questão superou a expectativa de todos e mostrou com bastante competência que a união de diversos gêneros pode funcionar sim quando feita com cautela, paciência e esmero. Entretanto, a cantora havia apenas começado o seu extenso e memorável legado, aparecendo pouco tempo depois do fracasso de ‘Quem É Essa Garota?’ com a maior e melhor iteração de toda a sua carreira: o icônico e revolucionário ‘Like a Prayer’.

A quarta rendição de Madonna é, sem sombra de dúvida, um divisor de águas em sua discografia e até mesmo na história da música pop – afinal, esta foi uma das primeiras vezes em que o gênero em questão alcançou um patamar aplaudível, raspando na perfeição fonográfica. Não é surpresa, pois, que a artista se valha de seus melhores vocais e performances que oscilam do proposital melodramático ao puro cinismo, conversando em uma deliciosa contradição com o CD anterior. ‘Like a Prayer’, inclusive, serviria de inspiração para inúmeras construções contemporâneas e ressurgiria com mais força em futuros álbuns da lead singer – caso prestemos atenção, alguns versos são bastante familiares com os de compilações como ‘Confessions on the Dancefloor’ (2005) e ‘MDNA’ (2012).

A investida em questão já abre com uma canção nada menos que perfeita: a faixa-título abre com um poderoso, porém breve, solo de guitarra que logo é ofuscado pelos tons propositalmente gospel de um órgão, que prepara terreno para a clássica bateria que já apareceu em outras composições (como “Material Girl”). Entretanto, apesar do escopo “animador” da música, a cantora reside nas harmonias de seu alcance mezzosoprano e brinca com as estruturações convencionais de tantas outras produções de artistas conterrâneos, adicionando uma singela camada de ousadia para uma envolvente letra. “Quando você me chama pelo meu nome, é como se fosse uma oração”: com esse verso, Madonna encontra sua fraqueza mesmo se consagrando como independente – e deixa espaço considerável para os elementos de idolatria voltarem com a forte presença do coro.

A balada desconstruída, que remonta a ares clássicos assim como ‘True Blue’ e ‘Like a Virgin’ fizeram com algumas faixas, é seguida da clássica “Express Yourself”. A track, como nunca antes, reflete a necessidade de empoderamento do eu lírico, ainda mais considerando que seu declamador é uma mulher inserida numa indústria controlada por homens. Por isso, os versos que podem parecer superficiais carregam consigo um significado dúbio (“não aceite o segundo lugar, baby” repete-se no início de cada refrão), acompanhado pela expressividade dos trompetes e, mais uma vez, da retumbante bateria.

A obra em si é o exato oposto de sua predecessora – ainda mais considerando que havia acabado de se separar de Sean Penn. E foi com um coração quebrado e um talento inigualável que a artista criou uma declaração difamatória e satírica extremamente sutil que, pelo título, já nos causa estranhamento: “Love Song” nos dá a entender que Madonna irá se entregar mais uma vez aos affairs românticos, mas logo depois do primeiro acorde, percebemos, como ela, que “esta não é uma canção de amor” – e até mesmo os diálogos em francês ajudam a reafirmar isso. Já aqui, percebemos a volta dos sintetizadores, que, diferente de antes, não seriam os principais instrumentos a ganharem nossa atenção.

O álbum cresce em originalidade e não recua em nenhum momento: seja com o chocante desabafo em “Till Death Do Us Part” ou com a catártica “Promise to Try”, Madonna explora com força vocais esplêndidos, tangenciando uma majestuosidade de nos arrepiar: nesta canção, por exemplo, ela se mantém em um tom único que harmoniza com o piano e o violino, ambos se postando diante de uma performance adorável. Seria apenas com “Cherish” que a produção optaria pelos acordes do electro-pop com uma narrativa, se é que é possível, mais romantizada e menos trágica que ‘Romeu e Julieta’, citando-os conforme caminhamos para o último ato (“eles nunca sentiram o que sinto”).

É interessante observar de que forma a cantora volta para suas premissas de amor na faixa supracitada e busca uma rendição mais teatral e anacronicamente perfeita em “Dear Jessie”: ela também aproveita para mostrar que cada uma de suas entregas é única e, aqui, cria uma atmosfera onírica acompanhada de arquiteturas que nos arremessam para décadas muito anteriores. Os dinâmicos violinos, regendo a imponência de uma paixão intrínseca, mesclam-se de modo radiofônico com “Oh Father”, cuja ambiência muda fluidamente para uma épica jornada coming-of-age que explode em um honrável chorus que repete “nunca me senti tão bem comigo mesma”.

A idealização narrativa não se resume apenas ao amor entre duas pessoas, mas sim do amor que Madonna sente por sua família, compreendendo-o como o âmbito mais importante da vida. A priori, a delineação musical nos passa uma sensação supérflua demais; porém, é imprescindível lembrar que essa track carrega uma profundidade mascarada, ainda mais porque a lead perdeu sua mãe com apenas cinco anos de idade. Logo, “não se esqueça de que sua família é ouro” ganha uma dimensão muito maior do que podemos dar crédito.

A epopeia termina com o bruto retorno latino em “Pray for Spanish Eyes”, com a utilização híbridas das castanholas e, mais uma vez, dos sintetizadores. Madonna até mesmo arrisca uma rouquidão que funciona em sua completude antes de finalizar com o brevíssimo resumo-conclusão “Act of Contrition”, misturando o imediato reconhecimento da guitarra com o coro da primeira música em um último esforço catártico, cuja influência atuaria diretamente em outro grande nome da música: Lady Gaga.

‘Like a Prayer’ sem sombra de dúvida, o mais próximo que o pop se aproximou da perfeição. Provando definitivamente sua versatilidade estilística, a artista cria e cultiva por gerações um state-of-art do gênero, uma joia lapidada que nos guia, em um inebriante e sinestésico conto de fadas distorcido, pelo imortal legado de Madonna.

Nota por faixa:

  • Like a Prayer – 5/5
  • Express Yourself – 5/5
  • Love Song – 4,5/5
  • Till Death Do Us Part – 5/5
  • Promise to Try – 5/5
  • Cherish – 4,5/5
  • Dear Jessie – 5/5
  • Oh Father – 4,5/5
  • Keep It Together – 4/5
  • Pray for Spanish Eyes – 5/5
  • Act of Contrition – 5/5

‘Homem-Aranha 3’: Toby Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland reunidos em incrível arte de fã

Em seu Instagram oficial, o artista Israel J. Soteldo compartilhou uma incrível arte de fã do aguardado Homem-Aranha 3, reunindo os astros Toby MaguireAndrew GarfieldTom Holland.

Confira:

A estreia da continuação continua marcada para 17 de dezembro de 2021, mas é possível que, com o adiamento da produção, o lançamento seja afetado.

Além de Tom Holland voltando como o personagem-titular, Zendaya irá reprisar seu papel como MJ. E é bem provável que grande parte do elenco também retorne, incluindo Marisa Tomei e Jacob Batalon.

Alfred MolinaAndrew GarfieldKirsten Dunst também foram confirmados, enquanto Emma StoneTobey MaguireWillem DafoeThomas Hayden Church estão em negociações para participar do longa-metragem.

Lembrando que Amy Pascal atuará como produtora da sequência ao lado de Kevin Feige, representando a Sony e a Marvel, respectivamente.

Assista à nossa crítica sobre ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘:

‘Rugrats: Os Anjinhos’: Série animada ganha trailer e data de estreia!

A Paramount+ divulgou hoje (05) o trailer oficial da série animada de Rugrats: Os Anjinhos’.

A produção tem estreia marcada para o dia 27 de maio.

Confira:

David Bowers (‘Diário de um Banana’) fica responsável pela direção dos episódios. Os criadores da série original, Arlene Klasky, Gábor Csupó e Paul Germain, retornam como produtores executivos.

Tommy, Angelica, Chuckie e o restante dos Anjinhos estão de volta para uma nova série animada na Paramount+! Ajuste a altura das cadeiras para o show, que continua o conto dos bebês do clássico sucesso dos anos 1990. Então, prepare-se para a reunião do icônico grupo de crianças – dublados pelos membros do elenco original – à medida que embarcam em novas aventuras épicas.

E.G. DailyNancy CartwrightCheryl ChaseCree SummerKath Soucie fazem parte do elenco. Ashley Rae SpillersTony HaleNatalie MoralesAnna ChlumskyTimothy SimonsNicole ByerOmar MillerMichael McKean entram como novos personagens.

Rugrats: Os Anjinhos‘ foi uma das séries animadas de maior sucesso da Nickelodeon, sendo exibida entre 1991 e 2004 – com um hiato entre 1995 e 1997. Na trama, um grupo de crianças aparentemente normais vivem diversas aventuras, possuem habilidades cognitivas avançadas e chegam a se comunicar como adultos, de maneira articulada e interativa.

A série chegou a ter um spin-off, intitulado ‘Rugrats Crescidos‘, que trazia os personagens na fase da adolescência, além de ter ganhado um longa de animação.

Curiosidades | ‘Annabelle’, pré-sequência de ‘Invocação do Mal’, completa 7 anos!

Depois do sucesso sem precedentes de Invocação do Mal, lançado em 2013, os produtores James WanPeter Safran perceberam que tinham em mãos o início de um universo que perduraria até os dias de hoje. E, como novo capítulo dessa famosa franquia de terror, deram vida à ‘Annabelle’, pré-sequência lançada em 2014 e que conta a história da boneca titular – um dos casos mais famosos do casal EdLorraine Warren.

Estrelado por Annabelle WallisWard Horton, a história acompanha John Form (Horton), um homem que acredita ter encontrado o presente ideal para sua esposa grávida (Wallis): uma boneca vintage. No entanto, a alegria do casal não dura muito. Numa noite terrível, membros de uma seita satânica invadem a casa do casal em um ataque violento. Ao tentarem invocar um demônio, eles mancham a boneca de sangue, tornando-a receptora de uma entidade do mal.

Apesar das críticas negativas, o longa se tornou um sucesso de bilheteria e arrecadou quase US$260 milhões mundialmente, contra meros US$6,5 milhões de orçamento – motivo pelo qual gerou uma elogiada pré-sequência chamada Annabelle 2: A Criação do Mal e uma sequência intitulada Annabelle 3: De Volta para Casa.

Para comemorar seu sétimo aniversário, celebrado hoje, 29 de setembro, o CinePOP preparou uma breve lista com algumas curiosidades de bastidores, que você pode conferir abaixo:

  • O filme retrata Annabelle como uma boneca de porcelana, mas a verdadeira pertence à linha Raggedy Ann e inclusive está exposta no museu de demonologia dos Warren. A ideia foi transformar a “personagem” em uma criatura mais assustadora e envolvente, motivo pelo qual teve seu design alterado.
  • O móbile que paira acima do berço do futuro filho do casal toca a mesma trilha da caixinha de música de Invocação do Mal.

  • A premiada apresentadora Ellen DeGeneres costumava morar no apartamento utilizado para o longa. Durante a promoção do filme em seu programa, ela explicou: “o apartamento do filme foi o primeiro apartamento que tive quando me mudei para Los Angeles. Aquele era o prédio onde eu morava. Eu estava assistindo e ficava pensando: ‘isso é bem familiar’, e era meu prédio. Era assustador naquela época também”.
  • A verdadeira boneca Annabelle foi dada à Donna, uma estudante da faculdade à época, pela mãe, em 1970. Ela e a colega, Angie, perceberam que a boneca se mexia sutilmente; em algumas semanas, conseguiu se mover por completo, transitando de um quarto para o outro enquanto elas não estavam em casa.

  • Alfre Woodard, que intepreta Evelyn no filme, não havia assistido a Invocação do Mal antes da produção do filme começar. Em vez disso, preparou-se para o projeto pesquisando sobre a história verdadeira que inspirou a trama.
  • Os protagonistas se chamam Mia e John e fazem referência direta aos atores do clássico ‘O Bebê de Rosemary’Mia FarrowJohn Cassavetes. O filme de 1968 gira em torno de um jovem casal que mora em um apartamento de luxo e que se tornam alvo de uma seita satânica. O frequente barulho dos vizinhos em ‘Annabelle’ também faz homenagem ao outro longa.
  • Mia grita o nome “Leah!” nada menos que 89 vezes no longa-metragem, quebrando o recorde do número de vezes que o nome de um personagem é dito repetidamente em um filme.

  • Morganna BridgersZach PappasJoseph Bishara são os únicos atores a retornarem do filme anterior para este. Bridgers e Pappas reprisam seus papéis de Debbie e Rick, respectivamente, enquanto Bishara, que deu vida a Bathsheba em Invocação do Mal, interpreta a Figura Demônica em ‘Annabelle’.
  • Em uma das cenas, é-nos mostrado um logotipo gigantesco de um prédio com o nome Barclay. Barclay é sobrenome do personagem Andy Barclay, protagonista da franquia ‘Brinquedo Assassino’, cuja narrativa também gira em torno de um boneco possuído.
  • Apesar de ser creditado apenas como produtor, Wan ficou responsável pela direção da cena do elevador.

‘The Flash’: Bart e Nora tentam consertar a linha do tempo na sinopse oficial do episódio 08×06; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de “Impulsive Excessive Disorder”, sexto episódio da 8ª temporada de The Flash, que deve começar um novo arco para a iteração (ou seja, fora do evento de cinco episódios que ficou conhecido como “Armageddon”).

Na trama, “continuando de onde a 7ª temporada parou, depois de voltar para casa de uma visita aos votos de renovação de seus parentes, Bart e Nora logo percebem que as coisas não estão exatamente como eles as deixaram. A dupla corre para reparar quaisquer fissuras na linha do tempo e restaurar tudo à normalidade”.

O episódio será exibido no dia 09 de março.

Confira a promo:

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

‘Black Bird’: Série de SUSPENSE com Taron Egerton já está disponível na Apple TV+

A série ‘Black Bird‘, estrelada por Taron Egerton (‘Kingsman: Serviço Secreto’), já está disponível na Apple TV+.

A produção foi lançada no último dia 08 de julho na plataforma de streaming.

A trama acompanha Jimmy Keene (Egerton), estrela do time de futebol americano da escola e filho de um policial. Condenado a dez anos de prisão, ele ganha uma oportunidade única: escolher entre cumprir a sentença sem chance de redução ou ir para uma prisão de segurança máxima e se aproximar de Larry Hall (Paul Walter Hauser), suspeito de assassinatos em série. Para ganhar a liberdade, ele precisa arrancar uma confissão de Larry e descobrir onde ele escondeu o corpo de diversas jovens – tudo isso antes que o recurso do suspeito seja julgado. No entanto, será que tudo o que Larry diz é verdade? Ou ele é um mentiroso patológico?

Confira:

Criada por Dennis Lehane, a série é inspirada em uma história real e baseada no livro homônimo de James Keene.

Sepideh Moafi, Greg Kinnear e Ray Liotta também estrelam a produção.

Os três primeiros episódios foram dirigidos por Michaël R. Roskam (‘A Entrega’).

As 10 Melhores Séries de 2022

2022 já está acabando e, como é de costume aqui no CinePOP, chegou a hora de revisitar o melhor da televisão e dos streamings.

O ano tem sido ótimo para o mundo seriado, entregando ao público séries maravilhosas e memoráveis, desde a ótima fantasia A Casa do Dragãoaté a incrível comédia de mistério The Afterparty – ambas duas grandes surpresas do ano.

Nesta nova lista especial, separamos as dez melhores séries do ano, e garantimos que esse não foi um trabalho fácil.

Confira abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual foi a sua favorita:

10. WANDINHA

“A série, como já podemos imaginar, é uma celebração do macabro e funciona com fluidez invejável – algo muito bem-vindo, considerando a carreira oscilante de Burton nas telonas. O diretor e produtor aproveitar incursões de grande sucesso de um passado não muito distante, como ‘A Noiva Cadáver’‘Sweeney Todd’ e ‘Frankenweenie’, para delinear um universo que, em qualquer outro lugar, seria impossível demais para ter credibilidades. Felizmente, Burton sabe como organizar cada um dos elementos e se alia a um time competente de artistas para dar origem à sua visão, firmando colaboração com os criadores Alfred Gough e Miles Millar e nos encantando do começo ao fim. Claro que o show comete deslizes, ainda mais no tocante aos efeitos especiais, mas um elenco de peso e uma história envolvente são o bastante para nos querer fazer maratonar a temporada de estreia.” – Thiago Nolla

9. A CASA DO DRAGÃO

“A temporada segue uma linha bem explícita de equilibrar drama com ação e algumas incursões reflexivas que mais servem como metáforas para a compreensão do mundo em que vivemos que para auxiliar no ritmo da história. Mesmo com o saldo positivo, é notável como a série é muito apaixonada pela original e não pensa duas vezes antes de homenageá-la como pode, com referências pontuais e escolhas estéticas que puxam elementos de capítulos como “The Rains of Castamere”, no tocante à atmosfera de suspense e angústia, e “Battle of the Bastards” “The Bells”, no tocante a acontecimentos mais grandiosos que premeditam o desenlace dos capítulos. Ainda que as semelhanças sejam óbvias, o time criativo procura ao máximo se desvencilhar de repetições – ora, Ramin Djawadi, por exemplo, se inspira na trilha sonora primogênita, remodelando-a para uma ambientação mais densa e condizente com o que acontece” – T.N.

8. O SENHOR DOS ANÉIS: OS ANÉIS DE PODER

“Nada disso viria à tona sem um realizador competente por trás das câmeras e que conseguisse trazer o mais detalhado aspecto da Terra-Média às telinhas – e é graças a J.A. Bayona, nome por trás do subestimado ‘Sete Minutos Depois da Meia-Noite’, que os episódios se tornam realidade. O diretor espanhol já demonstrou ter um olho crítico para obras de fantasia, utilizando uma sólida bagagem para celebrar aqueles que o inspiraram, mas sem deixar suas peculiaridades de lado. Bayona, aliado ao incrível time criativo da Amazon Studios, tem o espaço necessário para retratar a imensidão da natureza contra a pequenez da ambição dos personagens (cujo contraste é reiterado pela sensação de infinitude) e a eterna batalha entre o bem e o mal (não no sentido maniqueísta, essencialmente, mas na beligerância externa e interna de cada persona)” – T.N.

7. EUPHORIA

“Se existe algo que merece destaque em ‘Euphoria‘ é esse leque de personagens curiosos e fascinantes. É difícil achar alguém que não mereça ter suas histórias explanadas, ou mesmo que o background não desperte a atenção do espectador. Por fim, a segunda temporada de ‘Euphoria‘ vem para provar, novamente, porque a criação da A24 é atualmente uma das produções tematicamente mais ricas e interessantes para ser acompanhada. Rivalizando somente com a também ótima realização da NetflixSex Education, no quesito de abordar de maneira primorosa o subgênero coming of age. E mesmo que ambas abordem culturas distintas, já que a obra do streaming rival se passa na Inglaterra, e a da HBO nos EUA, no fim das contas entendemos que o individuo é daquela maneira em qualquer lugar do mundo” – Wilker Medeiros

6. THE WHITE LOTUS

“Há uma série de críticas trazidas por White que também são encarnadas por cada uma das engrenagens da série. A alienação sociopolítica é uma das inflexões que surgem no núcleo envolvendo Harper e Ethan contra Daphne e Cameron: enquanto estes posam como um casal perfeito, livre de problemas por não se importar com eles e tendo um aval inexplicável para fazer o que bem entenderem, aqueles lutam para aguentá-los até o fim do dia, lidando com um senso de despertencimento e com o choque de um privilégio branco que se manifesta das mais diversas maneiras. E, enquanto o desenrolar da trama nos deixa furiosos, é impossível desviar os olhos das cenas que estrelam – talvez pelo fato de sermos seduzidos pela tragédia e pela vergonha alheias.” – T.N.

5. THE BOYS

“Expandindo ainda mais o arco narrativo de todos os heróis – com ou sem o composto V – de forma brilhante, a produção já se prepara para uma nova temporada, à medida que presenteia a audiência com um 3° ciclo grotesco, mas ironicamente bastante apaixonante. Destacando Kimiko (Karen Fukuhara) e Frenchie (Tomer Capone) de forma diferente e encantadora, ‘The Boys‘surpreende com capítulos dignos de extensas maratonas, encerrando sua temporada mais uma vez com um sabor agridoce, apenas para aguçar o paladar dessa audiência incansável por confusão e pancadaria. E se depender daqueles 10 segundos finais, a 4ª temporada promete desafiar o restinho de compreensão humana que ainda nos restava após tantos episódios de ‘The Boys‘” – R.G.

4. ANDOR

“Desde o início de ‘Andor’ o espectador encontra uma grande produção, e o diretor Benjamin Caron encontra formas de também inserir novos elementos e registrar sua própria assinatura na série, como a acertada escolha de colocar a música ao vivo no set nos momentos-chave do enredo, que vemos no terceiro episódio; dá para sentir a diferença que isso fez na entrega do elenco ao sentimento das cenas. Ainda sobre este ponto, toda a dinâmica do sistema de alerta em Ferrix faz o espectador brasileiro pensar na engenhosa rede de comunicação das comunidades periféricas que temos em nosso país” – Janda Montenegro

3. HACKS

“A 2ª temporada de ‘Hacks‘ nos deixa à deriva, perplexos diante de uma história excepcional tão bem destrinchada em oito episódios de meia hora. Nos consumindo para dentro da disfuncionalidade relacional de Deborah e Ava, a original HBO Max meio que nos deixa ao relento, magoados por um final tão impecável, que é difícil demais de ser encarado. Mas DownsAniello e Statsky ainda possuem uma carta na manga e o que parece ser um ponto final definitivo, talvez seja apenas um ponto e vírgula de uma futura 3ª temporada. Mas quem vai realmente poder decidir isso é só a HBO Max” – R.G.

2. THE AFTERPARTY

Se você ainda não assistiu a The Afterparty, não sabe o que está perdendo: a série da Apple TV+ chegou sem muito barulho ao catálogo da plataforma de streaming e rapidamente se tornou uma das melhores do ano, apostando fichas em uma miscelânea de gêneros narrativos comandados por um elenco espetacular. Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

1. RUPTURA

“Sob uma realidade repleta de interrogações, mentiras mal ditas e verdades nunca ditas, ‘Ruptura‘ é um retrato caótico e distópico do ser humano sem suas memórias e raízes, à medida em que explora a codependência emocional a qual muitas vezes somos submetidos em nossas relações corporativas com líderes carrascos e narcisistas que sugam nossas energias. E o elenco da série, composto também por Patricia Arquette,Britt Lower,Zach Cherry,Tramell Tillman, John Turturro e Christopher Walken, se encarrega de tornar essa experiência televisiva ainda mais realista, com uma coletânea de performances assustadoramente poderosas” – R.G.

‘Terrifier 2’: Terror POLÊMICO já está disponível no Prime Video!

O polêmico terror ‘Terrifier 2‘ – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas – já está disponível no Prime Video Brasil.

O longa foi lançado hoje, dia 17 de maio, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer dublado:

Anteriormente, o diretor Damien Leone confirmou que ‘Terrifier 3‘ está em desenvolvimento, afirma que o próximo capítulo será “o mais aterrorizante da franquia”:

“Um dos meus principais objetivos para Terrifier 3 é recapturar o fator de fluência presente no curta-metragem original. Isso tinha uma atmosfera genuinamente assustadora da qual ainda me orgulho. Se tudo correr como planejado, a parte 3 será o filme mais aterrorizante da franquia”, afirmou.

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween.

Confira o trailer:

Damien Leone retorna à direção.

David H. Thornton retorna como o palhaço sádico. Lauren LaVera será a protagonista da continuação.

Aterrorizante‘ foi originalmente lançado em 2016 de forma limitada e acabou conquistando os fãs de terror slasher.

 

Matéria | Conheça ‘Olhos Prateados’, romance baseado na clássica franquia de jogos ‘Five Nights at Freddy’s’

Em 2014, Scott Cawthon ganhava conhecimento da indústria de games ao lançar a primeira iteração de uma franquia que viria a se tornar tão icônica quantos os clássicos jogos point-and-click que fizeram sucesso algumas décadas atrás. A série, intitulada Five Nights at Freddy’s’, não apenas insurgiu em uma perspectiva com grande originalidade, mas também gerou inúmeras teorias da conspiração e abriu espaço para uma nova vertente do storytelling – e, seguindo os passos de outras franquias como Assassin’s Creed’ e Warcraft’, não poderia deixar de adquirir uma versão literária e, como já podemos imaginar, uma futura releitura para as telonas, ainda que este projeto ainda esteja em seus estágios iniciais.

Partindo dessa premissa, a romancista Kira Breed-Wrisley tinha uma tarefa um tanto quanto árdua em mãos: se pensarmos bem – e aqui evoco memória de algumas pessoas que já tenham se aventurado na Pizzaria Freddy Fazbear -, todo o pano de fundo construído por Cawthon não necessariamente segue uma cronologia sensata. Na verdade, o microcosmos funciona em suas próprias regras, e o jogador assume a posição de um guarda noturno que deve sobreviver durante cinco noites enquanto é atacado por animatrônicos demoníacos que querem transformá-lo em um deles. Como trazer essa trama para as páginas – e como torná-la tão envolvente quanto o game que a originou? Certamente Breed-Wrisley não poderia cometer os mesmos erros que outros novelistas que adotaram a missão de traduzir os épicos online para o meio literário e falharam miseravelmente em criar algo satisfatório o suficiente.

Felizmente a autora já tem uma experiência considerável na área – além de ser uma dramaturga de talento inegável; Olhos Prateados’, como ficou conhecido sua primeira expansão para o universo de FNAF’, não apenas superou todas as expectativas como também endossou a própria capacidade artística e narrativa da responsável pela nova história. Apesar dos poucos capítulos serem longos em termos quantitativos, em momento algum nos vemos frente a frente com sequências extenuantes ou monótonas, mas sim pequenas pérolas de tensão e suspense que conseguem capturar o leitor desde o primeiro momento em que abre as páginas do livro até as palavras finais – e, diferente do que podemos pensar, esta não é apenas mais um medíocre produto de gênero, mas sim algo que brinca com a temporalidade em uma montagem que beira o cinematográfico.

A história central gira em torno de Charlotte, também conhecida como Charlie, que retorna para sua cidade natal para reencontrar seus amigos de infância no aniversário de um trágico acontecimento ocorrido dez anos atrás: o desaparecimento de Michael, uma criança de seis anos que foi raptada dentro da Pizzaria Freddy Fazbear e nunca mais foi encontrada. Destruindo a relação entre inúmeros habitantes da pequena Hurricane e mudando para sempre a dinâmica comunidade – o pai de Charlie, responsável pelo restaurante e por toda a decoração fincada em animatrônicos e brinquedos tecnológicos, acabou se matando após o ocorrido -, a jovem garota se sente desconfortável ao voltar para lá e nem mesmo poderia imaginar os segredos que ressurgiriam para assombrá-la.

A romancista cria imagens vívidas a cada uma das páginas, e já começa a narrativa de modo impactante, delineando um prólogo mórbido que nos mantém um pouco preparados para o que virá a seguir. Entretanto, nem mesmo essa investida anacrônica consegue premeditar as viradas e a explicitação com a qual as coisas se desenrolam – estamos falando de adolescentes de dezessete anos experienciando o gosto mais puro do terror, do medo, e que consegue nos deixar arrepiados e intrigados.

Não é à toa que, apesar do linguajar levemente rebuscado e descritivo, a leitura de Olhos Prateados’ seja de razoável facilidade ao mesmo tempo em que não se restringe a mergulhar em passagens intimistas – em diversos momentos, Charlie se vê vasculhando a memória e retornando a traumas de um passado distante que ainda insistem em se fazer presentes.

Em nenhum momento as tramas e subtramas se confundem em uma mescla amorfa de previsibilidade; muito pelo contrário, aqui há espaço para desenvolver o conflito principal com começo, meio e um fim cheio de cliffhangers para possíveis continuações – que inclusive já existem -, e também margem para possibilitar o crescimento e amadurecimento de seus protagonistas, desde o pequeno Jason que se vê num tour-de-force compulsório e cruel, até as centelhas complicadas da relação entre Charlie e um velho amigo de infância, chamado John. De modo equilibrado, vemos alguns escapes cômicos tomarem conta de certas passagens, como a construção arquetípica e controversa de Jessica, e alguns estereótipos propositais que contribuem para o andamento mais dinâmico do livro.

Talvez as coisas se mostrem repetitivas em dado momento, porém é provável que Breed-Wrisley tenha pensado em alguns deslizes e buracos que seriam mais complicados de fechar sem tangenciar o ridículo. É por isso que elementos tanto do drama quanto do sobrenatural se encontrem inúmeras vezes, oscilando entre o que é real e o que é loucura, dançando através dessas inúmeras vertentes para possibilitar um fechamento mais conclusivo e satisfatório aos leitores. Ainda que o protagonismo dos animatrônicos seja ofuscada pelos outros personagens – sim, nós queremos mais brinquedos demoníacos e, de preferência, mais terror -, é quase instantâneo visualizar os rostos deformados de Freddy, Chica, Bonnie e Foxy, as mesmas personas criadas para os jogos, mas agora com uma motivação mais especial.

‘Olhos Prateados’ é apenas o início de uma franquia literária muito interessante e com potencial gigante. Unindo o útil ao agradável, o vanguardista ao convencional, a parceria entre virtual e material tornou-se uma surpresa muito bem-vinda – e recheada daquilo que mais gostamos: o trágico.

‘Longlegs’: ELOGIADO terror que traz Nicolas Cage como serial killer ganha teaser INTENSO e data de estreia

O terror psicológico ‘Longlegs‘, que trará o veterano Nicolas Cage (‘O Peso do Talento’) como um sádico serial killer, ganhou um novo teaser intenso.

A Diamond Films lançará o filme nos cinemas nacionais no dia 11 de julho.

Na trama…

“A agente do FBI Lee Harker (Monroe) é a talentosa nova recruta designada para o caso não resolvido de um perigoso serial killer (Cage). À medida que o caso sofre reviravoltas complexas, desenterrando evidências de ocultismo, Harker descobre uma conexão pessoal com o assassino impiedoso e deve correr contra o tempo para detê-lo antes que ele reivindique a vida de outra família inocente.”

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda contará com Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Alicia Witt (‘Lenda Urbana’) e Blair Underwood (‘American Crime Story’).

Comandado por Osgood Perkins, diretor de ‘A Enviada do Mal‘ e ‘Maria e João: O Conto das Bruxas‘, o projeto está sendo descrito como “um horror psicológico na mesma veia dos antigos clássicos de Hollywood”.

 Além de dirigir, Perkins também é responsável pelo roteiro do terror.

C2 Motion Picture Group irá produzir, além de financiar o longa.

Cage também servirá como produtor ao lado de Dan Kagan (‘Significant Other’), Brian Kavanaugh-Jones (‘Sobrenatural’), Dave Caplan (‘The End We Start From’) e Chris Ferguson (‘Brinquedo Assassino’).

Beau DeMayo explica DRÁSTICA decisão da 1ª temporada de ‘X-Men ’97’

O último episódio de X-Men ’97’ trouxe inúmeras aparições icônicas do Universo Marvel, incluindo o Pantera Negra. Entretanto, como bem descobrimos, era T’Chaka quem estava por debaixo da máscara, e não T’Challa.

A decisão deixou os espectadores perplexos e, através das redes sociais, o showrunner Beau DeMayo foi questionado sobre a chocante mudança. Apesar de, a princípio, ter escrito que não tinha nada a declarar, ele esclareceu a decisão.

“Não sei por que a Marvel teve certos diretores tentando mentir sobre isso, mas produzimos a 1ª temporada [de X-Men ’97’] no começo de 2021″, DeMayo afirmou em seu perfil oficial no X. “A perda de [Chadwick] Boseman pesou muito para o estúdio, e para mim também como um homem negro. Pareceu cedo demais fazer [T’Challa]. Coloquei a humanidade antes da continuidade”.

Pouco depois, ele acrescentou: “como eu disse, na época, não parecia certo. Apenas uma questão de respeito. Se fosse hoje, acho que a escolha seria diferente. De qualquer forma, tentar mudar isso como outra coisa não faz o menor sentido para mim”.

Lembrando que a 1ª temporada da animação já está disponível na Disney+, e ainda não há previsão de lançamento para a 2ª.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Continuando após os eventos de X-Men: A Série Animada’, os X-Men enfrentam novos desafios perigosos após a perda de seu líder, o Professor Xavier.

Cal DoddLenore ZannGeorge BuzaCatherine DisherChris PotterAlison Sealy-SmithAdrian Hough e outros estão no elenco de dublagem.

Vídeo INÉDITO mostra as audições do elenco de ‘Sintonia’; Confira!

A 5ª (e última) temporada da série brasileira ‘Sintonia‘ já está disponível no serviço de streaming da Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou um vídeo inédito compilando as audições do elenco protagonista.

Confira:

 

No ciclo final, Nando enfrenta novos desafios na prisão, que pode ameaçar a segurança das pessoas ao seu redor; Rita realiza seu sonho de se tornar uma advogada, mas precisa enfrentar um dilema profissional; e Doni toma uma decisão importante para o futuro de sua carreira.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada e dirigida por KondZilla.

A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.

Jottapê CarvalhoChristian MalheirosBruna Mascarenhas estrelam.

Pôster da série Sintonia da Netflix, três jovens abraçados.

Pôster da série 'Sintonia', Netflix, estreia 5 de fevereiro

‘Acapulco’: 4ª temporada da ELOGIADA comédia com Eugenio Derbez chega ao streaming!

A 4ª temporada de Acapulco, elogiada série de comédia estrelada por Eugenio Derbez, finalmente chegou ao catálogo da Apple TV+.

O novo ciclo estreou hoje, 23 de julho, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

acapulco 3
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acapulco 2
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acapulco 1
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Lembrando que as três primeiras iterações da série também estão disponíveis na plataforma.

Na mais recente temporada, é hora de reconciliar os erros do passado e novos começos emocionantes. O velho Máximo (Derbez) volta para Las Colinas que não reconhece mais. Enquanto em 1985, o jovem Maximo (Enrique Arrizon) continua sua escalada na escada do sucesso, ao mesmo tempo que coloca em risco todos os relacionamentos que ele trabalhou tanto para construir.

A série foi criada por Austin WinsbergEduardo CisnerosJason Shuman, baseada no longa-metragem ‘Como se Tornar um Conquistador’.

Camila PerezFernando CarsaRaphael AlejandroJessica CollinsRegina ReynosoRafael Cebrián e outros completam o elenco.

‘The Pitt’: Atriz de ‘Hightown’ é escalada para a 2ª temporada do ACLAMADO drama médico

Segundo o DeadlineJona Xiao (‘Hightown’, ‘Raya e o Último Dragão’) foi escalada para a 2ª temporada do elogiado drama médico The Pitt.

Em caráter convidado, Xiao dará vida à enfermeira Sam Garvin. Mais detalhes não foram divulgados.

Aplaudida em sua estreia, a série venceu prêmios no Gotham TV Awards e no Emmy. Os novos episódios — ambientados durante o feriado de 4 de julho — apresentam um salto temporal, mudanças hierárquicas no hospital e a chegada desses novos rostos para mexer na dinâmica já estabelecida.

Lembrando que a série está disponível na HBO Max.

Criada por R. Scott Gemmill (ER) e produzida por John Wells (‘Shameless‘, ‘The West Wing‘), ‘The Pitt‘ é uma série médica de formato quase em tempo real, ambientada no fictício Pittsburgh Trauma Medical Center. A narrativa acompanha médicos e enfermeiros lidando com emergências em meio a um sistema de saúde sobrecarregado e à beira do colapso — uma proposta elogiada pela autenticidade e intensidade dramática.

Estrelada por Noah Wyle (E’R’), que também escreve e produz, ‘The Pitt‘ conta com um elenco de apoio forte, incluindo Katherine LaNasa, Tracy Ifeachor, Taylor Dearden, Isa Briones e Shawn Hatosy como convidado especial.

O elenco ainda conta com Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

Anya Taylor-Joy está PREOCUPADA no clipe inédito de ‘Lucky’, nova série de SUSPENSE do Apple TV

Apple TV divulgou um novo clipe oficial do primeiro capítulo de Lucky, série de suspense estrelada pela vencedora do Globo de Ouro Anya Taylor-Joy.

Com um elenco estelar que inclui Annette Bening, Timothy Olyphant, Aunjanue Ellis Taylor, Drew Starkey, Clifton Collins Jr. e William Fichtner, a produção tem estreia marcada para 15 de julho, com a exibição dos dois primeiros episódios.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Luckyé baseada no livro homônimo de Marissa Stapley, da lista de mais vendidos do New York Times. Na trama, quando um assalto multimilionário dá errado, a golpista Lucky (Taylor-Joy) é obrigada a fugir. Procurada pelo FBI e por um implacável chefe do crime, Lucky precisa lutar por sua vida, e por uma saída.

Além de estrelar, Taylor-Joy também entra como produtora executiva ao lado de Reese Witherspoon e Jonathan Tropper.

Este será o primeiro projeto da atriz nas telinhas desde o sucesso de ‘A Rainha do Gambito‘, que lhe rendeu indicações ao Emmy, Globo de Ouro e SAG Awards.

Tropper (‘See’) atuará como showrunner ao lado de Cassie Pappas (‘Silo’).

Kevin Feige sobe de cargo na Marvel Studios; Entenda!

De acordo com o Deadline, Kevin Feige foi promovido a diretor criativo da Marvel e irá comandar não apenas os filmes do estúdio, mas também as animações, quadrinhos, e séries de TV.

Por enquanto, maiores detalhes não foram informados, e ainda não se sabe de que forma essa decisão irá afetar o MCU, mas é de esperar que novas atualizações sejam divulgadas em breve.

Até lá, Feige permanece supervisionando o desenvolvimento da Fase 4 do MCU.

Lembrando que os próximos lançamentos da Marvel são ‘Viúva Negra‘, ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’, ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’, ‘Os Eternos’, e ‘Thor: Amor e Trovão’, ‘Gavião Arqueiro’, ‘Loki’, ‘Falcão e o Soldado Invernal’, ‘What If…’, e ‘WandaVison’.

 

 

BOMBA! Cinemas da Califórnia voltam a ser fechados após novos casos de Coronavírus

Em seu perfil do Twitter, o governador da Califórnia, Gavin Newsom, anunciou que todas as salas de cinema do estado serão fechadas novamente para evitar a propagação do Coronavírus.

Os cinemas do estado estavam abertos desde 12 de junho como um dos planos iniciais para a recuperação da economia da Califórnia, que vinha registrando queda no número de infectados.

No entanto, diversos novos casos foram registrado no primeiro mês de abertura do comércio.

Até o momento, a Califórnia já registrou 335.000 casos de COVID-19 que resultaram em quase 7.100 mortes em apenas quatro meses.

Além dos cinemas, também serão interditados teatros, restaurantes, locais de entretenimento familiar, zoológicos, museus, salas de jogos e bares.

Confira:

Falando nisso, uma pesquisa publicada pelo The Hollywood Reporter revelou que a maioria do público não está preparado para retornar aos cinemas em 2020.

Realizada pelo Morning Consult, a pesquisa entrevistou 2200 pessoas no território americano.

Questionados se pretendiam retornar aos cinemas assim que as salas fossem reabertas, apenas 7% dos entrevistados disseram que se sentem à vontade sobre isso, enquanto 65% afirmaram que “é muito improvável.”

Os pesquisadores foram mais além e perguntaram se alguém pretendia retornar ao longo de 2020. Somente 12% do público disse que sim, e 37% que não.

Por outro lado, 34% responderam que se sentiriam mais seguros a retornar se as redes obrigassem o público a usar máscaras durante as sessões.

Confira:

Roteirista de ‘Liga da Justiça’ diz que a Warner Bros nunca se interessou em expandir o DCEU

Após o lançamento do Snyder Cut deLiga da Justiça‘, o público ficou tão satisfeito com o que viu, que uma campanha foi criada pedindo a continuação do universo criado por Zack Snyder.

No entanto, a presidente da Warner Bros, Ann Sarnoff, já deixou claro que isso não vai acontecer.

E parece que a ideia nunca esteve nos planos do estúdio, mesmo antes de toda a polêmica envolvendo a saída de Snyder em 2017.

A informação foi revelada pelo roteirista Chris Terrio durante uma entrevista para a Vanity Fair.

“Na época, Kevin Tsujihara era o presidente da WB e foi muito difícil trabalhar nesse filme [Liga da Justiça‘]. Os executivos queriam uma narrativa mais cômica e com menos de duas horas, mas Zack já havia entrado no projeto com a intenção de fazer o filme como foi mostrado este ano.”

Ele continuou:

“O filme que eles queriam não tinha nada a ver com o que vinha sendo construído [em ‘O Homem de Aço’ e ‘Batman vs Superman‘]. Fiquei admirado como Snyder conseguiu juntar todas as peças trabalhando sob tanta pressão. Estava óbvio que o estúdio não tinha interesse em dar continuidade ao universo desses filmes.”

Por fim, Terrio revelou que os diretores de filmes como ‘Aquaman’ e ‘Mulher-Maravilha‘ teriam a ajuda de Snyder como consulto criativo, e esses filmes seriam lançados antes da estreia de Liga da Justiça‘.

“A ordem dos filmes virou uma bagunça. Quando Snyder foi adicionado como consultor criativo de ‘Aquaman’ e ‘Mulher-Maravilha‘, ele queria ver esses filmes antes de ‘Liga da Justiça. Mas o estúdio estava mais interessado em acelerar a disputa contra a concorrência.”

Pelo visto, parece que o filme da Liga só chegou mais cedo do que o esperado porque a Warner pretendia bater de frente com a Marvel e os filmes dos ‘Vingadores‘.

O que acabou se tornando um tiro no pé da própria companhia.

Apesar de todos os problemas, o Snyder Cut continua reverberando ao redor do mundo e a campanha em prol da restauração do SnyderVerse (#RestoreTheSnyderVerse) segue conquistando muitos adeptos.

E, por hora, a petição criada no site Change.org já ultrapassou a marca de 16 mil assinaturas. Com o objetivo de alcançar 25 mil apoiadores, a campanha tenta chamar a atenção da Warner Bros. para o futuro da ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, salientando que a franquia ainda possui grandes possibilidades de desenvolvimento.

E não só os fãs apoiam a iniciativa. O astro Jared Leto recentemente comentou sobre a campanha, em um vídeo compartilhado pelo diretor David Ayer em seu Twitter.

Além dele, Joe Manganiello também ponderou o seu desejo de ver a franquia de Snyder sendo resgatada:

Em seu perfil do Twitter, o intérprete de Slade Wilsen/Exterminador, publicou uma imagem inédita do personagem junto com a tag da campanha, demonstrando seu entusiasmo pelo papel.

Confira:

Você acha que o estúdio deveria atender os pedidos ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Gavião Arqueiro’: Novo teaser provoca a batalha final entre Yelena e Clint Barton; Confira!

Através do Twitter, a página oficial de ‘Gavião Arqueiro‘ divulgou um teaser recapitulando a trajetória de Yelena Belova (Florence Pugh) na série.

Além de destacar as habilidades da personagem e trazer alguns comentários de Pugh e da equipe de produção, o vídeo também traz cenas inéditas provocando confronto final entre ela e Clint Barton (Jeremy Renner).

“Quando houve discussões iniciais sobre o retorno de Yelena ao MCU, eu não imaginei que eles iriam colocar eu e Clint um contra o outro. Eu acho essa uma reviravolta e tanto”, diz Pugh em um trecho da prévia.

Confira, junto com o cartaz dedicado à Yelena:

Durante entrevista para o Entertainment Tonight, as diretoras Bert & Bertie elogiaram o trabalho de Pugh e ainda disseram que ela dispensou dublês.

“Tanto Jeremy [Renner] quanto Hailee [Steinfeld] não usam muito o trabalho dos dublês, é tudo real. Quando Florence chegou ao set, ela também se provou digna das cenas de ação. Houve um momento em que íamos trocá-la por uma dublê e ela ficou tipo: ‘Mas eu posso fazer isso’. E ela foi lá e fez! Foi incrível”, disse Bert.

Bertie acrescentou que:

“Testemunhar sua tomada de decisão e ser realmente corajosa com a personagem não só foi inspirador, mas também muito divertido. O que é ótimo em Florence é que ela é louca demais. Essa menina é mesmo durona.”

Lembrando que o último episódio será lançado em 22 de dezembro.

Assista ao teaser e siga o CinePOP no YouTube:

Confira também nossa entrevista com a produtora Trinh Tran:

Lembrando que a produção estreia na plataforma de streaming em 24 de novembro, com episódio duplo.

Disney+ e a Marvel Studios convidam você para uma escapada inesperada de fim de ano com Gavião Arqueiro, uma nova série ambientada no pós-estalo, em Nova York. O ex-Vingador Clint Barton (Renner) tem uma missão aparentemente simples: voltar para a família para o Natal. Possível? Talvez com a ajuda de Kate Bishop (Steinfeld), uma arqueira de 22 anos com o sonho de se tornar uma super-heroína. Os dois são forçados a trabalhar juntos com uma presença do passado de Barton ameaça destruir mais que o clima festivo.

Além de Steinfeld e Renner, Florence Pugh irá reprisar seu papel como Yelena Belova, uma versão mais jovem da Viúva Negra. Vera Farmiga (‘Invocação do Mal’) assumirá o papel de Eleanor Bishop.

Fra Fee interpretará um personagem chamado Kazi, provavelmente uma referência a Kazimierz Kazimierczak, mais conhecido como o vilão mercenário Palhaço. Tony Dalton e Alaqua Cox completam o elenco.

‘O Mandaloriano’: Vídeo dos bastidores da 3ª temporada mostra Bo-Katan em ação; Confira!

As gravações da 3ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ continuam a todo vapor, e o Bespin Bullet divulgou um vídeo dos bastidores mostrando Bo-Katan (Katee Sackhoff) em ação.

Para quem não se lembra, a personagem foi introduzida na 2ª temporada da atração com o intuito de tomar o Sabre Negro das mãos do Moff Gideon (Giancarlo Esposito).

Como manda a tradição de Mandalore, quem empunhar o Sabre Negro terá a obrigação de liderar e defender seu próprio povo das ameaças externas.

No entanto, Din Djarin (Pedro Pascal) foi quem derrotou Gideon, então cabe a ele cumprir a tradição… E parece que isso vai abalar a autoridade de Bo-Katan entre seus aliados.

No vídeo, ela aparece lutando contra os próprios Mandalorianos, indicando que ela terá sua liderança questionada ao longo da trama.

Confira:

Agora só nos resta aguardar para saber como a trama será desenrolada.

Lembrando que a 3ª temporada da série estreia em fevereiro do ano que vem.

Enquanto isso, as duas primeiras temporadas já estão disponíveis na Disney+. 

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Procon de diversos estados NOTIFICAM a Netflix por cobrança extra no pacote de assinaturas

Na semana passada, a Netflix bloqueou o compartilhamento de senhas entre os usuários que não estiverem na mesma residência.

A decisão obriga os usuários a pagarem uma taxa extra de R$ 12,90 caso queiram adicionar um usuário que esteja fora dos domínios da casa.

Por conta disso, a plataforma de streaming virou alvo de reclamações de consumidores e recebeu notificações no Procon de São Paulo e do Paraná para prestar esclarecimentos sobre a mudança anunciada aos assinantes.

E, de acordo como G1, o órgão dos estados do Maranhão, Rio Grande do Sul e Espírito Santo também entraram na briga pela defesa dos consumidores.

O intuito do Procon é contatar a empresa para esclarecer dúvidas sobre o que a Netflix está cobrando de seus clientes, se a empresa está adotando um novo modelo de cobrança e como funcionará este novo sistema de acesso; além de outras informações relacionadas à taxa, considerada abusiva.

As questões visam determinar se há infrações contra o Código de Defesa do Consumidor, e o Procon-SP já deixou claro que qualquer informação ou atividade vista como irregular em torno da nova cobrança deve ser registrada no site deles.

Já o Procon do Rio Grande do Sul argumentou que, por não se tratar de um serviço a cabo, plataformas de streaming não precisam de endereço fixo para serem utilizadas, visto que são promovidas também para acesso em dispositivos móveis.

A diretora-presidente do Procon do ES, Letícia Nogueira, lembra que a modificação contratual dos consumidores que já têm assinatura configura alteração unilateral do contrato, que contraria o Código de Defesa do Consumidor.

Até mesmo o slogan da Netflix (assista onde quiser) entrou em pauta, como apontou Claudia Silvano, coordenadora do Procon-PR.

Para ela, a cobrança adicional configura propaganda enganosa, uma vez que “o material publicitário da empresa, que inclusive está disponível no seu site, traz frases como “assista onde quiser”, o que induz o consumidor ao erro, pois o mesmo imagina que os perfis podem ser utilizados em qualquer local”, afirmou a coordenadora.

A plataforma recebeu um prazo de 20 dias para fornecer informações ao órgão. Segundo o Procon-PR, se o serviço pode ser acessado por meio de dispositivos móveis, a empresa não pode restringir o acesso apenas à residência.

Vários assinantes foram às redes sociais ameaçar cancelar a assinatura.

Veja:

Vários assinantes tiveram que colocar novamente a senha no aplicativo e não poderão usar a senha em outro IP.

Os usuários da plataforma terão que fazer login em seus perfis a cada 30 dias através do Wi-Fi de seus endereços principais para evitarem o bloqueio do catálogo em outros aparelhos da casa. Para impedir que pessoas de fora uma residência acessem a plataforma, a companhia vai rastrear endereços de IP dos dispositivos conectados ao Wi-Fi principal.

Dessa forma, um aparelho que não esteja configurado com o mesmo IP gerado pelo Wi-Fi principal de uma residência terá seu acesso bloqueado à plataforma de streaming.

Mas como fica o acesso a dispositivos móveis quando um usuário não estiver em sua residência?

Caso você esteja viajando ou fora de casa por algum motivo, basta solicitar um código temporário para acessar o catálogo por sete dias consecutivos.

Para isso, será necessário atualizar seu local principal se estiver em outro endereço.

Nos testes, foram liberados os compartilhamentos através de notebooks, smartphones e tablets enquanto o usuário estiver viajando, mas só será possível usar a plataforma numa televisão fora de sua casa por duas semanas sem pagar a taxa.

Esse período grátis só será válido para um local por ano. Depois disso, o aplicativo será bloqueado nas TVs que não pertencem à determinada residência, a não ser que o usuário pague a taxa extra.

As mudanças não param por aí…

A Netflix pretende converter em assinantes pagos quem usa contas pertencentes a famílias separadas, com a introdução de restrições de compartilhamento de contas e taxas extras para membros em mais países.

“O compartilhamento desenfreado de senhas limita nossa capacidade de investir e melhorar a Netflix a longo prazo, e de construir nosso negócio. Enquanto os termos de uso limitam a Netflix para uma residência, nós reconhecemos isso como uma mudança para membros que compartilham suas contas para além de seus lares.” 

‘Capitão América 4’: Anthony Mackie diz que está decepcionado com ausência de Sebastian Stan e Daniel Brühl

Com estreia marcada para 14 de Fevereiro de 2025, ‘Capitão América 4‘ vai contar com o retorno de Anthony Mackie como Sam Wilson assumindo o manto que um dia foi de Steve Rogers (Chris Evans).

No entanto, o longa não vai contar com a presença de personagens marcantes da franquia, como Bucky Barnes (Sebastian Stan) e o Barão Zemo (Daniel Brühl).

Como o público já sabe, Barnes era o melhor amigo de Rogers e também ficou ligado a Wilson, já o Zemo foi o vilão de ‘Guerra Civil‘ e um dos antagonistas da série ‘Falcão e o Soldado Invernal’.

Por conta da ausência da dupla n novo filme, Mackie admitiu em entrevista para a Radio Times que ficou decepcionado com a Marvel Studios.

“Eu não tenho mais meus amigos,” lamentou ele. “Eu gostei muito de gravar ‘Falcão e o Soldado Invernal’ com eles. Sinceramente, eu estava muito animado para fazer novas temporadas só para passar mais tempo com Sebastian para curtirmos juntos.”

Ele continuou:

“Quando você junta Sebastian, Daniel e eu… Cara, é como a tempestade perfeita de alegria. Quando eles decidiram voltar aos filmes, bem… É como é, eles não puderam embarcar nisso. Então fica um pouco sem graça sem os meus amigos.”

Lembrando que o elenco também vai contar com Harrison Ford, Xosha Roquemore, Danny Ramirez, Carl LumblyShira HaasLiv Tyler.

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

‘Jonah Hex’: Josh Brolin abre o jogo sobre FRACASSO da adaptação da DC

Em uma entrevista à Variety, Josh Brolin, que protagonizou a adaptação de quadrinhos da DCJonah Hex – Caçador de Recompensas‘, admitiu que sente que ainda deve desculpas pelo fracasso do filme. Além de estrelar o projeto, Brolin também desempenhou um papel importante nos bastidores, ajudando a tirá-lo do papel.

“Não teve sucesso criativamente ou financeiramente. Todo mundo sabe como me sinto em relação a ‘Jonah Hex’. Mas o maior problema talvez tenha sido correr para contratar um diretor. Jeff Robinov, de quem ainda sou próximo, estava comandando a Warner Bros. na época, e ele me disse: ‘Você precisa encontrar um diretor nas próximas duas semanas, ou vamos cancelar essa coisa.’”

Brolin revelou que acabou escolhendo Jimmy Hayward como diretor, mas que isso acabou sendo um erro: “Eu me encontrei com Jimmy Hayward, que é um sujeito inteligente, mas não parecia certo. Ele estava empolgado, mas não tinha a experiência necessária e não estava tendo a seriedade que eu acredito que alguém devesse ter. Em vez disso, ele só gostava de festejar.”

O ator destacou que trouxe para o elenco nomes como Megan Fox e Michael Fassbender, a quem considerava perfeitos para seus respectivos papéis, além de ter convidado John Malkovich, que aceitou fazer o filme por um terço do salário que pediu.

“Puxa vida, ainda devo desculpas a essas pessoas. Até Michael Shannon estava nisso, mas acabou sendo cortado. Nós tínhamos boas intenções, mas cometemos um grande erro com o diretor. Não que eu esteja colocando toda a culpa nele, porque era a minha escolha. Uma péssima escolha que eu fiz.”

Embora o filme tenha sido um fracasso, Brolin disse que aprendeu muito com a experiência: “Foi uma merda, mas também foi uma ótima lição de vida. É engraçado, porque eu realmente acredito que os fracassos são muito mais importantes do que os sucessos. Nós nunca aprendemos nada quando tudo está indo bem. É só quando as coisas dão errado que temos que pensar: ‘Ok, o que eu fiz de errado?'”

Josh Brolin deu vida ao personagem-titular. John MalkovichMegan FoxMichael FassbenderWill ArnettMichael ShannonWes Bentley e outros completaram o elenco.
O longa não apenas foi massacrado pela crítica, alcançando apenas 12% de aprovação no Rotten Tomatoes (com uma das menores notas do site), como se tornou um fracasso de bilheteria, nem mesmo alcançando a marca de 11 milhões de dólares – com orçamento de 47 milhões.
Relembre o trailer:

‘The Life of Chuck’: Matthew Lillard e Kate Siegel entram para o elenco do novo TERROR de Mike Flanagan

O terror ‘A Vida de Chuck‘ (The Life of Chuck), que será escrito e dirigido pelo aclamado cineasta Mike Flanagan (‘Doutor Sono’), teve novas adições confirmadas em seu elenco, que já conta com Tom Hiddleston e Mark Hamill.

De acordo com o próprio diretor, Matthew Lillard (‘Pânico’), Kate Siegel (‘A Queda da Casa de Usher’), David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), Carl Lumbly (‘Doutor Sono’) e outros nomes se juntaram à produção.

O elenco ainda contará com Chiwetel Ejiofor (‘Doutor Estranho’) e Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’). Tremblay também já havia colaborado com Flanagan em ‘O Sono da Morte‘.

A produção será baseada em um conto de ‘Com Sangue‘, livro antológico de Stephen King.

Baseada em três contos interligados, a trama acompanha a vida de Charles Krantz em reverso. Começando pela sua morte aos 39 anos, por causa de um tumor cerebral, e terminando na casa onde passou a sua infância, que se acreditava ser assombrada.

As filmagens vão começar em breve, no Alabama, pois o projeto conseguiu um acordo provisório com o Sindicato dos Atores de Hollywood e poderá ser gravado durante a greve.

‘Um Tira da Pesada: Axel Foley’ recebe 66% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

Um Tira da Pesada: Axel Foley’, o quarto filme da franquia estrelada por Eddie Murphy, acabou de estrear na Netflix. O novo longa dividiu opiniões no Rotten Tomatoes, mas recebeu uma avaliação positiva dos críticos, com 66% de aprovação com base em 83 avaliações.

Essa avaliação é superior aos dois filmes anteriores da franquia: Um Tira da Pesada 2’, que possui 46% de aprovação, e Um Tira da Pesada 3’, que possui 11%. No entanto, ainda fica abaixo do primeiro filme, lançado em 1984, que tem 83% de aprovação.

um tira da pesada axel f

Os críticos se dividiram: alguns acharam o filme engraçado e elogiaram o desempenho de Eddie Murphy, enquanto outros sentiram que o longa seguiu uma fórmula familiar, sem trazer novidades significativas para a franquia.

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“Murphy retorna com a mesma jaqueta dos Detroit Lions, sua risada característica e seu sorriso de estrela de cinema. No entanto, há pouco para alegrar neste longa dolorosamente sem brilho, que tenta desesperadamente justificar sua própria existência”, disse Robert Daniels do The New York Times.

“Muito divertido e veloz como um foguete. Murphy se encaixa novamente em seu papel sem esforço, mostrando claramente que conhece perfeitamente o que motiva Axel Foley”, disse Pete Hammond do Deadline.

Crítica | ‘Um Tira da Pesada 4: Axel Foley’ é o MELHOR filme da franquia desde o primeiro

“Em cada caso, o simples lembrete de uma situação, um personagem, um elemento de Um Tira da Pesada deveria nos deixar entusiasmados como se estivéssemos aplaudindo”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“A falta de uma nova perspectiva, a ausência de emoção e a fidelidade com que os cineastas seguem à fórmula original em uma sequência de ação após outra, sem criatividade, fazem com que a continuação pareça ter passado da validade”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

Um Tira da Pesada: Axel Foley é exatamente o tipo de blockbuster de verão envolvente que precisamos ver mais”, disse Nate Richard do Collider.

Um Tira da Pesada: Axel Foley é divertido, não exatamente um sucesso garantido, mas suficientemente entretenedor para satisfazer os fãs de Eddie Murphy, disse Ferdosa Abdi do Screen Rant.

“Você pode não estar soltando risadas como o Axel com seu heh-heh-heh característico, mas certamente estará sorrindo e dando risadas ao longo do filme”, disse Jamie Graham
Total Film.

“Axel F faz uma transição notável de algo que inicialmente parece sombrio para algo que eventualmente brilha, agrada e evoca a energia ousada de Um Tira da Pesada de maneira familiar e positiva”, disse Rodrigo Perez do The Playlist.

Um Tira da Pesada: Axel Foley’ está disponível na Netflix.

O detetive Axel Foley (Murphy) está de volta a Beverly Hills. Depois que a vida de sua filha (Taylour Paige) é ameaçada, Foley e ela se unem a um novo parceiro (Joseph Gordon-Levitt) e aos antigos companheiros Billy Rosewood (Judge Reinhold) e John Taggart (John Ashton) para acabar com uma conspiração.

Mark Molloy‎‎ é o responsável pela direção. Trata-se de um recém-chegado em Hollywood, tendo recebido muitos elogios no circuito comercial especificamente com comerciais da Apple.

‘Agatha Christie’s Towards Zero’: Adaptação do livro ganha trailer épico; confira!

A BritBox divulgou o primeiro trailer de ‘Agatha Christie’s Towards Zero’ (Rumo ao Zero), minissérie de três episódios que adapta o livro homônimo da renomada autora.

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Segundo o The Hollywood Reporter, a produção conta com um elenco de peso, incluindo Angelica Huston, Oliver Jackson-Cohen, Mimi Keene, Matthew Rhys, Ella Lily Hyland, Anjana Vasan e Clarke Peters.

Ambientada na Inglaterra de 1936, a trama acompanha Lady Tressilian, que recebe em sua mansão aristocrática seu sobrinho favorito, o tenista britânico Neville Strange, sua nova esposa Kay e sua ex-esposa Audrey. A reunião familiar logo se transforma em um cenário de mistério e intriga, quando um assassinato ocorre na propriedade.

O Inspetor Leach entra em cena para desvendar o crime, investigando uma série de suspeitos com personalidades distintas: uma companheira de longa data da senhora da casa, o misterioso mordomo de um cavalheiro, um primo exilado com um rancor, um venerável advogado da família, um órfão curioso e um vigarista francês.

Com roteiro de Rachel Bennette e direção de Sam Yates.