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Crítica | ‘Evidências do Amor’, com Fábio Porchat e Sandy, é uma das MELHORES comédias românticas do ano

O cinema brasileiro sempre enfrentou um grande problema por parte do próprio público nacional – sendo estigmatizado dentro do escopo das comédias pastelões. Sabemos que tal máxima é falsa apenas pela quantidade de dramas aclamados pela crítica e que conquistam indicações e estatuetas nos festivais mais badalados do planeta. Entretanto, é notável como algumas comédias conquistam os espectadores de modo impressionante, cumprindo com o prometido e emergindo como uma simples história escapista cujo objetivo é bem claro. Nos últimos anos, por exemplo, tivemos a última parte da trilogia ‘Minha Mãe é uma Peça’, estrelada pelo saudoso Paulo Gustavo, e o cândido longa natalino ‘Tudo Bem no Natal que Vem’, protagonizado por Leandro Hassum.

Um dos comediantes de maior sucesso do cenário do entretenimento é Fábio Porchat – que nos convida para a aguardada dramédia romântica Evidências do Amor. Co-assinando o roteiro e co-protagonizando o projeto ao lado de Sandy Leah, Porchat abre espaço para uma história que acompanha dois amantes que se conhecem em um karaokê cantando a clássica canção “Evidências”, eternizada pela dupla Chitãozinho e Xororó, desfrutando de um amor aparentemente eterno. Todavia, o que é bom dura pouco e, sem mais nem menos, o casal rompe – e Marco Antônio (Porchat) começa a ser atormentado pela música supracitada, mas não do jeito que esperamos: toda vez que ele a ouve, é transportado para uma memória ruim que compartilha com a ex, Laura, talvez como forma de punição, talvez para entender alguma coisa que não compreende.

É notável como a atmosfera arquitetada pelo diretor Pedro Antônio, que também empresta suas habilidades à construção do roteiro, pega referências de diversos títulos semelhantes – e o resultado, por mais convencional que seja, é exatamente o que esperamos de uma produção como essa. Porchat emerge nas telonas como uma força incomparável que posa como exagerado no primeiro e no segundo atos do filme, e que abre espaço para uma versatilidade dramática de tirar o fôlego. O ator também nutre de uma química bastante visível com Sandy, que soa um tanto quanto “desengonçada” nos primeiros minutos apenas para se soltar à medida que se engolfa na confortabilidade de sua personagem. Através de uma hora e quarenta de duração, Antônio e sua equipe nos carregam em uma aventura pelos ônus e bônus do amor que tornam essa experiência individual em uma universalização sentimental para com o público.

São vários os elementos que se sobressaem no projeto e que nos surpreendem pelo modo como são tratados. De um lado, temos a fotografia certeira de Pedro Faestein e a montagem convincente de Zaga Marteletto, ambos unindo forças em prol de um propósito em comum: a ideia é não deixar se levar pela costumeira edição frenética de títulos do gênero, e sim focar na parte humana da história e de que forma navegamos pela dor da perda e pela frustração da solidão compulsória. Em comparação, a utilização de um filtro azulado e melancólico condiz com a jornada de Marco Antônio, que não é tratado como herói ou vítima, e sim como alguém com complexo de superioridade que não consegue perceber os erros que cometeu – e que precisa absorvê-los para descobrir o motivo de ter sido deixado por Laura. É claro que, aqui e ali, o coming-of-age do personagem é pincelada com tons vibrantes e coloridos (mas nada que fuja do esperado).

O diretor também preza por algo similar ao tentar se esquivar dos costumeiros jogos de campo-contracampo, optando por investidas mais conceituais – inclusive quando elas se destinam à viagem no tempo de Marco Antônio e à percepção de que ele está preso em um ciclo sem fim que só pode ser quebrado de uma maneira. Mais do que isso, ele promove uma singela carta de amor ao próprio cinema ao trazer às sequências inúmeras referências da cultura pop que fazem parte das quebras de expectativa e dos tocantes momentos de drama. E, nesse meio-tempo, temos a presença de Evelyn Castro em uma atuação simplesmente sensacional como Júlia, zeladora e dona do edifício em que o protagonista mora e que se torna engrenagem essencial da trama ao insurgir como escape cômico e confidente de Marco.

Não podemos deixar de comentar os clichês que pululam na estrutura técnica e criativa do longa-metragem, como diálogos previsíveis e uma conclusão bastante esperada, bem como de uma espécie de triângulo amoroso que não consegue fugir da superficialidade. Não obstante os equívocos, o projeto se leva com tanta fluidez e humildade que não temos mais nada a fazer além de varrê-los para debaixo do tapete e desfrutar dessa evasão artística que é firmada com tanto carinho.

Evidências do Amor tinha tudo para estar fadado ao fracasso e ser caracterizado como mais uma rom-com esquecível do escopo nacional da sétima arte. Mas as surpresas que carrega consigo o sagram como um título que cumpre com o prometido sem querer dar um passo maior que a perna – e que, no final das contas, faz até os mais céticos acreditarem na possibilidade de um amor eterno.

‘Brinquedo Assassino’: Don Mancini fala sobre futuro da série e do novo filme

O cineasta Don Mancini discutiu recentemente o futuro da franquia de terror Brinquedo Assassino’, revelando que está trabalhando em um novo filme da saga, bem como na quarta temporada da série derivada Chucky. No entanto, ele expressou o desejo, o filme e a série coexistam, complementando-se e expandindo o universo de Chucky de forma interligada.

“Minha esperança é que a série e o filme possam trabalhar juntos”, confirmou Mancini ao ScreenRant.

“Estamos torcendo para conseguir uma quarta temporada da série. Eu já apresentei a ideia para a rede, então estamos esperançosos com isso. Além disso, estou nas primeiras etapas do desenvolvimento de um novo filme, que é projetado para complementar a série. Esperamos continuar expandindo o universo de Chucky dessa maneira. Vamos ver o que acontece”, explicou o cineasta.

Confira o trailer completo da segunda metade da 3ª temporada de ‘Chucky‘ e siga o CinePOP no Youtube:

A produção retornará com episódios inéditos no dia 10 de maio.

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

Charli XCX lança “Club Classics” e “B2b”, faixas inéditas do álbum ‘BRAT’; Ouça!

A icônica popstar Charli XCX lançou duas novas faixas oficiais de BRAT, seu vindouro próximo álbum de estúdio.

Intituladas “Club Classics”“B2b”, as canções estão disponíveis nas principais plataformas de streaming.

Lembrando que o compilado de originais têm lançamento marcado para o dia 07 de junho.

Ouça:

O álbum terá 15 faixas.

Confira a tracklist oficial:

1. 360
2. Club Classics
3. Sympathy Is a Knife
4. I Might Say Something Stupid
5. Talk Talk
6. Von Dutch
7. Everything Is Romantic
8. Rewind
9. So I
10. Girl, So Confusing
11. Apple
12. B2B
13. Mean Girls
14. I Think About It All the Time
15. 365

‘Cuckoo’: Terror com Hunter Schafer que conquistou os críticos ganha trailer BIZARRO

O terror slasher ‘Cuckoo‘, estrelado pela Hunter Schafer (‘Euphoria’), ganhou seu primeiro trailer bizarro.

Confira:

O terror conquistou 76% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral destaca a sólida performance de Schafer, destacando que o tom insano da produção pode servir como uma faca de dois gumes: ame ou odeie.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Ao ser assistido nas condições adequadas – tarde da noite, com uma boa mentalidade e cercado por amigos –, ‘Cuckoo’ irá proporcionar uma jornada muito divertida.” (The Wrap)

“Este filme está destinado a se tornar um clássico cult; é gloriosamente insano.” (Time Out)

“É um filme de terror sem sustos, que falha como uma produção do gênero, mas irá render uma discussão interessante após os créditos finais.” (Times UK)

“O conceito absurdo do filme poderia ter sido melhor recebido com um pouco mais de irreverência do parte do roteiro e audacidade em suas imagens.” (Slant Magazine)

“Apesar de alguns momentos bobos, o filme funciona como uma produção de terror – principalmente por causa das implicações doentias em torno de gênero e biologia. É um filme incrivelmente estranho e maliciosamente divertido.” (Mashable)

Hunter Schafer e Dan Stevens entregam performances 100% sólidas. Enquanto Schafer é responsável por injetar uma necessária noção de realidade à história, Stevens se destaca interpretando um vilão exagerado.” (Awards Daily)

“Como uma final girl, Hunter Schafer é sensacional. Ela dá vida a uma personagem com personalidade forte que nos faz torcer por ela em todos os momentos. Sua personagem pode ficar confusa ou assustada, mas ela nunca está indefesa.” (InSession Film)

O terror está programado para estrear no dia 3 de maio.

“Relutantemente, Gretchen, de 17 anos, deixa sua casa nos Estados Unidos para morar com o pai, que acaba de se mudar para um resort nos Alpes alemães com sua nova família. Chegando em sua futura residência, eles são recebidos pelo Sr. König, chefe de seu pai, que tem um interesse inexplicável pela muda meia-irmã de Gretchen, Alma.

Algo não parece certo neste tranquilo paraíso de férias. Gretchen é atormentada por ruídos estranhos e visões sangrentas até descobrir um segredo chocante que também diz respeito à sua própria família.”

O elenco ainda conta com Dan Stevens (‘O Hóspede’), Jessica Henwick (‘Ameaça Profunda’), Marton Csókás (‘Crimes Obscuros’), Greta Fernández (’30 Monedas’) e Jan Bluthardt (‘Luz’).

Além de escrever o roteiro, Tilman Singer (‘Luz’) também fica responsável pela direção.

O cineasta repete sua parceria com o cinematográfico Paul Faltz, o compositor Simon Waskow e o designer de produção Dario Mendez Acosta, com quem já havia trabalhado no aclamado ‘Luz‘.

‘Beetlejuice – Os Fantasmas se Divertem’ e as Comédias de Terror Mais ASSUSTADORAS dos Anos 80

A comédia e o terror são dois gêneros do cinema que à primeira vista não possuem muito em comum. É o que grande parte do público pode achar. A comédia é um gênero extremamente popular com as massas, que ainda consegue arrastar multidões com a premissa de esquecer os problemas do cotidiano e simplesmente se divertir. Já o terror se define melhor como o gênero cult do cinema, recomendado apenas aos seus fãs, digamos, de gosto peculiar, mas que ao longo dos anos conquistou também o público geral com obras de qualidade.

Embora definitivamente siga como um gênero não recomendado para todos – ao contrário de seu colega de matéria, a comédia. Agora, o que esses dois tipos de filme podem possuir em comum? A verdade é que a mistura dos dois pode render um produto extremamente saboroso.

Em uma matéria, eu abordei aqui no CinePOP os filmes paródia que tiravam sarro do gênero terror – em especial do subgênero slasher, que vinha fazendo muito sucesso no início dos anos 80. Mas nesta nova matéria a abordagem será outra. Aqui, focaremos em outra vertente apresentada durante a citada década, de filmes de comédia que baseavam suas tramas em elementos de terror, em geral tendo algo de sobrenatural, fosse fantasmas, vampiros, bruxas, o diabo, ou simplesmente assassinos. É claro que nem tudo virou sucesso e alguns se tornaram verdadeiramente obscuros. Outros, encontraram seu público anos depois, se tornando obras cult. Confira abaixo e venha viver essa nostalgia.

Leia também: Os 40 Anos do Auge do “Terrir” no Cinema – Conheça os Primeiros Slasher Cômicos do Cinema

Os Fantasmas se Divertem

Não poderíamos começar a lista de outra forma. A mais popular das “comédias de terror” é esse filme de 1988, que marcou o primeiro grande sucesso do diretor Tim Burton e o que alçou sua carreira a voos ainda maiores, como o primeiro Batman (1989). Com o título original Beetlejuice, o nome do personagem de Michael Keaton no filme, o longa mostra um casal (Geena Davis e Alec Baldwin) de interioranos morrendo num acidente de carro e tendo seus espíritos aprisionados na casa que tanto adoravam. O problema é quando os novos proprietários, artistas de Nova York moderninhos, chegam no local. Os antigos moradores logo convocam a ajuda de um espírito traiçoeiro (Keaton) ao mesmo tempo em que fazem amizade com a filha da nova família (Winona Ryder). Beetlejuice é um dos filmes dos anos 80 mais queridos que nunca havia ganhado continuação – mas isso mudou este fim de semana com a estreia de ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ nos cinemas pelo mundo.

Meus Vizinhos São um Terror

Tão popular quanto Os Fantasmas se Divertem para a geração dos anos 80, este veículo para o astro Tom Hanks foi perdendo sua força com as novas gerações. Isso porque o nome do diretor Tim Burton continuou em alta com o passar das décadas, ao contrário do de Joe Dante – o diretor aqui. Mas ainda posso lembrar de ter assistido tanto a este quanto ao item acima pela primeira vez em suas exibições na Tela Quente de forma inédita. Ambos possuem um teor similar, apostando no “medo” de mentirinha em suas tramas cômicas. Aqui, Hanks vive um pacato morador dos subúrbios americanos que, ao lado de seus excêntricos vizinhos, começa a desconfiar que os novos moradores da vizinhança sejam assassinos em série adoradores do diabo. O filme foi lançado em 1989.

As Bruxas de Eastwick

Igualmente bastante popular nos anos 80 e 90, esse longa divertidíssimo de 1987, do diretor George Miller (da franquia Mad Max), baseado num livro, foi caindo no esquecimento com o passar das décadas, sem que muitos jovens cinéfilos falem nele hoje em dia, ou quem sabe sequer o conheçam. O elenco é um dos melhores da década, com as presenças de Jack Nicholson, Cher, Susan Sarandon e Michelle Pfeiffer. O trio de mulheres vive três solteironas de uma pequena cidade que sonham com a chegada do homem perfeito – sem querer elas terminam o invocando. Ele chega nas formas de Jack Nicholson e as seduz, todas. Aos poucos elas vão recebendo dons sobrenaturais e entendendo quem o sujeito é de verdade. A ideia foi levada às telinhas duas vezes, num piloto em 2002 que sequer se tornou uma série, e num programa de 2009, que terminou cancelado após sua primeira temporada.

Elvira: A Rainha das Trevas

Comédia de 1988, a ideia aqui foi pegar carona na figura exótica e assustadora da personagem título, Elvira, personificada pela atriz Cassandra Peterson. Elvira é uma figura muito associada ao terror, em especial nos EUA – isso porque ela tinha um programa de TV chamado Movie Macabre, muito popular nos anos 80, que durou de 1981 a 1986. Assim, dois anos depois do encerramento de seu programa, Elvira ganhava um longa-metragem na forma de superprodução nos cinemas para chamar de seu. A história apresenta Elvira herdando uma mansão assombrada numa pequena cidade americana e mudando a vida dos cidadãos do local com seu jeito extrovertido e excêntrico. Em 2001, chegava uma sequência, com As Loucas Aventuras de Elvira, sem o mesmo impacto.

Os Sete Suspeitos

Neste filme de 1985 temos todos os elementos que constituem as bases do cinema de suspense, bem típico de clássicos como as obras de Agatha Christie, por exemplo. Vejam essa premissa: diversos personagens excêntricos e que não se conhecem são convidados para um jantar numa mansão muito suspeita. Quando um deles é assassinado, qualquer outro pode ser o culpado. Este seria um thriller assustador a não ser por dois fatores. O primeiro é se tratar de uma insana comédia. O outro é que se trata do filme que adapta para as telonas o jogo de tabuleiro homônimo (no título original) Clue – no Brasil conhecido como Detetive. No elenco, os rostos mais conhecidos são os de Tim Curry e Christopher Lloyd. Embora não tenha sido um sucesso em sua estreia nos anos 80, o longa ressurgiu como cult nos anos seguintes.

Procura-se Rapaz Virgem

O astro Jim Carrey voltou as boas com o sucesso, apostando em filmes para a criançada, com Sonic – O Filme (2020) e Sonic 2 (2022), nos quais interpreta o vilão Dr. Robotinik. Ele também voltará no terceiro, a ser lançado no fim de 2024. Voltando para 1985, Carrey ainda não tinha a fama que viria a fazer após o sucesso de O Máskara em 1994, mas protagonizava essa comédia sensual com a temática de vampiros. Na trama, Carrey interpreta um jovem nerd sem sorte com as garotas, que ainda é virgem. Até que ele conhece e se envolve com uma bela mulher mais velha, papel da veterana Lauren Hutton, e os dois iniciam um relacionamento. Ele só não sabe se tratar de uma Condessa Vampira em busca do sangue de virgem para se tornar eterna.

Transilvânia – Um Hotel do Outro Lado do Mundo

Hoje, um muso excêntrico da cultura pop, o veterano Jeff Goldblum já fez de tudo um pouco em sua carreira – e em breve poderá ser visto como o Mágico na reimaginação do clássico ‘O Mágico de Oz‘, ‘Wicked‘. Voltando para esse filme de 1985, Goldblum e Ed Begley Jr. interpretam dois jornalistas de um tabloide enviados para a Transilvânia a fim de descobrir se um boato sobre o monstro de Frankenstein é verdadeiro. No local, além do monstro, eles encontram um cientista louco, um lobisomem, um mordomo sinistro e uma vampira para lá de sexy e tarada (papel de Geena Davis).

Lua de Mel Assombrada

Gene Wilder foi um verdadeiro mestre da comédia, participando de diversos filmes icônicos como Primavera para Hitler, A Fantástica Fábrica de Chocolate, O Jovem Frankenstein, A Dama de Vermelho e Cegos, Surdos e Loucos. Aqui, o humorista, que também era diretor de cinema e roteirista, resolve embarcar na brincadeira das comédias de terror, ao desenvolver a história e comandar este longa. No filme de 1986, ele contracena com sua esposa da vida real, a também humorista Gilda Radner. A dupla interpreta um casal recém-casado, que vai passar a lua de mel numa mansão de família. No local, estranhos acontecimentos começam a assustá-los – mas tudo é parte de um tratamento bolado por seu psicólogo. Ou será?

Com Fantasmas Não se Brinca

Lançado no mesmo ano de Beetlejuice, em 1988, essa foi outra comédia de terror que utiliza uma trama similar e até mesmo efeitos bem parecidos com o filme de Tim Burton – podendo ser considerado seu gêmeo. Apesar disso não ficaria tão famoso ou conhecido quanto o citado. Pelo contrário, caindo por completo no anonimato. Na trama, o veterano Peter O’Toole vive o dono de um hotel que, para aumentar o número de hóspedes e a curiosidade, começar a fazer propaganda sobre o estabelecimento ser assombrado. E assim, fantasmas de verdade começam a aparecer no local, como a personagem de Daryl Hannah – que termina por se apaixonar pelo protagonista vivido por Steve Guttenberg, astro da franquia Loucademia de Polícia. Curiosamente, o filme é escrito e dirigido por Neil Jordan, de ‘Entrevista com o Vampiro‘.

Vamp: O Filme

Terminando a lista, temos outra produção de 1986, com temática de vampiros. Antes da famosa novela da Globo utilizar o mesmo título, esse filme veio antes. Precedendo também o filme de Tarantino e Rodriguez, Um Drink no Inferno (1996), aqui temos uma história que também conta sobre um bar barra-pesada, repleto de criaturas da noite. Na trama, dois amigos de faculdade procuram uma stripper para um evento – e terminam chegando até o local indicado por um sujeito misterioso. Porém, logo terão vampiros (e vampiras principalmente) em seu encalço. O destaque do filme fica com Grace Jones no papel da vampira Katrina.

Final de ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’ será uma obra-prima, garante editora da série

O 8º e último episódio de ‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘ será lançado no próximo dia 09, e os fãs podem esperar uma verdadeira obra-prima para o desfecho da atração.

Em entrevista para o Comic Book, Akia Miyake, editora do referido episódio foi questionada se podia comentar sobre momentos que ficarão marcados na mente do público.

Em resposta, ela disse o seguinte:

“Há uma cena em particular que me fez sentir como se estivesse gravando uma obra-prima. É apenas minha opinião pessoal, mas… sim, cuidado com esses momentos. É realmente emocionante. A entrega na atuação do elenco é fenomenal nessa cena. E eu acho que as pessoas que assistirem esse episódio vão falar sobre essa cena por muito tempo, assim espero.”

A trama se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade.

Confira o trailer da série siga o CinePOP no Youtube:

A obra conquistou nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 58 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

‘Madame Teia’ quase teve participação do Homem-Aranha de Tom Holland; Confira as artes!

O Homem-Aranha de Tom Holland quase teve uma participação especial em ‘Madame Web’, a mais recente adaptação dos quadrinhos da Marvel em parceria com a Sony Pictures.

A informação foi revelada por Sebastian Meyer, o artista conceitual por trás dos visuais do filme estrelado por Dakota Johnson (’50 Tons de Cinza ‘) e Sydnew Sweeney (‘Todos Menos Você’).

Em seu portfólio, Meyer publicou algumas artes que mostram o herói lutando contra o vilão Ezekiel Sims (Tahar Rahim) no topo de um arranha-céu.

Como a cena não foi incluída no filme, agora só nos resta aguardar para saber porque a Sony descartou a luta entre os personagens.

Confira as artes:

Orçado em US$ 80 milhões, o longa foi um fracasso nas bilheterias, arrecadando apenas US$ 99,7 milhões pelo mundo (via Box Office Mojo).

Além disso, registrou míseros 12% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Nossa jornalista Janda Montenegro também teve a oportunidade de entrevistar Johnson, que comentou sobre o filme e com quais heróis e vilões ela quer lutar nas próximas iterações.

Assista e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | Madame Teia – Dakota Johnson em aventura Sessão da Tarde que parece saída dos anos 90

Na trama, Johnson interpreta Cassandra Webb, uma paramédica que começa a ter visões do futuro, tecendo teias que ligam o destino de diversos personagens.

Madame Teia destaca Dakota Johnson como a heroína principal, ao lado de Julia Carpenter (Sydney Sweeney), Anya Corazon (Isabela Merced) e Mattie Franklin (Celeste O’Connor).

Enquanto isso, em outro universo… Madame Teia conta a história do filme solo da história de origem de uma das heroínas mais enigmáticas da Marvel. O thriller estrela Dakota Johnson como Cassandra Webb, uma paramédica em Manhattan que pode ter habilidades de clarividência. Forçada a confrontar revelações sobre seu passado, ela forja uma relação com três jovens destinadas a futuros poderosos… se elas conseguirem sobreviver ao presente ameaçador.

O elenco é formado por Isabela MercedSydney SweeneyCeleste O’Connor, Emma RobertsTahar RahimMike EppsAdam Scott Zosia Mamet.

S.J. Clarkson dirige, enquanto Burk SharplessMatt Sazama assinam o roteiro.

Com 0% de aprovação do público, sequência de ANIMAÇÃO adorada estreia no Prime Video

A amada e divertida animação da DreamWorks, Megamente, ganhou uma sequência intitulada ‘Megamente contra o Sindicato da Perdição‘ (Megamind vs. the Doom Syndicate) – que acaba de estrear no Prime Video conquistando a 5ª posição entre os títulos mais assistidos.

Na trama escrita por Alan Schoolcraft e Brent Simons (roteiristas do original), a antiga equipe de vilões de Megamente, conhecida como Sindicato da Perdição, retornou. Agora, cabe ao recém-coroado herói azul manter as aparências malignas até que ele possa reunir seus amigos para impedir que seus ex-aliados do mal lancem Metro City para a Lua.

Dirigido por Eric Fogel, o longa foi lançado diretamente na plataforma de streaming Peacock devido a restrições orçamentárias.

Após o anúncio, os fãs já temiam que isso poderia resultar em uma leve queda na qualidade da animação… E foi o que aconteceu.

No Rotten Tomatoes, a produção registrou 0% de aprovação do público, um feito raro para qualquer produção.

Além disso, o filme terá uma série animada derivada chamada ‘Megamind Rules!’ (Megamente no Comando! – tradução livre).

A série animada ‘Megamind Rules!’ também será disponibilizada na plataforma, consistindo em oito episódios, sendo considerada um complemento para o novo filme.

Schoolcraft e Simons, assumem o papel de produtores executivos, juntamente com Eric Fogel.

Ambos, o filme e a série, já estão disponíveis na Prime Video.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Veja os cartazes de divulgação.

 

Garfield ostenta seus dotes culinários em novo teaser de ‘Fora de Casa’; Confira!

A Sony Pictures divulgou mais um teaser para promover a animação ‘Garfield – Fora de Casa‘, que estreia em 24 de maio.

A prévia mostra o amado felino laranja ostentando seus dotes culinários.

Confira, junto com os trailers anteriores:

Os atores Ving Rhames (‘Missão: Impossível’), Nicholas Hoult (‘Mad Max: Estrada da Fúria’), Hannah Waddingham (‘Ted Lasso’) e Cecily Strong também fazem parte do longa.

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Lynda Carter elogia a trama de ‘Mulher-Maravilha 3’: “Não era apenas um filme comum”

Lynda Carter, famosa por seu papel na série ‘A Mulher Maravilha’ (1976), recentemente comentou sobreMulher-Maravilha 3’, um projeto cancelado da DC Comics no qual ela atuaria ao lado de Gal Gadot.

Segundo o ComicBook, a estrela está em paz com o fim da franquia da heroína, que foi cancelada após Mulher-Maravilha 1984’, mas enfatizou que o terceiro filme teria sido algo muito especial.

Carter mencionou que a trama de Mulher-Maravilha 3’ era “realmente interessante, maravilhosa e tratava de algo importante. Não era apenas mais um filme comum”.

Vale ressaltar que Carter interpretaria Asteria, uma lendária guerreira amazônica que permaneceu no mundo dos homens enquanto Zeus criava Themyscira. A personagem fez uma breve aparição na cena pós-créditos de Mulher-Maravilha 1984’.

Mulher-Maravilha e Mulher-Maravilha 1984’ estão disponíveis no Max.

 

‘Garotos Detetives Mortos’: Série da Netflix derivada de ‘Sandman’ ganha trailer INÉDITO!

Netflix divulgou o trailer inédito de ‘Garotos Detetives Mortos‘ (Dead Boy Detectives), série baseada na HQ homônima assinada pelo lendário Neil Gaiman.

A produção tem estreia marcada para o dia 25 de abril.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://youtu.be/U1wrfTyd2mU?si=N5D34YZaYyngqA46

Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix – e será lançada como um derivado de ‘Sandman‘.

Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.

O novo capítulo da DC, intitulado Gods and Monsters, trará uma conexão entre os filmes nos cinemas e as séries que eventualmente serão lançadas pela HBO Max – como já foi feito com ‘O Esquadrão Suicida‘ e a série do ‘Pacificador‘.

Jayden Revri (‘O Chalé’), Kassius Nelson (‘Noite Passada em Soho’) e o novato George Rexstrew serão os protagonistas.

Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.

Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage (‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.

O roteiro da adaptação é escrito por Steve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).

Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.

‘Minecraft’: Imagens dos bastidores mostram árvores geométricas; Confira!

Ainda sem previsão de estreia, a adaptação live-action de Minecraft‘ já está sendo gravada, mas ainda vai demorar bastante até a divulgação das imagens oficiais.

No entanto, um usuário do Twitter conseguiu fotografar alguns ítens dos cenários, como as icônicas árvores do universo geométrico.

Caso as imagens sejam autênticas, isso mostra que a adaptação vai seguir à risca o estilo dos jogos, famoso por seus gráficos quadrados.

Confira:

“Conjunto de ítens que encontrei perto do estúdio de cinema onde o filme ‘Minecraft está sendo filmado.”

“Encontrei mais ítens do filme.”

Anteriormente, o Deadline divulgou que Jennifer Coolidge (The White Lotus) foi adicionada ao elenco.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre a personagem da estrela, então não se sabe se ela fará uma pequena participação ou se terá um papel importante na trama.

Lembrando que Jack Black (‘Jumanji: Próxima Fase’) também está no elenco da produção, que é desenvolvida pela Warner Bros. em parceria com Legendary Pictures.

O site afirma que o ator interpretará o Steve, o protagonista do jogo.

O elenco ainda contará com Jason Momoa (‘Aquaman’), Emma Myers (‘Wandinha’), Danielle Brooks (‘Pacificador’) e Sebastian Eugene Hansen (‘Sinfonia Insana’).

Jared Hess‎‎ (‎‎’Napoleon Dynamite’) será responsável pela direção.

O jogo se tornou o título mais popular de todos os tempos, tendo vendido mais de 300 milhões de cópias mundialmente, com quase 140 milhões de jogadores ativos neste ano.

‘Demolidor: Renascido’: [SPOILER!] aparece ensanguentado em imagens dos bastidores; Confira!

Demolidor: Renascido‘ é uma das mais aguardadas séries da Marvel em parceria com a Disney+, e relatórios já indicaram que Jon Bernthal vai reprisar seu papel como Frank Castle, o Justiceiro.

E, nas redes sociais, foram divulgadas algumas imagens de Castle vestido com seu traje dos quadrinhos enquanto está coberto de sangue.

Confira, junto com as reações do público ao retorno do personagem:

Lembrando que o elenco de apoio conta também com o retorno de Deborah Ann Woll e Elden Henson como Karen Page e Foggy Nelson.

Ainda sem data de estreia definida, ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência ao título homônimo dos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.

Vale lembrar que, quando Charlie Cox voltou a interpretar o Demolidor em ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘, os fãs reclamaram bastante de suas cenas de ação.

Entre as críticas, muitos disseram que as coreografias de luta estavam muito artificiais devido ao CGI e sem os movimentos imprevisíveis que o herói ostentava em sua série antiga da Netflix.

Mas isso irá mudar na aguardada ‘Demolidor: Renascido‘…

De acordo com o The Hollywood Reporter, a Marvel Studios contratou o coordenador de dublês Philip Silvera, que trabalhou na extinta série da Netflix.

Silvera foi o principal responsável pelo estilo de luta do Homem sem Medo, um dos pontos mais elogiados na atração original.

Além de retornar à função, Silvera também foi promovido a diretor de segunda unidade na nova série.

Bill Skarsgård busca vingança no trailer PARA MAIORES de ‘Boy Kills World’, filme de ação estilo ‘John Wick’; Assista!

O thriller ‘Boy Kills World‘, estrelado por Bill Skarsgard (‘Noites Brutais’), ganhou um trailer dedicado ao público maior de idade devido às cenas de extrema violência.

Com estreia marcada para 26 de abril nos cinemas norte-americanos, o longa traz Skarsgård como um personagem surdo e mudo, com uma imaginação vibrante. Quando sua família é assassinada, ele foge para a floresta e é treinado por um xamã misterioso (Yayan Ruhian) para suprimir sua imaginação infantil e se tornar um instrumento da morte.

A produção também ganhou um cartaz inédito.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Jessica Rothe (‘A Morte te Dá Parabéns’), Andrew Koji (‘Snake Eyes’), Isaiah Mustafa (It: Capítulo 2′), Famke Janssen (‘A Casa da Colina’), Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Michelle Dockery (‘Em Defesa de Jacob’), Brett Gelman (‘Stranger Things’), Quinn Copeland (‘Punky Brewster’) e os gêmeos Cameron e Nicholas Crovetti (‘Big Little Lies’).

O alemão Moritz Mohr é responsável pela direção.

O roteiro foi escrito por Arend Remmers e Tyler Burton Smith.

Roy Lee irá produzir o longa através da Vertigo Entertainment.

‘Invencível’ demonstra toda sua fúria no teaser do episódio final da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada de ‘Invencível‘ chegará ao fim no próximo episódio, e a página oficial da animação divulgou o teaser para provocar o público sobre o que vem por aí.

Como os fãs viram Mark e os outros heróis se recuperando de algumas das ameaças surpresa que enfrentaram nos últimos episódios, as próximas grandes ameaças estão se revelando.

Lembrando que o episódio esteia amanhã (04).

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, acompanhamos a história de Mark Grayson, um adolescente comum que trabalha numa lanchonete após a aula, que curte quadrinhos e que possui alguns amigos. A grande diferença dele para os demais jovens é o fato de ser o filho do maior super-herói do planeta, o Omni-Man. Não demora muito e Mark começa a desenvolver os mesmos poderes de seu pai, tais como voo, super força e super velocidade. Essa novidade vai transformar sua vida de formas inimagináveis.

Lembrando que o astro Jeffrey Dean Morgan (‘The Walking Dead’, ‘The Boys’) fará parte do novo ciclo. Detalhes sobre seu personagem não foram revelados.

O elenco completo é composto também por Steven Yeun, J.K. Simmons, Mark Hamill, Chris Diamantopolous, Walton Goggins, Grey Griffin, Gillian Jacobs, Melise, Jason Mantzoukas, Andrew Rannells, Kevin Michael Richardson e Seth Rogen.

10 músicas internacionais que DEFINIRAM os anos 1990

A década de 1990 foi pautada em uma profunda revolução musical que não apenas comportava a exaltação de um gênero, mas de vários estilos fonográficos que dominaram o cenário mainstream e caíram no gosto popular – marcando, para sempre, a cultura pop.

E é claro que, ao longo de dez anos, diversas canções conseguiram alcançar um status lendário e atemporal. A encargo de exemplificação, é possível citar o impactante house de “Vogue”, assinada por Madonna; a belíssima semi-balada pop “Torn”, de Natalie Imbruglia; e o controverso hino “They Don’t Care About Us”, de Michael Jackson.

Pensando nisso, preparamos uma lista com dez canções que definiram a década de 1990, focando no impacto que trouxeram para o escopo do entretenimento e na recepção que tiveram.

“SMELLS LIKE TEEN SPIRIT”, Nirvana (1991)

Se Nirvana é considerada um dos maiores atos musicais da história, é claro que o grupo norte-americano viria acompanhado de músicas memoráveis. Dessa forma, era apenas esperado que o revolucionário álbum ‘Nevermind’ traria incursões irretocáveis – como o lead single “Smells Like Teen Spirit”. A faixa consagrou-se como um hino de libertação aos jovens apáticos da Geração X e é caracterizado como o marco da entrada do grunge no cenário mainstream (algo que desagradou os membros da banda, mas que os colocou no centro dos holofotes).

“LET’S TALK ABOUT SEX”, Salt-N-Pepa (1991)

Se você acha que falar sobre sexo atualmente é uma tarefa difícil, imagine nos anos 1990 dentro da sociedade norte-americana. Mesmo enfrentando a fúria dos conservadores, o trio conhecido como Salt-N-Pepa aproveitou sua crescente popularização no mainstream para dar vida a “Let’s Talk About Sex”, uma canção bastante explícita e necessária que fala sobre o lado positivo e o negativo do sexo e os tabus que discussões sobre esse tema traziam na época.

“I WILL ALWAYS LOVE YOU”, Whitney Houston (1992)

Mais de três décadas depois de seu lançamento oficial, “I Will Always Love You”, música-tema do filme ‘O Guarda-Costas’, permanece como uma das rendições românticas mais ouvidas da história da música. Imortalizada pela voz imediatamente reconhecível de Whitney Houston, a primeira versão, na verdade, foi lançada em 1974 pela Rainha do country Dolly Parton e, desde então, ganhou inúmeros prêmios e condecorações pela Academia.

“VOGUE”, Madonna (1993)

“Vogue” não é apenas uma das canções mais conhecidas de Madonna, mas também uma das mais famosas de todos os tempos. Colocando o estilo de dança criado pela comunidade LGBTQ+ nos anos 1970 no cenário mainstream e com um videoclipe dirigido por David Fincher, a canção fez parte da trilha sonora ‘I’m Breathless’ e ganhou aclame mundial. A faixa foi inspirada no dance-pop e no house, que definiu as tendências dos anos 1990.

“THEY DON’T CARE ABOUT US”, Michael Jackson (1996)

Michael Jackson não é considerado o rei do pop por qualquer motivo. Afinal, ele remodelou a indústria ao ajudar a estética dos videoclipes a se consagrar como uma forma artística, além de ditar as regras do gênero por décadas e mais décadas. Em 1996, Jackson utilizaria seu sucesso incomparável para dar vida a uma de suas músicas mais controversas: “They Don’t Care About Us”. Emergindo como um hino de protesto que foi mal interpretado pela mídia norte-americana, a faixa é uma mistura de pop rock, dancehall, samba, reggae e blues, cujo videoclipe foi rodado em Salvador e no Rio de Janeiro.

“MY HEART WILL GO ON”, Céline Dion (1997)

É muito difícil encontrarmos uma música que seja mais romântica e mais emocionante que “My Heart Will Go On”. Cantada pela incomparável diva franco-canadense Céline Dion, a canção-tema do atemporal ‘Titanic’ fala sobre duas pessoas que, mesmo com inúmeras adversidades e obstáculos, continuarão se amando. Regravada por inúmeros ícones da indústria fonográfica, a obra levou para casa o Oscar de Melhor Canção Original em 1998.

“RAY OF LIGHT”, Madonna (1998)

‘Ray of Light’ tornou-se um dos, senão o mais importante disco da carreira de Madonna. A música epônima dessa nova era levou para casa duas estatuetas do Grammy Awards e foi indicada à categoria de Música do Ano – e não é por menos: a competente produção, supervisionada por William Orbit, fundiu em um mesmo escopo sonoro as tendências do electrodance, do Europop e do techno, arquitetando uma narrativa que compara a vastidão do universo com a pequenez do ser humano.

“…BABY ONE MORE TIME”, Britney Spears (1999)

A faixa homônima do álbum de estreia de Britney Spears emergiu como o lead single e como a primeira música da carreira da performer, logo caindo no gosto do público e dos especialistas (motivo pelo qual foi incluída na lista de Melhores Músicas de Todos os Tempos da Rolling Stone em 2021). A impecável produção é uma mistura perfeita de dance-pop, dancehall e um “quê” de deep-pop que apresenta uma jovem Britney batalhando com um amor fervoroso. “Minha solidão está me matando” é um dos muitos versos que ficaram imortalizados na cultura mainstream, abrindo um refrão arrepiante e urgente.

“MAN! I FEEL LIKE A WOMAN!”, Shania Twain (1999)

Nos anos 1990, Shania Twain tinha uma força incomparável no cenário musical e quebrava as barreiras sexistas no country. Não demorou muito para que a performer utilizasse sua plataforma para falar sobre importantes temas sociais – como o anthem feminista “Man! I Feel Like a Woman”. O oitavo single do álbum ‘Come On Over’ amalgama de modo perfeito o country-pop e o country-rock ao delinear uma narrativa de libertação que, até hoje, é conhecido por qualquer um que ouça os primeiros toques da música.

“NO SCRUBS”, TLC (1999)

É quase impossível encontrar alguém que nunca tenha ouvido “No Scrubs” ao menos uma vez na vida. O lead single do terceiro álbum de estúdio do grupo TLC, ‘FanMail’, mergulha na perfeição do R&B e do hip-hop com uma construção sonora movida pelas notas do violão, da bateria e de sutis sintetizadores que fornecem fluidez e ritmo à iteração. A narrativa descreve o papel de um homem dentro de um relacionamento, conquistando o primeiro lugar da Hot 100, levando para casa duas estatuetas do Grammy e nos convidando à pista de dança com um gancho memorável e urgente.

Kevin Feige temia pelo FRACASSO de ‘Homem de Ferro’

Em 2008, ‘Homem de Ferro‘ deu início ao lucrativo Universo Cinematográfico da Marvel, tornando-se um sucesso entre os fãs e popularizando um personagem que nunca foi tão emblemático quanto o Capitão América ou os X-Men.

No entanto, Kevin Feige, o chefão da Marvel Studios, ainda tinha dúvidas sobre o sucesso do filme, e a fase da pós-produção o fez temer pelo fracasso.

Em um trecho do livro ‘The Art of Iron Man’ (via Scren Rant), que será publicado em breve, o cineasta disse que a pós-produção foi um verdadeiro caos e a equipe responsável pela adaptação nunca conseguia acertar o tom do filme.

“Houve um momento na pós-produção em que tudo parecia muito tênue e sombrio. Não havíamos chegado a um corte satisfatório e os efeitos ainda não estavam no ponto certo.”

Ele continua:

“Sabe aquela sensação de frio na barriga por medo de fracassar? É horrível o fato de trabalharmos tanto tempo em algo, e somos simplesmente atingidos pelo medo persistente de acharmos que tudo pode dar errado, apesar da incansável dedicação.”

Felizmente, o longa orçado em apenas US$ 140 milhões foi um tremendo sucesso, rendendo US$ 585,8 milhões pelo mundo e conquistando 94% de aprovação dos críticos.

Por falar nisso, a Variety divulgou que a Marvel queria o retorno de Robert Downey Jr. como Tony Stark e Scarlett Johansson como Natasha Romanoff.

Memoravelmente, o Homem de Ferro e a Viúva Negra morreram em ‘Vingadores: Ultimato‘, de 2019.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’ | Saiba como maratonar as produções do ‘MonsterVerse’

Poucos universos cinematográficos compartilhados souberam lidar com seu público em meio a sua construção como o MonsterVerse. Tendo começado há uma década, ele foi retratado inicialmente com uma pegada de ficção científica, mas atingiu seu auge quando abraçou de vez a fantasia. Nascido com a proposta de criar versões norte-americanas dos icônicos monstros gigantes da japonesa Toho – tendo como foco ninguém menos que o lendário Godzilla, que não tinha exatamente um bom retrospecto nos EUA, a Legendary conseguiu não apenas trazê-lo de volta para os grandes holofotes do ocidente, como ajudou as outras versões do personagem a ganharem mais chances de exibição por aqui. Esses projetos separados dos monstros foram dando certo ano após ano, e chegou ao ápice quando o Rei dos Monstros foi colocado para lutar contra outro mito dos longas de criaturas gigantes, o King Kong.

Com o sucesso do primeiro Godzilla vs Kong (2021), que ajudou a reaquecer as bilheterias dos cinemas em período de pandemia, não demorou para que o estúdio aprovasse uma sequência. Agora, três anos depois, Godzilla e Kong: O Novo Império chegou aos cinemas brasileiros2, então o CinePOP mapeou os filmes anteriores desse universo nos streamings para você poder assistir antes ver o novo capítulo. Ah, vale ressaltar que colocamos as produções em ordem cronológica da trama, não por ano de lançamento. Confira!

Kong: A Ilha da Caveira (2017)

Com estética de videogame, a versão mais recente do King Kong deixou de lado a subtrama de Nova York para contar uma história ambientada exclusivamente na Ilha da Caveira, na década de 1970. Para ajudar a criar esse clima retrô, a fotografia é de um tom quase sépia. A trama acompanha uma equipe de militares e exploradores, que são enviados para a ilha na intenção de resgatar o irmão de um deles e extrair o “Soro Titã”, uma substância que poderia ser usada para combater doenças incuráveis. Só que eles acabam descobrindo que a ilha é ainda mais hostil do que pensavam, restando apenas rezar para sobreviver às ameaças dos animais gigantes, das plantas assassinas e do protetor local: o gorila Kong, que é apenas uma criança nesse filme. O elenco é o mais estrelado de toda a franquia, contando com Samuel L. JacksonBrie LarsonJohn Goodman e Tom Hiddleston.

Onde assistirMax

Godzilla (2014)

E se o Godzilla existisse nos dias de hoje? Foi a partir dessa pergunta simples que Gareth Edwards reformulou a franquia do monstro mais famoso dos cinemas para dar uma roupagem moderna para a criatura. Explorando o protagonista como um elemento de surpresa, o longa é conduzido por um jovem militar (Aaron Taylor-Johnson) que perdeu os pais em acidentes nucleares envolvendo o Godzilla e outros kaijus. Assim, ele viaja o mundo com sua equipe tentando sobreviver aos causos e acabar com toda essa destruição provocada pela briga das criaturas. No entanto, o filme deixa claro que o Godzilla é uma força da natureza, dando a ele papéis de herói e vilão simultaneamente. E esse é o grande mérito do longa, que trata o monstro como uma catástrofe natural, servindo ao propósito maior do equilíbrio ambiental. E é provavelmente uma das poucas produções que sabe explorar com maestria a escala do Rei dos Monstros. Edwards vai mostrando a criatura aos poucos, sempre criando tensão e expectativa por sua aparição, mas também dando noção do verdadeiro tamanho do monstro e do impacto que seu corpo irá inevitavelmente causar nas cidades por onde ele passar. Além de Taylor-Johnson, o filme ainda conta com Ken WatanabeBryan Cranston e Elizabeth Olsen no elenco.

Onde assistirMax

 

Monarch – Legado de Monstros (2023)

Lançada em parceria com a Apple, essa série original se passa um ano após os eventos de Godzilla (2014), mostrando os impactos que sua guerra com os MUTO causou nas famílias das vítimas e nos humanos sobreviventes. Mais do que isso, ela se divide em dois núcleos, uma ambientado em 2015 e outro que se passa entre as décadas de 1950 e 1960. Essas duas eras são conectadas pelo coronel Lee Shaw, que é interpretado por Wyatt Russell e Kurt Russell. Sim, pai e filho fazem o mesmo personagem em épocas diferentes. E é muito interessante ver como o surgimento da organização Monarch e seu real papel no século XXI passa diretamente pelas ações de Shaw. A trama gira em torno de um trio composto por dois cientistas e um militar, que descobrem a existência de criaturas gigantes na década de 1950. Eles convencem o governo a financiar um projeto de estudo para identificar se são uma ameaça e se há como derrotá-los. Décadas depois, com o ataque do Godzilla, esse projeto falhou em prever a destruição e um dos principais cientistas do projeto desaparece. Assim, seus filhos encontram Shaw, um velho amigo, e começam uma jornada pelo mundo para encontrar o rapaz enquanto fazem uma caçada acidental ao Rei dos Monstros.

Onde assistirApple TV+

 

Godzilla II: Rei dos Monstros (2019)

Chega a ser irônico que o pior filme da franquia seja justamente aquele que traz a maior quantidade de monstros desse universo. Em Godzilla II: Rei dos Monstros, vemos que a organização Monarch vinha mapeando o paradeiro e estudando os monstros gigantes há décadas, tendo como principal alvo o próprio Godzilla. Só que isso despertou interesses obscuros de muitas pessoas, com algumas chegando a formar cultos para essas criaturas. Assim, em meio a divergências e casos de corrupção, a humanidade desperta e liberta pelo mundo monstros como o Rodan e o terrível dragão alienígena de três cabeças, Ghidorah. Agora, cabe ao Godzilla e à recém-nascida Rainha Mothra se unirem para impedir que o planeta Terra vire uma bomba atômica e vá pelos ares. Nem que pra isso eles precisem pulverizar algumas cidades pelo caminho. O pior é que a parte dos monstros e seus respectivos duelos é colossal. Toda cena com um kaiju é fantástica. O problema do filme é justamente a trama dos humanos, envolvendo a personagem de Millie Bobby Brown e seus pais, vividos por Vera Farmiga e Kyle Chandler.

Onde assistirAmazon Prime Video e Max

 

Godzilla Vs Kong (2021)

Após as polêmicas acerca das ações de Godzilla, que começou a atacar cidades aleatoriamente, o monstro vira a preocupação número um para os governos do mundo. Paralelamente a isso, uma equipe da Monarch situada na Ilha da Caveira, onde cientistas passaram as últimas décadas estudando o comportamento do Kong, recebe um aviso de que os funcionários vão precisar movê-lo para que ele sirva como um tipo de guia para a Terra Oca, um lugar mitológico no Centro da Terra, onde supostamente poderiam encontrar uma forma de banir esses monstros de uma vez por todas. Só que o Godzilla sente a presença do titã no oceano e dá início a um duelo sem precedentes que colocará os dois maiores monstros em lados opostos para lutarem por suas vidas. Dessa vez, o equilíbrio entre as tramas humanas e dos monstros é bem melhor trabalhado e consegue unir esses dois núcleos em um final eletrizante, criando diversão e entretenimento do mais alto nível.

Onde assistirAmazon Prime Video e Max

Ordem de lançamento:

Caso prefira assistir as produções pela ordem de lançamento, basta ver:

Godzilla(2014)
Kong: A Ilha da Caveira (2017)
• Godzilla II: Rei dos Monstros (2019)
• Godzilla vs Kong (2021)
• Monarch – Legado de Monstros (2023)
• Godzilla e Kong: O Novo Império (2024)

Godzilla e Kong: O Novo Império está em cartaz nos cinemas brasileiros.

 

 

EMOCIONANTE! Filme na Netflix está fazendo os assinantes chorarem de emoção; Confira as reações!

Lançado originalmente me 2010, o drama ‘Cartas para Deus‘ chegou ao catálogo da Netflix e já entrou para a lista dos mais assistidos da semana, ocupando a 5ª posição.

Dirigido por David Nixon e Patrick Doughtie, o longa conta a história de um menino (Tanner Maguire) de apenas oito anos diagnosticado com câncer enquanto escreve suas orações em cartas para seu amigo Deus. Buscando um sentido para a vida, um carteiro encontra as orações do garoto e resolve ajudá-lo a mudar o destino de todos ao seu redor.

Na época do lançamento, o filme recebeu bastante comentários negativos, registrando apenas 25% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Nem mesmo os portais dedicados a filmes cristãos (como o Christinity Today) falaram bem da trama, que é escrita por Patrick Doughtie, Art D’Alessandro e Sandra Thrift.

“Por mais bem intencionado e bem atuado que seja este filme, ele não é capaz de superar sua própria tentativa de forçar um apelo à fé de forma nada absorvente, apesar da sua história ter elementos cativantes.”

Por outro lado, os assinantes da Netflix estão bastante emocionados com o filme, rendendo elogios e recomendando para quem ainda não assistiu.

Confira as reações:

Após tentativa de BOICOTE nos cinemas, ‘Ó Paí, Ó 2’ chega ao Prime Video

Após um movimento de boicote pedindo para que as pessoas não assistissem o filme brasileiro ‘Ó Pai Ó 2‘ nos cinemas, por posicionamentos do astro Lázaro Ramos à favor da esquerda, o filme agora chega no catálogo do Prime Video.

Apesar do boicote, o filme superou as expectativas nos cinemas e arrecadou mais de R$ 1 milhão nas bilheterias.

Com o retorno de Lázaro Ramos como Roque, o novo filme mostra o personagem tentando emplacar sua primeira música e está confiante que finalmente irá alcançar a sonhada fama como cantor.

Antes do lançamento, o projeto já vinha sendo ameaçado devido a uma campanha de boicote de bolsonaristas contra Lázaro, já que o ator expressou publicamente seu apoio à candidatura de Lula nas eleições de 2022.

De acordo com o Uol, uma campanha promovida através da tag foi #BoicoteLazaroRamos começou a circular nas redes sociais entre apoiadores do ex-presidente e de eleitores de direita.

 Em entrevista para o portal, Lázaro disse:

“Este filme não é e nunca foi sobre mim. É uma obra sobre o Bando de Teatro Olodum. Eles são os donos desse filme, um projeto de trabalho que existe há 34 anos. É um dos grupos com maior longevidade da América Latina, e é nosso, é brasileiro. É um motivo para nos orgulhamos de estar entregando um filme tão bacana para o público.”

Crítica | Ó Paí Ó 2 – Aguardada Continuação Tece um Metaverso Afrorreferenciado e Amadurece Narrativa

Na sequência, enquanto Roque persegue seus sonhos, o cortiço de Dona Joana (Luciana Souza) continua agitado em meio a fofocas e confusões entre os novos moradores e vizinhos. Já Neuzão (Tania Toko), perde seu bar, causando uma comoção geral. Mas a animação da turma é grande com as preparações para a Festa de Iemanjá, uma das mais populares do calendário baiano, que concentra uma multidão em Salvador. Dira PaesÉrico BrásLuís MirandaTânia TokoJoão PedroRejane MayaEdvana CarvalhoLázaro Machado Santos e outros também fazem parte do elenco.