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Diretor do novo ‘Jogos Vorazes’ compara personagem de Viola Davis a Willy Wonka

Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpenteschega aos cinemas em 15 de novembro – e uma das personagens pelas quais estamos mais animados em ver nas telonas é, certamente, a da Dra. Volumnia Gaul (interpretada pela vencedora do Oscar Viola Davis).

Em uma recente entrevista à People, o diretor Francis Lawrence e a figurinista Trish Summerville mergulharam nas inspirações por trás de Gaul – incluindo um respaldo significativo na performance do icônico Gene Wilder como Willy Wonka em ‘A Fantástica Fábrica de Chocolate’.

“Havia esse tipo de criatividade selvagem e peculiar e alegria que o personagem personagem tinha, mas com esse tipo de fundação sinistra”, explicou Lawrence. “Tenho que admitir, fiquei um pouco nervoso ao contar essa referência a ela. Mas ela entendeu de imediato, felizmente”.

O diretor continua: “[a Dra. Gaul] pode soar como a vilã, mas ela acredita de verdade nessas coisas e acha que é a coisa certa a fazer… Foi muito divertido ver isso ganhando vida. obviamente, a personagem dos livros dá as informações… E, então, precisamos fazer cabelo, maquiagem, figurinos, tudo isso. E Viola une tudo e apresenta sua própria versão de Gaul”.

“Uma cientista louca à la Willy Wonka, com vibes do Dr. Frankenstein”, Summerville completou, dizendo que há um “teor caprichoso” com um “lado obscuro vilanesco… Ela deve ter esse ar jovial através do qual te envolve, mas, ao mesmo tempo, ela é assustadora”.

Para quem não sabe, a Dra. Gaul é uma experiente cientista que começou sua carreira como obstetra, e logo percebeu que essa profissão não lhe daria reconhecimento, e acabou se tornando uma cientista especializada em táticas de guerra.

Responsável por coordenar os mentores do 10ª Jogos Vorazes, Dra. Gaul também é instrutora na Universidade da Capital, embora às vezes também prestasse serviços à Academia – uma escola secundária de elite na Capital para os filhos dos ricos e poderosos do país.

Descrita como fria, criativa, calculista e cruel, ela criou várias mutações distorcidas em um laboratório subterrâneo, que também foram utilizadas dentro dos Jogos. Além disso, também é conhecida por sua falta de empatia e compaixão pelos tributos, vendo-os apenas como peões em um jogo de xadrez.

Dra. Gaul acrescenta diversos desafios à competição em sua décima edição, incluindo a disputa por patrocínios e a espetacularização do evento. Mesmo com a ideia de engradecer as edições de Jogos Vorazes, Dra. Gaul, não se incomodava em manipular os tributos que lutavam pela vida na competição, e utilizava táticas psicológicas para fazê-los lutar até a morte.

Apesar disso, ela tem uma personalidade brincalhona, desmentindo sua natureza um tanto distorcida. Gaul era rápida em elogiar aqueles que a impressionavam, mas não gostava de traição e mentira, ao se sentir traída ou injustiçada, se tornava a mais cruel possível.

Volumnia é uma pessoa que gosta das horas matinais, é muita enérgica e também mostrou prazer às custas do sofrimento dos outros. Durante a 10ª edição dos Jogos, todas as gravações foram destruídas, porém, ela manteve uma para si para sua própria diversão.

Anteriormente, o Rotten Tomatoes divulgou com um vídeo inédito dos bastidores da pré-sequência, que é estrelada por Rachel Zegler (Lucy Gray Baird) e Tom Blyth (Coriolanus Snow).

Confira:

Inspirado no livro homônimo lançado em 2020 pela Editora Rocco, o longa retrata uma história anterior ao primeiro filme com Presidente Snow (Tom Blyth) ainda jovem. A produção traz grande elenco com nomes como Rachel Zegler, de “Amor, Sublime Amor”, Hunter Schafer, da série “Euphoria”, Josh Andrés Rivera, Jason Schwartzaman, além das participações de Viola Davis, como Dra. Volumnia Gaul, e Peter Dinklage, como Dean Highbottom.

Assinada por Nina Jacobson, Brad Simpson e Francis Lawrence – que também atua como diretor e foi responsável pelos últimos três longas da série – a produção traz roteiro escrito por Suzanne Collings, criadora dos livros, em parceria com Michael Arndt, de “Toy Story 3” e “Star Wars: O Despertar da Força” e Michael Lesslie, de “Assassin’s Creed”.

Anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow, aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird, uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

‘Manhunt’: Minissérie COMPLETA sobre o assassinato de Abraham Lincoln já está disponível na Apple TV+!

Manhunt, minissérie de suspense que narra os eventos posteriores ao assassinatos do ex-presidente Abraham Lincoln, teve seu último episódio exibido recentemente e, agora, todos os assinantes da plataforma de streaming podem conferir a produção na íntegra.

Após o assassinato de Abraham Lincoln, seu secretário da guerra e amigo, Edwin Stanton começa a caçada humana para rastrear John Wilkes Booth, cujo paradeiro o está deixando louco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Monica Beletsky e baseada no romance de não-ficção Manhunt: The 12-Day Chase for Lincoln’s Killer’, de James L. Swanson.

Tobias MenziesAnthony BoyleLovie SimoneMatt WalshBrandon FlynnBetty GabrielHamish Linklater e outros estrelam.

João Grilo e Chicó estão de volta no trailer INCRÍVEL de ‘O Auto da Compadecida 2’; Confira!

Foi divulgado o trailer inédito da aguardada sequência ‘O Auto da Compadecida 2‘.

O longa chega aos cinemas brasileiros no dia 25 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

@seltonmello Chicó e João Grilo estão de volta! Assista ao trailer e venha com a gente nessa nova aventura, #OAutoDaCompadecida2 dia 25/12 nos cinemas! #NaoSeiSoSeiQueFoiAssim ♬ som original – Selton Mello

O longa será uma sequência do clássico brasileiro, trazendo de volta os protagonistas Chicó (Selton Mello) e João Grilo (Matheus Nachtergaele).

O filme é dirigido por Guel Arraes e Flávia Lacerda.

O filho de Ariano Suassuna, Manuel Dantas Suassuna, revelou que sua família analisou a fundo a ideia antes de autorizar a continuação.

“Analisamos os prós e contras de se ter um texto que não é puramente de Ariano, mas que vai levar o nome dele. A peça é de muito sucesso, então consultamos vários escritores amigos para saber a opinião deles, para traçar um caminho”, afirmou Suassuna. “E também teve uma conversa de meu pai com Guel, quando ele estava vivo, para se fazer uma segunda versão. Depois, abandonaram a ideia, e agora, mais de 20 anos depois, ela veio à tona.”, ele disse. 

Divertido, empolgante, com personagens inesquecíveis que abordam a cultura popular, a tradição religiosa, a amizade, o amor no mais puro sentido desse sentimento, o filme original foi dirigido por Arraes no ano de 2000.

Baseado em um clássico homônimo da cultura nordestina brasileira escrito por Ariano Suassuna, além de outros dois contos do famoso escritor, O Santo e a Porca e Torturas de um Coração, todos de meados da década de 50, o filme foi um grande sucesso de público e crítica levando mais de 2 milhões de pessoas às salas de cinema de todo o Brasil.

‘Ainda Estou Aqui’ torna-se a PRIMEIRA VITÓRIA do Brasil no Oscar!

Ainda Estou Aqui não apenas se tornou um enorme sucesso no Brasil, como se sagrou uma das sensações do cenário mundial – e, agora, acabou de fazer história.

Durante a cerimônia de vencedores do Oscar 2025, o filme foi condecorado com o prêmio de Melhor Filme Internacional – a primeira vitória do nosso país no evento.

O longa ainda concorre à categoria de Melhor Filme, enquanto Fernanda Torres disputa pelo prêmio de Melhor Atriz.

O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.

No elenco principal, também estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.

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RUMOR: Marvel considera manter Robert Downey Jr. como Doutor Destino após ‘Vingadores: Guerras Secretas’

Em julho do ano passado, os fãs da Marvel Studios foram à loucura e ficaram divididos quando Robert Downey Jr. teve seu retorno confirmado para o Universo Cinemático Marvel. Afinal, o astro havia se despedido dos espectadores após a trágica morte de Tony Stark/Homem de Ferro no final de ‘Vingadores: Ultimato’.

Porém, Downey Jr. irá retornar ao expansivo panteão super-heroico como Victor von Doom/Doutor Destino, que será o grande vilão de ‘Vingadores: Doomsday’‘Vingadores: Guerras Secretas’.

Agora, o famoso jornalista e insider Daniel Richtman trouxe à tona um recente rumor que aponta que a Marvel está cogitando manter Downey Jr. como Doutor Destino no MCU após ‘Guerras Secretas’ chegar aos cinemas no final de 2027.

Vale lembrar que o antagonista fez sua estreia nas telonas na cena pós-créditos de ‘Quarteto Fantástico: Primeiros Passos’, colocando-o frente a frente com Franklin Richards, filho de Sue Storm (Vanessa Kirby) e Reed Richards (Pedro Pascal). Acredita-se, inclusive, que Doutor Destino seja uma espécie de variante do mal do Homem de Ferro – mas nada foi oficialmente confirmado pelos executivos da Marvel.

‘Vingadores: Doomsday’ chega aos cinemas no dia 18 de dezembro de 2026, enquanto ‘Vingadores: Guerras Secretas’ tem estreia marcada para o dia 17 de dezembro de 2027.

Além de Robert Downey Jr. como Victor Von Doom/Doutor Destino, o elenco contará com Tom Hiddleston (Loki), Anthony Mackie (Capitão América), Sebastian Stan (Soldado Invernal), Letitia Wright (Pantera Negra), Wyatt Russell (Agente Americano) Simu Liu (Shang-Chi), Florence Pugh (Yelena Belova), Danny Ramirez (Falcão), Winston Duke (M’Baku), Vanessa Kirby ( Mulher Invisível), Ebon Moss-Bachrach (Coisa), Joseph Quinn (Tocha Humana), Lewis Pullman (Bob), David Harbour (Guardião Vermelho), Hannah John-Kamen (Fantasma), Patrick Stewart (Professor Xavier), Alan Cumming (Noturno), Ian McKellen (Magneto), Rebecca Romijn (Mística), James Marsden (Ciclope), Kelsey Grammer (Fera), Channing Tatum (Gambit), Paul Rudd (Homem-Formiga), Chris Hemsworth (Thor) e Pedro Pascal (Sr. Fantástico).

robert downey jr dr destino marvel vingadores
robert downey jr dr destino marvel vingadores

Crítica | ‘Stranger Things’ chega ao fim com uma narrativa preguiçosa e previsível

Cuidado: spoilers à frente.

Após cinco temporadas que se estenderam por quase uma década, a popular e elogiada série de ficção científica Stranger Things chegou ao fim – e encontrou encerramento de maneira frustrante e agridoce.

Criada pelos Irmãos Duffer, a original Netflix transformou-se em um sucesso sem precedentes que angariou fãs ao redor do mundo, sagrando-se um zeitgeist do cenário do entretenimento atual ao reunir tropos do sci-fi, do terror e até mesmo da comédia dos anos 1980 em um universo novo, expansivo e muito vibrante. Acompanhando as aventuras de Eleven (Millie Bobby Brown), uma jovem com poderes psíquicos que consegue fugir de seu cárcere ao se ver na pequena cidade de Hawkins, Indiana, o projeto caiu no gosto da crítica e do público, revolucionando a si próprio à medida que nos preparava para um antecipado finale.

Entretanto, ainda que tenha encontrado uma forma de abraçar os convencionalismos para uma atmosfera reconfortante e emulativa, o último episódio da série é uma sucessão de covardias e escolhas preguiçosas que não apenas não faz jus à mitologia arquitetada durante esta última década, mas a renega a ponto de transformá-la em uma convergência de ocasionalidades que desperdiça seus melhores aspectos. Por mais que os Duffer, responsáveis tanto pela direção quanto pelo roteiro, embelezem as telinhas com uma carismática condução e com efeitos especiais que encantam os espectadores, é impossível não pontuar os furos de roteiro que acompanham os personagens e a falta de cautela para garantir que cada uma das incontáveis tramas tenha um encerramento aprazível e coeso.

Após os eventos do episódio anterior, nosso grupo de heróis adentra o Mundo Invertido uma última vez para derrotar Vecna (Jamie Campbell Bower), visto que agora eles possuem um trunfo: ao descobrirem que o grande vilão da série habita uma espécie de ermo planetário que está em rota de colisão com a Terra, a ideia é destruir a ponte que une esses dois cosmos assim que as doze crianças raptadas pelo antagonista – que incluem Holly (Nell Fisher) e Derek (Jake Connelly) – forem resgatadas. Para tanto, eles arquitetam um complexo plano que se divide em algumas partes: Eleven, Kali (Linnea Berthelsen) e Max (Sadie Sink) unem suas forças para navegar pelas memórias de Vecna, enquanto Hopper (David Harbour) e Brett (Murray Bauman) preparam os detonadores para destruir a ponte de uma vez por todas.

Enquanto isso, Mike (Finn Wolfhard), Dustin (Gaten Matarazzo), Nancy (Natalie Dyer), Jonathan (Charlie Heaton), Steve (Joe Keery), Will (Noah Schnapp), Joyce (Winona Ryder), Robin (Maya Hawke) e Lucas (Caleb McLaughlin) conseguem encontrar um ponto de encontro entre o Mundo Invertido e a dimensão habitada por Vecna, enfrentando o Devorador de Mentes, resgatando as crianças e pondo um fim na mente coletiva que se firmou entre ambas as criaturas – e, como poderíamos imaginas, as coisas dão certo. Isto é, até todos voltarem para o Mundo Real e Eleven se sacrificar para impedir que a maligna Dra. Kay (Linda Hamilton) dê continuidade ao plano de reunir jovens mentes psíquicas como arma de guerra. Mas não se preocupem: o tom tristonho logo dá espaço para uma esperançosa conclusão que não só funciona como o fechamento de um ciclo, mas como uma carta de amor aos fãs que acompanharam essa aventura desde o princípio – ou, pelo menos, era o que os criadores acreditavam estar fazendo.

Como já mencionado, o principal problema do series finale (e da 5ª temporada como um todo) é o fato de toda a complexa mitologia ter sido varrida para debaixo do tapete, transformando Vecna, que se beneficiou de uma estreia arrepiante na quarta iteração pela presença irretocável de Bower, em um vilão esquecível, cujos emblemáticos poderes e cujo caos causado em Hawkins não serviram de nada, nem mesmo para aprofundar os arcos dos heróis. A batalha final entre ele e Eleven é tão momentânea e efêmera que se transforma em uma faca de dois gumes, acertando nos aspectos técnicos e se esquecendo de tudo o que eternizou Vecna como uma espécie de divindade maligna.

O roteiro, apoiado em mais repetições e em frenéticas resoluções, não arrisca como deveria e sequer pensa em sacrificar, de fato, personagens – renegando uma catarse merecida para uma das maiores séries da atualidade a fim de promover um final feliz tão previsível que chega a nos arrancar algumas risadas de frustração. Ademais, Hamilton, Connelly e Vickie (Amybeth McNulty) são apenas alguns dos nomes esquecidos pela narrativa e jogados na obscuridade, tendo sido preparados como partes importantes do enredo apenas para desvanecerem no esquecimento. Em contrapartida, é notável como Sink e McLaughlin encontram uma conclusão em bonança, reiterando a ótima química que fomentaram desde que seus arcos se cruzaram, enquanto Hawke, Keery, Dyer e Heaton desfrutam de um singelo e emocionante reencontro em uma das cenas mais belas da temporada.

A duração do último capítulo é injustificável, visto que toda a ação principal ganha palanque na primeira hora, deixando tempo em demasia para que o melodrama novelesco tome conta da segunda metade e escorregue várias vezes no ritmo. E, como se não bastasse, as pontas soltas e as ambiguidades são ignoradas em prol de escolhas “de última hora” que desnivelam dinamismo e até mesmo originalidade.

Stranger Things trilhava um ótimo caminho criativo desde sua estreia, nos mantendo ansiosos temporada a temporada; porém, acompanhando uma espécie de “maldição” de tantas outras produções originais da Netflix, a quinta temporada se rendeu a uma tristonha fadiga criativa que se resume a todos os erros cometidos pelo series finale – e que nos leva a ficar pensando que o episódio mais aguardado de todos poderia ter sido muito melhor do que o que nos foi mostrado.

Documentário da Netflix sobre Michael Jackson é ELOGIADO pela crítica, mas MASSACRADO pelo público

O complexo e controverso legado de Michael Jackson ganhou um novo e detalhado capítulo nas telas.

A Netflix lançou recentemente em sua grade de programação o documentário Michael Jackson: O Veredito’, que disseca os bastidores do histórico julgamento de 2005, no qual o astro enfrentou graves acusações de abuso sexual infantil.

Desde sua estreia no último dia 3 de junho, o título teve uma recepção bastante contraditória entre a crítica e o público no Rotten Tomatoes, com 75% de aprovação por parte dos especialistas e meros 8% de aprovação por parte dos espectadores.

Enquanto os críticos elogiaram a abordagem honesta da produção, os fãs do eterno rei do pop afirmaram que a jogada da Netflix foi uma tentativa desesperada de manchar o legado do artista em meio ao lançamento da cinebiografia ‘MICHAEL’, que vem quebrando recordes de bilheteria.

Confira os comentários da crítica:

“O documentário ‘O Veredito’ conduz o espectador pelos meandros do processo judicial de Jackson com firmeza e clareza, tornando-se essencial para qualquer pessoa curiosa sobre o que Michael omitiu” – Slate.

“No fim das contas, Michael Jackson: O Veredito’ é uma denúncia de uma sociedade comprometida com a narrativa que lhe parecia mais conveniente. Duas décadas após o término do julgamento, os únicos inocentes em toda essa história eram as crianças” – Variety.

“Mas, independentemente de Jackson ser culpado ou inocente, a única coisa que essa minissérie em três partes realmente prova é que a indústria de Michael Jackson é um poço sem fundo de conteúdo” – Daily Telegraph.

“O diretor Nick Green adotou uma abordagem responsável. Ele apresenta uma narrativa equilibrada do julgamento e da tempestade cultural em torno de Jackson, principalmente filtrando as acusações através das lembranças de pessoas que participaram do julgamento” – Original Cin.

‘O Veredito’ não encerra o debate. Mas certamente torna muito mais difícil ignorá-lo” – The National.

Confira os comentários do público:

“Não perca seu tempo com isso” – Geoff C.

“Tentando manchar a imagem de Michael enquanto a cinebiografia está batendo recordes. Por que não lançar isso antes? Uma investigação que durou dez anos sem encontrar nenhuma prova de culpa. Horrível” – Kenny A.

“Para mim, é um grande não. Ele é inocente. Que jogada para ganhar dinheiro fácil. Não vou assistir” – Ray M.

“Vocês não têm vergonha na cara. Deixem o homem em paz” – Ed N.

“Não recomendo assistir. São as mesmas mentiras requentadas; nenhuma evidência nova. É uma tentativa de ganhar dinheiro fácil e uma completa perda de tempo!” – Dutchess D.

Dividido em três partes, o projeto conta com a direção de Nick Green e adota uma abordagem investigativa. A narrativa é conduzida por meio do relato de figuras-chave que estiveram diretamente envolvidas no tribunal, oferecendo uma análise profunda tanto do processo judicial quanto do impacto cultural e social de longo prazo deixado pelo veredito do artista.

A produção do documentário ficou a cargo da Candle True Stories. A equipe de bastidores traz nomes de peso da indústria de não-ficção, contando com a produção executiva de Fiona Stourton e James Goldston, além de David Herman, que também assume a função de showrunner do projeto.

Em um dos trechos de destaque do trailer, a magnitude do caso é resumida de forma direta por um dos entrevistados: “Ele é o homem mais famoso do mundo sendo acusado do crime mais hediondo do mundo.”

O julgamento criminal, realizado na Califórnia em 2005, centrou-se nas denúncias de que o cantor teria abusado sexualmente de um jovem menor de idade dentro de sua famosa e polêmica propriedade, o Rancho Neverland.

A produção não deve se esquivar das diferentes e polarizadas perspectivas que cercam o caso até hoje. No trailer oficial, um profissional diretamente ligado à acusação na época reflete a frustração da promotoria com o desfecho: “Nós acreditávamos que ele era um criminoso e que conseguiu escapar por causa de sua fama e celebridade”.

Ao fim do exaustivo processo em 2005, Michael Jackson foi considerado inocente de todas as 10 acusações criminais apresentadas pela promotoria. Para esclarecer os bastidores dessa decisão, a produção da Netflix trará depoimentos inéditos e exclusivos dos próprios membros do júri do julgamento.

Crítica | O Melhor de Mim

Aqueles que se amam e por circunstâncias do destino são separados, podem viver sua dor, mas isso não é desespero: eles sabem que o amor existe. Com essa famosa frase do filósofo argelino Albert Camus, começamos a explorar mais um filme lançado nesses últimos anos baseado em uma obra do mais romântico dos autores atuais, Nicholas Sparks. Dirigido por Michael Hoffman (do ótimo O Clube do Imperador) e estrelado por atores secundários de Hollywood, O Melhor de Mim é marcado pelo tom melancólico, alguns lapsos de boas cenas e uma massiva e desnecessária propaganda de uma marca de cerveja bem famosa nos Estados Unidos.

Na trama, somos jogados ao universo de Amanda e Dawson (calma, não é o Dawson chato de Dawson’s Creek). Dois pombinhos que tiveram um grande amor na adolescência e por circunstâncias do destino, e da criatividade dramática de Sparks, tiveram que se separar. Amanda é uma mulher inteligente que após romper com Dawson, teve a vida que seus pais sempre sonharam, casou com um homem rico, teve filhos, mas tem uma vida pra lá de solitária. Já Dawson é um homem gentil e educado, com muitos problemas familiares teve que optar por escolhas que o magoaram ao longo dos anos. Assim, o filme se molda entre o presente e o passado dessas duas almas que recebem mais uma chance do universo para se encontrar.

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Não tem como começar qualquer análise sobre esse trabalho sem falar do tom melodramático que preenche todas as linhas do roteiro. O Melhor de Mim é aquele tipo de trama que lembra muito os clássicos filmes tristes da sessão da tarde. Imaginem aquele bolo de chocolate delicioso, mas com açúcar demais. Tudo é motivo para entrar uma música triste e tender o espectador a cair nos prantos. Os atores, da fase adulta dos personagens, James Marsden e Michelle Monaghan, conseguem até mostrar um tom mais realista, diferente dos atores da fase adolescente dos personagens, Liana Liberato e Luke Bracey. Esse último, será Johnny Utah, personagem emblemático da carreira de Keanu Reeves, no desnecessário remake do espetacular Caçadores de Emoções da Kathryn Bigelow.

Nós, seres humanos, temos uma tendência romântica de nos familiarizar com histórias de amor que vemos no cinema. Esse novo projeto ‘Sparkiano’ segue a mesma fórmula de outros livros do autor. Quem nunca quis dançar juntinho com sua amada ao som daquela vitrola tocando um vinil, de pular no rio e dar belos sorrisos ao lado da mulher amada, de dizer eu te amo e ser correspondido, de abandonar tudo pelo grande amor de sua vida. O Melhor de Mim não adiciona em nada, parece igual a muitos outros filmes. A cada ano que passa fica constatado cada vez mais que vai ser difícil aparecer outro Diário de uma Paixão, Sparks já escreveu sua grande obra.

 

 

 

Crítica | ‘Desastre Total: Prefeito do Caos’ – NETFLIX apresenta as polêmicas de um ex-prefeito de Toronto e sua batalha pública contra a mídia

Como ser amado e odiado ao mesmo tempo? Contornando os detalhes de conhecimento público sobre a ascensão e a queda de um dos políticos mais polêmicos que já passaram pelo comando em qualquer cidade do Canadá, Desastre Total: Prefeito do Caos apresenta todos os lados e versões da vida de Rob Ford, ex-prefeito de Toronto. Ao longo de menos de 50 minutos, esse média-metragem, que faz parte do projeto ‘Desastre Total’ da Netflix, nos leva de forma contundente ao seu ápice: uma verdadeira batalha entre o político e a mídia.

 

Robert Bruce “Rob” Ford veio de um berço estável e logo que pintou uma oportunidade se tornou um político populista de direita, amado e odiado. Em pouco tempo foi vereador e logo chegou até a prefeitura. Mostrando seu caminho até o poder, esse documentário político muito bem produzido abre suas portas para os momentos de sua queda, quando ficou à deriva dos próprios atos impopulares, com vídeos polêmicos usando drogas, que gerou uma verdadeira guerra contra a imprensa.

Dirigido por Shianne Brown, o projeto apresenta por meio de depoimentos e matérias da época o conturbado cenário político que viveu a cidade de Toronto entre 2010 a 2014, quando Rob aproveitou um vazio no cenário político canadense, se elegeu e venceu de forma surpreendente. Ao longo de seu governo, muitas matérias saíram sobre sua vida pessoal, levando Rob a uma queda impressionante de popularidade.

Do lado da imprensa, jornalistas relatam com olhar crítico os ataques cometidos por Rob diante das câmeras, trazendo depoimentos contundentes sobre o impacto de suas ações. Além disso, ex-integrantes de seu gabinete oferecem diferentes perspectivas, ajudando a compor o cenário político da época. Por outro lado, as poucas vozes em defesa de Rob vêm principalmente de seu segurança pessoal, que apresenta um raro contraponto favorável ao ex-prefeito.

Trazendo todos os lados de uma mesma história, como todo bom documentário deve fazer, o público fica com as informações e interpreta. As reflexões causadas por bons projetos documentais servem sempre como uma ferramenta eficaz para entendermos nossa sociedade e a busca por mudanças.

Convenção das Bruxas | Relembre o clássico que completa 30 anos em 2020

Esse ano, inegavelmente a bruxa esteve solta. Mas na ficção, os fãs das verdadeiras mestras das artes negras não terão do que reclamar, afinal dois novos clássicos saídos diretamente da década de 1990, e que abordam estas mulheres assustadoramente encantadoras, ganharam roupagens modernas. Já falei aqui sobre o adolescente Jovens Bruxas (1996) em duas matérias – uma sobre o paradeiro do elenco e outra sobre as curiosidades da produção. O reboot Jovens Bruxas: Nova Irmandade é um produto da Blumhouse e estreia no dia 28 de outubro em diversos países (nos EUA de forma online) e chega ao Brasil no dia 3 de novembro nos cinemas.

Antes disso, tendo estreado na última quinta-feira, dia 22 de outubro, nos EUA e Canadá em serviços de streaming, a nova versão de Convenção das Bruxas estrelada por Anne Hathaway e dirigida por Robert Zemeckis chegou às telinhas. No Brasil novamente a bruxa vai ganhar as telonas, já que a Warner planeja o longa nos cinemas por aqui, no dia 19 de novembro.

Justamente por isso, chega a hora de revisitarmos o Convenção das Bruxas original, filme que fez parte da infância de toda uma geração, encantando e assustando crianças do mundo inteiro, e que em 2020 completa 30 anos de seu lançamento.

Convenção das Bruxas, ou simplesmente The Witches (As Bruxas) no original, é um tipo peculiar de filme infantil. Isso porque até então a barreira na qual a censura branda podia ser esticada era bem mais ampla. Assim temos aqui elementos e cenas de dar pesadelos até em adultos, embrulhados num pacote para a criançada. A história, é claro, surgiu num livro do renomado autor infantil Roald Dahl, que já tinha por si só o hábito de acrescentar temas ambíguos e momentos questionadores sobre a tênue linha entre o sadio e o insano, e o estreito canal entre a alegria, a magia e o horror.  É só olhar para suas outras obras, vide A Fantástica Fábrica de Chocolate e O Fantástico Sr. Raposo – tramas infantis com forte conotação adulta. Tendo isso em mente, Convenção das Bruxas se encaixa como uma luva no currículo do escritor.

Para a empreitada de levar o livro ao cinema, um acordo entre titãs. Produzindo a obra numa colaboração entre EUA e Reino Unido, a companhia de Jim Henson adquiriu os direitos do livro ao lado da Lorimar Film Entertainment, e a Warner ficou encarregada da distribuição do longa nas salas de cinema e mercado de vídeo. Jim Henson, mestre por trás de efeitos práticos e bonecos animatrônicos no cinema e TV, responsável pela criação dos Muppets e do cult O Cristal Encantado (1982), não perdeu a suculenta oportunidade de criar os visuais e maquiagem para uma história repleta de espaços assim para serem preenchidos: um dos principais motivos do envolvimento do artista com o material.

E suas criações para o filme são, ainda hoje passadas três décadas, simplesmente de cair o queixo. Desde a Rainha Bruxa tirando sua “pele” humana até sua forma real (uma maquiagem que demorava 8 horas para ser aplicada), passando pela metamorfose das crianças em ratos (transição para lá de perturbadora) e os animaizinhos falantes em si – tudo grita os estúdios de Henson e impressionam até hoje, sendo o carro-chefe da produção (e os elementos que fizeram o filme permanecer marcado no subconsciente coletivo).

Para o comando da obra e a adaptação do livro foi contratada uma dupla talvez inusitada para a tarefa, mas que por outro lado têm tudo a ver com o material, e que igualmente imprime a marca pela qual a produção ficou lembrada. O diretor britânico Nicolas Roeg (falecido em 2018 aos 90 anos) e o roteirista Allan Scott haviam colaborado anteriormente em Inverno de Sangue em Veneza (Don’t Look Now, 1973), terror dramático intenso que fala sobre um casal precisando lidar com a perda de sua pequena filha, se deparando com elementos sobrenaturais pelas vielas da cidade italiana flutuante. O longa é constantemente lembrando pelos fãs do gênero como contendo algumas das cenas mais gélidas da história do cinema. De alguma forma, tendo em vista sua primeira colaboração ou por pura coincidência, Roeg e Scott terminaram juntos de novo para um projeto mirado a um público bem diferente, mas dono de semelhanças inegáveis.

A trama, é claro, fala sobre bruxas. Tratadas como seres malignos e bem reais, cujo único propósito é tramar e erradicar da existência as crianças. Para tal, o plano é uma poção que os transforma em ratos, se tornando assim mais fáceis de serem mortos. Tudo começa com o menino Luke (Jasen Fisher), que fica órfão após a morte dos pais num acidente de automóvel. Ele começa a ser criado pela avó, Helga (Mai Zetterling), que o conta sobre a existência de bruxas, seu encontro prévio com elas, e sobre uma menina de sua infância, que foi abduzida por estas criaturas monstruosas, e enfeitiçada para viver para sempre dentro de uma pintura, na qual envelheceu até morrer e sumir do quadro. Assim, o menino logo se vê esperto e escolado para evitar qualquer contato de estranhos, e principalmente “estranhas”.

Avó e neto partem para férias num resort inglês, num luxuoso hotel administrado pelo Sr. Stringer, personagem do humorista Rowan Atkinson em um de seus primeiros papéis de destaque no cinema. Atkinson, obviamente, ficaria imortalizado por sua criação Mr. Bean, série que debutava no mesmo ano na TV britânica alguns meses antes da estreia deste longa. Para azar dos protagonistas, o local está sediando secretamente a reunião anual das bruxas, inclusive contando com a presença da Grand High Witch, a líder da “organização”, conhecida como Srt.a Ernst.

Convenção das Bruxas é repleto de humor e mensagens edificantes como superação de traumas e perdas, enfrentar o medo e se mostrar à altura de desafios por maiores que sejam. Mas o tema central desta história é o conto cautelar sobre abdução de crianças realizadas por desconhecidos, crueldade e assassinato de menores – tópicos bem reais e sempre urgentes. Um dos métodos usados para o sequestro de crianças neste conto por tais mulheres é oferecer doces e chocolates, ato que entrou para os anais como uma lenda urbana (mas vinda de fontes bem verídicas e muito antigas) passada de pais para filhos através dos séculos sobre não aceitar nada de estranhos e também não falar com eles.

O grande nome do filme é o da atriz Anjelica Huston, filha do lendário cineasta John Huston, no papel da Srta. Ernst, a diabólica bruxa Rainha. A esta altura Anjelica era uma atriz estabelecida, tendo começado sua carreira no cinema ainda no fim da década de 1960, e com duas indicações no Oscar – tendo uma delas rendido a vitória como melhor coadjuvante pela comédia criminal A Honra do Poderoso Prizzi (1985), longa no qual contracenou com seu então companheiro Jack Nicholson (com quem teve um relacionamento duas décadas, terminando justamente no ano em que lançava Convenção das Bruxas). Além disso, Huston ainda seria indicada ao Oscar uma terceira e última vez (até o momento) pelo suspense Os Imorais – seu segundo lançamento de prestígio em 1990. Huston se entrega com muita vontade a esta brincadeira e conseguimos sentir a alegria em sua atuação e empenho. No ano seguinte, a atriz marcaria novamente num papel semelhante: Morticia Addams, na primeira adaptação para o cinema do famoso seriado A Família Addams (que por sua vez saíra das tirinhas de jornais) – personagem que se tornaria a mais famosa em sua filmografia.

Convenção das Bruxas fez sua estreia em Orlando, na Flórida, no dia 16 de fevereiro de 1990, chegando em seguida ao Reino Unido em 25 de maio do mesmo ano. Nos EUA, começava sua carreira no grande circuito no dia 24 de agosto. Já no Brasil o filme chegou, bem a tempo para as férias de fim de ano, no dia 7 de dezembro. Em seu lançamento, porém, o filme não fez uma boa trajetória nas bilheterias norte-americanas. Embora não se saiba exatamente o valor de seu orçamento, o longa abriu em décima posição no ranking dos mais vistos, com US$2.2 milhões em caixa em seu fim de semana de estreia. Em seu caminho, sucessos com Acima de Qualquer Suspeita (com Harrison Ford), Linha Mortal (com Julia Roberts) e o fenômeno Ghost: Do Outro Lado da Vida. Fora isso, estreava na mesma semana um filme de teor semelhante, pronto para ser consumido pelas massas e ganhar o gosto popular: Darkman – Vingança Sem Rosto, de Sam Raimi. Assim, Convenção das Bruxas terminaria seu caminho nas salas americanas com algo em torno de US$15 milhões em caixa, valor relativamente baixo, mesmo para a época.

Por outro lado, Convenção das Bruxas se enquadra numa longa tradição de filmes redescobertos algum tempo depois no mercado de vídeo e nas TVs (onde grande parte dos fãs brasileiros o conheceu) após falhar em seu engajamento nas telonas. As avaliações favoráveis com os especialistas só cresce, marcando impressionantes 93% de aprovação no Rotten Tomatoes. Fora isso, um editorial do mesmo agregador escrito por Rafael Motamayor aponta o filme como a produção infantil mais assustadora de todos os tempos. E você, conhece a obra? Essa é uma excelente oportunidade para assistir pela primeira vez ou ver de novo, já que o fim do mês marca as festividades do halloween – o dia das bruxas.

Os Filmes que Completam 10 anos em 2026 e Você Nem Sabia que Existiam

Você já ouviu falar do filme do Pelé? Ou quem sabe a sequência do novo clássico ‘O Tigre e o Dragão’, provavelmente o melhor filme de artes marciais asiáticas da história? Que tal um romance no estilo ‘Antes do Amanhecer’ com Barack e Michelle Obama como protagonistas? Não conhece nenhum destes? Tudo bem, você não está sozinho. Acontece que os três, independente de sua qualidade (e sim, temos filmes muito bons aí no meio) se tornaram alguns dos filmes mais desconhecidos do grande público nos últimos dez anos. E sim, eu disse 10 anos, pois os três estão completando uma década em 2026.

Junte a eles um filme sobre um boneco muito popular nos anos 2000, Robert De Niro voltando ao papel de um comediante, Eddie Murphy em um papel dramático, a versão animada de uma série cult dos anos 60, a sequência de um clássico para toda a família dos anos 90, um filme pseudo prestigiado (dirigido por Sean Penn e estrelado por Charlize Theron e Javier Bardem) e o quinto filme de uma franquia cult de ação, e temos uma nova lista com os filmes que completam 10 anos em 2026 e você nem sabia que existiam. Confira abaixo.

Pelé: O Nascimento de uma Lenda

Esse aqui parece até piada pronta. Sabe aquela história do “era melhor ter ido ver o filme do Pelé”, pois bem, o filme do Pelé existe mesmo. Ou melhor, passou a existir há exatos dez anos, quando foi lançada, sem qualquer estardalhaço nos cinemas a produção ‘Pelé: O Nascimento de uma Lenda’. Muitas coisas chamam atenção aqui, neste filme que passou completamente fora de todos os radares. A começar pelo fato de que é uma produção completamente americana sobre uma personalidade brasileira. Isso te lembra algo? Apesar de ter no elenco nomes como Rodrigo Santoro e Seu Jorge, o filme não ficou com cara de nosso e não foi abraçado por aqui. Ficou parecendo coisa “para gringo ver”.

O Tigre e o Dragão: A Espada do Destino

Você sabia que o prestigiado ‘O Tigre e o Dragão’ teve uma sequência? Tudo bem se você estiver por fora dessa, pois a maioria da população também está. ‘O Tigre e o Dragão’, dirigido pelo mestre Ang Lee se tornou um filme épico muito influente e revolucionário. É até injustiça chama-lo de filme de luta, pois ele é muito mais do que isso, ele é poesia. Ele conseguiu elevar o cinema chinês marcial a um patamar que nunca havia estado antes, popularizando o gênero no mainstream. O resultado foi a vitória na categoria de filme estrangeiro e mais três técnicas, num total de 10 indicações, incluindo melhor filme. Ah sim, até esqueci de falar sobre a continuação. Bem, ela existe e foi um caça-níquel da Netflix, que terminou rapidamente varrido para debaixo do tapete, sem deixar qualquer pegada na cultura pop como seu antecessor.

A Última Fronteira

Sean Penn é um excelente ator. Este ano ele recebeu sua terceira estatueta do Oscar para provar essa afirmação. Penn é também um ótimo diretor, tendo uma ilustre carreira na função igualmente. Fosse apenas por ‘Na Natureza Selvagem’ ele já provaria isso. Mas o realizador conta ainda com obras como ‘Acerto Final’ e ‘A Promessa’. Um dos mais desconhecidos de seu repertório como diretor é este ‘A Última Fronteira’, sobre os profissionais conhecidos como médicos sem fronteiras. Pompa na frente das câmeras ele tem, já que o filme é protagonizado por Charlize Theron, Javier Bardem e a francesa Adèle Exarchopoulos (‘Azul é a Cor Mais Quente’). Apesar de ter estreado no Festival de Cannes, talvez a qualidade tenha atrapalhado seu desempenho, já que conta com diálogos do nível “eu te amo, gostaria de te passar AIDS”. É sério!

Michelle e Obama

Já imaginou como seria um filme no estilo ‘Antes do Amanhecer’ (1995), em que dois personagens em um encontro passam o dia caminhando, conversando e se conhecendo, mas com o ex-presidente Barack Obama e a ex-Primeira-Dama Michelle como personagens principais? Não pense mais jovem, pois este filme já está entre nós. Na verdade, está entre nós há dez anos, apesar de você e muitos outros não saberem. Pois é, sucesso no Festival de Sundance há dez anos, o filme ‘Southside With You’ (no original), reimagina o primeiro encontro entre o jovem Barack e a jovem Michelle, anos antes de seus cargos públicos, onde puderam se conhecer e trocar informações sobre suas visões de mundo. Um verdadeiro achado.

Anjos da Noite: Guerras de Sangue

Quantos filmes da franquia ‘Anjos da Noite’ (Underworld) existem? Talvez só o fã mais ardoroso possa responder essa pergunta, sem uma pesquisa. Mas aqui estamos, querido leitor, para fazer esse trabalho sujo para você. Acontece que muitos pararam de contar no terceiro. E sequer se deram conta que um quarto filme da franquia sobre a luta milenar entre vampiros e lobisomens, no estilo “Romeu e Julieta”, foi lançado em 2012, com a volta da estrela da franquia Kate Beckinsale. Pior ainda, pois um quinto filme estreou depois deste, novamente com Beckinsale retornando ao seu uniforme apertadíssimo para mais um round de tiro, porrada e bomba, há dez anos. Aposto que você não sabia.

Mr. Church

Eddie Murphy marcou os anos 80 de uma forma como nenhum outro humorista fez. O tempo passa, a sociedade evoluiu, as pessoas envelhecem e perdem um pouco a conexão com o público (já que esse também muda). Assim, Eddie Murphy já foi um comediante afiado uma vez, e esta época nunca mais voltará. Hoje, ele está confortável fazendo coisas que não ofendam muito, sem se arriscar demais e apenas apostando no seguro. É o que mostram seus trabalhos em ‘Um Príncipe em Nova York 2’ e ‘Um Tira da Pesada 4’. No meio disso, acaba surgindo uma pequena pérola chamada ‘Meu Nome é Dolomite’. Mas aqui não iremos falar de nada disso, e sim da investida em um filme mais sério e dramático para o ator, com ‘Mr. Church’, sobre um homem quase místico. Apesar de ter recebido elogios, apenas meia dúzia de pessoas assistiram ao filme.

O Comediante

O mesmo pode ser dito do lendário Robert De Niro e de seu filme ‘O Comediante’. O longa tinha grande potencial e fez sucesso no circuito de festivais e em círculos cinéfilos. Acontece que sua estreia foi muito restrita, apagando as chances de popularidade do longa, e de uma carreira nas grandes premiações como no Oscar. De Niro não é estranho a papeis de humoristas, e no clássico ‘O Rei da Comédia’, de Martin Scorsese, fez um sujeito obcecado em se tornar famoso a todo custo. ‘O Comediante’ pode ser um contraponto para ele, já que aqui o ator interpreta um artista veterano, tentando se reinventar nos tempos atuais, e ainda encontrando espaço para um novo relacionamento amoroso.

Max Steel

Transformar brinquedos em filmes não é nenhuma novidade trazida por ‘Barbie’ ou’ He-Man’, muito antes disso já tivemos os ‘Transformers’ e até os brinquedos de encaixe ‘Lego’. Se quiser ir um pouco mais a fundo podemos citar até os ‘Playmobil’ e se voltarmos bastante no tempo, para a década de 80, iremos encontrar o jogo de tabuleiro “Detetive” (originalmente conhecido como ‘Clue’) transformado em filme também. Mais obscuro que todos esses é o filme do boneco Max Steel. É verdade que muitos sequer conhecem o brinquedo. Seja como for, a versão cinematográfica foi feita bem no estilão da Marvel, em especial de ‘Homem de Ferro’, e contou com nomes como Andy Garcia e Maria Bello no elenco. O que não fazemos para pagar os boletos…

Batman: O Retorno da Dupla Dinâmica

Quem foi o melhor Batman do cinema? Para a geração que cresceu nos anos 80, o “OG” será sempre Michael Keaton. É verdade que muito apontarão Christian Bale, pois ele possui os melhores filmes. E tem até aqueles que dirão Ben Affleck ou o novato Robert Pattinson. No entanto, dificilmente terão como favorito George Clooney ou Val Kilmer, e a culpa é sem dúvida dos filmes. Porém, existe aquele que quase não é mencionado. Falo de Adam West, o Batman de toda uma geração, graças ao programa de TV original da década de 60, reprisado nas décadas seguintes. Sim, aquele mesmo do “POW, BAM, ZAP”. Tudo bem que o programa era mais levado para a comédia, mas ele foi inclusive parar no cinema, em um filme de 1966. Esse mesmo seriado ganhou mais um filme há dez anos, desta vez na forma de uma animação, dublada pelos próprios West (Batman), Burt Ward (Robin) e Julie Newmar (Mulher-Gato).

Um Tira no Jardim de Infância 2

Sabe aquele tipo de produção B do cinema, com toda a cara de lançamento direto para vídeo? Pois bem, aqui temos exatamente um exemplar dele. E sim, este filme realmente existe. O primeiro ‘Um Tira no Jardim de Infância’ (1990) pode ser facilmente considerado a melhor comédia da carreira do grandalhão Arnold Schwarzenegger. Colocá-lo para duelar… com crianças pequenas do jardim de infância foi um toque de gênio para a época, e fazia todo o sentido, já que balanceava com a figura brucutu que o ator tinha na época. Porém, existem ideias que devem ficar em sua época, não sendo traduzidas para a nossa sociedade moderna. Pois bem, já não bastasse a ideia defasada, ainda temos um protagonista defasado por algumas décadas. Acontece que quando Arnold fez o filme no início dos anos 90, ele tinha 43 anos. Dolph Lundgren é o protagonista do segundo filme, porém, o ator está há pelo menos duas décadas atrasado para esse papel.

‘Os Incríveis 2’ ganha HILÁRIO trailer honesto; Assista!

Os Incríveis 2‘ ganhou um trailer honesto hilário, que faz piada com as similaridades do roteiro em comparação ao original.

Confira:

Sucesso absoluto nos cinemas, ‘Os Incríveis 2‘ arrecadou US$ 1.23 bilhão mundialmente, tornando-se não só a maior bilheteria da Pixar, como também a maior bilheteria para um filme de animação da história.

As 25 Animações mais RENTÁVEIS da história – incluindo OS INCRÍVEIS 2

Na trama, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Batalha pela dominação da Europa do trailer do épico ‘A Invasão dos Francos’; Assista!

O filme ‘A Invasão dos Francos‘ ganhou trailer legendado.

Confira:

Dirigido por Roel Reiné, o filme foi um dos maiores fracassos da história da Holanda, seu país de origem, arrecadando apenas 300 mil euros com um orçamento de 8 milhões de euros.

700 DC. O norte da Europa é dividido em dois mundos: Os Frísios, Saxões e Dinamarqueses vivem acima dos rios, e abaixo dos rios vivem os Francos. Eles querem algo que nem os romanos conseguiram: conquistar toda a Europa. Eles colocaram uma nova arma para escravizar os Gentios: o cristianismo. Eles têm como alvo principal o centro comercial da Europa, onde o rei Frísio Aldigisl governa.

O elenco inclui Gijs Naber, Lisa Smit, Huub Stapel, Derek de Lint, Aus Greidanus e Peter Faber.

No Brasil, o longa será lançado direto em vídeo pela Imagem Filmes.

‘Premonição’: Roteiro original tinha um conceito MUITO diferente; Saiba mais!

Em entrevista ao Consequence of Sound, Jeffrey Reddick contou detalhes sobre o roteiro original do terror Premonição, revelando que o filme seria MUITO diferente da versão clássica.

“Acho que a mudança mais inteligente que o James [Wong] e o Glen [Morgan] fizeram a partir do meu roteiro é que eles criaram esse desígnio da morte. No meu roteiro original, como a morte tinha estragado as coisas na primeira vez, ela não podia sair matando as pessoas. Ela basicamente explorava seus maiores medos e os levava a cometer suicídio. Na minha versão, o melhor amigo do Alex, o Tod, pendura uma corda na garagem. Ele era filho do pastor e roubou algumas coisas do seu pai. Ele liga para o pai e diz que sente minto. Quando o pai chega, ele se enforca.

Ele completa, “E o Carter se jogava na frente de um trem e se matava. O conceito de várias dessas mortes continua na versão final do filme. No meu roteiro, ele era um babaca, mas ele realmente se sentia culpado pela morte da namorada. Você podia ver um outro lado dele quando ele estava de luto.”

Recentemente, o produtor Craig Perry falou um pouco sobre o novo filme da franquia, que deve entrar em pré-produção em alguns meses.

“Estamos brincando com o mundo dos primeiros que respondem: paramédicos, bombeiros e policiais. Essas pessoas lidam com morte nas linhas de frente todos os dias, e fazem escolhas que podem causar ou não a morte das pessoas… Estamos pensando que esse mundo pode ser um viés interessante para um filme [da saga] Premonição, e um que pode gerar um panorama único de um modo bem crível”.

O estúdio contratou Patrick Melton Marcus Dunstan (‘O Colecionador de Corpos‘) como os roteiristas do projeto.

Trailer conceitual de ‘Premonição 6’ leva a trama ao Século XII

Devon Sawa, astro do filme original, foi questionado de toparia a ideia, ao que ele respondeu:

“Sim, eu adoraria. Eu não apostaria minhas fichas nisso, mas é claro que eu gostaria. Eu assisti cada um dos filmes, mas acho que o navio zarpou e estou ficando mais velho. Eu acho que eles querem um novo elenco jovem, mas eu toparia num piscar de olhos.”

Para quem não se lembra, o personagem de Sawa, Alex Browning, foi um tanto ignorado pela franquia, já que Premonição 2‘ acompanha um novo grupo de protagonistas enquanto a morte de Browning é apenas mencionada.

O primeiro ‘Premonição‘ foi lançado em 2000 e gerou 4 continuações. O ápice da série foi em 2009, com ‘Premonição 4‘, que faturou quase US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. O quinto, e último filme, foi lançado em 2011 e arrecadou US$ 157 milhões mundialmente.

Combinados, os cinco longas arrecadaram mais de US$ 665 milhões.

‘Zoey e a sua Fantástica Playlist’: 2ª temporada ganha data de estreia

A NBC finalmente anunciou quando a 2ª temporada da comédia musical ‘Zoey e a sua Fantástica Playlist‘ (Zoey’s Extraordinary Playlist) será lançada.

O novo ciclo irá estrear no dia 5 de janeiro.

Vale lembrar que a primeira temporada já está disponível na Globoplay!

 

A série foi criada por Austin Winsberg.

A trama conta a história de Zoey Clarke (Levy), uma inteligente programadora de computadores que está tentando traçar seu sucesso em São Francisco. Após um peculiar incidente, ela acaba adquirindo um talento inusitado, sendo capaz de ouvir os anseios e desejos mais profundos e escusos das pessoas que a cercam. E todos esses pensamentos são revelados a ela em formato de canções.

O elenco conta com Jane Levy, Skylar Astin, Peter Gallagher, Alex Newell, John Clarence Stewart e Mary Steenburgen.

‘Mosquito State’: Thriller psicológico ganha trailer inquietante; Confira!

O suspense psicológico ‘Mosquito State‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Filip Jan Rymsza é responsável pela direção.

“Isolado em sua austera cobertura com vista para o Central Park, o obsessivo analista de dados da Wall Street Richard Boca (Beau Knapp) vê padrões sinistros: seus modelos de computador estão se comportando de maneira irregular, assim como os enxames de mosquitos se reproduzindo em seu apartamento, uma infestação que acompanha seu colapso psicológico.”

“Na Wall Street, eles são chamados de ‘quants’ – os intensos analistas de dados cujas proezas matemáticas podem fazer a diferença entre uma fortuna e um fracasso. Consumido com seu trabalho, Richard não costuma sair de seu escritório ou apartamento. Mas quando Richard decide ir a uma festa da empresa, ele nota duas coisas: a misteriosa Lena (Charlotte Vega) e um mosquito incômodo, que se enraízam em sua mente, alterando profundamente sua existência.”

O suspense será lançado pelo Shudder no dia 26 de agosto.

Sam Elliott se desculpa por comentários PRECONCEITUOSOS sobre ‘Ataque dos Cães’

Em entrevista ao Deadline, Sam Elliott (‘Nasce uma Estrela’) quebrou o silêncio e se desculpou pelos comentários preconceituosos que fez sobre o aclamado ‘Ataque dos Cães‘.

“Eu disse no podcast WTF que considerava a Jane Campion uma diretora brilhante, e quero me desculpar com todo o elenco incrível de ‘Ataque dos Cães’, especialmente com o Benedict Cumberbatch. Só posso dizer que sinto muito. Eu realmente sinto.”

Ele continua, “Eu não fui bem articulado no que disse. Falei coisas que machucaram as pessoas e eu me senti terrível com isso. A comunidade gay sempre foi incrível comigo em toda a minha carreira. Sinto muito por ter machucado qualquer pessoa pelas palavras que eu usei.”

Elliott havia desabafado em um podcast, chamando a produção de Campion de “um pedaço de merda”, que faz “alusões a homossexualidade”. Ele também comparou os personagens cowboys aos dançarinos de Chippendales que “usam gravatas-borboleta e nada mais”.

Em resposta às declarações, a cineasta Jane Campion detonou o ator pelos seus comentários: “Eu acho que tudo isso é realmente lamentável e triste, porque a declaração se encaixa na tríade da misoginia, xenofobia e homofobia. Eu não gosto disso. Creio que ele foi bem chato quanto ao caso. Além disso, ele não é um cowboy, ele é um ator. Quando Sam Elliott saiu do seu papel, eu o encontrarei no OK Corral no set de Doutor Estranho, e fomos filmar. Veja, o Velho Oeste é um espaço mítico e há muito o que se explorar no gênero”

Vale lembrar que a produção foi indicada a 12 categorias no Oscar 2022, no qual ganhou Melhor Direção.

Com direção de Campion e baseado na obra homônima de Thomas Savage, ‘Ataque dos Cães‘ acompanha os ricos irmãos fazendeiros Phil e George Burbank. Quando George traz a nova esposa, Rose, e o filho dela, Peter, para a fazenda, os dois devem lidar com o comportamento cruel de Phil.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder iria sacrificar mais um herói no último filme da trilogia

Para quem não sabe, Liga da Justiça‘ foi apenas a primeira parte do que viria a ser uma trilogia do DCEU, e teria como principal vilão o Darkseid, o conquistador de mundos.

Através de uma publicação em seu perfil do Vero, Zack Snyder deu alguns detalhes sobre seus planos para a trilogia, como a introdução da Tropa dos Lanternas Verdes e dos Novos Deuses, além uma grande guerra contra as forças de Apokolips.

E, em resposta a um fã que o questionou se havia a possibilidade de sacrificar o Batman em algum momento, o diretor confirmou que essa era uma das principais ideias para o último filme da adaptação.

“Então, chefe, eu tenho uma pergunta. Você disse que a ideia original seria sacrificar o Batman em um luta contra o Darkseid, mas você seguiria com essa ideia após os dois primeiros filmes da trilogia?, pergunta o fã.

E Snyder responde: “Sim, esse era o plano desde o início, e seria concretizado no último filme.”

Confira no último quadro:


Além disso, Snyder continua fazendo uma intensa campanha para lançar seu ‘Snyder Cut’, e ontem ele divulgou uma foto com algumas caixas do filme junto com uma legenda sugerindo que “o corte do diretor realmente existe”.

O diretor também confirmou aos fãs hardcore que o “corte do diretor” tem mais de 3 horas de duração. A imagem, que você pode ver abaixo, apresenta um tempo de execução – 214 minutos ou pouco mais de três horas e meia.

O “corte do diretor” de Snyder, se algum dia fosse revelado, seria provavelmente a maior mudança de um corte para outro de basicamente qualquer grande filme já lançado. Ao que parece, cerca de 90% do conteúdo do filme de Snyder nunca chegou aos cinemas.

Mesmo quando Richard Donner fez seu corte de ‘Superman II‘ para o mercado de vídeo caseiro 20 anos após seu lançamento original, a diferença estava em algum lugar entre 20 e 30% das imagens.

Confira:

Recentemente, o site Variety publicou que a Warner Bros não está nem um pouco preocupada com o pedido e não pretende lançar o corte nos cinemas e nem em plataformas de streaming, já que finalizar o material editado por Snyder custaria milhões.

Após a repercussão da campanha nas últimas semanas, uma fonte ligada ao departamento de efeitos visuais do estúdio disse que:

“Isso é apenas um sonho e não há chances de acontecer. Investir nesse lançamento custaria milhões à Warner porque o filme não está finalizado. A versão lançada foi um fracasso, e cenas adicionais não mudariam isso, por mais que os fãs estejam otimistas.”

Anteriormente, Danny Elfman, compositor da adaptação, revelou ao JOE que também está descrente sobre o lançamento e afirmou que Snyder não havia concluído as filmagens da adaptação.

“Ele não foi demitido, sabe? Ele deixou a produção no meio do caminho. Então não acredito que há uma versão do diretor, no caso de Snyder, já que Joss [Whedon] veio e completou o que faltava.”

Elfman continuou:

“O problema é que ele não conseguiu finalizar o filme. Então, eu não tenho ideia de como eles fariam esse lançamento. Uma tragédia familiar o forçou a se afastar da produção… Desde então, tudo se tornou uma grande confusão. Tem tanta gente querendo ver o que Snyder pretendia contar, e isso está fugindo de controle.”

De qualquer forma, parece que tanto os fãs quanto o diretor não vão desistir de ver a versão original do longa.

Vale lembrar que os membros do grupo #ReleaseTheSnyderCut continuam com sua campanha pedindo o lançamento da versão idealizada por Snyder.

E aí, será que o movimento ganha força para pressionar o estúdio?

Daisy Ridley diz que teve dificuldade para encontrar trabalho depois de ‘Star Wars’

Agora que a nova trilogia de ‘Star Wars‘ foi encerrada em ‘A Ascensão Skywalker‘, os astros da franquia esão livres para se dedicarem a outros trabalhos.

Mas parece que a procura não foi tão fácil para Daisy Ridley, que interpretou Rey Skywalker.

Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, a estrela confessou que não estava conseguindo nenhum trabalho desde que a estreia do ‘Episódio IX‘ da saga.

“Foi muito triste terminar ‘Star Wars‘. Quando o último filme foi lançado, eu pensei: ‘Meu Deus, acabou.’ Foi um capítulo tão grande na minha vida. E o mais assustador é que eu não havia conseguido nenhum outro trabalho nos primeiros meses deste ano. Eu fiquei assustada porque tinha acabado de sair de um ritmo intenso que durou cinco anos e, de repente, eu me vi sem direção a seguir.”

No entanto, ela refletiu e disse que “tudo acontece no tempo certo.”

“Eu fiz vários testes e parecia que ninguém queria me contratar, mas aprendi a aproveitar meu tempo livre e sei que tudo deve acontecer no tempo certo.”

Apesar disso, vale lembrar que Ridley e Stephen Fry foram confirmados para o elenco de dublagem de ‘The Inventor‘, animação em stop motion da Mk2 Films sobre Leonardo da Vinci.

Fry dará voz ao pintor, escultor, engenheiro e poeta, enquanto Ridley irá dublar a princesa francesa Marguerite.

Escrito e dirigido por Jim Capobianco (‘Ratatouille‘), o filme gira em torno de da Vinci e sua insaciável vontade de deixar a Itália para se juntar à corte francesa, onde ele poderá explorar sua curiosidade livremente, inventando equipamentos voadores, máquinas incríveis e estudando o corpo humano. Acompanhado pela princesa, ele procura responder uma essencial pergunta: ‘Qual é o sentido da vida’?

Orçado em US$ 10 milhões, o projeto está sendo desenvolvido por Robert Rippberger e Capobianco, juntamente com o produtor executivo Don Hahn, cujos créditos incluem ‘O Rei Leão‘ (1994) e ‘A Bela e a Fera‘ (1991).

Além disso, foi dito que as filmagens devem ser iniciadas em agosto de 2021, e a estreia está prevista apenas para 2023.

Confira a primeira imagem:

The Inventor’: Mk2 Films

‘Invocação do Mal 3’: Casal Warren entra em contato com o sobrenatural em imagem inédita; Confira!

O Fandango divulgou uma nova imagem oficial do aguardado ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’.

Na imagem, Ed (Patrick Wilson) e Lorraine Warren (Vera Farmiga) tentam se conectar com o mundo espiritual durante uma sessão sobrenatural.

Confira:

Anteriormente, a sequência ganhou quatro novos clipes, incluindo uma cena de exorcismo assustadora.

Assista:

Lembrando que o terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 03 de junho.

Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) assume a direção.

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam como Ed e Lorraine Warren, respectivamente. O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

 

‘Legends of Tomorrow’: Heróis enfrentam novos problemas na sinopse oficial do episódio 07×12; Confira!

The CW divulgou a sinopse oficial de ‘Too Legit To Quit’, 12º episódio da 7ª temporada de Legends of Tomorrow.

Na trama, “Gideon (Amy Pemberton) se fere e as Lendas só têm uma maneira de salvá-la. Uma vez que a Evil Gideon está ativa, ela continua tentando destruir as Lendas, até que Gideon a lembra de um certo protocolo que ela deve seguir. Tentando ajudar, Gideon negocia um acordo para salvar as Lendas, mas para fazê-los concordar, ela quebra uma regra importante. Enquanto isso, as Lendas apresentam outro plano que poderia resolver todos os seus problemas.”

Dirigido por Sudz Sutherland e escrito por Morgan Faust & Leah Poulliot, o capítulo vai ao ar apenas no dia 23 de fevereiro.

Confira o teaser:

Keto Shimizu é o atual showrunner da série.

Uma equipe de heróis e vilões ajuda a evitar desastres no universo que poderia afetar não apenas a Terra, mas também o próprio tempo.

O elenco conta com Caity Lotz, Tala Ashe, Jes Macallan, Olivia Swann, Adam Tsekhman, Shayan Sobhian, Lisseth Chavez, Amy Louise Pemberton, Nick Zano e Matt Ryan.

‘X-Men’: Keke Palmer se veste de Vampira em comemoração ao Halloween; Confira!

Nas últimas semanas, Keke Palmer (‘Não! Não Olhe’) vem fazendo campanha para ser escalada como Vampira nas vindouras adaptações dos ‘X-Men’ pela Marvel Studios.

Aproveitando que hoje é comemorado o Halloween/Dia das Bruxas, a estrela compartilhou em seu perfil do Twitter algumas imagens caracterizada como a heroína e está recebendo bastante apoio dos fãs.

Desde que ela declarou seu desejo, o público vinha pedindo para que ela publicasse fan arts fantasiada e ela aproveitou a data para atender o pedido

Confira:

“Vocês tinham um pedido…”

Lembrando que Kevin Feige, diretor criativo da Marvel, comentou quando os ‘X-Men‘ serão oficialmente introduzidos ao MCU.

E ainda que não cravasse uma data, o cineasta deixou os fãs empolgados ao dizer que o momento está bem próximo de acontecer.

Em entrevista ao Deadline, ele mencionou o último episódio de ‘Mulher-Hulk‘, em que Jennifer Walters pergunta à Inteligência Artificial K.E.V.I.N quando os X-Men apareceriam no universo cinematográfico.

“Isso é o que Jennifer Walters pergunta ao robô no episódio final de Mulher-Hulk e eu vou te dar a mesma resposta que ele deu, que é – eu não me lembro, nenhuma resposta é o que eu acho que ele deu. Mas Deadpool e Wolverine, sabe? Estamos chegando perto”, disse Feige, no vídeo que você confere abaixo:

Em 2019, Feige anunciou que o reboot dos ‘X-Men‘ para o MCU já estava em desenvolvimento, mesmo ano em que a Disney comprou a 20th Century Fox.

Por enquanto, temos que nos contentar com o 5º filme dos ‘Vingadores‘, que estreia em 2025, e irá adaptar o arco dos quadrinhos ‘A Dinastia Kang‘.

Com roteiro de Jeff Loveness (‘Homem-Formiga 3’), o longa será dirigido por Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’).

Até lá, assista a entrevista com o elenco de ‘Não! Não Olhe’ e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Não! Não Olhe! – Jordan Peele subverte as expectativas em filme que parece um episódio de ‘Além da Imaginação’

 

 

Em menos de uma semana, ‘Barbie’ arrecadou mais que ‘The Flash’ e ‘Velozes e Furiosos 10’ no mercado interno

Dirigido por Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) e estrelado por Margot Robbie (‘O Esquadrão Suicida’), ‘Barbie estreou há menos de uma semana e já faturou US$ 337 milhões pelo mundo.

Foram US$ 182 milhões ao redor do mundo e US$ 155 milhões apenas no mercado interno, uma quantia maior do que a de ‘The Flash’ e ‘Velozes e Furioos 10’ enquanto estiveram em cartaz na região.

Enquanto a adaptação estrelada por Ezra Miller fez US$ 107,2 milhões, o novo filme de Vin Diesel fez US$ 145 milhões.

Além disso, a bilheteria total de ‘The Flash‘ foi apenas US$ 267,6 milhões, já a de ‘Velozes e Furiosos 10′ foi US$ 704,7 milhões.

No entanto, ‘Barbie‘ tem bastante força para ultrapassar este número.

Inclusive, Robbie argumentou durante reuniões com a Warner que o filme poderia render uma arrecadação bilionária para o estúdio.

“Acho que meu argumento na reunião de luz verde foi que os estúdios prosperaram muito quando são corajosos o suficiente para combinar uma grande ideia com um diretor visionário”, explicou a atriz em entrevista ao Collider.

Ela citou exemplos como “dinossauros e Spielberg” e outras combinações que foram incríveis e altamente lucrativas para os estúdios ao longo dos anos.

Margot então afirmou: “Agora, você terá Barbie e Greta Gerwig, sugerindo que essa parceria renderia US$ 1 bilhão nas bilheterias. “Talvez tenha sido um exagero, mas tínhamos um filme para fazer, ok?!”

E aí, será que ‘Barbie‘ tem chance de fazer US$ 1 bilhão?

Assista a crítica:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Série de terror baseada em romance de Stephen King volta a ganhar POPULARIDADE; Confira as reações do público!

Apesar de ‘The Outsider‘ ter sido cancelada pela HBO em 2020 com uma única temporada, a minissérie baseada no romance homônimo de Stephen King continua assombrando os fãs do gênero de terror.

A trama escrita por Richard Price explora a lenda portuguesa do El Cuco, o comedor de crianças, uma espécie de Bicho-Papão, que persegue crianças rebeldes e desobedientes para transformá-las em refeição.

Devido ao seu poder de transmutação física, o ser sobrenatural consegue assumir a forma de qualquer indivíduo, facilitando sua caçada e deixando-o acima de qualquer suspeita.

O protagonismo da série fica com Terry Maitland (Jason Bateman), um treinador de beisebol infantil, que acaba sendo preso durante o jogo sob suspeita do assassinato brutal do pequeno Frankie Peterson.

Enquanto Ralph Anderson (Ben Mendelsohn), detetive encarregado da investigação, aposta suas fichas na culpa de Terry, reunindo provas e testemunhas da acusação, o treinador prova que estava em outra cidade quando o assassinato aconteceu, dando início a uma intrigante reviravolta entre os policiais.

Com uma trama contagiante ao equilibrar elementos de terror com investigação criminal, a atração voltou a ganhar popularidade entre o público.

Confira as reações:

O roteiro foi escrito por Richard Price (‘The Night Of‘), que também serve como produtor executivo da produção.

A trama segue o detetive Ralph Anderson (Mendelsohn), enquanto ele tenta investigar o corpo mutilado de Frankie Peterson, de 11 anos, encontrado na floresta da Geórgia. As misteriosas circunstâncias que cercam esse crime horrível levam Ralph, ainda lamentando a recente morte de seu próprio filho, a chamar uma investigadora privada não ortodoxa, Holly Gibney (Erivo), cujas habilidades estranhas ele espera que o ajudarão a explicar o inexplicável.

O elenco inclui Ben Mendelsohn, Cynthia Erivo, Bill Camp, Mare Winningham, Paddy Considine, Julianne Nicholson e Yul Vázquez.

Mark Wahlberg vai estrelar NOVO filme de ação do diretor Mel Gibson

O renomado ator e cineasta Mel Gibson está pronto para voltar à cadeira de diretor em seu próximo projeto.

Segundo o Deadline, Gibson dirigirá ‘Flight Risk‘ (Voo de Risco, em tradução livre), um novo filme de ação com Mark Wahlberg no papel principal.

Na trama, Wahlberg interpreta um “piloto que transporta um criminoso perigoso para julgamento”. Segundo relatos, o elenco para os outros papéis está em andamento, e não há indicação neste momento de que Gibson também atuará no filme além de dirigir.

Esta será a primeira vez que Gibson dirige um filme desde ‘Até o Último Homem‘, lançado em 2016, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor.

Flight Risk‘ será produzido pela Lionsgate. O filme marcará o reencontro de Gibson e Wahlberg, que atuaram juntos no filme do ano passado ‘Luta pela Fé – A História do Padre Stu‘.

Gibson também atuará como produtor do novo filme, juntamente com Bruce Davey pela Icon Productions, enquanto Alex Lebovici será produtor executivo pela Hammerstone Studios.

Em comunicado, o presidente de filmes da Lionsgate, Joe Drake, disse: “Adoramos a inegável e eletrizante parceria de Mel Gibson e Mark Wahlberg. Esses talentos de classe mundial se unindo para este filme dinâmico e guiado por personagens tornará ‘Flight Risk’ um dos eventos mais cheios de suspense e imperdíveis do ano.”

Ainda não há data de lançamento prevista.

‘Guerra Civil’: Filme do diretor de ‘Aniquilação’ com Wagner Moura ganha cartaz

O próximo filme da A24, Guerra Civil, acaba de revelar seu pôster promocional.

Dirigido e escrito por Alex Garland, renomado pelo terror ‘Men: Faces do Medo’ e ‘Aniquilação’, e estrelado pelo brasileiro Wagner Moura, reconhecido por seu trabalho em Tropa de Elite, o filme está programado para estrear nos cinemas em 2024.

A distribuição no Brasil ficará a cargo da Dimond Films.

Embora poucos detalhes tenham sido divulgados até o momento, a trama será ambientada em um futuro distópico.

Além de Moura, o elenco inclui talentos como Kirsten Dunst (‘Melancolia’), Sonoya Mizuno (‘Devs’), Cailee Spaeny (‘Priscilla’) e Jefferson White (‘Yellowstone’).

Polêmica! Uwe Boll zomba do fracasso de ‘Borderlands’: “Agora você gostaria que eu tivesse dirigido”

Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’ tem se revelado um verdadeiro fiasco, não só sendo massacrado pela crítica especializada, como também decepcionando nas bilheteiras.

Agora, Uwe Boll (‘Alone in the Dark – O Despertar do Mal’), conhecido por suas adaptações de videogames controversas, aproveitou a oportunidade para debochar do fracasso do longa nas redes sociais.

No X/Twitter, Boll fez uma provocação ao compartilhar uma imagem postada pela IGN sobre o desempenho desastroso nas bilheteiras do filme, acompanhada de sua própria legenda:

“Ha ha. Meus filmes eram classificados para maiores e ganharam mais dinheiro do que isso. Agora você gostaria que eu tivesse dirigido.”

A afirmação de Boll, no entanto, foi contestada por um usuário da plataforma, que apresentou dados mostrando que pelo menos quatro de seus filmes tiveram uma abertura inferior à de Borderlands.

Em resposta, o cineasta fez a controversa alegação de que seus filmes foram baixados ilegalmente bilhões de vezes, sem apresentar provas para sustentar sua afirmação.

Boll é frequentemente considerado um dos piores diretores de adaptações de videogames e já foi alvo de diversas petições de fãs pedindo para ele encerrar sua carreira.

Entre seus trabalhos, Uwe Boll se destaca mais pelos fracassos do que pelos sucessos, incluindo diversas adaptações de videogames, como ‘Far Cry: Fugindo do Inferno’, ‘BloodRayne’, ‘House of the Dead – O Filme’ e ‘Em Nome do Rei’.

Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo‘ falhou em alcançar a marca dos US$ 10 milhões nos EUA, arrecadando apenas US$ 8.8 milhões em seu primeiro final de semana.

Considerando o seu orçamento acima de US$ 100 milhões – valor inflado por causa das refilmagens comandadas por Tim Miller –, o longa dirigido por Eli Roth (‘O Albergue’) está fadado a se tornar um dos maiores fracassos do ano.

Infelizmente, além de ter sido massacrada pelos críticos – com apenas 9% de aprovação no Rotten Tomatoes –, a produção também não parece ter agradado o público. O filme recebeu uma nota D+ dos espectadores no CinemaScore.

De acordo com o Deadline, ‘Borderlands‘ deve dar uma prejuízo em torno de US$ 20-30 milhões ao estúdio.

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’ é uma CAÓTICA adaptação em live-action

Assista nossa crítica e siga o CinePOP no Youtube:

Tim Miller, conhecido por seu trabalho em ‘Deadpool‘ e ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio‘, assumiu a direção das refilmagens.

Eli Roth, o diretor principal, supostamente estava ocupado durante as refilmagens.

A saga de games foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios.

‘Truth & Treason’: Novo longa do estúdio de ‘The Chosen’ ganha trailer; Confira!

A Angel Studios anunciou o lançamento de ‘Truth & Treason’ (Verdade e Traição), um drama baseado em fatos reais sobre a resistência juvenil contra o nazismo durante a Segunda Guerra Mundial. O filme, anteriormente anunciado como uma série intitulada ‘Truth & Conviction’, teve seu formato alterado.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Conforme a Variety, o drama da Segunda Guerra Mundial, baseado em uma história real, acompanha um garoto de 16 anos que forma um grupo de resistência com seus amigos Karl e Rudi, após testemunhar a prisão de seus amigos judeus pelos nazistas. Suas ações corajosas os levam a enfrentar um julgamento na Alemanha nazista.

O elenco conta com Rupert Evans, Ewan Horrocks, Ferdinand McKay, Daf Thomas e Sean Mahon. A direção é de Matt Whitaker, que também assina o roteiro ao lado de Ethan Vincent.

O produtor Chad Foss expressou a importância da história: “Trazer ‘Truth & Treason’ à vida tem sido uma das jornadas mais significativas da minha carreira. Eu trabalhei em filmes ao redor do mundo, mas essa história — a história de Helmuth — ficou comigo por quase duas décadas. É um lembrete de que, mesmo nos tempos mais sombrios, a luz pode vir dos lugares mais inesperados. Estou honrado em finalmente compartilhá-la”.

O produtor Ken Kendall também destacou a relevância da história para os dias atuais: “Tive a honra de me tornar amigo de Karl-Heinz Schnibbe, o último membro sobrevivente deste grupo de resistência juvenil contra os nazistas. Antes de sua morte, Karl nos confiou a história deles — o que representavam e pelo que Helmuth Hüebener deu sua vida aos 17 anos. A luta deles em 1941 contra as mentiras e a tirania é mais do que história — é um aviso. Em uma época de crescente autoritarismo, a coragem de falar a verdade é mais importante do que nunca”.

A produção do filme ocorreu em Vilnius, na Lituânia, no ano passado. A estreia nos Estados Unidos está prevista para 17 de outubro de 2025, enquanto a data de lançamento no Brasil ainda não foi definida.

A Angel Studios é um estúdio cristão conhecido pelos sucessos ‘The Chosen’ e pelo longa Som da Liberdade.

‘As Crônicas de Nárnia’: Remake da Netflix terá trilha sonora de Mark Ronson, produtor musical de ‘Barbie’

A nova adaptação de As Crônicas de Nárnia pela Netflix, que será dirigida por Greta Gerwig, ganhou novidades promissoras. O renomado produtor e músico Mark Ronson, conhecido por seu trabalho premiado em Barbie, será o responsável pela trilha sonora do filme.

Segundo a VarietyRonson, que foi co-escritor e co-produtor de músicas como “I’m Just Ken”, irá trazer seu talento musical para o novo longa.

‘As Crônicas de Nárnia’: Ben Barnes, o Príncipe Caspian, opina sobre remake feito pela Netflix

As filmagens do ambicioso remake da Netflix já começaram em Londres. O projeto, que terá um orçamento de mais de US$ 200 milhões para o primeiro filme, já teve suas primeiras imagens de bastidores divulgadas, mostrando a construção de um cenário no estilo dos anos 1950, período pós-Segunda Guerra Mundial.

Gerwig está adaptandoO Sobrinho do Mago, o sexto livro da série que funciona como um prelúdio. A história segue Digory e Polly, que descobrem mundos mágicos por meio de anéis encantados, presenciando o nascimento de Nárnia e o surgimento da feiticeira Jadis.

O elenco do longa conta com nomes como Daniel Craig e Meryl Streep, e Carey Mulligan está em negociações para interpretar a mãe de Digory.

Netflix planeja fazer OITO filmes da saga ‘As Crônicas de Nárnia’

O filme terá um lançamento especial: será exibido globalmente por duas semanas em cinemas IMAX, antes de sua estreia no streaming.

A exibição em IMAX está prevista para 26 de novembro de 2026, e a estreia na Netflix para 25 de dezembro de 2026.

Shonda Rhimes defende ausência de Eric Dane no ‘In Memoriam’ do Oscar: “Ele não era uma estrela de cinema”

A criadora de ‘Grey’s Anatomy’, Shonda Rhimes, manifestou-se recentemente sobre a polêmica exclusão de Eric Dane do segmento In Memoriam da última cerimônia do Oscar. Além de Dane, nomes como James Van Der Beek, Brigitte Bardot e Bud Cort também ficaram de fora da homenagem da Academia.

Em entrevista à Variety, Rhimes minimizou as críticas à organização do evento, destacando a diferença entre as indústrias do cinema e da TV: “Bem, ele não era uma estrela de cinema. Sinto que, quando chegar o Emmy, ele será homenageado da forma que merece. Não podemos culpar o Oscar por focar em cinema, especialmente em um ano com tantas perdas. O Eric era um ícone único da televisão”.

“Eric é, era, um ser humano incrível. E eu ainda digo ‘é’ porque é muito difícil para mim acreditar que ele se foi. Foi uma perda enorme para nós. Uma grande perda para a família Shondaland, para a família de Grey’s Anatomy e, sinceramente, para todos que o conheciam. Ele era simplesmente uma pessoa maravilhosa, generosa. E acho que nem todos entendem o quão incrível ele era”, acrescentou.

O In Memoriam deste ano foi marcado por homenagens ampliadas. Barbra Streisand emocionou o público ao cantar “The Way We Were” para Robert Redford, enquanto Rachel McAdams prestou um tributo tocante a Diane Keaton. Outro momento marcante foi a celebração de Rob Reiner, que reuniu no palco um elenco estrelado, incluindo Billy Crystal, Kathy Bates e Meg Ryan.

Oscar 2026: James Van Der Beek, Eric Dane e outros nomes esquecidos no In Memoriam

Eric Dane faleceu aos 53 anos, após uma batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), deixando um legado eterno entre os fãs de dramas médicos.

Kevin Feige FALA sobre Miles Morales no UCM

Enquanto muitos fãs aguardam a chegada de Miles Morales ao UCM, Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, também está empolgado.

Em entrevista ao Omelete, Feige afirmou que deseja a introdução de Miles no Universo Cinematográfico da Marvel; no entanto, revelou que isso ainda deve demorar um pouco para acontecer.

“Miles vai aparecer no terceiro ‘Aranhaverso‘, que está em produção. Espero que, pouco depois disso, ele possa entrar no UCM em live-action”, disse Kevin Feige.

Vale lembrar que Tom Holland, intérprete de Peter Parker no UCM, recentemente, em entrevista a Rich Roll, expressou o desejo de fazer por um jovem ator o mesmo que Robert Downey Jr. fez por ele.

“Se eu tivesse a sorte de, de alguma forma, trazer Miles Morales para o meu universo do Homem-Aranha e para o MCU, adoraria fazer por um jovem garoto o que [Robert] Downey [Jr.] fez por mim”, declarou Holland.

Revista revela visual de Celebrimbor em ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’

Depois de uma nova imagem divulgada de Galadriel (Morfydd Clark) e do Troll da Neve, a revista Empire soltou dessa vez a primeira foto de Celebrimbor em ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘.

Vivido por Charles Edwards, o elfo Celebrimbor é uma das figuras centrais na série, pois ele é o ferreiro que foi manipulado por Sauron para ajudar na criação dos Anéis de Poder. Veja a imagem abaixo:

JD Payne, showrunner da série, comentou “Estamos empolgados em trazê-lo para a Terra-média. Ele é muito misterioso”. Celebrimbor esteve em ‘Shadow of Mordor’ e ‘Shadow of War‘, dois jogos da franquia de Tolkien.

O elenco principal é composto por Cynthia Addai-Robinson, Robert Aramayo, Owain Arthur, Maxim Baldry, Nazanin Boniadi, Morfydd Clark, Ismael Cruz Córdova, Charles Edwards, Trystan Gravelle, Sir Lenny Henry, Ema Horvath, Markella Kavenagh, Joseph Mawle, Tyroe Muhafidin , Sophia Nomvete, Lloyd Owen, Megan Richards, Dylan Smith, Charlie Vickers, Leon Wadham, Benjamin Walker, Daniel Weyman e Sara Zwangobani.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para a 2ª temporada

A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada O Hobbit.

Os Melhores e Piores filmes de Bruce Willis

Walter Bruce Willis, ou para nós cinéfilos somente os dois últimos nomes, nasceu na Alemanha, em 19 de março de 1955. Muitos estão surpresos com a nacionalidade dele, mas é isso mesmo, o famoso ator (que foi casado com Demi Moore) é alemão! O artista nasceu em Idar-Oberstein, na Alemanha Ocidental fruto do relacionamento de um soldado americano e uma jovem garçonete alemã. Com a dificuldade do pós-guerra, seu pai levou a família para os EUA, mais precisamente para Penns Grove, localizado no Estado de New Jersey.

Durante a infância Bruce Willis sempre foi muito elogiado na escola, sendo muito popular entre os colegas. Mas ele tinha um probleminha, era gago! Mesmo que isso fosse muito constrangedor, isso não o tornou menos querido entre os seus amigos.

Uma vez, encenou a peça “Sonho de uma Noite de Verão”, de Shakespeare, e assim que pisou no palco a sua gagueira foi embora! Assim, Willis começou a se apresentar no teatro e as suas atividades de ensino médio foram marcados por coisas como: o clube de teatro e presidente do conselho estudantil. No palco o jovem Bruce se encontrava e com isso foi perdendo a gagueira, entre uma peça e outra.

Na adolescência, mais ou menos com 17 anos, resolve tentar ganhar a vida indo para Nova York. Por lá teve muitos empregos, como: segurança de uma usina nuclear e investigador particular. Bruce juntava dinheiro e investia em cursos de teatro esperando a sua grande chegar. Em 1984, a trilha de sucesso estava começando a aparecer, Bruce Willis fez um teste para o seriado “Gata e o Rato” e concorreu com 3.000 outros atores para a posição de protagonista, ao lado da atriz Cybill Shepherd. Com a chance agarradas nas mãos fez um temendo sucesso em cinco temporadas desse seriado. O seu passaporte para o mundo do cinema surgiu após uma pausa nas gravações desse seriado (a atriz Cybill Shepherd ficou grávida) quando surgiu o convite para ser John McClane, no sucesso mundial “Duro de Matar”. Após o grande estouro nas bilheterias mundiais, Bruce Willis nunca mais abandonou a sétima arte. Mesclando bons e questionáveis trabalhos, voltou a mostrar toda sua habilidade cênica no suspense de M. Night Shyamalan, “Sexto Sentido”, uma das melhores atuações de sua carreira. Abaixo analisaremos os cinco melhores e os cinco piores trabalhos desse carismático ator de 56 anos, com muitos filmes no currículo.

Os 5 Melhores de Bruce Willis

5+“A História de Nós Dois” (The Story of Us, 1999) de Rob Reiner 

Um filme muito emocionante que fala basicamente do conturbado cotidiano de dois corações que se amam muito, há muito tempo. Nesse longa, Bruce Willis conta com a parceria de Michelle Pfeiffer e juntos se completam em cena. A maior parte do público chega à lágrimas ao término dessa fita. Ótimo filme, ótima atuação.

4+“Duro de Matar” (Die Hard, 1988) de John McTiernan 

Quem seria Bruce Willis sem John McClane? A recíproca também é verdadeira. Bruce era a pessoa certa para dar vida a esse herói extremamente vulnerável e que tenta salvar a todos dos caras maus. John McClane já é uma lenda do cinema, bateu recordes de bilheterias mundo à fora e colocou o Bruce Willis no status de grande ator.

3+“Os Doze Macacos” (Twelve Monkeys, 1995) de Terry Gilliam 

Um filme genialmente dirigido pelo cracaço Terry Gilliam. Na história Bruce Willis vem do futuro, mais precisamente em 2035, para tentar mudar os fatos que ocorreram na década de 90: um vírus fatal foi liberado levando ao extermínio de grande parte da população mundial. Um filme muito bom com ótimas atuações de Bruce Willis, Brad Pitt, David Morse e Madeleine Stowe.

2+“O Sexto Sentido” (The Sixth Sense, 1999) de M. Night Shyamalan

“Eu vejo gente morta”! Essa frase ficou marcada de vez na história do cinema. o Indiano M. Night Shyamalan dirige um longa surpreendente que prende a atenção ao espectador até o último minuto da história.

Na trama, um psicólogo tem a missão de ajudar um menino que enxerga pessoas mortas. O final do filme fez tanto sucesso que na época houve uma grande campanha para que ninguém entregasse o final da fita e estragasse a surpresa alheia. Sensacional filme de suspense!

1+“Pulp Fiction” – Tempo de Violência (Pulp Fiction, 1994) de Quentin Tarantino

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Um dos melhores filmes de muitas listas mundo à fora, marcou de vez a chegada do genial Quentin Tarantino ao cinema. Ao lado de muitos astros de hollywood, Bruce willis, ajuda a contar essa história com diálogos maravilhosos que estão nas mentes dos cinéfilos até hoje.

 

Os 5 Piores de Bruce Willis

5-“A Estranha Perfeita” (Perfect Stranger 2007) de James Foley

Não era para tudo dar errado, mas acaba acontecendo. Com um roteiro muito complicado, os próprios personagens se perdem na loucura do mesmo, Bruce Willis tem uma de suas piores atuações nas telonas.

4-“Duro de Matar 4.0” (Live Free or Die Hard, 2007) de Len Wiseman

A saga “Duro de Matar” merecia bem mais. É o filme que os fãs da franquia menos gostam. É tanta mentira ao mesmo tempo que você já não sabe qual filme tá vendo. Você acaba o filme e deduz: John McClane virou James Bond!

3-“16 Quadras” (16 Blocks, 2006) de Richard Donner

Com um bigode muito esquisito, Bruce Willis dá vida ao Det. Jack Mosley nesse filme que era para ser simples e legal que acaba sendo chato e maçante. O diretor do super divertido “Máquina Mortífera” não consegue agradar nesse longa que fala sobre um detetive que precisa escoltar uma testemunha que irá depor contra policias corruptos.

2-“Lágrimas do Sol” (Tears of the Sun, 2003) de Antoine Fuqua

Nem a beleza da deusa Monica Bellucci consegue tirar o filme do fracasso. Com uma trama que fala sobre um grupo de soldados que precisam resgatar uma médica na Nigéria e acabam se metendo em muitos problemas, porque a médica não quer ir embora. É um “Resgate do Soldado Ryan” disfarçado e muito mal feito.

1-“Provas e Trapaças” (Assassination of a High School President, 2008) de Brett Simon

Esse longa foi totalmente feito para o público adolescente mas eu acho que os próprios adolescentes não curtem esse filme. O que tem de clichês nessa fita não é brincadeira. Você acaba o filme e se pergunta: como o Bruce Willis aceitou esse papel?

Por: Raphael Camacho