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Diretoras de ‘Noite do Terror 2’ vão comandar terror inspirado em ‘A Noite dos Mortos Vivos’

De acordo com o Deadline, Jen & Sylvia Soska (‘Noite do Terror 2’) foram contratadas para a direção de ‘Festival of the Living Dead‘, terror inspirado no clássico ‘A Noite dos Mortos Vivos‘, de George A. Romero.

Ashley Moore (‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado’) e Camren Bicondova (‘Gotham’) serão as protagonistas.

Na trama…

“Já faz 50 anos desde o ataque original dos zumbis e os eventos aterrorizantes passaram a se tornar tema de nostalgia mórbida. Buscando diversão, Ash e seus amigos decidem ir ao Festival dos Mortos – mas a comemoração é interrompida quando uma explosão de poeira espacial radioativa atinge do local, forçando os sobreviventes a lutarem por suas vidas ou serem devorados pelos mortos.”

O elenco ainda contará com Andre AnthonyChristian Rose, Shiloh O’Reilly, Gage Marsh, Keana Lyn Bastidas e Maia Jae Bastidas.

Helen MarshMiriam Lyapin assinam o roteiro.

O terror está programado para estrear no segundo semestre de 2023, no Tubi.

Tigrão ataca no novo clipe BRUTAL da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’; Confira!

O site IGN divulgou um novo clipe brutal da sequência ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2‘, que mostra o Tigrão atacando sua mais nova vítima.

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O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de abril.

Após os acontecimentos do primeiro filme, uma raiva destrutiva cresce à medida que o Ursinho Pooh, Leitão, Tigrão, Coelho e o Corujão encontram sua casa e suas vidas em perigo depois que Christopher Robin revela suas existências. Não querendo mais viver nas sombras, eles decidem embarcar em uma onda de assassinatos pela cidade de Ashdown e se vingar de Christopher de uma vez por todas.

Rhys Frake-Waterfield retorna à direção.

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘:

Bolero: A Melodia Eterna

(Bolero)

 

Elenco:

Raphaël Personnaz
Doria Tillier
Jeanne Balibar

 

Direção: Anne Fontaine

Gênero: Drama

Duração: 120 min.

Distribuidora: Mares Filmes

Orçamento: US$ 2 milhões

Estreia: 3 de Abril de 2025

Sinopse: 

BOLERO: A MELODIA ETERNA conta a biografia do compositor Maurice Ravel durante seu processo de criação de Boléro, encomendado pela coreógrafa Ida Rubinstein para embalar um balé nos loucos anos 1920, em Paris.

Curiosidades: 

» O longa é inspirado pela monografia Maurice Ravel, escrita por Marcel Marnat, em 1986;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Astro de cinema vive amor improvável no trailer de ‘French Lover’, novo romance da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer do romance ‘French Lover‘.

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O longa será lançado no serviço de streaming no dia 26 de setembro.

Quando um ator cansado conhece uma garçonete azarada em Paris, nasce uma história de amor improvável. Mas será que o brilho dos holofotes vai ofuscar essa paixão?

Omar Sy (‘Lupin’) e Sara Giraudeau (‘O Pequeno Fazendeiro’) estrelam a produção.

O elenco ainda conta com Alban Ivanov, Pascale Arbillot, Agnès Hurstel, Xavier Lacaille, Cindy Bruna, Amaury De Crayencour, Isabelle Candelier e Antoine Chappey.

Nina Rives é responsável pela direção.

Saiba QUANDO ‘Pânico 7’ chegará ao streaming no Brasil

A Paramount+ finalmente anunciou quando a sequência ‘Pânico 7‘ chegará em streaming no Brasil.

O terror será lançado na plataforma no dia 8 de julho.

Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou mais de US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais – tornando-se a maior arrecadação da história da franquia.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

Vale lembrar que ‘Pânico 8’ já está em desenvolvimento!

‘Doctor Who’: Peter Capaldi dá conselho a Jodie Whittaker

O veterano Peter Capaldi já está se despedindo de seu papel em ‘Doctor Who’, mas antes de encerrar sua participação na aclamada série, ele decidiu dar um conselho valioso para Jodie Whittaker, a primeiro mulher a encara a liderança da produção.

Durante a Comic-Con, ele conversou com o site Entertainment Weekly e compartilhou a dica que deu a Jodie:

“Eu apenas disse a ela para aproveitar cada aspecto dessa aventura, pois ela é absolutamente incrível. E Jodie é fantástica! Foi maravilhoso poder conversar com ela e descobrir o tamanho do amor que possui pela série. Ela com certeza será brilhante no papel”.

Ao longo da entrevista, Capaldi também falou sobre sua última aparição a frente de ‘Doctor Who’, que será no especial de Natal, que trará um velho conhecido dos fãs, o primeiro Doctor, David Bradley.

Disse Capaldi:

“Ele é o primeiro Doctor que me lembro. A série teve início quando era bem pequeno, tinha cinco anos de idade, e eu ainda guardo aquela memória turva dessa rabugento e estranho homem dentro da TARDIS, que também possuía um ar fascinante. Na época achei tudo aquilo encantador e bem feito”.

 

Será a primeira vez na história do programa, desde sua criação ainda em 1964, o protagonista será vivido por uma mulher. A atriz Jodie Whittaker, de 35 anos, foi anunciada como a 13ª intérprete do personagem. Whittaker substitui Peter Capaldi, eleito para o papel em 2013, que deixa o programa no fim do ano. Veja abaixo o vídeo do anúncio oficial, feito pela própria BBC – canal exibidor.

Jodie Whittaker é mais conhecida por trabalhos em produções britânicas, como o subestimado filme de invasão alienígena Ataque ao Prédio (Attack the Block, 2011), produzido por Edgar Wright, e um dos melhores episódios da cultuada Black Mirror: Toda a Sua História (The Entire History of You).

Na trama do seriado, o Doutor explora o tempo e espaço, através de viagens interdimensionais. Doutor Who é uma das mais celebradas séries de ficção científica de todos os tempos. Fiquei ligado no CinePOP para novidades do cinema e séries.

‘Vingadores: Guerra Infinita’: Thanos e Gamora ganham spin-off em belo cartaz feito por fã

A relação entre pai e filha dos personagens Thanos e Gamora, de ‘Vingadores: Guerra Infinita’, ganhou um spin-off, expresso em um belo cartaz feito pelo conceituado artista, BossLogic.

Confira o resultado:

Exibido em mais de 2.000 salas nacionais, o novo longa do Marvel Studios superou os números do filme religioso nacional, ‘Nada a Perder’, e já atraiu mais de 12 milhões de espectadores, arrecadando mais de R$ 203 milhões até agora. As informações são do site Filme B.

Além disso, o filme já é a quarta maior bilheteria da história do cinema mundialmente.

A produção soma US$ 1.675 bilhão mundialmente, ultrapassando ‘Jurassic World‘ (US$ 1.671 bilhão).

Agora, o filme da Marvel está atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Confira o TOP 10:

1AvatarFox$2,788.0$760.527.3%$2,027.572.7%2009^
2TitanicPar.$2,187.5$659.430.1%$1,528.169.9%1997^
3Star Wars: The Force AwakensBV$2,068.2$936.745.3%$1,131.654.7%2015
4Avengers: Infinity WarBV$1,675.1$558.733.6%$1,106.466.4%2018
5Jurassic WorldUni.$1,671.7$652.339.0%$1,019.461.0%2015
6Marvel’s The AvengersBV$1,518.8$623.441.0%$895.559.0%2012
7Furious 7Uni.$1,516.0$353.023.3%$1,163.076.7%2015
8Avengers: Age of UltronBV$1,405.4$459.032.7%$946.467.3%2015
9Black PantherBV$1,342.5$696.751.9%$645.848.1%2018
10Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2WB$1,341.5$381.028.4%$960.571.6%2011

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

Tom Hanks viverá o empresário de Elvis Presley em filme de Baz Luhrmann

O astro Tom Hanks vai estrelar mais uma cinebiografia. Segundo a revista Variety, ele interpretará o empresário do cantor Elvis Presley nos cinemas.

A produção, que ainda não possui título oficial, será dirigida pelo aclamado cineasta Baz Luhrmann.

A vida de Elvis está intimamente ligada a do coronel Tom Parker, que descobriu o jovem artista quando ele era apenas um novato na música. Peça chave na transformação do garoto em um astro sem precedentes, o empresário fez parte das maiores conquistas do cantor, incluindo a formalização de seu contrato com a gravadora RCA, bem como sua transição para a atuação, estrelando filmes como ‘Ama-me com Ternura‘ (1956) e ‘Prisioneiro do Rock‘ (1957).

Em adaptações anteriores da vida de Presley, o papel de Tom Parker foi interpretado por atores como Beau Bridges, Randy Quaid e Gene Jones.

‘Resgate’: Chris Hemsworth em pancadaria pesada em cena divulgada; Assista!

O novo filme do astro Chris Hemsworth, ‘Resgate‘, já está disponível na plataforma da Netflix e uma intensa cena de luta protagonizada pelo ator foi divulgada.

Na tomada em questão, Tyler (Hemsworth) e seu oponente caem de cima de um prédio em direção às ruas de Daca (Bangladesh), onde se enfrentam em uma luta corpo a corpo bem intensa.

Assista:

Confira o trailer:

Sam Hargrave, que foi dublê do Chris Evans nos filmes do MCU, dirige a produção.

A trama acompanha uma missão suicida de Tyler Rake, um destemido mercenário do mercado negro, que parte em busca do herdeiro de um criminoso internacional sequestrado em território inimigo. Sem nada a perder, Rake terá de usar todas as suas habilidades para provar a si mesmo que ainda está vivo por dentro.

O elenco ainda conta com Rudhraksh Jaiswal, Randeep Hooda, Golshifteh Farahani, Pankaj Tripathi, Priyanshu Painyuli, e David Harbour.

Netflix anuncia filme de super-herói com Keanu Reeves e produzido pelos irmãos Russo

[EXCLUSIVO] ‘Falcão e o Soldado Invernal’: Wyatt Russell fala sobre as pressões de ser o novo Capitão América

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ segue a plenos pulmões, surpreendendo os fãs da Marvel a cada novo episódio. E o personagem John Walker, vivido por Wyatt Russell, tem protagonizado alguns dos momentos mais controversos da produção.

Sob a pressão de ser o novo Capitão América, o militar se encontra dividido entre seus princípios, seu passado como membro do Exército norte-americano e a responsabilidade que envolve sustentar o escudo do Steve Rogers.

E em uma entrevista EXCLUSIVA à nossa jornalista Rafa Gomes, do CinePOP, o intérprete do personagem comentou sobre a jornada de Walker, e como ele – enquanto ator – se sente vestindo o manto de um dos heróis mais amados da Marvel.

Em relação ao peso do escudo do Capitão América para John Walker, Wyatt Russell ponderou:

“Isso remonta às expectativas do país, mas na verdade são as expectativas que ele tem sobre si mesmo e sobre o que significa ser o Capitão América. Como um cara patriota que quer representar tudo o que isso significa para o resto do país, ele quer fazer o bem e representar o escudo da melhor maneira que puder. Ele é treinado para ser um soldado e fazer o que os soldados fazem. Ele não foi treinado para se envolver e falar com as pessoas – entrar no personagem. O peso disso é esmagador, até que ele decide que não pode ser tudo para todos e terá que fazer isso dar certo”.

O astro ainda refletiu sobre a sensação e os desafios de vestir o uniforme do herói, enquanto desempenha suas cenas de ação:

“Para mim, essa foi a parte mais difícil de tudo. É um acordo dividido em cinco partes para o qual você vai precisar de ajuda para se habituar. E você é colocado em uma posição em que parece estar preso em um gesso e pegou pesado em meus ombros – anos jogando hokey vieram gritando para me assombrar. Você tem que entrar em forma apenas para aguentar o peso do figurino. Então você tem que se mover, lançar um escudo e isso parece impossível. Mas o traje coloca você em uma postura de super-herói que seria estranho se você fizesse isso sem ele. Definitivamente, ajuda a criar a atitude do personagem”.

Vale lembrar que o 5º episódio de ‘Falcão e o Soldado Invernal’ será lançado em 16 de abril, na Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

Crítica | Rob Peace: Drama biográfico com Camila Cabello é uma dolorosa jornada sobre sonhos inacabados

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2024

Rob Peace é a história de um homem que não foi. Inconformado, mas ainda assim refém das circunstâncias, ele foi sufocado pelo ambiente que o cercava. E como uma pequena nota de falecimento que se perde entre tantas outras em um minúsculo jornal local, sua curta e inspiradora trajetória se dissipou pelo ar – quase esquecida pelo tempo. Mas foi nos inspiradores relatos do amigo e escritor Jeff Hobbs que o promissor jovem voltou à vida. Sua determinação e desejo de transformar sua comunidade o tornaram uma espécie de marca registrada de como é possível sair e mudar o gueto, ainda que a realidade seja um tenebroso algoz. E as páginas desse encantador e inspirador livro biográfico de um anônimo comum se destacam uma a uma, ganhando cor, forma e brilho nesse belíssimo drama dirigido por Chiwetel Ejiofor.

Entre luzes amareladas incandescentes e o negrume das ruas sujas de New Jersey, Ejiofor traz às telonas a história de Rob Peace. Essa estética essencialmente mais crua e unicamente urbana é marcada pelo contraste entre as sombras da noite e as luzes artificiais de baixo alcance. Criando uma atmosfera que coloca a audiência em um constante estado de apreensão e alerta, o cineasta e ator faz de seu segundo filme na direção uma vitrine de suas habilidades artísticas. Cada vez mais autoral, ele torna essa cinebiografia uma delicada experiência sobre família, hereditariedade, legado e paixão.

E sob uma fotografia mais fria, que exala o gélido inverno nova-iorquino, Rob Peace se desabrocha diante das telas como um álbum de memórias incompletas. Não se privando das alegrias e nem das dores que marcam a história desse garoto e de sua família, o diretor nos convida a atravessar as décadas, onde testemunhamos o brilhantismo e pioneirismo de alguém comum, marcado por uma família disfuncional, mas que ainda assim não se deixou vencer por seu devastador contexto. Fugindo de estereótipos narrativos, que poderiam muito bem tornar a produção um pastiche de tropos hollywoodianos do tipo “estudante de faculdade de elite se torna traficante de drogas”, Chiwetel busca ir além da superfície, sempre voltando para os relatos biográficos a fim de não cair naquela dicotomia que impede a audiência de ir além das falhas de um homem.

Ao nos introduzir ao contexto sociocultural e familiar de Peace, aprendemos também sobre nós mesmos e como somos inevitavelmente marcados pelo tempo e espaço onde somos criados. Aqui, Rob e o gueto se tornam um amálgama em conflito. Sempre na beira de sua ascensão profissional e no limite da lei, ele busca o certo pelos meios errados. Afastado das oportunidades certeiras e cercado por uma atmosfera criminal que o sufoca, ele busca libertar sua comunidade da foice da miséria, enquanto se beneficia dela por se enxergar de mãos atadas. E como uma prova de que o sistema deu errado, sua história é uma mancha de sangue que não se vai. Uma mancha de um homem que poderia ter sido e merecia muito mais do que lhe foi ofertado.

E é nessa complexidade psicoemocional que o desconhecido Jay Will brilha diante dos nossos olhos. Com uma performance apaixonante, dona de uma profundidade admirável, ele honra as dores e mazelas dessa família e faz de Rob Peace alguém com quem nos identificamos. Ao seu lado, Ejiofor encara o pai de Rob com poder e grandeza. Sua intensidade e dramaticidade nos permitem conhecer o ator por outra ótica. Expressividade e melancolia marcam sua atuação, que nos leva às lágrimas. E nesse cenário, Camila Cabello adentra o cinema indie com cautela, mas confiança e presença. Mais madura enquanto atriz, ela foge das caricaturas latinas e encontra seu espaço em tela, provando ser uma aposta promissora no cinema.

Acompanhados também por Michael Kelly e Mary J. Blige – que recebe a árdua missão de interpretar essa desconfiada e carinhosa matriarca -, Rob Peace se apresenta para nós como um drama biográfico convencional, mas poderoso. Sem o compromisso de reinventar a roda ou florear demais, Chiwetel Ejiofor faz de seu filme uma promessa a ser cumprida. A promessa de honrar um homem – independente de seus erros; a promessa de limpar a imagem de um pai – condenado injustamente; e a promessa de garantir que essa história jamais seja apagada pelo tempo.

Se esquivando de um sentimentalismo barato na construção da trama, que poderia extinguir toda a beleza desse rapaz comum e tornar sua jornada piegas e estereotipada, Ejiofor retorna ao Festival de Sundance ainda mais ávido por histórias fascinantes. Com um olhar clínico e um estilo de direção que amadurece significativamente a cada novo projeto, Rob Peace é uma carta de despedida de uma mãe eternamente enlutada e um testamento de que, independente dos finais precoces, uma vida vivida com propósito nunca será enterrada pelas areias do tempo.

Crítica Netflix | As Três Filhas – Conflito, irmandade e luto maestrados por Natasha Lyonne, Elizabeth Olsen e Carrie Coon

Lançado em setembro de 2023 no Festival de Filme Internacional de Toronto – TIFF, As Três Filhas (His Three Daughters) é um mergulho intenso e sufocante nas emoções de três irmãs ao acompanhar os últimos dias de vida de seu pai. Adquirido pela Netflix, o longa de Azazel Jacobs chega ao streaming no próximo dia 20 de setembro, depois de uma curta estreia nos EUA em 6 de setembro, visando a temporada de prêmios. 

Para compor esta tocante narrativa, Azazel Jacobs escalou uma das três melhores atrizes de suas gerações, todas com currículos premiados e atuações marcantes, tanto em filmes quanto em séries: Natasha Lyonne (Boneca Russa), Elizabeth Olsen (Amor e Morte) e Carrie Coon (The Leftovers). Direcionando-nos para um ambiente claustrofóbico de um apartamento em Nova York e planos fechados em seus personagens, o diretor e também roteirista nos coloca dentro das inquietações, confusões e lamentos dessas três irmãs. 

 As Três Filhas
As Três Filhas reúne Natasha Lyonne, Elizabeth Olsen e Carrie Coon

Desde os primeiros segundos pelo seu monólogo mecânico de passo a passo, a primogênita Katie (Carrie Coon) apresenta-se como pragmática e, um pouco, ditadora, enquanto Rachel (Natasha Lyonne) encara o vazio impassível, sem pronunciar uma palavra. Em seguida, uma terceira cadeira é adicionada à conversa, a caçula Christina (Elizabeth Olsen) com sua fala meiga anuncia o sono do pai no outro quarto, mas os olhares delas nunca se cruzam. 

Em estado paliativo, Vincent (Jay O Sanders) é o ponto de interseção entre essas três mulheres, cada uma com sua personalidade bem definida por seus movimentos, pronúncias e palavras. A tensão em torno da iminente morte nos apresenta uma atmosfera caótica, na qual Katie e Christina deixam seus novos lares para juntar-se à Rachel no antigo apartamento da família, porém trazem consigo pesares atuais e traumas do passado misturados a julgamento e culpa. 

As Três Filhas
As Três Filhas fala de conflitos, irmandade e luto

Como é sentir-se órfão depois de adulto? Numa abordagem sobre os sentimentos de amor e conflito no seio familiar, a morte é um tema que une fisicamente as pessoas, mas separa as emoções. Cada uma busca gerar os seus próprios dilemas em dispersão, enquanto Katie cozinha como a dona da casa, Christina expõe os problemas com sua única filha, e Rachel passa os dias enrolando baseados. 

A figura do pai em questão é uma incógnita, apresentada somente em um derradeiro e revelador momento. Este pai presente em todas as conversas, mas ausente em cena é uma construção consciente à brincar com o imaginário do espectador. Quem é esse homem que criou essas mulheres? Há partes dele em cada uma delas? Qual será o seu legado a partir dessas pessoas? 

Se nos apoiarmos na teoria psicanalítica de Freud, a figura do pai é a função de comando e o que gera o indivíduo adulto. Desse modo, é preciso matar simbolicamente o pai para amadurecer psiquicamente, ou seja, a morte do progenitor é o que daria seguimento a construção dessas mulheres. As Três Filhas trabalha esse conceito de forma emblemática dentro de uma calorosa narrativa tragicômica e, claro, melodramática. 

As Três Filhas
Diretor e roteirista Azazel Jacobs escolheu as atrizes uma por uma

A parte cômica é construída pelo embate das emoções de cada personagem e a ótima desenvoltura das atrizes ao expressar toda essa ebulição, atritos e explosão, algo familiar a todos os seres vivos. A partida deste pai gera uma disputa de substituição de uma figura de autoridade entre elas, mas também de dúvida sobre como prosseguir sozinhas, ou melhor, sem este elo paterno. 

Conduzidos pela trilha sonora agridoce de Rodrigo Amarante, ex-integrante da banda Los Hermanos, As Três Filhas paulatinamente nos conquista e entristece, em meio ao silêncio e o incessante apito do monitor cardíaco no quarto do pai. A cena final é melancolicamente emoldurada pela canção In Time, do cantor e compositor carioca.

Lançado no Festival Internacional de Filme de Toronto – TIFF 2023, As Três Filhas chega aos cinema norte-americanos dia 6 de setembro e ao Brasil no dia 20 de setembro, na Netflix

‘Deadpool 2’ recebe críticas negativas em sessões-teste: “uma grande bagunça”

Essa semana o ator Josh Brolin revelou que ‘Deadpool 2’ está passando por algumas refilmagens e, ao que tudo indica, a decisão foi tomada após o aguardado filme ter recebi algumas reações negativas em sessões-teste.

O site Movie Web relatou que a sequência está sendo descrita como “uma grande bagunça”, além de vários personagens terem sido desperdiçados.

O jornalista Jeremy Conrad, do site ManaByte também relatou em seu twitter sobre a exibição do filme e sua recepção ruim, apagando os tweets depois.

“A Fox exibiu Deadpool 2 essa noite (e não Fênix Negra outra vez) e… fiquei perplexo! A primeira reação não foi o que eu estava esperando ouvir”

Então um seguidor perguntou o que tinha de tão ruim no filme, e o jornalista respondeu:

“Tem meia hora a mais que o primeiro filme. E nenhuma trama em boa parte disso. Vanessa foi desperdiçada. As cenas pós-créditos são a melhor coisa do filme”

Conrad também comenta que o que assistiu de ‘X-Men: Fênix Negra’ foi melhor que ‘Deadpool 2’. Vale destacar que tudo ainda não passa de um rumor e que novas informações oficiais devem sair em breve.

Enquanto isso, conheça a história do vilão Cable (Josh Brolin) com o novo trailer do filme:

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ foi escrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds.

Na trama da sequência, depois de sobreviver a um ataque bovino quase fatal, um chefe de cafeteria desfigurado (Wade Wilson) luta para alcançar seu sonho de se tornar o barman mais quente de Mayberry, enquanto também aprende a lidar com sua perda de paladar. Procurando reencontrar seu gosto pela vida, junto com um capacitor de fluxo, Wade precisa lutar contra ninjas, Yakuza, e uma alcateia de caninos sexualmente agressivos, enquanto faz uma jornada pelo mundo para descobrir a importância da família, amizade e sabor – encontrando um novo gosto para a aventura e ganhando o cobiçado título de Melhor Amante do Mundo em sua caneca de café.

O filme do anti-herói teve sua estreia antecipada e agora chega aos cinemas em 18 de maio de 2018.

Assista aos teaser trailers:

Unicórnio

(Unicórnio)

Elenco:

Patrícia Pillar

Bárbara Luz

Zé Carlos Machado

Direção: Eduardo Nunes

Gênero: Drama

Duração: 124 min.

Distribuidora: Vitrine Filmes

Orçamento: R$ — milhões

Estreia: 16 Agosto de 2018

Sinopse:

Na trama, Maria está sentada num banco ao lado de seu pai e a conversa que eles têm ali conduz a narrativa do filme. Acompanhamos a história na rústica casa de campo, onde ela mora com a mãe e aguardam a volta deste mesmo pai. A relação entre Maria e a sua mãe muda com a chegada de um outro homem.

Curiosidades:

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Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

Relembre ‘1893’, terceiro episódio da 2ª temporada de Loki

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS]

Se você ainda não assistiu o terceiro episódio da segunda temporada de Loki, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

Leia também: Crítica | 3º episódio da 2ª temporada de ‘Loki’ trabalha a ficção para trazer novos mistérios

O episódio começa com a Juíza Ravonna Renslayer voltando para Chicago, em 1868. Junto da Senhorita Minutos, ela tem a missão de entregar um pacote misterioso num casebre de madeira. Segundo a Senhorita Minutos, essa é uma ordem direta dada pelo próprio Aquele Que Permanece, momentos antes de ser morto pela Sylvie.

A pacote para nas mãos de um garotinho, que abre a embalagem, revelando que elas entregaram o manual de funcionamento da AVT. Aquele que o Ouroboros escreveu e que descreve detalhadamente o funcionamento de todo o maquinário e regras de funcionamento da Agência de Variância Temporal.

No presente, Mobius, Loki, OB, Casey e B-15 debatem o que fazer para impedir o colapso do Tear Temporal, que precisa da Aura Temporal de seu criador, o falecido Aquele Que Permanece, para ser acessado e modificado. A alternativa é convencer a foragida Senhorita Minutos a liberar o acesso. Então, eles procuram pelo sinal temporal da Ravonna, que foi vista pela última vez com a reloginho, e descobrem que ela teve dois registros recentes no mesmo lugar, mas em dois anos diferentes: Chicago, em 1868 e 1893.

Loki e Mobius viajam para 1868 e não encontram nada. Então pulam para 1893, quando aconteceu a Feira Mundial de Chicago. Enquanto Mobius quer explorar os pavilhões do mundo, repletos de comidas e bebidas diferentes, Loki quer fazer uma missão mais rápida. Eles leem em um jornal sobre um fantasma em forma de relógio assombrando a cidade. A dupla vê uma placa que anuncia a apresentação de Victor Timely e suas maravilhas temporais.

Loki e Mobius entram no auditório, onde Ravonna e Senhorita Minutos estão disfarçadas. Elas querem falar com Victor Timely, que é a versão adulta do garotinho para quem entregaram o manual da AVT. Só que ele faz uma apresentação com o protótipo do Tear Temporal, dizendo ser uma máquina capaz de moldar o tempo e gerar energia para iluminar o país inteiro. Isso desperta o interesse de investidores, que tentam comprar a patente da máquina.

Loki entra em choque ao perceber que Timely é uma variante de Aquele Que Permanece. Lembrando que o falecido alertou ao Deus da Trapaça, momentos antes de morrer, que seu assassinato culminaria na vinda de variantes dele sem escrúpulos, instaurando uma guerra no Multiverso. Em meio aos assédios dos investidores, Ravonna, Loki e Mobius tentam falar com Victor, que aceita uma oferta e sai correndo com o dinheiro. Na perseguição, Loki é esbarra e é ameaçado por um brutamontes, que quer descer a porrada nele. Sem perder tempo, Loki usa sua magia para trocar o grandão de lugar com um leitão que estava preso em uma gaiola.

No fim das contas, Victor estava correndo porque sabia que não havia tecnologia avançada o bastante para transformar o Tear em realidade. E assim que percebeu o mesmo, o investidor saiu correndo atrás do charlatão. Ravonna, Loki e Mobius o abordam ao mesmo tempo, mas precisam correr atrás dele, que começa a fugir dos capangas dos empresários que ele enganou na feira.

Timely os engana novamente prendendo os capangas na roda gigante da feira. Loki tenta conversar com ele, mas Sylvie surge repentinamente pronta para matar Victor. Os três entram na roda gigante, com Loki tentando proteger o inventor charlatão. O Deus da Trapaça revela que eles precisam de Victor para salvar a AVT, o que deixa o rapaz boquiaberto. Sylvie quer matar a variante e diz que não se importa com a AVT. Do lado de fora, Ravonna conversa com Mobius e diz que não existe a menor chance de trabalharem juntos novamente. Sylvie explica pro Loki que Victor teve seu destino alterado pela própria AVT, revelando que ele teve acesso ao manual. E isso só mostra como a agência segue roubando o livre arbítrio das pessoas, já que ele seria um ninguém sem o livro.

O embate entre Loki e Sylvie estoura a cabine, jogando Victor para fora. Ravonna vai até ele e usa a Senhorita Minutos, que se transforma em um holograma gigante de relógio fantasma para assustar a multidão.

Na casa de Victor, o inventor mostra suas invenções para Ravonna e vai lentamente se apaixonando por ela. Isso desperta o ciúme da Senhorita Minutos. A duplinha do mal explica a Victor que uma variante dele criou a AVT, mas foi morto pelas variantes do Loki, criando uma série de realidades que estão se chocando. Ravonna diz que irá protegê-lo.

Os capangas chegam à casa de Victor, que fala que eles precisam fugir para o laboratório dele antes de viajarem no tempo. É lá que ele guarda sua maior invenção. Enquanto atravessam o rio de barco, Victor conta que anota todas as ideias no guia da AVT, flertando com Ravonna. A ex-juíza diz que foi ela quem entregou o caderno no passado, o que causa a ira da Senhorita Minutos. Timely diz sonhar em conhecer o autor do livro, Ouroboros, e que teve uma ideia que pode ajudá-los no problema das múltiplas realidades: um multiplicador de transferências. Após a conversa, ele entrega uma flor de origami pra Ravonna, que o trata apenas como um parceiro de negócios.

Enquanto Ravonna dormia, Victor a despacha em um bote no meio do rio após a Senhorita Minutos convencê-lo de que a moça não era confiável. No laboratório, o inventor começa a mostrar suas invenções ao buscar o protótipo. Só que a Srta. Minutos começa um papo muito desconfortável sobre ser apaixonada por ele e a reclamar que mesma tendo dado vida e livre arbítrio para ela, ele sempre a privou de ter um corpo humano físico. O inventor diz que não sabe como fazer isso para ela, causando um pequeno surto psicótico nela. Ele corre e a prende.

Então, Ravonna aparece com uma arma energética, dizendo ter sido traída e que agora ele está sob seu controle. Na mesma hora, Loki e Mobius aparecem para impedir que Ravonna o machuque. Então, Sylvie surge novamente para matar Victor, afastando os outros na sala.

Victor diz a Sylvie que não fez nada ainda. E que quem fez as coisas terríveis não foi ele. Timely diz que pode fazer suas próprias escolhas e que não é o homem que ela pensa que ele é. Isso afeta Sylvie em nível pessoal, já que essa é sua crença e a motivação que usou para ir até o Fim do Tempo para derrotar Aquele Que Permanece. Cheia de ódio, ela se enxerga nele e diz a Loki para tirá-lo dali. Mobius abre um portal para a AVT e faz o inventor atravessá-lo. De frente para Ravonna, Sylvie decide não matá-la para consumir sua vingança, apenas desce a porrada nela e decide prendê-la no Fim do Tempo.

No Fim do Tempo, Ravonna e Srta. Minutos encontram o corpo apodrecido de Aquele Que Permanece e começam a conversar. A Minutos diz que ele foi um tolo em transformar a criatura que sabe de todos os seus segredos em uma inimiga. Ela olha para Ravonna e diz que também sabe o maior segredo dela, mas que se contar, ela ficará muito irritada.

E aí, que segredo é esse?

Os novos episódios de Loki estreiam toda quinta no Disney+.

Crítica 2 | O Convento – Filme Foca no Terror Mas Acerta no Drama Religioso

Filme de terror aqui no CinePOP é sempre prioridade, e, a bem da verdade, mesmo nos controlando a gente acaba criando alguma expectativa quando ouvimos sobre um novo lançamento. É que a gente curte muito esse gênero, então, sempre que tem um lançamento nós damos um jeito de assistir. Foi assim que chegamos na cabine de imprensa para conferir ‘O Convento’, a nova produção do gênero que já está em exibição nos cinemas nacionais.

Grace (Jena Malone) é uma jovem mulher que mora sozinha em seu apartamento em sua rotina. Em determinado momento ela recebe uma ligação que a pega desprevenida: a voz do outro lado da linha lhe comunica o falecimento de seu irmão, Michael (Steffan Cennydd), que era padre num convento. Pior ainda: o investigador desconfia que Michael tirara própria vida. Indignada com essa linha de pensamento Grace decide ir até o local tirar a história a limpo. Porém, ao chegar lá, as informações que recebe são um bocado suspeitas, e episódios sinistros passam a acontecer, com ela desmaiando e em seguida acordando sem lembrar de nada. Decidida a saber a verdade mesmo que isso desperte dolorosas lembranças, Grace irá até o fim para descobrir o que aconteceu com seu irmão.

O Convento’ tem apenas uma hora e trinta de duração, e é suficiente para a sua proposta. O roteiro de Laurie Cook e Christopher Smith não se arrisca para muito longe de uma linha narrativa segura e progressiva, de modo que o espectador não terá dificuldades em seguir a história contada pelo ponto de vista da protagonista. Os três atos não são exatamente bem marcados, mas sim intercalados com memórias da personagem Grace sobre seu passado, e, com o avançar dos acontecimentos, essas memórias vão fazendo mais sentido para o espectador à medida em que se revelam os seus contextos.

Um dos quesitos que se destacam nesta produção é a fotografia; como bem pode ser visto no pôster do filme esta técnica faz um bom uso dos elementos cristãos religiosos em contraste com o vermelho sangue da proposta de terror da produção.

Passado em um convento na Escócia e com um elenco pouco conhecido o filme se esforça em tentar construir um ambiente de suspense com pinceladas de terror, mas o resultado é que ele acaba focando muito mais um tom dramático, que é interferido por questões da religião cristã. Ou seja 2/3 do filme se dedica em desvendar o mistério da protagonista, mas o faz em tom dramático, sem jump scare e, a bem da verdade, com poucas propostas de sequer produzir um susto. Então, quando o mote religioso entra no plano, ele acaba se tornando apenas o elemento opositor da história, um conflito que se explica, mas não se aprofunda.

Ainda que com um plot twist interessante no final, faltou um bocado de terror para que ‘O Convento’ pudesse fazer peso na categoria. O filme de Christopher Smith traz uma história interessante que se desenvolve com um pouco de espalhamento de sangue e algumas mortes, mas nada além disso. Cumpre seu papel de entreter e só.

‘Capitã Marvel’: Brie Larson quer Ms. Marvel para a sequência

Projeções antecipadas para ‘Capitã Marvel’ declaram que o filme pode abrir com 100 milhões de dólares na bilheteria e, caso isso realmente aconteça, a sequência já estará em vias de ser confirmada.

E caso a continuação ganhe vida, Brie Larson deixou claro que tem uma pessoa em mente para acompanhá-la nas próximas aventuras da super-heroína: Ms. Marvel. A atriz fez a declaração durante uma conferência de imprensa para o longa-metragem e foi questionada com qual herói gostaria de trabalhar.


Recentemente, a Marvel revelou o tempo de duração de ‘Capitã Marvel‘: o filme terá 124 minutos (2h04).

Para comparação, ‘Vingadores: Guerra Infinita‘ atingiu a marca de 2h40 de duração – sendo a produção mais longa da Marvel, o filme solo de ‘Pantera Negra‘ teve 2h15 de tempo de tela.

O último filme lançado foi ‘Homem-Formiga e a Vespa‘, com 1h59 de duração.

A classificação indicativa é PG-13, para maiores de 13 anos.

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ estreia em 7 de março de 2019 no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

‘Inspetor Bugiganga’: Disney está desenvolvendo filme em live-action da clássica série animada

E a onda de remakes em live-action dos estúdios Walt Disney ainda está longe de acabar.

Segundo o Collider, a companhia está desenvolvendo um filme em live-action da clássica série animada ‘Inspetor Bugiganga’, com Dan LinJonathan Eirich responsáveis pela produção. A dupla é conhecida por seu trabalho no remake ‘Aladdin’.

Mikey DayStreeter Seidell, de ‘Saturday Night Live’, assinam o roteiro. Eles também estão a encargo da releitura de ‘Esqueceram de Mim’ para o Disney+.

A história gira em torno de um policial desastrado cujo corpo tem braços e pernas robóticas, bem como outros apetrechos eletrônicos. Sua sobrinha Penny e seu cachorro Cérebro o ajudam a resolver crimes e a encontrar seu arqui-inimigo, Dr. Claw.

Matthew BroderickRupert Everett estrelaram a primeira adaptação da série em 1999, que arrecadou 134 milhões de dólares mundialmente.

Não se sabe quando as filmagens irão começar.

Personagens de ‘O Rei Leão’ ganham versões humanizadas em INCRÍVEIS desenhos; Confira!

É um fato dizer que ‘O Rei Leão’ é um dos filmes mais adorados de todos os tempos e, ganhando sua versão em live-action no ano passado, reacendeu a chama que fez com que nos apaixonássemos pela jornada de Simba através da savana africana.

E, para eternizar ainda mais os icônicos personagens do longa, o ilustrador freelancer Marco Bernard, que atualmente vive em Los Angeles, Estados Unidos, deu aos animais uma versão mais modernizada e humanizada, transformando-os em criaturas no auge fashion do Brooklyn e do Harlem.

Confira o resultado final abaixo:

Enquanto isso, você pode conferir o remake de ‘O Rei Leão’ na Amazon Prime Video. A animação, por sua vez, está disponível no Google Play e no Telecine.

 

‘Pódio para Todos’: Documentário sobre as Paraolimpíadas ganha cartazes oficiais; Confira!

Netflix divulgou os cartazes oficiais de ‘Pódio para Todos’, novo documentário que explora a importância dos Jogos Paralímpicos.

Confira, junto ao trailer:

Ian BonhôtePeter Ettedgui comandam a produção.

‘Pódio para Todos’ conta a história extraordinária dos Jogos Paralímpicos. Dos escombros da Segunda Guerra a terceiro maior evento esportivo do planeta, as Paralimpíadas deram início a um movimento global que continua mudando a perspectiva da sociedade sobre deficiência, diversidade e potencial humano. 

O filme estreia no dia 26 de agosto.

‘A Descoberta das Bruxas’: Está na hora de escolher um lado da guerra no novo teaser da 2ª temporada

Através do Twitter, a plataforma de streaming Shudder divulgou um novo e breve teaser oficial da 2ª temporada da série ‘A Descoberta das Bruxas‘ (A Discovery of Witches).

Confira:

O novo ciclo irá estrear no dia 09 de janeiro.

Vale lembrar que a primeira temporada está disponível na Globoplay!

A série é baseada em uma trilogia de livros escritos por Deborah Harkness.

Diana Bishop, historiadora e bruxa, acessa Ashmole 782 e sabe que ela deve resolver seus mistérios. Ela recebe ajuda do enigmático Matthew Clairmont, mas ele é um vampiro e as bruxas nunca devem confiar em vampiros. Em um mundo onde relações entre espécies diferentes é proibido, eles terão que arriscar suas próprias vidas pelo que sentem.”

Teresa Palmer (‘Quando as Luzes se Apagam‘) e Matthew Goode (‘Downton Abbey‘) estrelam.

‘The English’: Emily Blunt será uma mãe em busca de vingança no novo western da Amazon e da BBC

Segundo o The Wrap, a aclamada atriz Emily Blunt (‘O Retorno de Mary Poppins’, ‘Um Lugar Silencioso’) vai estrelar a nova série western intitulada ‘The English’, que será realizada entre a Amazon e a BBC.

Descrita como um épico faroeste de alta-voltagem, a obra é escrita e dirigida por Hugo Blick e terá seis episódios de uma hora cada.

Ambientado no mítico cenário do Meio-Oeste estadunidense em 1980, ‘The English’ gira em torno de Cornelia Locke, uma mulher britânica que chega a um novo país em busca de vingança contra o homem que julga responsável pela morte do filho. Cornelia, então, cruza caminho com Eli Whipp (Chaske Spencer), um ex-soldado e membro de sangue da Nação Pawnee, e ambos se unem e descobrem uma história compartilhada que deve ser derrubada a qualquer custo – se um deles pretende sobreviver.

O restante do elenco conta com Rafe SpallTom HughesStephen ReaValerie PachnerToby JonesCiaran HindsMalcolm StorryNichola McAuliffeSteve WallSule RimiCristian Solimeno.

Greg Brenman entra como produtor ao lado de Blick e Blunt.

As gravações já estão ocorrendo na Espanha. ‘The English’ ainda não tem data de estreia confirmada.

‘Entre Facas e Segredos 2’ será diferente do primeiro filme, afirma Daniel Craig

No mês passado, as filmagens da aguardada sequência ‘Entre Facas e Segredos 2’ chegaram ao fim.

Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, o astro Daniel Craig, que reprisa seu papel como Benoit Blanc, disse que o longa-metragem é ainda melhor que o primeiro – e que será bem diferente.

“Tenho muita sorte de ter [o diretor e roteirista] Rian [Johnson] em minha vida”, ele comentou em entrevista à Empire“Ele é um ótimo escritor. O roteiro chegou às minhas mãos e eu fiquei: ‘está brincando comigo?’. Eu não conseguia acreditar que ele queria que eu fizesse aquilo. […] Ouso dizer que é melhor? Veremos. Não quero testar o destino. É diferente e isso é ótimo. Ainda é um mistério de Benoit Blanc, mas é bem diferente. Estou animado sobre isso”.

A sequência estreia na Netflix em 2022.

O elenco de ‘Entre Facas e Segredos 2‘ conta com também com Edward Norton (‘O Incrível Hulk’), Kathryn Hahn (‘WandaVision’), Janelle Monáe (‘A Escolhida’), Dave Bautista (‘Guardiões da Galáxia’), Kate Hudson (‘Nine’), Madelyn Cline (‘Outer Banks’), Leslie Odom Jr. (‘Uma Noite em Miami’), Jessica Henwick (‘Game of Thrones’) e Ethan Hawke (‘Boyhood’).

O filme original recebeu uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original e se tornou uma das obras mais aclamadas de 2019.

Com orçamento de apenas US$40 milhões, a produção arrecadou mais de US$300 milhões mundialmente.

‘The Baby’: Minissérie da HBO sobre bebê assassino ganha teaser oficial e data de estreia; Confira!

HBO e a HBO Max divulgaram recentemente o teaser oficial de ‘The Baby’, minissérie que gira em torno de um bebê assassino.

Além disso, foi revelado que a produção tem estreia agendada para o dia 24 de abril na plataforma de streaming e na emissora.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

A série foi criada por Lucy GaymerSian Robins-Grace e conta com oito episódios.

Quando Natasha, de 38 anos, inesperadamente se vê tomando conta de um bebê, sua vida de fazer o que bem entender implode. Controlado, manipulativo e dotado de poderes violentos, o bebê transforma a vida de Natasha em um show de horrores. De onde ele veio? O que ele quer? E a que ponto Natasha deverá ir para voltar à normalidade? Ela não quer um bebê. O bebê a quer.

Michelle de Swarte estrela a produção. Amira GhazallaAmber GrappyBertie George VennGenesis LyneaTanya ReynoldsIsy Suttie e outros completam o elenco.

Crítica | Billy Porter faz impressionante estreia diretorial com a ótima rom-com ‘Tudo é Possível’

Billy Porter ganhou fama mundial depois de estrelar o aclamado drama ‘Pose’, conquistando inclusive uma estatueta do Emmy Award por sua icônica interpretação como Pray Tell. E, pouco depois de ter quebrado barreiras de gênero ao interpretar a fabulosa Fada Madrinha na adaptação musical de ‘Cinderela’, Porter resolveu mergulhar de cabeça no mundo cinematográfico ao fazer sua estreia diretorial com a vindoura dramédia romântica ‘Tudo é Possível’ – cujas fórmulas do gênero são utilizadas para se afastar de convencionalismos e criar uma divertida e funcional narrativa destina não só à comunidade LGBTQIA+, mas essencialmente às pessoas trans (cuja representatividade na mídia ainda permanece muito escassa).

A narrativa acompanha Kelsa (Eva Reign), uma jovem trans que navega pelo último ano do Ensino Médio antes de finalmente deixar a cidade de Pittsburgh para trás e seguir seu sonho de se tornar uma cineasta. Acompanhada de suas duas melhores amigas, ela enfrenta o dia a dia de ser uma garota taxada como diferente por uma sociedade cis-heteronormativa – dizendo que não precisa que ninguém a proteja e que, de fato, ela não procura qualquer romance. Entretanto, seu mundo vira de cabeça para baixo quando ela cruza caminho com o charmoso e adorável Khalid (Abubakr Ali), um menino que está na mesma aula de artes visuais que ela, cujos sonhos vão de encontro ao que a tradicional família muçulmana quer para ele. É nesse explosivo contexto que ambos desenvolvem um relacionamento e começam a se apaixonar um pelo outro.

A principal ideia do filme é desconstruir, assim como ‘Pose’ fez alguns anos atrás, a construção de personagens trans no cenário mainstream. Apesar de Porter não se identificar como uma pessoa trans, ele sempre se mostrou como um aliado dessa comunidade e sempre utilizou sua voz para desmantelar as barreiras entre gêneros – motivo pelo qual trata o assunto com cautela e delicadeza extremas. A própria história apresenta vários lados, desde o protagonismo bem-vindo de Kelsa, dotada de uma personalidade complexa e que, certamente, dialoga com as experiências pessoais de Reign, até como o preconceito enraizado impacta na saúde mental dela, de Khalid e de todos à sua volta. Uma das ideias exploradas, também, é o proposital choque promovido por Porter em destinar um enredo não àqueles que dominam as telas desde o surgimento do show business, e sim àqueles que ainda lutam pelo espaço que merecem.

O longa não reinventa a roda – e nem tem esse objetivo: não é surpresa, pois, que sejamos apresentados a vários “clichês”, por assim dizer: Kelsa e Khalid pertencem a mundos diferentes, a cotidianos diferentes e, por um acaso do destino, acabam se envolvendo. Mais do que isso, eles fogem dos estereótipos de “garota nerd” e “astro do esporte”, como visto inúmeras vezes no cinema e na televisão, posando como pessoas que têm seus próprios sonhos, vontades e obstáculos a serem enfrentados. E é dentro desse cosmos único e que serve como representação máxima da multiplicidade ideológica da Gen-Z que temos as investidas costumeiras do gênero exalando da tela: a princípio, esse romance inesperado floresce e encanta, até enfrentar um beco sem saída que parte de pensamentos contrastantes. Por fim, as coisas se resolvem – e é em um final fora da curva, que remonta ao elogiado musical ‘La La Land: Cantando Estações’, que o arco envolvendo o casal chega ao fim e dá espaço a um capítulo diferente.

A produção não é toda livre de deslizes, o que não é um problema gigantesco que afasta o público do enredo. Há, de fato, diálogos forçados que destoam das mensagens a serem empregadas – e que são pincelados com incursões destinadas a espectadores que agoram adentram a adolescência, infundidos em um panorama social que não aceita mais, ao menos em teoria, preconceitos idióticos que rejeitam a existência de outrem. Kelsa, inclusive, comenta que não quer apenas existir, e sim desfrutar de tudo que se desenrola à sua frente – como, por exemplo, entrar na UCLA e ir a um lugar em que as pessoas não a conheçam e não a julguem por quem foi, e sim por quem é.

Enquanto o roteiro de Ximena García Lecuona faz o possível dentro dos limites impostos pelas rom-coms adolescentes, Porter também demonstra um comando diretorial coeso o suficiente para arquitetar o que pretende: como já mencionado, não há nada de original a ser visto aqui, mas o realizador consegue unir o eficaz ao envolvente, transformando possíveis digressões rítmicas em uma exaltação do que é ser um jovem nos dias de hoje – pegando referências de ‘A Mentira’ e ‘Quase 18’ e aglutinando-as em algo pessoal, íntimo e cheio de sabor. As escolhas estéticas, que gradativamente inclinam-se para o amadurecimento de uma paleta de cores amarelada, são certeiras e contribuem para transmitir os respectivos sentimentos à audiência. E a cereja do bolo vem com a presença aplaudível de Renée Elise Goldsberry como a mãe de Kelsa, adornada em uma rendição irretocável.

A estreia de Billy Porter na cadeira de direção é impressionante e premedita um novo lado da frutífera carreira de um dos maiores astros da indústria do entretenimento. ‘Tudo é Possível’ não vai muito além da curva – mas o resultado é tão competente que nos faz esquecer das fórmulas e comprar essa antêmica história de superação, empoderamento e amor.

‘Os Fabelmans’: Cinebiografia de Steven Spielberg ganha novo cartaz INCRÍVEL; Confira!

‘Os Fabelmans’, autocinebiografia dirigida e escrita por Steven Spielberg, ganhou um novo cartaz incrível e nacional.

Confira:

O longa fez um grande sucesso depois de estrear no Festival de Toronto e conquistou nada menos que cinco indicações ao Globo de Ouro 2023.

A produção disputa nas categorias de Melhor Filme – DramaMelhor RoteiroMelhor Direção para Spielberg, Melhor Atriz para Michelle WilliamsMelhor Trilha Sonora para John Williams.

Os vencedores serão anunciados no dia 10 de janeiro.

O filme, por sua vez, chega aos cinemas nacionais no dia 12 de janeiro de 2023.

Assista ao trailer:

O elenco é formado por Paul Dano, que interpreta o pai de Spielberg; Sam Rechner, que dá vida a um colega de classe de Spielberg quando mais novo; Julia Butters, que vive uma das irmãs do realizador; Seth Rogen como o tio favorito do diretor; e Michelle Williams, que encarna uma versão figurativa de sua mãe.

O lendário cineasta David Lynch também aparecerá no longa-metragem.

Jeannie BerlinHadassah FabelmanRobin BartlettKeeley Karsten e outros completa o elenco.

A produção da Amblin Entertainment marca a primeira vez que Spielberg atua como roteirista desde o ‘A.I. – Inteligência Artificial’ (2001).

O cineasta assume a função em parceria com Tony Kushner, que colaborou com ele escrevendo o roteiro da cinebiografia ‘Lincoln‘ (2012).

Ambos também vão atuar como produtores junto com Kristie Macosko Krieger.

John Williams, conhecido por seu trabalho em obras como ‘Star Wars’ ‘Harry Potter’, ficará responsável pela trilha (uma de suas últimas ao lado de ‘Indiana Jones 5’ antes de se aposentar).

Astros de ‘A Pequena Sereia’ querem filme DERIVADO focado na vilã Úrsula

remake em live-action de ‘A Pequena Sereia’ finalmente estreou nos cinemas de todo o mundo – e, agora, parte do elenco da nova versão comentou sobre o que gostariam de ver no futuro.

Em uma recente conversa com o THR (via Screen Rant), Melissa McCarthy (Úrsula) e Javier Bardem (Rei Tritão) falaram sobre como foi trabalhar junto na adaptação – e Bardem disse que adoraria estrelar um filme derivado em que seu personagem janta com Úrsula.

“Houve um momento em que [Melissa] estava entregando falas bem pesadas e elas me fizeram arrepiar. Então, não a vi como Úrsula até aquele momento, mas sabia que ela havia criado uma Úrsula única e icônica”, ele disse. “Ela trouxe tudo o que pedimos e imaginamos. Então, preciso de um spin-off sobre a Úrsula e, visto que nossos personagens são irmãos, quero uma cena com ela, jantando”.

McCarthy também comentou: “vamos colocar seis ou sete, já que estamos falando sobre isso. Vamos lá!”.

E você? Gostaria de ver um spin-off sobre Úrsula e Tritão.

De acordo com o Deadline, o remake deve arrecadar cerca de US$ 180 milhões em seu primeiro final de semana em cartaz.

O filme pode chegar a US$ 200 milhões se superar as expectativas. Desse valor, cerca de US$ 120 milhões devem vir dos Estados Unidos, o que o coloca entre as oito maiores aberturas do feriado Memorial Day.

Vale lembrar que a maior abertura de um filme da Disney lançado no feriado foi com ‘Piratas do Caribe: No Fim do Mundo‘, que arrecadou US$ 153 milhões em seu primeiro final de semana em 2007.

No ano passado, ‘Top Gun: Maverick‘ estreou no mesmo final de semana do feriado Memorial Day, e arrecadou US$ 160,5 milhões em sua abertura.

Uma jovem sereia faz um acordo com uma bruxa do mar para trocar sua bela voz por pernas humanas para que possa descobrir o mundo acima da água e impressionar um príncipe.

O elenco é formado por Halle Bailey (Ariel), Melissa McCarthy (Úrsula), Daveed Diggs (Sebastião), Awkwafina (Sabidão), Jonah Hauer-King (Príncipe Eric) e Jacob Tremblay (Linguado).

O vencedor do Oscar Javier Bardem (‘Mãe!’) será o Rei Tritão, enquanto Gugu Mbatha-Raw deve interpretar a rainha Athena. Jessica Alexander e Noma Dumezweni completam o elenco, ainda sem papéis revelados.

A obra conta com músicas do filme original animado e novas músicas de Alan Menken e Lin-Manuel Miranda. O filme é dirigido por Rob Marshall (‘Caminhos da Floresta’).

‘Rick e Morty’: Divulgado o teaser do 5º episódio da 7ª temporada; Assista!

A 7ª temporada da série animada ‘Rick e Morty‘ finalmente estreou na HBO Max e, agora, foi divulgado um novo teaser para promover o 5º episódio da aclamada atração.

Intitulado “Unmortricken”, o episódio vai ao ar em 12 de novembro.

Confira:

“Rick e Morty estão de volta e parecendo mais como eles mesmos do que nunca! É a sétima temporada e as possibilidades são infinitas: o que está acontecendo com Jerry? Summer do mal? E será que eles vão voltar algum dia para o colégio? Talvez não! Mas vamos descobrir! Há provavelmente menos urina que a temporada anterior. ‘Rick e Morty’, 100 anos! Ou ao menos até a 10ª temporada”.

Lembrando que as seis primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

A série foi criada por Dan Harmon e Roiland.

A trama gira em torno das aventuras perigosas de Rick, um cientista gênio alcoólatra, e Morty, seu neto aparentemente ingênuo, que graças as viagens interdimensionais com seu avô começa a perceber o quão complexo o mundo a sua volta pode ser e o quão desastrosas as relações de causa e efeito podem ficar.

O elenco conta com as vozes de Justin Roiland, Chris Parnell, Spencer Grammer e Sarah Chalke.

‘Mufasa’, pré-sequência de ‘O Rei Leão’, ganha imagem INÉDITA; Trailer será lançado AMANHÃ!

Walt Disney Studios divulgou uma imagem inédita de ‘Mufasa’, pré-sequência em live-action de ‘O Rei Leão’.

A foto dá destaque a uma versão mais jovem do personagem titular. Além disso, foi revelado que o trailer oficial da atração será divulgado amanhã, 29 de abril, durante o programa Good Morning America.

Confira:

O longa-metragem, anteriormente programado para o dia 05 de julho de 2024, chegará agora aos cinemas apenas em 20 de dezembro de 2024.

Durante a CinemaCon 2024, foram divulgadas cenas inéditas da pré-sequência.

Confira a descrição:

No material inédito, somos levados a uma montanha nevada, onde é-nos mostrado um bando de leões deitados. O sábio Rafiki aparece como o narrador da história e descreve o enredo como centrado em um leão que “irá mudar a vida de todos”. Diversos novos ambientes são mostrados, incluindo os pântanos da Áfricas, mais montes nevados e rios profundos. Um jovem Mufasa aparece imponente no deserto rochoso, sendo descrito pelo próprio Rafiki como um leão nascido “sem qualquer nobreza” – e que irá embarcar em uma jornada que o transformará no líder como o conhecemos.

Confira a reação do Renato Marafon e siga o CinePOP no Youtube:

O projeto é dirigido pelo aclamado cineasta independente Barry Jenkins, vencedor do Oscar por ‘Moonlight: Sob a Luz do Luar‘.

Hans Zimmer, Pharrell Williams e Nicholas Britell cuidarão das novas músicas da pré-sequência.

Além disso, o projeto terá canções INÉDITAS cantadas por leões animados que parecem leões reais.

O roteiro foi escrito por Jeff Nathanson, que também foi o responsável pelo script do original.

Aaron Pierre (‘Tempo’) fará a voz de Mufasa. Já Kelvin Harrison Jr., conhecido por ‘Luce‘, fará a voz do personagem Taka.

Para quem não conhece. Taka é o nome verdadeiro de Scar, o irmão de Mufasa que no final das contas o trai e mata na tentativa de assumir o controle do rei da Pedra do Orgulho.

Crítica | 7º episódio da 2ª temporada de ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ é um ÉPICO irretocável do começo ao fim

Depois de seis episódios de pura antecipação narrativa, ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder’ finalmente nos apresentou à tão aguardada batalha que, de forma indubitável, recairia sobre Eregion. E, após inúmeros capítulos apostando nas incursões dramáticas de cada um dos protagonistas e coadjuvantes, é certo dizer que a série se voltou com glória considerável para um capítulo recheado de ação e que, inclusive, presta homenagem à trilogia original comandada por Peter Jackson – seja nas tramas que prenuncia, seja na condução dos arcos principais. Apesar de alguns deslizes rítmicos aqui e ali, é certo dizer que “Doomed to Die”, como ficou intitulada essa mais nova iteração, é a melhor entrada da série até agora.

É certo dizer que os episódios anteriores apresentaram uma quantidade considerável de enredos a serem acompanhados, mas, como analisado nas outras críticas, sem mergulhar de cabeça em um exagero criativo e apressado. Agora, chegou a hora das tramas convergirem para um mesmo ponto – e, guiadas pelas habilidosas mãos de Charlotte Brändström na direção e do trio formado por J.D. Payne, Patrick McKay e Justin Doble no roteiro, percebemos que a série atinge seu ápice após enfrentar uma represália inexplicável por parte dos fãs mais inveterados das histórias de J.R.R. Tolkien. Como a cereja do bolo, temos o trabalho esplendoroso de um elenco estelar que se entrega ainda mais de corpo e alma aos personagens que interpreta.

Nos últimos minutos do sexto capítulo, Adar (Sam Hazeldine) e seu exército de Orcs marchava rumo a Eregion, prestes a destruir a cidade para, assim colocar um fim ao reinado de Sauron (Charlie Vickers) – não importando quem estivesse em seu caminho. Sem quaisquer avisos, os Elfos se preparam com rapidez para enfrentar, da maneira que conseguirem, o poderoso exército inimigo (que inclusive drenou o rio cercando o reino para facilitar o combate e terem maior vantagem). Porém, Sauron não está preocupado em enfrentar Adar, voltando sua atenção para o que sempre desejou: a forja dos Anéis. Aproveitando a fraca mentalidade de Celebrimbor (Charles Edwards), ele o tormenta em terminar o que começou, criando ilusões sobre Eregion que o impeçam de ver a verdade – até que o ferreiro perceba na armadilha que caiu.

Conforme as forças de Adar crescem em número e em força para atacar a fortaleza do reino, Elrond (Robert Aramayo) aparece no campo de batalha com os Elfos de Lindon para ajudar seus companheiros, crente de que Durin (Owain Arthur) aparecerá com os Anões para, enfim, terem uma chance de vencer. O que ele não esperava era que, em Khazad-dûm, as coisas estivessem prestes a ruir de uma vez por todas: o rei, embebedado pelo poder de um dos Anéis que lhe foi dado, tornou-se oblívio a qualquer tipo de ajuda a outros além dele próprio, atacando seus súditos, incluindo os mineradores, para coletar mais poder – colocando em risco a integridade dos habitantes por estar prestes a acordar uma maléfica e mortal criatura que poderia varrê-los da face da Terra-média em um piscar de olhos.

Em contraposição, Galadriel (Morfydd Clark) escapa de sua prisão sob Adar, utilizando um túnel secreto para adentrar Eregion e ajudar um alienado Celebrimbor a recuperar a confiança dos guerreiros locais – e tendo a missão de fugir com os nove Anéis forjados para os homens enquanto o ferreiro, mundo de uma vendeta pessoal contra Sauron, resolve enfrentá-lo em uma tentativa final de impedir que ele alcance seus objetivos. E, à medida que Galadriel foge de Eregion, Elrond percebe que as forças de Durin não aparecerão para ajudá-los a ganhar a batalha – rendendo-se, inconscientemente, ao levante agourento das forças das Trevas.

Ainda que a trama envolvendo o Estranho (Daniel Weyman), Nori (Markella Kavenagh) e Poppy (Megan Richards) tenha sido deixada em segundo plano, assim como o enredo sobre Númenor, o público percebe que a escolha foi certeira para dar tempo de sobra para explorar a guerra de Eregion. Brändström singra com meticuloso cuidado por cada uma das sequências arquitetadas, aproveitando a impecável fotografia e o clímax narrativo para nos envolver do começo ao fim em um dos episódios mais épicos do ano. Ela, inclusive, permite que Arondir (Ismael Cruz Córdova) e Gil-galad (Ben Walker) tenham seu momento de glória, lutando lado a lado para um bem comum e dando-lhes o protagonismo que merecem para uma conclusão quase perfeita.

Contando com efeitos especiais de ponta e com homenagens a diversas produções de fantasia que se tornaram ícones da sétima arte e até mesmo da televisão, o penúltimo episódio da 2ª temporada de ‘Os Anéis de Poder’ é um deleite para os olhos e desvia de potenciais problemas de forma aplaudível – nos preparando para um grand finale digno de um sólido ciclo.

Dia Internacional das Mulheres | 11 hinos feministas para ouvir no HOJE, 08 de março

Hoje, 08 de março, celebra-se o Dia Internacional das Mulheres.

A data foi firmada como uma das mais importantes do ano para relembrar a constante luta feminina em conquistar seu espaço na sociedade e direitos iguais aos homens – tendo sido instituído nos Estados Unidos em 1909, pelo Partido Socialista da América, e sagrando-se em 1917 na extinta Rússia Imperial após protestos comandados por mulheres contra a carestia, o desemprego e as condições de vida a que eram submetidas no país.

Com comemorações que se estendem em mais de cem países, a celebração também é refletido em inúmeras esferas artísticas, principalmente a musical, onde artistas femininas lutaram e continuam lutando para serem respeitadas pela arte que criam. Ora, é só nos lembrarmos de Aretha Franklin construindo um dos maiores hinos de empoderamento da história com “Respect”, bem como as propositalmente controversas investidas que Madonna promoveu desde o início da carreira para garantir respeito para ela e para as gerações posteriores.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista separando artistas e canções femininas para você ouvir no Dia Internacional das Mulheres.

Veja abaixo as nossas escolhas:

ARETHA FRANKLIN

Música: Respect

A Rainha do Soul abre nossa lista com um lugar mais do que especial: sua presença impactante no cenário musical e como símbolo de empoderamento para as mulheres negras dos Estados Unidos alcançou níveis inenarráveis, auxiliados principalmente pela icônica e atemporal “Respect” – em toda sua narcótica envolvência do jazz e do soul.

BEYONCÉ

Música: Run the World (Girls)

Who run the world? Girls! A frase da música homônima de Beyoncé, uma das maiores performers de todos os tempos, mistura electro-popR&B e é extremamente clara em sua mensagem: as mulheres são responsáveis por controlar o mundo e, sem elas, nada do que temos seria possível.

MADONNA

Música: Express Yourself

Madonna não é a Rainha do Pop por qualquer motivo, e sim por sua capacidade de se tornar relacionável com absolutamente qualquer tipo de narrativa fonográfica. “Express Yourself”, uma de suas músicas mais conhecidas, almeja pela união das mulheres através de frases como “não aceite o segundo lugar” ou “se expresse” para incentivar o empoderamento feminino.

LADY GAGA

Música: Scheiße

Guiada pelo icônico alemão-falso que introduz a ode ao electro-pop de ‘Born This Way’Scheiße” pode até ser conhecida pela fanbase de Gaga, mas deveria ter um status maior do que realmente tem no mainstream. A vibrante produção é cortesia de RedOne, um dos frequentes colaboradores, enquanto os versos pungentes variam desde uma antêmica construção feminista até uma afeição pela libertação da sexualidade e pelo empoderamento feminino.

CINDY LAUPER

Música: Girls Just Wanna Have Fun

Facilmente um dos hinos de liberdade mais conhecidos de todos os tempos, “Girls Just Wanna Have Fun” é o marco criativo da carreira de Cindy Lauper e uma faixa que é redescoberta ano após ano pelas novas gerações. Lançada em 1983, a rendição da artista ganhou reconhecimento cultural e é utilizado até hoje como um hino feminista.

RITA LEE

Música: Pagu

A icônica Rita Lee lançou o country-rock “Pagu” como um dos singles promocionais de seu aclamado álbum ‘3001’. Através de versos pungentes mascarados com uma atmosfera sutil e dissonante, Lee fala sobre a mais pura estética do feminismo, dizedo também que as mulheres podem ser o que bem entenderem: “minha força não é bruta, não sou freira, nem sou puta” é o verso que resume a jornada crítica da canção.

PITTY

Música: Desconstruindo Amélia

“Desconstruindo Amélia” abre portas para o rock nacional ao trazer aos holofotes uma história sobre uma mulher foi criada para ser dona de casa, mãe, prendada e subserviente a uma sociedade tradicionalista e patriarcal. Felizmente, coube a Pitty distorcer a imagem idealizada e obediente que os homens têm sobre as mulheres, criticando a desigualdade de gênero em todos os seus âmbitos.

IZA

Música: Dona de Mim

IZA surgiu no cenário do entretenimento brasileiro há alguns anos e ascendeu a uma fama meteórica que lhe garantiu sucessos comerciais e críticos, incluindo a autoafirmativa mistura de synth-popfunk de “Dona de Mim”. Aqui, a cantora e compositora fala sobre, mesmo em meio a adversidades, as mulheres conseguem superar o que vier à sua frente e tirar proveito das situações mais controversas e difíceis imagináveis.

FIFTH HARMONY

Música: BO$$

Quando Fifth Harmony ainda era um grupo de extremo sucesso antes da surpreendente separação, suas músicas eram dignas de entrar para quaisquer listas de canções de empoderamento feminino. Talvez a faixa que mais represente o estilo confiante e envolvente do grupo seja “BO$$”: entrando como single do álbum ‘Reflection’, a faixa foi inclusive comparada com os primeiros trabalhos do trio Destiny’s Child.

ALICIA KEYS

Música: Girl on Fire

Exaltando um dos momentos mais pivotais de sua vida, a faixa pertence ao quinto álbum de estúdio de Alicia Keys é um microcosmos peculiar – e uma das mais marcantes e poderosas de sua explosiva carreira; tanto a versão original quanto a colaboração com Nicki Minaj exploram elementos de reafirmação como mãe, filha, artista e, principalmente, mulher – estendendo seu legado como um hino emancipatório até os dias de hoje.

SALT-N-PEPA

Música: None of Your Business

As primeiras damas do hip-hop, conhecidas como Salt-N-Pepa, não poderiam jamais ficar de fora da nossa lista. À frente de seu tempo e promeninentes nos anos 1980 e 1990, o trio levou para casa o Grammy de Melhor Performance Rap por um Duo ou Grupo pela memorável “None of Your Business”, que denuncia o slutshaming e que critica o julgamento alheio feito às mulheres.

Crítica | Chappell Roan lida com a perda de um amor com o antêmico single “The Subway”

A trajetória de Chappell Roan no cenário musical vem se mostrando bastante interessante e munida de uma organicidade inegável: afinal, após ter aberto a turnê de Olivia Rodrigo e lançado o aclamado single “Good Luck, Babe!”, a cantora e compositora foi catapultada a um estrelato que lhe rendeu milhões de fãs ao redor do mundo – e que transformou seu álbum de estreia, ‘The Rise and Fall of a Midwest Princess’, em um sleeper hit que alcançou números estrondosos e uma sólida recepção crítica. Não é surpresa, pois, que Roan tenha se tornado um dos emblemas da nova geração do cenário fonográfico, dividindo os holofotes ao lado de nomes como Sabrina Carpenter, Rodrigo e Billie Eilish.

Ativista pelos direitos das mulheres e pelos direitos da comunidae LGTBQIA+, Roan sempre fez questão de transformar cada uma de suas músicas em uma declamação extremamente íntima e pessoal que singrou entre as experiências individuais a uma dialogismo universalizante que encantou ouvintes pelo planeta – como “Hot To Go!”“Super Graphic Ultra Modern Girl”“Pink Pony Club”, apenas para citar alguns. E, após ter nos entregado uma interessante faixa country há alguns meses com “The Giver”, a performer continua a fomentar sua próxima era com o recente lançamento da ótima semi-balada antêmica “The Subway”.

Chappell já se mostrou uma competente e habilidosa compositora, principalmente com o já mencionado single “Good Luck, Babe!”, em que discorreu acerca da problemática da heterossexualidade compulsória de forma inteligente, irônica e melancólica – assinando versos potentes e memoráveis. Logo, não é nenhuma surpresa que ela tenha repetido o feito com “The Subway”: aqui, ela se une às conhecidas predileções de Dan Nigro, também responsável pela produção da faixa, para construir uma tristonha história de um relacionamento falido que ainda deixa marcas na cantora – e que a compele a tentar recuperar seu amor perdido. Ademais, a tocante lírica serve como um arauto de cura após um coração partido, abrindo espaço para os familiares arrependimentos que ganham uma máscara original e muito envolvente.

Não é difícil entender que Roan sabe muito bem o que está fazendo e age a seu bel-prazer – motivo pelo qual se entrega de corpo e alma a cada uma das canções que encabeça. Em “The Subway”, ela e Nigro puxam elementos que nos remontam à famosa canção “Somewhere Only We Know”, da banda inglesa de alt-rock Keane, para arquitetar uma atmosfera de letargia inescapável que propulsiona o eu-lírico a lidar com a perda. E isso não é tudo: Nigro, que já trabalhou com Chappell em outras iterações, também promove inclinações a “The Casual” para fomentar uma espécie de continuidade entre o que já foi e o que está por vir.

Cada uma das engrenagens funciona com perfeição invejável e estupenda, seja nos clássicos arranjos do pop e do dream-pop, seja nas referências do indie-rock e do soft-rock que pincelam o encontro entre bateria, guitarra, baixo e piano. E, guiada pelos vocais irretocáveis de Roan, a mixórdia de gêneros encontra um ponto em comum que cresce beatbeat até se encontrar com as inflexões do power-pop e nos convidar a uma jornada que preza pela catarse e pela mais profunda emoção – trazendo, além disso, uma conhecida acidez tragicômica e jogos de palavras que expande as múltiplas camadas da canção.

A beleza é a única coisa que importa no novo teaser de ‘The Beauty’, próxima série de Ryan Murphy

Foi divulgado um novo teaser oficial de ‘The Beauty: Lindos de Morrer‘, série criada pelo Ryan Murphy (‘American Horror Story’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=M9EsUeZus0M

Os três primeiros episódios serão lançados no dia 21 de janeiro, Disney+.

Rebecca Hall se junta ao elenco de ‘The Beauty’, nova série do Ryan Murphy sobre “DST da beleza”

Os agentes do FBI Cooper Madsen (Evan Peters) e Jordan Bennett (Rebecca Hall) são enviados a Paris para descobrir a verdade. À medida que se aprofundam no caso, descobrem um vírus sexualmente transmissível que transforma pessoas comuns em visões de perfeição física, mas com consequências terríveis.

A investigação os coloca diretamente na mira de chefe da Corporação (Ashton Kutcher), um bilionário da tecnologia misterioso que secretamente criou uma droga milagrosa apelidada de “A Beleza”, e que fará de tudo para proteger seu império trilionário — inclusive liberar seu executor letal, o Assassino (Anthony Ramos).

Conforme a epidemia se espalha, Jeremy (Jeremy Pope), um forasteiro desesperado, se vê preso no caos, buscando um propósito enquanto os agentes correm por Paris, Veneza, Roma e Nova York para impedir uma ameaça que pode alterar o futuro da humanidade. O que você sacrificaria pela perfeição?

A produção é baseada na graphic novel Beauty, de Jeremy Haun e Jason A. Hurley.

‘Monstro: A História de Ed Gein’: Osgood Perkins detona série de Ryan Murphy

Murphy e Matt Hodgson são responsáveis pela cocriação, roteiro e produção executiva da série.