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‘Coringa: Delírio a Dois’ é aplaudido por 11 MINUTOS no Festival de Veneza

Coringa: Delírio a Dois’ recebeu uma ovação de pé de 11 minutos no Festival de Cinema de Veneza na noite de quarta-feira, 04.

Antes da estreia, Phoenix apareceu cedo e generosamente trabalhou no tapete vermelho, tirando selfies com os fãs. Phillips pediu a um convidado que emprestasse seu leque de papel para se abanar e se refrescar nas altas temperaturas.

Segundo a Variety, Gaga chegou aos gritos de seu nome enquanto os paparazzi criavam um dos maiores frenesis do festival deste ano, com fotógrafos tropeçando uns nos outros no tapete para tirar uma foto da estrela.

Uma fã com cabelo rosa ergueu uma placa que dizia:

“Gaga, eu só quero segurar seu abraço por um tempo”.

A estrela precisou de ajuda para manobrar em seu vestido enquanto um manipulador levava sua mão aos fãs e assinava uma longa fila de autógrafos.

A estreia também contou com a presença de grandes nomes como o CEO da CAA, Bryan Lourd, e o CEO da Warner Bros. Pictures, Mike De Luca.

Enquanto Gaga descia as escadas do assento da sacada onde assistia ao filme, ela dava autógrafos para os fãs — quase causando uma debandada quando os Little Monsters italianos gritaram, “Gaga, por favor! Gaga por favor!” na esperança de conseguir uma selfie.

A adulação foi demais para Phoenix, que deixou o cinema após nove minutos de aplausos. Ele e Gaga estavam em uma conversa profunda durante a ovação de pé, aparentemente discutindo o filme. Gaga também abraçou seu noivo, Michael Polansky, duas vezes durante a celebração.

Coringa: Delírio a Dois’ é provavelmente o filme mais ousado e arriscado dos últimos anos. A sequência do longa bilionário traz uma abordagem única do icônico palhaço do crime da DC Comics, agora transformado em um musical com a cantora Lady Gaga.

E como todo filme ousado, ele dividiu a opinião dos críticos após ser exibido no 81º Festival Internacional de Cinema de Veneza.

A grande maioria dos críticos não se manifestou porque está aderindo a um embargo; alguns ignoraram isso ou não precisaram concordar com isso, o que explica por que temos as principais reações sobre a sequência.

O @Filmdreams_FD diz que a “mensagem do filme é pungente e devastadora”, mas acrescenta que o filme “não tem emoções” e “parece apenas uma resposta àquelas pessoas que pensaram que o primeiro era um elogio à violência”. 

@D-Mo afirma que “o aspecto musical parece um truque e eventualmente [se torna] cansativo”, enquanto @starboy o descreve como uma “bagunça complicada que aspira ser tudo e acaba não sendo nada”. Por fim, @detectivezinc chama Coringa: Delírio a Dois’ de “uma grande decepção”.

Em contraste, as reações nas redes sociais são muito mais positivas:

O JoBlo chamou de “O filme do ano”.

“Que performance! Que história! Que beleza! Que filme! Lady Gaga e Jaoquin Phoenix arrasaram. Todd Phillips mais uma vez prova que é o melhor dos melhores. #Coringa2 merece tudo! O que mais posso dizer?? #Joker2 é facilmente o FILME DO ANO.”, Joblo

#Coringa2 como um musical? Na verdade, funciona incrivelmente! #JoaquinPhoenix está ótimo como um #Joker cantor na grande aposta de #ToddPhillips que vale a pena, graças ao seu elenco, incluindo #LadyGaga , e à seleção surpreendente, mas perfeita e irônica de músicas. Quem diria?”, Ruben Nepales

“Ok, vou dizer isso sobre #Coringa2 sem spoilers. Ele dá continuidade a esse universo cinematográfico de uma forma que você não espera. É tudo sobre o final, espere por ele. Eu preciso da parte III! Gaga é coadjuvante, não protagonista. Mas sua personagem é a coisa real. Você verá.”, Lorenzo Ciorcalo    

Em ‘Coringa: Delírio a Dois‘, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

O filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

O filme estreia oficialmente em 04 de outubro de 2024.

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Rodrigo Aragão revela suas inspirações para o TERROR ‘Prédio Vazio’: “Evil Dead, Suspiria, Argento, Mojica”

Em entrevista ao CinePOP durante o Festival de Cinema de Tiradentes, o diretor Rodrigo Aragão falou sobre suas inspirações para o terror Prédio Vazio, que inclui Evil Dead, Suspiria, Dario Argento e José Mojica Marins, o Zé do Caixão.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Confira:

Aragão também fica responsável pelo roteiro e supervisiona os efeitos especiais do projeto.

A jovem Luna parte em uma jornada em busca de sua mãe, desaparecida no último dia de Carnaval em Guarapari. Suas buscas a levam a um antigo edifício aparentemente vazio, mas habitado por almas atormentadas.

Gilda NomacceRejane ArrudaLorena CorrêaCaio MacedoTelma LopesWalter FilhoLeonardo Magalhães estrelam.

O longa foi o vencedor do Prêmio Retrato Filmes na 28ª Mostra de Tiradentes.

5 SURPRESAS positivas no mundo das Séries em 2022

A cada ano que passa o mundo dos streamings ganha mais força com excelentes lançamentos nas dezenas de streamings disponíveis pelo planeta. Muitas vezes, em meio a tantos lançamentos badalados, não conseguimos descobrir verdadeiras preciosidades lançadas. Pensando nisso, resolvemos indicar 5 positivas surpresas no mundo das séries em 2022:

 

Reboot

As redescobertas da vida com toques de humor. Chegou esse ano na Star+ um seriado que por meio de sua proposta de metalinguagem nos leva a reflexões sobre o antes e depois de algumas pessoas que trabalham no universo de um seriado que ganhou uma nova chance após 20 anos. Camuflado de comédia, o projeto é um poderoso drama que aborda conflitos diversos que caminham na imaturidade das relações humanas. Criado por Steven Levitan, um dos criadores do sucesso Modern Family, Reboot é uma aula de abordagem à temas tabus de forma leve e inteligente.

 

Som na Faixa

A força do algoritmo contra o pensamento obsoleto. Dividido em capítulos que mostram pontos de vistas diferentes sobre a criação e consolidação do serviço de streaming de música, Spotify, Som na Faixa é uma minissérie sueca que causa seu impacto através da profundidade com que consegue gerar reflexões sobre um modelo de negócios à princípio muito contestado mas que acabou sendo algo revolucionário na indústria fonográfica. As interseções da narrativa não deixam de ser grandes embates onde o público recebe bastante informações para tirar suas próprias conclusões. Tem na Netflix.

 

O Urso

Encontros e desencontros rumo ao brilhantismo! Uma das mais surpreendentes séries lançadas em 2022, O Urso é objetivo, profundo, nos mostrando um novo cotidiano para uma série de personagens que se encontram para trabalhar em uma cozinha caindo aos pedaços em uma das maiores cidades dos EUA, Chicago. Criado por Christopher Storer, ao longo de viciantes oito episódios na sua primeira temporada, numa média de 30 minutos cada, somos testemunhas de fortes emoções e conflitos intensos que passam os excelentes personagens, além de um desfecho brilhante que só faz você querer assistir logo uma bem provável segunda temporada! Tem na Star Plus.

 

The Old Man

Caça ou caçador? Chegou recentemente ao catálogo da Star Plus, um projeto com muita qualidade quando pensamos em seriados de ação e espionagem, tendo um protagonista no terço final de sua vida, lidando com conflitos de um passado que nunca se desprendeu de sua trajetória. The Old Man e seus plot twists inesperados é um trabalho primoroso, que nos mostra uma série de conflitos que enfrentam os ótimos personagens com um ponto de interseção uma intrigante parábola sobre paternidade. Esse é um daqueles seriados que não conseguimos parar até descobrir todos os mistérios que se acumulam na ótima história. No elenco, os excelentes Jeff Bridges, John Lithgow e Alia Shawkat.

 

Slow Horses

As duras estradas para o restabelecimento da autoestima. Passando quase desapercebido no catálogo da Apple Tv+, o seriado britânico Slow Horses nos leva para o mundo da espionagem em seis episódios eletrizantes e com algumas reviravoltas. Protagonizado pelos ótimos Gary Oldman e Kristin Scott Thomas, a produção consegue um equilíbrio entre as profundezas emocionais de uma série de pessoas afetadas profissionalmente por um rebaixamento e um emaranhado de situações que envolvem os mistérios dessa primeira temporada. Surpreendente e empolgante, talvez essa seja a série que você está procurando.

Festival do Rio 2013: Blind Detective

JACKIE CHAN CEGO E INSANO

Blind Detective, ou Man Tam, é a nova obra do cultuado cineasta de Hong Kong, Johnnie To (Vingança). Exibido no Festival de Cannes desse ano, o filme aporta no Festival do Rio 2013, com certa expectativa. A produção que mistura ação, suspense, muito humor e um tom absurdo e non sense, traz o astro asiático Andy Lau (O Clã das Adagas Voadoras) como Johnston, o detetive cego do título. O carisma do ator leva a obra insana do começo ao fim. Como narrado em determinado momento pelo protagonista, sua perda de visão veio abruptamente, ao perseguir um criminoso.

Os ricos detalhes do cinema asiático chamam a atenção, e aqui o cineasta To junto com seu astro Lau, nos mostram como é a rotina desse astuto e minucioso personagem, que precisou se adaptar à escuridão. Logo na cena de abertura, percebemos o protagonista tendo como radar apenas seu sentido de olfato aguçado, na hora de seguir um suspeito acima do peso. Com um teor que o aproxima de uma grande história em quadrinhos, Blind Detective até flerta com momentos mais sérios, mas em sua maioria não deve ser encarado como projeto realístico.

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Tudo é realmente exagerado aqui, e infelizmente em vários momentos To passa do ponto. É o caso com as cenas que envolvem a recriação dos momentos finais das vítimas, ou seu padrão de comportamento, como mostrado em seriados como CSI. Aqui, no entanto, o sádico detetive sem visão, pede que sua parceira chegue ao seu limite físico, o que inclui fazer tatuagens e se mutilar. Tudo com o propósito de arrancar risadas da plateia, mas acaba criando momentos incômodos e incríveis demais. Sua parceira é apaixonada por ele, e é vivida pela gracinha talentosa, e cantora de sucesso em sua terra, Sammi Cheng (Conflitos Internos).

A química da dupla é perfeita. Cheng e Lau estão em sua melhor forma, dando tudo de si. A interação entre os dois é mais do que satisfatória, e conseguem fazer com que nos afeiçoemos a seus personagens com uma forte ligação. Mesmo que todo o resto não colabore. Blind Detective é longo demais com 130 minutos de exibição. Por diversas vezes perde o foco, tornando difícil o interesse do público. Na sessão na qual assisti ao longa foram diversas desistências, mesmo de pessoas que antes do início se mostravam empolgadas pelo prestígio do cineasta.

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A estrutura do filme é episódica, com a dupla passando de situação a situação, mesmo a investigação principal sendo apenas uma: o desaparecimento de uma menina, e a caça a um serial killer, que matou diversas mulheres. As cenas são aparentemente desconexas, tornando difícil a identificação, e nos importarmos com o que acontece na tela. Temos longas cenas insanas e alucinadas, envolvendo uma avó de cabelos vermelhos dentro do armário, com sua família em fuga, e uma grávida traída, realizando façanhas dignas de super-heróis.

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Tais momentos fazem o público achar que no duto do ar condicionado passou alguma espécie de gás entorpecente na sala de exibição. São cenas muito amalucadas, que aproximam a obra dos filmes asiáticos escrachados do astro Jackie Chan. Talvez o filme funcionasse melhor se muita coisa fosse cortada, ou realmente como um seriado. Existem também alguns momentos de brilho, em especial envolvendo os carismáticos e autênticos protagonistas. O resultado final é que a produção talvez seja recomendada apenas para os aficionados pelo cinema asiático do tipo. Todo o resto pode encontrar grande barreira.

HBO Max | Séries de Sucesso Recentes para Curtir na Plataforma

Atualmente as mais variadas plataformas de streaming já aprenderam que as séries de TV são uma das fontes mais confiáveis para aumentar substancialmente a audiência, e que grande parte do público prefere de fato maratonar seus seriados favoritos criando desta forma uma fidelidade com o respectivo canal onde tal programa é exibido. Por exemplo, os fãs de Stranger Things tem a Netflix com estima e fidelizam sua assinatura, nem que seja unicamente para assistir ao seriado juvenil de terror. Com a Amazon Prime Video ocorre o mesmo com os fãs do mega sucesso subversivo The Boys. E por aí vai. Mas quando falamos em séries de qualidade, é preciso respeitar os mais velhos. E a HBO, que surgiu como canal a cabo, construiu desde cedo uma reputação de bons programas, exibindo extrema qualidade em produções ainda na década de 90, por exemplo, como Sex and the City e Família Soprano. De lá para cá vieram inúmeros fenômenos, em especial Game of Thrones, um verdadeiro tsunami de popularidade.

Demonstrando que a empresa segue em sua linha de excelência, agora no formato do streaming HBO Max, separamos para você algumas das mais recentes séries da plataforma, que igualmente deram e estão dando o que falar junto aos fãs, se tornando os mais recentes acertos da casa. Confira abaixo.

Leia também: HBO Max | Sucessos Recentes do Cinema para Curtir na Plataforma

Westworld – 4ª Temporada

Uma das séries mais populares da atualidade, Westworld estreou em 2016, no mesmo ano do sucesso Stranger Things da rival Netflix. E assim como a concorrente, exibe em 2022 sua quarta temporada. Enquanto o programa rival citado já chegou ao seu desfecho, a quarta de Westworld, que teve lançamento no dia 26 de junho, já exibiu seis dos oito episódios de sua mais recente temporada – faltando dois para o finale, que serão exibidos nos dias 7 e 14 de agosto respectivamente. A série é criação do casal Jonathan Nolan (irmão de Christopher Nolan) e sua esposa Lisa Joy, e está completa disponível na HBO Max.

Euphoria – 2ª Temporada

Um dos maiores sucessos recentes da HBO Max e que ajudou a cimentar o status de Zendaya como uma das mais talentosas e carismáticas jovens estrelas da atualidade, Euphoria se tornou febre graças ao seu jeito “sincerão” de abordar questões relacionadas aos adolescentes, como relacionamentos abusivos, drogas, sexo e os mais variados tópicos controversos. Sabe a forma como The Boys, da Amazon, tratou o tema “batido” dos super-heróis de forma única e nunca antes apresentada? Pois bem, Euphoria fez o mesmo com produtos voltados ao público teen, que promete chocá-los de tal forma que precisarão da aprovação dos pais para assistir. A segunda e tão aguardada nova temporada teve sua estreia em janeiro deste ano, chegando ao season finale em fevereiro com seus oito episódios. A terceira já está confirmada.

Irma Vep

A vencedora do Oscar Alicia Vikander é quem estrela essa minissérie em oito episódios criada pelo francês Olivier Assayas, baseado em seu próprio longa-metragem de sucesso cult lançado em 1996. Por sua vez, ambas as produções têm como base o clássico do cinema francês de 1915, da era do cinema mudo, Les Vampires. Na trama, Vikander protagoniza como Mira Harberg, uma atriz em busca de um novo grande sucesso, cansada de sua carreira e dos papeis que geralmente oferecem a ela. Para isso, ela topa participar de uma produção conceitual arriscada, saída da mente alternativa do cineasta René Vidal (Vincent Macaigne), um gênio louco da sétima arte. A série estreou no dia 6 de junho e chegou ao fim no dia 25 de julho.

And Just Like That

A onda dos revivais de séries adoradas de TV pegou até mesmo uma das mais queridas do público de todos os tempos. Trata-se da série muito girl power Sex and the City – um marco da Televisão do fim dos anos 90. Tendo chegado ao fim, após seis temporadas, em 2004, por anos se falou sobre uma possível continuação para este programa sobre quatro amigas privilegiadas vivendo em Manhattan, que passam seus dias discutindo sobre relacionamentos enquanto tomam drinks. O sucesso gerou dois longas-metragens estrelados por elas, em 2008 e em 2010. Agora, quase 20 anos depois do fim da série, a HBO Max tirou da cartola o retorno de Sarah Jessica Parker e sua trupe, um pouco mais velhas, e sem título Sex and the City – o programa agora se chama And Just Like That. Outra diferença é a ausência de Kim Cattrall, que vivia a despudorada Samantha – fazendo das amigas agora um trio e não mais um quarteto. A série estreou sua primeira temporada em dezembro do ano passado, vindo a finalizar em fevereiro deste ano – e já tem um segundo ano garantido.

As Últimas Estrelas do Cinema

Uma das séries mais interessantes a estrear esse ano na HBO Max, The Last Movie Stars (no título original) é uma ode a um dos casais mais lendários da história de Hollywood: Paul Newman e Joanne Woodward. Durante a pandemia uma das filhas do casal entrou em contato com o ator e cineasta Ethan Hawke para que ele dirigisse um documentário sobre a vida dos ídolos da sétima arte. Hawke então ficou sabendo sobre uma série de fitas de áudio de entrevistas realizadas entre o casal, nas quais eles abriam honestamente sobre os mais variados tópicos, sem enrolação. Atrás da transcrição destas fitas, Hawke, com a ajuda da nata de Hollywood, resolve compor uma espécie de peça realizada através de webcams. No projeto, George Clooney dá voz a Newman, e Laura Linney vive Woodward.

Pacificador

Um dos maiores sucessos do ano quando falamos em séries de TV, e não apenas da plataforma HBO Max, mas de todos os lançados nesta primeira metade de 2022, Pacificador adapta para as telinhas o incorreto justiceiro da DC nas formas do grandalhão John Cena. O personagem surgiu pela primeira vez interpretado pelo ator no filme O Esquadrão Suicida (2021), sucesso de crítica, escrito e dirigido pelo midas de Hollywood, James Gunn. É o próprio diretor o responsável por levar o personagem para a TV, agora como protagonista de sua própria história. Gunn escreveu e dirigiu 5 dos 9 episódios da primeira temporada, que estreou no dia 13 de janeiro, e chegou ao fim no dia 17 de fevereiro. Tamanho sucesso garantiu a segunda temporada para 2023.

A Escada

Documentários seriados sobre crimes devastadores reais estão mais populares do que nunca. Aumentando ainda mais o hype em torno destas tramas por vezes misteriosas, temos também o filão das minisséries fictícias sobre alguns destes casos bem reais, que atraem a atenção de gente renomadíssima para suas produções. É o caso com o possível crime do escritor Michael Peterson, acusado de ter matado a esposa Kathleen ao joga-la da escadaria de sua grande casa. O sujeito clama inocência, afirmando que a esposa caiu da escada. Quem desenvolveu a minissérie foi nosso conterrâneo Antonio Campos, cineasta filho do jornalista Lucas Mendes, que dirigiu o elogiado O Diabo de Cada Dia (2020) para a Netflix. Campos conseguiu atrair a atenção de gente como o vencedor do Oscar Colin Firth para o papel de Michael, e da indicada ao Oscar Toni Collette para interpretar Kathleen. Fora isso ainda traz no elenco Juliette Binoche e Sophie Turner, a Sansa de GoT. A minissérie de 8 episódios estreou no dia 5 de maio e chegou ao fim no dia 9 de junho.

Hacks – 2ª Temporada

Outra série recente que vem fazendo enorme sucesso e se popularizando com os fãs cada vez mais é Hacks. O programa cômico estreou em 2021 e este ano lançou sua segunda temporada em maio, chegando ao fim em junho e contando com 8 episódios. O seriado também emplacou no gosto dos especialistas, com nada menos que 17 indicações aos prêmios Emmy este ano. O show aqui é da veterana Jean Smart no papel de Deborah Vance, uma lendária comediante dos palcos de Las Vegas, tentando sobrevida e ao mesmo tempo servindo de mentora, de forma errática, para sua jovem assistente. A série já tem sua terceira temporada confirmada.

‘Hereditário’: A24 lançará desafio dos batimentos cardíacos aos espectadores

A A24 está promovendo uma campanha de marketing muito criativa para o seu novo terror, ‘Hereditário‘. Depois do calendário das vovós satânicas, agora eles lançaram o desafio dos batimentos cardíacos.

E o mais legal é que qualquer um com o aplicativo Apple Watch ou FitBit pode participar. Tudo o que você tem que fazer é, quando o filme terminar, entrar no aplicativo, ir para a seção “Coração” e tirar um print do período de duas horas do filme.

Prêmios estão serão distribuídos em cinemas selecionados nos EUA, mas vocês podem postar os seus resultados nas redes sociais, e se divertir com o desafio.

O aclamado terror, considerado por alguns críticos como “o novo ‘O Exorcista‘”, conquistou 100% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Com críticas avassaladoras, o terror está sendo elogiado pela tensão emocional ao longo de toda a produção, aliado à impressionante atuação de Toni Collette.

Confira as principais avaliações da crítica especializada:

“Esta memorável estreia na direção de Ari Aster se constrói em clássicos tropos do terror – o oculto, a possessão, a doença mental – para desenvolver sua própria visão única do terror”. – Sara Stewart, New York Post

“Um filme profundamente perturbador, o tipo de filme de terror que puxa de emoções humanas relacionáveis ​​como o pesar e o ressentimento para finalmente se tornar um pesadelo absoluto”. – Brian Tallerico, RogerEbert.com

“O desempenho de Collette é impressionante. Ela interpreta Annie como uma mulher que começa a usar sua raiva e culpa enterradas de maneira externa”. – Owen Gleiberman, Variety

“‘Hereditário‘ toma o núcleo do elemento assombrado de um espírito com uma agenda malévola e corre com ele em uma série aparentemente interminável de direções inesperadas ao longo de duas horas sem fôlego, de um terror crescente que nunca diminui por um minuto sequer”.

“É puro terrorismo emocional, agarrando você com verdadeiro horror, o tipo indescritível, e então impregnando as coisas sobrenaturais com esses sentimentos. Não me atingiu como um violino. Ele bateu no meu interior como um piano de cauda” – A.A. Dowd, AV Club

“Uma história angustiante de tragédia familiar impensável, que entra no reino do sobrenatural, ‘Hereditário‘ toma o seu lugar como ‘O Exorcista‘ da nova geração – para alguns, ele vai virar a cabeça de maneira ainda mais selvagem” – Joshua Rothkopf, Time Out

Confira, com o trailer:

Na trama, a família Graham começa a se revelar após a morte de sua avó reclusa. Mesmo após sua partida, a matriarca ainda exerce um mal sobre a família, especialmente em sua neta adolescente e solitária, Charlie, com quem ela sempre teve um fascínio incomum. À medida que um terror esmagador toma conta de sua casa, sua existência pacífica é desfeita, forçando sua mãe a explorar um reino mais obscuro para escapar do destino infeliz que eles herdaram.

Dirigido por Ari Aster, a produção é conduzida pela A24 e seu elenco conta como Toni Collette (‘O Sexto Sentido’), Zachary Arthur, Mallory Bechtel e Ann Dowd (‘The Handmaid’s Tale’).

Hereditário‘ estreia dia 21 de Junho no Brasil.

A sereia ataca em novos comerciais do terror ‘A Sereia – Lago dos Mortos’; Assista!

A Paris Filmes divulgou novos comerciais do terror russo ‘A Sereia – Lago dos Mortos’ (The Mermaid: Lake of the Dead).

Confira:

O longa já estreou nos cinemas nacionais!

Na trama, uma sereia macabra se apaixona por Roman, noivo de Marina, e tenta mantê-lo longe dela em seu Reino submerso. Marina terá apenas uma semana para superar o medo do oceano, lutar com monstros e se manter viva e na forma humana.

Viktoriya Agalakova, Efim Petrunin e Sesil Plezhe estrelam.

‘The Furies’ ganha novo clipe EXTREMAMENTE BRUTAL; Assista!

O terror ‘The Furies‘ ganhou um novo clipe extremamente brutal.

Confira:

Escrito e dirigido por Tony D’Aquino, o longa é inspirado nos slashers dos anos 70 e alegadamente não terá nenhum CGI, apenas efeitos práticos.

Na trama, uma jovem deve enfrentar os seus medos mais sombrios com outras sete participantes involuntárias em um jogo mortal.

O longa será lançado direto em VOD no dia 3 de outubro.

Youtuber é perseguida por psicopata no trailer do terror ‘#Followme’; Assista!

O terror “#Followme‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por Sam Hardy.

Três mulheres de Londeres, uma Youtuber e suas duas amigas, desaparecem em um hotel na Califórnia enquanto viajavam de Los Angeles para São Francisco depois de postar nas redes sociais a hashtag #Followme.

Kara Kingsward-Hughes, Scarlett DaviesMaria Louis estrelam a produção.

Nos EUA, o longa foi lançado direto em VOD. No Brasil, segue sem previsão.

Monstros nazistas atacam no trailer do terror ‘Stay Out of the Attic’; Assista!

O terror ‘Stay Out of the Attic‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Jerren Lauder.

Um grupo diversificado de ex-presidiários que trabalham com mudança de móveis são convencidos por um cliente assustador, Vern Muller, para passar uma noite inteira organizando um local por um aumento salarial generoso. Conforme a noite avança e os quartos são arrumados, eles lentamente descobrem os horrores que existem dentro de sua velha mansão vitoriana, que incluem armadilhas, experimentação humana, monstros nazistas e muito mais. Eles sobreviverão à noite?

O elenco conta com Morgan Alexandria, Ryan Francis, Bryce Fernelius e Michael Flynn.

O terror será lançado pela Shudder no dia 11 de março.

Maggie Q quebra tudo no trailer DUBLADO de ‘A Profissional’; Confira!

A Imagem Filmes divulgou o trailer dublado de ‘A Profissional‘, estrelado por Maggie Q (‘Nikita’).

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de novembro.

Martin Campbell (‘007: Cassino Royale’) é responsável pela direção.

Anna foi resgatada quando criança e treinada para se tornar a assassina profissional mais habilidosa do mundo. Anos depois, quando Moody, o homem que ela tinha como um pai e que lhe ensinou tudo sobre sobrevivência, é brutalmente assassinado, Anna se junta ao enigmático Rembrandt e promete ir até o fim em busca de vingança.

Samuel L. Jackson e Michael Keaton completam o elenco.

‘Invasão Secreta’: Martin Freeman, de ‘Pantera Negra’, confirma o retorno na série

Em entrevista ao Radio Times, Martin Freeman (‘O Hobbit: Uma Jornada Inesperada’) confirmou que irá participar da série ‘Invasão Secreta‘, reprisando o seu papel do longa ‘Pantera Negra‘.

A informação já havia sido vazada há uns meses, quando o astro Samuel L. Jackson deixou escapulir a participação de Freeman no projeto, apesar de seu retorno ainda não ter sido previamente anunciado.

“Sim, [eu vou participar da série]. Acho que devia ser segredo, né? Para não envergonhar o Samuel [L. Jackson], não vou dizer que ele se enganou e me confundiu com o Sam Rockwell. Então, sim, eu vou aparecer [na série].”

Vale lembrar que Freeman interpreta o personagem Everett Ross no MCU, que já deu as caras em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e ‘Pantera Negra‘. Além disso, o ator também reprisará o seu papel no aguardado ‘Pantera Negra 2: Wakanda Forever‘.

O elenco de ‘Invasão Secreta‘ também contará com o retorno de Ben Mendelsohn (Talos) e Cobie Smulders (Maria Hill), além de introduzir Emilia Clarke, Olivia Colman, Kingsley Ben-Adir, Carmen Ejogo, Christopher McDonald e Killian Scott.

A produção deve se inspirar nos quadrinhos de mesmo nome, que mostram Fury (Jackson) e Talos (Mendelsohn), o líder dos Skrulls, durante uma invasão alienígena na Terra.

A série contará com seis episódios, que ainda não possuem previsão de estreia no Disney+.

‘O Exorcista do Papa’: Terror com Russell Crowe arrecada US$ 36.5 milhões em estreia global

Após brigar nas bilheterias norte-americanas com ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, o terror ‘O Exorcista do Papa‘ levou a melhor, arrecadando US$ 9 milhões em seu primeiro final de semana no país.

A grande surpresa, no entanto, veio do mercado internacional. O longa estrelado pelo Russell Crowe já arrecadou US$ 27.4 milhões através de 51 mercados – totalizando uma estreia global de US$ 36.5 milhões.

Com um orçamento de apenas US$ 18 milhões, o filme da Sony Pictures já se encontra em uma posição confortável para garantir algum retorno financeiro.

Por outro lado, a situação de ‘Renfield‘ é um pouco mais complicada. Com uma estreia global de apenas US$ 10 milhões, o longa da Universal Pictures contou com um orçamento de US$ 65 milhões – o que, infelizmente, torna muito mais difícil que a produção se pague durante sua passagem pelas telonas.

O Exorcista do Papa‘, dirigido por Julius Avery, conta a história do padre italiano Gabriele Amorth, Exorcista Chefe do Vaticano e subordinado diretamente à Sua Santidade. Enquanto investiga a aterrorizante possessão do jovem garoto Henry (Peter DeSouza-Feighoney), um dos casos mais intrigantes de sua carreira, o clérigo descobrirá a verdade por trás de um segredo enterrado há séculos pelo Vaticano, e trará à luz uma conspiração muito maior do que ele poderia imaginar.

O filme é baseado nos relatos reais dos livros ‘Um Exorcista Conta-nos‘ e ‘Novos Relatos de Um Exorcista‘, de Amorth. Conduzido por sua fé inabalável e seu faro investigativo, ele realizou mais exorcismos do que qualquer outra pessoa no mundo durante quase quarenta anos, e sua franqueza e senso de humor fizeram o padre ser conhecido como “o exorcista mais famoso do mundo”.

Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo

(Borderlands)

 

Elenco:

Cate Blanchett
Jack Black
Florian Munteanu
Kevin Hart
Jamie Lee Curtis

 

Direção:  Eli Roth

Gênero: Ação

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 80 milhões

Estreia: 8 de Agosto de 2024

Sinopse: 

Em BORDERLANDS, Lilith, uma infame fora da lei com passado misterioso, relutantemente retorna para seu planeta natal, Pandora, para encontrar a filha perdida do ser mais poderoso do universo, Atlas. Lilith forma aliança com um time inesperado – Roland, um ex-mercenário de elite, agora desesperado por redenção; Tiny Tina, uma pré-adolescente demolicionista; Krieg, protetor de Tiny Tina; Tannis, cientista que beira a insanidade; e Claptrap, um robô persistentemente sábio. Esses heróis nada convencionais devem lutar contra monstros alienígenas e bandidos perigosos para encontrar e proteger a jovem desaparecida, a qual detém a chave para um poder inimaginável. O destino do universo pode estar nas mãos deles – mas eles irão lutar por algo muito maior: uns pelos outros”.

Crítica: 

Crítica | ‘Borderlands: O Destino do Universo Está em Jogo’ é uma CAÓTICA adaptação em live-action

Curiosidades: 

» O elenco completo é formado por Cate Blanchett (Lilith), Jack Black (Claptrap), Florian Munteanu (Krieg), Kevin Hart (Roland), Jamie Lee Curtis (Dra. Patricia Tannis), Ariana Greenblatt (Tiny Tina), Edgar Ramirez (Atlas) e Haley Bennett como uma personagem original;

» Eli Roth é conhecido por comandar inúmeros longas-metragens de terror ou suspense, incluindo ‘Canibais‘, ‘Hostel‘, ‘Cabana do Inferno‘ e ‘Bata Antes de Entrar;

» O longa é baseado na homônima saga de games que foi lançada em 2009 e teve três sequências: Borderlands 2’ (2012), Borderlands: The Pre-Sequel’ (2014) e Borderlands 3’ (2019). A narrativa original é ambientada num futuro distante, num tempo em que várias mega-corporações procuram controlar o máximo de planetas que conseguirem, para colonizá-los e explorar sua abundância em recursos naturais e minérios;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Tilda Swinton sobrevive ao fim do mundo no trailer do filme MUSICAL ‘The End’; Confira!

O longa musical ‘The End‘, estrelado por Tilda Swinton (‘Amantes Eternos’), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Joshua Oppenheimer (‘O Peso do Silêncio’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Michael Shannon (‘Animais Noturnos’), George MacKay (‘1917’), Moses Ingram (‘A Mulher no Lago’), Bronagh Gallagher, Tim McInnerny Lennie James.

Além de dirigir, também assina o roteiro ao lado de Rasmus Heisterberg (‘Está no Sangue’). Ele também será responsável pelas letras das músicas originais ao lado de Joshua Schmidt.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de dezembro.

‘O Problema dos 3 Corpos’: Ator de ‘Game of Thrones’ se junta ao elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Alfie Allen (‘Game of Thrones’) foi confirmado no elenco da 2ª temporada de ‘O Problema dos 3 Corpos‘ (3 Body Problem).

Infelizmente, detalhes sobre seu personagem não foram divulgados.

Com as filmagens já iniciadas, o próximo ciclo ainda irá introduzir David Yip (‘Armadilha’), Jordan Sunshine (‘The Pitt’), Claudia Doumit (‘The Boys’) e Ellie De Lange (‘O Paraíso e a Serpente’).

Na nova temporada, enquanto a invasão alienígena se aproxima, a humanidade de prepara para contra-atacar – no planeta Terra e em outro lugar.

Sucesso no serviço de streaming, a primeira temporada passou três semanas no topo das produções mais assistidas da plataforma, além de ter alcançado o TOP 10 em 93 países.

Baseada na saga literária do autor chinês Cixin Liu, a produção foi adaptada por David Benioff, D.B. Weiss e Alexander Woo.

Vale lembrar que a 3ª temporada já foi confirmada pela Netflix.

 

‘Procura-se um Namorado’: A24 está desenvolvendo série baseada no romance LGBTQ+

De acordo com o Deadline, a aclamada produtora A24 está desenvolvendo uma série baseada no romance LQBTQ+ ‘Procura-se um Namorado‘ (Boyfriend Material), escrito por Alexis Hall.

Na trama…

“Luc é um jovem neurótico e desorganizado de vinte e poucos anos que luta para manter sua vida nos trilhos. Quando o mundo de Luc se cruza inesperadamente com o de Oliver, um advogado criminalista rígido e viciado em trabalho, em um momento difícil de sua vida, o que começou como uma improvável parceria se transforma em um romance emocionante e divertido de inimigos a amantes.”

Lançado originalmente em 2020, o livro se tornou um enorme sucesso no TikTok. Desde então, foi publicado em mais de 50 edições e múltiplas linguagens.

O título ainda é o primeiro de uma trilogia, seguida por Husband Material e Father Material.

A divisão britânica do estúdio, comandada por Piers Wenger e Rose Garnett, tem investido na compra de direitos de diversos projetos. Recentemente, os produtores também adquiriram os direitos do livro ‘White Smoke‘, escrito por Nick Brucker, que será estrelado por Benedict Cumberbatch.

O estúdio ainda garantiu os direitos de ‘London Falling‘, de Patrick Radden Keefe; ‘We Are the Dead‘, de Laura Shepherd-Robindson; e ‘Broken Toys‘, de Marie-Clarie Chappet.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

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’13 Reasons Why’: “Acontece todos os dias, você queira ver ou não”, diz Selena Gomez sobre suicídio

Selena Gomez veio a público defender o suicídio televisionado da série ‘13 Reasons Why’.

A cantora e produtora executiva do programa original da Netflix concedeu uma entrevista ao Elvis Duran and The Morning Show on Monday e foi pontual em dizer que a cena é uma realidade diária, ainda que muitos insistam em dar as costas a ela.

Segundo Selena:

“Isso acontece todos os dias, quer você queira ver ou não. O conteúdo é complicado. Além de obscuro, alguns momentos cruciais são realmente difíceis de digerir e eu compreendo que fizemos uma série que não é fácil. No entanto, as crianças de hoje em dia estão expostas a tipos de coisas que eu jamais tomaria ciência aos oito anos de idade. Meu tio é professor do terceiro ano do Ensino Fundamental e essa nova geração está fazendo e dizendo coisas que eu jamais pensaria”.

’13 Reasons Why’: Psiquiatra faz ALERTA e diz que série pode encorajar o suicídio! 

Baseada no best-seller de Jay Asher, a série acompanha Clay Jensen (Dylan Minnette) que, ao voltar da escola, encontra uma caixa misteriosa com seu nome na porta de casa. Dentro dela, ele encontra fitas-cassetes gravadas por Hanna Baker – sua colega de classe e paixão secreta – que cometera suicídio duas semanas antes. Nas fitas, Hanna explica as treze razões que a levaram à decisão de acabar com a própria vida. Será que Clay foi uma delas?

Precisamos conversar sobre ’13 Reasons Why’, a série sobre SUÍCIDIO da Netflix 

A série tem produção executiva de Selena Gomez e episódios dirigidos pelo vencedor do Oscar® Tom McCarthy (Spotlight – Segredos Revelados).

Os 13 episódios deste drama jovem adulto já estão disponíveis na Netflix.

 

Crítica | ‘Perdidos no Espaço’ – Primeiras Impressões

Desafiar as fronteiras espaciais foi a marca dos anos 60. Com a então União Soviética avançando em ritmo acelerado, os Estados Unidos se viu incentivado a superar o país nos desbravamentos do desconhecido. O investimento na NASA e em todo o seu trabalho levou ao primeiro passo na lua, na dobra final da década, lá em 1969. E como parte desse contexto histórico, a televisão refletia os esforços em uma leva de séries sci-fi com temática extraterrestre. Aterrissar em outros planetas, descobrir vida além da Terra e a dinâmica entre raças distintas foram as temáticas de Terra de Gigantes, Viagem ao Fundo do Mar, Star Trek e Perdidos no Espaço. Esta última ganha novo fôlego, em uma era onde a Terra volta a ser o grande foco das principais discussões mundiais. Em um planeta que parece anunciar a sua futura extinção, o remake do clássico de Irwin Allen nunca foi tão pontual e preciso.

O investimento da Netflix na produção de séries de TV é inerente. A cada nova produção, novas barreiras são rompidas. E em se tratando de espaço, não há espaço algum para amadorismo. Em um universo criativo onde galáxias se aproximam do realismo palpável e a gravidade é desafiada em obras surpreendentes como Interestelar e, por que não, Gravidade, brincar de desbravar outras atmosferas exige um certo profissionalismo. A plataforma de streaming entende que compactar essa infinidade espacial exige cuidado e faz em seu remake de Perdidos no Espaço um primor aos olhos. Esteticamente fascinante, a releitura do clássico de 65 ganha novas cores, formas e ainda mais corpo, com o auxílio da tecnologia ultra avançada no tratamento dos efeitos especiais e visuais.

A narrativa se espelha em sua origem, mas com uma nova motivação – tão plausível como a inicial. Com o nosso planeta em decadência, mergulhado nos efeitos permanentes e mortais do aquecimento global, não há mais solução para a Terra. A resposta se encontra em Alpha Centauri, a versão ideal para a perpetuidade da vida humana. Chegar a essa terra prometida é um desafio, condecorado apenas aos mais ilustres terráqueos. E neste contexto social onde o mundo é distinguido pela expertise, caráter e personalidade alheia, os Robinson renascem com todos os seus pares e um elemento cativante, impresso na diversidade. Ao contrário da trama nativa, alguns papéis são adaptados para compreender os personagens mais particulares, com raízes negras e latinas.

As mulheres se destacam, não apenas por reconfigurar alguns dos papéis, mas por sua perspicácia no contexto narrativo. Com Molly Parker como a matriarca, reprisamos o mesmo viés emponderado da personagem Jackie Sharp, de House of Cards. Destemida e decidida, ela dá vida a uma inteligente cientista, que transborda o mesmo grau de sabedoria em sua filhas. Esta, mesma didática, se repete na formação de todos os protagonistas, que são construídos em camadas. Nos primeiros cinco episódios, liberados pela Netflix, já é possível perceber o grau de profundidade que cada um deles possui. Arranhando apenas a superfície de figuras tão distintas, este início de Perdidos no Espaço é um prelúdio para uma série de desdobramentos que cada arco trará. Muito mais que núcleos narrativos, a produção se apresenta como aquela que vai transpor algumas barreiras não rompidas pela original.

A complexidade na conceitualização e consolidação de seus protagonistas é um dos elementos chave que encorpa a trama. A partir do potencial, caráter e habilidade de cada um, a trama se desabrocha ainda mais. Partindo das motivações pessoais, o enredo se entrega aos olhos do espectador, em uma sucessão eletrizante de eventos. Com um episódio de abertura de impacto, temos pouco mais de uma hora em uma extasiante jornada, que acelera os batimentos cardíacos e anuncia a chegada de uma nova produção que não apenas pretende reinventar sua predecessora, como hipnotizar o público familiar. Bem desenvolvida por Matt Sazama e Burk Sharpless, ela propositalmente abrange um leque de audiência extensivo, que alcança todos os apaixonados pela ficção científica, sejam eles crianças, jovens, adultos ou idosos.

Ainda pode ser um pouco cedo para consagrar Perdidos no Espaço como uma das grandes séries do catálogo original da Netflix, mas seu potencial é evidente. Transformando o teor cômico do clássico sessentista em um drama permeado por temáticas bem sérias, a releitura mantém algumas referências nostálgicas, para aqueles que cresceram ao som da música tema da série de Irwin Allen. Ao mesmo tempo, ela atrai esta nova audiência, que delira com efeitos especiais mirabolantes nas telonas do cinema. E com John Williams dando um novo toque na canção de abertura, a produção caminha rumo a uma longa jornada, sem medo de sair da sua zona de conforto, com assuntos mais densos. A experiência sinestésica é real. Se ela continua até o fim da temporada? É aguardar para ver.

‘O Justiceiro’: Jon Bernthal já se conformou com a possibilidade de cancelamento da série

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ pode, muito bem, também ser sua última. E para o intérprete do personagem homônimo, Jon Bernthal, essa expectativa já não é mais um problema.

Em uma entrevista à revista Variety, ele afirmou estar em paz com a possibilidade e que não se preocupa com aquilo que não consegue controlar.

Disse:

“Eu sei qual é a realidade da situação e estou em paz com isso. Só realmente me preocupo com as coisas que posso controlar. Quando se trata de fazer o meu trabalho, quando estou interpretando o personagem, quando está bem ali diante de mim, eu farei tudo o que for preciso para fazer isso da melhor forma possível. Mas nesse ramo há tanto que não consigo controlar. E, independente do que está acontecendo com essas séries, essas decisões são feitas em salas das quais eu não sou convidado e tudo bem”.

Confira:

Essa deve ser a última temporada da série.

Na nova temporada, Frank Castle (Bernthal) pode fugir, mas não pode se esconder de quem está destinado a ser. A segunda temporada encontra Frank em um território muito familiar. Billy Russo (Barnes), seu ex-companheiro de armas, lentamente começa a se recuperar da lesão cerebral traumática que Frank o causou e é apenas uma questão de tempo até que comece a juntar as peças do quebra-cabeça.

O elenco inclui Jon BernthalDeborah Ann WollAmber Rose RevahJason R. Moore e Ben Barnes.

A 2ª temporada de ‘O Justiceiro‘ irá estrear na plataforma no dia 18 de janeiro.

‘Viúva Negra’ Rachel Weisz e Florence Pugh em nova imagem do filme; Confira!

O filme solo da ‘Viúva Negra‘ é o grande destaque da nova edição da revista EW e além de estampar a nova capa da publicação, a adaptação dos quadrinhos ainda teve uma nova imagem divulgada.

A foto em questão traz a protagonista homônima ao lado das atrizes Rachel Weisz e Florence Pugh e foi compartilhada com exclusividade pela revista.

Confira:

Marvel Studios’ BLACK WIDOW
L to R: Melina (Rachel Weisz), Black Widow/Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) and Yelena (Florence Pugh)
Photo: Jay Maidment
©Marvel Studios 2020

Lembrando que ‘Viúva Negra estreia nos cinemas nacionais em 01 de maio.

Segundo o Box Office Pro, as projeções iniciais indicam que o filme solo da heroína deve arrecadar US$ 115 milhões no mercado doméstico, em seu fim de semana de estreia.

Já as expectativas mais baixas de arrecadação pontuadas pelo portal apontam para US$ 90 milhões, enquanto as mais altas indicam US$ 130 milhões.

Caso o faturamento de ‘Viúva Negra‘ corresponda às projeções de US$ 115 milhões, é esperado que a produção abocanhe mais de US$ 300 milhões só nos Estados Unidos, ao final de seu período em exibição nas telonas.

Segundo o portal Deadline, a Disney não planeja alterar a estreia nas telonas, em virtude do surto de coronavírus ao redor do mundo. Rumores apontavam que a produção, que chega no dia 01 de maio de 2020,  seria transferida para novembro deste ano, assumindo a data de lançamento estabelecida para o filme ‘Os Eternos.

No entanto, a publicação salientou que a Casa do Mickey pretende manter a estreia como já fora pré-defina, monitorando o atual quadro mundial, por segurança.

Em ‘Viúva Negra‘, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff confronta o lado mais sombrio de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada ao seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Romanoff precisa lidar com seu legado como espiã e encarar as relações enfraquecidas que deixou para trás depois se juntar aos Vingadores.

Além de Scarlett Johansson no papel principal, o elenco conta com David Harbour, Rachel Weisz, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

‘The Equalizer’: Série com Queen Latifah será bem diferente da franquia ‘O Protetor’

Embora a série ‘The Equalizer‘ seja baseada na franquia cinematográfica ‘O Protetor‘, estrelada por Denzel Washington, os fãs podem esperar uma abordagem “bem diferente” da nova produção, que teve sua estreia no último domingo (07).

A informação foi revelada pela protagonista, Queen Latifah, durante sua participação virtual na turnê de imprensa da Associação dos Críticos da Televisão. Na ocasião, ela ainda refletiu sobre o grandioso impacto da saga de filmes estrelada pelo aclamado vencedor do Oscar:

“Estou absolutamente empolgado e adoro o fato de Denzel ter tornado este produto relevante novamente, porque eu assistia a série original quando criança. O que Denzel fez com os filmes foi incrível. Na verdade, ele estabeleceu um padrão, mas também nos deu muito espaço para seguir em uma direção completamente diferente”.

Confira o trailer:

Na nova versão, Latifah dá vida a Robyn McCall, uma figura enigmática que usa suas habilidades para ajudar aqueles que não têm mais a quem recorrer.

Adam GoldbergLorraine ToussaintLiza Lapira também estrelam a produção.

A série original de O Protetor foi exibida entre 1985 e 1989, rendendo dois longas-metragens estrelados por Denzel Washington, os quais arrecadaram mais de US$400 milhões nas bilheterias.

Andrew MarloweTerri Miller entram como showrunners, roteiristas e produtores do reboot. Latifah também entra como produtora executiva.

‘The Marvelous Mrs. Maisel’: Midge Maisel está pronta para voltar aos palcos no belo cartaz da 4ª temporada

A aclamada série de comédia The Marvelous Mrs. Maisel’ retorna em breve na Amazon Prime Video e sua 4ª temporada ganhou um belo cartaz oficial.

O pôster traz a personagem Midge Maisel (Rachel Brosnahan) pronta para fazer o seu retorno aos palcos como uma comediante stand-up.

Confira:

Assista ao resumão das três temporadas anteriores e siga o CinePOP no YouTube:

Os novos episódios chegam ao streaming de 18 de fevereiro.

Milo Ventimiglia Kelly Bishop também farão parte da quarta temporada.

A série foi criada por Amy Sherman-Palladino (‘Gilmore Girls‘).

Em 1958, Nova York, a vida de Midge está nos eixos: marido, filhos e elegantes jantares em seu apartamento no Upper West Side. Mas quando a vida dela dá uma reviravolta, ela tem que decidir rapidamente o que mais ela sabe fazer. Se tornar uma comediante é uma escolha inusitada para todos, exceto para ela.

O elenco conta com Rachel Brosnahan, Alex Borstein, Michael Zegen, Marin Hinkle e Tony Shalhoub.

Crítica | O Futuro Adiante – Filme argentino fala sobre cumplicidade e conflitos de amizade

Do primeiro amor, passando pela maternidade ao divórcio, o argentino O Futuro Adiante (El futuro que viene) é um conto em três atos sobre amizade entre duas mulheres com distintas características, possivelmente o que as une é também o que as repele em vários momentos da vida. Estreante na direção de um longa-metragem, Constanza Novick entrega uma obra delicada, no entanto, sem ritmo para a emoção e sem tenacidade ao drama.

Como todos os relacionamentos, a amizade é uma seara de expectativas e desilusões, a qual é quase impossível se desprender totalmente ao relembrar as intimidades compartilhadas. Assim, portanto, Romina (Dolores Fonzi) e Florencia (Pilar Gamboa) seguem os seus percursos pela vida em reencontros mesclados de alegria e mágoa.

Ao início, as meninas estão juntas ensaiando uma coreografia e ambas sonham em tornar-se bailarinas ao fim dos anos 80. Romina mora com a mãe solteira, enquanto Flor e sua irmã caçula lidam com divórcio dos pais. Ao meio disso, Flor está apaixonada por Mariano, sendo este o seu maior interesse. Enquanto Flor sonha com a sua paixonite, Romina revela em seu diário (e ao espectador) gostar do mesmo rapaz, mas deixa o caminho livre para amiga.

O fim do primeiro ato apresenta o lado egoísta de Flor e o altruísta de Romina. Em um salto temporal, Flor já é uma roteirista de telenovelas bem-sucedida que deixa o México e retorna à Argentina para fugir de um relacionamento. De favor, ela passa uma temporada na pequena casa que Romina divide com o marido (Esteban Bigliardi) e a filha recém-nascida.

Apesar dos eventuais sinais de depressão pós-parto de Romina, Flor encontra-se absorta em seus próprios problemas e dilemas, até desaparecer, de repente, e deixar a amiga desesperada, o que traça um paralelo com o final do primeiro ato.

A saga se encerra na atualidade, quando a mãe de Romina falece e deixa sua antiga casa à sua única herdeira. As amigas agora têm filhas na pré-adolescência, assim como as protagonistas no início do filme.  Esta é a melhor parte, em que a interpretação de ambas atrizes aflora na tela ao discutirem suas prioridades.

Neste último reencontro, Romina lida com o divórcio e Flor se regozija de sua vida familiar. São evidentes os conflitos e a cumplicidade entre as duas, no entanto, o filme nos toma os momentos de melhor embate retirando-os da história, como a supressão do capítulo de um livro.

É válido deixar o público conectar os pontos do enredo, mas as escolhas de cortes prejudicam o que poderiam ser os grandes momentos de emoção, exatamente o que falta ao filme. Ou seja, O Futuro Adiante é regular e frustrante, pois possui um potencial maior do que apresenta.

Longe do melodrama, a obra argentina ressalta com qualidade uma verossimilhança das relações de amizade, bem distintas daqueles amores incondicionais ou interesseiros manifestados nos filmes de Hollywood. Por outro lado, falta ao longa elementos cinematográficos que simbolizem a angústia, a culpa e a tensão das personagens.

Todos as cenas são abordadas com um tom ameno, quando a situação nos instiga a mais veemência. É difícil não comparar o enredo de Constanza Novick com a comédia dramática Amigas Para Sempre (1988), de Garry Marshall. Contudo, enquanto o lançamento deixa os elementos condutores de empatia de fora, o outro tenta arrancar lágrimas com direito a pôr do sol no horizonte e música melancólica.

‘Círculo de Fogo: A Revolta’: Cenas inéditas destacam as habilidades dos Jaegers; Vem ver!

O ator John Boyega divulgou um vídeo com cenas inéditas de ‘Círculo de Fogo: A Revolta, mostrando as habilidades dos Jaegers. Confira:

A página de Círculo de Fogo: A Revolta no Twitter também divulgou novo comercial do filme. Confira:

Círculo de Fogo: A Revolta‘ tem estreia prevista para 23 de Março de 2018 em circuito nacional.

Guillermo del Toro, roteirista e diretor do primeiro filme, serviu como consultor de Círculo de Fogo: A Revolta.

O diretor foi consultado pela direção ao longo da pré-produção e filmagem, compartilhou ideias visuais e até mesmo para o desenvolvimento da trama, de acordo com o produtor Cale Boyter  para o site Coming Soon.

“Nós enviamos tudo para ele. Ele ama o John Boyega. Obviamente, tudo que fizemos ele tocou de alguma forma e nos enviou notas”

A aventura épica traz John BoyegaJing Tian, Cailee Spaeny, Rinko Kikuchi, Burn Gorman, Adria Arjona e Charlie Day no elenco.

‘The Onania Club’: Terror do diretor de ‘Centopeia Humana’ ganha trailer chocante

O diretor Tom Six está de volta, após três anos desde o último filme da franquia Centopeia Humana, agora prometendo um filme “ainda mais chocante e polêmico” que a sua última trilogia.

Trata-se do terror The Onania Club, cuja trama vem sido tratada com sigilo total pela produtora, porém, um trailer e um pôster foi divulgado, mostrando que o filme terá “muitas personagens femininas fortes”. Confira:

O elenco inclui Jessica Morris, Darcy DeMoss, Deborah Twiss, Karen Strassman e Flo Lawrence.

O polêmico filme ainda não possui data de estreia.

 

Crítica ‘Cavaleiro da Lua’ | Série prova que Marvel pode ter heróis independentes

A série do Cavaleiro da Lua chegou como quem não queria nada, mas logo se mostrou um entretenimento de primeira. Marcada por atuações fantásticas e personagens interessantíssimos, a produção não fez questão de se conectar a outros eventos do MCU, apesar de ter algumas sugestões. O que acabou por engrandecer o projeto.

Para começar esta crítica, é necessário apontar que enfim a Marvel entendeu o formato de série. Enquanto a maioria de suas produções anteriores eram praticamente filmes divididos em capítulos, Cavaleiro da Lua soube trabalhar sua trama episódio por episódio, deixando ganchos e fazendo o público ficar ansioso pela trama da semana seguinte. Para um empresa que não faz muito tempo que começou a investir em séries, compreender esse formato e suas diferenças para o cinema é algo fundamental.

Dito isso, a direção dessa série foi fundamental para seu sucesso. Particularmente, é difícil lembrar de alguma outra produção do MCU que tenha conseguido trabalhar tão bem a fotografia quanto neste seriado. Nos últimos anos, alguns comentários passaram a descrever fotografia de produções audiovisuais como “bonita” ou “feia”, sendo que isso ignora completamente o papel real desse aspecto técnico, que é a funcionalidade narrativa.

Em Cavaleiro da Lua, a fotografia funciona quase como um personagem à parte, ajudando efetivamente a contar a história e a estabelecer personagens. Em momento algum os enquadramentos te deixam esquecer das características dos protagonistas ou do viés heroico ou vilanesco de quem está em tela.

E por ser dirigida por um egípcio, a série traz uma valorização muito grande da cultura local, fugindo daqueles clichés hollywoodianos do país africano. Quem for apaixonado pela cultura egípcia, com certeza vai se deliciar com as passagens pelo Cairo e suas particularidades. Infelizmente, porém, quem mora no país ainda não conseguiu assistir a série, já que, pasme, o Disney+ ainda não foi disponibilizado no Egito. Pois é, uma baita bola fora da Disney, que vende uma representatividade sensacional na série, mas não disponibiliza o serviço para que a produção seja assistida no próprio país que homenageia.

Essas homenagens acontecem em uma trama amarradinha que flerta com a própria loucura de seu protagonista, que sofre de Transtorno Dissociativo de Identidade enquanto vive as consequências de ser um vendedor tímido e reservado de Londres, e um mercenário aventureiro que percorre o mundo servindo como o avatar do deus egípcio Khonshu.

É interessante reparar como a trama consegue se desenvolver sem se apoiar nos grandes eventos ou recorrer a participações de personagens já estabelecidos do MCU. É uma série que funciona de forma independente e em meio a tantas produções interligadas nesse universo, acabou sendo um sopro de ar fresco ver um projeto que se sustenta por si.

No entanto, dentre todas essas particularidades, quem rouba a cena mesmo é Oscar Isaac, que interpreta o protagonista. A forma como ele transita entre Steven Grant e Marc Spector apenas por meio de postura e expressões faciais é digna de pelo menos uma indicação ao Emmy por Melhor Ator.

É um trabalho tão magnífico e bem realizado que os mais antigos vão lembrar da transição do Superman para o Clark Kent de Christopher Reeve, em Superman (1978). Sim, é nesse nível, mas agora sem tempo de trocar o uniforme. Na reta final, inclusive, há um momento em que essa troca de personalidades acontece na mesma cena. É brilhante.

A forma como essas múltiplas personalidades são abordadas claramente é apoiada pela atuação de Isaac, mas só funciona mesmo porque cada uma delas é interessante o bastante para segurar o protagonismo da produção. Ou seja, é incrível assistir a cada um deles, seja Steve, Marc, o Cavaleiro ou o Senhor Da Lua em cena. E vale ressaltar a fidelidade da adaptação de quase todos eles. O que se distanciou mais foi o Senhor Da Lua, mas mesmo assim é praticamente impossível não gostar dele em tela.

Por fim, o elenco de apoio conseguiu ter seus momentos de protagonismo e o gancho deixado ao final da série só nos faz lamentar que a Disney não tenha renovado a produção para uma segunda temporada. Talvez ele retorne em um filme, ainda mais agora que o universo sobrenatural da Marvel está se desenvolvendo.

E se fica uma crítica mais profunda, é realmente ao CGI de alguns episódios. Nada que comprometa, mas em alguns momentos fica aquém do que a própria já mostrou ser capaz no passado. Por outro lado, da metade da série para o final, a computação gráfica fica impecável. Principalmente ao abordar os deuses e o confronto final.

Em outras palavras, a série é uma produção interessantíssima, com direção e atuações afiadas para entreter aos fãs e a quem não conhecia o personagem previamente. Caso seu retorno seja acertado, o MCU ganha um personagem maravilhoso para encantar o público com suas excentricidades nos próximos anos.

Nota: 9

Cavaleiro da Lua está disponível no Disney+.

 

Crítica | Pureza – Dira Paes Tenta Salvar Filho de Trabalho Escravo em INTENSO Filme Baseado em História Real

Estamos em pleno 2022, mas, quanto mais cavamos na nossa história do país, mais descobrimos que muitos temas que se entendia como exterminado por aqui, pertencente ao passado, permanece atual, acontecendo em plena contemporaneidade, a olhos vistos, a luz do dia – mas ninguém quer ver. Isso acontece, por exemplo, com a escravidão, datada como encerrada em território brasileiro em 13 de maio de 1888, mas que continua nos dias de hoje, em outros formatos. Este é o tema de ‘Pureza’, fortíssimo filme brasileiro que chega no próximo dia 28 de abril aos cinemas.

Pureza (Dira Paes) é mãe solo que cuida do jovem filho Abel (Matheus Abreu) no interior do Pará. Para sobreviver, os dois trabalham confeccionando tijolos tipo adobinho, vendendo o milhar a baixo custo para ricos donos de empresas da região. Cansado de tanta exploração, Abel decide deixar essa vida e ir tentar a sorte no garimpo, de onde ouviu falar muita prosperidade. Porém, mais de mês se passa e Pureza fica sem ouvir notícias do filho. Angustiada, decide ir atrás do rapaz, imaginando que algo de ruim poderia ter lhe acontecido, sem imaginar o sombrio paradeiro do jovem.

Para a triste surpresa do espectador, ‘Pureza’ é um filme baseado numa história real, cujas evidências são sinalizadas no terceiro arco do longa de Renato Barbieri. A história se passa nos anos 1990, mas, salvo a ausência de algumas tecnologias, é totalmente atual – tanto que ainda ocorre hoje no interior do território brasileiro. Mas, como muitos desses relatos acabam não ganhando o conhecimento público – seja por desinteresse das autoridades, seja por serem tão localizados, que a mídia não divulga a nível internacional – a sociedade das grandes metrópoles acaba ignorando a ocorrência do trabalho escravo em pleno 2022, vivendo numa grande ilusão.

O roteiro de Renato Barbieri com Marcus Ligocki é bem-feito, especialmente nos primeiros dois arcos, mostrando como a protagonista, movida pelo seu amor incondicional ao filho, faz literalmente de um tudo para conseguir pistas do seu paradeiro. Sem recair no drama que abusa de situações de violência gráfica, o roteiro opta por deixar pistas subliminares do que pode ter acontecido, relegando à inteligência do espectador entender sozinho certas cenas – como quando Pureza, para conseguir uma carona, pinta as unhas de vermelho e se arruma, deslumbrando a Narciso (Flávio Bauraqui).

A intensidade dramatúrgica de ‘Pureza’ é conduzida por Dira Paes com extrema competência pois a atriz lapida uma personagem forte e introspectiva, lutadora e temerosa e que, numa situação como a da exploração da mão de obra em plantações do interior do país onde não há fiscalização, Pureza se transforma na mãe de todos eles, tal como a ‘Branca de Neve’ e os sete anões sem a fantasiosa áurea do conto de fadas. Qualquer semelhança não é mera coincidência, e sim atualização do tema.

Tão importante quanto intenso, ‘Pureza’ é um filme-potência que busca não deixar no escuro a absurda permanência das múltiplas facetas da escravidão contemporânea na Região Amazônica, reassumindo a responsabilidade educacional do cinema de dar visibilidade à trajetória de uma importante mulher cujo heroísmo já deveria ser conhecida pela população brasileira, e que felizmente chega agora ao grande público através do audiovisual.

‘The Walking Dead’: NINGUÉM está a salvo no último episódio da temporada

O último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘ chega amanhã! Com tantas mortes acontecendo nesses momentos cruciais da série, muitos fãs querem saber quem será o próximo. Agora, em entrevista ao Digital Spy, a produtora Denise Huth afirmou que ninguém está a salvo:

“É um grande choque e uma grande perda, e isso muda tudo. Carol vai mudar, Ezekiel vai mudar. Ninguém está realmente a salvo. E mesmo quando você acha que consegue manter seus filhos seguros, não existe garantia”, afirmou a produtora.

A AMC divulgou as imagens promocionais do último episódio da 9ª temporada de ‘The Walking Dead‘.

Confira:

O episódio, intitulado The Storm, irá estrear no dia 31 de março.

Na trama do episódio, “Depois de uma perda irreparável, as comunidades devem enfrentar uma nevasca feroz; enquanto um grupo lida com um inimigo interno, outro é forçado a fazer uma decisão de vida e morte.”

O elenco conta com Norman Reedus, Melissa McBride, Danai Gurira, Alanna Masterson, Josh McDermitt, Christian Serratos, Jeffrey Dean Morgan e Ross Marquand.

The Walking Dead‘ já foi renovada oficialmente para a 10ª temporada.

O assassino está à espreita em novo teaser oficial de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ ganhou um novo teaser trazendo o assassino à espreita de um apaixonado casal.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

‘Cavaleiro da Lua’: Início das filmagens é adiado em três meses

Segundo o GWW‘Cavaleiro da Lua’, uma das produções mais aguardadas do Disney+, começará a ser rodada um pouco mais tarde do que o previsto.

As novas informações indicam que as filmagens terão início em novembro de 2020, três meses depois da primeira data agendada. Ainda não se sabe o motivo do adiamento, mas acredita-se que a decisão não afetará o lançamento previsto para 2021.

A produção ocorre nos estúdios Pinewood, em Atlanta, que já estão sendo utilizados para rodar obras como Os Eternos‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’.

Recentemente, o site Patreon revelou o principal antagonista da trama: Raoul Bushman.

Bushman era um mercenário que viajou ao Sudão com Marc Spector/Cavaleiro da Lua para ajudá-lo. Bushman e seus homens tinham como objetivo roubar o ouro egípcio encontrado pelo Dr. Peter Alraune e por sua filha, Marlene. Spector, por sua vez, se sacrifica para impedi-los de concluir a missão e, prestes a morrer, encontra um milenar espírito e se transforma no herói-titular.

Rumores anteriores indicavam que a Dama do Vitral seria a principal antagonista da produção, mas a confirmação de Bushman faz mais sentido visto que dialoga com a história do origem do personagem principal.

Apesar de poucas informações sobre o show, sabe-se que Shia LaBeouf está sendo cotado para o papel principal.

No entanto, LaBeouf não é o único astro em que o estúdio está interessado e, por enquanto, não foi divulgado o estágio das negociações para o papel.

O ‘Cavaleiro da Lua‘ apareceu pela primeira vez em 1975 e traz a história de Marc Spector, um antigo militar que virou um mercenário.

Sua vida muda drasticamente quando ele recebe a visita do deus Khonshu, que o transforma em um herói, uma espécie de avatar da divindade épica.

Com múltiplas personalidades, ele é uma figura bem peculiar e que deve render uma série intrigante.

Nas palavras de Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, “talvez ele seja apenas louco”. Ele foi ainda mais longe, afirmando que a produção “é algo muito único e animador para nós”.

Crítica | Kylie Minogue presenteia os fãs com a etérea e saudosista “Say Something”

Quando pensamos em Kylie Minogue, automaticamente nos recordamos de clássicos dançantes e exuberantes que acompanharam nossa jornada pelo mundo da música – como “Come Into My World”“Get Outta My Way”“In My Arms” e até mesmo “The Locomotion”, uma de suas primeiras músicas.

Em mais de três décadas desde sua estreia na indústria fonográfica, Minogue se reinventou, se redescobriu, ousou quebrar com sua própria identidade artística (vide o injustiçado Impossible Princess) e nunca deixou de fazer o que sempre amou: cantar. Depois de um breve show irretocável em território brasileiro, não demorou muito até que a performer já começasse a pensar em seu próximo álbum de estúdio, rompendo com as característica um tanto quanto oscilantes do country-pop Golden, prometendo voltar para suas raízes do pop e do dance.

Eventualmente, Kylie cumpriu sua promessa: neste momento, faz poucas horas que a artista voltou com “Say Something”, primeiro single oficial de Disco, sua 15ª iteração de inéditas. E o resultado, ainda que não represente um pop perfection como muitos acreditariam, é um retorno sólido o bastante para as incursões que outrora colocaram-na no topo do mundo.

Retomando sua parceria com Biff Stannard, colaborador de longa-data que produziu as memoráveis “In Your Eyes”“Love at First Sight”, a faixa é surpreendentemente etérea e foge do convencional em cada um dos seus elementos – o que é sempre bem-vindo dentro de um contexto contemporâneo que costuma reciclar o mais do mesmo. De um lado, temos os vibrantes sintetizadores, acuados em uma estética que oscila entre o final dos anos 1970 e o começo dos anos 1980, fazendo homenagem tanto à sua própria carreira quanto às reverberações sinestésicas de uma época que é lembrada com força nos dias de hoje.

De outro, a presença pungente da guitarra acrescenta uma camada interessante, se não completamente orgânica, que responde e antecede cada um dos longos versos. Minogue discorre sobre um amor distante e sobre o desejo que todos têm de se reencontrar – numa fabulesca narrativa recheada de metáforas inteligentes. O principal problema, talvez, seja sua total atenção às estrofes iniciais e a construção de um refrão efêmero que cede mais espaço para a extensa bridge do que para ele mesmo.

Fazendo alusões tanto a Fever quanto a Aphrodite (incluindo uma progressão que nos recorda imediatamente de “Better Than Today”), Minogue se mostra em sua zona de conforto e consegue lançar algo envolvente o suficiente para nos deixar animados para as inflexões posteriores – apesar de ainda não ter chegado onde queria.

‘The Crown’: Gillian Anderson explica como foi encarnar Margaret Thatcher na 4ª temporada

A 4ª temporada da aclamada série ‘The Crown‘ já está disponível na Netflix e, para promover o novo ciclo, a plataforma divulgou um vídeo de bastidores em que a incrível Gillian Anderson explica como foi o processo de encarnação da primeira-ministra Margaret Thatcher.

Confira:

O ciclo leva o público para os anos 80 e traz Elizabeth (Olivia Colman) batendo de frente com a primeira-ministra Margaret Thatcher (Gillian Anderson), enquanto o príncipe Charles (Josh O’Connor) entra em um tumultuado casamento com Lady Diana Spencer (Emma Corrin).

Olivia Colman (Rainha Elizabeth II), Tobias Menzies (Príncipe Philip) e Helena Bonham Carter (Princesa Margaret) retornam.

Baseada na premiada peça de teatro ‘The Audience‘, a produção conta a história dos bastidores do início do reinado da Rainha Elizabeth II, revelando as intrigas pessoais, romances e rivalidades políticas por trás dos grandes eventos que moldaram a segunda metade do século 20.