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‘Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw’ não bate ‘O Rei Leão’ e amarga 2º lugar no Brasil

Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw‘ foi lançado nos cinemas nacionais com a promessa de se tornar mais uma grande bilheteria para a amada franquia, mas não conseguiu tirar o rei da selva do topo.

Em sua terceira semana, ‘O Rei Leão‘ continuou liderando as bilheterias no Brasil e arrecadou mais R$ 24,7 milhões, somando incríveis R$ 205 milhões.

Hobbs & Shaw‘, primeiro derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, ficou em uma distante segunda posição com apenas R$ 14 milhões arrecadados. Nos EUA, o spin-off desapontou nas bilheterias com arrecadação de US$ 60,8 milhões durante seu fim de semana de estreia, a pior abertura da saga desde de ‘Velozes e Furiosos 4‘, que arrecadou meros US$ 70,9 milhões há 10 anos.

Confira o TOP 10, segundo o FilmeB:

1O Rei Leão24.711.000
2Velozes e furiosos – Hobbs & Shaw14.062.000
3Homem-Aranha – Longe de casa2.349.000
4Toy Story 41.245.000
5Turma da Mônica – Laços631.000
6Pets – A vida secreta dos bichos 2557.000
7Ted Bundy – A irresistível face do mal433.000
8As trapaceiras289.000
9A última loucura de Claire Darling180.000
10As rainhas da torcida123.000

 

A trama é focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em maio de 2020.

‘Bad Boys 4’: Sony já está desenvolvendo a sequência

Bad Boys Para Sempre‘ está fazendo um grande sucesso de público e crítica, e a Sony está empolgadíssima em dar sequência na franquia.

Segundo o Hollywood Reporter, o estúdio contratou Chris Bremner, roteirista do terceiro longa, para escrever o script do quarto filme.

Bremner também foi contratado para roteirizar ‘A Lenda do Tesouro Perdido 3‘.

Martin Lawrence e Will Smith devem retornar para a sequência.

Com 75% de aprovação no Rotten Tomatoes, ‘Bad Boys Para Sempre‘ recebeu inúmeros elogios pelo carisma da dupla Will Smith-Martin Lawrence, bem como por suas cenas de ação, que ajudam a resgatar o estilo noventista dos filmes buddy cop.

E para te preparar para o que vem por aí separamos as principais avaliações disponíveis.

Confira:

“No geral, Bad Boys Para Sempre provavelmente é mais do mesmo, mas termina tão bem que agora não me oponho totalmente à ideia de uma quarta sequência de Bad Boys”. – Bilge Ebiri, New York Magazine/Vulture

“Decisivamente o melhor da trilogia; na verdade, ele tem coração, ou seja lá o que uma empresa industrial gigantesca como essa possui em seu interior”. – Todd McCarthy, Hollywood Reporter

“Brincadeiras e balas são o mood do filme e a dupla no centro dele dificilmente precisa se esforçar demais para espalhar seu charme nas cenas de luta”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Um caso feito sob medida para aqueles que adoram filmes de ação dos anos 90”. – Brian Truitt, USA Today

Will Smith e Martin Lawrence trazem o seu melhor jogo, nunca nos deixando sentir como se eles tivessem passado do ponto. Os objetivos do filme podem até ser bem padrão, mas eles atingem cada um deles com fúria e talento”. – Owen Gleiberman, Variety

A dupla Adi El Arbi e Bilall Fallah é responsável pela direção.

A trama é focada na polícia de Miami e no grupo de elite AMMO em sua tentativa de derrubar Armando Armas, chefe de um cartel de drogas. Armando é um assassino de sangue frio com uma natureza cruel e provocadora. Ele está comprometido com o trabalho do cartel e é enviado por sua mãe para matar Mike (Smith).

Will Smith e Martin Lawrence retornam. Vanessa Hudgens, Alexander Ludwig, Charles Melton, Jacob Scipio e Paola Nuñez completam o elenco.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de janeiro de 2020.

Ranking | Do Pior ao Melhor Filme da Franquia Jurassic Park

Com a produção de ‘Jurassic World – Domínio‘ finalizada, o CinePOP decidiu ranquear os filmes da franquia Jurassic Park do “pior” para o melhor.

Confira:

 

5 | Jurassic Park III (2001)

O terceiro capítulo da saga original é o mais contestado. Apesar da nítida evolução tecnológica na reprodução dos dinossauros e com o visual repaginado dos Velociraptors, que foram adequados para as descobertas da época, o roteiro é bem raso e as adições ao elenco não foram tão cativantes. Ao final do filme, fica um questionamento. O que é pior: ser perseguido pelo terrível Espinossauro ou ficar preso numa ilha com um casal divorciado?

Toda a filosofia do Homem X Natureza foi posta de lado em prol do suspense comercial. Mas ainda assim é um passatempo divertido.

4 | O Mundo Perdido: Jurassic Park (1997)

A sequência do filme original sofreu com as críticas, mas, para mim, segue como um dos filmes mais fascinantes com dinossauros.

Ian Malcolm (Jeff Goldblum) assume o papel de protagonista ao saber que sua namorada, Sarah Harding (Julianne Moore), foi enviada para fotografar uma segunda ilha, onde dinossauros vivem sem cercas.

Com cenas simulando um safári e vários dinossauros novos, Steven Spielberg dedica todo o terceiro ato à realização do sonho de qualquer criança: soltar um Tiranossauro na cidade e deixá-lo “interagir” com os objetos modernos. É uma aventura anacrônica de mão cheia e com vários momentos de suspense bem construído.

3 | Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros (2015)

22 anos após a abertura do parque original (e do lançamento do primeiro Jurassic Park), acompanhamos a reabertura dos portões do agora Jurassic World, um parque de última geração com atrações vivas.

É o sonho de John Hammond posto em prática e a primeira vez que vemos o complexo realmente funcionar. Mas como vimos ao longo da franquia, a vida encontra um meio e os animais pré-históricos se libertam e tocam o terror na Ilha Nublar.

Tudo é novo, menos a destruição. Chris Pratt e Bryce Dallas Howard assumem como os novos protagonistas e entramos na era dos dinossauros híbridos. Outro novo ponto são os raptores treinados, peças chave no futuro dos filmes.

2 | Jurassic World: Reino Ameaçado (2018)

A continuação do sucesso bilionário de 2015 abriu mão do encantamento para adentrar o terror e suspense. Com a trama chave dos cinco filmes, o diretor aposta novamente em dinossauros híbridos no papel de vilões (ou seriam anti-heróis?).

Com uma veia mais forte de ficção científica, “O Reino Ameaçado” volta a se questionar sobre a bioética. Eles também fazem uma releitura bem interessante sobre a extinção dos dinossauros e termina com um final beeeeem interessante, deixando o famoso gancho para o filme 3.

1 | Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993)

Um clássico imortal do cinema de entretenimento, Jurassic Park chocou o mundo ao trazer os dinossauros mais reais que o cinema já havia visto.

Presença certa na cabeça de qualquer um que já foi criança um dia, o filme é uma obra-prima da imaginação e conquista pelos personagens carismáticos e história bem contada. Apesar de se chamar Jurassic Park, o longa conta com apenas 15 minutos de dinossauros no filme.

Se você não viu, corre pra ver! Se você já viu, reveja! É um filmaço!

Parabéns aos Paleontólogos que acompanham o CinePOP! O trabalho de vocês inspira muita gente!

‘Viúva Negra’ ganha belíssimo cartaz IMAX

Viúva Negra‘ teve um belo cartaz IMAX divulgado.

Confira:

Lembrando que Viúva Negra tem estreia marcada para 09 de julho nos cinemas nacionais.

Assista ao trailer:

O elenco também conta com David Harbour, Florence Pugh e O.T. Fagbenle.

A produção é dirigida por Cate Shortland, a partir do roteiro de Jac Schaeffer.

No novo filme da Marvel Studios, Natasha Romanoff (Scarlett Johansson) precisa confrontar partes de sua história quando surge uma conspiração perigosa ligada ao seu passado. Perseguida por uma força que não irá parar até derrotá-la, Natasha terá que lidar com sua antiga vida de espiã, e também reencontrar membros de sua família que deixou para trás antes de se tornar parte dos Vingadores.

James Vanderbilt revela que roteiro de ‘Homem-Aranha 4’, de Sam Raimi, estava PRONTO

Depois do sucesso de Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’, os fãs do Cabeça de Teia resolveram reviver as franquias anteriores que já haviam chegado ao cinema – principalmente depois da aparição surpresa de Tobey MaguireAndrew Garfield no longa-metragem.

Muitos fãs adorariam ver Sam Raimi e Maguire se reunirem para um ‘Homem-Aranha 4‘, embora isso seja o menos provável de acontecer de longe.

No entanto, o roteirista James Vanderbilt confirmou ao ScreenRant que o projeto tinha um roteiro pronto para ser filmado, antes da Sony Pictures CANCELAR o projeto.

“Sim, nós tínhamos um roteiro completo de Homem-Aranha 4 pronto para ser filmado e, como é o caso quando você é um roteirista, eles trouxeram alguns outros grandes escritores para melhorar. Eles mudaram algumas coisas, e eu acho que um ano depois, eles chegaram a um ponto em que – e eu não sei por que – mas eles chegaram a um ponto em que decidiram que não era o caminho que eles iriam seguir.”, afirmou.

Nas redes sociais, os fãs não apenas estão pedindo pelo lançamento de ‘O Espetacular Homem-Aranha 3’ e pelo estabelecimento de Garfield como o herói aracnídeo do universo ‘Venom’, mas começaram uma pesada campanha em massa pedindo pelo quarto filme da franquia original, dirigida por Sam Raimi.

Veja:

Raimi, durante uma sessão de Q&A no Reddit, revelou que tinha planos para a quarta iteração da saga, mas que foi demitido da cadeira de direção após se desentender com a Sony Pictures.

“Eu queria fazer um filme que fosse incrível. Queria que fosse algo que vocês amassem. Mas não consegui chegar lá. Então, achei melhor parar naquele momento.” 

Ele ainda sonha em fazer o seu quarto filme da franquia. Em entrevista ao Yahoo, Raimi falou brevemente sobre seu filme nunca feito do ‘Homem-Aranha’:

“Eu penso nisso o tempo todo. É difícil pensar que eu não pude fazê-lo, ainda mais porque de tempos em tempos sai uma nova versão do Homem-Aranha! Então, como eu já tinha o filme pronto na cabeça, não consigo deixar de pensar no que poderia ter acontecido. Mas tento me concentrar sobre o que será, e não olhar para o passado”, afirmou.

O diretor queria inserir três vilões no filme: Abutre, Mystério e Gata Negra. Após a Sony vetar a ideia, o estúdio decidiu rebotar a franquia e realizar o insonso ‘O Espetacular Homem-Aranha‘.

Saiba QUANDO estreia a série do ‘Daryl Dixon’, spin-off de ‘The Walking Dead’

A AMC anunciou hoje que a série ‘The Walking Dead: Daryl Dixon‘, focada no personagem do Norman Reedus, ganhou janela de lançamento.

A estreia está prevista para o segundo semestre de 2023, entre outubro e dezembro.

A série se passará na França, mostrando um lado inexplorado do apocalipse zumbi, como a Europa.

Clémence Poésy (‘The Essex Serpent’) e Adam Nagaitis (‘Chernobyl’) também estrelam a produção.

Confira as primeiras imagens:

De acordo com Reedus, a série de Daryl vai ter uma escala grandiosa, e uma fotografia bem diferente da série principal, até pelo cenário onde o show vai se passar.

“Ainda não começamos, mas está ficando real agora. Toda a preparação está acontecendo, Greg está lá fora cobrando todo mundo para ficar em forma agora. Os sets são loucos. Há castelos! É um nível totalmente diferente. A fotografia vai ser insana, o tom, a sensação, o som vai ser diferente. Vai ter uma vibração diferente”, falou o ator.

O derivado que ainda não tem nome acompanhará Daryl em algum local da Europa (possivelmente na França), numa missão após os eventos da série principal, e as filmagens estão previstas para começarem ainda esse ano.

David Zabel servirá como showrunner da série.

Vale lembrar que ‘The Walking Dead‘ vai ganhar outros spin-offs, como ‘Dead City‘, agendado para Junho de 2023. A trama acompanha as aventuras de Negan (Jeffrey Dean Morgan) e Maggie (Lauren Cohan).

‘Top Gun: Maverick’ ganha data de estreia na Netflix

Top Gun: Maverick‘ arrecadou nada menos que US$ 1,49 bilhão mundialmente. Como se não bastasse a bilheteria, o longa-metragem conquistou seis indicações ao Oscar 2023, incluindo Melhor Filme.

Agora, o filme já tem data para chegar no streaming. A produção estreia na Netflix no Brasil dia 22 de Dezembro.

Cruise brigou para que ‘Top Gun: Maverick‘ ficasse mais de três meses nos cinemas, e não fosse lançado no streaming com uma janela pequena.

Mundialmente, o filme ultrapassou ‘Pantera Negra‘ (US$ 1,347 bilhão), ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ (US$ 1,342 bilhão), ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘ (US$ 1,332 bilhão) e ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (US$ 1,402 bilhão) e se tornou a 12ª maior bilheteria de todos os tempos.

Vale lembrar que o longa também representa a maior arrecadação – doméstica, internacional e global – da carreira do astro Tom Cruise.

E aí, você já assistiu?

Relembre o trailer:

Confira a nossa crítica:

A nova produção mostra Pete “Maverick” Mitchell (Cruise) diante de um dos desafios mais difíceis dos seus 30 anos de serviço: ele é selecionado para treinar uma equipe de graduados TOP GUN em uma missão da qual nenhum piloto vivo jamais participou.

Dirigido por Kosinski e com roteiro de Christopher McQuarrie e Peter Craig, o filme estrela Tom Cruise, Miles Teller, Val Kilmer, Kelly McGillis, Jennifer Connelly, Glen Powell, Monica Barbaro, Thomas McKenzie, Charles Parnell, Jay Ellis, Bashir Salahuddin, Danny Ramirez, Jon Hamm e Ed Harris

‘É Assim que Acaba’ se aproxima dos US$ 300 milhões mundialmente

Sucesso! O romance ‘É Assim que Acaba‘, estrelado pela Blake Lively (‘Águas Rasas’), já conseguiu arrecadar quase US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Nos EUA, o longa segue no TOP 3 das maiores arrecadações do final de semana. Ao total, a produção já soma sólidos US$ 135.8 milhões no país.

Internacionalmente, a adaptação do livro de Colleen Hoover acrescenta US$ 150 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 285.8 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$24.2M), Austrália (US$13.1M), México (US$12.6M), Alemanha (US$11.9M) e Brasil (US$9.1M).

Vale lembrar que o romance superou as expectativas em sua estreia nos EUA, arrecadando US$ 50 milhões em seu primeiro final de semana. O valor ficou muito acima das projeções iniciais, que indicavam um lançamento em torno de US$ 23-30 milhões.

Desconsiderando sua participação especial no novo filme do Deadpool, ‘É Assim que Acaba‘ se tornou o segundo maior lançamento da carreira de Lively, atrás apenas do live-action de ‘Lanterna Verde‘ (US$53.1M).

Vale lembrar que o romance já está em exibição nos cinemas nacionais!

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A produção é baseada no romance homônimo da Colleen Hoover.

Brandon Sklenar, Jenny Slate e Hasan Minhaj completam o elenco da produção.

Justin Baldoni também está atado à direção, a partir de um roteiro escrito por Christy Hall (‘I Am Not Okay With This’).

Lily nem sempre teve tudo fácil na vida, mas isso nunca a impediu de trabalhar duro pelo que deseja. Ela percorreu um longo caminho desde a pequena cidade no Maine, onde cresceu – formou-se na faculdade, mudou-se para Boston e abriu seu próprio negócio. Então, quando ela sente uma faísca com um lindo neurocirurgião chamado Ryle Kincaid, tudo na vida de Lily de repente parece quase bom demais para ser verdade.

Ryle é assertivo, teimoso, talvez até um pouco arrogante. Ele também é sensível, brilhante e tem uma quedinha total por Lily. E a aparência dele de uniforme certamente não dói. Lily não consegue tirá-lo da cabeça. Mas a completa aversão de Ryle a relacionamentos é perturbadora. Mesmo quando Lily se vê se tornando a exceção à sua regra de “não namorar”, ela não pode deixar de se perguntar o que o tornou assim em primeiro lugar.

À medida que as perguntas sobre seu novo relacionamento a oprimem, os pensamentos sobre Atlas Corrigan – seu primeiro amor e um elo com o passado que ela deixou para trás – também retornam. Ele era sua alma gêmea, seu protetor. Quando Atlas reaparece repentinamente, tudo o que Lily construiu com Ryle está ameaçado.

Novo filme de VINGANÇA estreia fazendo sucesso em 3º lugar na Netflix

O mais recente lançamento de ação da Netflix, ‘K.O.‘, tem provocado um verdadeiro nocaute nas paradas de filmes mais vistos da plataforma, rapidamente ascendendo para o top 3 global. Estrelado pelo lutador de MMA Ciryl Gane, o thriller francês gerou bastante buzz, mas o que a crítica especializada e o público têm a dizer sobre ele?

Um “Tomatometer” ainda em Formação, mas com Sinais Positivos

No Rotten Tomatoes, ‘K.O.‘ ainda não possui uma pontuação consolidada no Tomatometer devido ao número limitado de críticas de grandes veículos de imprensa. No entanto, as poucas avaliações de críticos que surgiram são predominantemente positivas. Além disso, o filme está recebendo um feedback esmagadoramente favorável do público.

Os críticos que já tiveram a oportunidade de assistir a ‘K.O.‘ destacam a ação visceral e o realismo das cenas de luta. A presença de Ciryl Gane, um lutador de MMA na vida real, é apontada como um grande trunfo, conferindo autenticidade e intensidade aos confrontos.

Uma crítica elogia o filme por sua “saudável dose de retribuição violenta” e pelo fato de as cenas de luta “se beneficiarem por não terem sido excessivamente editadas ou distraidamente embelezadas com efeitos visuais”, um contraste notável com outros filmes de ação. A direção de Antoine Blossier também é mencionada por sua habilidade no gênero.

Assista ao trailer:

Enquanto o número de críticas formais é pequeno, as reações do público em plataformas como IMDb e nas redes sociais são unânimes: ‘K.O.‘ é um filme de ação que entrega o que promete. Muitos espectadores elogiam a forma como o filme não se sente “falso, forçado e superproduzido”, algo que eles sentem falta em muitas produções americanas.

Há quem descreva ‘K.O.‘ como um “filme emocionante, com cenas de luta de ação frenéticas, suspense e muita violência”. O desempenho de’K.O.‘ como herói de ação também é consistentemente elogiado como “de primeira linha”. Curiosamente, alguns fãs até expressaram o desejo de que o filme fosse mais longo ou que uma sequência fosse produzida imediatamente.

K.O.‘ acompanha Bastien, um ex-lutador de MMA assombrado pela morte acidental de um oponente em sua última luta. Anos depois, ele tem a chance de se redimir ao ajudar a viúva de seu rival a encontrar o filho desaparecido, mergulhando em um submundo brutal de crime em Marselha. A jornada de Bastien é uma mistura de ação implacável e uma busca emocionante por expiação.

Tom Volf vem ao Brasil para sessões especiais de Maria Callas – Em Suas Próprias Palavras

Maria Callas é considerada a diva da música lírica. Sua voz com muita delicadeza e timbre único, a tornou a maior soprano da história da música clássica. Ela nasceu no dia 02 de dezembro de 1923, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. E será nos dias 02 e 03 de dezembro que os Reserva Cultural São Paulo e Niterói decidiram homenagear a grande artista com as pré-estreias do filme Maria Callas – Em Suas Próprias Palavras e para celebrar o nascimento desse longa esplendoroso, Tom Volf – diretor do longa participará dos eventos.

Fonte: Fonds de Dotation Maria Callas

Tom virá de Paris ao Brasil apenas para essas duas sessões exclusivas e falará sobre o desafio de montar um filme baseado na vida da cantora lírica e também, dos três anos que ficou imerso em um material rico em detalhes e conteúdo inédito da vida íntima de Callas. O material transformou-se em livro e logo em documentário narrado pela própria cantora e também pela atriz francesa Fanny Ardant.

O trabalho contou com a  estreita colaboração de Nadia Stancioff, amiga íntima de Maria Callas, que nunca esqueceu o pedido da cantora: “Se eu tiver que morrer antes de você, quero que conte às pessoas quem eu realmente era.”

Fonte: Fonds de Dotation Maria Callas

O documentário é narrado inteiro em primeira pessoa. Você verá Callas como nunca foi vista antes – como uma memória póstuma – de coração e alma abertos, a cantora encanta assim como sempre fez nos palcos – agora com as palavras – despindo sua intimidade para que todos conheçam Maria.

Tom usou arquivos de imagem. No filme, você poderá ver de perto o início da carreira de Maria Callas que teve início na década de 40, como protagonista da ópera Norma de Bellini, além de dramas da vida pessoal – como o polêmico casamento com Aristóteles Onassis, incógnitas na trajetória musical – tudo o que você nunca imaginou, ali, bem na sua frente – na tela do cinema.

Fonte: Fonds de Dotation Maria Callas

 

Pré-estreia Maria Callas – Em Suas Próprias Palavras:

 

Reserva Cultural São Paulo: dia 02 de dezembro, às 21 horas

Valor: R$ 35 (inteira) R$17,50 (meia)

Endereço: Av. Paulista, 900 – SP

Sessão seguida de debate e drink.

 

Reserva Cultural Niterói: dia 03 de dezembro, às 20h30 horas

Valor: R$ 31 (inteira) R$15,50 (meia)

Endereço: Avenida Visconde do Rio branco 880 – São Domingos – Niterói

Sessão seguida de debate e drink.

 

 

 

10 filmes pra quem tá tentando ser adulto e falhando lindamente

A imaturidade ainda é um ponto presente em muitos adultos que não conseguem se desprender das facilidades de outros tempos e acabam entrando em conflitos conforme os obstáculos da vida começam a se acumular. Buscando um recorte sobre esse tema, separamos abaixo alguns filmes que conversam sobre esse assunto:

 

Blondi (Prime Video)

Blondi é uma mulher imatura, perto dos 40 anos, que trabalha em uma empresa que produz uma espécie de Censo. Mãe desde os 15 anos do já adulto Mirko, preenche as lacunas do seu cotidiano indo de um lado para o outro com o filho e sendo amiga dos amigos dele. Quando algumas decisões de pessoas próximas a ela acontecem, Blondi começa a perceber que não tem como controlar os rumos da vida dos outros, fazendo passar por transformações na sua própria trajetória.

 

Irmãos Desastre (Sony One)

Na trama, conhecemos Maggie (Kristen Wiig), uma mulher que vive com o marido, Lance (Luke Wilson), mas esconde de todos não estar nada feliz. Prestes a fazer uma enorme besteira, é avisada que seu irmão Milo (Bill Harder) está com problemas. Assim, após 10 anos sem se verem, os dois embarcarão em uma jornada de altos e baixos.

 

Doente de Mim Mesma (MUBI)

Signe (Kristine Kujath Thorp) está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.

 

Ninjababy (MUBI)

Com uma narrativa envolvente, onde, por meio de ilustrações traça-se paralelos com as emoções conflitantes que passa a protagonista no seu presente repleto de dúvidas, o longa-metragem norueguês Ninjababy é um pot-pourri de reflexões sobre a chegada da maturidade.

 

Funcionário do Mês (Diamond Films Plus)

Checco (Checco Zalone) é um homem de meia idade que desde que nasceu sonha em ser funcionário público. Conseguindo realizar seu sonho logo que chega na fase adulta, vive uma vida pacata e sem emoções em uma cidadezinha italiana. Quando uma reforma administrativa acontece na Itália, toda a vida manda de Checco é colocada em cheque e ele passa a ter que lutar pela manutenção de seu emprego, se metendo em diversas e hilárias situações.

 

Jovens Adultos (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Mavis Gary é uma escritora de livros infantis que, após receber um e-mail do ex-namorado resolve retornar para sua casa com um simples objetivo: reacender um romance com seu ex-namorado – que agora está casado e tem uma filha recém-nascida. Nessa volta à sua cidade natal, reencontra antigos conhecidos que agora apresentam um significado diferente para ela.

 

Mimadinhos (Netflix)

O projeto, que é um remake do filme mexicano Nosotros los Nobles, conta a história do milionário Francis (Gérard Jugnot) que mora em uma mansão luxuosa em Mônaco junto com seus três filhos, os mimados Stella (Camille Lou), Alexandre (Louka Meliava) e Philippe (Artus). Ao perceber que os filhos não vão trabalhar e viver do dinheiro que ele ganha pra sempre, resolve bolar um plano onde finge que faliu e assim obriga os filhos a se mudarem com ele para uma casa mais humilde, em Marselha, onde todos terão que trabalhar para se sustentarem.

 

O Melhor do Mundo (Netflix)

Gallo (Michel Brown) é um workholic clássico. Produtor de um programa sensacionalista, vive 24 horas para seu trabalho fato que deixa sua relação com a família muito distante. Quando sua ex-esposa Alicia (Fernanda Castillo) entrega um segredo guardado a sete chaves ele embarca em uma autorreflexão com muitas descobertas, ao lado do único filho, Benito (Martino Leonardi).

 

O Caminho Errado (Netflix)

Emilie (Ada Eide) é uma mãe solteira, com péssima relação com o pai da filha, que está completamente perdida sobre o que fazer da vida. Certo dia, após se encontrar com o seu único irmão, Gjermund (Trond Fausa), resolve se inscrever numa famosa competição de esqui cross-country, um árduo evento com o objetivo de percorrer 54 km na neve. Ao longo de todo o processo de preparação começa a perceber novos olhares para o futuro.

 

Bogotá: A Cidade dos Sonhos Perdidos (Netflix)

Na trama, conhecemos o jovem sul-coreano Guk-hee (Song Joong-ki) que, na virada do milênio, vai morar com os pais na Colômbia depois de um grave problema financeiro atingir seu país natal. Nessa nova terra, além do problemas com o frustrado pai, logo se associa a contrabandistas e acaba fazendo disso uma carreira que logo fica em ascensão rumo ao poder, em meio ao inescrupuloso e impiedoso mundo do crime.

 

Os Filmes dos Anos 80 que tiveram sequências anunciadas que NUNCA aconteceram

Como todos sabem, os anos 80 (além de serem imbatíveis) serviram para cimentar o que conhecemos hoje como blockbuster. Então, se você está curtindo o MCU até o talo hoje, agradeça aos anos 1980. E como sabemos também, blockbuster chama sequência – afinal quem em sã consciência perderia a chance de duplicar seu dinheiro? Se a continuação tiver o mínimo de qualidade, a coisa fica até melhor. É claro também que dar continuidade a um filme no cinema não é mérito dos anos 80, com produções como O Poderoso Chefão II, Tubarão 2, O Exorcista II e Rocky II datando, todos, da década anterior. As sequências, no entanto, já existem desde os primórdios do cinema, com The Fall of a Nation (1916), a continuação do controverso O Nascimento de uma Nação (1915), sendo considerada a primeira da história – e infelizmente um filme perdido, restando apenas alguns fotogramas.

Curiosamente, nenhum dos itens citados acima são filmes que necessariamente pediam uma continuação – ou seja, possuem começo, meio e fim bem definidos, e arcos de histórias fechadas. E essa é a melhor maneira de se continuar uma obra, do zero, delineando bem sua própria narrativa. É desta forma que muitos filmes seguem até hoje, com um desfecho que fecha a porta, que será reaberta dependendo de seu merecimento. Os anos 1980, porém, nos mostraram um outro lado da moeda – frisando o desespero de produtores em ligarem rapidamente uma produção na outra, a fim de criar uma franquia rentável.

Isso se deu pela popularização do cinema e o elo que foi criado com outras mídias e peças de marketing, como brinquedos, games e todo tipo de merchandising. Tubarão e Star Wars foram os dois responsáveis originais. Assim chegamos ao terceiro item e assunto da matéria: os filmes que instigam uma continuação em seu desfecho, mas que devido ao resultado negativo nas bilheterias, terminaram sem nunca as receber. Situação que igualmente segue ocorrendo até hoje. Portando, nesta matéria usaremos como exemplo somente filmes que prometeram, mas não cumpriram. Vamos conhecer.

Conan – O Destruidor

O primeiro Conan (1982) foi o filme que colocou o nome do austríaco musculoso Arnold Schwarzenegger no mapa e o seu primeiro papel de protagonista no cinema. O sucesso do longa trouxe uma continuação dois anos depois, com um clima mais próximo das aventuras dos quadrinhos no qual é baseado. Para muitos, como este que vos fala, o segundo Conan foi o mais marcante (com direito a cenas assustadoras) na infância. O filme termina com a Princesa Jehnna (Olivia D’Abo) assumindo o trono e dando aos guerreiros aliados cargos em sua corte. Mas quando chega a hora do herói, ele recusa, ganha um beijo (D’Abo tinha apenas 14 anos, e Schwarzenegger já tinha 37) e parte para seu destino, sempre um lobo solitário.

Depois, junto com a narração, vemos Conan sentado em seu próprio trono, anos mais velho, enquanto o narrador profere: “Mas esta é uma outra história”. Essa história seria contada no encerramento da trilogia, Conan – O Conquistador, que seria lançado em 1987, com Arnold voltando ao papel. No entanto, o terceiro Conan caiu no inferno dos desenvolvimentos e terminou como produção abandonada. Antes disso, em 1985, o personagem quase retornou para o spin off Red Sonja (Guerreiros de Fogo), com uma heroína criada pelo mesmo autor de Conan. No entanto, devido a problemas com os direitos autorais, Conan e Red Sonja não puderam dividir as telas, fazendo com que Arnold interpretasse o genérico guerreiro Kalidor – embora todos no fundo saibam se tratar do herói (não sei como não nomearam o personagem de Konnan).

Bem, Guerreiros de Fogo trouxe Kalidor e o roteiro de Conan – O Conquistador foi reaproveitado pela Universal para se tornar Kull – O Conquistador (1997), protagonizado por Kevin Sorbo. Em 2011, a opção foi por um reboot da franquia, trazendo desta vez Jason Momoa como o personagem título, nesta reimaginação de Conan – O Bárbaro. Nem tudo está perdido, porém, já que desde 2014 o próprio Arnold vem afirmando que um terceiro filme, cujo título já mudou de A Lenda de Conan para Conan, o Rei, vai sair. Lembrando que o veterano se encontra atualmente no auge de seus 73 anos, e provavelmente precisará do apoio de personagens mais jovens o cercando para as cenas de ação.

Os Aventureiros do Bairro Proibido

Para todos que cresceram nos anos 1980, este foi o filme que mais vontade tínhamos de ver continuar. O longa, que segundo reza a lenda serviu para inspirar o game Mortal Kombat, termina num cliffhanger de roer todas as unhas. Após a épica batalha no submundo da Pequena China entre as forças do bem e do mal, o bruxo vilão Lo Pan é derrotado, assim como seus asseclas, e o herói Jack Burton (imortalizado nas formas de Kurt Russell, em mais um de seus personagens icônicos na década de 80) igualmente abandona seus companheiros para seguir seu caminho sozinho – já notaram que isso era uma tendência dos protagonistas machões do cinema, que precisavam estar sempre solo.

E é aí que, quando achamos que o filme iria terminar numa boa para Jack – que contava sua história para os outros colegas caminhoneiros através do rádio -, uma das criaturas apenas vislumbradas durante a projeção, uma verdadeira fera bestial, surge na carroceria do caminhão do herói, dando um baita susto no espectador. Enquanto Jack segue alheio à presença do monstro, sabíamos que o protagonista se veria à frente do perigo novamente. Os Aventureiros do Bairro Proibido, ou Big Trouble in Little China no original, é claro, é um dos filmes cult dirigidos por John Carpenter, um favorito dos fãs da época. O longa teve uma produção problemática, e embora fosse tudo o que um garoto quisesse ver na época, sofreu em seu lançamento nos cinemas, não arrecadando sequer o valor de seu orçamento.

O filme viria a ser redescoberto nas locadoras, que na época andavam a toda – imagine um Netflix dos anos 1980. Assim, tudo o que diversos jovens amantes do bom e velho cinema de entretenimento queriam na época era ver uma nova aventura de Jack e sua turma, e saber o destino do herói. Coisa que a Fox e Carpenter nos devem até hoje. Em contrapartida, Dwayne Johnson provoca um projeto para ressuscitar a marca faz algum tempo, e embora se pensasse que o novo longa seria um reboot, novas sinopses apontam para uma possível sequência tardia – o que funcionaria muito melhor, seguindo a tendência atual. Neste contexto, Russell poderia retornar como um Burton envelhecido (ao lado do resto do elenco original) e The Rock forneceria o starpower atual para segurar o filme e garantir uma boa bilheteria a esta possível continuação. Quem dera John Carpenter estivesse envolvido.

Mestres do Universo

Engana-se quem pensa que garantir uma continuação já no filme original é coisa dos blockbusters atuais. É só voltar no tempo e perceber que os anos 1980 estão cheios de filmes assim. Um dos mais descarados foi esta primeira (e única) adaptação em live action para as telonas de um dos desenhos animados mais queridos pela garotada da época: He-Man. Só quem viveu no período para compreender o fenômeno pop que foram a linha de brinquedos e o cartoon. É claro que um filme com atores reais era exigido pelos obcecados entusiastas mirins – e ela demorou bastante para sair do papel. Dois anos depois do fim do programa animado para ser mais preciso.

Fora a falta de timing, outro forte elemento somou contra o filme: o fato da obra ser produzida por nenhuma outra senão a picareta Cannon Films – o estúdio mais cara de pau que Hollywood já viu, mas que não por menos fez a alegria da gurizada com seus filmes de ação baratos, estrelados por gente como Chuck Norris, Jean Claude Van Damme e Charles Bronson. Até mesmo Sylvester Stallone andou molhando seus pés na Cannon, não uma, mas duas vezes, com Cobra (1986) e Falcão – O Campeão dos Campeões (1987). E foi justamente este segundo filme, sobre quedas de braço, o responsável pela falência da companhia. Na verdade, um trio de filmes do qual Falcão fazia parte.

O ano de 1987 foi o mais ambicioso da Cannon e caso sua “trinca vencedora” tivesse dado certo, o estúdio poderia estar ativo até hoje. O problema é que os primos israelenses Menahem Golan e Yoram Globus eram mais ambiciosos do que de fato tinham condições de entregar, e assim decidiram filmar de forma simultânea as duas outras superproduções do ano: Mestres do Universo e Superman IV: Em Busca da Paz. E enquanto o quarto filme do Homem de Aço teve um orçamento reduzido de US$17 milhões, o filme do He-Man ganhou um pouco mais de grana com US$22 milhões. Mesmo assim, para o que os produtores idealizaram, a grana foi curta.

Assim, Mestres do Universo teve sua trama ambientada em grande parte na Terra – já que seria mais caro criar um mundo alienígena -, e personagens desconhecidos e menos complicados para segurar os custos. Resultado, terminou não agradando seu público-alvo. Ah sim, o desfecho. Após He-Man (Dolph Lundgren) derrotar o vilão Esqueleto (Frank Langella), jogando-o num poço do Castelo de Greyskull, o bruxo cadavérico retorna numa cena-pós crédito para anunciar que retornará – chupa, Marvel! É claro que isso nunca de fato ocorreria. No entanto, duas novidades sobre este universo totalmente 80’s chegam para os saudosistas. A primeira é a nova animação, produzida pela Netflix, a ser lançada ainda este ano. E a segunda, é um novo longa em live action, com roteiro de David S. Goyer, e com o novo queridinho da geração Netflix, Noah Centineo, no papel de ambos Príncipe Adam e He-Man.

A Bolha Assassina

Mais curiosidade à vista. A Bolha Assassina (1988) é na realidade o remake (superior, diga-se de passagem) do clássico de 1958 – que foi um dos primeiros trabalhos no cinema do lendário astro Steve McQueen. O longa gerou uma continuação tardia em 1972, intitulada Beware! The Blob. Essa sequência não fez o mesmo sucesso. Trinta anos depois do original e o diretor Chuck Russell, recém-saído do sucesso de A Hora do Pesadelo 3 (1987), marcou outro golaço com este que é um dos filmes do gênero mais lembrados e adorados dos 80’s. Uma verdadeira aula em efeitos práticos, o filme conta a história de um meteorito caindo em nosso planeta, trazendo consigo uma criatura extraterrestre viscosa, uma espécie de super parasita, que dissolve a carne humana ao entrar em contato com ela, se alimentando e cada vez ampliando seu tamanho.

O toque brilhante do roteiro, que se torna uma reviravolta em relação ao original, é descobrirmos que na verdade tal criatura foi criada aqui, na Terra, como um teste de arma química realizado pelo governo americano – uma p*ta crítica! O monstro se torna em pouco tempo o terror para uma pequena cidade, e neste remake ganhamos até mesmo replicada a icônica cena do ataque ao cinema. Tudo aqui é maior e melhor (os efeitos nem se fala), e a história ganha mais aprofundamento e novas tintas, assim como os personagens. Para termos uma ideia, a brincadeira inicial com o filme dos anos 1950, coloca o esportista ao lado da líder de torcida, algo saído da América do conto de fadas dos 50’s, somente para numa reviravolta eliminar o galã logo de início e deixar a mocinha com o bad boy motoqueiro, avesso às regras e totalmente anti-estabelecimento.

Kevin Dillon e Shawnee Smith formam uma boa dupla, e o filme não perdoa sequer as crianças, que igualmente se tornam vítimas da bolha. No desfecho, depois de congelada (seu ponto fraco), a criatura é aparentemente vencida. Mas algum tempo depois, na última cena, vemos o Reverendo Meeker (Del Close) num sermão enigmático, somente para depois percebermos que o sujeito, agora desfigurado pelo fogo, guardou num pote de vidro um pedaço da bolha, que começa a descongelar e a se mover – prometendo uma nova “limpeza”. Bem, esta sequência, infelizmente jamais viria. E os fãs do bom terror aguardam até hoje.

Noite dos Arrepios

É clichê, mas é real. Os anos 1980 foram uma época única, diferente de tudo o que veio antes ou depois – e para o cinema, acima de tudo, um período extremamente criativo, justamente por ser da mesma forma muito sem noção. Os ideais de politicamente correto não existiam, o que permitia aos idealizadores surfar num cadáver em chamas na estratosfera enquanto bebendo uma Coca-Cola, garantindo a plateia de vir à loucura. Junte a isso o fato de que foi a década onde os blockbusters foram cimentados e elevados a um novo patamar. Assim, se torna muito curioso perceber um filme que tenha todos os elementos para ganhar uma continuação, ou quem sabe até se tornar uma franquia, e que tenha terminado apenas com um único longa.

Sim, estes casos foram raros (como todos os citados na lista até agora) e sua explicação se dá por dois motivos: o primeiro é o fracasso retumbante do filme original, e o segundo é por razão de algum conflito interno na produção (brigas, direitos autorais, atores problemáticos, etc.). E esta obra recai mais no primeiro item, já que foi uma produção sem muita repercussão na época, descoberta como item cult nas locadoras e reprises na TV aberta. Pegando carona na originalidade dos 80’s, este terror é escrito e dirigido por Fred Dekker – grande nome da época tendo escrito A Casa do Espanto (1985) e dirigido Deu a Louca nos Monstros (1987).

Aqui, Dekker mistura tudo na trama, numa salada bem apetitosa. Temos maníacos fugidos de um hospício, serial killers, criaturas alienígenas, zumbis, vermes interplanetários, um detetive durão, amargurado e vingativo e, é claro, muito drama adolescente com dois amigos nerds, uma graciosa mocinha e os típicos valentões. Ou seja, um resumão do que foi os anos 1980. Como não amar? É preciso ver para crer. E o melhor, o final deixa uma porta escancarada para uma sequência, seja na versão que foi para os cinemas (com um último susto) com um cachorro ainda infectado, soltando um verme para cima da heroína Cynthia (Jill Whitlow), ou na edição original, com uma grande cena de efeitos especiais envolvendo a chegada na Terra de uma nave com extraterrestres procurando os vermes soltos no planeta. Os anos 1980 ficaram nos devendo Noite dos Arrepios 2.

A Coisa

Igualmente icônico por suas reprises no SBT (onde eu e muitos de minha geração tivemos o primeiro contato com o longa), este terror satírico que funciona muito como uma crítica ferrenha ao consumismo desenfreado, que na década de 1980 abriu novos níveis – e funciona tanto quanto (servindo de uma dobradinha recomendada) Despertar dos Mortos (1978), de George Romero. Escrito e dirigido por Larry Cohen, essa produção B de baixo orçamento não deve ser confundida com The Thing – O Enigma de Outro Mundo (1982), de John Carpenter, ou It (Uma Obra-Prima do Medo/A Coisa), de Stephen King, devido ao seu título por essas bandas tupiniquins.

Aqui, o título original é The Stuff, e a trama gira em torno de uma substância encontrada no gelo muito parecida com um sorvete/ iogurte. Devido ao sabor doce, sem qualquer averiguação mais aprofundada, uma mega empresa começa a comercializar a substância – cuja origem, muito provavelmente, é alienígena. Logo, o produto vira febre no nível dos maiores refrigerantes, sendo facilmente encontrado nos lares americanos. Ao mesmo tempo, coisas terríveis começam a ocorrer com os consumidores de tal alimento, que exibe uma qualidade altamente viciante – transformando e controlando a mente de todos os que se propõem a consumi-lo. O que por si só é uma grande analogia aos fast food, que de nutritivos ao nosso organismo não têm nada, muito pelo contrário, e mesmo assim não conseguimos abandona-los.

No meio disso, um menino é o único que se recusa a comer o “The Stuff”, a mais nova sensação, e sofre represália de sua família, já completamente tomada pela novidade. Apesar de ser parcialmente listado como comédia, A Coisa (1985) possui cenas pra lá de intensas – em especial a que envolve o personagem Chocolate Chip Charlie (Garrett Morris) e sua bocarra (o que trouxe pesadelos por muito tempo para este que vos fala ainda na infância). No final do longa, percebemos que “a coisa” continua sendo comercializada no mercado negro, demonstrando que o terror não chegou ao fim. O que deixou crianças de toda uma geração se perguntando sobre o que aconteceria dali para frente. Uma pergunta cuja resposta se encontra apenas em nossas mentes.

‘For The People’: 2ª temporada da série produzida por Shonda Rhimes ganha trailer; Confira!

A ABC divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘For The People‘, produzida pela Shonda Rhimes.

Confira:

A série foi criada por Paul William Davies, e conta com Shonda Rhimes como produtora executiva.

For The People’ se passa no Distrito do Sul de Nova York, na Corte Federal, também conhecida como a “Corte Mãe” e acompanha um grupo de novos advogados trabalhando em lados opostos, conforme eles lidam com casos de alto escalão no país. Nesse turbilhão, as vidas pessoais de todos se cruzam.

O elenco da produção é composto por Betsy Beers, Britne Oldford, Lyndon Smith, Ben Rappaport, Susannah Flood, Wesam Kees, Rege-Jean Page, Ben Shenkman, Hope Davis, Vondie Curtis-Hall e Anna Deavere Smith

A 2ª temporada de ‘For the People‘ estreia no dia 7 de março de 2019.

‘Mr. Robot’: Protagonista confronta a realidade no novo teaser da ÚLTIMA temporada

A 4ª (e última) temporada de ‘Mr. Robot‘ ganhou um novo teaser.

Confira:

Exibido pelo canal USA, o aclamado drama foi criado por Sam Esmail.

Na série, “Elliot é um jovem programador que sofre de uma desordem mental que o torna antissocial. Ele trabalha como técnico de segurança virtual durante o dia, e como hacker vigilante durante a noite. Elliot se vê numa encruzilhada quando o líder de um misterioso grupo de hackers o recruta para destruir a firma que ele é pago para proteger. Motivado pelas suas crenças pessoais, mesmo tendo noção do expressivo controle que essa corporação exerce sobre a sociedade mundial ele tenta resistir à oportunidade de destruir os CEOs dessa multinacional.”

O elenco inclui Rami Malek, Christian Slater, Grace Gummer, B. D. Wong, Bobby Cannavale, Craig Robinson, Dipierro, Carly Chaikin e Portia Doubleday.

Sem data confirmada, o quarto ano irá estrear no final de 2019.

 

‘Em Defesa de Jacob’: Autor do livro afirma que a adaptação irá ‘expandir a história’

A Apple+ divulgou um novo vídeo dos bastidores de ‘Em Defesa de Jacob‘ (Defending Jacob), com William Landay, o autor do livro no qual a série é baseada, revelando que a produção irá explorar e expandir novos ângulos da história original.

Confira:

A produção foi lançada oficialmente hoje, dia 24.

A série é baseada no romance homônimo de William Landay.

A história gira em torno de um chocante crime que assola uma pequena cidade de Massachusetts, levando um assistente jurídico a ficar dividido entre seu juramento de buscar a justiça a qualquer custo e seu amor incondicional pelo filho.

Chris EvansJaeden Martell estrelam. Michelle Dockery, Cherry Jones, Pablo SchreiberBetty Gabriel e Sakina Jaffrey completam o elenco.

Em Defesa de Jacob foi criado, escrito e produzido por Mark BombackMorten Tyldum (O Jogo da Imitação) entra como diretor dos episódios.

Batman surge em protesto pró-Trump nos EUA em vídeo hilário; Confira!

Enquanto o cenário político nos EUA está conturbado, um herói resolveu dar as caras durante a confusão. Durante um protesto pró-Trump no Capitólio, um manifestante fantasiado como o Batman apareceu entre os republicanos, rendendo um vídeo hilário que acabou viralizando na internet.

Confira:

O protesto resultou na invasão do Congresso por parte de eleitores extremistas, apoiadores do ex-presidente Donald Trump, durante a sessão que certificaria Joe Biden como o novo presidente dos EUA.

Em declaração oficial, Biden afirmou que o episódio foi um “ataque sem precedentes à democracia”.

Vale lembrar que o novo filme solo do Cavaleiro das Trevas, ‘Batman’, está programado para estrear no dia 4 de março de 2022.

Além de Robert Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard, Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.

Assista ao trailer oficial:

 

‘Silent Night’: Comédia natalina com Keira Knightley ganha previsão de lançamento

De acordo com o Deadline, a sombria comédia natalina ‘Silent Night‘, estrelada por Keira Knightley, finalmente ganhou previsão de estreia.

O longa – que estreará no Fantastic Fest neste mês – teve seus direitos adquiridos pela AMC+ e RLJE Films, e está programado para ser lançado nos EUA em dezembro, simultaneamente nos cinemas e em streaming. 

Camille Griffin será responsável pela direção, sendo este o primeiro longa-metragem sob o seu comando.

A trama segue um grupo de velhos amigos que se reúnem para celebrar o Natal no conforto de uma idílica casa de campo. Sobrecarregados com a inconveniência da destruição iminente da humanidade, eles abrem outra garrafa de champanhe e continuam com suas festividades. Mas nenhuma quantidade de estoicismo pode substituir a coragem necessária para sua última noite na Terra.

O elenco ainda conta com Matthew GoodeRoman Griffin Davis, Annabelle WallisLily-Rose DeppṢọpé Dìrísù, Kirby Howell-BaptisteLucy Punch, Rufus Jones e Trudie Styler.

Matthew Vaughn (‘Kingsman’), Trudie Styler (‘Moon’) e Celine Rattray servirão como os produtores do longa.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Kit Harington será o “monstro” em filme sobre Mary Shelley, autora de ‘Frankenstein’

De acordo com o Deadline, Kit Harington (‘Game of Thrones’) entrou para o elenco de ‘Mary’s Monster‘, filme focado na vida da Mary Shelley, autora do clássico ‘Frankenstein‘.

O ator interpretará o “monstro”. Já Clara Rugaard (‘I Am Mother’), que também estrelará a produção, interpretará Mary Shelley.

O longa mostrará os desafios da autora em completar sua obra clássica.

Farren Blackburn (‘A Descoberta das Bruxas’) será responsável pela direção.

Aterrorizada por dar voz à escuridão de sua mente, Mary Shelley trava uma batalha perigosa com seu próprio ‘monstro interno’ enquanto ela luta para escrever seu romance de ficção científica, ‘Frankenstein’.

O roteiro foi escrito por Deborah Baxtrom (‘Living With Frankenstein’).

Publicado em 1818, ‘Frankenstein‘ é considerado um dos maiores livros de ficção científica do mundo, inspirando incontáveis filmes, séries e adaptações teatrais. Acredita-se que Shelley escreveu o livro com 19 anos, durante sua estada no Lago Geneva com seu marido Percy Bysshe Shelley e o poeta Lord Byron, onde o trio se manteve entretido contando histórias de fantasmas.

‘Overlook’: Série focada no hotel de ‘O Iluminado’ é ENGAVETADA pela HBO Max

O site The Hollywood Reporter confirmou que a série ‘Overlook‘, que iria focar no sinistro hotel do clássico ‘O Iluminado‘, foi oficialmente engavetada pela HBO Max.

Com produção de J.J. Abrams através da Bad Robot, o projeto foi oferecido para outros canais e streamings. Apesar da Netflix alegadamente ter demonstrado interesse, não há nenhuma confirmação sobre o futuro da série.

Dustin ThomasonScott Brown seriam responsáveis pelo roteiro.

O projeto já estava em desenvolvimento há anos. Inicialmente, a produção seria um filme dirigido por Mark Romanek, que serviria de pré-sequência ao longa original, antes de começar a ser desenvolvida para a televisão pela HBO Max.

Vale lembrar que ‘Doutor Sono‘, sequência de ‘O Iluminado‘ dirigida por Mike Flanagan, decepcionou nas bilheterias. Apesar de ter sido aclamado pelos críticos – com 78% de aprovação no Rotten Tomatoes –, o suspense arrecadou apenas US$ 72.3 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 45 milhões.

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

Diretor fala sobre possível SEQUÊNCIA do aclamado ‘Godzilla Minus One’

Em entrevista ao GQ Japan, o diretor Takashi Yamazaki comentou sobre a possibilidade de retornar no comando de uma sequência para o aclamado ‘Godzilla Minus One‘.

Apesar do seu desejo em dirigir uma continuação, o cineasta revelou que também adoraria dar a oportunidade para que novos diretores apresentem sua própria visão do icônico Kaiju.

“Eu adoraria ver a visão de outro diretor para o Godzilla, mas também quero retornar para dirigir uma sequência [de ‘Godzilla Minus One’]. Tenho sentimentos muito complicados em relação a isso.”

Sucesso nos cinemas, a produção arrecadou impressionantes US$ 53 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 15 milhões. Além disso, o filme foi extremamente aclamado pelos críticos, conquistando 97% de aprovação no Rotten Tomatoes.

No Brasil, o longa será lançado nas telonas no dia 14 de dezembro.

Relembre o trailer:

Confira a reação dos críticos:

“‘Godzilla Minus One‘ é exatamente o filme que precisamos para os tempos complicados e, às vezes, desesperadores em que vivemos. O filme lembra ao público que sempre há esperança, desde que você esteja disposto a lutar por um amanhã melhor.” – The Mary Sue

“O resultado é o melhor filme de Godzilla desde o filme original de 1954, graças à história convincente, Godzilla fazendo o que Godzilla faz de melhor, além de ter um elenco maravilhoso e uma ftografia impressionante.” – Nerd Reactor

“Um blockbuster empolgante e cheio de espetáculos, ‘Godzilla: Minus One‘ leva o rei dos monstros de volta às suas raízes no Japão pós-Segunda Guerra Mundial. A história é baseada nos personagens, e as cenas de monstros são emocionantes e eficazes.” – IGN Movies

“‘Godzilla Minus One‘ retorna a fera titular às suas raízes como uma metáfora para a ansiedade e a dor do Japão no pós-guerra, proporcionando no processo um espetáculo emocionante que também contém uma tendência emocional palpável.” – Screen International

“Tendo que acompanhar o excelente Shin Godzilla de 2016, ‘Godzilla Minus One‘ está agora na posição de ter que manter a boa fé do investimento do estúdio original com este monstro gigante do cinema. Felizmente, este filme é uma explosão e muito mais.” – We Live Entertainment

“‘Godzilla Minus One‘ é um lembrete ao público porque nos apaixonamos por este kaiju, mas também pelo universo em que ele reside.” – But Why Tho

“Visualmente, ‘Godzilla Minus One‘ evoca o filme original mais do que qualquer outro filme de Godzilla desde os anos 50. Mas, ao situar-se no passado, evita abordar questões contemporâneas, contentando-se mais em ser um passeio divertido.” – Japan Times

‘Alien: Romulus’ ultrapassa US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais

Sucesso! O aclamado ‘Alien: Romulus‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 300 milhões nas bilheterias mundiais.

Atualmente, o longa segue no TOP 10 das maiores arrecadações do ano, tendo superado sucessos como ‘É Assim que Acaba‘ (US$309.3M) e ‘Um Lugar Silencioso: Dia Um‘ (US$261.5M) – tornando-se o maior filme de terror de 2024.

Além disso, a produção também superou ‘Alien: Covenant‘ (US$240.8M), tornando-se a segunda maior arrecadação da franquia – atrás apenas de ‘Prometheus‘ (US$403.3M).

Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 97.1 milhões. No mercado internacional, foram US$ 217.2 milhões.

O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com a China (US$100.6M), Reino Unido (US$15.9M), Coreia (US$13.9M), França (US$10.7M) e México (US$7.9M).

Em IMAX, a produção soma US$ 37.2 milhões, tornando-se a maior arrecadação para um filme de terror da história do formato.

Crítica | ‘Alien: Romulus’ é um dos MELHORES capítulos da icônica saga sci-fi

Orçamento em US$ 80 milhões – valor consideravelmente mais baixo do que ‘Prometheus‘ (US$130M) e ‘Alien: Covenant‘ (US$97M) –, ‘Alien: Romulus‘ já se tornou um novo sucesso da franquia.

Vale lembrar que o longa segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica em vídeo e siga o CinePOP no Youtube:

Ambientada entre os eventos de ‘Alien, o Oitavo Passageiro‘ (1979) e ‘Aliens, O Resgate‘ (1986), a trama gira em torno de um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo enquanto exploram as profundezas de uma estação espacial abandonada.

O elenco conta com Cailee Spaeny, Isabela Merced, David Jonsson, Archie Renaux, Spike Fearn e Aileen Wu.

Ridley Scott, diretor do longa original e das pré-sequências, serve como produtor.

alienromulus

Jennifer Lopez solta a voz no teaser do remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha’; Confira!

O remake de ‘O Beijo da Mulher Aranha‘, estrelado por Jennifer Lopez, ganhou o primeiro teaser.

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A produção será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de outubro.

Lançada no Festival de Sundance 2025 e financiada de forma independente, a nova versão contou com um orçamento de cerca de US$ 30 milhões.

O longa, que ainda conta com Diego Luna no elenco, teve uma estreia positiva no Rotten Tomatoes, conquistando 83% de aprovação com base em 29 análises.

Os críticos, de maneira geral, elogiaram a adaptação, especialmente a performance de Tonatiuh, embora tenham apontado que o filme falha em alguns momentos.

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“Em essência, o diretor filmou um drama de prisão intenso combinado com o glamour e a grandiosidade em technicolor de um musical da MGM dos anos 40 e 50. É uma mudança inspirada e dá ainda mais razão para esta abordagem existir como uma peça cinematográfica”, disse Pete Hammond do Deadline.

“É o relativamente novo Tonatiuh quem rouba a cena, encontrando tanto força quanto vulnerabilidade em um personagem que parece menos fútil a cada cena que passa”, disse Peter Debruge da Variety.

Bill Condon se impõe uma tarefa difícil ao tentar transformar o material complexo em um grande musical cinematográfico, mas, graças em parte ao trabalho louvável de seus três protagonistas, ele consegue chegar perto em alguns momentos”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é mais uma adaptação decente, mas nem mesmo o estilo visual e a grandiosidade de Condon conseguem elevar essa história à grandeza”, disse Ross Bonaime do Collider.

“Tonatiuh faz uma performance sinceramente capaz de fazê-lo brilhar como o extravagante e sonhador Luis… Mas o que é uma performance de estrela quando o pacote ao redor do ator é, de outra forma, tão ordinário e desprovido de qualquer brilho cósmico?”, disse Ryan Lattanzio do IndieWire.

“Números de dança emocionantes e afiados, fantasias cintilantes e diálogos exagerados se unem para criar um musical deslumbrante que nem sempre se encaixa perfeitamente”, disse Mae Abdulbaki do Screen Rant.

“‘O Beijo da Mulher Aranha’ é uma mistura de acertos e erros. Os números musicais são um pouco irregulares, a história tem um ritmo um tanto lento, e J-Lo e Diego Luna acabam deixando a desejar. No entanto, este musical vale o preço do ingresso apenas pela performance de Tonatiuh”, disse Sean Boelman do FandomWire

“A direção de Condon de toda a produção é tecnicamente competente… deslumbrante, até, em algumas partes. Mas toda essa ostentação não é forte o suficiente para esconder a lacuna entre a melodia que ela canta e a rotina que dança”, disse Marshall Shaffer do The Playlist.

John Kander Fred Ebb são responsáveis pelas canções.

Barry JosephsonTom KirdahyGreg YolenMatt Geller entram como produtores. Lopez, Elaine Goldsmith-ThomasBenny Medina são os produtores executivos.

Robert Pattinson e Zendaya vivem romance conturbado no trailer DUBLADO de ‘O Drama’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer dublado de ‘O Drama‘, novo filme estrelado por Robert Pattinson (‘Batman’) e Zendaya (‘Euphoria’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de abril.

Apaixonados e no meio dos últimos preparativos para o grande dia do casamento, o casal entra em conflito ao descobrirem segredos que jamais poderiam imaginar.

Anteriormente, Pattinson compartilhou sua experiência ao contracenar com Zendaya em ‘O Drama‘, explicando como a colega de elenco o ajudou a superar um momento de dificuldade durante as filmagens: “Tivemos uma cena juntos que estava me deixando louco”, disse o ator.

“Eu estava desesperado procurando seu significado, escrevendo páginas e mais páginas de análise textual. Acabei ligando para Zendaya na noite anterior à gravação da cena. Compartilhei minhas dúvidas com ela, falei por duas horas e, depois de um tempo, com muita calma, ela me fez entender que a fala só dizia o que significava dizer, que não havia nenhum significado oculto. E lá estava eu, ficando louco por três dias”.

O filme é dirigido por Kristoffer Borgli e produzido por Ari Aster e Lars Knudsen, através da companhia Square Peg.

Alana Haim, Mamoudou Athie e Hailey Gates também estrelam a produção.

‘Deadpool 2’ ganha data de estreia oficial; Confira!

Deadpool 2’ ganhou sua data de estreia oficial. A sequência estrelada por Ryan Reynolds chega aos cinemas em 1º de junho de 2018.

A escolha da data reflete a segurança da 20th Century Fox de competir em um dos fins de semanas mais disputados. Por ser durante as férias de verão norte-americanas, essa época do ano costuma ter uma das maiores movimentações nos cinemas. Normalmente, os maiores blockbusters estreiam nesse período.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Deadpool 2‘ atualmente está sendo reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalham em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

As filmagens começam no dia 1º de maio de 2017, em Vancouver.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

Crítica | Deadpool 

Crítica | ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississippi’ coloca a Netflix no hall dos indicados ao Oscar

O trabalho árduo do campo que caleja as mãos e franze a testa com o suor de uma face enlameada. Em uma imensidão a perder de vista no horizonte, a temática do racismo é tratada pelo vínculo da terra. Tal como o ser humano surgiu do próprio barro, nele vidas são construídas, famílias são alimentadas, plantações inundadas e vidas dizimadas. A nova produção da Netflix, ‘Mudbound: Lágrima Sobre o Mississipi’, devolve o homem à esta terra, em um conto onde o branco e o negro se tornam um só pela guerra, à medida que também são completamente apartados como seres desconhecidos pelo ódio de uma supremacia que jamais existiu e sequer deveria ter sido imaginada e praticada.

De uma sensibilidade enorme originada por uma escritora branca, Hillary Jordan, e redesenhada para as telas pelas mãos de alguém que já viveu o racismo de perto, Dee Rees, o drama conta aquela história do preconceito pela ótica de duas famílias distintas. Voltando às raízes de um dos estados com alguns dos casos mais severos de intolerância racial, o Mississipi, acompanhamos de perto a luta de dois jovens unidos pela Segunda Guerra Mundial, que tentam se adaptar à vida pós-combate, com suas dolorosas memórias e o peso descomunal de um ódio racial impregnado na cultura local.

História verídica e ficção se encontram em uma trama que poderia ter sido a narrativa de qualquer negro norte-americano tanto no passado como em diante. E de maneira simbólica, testemunhamos uma das mais belas produções originais da Netflix, que entende o compromisso social de uma obra dessa natureza e não se limita, ao mostrar a violência gráfica que a intolerância é capaz de gerar. Através de personagens bem caracterizados, descobrimos o vínculo com a terra que cada uma dessas figuras nutre, que expressam sua dureza, dor, solidão e até mesmo compaixão em olhares e expressões corporais riquíssimas.

E ainda que a história de ‘Mudbound’ pareça simples demais, sua complexidade se encontra na entrelinhas, nos versículos bíblicos recitados pelo pai, agricultor e também pastor Hap Jackson (Rob Morgan), na sua fala lenta diante de textos escritos, na poderosíssima atuação de Mary J. Blige, cuja voz conhecemos bem. Cercados por uma fotografia hipnotizante, Dee Rees contrapõe o belo entardecer e amanhecer em campo aberto com a solidão de uma vida desligada do meio urbano – abandonada em uma terra “esquecida” que sofre para dar frutos sadios.

A improdutividade do lamaçal arado do drama funciona como um simbolismo para as almas preconceituosas, que tentam “colocar o negro em seu lugar”. E assim como a mente reluta em olhar com igualdade para o outro, a terra insiste em não produzir. Sem raízes sadias que possam florescer, nem homem e nem o campo se desenvolvem. Subsistem, até que uma mão mais forte encerre o ciclo da violência com mais violência. A metáfora na construção da trama também nos envolve por sua pureza, ao tratar do amor mediante o ódio. Ecoando os ensinamentos futuros do pastor Martin Luther King, a narrativa consegue manter o tom esperançoso em um drama profundo, que inquieta aquele que entende que a única distinção entre um e outro é o caráter que cada qual carrega.

Com uma direção emocional que centraliza o desenrolar dos fatos a partir das ações e reações dos personagens, ‘Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi’ é um drama poderoso da Netflix, digno de suas quatro indicações ao Oscar, que sabe explorar seus personagens de maneira significativa e natural, construindo um conto inspirador, que mesmo mediante a dor da injustiça consegue enxergar aquele brilhante raio de sol de um novo amanhacer. Ainda que os campos permaneçam enlameados, como nos dias de hoje.

‘Late Night’: Emma Thompson e Mindy Kaling nas primeiras imagens de comédia

A comédia sobre talk show, ‘Late Night’, ganhou suas primeiras imagens. A produção é estrelada por Emma Thopmson e Mindy Kaling.

Confira:

A trama conta a história de uma lendária apresentadora de talk show (Thompson), que acaba mudando os rumos de seu programa ao contratar sua primeira e única roteirista mulher (Kaling), apenas para solucionar uma preocupação de falta de representatividade. No entanto, sua decisão vai ter consequências e resultados inesperados, à medida que duas mulheres de raças, culturas e gerações distintas são unidas pelo amor aos trocadilhos e sacadinhas humorísticas.

Além de produzir, Mindy Kaling assina o roteiro de  ‘Late Night‘, que ainda conta com John Lithgow e Reid Scott (‘Veep‘).

A produção terá sua estreia no Festival de Cinema Independente de Sundance, em janeiro de 2019.

 

Netflix produziu mais conteúdos originais em 2019 do que toda a indústria televisiva em 2005

A Netflix está se preparando para competir frente a frente com os novos serviços de streaming que estão chegando e só em 2019 a plataforma alcançou uma marca surpreendente em sua produção original, entregando mais conteúdos do que toda a indústria televisiva em 2005. A informação foi compartilhada pelo editor-chefe da revista Variety, Andrew Wallestein.

Segundo um estudo realizado pela Variety Insight e compartilhado pelo editor em sua conta oficial do Twitter, neste ano, a precursora do serviço de streaming lançou 371 títulos originais – entre séries, especiais e filmes. Isso fez com que sua média fosse de mais de um conteúdo inédito e exclusivo por dia.

Confira:

Em comparação, o ano de 2005 contou com meros 292 títulos originais sendos lançados em toda a indústria de TV norte-americana. A produção em larga escala da Netflix também foi significativamente maior que a do ano anterior, quando 250 conteúdos novos foram entregues aos assinantes.

Se a plataforma seguir pelo mesmo ritmo de crescimento, é provável que ela ultrapasse a quantidade de produção de toda a indústria em 2006. No ano em questão, 436 títulos originais foram lançados em toda a rede de TV.

Recentemente, o serviço lançou duas novas produções de grande porte: A cinebiografia ‘Dois Papas‘, dirigida por Fernando Meirelles e indicada ao Globo de Ouro, e ‘The Witcher‘, série que adapta a saga homônima de livros.

‘The Acolyte’: Série do universo ‘Star Wars’ se passará 200 anos antes da saga cinematográfica

A Lucasfilm anunciou 10 novas séries do universo de Star Wars durante o evento Investor Day, realizado pela Walt Disney Co. na última quinta-feira (10).

E uma delas, intitulada ‘The Acolyte‘, se passará 200 anos antes da saga cinematográfica. A informação foi confirmada pela Kathleen Kennedy, presidente da divisão responsável pelos longas da amada franquia de George Lucas.

A série faz parte do cânone Alta República, que consiste em obras e quadrinhos cujas narrativas se passam 200 anos antes de ‘Star Wars: Episódio I – A Ameaça Fantasma‘.

Confira a logo oficial da produção:

A série terá como criadora Leslye Headland, responsável pelo sucesso ‘Boneca Russa’, da Netflix.

The Acolyte será um thriller de mistério, se passará nos últimos dias da Antiga Alta República e mostrará os sombrios segredos do crescimento do poder do lado negro da Força.

‘Inspetora Koo Kyung Yi’: Dorama criminal já está disponível na Netflix

O dorama criminal ‘Inspetora Koo Kyung Yi‘ já está disponível na Netflix. Os dois primeiros episódios da série tiveram a sua estreia neste sábado (11) na grade de programação.

Na trama, uma ex-policial reclusa volta à ativa como inspetora de seguros, atrás de pistas em cenas de crime perfeitamente orquestradas por um serial killer.

Os demais episódios da 1ª temporada serão lançados semanalmente na Netflix, sempre aos sábados.

Assista ao trailer:

‘Possible Love’: Lee Chang-dong, aclamado diretor coreano, dirigirá novo drama familiar pela Netflix

O aclamado diretor sul-coreano Lee Chang-dong está de volta à direção após oito anos de hiato, e seu retorno marca também uma aguardada reunião com a premiada atriz Jeon Do-yeon.

O novo projeto, intitulado provisoriamente ‘Possible Love‘, será um longa-metragem original da Netflix e trará o cineasta de ‘Burning‘ e ‘Sol Secreto‘ novamente ao centro da cena cinematográfica internacional.

O filme acompanhará a vida entrelaçada de dois casais casados, cujas rotinas completamente opostas colidem, revelando rachaduras profundas em suas existências aparentemente estáveis.

Jeon Do-yeon, que conquistou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes em 2007 por ‘Sol Secreto’, dará vida a Mi-ok. Ao seu lado estará Sul Kyung-gu (A Normal Family, Idol), interpretando seu marido, Ho-seok.

O segundo casal será formado por Zo In-sung (Moving, Escape from Mogadishu), no papel de Sang-woo, e Cho Yeo-jeong (Parasita, Hidden Face), como Ye-ji.

O elenco traz uma combinação de nomes consagrados, com histórico de colaborações marcantes: Jeon e Sul já contracenaram juntos em ‘I Wish I Had a Wife‘, ‘Birthday‘ e ‘Kill Boksoon‘. Sul também é um colaborador de longa data de Lee, tendo estrelado ‘Peppermint Candy‘ e ‘Oasis‘.

O roteiro é coassinado por Lee Chang-dong e Oh Jung-mi, sua parceira criativa em ‘Burning‘, reforçando a promessa de um drama profundo e com camadas psicológicas complexas — marca registrada da filmografia do diretor.

A produção ficará por conta da Pinehouse Film, em parceria com a americana Anonymous Content e a coreana NowFilm Co. Pinehouse já havia produzido ‘Burning‘, outro sucesso internacional de Lee.

Crítica | Voice From The Stone – Drama de terror é ofuscado pelo ritmo lento

O ano é 1950, na região da Toscana, Itália. A jovem enfermeira Varena (vivida pela Emilia Clarke, a Daenerys Targaryen de Game of Thrones) é chamada para cuidar do menino Jakob (Edward Dring), após ficar traumatizado com a morte precoce de sua mãe, o que o deixou sem fala. Aos poucos, Verena descobre os segredos sombrios da família e teme que as forças malignas que habitam os muros de pedra da mansão estejam possuindo a criança e possam vir atrás dela também.

Essa é a trama de Voice From The Stone, drama com ares de terror baseado no livro “La Voce Della Pietra”, do italiano Silvio Raffo. As belas paisagens góticas de Toscana enchem os nossos olhos, sendo tudo bem fotografado pelo diretor Eric D. Howell, que tem em seu currículo poucos filmes e nenhum do gênero terror. O que se torna aparente ao longo da trama.

Os sustos não convencem, logo esquecemos que a trama tem um tom sobrenatural, tudo culpa do roteiro arrastado, que tenta crescer aos poucos, mas que cansa pela exaustão de esperar. Nos vemos preso à melancolia daquele lugar, mas tudo que podemos sentir é tédio.

Emilia Clarke tem tentado buscar papeis que possam mostrar o quão boa atriz ela pode ser, mas esse não é o caso, sua atuação não convence e talvez tenha entregado a pior de sua carreira até agora, apesar de se esforçar pela trama, mais uma vez culpa de um roteiro lento, que não a deixa crescer além do necessário.

O filme já nasce dentro do polêmico “pós-horror”, mesmo que o drama prevaleça e o diretor talvez não o encaixe, o que já faz com que muitos espectadores se frustrem esperando por grandes sustos e/ou reviravoltas dignas dos mais clássicos filmes do gênero. Nesse caso, o plot twits do final empolga, mas não satisfaz a espera, diferente de outros filmes parecidos como Ao Cair da Noite, de Trey Edward Shults, por exemplo, que frustra, porém entrega.

A direção de fotografia de Peter Simonite e a trilha sonora, talvez sejam grandes acertos do filme, que valorizam a beleza visual e acrescentando sempre um piano sombrio, porém necessário, trabalho feito pelo compositor Michael Wandmacher junto com a talentosa Amy Lee (vocalista da banda norte-americana Evanescence). Juntos, criam um clima saudosista e sombrio, que preenche o vazio da história e, até mesmo, a falta de fala do menino.

Há uma discussão profunda escondida na trama, isso é fato, mesmo que mal desenvolvida. A relação de amor entre mãe e filho pode emocionar os mais passionais. O potencial está preso debaixo de uma trama sem foco, há certa beleza na dor que o roteiro tenta valorizar e isso pode ser o ponto alto do filme.

Voice From The Stone é um filme para outra época, talvez fosse aplaudido se tivesse sido lançado alguns anos no passado, mas agora dificilmente será lembrando.

‘Homem-Formiga e a Vespa’ ganha belíssimo pôster IMAX

A Marvel Studios divulgou um novo cartaz para as salas IMAX de Homem-Formiga e a Vespa, além disso, pré-venda antecipada dos ingressos começa hoje (21), no Brasil. Confira, com um novo trailer recheado de cenas inéditas:

A adaptação dos quadrinhos deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.

Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.