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Crítica | Carcereiros 2 – Mais Focada na Vida Paralela ao Cárcere

Ano: 2019

Temporada: 02

Episódios: 14

Minutagem: 33 (média por episódio)

 

Considerando que a série se chama ‘Carcereiros’, uma das coisas que ficou em falta na primeira temporada foi um maior aprofundamento justamente na vida desses carcereiros. Quer dizer, ainda que a ficção fosse intercalada por relatos de funcionários da vida real (algo que permaneceu nessa 2ª temporada), ficou faltando mostrar mais a vida pessoal desses personagens que dão título à série. E é justamente nisso em que foca o segundo ano dessa história.

Devido ao seu comportamento comprometido nos últimos capítulos da temporada anterior, Adriano (Rodrigo Lombardi) agora vai trabalhar em um novo presídio, e tem que se ambientar. Já não é mais o chefe responsável, e isso abala um pouco a sua forma de agir. Por outro lado, ao longo dos quatorze episódios o espectador vai conhecendo mais dos dramas que vão envolvendo sua família: a namorada Érica (Letícia Sabatella, ótima em todas as cenas mais dramáticas), que está encarcerada em um presídio feminino; o pai Valdir (Othon Bastos) e a madrasta Solange (Samantha Schmütz, comprovando seu valor para além da comédia), que se envolvem em negócios escusos; sua filha Lívia (Giovanna Rispoli), que tem um namorado viciado em crack e vai treinar jiu-jitsu com um ex-presidiário; e sua ex-esposa Janaina (Mariana Nunes, novamente se destacando), por quem o amor é maior do que todas as barreiras que aparecem na vida.

Com um longo tempo de exibição, a sensação que dá é que a história dessa vez focou demais na vida particular do personagem principal e as histórias paralelas dos presidiários ficaram de lado – que eram justamente o atrativo da série. E, considerando que há outros personagens na mesma função de agente penitenciário, interpretados por grandes atores – Tony Tornado, Ernani Moraes, Milton Gonçalves, para citar alguns – por que não jogar um pouco de luz neles também? Eles participam da trama, mas a bem da verdade é que o espectador pouco sabe sobre eles, com exceção das participações especiais de Monica Iozzi, no 3º episódio, interpretando uma agente cuja função é filtrar as correspondências enviadas para e do presídio; e Julia Lemmertz, que no capítulo 11 interpreta uma psicóloga que atende tanto aos presidiários quanto a Adriano.

O diferencial nesta temporada foi mostrar o funcionamento de um presídio feminino, onde Érika está presa, mas apenas em alguns episódios. Através da ficção, ficamos sabendo da tristeza que é para essas milhares de mulheres que em sua maioria são abandonadas pelos seus companheiros já no início do cumprimento da pena – em dias de visita, os homens que aparecem em geral são seus pais ou filhos. Esse é o tipo de coisa que não ocorre no presídio masculino, por exemplo. Destaque para a participação especial de Isabél Zuaa, como chefona do crime dentro do presídio feminino.

Para quem está chegando agora, assistir aos episódios sem ter visto os anteriores pode gerar dúvida com relação à história de Adriano, porém dá pra ir seguindo pelo viés dos presidiários, que é o centro de cada capítulo. As sugestões são o 3º, em que José Loreto faz um interno que aguarda as cartas da namorada (e aqui aprendemos que quando está escrito “vá com Deus, carteiro” na carta é porque ela foi escrita no presídio); o 4º, com o sumiço de um delegado e como o sistema corrupto arma para jogar a culpa em quem não consegue se defender; o 6º, que leva para ficção a história real da máfia das quentinhas nos presídios; o 10º, com participação de Thiago Martins como um gêmeo do mau; e os dois últimos, que revelam a realidade tensa de uma greve no ambiente carcerário.

De uma forma geral, ‘Carcereiros’ continua uma superprodução interessante, bem construída e que mantém o interesse do espectador, porém, a síndrome de herói do personagem principal, em sempre tentar solucionar todas as questões e levar o problema de todo mundo para casa – literalmente – às vezes cansa.

‘Doutor Destino’: Ator de ‘Quarteto Fantástico’ quer voltar a viver o personagem

Enquanto o roteiro de Doutor Destino‘ segue em desenvolvimento, outros atores já manifestam seu interesse em participar da produção.

Em entrevista ao Digital Spy, Julian McLahan, ator que encarnou o personagem na versão de 2005 de ‘Quarteto Fantástico‘, admitiu querer voltar ao papel:

“Eu adoraria fazer um filme do Doutor Destino. Eu acho que o personagem pode ser sua própria coisa. É isso que está no núcleo de, eu acho, coisas da Marvel – os vilões sempre começam como pessoas boas, e eles se tornam quem se tornam por conta de elementos que aconteceram ao redor deles. Eles não nascem maus. Eles não são simplesmente loucos. Foi uma circunstância. Foram situações. Foram desafios de personalidades e ego e todas essas coisas que colocaram seu rumo em outra direção. Mesmo quando eu interpretei o Doutor Destino, nós tínhamos que encontrar um jeito… Na verdade, nós meio que exploramos com a viagem pro espaço. Todos foram afetados, e é como ganharam os poderes. Infelizmente para o Doom, ele ficou cicatrizado pra sempre.”

Enquanto isso, em uma entrevista ao site Vulture, Noah Hawley, roteirista do filme, comentou que falta muito pouco para finalizar o material, mas ponderou sobre o status do filme, afirmando que ele pode demorar em virtude das incertezas no possível acordo de aquisição entre a Fox e a Disney.

“A produção não sairá em muito breve por conta de toda essa negociação, mas o que posso dizer é que escrevi um roteiro que realmente gostei e a Fox também gostou. Ele só precisa de alguns ajustes”.

Vale lembrar que a 20th Century Fox agendou a data de estreia de seis filmes misteriosos sobre super-heróis, e aumentaram os rumores de que o estúdio estaria trabalhando em um filme derivado de ‘Quarteto Fantástico‘.

Segundo o Bleeding Cool, o estúdio também planeja um filme focado nos filhos de Reed Richards e Sue Storm, os jovens Franklin e Valeria.

‘The Witcher’: Henry Cavill divulga possível foto de Roach, fiel companheiro de Geralt

The Witcher, nova série da Netflix, teve suas filmagens finalizadas há pouquíssimo tempo e, para aumentar nossas expectativas para o show, o astro Henry Cavill pode ter revelado a primeira foto de Roach, fiel companheiro equino do protagonista Geralt.

Confira a postagem feita pelo ator em seu Instagram oficial:

 

Ver essa foto no Instagram

 

Genuinely love this horse #Hector

Uma publicação compartilhada por Henry Cavill (@henrycavill) em

Criada por Lauren Schmidt, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

Henry Cavill será o protagonista da série. O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Diary of a Future President’: Nova série do Disney+ ganha pôster e data de estreia

Disney+ divulgou hoje o pôster de sua próxima série original, Diary of a Future President. Em adição, o cartaz também revela a data de estreia da produção: 07 de janeiro de 2020.

Confira:

 

A série conta a história de Elena, uma menina cubana-americana de 12 anos de idade que navega pelas dificuldades do colégio e começa uma jornada que, um dia, a tornará presidente dos Estados Unidos. A trama será narrada através de seu diário.

Tess Romero estreia como Elena. Charlie BushnellSelenis LevyaMichael WeaverGina Rodriguez completam o elenco.

10 Filmes para você que curte ECONOMIA

A economia é sempre pauta presente nos noticiários de todo o mundo em todos os 365 dias do ano. Nem todo mundo se interessa pelo assunto mas é algo que influencia demais o nosso cotidiano. O mundo do cinema já nos mostrou diversos recortes que circulam sobre o tema, seja no Brasil ou em outro lugar do planeta. Pensando nisso, e para você que gosta de refletir sobre o tema, segue abaixo 10 filmes para você que curte economia:

 

O Capital

Baseado em um romance chamado Le Capital, do escritor francês Stéphane Osmont, o filme conta a história de Marc Tourneuil (Gad Elmaleh) um jovem executivo de carreira promissora que se torna chefe de uma grande organização financeira francesa. Roubando dos pobres para doar aos ricos, Tourneuil é um homem mesquinho e sem escrúpulos que pratica jogos de manipulação para a garantia do seu poder e enriquecimento.

 

O Lobo de Wall Street

Na história, acompanhamos a trajetória meteórica de Jordan Belfort (Leonardo Di Caprio), um homem com apenas um foco em sua vida, ser muito rico. Após um início conturbado em uma empresa promissora, consegue inteligentemente absorver tudo o que precisava para se tornar um guru na arte de fazer as pessoas investirem seu dinheiro. Com a ajuda do amigo Donnie Azoff (interpretado pelo hilário Jonah Hill), funda sua própria empresa que logo se torna uma das mais rentáveis e visadas pela polícia em Wall Street.  Ao mesmo tempo que segue ganhando cada vez mais dinheiro, encontra o amor de sua vida, Naomi (Margot Robbie) e abusa diariamente de todos os tipos de droga. Esses vícios acabam o levando ao fundo do poço.

 

Você não Estava Aqui

Na trama, somos jogados para a realidade de uma família de classe média baixa britânica, onde o pai Ricky (Kris Hitchen), um torcedor entusiasmado do Manchester United, resolve investir em uma van de entregas para tentar mudar um pouco da realidade apertada financeira de sua família. A questão é que a partir desse ponto, acaba influenciando a todos em sua volta, sua esposa Abbie (Debbie Honeywood em uma atuação primorosa) é uma cuidadora que após vender seu carro para o investimento na van de Ricky vê sua agenda e rotina mudarem ocasionando em uma escassez maior ainda de uma coisa valorosa: o tempo. Assim, os dois filhos do casal também passam por transformações e a todo instante perguntamos, será que Ricky fez o certo em tentar dar um passo além do que já tinha? As certezas dessa resposta nos chegam forte quando entendemos melhor a empresa que fornece os conteúdos de entrega ao protagonista.

 

Margin Call – O Dia Antes do Fim

Disponível no catálogo da Prime Video, Margin Call – O Dia Antes do Fim, o filme atravessa um recorte sobre conflitos e decisões por conta de descobertas dentro de uma empresa de investimentos à beira da crise financeira impactante em 2008.

 

Eike – Tudo ou Nada

Na trama, caminhamos em um grande recorte de pouco mais de uma década na vida do empresário Eike Batista (Nelson Freitas), começando no ano de 2006. Na época do pré-sal, veio o grande sonho de investimento de Eike, criar uma petroleira chamada OGX. Reuniu muitos ex-funcionários da Petrobras e montou uma equipe para ir atrás de um mar de petróleo, mais de 70 bilhões de barris, oito vezes o valor do PIB brasileiro. Aos poucos vamos vendo da ascensão até o declínio de sua carreira profissional com decisões equivocadas, alianças nocivas, planos mirabolantes ligados à emoção e ao seu espírito de excesso de ambição. Para entendermos melhor o que as imagens mostram, há um narrador, Benigno (Thelmo Fernandes), um funcionário de confiança de Eike que possui problemas com bebida e acaba sendo testemunha de todos as variáveis complicadas que levaram ao declínio do empresário.

 

Quanto Vale?

Na trama, conhecemos Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado que ficou conhecido por conseguir encontrar fórmulas para valores em grandes casos de indenização. Após o ataque ao World Trade Center, ele consegue uma posição muito importante junto ao governo, ser o responsável de convencer as famílias das vítimas a um valor estipulado por uma fórmula matemática que a princípio não leva em considerações o individual. Ao longo de todo o processo, que dura cerca de dois anos, ele começa a perceber que se não escutar o que as famílias precisam dizer, e também o viúvo e influenciador Charles Wolf (Stanley Tucci), nada se encaminhará para algo justo.

 

Gorbachev.Céu

Selecionado para a Competição Internacional de Longas do Festival É Tudo Verdade 2021, Gorbachev.Céu mostra opiniões e lembranças do oitavo e último líder da União Soviética, Mikhail Gorbachev, gestor de uma grande reforma em sua parte comandada do mundo e que podemos dizer que deu um nó no planeta, responsável pela Perestroika e Glasnost em meados da década de 80. Vamos sendo testemunhas oculares de sua rotina, agora já mostrando diversas fragilidades que chegam com a idade avançada, além de termos uma grande aula sobre história mundial através desse hábil contador de histórias, uma figura histórica, mundialmente conhecida que ainda se vê como socialista tendo Lênin (Organizador do Partido Comunista Russo) como seu Deus. Dirigido pelo cineasta ucraniano Vitaly Mansky.

 

Vice

As verdades dos bastidores. Indicado em algumas categorias ao Oscar, Vice, dirigido pelo ótimo cineasta Adam McKay, é caricato, debochado, sem limites ou linhas tênue, tudo que reflete ao personagem principal podemos dizer é um grande espelho de adjetivos ao próprio filme. Grande parte do tempo narrado por uma voz misteriosa (que descobrimos ao longo do filme de quem é), o projeto apresenta argumentos, baseados em fatos reais, de todas as decisões polêmicas tomadas pelo vice presidente dos Estados Unidos no governo George W. Bush, Dick Cheney.

 

O Mago das Mentiras

Na trama, conhecemos a vida de fortuna e status de Bernie Madoff (Robert de Niro), ex-guarda-vidas que fundou aos poucos uma empresa mundialmente conhecida, principalmente em Wall Street, se tornando presidente de uma sociedade de investimento que tem o seu nome e que fundou no início da década de 60. Bernie mantinha sua empresa ao lado de seus únicos dois filhos Andrew (Nathan Darrow) e Mark (Alessandro Nivola) que trabalhavam para ele mesmo eles não tendo um controle sobre realmente tudo que acontecia por ali. No ano de 2008, resolveu se entregar a polícia norte americana assumindo a culpa de um esquema fraudulento que deixou o mercado financeiro mundial em total colapso com perdas na casa dos 60 bilhões de dólares. Após assumir a culpa e praticar se entregar (seus filhos quando souberem tomaram a frente nesse sentido) Bernie, isolado em uma prisão de segurança máxima, vai enfrentar não só a ira de todos que foram roubados, da imprensa e do governo norte americano mas também verá a decadência de sua família que nunca mais encontrou uma gota de esperança em ser feliz.

 

Golias

Na trama, conhecemos três personagens, três destinos que se encontrarão. Patrick (Gilles Lellouche), é advogado ligado ao direito ambiental que embarca numa jornada atrás de provas contra uma poderosa empresa que usa um pesticida ofensivo para todos que tem contato. France (Emmanuelle Bercot) é uma professora de educação física que após a piora do marido percebe que precisa lutar de outras formas contra a empresa que detém os direitos de um produto usado diariamente por seu vizinho. Mathias (Pierre Niney) é um jovem destaque de uma empresa que tem o trabalho de influenciar e interferir diretamente nas decisões do poder público (lobista). Esses três destinos vão se unir na mesma estrada quando uma fazendeira comete um ato de protesto.

 

Se Beber, Não Case – Parte 3

Terceira parte da franquia de comédia de enorme sucesso, “Se Beber, Não Case – Parte III” tentou se diferenciar a pedido dos fãs e dos especialistas, mas a nova guinada parece não ter funcionado também (nem um pouco, devo acrescentar). Vamos começar pelas curiosidades. Era sabido que mais cedo ou mais tarde o título em português se voltaria contra ele mesmo, desde o primeiro exemplar. Afinal, “A Ressaca” se transformava por aqui no trocadilho engraçadinho para promover uma campanha de trânsito.

Conseguiram passar batido pelo segundo, já que sendo praticamente uma cópia carbono do original, contava novamente com um casamento. No terceiro finalmente não existe mais casamento. Porém, não existe mais a ressaca também, anulando o título original junto com sua tradução. Na trama, os problemas de Alan (Zach Galifianakis) se escalam até a morte de seu pai (incluindo uma cena de abertura com a decapitação de uma girafa). O fato faz com que todos os seus conhecidos e amigos realizem uma intervenção para levá-lo para uma espécie de sanatório.

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No caminho, o trio de lobos é atacado por criminosos comandados pelo personagem de John Goodman, o mafioso Marshall. Para variar, Doug (Justin Bartha) é tirado de cena, sendo levado pelos bandidos como garantia. O que o poderoso chefão deseja é que o trio encontre o irritante Leslie Chow (Ken Jeong), que roubou uma enorme quantia dele, e com quem o único a ter contato é justamente Alan.

O terceiro filme é apenas isso. O trio caçando o Sr. Chow, chegando perto de capturá-lo, somente para o asiático escapar por seus dedos outra vez, por Tijuana e Las Vegas. Nos Estados Unidos, diversos críticos definiram “Se Beber, Não Case III” como não uma comédia, mas uma espécie de thriller de ação, o que não deixa de ser verdade. Muito pouco humor é tentado aqui, e o que é tentado passa em branco.

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Alan, o personagem mais engraçado dos filmes anteriores, passa a ser tratado como digno de pena, uma vez que o filme reconhece seu comportamento excêntrico como loucura. Tudo em relação ao personagem no novo filme soa como a síndrome das unhas no quadro negro. Não desce redondo. As tentativas de humor funcionam contra ele agora.

Some a isso um péssimo timing cômico orquestrado pelo mesmo Todd Phillips dos filmes anteriores, com piadas sem graça que se alongam demais. A participação da comediante em evidencia, Melissa McCarthy (“Uma Ladra Sem Limites”), é embaraçosa. Ed Helms e Bradley Cooper (Stu e Phil respectivamente), as partes sérias do filme, tem muito pouco a fazer aqui, e parecem (especialmente o indicado ao Oscar, Cooper) incomodados com o material.

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Quem toma os holofotes dessa vez é Chow, o personagem inconveniente dos filmes anteriores. Um estereotipo grosseiro e rude, que por alguma razão caiu nas graças do público. No novo filme é mostrado seu lado negro e ameaçador, quando extermina pessoas e animais (um galo, e dois cachorros, em cenas de péssimo gosto) à sangue frio.

Mas o que não consegue é criar uma cena verdadeiramente engraçada envolvendo o afetado personagem, ou dar-lhe uma personalidade forte o suficiente para que nós criemos empatia com ele. “Se Beber, Não Case – Parte III” é um desperdício completo. Uma das comédias mais sem graça dos últimos tempos, que consegue rivalizar com preciosidades como “A Máfia Volta ao Divã”, “Meu Vizinho Mafioso 2” e “A Inveja Mata”, em matéria de risadas disparadas por celuloide. Um dos piores filmes de 2013.

 

Jake Gyllenhaal, Christian Bale, Adam Sandler e os Atores que se Transformaram para um Papel

Há certo tempo, escrevi uma matéria (que acaba de ser relançada) sobre doze atrizes que se transformaram – ou costumam se transformar – para seus papeis no cinema. E o esforço dá certo, já que na maioria das vezes tais intérpretes são lembradas para nomeações por seus desempenhos nestas produções. É claro que só a mudança física de nada serviria se elas não viessem acompanhadas de uma performance igualmente poderosa – coisa que todas as artistas citadas na lista são conhecidas por entregar. Você pode conferir a lista no link abaixo.

12 Atrizes que se Transformaram para um Papel

Agora, chegou a vez dos homens. E para a lista dos atores pensamos em algo diferente. Iremos nos concentrar em trabalhos mais recentes, mesmo que de atores que costumam sempre modificar sua aparência por toda a filmografia. A ideia se deve porque certas transformações são mais batidas e foram muito comentadas ao longo dos anos por todos os especialistas, sejam as dos anos 1980 – como Robert De Niro em Touro Indomável –, dos anos 1990 – como Jim Carrey em O Mundo de Andy – ou até mesmo da década de 2000 – vide Tom Hanks em Náufrago. Assim, optamos por nos concentrar em transformações ocorridas de 2010 para cá. Vamos a elas.

Christian Bale

Um dos atores mais camaleônicos que o cinema já viu, Bale intercala seus filmes com performances em que está com sua própria aparência e os que não pode ser reconhecido. Não bastasse a notória (e perigosa) mudança de peso radical, passando do esquelético em O Operário (2004) para a montanha de músculos que sequer coube no figurino de Batman Begins (2005), Bale segue em trabalhos recentes se mostrando um dos artistas mais versáteis, não apenas de sua geração, mas do cinema em geral.

Sua primeira indicação ao Oscar seguida de vitória surgiu justamente de uma destas grandes transformações recentes. Continuando o modo de O Operário, Bale emagreceu bastante e apresentou um visual precário para interpretar um ex-boxeador viciado em crack na biografia O Vencedor (2010), de David O. Russell. A segunda indicação veio servida por outra grande metamorfose, e novamente num filme de Russell. Em Trapaça (2013), Bale engordou e exibiu um penteado bizarro para interpretar um vigarista de primeira. Sua quarta e mais recente indicação veio com o retrato do controverso político americano Dick Cheney em Vice (2018), onde mais uma vez engordou e fez uso de uma maquiagem que o envelheceu, tornando-o irreconhecível ao grande público.

Joaquin Phoenix

Não podemos falar de transformações sem falar de Joaquin Phoenix. Há debate inclusive se ele não deveria ter sido o primeiro item da lista. Antes de mais nada, precisamos falar de seu insano desempenho como o palhaço Coringa, que lhe rendeu o Oscar de melhor ator este ano. Phoenix emagreceu, e contorceu seu corpo ficando corcunda para o retrato do sofrido personagem, dono de um dos psicológicos mais abalados do cinema. O ator já havia ensaiado uma performance parecida em O Mestre (2012), de Paul Thomas Anderson. Outras de suas metamorfoses podem ser vistas em trabalhos como Ela (2013), Vício Inerente (2014), Você Nunca Esteve Realmente Aqui (2017), A Pé Ele Não Vai Longe (2018) e Maria Madalena (2018), onde interpretou Jesus Cristo.

Gary Oldman

Outro grande cameleão do cinema, Gary Oldman foi o ator que mais tempo eu levei para reconhecer de trabalho para trabalho. Afinal, dificilmente víamos seu rosto “destransformado” em filmes como Drácula de Bram Stoker (1992), Amor à Queima-Roupa (1993), O Profissional (1994) e O Quinto Elemento (1997). Em Hannibal (2001), por exemplo, sua atuação não creditada fez com que o público demorasse a descobrir que se tratava do ator no papel do farrapo humano Mason Verger, tamanho o brilhantismo da maquiagem. Diabos, Oldman fez até o papel de um deficiente físico de baixa estatura no pouco visto Na Ponta dos Pés (2003), e num filme no qual tínhamos um anão de verdade, o ator Peter Dinklage.

Mas é claro que aqui o foco é em seu desempenho vencedor do Oscar na pele de Winston Churchill em O Destino de uma Nação (2017). O vigor de sua atuação mereceu o prêmio incontestavelmente, mas se não soubéssemos, quem de fato reconheceria o ator no papel?

Jim Carrey

Como citamos acima, seu fenomenal desempenho em O Mundo de Andy (1999) é muito comentado. Assim como seu trabalho em O Máskara (1994), na transição de um personagem introspectivo para outro que é a definição do sem-vergonha. Mas na última década, Carrey igualmente coleciona trabalhos onde as pessoas muitas vezes têm dificuldade de reconhecê-lo. O escolhido aqui na lista é um desempenho não creditado do ator, que certamente passou em branco pelo grande público – assim como o próprio filme em que se encontra. Amores Canibais (2016), da cineasta Ana Lily Amirpour, traz Carrey na pele de um ermitão, um sem-teto que vaga pelo deserto, portando barba e cabelos longos, dentes apodrecidos e um óculos modernoso, já que este é um filme pós-apocalíptico. Ah sim, o ator também se transformou comicamente para viver o vilão no recente Sonic – O Filme.

Eddie Redmayne

Aqui temos outro ator que adora desafios. A cada nova performance, um estilo diferente, mais puxado para o humor ou o drama. Para uma atuação contida ou um exagero. Eddie Redmayene rapidamente se tornou um grande intérprete e o trabalho que serviu como divisor de águas em sua carreira foi o papel do astrofísico Stephen Hawking em A Teoria de Tudo (2014), atuação que lhe rendeu o Oscar de melhor ator. Mas nossa escolha foi um trabalho ainda mais complexo, que veio no ano seguinte. Em A Garota Dinamarquesa (2015), Redmayne entrega um estupendo desempenho, repleto de puro brilhantismo ao viver o primeiro homem da história a realizar a mudança de sexo para se tornar uma mulher. Sentimos a transformação do personagem, provida pelo ator, mesmo antes de começar de fato a incorporar a nova persona feminina. Resultado, nova indicação ao Oscar.

Matthew McConaughey

A Academia adora transformações físicas, isto é fato. E aqui temos outro ator cujo prêmio foi recebido justamente por um trabalho assim. McConaughey ressurgiu das sombras e o epicentro de tal renovação foi Clube de Comprar Dallas (2013), onde viveu um malandro que se descobre com AIDS e começa a contrabandear os remédios que fazem parte do coquetel para conter a doença – ajudando inúmeros portadores. Para o papel, McConaughey emagreceu absurdamente, além de portar um “bigodon”, cabelos mais escuros e longos.

Jared Leto

Por falar em Clube de Compras Dallas (2013), longa de Jean-Marc Vallée, o filme não foi bom apenas para Matthew McConaughey, e o excêntrico Jared Leto igualmente saiu com uma estatueta do Oscar da premiação. Seu personagem é um transexual portador do vírus da AIDS, e Leto consegue emocionar no papel. O ator também perdeu bastante peso, e a equipe de maquiagem fez algo sensacional ao transformar o artista na trans Rayon. No entanto, um papel destes interpretado por um ator hétero, nos tempos politicamente corretos de hoje, possivelmente seria visto com maus olhos.

Javier Bardem

O ator espanhol igualmente levou um Oscar por um desempenho irreconhecível, na pele do matador sem remorso Anton Chigurh na obra-prima dos irmãos Coen, Onde os Fracos Não Tem Vez (2007). Poderíamos citar também seu recente trabalho em Piratas do Caribe: A Maldição de Salazar (2017), onde interpretou o personagem título, fazendo uso de muita maquiagem pesada e efeitos visuais. Mas o escolhido para esta lista foi outro vilão, de outra franquia bilionária. Na pele de Silva em 007 Operação Skyfall (2012), Bardem optou por um visual mais clean (dentro do possível), com um penteado rico em volume, cabelos loiros platinados e uma arcada dental digna de Jaws.

Jamie Foxx

O versátil Jamie Foxx é outro intérprete que já pode descansar sossegado, sendo dono de uma estatueta da Academia. A vitória veio por Ray (2004), onde interpretou o músico icônico Ray Charles. Em 2009, participou ao lado de Robert Downey Jr. de O Solista, uma obra que tem muito a ver com música também, na qual ele viveu um homem sem-teto e para isso seu visual precisou corresponder. Mas a transformação que iremos mencionar aqui é a de um filme “maldito”, que desagradou mais do que agradou. Falamos do filme de super-herói O Espetacular Homem-Aranha 2 (2014), longa que pôs um fim nas investidas do cineasta Marc Webb no personagem, mas que trouxe um Foxx irreconhecível na pele de Max Dillon, vulgo Electro. Tanto sua caracterização humana – de óculos, pouco cabelo e dentes separados – quanto sua versão vilanesca (parecendo um membro do blue man group) apresentam um exímio trabalho de maquiagem.

Brad Pitt

O veterano Pitt é outro que desde cedo pegou o gostinho por mudanças no seu visual galã nas telonas. Tanto que já em 1995, quando atuou em 12 Macacos, o ator fez questão de apresentar uma caracterização, digamos, peculiar para seu personagem. Assim seguiram obras como O Curioso Caso de Benjamin Button (2008) e Bastados Inglórios (2009), por exemplo, que pouco lembram o Pitt que conhecemos na vida real. Aqui dois trabalhos poderiam ser citados. Primeiro, em A Grande Aposta (2015), filme indicado ao Oscar, produzido por Pitt, no qual ele faz uma participação na pele de um economista estilo nerd, mais rechonchudo, de barba e mais desleixado. Mas a que escolhemos é sua “imitação” do amigo George Clooney, de cabelos grisalhos platinados, fazendo caras e bocas como um atrapalhado general na sátira militar da Netflix, Máquina de Guerra (2017).

Adam Sandler

Adam Sandler, ame-o ou odeie-o. Famoso humorista, Sandler já viveu tipos de caracterizações pra lá de estranhas em suas comédias, vide um filho de diabo com problema de fala e cabelo emo em Little Nicky (2000), e se travestiu para viver a irmã gêmea de seu personagem em Cada um tem a Gêmea que Merece (2011). Mas aqui, iremos nos concentrar em suas obras mais sérias e dramáticas. O simples fato de Sandler evitar seus maneirismos, vozes caricatas e atuação exagerada já faz pensarmos estar diante de outra pessoa. Mas na pele do enrolador negociante de diamantes Howard Ratner no injustiçado Joias Brutas, Sandler entrega um dos melhores desempenhos de sua carreira – pelo qual muitos acreditam que o ator deveria ter recebido uma indicação ao Oscar. De óculos, cordões, anéis e uma prótese nos dentes, Sandler constrói seu personagem tipicamente judeu, que só pensa em dinheiro e mantém um caso extraconjugal.

Jake Gyllenhaal

De ator adolescente, Jake Gyllenhaal se tornou um ator favorito para muitos no início da última década. Mais precisamente quando protagonizou O Abutre (2014), o jovem foi celebrado e sua atuação elogiada ao ponto de ser considerado injustiçado sem uma menção ao Oscar daquele ano. Um dos melhores trabalhos, e um dos melhores filmes de sua carreira, o ator emagreceu e ficou com a aparência cadavérica do sociopata Louis Bloom, cuja ambição desenfreada o afastou totalmente dos elementos humanos que nos compõem, como a apatia. No ano anterior, Gyllenhaal já havia chamado atenção na pele do policial obcecado em desvendar seus casos, e o ator cria tiques específicos para ele, como piscar constantemente, no filme Os Suspeitos (2013). Mas o que lhe rendeu o título de ator sanfona, foi seguir de perto os colegas Robert De Niro, Tom Hanks e Christian Bale, que iam do ponto A do sobrepeso à magreza extrema em pouquíssimo tempo. Depois de perder muito peso, ele o encontrou todo de volta ao viver um boxeador musculoso em Nocaute (2015).

Nostalgia! Filmes Clássicos dos anos 90 para Curtir na Netflix!

Se você é um cinéfilo um pouco mais antigo, é inegável que deve ser apaixonado pelos anos 80 e os anos 90! Todos nós somos. Sabe aquele meme do “saudade do que não viveu”, pois é, Hollywood faz até mesmo os que não estavam vivos na época sentirem esta nostalgia imensa. Cada época tem o seu valor e a sua importância, mas as décadas de 80 e 90, apesar de terem sido as épocas mais incorretas da história, trazem também bastante inocência de um mundo mais simples e sem internet, redes sociais e aplicativos. A época das locadoras de vídeo, na qual se você quisesse assistir a um filme tinha três opções: precisava ir até a locadora e torcer para ele não estar alugado, esperar ele passar na TV ou, é claro, assistir no cinema.

Os anos 90 foram para muitos a descoberta dos filmes. Uma era de amadurecimento cinematográfico. Toda uma geração de cinéfilos começou a conhecer mais de perto a arte de se fazer cinema através de publicações impressas de revistas especializadas. E se os anos 80 foram o berço do puro suco do cinema entretenimento, a década seguinte trouxe mais conteúdo aos seus blockbusters – que deixaram de ser apenas escapismo. Pensando nessa década repleta de verdadeiras obras-primas da sétima arte e, claro, no fator nostalgia, trazemos para você 10 dicas de clássicos dos anos 90 presentes no acervo atual da Netflix. Confira.

O Último dos Moicanos

Épico de ação de tirar o fôlego, este filme do veterano Michael Mann (o mesmo de ‘Fogo Contra Fogo’ – também disponível na Netflix) traz ninguém menos que o GOAT Daniel Day-Lewis em um dos poucos (senão o único) filmes de ação de sua carreira. E antes que falem em apropriação cultural, o ator não vive um indígena no filme, mas sim um homem branco europeu, que foi adotado e criado pela tribo Moicana. O longa faz parte do acervo impressionante de filmes do ano de 1992 – que ainda inclui ‘Questão de Honra’, ‘Os Imperdoáveis’, ‘Perfume de Mulher’ e ‘Cães de Aluguel’, só para citar alguns. Época boa demais.

Mensagem para Você

Tom Hanks e Meg Ryan foram “a dupla” romântica da década de 90! Apenas outra se aproxima de tal química: Julia Roberts e Richard Gere. Tudo começou é claro com o sucesso ‘Sintonia de Amor’ (1993), romance que virou febre na época. Poucos podem saber, mas antes disso, eles já haviam trabalhado no obscuro ‘Joe Contra o Vulcão’ (1990). O ápice culminou neste ‘Mensagem para Você’, um filme afetuoso que tem a cara do feriado de fim de ano. A produção é de 1998, mesmo ano de grandes romances da década, vide ‘Cidade dos Anjos’, ‘Encontro Marcado’, ‘Afinado no Amor’ e o vencedor do Oscar, ‘Shakespeare Apaixonado’.

Thomas Crown – A Arte do Crime

A Netflix disponibiliza em seu catálogo atual simplesmente todo o acervo dos filmes do maior espião do cinema, 007. O que inclui, é claro, os quatro longas estrelados por Pierce Brosnan (três deles nos anos 90). Além disso, Brosnan marcou em outro filme de espionagem, desta vez interpretando um ladrão sofisticado, no remake de ‘Crown – O Magnífico’ (1968). Você sabia que a história está ganhando uma nova roupagem? Desta vez o filme será estrelado e dirigido por Michael B. Jordan, a ser lançado em 2027. A versão de Brosnan foi lançada em 1999, considerado por muitos o melhor ano da década de 90 para o cinema e um dos melhores da história, já que contém longas como ‘Clube da Luta’, ‘Matrix’, ‘O Sexto Sentido’ e ‘À Espera de um Milagre’.

Minha Mãe é uma Sereia

Agora voltamos para o início da década, para o ano de 1990 precisamente. Quem aparece aqui é a menina de ouro da época, Winona Ryder, que vinha do sucesso de ‘Beetlejuice’ (1988) e no mesmo ano lançava um certo ‘Edward – Mãos de Tesoura’. Ryder deu a volta por cima em sua carreira com a série sensação ‘Stranger Things’, que chegou ao fim ano passado, e voltou para a sequência de ‘Beetlejuice’. Agora ela estará na terceira temporada de ‘Wandinha’. No clássico, Ryder atua ao lado de uma pequenina Christina Ricci (a Wandinha do cinema), mas a grande atração aqui é a estrela Cher, que havia ganhado um Oscar, e interpreta a mãe das duas. O ano de 1990 é a casa de obras inesquecíveis como ‘Esqueceram de Mim’, ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’, ‘Uma Linda Mulher’ e ‘Os Bons Companheiros’, é claro.

Batman Eternamente

Enquanto o mundo aguarda ansiosamente pelo novo ‘Batman’ de Robert Pattinson, continuação do sucesso de 2022 que parece embargado (mas é prometido para 2027); a Netflix disponibiliza o clássico que marcou o fim da era Tim Burton e o início da era Joel Schumacher. O filme estava mais alinhado com o que a Warner queria para o personagem na época: ou seja, algo mais próxima às aventuras dos quadrinhos, com ação e personagens coloridos. E nessa primeira investida deu certo, já que o filme se mostrou um sucesso. No elenco, o saudoso Val Kilmer substituía o primeiro Batman, Michael Keaton; enquanto Jim Carrey e Tommy Lee Jones viviam os vilões da vez (Charada e Duas Caras), e o Robin dava as caras pela primeira vez (nas formas de Chris O’Donnell).  O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de obras icônicas como ‘Seven’, ‘Os Suspeitos’, ‘Toy Story’ e ‘As Patricinhas de Beverly Hills’.

O Colecionador de Ossos

Que tal um suspense de gelar a espinha, nos mesmos moldes de clássicos absolutos como ‘O Silêncio dos Inocentes’ (1991) e o citado ‘Seven’ (1995)? Fica melhor ainda se for baseado em um livro extremamente popular na época, e trouxer astros do calibre dos vencedores do Oscar Denzel Washington e Angelina Jolie. Esse filme existe e se chama ‘O Colecionador de Ossos’, um dos melhores e mais subestimados thrillers da década de 90. Denzel interpreta um detetive tetraplégico investigando uma série de assassinatos ligados a um serial killer, com a ajuda da novata Jolie. Só é uma pena que não tenham sido feitos outros filmes da mesma série. É claro que se trata de uma produção de 1999, mesmo ano de grandes suspenses como ‘De Olhos Bem Fechados’, ‘O Talentoso Ripley’, ‘O Informante’ e ‘O Suspeito da Rua Arlington’.

Ace Ventura – Um Detetive Diferente

Jim Carrey virou assunto na internet recentemente ao ser homenageado nos prêmios César, o Oscar do cinema francês. Tudo isso porque o ator apareceu, digamos, fisicamente diferente. O que reflete em duas possibilidades. A primeira é que o ator envelheceu. A segunda é que o ator fez uso de procedimentos estéticos, como preenchimentos faciais. Mas é claro que a internet preferiu optar pela terceira: que ele foi substituído por um clone. Seja como for, aproveitando o hype em torno de Carrey, está disponível na Netflix o primeiro grande sucesso de sua carreira, que verdadeiramente colocou seu nome no mapa. E não falo de ‘O Máskara’ ou sequer de ‘Debi e Loide’. O primeiro sucesso de Carrey foi ‘Ace Ventura’, um detetive muito mais afetuoso em relação aos animais do que aos seres humanos. O filme foi lançado em 1994, que rivaliza com 1999 pelo título de melhor ano da década de 90, e trouxe títulos como ‘Forrest Gump’, ‘Pulp Fiction’, ‘Um Sonho de Liberdade’ e ‘O Rei Leão’.

O Homem da Máscara de Ferro

Outro ator que segue firme e forte desde a década de 90 é Leonardo DiCaprio. Na verdade, o ator possui mais popularidade e prestígio hoje do que jamais possuiu. A prova disso é que ele está indicado ao Oscar este ano por ‘Uma Batalha Após a Outra’, e pode vir a sair vitorioso da grande noite do cinema. Esta marca a sua sétima indicação ao Oscar como ator, e ele já possui a sua estatueta, é claro. Aqui, no auge da febre que foi ‘Titanic’ (1997), DiCaprio lançava seu filme seguinte, com uma aventura dramática de capa e espada, baseado no clássico da literatura de Alexandre Dumas. O ano era 1998, o mesmo de aventuras épicas vide ‘O Príncipe do Egito’, ‘A Máscara do Zorro’, ‘Para Sempre Cinderela’ e ‘Os Miseráveis’.

Somente Elas

Agora chegamos à parte do romance e drama de nossa lista de dicas. Aqui temos uma road trip totalmente girl power, com três mulheres empoderadas. E isso ainda na década de 90, mais precisamente em 1995. Seguindo os passos de ‘Thelma e Louise’ (1991), mas sem um desfecho incrivelmente trágico, aqui temos uma viagem de carro com três mulheres bem diferentes. Quem protagoniza é a vencedora do Oscar Whoopi Goldberg, que vive a mais equilibrada das três: uma mulher negra e lésbica. Mary-Louise Parker (de ‘Tomates Verdes Fritos’) vive uma patricinha reprimida e, fechando o trio, Drew Barrymore vive… bem, uma jovem “porra-louca”, ou seja, Drew Barrymore na época. A direção é de Herbert Ross, de ‘Footloose’ (1984) e ‘Flores de Aço’ (1989). O filme foi lançado em 1995, mesmo ano de comédias dramáticas clássicas como ‘Enquanto Você Dormia’, ‘Agora e Sempre’, ‘Meu Querido Presidente’ e ‘Razão e Sensibilidade’.

Falando de Amor

Finalizando a lista, temos mais um filme de 1995 (o grande campeão de clássicos na Netflix na década de 90). Mais uma vez, temos um filme totalmente feminino, um romance que aborda as questões da mulher dentro de relacionamentos com muita sinceridade. Mas não apenas isso, pois o filme também aborda outra camada, já que são quatro mulheres negras protagonistas. Do timaço, duas se destacam, a saudosa atriz e cantora Whitney Houston, em seu primeiro filme após o sucesso avassalador de ‘O Guarda-Costas’ (1992); e a duas vezes indicada ao Oscar Angela Bassett. As menos conhecidas Loretta Devine e Lela Rochon completam o quarteto. O longa foi lançado no mesmo ano de romances impactantes como ‘Antes do Amanhecer’, ‘As Pontes de Madison’, ‘Despedida em Las Vegas’ e ‘Caminhando nas Nuvens’.

‘Aves de Rapina’: Ewan McGregor é CONFIRMADO como o vilão do filme; Saiba mais!

Confirmado! De acordo com o Deadline, Ewan McGregor vai mesmo interpretar o vilão em ‘Aves de Rapina‘, o Máscara Negra. O personagem é um criminoso brutal e sádico de Gotham que tem uma obsessão por máscaras.

Recentemente, também foi confirmado que o filme terá classificação Rated-R (para maiores de 17 anos).

O elenco ainda inclui Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro) e Rosie Perez (Renee Montoya).

O papel da Cassandra Cain ainda não foi escalado.

Além disso, o Discussing Film divulgou o que seria a primeira sinopse do longa, detalhando o ponto de  partida da história. Apesar de se tratar de um rumor, vale a pena conferir:

“Após se separar do Coringa, Arlequina e outras três super-heroínas (Canário Negro, Caçadora e Renee Montoya) se unem para salvar a vida de uma pequena garota (Cassandra Cain) das garras de um cruel lorde do crime.”

O filme será dirigido pela Cathy Yan, com um roteiro de Christina Hodson (‘Bumblebee‘).

Aves de Rapina‘ chegará aos cinemas no dia 7 de fevereiro de 2020.

‘MIB: Homens de Preto – Internacional’ ultrapassa US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais

O reboot ‘MIB: Homens de Preto – Internacional‘ ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais. Apesar disso, a performance do longa está muito abaixo do esperado, o que pode comprometer a continuidade da franquia.

Nos EUA, a produção acumula US$ 65 milhões. No mercado internacional, foram US$ 154 milhões.

Ao total, o longa já arrecadou US$ 219 milhões mundialmente.

Dirigido por F. Gary Gray (‘Velozes e Furiosos 8‘), o roteiro foi escrito pela dupla Matt Holloway e Art Marcum (de ‘Homem de Ferro‘).

M (Thompson) é uma agente que durante sua jornada de auto-afirmação, estreia na divisão londrina do MIB. Lá, ela conhece um agente conhecido por seus talentos, H (Hemsworth). Os dois estão envolvidos em um caso de assassinato misterioso, que vai levá-los ao redor do mundo para encontrar a solução.

Chris Hemsworth Tessa Thompson estrelam. Liam Neeson, Rebecca Ferguson, Kumail Nanjiani, Rafe Spall, Laurent Nicolas Bourgeois e Larry Nicolas Bourgeois completam o elenco. Emma Thompson reprisará o seu papel de Agente O de ‘Homens de Preto 3‘.

O longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

‘Enquanto Estivermos Juntos’ surpreende e vence ‘Bloodshot’ nas bilheterias

O romance ‘Enquanto Estivermos Juntos‘ surpreendeu nas bilheterias, mesmo com a ameaça do coronavirus. O longa estreou com US$ 9.5 milhões e garantiu a segundo posição nas bilheterias, barrando o aguardado ‘Bloodshot‘ (US$ 9.3m).

Apesar de ter sido massacrada pelos críticos (apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção parece ter agradado os espectadores, recebendo uma surpreende nota A.

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de abril.

Confira o trailer, dublado e legendado:

O filme é comandado pelos Irmãos Erwin, com roteiro assinado por Jon Erwin e Jon Gunn.

A HISTÓRIA REAL DA VIDA DE JEREMY CAMP, ESTRELA DA MÚSICA CRISTÃ, EM SUA JORNADA DE AMOR E PERDA QUE PARECE PROVAR QUE HÁ SEMPRE ESPERANÇA.

O elenco inclui KJ Apa, Britt Robertson, Shania Twain, Melissa Roxburgh e Gary Sinise.

As Agentes 355

(The 355)

 

Elenco:

Jessica Chastain

Penélope Cruz

Lupita Nyong’o

Diane Kruger

BingBing Fan

Sebastian Stan

 

Direção: Simon Kinberg

Gênero: Ação

Duração: 124 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 50 milhões

Estreia: 20 de Janeiro de 2022

Sinopse: 

Quando uma arma ultrassecreta cai nas mãos de um grupo de mercenários que ameaçam o mundo, a agente da CIA Mace Brown (Jessica Chastain) terá que unir forças para uma missão letal com a agente alemã Marie (Diane Kruger); a ex-membro do MI6, especialista em computadores, Khadijah (Lupita Nyong’o); a psicóloga Graciela (Penélope Cruz), e com Lin Mi Sheng (Bingbing Fan), uma mulher misteriosa que está rastreando todos os seus movimentos. Cheio de adrenalina, ‘As Agentes 355’ apresenta inúmeras cenas de ação ao redor do mundo, dos cafés de Paris e mercados do Marrocos à riqueza e glamour de Xangai.

Curiosidades: 

» ‘As Agentes 355’: Ação com Jessica Chastain e Lupita Nyong’o é MASSACRADA pela crítica

» O diretor Simon Kinberg (roteirista, diretor e produtor de ‘X-Men: Fênix Negra‘, produtor de ‘Deadpool‘ e ‘Perdido em Marte‘ e roteirista e produtor dos filmes X-Men), também é corroteirista e coprodutor do longa;

» A produção executiva é de Richard Hewitt (‘Bohemian Rhapsody‘);

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

 

Jovens são oferecidas como sacrifício no trailer do terror ‘Sacrilege’; Assista!

O terror ‘Sacrilege‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa foi escrito e dirigido por David Creed.

Quatro amigas vão para um chalé remoto para um fim de semana de diversão. O que começa como um retiro idílico rapidamente se transforma em uma luta por suas vidas quando um culto pagão local as oferece à sua Deusa como um sacrifício pelo Solstício.

O elenco conta com Tamaryn PayneEmily Wyatt, Sian AbrahamsNaomi Willow, Ian ChampionRory WiltonEmma Spurgin Hussey.

O terror será lançado em VOD no dia 27 de setembro.

‘Locke & Key’: 3ª temporada será a ÚLTIMA da série; Confira as novas imagens!

A Netflix anunciou que a 3ª temporada da série de fantasia ‘Locke & Key‘ será a última da produção.

Em comunicado oficial, os showrunners Carlton Cuse e Meredith Averill declararam: “Quando começamos a desenvolver a série, sentimos que três temporadas eram ideais para trazermos a história da família Locke a uma conclusão satisfatória. Como roteiristas, somos gratos por termos tido a oportunidade de contar nossa versão da incrível história de Joe Hill e Gabriel Rodriguez.”

Confira as primeiras imagens oficiais do ciclo final:

A última temporada será lançada no streaming ainda em 2022.

Criada por Meredith Averill, Aron Eli Coleite e Carlton Cuse, a série é baseada nos quadrinhos homônimos criados por Joe Hill e Gabriel Rodríguez.

A trama conta a história dos irmãos Locke: Tyler, Kinsey e Bode, que se mudam com a mãe, Nina, para a antiga mansão da família na Nova Inglaterra depois do violento assassinato do pai. Na casa, eles começam a encontrar chaves que abrem portas capazes de transformar as pessoas, mudando a idade, a raça e o sexo.

O elenco conta com Darby StanchfieldJackson Robert ScottConnor Jessup, Emilia Jones, Bill Heck, Laysla De OliveiraThomas Mitchell Barnet e Griffin Gluck.

Espectadores estão ODIANDO a série derivada de ‘The Witcher’; Confira as reações!

A série derivada ‘The Witcher: A Origem‘, que serve como pré-sequência de ‘The Witcher‘, finalmente estreou na Netflix… mas não tem agradado os espectadores.

A produção conquistou apenas 7% de aprovação do público no Rotten Tomatoes. De acordo com a Forbes, essa é a média mais baixa da história da Netflix. Dentre os críticos, a recepção não está muito diferente, com apenas 38% de aprovação.

No Twitter, os espectadores estão sendo muito vocais sobre a produção.

Confira as reações:

Laurence O’Fuarain (Fjall), Sophia Brown (Éile) e Michelle Yeoh (Scían) estrelam.

O elenco ainda conta com Jacob Collins Levy (Eredin, Rei da Caçada Selvagem), Mirren Mack (Merwyn), Lenny Henry (Balor), Lizzie Annis (Zacaré), Huw Novelli (Callan “Brother Death”), Francesca Mills (Meldof), Amy Murray (Fenrik), Nathaniel Curtis (Brían), Zach Wyatt (Syndril), Lenny Henry (Balor) e Dylan Moran (Uthrok One-Nut).

Sarah O’Gorman (‘The Last Kingdom’) e Vicky Jewson (‘Born of War’) serão responsáveis pela direção dos episódios.

A produção será ambientada em um mundo elfo, 1200 anos antes dos eventos protagonizados por Geralt de Rivia (Henry Cavill) – e mostrará a criação do primeiro Bruxo.

“A Origem conta uma história perdida no tempo – a origem do primeiro Bruxo, e os eventos que levaram à crucial conjunção das esferas, quando o mundo de monstros, homens e elfos fundiu-se para se converter em um só.”

Andrzej Sapkowski, autor dos livros, servirá como consultor criativo da série.

Diretor de ‘Terrifier 2’ quer comandar novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’

Em entrevista ao Slash Film, Damien Leone, conhecido por dirigir o ultraviolento ‘Terrifier 2‘, expressou o seu desejo em dirigir um novo filme da franquia ‘Sexta-Feira 13‘.

Além de muito sangue, o cineasta detalhou como seria sua visão para o projeto.

“Já faz tempo que eu declaro que, se algum dia tiver a oportunidade de fazer o remake de um slasher, eu queria que fosse ‘Sexta-Feira 13’. Jason sempre foi o meu assassino favorito quando eu era criança. Minha ideia seria um filme ambientado nos anos 80. Eu tentaria criar a versão mais assustadora possível do Jason, porque acredito que esse lado dele foi perdido com o passar a franquia. Você acaba ficando muito confortável com esses vilões, então você precisa ficar com medo deles novamente.”

Ele completa, “Acredite ou não, eu já tive discussões com alguns executivos que estão com os direitos da franquia, mas sinto que ainda sou muito desconhecido para fazer parte da lista de cineastas que seriam abordados para dirigir um novo capítulo desta saga.”

Anteriormente, o produtor Ryan Turek revelou que adoraria desenvolver um novo filme da franquia através da Blumhouse“Eu e o Jason [Blum] concordamos que seria incrível desenvolver um filme da franquia ‘Sexta-Feira 13’. Nós queremos voltar às origens desta saga. Você não precisa complicar demais para criar um filme desta franquia. Você só precisa ter um acampamento de verão, conselheiros e Jason Voorhees com a máscara. Eu já declarei que ‘Halloween’ é o meu slasher favorito, mas ‘Sexta-Feira 13’ é uma franquia que eu adoraria ter a oportunidade de explorar. Eu amo tudo sobre essa saga. Se nós pudéssemos nos aventurar no universo de Crystal Lake, isso seria incrível.”

Vale lembrar que uma série baseada na franquia, intitulada ‘Crystal Lake‘, está em desenvolvimento pelo serviço de streaming do Peacock. A produção, no entanto, só deve ser lançada em 2024.

Através do seu Instagram, Adrienne King, que terá um papel recorrente na produção, revelou que já está tendo reuniões com o criador Bryan Fuller (‘Hannibal’) e com a equipe da série. Sua postagem, no entanto, termina com #Coming2024 – o que indica que não veremos o aguardado retorno do Jason Voorhees este ano (pelo menos não nas telinhas).

“Feliz sexta-feira, campers! Eu e o Bryan Fuller, nosso brilhante conselheiro e produtor da vindoura série ‘Crystal Lake’, tivemos a chance de nos encontrarmos para conversarmos sobre o projeto. Foi muito divertido e mal posso esperar para compartilhar novos detalhes,” declarou a King.

Kevin Williamson, criador da franquia ‘Pânico‘, vai escrever um dos episódios.

O show é idealizado pelo conhecido produtor e roteirista Bryan Fuller, conhecido por séries como ‘Hannibal‘, ‘Deuses Americanos‘ e ‘Star Trek Discovery‘, que será o responsável pelo roteiro e também atuará como produtor.

“Fuller vendeu quatro temporadas para Crystal Lake. Apenas uma encomendada oficialmente até agora, mas o Peacock teria que pagar uma multa bastante pesada se eles não encomendassem uma segunda temporada”, afirmou a Variety,.

Os direitos da franquia estavam divididos e impossibilitados de serem adaptados, sobretudo quando mudou da Paramount Pictures para a New Line Cinema. Isso impediu a realização de qualquer projeto nos cinemas ou TV.

A dupla Sean S. Cunningham e Victor Miller, diretor e roteirista do filme original, respectivamente, estavam envolvidos nessa situação. Em maio, Miller saiu vitorioso na batalha judicial, onde recebeu controle sobre os personagens originais.

Vale destacar que ‘Crystal Lake‘ está sendo descrita como um drama, no estilo de Bates Motel.

“Descobri Sexta-Feira 13 através das páginas da Famous Monsters quando eu tinha dez anos de idade, e tenho pensado nessa história desde então. Quando se trata de horror, a A24 está acima de qualquer outro estúdio. Estou emocionado por explorar Crystal Lake nessa parceria”, disse o próprio Fuller.

O último filme da franquia foi lançado em 2009 e estrelado por Jared Padalecki. Apesar dos esforços em reviver a franquia, o longa foi um fracasso de crítica, registrando 26% de aprovação no Rotten Tomatoes e arrecadando apenas US$ 90 milhões nas bilheterias mundiais.

‘O Corvo’: Bill Skarsgård quebra tudo em novo clipe CHEIO DE AÇÃO do reboot

A Lionsgate divulgou um clipe inédito do reboot de ‘O Corvo‘, estrelado por Bill Skarsgård (‘It: A Coisa’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A nova versão será lançada nos cinemas nacionais em 22 de agosto.

A trama acompanha Eric Draven (Skarsgård), um homem que encontra em Shelly Webster (FKA twigs) sua alma gêmea. Até que um dia, eles são brutalmente assassinados e Eric, preso no limbo entre os vivos e os mortos, assume a identidade de Corvo para ir atrás de vingança.

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Rupert Sanders (Branca de Neve e o Caçador) é responsável pela direção.

Com Post Malone, Ozzy Osbourne e Travis Scott na trilha sonora, o elenco de O Corvo ainda inclui Danny Huston (“O Convento”), Jordan Bolger (“A Mulher Rei”), Laura Birn (“Caçada Mortal”), e David Bowles (As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian). Na equipe artística, o filme tem trilha sonora de Volker Bertelmann (ganhador do Oscar por Nada de Novo no Front), e desenho de produção de Robin Brown.

Hailee Steinfeld solta a voz em canção original do terror ‘Pecadores’; Confira!

Para promover o lançamento do terror ‘Pecadores‘ – que já está em exibição nos cinemas nacionais –, Hailee Steinfeld divulgou uma canção original da trilha sonora do longa, intitulada Dangerous.

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De acordo com o The Hollywood Reporter, o aclamado thriller de vampiros deve arrecadar em torno de US$ 40-45 milhões em sua estreia nos EUA.

Enquanto a Warner Bros. está projetando uma abertura modesta de US$ 35 milhões, os estúdios rivais não descartam a possibilidade da produção ultrapassar US$ 50 milhões domesticamente.

O longa irá brigar com ‘Um Filme Minecraft‘ pelo topo das bilheterias no país, que compartilha da mesma projeção em seu terceiro final de semana em exibição. O site ainda afirma que a adaptação live-action do jogo deve fechar ultrapassar a marca dos US$ 600 milhões globalmente até o próximo domingo (20).

Orçado em US$ 90 milhões, o filme dirigido por Ryan Coogler foi aclamado pelos críticos, conquistando impressionantes 97% de aprovação no Rotten Tomatoes. A produção foi elogiada por sua qualidade técnica e pelo preciso roteiro, que une elementos socioculturais da América de Jim Crow ao universo ficcional de vampiros.

‘Ted’ retorna no divertido trailer da 2ª temporada da série derivada; Confira!

O Peacock divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Ted‘, série derivada da comédia homônima estrelada por Mark Walhberg (‘Transformers’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 5 de março.

Criada por Seth MacFarlane (‘Uma Família da Pesada’), a série se passa antes dos eventos do primeiro filme. Situada em 1993, a trama acompanha Ted, o melhor amigo de pelúcia do jovem John Bennett, um adolescente de 16 anos que mora em uma casa da classe trabalhadora em Boston com seus pais e primo.

Paul Corrigan e Brad Walsh servem como showrunners.

MacFarlane retorna como a voz do urso Ted. Alanna Ubach intepreta Susan Bennett, Scott Grimes como Matty Bennett, Max Burkholder como John Bennett e Giorgia Whigham é Blaire.

Jessica Biel comete crime hediondo no trailer da série ‘The Sinner’

Após um hiato fora do meio cinematográfico, a atriz Jessica Biel prepara seu retorno à televisão, na mais nova série do canal USA Network, intitulada ‘The Sinner’.

A produção ganhou seu primeiro trailer, confira:

Baseado no livro homônimo da escritora alemã, Petra Hammesfahr, o thriller acompanha uma jovem mãe, protagonizada por Biel, que após ser tomada por um súbito ataque de fúria, esfaqueia um homem publicamente, sem saber explicar o porquê do crime. A trama vai se aprofundar nas motivações que possam ter levado a protagonista a cometer o ato de violência, abordando também a obsessão do investigador por respostas. Nessa jornada, os dois irão até as profundezas da psique da personagem, além dos segredos violentos de seu passado que ainda permanecem escondidos.

O elenco também conta com Christopher Abbott, Bill PullmanTeri WyblePatti D’ArbanvilleAbby Miller.

Além de estrelar, Biel assume também a produção executiva da série, ao lado de Michelle Purple. O episódio piloto foi criado e escrito pelo estreante na TV, Derek Simonds, e dirigido por Antonio Campos. ‘The Sinner’ ainda não tem data de estreia. 

 

‘Jogador Nº 1’: Photoshop estranho chama atenção no cartaz do sci-fi de Steven Spielberg

Jogador Nº 1, adaptação dirigida por Steven Spielberg, ganhou um novo cartaz… que chamou a atenção pelos motivos errados. Em um aparente erro de Photoshop, a perna do protagonista vivido por Tye Sheridan ficou desproporcionalmente maior.

Comente nos comentários abaixo o que você achou da arte:

Zak Penn escreveu o roteiro do filme, que tem estreia prevista para 29 de Março de 2018.

‘Young Sheldon’: Segunda temporada ganha nova imagem

A segunda temporada da comédia spin-off  ‘Young Sheldon‘ ganhou uma nova imagem

Confira:

O novo ciclo, que conta a história do jovem e gênio Sheldon de ‘The Big Bang Theory, retorna no dia 24 de setembro na CBS.

 

 

 

 

Crítica | Coringa é o filme que o mundo precisa assistir…

Assistimos ao Filme durante o Festival de Toronto 2019

Ao som das notícias vindas de um rádio antigo, seus traços começam a ser formados. Cores quentes como o vermelho e o azul desenham o seu rosto pálido de pintura circense, que gradativamente ganha as feições de um palhaço. Ainda sem o seu sorriso largo e colorido que extrapola os limites de seus lábios, Joaquin Phoenix tenta fazer surgir um sorriso verdadeiro. Estica o rosto e se depara com seu conflitante olhar tristonho no espelho. Se rir é um santo remédio, no caso de Arthur Fleck, é uma grave doença. Mas ainda insistindo em uma alegria plástica, ele se esforça, mas é incapaz de controlar as lágrimas que escapam pelo canto dos olhos, criando um rastro de tinta azul em sua face esguia.

Coringa é fruto de uma tristeza inimaginável na alma de um homem. Como uma figura nascida sem lar e trazida para um seio familiar doentio, ele é o reflexo de uma vida de alienação parental, abusos e abandono. Acostumado a isso, o personagem – até então um homem consciente de sua complexidade mental e plenamente medicado a fim de controlá-la – constrói uma fortaleza de isolamento ao seu redor. Ele até que se esforça, quer ser sociável, gentil e compassivo. Tem uma fala mansa, olhos confusos e perdidos e uma tristeza inexplicável, que poderiam facilmente compreender aspectos de uma personalidade borderline ou de alguém que sofre de depressão. E aqui, Phoenix entrega esse emaranhando febril de uma mente calejada, que queria ser saudável, mas parece que ninguém está disposto a ajudá-lo a chegar nisso.

Essa construção complexa de Arthur Fleck é um dos aspectos mais fascinantes da história de origem de um dos maiores e mais consagrados vilões das histórias em quadrinhos. Como um agente do caos, ele é introduzido em seu filme solo como um fruto desse mesmo caos, um homem comum que tinha sonhos e ambições saudáveis, mas viu todas elas se desvanecerem no vento em virtude da mais completa sensação de abandono. E o cineasta Todd Phillips nos mostra exatamente isso. Coringa não é uma figura insana sem propósito. Ele é uma criação do colapso da sociedade contemporânea, em meio à ruptura de princípios éticos e morais. Como alguém nascido em uma terra sem lei – a Gotham City de 1980, uma clara referência à Nova York do mesmo período – ele surge como o mal necessário, o mártir de uma cidade cujas instituições e sistemas não mais funcionam e são críveis. E onde não há ordem, o caos sempre impera. E é assim que nasce o palhaço por trás do singelo homem de ombros caídos e corpo esguio.

Mas antes de chegar em sua eclosão máxima, no nascimento de seu lado vilanesco, Coringa apresenta à audiência um Arthur Fleck identificável. Tratado a vida inteira como uma piada, um homem sem lar, o conhecemos como alguém que sofreu demais pelos traumas da vida. Nesse contexto, o diretor Todd Phillips nos presenteia com uma percepção apurada e precisa do vilão antes de receber esse título. E impactados por sua sofrida trajetória, nos compadecemos de Fleck, que se transforma em uma visão da própria sociedade mundial, se tornando um fragmento de tantas histórias reais. Suas dores, seu pesar e seus anseios representam muitos de nós, fazendo com que a linha de distanciamento que nos separa da loucura ensandecida do personagem suma, nos levando a dar um passo em direção a ele.

Essa construção tão simbólica e complexa do Coringa faz com que o filme cruze as fronteiras do gênero de adaptação de quadrinhos, se tornando de fato uma obra-prima da sétima arte. Abordando a psique humana de Arthur Fleck com precisão, o cineasta – cujas origens remetem à trilogia Se Beber Não Case – presenteia o público com um filme espetacular, roteirizado de maneira estratégica e dirigido com delicadeza e profundidade. Esse trabalho técnico é ainda mais hipnotizante ao contemplarmos a caracterização de Joaquin Phoenix como o vilão. Com 23 quilos a menos, conhecemos uma versão completamente diferente da atuação do ator. Cadavérico, seus ossos estão aparentes e saltados moldando uma figura assustadora do personagem. Com sua coluna reclinada, evidenciando a fragilidade de sua forma física, ele ainda insiste em alguns passos de dança, cria uma plateia cativante ao seu redor e contorce seu corpo com uma antagônica leveza, de quem busca se encontrar em uma arte na qual ele não parece dominar.

Em um constante contraste entre quem Arthur Fleck gostaria de ser – um comediante stand-up – e quem de fato ele acaba se tornando, a nova versão do Coringa enche olhos com as lágrimas mais genuínas, justamente por transformar a essência de uma das figuras mais conhecidas da cultura POP em um símbolo do cinema contemporâneo do mais alto escalão. Visualmente belo, o longa ainda conta com uma fotografia urbana cativante, que faz uso de elementos como fogos de artifício e a sombriedade das sujas ruas de Gotham, além de explorar a excepcional linguagem corpora de Phoenix para construir sua beleza plástica. Com uma trilha sonora adaptada que resgata clássicas canções de musicais dos anos 30 e 40, a adaptação dos quadrinhos ainda traz referências a Fred Astaire e contempla os fãs da Era de Ouro do cinema com a música Smile, de Charles Chaplin, do filme Tempos Modernos.

Fazendo da sua trilha o guia das emoções e das sensações de Coringa, Todd Phillips usa a música como um maestro para conduzir o nível de intensidade da narrativa, nos fazendo ainda ouvir o hit Laughing, de The Guess Who, pela própria e pesada voz de Joaquin Phoenix. Dramático, visceral, voraz e violento, a nova versão do vilão inaugura um novo momento na história da Warner/DC, representando o zeitgeist de maneira brilhante, à medida que abre o caminho para que mais novas adaptações de quadrinhos entrem para o hall de grandes produções da história do cinema. Dilacerado e honesto, Coringa é o filme que o mundo precisa assistir e é o cumprimento de uma antiga promessa feita aos fãs da DC. Preparem-se para o melhor filme de 2019.

 

Confira os lançamentos da Amazon Prime Video nesta semana

O mês de setembro está encaminhando para o fim, mas muitos títulos novos ainda chegam na plataforma da Amazon Prime Video. E para você não ficar perdido, separamos a agenda com todos os títulos programados para os próximos dias.

Lembrando que a programação da Amazon está sujeita à alterações!

20 de setembro

American Horror Story 1984 (Temporada 9)

Sucesso de Ryan Murphy, American Horror Story 1984 traz Brooke Thompson (Emma Roberts) trabalhando com os amigos no acampamento Redwood, o lugar favorito dos jovens nas férias. Porém, as coisas saem de controle quando o serial killer Benjamin Richter aparece sedento por vingança.

Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

O último capítulo da saga baseada nos livros de Suzanne Collins traz Katniss (Jennifer Lawrence) liderando a rebelião contra a Capital. Com todos os distritos unidos, começa o confronto final contra o presidente Snow (Donald Sutherland). No entanto, Katniss percebe que há algo de estranho nesse movimento e começa a armar um plano secreto paralelo à rebelião.

22 de setembro

O Mistério do Relógio na Parede

O jovem Lewis Barnavelt (Owen Vaccaro) perde seus pais e acaba indo morar com seu tio excêntrico, Jonathan Barnavelt (Jack Black). O relacionamento entre eles não é fácil, mas tudo muda quando o menino descobre que o tio e a vizinha, Sra. Zimmerman (Cate Blanchett) são feiticeiros.


25 de setembro

Fernando (Temporada 1)

A série documental original da Amazon mostra, em cinco episódios, a paixão do piloto espanhol Fernando Alonso por competir no mais alto nível e sua determinação absoluta para vencer. Registrando a jornada do automobilista no ano passado – desde sua participação nos circuitos mais importantes, como Indianapolis 500, Le Mans 24 horas, e culminando em sua primeira apresentação no Rally Dakar em janeiro -, Fernando oferece aos telespectadores acesso à vida pessoal do campeão mundial da Fórmula 1. A série também apresenta pessoas do círculo íntimo de Alonso, incluindo: seu empresário Luis García Abad, sua irmã Lorena Alonso, sua parceira Linda Morselli e seu colega Carlos Sainz, que ajudam a revelar o homem por trás do campeão.

Tell Me A Story (Temporadas 1-2)

Essa antologia traz uma versão sombrio dos contos de fadas. Saem de cena os clássicos infantis, como Os Três PorquinhosChapeuzinho Vermelho João e Maria, e entram histórias de amor, ganância, perda, vingança e assassinato. Uma grata surpresa da CBS, que agora estará disponível no Amazon Prime Video.

The Quarry

Este filme de 2020 mostra uma cidade desolada do Texas que recebe o misterioso reverendo David (Bruno Bichir) para assumir a igreja local. Mas, quando atos sinistros começam a acontecer na cidade, as autoridades precisam agir, e um policial (Michael Shannon) começa a suspeitar da identidade do padre.

 

‘Miracle Workers’: Série de comédia com Daniel Radcliffe e Steve Buscemi já está disponível na HBO Max

As duas primeiras temporadas da série antológica de comédia, ‘Miracle Workers‘, já está disponível na plataforma HBO Max. A produção é estrelada por Daniel Radcliffe e Steve Buscemi.

Na trama, depois de tanto dedicar sua existência para cuidar da Terra, Deus decide focar nos seus próprios interesses. Com isso, os anjos responsáveis por ouvir as orações das pessoas precisam realizar um milagre a fim de evitar a destruição da humanidade.

Produzida pela TBS, a série é baseada no livro cômico de Simon Rich, intitulado ‘What in God’s Name‘ e segue um viés antológico. A primeira temporada foi ambientada no céu.

O segundo ciclo permanece sob os os cuidados de Rich e trará o retorno de Radcliffe, Buscemi, Lorne Michaels, Andrew Singer e Katy Jensen entre os produtores.

Nesse novo ciclo, a série traz uma nova narrativa, acompanhando um grupo de aldeões na era medieval, que  tentam seguir uma vida longe da violência e de assassinatos. Se passando em um tempo de desigualdade e fake news, a história terá o foco na família e na amizade.

Confira o trailer:

Vale lembrar que a produção já conta com a 3ª temporada e foi renovada para mais um ciclo.

Empolgando com a renovação, Rich falou sobre a oportunidade de contar sua história por meio da série:

“Sou tão grato por ter recebido a oportunidade de trazer meu livro ‘What In God’s Name‘ à vida na primeira temporada. E agora que eu esgotei essa narrativa, estou muito empolgado por contar uma história novinha com o mesmo grupo de brilhantes atores”.

Miracle Workers‘ também conta com Geraldine Viswanathan e Karan Soni em seu elenco.

A primeira temporada da série alcançou 26,4 milhões de pessoas por meios de todas as plataformas da TBS.

‘The Adventures of Cliff Booth’: Yahya Abdul-Mateen II entra para o derivado de ‘Era uma Vez em Hollywood’, dirigido por David Fincher

A aguardada produção da Netflix, ‘The Adventures of Cliff Booth‘, começa a tomar forma.

Segundo o Deadline, Yahya Abdul-Mateen II acaba de se juntar ao elenco liderado por Brad Pitt, que retorna ao papel que lhe rendeu o Oscar por ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘.

Elizabeth Debicki e Scott Caan também estão confirmados no projeto, que será dirigido por David Fincher, a partir de um roteiro assinado por Quentin Tarantino.

Embora os detalhes da trama ainda estejam sendo mantidos em segredo, fontes próximas à produção revelam que o longa acompanhará Cliff Booth, agora atuando como um “fixer” — termo usado em Hollywood para descrever figuras que resolvem problemas nos bastidores da indústria cinematográfica.

O personagem de Abdul-Mateen II ainda não foi oficialmente revelado, mas acredita-se que seja inspirado em figuras como Jim Brown, lendário jogador de futebol americano que abandonou os campos para se dedicar ao cinema, estrelando clássicos como ‘Os Doze Condenados‘.

A própria origem do projeto parece saída de um roteiro de Tarantino: Brad Pitt, com a bênção do cineasta, mostrou o script a Fincher, com quem trabalhou em ‘Se7en‘. Como o cineasta possui contrato exclusivo com a Netflix, o filme — se confirmado — será lançado diretamente na plataforma de streaming.

Tarantino, por sua vez, não dirigirá o longa, pois já declarou que seu último filme será lançado nos cinemas, provavelmente pela Sony, mas demonstrou respeito por Fincher e aceitou colaborar com o projeto.

Enquanto isso, Yahya Abdul-Mateen II segue em alta: além de estrelar a série da Marvel ‘Wonder Man‘, ele também atua e produz ‘Man on Fire‘, série da Netflix baseada no thriller de ação, e está no elenco do suspense policial ‘By Any Means‘, ao lado de Mark Wahlberg, com direção de Elegance Bratton (The Inspection).

Era Uma Vez em… Hollywood‘ conquistou 85% de aprovação no Rotten Tomatoes, bem como dez indicações ao Oscar e duas vitórias, incluindo Melhor Ator Coadjuvante para Pitt. Além disso, fez um estrondo de bilheteria ao arrecadar US$377,6 milhões ao redor do mundo.

Na trama, um ator de televisão e seu dublê embarcam em uma odisseia para se fazer um nome para si na indústria cinematográfica durante os assassinatos de Charles Manson em 1969, na cidade de Los Angeles.

Relembre o trailer:

O elenco grandioso conta com Brad Pitt, Leonardo DiCaprio, Al Pacino, Margot RobbieKurt Russell, Dakota Fanning, James Mardsen, Bruce Dern, Michael Madsen, Tim Roth, Timothy Olyphant, Damian Lewis, Lena Dunham, Emile Hirsch, Luke Perry, Scoot McNairy e James Remar.

 

‘Aquaman’: Veja a primeira imagem oficial de Jason Momoa no novo filme da DC

A Entertainment Weekly divulgou a primeira foto oficial de Jason Momoa em Aquaman. Confira:

O diretor James Wan (Invocação do Mal) garantiu que o efeito usado por Zack Snyder em Liga da Justiça’ de criar uma bolha para os diálogos debaixo d’água, não existirá no filme solo do Aquaman‘. Confira:

“Não se preocupe, não terão ‘bolhas de ar para diálogos’ no meu mundo debaixo d’água.”

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Leia a nossa crítica: Crítica | Liga da Justiça – Filme de Super-heróis é bem humorado e recheado de ação

Jason Momoa confirma que Aquaman apareceu em ‘O Homem de Aço’, Confira!

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

A Warner lança Aquaman em 21 de dezembro de 2018.

‘Objetos Cortantes’: Minissérie da HBO com Amy Adams ganha data de estreia

A aguardada série ‘Sharp Objects‘ (‘Objetos Cortantes’), estrelada por Amy Adams, ganhou seu primeiro trailer, junto com a data de estreia.

Segundo o Deadline, o primeiro dos oito episódios da minissérie estreia em 8 de julho na emissora.

Confira o trailer:

A série será lançada em junho de 2018 pela HBO. Estrelada pela atriz cinco vezes indicada ao Oscar Amy Adams (Retratos de Família, Dúvida, O Vencedor, O Mestre e Trapaça), a produção é baseada num livro da autora Gillian Flynn, que já rendeu material para os filmes Garota Exemplar (2014), de David Fincher, e Lugares Escuros (2015), com Charlize Theron.

As primeiras imagens do programa já foram divulgadas. Confira abaixo.

Na série de 8 episódios, Adams vive Camille Preaker, uma jornalista que retorna para sua cidade natal a fim de investigar um violento assassinato. Ao mesmo tempo, a mulher irá enfrentar demônios psicológicos de seu passado.

Objetos Cortantes é criação de Marti Noxon, produtora de Buffy – A Caça-Vampiros. Produzindo o programa estão Jason Blum, rei do terror atual e cabeça da Blumhouse, o cineasta Jean-Marc Vallée (Big Little Lies), Gillian Flynn, Marti Noxon e a própria Amy Adams.

No elenco, Patricia Clarkson (Ilha do Medo), Lulu Wilson (Annabelle 2) e Sophia Lillis (It: A Coisa) – para quem queria ver Adams interpretando Lillis mais velha no filme do palhaço Pennywise, este talvez seja o prêmio de consolação.

Crítica 2 | Jurassic World: Reino Ameçado [com SPOILERS]

T-rEx-Machina

Com estreia no dia 21, mas com algumas sessões de pré-estreia já acontecendo, Jurassic World: Reino Ameaçado traz a direção excelente de Juan Antonio Bayona, que dá ao filme um tom muito diferente dos outros capítulos da franquia. Quase uma obra de terror, Jurassic World 2 não é perfeito, mas é extremamente eficiente dentro daquilo que se propõe.

Ambientado três anos depois do filme anterior, Reino Ameaçado mostra o mundo após a chacina causada pelo terrível Indominus Rex. Muita coisa mudou e uma fatalidade está prestes a acontecer: o vulcão da Ilha Nublar foi reclassificado como “ativo” e pode entrar em erupção a qualquer momento. Diante disso, o governo dos Estados Unidos começa a fazer audições para saber se eles devem interferir e salvar os dinossauros restantes, ou se devem deixá-los na ilha para que a natureza possa agir.

Pra começar, o segundo capítulo da trilogia Jurassic World mostra toda sua vontade de se afastar da franquia Jurassic Park. Apesar de seguir uma estrutura narrativa bem próxima de O Mundo Perdido (1997), dá para ver a diferença na abordagem e o desejo de enfim afirmar que não se trata apenas de um reboot, mas de um conteúdo próprio, com ideias novas.

Dito isso, muitos fãs da trilogia original podem fechar a cara para essas ideias novas. Desde o primeiro Jurassic World, já dava para perceber que essa saga exigiria um pouco mais de imaginação e inocência a fim de ter suas ideias compradas. Enquanto o original apostava na nostalgia, a sequência quer estabelecer o futuro da saga e um tom de tensão mais intenso do que no próprio Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros (1993).

Mas o que é essa tal nova ideia tão absurda, porém, curiosa? Dinossauros sendo usados como armas. É, pois é… entretanto, por mais surreal que possa parecer, a direção do filme conduz a trama de um jeito que te faz comprar a ideia e até mesmo ansiar pelo próximo capítulo. Confesso que saí da sala completamente surpreso e curioso para ver como irão lidar com o final de Reino Ameaçado.

As atuações estão no mesmo nível do primeiro Jurassic World. O destaque negativo nesse setor fica com Justice Webb, o alívio “cômico” do filme, que é tão engraçado quanto um atropelamento de unicórnio. Não é engraçado. O próprio Chris Pratt, que tinha uma função mais humorística anteriormente, acaba tendo uma abordagem um tiquinho mais séria. Ele está uma representação perfeita do Indiana Jones de Harrison Ford.

Agora, mesmo querendo se distanciar do original, o respeito e admiração usados para tratar de assuntos que remetem ao filme de 93 são fantásticos. Você vê o trabalho feito por alguém que realmente gosta e entende do assunto! Um ponto digno de aplausos é a representação de todas as teorias sobre a extinção dos dinossauros em cada cena de perigo aos lagartões.

As teorias mais conhecidas sobre o que poderia ter causado a morte dos dinossauros são a queda do asteroide, as erupções vulcânicas, os gases tóxicos e a evolução dos sobreviventes. O filme mostra uma cena para cada teoria dessas. Temos o vulcão explodindo, as pedras de foco caindo em direção aos répteis, uma cena de sufocamento por gás (em que eles estão privados da luz do sol) e a disputa evolutiva entre as espécies.

O incômodo surge em razão de algumas conveniências de roteiro que poderiam ter sido resolvidas com um pouco mais de empenho no roteiro. A principal delas é o T-Rex Ex-Machina, carinhosamente apelidado por mim como T-rEx-Machina. Ela aparece de duas a três vezes ao longo do filme para salvar os protagonistas. Já era estranho abordar a T-Rex como heroína no primeiro Jurassic World, mas persistir nesse erro é muito estranho. Soa como interferência do estúdio.

Falando nisso, mesmo com a nítida participação da Universal nos rumos do filme, Bayona entendeu o que eles queriam e soube dar sua assinatura em cima do genérico. Ele não está em seu melhor, como em O Orfanato (2007), por exemplo, mas é um trabalho absurdamente competente. Ele cria tensão e faz suspense com os detalhes mais sutis. É a melhor coisa do filme.

Ideal para quem busca entretenimento de qualidade com toques de terror psicológico, Jurassic World: Reino Ameaçado vale o preço do ingresso. Melhor que  seu antecessor, ele promete novos rumos para a franquia e mesmo se sustentando sozinho, deixa um gancho sensacional para o terceiro.

OBS: Tem cena pós-créditos.

As 10 PIORES Bilheterias do 1º Semestre de 2019

Metade do ano já se passou. Isso significa que muito filme bom ainda está por vir, mas, também, significa que muita coisa duvidosa já entrou em cartaz nos cinemas brasileiros. Por isso, eis aqui a lista das dez piores bilheterias mundiais no primeiro semestre de 2019. Quantos desses você viu?

10 – ‘X-Men: Fênix Negra’

Era um filme com potencial, de uma franquia que há vinte anos faz sucesso, mas parece que nem o elenco teve paciência para gravar o longa, e isso ficou evidente para o espectador. Nem mesmo ter a estrela de ‘Game of Thrones’, Sophie Turner, no papel principal conseguiu salvar o investimento de U$200 milhões. Até o fechamento dessa matéria, o filme seguia em cartaz, porém tendo arrecadado apenas U$234 milhões em todo o mundo – um lucro tímido de U$34 milhões.

9 – ‘MIB: Homens de Preto – Internacional’

Não adiantou pegar o hype dos Vingadores e trazer o Thor pro elenco. Não adiantou a representatividade de colocar uma mulher em ‘Homens de Preto’. Com uma história fraquinha, poucas risadas e quase nenhum et, até o momento a continuação da franquia dos homens de terno arrecadou apenas U$186 milhões.

8 – ‘Vingança a Sangue-Frio’

Colocar o Liam Neeson em filme de ação com vingança já não é nenhuma novidade, porém, o que destruiu o longa mesmo antes da sua estreia foi um comentário racista do ator principal – justo ele, que já foi Schindler –, e o filme amargou apenas U$73 milhões no mundo todo.

7 – ‘Hellboy

Tentar recomeçar do zero o filme do herói filho do demonho que já tinha sido dirigido pelo Guillermo del Toro não deu certo. Apesar de uma trilha sonora bem maneira e de o herói ter se assemelhado mais aos quadrinhos, o filme arrecadou apenas U$41 milhões no mundo.

6 – ‘O Menino Que Queria Ser Rei

Do nada, Hollywood resolveu adaptar uma história inédita no cinema: a lenda do rei Arthur… Sério. Como se não bastasse ser uma história já contada mil vezes por Hollywood, a nova adaptação trouxe crianças que sofrem e/ou praticam bullying encontrando a espada de Arthur numa construção abandonada. Resultado: amargos U$33 milhões de bilheteria.

5 – ‘Uglydolls

O desenho, que tem um argumento fofo e é sucesso mundial, ao ganhar o formato de longa-metragem trouxe uma história pouco cativante, com personagens que não conquistaram, apesar da boa intenção. Por isso, o filme arrecadou pouco mais de U$26 milhões, tendo custado quase o dobro disso.

4 – ‘Calmaria

Alguém lembra desse filme? Estreou rapidamente nos cinemas, trazendo Matthew McConaughey e Anne Hathaway (!!!) nos papéis principais, e arrecadou meros U$11 milhões no mundo inteiro. ONZE MILHÕES. Esse valor não deve bastar nem para pagar o elenco… rsrs.

3 – Bônus: ‘A Sereia: Lago dos Mortos’

Filme de suspense psicológico russo, que tentou se apoiar numa suposta lenda local para assombrar um casalzinho apaixonado, porém, nada faz sentido na trama – nem os sustos. Vale apenas se você tiver curiosidade de ver um filme de terror em russo. Ao menos o orçamento da produção foi de apenas U$5 milhões, rs.

2 – Bônus Nacional: ‘O Olho e a Faca

Mesmo tendo estreado na última semana de junho, o longa – que contém um elenco global de peso – conseguiu vender apenas 376 ingressos na sua semana de estreia. Isso é o equivalente, mais ou menos, a lotar apenas duas salas de cinema uma única vez, em todas as cidades brasileiras em que está em cartaz. Uma pena mesmo.

1 – Bônus Keanu Reeves: ‘Cópias’

Porque, afinal, mesmo o nosso muso master não está imune de fazer péssimas escolhas. ‘Cópias: De Volta à Vida’ é, hoje, o maior fracasso da carreira de Keanu Reeves. O longa teve orçamento de U$30 milhões e arrecadou a-pe-nas U$8 milhões no mundo todo. Mas isso foi antes de nosso ídolo se tornar o queridinho da internet, então, vai que…

‘Hellboy’: David Harbour aparece caracterizado em imagem que antecede o trailer

A edição da Entertainment Weekly dessa semana trouxe uma nova imagem do ator David Harbour já caracterizado como o personagem demoníaco Hellboy.

O trailer será lançado ainda hoje, dia 19 de Dezembro. Fique ligado no CinePOP para assistir!

Confira:

Em entrevista na matéria, Harbour afirmou:

“Não é uma história de origem, mas é sobre descobrir de onde ele veio. Ele tem sido Hellboy por um longo tempo, mas há uma nova virada de eventos no início do filme, onde as pessoas começam a expor o fato de que ele pode trazer o fim do mundo, e é realmente a primeira vez que ele ouve algo assim. A questão que surge no filme é onde ele realmente pertence?”

Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot terá um tom mais sombrio que a franquia original.

Ian McShane viverá o Professor Trevor Bruttenholm, o pai adotivo do anti-herói, vivido por David HarbourMilla Jovovich será a Rainha de Sangue Nimue. Sasha Lane vive Alice Monaghan.

Daniel Dae Kim (‘Lost‘), Brian Gleeson (‘Mãe!‘), Sophie Okonedo (‘Depois da Terra‘) e Alistair Petrie (‘Rogue One: Uma História Star Wars‘) completam o elenco.

O longa chegará aos cinemas em 12 de abril de 2019.

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Fã cria incrível cartaz para o filme; Confira!

Com a iminente estreia de Homem-Aranha: Longe de Casa, a Sony divulgou os primeiros cartazes oficiais do filme, e o resultado foi bem aquém do esperado: diversos fãs recorreram às redes sociais para manifestar seu descontentamento com a arte dos pôsteres.

Em resposta, um habilidoso usuário do Reddit resolveu fazer as coisas por conta própria e criou um incrível cartaz minimalista da sequência protagonizada por Tom HollandJake Gyllenhaal.

Confira:

I made Spiderman Far from home poster With Minimalistic Style! Hope you guys like it ! from r/marvelstudios

Assista ao trailer do longa:

A sequência terá o retorno de Jon Watts na direção, e também contará com o retorno dos roteiristas John Francis Daley e Jonathan Goldstein.

Peter Parker (Holland) e seus amigos vão fazer uma viagem de férias de verão para a Europa. No entanto, eles dificilmente serão capazes de descansar – Peter terá que concordar em ajudar Nick Fury (Jackson) a descobrir o mistério das criaturas que causam desastres naturais e destruição em todo o continente. Para isso, ele se juntará ao Mysterio (Gyllenhaal) – que pode não ser quem parece.

O elenco também conta com Zendaya, Marisa Tomei, Jacob Batalon e Samuel L. Jackson.

Homem-Aranha: Longe de Casa‘ chega aos cinemas nacionais em 4 de julho.

‘Cats’: Jennifer Hudson brilha na nova versão de “Memory”; Ouça!

A Universal Pictures divulgou um vídeo da adaptação musical de Cats, trazendo Jennifer Hudson cantando uma nova versão da clássica “Memory”.

Confira:

Baseada na peça homônima de Andrew Lloyd Webber, o filme chega aos cinemas nacionais em 19 de dezembro.

Assista ao trailer:

Tom Hooper fica a encargo da direção.

Um dos mais assistidos musicais da Broadway, ‘Cats’ teve sua estreia mundial no West End, em Londres, em 1981 – onde ficou em cartaz por 21 anos, contabilizando quase 9 mil apresentações. A produção inovadora foi vencedora do Olivier e do Evening Standard Awards (mais antiga premiação de teatro do Reino Unido) de Melhor Musical.

Uma tribo de gatos chamada Jellicles todo ano precisa tomar uma grande decisão em uma noite especial: escolher um dos gatos para ascender para o Heaviside Layer e conseguir uma nova e melhor vida. Cada um dos gatos conta a sua história para seu líder, o velho Deuteronomy, na tentativa de ser o escolhido.

O elenco conta com Jennifer Hudson, Judi Dench, Taylor Swift, James Corden, Idris Elba, Rebel Wilson e Ian McKellen.