A série ‘Hawaii Five-O‘ possui uma longa jornada nas telinhas, desde sua estreia original, em 1968. E seguindo os passo de sua antecessora – que contou com 12 temporadas, exibidas até o ano de 1980, a nova versão se encaminha para sua 10ª temporada, traçando uma trajetória que não parece estar perto de seu fim.
E em durante uma entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro Alex O’Loughlin refletiu sobre o impacto cultural que a produção possui, salientando como ela consegue se manter revigorada após tantos anos em exibição.
Em conversa ao nosso editor-chefe, Renato Marafon, O’Loughlin disse:
“Acho que tem duas respostas para essa pergunta: como manter a série sempre revigorante de maneira geral, que é uma pergunta que não cabe a mim responder e sim para o showrunner, e como eu posso mantê-la revigorante. É difícil, é bem mais fácil se acomodar com que se tem e não se esforçar. Mas é preciso continuar estudando o seu trabalho, você precisa manter uma grande ética profissional e continuar se esforçando para entregar uma série verdadeira em cada pequeno momento. Então, ao que cabe a mim, penso que isso é fundamental para mantê-la revigorante”.
O astro também como sobre a história de seu personagem, Steve McGarrett, que já passou por uma série de circunstâncias diversas ao longo das últimas nove temporadas. E com a chegada do décimo ciclo, ele ponderou sobre como o a gente se encontra emocionalmente neste momento da narrativa:
“Ele está cansado (risos)! Ele já passou por muita coisa emocional, física e psicologicamente, então eu acho…é difícil falar dele de maneira objetiva, quando de fato eu o interpreto de maneira subjetiva, mas creio que existe um limite do quanto uma pessoa consegue suportar, antes dessa pessoa chegar ao nível de um super herói. E ele não é um super herói, ele é um cara normal. Mas essa jornada tem sido bem longa e eu estou ansioso para saber o que eles vão preparar para o seu futuro. Eu acho que ele precisa de um pouco de mudança. Ele não tem namorado há bastante tempo, tem apenas um cachorro e eu acho que ele precisa de algo novo”.
A 9ª temporada será exibida no Brasil pelo canal AXN e estreia no dia 23 de Outubro, às 22h.
Em ‘Hawaii Five-O‘, uma unidade policial de elite opera taticamente para combater o crime no estado do Havaí, que foi o quinquagésimo a ser incorporado à confederação. Na trama,Alex O’Loughlin é o comandante Steve McGarrett, chefe da força-especial 5-0 e marinheiro da SEAL, que presta contas diretamente aos governadores da ilha. Sua equipe é formada pelo detetive vindo de Nova Jersey, Danny Williams (Scott Caan), tenente Chin Ho Kelly (Daniel Dae Kim), oficial Kono Kalakaua (Grace Park) e o médico legista Dr. Max Bergman (Masi Oka).
Os fãs de ‘The Walking Dead‘ foram surpreendidos pelo inesperado cancelamento da série e durante uma entrevista ao pós-show exibido ao final da cada episódio, intitulado Talking Dead, o astro Norman Reedus comentou sobre como deseja que o final seja.
Ao longo de sua participação virtual, Reedus falou que quer encerrar a série em grandioso estilo, sem amarras:
“Eu me sinto ansioso. Nós já encerramos os quadrinhos, eles acabaram. Eu quero me despedir do mesmo jeito que cheguei. Eu quero que nós encerremos em grande estilo, rompendo os limites. E tenho certeza de que faremos isso. Nós sempre fazemos. Eu sinto que devemos acertar isso em cheio para nós mesmos e para a nossa equipe de apoio”.
Lembrando que a temporada retornou no último domingo (04 de outubro ), com o episódio ‘A Certain Doom’,
Vale lembrar que o novo episódio será o primeiro de um especial intitulado ‘A Guerra dos Sussurradores: O Confronto Final‘, no qual Beta trava a batalha final que se estenderá por mais 6 episódios.
‘The Walking Dead’ fez história como a série com maior audiência na história da televisão a cabo nos EUA e trouxe à vida um universo de conteúdo vibrante e em expansão, terminará com uma décima primeira temporada estendida por dois anos, abrangendo 24 episódios. Com os seis episódios adicionais da 10ª temporada anunciados anteriormente, e programados para o início do próximo ano, serão 30 episódios restantes da série icônica que se estenderá até o final de 2022.
Em entrevista ao TVLine, a showrunner Angela Kang prometeu que o final da 10ª temporada de ‘The Walking Dead‘ terá um “confronto épico”, e indicou que a Maggie terá grande importância nessa guerra.
“No decorrer dessa temporada, os heróis fizeram parte de uma guerra fria e agora ela está prestes a explodir em um confronto de destruição mútua. Será um confronto épico. Nós queríamos mostrar que os nossos heróis estão em uma desvantagem enorme. Essa horda de zumbis é maior do que qualquer outra que eles já encontraram, mesmo depois da Carol ter levado parte dela para as cavernas. Será uma batalha tipo David vs. Golias.”
Ela completa, “A Maggie terá um papel importante no confronto. Também mostraremos como ela tem vivido, mas isso é algo que nós exploraremos mais pra frente.”
Confira as imagens do episódio dirigido por Greg Nicotero.
O público ficou ansioso quando “A Torre” foi ao ar em 5 de abril, e terminou em um grande momento em que os sobreviventes foram presos por uma horda de caminhantes esmagadora desencadeada por Beta (Ryan Hurst) e os Sussurradores.
“É um dos meus episódios favoritos da temporada”, disse Nicotero ao FANDOM . “O que há de bom no nosso programa, é o que Angela [Kang, showrunner] fez tão bem: manteve o momento da história avançando. Vai começar onde nós deixamos todo mundo pela última vez era que Beta e a horda estavam cercando a torre e o final continua exatamente de onde paramos”.
“Há muitas histórias de personagens abordadas – você obtém pequenas informações aqui, aqui, aqui e deseja encerrar esse capítulo e iniciar o próximo capítulo no final. Abordamos muitas coisas com Daryl, muitas coisas com Negan, muita coisa com a Beta, e muita coisa com Carol”, disse Nicotero, acrescentando que o retorno de Maggie vai acontecer na 11ª temporada.
“Nos últimos dois minutos do final do episódio, as mandíbulas das pessoas vão cair”, concluiu.
O thriller criminal turco ‘Dano Colateral‘ já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (08) na grade de programação.
Na trama, perto de ser promovido, um inspetor da polícia se envolve em um acidente fatal e descobre um plano de vingança que ameaça seus colegas de trabalho.
A razão e a inconsequência. A inconsequência e a razão. Indicado em categorias importante no último prêmio Goya, Que Dios nos Perdone (sem previsão de estreia no Brasil) é instigante, investigativo e que detalha as feridas emocionais dos personagens captadas pelas lentes inteligentes de Rodrigo Sorogoyen, diretor do longa. Ao longo de um pouco mais de duas horas de projeção, somos envolvidos em um thriller alucinante com grandes atuações onde cada peça do quebra cabeça vai aparecendo aos poucos em meio aos conflitos morais e psicológicos dos investigadores de casos de assassinatos interligados.
Na trama, conhecemos os investigadores da divisão de homicídio da polícia espanhola Velarde (Antonio de La Torre) e Alfaro (Roberto Álamo), uma dupla totalmente diferente em relação a personalidade que precisam buscar a prisão de um serial killer de idosas em meio a chegada do papa bento XVI na Espanha. Lutando contra seus próprios demônios internos, por conta de suas personalidades distantes, os policiais entrarão em um caminho praticamente sem volta onde a obsessão e a inconsequência farão parte de sua rotina.
A dupla de investigadores é totalmente oposta mas que se completam. Velarde (Antonio de la Torre) é minucioso, sofre com o preconceito de uma gagueira, nunca deixa de ser objetivo e busca realizar seu trabalho com todos os elementos investigativos que um bom policial precisa ter. Alfaro (Roberto Álamo) é inconsequente, bruto, violento que se coloca em situações agressivas a todo instante e sofre as consequências de seu temperamento diariamente. Um sendo a força o outro a razão, precisam trabalhar em conjunto para buscar um serial killer que violenta idosas em um bairro na Espanha.
Os personagens são intrigantes, se veem como vilões em suas vidas pessoais, imperfeitos como muitos, conseguem reunir peças de uma quebra cabeça envolvente focando na busca de um assassino misterioso, implacável e perigoso. Durante essa busca, precisam convencer o chefe do departamento a classificar as mortes que acontecem como assassinatos de uma mesma pessoa mas isso entra em conflito com a chegada do novo papa o que deixaria em pânico os inúmeros visitantes que estão na Espanha. Como não possuem bom relacionamento com todo o corpo de policiais de sua divisão, entram em conflito a todo instante. O estopim da obsessividade chega por uma traição à Alfaro e um conflito amoroso de Velarde, transformando os minutos finais do filme em pura adrenalina.
Que Dios nos Perdone é um grande achado, um longa com direção competente e atuações acima da média juntamente com um roteiro intrigante que esgota até a última linha para detalhar seus personagens e seus conflitos. O cinema espanhol sempre nos proporciona coisas boas quando procuramos minuciosamente nos inúmeros lançamentos dessa escola europeia fantástica ano pós ano.
Tem algumas tramas que grudam em nossos pensamentos de forma tão intensa que, quando acaba a projeção, continuamos pensando sobre aqueles conflitos. Quando um filme consegue chegar nesse resultado, conquista um lugar bem especial em nossos corações. Para você que está procurando o que assistir, anota as dicas abaixo. Você não vai se arrepender!
Passeando, em partes, pela incrível história de uma das maiores lendas da história do cinema, Steven Spielberg, Os Fabelmans nos apresenta a descoberta do mundo mágico da sétima arte aos olhos de um jovem, que por meio de suas lentes da memória, da lembrança do que significa família, se tornou um ícone que transcende gerações.
Uma mulher da alta sociedade norte-americana (Jessica Chastain), diretora de uma fundação de renome, se apaixona perdidamente por um bailarino mexicano (Isaac Hernández) que está ilegalmente nos Estados Unidos. Ao longo desse relacionamento que se mostra conflituoso, situações vão colocando os personagens em dilemas, até o último suspiro dessa relação.
Alma (Julia Roberts) é uma professora renomada da prestigiada universidade de Yale. Casada com Frederick (Michael Stuhlbarg), ela trabalha há anos para ganhar a titularidade e reconhecimento do seu trabalho. Quando Maggie (Ayo Edebiri), uma aluna de doutorado, faz uma acusação contra Hank (Andrew Garfield), outro professor da instituição, Alma se vê perdida em dilemas trazendo à tona um segredo do passado que transforma seu presente num mar de instabilidades emocionais.
Arezoo Rahimi (Zar Amir Ebrahimi) é uma jornalista que já passou por maus bocados na profissão e resolve partir para uma complexa investigação de um possível serial killer de prostitutas- que promove o terror na cidade de Mexede, no nordeste do Irã. Na sua caçada por provas de quem seria esse assassino, contando com a ajuda de um jornalista local, enfrenta todo tipo de desconfiança além de inúmeras situações políticas ligadas ao caso que ganha os olhos da opinião pública.
Na trama, acompanhamos Rob (Nicolas Cage) um homem que encara sua solitude como algo normal na região de florestas no interior de Oregon, vivendo com seu porco que o ajuda a resgatar trufas e assim vender para um negociante desse produto, o jovem empreendedor Amir (Alex Wolff). Certo dia, em uma noite fria, sequestram seu porco, levando o protagonista a ter que encarar todo seu passado em busca do animal. Parece uma sinopse doida né? Mas saibam, é um filme surpreendente.
O novo trabalho do aclamado cineasta alemão Wim Wenders, Perfect Days, é uma jornada atenta aos detalhes que percorre o curioso recorte sobre um homem de poucas palavras, que contempla o momento na sua forma mais simples, chegando no olhar para o outro em meio as verdades do cotidiano.
Sobre Tornar-se uma Galinha d’Angola (Exibido no Festival do Rio 2025)
Shula (Susan Chardy) está dirigindo seu carro quando, de repente, percebe um corpo estirado no meio da estrada – e logo percebe que se trata de seu tio. Quando a família toma conhecimento do ocorrido, os procedimentos para o funeral se iniciam e, a partir disso, começamos a entender quem era a pessoa que morreu – além de segredos chocantes que são aos poucos revelados.
#SalveRosa (Estreia em breve nos cinemas)
Aos 13 anos, Rosa (Klara Castanho) é uma jovem introspectiva que virou uma celebridade na internet com um canal que reúne milhões de assinantes. Ela vive sob o olhar atento da mãe (Karine Teles), uma mulher controladora, enigmática e que esconde segredos. Nessa relação que vai se mostrando cada vez mais conflituosa, acompanhamos os desenrolares desse chocante retrato quando Rosa começa a descobrir verdades da sua própria história.
A vida da ex-enfermeira e viúva Mahin (Lili Farhadpour), uma mulher que se prendeu em uma solidão faz décadas, caiu na mesmice. Vendo as amigas que adora cada vez menos a cada ano, vive sozinha numa casa tendo contato com as filhas somente pelo celular. Certo dia, algo desperta nela e tomando coragem para se livrar do cantinho solitário que passa o cotidiano, acaba tendo um encontro pra lá de casual com o também solitário, e taxista, Faramarz (Esmaeel Mehrabi), com quem passa uma noite inesquecível, cheia de surpresas.
Mia (Rosalinde Mynster) é um escritora de sucesso que vive seus dias em total descontrole, adepta das relações constantes e descartáveis. Tudo muda em sua vida quando conhece Emil (Joachim Fjelstrup), um solteiro, pai de dois filhos. Os dois logo se apaixonam e começam a viver o desejo de ter um filho juntos. Mas esse processo colocará à prova todo o amor que sentem um pelo outro.
007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 30 de setembro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.
Aqui, continuamos com a primeira continuação da franquia para o cinema do personagem saído das páginas de livros de espionagem, escritos pelo autor britânico Ian Fleming. Moscou Contra 007 elevou ainda mais o jogo, sendo enaltecido por todos os fãs como superior ao original, e estabelecendo muito do que seria parte da mitologia do personagem em sua trajetória no cinema. Confira.
Com o sucesso de 007 Contra o Satânico Dr. No (1962), o primeiro filme do espião James Bond no cinema, pelo mundo, os produtores não demoraram para confeccionar uma sequência. De fato, a confiança na série cinematográfica era tanta que a produção do segundo 007 já havia começado antes do primeiro longa ser lançado nos cinemas britânicos. E como avisava o desfecho de Dr. No, James Bond voltaria em Moscou Contra 007 (From Russia With Love). A escolha do próximo livro a ser adaptado ao cinema era batata, já que Moscou havia sido eleito pelo presidente norte-americano John F. Kennedy como um de seus livros preferidos, e esta popularidade foi o que colocou água na boca dos produtores para adaptarem ao cinema as obras do autor Ian Fleming.
Com o dobro do orçamento fornecido pela EON em relação ao original, Moscou Contra 007 foi também o último filme lançado com o autor Ian Fleming ainda vivo.
James Bond
Tendo funcionado perfeitamente bem no papel, é claro que Sean Connery retornaria ao personagem que fez sua carreira. E não apenas isso, o resultado do segundo filme agradou tanto seu intérprete, que Connery não escondida sua predileção em relação a este longa. Para o ator, assim como para muitos fãs, Moscou Contra 007 é o filme favorito da franquia. Isso é tão verdade, que Sean Connery sairia de sua aposentadoria, em 2005, para dublar o personagem na adaptação de um videogame de From Russia With Love.
Mesmo com tamanha paixão, Connery, percebendo o quanto os produtores ganhavam com a obra em relação a ele, o astro, verbalizava já nesta época o desagrado em relação ao salário, mesmo tendo assinado contrato para cinco filmes. Assim, os produtores acharam por bem garantir-lhe, já nessa segunda incursão, um bônus de US$100 mil de agrado, além de seu salário.
Missão Secreta
O tema aqui é vingança. Mas não a vingança de James Bond, e sim vingança da organização criminosa SPECTRE em relação ao vilão do filme original, Dr. No (Joseph Wiseman), um membro eliminado por 007. Assim, agindo de todas as frontes, a organização contrata um assassino para eliminar o agente, além de uma Femme fatale para agir de isca e facilitar a morte do sujeito imbatível. Embora seja alvo da SPECTRE, Bond está por dentro da cilada, e está disposto a participar desta charada e virar o jogo para seus inimigos. Um dos momentos mais lembrados dos fãs é o combate corpo a corpo entre assassinos, passado no interior do expresso do oriente – o trem para o qual, curiosamente, Connery retornaria anos depois na adaptação de Agatha Christie, Assassinato no Expresso do Oriente (1974).
Outra curiosidade, é que o autor Ian Fleming estava cansado do personagem quando escreveu este livro, e assim decide mata-lo no desfecho. É claro que com o hype gerado pela declaração do presidente Kennedy, numa manobra tipicamente usada em Histórias em Quadrinhos, Fleming traz o personagem de volta, vivinho da Silva, para novos livros.
Bondgirls e Aliados
Em relação ao “interesse romântico” de James Bond no segundo filme, podemos afirmar com certeza que há um upgrade. Embora Ursula Andress e sua Honey Ryder sejam mais icônicas, a bondgirl deste filme, a russa Tatiana Romanova é um personagem bem mais interessante e repleta de camadas. Interpretada pela beldade italiana Daniela Bianchi, Tatiana é dita ser uma desertora russa, precisando ser protegida por Bond a fim de lhe entregar um artefato tecnológico capaz de comprometer seu governo durante a Guerra Fria vigente. É claro que ela é a “isca” mencionada anteriormente, e tudo não passa de um plano da SPECTRE em uma cilada. E Bond sabe bem disso, o que não o impede de se divertir um pouco com a moça. Porém, existe conflito na Bondgirl aqui, em servir seu país ou fazer o que é “certo”.
Fora isso, se no primeiro filme ganhávamos logo de cara a primeira aparição do “parceiro” americano de Bond, o agente Felix Leiter (nas formas de Jack Lord), é neste segundo que temos a primeira aparição do fiel escudeiro tecnológico de Bond, o Major Boothroyd, popularmente conhecido como Q – já desta data, interpretado pelo ator Desmond Llewelyn, que permaneceria no papel até a fase de Pierce Brosnan.
Vilões
Em relação ao original, Moscou Contra 007 também dá um upgrade em sua galeria de vilões. Aqui temos, por exemplo, a primeira “aparição” do arqui-inimigo de James Bond, o líder da organização criminosa SPECTRE, Ernst Stavro Blofeld. Bem, ou quase, já que ganhamos apenas um vislumbre de suas mãos acariciando o famoso gatinho branco e nunca vemos seu rosto. A esta altura ele também era referido apenas como “Número 1”. A “face” da organização no segundo filme é a de Rosa Klebb (e seu “sapato de lâmina mortal”). O filme é inclusive enaltecido por não “fetichizar” sua vilã, já que Klebb é interpretada pela “senhorinha” húngara Lotte Lenya. Klebb é a número 3 da organização. E sim, foi daqui a inspiração da paródia Austin Powers para a vilã Frau Farbissina (Mindy Sterling).
Mas o principal antagonista de Moscou Contra 007 é o anti-James Bond: o assassino Donald ‘Red’ Grant. Vivido pelo ator indicado ao Oscar Robert Shaw (que ficaria imortalizado como o pescador linha dura de Tubarão, 1975), Red Grant é quase uma “cópia carbono maligna” de 007. Tão bom, duro e eficiente quanto 007, ele é o assassino designado para dar cabo do espião. O que rende um dos trechos de ação mais viscerais da franquia e definitivamente da era Connery, com os dois se digladiando numa luta mortal mano a mano a bordo do expresso do oriente.
Relatório
Creio que até mesmo os mais entusiastas de Dr. No (1962) no fim das contas prefiram Moscou Contra 007 (1963). Esta sequência é um filme superior em todos os aspectos. Como dito, segue como o preferido de muitos de todos os filmes da franquia, e era o favorito do homem em pessoa, Sean Connery. Este segundo 007 é ainda um filme mais intimista, com Bond se tornando mais vulnerável, já que é alvo de assassinato. Fora isso, temos uma olhada maior na organização criminosa que é parte integral do cânone do universo do espião, e percebemos como esta agência do terrorismo funciona, de forma extremamente organizada. São muitas peças agindo ao mesmo tempo, todas com o mesmo objetivo, dar fim ao herói.
Porém, nem tudo é perfeito. E assim como Dr. No(1962) em seu retrato racial estereotipado de asiáticos e negros, em Moscou Contra 007 (1963) nem tudo pode descer redondo em relação ao retrato feminino. Bem, é claro que esta era apenas a mentalidade da época, e aqui falamos da década de 1960. Mesmo assim, estejam avisados que nem tudo apresentado no longa será aceitável para os padrões de hoje. O trecho que mais chama atenção como “dolorido” é a luta entre duas mulheres numa comunidade nômade (o termo cigano é considerado ofensivo hoje, e foi o que levou ao cancelamento da atriz Elizabeth Olsen). No filme, elas lutam pelo afeto de um homem. No meio da luta, há um ataque da SPECTRE, o qual é impedido por Bond. Como forma de recompensa-lo, o povo nômade lhe concede um desejo e ele pede para o fim da luta entre as mulheres. Sentimento nobre. No entanto, o líder do local oferece as duas para cuidarem dele?! E bem, você pode imaginar o que acontece depois…
Por conter esta cena, Moscou também é considerado como precursor da imagem extremamente sexual que seria atrelada ao personagem, já que em pleno ano de 1963, antes da liberdade sexual que seria instaurada pelo movimento hippie, o filme “sugeria” escancaradamente para quem quisesse ver ou entender, que James Bond ia para a cama com duas mulheres. Um assunto que seria recorrente, mas também mudaria sua abordagem ao longo das décadas. Mas isso é assunto para próximos textos desta série de matérias – que retorna em breve com 007 Contra Goldfinger (1964).
Apesar do roteirista do remake de ‘Maniac Cop – O Exterminador‘, Ed Brubaker (‘Capitão América: Soldado Invernal‘), ter dito um tempo atrás que o projeto estava no limbo, o diretor, John Hyams (‘Soldado Universal 4 – Juízo Final‘), confirmou que a refilmagem ainda está em desenvolvimento. Em entrevista ao Birth Movies Death., o diretor revelou:
“Parece que nada está acontecendo, mas, na verdade, está sim. Nós temos trabalhado no projeto por alguns anos, com algumas paradas no meio do caminho. Mas vai acontecer. Atualmente, Nic Refn, nosso produtor, que é um cineasta maravilhoso, e um ótimo cara, está aprontando todos os detalhes. Nós estamos desenvolvendo o projeto, que acabou de sofrer uma reviravolta interessante recentemente.”
“Isso é tudo o que eu posso falar pelos próximos meses, mas está tudo se encaixando perfeitamente,” adiciona Hyams ao site.
O remake será ambientado no presente, e seguirá um determinado policial de Los Angeles que é enviado para descobrir a verdade sobre brutais assassinatos de pessoas inocentes por um dos seus colegas policiais.
O terror ‘Cadáver‘ (The Possession of Hannah Grace), estrelado por Shay Mitchell (‘Pretty Little Liars‘), surpreendeu em sua estreia nos EUA. Projeções iniciais indicavam que o longa arrecadaria apenas US$ 2.5 milhões em seu primeiro final de semana, mas o terror surpreendeu com US$ 6.5 milhões.
Apesar de ser um valor baixo, é preciso considerar que o filme possui um orçamento menor que US$ 10 milhões – valor já recuperado com a ajuda do mercado internacional, que ajudou a alavancar os números em US$ 4.1 milhões.
Ao total, ‘Cadáver‘ estreou com US$ 10.6 milhões mundialmente, o que é um bom começo.
Para termos de comparação, ‘Slender Man‘ estreou com US$ 11 milhões nos EUA e fechou com US$ 30.5 milhões no país.
“Um exorcismo chocante perde o controle, tirando a vida de uma jovem. Meses depois, Megan Reed (Shay Mitchell) está trabalhando de noite no necrotério quando ela recebe um cadáver desfigurado. Trancada sozinha dentro dos corredores do porão, Megan começa a ter visões horríveis e a suspeitar que o corpo pode ter sido possuído por uma força demoníaca.”
“A roteirista, Heather Mitchel, está reescrevendo o roteiro atualmente; nós chegamos ao processo de avaliar o feedback que recebemos. Vamos filmar o Piloto durante o outono [norte-americano]. Há algumas cenas que acreditamos que podemos fazer um trabalho melhor, então o novo roteiro será cerca de 40% reescrito. Não iremos começar do zero.”
Ele completa, “Dois anos atrás, eu escrevi um roteiro muito original [para o Piloto], mas a emissora não queria algo tão diferente. Felizmente, a roteirista que está revisando o texto, Heather Mitchell, ama o filme original e está determinada a fazer a série ficar mais parecida com o filme ‘Os Garotos Perdidos’. Terá muito em comum com o filme.”
Após a morte repentina de seus pais, Michael e Sam Emerson se mudam para Santa Carla em sua mãe, Lucy, com a esperança de começar novamente na cidade onde ela cresceu. Mas os irmãos se veem cada vez mais profundamente atraídos pelo mundo sedutor dos mortos-vivos eternamente lindos e jovens da cidade.
A segunda temporada se passará 8 anos após os eventos da primeira.
Confira a sinopse oficial:
“Vic McQueen continua ainda mais determinada em destruir Charlie Manx. Charlie, tendo enfrentado sua própria mortalidade, está em busca de vingança. Dessa vez, ele vai atrás da pessoa mais importante para a Vic – seu filho de oito anos, Wayne. A corrida pela alma do Wayne coloca ambos em rota de colisão, forçando-os a confrontar erros do passado para garantir o futuro da criança.”
O Hulu divulgou um novo vídeo da comédia romântica ‘Alguém Avisa?‘ (‘Happiest Season’), trazendo a música-tema da produção, intitulada Make You Mine This Season.
O filme estará disponível para aluguel e compra nas plataformas digitais Apple TV, Google Play, Looke, Microsoft Filmes & TV, NOW, Oi Play, PlayStation Store, SKY Play, UOL Play e Vivo Play.
Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby (Kristen Stewart) descobre que Harper (Mackenzie Davis) vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer.
A franquia continua pisando no acelerador! ‘Velozes e Furiosos 9‘ ultrapassou a impressionante marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais.
Nos EUA, o longa já arrecadou US$ 172.7 milhões. No mercado internacional, foram arrecadados US$ 531.4 milhões.
Ao total, a produção já arrecadou US$ 704.2 milhões mundialmente – o que representa a MAIOR bilheteria global de uma produção hollywoodiana desde a pandemia, superando a arrecadação de ‘Godzilla vs Kong‘ (US$ 467.8m).
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
De acordo com o Screen Daily, Bailee Madison (‘Os Estranhos: Caçada Noturna’) estrelará o terror ‘Play Dead‘, novo filme do diretor Patrick Lussier (‘Dia dos Namorados Macabro’).
“A trama seguirá Chloe (Madison), uma estudante de criminologia que forja sua própria morte para entrar em um necrotério com o objetivo de roubar uma evidência que liga seu irmão mais novo a um crime. Uma vez lá dentro, ela descobre que o legista está usando o negócio como faixada para vender partes de corpos humanos. Quando ele descobre que ela não está morta, uma luta brutal pela sobrevivência se inicia…”
Descrito como um filme de terror, o longa irá explorar as origens sombrias do Monstro do Pântano.
Intitulado ‘Deuses e Monstros‘, o primeiro capítulo da nova fase da DC também irá incluir os filmes ‘Superman Legacy‘, ‘The Authority‘, ‘Brave and The Bold‘ e ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã‘.
Vale lembrar que, em 2019, o ‘Monstro do Pântano‘ ganhou uma série que durou apenas uma temporada.
O Star+ divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada da série nacional ‘Impuros‘.
Confira:
Sem data de lançamento, o próximo ciclo deve estrear apenas em 2024.
Rio de Janeiro, anos 90. Evandro do Dendê (Raphael Logam) é um jovem da favela carioca cujo principal objetivo ao fazer 18 anos é ganhar o próprio dinheiro de forma honesta. Mas tudo muda quando seu irmão traficante é morto por policiais. Evandro decide se vingar e mata os responsáveis pelo tal assassinato, ganhando notoriedade dentro da hierarquia do comando. Enquanto isso, o policial alcoólatra Victor Morello (Rui Ricardo Diaz) não economiza esforços para colocar Evandro atrás das grades.
Apesar das estreias de ‘Pisque Duas Vezes‘ e ‘O Corvo‘, ‘Deadpool e Wolverine‘ conseguiu retornar ao topo das bilheterias norte-americanas, acrescentando US$ 18.3 milhões em seu quinto final de semana.
Ao total, o novo longa da Marvel já arrecadou US$ 577.2 milhões nos EUA. O valor supera a bilheteria doméstica de ‘A Paixão de Cristo‘ (US$370.7M), tornando-se a maior arrecadação de um filme para maiores na história do país.
Internacionalmente, a produção soma US$ 634.1 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 1.2 bilhão, o que representa a maior bilheteria de um filme para maiores da história do cinema, superando ‘Coringa‘ (US$1B).
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com Reino Unido (US$66.6M), China (US$58.7M) México (US$42.4M), Austrália (US$38.7M) e Alemanha (US$33.1M).
Além de ter se tornado a segunda maior arrecadação do ano – atrás apenas de ‘Divertida Mente 2‘ (US$1.6B), ‘Deadpool e Wolverine‘ também subiu para o TOP 8 das maiores arrecadações do MCU. O longa recentemente ultrapassou ‘Capitão América: Guerra Civil‘ (US$1.15B), e deve superar ‘Homem de Ferro 3‘ (US$1.21B) nos próximos dias.
Com o sucesso da produção – e o excelente desempenho de ‘Divertida Mente 2‘ –, a Disney se tornou o primeiro estúdio a ultrapassar a marca de US$ 3 bilhões em arrecadação em 2024.
A Marvel Studios apresenta seu erro mais significativo até agora – ‘Deadpool e Wolverine‘. Um apático Wade Wilson trabalha duro na vida civil. Seus dias como o mercenário moralmente flexível Deadpool ficaram para trás. Quando seu mundo natal enfrenta uma ameaça existencial, Wade deve relutantemente se equipar novamente com uma ainda mais relutante… Relutante? Mais relutante? Ele deve convencer um Wolverine relutante a – p****. As sinopses são estúpidas para c******.
De acordo com o Deadline, Alex Garland (‘Guerra Civil’) será responsável pela direção da adaptação live-action de ‘Elden Ring‘, que está sendo desenvolvida pela A24.
Além de comandar o projeto, o cineasta também assinará o roteiro.
Martin servirá como produtor ao lado de Peter Rice, Andrew Macdonald, Allon Reich e Vince Gerardis.
‘Elden Ring‘ é um jogo apresentado através de uma perspectiva de terceira pessoa, com jogadores percorrendo livremente seu mundo aberto. As seis áreas principais são percorridas usando o corcel Torrent do personagem do jogador como modo principal de viagem. Masmorras lineares e ocultas podem ser exploradas para encontrar itens úteis.
Os jogadores podem usar vários tipos de armas e feitiços mágicos, incluindo envolvimento não direto habilitado por mecânica furtiva. Em todo o mundo do jogo, os pontos de controle permitem viagens rápidas e permitem que os jogadores melhorem seus atributos usando uma moeda do jogo chamada runas. ‘Elden Ring‘ também apresenta um modo multijogador online no qual os jogadores se unem por meio de jogo cooperativo para lutar contra chefes ou participar de combates jogador contra jogador.
Situado nas Terras Intermédias, os jogadores controlam um personagem personalizável em uma missão para reparar o Elden Ring e se tornar o novo Elden Lord.
Desde seu lançamento, o game já vendeu nada menos que 25 milhões de cópias, sagrando-se como uma das produções mais bem sucedidas da história.
De acordo com o Deadline, David Chokachi (‘Círculo de Monstros’) foi confirmado no elenco do reboot de ‘Baywatch: S.O.S. Malibu‘, que está sendo desenvolvido pela FOX.
Em caráter recorrente, o ator reprisará seu papel como Cody Madison, da série original.
A nova versão será estrelada por Stephen Amell (‘Arrow’), que dará vida ao Hobie Buchannon – personagem da série clássica.
Originalmente, ele foi interpretado por Brandon Call por uma temporada, sendo substituído por Jeremy Jackson nos ciclos seguintes.
Na trama…
O rebelde Hobie Buchannon agora é capitão da Baywatch, seguindo os passos de seu lendário pai, Mitch (interpretado na série original por David Hasselhoff). O mundo de Hobie vira de cabeça para baixo quando Charlie, a filha que ele nunca conheceu, aparece à sua porta, ansiosa para dar continuidade ao legado da família Buchannon e se tornar salva-vidas da Baywatch ao lado do pai.
Matt Nix será responsável pela nova versão. Ele também atuará como produtor executivo e showrunner.
“Desde nosso primeiro encontro, Stephen Amell apresentou exatamente o que este novo capítulo de ‘Baywatch’ exige: coração, intensidade e a inegável energia de herói. Ele é o tipo de protagonista que consegue correr para o perigo, carregar o peso emocional e ainda criar um clima divertido. Estamos ansiosos para começarmos,” declarou Nix.
O reboot promete resgates cheios de adrenalina, relacionamentos complicados, química complexa e heroísmo à beira-mar, características marcantes da série original — agora com um elenco totalmente novo vestindo os icônicos maiôs vermelhos, elementos contemporâneos, tensões e desafios, e uma missão renovada para proteger o litoral do sul da Califórnia.
Doze episódios foram encomendados para a primeira temporada.
As filmagens estão programadas para meados deste ano, em Venice Beach e nos estúdios da Fox em Century City.
O ex-ator da Disney, Ross Lynch, que já participou da série ‘Austin & Ally’ e dos musicais ‘Teen Beach Movie’ e ‘Teen Beach Movie 2’, vai encarar um personagem bem diferente nos cinemas. Desta vez ele interpretará Jeffrey Dahmer na adaptação da Graphic Novel, ‘My Friend Dahmer’.
O site Entertainment Weekly divulgou a primeira imagem do jovem astro no papel do psicopata.
Confira:
Escrito e dirigido por Marc Meyers, a produção é baseada na graphic novel de Derf Backderf, que conta os fatos verídicos de sua adolescência na época em que o autor era amigo de “Jeff” Dahmer, que futuramente viria a matar 17 homens entre os anos de 1978 e 1991.
Segundo Meyers, a produção vai contar a história pouco conhecida de Jeffrey, antes das mortes brutais cometidas pelo jovem. O filme, que fez parte de sua filmagens dentro da própria casa de Dahmer, terá um sabor agridoce sobre os anos escolares do rapaz.
O diretor também comentou sobre o potencial de Ross Lynch para viver o psicopata, afirmando que a escolha não poderia ter sido melhor:
“É a história antes da história com a qual estamos todos familiarizados. O livro tem esse assombroso, triste, engraçado e verdadeiro olhar sobre o período escolar de Jeffrey Dahmer, crescendo nos subúrbios de Akron, Ohio, na segunda metade dos anos 70 – e é exatamente isso que este filme se tornou. Eu saí em uma exaustiva busca para encontrar o ator que eu acreditava poder interpretar o papel de Jeff e eu me apeguei a Ross no instante que o conheci. Eu senti que ele tinha a versatilidade como um ator e a aparência adequada. Eu achei animador ele estar encerrando seu ciclo como protagonista em um programa da Disney, além de ter sido o personagem principal na franquia de ‘Teen Beach Movie’ – mas na verdade ele se parece com Jeff! E fica ainda mais parecido quando você, eventualmente, coloca óculos de grau nele”.
A personagem Anne Weying, vivida por Michelle Williams em ‘Venom‘, não deve se transformar em She-Venom tão cedo. Pelo menos é o que a própria atriz indicou.
Em uma recente entrevista ao site Collider, Williams pontuou que até o momento sua personagem continua humana e nenhuma intervenção tecnológica foi feita ainda.
Disse ela:
“Eu sei que isso existe em outro campo, mas eu não estou envolvida nele. Essa versão faz parte do domínio digital, mas eu ainda permaneço humana depois de tudo que já fizemos. Eles ainda não me digitalizaram”.
O estúdio já deixou claro que o Homem-Aranha (Tom Holland) não estará nos spinoffs, mas deixou claro que as portas estão abertas para mais filmes no universo do cabeça de teia, como o – previsto – ‘Sexteto Sinistro‘.
A sequência ‘John Wick 3: Parabellum’ ganhou uma nova imagem oficial, que traz o astro Keanu Reeves cavalgando em meio ao trânsito.
A foto em questão foi compartilhada com exclusividade pela revista Empire.
Confira:
Em uma nova entrevista ao Coming Soon, Keanu Reeves oficializou o título oficial do terceiro filme: ‘John Wick: Parabellum’, que vem do latim e significa algo como “Prepare-se para a guerra”.
Confira outras fotos:
Neste Capítulo 3, John Wick está foragido por duas razões: ele é caçado por um contrato global de US$ 14 milhões por sua vida, e por quebrar a regra principal, que foi tirar uma vida dentro do terreno do Hotel Continental. A vítima era um membro da Alta Cúpula, que deu a ordem para o contrato. John já deveria ter sido executado, exceto pelo fato de que o gerente do hotel, Winston, lhe concedeu uma hora de vantagem antes de ser morto. Sua associação foi revogada, ele foi banido de todos os serviços e desligado dos outros membros. John usará a indústria de serviços para se manter vivo, enquanto luta para sair vivo de Nova York.
O terceiro filme da franquia estreia no dia 17 de maio de 2019.
Com a chegada do streamingDisney+ cada vez mais próxima, a Casa do Mickey está começando a tomar medidas mais restritivas em relação a sua grande concorrente no ramo, Netflix.
E segundo a revista Variety, a empresa vai banir os comerciais de conteúdos originais da Netflix em suas emissoras, como a ABC, Freeform e FX. Isso significa que esses canais não mais transmitirão propagandas dos filmes e séries produzidos pela gigante do streaming.
De acordo com a publicação, a medida serve – em primeira instância – apenas para a América do Norte, onde a Disney+ estreia em breve. Além disso, uma fonte interna e sigilosa pontuou que a empresa vai permitir que os anúncios de conteúdos originais da Netflix sejam divulgados no canal ESPN.
A nova regra não será aplica unicamente na Netflix. A Disney já estaria informando as demais concorrentes do streaming que não mais exibirá comerciais de seus conteúdos exclusivos, a menos que seu relacionamento com a empresa impacte positiva e diretamente em propaganda, distribuição e na sua programação.
O vídeo promocional revela o que está por vir nos próximos capítulos da produção, explorando os dissabores do primeiro amor.
Confira:
A série gira em torno de duas crianças estadunidenses que vivem em uma base militar na Itália, explorando temas como primeiro amor, identidade, amizade, imergindo o público nas angústias da adolescência.
O novo terror sobrenatural da Blumhouse, intitulado ‘A Mansão‘, já está disponível na Amazon Prime Video. A produção teve a sua estreia nesta sexta-feira (08).
Na trama, quando um leve derrame diminui sua capacidade de cuidar de si mesma, Judith Albright (Hershey) muda-se para a Golden Sun Manor, uma casa de repouso com excelente reputação. Mas, apesar dos melhores esforços da equipe e de uma amizade crescente com o colega idoso Roland (Davidson), ocorrências estranhas e visões de pesadelo convencem Judith de que uma presença sinistra está assombrando a enorme propriedade. Conforme os residentes começam a morrer misteriosamente, os alertas frenéticos de Judith são descartados como fantasia. Até mesmo seu devotado neto Josh (Alexander) acha que seus medos são resultado de demência, não de demônios. Sem ninguém para acreditar em sua visão da situação, Judith deve escapar dos confins da mansão ou ser vítima do mal que habita dentro dela.
Confira o trailer:
Escrito e dirigido pela Axelle Carolyn (‘Tales of Halloween’), o longa faz parte de uma parceria com a Blumhouse – um projeto que incluirá oito filmes de terror originais, intitulado ‘Welcome to the Blumhouse‘.
A imagem deve ser aquilo que você absorve. Escrito e dirigido pelo grande Andrzej Wajda, Afterimage, conta nessa cinebiografia a história sofrida de um dos maiores pintores da Polônia, um homem que criou o primeiro museu de arte moderna da Polônia, o segundo da Europa. Encontrando seu destino, escolhendo seu caminho, viveu obstáculos navegando em pensamentos ligados à natureza e ao centro de atenção que nos levam a observação. O roteiro é primoroso, caminhamos em uma Polônia quase destruída intelectualmente, Wajda capta magistralmente a dor e o sofrimento de maneira tão inversa ao superficial, um retrato marcante que fecha com chave de ouro a filmografia de um dos maiores diretores da Europa oriental.
Na trama, vencedora do Grande prêmio do Júri no último Festival de Cinema da Polônia, conhecemos parte da trajetória do pintor polonês Wladyslaw Strzeminski (interpretado pelo excelente Boguslaw Linda, em atuação inspirada), professor carismático e inspirador, parte de um seleto grupo de artistas, que enfrenta o Partido Comunista da União Soviética por conta de seus pensamentos, diretrizes políticas e acaba tendo parte de sua vasta obra retirada de museus e galerias, algumas até destruídas . Mesmo sofrendo essa repressão política, luta pelos seus ideais em uma espécie de reclusão, ao lado de sua única filha, o artista vai sentindo na pele os horrores de uma nova política no seu país.
Na arte e no amor, você só pode dar o que tem. Mesmo tendo um contexto melancólico e deveras triste, por tudo que cerca a vida do ilustre pintor após seus embates com os que comandam o pensamento em sua terra, o filme é poético ao abordar o amor pela arte e todos os inúmeros sentimentos que passa com ela. A força de Strzeminski vem de sua arte, que representa quem ele é, e também de seus fiéis alunos. O primeiro arco mostra essa união e toda a inspiração que representa aos estudantes de arte de uma escola referência, do qual foi fundador, em uma Polônia com novas diretrizes políticas e com pensamentos que prejudicam a liberdade artística de pintores e outros mestres da arte.
Na vanguarda de sua arte, impõe seus pensamentos sobre o que define ser uma obra artística. Deficiente de um braço e uma perna, oriundo de batalhas da primeira grande guerra, já no segundo arco começa a sofrer por suas ideias políticas e de pensamentos sobre o que é arte, levando-o a um caminho sem volta pela sobrevivência em uma época de recessão e medo. Sua relação com a família, nem tanto explorada, fica reduzido a Nika (Bronislawa Zamachowska), sua única filha que passa por todas as dificuldades com seu pai sempre demonstrando muito carinho e admiração por ele.
O filme, que estreou no Festival de Toronto, marca a despedida nas telas do grande cineasta Andrzej Wajda, um dos mais marcantes da filmografia europeia, que faleceu, aos 90 anos, em outubro do ano passado. Wajda, ganhador do Oscar Honorário pelo conjunto de sua obra no ano de 2000, sempre focou em suas obras na política e história da Polônia, levando para telas de todo mundo um pouco de sua visão sobre vários contextos históricos que seu país passou. Em Afterimage, título não traduzido que chega ao mercado exibidor brasileiro no próximo dia 17 de agosto, não é diferente. O fim de uma carreira emblemática, usando a sétima arte como ferramenta de denúncia e do não esquecimento sobre a história de um país que viveu de perto.
Há filmes que começamos a assistir e parecem não levar a lugar nenhum. Por isso, é sempre importante ter paciência – pode ser que grandes surpresas nos aguardem. É exatamente isso que acontece com o longa-metragem chileno Limpa. Com camadas profundas que se abrem distantes do seu início, o projeto nos leva a uma imersão na dinâmica familiar repleta de reflexões, tendo como ponto central uma protagonista que se vê em um labirinto em busca de momentos felizes.
Estela (María Paz Grandjean) é uma jovem que deixa o interior do Chile para trabalhar como empregada doméstica na casa de um casal rico, na cidade de Santiago. Ela passa grande parte do tempo ao lado da filha deles, uma garotinha escanteada pelos pais que encontra em Estela uma grande amiga. Quando algumas situações acontecem, Estela começa a perceber que sua presença no lugar está chegando ao fim, culminando numa série de ações rumo às tragédias.
Uma caixinha de surpresas quando uma avalanche de conflitos se sucedem. Lançado há poucos dias na Netflix – onde logo alcançou o Top 10 da plataforma –Limpa pode ser definido assim. Dirigido por Dominga Sotomayor e roteirizado por ela em parceria com Gabriela Larralde e Alia Trabucco Zerán, chegamos de forma lenta em um retrato na vida de uma jovem cheia de desilusões, que confronta seu momento conturbado segurando um fio de resiliência que sobrou nas suas marcas da vida.
Não é fácil chegar até suas descobertas, que se revelam aos poucos. Até o minuto 40, um mar estático de ações isoladas parece construir uma história sem grande capacidade reflexiva. Mas as camadas se abrem, ressuscitando a narrativa. A partir de um estopim, o choque social ganha muitos contornos – exemplificado mais com olhares que palavras – onde o ambiente, a mansão bem estruturada dos chefes, vira um elemento importante, quase um personagem ativo para nos guiar pelas emoções que transbordam.
Cada vez mais próxima da menina que cuida – uma relação maternal, incompreendida pela mesma –, a protagonista também se apaixona por um frentista, enquanto vê o passado mandar mensagens por lembranças ligadas a um cachorro. Sempre na corda bamba quando almeja planos para um futuro, as limitações da vida viram um banho de água fria. Não deixa de ser um reflexo de tantas pessoas espalhadas pelo mundo, à espera de alguma oportunidade para sentir a felicidade.
No desfecho emblemático, percebemos que, mesmo a construção tendo questões que atrapalham o andamento dessa história, chegamos num poderoso recorte – potente, dilacerante e capaz de neutralizar toda nossa atenção. Dê uma chance a esse filme.
O primeiro filme do ‘Homem-Aranha‘, dirigido por Sam Raimi, chegou aos cinemas dos Estados Unidos há exatos 19 anos, no dia 3 de maio de 2002. Após o sucesso das adaptações de ‘Blade‘ e ‘X-Men‘ no final dos anos 1990 e início dos 2000, Sony Pictures levou o termo blockbuster ao próximo nível quando o filme do aracnídeo conquistou a terceira maior bilheteria global de 2002 (US$ 821 milhões).
Pensando nisso, o CinePOP criou uma matéria especial mostrando por onde anda o elenco da superprodução.
Muitos podem não saber, mas a Marvel passou por uma epopeia até se tornar a maior potência, não só do subgênero, mas como do cinema pipoca da atualidade. Uma boa leitura para ficar por dentro do assunto é Marvel Comics – A História Secreta, de Sean Howe. No livro, temas como a quase falência da empresa são abordados. O que levou à venda de seus principais personagens para grandes estúdios produzirem superproduções. Funcionou momentaneamente, e ocasionou uma reviravolta positiva para a empresa. Nesse processo, o Homem-Aranha ficou com a Sony, então Columbia Pictures, e quase foi produzido com James Cameron na direção e Leonardo DiCaprio como o herói. Imaginem Schwarzenegger como o Doutor Octopus.
Para o bem ou para o mal, Tobey Maguire, então com 27 anos, interpretou o colegial Peter Parker. O filme perpassa rapidamente pelos anos escolares, incluindo uma viagem de turma ao laboratório que o transforma no superpoderoso herói, e depois já o tem tirando fotos num jornal. Maguire parece ter sido a escolha perfeita e até hoje possui seus admiradores, que o enaltecem como melhor Parker possível mesmo com a dancinha ridícula no terceiro. Antes do blockbuster, Maguire já havia chamado atenção no circuito independente com filmes como Tempestade de Gelo (1997), A Vida em Preto e Branco (1998) e Regras da Vida (1999).
Desde o término de suas obrigações como o Homem-Aranha, em 2007, Maguire apareceu em pouquíssimos filmes, cinco para ser preciso, e uma minissérie cômica – dentre os quais o mais conhecido é a reimaginação de O Grande Gatsby (2013). O ator emprestou sua voz para a animação O Poderoso Chefinho, na qual dublou Tim adulto, o narrador da história.
A escolha para a personagem no primeiro filme foi inusitada, já que os fãs do herói não abrem mão do cânone de seu primeiro grande amor perdido, Gwen Stacy. A personagem viria a aparecer no terceiro longa da franquia, e no reinício O Espetacular Homem-Aranha (2012). Embora tenham acertado na escolha (com Emma Stone protagonizando), ninguém deu muita bola. Aqui, é Mary Jane a opção, a vizinha de Peter e primeiro amor – assim diz Raimi. Para o papel, surge a ex-atriz mirim Kirsten Dunst, cuja primeira aparição nas telonas em Entrevista com o Vampiro (1994) foi nada menos que marcante. Ao menos ela teve mais sorte do que Shailene Woodley, que, deletada de sua participação como Mary Jane nos filmes de Marc Webb, jamais poderá ser vista. Atualmente, uma versão mais antenada etnicamente foi abordada, com a carismática Zendaya no papel emHomem-Aranha: De Volta ao Lar e Longe de Casa.
Aqui, Dunst adentrava nova fase da carreira e era vista pela primeira vez de forma unânime como uma bela jovem mulher. A naturalidade e química com Maguire foram o que a conseguiram o emprego. Porém, assim como Maguire, a carreira de Dunst parece ter sido afetada pela fama colossal proporcionada pelo longa, e isto talvez a tenha traumatizado. Desde então, ela vem se mantendo fora dos holofotes e tem optado trabalhar com cineastas renomados em filmes menores. Melancolia (2011), Destino Especial (2015) e O Estranho que Nós Amamos (2017) são exemplos disso. A atriz também participou da segunda temporada da série de sucesso Fargo (2015) e seu último trabalho lançado foi o terror de arte Woodshock (2017).
Mais de dez anos antes da participação relâmpago de um Chris Cooper acamado e moribundo na pele do arqui-inimigo Norman Osborn, identidade secreta do Duende Verde (que é para o Homem-Aranha, o que o Coringa é para o Batman), Willem Dafoe casava como uma luva no personagem. Além de ter sido um dos melhores antagonistas de um filme na história do subgênero, destruindo com sua atuação nas cenas dramáticas de esquizofrenia, quando o personagem trava embates consigo mesmo, Dafoe estava numa forma física tão ridiculamente confortável, que dispensou dublês para suas performances com o vilão já mascarado.
Dafoe, é claro, já era um ator renomado a esta altura, e serviu como peso ao elenco jovem. Algo como Jack Nicholson no Batmande Tim Burton, filme que iniciou a tendência de se ter o maior nome do elenco interpretando o antagonista. O ator já tinha duas indicações nas costas antes do filme, e recentemente engavetou mais uma este ano, por Projeto Flórida. Fora isso, Dafoe esteve em Onde Está Segunda?, da Netflix, e no novo Assassinato no Expresso do Oriente, ambos de 2017. O veterano talentoso também estrelou em uma superprodução da rival DC, como Nuidis Vulko em Aquaman, de James Wan.
Após o elogiadíssimo O Farol (2019), Dafoe retorna em Aquaman 2 (2022).
Na versão do Homem-Aranha na Marvel, nem Harry Osborn, nem Gwen Stacy deram as caras ainda. Mas no equívoco duplo do diretor Marc Webb, Harry ganhou vida nas formas de Dane DeHaan. Mais fiel aos quadrinhos, um então desconhecido James Franco era a imagem escarrada do filho de Willem Dafoe. O triângulo amoroso construído entre ele, Peter e MJ resvala ao longo da trilogia, assim como a subtrama envolvendo a morte de seu pai pelas mãos do Homem-Aranha, a quem Harry vê como o vilão da história, sem saber na verdade se tratar do alter ego de seu melhor amigo. Se isso não é drama Shakespeariano, eu não sei o que é.
Franco ficou conhecido com o filme, e desde então se tornou figura fácil no segmento independente, estrelando diversas produções e inclusive estreando como diretor. Dono de projetos conceituais e até difíceis de consumo pelo grande público, o ator já soma 38 créditos como diretor, entre longas, curtas, documentários, episódios de séries de TV e filmes feitos para a TV. Fora isso, tem obras cultuadas no currículo pós-Homem-Aranha, vide 127 Horas (pelo qual foi indicado ao Oscar) e Spring Breakers – Garotas Perigosas, de Harmony Korine. Franco também é dono de constante parceria com Seth Rogen, amigo pessoal, com quem trabalhou em comédias escrachadas como Segurando as Pontas (2008) e É o Fim (2013). Recentemente, recebeu inúmeros elogios da imprensa especializada por seu último trabalho, a homenagem O Artista do Desastre – indicado para melhor roteiro original no Oscar.
J.K. Simmons (Comissário Gordon JJ Jameson)
Simmons sempre foi aquele ator coadjuvante de luxo, que jurávamos já ter visto, mas não sabíamos muito bem onde. Sua caracterização como o editor linha dura do Clarim Diário foi tão certeira, que nenhuma outra produção do Aranha, até o momento, se atreveu a substituí-lo. Bem, o próprio ainda deseja voltar ao papel. Ainda mais depois de ver o resultado de sua participação como o Comissário Gordon dos novos filmes da DC, tendo estreado em Liga da Justiça(2017). Se arrependimento matasse…
O ator também, é claro, venceu o Oscar de coadjuvante na pele de outro tutor linha dura, o professor de música Fletcher, na obra-prima de Damien Chazelle, Whiplash: Em Busca da Perfeição (2014). Ele faz uma participação especial em Homem-Aranha: Longe de Casa.
A escolha de elenco para Homem-Aranha foi perfeita. Poucos filmes do gênero souberam representar de forma tão impressionante os personagens dos quadrinhos em live action. Já citamos Willem Dafoe como Osborne e Simmons como Jameson, mas não bastasse isso, Sam Raimi fechou o caixão com este último prego, Rosemary Harris como a adorável tia May. Não tem para ninguém. Não tem para Sally Field como uma May mais avoada, nem para Marisa Tomei como a hot May. Harris é a encarnação definitiva da personagem. Se ao menos ela pudesse ganhar aquela torradeira. A atriz é uma veterana, tendo iniciado a carreira ainda na década de 1950, e possui 60 créditos em sua filmografia. Um de seus últimos trabalhos conhecidos foi a comédia de espionagem Guerra é Guerra (2012). Ela ainda está em atividade.
Cliff Robertson personificou a imagem do doce e conselheiro tio Ben. Ele foi o responsável por imortalizar a frase: “Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades”. Como todos sabem, o mentor e figura paterna de Peter Parker precisa ser assassinado para que o herói aprenda uma grande lição. Na nova encarnação do Aranha, já na Marvel, não fica 100% clara a existência ou perda do personagem, tudo é muito sutilmente pincelado. Robertson, falecido em 2011 aos 88 anos, não era muito parecido com sua contraparte nas telas, na vida real. Quem já assistiu ao documentário De Palma (2015), sobre o lendário cineasta Brian De Palma, sabe das “travessuras” que o veterano ator aprontou durante as filmagens de Trágica Obsessão (1976), tornando a vida do diretor e de seus companheiros de cena bem difícil. Homem-Aranha 3 (2007) foi seu último trabalho no cinema – o personagem volta em forma de flashback.
Bem, se a DC ainda não é conhecida por roubar os atores da Marvel, ela ao menos pode ser conhecida por recolher os atores desta que é uma das primeiras grandes produções da fase de prata dos quadrinhos no cinema. Willem Dafoe em Aquaman, Simmons como Gordon e agora temos o fortão Joe Manganiello, que viveu o bully Flash, trocando de lado e se tornando o vilão Exterminador, o mercenário mais cultuado da casa. Um vídeo seu caracterizado como o inimigo havia vazado na internet – se tratava de um teste.
Mas como pudemos ver na cena pós-créditos de Liga da Justiça(2017), Manganiello aparece com as vestimentas, tapa olho e barba branca do criminoso em uma reunião no iate de Lex Luthor (Jesse Eisenberg). Especula-se que ele será a grande ameaça, ou uma das, em The Batman, filme nebuloso sobre o herói da empresa, que tem Matt Reeves na direção e se encontra em fase de pré-produção. São prometidas também duas outras aparições do personagem, em Liga da Justiça- Parte 2 e num filme solo. O ator, marido de Sofía Vergara na vida real, e esteve no elenco do blockbuster Rampage: Destruição Total.
Bill Nunn (Joseph ‘Robbie’ Robertson)
Outro ator que infelizmente não está mais entre nós, Bill Nunn faleceu jovem aos 62 anos em 2016. Com uma carreira datando do início da década de 1980, Nunn ficaria marcado como o personagem Radio Raheem no hino essencial de Spike Lee, Faça a Coisa Certa (1989). Na pele de Robbie, jornalista veterano do Clarim Diário, presente em várias encarnações do herói, seja nos quadrinhos ou nos desenhos animados, Nunn refletiu a amizade e cumplicidade do personagem em relação ao jovem Parker. Em alguns momentos durante a trilogia, detalhes deram a entender inclusive que Robbie sabia da dupla jornada do protagonista. Os últimos trabalhos do ator foram as participações no filme A Luta por um Ideal (2012), com Viola Davis e Maggie Gyllenhaal; e na série Sirens.
Atriz e diretora estabelecida, Elizabeth Banks é ativista de causas das mulheres. Muito ligada ao feminismo e à representatividade por direitos igualitários, Banks começou a carreira na pele da secretária Betty Brant, que nos quadrinhos tinha uma quedinha por Peter. Nos filmes, o afeto pelo protagonista também se faz presente. Mas não pense que a personagem é subestimada – ela chega dando conselhos ao herói e mantendo a disciplina do chefe autoritário, inclusive rendendo momentos hilários no terceiro filme, na cena com os remédios do patrão.
Como atriz, Banks é mais adepta do cinema independente, apesar de já ter se aventurado outras vezes pelo mainstream. A mais famosa delas foi como Bozolina Effie, da franquia Jogos Vorazes(2012-2015). Ano passado foi a vez dela se tornar a vilã, na pele de uma mais jovem e recauchutada Rita Repulsa, em Power Rangers. Como diretora, ela está vinculada ao novo As Panteras, que terá Kristen Stewart como uma das três protagonistas.
Como a trilogia foi dirigida por Sam Raimi, amigo de longa data do ator Bruce Campbell, sua participação nos três filmes estava mais que garantida. A parceria da dupla começou lá atrás, com o primeiro filme de ambos, o terror Evil Dead – A Morte do Demônio (1981), filme de conclusão de curso, realizado entre amigos. Este filme também se tornou uma trilogia, e Campbell ficaria imortalizado numa simbiose como o herói canastrão Ash. Nos filmes do Homem-Aranha, o ator faz participações, sempre hilárias, a cada filme interpretando novo papel.
No primeiro, ele é o anunciante da luta que Parker faz para ganhar dinheiro, e é através de um equívoco seu que nasce o nome Homem-Aranha. Na continuação, de 2004, ele vive o porteiro da peça de Mary Jane, que não deixa o herói adentrar, e no terceiro, o maître trapalhão de um restaurante chique. Campbell reviveu Ash na série Ash VS Evil Dead, produzida por Raimi, que durou três temporadas, e infelizmente chegou ao fim.
Como dito no item acima, o diretor Sam Raimi começou a carreira em filmes de terror. Seu desejo por comandar um filme de super-herói ficou claro logo de início também. Sem os direitos para tal, resolveu criar seu próprio em parceria com a Universal. Desta forma, nascia Darkman – A Vingança Sem Rosto (1990), com Liam Neeson e Frances McDormand, um longa que tem filme de origem de super-herói escrito nele todo. Depois do terceiro filme do Homem-Aranha, de 2007, voltaria às raízes com o hilário e assustador Arraste-me para o Inferno (2009). Seu último filme na direção foi o blockbuster que veste com nova roupagem um dos maiores clássicos da sétima arte, Oz: Mágico e Poderoso (2013), pré-sequência de O Mágico de Oz (1939).
O canal USA Network já definiu sua grade na próxima Summer Season! Foram divulgadas as estreias das novas temporadas de três das suas séries mais populares.
A terceira temporada de ‘Colony‘ chegará no dia 2 de maio, já ‘Shooter‘ e ‘Queen of the South‘ estrearão um pouco mais tarde, no dia 21 de julho.
O filme chega aos cinemas nacionais no dia 20 de dezembro.
Emily Blunt (‘Caminhos da Floresta‘) estrela ‘O Retorno de Mary Poppins‘ como a babá praticamente perfeita com habilidades mágicas singulares que pode transformar uma tarefa de rotina em uma aventura fantástica e inesquecível. Nesta sequência inédita, que tem uma sensibilidade nova, contudo ainda celebra o espírito do original, Mary Poppins está de volta para ajudar a próxima geração da família Banks a encontrar a alegria e a magia que estão faltando em suas vidas após passarem por uma perda pessoal. A babá enigmática tem a companhia de seu amigo Jack, um acendedor de lampiões otimista que ajuda a trazer luz – e vida – às ruas de Londres.
De acordo com o TVLine, Daniella Alonso será a nova Cristal Jennings na 3ª temporada de ‘Dinastia‘, substituindo Ana Brenda Contreras, que havia assumido o papel no ciclo anterior.
Vale lembrar que, apesar de não ser exatamente a mesma personagem, Contreras já havia substituído Nathalie Kelley após a primeira temporada.
Ainda não se sabe se os roteiristas criarão um motivo pela substituição ou se simplesmente irão mudar a atriz sem explicações.
A trama acompanha duas das famílias mais ricas da América, os Carringtons e os Colbys, enquanto elas brigam pelo controle de suas fortunas e seus filhos. A história gira em torno de duas mulheres em desacordo: Fallon Carrington, filha do bilionário Blake Carrington, e sua futura madrasta, Cristal, uma mulher hispânica que pretende entrar na família e na classe dos mais poderosos da América.
A FOX divulgou o trailer do episódio final da série ‘Empire‘, intitulado Home is on the Way.
Confira:
Vale lembrar que após o surto de Coronavírus, a produção de ‘Empire‘ foi interrompida, com apenas 18 dos 20 episódios concluídos. Infelizmente, a FOX decidiu que a série seria encerrada sem os dois episódios finais, preocupando os fãs com a possibilidade da trama ficar sem um desfecho apropriado.
Em entrevista ao TVLine, o cocriador da série, Lee Daniels, afirmou que ainda há chance da produção gravar os episódios restantes.
“Nós tínhamos um final planejado para a série que todos nós amamos e espero que possamos filmá-lo para dar à série uma conclusão apropriada. Espero que esse não seja o fim!”
Ele completa, “Essa série é uma das maiores conquistas da minha carreira. Acredito que há mais para vermos desses personagens e estou de coração partido que não vamos poder filmar a conclusão que queríamos – pelo menos, não ainda. Mas é como dizem na televisão: Fiquem ligados!”
O último episódio da série irá estrear no dia 21 de abril, e, infelizmente, deverá trazer um conteúdo muito diferente do que os roteiristas haviam programado originalmente.
O SyFy divulgou os sete primeiros minutos de sua nova série de ficção científica cômica, intitulada ‘Resident Alien‘.
Confira:
Baseada nos quadrinhos da Dark Horse, a produção irá estrear no dia 27 de janeiro.
Harry é um extraterrestre que pousa no planeta Terra e tenta se passar como um médico humano. Com a missão secreta de matar todos os humanos, Harry começa a viver uma vida simples – mas as coisas ficam difíceis quando ele é encarregado de ajudar a resolver um assassinato local e ele percebe que precisa entender esse novo mundo.
De acordo com o Variety, a CW deu sinal verde para o spin-off de ‘Nancy Drew‘, intitulado ‘Tom Swift‘.
O personagem Tom Swift apareceu pela primeira vez na segunda temporada de ‘Nancy Drew‘, no episódio The Celestial Visitor – que serviu de “piloto” para o spin-off.
A produção seguirá as aventuras do personagem-título, um jovem negro, gay e bilionário, que é puxado para um mundo de conspirações e fenômenos não explicados após o chocante desaparecimento do seu pai. Tom parte em busca da verdade, deixando para trás o conforto de seu estilo de vida, enquanto luta para ficar um passo à frente de um grupo determinado a impedi-lo. As missões de Tom exigirão seu gênio e talento para a inovação guiada pelo amor, romance, amizade e os mistérios do universo ainda não resolvidos.
Infelizmente, a série derivada ainda não possui previsão de lançamento.
A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.
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