Site Página 2019

‘Transformers’ vai ganhar NOVO filme com Michael Bay

Michael Bay, conhecido por sua longa associação com a franquia ‘Transformers‘, vai comandar um novo filme da saga.

Bay está oficialmente retornando ao banco do motorista da franquia, com o insider Matthew Belloni confirmando que ele está desenvolvendo um filme para a Paramount que ele pretende dirigir.

O desenvolvimento do novo filme marca uma grande reversão para Bay, que anteriormente havia jurado não dirigir mais filmes da franquia após o decepcionante desempenho financeiro de sua última entrada.

Seu último filme da franquia foi em 2017 com ‘Transformers : O Último Cavaleiro‘, que arrecadou “apenas” US$ 605,4 milhões mundialmente. Porém, nenhum filme seguinte foi tão bem sucedido nas bilheterias.

Jordan VanDina, de ‘Mucho Locos no Natal‘, está ligado para escrever o roteiro do projeto.

O último filme da franquia foi ‘Transformers: O Despertar das Feras‘, que conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 400 milhões nas bilheterias mundiai.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 146.7 milhões. No mercado internacional – onde a franquia tem muito mais peso –, foram US$ 261 milhões.

Crítica | ‘Transformers: O Despertar das Feras’ é diversão PURA e traz a melhor das intenções para a franquia

Jennifer Lopez e Ben Affleck! Melhores trabalhos no cinema desse casal que todos AMAM!

Um dos casais mais badalados do momento se conheceram um pouco antes de estarem no set de filmagens do longa-metragem Contato de Risco, dirigido por Martin Brest, lá no início dos anos 2000. Eles ficaram juntos durante cerca de dois anos e se separaram. Ambos seguiram suas vidas, J. Lo casou-se com Marc Anthony e Ben Affleck tempos depois com Jennifer Garner. O tempo passou e ambos se separam em anos diferentes. Em 2021, algo mágico aconteceu, um plot twist digno dos melhores filmes de romance. 17 anos após o rompimento, o casal voltou a namorar!

Para mostrar que há muito talento nessa dupla de pombinhos apaixonados, segue abaixo grandes trabalhos no cinema desse casal que todos amam!

 

Assalto Sobre Trilhos

Lançado cerca de 27 anos atrás, Assalto sobre Trilhos é um divertido filme de ação que conta a saga de dois irmãos adotivos que entram em conflito e precisam fazer escolhas quando um dele é demitido e resolve assaltar o trem que guarda todo o dinheiro da bilheteria do metrô. Protagonizado por Wesley Snipes, Woody Harrelson e Jennifer Lopez.

 

Encontro de Amor

Filme que passou muitas vezes na tv aberta no Brasil, é um dos maiores sucessos da carreira de J.Lo quando pensamos em filmes. Na trama, conhecemos uma camareira que trabalha em um hotel de luxo em Nova York, lá por circunstâncias do destino, acaba conhecendo um famoso político. Assim, nasce um amor profundo e delicado que precisará passar por alguns conflitos.

 

Dança Comigo?

Um dos filmes na lista que mais mostra o sentido que a arte de dançar pode ter em uma vida. Lançado em 2004 como um forte blockbuster na época, estrelado por Richard Gere e Jennifer Lopez, Dança Comigo? Mostra a saga de um homem bem sucedido mas que percebe que algo falta em sua vida até se deparar com aulas de dança. O projeto tem uma cena de tango entre os protagonistas muito bem filmada. O filme é uma adaptação do filme japonês Shall We Dansu? de Masayuki Suô.

 

Um Lugar para Recomeçar

Ao lado de Robert Reford e Morgan Freeman, J. Lo fez parte do elenco do interessante drama Um Lugar para Recomeçar, lançado no segundo semestre de 2005. Na história, que não deixa de ser um profundo drama familiar, uma mulher foge com sua filha para a casa do ex-sogro, um homem com quem teve conflitos no passado mas no presente ambos buscam se entender. Um emocionante filme que merece ser visto. A direção é assinada pelo cineasta sueco Lasse Hallström.

 

Irresistível Paixão

Dirigido por Steven Soderbergh e com um orçamento que chegou próximos dos 50 milhões de dólares, Irresistível Paixão, longa-metragem lançado nos cinemas em 1998 é um dos grandes filmes da carreira de J.Lo mas pouco falado por aí. Na trama, conhecemos um ladrão (George Clooney) que se apaixona por uma agente federal o que os leva a inúmeros conflitos e escolhas.

 

 

Garota Exemplar

Depois de conseguir o milagre de realizar um remake tão bom quanto o original no filme Millennium: Os Homens que Não Amavam as Mulheres, um dos melhores diretores em atividade no mundo do cinema, David Fincher (Clube da Luta, Seven), voltou aos cinemas anos atrás para mais uma adaptação de um livro, Garota Exemplar. Baseado nessa publicação de grande sucesso de Gillian Flynn (que também assina o roteiro desta produção), esse blockbuster de enormes 149 minutos é uma história cheia de guinadas, explosiva, bem trabalhada, com boas atuações e uma direção lúcida e detalhista do mestre Fincher.

 

Argo

O que pensar de um filme que verdadeiramente salva pessoas? Baseado em fatos reais, Argo, é uma história inacreditável que mistura questões do universo hollywoodiano à uma tensão política que ocorreu entre Irã e EUA no final da década de 70 e início dos anos 80. Dirigido pelo ator e também diretor Ben Affleck, o drama consegue prender a atenção do público, do início ao fim, nos poucos mais de 110 minutos de fita. Vencedor de Melhor Filme no Oscar de 2013.

 

O Caminho de Volta

As segundas chances para quem precisa e as oportunidades diferentes que a vida oferece. Com um background bem definido falando sobre o alcoolismo, The Way Back é um poderoso drama que dribla os clichês com bastante proximidade com a realidade, fruto de uma interpretação bastante honesta do intérprete do protagonista, Ben Affleck, sem dúvidas, um dos seus grandes trabalhos na carreira. Dirigido pelo cineasta nova iorquino Gavin O’Connor (O Contador) e roteirizado por Brad Ingelsby (Tudo por Justiça) é uma grata surpresa.

 

The Tender Bar

As memórias e os ensinamentos que temos pelo nosso viver. Baseado no livro homônimo do escritor norte-americano, vencedor do Pulitzer, J. R. Moehringer, The Tender Bar aborda a questão da família em cima do subtópico ‘pai é quem cuida’. Ao longo dos reflexivos 106 minutos de projeção acompanhamos a saga de um jovem que busca na referência de seu tio razões para encontrar felicidade em um mundo repleto de conflitos e onde quase sempre as coisas não saem como planejado. A direção é assinada pelo ganhador do Oscar George Clooney e com destaques para as atuações de Ben Affleck e Tye Sheridan.

 

Atração Perigosa

No ano de 2010, Ben Affleck dirige e protagonizou o drama e suspense Atração Perigosa que conta a história de um grupo de criminosos que cometem uma assaltos em bancos e durante um desses, acabam fazendo de refém uma funcionária que acaba despertando sentimentos amorosos no líder do bando. Um dos ótimos filmes da carreira de Affleck.

 

Crítica | ‘Rede Tóxica’ – Uma crítica voraz mostrando os PERIGOS das redes sociais

O submundo da internet é um lugar perigoso – sempre foi. Com o avanço das tecnologias, principalmente das redes sociais, que vestem a camisa do espírito livre e se protegem com o escudo da liberdade de expressão, de vez em quando nos deparamos, em nossos feeds, com conteúdos violentos e ofensivos que não queremos assistir. Poucas vezes conseguimos parar para pensar sobre o tema, mas isso se mostra cada vez mais necessário.

Trazendo uma crítica voraz e cirúrgica sobre o impacto da internet no nosso cotidiano, chegou à HBO MAX um drama repleto de camadas, que nos leva através de uma protagonista cuja vida é revirada quando resolve tomar uma atitude diante do caos que a cerca. Dirigido pela cineasta alemã Uta Briesewitz e com roteiro de Matthew Nemeth, Rede Tóxica segue uma narrativa lenta que busca, nos detalhes, abrir as portas das reflexões que chegam com força.

Daisy (Lili Reinhart) é uma jovem que sonha em se tornar enfermeira. No entanto, por conta de algumas questões, segue a vida trabalhando em uma empresa de monitoramento de redes sociais, onde tem o papel de assistir a vídeos que são denunciados e deletá-los quando necessário. Um desses conteúdos a deixa perplexa e indignada, fato que a faz ir atrás dos envolvidos.

Inteligência Artificial: 10 filmes intrigantes sobre o tema

A partir do olhar da protagonista, cada peça é colocada aos poucos, somando-se à força das mensagens que são sugeridas pelas entrelinhas. Com o contexto muito bem destrinchado, explorando as relações das pessoas com os dispositivos de comunicação que seguem livremente pela internet, vamos sendo conduzidos para um desenvolvimento de personagem muito bem feito, mostrando os dilemas, as aflições e os conflitos emocionais provocados por uma função profissional controversa.

Uma coisa que não dá pra entender é por que esse filme tem a nota baixa no IMDB ou mesmo por que não gerou mais burburinho. Será que as mensagens (óbvias) que a obra provoca não conseguem chegar a todo mundo? Utilizando a metáfora em alguns momentos – prestem atenção no simbolismo que a figura do crocodilo provoca -, o roteiro se mostra eficiente, com um discurso afiado, prendendo a atenção mesmo em uma atmosfera melancólica que, carece de ritmo em muitos momentos, não interfere na fluidez narrativa.

Rede Tóxica é o tipo de filme que te conquista aos poucos, e chegamos ao desfecho com uma série de indagações sobre o papel das redes sociais em um planeta que não para de investir em tecnologia, mas que não percebe – ou protege pouco – os perigos que cercam a linha tênue entre crime e liberdade de expressão.

Os Reboots Famosos que Falharam em dar novo Fôlego para suas Franquias

Uma das palavras de ordem na Hollywood atual é “reboot”. E se você ainda não entendeu o que a palavra significa, iremos tentar simplificar para você. Um reboot, ou reinício, é justamente o sentido literal da palavra. Ele geralmente fica no meio termo entre uma continuação e uma refilmagem. Um reboot pode desconsiderar tudo o que já foi feito na franquia, começando novamente do zero, ou “apagando” apenas algumas de suas continuações e levando em conta apenas o filme original. O que temos visto hoje em dia, porém, são reboots que levam em conta todas as continuações de uma franquia, mas tendem a iniciar uma nova série de sequências para os novos tempos – isso ocorre quando uma continuação é lançada depois de muitos anos de seu último filme. Nestes casos o objetivo é capturar a geração atual.

Os analistas de Hollywood já demonstraram que os reboots funcionam e podem ser bem lucrativos. Mas como o cinema não é uma ciência exata e o público (que irá ditar o que funciona ou não) é extremamente volátil, muitos reboots se tornam uma incógnita; e tantos outros resultam em fracassos para suas investidas. Pensando nisso, resolvemos formular uma nova matéria justamente abordando os reboots que falharam em soprar novo ar para suas franquias. Confira abaixo e não esqueça de comentar.

Matrix Resurrections

Talvez os mais jovens não compreendam muito bem o fenômeno que foi o primeiro Matrix. De fato, muito se fala no mar de criatividade que foi o ano de 1999 para o cinema. Foi deste ano que saíram produções extremamente celebradas como Clube da Luta e O Sexto Sentido, por exemplo. E foi de 1999 também que saiu o Matrix original. Curiosamente, apesar de não ter feito feio nas bilheterias quando foi lançado, foi seu status de culto após a estreia em home vídeo – leia-se no boom do formato de DVD nas locadoras – que colocou o longa original da franquia num pedestal e abriu espaço para as continuações, lançadas no mesmo ano (2003), bem mais ambiciosas. Matrix Resurrections, o quarto filme, que estreou quase vinte anos após o terceiro, chegou com o desafio de se mostrar relevante ainda hoje. Para piorar o cenário, sua estreia coincidiu com o rolo compressor chamado Homem-Aranha: Sem Volta para Casa – que se mostrou “o filme da volta aos cinemas” lotando sessões.

Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City

Essa é para os fãs mais radicais e chatos aprenderem a parar de reclamar. A franquia Resident Evil no cinema, estrelada por Milla Jovovich num total de seis filmes, sempre recebeu muitas críticas dos fãs ardorosos e apaixonados dos games. O argumento usado por estes fanboys era: “os filmes não têm nada a ver com os games”. Provando o ditado “muito cuidado com o que você deseja”, os produtores optaram por ouvir estes fãs e “rebootar” a franquia sendo mais fiel aos moldes dos jogos. Isso é: investindo mais no clima de terror e suspense do que na ação e pirotecnia. Resultado, o novo Resident Evil levou uma grande “sacudida de ombros” por parte de todos. É claro que a culpa não foi do clima, mas do roteiro preguiçoso e da direção pouco inspirada.

MIB: Homens de Preto – Internacional

Sabe aquela história do “copia, mas faz diferente”? O primeiro Homens de Preto foi um sucesso internacional em 1997, e com produção de Steven Spielberg se tornou o novo “Caça-Fantasmas” para os anos 90. Além disso provou a química perfeita entre o brincalhão Will Smith e o turrão Tommy Lee Jones. Demonstrando que nem sempre um raio cai no mesmo lugar duas ou três vezes, suas duas sequências não receberam o mesmo carinho por parte dos fãs. Assim, sete anos depois de MIB 3, após cogitar um crossover com Anjos da Lei, a Sony teve a brilhante ideia de um reboot. E para isso os produtores pesquisaram quais atores teriam uma química capaz de recriar a mágica do original. Para isso, se voltaram para a Marvel e viram no filme Thor Ragnarok (2017) a resposta. Para seu novo MIB foram chamados Chris Hemsworth e Tessa Thompson. O problema? O quarto MIB só copia sem adicionar nada de novo.

As Panteras

A série As Panteras foi um enorme sucesso da TV nos anos 1970. Sua primeira adaptação para o cinema ocorreu em 2000, com o trio Drew Barrymore, Cameron Diaz e Lucy Liu. O sucesso de tal filme gerou uma continuação direta em 2003. Depois disso, os fãs esperavam ansiosamente por um terceiro filme que nunca saiu do papel com tais atrizes, talvez devido ao resultado abaixo do esperado que o segundo obteve. A franquia, inclusive tem Drew Barrymore como produtora e retentora dos direitos, que a atriz usou para produzir uma nova série de TV em 2011. Essa nova série infelizmente flopou. Destino semelhante teve o reboot, de certa forma inusitado, para as telonas. As Panteras foi lançado em 2019 e trouxe um novo trio formado por Kristen Stewart, Naomi Scott e Ella Balinska. O problema foi que o novo longa não decidiu se seria um exagero cômico e cartunesco como os filmes antigos, ou algo mais sério e sombrio. Ficando no meio termo, terminou como um filme sem personalidade e esquecido.

Shaft

Shaft é um verdadeiro marco da representatividade. Nos anos 1970, durante o movimento de afirmação “blaxploitation” – cinema feito por artistas negros para um público negro – o detetive John Shaft foi o maior representante deste movimento cinematográfico, conseguindo transcender seu nicho e sendo conhecido pelo grande público. O sucesso gerou duas continuações e uma série de TV ainda na década de 1970. Em 2000, um reboot dono de muita autoridade teve a direção do saudoso John Singleton e foi protagonizado por Samuel L. Jackson. Apesar de ser uma produção de qualidade que realmente capturava o espírito do personagem e da época, Shaft (2000) não obteve o resultado financeiro esperado. Assim, quase vinte (?!) anos depois, um novo filme como o mesmo Jackson estreava. Porém, sem um pulso firme na direção, e sem criatividade no título, Shaft (2019) se mostrou apenas uma comédia sem-graça, que tentava trazer Shaft aos novos tempos, sem qualquer originalidade ou frescor.

Hellboy

O ator Ron Pearlman, primeiro intérprete do herói infernal Hellboy nas telonas, disse em entrevista recente que os fãs mereciam uma conclusão épica para a trilogia original do personagem. E conhecendo a era das vontades dos fãs sendo atendidas pelos estúdios, quem sabe isso não possa ocorrer. Ainda mais quando levamos em conta que o reboot, que serve de terceiro filme, não vingou. Hellboy (2004) e Hellboy 2 – O Exército Dourado (2008) foram dirigidos por Guillermo del Toro, e eram um projeto de paixão do cineasta aficionado por monstros e criaturas. Ambos não obtiveram o resultado esperado nas bilheterias, inclusive trocaram de estúdio – da Sony para a Universal. O terceiro esteve nas mãos da Millenium Films. O que todos parecem concordar em relação ao reboot de Hellboy, que viu a troca de Pearlman para David Harbor, foi seu teor altamente genérico e esquecível.

Halloween Kills – O Terror Continua

A sorte de Halloween Kills foi que os novos filmes da franquia foram planejados como uma trilogia. Essa foi a jogada de mestre do diretor David Gordon Green e a da Blumhouse, produtora por trás dos lançamentos. Porque caso fossem filmes independentes, muito provavelmente esse novo filme ficaria sem uma sequência. O reboot de Halloween (2018) foi um enorme sucesso, se tornando o filme da franquia mais bem sucedido após o original, tanto de bilheteria, quanto de elogios por parte dos críticos. Apesar de particularmente possuir muitos problemas em relação ao filme, não posso negar e me alienar ao fato de que se tornou um longa querido e bem-sucedido. Agora quando falamos desta sua sequência direta a coisa muda de figura. Até mesmo os que rasgaram elogios ao filme de 2018 torceram o nariz para Halloween Kills, que obteve uma bilheteria bem abaixo e críticas nada elogiosas. Seja como for, Halloween Ends já está programado e estreia esse ano.

Dolittle

Caso tivesse se tornado um sucesso de crítica e público (principalmente), certamente a esta altura já teríamos visto um famigerado Dolittle 2 e quem sabe estaríamos à espera do três. Criado com a proposta de ser um “Piratas do Caribe” da Universal, Dolittle é na verdade o reboot de uma franquia que nasceu em uma série de livros infantis do autor Hugh Lofting ainda na década de 1920. No cinema, sua primeira adaptação ocorreu em O Fantástico Doutor Dolittle, de 1967, estrelado por Rex Harrison. Este clássico foi indicado para nada menos do que 9 prêmios no Oscar, incluindo melhor filme, e saiu vitorioso de duas estatuetas técnicas. Décadas mais tarde, ganharia uma versão moderna em 1998 quando o personagem era encarnado agora pelo humorista Eddie Murphy. O filme fez sucesso e gerou uma continuação em 2001 ainda com Murphy, e algumas sequências lançadas direto em vídeo sem o ator. A mais recente roupagem que o personagem recebeu saiu em 2020 numa superprodução cara e repleta de efeitos visuais (bem no clima de um blockbuster mesmo), protagonizada por um dos reis atuais de Hollywood, Robert Downey Jr. Porém, nem mesmo o usual carisma do ator cativou os espectadores e o longa viveu para ser um dos maiores fracassos de anos recentes e ainda pôs um fim a uma franquia em potencial.

O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio

Não adianta, é sempre o público quem dita o que fará sucesso ou não. Nem todo estudo e pesquisa de mercado, exibições teste, são capazes de realizar um filme à prova de fracasso. Assim, apesar de sua qualidade, e apesar de ser o melhor filme da franquia O Exterminador do Futuro depois do adorado segundo longa de 1991, o sexto (!?) – isso mesmo, o sexto filme já – da franquia, que pretendia inaugurar uma nova trilogia, terminou fazendo menos bilheteria do que o esperado e os planos para continuidade foram abortados. A verdade é que apenas os dois primeiros filmes, dirigidos por James Cameron, são de fato excelentes e recomendados para todo tipo de público. Os demais são descartáveis e mais do mesmo. Assim, quando voltou para o terceiro – que nada mais era do que uma refilmagem do segundo – Arnold Schwarzenegger visava apenas o dinheiro que receberia. O quarto, passado inteiramente no futuro, visava iniciar uma nova trilogia. Não ocorreu. O mesmo era planejado com o quinto, Gênesis. Novamente morreu na praia. E nem mesmo a volta da veterana Linda Hamilton no sexto foi um artifício sedutor o suficiente para fazer o público embarcar na proposta. Uma pena.

King’s Man: A Origem

Sabe o que eu disse acima sobre a imprevisibilidade de resultado de alguns filmes, que se tornam à prova de previsões, pesquisas e estudos. Bem, esse fenômeno ocorre também a favor de certas produções. Quando foi lançado em 2015, ninguém poderia prever o sucesso cult que se tornaria o primeiro Kingsman: Serviço Secreto, baseado nos quadrinhos de Mark Millar, sobre uma agência de espionagem bem peculiar e um agente secreto jovem e “maloqueiro”. Ainda mais quando muitos críticos torceram o nariz para sua violência extrema e gráfica – como a infame cena do massacre na igreja. Nada disso pareceu importar, e o público, em especial os jovens, o alvo da produção, abraçou o longa com força. Assim não demorou muito para a sequência sair, dois anos depois para ser mais exato. Porém, Kingsman: O Círculo Dourado, mais ambicioso e com mais astros no elenco, não recebeu os elogios do anterior e poderia ter dado um ponto final para a franquia. Porém, os realizadores decidiram tirar mais um coelho da cartola, que se tornaria o prego definitivo no caixão. O terceiro Kingsman, agora King’s Man, é uma pré-sequência que conta as origens da agência. Um filme que teve o cruel destino de ser lançado no fim do ano e enfrentar a concorrência pesada de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Matrix Resurrections. O resultado você já sabe, ninguém tomou conhecimento da existência do longa.

James DeMonaco revela mais detalhes da série baseada em ‘Uma Noite de Crime’

Em entrevista com o EW, o criador da franquia ‘Uma Noite de Crime‘, James DeMonaco, revelou mais detalhes sobre a série baseada nos filmes.

DeMonaco havia declarado que a série exploraria o que acontece nos outros 364 dias do ano, e tratou de esclarecer que apenas uma pequena parte da narrativa se dedicará aos dias “normais”.

“Eu queria que 70-65% se passa na noite do expurgo, e uns 30% são flashbacks. Nós seguiremos quatro pessoas com tramas aparentemente independentes na noite do expurgo. O formato de 10 horas da televisão nos permite usar flashbacks fora da noite do expurgo, mostrando a vida normal das pessoas. Nós poderemos ver quem essas pessoas são quando não estão na noite do expurgo, e quais eventos os levaram ao que acontece na noite em particular.”

Ele continua, “O formato nos permite verdadeiramente analisar o motivo de alguém recorrer a violência na noite do expurgo. Então, haverá um maior desenvolvimento. Os filmes vão direto ao ponto, e eu acho que a televisão nos permite analisar porque alguém pegou uma faca ou arma para resolver um problema.”

 

 

A série será exibida pelo SyFy em parceria com o USA Network.

Segundo o chefe da BlumhouseJason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.

A produção será feita por meio de uma parceria entre a Blumhouse Television ProductionsITV Studios e a Universal Cable Productions.

James DeMonaco, criador, roteirista e diretor da franquia de sucesso estará envolvido no projeto, que conta também com seu parceiro de longa data, Sebastian K. Lemercier, como produtor executivo.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.

Amanda Warren (‘The Leftovers‘), Colin Woodell (‘Unsane‘) e William Baldwin entraram para o elenco, e irão se juntar aos previamente anunciados, Gabriel Chavarria (‘Planeta dos Macacos: A Guerra’) e Jessica Garza (‘Modern Family’), que viverão os protagonistas.

‘Weird City’: Série futurista com Dylan O’Brien ganha trailer; Assista!

O Youtube divulgou o trailer de sua nova série original, a ficção científica ‘Weird City‘, estrelada por Dylan O’Brien (‘Teen Wolf‘).

Confira:

A série foi criada por Charlie SandersJordan Peele (diretor de ‘Corra!‘)

“‘Weird City’ será uma antologia ambientada em um futuro próximo. Cada episódio irá explorar questões que dizem respeito à vida atual, histórias que só poderiam ser contadas agora através do prisma da ficção científica e da comédia.”

Adam Bernstein (‘Fargo‘) irá dirigir os dois primeiros episódios. Jose Molina será o showrunner e produtor executivo.

O elenco ainda conta com Sara Gilbert, Ed O’Neill, Rosario Dawson, Michael Cera, Steven Yeun, Awkwafina, Auli’i Cravalho, LaVerne Cox e LeVar Burton.

Com seis episódios encomendados, a série deverá estrear no YouTube Premium em 2019.

‘Nancy Drew’ investiga mistério macabro em novo trailer; Assista!

A CW divulgou um novo trailer da série ‘Nancy Drew‘.

Confira:

Desenvolvida por Josh Schwartz, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann será a personagem-título. O elenco ainda conta com Tunji KasimAlvina August, Maddison Jaizani, Scott Wolf e Alex Saxon.

A série irá estrear no dia 9 de outubro, na CW.

Yael Grobglas vai estrelar nova série da criadora de ‘Jane the Virgin’

De acordo com o Deadline, Yael Grobglas vai estrelar a série ‘Here She Lies‘, da HBO Max, que está sendo desenvolvida por Jennie Snyder Urman (‘Jane the Virgin‘).

Grobglas interpretou a Petra Solano na série ‘Jane the Virgin‘.

A trama irá girar em torno de um mentirosa patológica (Grobglas) com um passado trágico que está tentando se libertar de suas teias de mentiras enquanto se apaixona por alguém igualmente problemático.

Gracie Glassmeyer, que também já trabalhou em ‘Jane the Virgin‘, será responsável pelo roteiro do projeto.

Urman também será produtora executiva da série.

Vale destacar, no entanto, que o serviço de streaming ainda não oficializou a produção completa de uma temporada, encomendando apenas o episódio piloto.

Diretora de ‘Os Eternos’ comandará terror futurista com Drácula para a Universal Pictures

De acordo com o THR, Chloé Zhao (do vindouro ‘Os Eternos‘) irá escrever e dirigir uma nova versão de ‘Drácula‘, que está sendo desenvolvida pela Universal Pictures.

A nova versão está sendo descrita como um western de ficção científica futurístico.

“Eu sempre fui fascinada por vampiros e o conceito que eles representam. Estou muito animada em trabalhar com a equipe da Universal para reimaginar um personagem tão querido,” declarou Zhao.

A trama abordará críticas sociais, algo que Zhao já havia incrementado em seus trabalhos anteriores.

“A visão única da Chloé destaca histórias dos esquecidos e incompreendidos,” afirmou o presidente do estúdio, Peter Cramer, em uma declaração oficial. “Nós estamos animados em trabalhar com ela enquanto ela reimagina um dos personagens mais icônicos já criados.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

Vale lembrar que Karyn Kusama (‘O Convite‘) também está desenvolvendo sua própria versão do Drácula para a Universal Pictures.

‘Chucky’: Star+ divulga o trailer LEGENDADO da série baseada na franquia ‘Brinquedo Assassino’; Assista!

O Star+ divulgou o primeiro trailer legendado de ‘Chucky‘, série baseada na clássica franquia ‘Brinquedo Assassino‘.

Confira:

No Brasil, a produção irá estrear no serviço de streaming no dia 27 de outubro, e ganhará um episódio por semana. Nos EUA, a série será lançada em 12 de outubro.

A série foi criada por Don Mancini.

Brad Dourif volta a dublar o boneco assassino. A produção ainda conta com o retorno de Fiona Dourif (‘O Culto de Chucky’) e Jennifer Tilly, além de introduzir os novatos Devon Sawa (‘Premonição’), Zackary Arthur (‘Transparent’), Barbara Alyn Woods (‘One Tree Hill’), Lexa Doig (‘Jason X’), Teo Briones (‘Ratched’), Bjorgvin Arnarson (‘PEN15’) e Alyvia Alyn Lind.

Depois de um clássico boneco Chucky aparece em uma venda de usados num bairro suburbano, uma idílica cidade dos Estados Unidos é jogada no caos após uma série de assassinatos terríveis exporem as hipocrisias e os segredos de seus habitantes. Enquanto isso, a chegada de inimigos – e de aliados – do passado de Chucky ameaça expor a verdade por trás das mortes, bem como as origens do boneco demoníaco. 

‘Chamas da Vingança’ cresce nas bilheterias após “sessão dupla” com ‘Jurassic World: Domínio’

Após fracassar nas bilheterias, o remake ‘Chamas da Vingança‘ surpreendentemente retornou ao TOP 8 das maiores arrecadações dos EUA, com quase US$ 1 milhão no último final de semana – o que representa um aumento de mais de 700% em comparação ao resultado do final de semana anterior.

De acordo com o Bloody Disgusting, o pico de popularidade do longa se deve ao lançamento de ‘Jurassic World: Domínio‘. O site afirma que a Universal Pictures usou uma estratégia criativa, vendendo ingressos de “sessão dupla” com ‘Jurassic World: Domínio‘ e ‘Chamas da Vingança‘ – o que ajudou a impulsionar os números do remake, que atualmente só está sendo exibido em 150 salas de cinema no território norte-americano.

Ao total, ‘Chamas da Vingança‘ arrecadou apenas US$ 14.2 milhões mundialmente e é considerado um dos maiores fracassos do ano.

Anteriormente, o diretor Keith Thomas havia revelado planos para uma possível sequência do remake.

“Passei muito tempo com o Michael Greyeyes, que interpreta o Rainbird, considerando sobre o Rainbird que vemos nesse filme. Nós criamos uma verdadeira narrativa para ele, que são suas motivações. E essa narrativa também envolve o futuro. Na cena no apartamento do Rainbird, há vários desenhos dele. Se você prestar atenção neles, você consegue ver o resto do filme. Há uma sugestão sobre as habilidades do Rainbird e o que ele pode fazer. Não sabemos se haverá uma sequência, mas queríamos sugerir que há uma jornada ainda maior pela frente.”

Sobre um possível novo filme, a atriz Ryan Kiera Armstrong completou: “Eu adoraria retornar para uma sequência.”

Dirigido por Keith Thomas (‘The Vigil’), o longa é baseado na obra de Stephen King.

A trama acompanha uma menina que desenvolve habilidades pirocinéticas e é sequestrada por uma agência secreta do governo que quer estudá-la e usar seus poderes como uma arma para fins militares.

Ryan Kiera Armstrong (‘American Horror Story: Double Feature’) e Zac Efron (‘O Rei do Show’) estrelam a produção. O elenco ainda conta com Sydney Lemmon, Gloria ReubenMichael Greyeyes.

Novo longa do ‘Demon Slayer’ ganha data de estreia no Brasil; Confira o teaser!

A Cinecolor anunciou que o novo filme da franquia ‘Demon Slayer‘, intitulado ‘Demon Slayer: To the Swordsmith Village‘, será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de março.

A produção irá unir os dois últimos episódios do Arco Distrito do Entretenimento e o primeiro episódio estendido do arco inédito da Vila dos Ferreiros.

Confira o teaser:

A trama de ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘ se passa no Japão do período Taisho e apresenta a história de Tanjiro Kamado, um garoto de bom coração que vendia carvão para sobreviver, até o dia que seus pais foram cruelmente assassinados por um demônio, que também amaldiçoou sua irmã mais nova, transformando-a num demônio.

Embora devastado com tudo que lhe aconteceu, Tanjiro decide tornar-se um “matador de demônios,” procurando aquele que massacrou sua família, enquanto também tenta encontrar um meio para que sua irmã volte a ser humana novamente.

No Brasil, os episódios de ‘Demon Slayer‘ estão disponíveis no Crunchyroll.

Harry Styles quase interpretou personagem INESPERADO no novo ‘Meninas Malvadas’

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, os diretores Samantha Jayne e Arturo Perez Jr. revelaram terem considerado o Harry Styles (‘Dunkirk’) para um papel inesperado na versão musical de ‘Meninas Malvadas‘.

A dupla discutiu a possibilidade do astro fazer uma participação especial como o Glen Coco, um personagem que aparece rapidamente no filme de 2004.

“Havia um tipo de comédia que fazia muito sucesso há uns 20 anos, mas que não funciona atualmente. Todos nós sabemos disso. Mas há muitos diálogos icônicos em ‘Meninas Malvadas’ que causariam revolta se tivessem ficado de fora, como o ‘Mandou bem, Glen Coco’, mas a gente ficou tipo: ‘Quem poderia ser o nosso Glen Coco?’.”

Eles completam, “Começamos a pensar em quem poderia interpretar o personagem, e lembro de perguntarmos: ‘Que tal o Harry Styles?’. Harry Styles poderia ser o nosso Glen Coco! Então pensamos que seria interessante quebrar a quarta parede. E se todos nós fossemos o Glen Coco? Depois de 20 anos, todos nós podemos ser ele.”

Vale lembrar que o novo ‘Meninas Malvadas‘ já está em exibição nos cinemas nacionais.

Assista a crítica em vídeo:

Crítica | Meninas Malvadas (2024) – Musical copia e cola, mas tira NOTA BAIXA

 

Conspiração, traição e mentiras no trailer da 2ª temporada de ‘A Diplomata’; Confira!

A Netflix divulgou o trailer completo da 2ª temporada do aclamado drama político ‘A Diplomata‘, estrelado por Keri Russell.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de outubro.

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

O elenco ainda conta com Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear e Ato Essandoh.

Diretor confirma versão SEM CORTES com cenas inéditas de ‘M3GAN 2.0’

Em entrevista ao Discussing Film, o diretor Gerard Johnstone (‘Housebound’) revelou que a sequência ‘M3GAN 2.0‘ ganhará uma nova versão sem cortes e com cenas inéditas.

O cineasta afirmou que muitas cenas tiveram que ser cortadas para manter o longa abaixo de duas horas de duração.

“Haverá uma versão sem cortes com algumas cenas inéditas. Deixamos muita coisa de fora. Eu entendo, seria um longo tempo para ficar sentado no cinema. Então, nós realmente queríamos que a versão das telonas tivesse menos de duas horas. No entanto, na versão sem cortes, você verá algumas cenas que não conseguimos incluir no corte final.”

Ele completa, “Além disso, há diversas falas nos trailers que ajudam a contar a história, mas a M3GAN nunca as diz no filme em si. O estúdio precisava de material promocional. Às vezes, o trailer é editado antes que possamos nos decidir se certa cena se manterá no corte final.”

Vale lembrar que a continuação fracassou em sua estreia nos cinemas, arrecadando apenas US$ 10.2 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA – o que representa um terço do lançamento do longa original.

Em entrevista ao podcast The Town, o produtor Jason Blum comentou sobre o resultado decepcionante: “Todos nós pensamos que M3GAN fosse como o Superman. Que nós poderíamos fazer qualquer coisa com ela. Poderíamos trocar de gêneros. Poderíamos lançá-la durante o verão [norte-americano]. Poderíamos deixá-la diferente. Poderíamos torná-la uma heroína. Nós realmente pensamos que a atração dos espectadores girava em torno dela.”

Vale lembrar que o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Toda cidade tem seus DEMÔNIOS no teaser de ‘O Segredo de Widow’s Bay’, nova série de suspense da Apple TV

O Apple TV+ divulgou um teaser inédito de ‘O Segredo de Widow’s Bay‘, nova série de mistério estrelada por Matthew Rhys (‘Perry Mason’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A atração, que conta com dez episódios, chega à plataforma de streaming no dia 29 de abril.

A série foi criada por Katie Dippold, com Hiro Murai responsável pela direção dos episódios.

Widow’s Bay é uma pitoresca cidadezinha insular a 64 quilômetros da costa da Nova Inglaterra. Mas algo se esconde sob a superfície. O prefeito Tom Loftis (Matthew Rhys) está desesperado para revitalizar sua comunidade decadente. Não há Wi-Fi, o sinal de celular é instável e ele precisa lidar com os moradores supersticiosos que acreditam que a ilha é amaldiçoada. Ele quer que essas pessoas o respeitem. Elas não o respeitam. Acham que ele é fraco e covarde. E ele é. Mas Loftis está determinado a construir um futuro melhor para seu filho adolescente e transformar a ilha em um destino turístico.

Milagrosamente, Loftis consegue: os turistas finalmente estão chegando. Infelizmente, os moradores estavam certos. Depois de décadas de calmaria, as antigas histórias que pareciam absurdas demais para serem verdade começam a acontecer novamente.

Kate O’FlynnStephen RootKingston Rumi SouthwickKevin CarollDale Dickey também estrelam.

‘Han Solo’: Vídeo do set de filmagens traz jovem Han Solo dirigindo um veículo

Um vídeo feito nos bastidores das filmagens do spin-off de ‘Han Solo’ traz o jovem caçador de recompensas dirigindo seu veículo. A captação foi feita de longe, mas é possível ver o automóvel sendo guiado.

Confira:

 

‘STAR WARS: O ÚLTIMO JEDI’ é o título oficial do Episódio 8

‘Rogue One – Uma História Star Wars’ ultrapassa barreira do US$ 1 bilhão nas bilheterias

Com Alden Ehrenreich no lugar de Harrison Ford, ‘Han Solo’ ganha data de estreia

Harrison Ford aconselha ator que negocia viver o jovem Han Solo: “Não faça isso!” 

Phil Lord e Christopher Miller (‘Uma Aventura Lego’) são os diretores. O diretor de fotografia será Bradford Young (‘A Chegada’, ‘Selma’)

A história mostrará como Han Solo se transformou em um contrabandista, e se passará dez anos antes dos eventos de ‘Star Wars: Uma Nova Esperança‘.

A estreia acontece dia 25 de Maio de 2018!

Marvel divulga imagens dos bastidores de seus filmes; Confira!

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, divulgou uma série de imagens dos bastidores de seus filmes.

O material traz momentos de produções como ‘Capitão América: Guerra Civil‘, ‘Guardiões da Galáxia‘, ‘Os Vingadores‘, ‘Doutor Estranho‘, ‘Homem-Formiga‘, entre outros.

Confira:

Guerra Infinita‘ será lançado nos cinemas em 26 Abril de 2018, com ‘Vingadores 4‘ chegando aos cinemas um ano depois, em 02 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

‘Vingadores: Guerra Infinita’ mostrará a dor e sacrifício dos heróis, diz diretor

‘Vidro’: Shyamalan e Bruce Willis em nova imagem dos bastidores da sequência

Vidro‘ (Glass), a sequência de ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’, ganhou uma nova imagem, que traz o cineasta M. Night Shyamalan e o veterano Bruce Willis nos bastidores da produção.

A imagem foi divulgada com exclusividade pela revista Empire.

Confira:

Segundo analistas de bilheterias do Box Office Pro, o suspense deve arrecadar entre US$ 55 e 80 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias.

Para comparação, ‘Fragmentado’ abriu com US$ 40 milhões.

A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.

Oi? M. Night Shyamalan filmou cenas de ‘Glass’ no Brasil; Veja foto!

Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.

A nova produção contará com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy. Sarah Paulson, Spencer Treat Clark, Luke Kirby e Adam David Thompson completam o elenco.

Fragmentado‘ foi um dos maiores sucessos comerciais do ano: custou US$ 9 milhões e arrecadou US$ 275 milhões mundialmente.

Crítica | Nine Days: Filme dirigido por brasileiro é uma incrível carta de amor à vida

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2020

Estamos vivendo ou sobrevivendo? Estamos contemplando a beleza da criação ou apenas caminhando por ela, como sonâmbulos incapazes de discernir os ambientes, as pessoas, as circunstâncias e a atmosfera ao nosso redor? Nine Days é um drama que nos leva à – exatamente – tais questionamentos e suas contestações. Como uma espécie de ode à vida, o primeiro drama dirigido pelo brasileiro Edson Oda faz uma profunda reflexão sobre a condição humana e a preciosidade e raridade existentes nela.

Para um diretor que está inaugurando sua jornada em longas-metragens, Oda é profundamente autoral e autêntico em sua narrativa. Inadvertidamente, ele se abre para a audiência de forma delicada e complexa, revelando um olhar diferenciado sobre o valor da existência humana e aquelas pequenas e preciosas coisas que tanto ignoramos. E em Nine Days, ele reúne um elenco estelar que muito mais que dar corpo à sua trama, naturalmente ainda o ajudam a difundir sua genuína estreia no cinema. Trazendo Zazie Beetz, Bill Skarsgård e Winston Duke como parte do elenco, o diretor brasileiro – desconhecido em seu próprio país – apresenta uma narrativa hipnotizante e intrigante, que nos leva a questionar temáticas bem densas como a depressão, suicídio, as escolhas que nos definem e a nossa gratidão sobre o direito à vida que nos foi presenteado.

Na trama, Duke é o responsável por escolher quem terá o direito a viver. Em um contexto onde as pessoas não estão vivas, ele conduz uma espécie de processo seletivo, que treinará possíveis candidatos para conseguir tal vaga. Ao longo de nove dias, os pré-selecionados observam a vida de outras pessoas a partir de uma imensidão de televisores antigos posicionados lado a lado, formando uma espécie de monitoramento instantâneo da vida alheia. E ali, com os olhos vidrados e um pequeno bloquinho de anotações, os participantes avaliam a existência humana pela perspectiva daqueles que já estão a vivendo. Mostrando o dia-a-dia pelos próprios olhos de quem as vive, os concorrentes tentam compreender e dimensionar o significado de estar vivo, como fantasmas vagantes que tentam experimentar a vida sem sequer tocá-la ou experimentá-la.

A difícil decisão de quem terá o direito à vida vem regada de uma imensidão de dúvidas e conflitos pessoais. O que torna uma pessoa apta a desfrutar desse direito? Ela precisa ser isenta de complexos de inferioridade, de traumas? É possível saber viver, mesmo com um certo nível de fragilidade na alma? Nine Days segue sua trama aumentando a profundidade de seus questionamentos com essas novas perguntas, levando a audiência pela mesma jornada do protagonista, que como o responsável pelo carimbo final, se digladia por testemunhar o suicídio de uma jovem que já havia sido aprovada por ele para ter o direito à vida. E em conflito com suas próprias percepções sobre certo, errado, bom e mau, ele ainda lida com a própria complexidade dos novos candidatos ao direito à existência, que muito mais que contestar sua metodologia, acrescentam ainda mais às suas inseguranças como gestor desse sistema injusto.

E como uma delicada poesia que tenta exprimir toda a riqueza presente na existência humana, o drama é capaz de torcer os corações, tamanha sua densidade narrativa. Cheio de metáforas e simbolismos, a produção conta com um dos roteiros mais originais escritos nos últimos anos, consegue extrair da sua audiência todas as dores apresentadas nas telonas e inunda os olhos, a mente e a alma com uma percepção ainda mais rica sobre a importância de valorizarmos a vida. Uma carta de amor à simplicidade da própria humanidade, o longa é um retrato sobre como podemos ser displicentes com a própria vida, ao expressar – em seus personagens – uma rica e profunda angústia por querer viver.

Desconfortável na maior parte do tempo, Nine Days ainda traz um elenco grandioso em atuações surpreendentes, revelando ainda mais o talento de Beetz, Skarsgård e Tony Hale. Indo mais além, Winston Duke entrega uma performance revigorante, indo na contramão natural que o seu biotipo e estilo sempre o direcionaram, em termos de papéis. Mostrando uma versatilidade inesperada, o M’Baku de Pantera Negra faz de sua caracterização no drama uma vitrine para filmes ainda mais ousados, se consagrando como um ator capaz de cruzar as fronteiras dos gêneros mais diversos com facilidade. E trazendo uma direção de fotografia brilhante e minimalista, que se apropria de seu próprio roteiro e se constrói em cima de suas características narrativas, o drama de Edson Oda é um presente inexprimível aos cinéfilos e se houver justiça no mundo, será uma das grandes promessas para a temporada de premiações 2021.

Charlie Cox pode retornar como Demolidor no MCU? Kevin Feige responde!

A caracterização do ator Charlie Cox como o herói Demolidor até hoje rende grandes elogios, tanto por parte da crítica especializada, como pelo próprio público.

E desde que a série original da Netflix fora encerrada, muitos têm clamado à Marvel Studios para que o personagem não seja reescalado.

E ao ser questionado a respeito do possível retorno de Cox ao papel, o presidente da divisão da Disney, Kevin Feige, deixou claro que tudo é possível. Se esquivando de uma reposta objetiva, ele foi categórico ao dizer que todos os elementos ligados aos quadrinhos do ‘Demolidor‘ serão ponderados, assim como o trabalho do astro na série.

Em entrevista ao Collider, Feige ponderou:

“Eu olho tudo que já aconteceu antes, sejam os nossos filmes, sejam as séries de TV da Marvel Entertainment e – particular e obviamente -, os quadrinhos, videogames, animações… Tudo que está disponível como inspiração para o futuro da Marvel. É assim que os quadrinhos funcionaram por 80 anos. Então, veremos”.

Se Feige considerar também a grande popularidade do personagem entre os fãs, a probabilidade de que Charlie Cox retorne ao personagem pode realmente se cumprir. Até lá, aguarde novas informações.

Vale lembrar que no passado recente, Murphy’s Multiverse divulgou que Cox reprisaria o seu papel como Matt Murdock/Demolidor na aguardada sequência de ‘Homem-Aranha‘.

No entanto, não foram revelados detalhes sobre a presença do Demolidor na trama de ‘Homem-Aranha 3‘, então não se sabe se ele terá uma breve participação ou um papel de destaque.

Além disso, nunca foi explicado se a série fazia parte do MCU, então sua introdução na sequência também pode indicar que Murdock vive em alguma Terra alternativa do Multiverso.

Por enquanto, a Marvel e a Sony não se pronunciaram sobre a informação, mas o portal tem um histórico bastante confiável em relação às produções do MCU.

Para quem não sabe, o Murphy’s Multiverse foi o primeiro a confirmar em 2019 a escolha de Hailee Steinfeld como Kate Bishop na série do ‘Gavião Arqueiro‘.

‘Pânico’: Neve Campbell comemora o grandioso sucesso do filme e faz agradecimento aos fãs

O novo ‘Pânico‘ já é um estrondoso sucesso nos cinemas, dominando as bilheterias norte-americanas e arrecadando ótimos US$ 31.5 milhões em sua estreia no país.

E a atriz Neve Campbell comemorou a poderosa estreia do filme nos cinemas, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Impressionada com a significativa arrecadação do longa – em meio a uma alta da nova variante de COVID -, a atriz demonstrou a sua gratidão aos fãs da franquia, compartilhando uma imagem da premiere mundial.

Na publicação em questão, ela afirmou:

“Estou chocada com o apoio dos nossos fabulosos fãs de Pânico. Obrigado!”

Confira a publicação:

Assista às nossas entrevistas com o elenco do novo filme:

No Rotten Tomatoes, o quinto capítulo da franquia ‘Pânico‘ recebeu 75% de aprovação através de 191 críticas publicadas e se tornou o terceiro filme mais bem avaliado da franquia – apesar de muitos críticos afirmarem que é o melhor desde o original.

O filme mais bem avaliado da franquia é ‘Pânico 2‘ (81% de aprovação e 81 críticas publicadas) seguido pelo original (79% de aprovação e 82 críticas).

Confira o ranking:

5. Pânico 3 (41% de aprovação)
4. Pânico 4 (61% de aprovação)
3. Pânico – 2022 (78% de aprovação)
2. Pânico (79% de aprovação)
1. Pânico 2 (81% de aprovação)

No consenso geral, “os críticos elogiaram o tom, a narrativa, as performances e o ressurgimento da saga slasher com o novo longa-metragem.”

Veja os principais comentários abaixo:

“Brutalmente sangrento, gloriosamente auto-referencial e genuinamente divertido, ‘Pânico’ presta homenagem ao passado enquanto ainda está completamente de pé.”, The Jam Report.

“Pode não ser tão escandalosamente banal em sua abordagem, mas este quinto filme da franquia Pânico tem algo em comum com Matrix: Ressurreições em seus comentários mordazes sobre nossa cultura cinematográfica contemporânea.”, Flicks.

“Pode não se equiparar ao original, mas o novo Pânico está lá em cima com Pânico 2’ como a melhor sequência da série” – Digital Spy.

“É divertido sem diminuir o público ou o gênero, é assustador sem precisar de sustos baratos ou imitações e é divertido e imprevisível” – The AU Review.

“Eu realmente gosto de como [Pânico] tira sarro de si mesmo” – Nerd Reactor.

“Um sucessos digno da coroa de Wes Craven” – THN.

“O novo filme continua com sucesso a tradição de Pânico em evoluir, através de comentários originais e pungentes sobre o gênero do terror – mas uma das qualidade mais incríveis do quinto capítulo é estar absolutamente exalando amor e respeito pela franquia” – Perri Nemiroff

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

Matt Bettinelli-OlpinTyler Gillett , do elogiado terror ‘Casamento Sangrento‘, são responsáveis pela direção.

Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.

Crítica com Spoilers | ‘Pânico’ honra o legado de Wes Craven da maneira mais voraz possível

O elenco conta com o retorno de Neve CampbellDavid ArquetteCourteney Cox e Marley Shelton, além de introduzir os novatos Melissa BarreraDylan MinnetteJenna OrtegaMason GoodingKyle Gallner, Jack Quaid, Jasmin Savoy BrownMikey Madison.

Marotos: Uma História – entrevista com as produtoras da websérie do universo HP

Um grupo de estudantes de cinema apaixonados pela criação de J.K. Rowling, liderados por três mulheres – Flora Martins, Luciana Carvalho e Nathalia Bottino – decidiu se juntar para dar vida a história dos Marotos no formato de websérie. A produção é nacional e se passará durante a Primeira Guerra Bruxa, quando Tiago Potter, Sirius Black, Remo Lupin e Pedro Petigrew começavam seu último ano em Hogwarts. A trama tem o intuito de mostrar as aventuras do quarteto, assim como a amizade, passando pelo momento em que se formam e se tornam membros da Ordem da Fênix, até o trágico fim pelas mãos do Lorde das Trevas.

Karolen Passos teve a oportunidade de conversar as três jovens e Thainá Gomes, codiretora , sobre a websérie e como será esta adaptação. Confira abaixo:

Karolen Passos: A maioria dos Potterheads desejam uma eventual adaptação da história dos Marotos. Como surgiu a ideia, diante tantas coisas, de explorar essa narrativa específica?

Nathalia Bottino: A ideia veio inicialmente de um curta metragem sobre os marotos no qual eu e a Luciana escrevemos o roteiro. Conhecemo-nos no primeiro período da faculdade e sempre compartilhamos de uma paixão muito grande pela saga. Daí, tivemos a ideia de fazer um curta, que acabou sendo um projeto experimental, pequeno e com equipe reduzida mesmo. No último dia de gravação, alguém da equipe disse: “Seria muito legal se isso fosse uma websérie”. Então, eu, Luciana e Flora, que durante o processo do curta acabamos entrando na equipe, começamos a escrever o roteiro desde setembro do ano passado.

KP: Em relação a história em si, vocês buscaram cria-la somente a partir do que se tem de material original ou acrescentaram coisas a partir da imaginação de vocês como roteiristas?

NB: Tudo o que se sabe do material original nós colocamos no roteiro. Fizemos uma pesquisa muito grande, relemos os livros, revimos os filmes, fuçamos cada detalhe que envolvia os personagens para que não tivessem furos ou erros dentro da história. O que não foi dito pela J.K. ou que não tinha nos livros e filmes, tivemos liberdade criativa para inventar.

Flora Martins: Acho que o mais legal em explorar a história dos Marotos é o fato de que não nos foi entregue muito. Tudo que vemos deles é pelos olhos do Harry e eventualmente, do Snape. Isso vale tanto para os Marotos quanto para a Ordem da Fênix em si, então nossa liberdade criativa foi enorme. Pudemos criar personalidades para personagens que tínhamos só o nome, e passamos horas discutindo a individualidade de personagens que apareceram pouco. Mas cada linha escrita foi pesquisada para não deixarmos furos dentro do universo.

KP: Vocês encontraram dificuldades, durante a fase de roteirização, para inserir elementos que fossem coerentes com as histórias do universo Potter já vistos?

Luciana Carvalho: Às vezes, escrevíamos várias coisas interessantes e aí encontrávamos, durante uma pesquisa, algum fato que invalidava tudo o que já estava escrito. Aí era sentar e pensar em como adaptar tudo às novas informações.

FM: Mas esse também é o legal de trabalhar com um universo que já existe e que amamos: além de aprender a nos adaptar e a abrir mão de coisas, também aprendemos muito sobre Harry Potter e todo esse mundo mágico no processo.

KP: E por que a escolha pelo formato websérie?

NB: Como essa é uma história muito grande e que envolve muitos personagens, percebemos que o formato de série era a melhor forma para poder contar essa trajetória dos protagonistas e também nos aprofundar melhor em cada personagem, explicando dúvidas que todos os fãs se perguntam, como, por exemplo, porque o Pedro Pettigrew traiu os seus amigos, que eu acredito ser a grande questão da série. Dessa forma, também temos liberdade para fazer mais de uma temporada e nos estender mais nos assuntos que envolvem o contexto histórico e político em que os marotos estão, que é a Primeira Guerra Bruxa. Além disso, estamos fazendo esse projeto especialmente para os fãs, então a internet, sem dúvida, é a melhor forma para propagar esse conteúdo e alcançar mais Potterheads para assistirem a série.

FM: Uma coisa que sempre esteve clara para gente é que não queríamos algo raso, nem personagens rasos sem motivos para suas ações. E para desenvolver bem, ainda mais com a quantidade de personagens que temos, precisávamos de algo grande. E acho que fomos muito bem em desenvolver o crescimento pessoal de cada um.

KP: Infelizmente, vocês encontraram dificuldades em arrecadar o valor necessário durante a campanha do catarse, isso afetará o cronograma de alguma forma? O mês original de estreia da websérie será alterado?

Thainá Gomes: Inevitavelmente já afetou. Como não arrecadamos a quantia que precisávamos, não pudemos fazer o cronograma previamente acordado entre a equipe. Consequentemente, a data de estreia da websérie vai ser atrasada um pouco para dar tempo de concluir todas as filmagens e passar pela pós-produção. Estamos com o coração apertado por não poder entregar o projeto como antes previsto mas, também, motivados a continuar entregando um produto com qualidade.

FM: Acho que a estreia já foi afetada várias vezes (risos). Quando começamos a escrever tínhamos a intenção de gravar em fevereiro e lançar em julho, mas éramos nós três sonhando enquanto escrevíamos o roteiro. Essa ideia original caiu no minuto que percebemos que correr a narrativa seria péssimo de todas as formas. Queremos entregar algo com a qualidade que os fãs merecem e isso exige tempo e dinheiro, então com certeza as coisas mudaram quando ficamos sem esse segundo.

KP: Sabe-se que a própria J.K. Rowling nem sempre lida bem com adaptações feitas por fãs, ou outras pessoas no geral, de suas obras, assim como a própria Warner tem vetado até mesmo convenções cujo tema é Harry Potter. Como vocês estão lidando com a questão de direitos autorais e existe um plano B caso ocorra algum problema?

FM: Sabemos que podemos produzir conteúdo relacionado a Harry Potter se não tivermos retorno financeiro com isso e nenhum de nós, nem da equipe, nem do elenco, entrou nisso esperando algo nesse sentido. Temos uma equipe traduzindo o roteiro porque, independentemente de qualquer coisa, queremos sim mandar para a J.K. Além disso, estamos entrando em contato com a Warner porque, por mais que tenhamos essa liberdade em produzir, gostaríamos de ter essa autorização oficial.

KP: Por que os Potterheads e as pessoas no geral devem assistir a websérie Marotos: Uma História?

NB: Para mim a série é tudo o que os fãs de Harry Potter sempre quiseram ver. É emocionante, é nostálgica, é divertida, é pesada, é crítica, e traz alguns dos personagens mais amados por grande parte da comunidade Potterhead. Acredito que não só o fãs da saga, mas também qualquer um que goste de ficção e fantasia vai gostar de ver uma série brasileira de magia sobre Harry Potter.

LC: Acho que o principal motivo é conhecer mais sobre os personagens, que até agora só conhecíamos a superfície, e entender os acontecimentos que os levaram a tomar certas decisões e fazer certas escolhas. Além disso, matar algumas curiosidades sobre a política dentro do mundo bruxo e principalmente dentro de você-sabe-qual partido (risos). Isso sem contar que temos atores maravilhosos, que estão encarnando os personagens melhor do que jamais sonhamos. E é muito gostoso ver alguns deles conhecendo e se apaixonando pelo universo de Harry Potter. Por isso, posso garantir que todo espectador é bem-vindo, seja Potterhead ou não, pra se encantar com esse universo que mudou nossas vidas.

FM: Falando do político e social do Brasil e do mundo dá pra perceber rapidamente que as coisas estão assustadoras. É bizarro que discursos que eram repudiados alguns anos atrás, pelas consequências de apoiar líderes políticos extremistas, voltaram à tona como se o povo tivesse esquecido. Harry Potter sempre foi sobre resistência, sobre luta e sobre como o medo do diferente pode levar a períodos sombrios. E falar dessas coisas usando o universo mágico, de forma “lúdica”, é muito legal. Ainda mais que estamos assumindo a brasilidade em certas coisas. Acho que os Potterheads e não Potterheads deveriam assistir (risos).

TG: As roteiristas são fãs, as diretoras são fãs, a arte, a fotografia, o som, todo mundo da equipe tem um carinho pelo universo de Harry Potter, então esse é um projeto feito por fãs e para fãs. Todos estão empenhados em faze-la acontecer do melhor jeito possível, pois estamos mexendo com uma série que nos é muito especial. Acreditamos também na capacidade do audiovisual brasileiro fazer ficção, terror, e tantos outros gêneros que não são considerados “nossos”. A nossa equipe comprova isso: alunos e formados de diversas áreas estão trabalhando em conjunto para realizar um projeto grande de ficção. Somos apenas algumas pessoas da nova geração do cinema brasileiro e, acredito, que essa galera vem para colocar o nome na história do nosso cinema assim como muitos antes de nós.

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Nathalia Bottino tem 21 anos e é estudante de Cinema da PUC-Rio. Lufana de coração, ela é produtora de conteúdo audiovisual e também crítica. Na websérie, é uma das roteiristas e também a diretora.

Grifinória da cabeça aos pés, Luciana Carvalho tem 22 anos e estuda Cinema na UFF. Além de roteirista, ela também está dirigindo o elenco, com a ajuda do preparador Alain Catein.

Flora Martins se orgulha de dizer que é totalmente sonserina. Tem 23 anos, é estudante de Design e trabalha com programação. Ela também escreveu o roteiro, está na produção e na arte, faz a maquiagem e de tudo um pouco dentro da série.

Thainá Gomes é estudante de Cinema da Estácio, tem 21 anos e é apaixonada pela arte. Ela canta, dança, atua (está no elenco, quem será?), dubla e ama, também, estar por trás das câmeras. Sua casa é Lufa-Lufa.

Abaixo você pode conferir o primeiro teaser da websérie:

‘Novos Titãs’: Vilão Ra’s Al Ghul pode estar na série de TV; Saiba mais!

Uma chamada de elenco para a série de TV em live-action de Novos Titãspode ter revelado a presença do vilão do Batman, Ra’s Al Ghul:

“Homem, entre 40 e 50 anos, do Oriente Médio, Latino ou Indiano. Procurando um jovem do tipo Richard Attenborough. Destemido, manipulador, com alta inteligência. Possível convidado recorrente, procurando faces reconhecíveis”

Pela descrição, trata-se de Ra’s Al Ghul, famoso vilão do Batman, que nos cinemas foi interpretado por Liam Neeson, emBatman Begins.

Outras chamadas de elenco confirmam a heroína Solstício, que possui a habilidade de gerar e criar construções de luz:

“Monica Saini: Mulher, entre 20 e 30 anos. Indiana. Tem a mentalidade de uma sobrevivente e as cicatrizes para acompanhar. Abalada e um pouco incomum. Orfã. Pouco dialogo em sua primeira aparição. Deve ser familiar com Hindi. Possível atriz recorrente”

E também, o vilão Trigon pode fazer uma aparição na série:

“Homem, de 30 a 40 anos, caucasiano. Carismático. Um líder de culto determinado a reunir sua família. Papel central no fim da temporada. Convidado especial recorrente”

Confira o visual de Alan Ritchson e Minka Kelly como Rapina e Columba na série de TV de os Novos Titãs’. Confira:

O ator Brenton Thwaites também postou novas fotos em seu instagram caracterizado como o Robin para a série de TV ‘Novos Titãs’. Nas imagens, podemos ver detalhes do uniforme do herói.

Além disso, o ator também revelou que filmou uma sequência de luta que se passa em um beco em Gotham City.

Confira as imagens:

A série em live-action sobre o grupo de heróis juvenis da DC Comics teve seus atores principais escalados para viver os heróis.

A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba e Rapina.

Brenton Thwaites será Dick Grayson (Asa Noturna)

Ryan Potter será o Mutano:

Teagan Croft viverá a Ravena:

Anna Diop será a Estelar:

Minka Kelly será Columba:

Alan Ritchson no papel de Rapina:

O programa, previsto para estrear em 2018, é de autoria de Greg Berlanti, produtor deArrow’, ‘The Flash’, ‘SupergirleLegends of TomorrowLindsey Gort também está no elenco. A série terá Akiva Goldsman (‘Star Trek: Discovery’) e Geoff Johns na equipe de roteiristas dos 13 episódios.

Brad Anderson (Fringe) dirigirá o piloto.

Nos Vemos no Paraíso

(Au revoir là-haut)

 

Elenco:

Nahuel Pérez Biscayart

Albert Dupontel

Laurent Lafitte

Direção: Albert Dupontel

Gênero: Drama

Duração: 117 min.

Distribuidora: Pandora Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 05 de Julho de 2018

Sinopse:

Na trama, dois soldados de personalidades diferentes possuem um ponto em comum: a guerra. Eles, um artista e um ex-contador, criam um plano para desmascarar um tenente que tenta lucrar com os corpos das vítimas da guerra, mas suas aventuras logo tornam-se perigosas.

Curiosidades:

» —

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

Crítica ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ | O filme de origem mais empolgante da Marvel em muito tempo

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis já está disponível no Disney+. Lançado nos cinemas em setembro de 2021, muita gente não pôde conferir o filme antes por conta da demora na vacinação ou por não se sentir seguro o bastante para voltar a uma sala de cinema durante a pandemia. Então, com essa chegada ao streaming, o longa está sendo assistido pela primeira vez por muitos fãs da Marvel.

Baseado nos quadrinhos do Mestre do Kung Fu, o filme adapta a história de Shang-Chi, um mestre de artes marciais que é filho de um déspota asiático, mas decide usar seus poderes para o bem em vez de colaborar com os esquemas malignos do pai. A diferença principal é que enquanto o pai, nas HQs, era o lendário e estereotipado Fu Manchu, a versão do filme corrigiu certos preconceitos, fazendo dele o igualmente lendário líder dos Dez Anéis, o verdadeiro Mandarim.

A forma de agir do protagonista também foi adaptada para que ele ganhasse esse aspecto mais jovial e com menos jeito de caricatura. Afinal, sua versão dos quadrinhos era inspirada no Bruce Lee e em seus filmes dos anos 1970, o que por si só já carregava muitas características muito próprias e trejeitos da época, por assim dizer.

Nessa nova abordagem, o Shang-Chi, interpretado com muito carisma por Simu Liu, se tornou um jovem comum em São Francisco, que mantém a tradição do kung fu, mas passas seus dias se divertindo como manobrista com sua amiga Katy (Awkwafina). Juntos, eles fazem uma dupla divertidíssima e que demonstra uma química fora do comum em tela.

A trama então faz com que o passado do rapaz volte para assombrá-lo, levando a dupla em uma viagem cheia de cores e magia para o lar do kung fu divino, Ta Lo. Essa jornada expõe os amigos a diversas provações, permitindo que cada um trabalhe suas próprias questões, como a dificuldade de Shang-Chi em lidar com sua vida na China e a perda da mãe, e a falta de foco de Katy, que não consegue desenvolver suas habilidades, apesar de ser multitalentosa.

E tão importante quanto essa busca por uma identidade da dupla de protagonistas é o uso das artes marciais. Enquanto a maioria dos filmes da Marvel fazem uso de lutas pouco inspiradas, Shang-Chi traz as melhores coreografias de todo o MCU. A maneira como o diretor Destin Daniel Cretton usa o kung fu para contar a história, abordando a luta como um estilo de defesa ou até mesmo uma dança, tem seus momentos poéticos.

Quanto ao próprio Shang-Chi, suas cenas iniciais de luta fogem do padrão Bruce Lee, mas lembram muito outro ícone chinês das artes marciais: Jackie Chan. A sequência do ônibus traz um kung fu alegre, um kung fu moleque, que parece ter saído diretamente de um longa do Jackie Chan, com direito a sorrisinho depois dos golpes e pedidos de desculpas.

No contexto de universo compartilhado, o longa faz várias correções que valorizam personagens e organizações desperdiçados ou mal utilizados em filmes passados, como o Abominável e o próprio Mandarim, que virou uma piada de mau gosto em Homem de Ferro 3 (2013). Com isso, a Marvel trouxe de volta essa galera para que possa utilizá-los em outras produções que estão vindo por aí.

É muito legal como toda essa galera está bem dosada, aparecendo no tempo certo, seja para acrescentarem à história, para servirem de easter egg ou apenas para alívio cômico. É um mérito do roteiro que sabe para onde quer ir e como fazer o público embarcar nessa trama. O ato final, com um pegada mais grandiosa e mística, poderia destoar do resto do filme, mas tudo que é mostrado ali já havia sido comentado antes, então surge com muita naturalidade, por mais fantasioso e mágico que seja.

Se a trama e a direção merecem elogios, o elenco também é de se aplaudir. Com destaque para o Wenwu de Tony Leung. Leung é um ator chinês consagrado por seu talento absurdo. E no papel do antagonista, ele consegue passar todas as nuances que seu personagem pede, entregando um homem apaixonado, um pai assustado e um déspota milenar que impõe medo apenas com sua presença. Ele tem um porte muito respeitável e fica a torcida para que Hollywood perceba, mesmo que tardiamente, seu talento e o convide para estrelar mais produções.

Quem também rouba a cena é a Katy de Awkwafina. Ela é o grande alívio cômico do filme, mas é uma personagem que realmente acrescenta à trama. Desempenhando o papel de melhor amiga, ela não luta, só que tem suas próprias questões que acabam sendo trabalhadas conforme vai se envolvendo na história familiar do melhor amigo. É uma personagem carismática que faz o público sorrir em cada participação sem soar forçada, é naturalmente engraçada.

E não tinha como falar do elenco desse filme sem citar o próprio Shang-Chi, vivido por Simu Liu. O ator que até pouco tempo fazia fotos para imagens promocionais trouxe uma jovialidade e uma sensação constante de dúvida para seu personagem, que casaram perfeitamente com o que o filme pedia. Ele esbanja carisma e sua química com a Katy, como dito anteriormente, é coisa de outro mundo. É impossível terminar a história sem acreditar que eles não sejam melhores amigos na vida real. E sua figura como super-herói também impõe respeito, sendo uma adição valiosa para o futuro interdimensional do MCU.

Enfim, Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis é uma grande homenagem aos filmes de artes marciais que consegue manter as características Marvel para criar uma aventura cheia de fantasia, diversão e elementos mágicos que vão encantar a criança interior de qualquer um. É um longa perfeito naquilo que se propõe e que consegue guardar surpresas muito interessantes para quem gosta de grandes aventuras.

Nota: 10

Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis está disponível no Disney+.

Vai fazer o ENEM? Confira 10 Filmes para te ajudar a escolher a profissão

Neste domingo, 21, milhares de estudantes de todo o país irão realizar a primeira prova do ENEM, o Exame Nacional do Ensino Médio. Como a faculdade é essencial para construir uma carreira profissional e as escolhas realizadas nessa idade irão repercutir no tipo de emprego que o jovem poderá conseguir no futuro, é fundamental conhecer bem as profissões. Para ajudá-los a escolher melhor a profissão que vocês podem seguir, aqui vão 10 filmes que retratam bem 10 tipos diferentes de carreiras inspiradoras. Boas provas!

10 – Spotlight: Segredos Revelados – jornalismo

Quem está interessado em cursar jornalismo, ‘Spotlight: Segredos Revelados’, disponível na Amazon Prime, é uma boa dica para entender como os profissionais da área investigativa acabam esbarrando nas histórias, e, do inesperado dessas descobertas, acabam tendo que mergulhar profundamente em temas que, muitas vezes, pede sacrifícios individuais em prol de revelar uma verdade terrível em benefício da sociedade.

9 – Estômago – chef

Se você é desses que, durante o período de reclusão social, descobriu que tem grandes dotes culinários, ‘Estômago’, disponível na Netflix, é uma boa dica para você se inspirar. O longa brasileiro aborda justamente esse momento da descoberta do talento de um homem, que, por conta disso, acaba conseguindo melhores oportunidades de trabalho.

8 – O Sorriso de Monalisa – professora

Para aqueles e aquelas que vão prestar vestibular para a faculdade de Letras, o longa ‘O Sorriso de Monalisa’, disponível na HBO Max, é um filme que faz você abraçar a carreira. Estrelado por Julia Roberts, conta sobre o impacto que uma professora causa em uma escola só para meninas, e o quanto a educação muda vidas.

7 – Patch Adams – médico

Estrelado pelo saudoso Robin Williams, ‘Patch Adams’ traz a história real de um médico que entendeu que a alegria e o humor ajudam a melhorar o quadro hospitalar e até mesmo a curar determinadas mazelas, transformando o ambiente hospitalar em um local onde os pacientes, apesar de estarem lá em tratamento, poderiam se sentir mais leves e, com isso, reagirem melhor aos tratamentos. Disponível na Star+ .

6 – Um Senhor Estagiário – empreendedorismo/moda

Lançado há poucos anos, ‘Um Senhor Estagiário’, apesar de contar a história de um aposentado que busca um estágio, também conta, em paralelo, a história de Jules Ostin (Anne Hathaway), uma jovem criativa e dedicada que, aos 20 e poucos anos, conseguiu criar sua própria marca na moda e construir um pequeno império com seu empreendedorismo personalizado, fidelizando sua clientela. Disponível na Netflix.

5 – Luta por Justiça – advocacia

Filmes sobre advocacia têm crescido muito nos últimos anos, especialmente aqueles baseado em uma história real, como é o caso de ‘Luta por Justiça’, disponível  na HBO Max. Aqui o advogado Bryan (Michael B. Jordan) aceita defender o caso de um sentenciado à pena de morte e descobre que as provas do caso eram baseadas no racismo estrutural da sociedade estadunidense.

4 – A Teoria de Tudo – físico

Stephen Hawking foi um dos maiores físicos de todos os tempos e sua história inspiradora – que, aliás, rendeu um par de estatuetas douradas nesta produção – está contada neste filme, que baseia seu enredo na constante inquietação do físico em elaborar sua teoria mais famosa, que é a teoria de que as ondas gravitacionais são deformações no espaço-tempo e que nosso universo é apenas um entre muitos. Disponível na Globoplay.

3 – Jobs – informatica/TI

Steve Jobs é, ainda hoje, uma das principais referências no ramo de tecnologia da informação e da informática. Neste filme o espectador conhece o lado mais humano do criador da Apple e como que a percepção visionária dele ajudou a antecipar necessidades do mercado tecnológico, incluindo a estética dos produtos, bem antes de os consumidores entenderem que iriam precisar e querer essas tecnologias. Disponível na Netflix.

2 – Nise: O Coração da Loucura – psiquiatria/psicologia

Uma das maiores psiquiatras do mundo é brasileira, e atende pelo nome de Nise da Silveira. Este longa nacional conta como Nise entendeu que a é uma forma essencial de expressão para as pessoas com distúrbios mentais e psicológicos é a terapia ocupacional, principalmente através das artes, e implementou esta técnica nos tratamentos manicomiais, humanizando o atendimento à saúde mental. Disponível na Star+

1 – Babenco – Alguém Tem Que Ouvir o Coração e Dizer: Parou – cineasta

Já que estamos falando em vestibular, nada mais justo do que tentar incentivá-los a fazer o curso de cinema, afinal, o Cinepop é cinema. Para quem está pensando nessa carreira, uma boa dica é esse documentário ficcional dirigido por Bárbara Paz sobre o grande diretor Hector Bacenco, disponível na Apple TV+. O longa em preto e branco aborda justamente a paixão e a técnica de Hector em transformar a vida em filme.

‘Capitã Marvel’ deve manter liderança das bilheterias na 2ª semana nos EUA

Capitã Marvel’ conquistou a exorbitante marca de US$ 185 milhões de bilheteria nos EUA apenas em seu primeiro fim de semana. Porém, pelo visto, o longa ainda fará muito bem agora em seu segundo fim de semana em exibição.

Segundo a Variety, o filme pode arrecadar de US$ 70 a US$ 85 milhões nos EUA. Mas isso é apenas a estimativa inicial. É possível que os números aumentem ainda mais. O filme terá uma semana fácil de competição graça a estreia de pequenos títulos no circuito comercial.

Capitã Marvel‘ já soma US$ 524 milhões em apenas sete dias em cartaz, sendoUS$ 179 milhões nos EUA e US$ 345 milhões no resto do mundo!

A Capitã Marvel é uma nova aventura dos anos 90, que mostra um período inédito na história do Universo Cinematográfico da Marvel. Acompanhamos a jornada de Carol Danvers, que se torna uma dos heroínas mais poderosas do universo. Quando uma guerra galáctica entre duas raças alienígenas atinge a Terra, Danvers encontra a si mesma e um pequeno grupo de aliados no centro do turbilhão.

Capitã Marvel‘ já está em cartaz no Brasil e trará a heroína batalhando contra skrulls em 1995.

Primeiras Impressões | ‘Why Women Kill’ é o reencontro de Marc Cherry com as dramédias familiares

Marc Cherry ganhou uma notoriedade considerável ao dar vida a uma das dramédias mais icônicas e premiadas da televisão contemporânea: Desperate Housewives. Depois do término da produção ainda em 2012, levou algum tempo até que o showrunner e roteirista encontrasse outro projeto que nos chamasse a atenção – e, neste ano, Cherry roubou nossas atenções mais uma vez ao anunciar mais uma comédia familiar intitulada Why Women Kill (‘Por que as Mulheres Matam’, em tradução livre). E o resultado, ainda que não tenha o mesmo respiro de originalidade ou envolvência que suas investidas anteriores, é digna de sua filmografia e certamente irá conversar com os fãs de longa data.

Cherry busca mais uma vez se afastar da estruturação convencional das obras atuais e já abre o piloto com um interessante e intrigante comentário de três dos personagens principais acerca de suas respectivas esposas. Entretanto, não é até a cena de abertura que somos engolfados por uma ambientação dividida em três partes e que une em um delicioso dinamismo o trio de heroínas principal: Beth Ann (Ginnifer Goodwin), uma dona de casa nos anos 1960 que aparentemente tem uma vida perfeita; Simone (Lucy Liu), uma socialite oitentista no auge de sua ostentação; e Taylor (Kirby Howell-Baptiste), uma advogada bissexual ativista que tem um casamento aberto ao lado do recatado Eli (Reid Scott).

Três linhas narrativas, três décadas completamente diferentes – e é impressionante observar o modo como o criador consegue entrelaçar essas múltiplas tramas em uma mesma ambiência, respaldando sua ousada premissa utilizando um grandioso cenário compartilhado pelas protagonistas. Entretanto, quando assistimos a uma peça visual de Cherry, sabemos que nada é o que parece ser, e as vidas dessas mulheres viram de cabeça para baixo em um piscar de olhos: Beth descobre da forma mais degradante possível que seu marido está tendo um caso com uma garçonete desconhecida; Simone é chantageada por uma amiga próxima que quer destruir a reputação de seu casamento; e Taylor parece não perceber que Eli está prestes a ter uma das provações mais desafiadoras de sua vida.

Não é surpresa que o showrunner opte por essas histórias. Os contos suburbanos sempre estiveram presente em sua habilidade artística e é claro que ele traria alguns elementos já vistos em outras investidas para uma nova “aventura”, por assim dizer – seguindo as conveniências e uma zona restrita que insurge com cada uma das épocas. As personalidades podem parecer controversas entre si, mas são unidas em mentiras sutis ou escancaradas, todas respaldadas em ácidas quebras de expectativa que fornecem dinamismo para o seriado.

O roteiro encontra um delicioso território para explorar ao longo dos pouco mais de quarenta e cinco minutos, mas não explora o potencial que promete – pelo menos não por enquanto. A trama tangencia o choque proposital, quase um pedantismo cênico que é drenado antes de transbordar: os arcos se baseiam em tabus de época, misturando ingredientes de gêneros diferentes para passar uma certa mensagem. Beth Ann lida com infidelidade, enquanto Simone luta para que fotos comprometedoras de seu marido com um amante não vazem para os vizinhos (lembrando que homossexualidade era algo bastante condenável algumas décadas atrás). Em outro espectro, as questões de gênero, sexualidade e poliamor encontram palanque contínuo e puxam algo também sobre traição ou desconfiança, cuja culminação pode (ou não) ser uma virada trágica.

Com exceção de alguns aspectos fragmentários que lutam para se esconder em meio a um espetáculo imagético, o episódio é bastante promissor e indica uma das jornadas mais divertidas dos últimos anos. Como se não bastasse, Cherry e seu time criativo encontram mais uma vez um lugar propício para explorar não apenas um bom conto ácido de tour-de-force, mas pela escolha certeira de perspectivas estéticas aplaudíveis: a paleta de cores vibrante dos anos 1980 (principalmente das roupas glamorosas e chamativas dos personagens) entra em belíssima contradição com os tons pastéis do classicismo de meio de século e com a sobriedade acinzentada da geração millenial.

Eventualmente, essas mulheres descobrem que a busca pela independência pode vir com um custo – um custo tão grande quanto resolver destinar toda sua vida a uma única pessoa. As relações de subserviência e amadurecimento movem as tramas apresentadas, cada qual pincelada com escapes cômicos hilários e canalizados em um elenco de ponta. Goodwin se rende a um melodrama proposital que recupera o brilho do controle na resolução do terceiro ato, enquanto Liu detém alguns dos diálogos mais engraçados da iteração; Howell-Baptiste parece não ter encontrado sua voz, apesar da química que exala ao lado de Scott, cuja performance rouba o foco mais de uma vez. E é claro que a presença de coadjuvantes como Alexandra Dadario, Sam Jaeger, Leo Howard e Jack Davenport não seria desperdiçada – nos fazendo esperar que suas personas ganhem mais foco ainda.

O primeiro capítulo de Why Women Kill é exatamente o que esperaríamos de uma obra de Marc Cherry. Seu soberbo comando na cadeira de direção é o suficiente para ofuscar certos deslizes, além de preconizar algumas lapidações necessárias que, quando ajustadas, irão aumentar nossa envolvência com a série. Mas, por enquanto, as coisas estão boas o suficiente – inclusive pelo tom de suspense imprimido nos segundos finais.

‘Avenue 5’: Comédia espacial da HBO é renovada para a 2ª temporada!

Boas notícias para os fãs de sci-fi!

HBO anunciou hoje (13) que sua comédia espacial Avenue 5, de Armando Ianucci, foi renovada para a 2ª temporada.

O novo ciclo ainda não tem previsão de estreia.

A produção acompanha a viagem espacial turística da nave Avenue 5 que, acidentalmente, acaba saindo pela culatra e sofrendo sérios problemas em meio ao voo. Isolados no espaço, a tripulação de turistas e funcionários terão que encontrar um meio de sobreviver na imensidão do universo e continuar sua jornada de maneira segura. Só que achar a solução do problema não será tão fácil assim e o desespero dos personagens deve situações bem peculiares e boas risadas.

Avenue 5‘ é estrelada também por Josh Gad, Suzy Nakamura, Zach Woods, Rebecca Front, Nikki Amuka-Bird, Lenora Crichlow, Ethan Phillips e Himesh Patel.

A série tem lançamento marcado para o dia 19 de janeiro de 2020.

‘The Shadow of Violence’: Lealdade de um traficante é testada no trailer do elogiado thriller

Saban Films divulgou o trailer oficial de seu bem recebido thriller criminal ‘The Shadow of Violence’.

Confira:

O filme é dirigido por Nick Rowland e assinado por Joe Murtagh.

A história é ambientada no âmago da obscura zona rural da Irlanda, onde o ex-lutador de boxe Douglas “Arm” Armstrong (Cosmo Jarvis) se tornou um executor de drogas para a família Devers. Quando seus impiedosos empregadores ordenam que ele mate pela primeira vez, sua lealdade é testada.

Barry Keoghan, Niamh AlgarNed Dennehy completam o elenco.

‘The Shadow of Violence’ estreou no Festival de Toronto no ano passado, com lançamento mundial marcado para o dia 31 de julho nos cinemas internacionais.

‘Fada Madrinha’: Conheça Eleanor no novo teaser ADORÁVEL do filme do Disney+!

Em seu Twitter oficial, a Walt Disney divulgou um novo teaser de ‘Fada Madrinha’ (‘Godmothered’), apresentando a personagem Eleanor (Jillian Bell).

O filme será lançado no dia 04 de dezembro.

Confira:

A história gira em torno de uma “jovem e inabilidosa fada-madrinha (Bell) que, numa tentativa de se provar, sai à procura de uma garota cujos desejos não foram atendidos”.

Sharon McGuire (‘O Diário de Bridget Jones’) comanda o projeto, enquanto Melissa Stack e Kari Granlund assinam o roteiro.

Isla Fisher, Santiago CabreraMary Elizabeth EllisJane CurtinJune SquibbJillian Shea SpaederWilla SkyeArtemid PebdaniUtkarsh AmbudkarStephnie Weir completam o elenco.

‘A Voz Suprema do Blues’ conquista dois prêmios do BAFTA 2021

Os vencedores da 74ª edição do BAFTA foram anunciados nos últimos dias 10 e 11 de abril e A Voz Suprema do Blues não ficou de fora da lista de ganhadores.

Apesar de Chadwick Boseman, favorito da temporada de premiações, não ter levado para casa o prêmio de Melhor Ator, o longa-metragem foi relembrado tanto para Melhor Figurino (Ann Roth) e Melhor Maquiagem e Cabelo (Matiki Anoff, Larry M. Cherry, Sergio Lopez-Rivera e Mia Neal).

Lembrando que o filme já está disponível na Netflix.

Dirigido por George C. Wolfe, ‘A Voz Suprema do Blues’ (Ma Rainey’s Black Bottom) é baseado na peça vencedora do Prêmio Pulitzer, escrita por August Wilson em 1982.

Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.

Glynn Turman, Taylour Paige, Dusan Brown, Colman Domingo Michael Potts também estrelam.