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Crítica Netflix | Metal Lords: Comédia do criador de Game of Thrones repete fórmulas do gênero, mas é diversão garantida

Contrariando os atuais sucessos do Reggaeton e do RnB – sempre nos ouvidos da nova geração de adolescentes, o heavy metal ressurge de forma bem saudosista em Metal Lords, nova comédia teen que celebra o gênero musical que teve o seu auge de popularidade global entre os anos 80 e 2000. Apresentando clássicas bandas para uma nova leva de jovens que mal sabem o quão icônico o hit Nothing Else Matters de fato é, a produção original da Netflix brinca com os elementos nostálgicos que ainda vivem no coração do público mais velho, à medida em que entrega um filme leve, divertido e repleto de clichês.

Em alguns momentos, Metal Lords até parece uma derivação mais pauleira de High School Band, comédia musical teen de 2009, com Vanessa Hudgens e que até nos presenteia com a participação de David Bowie. Mas aqui, o diretor Peter Sollett e o roteirista D.B. Weiss – um dos produtores e criadores de Game of Thrones – tentam se desviar um pouco da rota tradicional, dando destaque a uma peculiar amizade entre dois amigos cujo único vínculo real se dá pela música. E conforme mostra a jornada dos dois desajustados tentando se preparar para a Batalha das Bandas – organizada pela escola -, a audiência segue em uma espiral de clássicos hits do heavy metal e muitas referências definitivamente feitas para os fãs mais antigos.

E mesmo que toda a atmosfera mais sombria e bizarra que orbita no entorno da cultura do trash metal, heavy metal e glam metal não seja para os novos adolescentes de 2022, a comédia explora um território comum e identificável: Crises de identidade, necessidade de aceitação e mudanças hormonais. E embora o filme não funcione muito bem em todos os seus momentos, Metal Lords é o tipo de experiência leve que vale o nosso tempo. Com uma trilha sonora emblemática pautada apenas por canções pesadas, a comédia funciona como uma saudosa homenagem aos maiores artistas dos gênero, como Iron Maiden, Metallica, Anthrax, Guns n’ Roses, Mötley Crüe, Judas Priest, Pantera e Black Sabbath – bandas que hoje fazem sucesso em caráter bem mais específico e direcionado.

Produzido por Tom Morello, um dos maiores guitarristas do mundo e ex-membro das bandas Rage Against The Machine e Audioslave, o longa traz Jaeden Martell (It: A Coisa) como protagonista, ao lado dos novatos Isis Hainsworth e Adrian Greensmith. Com uma dinâmica em tela que funciona bem, o trio de atores consegue cativar a nossa atenção com facilidade e faz os clichês funcionarem com naturalidade, tamanho carisma. Esquecível, mas divertidamente despretensioso, Metal Lords é uma comédia que até arranha alguns assuntos sérios como alienação parental, mas sem se comprometer a se aprofundar em nada. Mas ao resgatar fragmentos do clássico contemporâneo Escola de Rock com naturalidade, a produção consegue ser um original Netflix que mais acerta do que erra e ainda nos permite rir dos caos emocional e hormonal que regem a fase mais metal das nossas vidas.

Crítica 2 | Tenet – Não tente entender o caminho, mas aproveite a jornada de Christopher Nolan

** Assistido em Paris.

Lançado como o retorno da indústria cinematográfica em 2020 durante a pandemia da Covid-19, após cinco meses de um deserto de grandes produções, Tenet chega ao público internacional com uma missão mais ambiciosa do que a do próprio diretor Christopher Nolan. De qualquer maneira, esta é uma obra de execução espetacular e conceitos complexos, mas com a trajetória dos quadrinhos infanto-juvenis. 

Para seguir esse raciocínio, é preciso juntar algumas informações sobre o mistério e os personagens dessa trama. Os primeiros minutos já despontam como todo bom filme de espionagem com cenas de invasão e resgate durante um concerto em Kiev, na capital da Ucrânia. O protagonista (John David Washington) se infiltra na missão e busca salvar inocentes de uma explosão. No local, ele percebe uma estranha movimentação de um projétil e, em seguida, é capturado. 

 

Entre a vida e a morte, o agente anônimo toma uma importante decisão que o leva a torna-se parte de um grandioso e secreto projeto, chamado Tenet, ou seja, o sentido por trás do nome do filme. A partir do encontro do protagonista com a cientista Laura (Clémence Poésy), a história começa a ser desenvolvida e explicada da forma acessível. Por meio das palavras dela, Christopher Nolan diz diretamente ao espectador: “Don’t try to understand it. Feel it”, em português, “Não tente entendê-lo. Sinta-o.”

Com esta predisposição de sentir o filme, é possível ficar completamente fascinado pelas cenas de ação, seja a escalada vertiginosa a um arranha-céu, seja um avião de grande porte a derrubar um hangar, seja o emparelhamento de carros e caminhões em alta velocidade na autoestrada. Ou seja, deu para entender a presença de cenas de tirar o fôlego ao longo de duas horas e meia. O enrolado, entretanto, é acompanhar a lógica por trás da grande arma de destruição proposta pelo cineasta.

Ao lado de Neil (Robert Pattinson), a missão de John David Washington é prevenir uma terceira guerra mundial, mas a poderosa arma em questão são os chamados “objetos invertidos”, graças a uma técnica do futuro realizada por entropia. Algo, no mínimo, intrincado para ser explicado rapidamente durante o filme. Sem entender o processo, o agente secreto precisa descobrir quem está por trás dessa tecnologia de “projéteis invertidos” de acordo com a nossa perspectiva temporal. 

Para quem está acostumado aos trabalhos de Christopher Nolan, já é esperado um jogo de suspense com as causalidades do espaço-tempo. Se em Interstellar (2014), o diretor nos provocava a lidar com o princípio do buracos negros, assim como compreender as ideias do inventor Nikola Tesla em O Grande Truque (2006), Tenet assume o seu caráter de complexo científico ao lidar com a termodinâmica, mas o coloca em um patamar mais simples. 

Para que o público acompanhe a ação, o roteiro repete em dois momentos o “paradoxo do avô”, algo já apresentado em Looper: Assassinos do Futuro (2012), de Rian Johnson. Isto é, uma proposição mais simplória para as pessoas assimilarem as voltas no tempo exercidas pelos personagens e como as suas ações interferem no percurso da história. Longe de ser um experimento como em A Máquina do Tempo (2002), de Simon Wells, o paradoxo apresenta semelhanças com a descoberta do personagem de Guy Pearce no filme. 

Como citado no início, o enredo se equipara ao mundo dos quadrinhos ao criar o super vilão russo Andrei Sator (Kenneth Branagh). Ele exerce o máximo da personificação do sujeito megalomaníaco, com desejo de dominar o mundo e todos ao seu redor. Principalmente, a sua esposa Kat (Elizabeth Debicki), a qual serve de ilustração extrema da vilania do personagem e o seu senso de sadismo. 

Escolhida a dedo por Nolan após vê-la em As Viúvas (2018), Elizabeth Debicki tem o seu momento de protagonismo, apesar de servir de isca, sofrer agressões e viver o dilema entre abandonar o filho ou conquistar a sua “liberdade”. Assim como ela, todo elenco foi pinçado minuciosamente pela diretor, que ainda conta com a participação de luxo de Aaron Taylor Johnson e a oitava parceria com Michael Caine. Após o excelente Infiltrados na Klan (2018), de Spike Lee, o filho de Denzel Washington marca a sua entrada no primeiro escalão de Hollywood.

Com um grande vilão, a simpática parceria de Pattinson e Washington e cenas espetaculares, no sentido da palavra de seduzir os olhos pela grandiosidade, a confusão temporal do roteiro é deixada um pouco de lado. Em outras palavras, é possível apreciar a obra mesmo sem compreender como o perigo do futuro chegou à atualidade, talvez seja como em O Exterminador do Futuro (1984). Por outro lado, o tédio também pode ocorrer por conta das longas sequências de bombas e tiros com personagens mascarados em diferentes linhas temporais. 

A chave de Tenet está disfarçada em seu próprio nome e, embora seu ponto de partida e chegada seja um paradoxo, o enredo é bem elementar da perspectiva da jornada do herói. O protagonista é chamado a salvar o mundo e derrotar o vilão junto com a sua arma de destruição, contudo, não nos aprofundamos nas inflexões de sua chamada para ação, algo que no meio de tanta estupefação de som e efeitos especiais é completamente ignorado.

** Assistido na sessão em Paris, dia 1º de setembro de 2020.

‘Os Incríveis 2’: Gelado e Zezé ganham divertido vídeo; Vem ver!

Os Incríveis 2‘ ganhou um novo vídeo divertido mostrando o Zezé brincando com o Gelado. Assista:

Confira também o novo trailer dublado:

Em ‘Os Incríveis 2‘, Helena (Holly Hunter) decide iniciar uma pedindo a volta dos super-heróis, enquanto Beto (Craig T. Nelson) vive um dia a dia normal de dono de casa cuidando de Violeta (Sarah Vowell), Flecha (Huck Milner) e do bebê Zezé, cujos superpoderes estão prestes a serem descobertos. A missão deles sofre uma reviravolta, quando um novo vilão surge com um brilhante e perigoso plano que ameaça acabar com o mundo. Mas a família Pêra não foge do desafio, ainda mais com Gelado (Samuel L. Jackson) combatendo o vilão ao seu lado.

Os Incríveis 2 tem lançamento previsto para 28 de junho de 2018.

Marvel Studios pode estar desenvolvendo filme sobre a ‘Coração de Ferro’

Um forte rumor na internet indica que a Marvel Studios está desenvolvendo um filme sobre a heroína ‘Coração de Ferro’.

O site That Hashtag Show revelou que o projeto ainda está “engatinhando”, mas já é esperado para a próxima fase da Marvel nos cinemas, que começa após os eventos deVingadores 4. Além disso, um roteiro escrito por Jada Rodriguez aparece listado no The Black List (popular site que lista roteiros).

Apesar de ser apenas um boato, já é um sinal de que a Marvel está interessada em levar a jovem heroína para os cinemas muito em breve.

Nos quadrinhos, a Coração de Ferro, também conhecida como Riri Williams, foi a sucessora de Tony Stark por alguns anos. A jovem adolescente prodígio conseguiu fazer engenharia reversa da tecnologia de armadura do Homem de Ferro. Enquanto montava algumas armaduras, acabou sendo descoberta por Pepper Potts e Tony Stark, que a apoiam e a ajudam em sua jornada para se tornar uma heroína.

Isso significaria o fim do Homem de Ferro? Vamos ter que esperar os próximos capítulos para saber.

 

EMOCIONANTE! Novo trailer DUBLADO e LEGENDADO de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’

Com estreia prevista para 10 de novembro deste ano, Pantera Negra: Wakanda Para Sempre ganhou seu novo trailer nas versões DUBLADA e LEGENDADA.

Dublado

Legendado

E como de costume, o CinePOP separou aqueles pontos que mais chamaram atenção e que você talvez não tenha percebido. Confira!

O trailer já começa com o funeral de T’Challa. São mostradas as cerimônias funerárias de Wakanda, com todos vestidos de branco, tal qual os falecidos no plano espiritual, conforme mostrado no primeiro filme. E essa abertura é de muito impacto, já que traz elementos que remetem diretamente ao T’Challa e ao próprio Chadwick. O filme em si é uma grande homenagem a ele e seu legado em vida.

Então, somos levados ao núcleo submarino de Namor (Tenoch Huerta). É possível ver uma forte influência da arte pré-colombiana na parte cultural que envolve o personagem. E isso já estava subentendido desde o primeiro teaser, mas agora está mais do que confirmado que a Atlântida do MCU ficará próxima à América Central, como confirmado no próprio pôster, que traz duas pirâmides mesoamericanas atrás do Príncipe Submarino.

Podemos ouvir ao fundo que “só as pessoas mais feridas podem ser grandes líderes”, enquanto Namor vai em direção ao trono com um traje mais ornamentado, com direito ao que parece ser uma coroa. Não sabemos se ele já será o regente de Atlântida no filme ou se ele será coroado conforme a trama avançar, mas é fato que ele terá o comando submarino em algum momento. Essa frase que ouvimos ao fundo também indica que a nova rainha de Wakanda será justamente a Rainha Ramonda (Angela Bassett), não a Shuri (Letitia Wright). Afinal, ela perdeu praticamente toda sua família nos últimos anos.

Então vemos um ataque do povo submarino a uma plataforma petrolífera. Um dos motivos pelos quais acredito que Namor vá assumir o trono é que ataque desse tipo não foram mostrados previamente no MCU. E nada mais lógico do que um monarca assumindo novas posturas assim que ascende ao trono. Por se tratar de uma petrolífera, é meio óbvio que a questão ambiental e toda a poluição/ destruição que uma plataforma dessas causa aos oceanos entrará em pauta como justificativa para ter o Namor como um anti-herói.

No momento seguinte, M’Baku (Winston Duke), líder dos Jabari, contextualiza um pouco mais sobre a história de Namor, contando ao seu povo que eles estão enfrentando algo muito poderoso. Ele diz que o povo submarino não o chama de “Rei” ou “General”, mas de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor aparece usando no início do trailer. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.

Uma das melhores sacadas dessa analogia proposta pelo filme é que o Kukulcán era conhecido também por sua habilidade de andar sobre as águas. E como Namor é um príncipe submarino, faz sentido que os povos pré-colombianos reconhecessem essas características divinas nele. Aproveitando essa “versatilidade divina” do personagem, o longa traz Namor atacando com vários elementos naturais. Nessa nova fase da Marvel, eles pararam de tentar justificar mitologias com ciência e tecnologia, e só assumiram que deuses existem e vivem entre eles. Então, podemos esperar sequências fantásticas de Namor atacando de formas bem criativas.

A conversa é terminada com a mensagem de que atacá-lo é arriscar uma guerra eterna. Então, vemos o reflexo do príncipe submarino nas vidraças do castelo de Ramonda, com o atlante se preparando para arremessar sua lança contra ela. Mais para frente, o trailer mostra um encontro entre Ramonda e Namor. Vale lembrar que apesar de rivais, eles são líderes de suas nações, então deve haver o mínimo de diplomacia antes do confronto entre os povos começar.

Há um corte e somos levados para uma sequência de perseguição na cidade entre Okoye (Danai Gurira) e um inimigo não revelado. O mais legal é que vemos atrás dela a armadura da Coração de Ferro (Dominique Thorne), que vai ganhar uma produção solo no MCU após o filme. Ela aparece em alguns momentos no trailer, seja com a armadura ou como a jovem Riri Williams.

Riri faz sucesso nos quadrinhos e é uma das grandes apostas da Marvel para suas novas fases, então acredito que seja uma personagem tratada com bastante carinho nessa sequência.

Até o momento em que somos levados a uma Wakanda sendo tomada por uma quantidade assustadora de água. A rainha Ramonda diz que sabe dos boatos acerca de como Wakanda perdeu seu grande protetor. Ou seja, para a comunidade internacional, a nação mais tecnológica e rica do mundo está à mercê. Isso pode ser uma forma de justificar o ataque não só dos atlantes, mas também de outras possíveis ameaças que surjam no filme. Afinal, se não tem mais um soldado com armadura indestrutível e possuído pelos poderes do Deus Pantera, a reserva inesgotável de Vibranium de Wakanda certamente está com menos proteção.

E em certo momento, não sabemos se no começo ou no final do filme – quiçá nos dois -, haverá uma guerra entre Atlântida e Wakanda. Esse embate é antigo nos quadrinhos e costuma render momentos espetaculares. Esse conflito já é sugerido no próprio pôster do filme, que traz as duas nações em perspectivas opostas.

Esse duelo tem tudo para ser um dos mais marcantes do MCU até o momento. E para falar a verdade, toda a construção do reino submarino tem potencial para ser uma das melhores desse universo até aqui, podendo até mesmo almejar indicações a categorias técnicas, como Figurino e Direção de Arte. É bastante promissor saber que terá toda uma hierarquia nova a ser explorada nesse mundo embaixo d’água.

Assim, o trailer mostra a sala do trono de Wakanda submersa, mas ainda assim pegando fogo. No centro dela, a princesa e chefe do setor de tecnologia de Wakanda, Shuri, permanece sozinha e em choque. Não sabemos se a Rainha Ramonda morrerá também nesse filme. Espero que não, porque traria uma dinâmica um pouco melhor para esse núcleo se a monarca e o principal soldado, o Pantera Negra, não fossem a mesma pessoa.

Tudo isso para terminar com a revelação da nova Pantera Negra. Apesar de não terem confirmado oficialmente, existe 99% de chance dessa jovem sob o traje ser a Shuri.

Caso vocês não se lembrem tão bem do primeiro filme, a Shuri era mostrada como a líder do setor tecnológico de Wakanda que não era tão ligada às tradições.

No entanto, ela sempre comparecia aos eventos culturais, como a luta pelo trono de Wakanda, ou outras cerimônias.

Nelas, a jovem aparecia com essa pintura de várias bolinhas brancas no rosto. E isso acabou virando uma das marcas da personagem, já que foi justamente com essas bolinhas faciais que a Marvel a promoveu nos pôsteres de Pantera Negra (2018) e Vingadores: Ultimato (2019).

E uma das novas características do traje de Pantera Negra é a presença de bolinhas prateadas na região facial. Ou seja, mesmo que não tenham confirmado a Shuri sob o manto, tudo indica que seja ela a sucessora de seu “Maninho”, T’Challa.

E vocês? Encontraram mais algum ponto que merece destaque? Diga nos comentários!

Pantera Negra: Wakanda Para Sempre estreia nos cinemas em 10 de novembro de 2022.

Crítica | 365 Dias Finais – Brochante, Trilogia Encerra Sem Fim e Sem Fazer Gozar

Definitivamente um dos filmes mais polêmicos da pandemia foi ‘365 Dias’, que trouxe a história de uma mulher que era sequestrada por um mafioso italiano que simplesmente cismou de estar apaixonado por ela, e, com o passar dos dias, ela foi se apaixonando por ele. O longa revoltou terapeutas, feministas e sexólogos do mundo inteiro. Então, veio a sequência, no início de 2022, intitulado ‘365 Dias: Hoje’, que basicamente não tinha história nenhuma e era um compiladão de cenas luxuosas de um pornô barato com sussurros abafados por música alta, e isso revoltou ainda mais o público, que aguardou para saber se a mocinha tinha sobrevivido ao acidente no penhasco. Agora, a Netflix lança a prometida parte final da trilogia, de nome ‘365 Dias Finais’, que, apesar do título, não traz um final para a saga.

Após sobreviver à tentativa de assassinato, Laura (Anna-Maria Sieklucka) volta a morar na mansão de Massimo (Michele Morrone), que a tem sob máxima vigilância com medo de que Nacho (Simone Susinna) reapareça e os dois iniciem uma guerra entre as famílias mafiosas da Itália. Só que tanto controle está sufocando Laura, que decide dar um tempo nisso tudo e se afastar com sua melhor amiga, Elena (Blanka Lipinska), para Portugal, focando em seu trabalho como estilista. Porém, afastar-se de tudo não é suficiente para Laura, que não consegue tirar da cabeça o tempo carinhoso que passou com Nacho, e, agora, ela deverá tomar uma decisão definitiva sobre com quem quer passar o resto de sua vida.

A coisa boa em ‘365 Dias Finais’ é que, ao contrário do seu antecessor, este filme tem história. Tá, ela até pode ser ruim, mas bem, há diálogos, cenas de interpretação, locações diferentes, tramas que querem ir para algum lugar etc. Parece bobagem, mas, em um projeto tão polêmico, há de se comemorar cada pequena vitória.

Apesar de ter história, o roteiro de Barbara Bialowas, Tomasz Mandes, Tomasz Klimala e Blanka Lipinska (aliás, o longa é baseado nos livros desta, que veio ao Brasil mês passado para a Bienal do Livro de São Paulo) realmente só se preocupa em inserir o enredo do livro em cenários luxuosos com tudo de bom e do melhor, numa tentativa de compensar na produção o que lhe falta em história. E tal qual nos filmes anteriores, também este abusa em determinados pontos. Dá a impressão de que os roteiristas têm uma boa ideia e decidem socá-la ao máximo na produção, repetindo-a até cansar. É assim que, neste, a maioria das cenas se dão ao pôr do sol, por exemplo, mesmo quando supostamente ainda era para ser de dia; e que Massimo se torna excessivamente babaca, só para tornar Nacho legal, tornando-se um grosseirão gratuito, abusador de drogas e degustador de mulheres como se fossem objetos; e a tal melhor amiga, Elena (que é, na real, interpretada pela autora do livro), mais do que um alívio cômico se torna uma bêbada chata e vexatosa, incapaz de entrar em cena sem derrubar coisas e fazer comentários idiotas. Por quê?

Ao menos a coisa toda, apesar de a história ser ruim, é bem dirigida por Barbara Bialowas e Tomasz Mandes, especialmente as (poucas) cenas de sexo, que incluem, ainda, um suposto ménage dos protagonistas e uma música bem similar à voz de Anitta na cena da praia; apesar de não constar nos créditos, a cantora brasileira postou foto com os bonitões no seu instagram.

Apesar da leve melhoria, ‘365 Dias Finais’ é brochante. Não traz um final para a saga sem pé nem cabeça dos personagens e relega ao espectador a escolha de Laura. Ou seja, é muito investimento para, no final, não fazer a gente gozar.

Festival de Brasília 2019 | Confira a lista completa de premiados do evento

A 52ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro chegou ao fim na noite deste sábado, 30 de novembro, com cerimônia apresentada pela atriz e comediante Maria Paula. Após nove dias de sessões e debates, foram entregues os famosos Troféus Candango, divididos em três mostras principais: Mostra Brasília BRB; Mostra Competitiva – Longa-metragem; Mostra Competitiva – Curta-metragem.

A noite contou com um tom muito politizado, com discursos contra o desmantelamento da cultura no Brasil e com direito a um protesto de mulheres do audiovisual (diretoras, produtoras, atrizes, críticas etc) por um espaço mais igualitário no meio e contra alguns elementos do próprio evento, especialmente a curadoria por selecionar filmes que traziam a violência contra a mulher como algo importante na trama, como Loop e Volume Morto.

Abaixo, você confere a lista completa de ganhadores do festival.

 

MOSTRA COMPETITIVA – LONGA-METRAGEM

MELHOR FILME

A Febre

A Febre

 

PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI

Claudio Assis, Piedade

 

MELHOR DIREÇÃO

Maya Da-Rin, A Febre

 

MELHOR ROTEIRO

Thaís Borges, O Tempo que Resta

 

MELHOR ATOR

Régis Myrupu, A Febre

 

MELHOR ATRIZ

Anne Celestino, Alice Júnior

 

MELHOR ATOR COADJUVANTE

Cauã Reymond, Piedade

Piedade

 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

Thais Schier, Alice Júnior

 

MELHOR FILME – JÚRI POPULAR

O Tempo que Resta

 

MELHOR FILME – JÚRI DA CRÍTICA (ABRACCINE)

O Tempo que Resta

 

MELHOR FOTOGRAFIA

Bárbara Alvarez, A Febre

 

MELHOR MONTAGEM

Pedro Giongo, Alice Júnior

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Carla Sarmento, Piedade

 

MELHOR TRILHA SONORA

Vinicius Nisi, Alice Júnior

Alice Júnior

 

MELHOR SOM

Felippe Schultz Mussel, Breno Furtado e Emmanuel Croset, A Febre

 

MENÇÃO HONROSA

Boca de Ouro, de Daniel Filho

Um Filme de Verão, de Jo Serfaty

 

MOSTRA COMPETITIVA – CURTA-METRAGEM

MELHOR FILME

 

MELHOR DIREÇÃO

Sabrina Fidalgo, Alfazema

 

MELHOR ROTEIRO

Camila Kater e Ana Julia Carvalheiro, Carne

 

MELHOR ATOR

Severino Dadá, A Nave de Mané Socó

 

MELHOR ATRIZ

Teuda Bara, Angela

 

MELHOR FILME – JÚRI POPULAR

A Carne

 

MELHOR FILME – JÚRI DA CRÍTICA (ABRACCINE)

A Carne

 

PRÊMIO CANAL BRASIL

Sangro

 

MELHOR FOTOGRAFIA

João Castelo Branco, Parabéns a Você

 

MELHOR MONTAGEM

André Sampaio, A Nave de Mané Socó

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Isabelle Bittencourt, Parabéns a Você

 

MELHOR TRILHA SONORA

Vivian Caccuri, Alfazema

 

MELHOR SOM

Guma Farias e Bernardo Gebara, A Nave de Mané Socó

 

PRÊMIO MARCO ANTÔNIO GUIMARÃES

Chico Mendes, um Legado a Defender

 

MENÇÃO HONROSA

Ary y yo, de Adriana de Farias

 

MOSTRA BRASÍLIA BRB

MELHOR LONGA-METRAGEM

Dulcina

 

MELHOR CURTA-METRAGEM

Escola Sem Sentido

 

MELHOR DIREÇÃO

Adriana Vasconcelos, Mãe

 

MELHOR ROTEIRO

Rama de Oliveira, Mito e Música – A Mensagem de Fernando Pessoa

 

MELHOR ATOR

Wellington Abreu, Escola Sem Sentido

 

MELHOR ATRIZ

Bido Galvão, Carmem Moretzsohn, Iara Pietricovsky, Theresa Amayo, Glória Teixeira e Françoise Fourton, Dulcina

 

MELHOR LONGA-METRAGEM – JÚRI POPULAR

Dulcina

 

MELHOR CURTA-METRAGEM – JÚRI POPULAR

Escola Sem Sentido

 

MELHOR FOTOGRAFIA

André Carvalheira, Ainda Temos a Imensidão da Noite

 

MELHOR MONTAGEM

Marcius Barbieri, Ainda Temos a Imensidão da Noite

 

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

Ursula Ramos e Demétrios Pina, Dulcina

 

MELHOR TRILHA SONORA

André Luiz Oliveira, Mito e Música – A Mensagem de Fernando Pessoa

 

MELHOR SOM

Laurent Mis, Mito e Música – A Mensagem de Fernando Pessoa

 

PRÊMIO SARUÊ – CORREIO BRAZILIENSE

Escola Sem Sentido

‘Downton Abbey’: Filme abre com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes!

O filme baseado na aclamada série ‘Downton Abbey’ será lançado muito em breve, mas as primeiras reações já começaram a sair: o longa conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6,47/10 baseada em 36 críticas (por enquanto).

Confira as principais reviews:

“Um episódio bônus da popular série que deve satisfazer por completo os fãs” – Newsday.

“É um retorno à sua forma, e sua narrativa compassada funciona muito mais como um brilhante e magnífico especial de Natal” – IndieWire.

“O filme é total, inefável e completamente fabuloso”. – Times UK.

“Como cinema, é bonito, mas medíocre. Como fan service, é delicioso” – Tom & Lorenzo.

Downton Abbey, nas telonas ou nas telinhas, é um delírio elegíaco sobre uma época de consensual feudalismo” – Financial Times.

A produção chegará aos cinemas norte-americanos em 20 de setembro de 2019.

Já o público internacional receberá o longa com uma semana de antecedência, no dia 13 do mesmo mês.

Julian Fellowes, criador da série, escreveu o roteiro e também irá produzir. Já Brian Percival, que dirigiu o piloto da série, será responsável pela direção.

O elenco conta com o retorno de Maggie Smith, Hugh Bonneville, Michelle Dockery, Elizabeth McGovern, Laura Carmichael.

‘The Batman’ ganha primeiras imagens oficiais INCRÍVEIS; Confira!

O diretor Matt Reeves divulgou as primeiras imagens oficiais de The Batman, as quais revelam o novo visual do Batmóvel ao lado do personagem titular (interpretado por Robert Pattinson).

Confira:

The Batman‘ tem previsão de estreia para 25 de junho de 2021. 

Pattinson viverá o personagem-título. O elenco ainda conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Paul Dano (Charada), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard e Jayme Lawson.

Dirigido por Reeves, a trama irá se concentrar em Bruce Wayne desenvolvendo suas habilidades de detetive.

“Este novo Batman precisava estar em conformidade com uma faixa etária definida. Ele é descrito como um jovem com cerca de 30 anos de idade, e a história não vai focar em sua origem, nem em seu combate ao crime em Gotham City. Ele é Bruce Wayne, ainda tentando encontrar o caminho para se tornar aquele detetive genial.”

‘For All Mankind’: 2ª temporada ganha trailer oficial FANTÁSTICO; Confira!

A Apple divulgou o primeiro trailer oficial da 2ª temporada de For All Mankind.

Confira:

O segundo ciclo não tem data de estreia confirmada.

Criada pelo mesmo responsável por ‘Battlestar Galactica‘, Ronald D. Moore, a produção reimagina a corrida espacial para a lua por uma outra ótica. Desta vez, ao invés dos norte-americanos terem sido os primeiros a pisar na lua em 1969, foi a União Soviética que conquistou esse feito, resultando um tremendo impacto no programa espacial americano, afetando astronautas e suas famílias.

‘Pai em Dobro’: Filme da Netflix estrelado por Maísa ganha trailer OFICIAL; Confira!

Netflix divulgou hoje (08) o trailer oficial de Pai em Dobro, novo filme original estrelado por Maísa.

Confira, junto às imagens promocionais:

PAI EM DOBRO (L TO R) MAISA SILVA as VICENZA in PAI EM DOBRO Cr. SUZANNA TIERIE/NETFLIX © 2020
PAI EM DOBRO (L TO R) MAISA SILVA as VICENZA and EDUARDO MOSCOVIS as PACO in PAI EM DOBRO Cr. SUZANNA TIERIE/NETFLIX © 2020
PAI EM DOBRO (L TO R) LAILA ZAID as RAION and MAISA SILVA as VICENZA in PAI EM DOBRO Cr. SUZANNA TIERIE/NETFLIX © 2020
PAI EM DOBRO (L TO R) MARCELO MEDICI as GIOVANNE and MAISA SILVA as VICENZA in PAI EM DOBRO Cr. SUZANNA TIERIE/NETFLIX © 2020

A história é centrada em Vicenza (Maísa), uma garota de 18 anos que passou a vida inteira morando em uma comunidade matriarcal hippie, em harmonia, exceto por um detalhe: ela não sabe quem é seu pai. Quando a mãe viaja para a Índia, a jovem aproveita para sair à procura dele – e acaba encontrando não um, mas dois pais!

Eduardo MoscovisMarcelo MédiciLaila Zaid completam o elenco.

Thalita Rebouças (‘Fala Sério, Mãe!’) assina o roteiro e o romance inspirado no próprio longa-metragem.

Pai em Dobro será lançado em 2021.

‘Paper Girls’: Série da Amazon encontra seu elenco protagonista

Segundo o Deadline, a Amazon contratou o elenco protagonista de Paper Girls, adaptação dos aclamados quadrinhos homônimos criados por Brian K. VaughanCliff Chiang.

Co-supervisionada pela Legendary TV e pela Plan B, a produção será estrelada por Sofia Rosinsky (‘Fast Layne’), Camryn Jones (‘Cherish the Day’), Riley Lai Nelet (‘Altered Carbon’) e Fina Strazza (‘A Christmas Melody’).

Para quem não conhece, a história é ambientada no Halloween de 1988, quando quatro entregadoras de jornal se envolvem numa trama repleta de emoções ao descobrirem a existência de alienígenas e viajantes do tempo no planeta Terra.

Presas em um conflito entre facções viajantes do tempo, elas são enviadas através do tempo numa aventura para salvar o mundo. À medida que quebram as barreiras entre o passado, presente e o futuro elas encontram versões futuras de si mesmos precisam lidar com a escolha de abraçar ou rejeitar seu destino.

Além disso, a história explora os dramas da adolescência, como a importância do primeiro emprego, descoberta de novas paixões e o valor das amizades verdadeiras.

O roteiro será escrito por Stephany Folsom (‘Toy Story 4‘), que também irá atuar como showrunner ao lado de Christopher Cantwell e Christopher C. Rogers.

Em entrevista ao portal, o trio disse:

“Como grandes fãs do trabalho de Brian e Cliff, não poderíamos estar mais animados com a oportunidade de dar vida a essa incrível aventura. Esta é uma história com tantas emoções e dimensões únicas… Nossa sincera esperança não é apenas fazer justiça ao material original, mas fazer com que as ‘Paper Girls‘ sejam diferentes de qualquer outra coisa feita na TV.”

Vaughan e Chiang também serão produtores executivos.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre elenco, diretores ou previsão de estreia.

‘Mare of Easttown’: Kate Winslet leva para casa o Emmy de Melhor Atriz em Minissérie

O aclamado suspense Mare of Easttown chegou ao fim recentemente e foi uma das principais produções relembradas no Emmy Awards 2021.

A lendária atriz Kate Winslet fez bonito no evento e conqusitou a estatueta de Melhor Atriz em Minissérie, acompanhando seus colegas de produção Evan Peters (Melhor Ator Coadjuvante) e Julianne Nicholson (Melhor Atriz Coadjuvante).

Craig Zobel (‘The Leftovers’) é responsável pela direção de todos os episódios.

Winslet estrela como Mare Sheehan, uma detetive da Pensilvânia que investiga um assassino local conforme a vida se desmorona ao seu redor. A série explora o lado sombrio de uma comunidade unida e uma examinaçao autência de como a família e as tragédias do passado definem o presente.

Julianne NicholsonJean SmartAngourie RiceEvan PetersGuy PearceCailee SpaenyDavid DenmanJohn Douglas ThompsonPatrick MurneyJames McArdleSosie BaconJoe TippettNeal Huff completam o elenco.

‘Spencer’: Kristen Stewart conquista indicação de Melhor Atriz no Oscar 2022

Apesar do que muitos pensavam, Kristen Stewart fez bonito na cerimônia de indicados ao Oscar 2022 e faturou a tão merecida nomeação à categoria de Melhor Atriz.

Stewart, que vinha perdendo fôlego na temporada de premiações (principalmente com sua ausência inexplicável no BAFTA 2022), foi relembrada pelos membros da Academia e disputa pelo cobiçado prêmio ao lado de Jessica ChastainOlivia Colman, Nicole KidmanPenélope Cruz.

Crítica | Kristen Stewart rumo ao Oscar na fabulesca cinebiografia ‘Spencer’

Os vencedores serão revelados no dia 27 de março.

Relembre o trailer:

Spencer é um longa cujo título faz referência ao sobrenome de solteira de Diana. Se passando nos anos 1990, Diana passa o feriado do Natal com a família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Reino Unido. Apesar das bebidas, brincadeiras e comidas que Diana já sabe o script da realeza, mas esse final de ano vai ser diferente. Após rumores de traição e de divórcio, a princesa se vê em um impasse quando percebe que seu casamento com Príncipe Charles já não está dando mais certo e nunca dará, já que o príncipe ama somente Camilla Parker Bowles, mesmo com os dois filhos, portanto ela decide o deixar. Após o pedido, Diana se vê atormentada pelo fantasma da ex-rainha Ana Bolena, também deixada de lado pelo marido. Spencer é apenas uma especulação do que pode ter acontecido durante esses turbulentos dias e noites de paparazzi rodeando sua vida que antecedem o Natal e os seguintes após seu pedido oficial de divórcio.

Jack FarthingSally HawkinsTimothy Spall também fazem parte do elenco.

Beyoncé divulga capa oficial de ‘Renaissance – Act I’, seu novo álbum de estúdio

A icônica Beyoncé divulgou a capa oficial de seu aguardado sétimo álbum de estúdio solo, intitulado Renaissance – Act I’.

O compilado de originais será lançado no dia 29 de julho e conta com o single “Break My Soul”.

website oficial da cantora e compositora inclusive já permite que os fãs façam o pre-save do disco.

Confira:

Em 2018, Queen-B colaborou com o marido, Jay-Z, com o álbum conjunto ‘Everything Is Love’; um ao mais tarde, lançou o álbum ao vivo ‘Homecoming’, em celebração a suas apresentações no Festival Coachella; em 2019, divulgou ‘The Lion King: The Gift’, para comemorar o remake em live-action de O Rei Leão; em 2020, lançou o filme musical ‘Black Is King’, que conquistou uma estatueta do Emmy Awards; e, por fim, conquistou mais dois prêmios do Grammy com Black Parade, que levou a estatueta de Melhor Performance R&B, e Be Alive, música original de ‘King Richard – Criando Campeãs’, que faturou uma indicação ao Oscar.

Além disso, Beyoncé fez história na cerimônia do Grammy 2021 ao tornar-se a mulher mais condecorada da história da premiação, com nada menos que 28 estatuetas.

Thriller – 40 Anos | Ranqueamos todas as músicas do lendário álbum de Michael Jackson

Há exatos quarenta anos, o rei do pop Michael Jackson lançava seu revolucionário e aclamado sexto álbum de estúdio Thriller.

Com praticamente todas as músicas se tornando singles promocionais, a obra quebrou inúmeros recordes comerciais, tornando-se a produção fonográfica mais vendida de todos os tempos com mais de 70 milhões de cópias comercializadas. Além disso, levou diversos prêmios para casa, incluindo o Grammy Award de Álbum do Ano.

Para celebrar o quadragésimo aniversário do álbum, preparamos uma matéria ranqueando todas as suas canções.

Confira:

9. “THE GIRL IS MINE”, com Paul McCartney

Não é sempre que vemos duas lendas da música unindo forças e, quando somos agraciados com tal presente, é sempre bom prestarmos atenção. E foi aí que “The Girl is Mine” surgiu, unindo as forças de Jackson com ninguém menos que Paul McCartney. A balada romântica reflete a química entre ambos os artistas, mas fica ofuscada por outras faixas muito melhor produzidas e mais memoráveis. O principal erro da faixa, entretanto, não são os deslizes estruturais, mas o fato de Michael tê-la escolhido como primeiro single do álbum.

8. “THE LADY IN MY LIFE”

Em mais uma incursão sentimental e bastante sensual, Jackson declara seu amor por uma mulher pela qual é perdidamente apaixonante e por quem faria qualquer coisa. Aqui, a interlocutora é endeusada em uma investida R&B assinada por Rod Temperton e que serve como um encerramento prático e funcional para o álbum, diminuindo o ritmo frenético das faixas anteriores com uma performance aplaudível e que nos leva em uma jornada muito envolvente.

7. “BABY BE MINE”

“Baby Be Mine” é, com certeza, a faixa mais subestimada de Thriller e merecia muito mais atenção do que tem – ora, até mesmo Michael desperdiçou seu potencial como single promocional. A deliciosa mistura entre funk, pós-disco e dance é perfeita para uma ambientação de fim de festa, um adeus inesperado à discoteca em que dois amantes flertam um com o outro antes de irem embora (Jackson inclusive pergunta para seu par romântico: “você não vai ficar comigo até o sol raiar?”).

6. “HUMAN NATURE”

Soft-rock e R&B são os gêneros que regem “Human Nature”, mais um dos singles do álbum. A semi-balada traz a assinatura de Quincy Jones na produção, motivo pelo qual encontramos um coeso fio performático do começo ao fim. As sutilezas e as interpolações de instrumentos servem como uma reflexão mais palpável da natureza humana, como aponta o título, e nossa necessidade intrínseca de explorar o inexplorável e sempre deixar que a ambição nos guie a alcançar nossos sonhos, por mais que as atitudes não façam muito sentido.

5. “WANNA BE STARTIN’ SOMETHIN'”

Pegando elementos de seu álbum anterior, ‘Off the Wall’, Michael construiu uma ode que unisse o melhor dos dois mundos em um complexo arranjo afro-disco e funk intitulado “Wanna Be Startin’ Somethin'”. A faixa abre o álbum e funciona, ao mesmo tempo, como encerramento de um capítulo e início de outro, em que a incorporação do som que explorava no passado vem carregado de incursões novas e originais. O aspecto mais interessante da canção é, sem sombra de dúvida, o narcótico e retumbante arranjo de bateria, trompetes e cordas.

4. “P.Y.T. (PRETTY YOUNG THING)”

“P.Y.T.” é uma das músicas mais divertidas de Thriller e funciona como o penúltimo single do álbum. A faixa, composta por James Ingram e Jones, se estrutura no embate entre uma multiplicidade vocal que acompanha Jackson e uma celebração disco e funk de uma narrativa sobre paixão. Essa, inclusive, é uma das faixas mais aceleradas da produção e caiu no gosto popular por seu inocente caráter – apesar de nunca ter sido performada ao vivo pelo cantor.

3. “BILLIE JEAN”

Thriller funciona como um declamação testamentária de tudo que Michael já havia entregue para os fãs desde quando participava do grupo Jackson 5. Logo, não é nenhuma surpresa que boa parte das músicas seja uma explosão de estilos diferentes – e a melhor representante dessa vibrante mixórdia é “Billie Jean”, que traz o funk, o pós-disco, o R&B e o dance-pop unidos em uma ótima faixa. A história é inspirada nas groupies que assediavam seu irmão mais velho e fala sobre uma jovem que alega que seu filho é o de Michael também.

2. “BEAT IT”

O terceiro single do álbum rendeu a Jackson duas estatuetas do Grammy Awards, incluindo Gravação do Ano. A fusão impecável entre hard-rock e dance-rock apagava as linhas que separavam os dois gêneros, além de contar com uma performance aplaudível de um dos maiores artistas de todos os tempos e um icônico solo de guitarra de ninguém menos que Eddie Van Halen. Como se não bastasse, a canção é guiada por uma antêmica narrativa que discorre sobre superar os problemas e fazer o que você consegue para se sobressair – mas entendendo que, às vezes, cair é fundamental.

1. “THRILLER

Obviamente a faixa titular não poderia ocupar outra posição além da primeira. Uma das canções de maior sucesso da história, Thriller é um espetáculo sonoro e uma amálgama entre passado e presente que não decepciona em nenhum momento – seja nos versos arrepiantes, nos uivos de lobisomens que permeiam a estrutura instrumental, seja na mistura entre pop e funk que grita a cada segundo. Uma ótima escolha para o Dia das Bruxas, a faixa é o suprassumo do cenário mainstream e uma atemporal rendição conhecida por qualquer um que já tenha ouvido falar de Michael Jackson.

Astro de ‘Harry Potter’ indica NOVIDADES sobre o jogo ‘Hogwarts Legacy’; Confira!

Em fevereiro deste ano, a Warner Bros. Games e a Avalanche Software lançaram oficialmente o jogo Hogwarts Legacy, que quebrou inúmeros recordes de vendas e, em pouco tempo, gerou nada mais de US$1 bilhão em vendas ao redor do mundo.

Agora, um dos astros da saga cinematográfica Harry Potter revelou que trará novidades incríveis sobre o game (via PCGamesN).

Recentemente, um vídeo promocional do jogo foi divulgado, trazendo o personagem dublado por Sebastian Croft dando as boas-vindas a um novo membro da Casa Sonserina – e esse membro é ninguém menos que Tom Felton, intérprete de Draco Malfoy nos longas-metragens.

Ainda não se sabe o papel de Felton na produção, visto que as novidades serão reveladas no próximo dia 09 de maio.

Confira:

Hogwarts Legacy convida os jogadores a embarcar em uma jornada épica como um aluno do quinto ano em Hogwarts, dotado de uma rara habilidade de explorar uma magia antiga e poderosa. Guiados pelo Guia de Campo do Mago e instruções exclusivas de professores e outros personagens, os fãs descobrirão um enredo envolvente repleto de desafios e mistérios emocionantes.

Relembre o trailer:

Joaquin Phoenix está pronto para a GUERRA no novo cartaz de ‘Napoleão’; Confira!

Foi divulgado um cartaz inédito e espanhol de ‘Napoleão’, cinebiografia do diretor Ridley Scott e estrelada por Joaquin Phoenix.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais em 23 de novembro antes de chegar ao catálogo da Apple TV+.

Confira:

O longa irá abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em Pieces of a Woman.

Ridley Scott (‘Casa Gucci’) entra como diretor.

David Scarpa, conhecido por seu trabalho em ‘The Man in the High Castle’, fica responsável pelo roteiro. Ele já trabalhou com Scott no elogiado drama ‘Todo o Dinheiro do Mundo’.

O filme terá nada menos que 157 minutos e 43 segundos de duração (isto é, 2 horas e 37 minutos).

‘Iwájú’: Série animada estreia AMANHÃ no Disney+ Brasil!

A nova série animada de ficção científica da plataforma Disney+, intitulada ‘Iwájú‘, estreia amanhã, 10 de abril.

“A série é uma colaboração inédita entre o Walt Disney Animation Studios e a empresa pan-africana de entretenimento em quadrinhos, Kugali, e seus fundadores Tolu Olowofoyeku, Ziki Nelson e Hamid Ibrahim.

Iwájú, que se traduz aproximadamente como ‘O Futuro na língua iorubá’, está impregnado de ficção científica. A série se passa em Lagos, Nigéria, explorando temas profundos de classe, inocência e desafiando o status quo”.

Relembre o trailer:

De acordo com o diretor do projeto, Ziki Nelson, a produção será inovadora, unindo a cultura africana à magia Disney:

“Esta série combina a magia Disney e experiência em animação com o fogo de Kugali e a autenticidade narrativa. Iwájú representa um sonho de infância de contar a minha história e a do meu povo”.

VMAs 2024 | “Fortnight”, de Taylor Swift e Post Malone, vence o prêmio de Música do Verão

A titânica Taylor Swift já conquistou seu primeiro prêmio na mais nova edição do Video Music Awards.

Swift, ao lado de Post Malone, conquistou o prêmio de Música do Verão por “Fortnight”lead single do álbum The Tortured Poets Department.

Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 14 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo quatro Álbuns do Ano por Fearless, 1989FolkloreMidnights.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Diretor de ‘007: Cassino Royale’ revela o que os produtores estão BUSCANDO no próximo James Bond

A saga 007 é uma das mais conhecidas e rentáveis da história do cinema e, em breve, ganhará capítulos inéditos com um novo ator interpretando o icônico espião James Bond.

Agora, em uma recente entrevista ao Screen Rant, o diretor Martin Campbell, que comandou o aclamado filme 007: Cassino Royale’, trouxe atualizações interessantes sobre a franquia.

Durante a conversa, Campbell foi questionado sobre o processo de escalação do próximo Bond – cujos rumores incluem Henry CavillAaron Taylor-JohnsonJosh O’ConnorIdris Elba e outros -, e revelou o que os produtores estão procurando no ator que o interpretará nos cinemas.

“Você tem que entender que, quem for interpretar Bond, será contratado por cinco filmes, certo?”, ele disse. “Então, acho que você tem que ter alguém na casa dos 30 anos, 35, 36, se eles vão participar de cinco filmes. Digo, olhe para Roger Moore, acho que ele tinha 56 anos quando terminou de interpretá-lo. Não sei o quão velho Pierce Brosnan era, mas eles vão te segurar até os cinquenta anos, basicamente”.

Campbell completa: “Então, eles sempre têm que escolher alguém que consiga fazer todos esses filmes – e, para isso, precisam contratar alguém que tenha por volta dos 30 anos”.

Anteriormente, em entrevista ao The Independent, os produtores Michael G. WilsonBarbara Broccoli haviam revelado que não têm pressa em lançar a próxima era da saga de espionagem.

“É uma grande decisão’, Broccoli disse, reafirmando a importância de tomar o tempo necessário para encontrar o ator certo para o papel.

Wilson acrescenta: “toda vez que escalamos um novo ator, os filmes mudam. É a animação de um novo Bond, uma nova direção. Cada uma dessas pessoas que encarnou o papel ofereceu algo novo e diferente”.

Anteriormente, Jennifer Salke, chefe da Amazon MGM Studios, havia comentado sobre o futuro da franquia, destacando que não haverá intervalos longos entre os próximos filmes:

“Há muitas ideias sobre potenciais atores que surgiram e que considero interessantes. Acho que existem várias maneiras de avançar. Mantemos um bom relacionamento com a Eon Productions, Barbara Broccoli e Michael G. Wilson. Não estamos buscando desestabilizar a forma como esses filmes incríveis são feitos; estamos seguindo a liderança deles. O público global será paciente. Queremos evitar longos intervalos entre os filmes, mas, neste momento, não estamos preocupados”.

Vale lembrar que o capítulo mais recente de 007 foi ‘Sem Tempo para Morrer’, lançado em 2021 e disponível no Prime Video.

O filme conquistou 83% de aprovação no Rotten Tomatoes, além de ter arrecado fortes US$774,2 milhões nas bilheterias mundiais.

Na trama, Bond deixou o serviço ativo e está desfrutando de uma vida tranquila na Jamaica. Sua paz não dura muito quando seu velho amigo Felix Leiter, da CIA, aparece pedindo ajuda. A missão de resgatar um cientista sequestrado acaba sendo muito mais traiçoeira do que o esperado, levando Bond à trilha de um vilão misterioso armado com nova tecnologia perigosa. 

‘The Couple Next Door’: 2ª temporada da série de SUSPENSE ganha trailer e data de estreia

Channel 4 e a plataforma Binge revelram o trailer oficial da 2ª temporada da série de suspense psicológico The Couple Next Door.

O novo ciclo tem estreia agendada para o dia 16 de julho nos Estados Unidos, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O próximo ciclo trará um elenco completamente novo, formado por Sam Palladio (‘Nashville’), Annabel Scholey (‘The Split’), Aggy K. Adams (‘The Witcher’) e Sendhil Ramamurthy (‘One Piece).

Hugh Dennis (‘Outnumbered’) retorna.

A série foi escrita por David Allison e baseada na produção dinamarquesa ‘Dopamin’.

Na trama…

A brilhante cirurgiã cardíaca Charlotte Roberts (Scholey) e seu marido, o anestesista consultor Jacob (Palladio), assumem o centro do palco, ao lado de sua misteriosa nova colega Mia (Adams) e do antigo amor de Charlotte, Leo (Ramamurthy). O retorno de Leo provoca uma mudança em Charlotte, e Mia aproveita a oportunidade para conquistar a confiança de Jacob e Charlotte, sua rua e, eventualmente, até mesmo sua cama, fazendo amizade com o pária do beco sem saída, Alan (Dennis) ao longo do caminho.

Mas não demora muito para que o passado de Mia volte para assombrá-la, levando Charlotte e Jacob a questionarem quem ela realmente é, especialmente quando pacientes no hospital começam a morrer misteriosamente. Uma coisa é certa: ceder aos seus desejos pode ter consequências fatais.

‘Emily em Paris’: Netflix divulga RESUMÃO da 4ª temporada antes da estreia dos novos episódios

A Netflix divulgou um novo vídeo promocional de ‘Emily em Paris’, a popular série de comédia estrelada por Lily Collins (‘Espelho, Espelho Meu’).

O material apresenta um resumão da quarta temporada antes do lançamento dos próximos episódios, agendado para 18 de dezembro.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Nos novos episódios, Emily agora é a chefe do escritório da Agence Grateau em Roma, onde enfrentará novos desafios. Um plano de trabalho que dá errado causa revezes na carreira e na vida pessoal, e um grande segredo ameaça um de seus relacionamentos mais próximos.

‘Emily em Paris’: Gravações da 5ª temporada são interrompidas após morte no set

Os fãs podem esperar o retorno dos personagens regulares da série, como Philippine Leroy-Beaulieu (Sylvie Grateau), Ashley Park (Mindy Chen), Samuel Arnold (Julien), Bruno Gouery (Luc) e William Abadie (Antoine Lambert), além de Thalia Besson, Paul Forman e Arnaud Binard.

Entre as novidades no elenco estão Bryan Greenberg e Michèle Laroque, que interpretarão Jake, um americano vivendo em Paris, e Yvette, uma antiga amiga de Sylvie, respectivamente. Minnie Driver, também recém-chegada à série, interpretará a Princesa Jane nesta nova temporada.

Rupert Everett afirma ter sido DEMITIDO de ‘Emily em Paris’

‘Tyrant’: Michael Chiklis é escalado para o novo THRILLER culinário estrelado por Charlize Theron

Segundo Deadline, a Amazon MGM Studios escalou Michael Chiklis (‘Quarteto Fantástico’) ao elenco do thriller culinário Tyrant.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Chiklis se junta aos previamente confirmados Charlize Theron (‘The Old Guard’), Julia Garner (‘A Hora do Mal’) e Demi Moore (‘A Substância’), que serão as protagonistas, e Paapa Essiedu (‘Harry Potter’), Hudson Williams (‘Heated Rivalry’), Omar Apollo (‘Queer’) e Nara Smith.

Theron também assume a função de produtora executiva.

O projeto é escrito e dirigido por David Weil. A produção fica a encargo de Alex Heineman e Andrew Rona, da The Picture Company.

A Amazon e a The Picture Company garantiram os direitos do cobiçado projeto em agosto, após uma intensa disputa com outros estúdios. O desenvolvimento foi acelerado assim que Theron manifestou interesse.

Charlize Theron, estrela de ‘The Old Guard 2’, critica a falta de espaço para mulheres em filmes de ação

Os detalhes exatos da história deTyrant são mantidos em sigilo. No entanto, o filme é descrito como uma fusão de Wall Street e Whiplash, ambientado no universo competitivo da alta gastronomia de Nova York.

Mais detalhes não foram divulgados.

FX+ será encerrado após acordo entre Fox e Disney

O acordo entre a Fox e a Disney não se restringe apenas aos direitos de personagens e franquias do estúdio. A aquisição das propriedades também vai afetar plataformas de streaming como o FX+, que será encerrado pela Disney nos EUA.

Segundo a Variety, o FX+ será encerrado em 20 de agosto, no entanto, a maioria da programação será direcionada ao Hulu, da Disney.

O FX+ era responsável pela distribuição de séries como ‘Atlanta, ‘American Horror Story‘, e ‘Legion, totalizando mais de 1400 episódios de séries.

Jay Benedict, ator de ‘Aliens’, morre aos 68 anos vítima de Coronavírus

De acordo com o Comic Book, o veterano Jay Benedict faleceu no última dia 04 aos 68 anos, vítima de complicações devido ao Coronavírus.

O ator foi diagnosticado com a doença no final de março e precisou ser internado após apresentar quadro de insuficiência respiratória.

A notícia foi confirmada através das redes sociais da TCG Artist Management, a agência de talentos responsável pela admnistração de sua carreira.

Na publicação, eles fizeram uma breve homenagearam ao astro.

Confira:

“É com muita tristeza que anunciamos a morte de nosso querido cliente Jay Benedict, que perdeu sua batalha contra o COVID-19. Nossos pensamentos estão com sua família.”

Para quem não conhece, Benedict ficou muito conhecido depois de interpretar Russ, o pai de Newt, em ‘Aliens‘. E em 2012, ele fez uma pequena participação em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, interpretando um ‘ricaço idiota’.

Nascido na Califórnia, ele se mudou para a Europa na década de 1960, onde viveu durante a maior parte de sua carreira.

por conta disso, ele era mais conhecido por interpretar Dough Hamilton na novela inglesa ‘Emmerdale‘, e John Kieffer na série policial ‘A Guerra de Foyle‘.

AME ou ODEIE… Fãs se dividem sobre ‘Mulher-Maravilha 1984’; Veja as reações!

Apesar de alguns fãs estarem amando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ por conta da magia e da emoção que a diretora Patty Jenkins entregou, a sequência recebeu apenas apenas 67% de aprovação dos críticos.

E parece que uma parte do público concorda com as avaliações negativas.

Nas redes sociais, o filme vem recebendo elogios e reclamações… Enquanto alguns afirmam que é o filme do ano, outros reforçam a falta de criatividade e buracos no roteiro.

Confira as reações:

Crítica | ‘Mulher-Maravilha 1984’ é ainda mais FANTÁSTICO que o primeiro filme

Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?

O elenco também conta com Chris PineKristen WiigPedro Pascal.

 

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada vai ganhar dicionário visual com as artes dos bastidores

Em seu perfil do Twitter, Phil Szostak, gerente de arte criativa da Lucasfilm, anunciou que a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ vai ganhar um dicionário visual com as artes feitas durante os bastidores.

Além das ilustrações de personagens, veículos, armas e criaturas, ‘The Art of Star Wars: The Mandalorian também vai contar com entrevistas concedidas por Jon Favreau e Dave Filoni, que atuam como roteiristas, diretores e produtores executivos da atração.

Publicada pela Abrams Books, a obra chegará às livrarias norte-americanas em 14 de dezembro.

Confira o anúncio:

“‘The Art of StarWars: The Mandalorian‘ (2ª temporada) será lançado em 14 de dezembro, e é o companheiro definitivo dos bastidores da segunda temporada da série, com entrevistas exclusivas com os cineastas Jon Favreau e Dave Filoni. Capa de Doug Chiang!”

Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.

O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.

Pedro Pascal, Gina Carano, Carl Weathers e Giancarlo Esposito estrelam. Entre os diretores da nova temporada estão: Jon Favreau, Dave Filoni, Bryce Dallas Howard, Rick Famuyiwa, Weathers, Peyton Reed e Robert Rodriguez.

Kesha vai investigar o mundo sobrenatural em série da Discovery+; Confira o teaser e as imagens!

A compositora e estrela pop indicada ao Grammy Kesha está prestes a entrar em uma jornada em busca do mundo sobrenatural.

De acordo com o Comic Book, a artista vai apresentar uma série intitulada ‘Conjuring Kesha, desenvolvida pela Discovery+.

A trama não conta com roteiros e vai acompanhar Kesha explorando os maiores mistérios da humanidade, além de locais assombrados e fenômenos sobrenaturais ao lado de celebridades e especialistas em pesquisas paranormais.

Em cada parada, Kesha e seus amigos famosos também vão conhecer grandes nomes relacionados ao sobrenatural, como os médiuns Cindy Kaza e Chip Coffey, e Ronny LeBlanc, famoso pesquisador sobre a lenda do Pé Grande.

Através de um comunicado, Kesha explicou porque entrou de cabeça no projeto.

“Para mim, o sobrenatural vem naturalmente. Começou com minha curiosidade insaciável, minha eterna busca por algo maior do que eu. Isso motivou minha arte, minha música e deu um propósito para toda a minha vida. É uma eterna busca por provas sobre a existência de Deus. Mas são as aventuras que eu tenho com meus amigos que levam essas peregrinações para o próximo nível e as tornam realidade. Eu queria pegar uma prova real do inexplicável. Se pudéssemos pegar essas coisas na câmera, o que mais poderia ser verdade? Meu podcast, ‘Kesha and the Creepies‘, foi o ponto de partida para o desconhecido – e agora esta série é a busca final para aprofundar minhas questões existenciais. Confiem em mim, vocês não vão querer perder isso.”

Matthew Butler, vice-presidente sênior da divisão de conteúdo paranormal, também mostrou entusiasmo pela ideia.

Kesha tem uma paixão incrível por todas as coisas paranormais. É sua visão destemida que a leva a explorar os lugares mais assustadores do mundo, inclusive quando as câmeras não estão ligadas. E é ainda mais agradável vê-la trazer seus amigos enquanto testemunhamos sua transição de céticos em crentes.”

Com estreia marcada para 08 de julho, a primeira temporada terá seis episódios de uma hora de duração.

Confira o teaser e algumas imagens:

Warner Bros. cancela séries que estavam no ar há mais de 20 anos; Confira!

De acordo com a Variety, a Warner Bros Discovery decidiu cancelar as séries ‘Judge Mathis’ e ‘The People’s Court’, que estão no ar há mais de 20 anos.

Atualmente, ‘Judge Mathis‘ está em sua 24ª temporada, enquanto ‘The People’s Court‘ está na 26ª.

As atrações fazem parte de uma longa lista de cancelamentos e chegarão ao fim porque o estúdio não está satisfeito com a audiência das séries matinais.

Lançada em 1998, ‘Judge Mathis‘ acompanha os processos judiciais do juiz Greg Mathis, que – ao longo do programa e 13.000 casos – tornou-se o segundo juiz mais antigo na história da televisão judicial, atrás apenas de ‘Judge Judy‘, que conta com 25 temporadas.

Em 2018, a série foi premiada com o Daytime Emmy na categoria programa jurídico/judicial.

Já ‘The People’s Court‘ estreou em 1997 e ganhou quatro prêmios Daytime Emmy como programa jurídico/tribunal – o maior número de vitórias para uma série desta categoria.

A trama acompanha a ex-promotora e juíza da Flórida, Marilyn Milian, enquanto ela decide casos reais em tribunais de pequenas causas. Milian foi a primeira juíza latina a apresentar um programa de tribunal de televisão distribuído nacionalmente.

A atração também é considerada como o programa judicial tradicional mais antigo e o segundo programa judicial mais antigo em geral, com um total de 39 temporadas, incluindo a série original, que durou de 1981 a 1993 com o juiz Joseph Wapner.

‘Meu Cunhado é Um Vampiro’: Nova comédia com Leandro Hassum ganha divertido trailer; Confira!

A Netflix divulgou o trailer de ‘Meu Cunhado é um Vampiro‘, comédia nacional estrelada por Leandro Hassum (‘Tudo Bem no Natal que Vem’) e Rômulo Arantes Neto (‘Pronto, Falei…’).

Na trama escrita por Paulo Cursino (Mussum: O Filmis), Hassum é Fernandinho, um pai de família e ex-jogador de futebol que está sempre brigando com a ex-mulher. De repente, sua vida se transforma quando ele recebe uma visita do cunhado, Gregório (Neto), irmão mais novo (e folgado) de sua atual esposa… A pior parte da surpresa é descobrir que, além de tudo, Gregório é um vampiro que resolve atacar a vizinhança.

Dirigido por Alê McHaddo (‘Amor Sem Medida’), Meu Cunhado é um Vampiro chega ao catálogo em 24 de dezembro.

Confira o trailer:

O elenco também conta com Mel Maia (Tudo por um popstar’) e Edson Celulari (‘Ainda Somos os Mesmos’).

Gostou de ‘Enola Holmes’? Conheça os 5 MELHORES Casos de Sherlock Holmes no Cinema

Famoso detetive tem um longo relacionamento com o cinema

O sucesso que Enola Holmes vem obtendo relembrou o quão forte o nome do investigador britânico ainda é. No caso de Sherlock Holmes em particular é evidente que o material em si resistiu bem aos desafios do tempo, com uma adaptação volta e meia figurando em alguma mídia. O mesmo não pode ser dito de outras obras clássicas da literatura (Rei Arthur, Robin Hood) que permaneceram um longo tempo no esquecimento e quando receberam uma nova roupagem, esta foi feita de forma negativa.

O primeiro filme do personagem, acredita-se, remonta a 1900 com a obra Sherlock Holmes Baffled – mesmo que o enredo em si não tenha ligação com os livros de Arthur Conan Doyle. A obra é considerada também como a primeira película do gênero mistério na história. Com a longa tradição que Sherlock cultiva no cinema e, por consequência, as diversas obras oriundas dessas décadas, escolhemos  a seguir cinco filmes que, tomando as devidas liberdades de adaptação, melhor representam o universo do detetive.

5) O Cão dos Baskervilles

Em 1959 o estúdio Hammer, famoso por seus filmes de terror baseados no livro Drácula de Bram Stoker e por sua parceria com o ator Christopher Lee, encomendou junto ao diretor Terence Fisher uma adaptação do famoso livro O Cão dos Baskervilles como início de uma nova cinessérie do estúdio. 

Peter Cushing como Sherlock Holmes

O papel de Sherlock caberia a Peter Cushing, que anteriormente já havia trabalhado com o estúdio em A Maldição de Frankenstein e, sua obra mais famosa, também em Drácula de 1958. O filme em si se tornou um marco quando se trata das adaptações do personagem; foi sua primeira aparição em um filme a cores e a versão entregue por Cushing permanece como uma das mais elogiadas por ter trabalhado a racionalidade descrente de Holmes de forma carismática. Porém, o desejo inicial da Hammer de começar uma nova série não vingou pois a preferência do público era por mais filmes do estúdio envolvendo as aparições de monstros clássicos .

4) Visões de Sherlock Holmes

A imagem mais tradicional quando se fala do famoso detetive é a de um homem que repousa em uma poltrona, pensativo e fumando seu cachimbo. No entanto, o que não costuma ser muito abordado em suas adaptações (por razões bastante óbvias, na verdade) é o consumo e dependência do personagem por substâncias químicas, mais especificamente cocaína e morfina. Essa ideia primeiramente foi introduzida por Arthur Conan Doyle no livro Um Estudo em Vermelho de 1887.

Foi partindo desse princípio que o diretor Herbert Ross comandou em 1976 a produção de Visões de Sherlock Holmes, uma história que segue o personagem título atingir o pico de seu vício em cocaína e, após a intervenção de seu fiel escudeiro Dr. Watson, Sherlock passa a se consultar com Sigmund Freud em ordem de compreender a origem de seu vício e assim se curar.

Auxiliado por Sigmund Freud, Holmes (à direita) deve discernir o que é real e o que não é

Enquanto que o filme não é uma história padrão de Holmes, no qual ele precisa resolver algum caso enigmático, ele consegue se destacar ao tirar o detetive de sua conhecida posição de vantagem intelectual em relação aos coadjuvantes e inimigos. Nesta adaptação Holmes está mais vulnerável do que nunca, tanto física quanto mentalmente, e esse estado frágil dá margem para destrinchar um pouco de sua personalidade enquanto pessoa e reimaginar alguns de seus coadjuvantes mais famosos, como o seu nemesis professor Moriarty.

3) O Enigma da Pirâmide

Um dos pontos mais positivos de Enola Holmes foi sem dúvida o frescor juvenil que a protagonista trouxe para aquele universo vitoriano. Assistir ao tão famoso método de dedução dos Holmes sob a ótica de uma adolescente garante à adaptação uma individualidade quando comparada com as versões passadas, mais sisudas e científicas desse universo.

Todavia, essa não foi a primeira vez que um Holmes foi apresentado em sua versão juvenil. Em 1985 Steven Spielberg, na posição de produtor executivo, abordou o diretor Barry Levinson propondo uma releitura do detetive particular ainda no seu período escolar. Aqui seria mostrado o primeiro caso solucionado por ele bem como seu primeiro encontro com o também jovem John Watson. O roteiro ficou a cargo de Chris Columbus que, àquela altura, já era conhecido por seus trabalhos anteriores em Goonies e Gremlins.

O jovem Sherlock em seu primeiro caso

O filme se tornou bastante conhecido ao longo do tempo por sua abordagem diferenciada do personagem e, justamente pelo clima mais juvenil, foi a porta de entrada de toda uma geração às histórias de Sherlock Holmes. Porém seu maior reconhecimento reside em uma conquista técnica: este foi o primeiro filme da história a apresentar um personagem feito inteiramente de computação gráfica.

2) Toda a fase de Basil Rathbone

Assim como acontece com James Bond, a atemporalidade de Sherlock Holmes lhe confere ao longo de décadas as mais diversas roupagens e, inevitavelmente, escalações de diferentes atores; cada um lhe conferindo uma nova interpretação muito particular de quem está lhe dando a vida naquele momento. Quando se trata de nomes ligados ao personagem um sempre se sobressai aos outros: Basil Rathbone.

Entre 1939 e 1946 o ator britânico interpretou Holmes em uma cinessérie produzida pela Universal Studios. O que tornou seu período tão icônico foi a abordagem noir (que estava em alta na época) que seus filmes tiveram e a caracterização desenvolvida pelo próprio ator para o personagem, sempre se mantendo como um indivíduo que espera o momento certo para falar, geralmente com um tom de voz bastante contido, e que trabalha seu método dedutivo recolhendo pistas ao longo dos filmes e não lançando mão de curiosamente acertar a solução sem material para tanto.

Basil Rathbone (à esquerda) tornou-se para muitos o Holmes definitivo

A escolha técnica da produção em não recriar o ambiente vitoriano mas sim trazer as histórias de Holmes para a atualidade (então anos 40) também foi bastante certeira. O uso costumeiro por silhuetas de sombras em paredes, algo recorrente em filmes noir, e a predileção por ambientes noturnos para a maioria das cenas apenas melhora o clima já natural das criações de Arthur Conan Doyle.

1)  Sr. Sherlock Holmes

Não importa a persona, últimas histórias sempre atraem a atenção do público. A chance de ver aquele mundo ou aquelas pessoas uma última vez, em um último grande desafio, é bastante atrativa mesmo que por diversas vezes bastante melancólica. Um exemplo bastante próximo é o clássico detetive belga Hercule Poirot, criado pela escritora Agatha Christie, que teve um caso final a resolver no livro Cai o Pano.

Ian Mckellen entrega uma visão única do personagem

Sr. Sherlock Holmes é uma obra de conclusão um tanto diferente, principalmente quando se trata de um nome relacionado a um gênero como a literatura policial. Não há um último grande enigma a se resolver ou um último terrível assassino a ser detido; a aventura final de Sherlock Holmes nada mais é do que contemplar, agora vivendo apenas com sua cuidadora e o filho da mesma em uma casa no campo, os efeitos do tempo que caem sobre ele.

O pensamento dedutivo ainda está lá, bem como alguns comentários ácidos que lhe são característicos. Ainda assim essa versão de Holmes (magistralmente interpretada por Ian McKellen) demonstra fragilidades mentais em muitos momentos, um sinal inevitável da idade, ao relembrar de maneira confusa seu último caso antes da aposentadoria e observar esse quadro em um personagem como Sherlock Holmes é uma experiência muito interessante. Se em Visões de Sherlock Holmes a instabilidade é mais explosiva decorrente da abstinência de substâncias, nesse filme ela é algo que surge e vai naturalmente seguido da aceitação, pelo próprio Sherlock, de que por mais genial que seja ele ainda é humano.

Filme live-action de ‘Hot Wheels’ ganha atualização de desenvolvimento

Após o sucesso do filme live-action Barbie’, que agitou Hollywood, a próxima propriedade da Mattel a ganhar uma adaptação cinematográfica será Hot Wheels’.

Segundo o Hollywood Reporter, a Warner Bros. está em processo de busca por diretores para o projeto do live-action de Hot Wheels’. Embora ainda não haja um roteiro completo, a movimentação indica um passo significativo em direção à concretização da adaptação.

O contexto atual de Hollywood, marcado pela greve de atores e roteiristas, não afeta os diretores. Isso significa que o anúncio do diretor para o live-action de Hot Wheels pode acontecer em breve.

No entanto, não todos estão convencidos de que as outras propriedades da Mattel seguirão o mesmo caminho de sucesso que Barbie’. Um produtor anônimo compartilhou suas dúvidas em relação à adaptação de Hot Wheels’: “Qual é a vantagem de produzir Hot Wheels? Qual é a substância disso?”, questionou ao Hollywood Reporter.

A produção do filme ficará a cargo da Bad Robot, empresa de J.J. Abrams conhecida por seu trabalho na indústria cinematográfica com ‘Missão: Impossível‘ e ‘Star Trek‘. A distribuição será feita pela Warner Bros.

Para o roteiro, a equipe conta com Dalton Leeb e Nicholas Jacobson-Larson, que trabalharam juntos na série ‘Lista Negra‘. O filme ainda não possui data de lançamento.

Confira o trailer:

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.