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Grammy Awards 2024 | As MELHORES apresentações da maior noite da música

A 66ª edição do Grammy Awards aconteceu ontem (04) e, como sempre, veio acompanhada de performances incríveis que encheram a noite de vozes icônicas e uma celebração do significado de boa música.

Desde a abertura do evento com um medley memorável de Dua Lipa até uma homenagem impecável de Fantasia Barrino para a saudosa Tina Turner, foram vários os momentos que nos chamaram a atenção.

Pensando nisso, preparamos uma breve lista com as cinco melhores apresentações do Grammy 2024.

Confira abaixo as nossas escolhas:

5. MILEY CYRUS

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Após anos sendo esnobada pela Academia, Miley Cyrus finalmente conquistou suas primeiras estatuetas do Grammy – vencendo nas categorias de Melhor Performance Pop Solo e Gravação do Ano pela estrondosa “Flowers”, lead single do álbum ‘Endless Summer Vacation’. E, afastando-se de uma produção gigantesca e de uma espetacularização comum das apresentações da premiação, ela subiu aos palcos sozinha, acompanhada de um belíssimo look emulando Tina Turner e até mesmo pegando as incursões do soul e do rock para remodelar a música.

4. BILLY JOEL

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Dezessete anos depois de sua última música original e três décadas depois de sua última performance ao vivo, o lendário Billy Joel arrancou aplausos em pé dos membros da audiência do Grammy ao aparecer à frente de um piano e soltar a voz na inédita “Turn the Lights Back On” (uma das melhores tracks do ano). Com sua apresentação, Joel nos relembrou do impacto significativo que causou e que continua causando no cenário do entretenimento – tornando impossível não se emocionar com sua potência artística.

3. BILLIE EILISH & FINNEAS O’CONNELL

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Em pouco tempo de carreira, Billie Eilish se tornou uma das artistas mais aclamadas e respeitadas do cenário fonográfico contemporâneo – e é claro que sua investida no filme ‘Barbie’, “What Was I Made For?”, não ficaria de fora da lista de indicados. Vencedora na categoria de Música do Ano, a faixa foi performada por Eilish e seu irmão, Finneas O’Connell, em uma cândida e simples rendição, rememorando a apresentação que fizera no Grammy 2020 em que sentou-se ao lado do piano e deixou as emoções fluírem em uma pungente performance.

2. DUA LIPA

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Se a vencedora do Grammy de Artista Revelação sofria críticas em seus primeiros anos como artista musical, ela realmente investiu esforços em suas performances – e, neste ano, Dua Lipa dominou os palcos do evento com um medley soberbo, do começo ao fim. Além de ter estreado um trecho de seu vindouro single, “Training Season”, ela aproveitou para soltar a voz na aclamada faixa “Dance the Night”, do filme ‘Barbie’, e finalizou sua apresentação com a envolvente “Houdini”.

1. FANTASIA BARRINO

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Depois de ter ficado às escondidas dos holofotes, Fantasia Barrino retornou aos holofotes com a adaptação musical de ‘A Cor Púrpura’ – conquistando indicações às principais premiações e reiterando sua incrível versatilidade performática. E, durante o Grammy 2024, Barrino deu as caras na seção In Memoriam, sendo apresentada por ninguém menos que Oprah Winfrey para realizar uma irretocável homenagem à Tina Turner, a eterna rainha do rock, e entregar-se de corpo e alma a uma rendição memorável de “Proud Mary” – encarnando todos os trejeitos de Turner enquanto incendiava os palcos do evento.

‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ ganha trailer SANGRENTO; Assista!

Ursinho Pooh: Sangue e Mel 2’ ganhou seu trailer e cartaz oficial.

Confira:

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Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o diretor Rhys Frake-Waterfield prometeu que a continuação será muito superior ao longa original.

O cineasta revelou ter investido muito mais dinheiro no design dos assassinos, que terão uma aparência mais profissional e assustadora.

Confira a imagem com o novo visual do Pooh:

“Esta sequência é superior ao original em todos os aspectos. Nós começamos a desenvolver a continuação sabendo exatamente a escala que podíamos alcançar, diferente do que aconteceu durante as filmagens do primeiro filme. Para a sequência, sabíamos que o visual das criaturas seria muito importante. No longa original, nós montamos o visual dos antagonistas apenas com máscaras que compramos online, luvas de limpeza e uma camisa quadriculada da Amazon. A criação total do visual custou cerca de US$ 770. Desta vez, nós vamos usar prostéticos. Uma companhia que já trabalhou em produções como ‘Harry Potter’ e ‘Star Wars’ ficou responsável por recriar o design dos assassinos. O Ursinho Pooh ficou assustador.”

Ele completa, “O novo trabalho de maquiagem e prostéticos dos assassinos custou em torno de US$ 20 mil. É uma grande diferença. Mas o investimento valerá a pena porque os antagonistas são a peça central do filme. É por isso que os espectadores irão conferir um filme de terror. Em termos de custos, eu diria que a maquiagem da sequência custou cerca de 10 a 15 vezes mais do que no longa original.”

Em entrevista exclusiva ao CinePOP, o diretor também revelou que o Ursinho Pooh usará uma motosserra no melhor estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica‘.

Confira:

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.  Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Orçado em apenas US$ 100 mil, já arrecadou US$ 4 milhões através das regiões em que foi lançado pelo mundo.

E aí, você pretende assistir?

Repleto de violência e sangue, o terror recebeu a classificação indicativa 18 anos no Brasil.

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Como assim? Criador de Chucky planeja levar o personagem ao espaço em novo filme

Depois que ‘Velozes e Furiosos‘ levou a franquia para o espaço, Tom Cruise também anunciou que está planejando gravar um filme fora da órbita da Terra.

E parece que a moda está pegando em Hollywood.

Em entrevista para Screen Rant, Don Mancini, o criador de ‘ChuckyeBrinquedo Assassino‘, disse que tem planos de levar o personagem ao espaço em um novo filme da franquia.

Isso se o público manifestar interesse…

Em sua passagem pelo Saturn Awards, o cineasta foi questionado sobre a possibilidade e disse o seguinte

“Todo mundo está me fazendo essa pergunta! Então, a minha pergunta é: ‘Vocês querem que ele vá para o espaço?’ Sinceramente, vocês querem que ele vá? Se houver demanda suficiente para isso, eventualmente – não sei com que rapidez – terei uma ideia para isso.”

Lembrando que a série ‘Chucky‘ retornará com episódios inéditos ainda em 2024.

Enquanto isso, relembre o trailer:

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CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Jackson Kelly as Grant Collins, Lara Jean Chorostecki as Charlotte Collins, Devon Sawa as James Collins — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

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CHUCKY — “Murder at 1600” Episode 301 — Pictured: (l-r) Callum Vinson as Henry Collins, Chucky — (Photo by: Shane Mahood/SYFY)

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Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis no Star+.

O elenco conta com Brad Dourif como a voz do Chucky, Jennifer Tilly como a icônica e psicótica Tiffany, Zackary Arthur como Jake Wheeler, Björgvin Arnarson como Devon Evans, Alyvia Alyn Lind como Lexy Cross, Alex Vincent como Andy Barclay, Christine Elise como Kyle, Fiona Dourif como Nica, Barbara Alyn Woods como a Prefeita Michelle Cross e Devon Sawa como um novo personagem.

Lachlan Watson (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’) interpreta Glen/Glenda.

‘Back to Black’: Imagem inédita da cinebiografia destaca Amy Winehouse nos palcos; Confira!

A Universal Pictures divulgou uma imagem inédita da cinebiografia Back to Black, que contará a história da cantora Amy Winehouse, estrelada por Marisa Abela e dirigida por Sam Taylor-Johnson.

Na imagem, a cantora aparece à meia luz em cima do palco.

Confira, junto com o trailer:

O filme será lançado nos cinemas do Reino Unido e da Polônia em 12 de abril de 2024, na Alemanha, Holanda e Austrália em 18 de abril, e na França e Nova Zelândia na semana seguinte.

No entanto, ainda não há uma data de estreia no Brasil.

Quando o primeiro trailer foi lançado, os fãs ficaram irritadíssimos com Abela interpretando a cantora e com o envolvimento do pai de Amy, Mitch Winehouse, com a produção do filme.

Confira as reações:

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“‘Back to Black‘ focará no extraordinário gênio, criatividade e honestidade de Amy, que permearam tudo o que ela fez. Uma jornada que a levou da loucura e das cores da Camden High Street dos anos 90 à adoração global – e de volta, Back to Black atravessa o espelho da celebridade para observar essa jornada de trás do espelho, para ver o que Amy viu, sentir o que ela sentiu.”

O roteiro foi escrito por Matt Greenhalgh, que trabalhou em ‘O Garoto de Liverpool‘ e em ‘Controle: A História de Ian Curtis‘ (2007).

O título é uma referência ao álbum homônimo que a cantora lançou em 2006 com hits como ‘Rehab’, ‘You Know I’m No Good’ e a faixa título.

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‘Jogos Mortais 11’ terá retorno de Kevin Greutert, diretor do filme anterior e ‘Jogos Mortais – O Final

De acordo com o Bloody Disgusting, ‘Jogos Mortais 11‘ terá o retorno diretor Kevin Greutert, que já comandou diversas parcelas da franquia.

Além de ter dirigido ‘Jogos Mortais 10‘, ele também foi responsável pelo 6º filme e ‘Jogos Mortais – O Final’, lançados em 2000 e 2010, respectivamente.

Além disso, ele foi editor da franquia entre o primeiro e o quinto filme, além de ‘Jogos Mortais: Jigsaw‘ (2017).

Anteriormente, em entrevista ao SFX Magazine, o produtor Oren Koules revelou detalhes sobre a trama do próximo filme, que servirá como sequência direta do décimo capítulo.

Ele indicou que o novo longa pode começar exatamente de onde ‘Jogos Mortais X‘ terminou, confirmando a sobrevivência da antagonista Cecilia Pederson (Synnøve Macody) e o seu possível retorno.

“A Cecilia ainda está viva, e os personagens do Tobin [Bell] e da Shawnee [Smith] ainda estão em um país estrangeiro. Para mim, este seria um cenário perfeito para começar a história do próximo filme.”

Jogos Mortais 11‘ chegará aos cinemas em 27 de setembro de 2024.

Infelizmente, o longa não vai contar com o retorno dos roteiristas do filme anterior, Josh Stolberg e Pete Goldfinger.

Uma perda e tanto, já que ‘Jogos Mortais X‘ conquistou 80% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes e arrecadou mais de US$ 100 milhões mundialmente.

A informação foi revelada pelo próprio Stolberg em seu perfil do Twitter.

Na publicação, ele escreveu:

“Pete e eu estamos deixando este capítulo de lado. Estou muito animado para vê-lo como um fã da franquia. Acho que as pessoas ficarão satisfeitas com a equipe.”

Ele então brincou:

“OBRIGADO a todos que escreveram palavras gentis sobre ‘Jogos Mortais X’ e sua decepção por não escrevermos a sequência. Para fazer vocês se sentirem melhor, lembre-se do que vocês disseram quando ‘Jigsaw’ foi lançado! HAHAHAHA. Snceramente, estou muito animado para sentar e assistir a este novo como um fã!”

De qualquer forma, os fãs da icônica franquia criada por James Wan (‘Invocaçãdo do Mal’) estão vibrando com a notícia, provando que os filmes ainda têm fôlego para manter o público interessado após tantos anos.

Por enquanto, ainda não há muitos detalhes em torno da sequência, o que está deixando os fãs ainda mais ansiosos.

Confira as reações:

Confira o cartaz:

Assista nossa entrevista exclusiva com o diretor de ‘Jogos Mortais X’:

Com direção de Kevin Greutert, “Jogos Mortais X” se destaca como um dos mais perturbadores da franquia e explora o jogo de uma forma mais pessoal para Jigsaw. Ambientado entre os eventos do primeiro e segundo longa, John Kramer – doente e desesperado – viaja para o México em busca de um procedimento experimental e uma cura milagrosa para seu câncer – apenas para descobrir que toda a operação é na verdade um golpe para fraudar os mais vulneráveis. Armado com um novo propósito, o infame serial killer retorna ao seu trabalho e vira o jogo com seu jeito visceral característico e usa de armadilhas tortuosas, de mentes e engenhosas.

O longa traz de volta o ator Tobin Bell, na pele de Jigsaw, além de Steven Brand e Synnove Madody Lund no elenco principal.    

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10 Clássicos dos anos 80 que Tiveram Continuação na Década de 90!

Os anos 80 foram responsáveis por alguns dos filmes mais memoráveis da história do cinema. Longas inesquecíveis como ‘De Volta para o Futuro’, ‘Star Wars’, ‘O Exterminador do Futuro’, ‘Karate Kid’, ‘Gremlins’ e ‘Um Tira da Pesada’ por exemplo. Todos entraram para a história e continuam gerando merchandising na cultura pop, sem nunca ter saído de nossas mentes e corações.

Estes filmes, muitas vezes, são perfeitos, com começo, meio e fim, e sem a necessidade de uma continuação. Mas os estúdios apostando no sucesso que tinham em mãos não perderam tempo e fizeram da maioria destes longas, franquias. Assim, muitos deles tiveram continuações. Aqui, nesta nova matéria, iremos abordar os filmes ou franquias dos anos 80, que seguiram seu sucesso para os anos 90, gerando sequências na década seguinte. Confira abaixo.

01) Star Wars

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Por mais que o primeiro filme de ‘Star Wars’ (ou ‘Guerra nas Estrelas’ para os mais antigos) tenha sido lançado ainda em 1977, é inegável que sua popularidade foi literalmente parar nas estrelas na década de 1980, quando sairia não apenas o segundo filme ‘O Império Contra-Ataca’ (considerado o melhor da franquia), como também a conclusão da trilogia com ‘O Retorno de Jedi’. E por anos assim permaneceu, com a história toda contada. Mas eis que no fim dos anos 90, George Lucas teve a brilhante ideia de contar, em mais três filmes, como Anakin se tornou Darth Vader, e como nasceu o Império. Seria com ‘A Ameaça Fantasma’ o retorno da maior saga do cinema, e só quem estava vivo consegue compreender o hype que foi.

02) De Volta para o Futuro

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De Volta para Futuro’ é sem dúvida um forte concorrente a ser “a cara” dos anos 80 no cinema. Ainda adorado e funcionando bem até hoje, graças a Deus nada com a marca foi tentada depois da trilogia original. Aliás, esse era para ter sido um filme único. Lançado em 1985, a “deixa” ao fim para a continuação foi apenas uma piada, como afirma o diretor Robert Zemeckis. Mas o público queria mais, assim, duas continuações foram gravadas de forma simultânea. A primeira saiu ainda na década de 80, mas o terceiro filme e encerramento de uma das trilogias mais queridas do cinema, sairia apenas em 1990, abrindo a nova década com chave de ouro.

03) 007

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Quando falamos em maiores franquias do cinema, é impossível não lembrar de 007 – o maior espião da sétima arte: James Bond. ‘Star Wars’ pode ser mais lucrativa, mas ‘007’ é mais antiga e é a que possui o maior número de continuações em sua cronologia oficial. São mais de 20 filmes, quais outras sagas possuem tantos episódios assim no cinema?

007’ começou ainda na década de 1960, e quando chegou aos anos 80, o maior espião da cultura pop ainda tinha as formas do fanfarrão Roger Moore, que permaneceu no papel por três filmes na década. Ainda veríamos o “flopado” Timothy Dalton assumir o personagem na mesma década por dois filmes. Bond, no entanto, só voltaria em 1995 com ‘GoldenEye’, para assumir um novo intérprete (Pierce Brosnan) e ser bem aceito pelo público da época. Ele foi o 007 para a geração anos 90 e ficou por quatro filmes até 2002.

04) O Exterminador do Futuro

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O primeiro ‘O Exterminador do Futuro’, de 1984, foi um sucesso moderado. Um filme que rapidamente se tornou cult graças às locadoras e só aumentou seu apreço junto ao público com o passar das décadas. Hoje, o longa é reverenciado como uma verdadeira obra-prima da ficção científica, terror e aventura. No entanto, foi um filme menor e inegavelmente sem a mesma badalação de sua sequência ‘O Exterminador do Futuro 2’, lançado em 1991.

Curiosamente, muitos que foram assistir a este verdadeiro blockbuster nos cinemas, sequer conheciam o primeiro longa. Mas isso não importou, pois a continuação é maior e melhor em todos os sentidos, e deu o que falar com o uso de seus impressionantes efeitos especiais – os hoje chamado CGI. Foi a primeira vez que um filme usava ao longo de toda a sua narrativa tais efeitos revolucionários.

05) Duro de Matar

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Lançado em 1988, ‘Duro de Matar’ rapidamente ficaria popular e seria tratado como um dos melhores filmes de ação de todos os tempos. Ninguém esperava, pois o protagonista Bruce Willis vinha de uma série cômica chamada ‘A Gata e o Rato’. Mas rapidamente, Hollywood viu que o ator funcionava muito em filmes de ação também, adicionando seu costumeiro humor ácido.

É claro que geraria uma sequência, e assim ela saiu em 1990. Assim como o original, embora não tão conhecido quanto, o segundo filme é um primor narrativo, e leva a ação de um arranha-céu de Los Angeles, para um aeroporto em Washington. ‘Duro de Matar 2’ é uma sequência que talvez não tenha a fama que mereça, pois ao falar de ‘Duro de Matar’ todos automaticamente lembram do original. Mas a continuação é igualmente eficiente e não deixa nada a desejar em relação ao original.

06) Rocky

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Assim como ‘Star Wars, a saga do boxeador Rocky Balboa começou nos anos 1970. Muitos podem não saber, mas assim como o primeiro ‘Star Wars’, de 77, ‘Rocky – Um Lutador’, de 76, foi indicado ao Oscar de melhor filme. A primeira continuação, com a revanche entre Rocky e Apollo, sairia ainda em 1979. Mas é claro que a geração dos anos 80 também ficaria marcada com seus próprios produtos da franquia. E muitos dizem, dois dos mais divertidos. ‘Rocky III – O Desafio Supremo’ e ‘Rocky IV’ são puro suco dos anos 80, apresentando dois dos adversários mais memoráveis do garanhão italiano: o falastrão Clubber Lang e o robótico Ivan Drago. Mas a saga não pararia por aí, pois Sylvester Stallone tiraria o quinto filme, ‘Rocky V’, do papel em 1990. E este por muitos anos foi o encerramento da franquia.

07) Alien

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Mais um caso de franquia que começou ainda na década de 1970. Foi em 1979, com ‘Alien – O Oitavo Passageiro’, que Ridley Scott mudaria para sempre a cara do terror e da ficção científica espacial, com um filme que é até hoje muito influente. Mas deixe para um gênio reinventar outro. Assim como fez consigo mesmo em ‘O Exterminador do Futuro 2’, James Cameron pegou o conceito do filme original e o expandiu por caminhos não imaginados em ‘Aliens – O Resgate’, de 1986, colocando a popularidade do filme lá em cima. ‘Aliens’ ainda é um dos longas mais queridos dos anos 80. E um que só teria continuação em 1992, com ‘Alien³’ – filme que apostava mais em ser como o primeiro ‘Alien’ do que como o segundo, e quase encerrou a franquia.

08) Batman

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Batman’, de Tim Burton, foi um verdadeiro fenômeno no fim dos anos 80. Foi em 1989, que um então novato diretor criaria um universo próprio, mostrando que um produto saído de histórias em quadrinhos poderia ser sério, violento, sombrio e adulto. Definitivamente não era filme para crianças. Apesar de que as crianças dos anos 80 eram diferentes. ‘Batman’ inaugurou uma nova era para os blockbusters e os filmes comerciais, revitalizando uma marca popular e a colocando em todo lugar no mundo. Ao lado do filme, todo tipo de merchandising, era impossível escapar do símbolo do morcego, de álbum de figurinhas, bonecos a jogos de videogame. Com tamanho fenômeno em mãos, é claro que a Warner recrutaria Tim Burton para um novo round, que viria em 1992, com ‘Batman – O Retorno’, considerado melhor, mas ao mesmo tempo mais sombrio e violento ainda.

09) O Predador

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Outro sucesso moderado de Arnold Schwarzenegger na década de 1980, se formos comparar em um aspecto de bilheterias apenas, ‘O Predador’ ainda se deu melhor que ‘O Exterminador do Futuro’. É que em 1987, o nome do ator austríaco estava mais em alta, como um dos promissores astros da ação. A Fox bancou essa sacada, definida como o encontro entre ‘Rambo’ e ‘Aliens’, onde um grupo de soldados armados até os dentes, em uma selva da América Central, precisa enfrentar uma criatura de outro planeta, praticamente imbatível. O sucesso fez o filme se tornar cult e crescer sua popularidade nas locadoras, mas Schwarzenegger não quis voltar para a continuação, lançada em 1990. Assim, Danny Glover, em alta pela franquia ‘Máquina Mortífera’, o substituiu como protagonista, em ‘Predador 2’, que levava a ação da selva para a cidade.

10) Robocop

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Fechando a lista temos outra produção cult muito querida de 1987, que deu o que falar. ‘Robocop’ ficou tão popular, apesar da ultra-violência do longa, que virou boneco para os meninos e desenho animado. Não se engane, o filme de Paul Verhoeven é um dos mais violentos e sangrentos, além de explícitos, dos anos 80. É claro que as crianças da época o devoraram “com farinha”. Assim, era só questão de tempo até o estúdio tirar a sequência do papel, que não contou com a direção do mesmo Verhoeven. É interessante imaginar como seria ‘Robocop 2’ pelas mãos do diretor. De qualquer forma, o longa chegaria em 1990, reprisando os mesmos atores. E embora não fique no nível do original, é uma continuação mais interessante do que a maioria lhe dá crédito.

Gostou de ‘Vidas Passadas’? Segue 10 filmes que você também vai curtir!

Dirigido pela cineasta Celine Song, Vidas Passadas vem fazendo um enorme sucesso nos cinemas de todo o planeta sendo inclusive indicado ao Oscar de Melhor Filme em 2024. Contando aos espectadores uma história de amor com desfecho imprevisível, o projeto vem tocando os corações dos cinéfilos. Pensando em filmes que carregam dilemas, escolhas e a imprevisibilidade em seus roteiros, segue abaixo uma lista bem legal para você que curtiu Vidas Passadas:

 

The Lunchbox

Na curiosa história, conhecemos dois personagens que sofrem por amor, cada um à sua maneira. Saajan Fernandes (interpretado pelo excelente Irrfan Khan) é um homem solitário que está prestes a se aposentar depois de 35 anos na mesma empresa. Já Ila (Nimrat Kaur) é uma mulher que se sente muito sozinha, pois, é rejeitada pelo marido que a trai constantemente.  Quando um equívoco no sistema de entregas de refeições de Mumbai – os Dabbawallahs – acontece, todo almoço preparado por Ila para seu marido vai para Saajan. Assim, essas duas almas carentes por um grande novo amor, constroem juntos um mundo paralelo de amizade, carinho e afeto através de bilhetes deixados nas marmitas nas quais as comidas são entregues. Até que certo dia eles resolvem se conhecer pessoalmente.

 

Me Chame pelo seu Nome

Na trama, ambientada no início da década de 80 em algum lugar belíssimo do norte da Itália, conhecemos o jovem e inteligente Elio (Timothée Chalamet), que está passando férias na enorme casa que a família possui na Riviera italiana. Elio está na fase das descobertas, tem amigos mas prefere os livros, a música e uma calma solidão. Certo dia durante as férias, um estudante chamado Oliver (Armie Hammer), amigo de seu pai, o Sr. Perlmann (Michael Stuhlbarg), que é professor, chega para passar algumas semanas. Logo, Elio e Oliver começam a ver que possuem muitas coisas em comum, rapidamente se aproximam e sentimentos afloram de maneira intensa marcando para sempre as vidas dos dois.

 

As Pontes de Madison

Na trama, dois irmãos vão saber sobre os documentos e testamento deixados por sua mãe recém falecida. Assim, a história volta para meados da década de 60, onde conhecemos a história de Francesca (Meryl Streep), uma descendente de italianos, moradora do interior de Iowa, casada, mãe de dois filhos, que um dia tem seu destino cruzado com o de Robert (Clint Eastwood), um fotógrafo que trabalha para a Revista National Geographic e está fazendo um trabalho sobre as pontes da região. Passando alguns poucos dias juntos, após a família de Francesca sair para um evento em outra cidade, Francesca e Robert viverão momentos que nunca mais irão esquecer.

 

O Dia que te Conheci

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Na trama, ambientada em uma Minas Gerais na atualidade, conhecemos Zeca (Renato Novaes), um simpático homem, imaturo, por muitas vezes inocente, descompromissado com o que pode vir no futuro, que trabalha na biblioteca de uma escola pública localizado longos quilômetros longe de sua casa. Um dia, por conta de seus constantes atrasos por um presente ligado à crises de sono intensas, é demitido de seu trabalho. No mesmo dia, pega uma carona com Luísa (Grace Passô) e entre desabafos e papos sobre diversos assuntos aos poucos um vai abrindo o coração para o outro.

 

Hank e Asha

Na trama, conhecemos Asha (Mahira Kakkar), uma jovem indiana, estudante de cinema, que está terminando os estudos na Suíça. Certo dia, após assistir a um filme, consegue entrar em contato com o realizador do mesmo, Hank (Andrew Pastides) um jovem norte-americano que busca se encontrar profissionalmente em Nova York. Os dois começam a se falar diariamente através de vídeos e um dia resolvem marcar de se encontrar numa das cidades mais românticas do mundo, Paris. Mas será que esse encontro vai acontecer?

 

Horizonte

Na trama, conhecemos, um senhor já na parte final de sua vida (Raymundo de Souza) que se vê em um presente tumultuado, com a família em conflito após a morte de um membro. Morando numa casa onde não é bem-vindo, onde a solidão bate mais forte a cada segundo que passa, certo dia, após ouvir um anúncio numa rádio local, resolve se mudar para um condomínio de casas que está sendo construído com o apoio da prefeitura. Nesse lugar descobre um novo sentido da vida e até mesmo é surpreendido por um novo amor.

 

Já era Hora

Na trama, conhecemos o advogado Dante (Edoardo Leo) que após uma peculiar situação, que tinha tudo para ser constrangedora, acaba conhecendo uma delicada e romântica ilustradora chamada Alice (Barbara Ronchi). Eles logo começam a namorar e a morar juntos. Cheios de planos e aos trancos e barrancos mantendo acesa a paixão no casamento, o casal sofre com a falta de tempo de Dante, um workholic consumido pelas quase inacabáveis horas que se dedica ao trabalho. Certo dia, Dante se vê preso em uma situação angustiante, começa a perceber que está pulando de forma aleatória para o futuro, de ano a ano, o fazendo viver alegrias e tristezas como se fosse um espelho do que, daquela forma que vive o presente, seria seu futuro.

 

Rye Lane: Um Amor Inesperado

Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.

 

A Química que há entre Nós

Na trama, conhecemos Henry (Austin Abrams) um jovem tranquilo, focado, que está prestes a ser o editor-chefe do jornal do colégio. Ele está entrando no último ano do colégio e logo nos primeiros dias conhece a recém transferida Grace (Lili Reinhart), uma jovem super inteligente mas cheia de inseguranças que se esconde do seu presente por um forte trauma no passado. Uma amizade logo cresce entre os dois e logo a paixão acontece mas ambos precisarão buscar entender um ao outro mas nada será tão simples.

 

Suk Suk – Um Amor em Segredo

Na trama, conhecemos Pak (Tai-Bo), um taxista que passou as últimas duas décadas dirigindo 18 horas por dia para dar uma estrutura de vida aceitável para sua esposa e seus filhos. Certo dia encontra um homem por quem logo se apaixona, o aposentado Hoi (Ben Yuen), pai de família que criou o filho sozinho e hoje vive seus dias lutando pelos direitos aos homossexuais, ajudando os amigos e buscando uma relação melhor com o filho agora adulto e cada vez mais distante. Essas duas almas precisarão descobrir qual o tamanho e força dessa relação que se estabelece e principalmente que rumos gostariam de trilhar no futuro.

‘Godzilla e Kong: O Novo Império’: Revelada a suposta duração do filme; Confira!

De acordo com o Men’s Journal, Godzilla e Kong: O Novo Império’ deve ter 1h e 55 minutos de duração ao total.

A informação foi compartilhada originalmente pela página do Twitter @Cryptic4KQual, que já divulgou a duração correta de diversas produções, como nos episódios de ‘Ahsoka‘ e ‘Percy Jackson e os Olimpianos‘.

Caso a duração seja oficial, a sequência é um pouco maior que ‘Godzilla vs Kong‘, que teve 1 hora e 45 minutos.

Lembrando que o aguardado novo filme do MonsterVerse ganhou classificação indicativa PG-13 por “cenas de violência e ação”. No Brasil, é equivalente a 12 anos.

Além disso, foram divulgados cartazes internacionais.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa-metragem chegará aos cinemas no dia 29 de março (28 de março nos cinemas nacionais), duas semanas antes da data previamente confirmada (12 de abril).

No novo filme, Kong e o temível Godzilla juntarão forças para enfrentarem uma colossal ameaça desconhecida, escondida em nosso mundo, capaz de colocar em risco a própria existência deles – e a nossa.

O filme vai levar o público às inexploradas profundezas de um admirável mundo novo de inéditos monstros gigantescos, aventureiros heroicos e cenários inspiradores em uma escala nunca vista antes no Monsterverse, um verdadeiro espetáculo cinematográfico que merece ser visto nas maiores telas dos cinemas. 

O elenco conta com Rebecca Hall, Brian Tyree Henry, Dan Stevens, Kaylee Hottle, Alex Ferns e Fala Chen.

O roteiro foi escrito por Terry Rossio (‘Godzilla vs. Kong’), Simon Barrett (‘Você é o Próximo’) e Jeremy Slater (‘Cavaleiro da Lua’), a partir do argumento de Rossio & Wingard & Barrett.

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Crítica | Godzilla Vs Kong – Um maravilhoso Open Bar de porrada de monstros

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Opinião | Grammy Awards 2024 novamente escancara o privilégio branco no cenário da música

Na noite de ontem (04), ocorreu a 66ª edição do Grammy Awards – que visou premiar o melhor do cenário fonográfico entre outubro de 2022 e setembro de 2023 – e, seguindo o mesmo padrão dos outros anos, continuou a alimentar o racismo estrutural que permeia a premiação.

Não é de hoje que o Grammy falha em reconhecer os artistas negros que alimentam a cultura mundial com celebrações das incursões musicais que utilizam como plataforma política e crítica. Apenas nos últimos anos, tivemos Kendrick Lamar sendo completamente esnobado da categoria de Álbum do Ano com ‘To Pimp a Butterfly’ (considerado o melhor compilado de originais do século por diversos consórcios especializados), The Weeknd sendo varrido para debaixo do tapete com ‘After Hours’, não recebendo sequer uma indicação (mesmo já se consagrando como o maior álbum da década de 2020), Beyoncé perdendo mais uma estatueta após o impacto cultural promovido por ‘Renaissance’ e, agora, SZA (a favorita para ganhar o prêmio máximo da noite) escanteada para subcategorias mesmo com o inegável sucesso de seu segundo álbum de estúdio, ‘SOS’.

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As discussões acerca desse problemático histórico foram reacendidas pouco depois de Taylor Swift levar seu quarto gramofone dourado por Álbum do Ano por ‘Midnights’ – que, devo comentar, quebrou inúmeros recordes ao redor do planeta e a eternizou, mais uma vez, como uma das maiores artistas da história. Entretanto, sua vitória veio acompanhada de um sentimento agridoce e justificável, ainda mais por reiterar que, não importa o quão bom seja o corpo de trabalho de uma artista negra, não é o suficiente para quebrar a bolha caucasiana e tradicionalista da bancada – que não tem bagagem o suficiente para se conectar com as exuberâncias criadas por pessoas que sempre foram descartadas e renegadas ao segundo plano.

SZA lançou o que apenas podemos considerar como o melhor álbum de 2022 com ‘SOS’. O compilado de originais não apenas foi pautado no R&B, no hip hop e no pop, como trouxe incursões da música eletrônica, do indie rock, do folk, do soul, do gospel, do jazz e de diversos outros gêneros amalgamados em uma explosiva e reverberante narrativa metadiegética que a colocou como uma das performers de maior originalidade do cenário contemporâneo. Ora, ela até mesmo se inspirou em uma foto da saudosa Princesa Diana, tirada por um paparazzi, para compor a capa do disco – levando o tempo que precisava para gestar uma obra-prima sonora que a colocou no mesmo patamar dos últimos lançamentos de Beyoncé, por exemplo. Mais do que isso, ela conseguiu remar contra a maré saudosista do disco e do house que, desde 2020, vinha dominando o cenário mainstream. O resultado: ‘SOS’ permaneceu por dez semanas no topo da Billboard 200, tornando-se o álbum de maior longevidade na década (até o momento), o primeiro álbum feminino a ficar pelo menos dez semanas em primeiro lugar desde ‘25’, de Adele e o primeiro álbum de R&B a conquistar tal feito desde 1991, quando Mariah Carey dominou as paradas com seu disco homônimo.

taylor swift

A verdade é que a derrota de SZA apenas colocou mais uma centelha de frustração frente a uma luta que é travada, no escopo fonográfico, há décadas – e, na história, há séculos. Enquanto o racismo não é mais delineado de forma tão escrachada quanto antes, as raízes permanecem vivas e de modo passivo-agressivo. É impressionante, no pior sentido do termo, como a última mulher negra a conquistar o Álbum do Ano foi há 25 anos, quando Lauryn Hill levou o prêmio máximo para casa por ‘The Miseducation of Lauryn Hill’; desde então, diversas performers agraciaram seus fãs e os amantes de música com produções impecáveis e revolucionárias – Beyoncé, com seu disco homônimo, que literalmente mudou as “regras” de lançamento da indústria, e com o suprassumo criativo de ‘Lemonade’; Rihanna com ‘ANTI’, que sequer conquistou um mísero gramofone dourado; Janelle Monáe com ‘The ArchAndroid’ e ‘Dirty Computer’, indicada este ano com o ótimo ‘The Age of Pleasure’; e muitas outras.

Durante a cerimônia, o lendário rapper Jay-Z subiu aos palcos para receber o prêmio honorário Dr. Dre Global Impact e aproveitou para alfinetar a Academia e o descaso que os votantes e a própria produção do evento têm em relação a artistas negros, além de fazer menção ao fato de que sua esposa, Beyoncé, é a artista mais condecorada da história do evento com 32 prêmios e nunca recebeu a condecoração máxima. “Ela tem mais Grammys que todo mundo e nunca ganhou Álbum do Ano. Então, mesmo por suas próprias métricas, isso não faz sentido”, ele disse. “Pensem sobre isso. O maior número de Grammys, nunca ganhou Álbum do Ano. Isso não faz sentido”.

Seu discurso foi reiterado pouco depois, quando Swift ganhou o maior prêmio da noite em cima de quem, claramente, merecia levá-lo.

Vários podem comentar acerca de outras estatuetas dadas a artistas brancos, como Miley Cyrus e Billie Eilish. Todavia, a questão não engloba prêmios dedicados a músicas – e, dentro desse escopo, Cyrus já foi esnobada diversas vezes e conquistou seus dois primeiros gramofones ontem (Melhor Performance Pop Solo e Gravação do Ano), enquanto Eilish, de fato, entregou a melhor composição lírica para levar Música do Ano para casa. A questão é que artistas negros, na maioria das vezes, são enclausurados em subcategorias de R&B e hip hop, como se não tivessem a chance de quebrar os parâmetros para as principais categorias. É claro que, ano passado, Lizzo merecidamente conquistou Gravação do Ano com “About Damn Time” – mas não é o suficiente para ofuscar a quantidade exorbitante de artistas brancos que são escolhidos pela Academia.

Se deixarmos a pauta racial de lado, ‘Midnights’ não se sobressai em originalidade frente aos outros indicados. Swift concorreu com Lana Del Rey por ‘Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd.’, uma das melhores entradas de sua carreira; com o pop-perfection de ‘Endless Summer Vacation’, de Cyrus; com o nostálgico e vibrante ‘GUTS’, de Olivia Rodrigo; com a impecabilidade de ‘The Record’, do grupo Boygenius; com a celebratória narrativa de ‘World Music Radio’, de Jon Batiste; com a sensual suavidade de ‘The Age of Pleasure’, de Monáe; e, é claro, com a perfeição prismática de ‘SOS’, de SZA. Todos oferecendo um pouco a mais que Taylor – que, não me entendam mal, alcançou um status significativo com o lançamento de ‘folklore’, pelo qual, de fato, mereceu o Álbum do Ano. Mas que, em comparação aos outros indicados, não alcançou a mesma qualidade.

beyonce

A verdade é que a declaração de Jay-Z apenas foi reforçada com uma seleção de ganhadores que continua a não dar o devido destaque a artistas negros. E, infelizmente, fica claro que esses músicos não tem nem a chance de boicotar a premiação, porque, diferente dos privilégios estruturais concedidos aos artistas brancos, eles precisam lutar por aquilo a que tem direito – e por vozes que precisam, mais e mais, de espaço no cenário mainstream.

‘Besouro Azul’ vai retornar em BREVE no DCU, diz Xolo Maridueña

Apesar do Universo DC estar sendo reformulado, o presidente da Dc Studios, James Gunn, confirmou que ‘Besouro Azul’ fará parte do futuro dessas novas adaptações.

E, durante uma entrevista para o Screen Rant, o protagonista Xolo Maridueña reforçou a ideia, dizendo estar confiante de que o primeiro super-herói latino da DC a ganhar seu próprio filme retornará em breve ao novo DCU.

“Eu sei que veremos o Besouro Azul novamente, seja na forma de sequência ou em outra produção. Tem sido muito bom trabalhar ao lado de James [Gunn] e Peter [Safran, co-presidente], que gentilmente nos incluíram em seu novo universo. É uma honra. Agora, para onde o Besouro Azul irá no futuro? Isso eu não sei. Mas posso dizer com segurança que o veremos em breve.”

Vale lembrar que ‘Besouro Azul’ estreou recentemente na HBO Max.

Anteriormente, o astro revelou ao Collider sua vontade de explorar The Reach, uma raça alienígena inimiga do Besouro Azul nos quadrinhos.

“Quer dizer, não sei se é cedo demais para introduzir The Reach. The Reach parece um grande, grande chefe final. Mas eu só quero ver para onde vai o relacionamento entre Khaji e Jaime. Passamos todo esse filme com Khaji como uma espécie de AI Khaji porque eles ainda não estão sincronizados. Ver como será no futuro… Isso foi o que mais gostei ao assistir ‘Young Justice’, ver essa conexão e ver que, às vezes, eles se dão bem, outras vezes não.”

The Reach teve sua origem nas histórias do Besouro Azul, mas também atuou como antagonista do Lanterna Verde e foi um dos antagonistas na segunda temporada de ‘Justiça Jovem’.

Até o momento, o que temos sobre o futuro de ‘Besouro Azul’ é que Xolo Maridueña continuará interpretando o personagem. No entanto, o resto está em aberto, dependendo das escolhas que James Gunn fará para as produções da DC.

Relembre o trailer:

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Jacob Elordi é investigado pela polícia após cometer suposta agressão

De acordo com a Variety, o ator Jacob Elordi (‘Saltburn’) está envolvido em uma investigação policial em sua terra natal, a Austrália, após supostamente agredir um produtor de rádio no sábado (03).

Foi dito que o astro de ‘Euphoria‘ estava em um hotel nos subúrbios orientais de Sydney, capital do país, quando foi abordado por Joshua Fox, produtor de ‘The Kyle & Jackie O Show‘ na KIIS FM.

No programa de hoje cedo, Fox relatou que apenas perguntou a Elordi se se ele poderia dar um pouco da água do banho para Jackie O no aniversário dela, fazendo uma referência a uma das cenas mais comentadas de ‘Saltburn‘.

Elordi pediu à Fox que parasse de filmar e excluísse o que já tinha gravado, e então a situação piorou.

“Eu me recuso [a comentar os detalhes] porque me sinto desconfortável agora e esta é a única evidência do ocorrido”, disse Fox durante o programa. “Jacob meio que me empurra contra a parede e me agarrou pela garganta.”

Em comunicado à Variety, a Polícia de Nova Gales do Sul disse que está investigando o caso.

“Oficiais vinculados ao Comando da Área Policial de Eastern Beaches estão investigando depois que um homem foi supostamente agredido do lado de fora de um hotel nos subúrbios orientais de Sydney”, diz um comunicado da Polícia de NSW. “A polícia foi informada por volta das 15h30 do sábado, 03 de fevereiro de 2024, que um homem de 32 anos foi supostamente agredido por um homem de 26 anos. A vítima não sofreu ferimentos. As investigações sobre o incidente continuam.”

Os representantes da Elordi não responderam imediatamente ao pedido de comentários do portal.

Vale lembrar que ‘Saltburn‘ já está disponível no Prime Video.

Recentemente, a plataforma de streaming divulgou um vídeo compilando os melhores momentos de Elordi na produção.

Confira:

Ambientada nos anos 2000, a trama segue Oliver Quick, um estudante da Universidade de Oxford que fica intrigado com o mundo de seu colega aristocrático, Felix Catton. Felix então convida Oliver para Saltburn, a propriedade de luxo de sua família, onde eles passam ‘um verão inesquecível’ juntos.

Crítica | Saltburn: Barry Keoghan trilha seu caminho para o Oscar em estupendo suspense sobre luxúria e obsessão

Relembre o trailer:

Emerald Fennell, vencedora do Oscar por ‘Bela Vingança‘, é responsável pela direção.

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O longa já teve sua primeira exibição nos EUA, e no site agregador de críticas Rotten Tomatoes, estreou com uma aprovação de 82% e uma nota média de 8.5/10.

Confira algumas avaliações:

Barry Keoghan, que tem um talento extraordinário para interpretar estranhos, é a perfeição absoluta.” – Wall Street Journal.

“Suas intermináveis ​​camadas visuais e literárias trarão de volta a ele seus fervorosos admiradores, porque é um triunfo do cinema do excesso, em toda a sua glória orgíaca e sem remorso.” – Entertainment Weekly

“Uma colcha de retalhos elegante, mas boba, de ideias emprestadas.” – The Hollywood Reporter

“A estreia de Fennell com ‘Bela Vingança’ prometia uma voz e um estilo originais e destemidos. ‘Saltburn’ certamente tem atitude, mas nada de novo a dizer.” – Variety

“[Emerald Fennell] revela uma mão forte por trás das câmeras, mesmo que a trajetória da história pareça um tanto exagerada e familiar. No entanto, a escrita é viva e muitas vezes divertida, dando ao excelente elenco muito com que brincar.” – Deadline

“Saltburn é um filme audacioso e requintado dos talentos de Emerald Fennell e Barry Keoghan.” – Awards Radar

O elenco ainda conta com Rosamund Pike, Richard E. Grant, Alison Oliver, Ewan Mitchell, Archie Madekwe, Lolly Adefioe, Reece Shearsmith, Paul Rhys e Carey Mulligan.

O vencedor do Oscar Linus Sandgren, conhecido por seu aclamado trabalho em ‘La La Land: Cantando Estações‘, entra como diretor de fotografia do longa.

Fennell ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Original por ‘Bela Vingança‘, thriller de vingança estrelado por Carey Mulligan.

Josey McNamara, Tom Ackerley e Margot Robbie entram como produtores.

‘Ratched’ vai ganhar 2ª temporada? Sarah Paulson responde!

Ratched, série da Netflix estrelada pela vencedora do Emmy Sarah Paulson, tornou-se uma das produções mais assistidas da plataforma ao mostrar a juventude da personagem Mildred Ratched, de ‘Um Estranho no Ninho‘.

A trama é ambientada em 1947, quando a personagem iniciava sua carreira profissional no sistema de saúde mental. No entanto, com o decorrer dos anos, ela passou de uma simples enfermeira para um verdadeiro monstro, realizando uma série de assassinatos.

Infelizmente, a atração não será renovada para uma segunda temporada.

A informação veio direto de Paulson em um vídeo postado em uma fan page do Twitter.

Ao ser questionada se haverá uma 2ª temporada, a estrela faz uma expressão de decepção e simplesmente responde: “Não. Não.”

Em 2022, Paulson já havia dito à Variety que não sabia se uma segunda temporada estava em andamento, mas parece que agora ela tem certeza de que não há planos de continuidade.

Confira o vídeo:

Originalmente, a infame personagem foi interpretado por Louise Fletcher na adaptação de ‘Um Estranho no Ninho‘, lançada em em 1975, papel que lhe rendeu um Oscar de Melhor Atriz.

Relembre o trailer da série:

O elenco também é composto por Sharon Stone, Jon Jon Briones, Charlie Carver, Judy Davis, Harriet Harris, Hunter Parrish, Amanda Plummer, Corey Stoll e Finn Wittrock.

Além de estrelar no papel homônimo, Paulson também assume o papel de produtora.

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‘Deadpool 3’: Logo é REVELADO e traz o título oficial do filme

Através do Twitter, uma página dedicada a novidades sobre oDeadpool compartilhou imagens de Kevin Feige, diretor criativo da Marvel Studios, com seu novo boné.

E a estampa do acessório é um logo inédito de ‘Deadpool 3‘, que mescla as máscara do mercenário vivido por Ryan Reynolds junto com a do Wolverine (Hugh Jackman), indicando que o título oficial pode ser ‘Deadpool & Wolverine‘, como já havia sido especulado anteriormente.

Confira:

Lembrando que as gravações já terminaram e o filme deve ter seu primeiro trailer lançado no dia 11, durante o evento do Super Bowl.

Mas antecipando o lançamento da prévia, o site Chippu revela que já assistiu ao trailer e descreveu um pouco do que acontece na prévia.

Confira:

O teaser é focado no Deadpool, que passa por uma crise de meia idade e deixou a vida de heróis pra trás. Ele agora vende carros para se sustentar. Há uma rápida e marcante aparição de Wolverine, que enfiará suas garras no rival na prévia. Deadpool, por sua vez, recebe Logan com apelidos zoando seus pelos. Há palavrões e a classificação indicativa definitivamente é para adultos. No mais, outros mutantes vão dar as caras. Aguardem pra saber quem. 

O filme promete “mudar” o Universo Cinematográfico da Marvel que a gente conhece.

A sinopse da Marvel Japão diz:

“O herói irresponsável Deadpool mudará a história do MCU com Wolverine!?” 

Anteriormente, o insider divulgou a sinopse preliminar do aguardado novo filme.

Na trama, “Depois de enfrentar alguns obstáculos profissionais ao passar por uma crise de meia-idade, Wade Wilson decide se aposentar oficialmente como o mercenário Deadpool e se torna vendedor de carros usados. Mas, quando seus amigos, família e o mundo inteiro estão em perigo, ele decide tirar suas katanas da aposentadoria e recruta um Wolverine relutante e cauteloso não apenas para lutar por sua sobrevivência, mas, em última análise, por seu legado.”

De acordo com o DisInsider, o filme também vai contar com surpreendentes participações especiais dos X-Men e do Quarteto Fantástico, todos da extinta 20th Century Fox.

Ao que parece, Julian McMahon também irá reprisar su papel como Doutor Destino e haverá uma participação especial de Taron Egerton (‘Kingsman’) como uma variante do Wolverine.

E não para por aí…

O terceiro filme também contará com a presença de Stefan Kapičić como Colossus, o mutante que transforma sua pele em aço; Brianna Hildebrand e Shioli Kutsuna como Míssil Adolescente Megassônico e sua namorada Yukio, respectivamente; e Morena Baccarin como Vanessa, o par romântico do personagem titular.

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O vindouro ‘Deadpool 3’ vai trazer os heróis da Fox para o MCU

Taylor Swift se torna a primeira artista da HISTÓRIA a conquistar o Grammy de Álbum do Ano quatro vezes

A icônica cantora e compositora Taylor Swift foi uma das grandes relembradas da nova cerimônia do Grammy Awards – e, novamente, fez história.

Ao conquistar a estatueta de Álbum do Ano por seu décimo álbum de estúdio, Midnights, ela se tornou a primeira artista da história a realizar o feito quatro vezes.

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 12 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989e Folklore.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Grammy Awards 2024 | Taylor Swift conquista o prêmio de Álbum do Ano por ‘Midnights’

A icônica cantora e compositora Taylor Swift foi uma das grandes relembradas da nova cerimônia do Grammy Awards.

Swift conquistou o prêmio de Álbum do Ano por Midnights, tornando-se a primeira artista da história a realizar o feito quatro vezes. Ela também levou a estatueta de Melhor Álbum Vocal Pop pelo mesmo disco.

Taylor Swift é uma das mais artistas mais vendidas de todos os tempos e uma das mais premiadas também. Ela já possui 12 estatuetas do Grammy em sua coleção, incluindo três Álbuns do Ano por Fearless, 1989e Folklore.

Recentemente, ela lançou novas versões dos álbuns Fearless‘Red’‘Speak Now’ e 1989, todos ovacionados pela crítica especializada e pelo público.

Grammy Awards 2024 | Miley Cyrus leva o prêmio de Gravação do Ano por “Flowers”

popstar Miley Cyrus parou o mundo com o lançamento de ‘Endless Summer Vacation‘ e, agora, continua a colher frutos do sucesso do álbum.

Durante o anúncio de vencedores da 66ª edição do Grammy Awards, Cyrus conquistou o prêmio de Gravação do Ano pelo lead single do álbum, “Flowers”. Além disso, ela levou para casa a estatueta de Melhor Performance Pop Solo.

O álbum conta com treze faixas, incluindo uma colaboração com Carlile e outra com Sia.

Veja a tracklist:

1. Flowers
2. Jaded
3. Rose Colored Lenses
4. Thousand Miles, feat. Brandi Carlile
5. You
6. Handstand
7. River
8. Violet Chemistry
9. Muddy Feet, feat. Sia
10. Wildcard
11. Island
12. Wonder Woman
13. Flowers (demo)

A produção segue o lançamento do bem-sucedido e elogiado Plastic Hearts, de 2020, que trouxe presença de ícones do rock como Joan JettBilly Idol.

Cyrus ficou mundialmente conhecida ao interpretar a artista Hannah Montana na série homônima do Disney Channel. Em 2013, chocou o mundo com a repaginação completa de sua figura pública com o subestimado ‘Bangerz’, que introduziu aos fãs hits como “We Can’t Stop”“Wrecking Ball”.

Grammy Awards 2024 | Victoria Monét conquista a estatueta de Artista Revelação

A incrível Victoria Monét fez um grande sucesso ano passado com o lançamento de ‘Jaguar II’, seu primeiro álbum de estúdio oficial, e já está colhendo frutos de um enorme sucesso comercial e crítico.

A artista conquistou o prêmio de Artista Revelação na cerimônia de vencedores, além de ter levado para casa as estatuetas de Melhor Álbum R&BMelhor Engenharia de Álbum, Não-Clássico.

Monét ganhou fama mundial ao se tornar uma frequente colaboradora de Ariana Grande, tendo co-assinado canções desde ‘Yours Truly’ até o recente ‘Positions’ – e conquistando três indicações ao Grammy por seu trabalho no ovacionado ‘Thank U, Next’, incluindo Álbum do Ano.

Ela também já trabalhou com inúmeros outros artistas de alto calibre, como Travis ScottBlackpinkFifth HarmonyChloe x Halle.

Grammy Awards 2024 | Billie Eilish leva o prêmio de Música do Ano por “What Was I Made For?”

A icônica Billie Eilish fez bonito durante o anúncio de vencedores da 66ª edição do Grammy Awards – e continua levando prêmios para casa

A cantora, ao lado de Finneas O’Connell, conquistou o prêmio de Música do Ano por seu incrível trabalho na faixa “What Was I Made For?”, que integrou o filme Barbie. Ela também conquistou a estatueta de Melhor Canção para Mídia Visual pela mesma faixa.

Ela ainda concorre na categoria de Gravação do Ano.

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Margot Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, tem que sair de Barbieland.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’).

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Barbie 01

Jay-Z é homenageado com o Dr. Dre Global Impact Award no Grammy 2024

O icônico musicista Jay-Z foi homenageado na 66ª edição do Grammy Awards com o Dr. Dre’s Global Impact Award.

O prêmio foi criado no ano passado, tendo como o primeiro vencedor o lendário Dr. Dre, e celebra os artistas que tiveram impacto significativo na indústria da música, em suas várias seções.

Jay-Z é considerado como o maior rapper de todos os tempos por inúmeras revistas especializada e, ao longo de sua carreira, recebeu nada menos que 24 estatuetas do Grammy, além de ter vendido 140 milhões de álbuns e records ao redor do mundo.

Ele também já levou o prêmio presidencial do NAACP, um Emmy Award e ainda foi indicado para um Tony Award, além de ter sido consagrado como o primeiro rapper induzido ao Hall da Fama dos Compositores.

Rita Lee é homenageada na seção In Memoriam do Grammy Awards 2024

A rainha do rock brasileiro Rita Lee foi homenageada na seção In Memoriam da 66ª edição do Grammy Awards.

Lee apareceu nos telões da premiação enquanto Jon Batiste cantava a canção “Lean On Me”.

Eternizada durante os anos 60, quando, junto a banda Os Mutantes, se tornou um ícone do movimento conhecido como Tropicalismo, a icônica cantora e compositora morreu aos 75 anos no dia 08 de janeiro de 2023.

Distante da mídia nos últimos anos, ela foi diagnosticada com câncer de pulmão em 2021 e vinha fazendo tratamentos contra a doença desde então.

Dona de uma voz inconfundível e de uma lírica ácida, cada uma de suas canções foi arquitetada de forma a fundir música e imagem, som e cor, diluindo as barreiras entre as artes em prol de uma idiossincrasia invejável e apaixonante.

Já nos anos 1960, Rita uniu forças com Arnaldo Baptista e Sérgio Dias para fundar a banda Os Mutantes. Além de assinar os versos e emprestar os vocais, ela também ficava responsável por tocar flauta e percussão, e se aventurava pelo banjo e pelo sintetizador de forma a construir jornadas fonográficas inesquecíveis – como “Ave, Lúcifer”“Ando Meio Desligado”“Não Vá Se Perder Por Aí” (esta contando com a colaboração de Raphael Tadeu e Roberto Loyola) e “Panis Et Circenses”. Aqui, o grupo trazia inovações para o mundo da música nacional, apostando fichas em gêneros e subgêneros que não eram muito populares – como o rock psicodélico, o rock progressivo e o tropicalismo (que inclusive se espalhou para outros âmbitos culturais e viria se consagrar como o movimento Tropicália).

A importância de Rita não se limitou apenas à música, mas a uma configuração complexa de como ela se inseriria dentro da sociedade: ao longo de sua carreira, temos canções que falam sobre empoderamento feminino e o papel fundamental da mulher como parte da engrenagem democrática; sexo; drogas; irreverência e rebeldia; entre muitos outros temas.

Ativista ferrenha, Lee emprestou sua voz para lutar por causas importantes, vivendo sob a Ditadura Militar que acometeu o Brasil por mais de duas décadas e fazendo questão de aporrinhar o autoritário e repressor Estado que dominava o país. E ela se manteve em militância até nos dizer adeus, recusando-se a falar com meias palavras e dando todas as cartas do jogo para se fazer entender. Ora, Rita foi até mesmo presa por um ano e teve de pedir permissão para poder sair de casa e fazer seus shows.