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Teaser trailer de ‘Barbie’ volta a ser exibido após SUSPENSÃO pelo Conar; Entenda o motivo!

O Conselho Nacional de Autorregulação Publicitária (Conar) voltou atrás na decisão de suspender a exibição de um dos trailers do filme ‘Barbie‘ em sessões de filmes com classificação indicativa inferior a 12 anos.

A decisão havia sido tomada após o conselho receber denúncias acerca da peça publicitária, que mostra uma criança quebrando cabeças de bonecas.

A relatora da representação ética “solicitou mais informações ao anunciante, para analisar se a tramitação do caso no Conar deverá ficar prejudicada pelo exame da mesma matéria pela autoridade pública.”

A liminar foi emitida na última sexta-feira (7) pela relatora da representação, que apontou que o trailer violava recomendações da Seção 11 do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária.

Segundo a relatora, a peça publicitária apresentava “cenas de não-urbanidade, ausência de boas maneiras ou ato violento/inseguro”. 

Confira o vídeo em questão:

A première de ‘Barbie aconteceu em Los Angeles e as primeiras reações dos críticos estão sendo divulgadas online.

E parece que a adaptação dirigida por Greta Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) é um verdadeiro sucesso, com elogios à performance do eelnco, ao figurino, à trama e às referências aos elementos que compõem o universo da boneca da Mattel.

Inclusive, alguns críticos garantem que o filme será indicado em diversas categorias do Oscar, incluindo Melhor Atriz e Ator para Margot Robbie e Ryan Gosling, que interpretam Barbie e Ken.

Entre os comentários, Gosling chamou bastante atenção de quem já assistiu.

Confira:

“‘Barbie’ é a perfeição. Greta Gerwig oferece um comentário matizado sobre o que significa ser uma mulher em uma brincadeira engraçada, maravilhosa e divertida. Todo o elenco brilha, especialmente Margot Robbie e Ryan Gosling nos papeis que desempenharam. Claramente nascido para interpretar o Ken.”

“‘Barbie‘, dirigido por Greta Gerwig, é uma visão revigorante e empoderadora da história da icônica boneca. Gerwig, conhecida por sua abordagem única e artística à produção de filmes, traz seu estilo característico para este filme reimaginado da Barbie, apresentando uma narrativa instigante.”

“Não posso sair oficialmente do Twitter antes de dizer a todos que #Barbie é atualmente meu filme favorito do ano. De alguma forma, Greta Gerwig superou minhas expectativas. Ela aborda os pontos positivos e negativos da Barbie de forma tão bonita. Dê a Ryan Gosling uma indicação ao Oscar, estou falando sério!”

“Sincera e hilária! A performance da joia da coroa de Margot Robbie (Aqui vamos nós ao Oscar). É super divertido, cativante e mágico, com um terceiro ato que vai te deixar na praia. Esta não é apenas mais uma comédia, é o MELHOR filme de Greta Gerwig de todos os tempos!!! Um final adequado definindo o que vem a seguir.”

“ESTOU APAIXONADA! Rosa von Praunheim encontra Brian DePalma neste diabolicamente hilário filme anti-sistema. Altamente estilizada, Margot Robbie é uma ESTRELA, mas Ryan Gosling rouba a cena com um monólogo perto do final que lembra os discursos La Chinoise de Jean-Pierre Léaud. VOCÊS DEVEM ASSISTIR!”

#Barbie me pegou desprevenida e digo isso da melhor maneira possível. É engraçado, bombástico e muito inteligente. Greta Gerwig aponta para as cercas e acerta um home run. A performance de Margot Robbie é ótima. E Ryan Gosling e Simu Liu são puro entretenimento! Todo o elenco é brilhante!”

#Barbie é um triunfo. Um roteiro perfeito apoiado por grandes atuações – particularmente de Ryan Gosling – transforma o que poderia ser uma simples comédia de estúdio em um comentário afiado sobre nossa sociedade que torna sua nuance palatável para aqueles que podem não considerá-la pelo valor de face. GG é 3/3.”

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 20 de julho.

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Morgan Spurlock, diretor do ACLAMADO documentário ‘Super Size Me’, morre aos 53 anos

Morgan Spurlock, cineasta indicado ao Oscar que conquistou aclame mundial pelo documentário ‘Super Size Me: A Dieta do Palhaço’, faleceu no último dia 23 de maio em virtude de complicações de câncer. Ele tinha 53 anos.

A trágica notícia foi confirmada por sua família.

“Foi um dia triste, quando nos despedimos do meu irmão Morgan”, diz Craig Spurlock, que trabalhou com Morgan em vários projetos. “Morgan deu muito através de sua arte, ideias e generosidade. Hoje o mundo perdeu um verdadeiro gênio criativo e um homem especial. Estou muito orgulhoso de ter trabalhado junto com ele”.

Spurlock conquistou fama após dirigir e produzir o documentário ‘Super Size Me: A Dieta do Palhaço’, em 2003 – e o sucesso crítico e comercial do longa-metragem lhe render uma uma indicação ao Oscar no ano seguinte.

Disponível no Prime Video, o filme funciona como um experimento em que, por um mês, o diretor se alimenta apenas de comida produzida na rede fast food McDonald’s. Aqui, Spurlock mostra o diário em vídeo dos terríveis resultados que vivencia, enquanto avalia a empresa e seus métodos de persuasão.

Seus outros trabalhos incluem os documentários ‘Onde Está Osama Bin Laden?’ (2008) e ‘POM Wonderful Presents: The Greatest Movie Ever Sold’ (2011), e o filme-concerto ‘One Direction: This Is Us’ (2013). Ele também produziu e estrelou o reality show ’30 Days’, que foi exibido entre 2005 e 2008.

‘O Brutalista’: Filme estrelado por Adrien Brody terá intervalo de 15 minutos nos cinemas do Brasil

A Universal Pictures confirmou que ‘O Brutalista‘, premiado filme estrelado por Adrien Brody, terá um intervalo de 15 minutos em todas as sessões. O drama será lançado nacionalmente em 20 de fevereiro e tem 3 h 35 min de duração.

A pausa é feita após 1h40 de projeção, com um cronômetro em contagem regressiva no canto da tela.

A trama é centrada na vida do arquiteto visionário László Toth (Adrien Brody), recém-fugido da Europa, que chega aos Estados Unidos em busca de reconstruir sua vida por completo, incluindo seu trabalho e principalmente seu casamento, após uma separação forçada. Sozinho em um novo país, encontrará quem reconheça seu talento para a construção, mas o preço disso pode ser alto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção obteve uma impressionante aprovação de 97% no Rotten Tomatoes, com base em 76 análises.

Os críticos elogiaram amplamente o trabalho do diretor Brady Corbet e a performance de Brody.

Confira os principais comentários:

“Embora não alcance totalmente seu ambicioso objetivo, o filme exerce um encantamento peculiar e frequentemente transborda de imaginação”, disse Damon Wise do Deadline.

“É claro que Corbet fez este filme porque deseja que ele tenha um significado importante. Se ele realmente o tiver pode depender do olhar de cada espectador. No geral, ‘O Brutalista’ faz você sentir que está testemunhando a vida de um homem passar diante de seus olhos. Isso já pode ser um significado suficiente”, disse Owen Gleiberman da Variety.

“‘O Brutalista’ pode ter tentado um pouco mais do que consegue administrar, mas é um verdadeiro prazer ver um cineasta se arriscar e, durante a maior parte do filme, acertar um sucesso após o outro”, disse Liam Hess da Vogue.

“Brody raramente esteve tão bem, trazendo uma gravidade notável, além de uma dor que corrói o orgulho de László e seu senso de propósito e destino. É uma atuação magistral; testemunhar o arquiteto sendo tratado como lixo é profundamente devastador”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Não se trata apenas de que não fazem mais filmes como este — é claro que não! — mas que ninguém se empenha em contar essas narrativas expansivas com um nível tão alto de habilidade, ousadia e vitalidade”, disse David Fear da Rolling Stone.

“É um filme que realmente merece essa amplitude e grandiosidade, uma conquista ambiciosa e impressionante, mesmo que apresente algumas falhas em sua segunda metade”, disse Ross Bonaime da Collider.

“‘O Brutalista’ se revela um marco monumental na história do cinema moderno, que merece ser visto. Além disso, este épico histórico envolvente pode sinalizar o surgimento de um novo autor no cineasta Brady Corbet”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

“Brody está cru, sincero e imponente em um papel que evoca “O Pianista” de muitas maneiras, com seu corpo magro e rosto anguloso lentamente se transformando em um retrato de desilusão que Corbet exagerará de várias formas trágicas”, disse David Ehrlich do IndieWire.

Crítica | O Brutalista: Adrien Brody pode ser o próximo ganhador do Oscar com estupendo retrato de um artista autodestrutivo | CinePOP Cinema

 

Quando o visionário arquiteto László Toth (Brody) e sua esposa, Elizabeth (Jones), fogem da Europa pós-guerra para reconstruírem seu legado e testemunham o nascimento da América moderna, suas vidas mudam para sempre por um cliente misterioso e rico.

Essa história de amor nada convencional levará László e Erzsébet para alturas monumentais e depressões devastadoras.

Andrew LaurenD.J. Gugenheim entram como produtores ao lado de Brian YoungTrevor MatthewsNick Gordon.

Cartaz do filme 'O Brutalista' com Estátua da Liberdade.
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10 DICAS de Filmes para quem sonha em ser advogado

Um dos cursos mais concorridos entre as universidades, sem dúvidas, é o de direito. O entendimento das leis, as noções do direito, a ética, são pontos fundamentais para o sucesso nessa profissão. O mundo do cinema já nos trouxe histórias inspiradoras ligadas a esse universo. Abaixo, separamos algumas delas:

 

O Preço da Verdade

Orçado em cerca de 10 milhões de dólares, Dark Waters, no original, conta a saga de um promissor advogado de defesa corporativa chamado Rob Bilott (Mark Ruffalo) que após ser procurado por moradores de uma comunidade onde passou bons tempos quando criança próximo de sua avó, inicia uma batalha jurídica ambiental de anos para expor uma enorme empresa química que é acusada de destruir muitas vidas com grave poluição. Mas para essa batalha, contará com uma certa paciência de seu chefe mas diversas outras consequências.

Long Shot

Em 2003, a polícia de Los Angeles investiga o violento assassinato de uma jovem na porta de casa. Por meio de um retrato falado, chega ao nome de um suspeito. Assim começa essa história dirigida por Jacob La Mendola que mais parece um roteiro feito por Hollywood. Você vai entender o porquê. Por meio de uma prisão injusta baseada em interrogatórios com mentiras deslavadas e muitos achismos das forças policiais, a única chance de Juan Catalan chega através de um obstinado advogado de defesa, um jogo do Los Angeles Dodgers e da produção do sétimo episódio da quarta temporada de um dos grandes sucessos da HBO, Curb Your Enthusiasm, série estrelada por Larry David. A narrativa tendo esses elementos para contar, transforma esse projeto em algo onde não conseguimos desgrudar nossos olhos dos acontecimentos que se seguem.

 

Filadélfia

Na trama, conhecemos Andrew Beckett (Tom Hanks), um brilhante advogado, homossexual, que vem crescendo na poderosa empresa onde trabalha. Quando ele é demitido de forma surpreendente por conta da descoberta pela empresa que ele possui AIDS, Andrew resolve processá-los e para isso contrata Joe (Denzel Washington), um advogado, homofóbico, que é o único que aceita o caso.

 

Questão de Honra

Na trama, conhecemos Daniel Kaffee (Tom Cruise), um jovem tenente e advogado da marinha, formado em Harvard, sem muita experiência em casos de homicídios. Com menos de um ano no cargo é designado para um caso cheio de variáveis suspeitas, um cabo e um soldado acusados de assassinato de um outro militar que iria denunciar uma prática ilegal onde eles serviam como fuzileiros navais, em Guantánamo, a base militar norte-americana em solo cubano. Contando com a ajuda do assistente jurídico do caso, Sam (Kevin Pollak) e principalmente da tenente da corregedoria militar Joanne Galloway (Demi Moore), Daniel precisará descobrir o que esconde o responsável pela base militar, o enigmático coronel Nathan R. Jessep (Jack Nicholson) um condecorado militar que está prestes a assumir um alto cargo no conselho de segurança nacional.

 

Argentina, 1985

Na trama, voltamos no tempo indo para um recorte importante na Argentina, em meados da década de 80 onde logo após um regime bruto de ditadura imposta no país, um promotor chamado Julio César Strassera (Ricardo Darín) tem a missão de juntamente com um grupo de jovens advogados liderar uma equipe de julgamento onde precisam reunir provas suficientes para condenar militares que impuseram o terror na população durante os tempos de ditadura. Strassera contará principalmente com a ajuda de outro promotor público, Luis Moreno Ocampo (Peter Lanzani). Durante todo os meses que cercaram o início, meio e fim do julgamento, sem poderem contar muito com a polícia, que em grande parte era a favor dos militares, os promotores sofrem ameaças e tem a rotina completamente abalada mas sem nunca deixarem de acreditar na importância do que faziam.

 

Quanto Vale?

Na trama, conhecemos Ken Feinberg (Michael Keaton), um advogado que ficou conhecido por conseguir encontrar fórmulas para valores em grandes casos de indenização. Após o ataque ao World Trade Center, ele consegue uma posição muito importante junto ao governo, ser o responsável de convencer as famílias das vítimas a um valor estipulado por uma fórmula matemática que a princípio não leva em considerações o individual. Ao longo de todo o processo, que dura cerca de dois anos, ele começa a perceber que se não escutar o que as famílias precisam dizer, e também o viúvo e influenciador Charles Wolf (Stanley Tucci), nada se encaminhará para algo justo.

 

O Caso Collini

Na trama, conhecemos Caspar (Elyas M’Barek), um recém formado advogado que entra pela primeira em um tribunal de júri oferecendo defesa para um réu preso em flagrante por um assassinato à sangue frio de um empreendedor milionário. Conforme vai sabendo mais informações sobre o crime acaba percebendo estar defendendo o homem que matou uma pessoa muito importante para sua formação, ficando sempre no dilema do profissionalismo (razão) e as emoções que o ligam de alguma forma a figuras desse tribunal.

 

Golias

Na trama, conhecemos três personagens, três destinos que se encontrarão. Patrick (Gilles Lellouche), é advogado ligado ao direito ambiental que embarca numa jornada atrás de provas contra uma poderosa empresa que usa um pesticida ofensivo para todos que tem contato. France (Emmanuelle Bercot) é uma professora de educação física que após a piora do marido percebe que precisa lutar de outras formas contra a empresa que detém os direitos de um produto usado diariamente por seu vizinho. Mathias (Pierre Niney) é um jovem destaque de uma empresa que tem o trabalho de influenciar e interferir diretamente nas decisões do poder público (lobista). Esses três destinos vão se unir na mesma estrada quando uma fazendeira comete um ato de protesto.

 

Anatomia de uma Queda

Na trama, conhecemos Sandra (Sandra Hüller), uma famosa escritora alemã que mora com o marido francês, o também escritor Samuel (Samuel Theis), e o filho Daniel (Milo Machado Graner), de 11 anos, na região dos alpes franceses. Certo dia, Samuel é encontrado morto em uma parte na frente da casa. A polícia logo começa uma investigação e começa a suspeitar que Sandra cometeu o crime, iniciando assim uma jornada de incertezas rumo as verdades em um detalhado julgamento onde o filho do casal, que ficou com deficiência visual após um acidente num passado recente, pode ser uma testemunha chave.

 

Reputação

Na trama, conhecemos a esforçada estudante Naima (Nilam Farooq) que após muita luta conseguiu entrar na prestigiada Universidade de Frankfurt para estudar direito. Ela vive em um apartamento de classe média baixa com a mãe (que é uma bioquímica mas na Alemanha conseguiu outro trabalho) e os dois irmãos. Certo dia, logo em seus primeiros dias no novo curso, acaba chegando atrasada na aula do professor Richard (Christoph Maria Herbst), um homem arrogante, com um passado ligado à uma tragédia, que a trata de forma muito cruel à expondo na frente de todos os outros alunos. Um concurso de debates acaba sendo um elo que vai aproximar esses dois personagens, completamente diferentes.

Crítica | Mar de Dentro – Monica Iozzi em um Poderoso recorte sobre a Maternidade

Buscando trazer as transformações do corpo e da vida de uma forte protagonista, a cineasta gaúcha Dainara Toffoli nos coloca diante de várias questões que giram em torno da maternidade. Em dúvidas sobre quase tudo que a cerca, a personagem principal, interpretada brilhantemente por Monica Iozzi, busca dar um passo de cada vez dentro de um universo de possibilidades. Seu sofrer vira luto em uma virada que a trama nos apresenta provocando um recorte cada vez mais íntimo de uma mulher em busca das melhores soluções dentro das variáveis que estão no seu presente.

Na trama, conhecemos Manuela (Monica Iozzi), uma mulher independente, dedicada à carreira como diretora de criação de uma empresa, que se aproxima cada vez mais de Beto (Rafael Losso) um colega de trabalho. Certo dia, descobre que está grávida. Entre dúvidas e medos, dá andamento à gravidez sempre com o apoio do pai da criança e tendo poucos amigos, de mais próxima somente sua irmã Tetê (Gilda Nomacce). Mas uma tragédia coloca todas as questões de seu atual momento em grande conflito.

A construção do roteiro (assinado pela diretora e também por Elaine Teixeira) vai florencendo através de um cotidiano agitado na vida da protagonista e aos poucos nos sentimos dentro de um ciclo, de início proposto, até o infinito. Em um primeiro momento há um conflito quando sabe a notícia da gravidez e entra em um processo de despir-se emocionalmente para rumar a uma aceitação que chega de encontro também com as boas atitudes do seu parceiro. Quando o abalo emocional chega por conta de um grave ocorrido há uma evidente solitude que fica mais necessitada para a personagem após essa reviravolta de sua história. Nesse segundo ponto, há uma dúvida para nosso refletir: se esse estado de privacidade é voluntário ou imposto. Mas qualquer desses caminhos exploram as estradas muito íntimas de um estado emocional em constante altos e baixos.

Muito mais que nove meses, uma vida toda a partir de um momento. Na segunda parte da história, sim podemos dizer que após o plot twist há uma reinvenção da personagem com seu novo cenário, novos conflitos chegam, como, por exemplo, a relação com os avós paternos que querem influenciar onde o bebê nascerá num primeiro momento, e depois, buscando se impor também em cima do cotidiano logo após o nascimento da criança. Mais ainda, as noites mal dormidas, os embates sobre as opiniões de terceiros, o impacto na dedicada vida profissional, as dores de um trauma difícil de esquecer, as transformações do corpo, nesse furacão de emoções para entender a nova vida, a nova rotina, a partir de suas escolhas.

Mar de Dentro é um fascinante retrato de uma mulher, suas dores, seus amores, suas reflexões, seus medos, suas descobertas…dentro de seus encontros com as inúmeras formas de lutar, fazer o seu melhor e acordar para viver novas emoções mais uma vez.

Você tinha planos, mas o Prime Video tinha OUTRAS ideias: 10 Dicas de Séries que viciam!

Um dos ótimos streamings quando o assunto é série, o Prime Video reúne em seu catálogo diversas produções com muitas temáticas e histórias que realmente prendem a atenção. É impressionante: quando acessamos a essa plataforma, sempre encontramos algo de interessante por lá. Para você que está pronto para uma maratona inesquecível, separamos abaixo algumas dicas para adicionar ao seu setlist audiovisual:

 

The Boys

O seriado The Boys, disponível na Prime Video, sem dúvidas é um dos projetos mais aclamados por crítica e público nos últimos anos. Na história, baseada em uma HQ escrita pela dupla Garth Ennis e Darick Robertson, acompanhamos super-heróis que possuem um lado sinistro quando estão fora dos holofotes, usando seus poderes para o caos, entrando em conflito com um grupo que tem como objetivo principal deter as ações deles.

 

Na Mira do Júri

Abordando muitos detalhes de um julgamento onde todos são atores exceto um dos jurados, acompanhamos uma ideia inusitada, que mistura reality show e pegadinha, se tornando um dos projetos mais criativos do universo dos streamings em 2023. Obs: em 2026, chegou uma nova temporada!

 

A Isca

Shah Latif (Riz Ahmed) é um ator que vive endividado e possui diversas questões com sua família. Um dia, surge a chance de sua vida: um teste para ser o novo James Bond. A questão é que, ao mesmo tempo, sua vida pessoal parece virar de cabeça pra baixo, com uma série de situações conflituosas que resolvem aparecer todas as mesmo tempo justamente nesse momento importante de sua carreira.

 

Mentirosos

Depois que um acidente muda completamente a vida de uma jovem herdeira de uma família milionária, vários segredos começam a surgir sobre tudo e todos ao redor. Baseado num livro de sucesso da escritora nova iorquina E. Lockhart.

 

Sweetpea

Na trama, ambientada na cidade fictícia de Carnsham, conhecemos Rhiannon Lewis (Ella Purnell), uma jovem reservada que passou por diversos traumas em outras fases da vida – principalmente o bullying que sofria na escola. Quando seu pai morre, algo sombrio desperta nessa personagem, e um instinto sangrento começa a se sobrepor a qualquer lapso moral. Assim, ela embarca em uma jornada de descobertas, enquanto as inconsequências se somam à sua nova rotina como serial killer.

 

Tremembé

Não era algo fácil trazer para a ficção uma série de histórias marcantes em nossa sociedade, que tem como elo um presídio que ficou bastante conhecido do público. Das polêmicas aos curiosos fatos expostos, que buscam construir através de escolhas narrativas um complicado quebra-cabeça moral passando pela maldade de crimes bárbaros que chocaram a todos nós, chegou ao Prime Video uma das séries mais aguardadas dos últimos anos: Tremembé.

 

Sr. e Sra. Smith

Na trama, conhecemos John e Jane, interpretados pelos excelentes Donald Glover e Maya Erskine, duas almas solitárias, novatos no ramo da espionagem, trabalhando para uma agência que mal conhecem onde precisam fingir serem casados enquanto são enviados para as mais diversas relações. Quando os dois começam a desenvolver uma forte atração, o que leva a uma relação de fato, buscam se entenderem ao longo desse praticamente infinito percurso.

 

Fringe

Nessa sensacional série que durou cinco temporadas, acompanhamos a agente do FBI Olivia Dunham, ao lado do cientista Walter Bishop e seu filho, Peter, investigando casos que se tornam interligados – com direito a universo paralelo.

 

Fallout

Na trama, bem à frente no futuro, conhecemos a Terra dizimada por ações nucleares. Para proteger alguns, os Estados Unidos junto à um grupo de empresas, resolve criar refúgios subterrâneos. Assim, 200 anos depois do caos começar, conhecemos a jovem Lucy (Ella Purnell) que, após o lugar onde nasceu e foi criada ser atacado – e ainda com o sequestro de seu pai – resolve desbravar a superfície, um lugar onde nunca antes havia ido.

 

Melou

Dedicada aos cuidados do marido em coma, a produtora canadense de xarope de bordo (um tipo de adoçante) Ruth (Margo Martindale) vem encontrando dificuldades financeiras e na comunicação com a associação responsável por melhorias no seu ofício. Quando uma oportunidade de um roubo mirabolante surge, seu destino se cruza com o ingênuo segurança Remy (Guillaume Cyr) e o alucinado mafioso Mike (Chris Diamantopoulos).

Framboesa de Ouro | Relembre os Filmes Indicados ao Pior do Cinema que Completam 40 anos em 2022

O inimigo público número 1 da indústria do cinema, também conhecido como o “Anti-Oscar”, o “prêmio” Framboesa de Ouro segue incomodando muita gente, e fazendo outros tantos darem boas risadas. A cerimônia é uma grande brincadeira com filmes que foram execrados pela crítica, que grande parte do público torceu o nariz, mas que ninguém tem coragem de gritar aos quatro ventos o que desagradaram. Bem, não tinha. Numa época em que o politicamente correto impera, quem sabe algum dia o Framboesa de Ouro possa vir a se extinguir. Mas enquanto isso, continuamos celebrando estes filmes ruins que todos nós adoramos.

É claro que como toda premiação que se preze, o Framboesa de Ouro já errou muito, e terminou indicado filmes bons de verdade. Ah, a ironia das coisas. Na maioria das vezes, acerta em cheio ao lembrar-nos de produções que nem as mães dos envolvidos teriam coragem de defender, vide A Reconquista (2000), com John Travolta, e Mulher-Gato (2004), com Halle Berry. Os indicados deste ano já foram revelados, mas enquanto o prêmio para eles não sai – em geral ocorrem na véspera do Oscar – propomos algo diferente. O Framboesa está firme e forte até hoje, tendo iniciado seus trabalhos em 1981, bem a tempo para indicar a primeira leva de filmes dos anos 80. E a brincadeira não poderia ter começado em outra época, senão os fanfarrões anos 80.

Aqui, porém, iremos pular logo para a terceira edição do Framboesa de Ouro, para relembrar com você quais os filmes que completam 40 anos em 2022 estiveram indicados ou venceram o prêmio. Você lembra de todos? Confira abaixo.

Inchon

Filme de guerra que traz o icônico Laurence Olivier como o General MacArthur foi um dos grandes fiascos do início dos anos 80.

Você já tinha ouvido falar sobre este filme? Inchon foi o “grande vencedor”, ou seria perdedor, dos filmes que completam 40 anos naquela edição do Framboesa de Ouro. Coprodução entre os EUA e a Coreia do Sul, Inchon se tornou um filme problemático em seus bastidores, precisando alongar o cronograma de filmagens, e resultando num dos grandes fracassos financeiros da história do cinema. Na época, o longa deu um prejuízo de US$44 milhões a seus produtores. Devido a tamanho flop, o filme nunca foi lançado no mercado de vídeo ou em DVD, sendo exibido apenas na TV a cabo americana no início dos anos 2000. Mas não pense você que esta é uma produção B, afinal este drama de Guerra sobre o conflito entre os EUA e a Coreia, onde o famoso General MacArthur orquestrou a invasão anfíbia que dá título ao filme na década de 1950, conta com grandes nomes da sétima arte em seu elenco e na direção.

Quem protagoniza é ninguém menos do que o grande Laurence Olivier, que não teve papas na língua ao confessar em diversas entrevistas da época que a única razão de ter aceitado estrelar aqui foi dinheiro. Olivier vive MacArthur. Além dele, Jaqueline Bisset, Ben Gazzara e Richard Roundtree completam o elenco principal. Na direção, Terence Young, o homem responsável por três dos quatro primeiros filmes da franquia 007, com Sean Connery. O “épico” de 2h30min de duração “venceu” os Framboesas de Ouro de pior filme, pior ator para Laurence Olivier, pior diretor para Terence Young (empatado com o item abaixo) e pior roteiro. O filme ainda recebeu mais uma indicação, de pior coadjuvante para Ben Gazzara. Inchon também marca com uma das menores avaliações no IMDB.

Romance Pirata

Que tal um musical sobre piratas protagonizado pelo loirinho de ‘A Lagoa Azul’?

O segundo filme da lista é igualmente uma obra desconhecida, que caiu rapidamente no ostracismo. Esta produção da 20th Century Fox é baseada numa peça teatral clássica, datando de 1879, intitulada The Pirates of Penzance, que já foi adaptada ao audiovisual inúmeras vezes. A obra é um musical e fala sobre um rapaz criado por piratas, decidindo abandonar seus companheiros em nome do amor por uma jovem. Mas quando ela é sequestrada, cabe a ele sair em busca dela e resgatá-la. No elenco, protagonizando como o jovem casal: Christopher Atkins, o loirinho que já havia se perdido numa ilha com Brooke Shields em A Lagoa Azul (1980), e Kristy McNichol, do filme Queridinhas (1980). Romance Pirata (The Pirate Movie no original) foi indicado a pior filme, pior ator e atriz (Atkins e McNichol), pior coadjuvante (Ted Hamilton), pior roteiro e pior canção original – e levou os Framboesa de pior diretor para Ken Annakin (empatado com Terence Young), outra canção original (‘Pumpin and blowing’) e pior trilha sonora.

Annie

Injustiça! O musical ‘Annie’, de John Huston, é puro charme, em partes graças à adorável protagonista.

Outro musical na lista, e este talvez a maior injustiça desta edição do Framboesa de Ouro. Annie, a pequena órfã ruivinha, igualmente nasceu nos palcos e viria a ganhar as telas de cinema na forma de uma superprodução bancada pela Columbia Pictures e dirigida pelo prestigiado John Huston há exatos 40 anos. Diferente do item acima, as canções de Annie são todas muito icônicas, vide ‘It´s a Hard-Knock Life’ e ‘Tomorrow’, mas isso pode ser dito que é graças ao musical dos palcos. Seja como for, Annie é um destes casos em que o Framboesa não foi muito feliz em suas nomeações, já que no mesmo ano o filme recebeu indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro. Annie foi refilmado em 2014 – essa sim uma produção bem abaixo do esperado, que mereceu as indicações ao Framboesa que obteve. Annie, de 1982, foi indicado para pior filme, diretor (Huston), roteiro e não perdoou sequer a pequena e graciosa ruivinha sardenta Aileen Quinn, a intérprete de Annie, tascando nela a indicação de pior revelação e a vitória como pior atriz coadjuvante. Injusto.

Butterfly

Esse aqui bem que poderia se chamar “Incesto – o filme”. Acontece que o longa é baseado num livro extremamente controverso, que aborda um julgamento de um funcionário de uma mina de prata, abandonado pela esposa, que estaria mantendo uma relação para lá de imprópria com sua filha Kady. O ator Stacy Keach vive o abusador, e Pia Zadora, atriz que nunca teve muita sorte em seus projetos, é a filha Kady. O grande chamariz no elenco desta produção de mau gosto é a presença do veterano Orson Welles como o juiz que está à frente do caso polêmico. Butterfly tenta ser um drama erótico, passado na década de 1930, mas quando pensamos em quão errada é a relação, o filme só consegue nos causar repulsa. Butterfly recebeu indicações para pior filme, piores ator e atriz coadjuvantes (Orson Welles e Lois Nettleton), pior diretor (Matt Cimber), pior roteiro, pior canção (‘It´s Wrong for me to Love You’) e trilha sonora, e levou os Framboesa de pior atriz e revelação (Pia Zadora), e pior coadjuvante (Ed McMahon).

O Esquadrão do Terror

Fechando a lista dos filmes principais a receberem indicação no Framboesa de Ouro que completam 40 anos em 2021, temos esta ficção científica de ação (apesar do nome), que tenta ser Mad Max e tem direção de Hal Needham, o sujeito por trás dos filmes de corridas de carro de Burt Reynolds (vide Agarra-me se Puderes, O Imbatível e Um Rally Muito Louco). Com um visual cafona tipicamente dos anos 80, quem protagoniza é Barry Bostwick (de Rocky Horror Picture Show e do seriado Spin City) como o herói Ace Hunter. O problema é que um total de zero pessoas na época, incluindo críticos e o público, comprou o ator no personagem. Para piorar ainda colocaram um colant e uma faixa em sua cabeça, terminando com aparência de quem iria fazer aeróbica e não salvar o dia. Megaforce, em seu título original, foi indicado para os Framboesas de pior filme, diretor para Needham e coadjuvante para Michael Beck, do muito superior The Warriors – Os Selvagens da Noite (1979).

OUTRAS INDICAÇÕES

Os grandalhões do cinema brucutu desde sempre foram alvo do Framboesa, por protagonizarem filmes, digamos, não muito favoráveis ao cérebro do espectador, mas extremamente divertidos. Em especial Sylvester Stallone sempre esteve na “boca” do prêmio, mas há 40 anos, quem entrava na mira era o “rival” Arnold Schwarzenegger em seu filme de estreia rumo ao estrelado. Conan – O Bárbaro é um filme cultuado, mas não se livrou de uma indicação de pior ator para o seu protagonista.

E por falar em ator, você sabia que o tenor Luciano Pavarotti, italiano que foi um dos maiores cantores de ópera de todos os tempos, estrelou seu próprio filme? Uma Voz para Milhões (Yes, Giorgio) foi seu primeiro filme para o cinema, e Pavarotti viveu um famoso cantor de ópera que perde sua voz durante uma turnê nos EUA e recorre a uma especialista em garganta, é claro, se apaixonando por ela depois. A direção é de Franklin J. Schaffner, o mesmo de O Planeta dos Macacos (1968). O filme foi indicado ao Oscar de canção, mas no Framboesa recebeu indicações para pior ator e revelação, ambos para Pavarotti, e pior roteiro.

Dos clássicos que amamos ainda hoje e completam 40 anos, o Framboesa tratou de indicar filmes como: O Enigma de Outro Mundo (pior trilha sonora para o maestro Ennio Morricone), Rocky III – O Desafio Supremo (pior revelação para Mr. T) e Desejo de Matar 2 (pior trilha sonora para Jimmy Page, da banda Led Zeppelin).

Quem também não escapou de indicações foi a veterana Mia Farrow, visada para o Framboesa de pior atriz pelo filme do então maridão Woody Allen, Sonhos Eróticos de uma Noite de Verão. Já a atriz Morgan Fairchild vinda de uma série de TV estreava com o pé esquerdo em sua carreira no cinema ao protagonizar o thriller Sedução e Medo (The Seduction), no papel de uma apresentadora de jornal aterrorizada por um stalker. O filme recebeu as indicações de pior atriz e revelação para Fairchild, e pior coadjuvante para Colleen Camp.

O Framboesa ainda “homenageou” lendas como o maestro John Williams (pior trilha por Monsenhor, filme com Christopher Reeve), Clint Eastwood e Al Pacino, que tiveram seus filmes Honky Tonk Man – A Última Canção e Autor em Família, respectivamente, indicados para pior canção. Finalizando, as atrizes Dyan Cannon e Rutanya Alda, nomeadas para piores coadjuvantes pelos filmes Armadilha Mortal (suspense de Sidney Lumet, com Michael Caine e Christopher Reeve) e o terror Amityville 2: A Possessão.

‘The 100’ é renovada para a 6ª temporada

A humanidade vai viver para lutar outro ano. A CW renovou oficialmente a série ‘The 100‘ para a 6ª temporada após a exibição de apenas dois episódios da quinta.

Até o momento, a 5ª temporada tem registrado uma média de o.35 na demo, e um total de 1.23 milhões de espectadores.

A 5ª temporada de The 100 ganhou data para chegar ao Brasil. A Warner Channel exibe os novos episódios a partir de 4 de junho, às 22h30. Lembrando que o seriado retornou dia 24 de abril nos EUA.

‘Sempre Bruxa’: Nova série da Netflix ganha trailer completo; Assista!

A Netflix divulgou o trailer completo de sua nova série original, ‘Sempre Bruxa‘ (Siempre Bruja).

Confira:

A primeira temporada será lançada na plataforma no dia 1º de fevereiro de 2019.

Uma jovem bruxa nos leva a uma viagem no tempo entre o presente e o passado da cidade de Cartagena. Na jornada, ela enfrenta desafios e descobre que uma vez bruxa, Sempre Bruxa.

Sofia Bernal Araujo, Valeria EmilianiDylan Fuentes estrelam.

‘It: Capítulo 2’: Bill Skarsgård e Andy Muschietti falam sobre o fim da saga

A Warner Bros. divulgou um novo vídeo dos bastidores do terror ‘It: A Coisa – Capítulo 2‘.

Confira:

Andy Muschietti (‘Mama‘) retorna à direção, que terá novamente Gary Dauberman (‘A Freira‘) como roteirista.

Como a cada 27 anos o mal revisita a cidade de Derry, Maine, a sequência volta a acompanhar os mesmos personagens – que há muito tempo seguiram seus próprios caminhos – de volta como adultos, quase três décadas depois dos eventos do primeiro filme.

O elenco conta com o retorno de Bill Skarsgård, no papel de Pennywise, e das crianças Jaeden Lieberher, Wyatt Oleff, Sophia Lillis, Finn Wolfhard, Jeremy Ray Taylor, Chosen Jacobs e Jack Dylan Grazer.

Jessica Chastain, James McAvoy, Bill Hader, Jay Ryan, James Ransone, Andy Bean e Isaiah Mustafa interpretarão as versões adultas dos personagens.

O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

‘Jason Bourne’: Produtor procura novo diretor e história para o 6º filme da franquia

Em entrevista ao Collider, Frank Marshall, produtor dos cinco filmes da franquia ‘Jason Bourne‘, revelou que está procurando um novo cineasta para dirigir o próximo filme da saga, que deverá focar em uma história diferente.

“Eu gosto da franquia ‘Bourne’ e acredito que há uma oportunidade para diferentes cineastas. Quero encontrar uma nova história e um novo cineasta para o próximo filme da franquia. Estamos procurando.”

O produtor não esclareceu se Matt Damon possivelmente retornará para o próximo filme ou se a trama irá continuar como em ‘O Legado Bourne‘, focando em novos personagens no mesmo universo.

Vale lembrar que, há alguns anos, Matt Damon – que estrelou quase todos os filmes da franquia – revelou que ainda não estava preparado para fazer outro filme.

Somando todos os cinco filmes, a franquia já arrecadou mais de US$ 1.6 bilhões mundialmente.

A série ‘Treadstone‘, focada no personagem, foi cancelada em sua primeira temporada.

Confira o trailer:

 

‘Malcolm & Marie’: Internautas estão AMANDO o romance com Zendaya e John David Washington; Confira as reações!

O romance ‘Malcolm & Marie‘ foi lançado hoje (5) na Netflix e já está causando um enorme impacto na internet.

Os internautas estão amando a produção, além de destacar a excelente atuação dos atores Zendaya (‘Euphoria‘) e John David Washington (‘TENET‘).

Confira as reações que separamos para vocês:

O longa foi escrito e dirigido por Sam Levinson, criador da aclamada série original da HBO, ‘Euphoria‘.

Ao retornar para casa após a estreia de seu filme, o cineasta Malcolm aguarda a resposta da crítica ao lado da namorada, Marie. Mas a noite toma um rumo inesperado quando revelações importantes colocam o amor do casal à prova.

‘Psych 3’: Shawn e Gus investigam novo mistério no trailer da sequência; Assista!

O Peacock divulgou o primeiro trailer da sequência ‘Psych 3: This Is Gus‘.

Confira:

O terceiro filme será lançado na plataforma no dia 18 de novembro.

James Roday RodriguezDulé Hill retornam como Shawn e Gus, respectivamente.

O novo filme terá início na véspera do casamento forçado entre Gus e Selene (Jazmyn Simon) e do nascimento de seu primeiro filho, “Baby Guster”. Antes que as núpcias possam acontecer, Shawn e o ‘Noivozilla’ Gus devem embarcar em uma missão para rastrear o ex-marido de Selene. Lassiter de Timothy Omundson, enquanto isso, Lassiter (Timothy Omundson) luta com o futuro de sua carreira.

Outros veteranos da franquia, incluindo Maggie Lawson, Kirsten Nelson e Corbin Bernsen, foram confirmados na nova sequência.

‘Mais Que Amigos, Friends’: Comédia romântica gay ganha novo trailer divertido; Confira!

A Universal Pictures divulgou o novo trailer de ‘Mais Que Amigos, Friends‘, a primeira comédia romântica sobre gays produzida por um grande estúdio.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de novembro.

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o diretor Nicholas Stoller revelou que o filme “é uma comédia romântica realista, divertida e engraçada sobre dois homens que nunca deram certo no amor e acabam se apaixonando”.

“A audiência vai se apaixonar por essa história diferente e divertida. Trouxemos muito humor e romance para esse filme que vai encantar você”.

Já o astro Billy Eichner – que co-escreveu o filme com Stoller – afirmou que a produção é um marco cinematográfico:

“Um filme de romance gay sendo lançado pelo mesmo estúdio de Jurassic World e Minions é algo novo na indústria, e estou muito orgulhoso do que fizemos. Vamos mostrar com muita comédia a história de um relacionamento homoafetivo. O filme não foi baseado só na minha história, mas na de vários amigos gays que eu tenho. Tudo que acontece no filme é baseado em uma história real. Mostrar o mundo gay de maneira tão verdadeira e cheia de humor é incrível…”, afirmou.

Na trama, dois homens com problemas amorosos entram em um relacionamento surpreendente.

Todo o elenco do filme é composto por atores LGBTQIA+, incluindo Luke Macfarlane, Monica Raymund, Harvey Fierstein, Guillermo Diaz e a vencedora do RuPaul’s Drag Race, Symone.

‘Renfield’: Terror cômico ganha trailer final com cenas INÉDITAS; Confira!

A Universal Pictures divulgou o trailer final do terror cômico ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, que trará o ator Nicolas Cage como o lendário Conde Drácula.

Além disso, foi confirmado que o longa chegará aos cinemas nacionais no dia 27 de abril – uma semana antes do que havia sido originalmente programado.

Confira o trailer, legendado e dublado:

Dirigida por Chris McKay (‘A Guerra do Amanhã’), a produção é baseada em uma ideia criada por Robert Kirkman (‘The Walking Dead’), que serve como produtor do filme.

Renfield é o sofrido ajudante do chefe mais narcisista da história, Drácula. Ele é forçado a encontrar as vítimas para seu mestre e fazer tudo o que ele lhe pede, qualquer que seja o grau de degradação da ordem recebida. Mas agora, depois de séculos de servidão, Renfield está pronto para descobrir se há vida lá fora, para além da sombra do Príncipe das Trevas. Se pelo menos ele puder descobrir como dar fim à sua dependência dele…

Nicholas Hoult (‘Meu Namorado é um Zumbi’) estrela como o personagem titular, o mordomo de Drácula. O elenco ainda conta com Awkwafina (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’), Adrian Martinez (‘Golpe Duplo’), Shohreh Aghdashloo (‘The Expanse’), James Moses Black (’24 Horas: O Legado’) e Ben Schwartz (‘Sonic: O Filme’).

No romance original de Bram Stoker, Renfield era um paciente lunático de um manicômio que foi diagnosticado de insanidade; mas, na verdade, ele era um servo de Drácula. O longa-metragem deve ser ambientado nos dias atuais em vez de ser construído como um filme de época.

 

Alaqua Cox quer que a ‘Eco’ se junte aos VINGADORES no MCU

Em entrevista ao Deadline, Alaqua Cox, que interpreta a heroína Maya Lopez na série ‘Eco‘, comentou sobre o futuro da personagem no Universo Cinematográfico da Marvel.

A atriz revelou que adoraria ver sua personagem se juntando aos Vingadores, e confessou que gostaria de ter a oportunidade de trabalhar ao lado do Mark Ruffalo.

“Sinceramente, eu adoraria ver a Maya se juntando aos Vingadores. Seria incrível se ela cruzasse caminho com outros heróis. Eu amaria isso, seria muito divertido. E também seria ótimo trabalhar com o Mark Ruffalo, o Hulk. Eu o adoro como ator e como pessoa. O Mark é um grande aliado para as mulheres indígenas.”

Sobre o que ela espera no futuro de sua personagem, ela completa: “Eu espero que a Echo não retorna para Nova York. Aquele é um lugar horrível para ela, por causa de todas as memórias traumáticas. Agora que ela conseguiu se reconectar e se abrir com sua família, ela percebe que eles nunca saíram do seu lado.”

Vale lembrar que todos os episódios de ‘Eco‘ estão disponíveis no Disney+.

Relembre o trailer:

Além de Alaqua Cox, a série também conta com Charlie Cox, reprisando seu papel de Demolidor, e Vincent D’Onofrio de volta como Rei do Crime.

A trama acompanha a heroína Maya Lopez (Cox). Mestre em artes marciais e surda, ela é capaz de replicar perfeitamente os movimentos de uma pessoa. Eco é conhecida por ter colaborado com heróis como Demolidor, Blade e os Vingadores.

Série de suspense com atriz de ‘Yellowjackets’ e ‘Fallout’ recebe 100% de aprovação no RT; Confira as reações!

A série de suspense ‘Sweetpea‘, estrelada por Ella Purnell (‘Yellowjackets’ e ‘Fallout’), recebeu impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral afirma que esta é uma série de suspense cativante, com um delicioso tom cômico e uma forte performance de sua protagonista.

Cartaz do filme Sweetpea com avaliação máxima.

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘Sweetpea’ é agradável de assistir, mas essa série seria mais memorável se tivesse um pouco mais de impacto.” (Bloody Disgusting)

“‘Sweetpea’ é uma série original do começo ao fim, nos oferecendo uma história envolvente até sua chocante cena final.” (RogerEbert.com)

“Enquanto outras séries nesse estilo tiveram dificuldade de se destacar, ‘Sweetpea’ faz mais do que o suficiente para inspirar confiança de que, não importa o que aconteça, continuará sendo uma série viciante até o fim.” (Collider)

“‘Sweetpea’ é uma série deliciosamente viciante. Ella Purnell traz uma performance sensacional como Rhiannon Lewis, uma protagonista distorcida. Ela faz você querer acompanhar esta narrativa fantástica, enervante e cômica até o fim.” (Loud and Clear Reviews)

“Esta adaptação para as telinhas serve como uma pré-sequência para a saga de livros em que é baseada. É parte suspense, parte comédia romântica, parte fantasia — indefinível em gênero, mas simplesmente uma série brilhante.” (London Evening Standard)

“‘Sweetpea’ é uma série elegante e estilosa que vale algumas horas do seu tempo, mas não entra necessariamente para uma lista de produções imperdíveis…” (Daily Telegraph UK)

Com seis episódios, a produção ainda não tem previsão de estreia no Brasil.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série é baseada no livro homônimo de C.J. Skuse.

Rhiannon Lewis não causa uma impressão marcante — as pessoas passam por ela na rua sem olhar duas vezes. Ela é continuamente esquecida para uma promoção no trabalho, o cara de quem ela gosta não se compromete, e seu pai está muito, muito doente. Então, tudo em sua vida vira de cabeça para baixo. Rhiannon é levada ao limite e perde o controle. De repente, a figura esquecida desparece, e em seu lugar está uma jovem capaz de qualquer coisa… A vida de Rhiannon se transforma quando ela encontra um novo vício inebriante, mas será que ela pode manter seu segredo assassino?

O elenco ainda conta com Nicôle LeckyJon PointingCalam Lynch, Leah HarveyJeremy Swift e Dustin Demri-Burns.

Kirstie Swain assina o roteiro da adaptação ao lado de Krissie Ducker (‘Killing Eve’), Laura Jayne TunbridgeSelina Lim (‘Sex Education’).

Chris Pratt voltará a dublar o ‘Garfield’ na SEQUÊNCIA da animação

Uma sequência para a animação ‘Garfield: Fora de Casa‘ está oficialmente em desenvolvimento.

De acordo com o Deadline, Chris Pratt (‘Guardiões da Galáxia’) voltará a dublar o preguiçoso gato titular – além de servir como produtor do novo filme.

Infelizmente, nenhuma outra informação sobre o projeto foi divulgada.

Vale lembrar que o longa anterior se tornou um enorme sucesso de bilheteria, ultrapassando a marca dos US$ 250 milhões mundialmente – o que representa a maior arrecadação da história para um filme do personagem clássico.

Apesar do sucesso entre o público, a produção amargou apenas 37% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Na trama, Garfield, o gato caseiro que odeia segundas-feiras e ama lasanha, se vê em uma aventura selvagem ao ar livre quando seu pai há muito perdido o envolve em um assalto de alto risco.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Crítica | ‘Garfield – Fora de Casa’ mistura comédia e aventura em animação FOFÍSSIMA

Crítica | Garfield Fora de Casa – Nova Animação Explica as Origens do Gato em Aventura Cheia de Ensinamentos

Criada pelo cartunista Jim Davis, a história em quadrinhos de ‘Garfield‘ estreou em junho de 1978 e segue o gato laranja cínico e preguiçoso e suas interações com seu dono, Jon Arbuckle, e seu companheiro de estimação Odie, o adorável cachorro.

Prime Video confirma série baseada no clássico ‘Robocop’

De acordo com o The Ankler, o Prime Video deu sinal verde para a série baseada no filme clássico ‘RoboCop‘.

O projeto foi originalmente anunciado em 2024, mas só agora sairá do papel.

Peter Ocko (‘Pushing Daisies’) foi confirmado como showrunner, enquanto James Wan entra como produtor executivo através da Atomic Monster.

Ainda não se sabe, no entanto, se a dupla permanece em suas respectivas funções.

Na trama…

“Um gigantesco conglomerado tecnológico colabora com o departamento de polícia local para introduzir um agente avançado tecnologicamente, a fim de combater o aumento do crime — um policial que é parte homem, parte máquina”.

Michael Clear e Rob Hackett também atuarão como produtores executivos, enquanto Danielle Bozzone supervisiona o projeto.

A série é produzida pelos estúdios Amazon MGM.

Robocop – O Policial do Futuro’ está disponível no Prime Video.

“Na história, um policial é morto em combate e transformado por cientistas da empresa que comanda a força policial em um ciborgue ultrassofisticado, destinado a lutar contra o crime em Detroit. Contudo, mesmo com sua memória apagada, lembranças o assombram, levando-o a buscar vingança”.

“Kingsman 2 será maior, mais ousado e mais engraçado”, afirma diretor

Kingsman: O Círculo Dourado’ chega aos cinemas apenas em setembro deste ano, mas os fãs já podem ficar entusiasmados com o que vem por aí.

Segundo disse o diretor Matthew Vaughn à revista Empire, a sequência satisfará os desejos do público em se tratando de violência e cenas de impacto, aos moldes do clássico momento em que o personagem de Colin Firth comete um assassinato em massa dentro de uma capela.

De acordo com Vaughn, ‘ a continuação é a chance de elevar todos os níveis da produção:

“Há uma oportunidade com ‘Kingsman 2’ de fazê-lo maior, mais ousado, mais engraçado e mais louco. […] A sequência da igreja, todos querem algo como aquilo. Mas nós temos tomadas de ação que são tão originais quanto, mas também são diferentes”.

O diretor também comentou sobre os novos personagens que chegam na trama. Quem ingressa em ‘O Círculo Dourado’ é Halle Berry (Ginger), Jeff Bridges (Agente Champagne), Channing Tatum (Agente Tequila), Julianne Moore (Poppy) e Pedro Pascal (Agent Jack).

Para Matthew, os codinomes ligados à bebidas alcoólicas tem tudo a ver com a origem do grupo, formado por excelentes figuras que só vão adicionar mais ação à narrativa:

“Eles são ótimos personagens. São multi-bilionários com grandes jatinhos e sua base é uma enorme destilaria em Kentucky. Nós temos toda essa diversão americana e estamos combinados com o fator inglês da produção”.

Além da entrevista, a Empire divulgou mais duas fotos exclusivas do filme. Confira:

Lembrando que a estreia agora está agendada para 29 de setembro.

‘Kingsman 3’? Taron Egerton comenta a possibilidade

 

Kingsman: O Circulo Dourado’ é dirigido por Matthew Vaughn, com roteiro assinado por Dave Gibbons, Jane Goldman e Mark Millar. O elenco conta com Taron Egerton (Gary ‘Eggsy’ Unwin), Julianne Moore (Poppy), Colin Firth (Harry Hart), Jeff Bridges, Channing Tatum, Pedro Pascal (Jack Daniels), Mark Strong (Merlin), Halle Berry (Ginger), Vinnie Jones, and Sophie Cookson (Roxy).

A sequência estreia em 28 de Setembro de 2017.

A trama do primeiro filme acompanha uma organização supersecreta que recruta um deselegante mas promissor garoto para o programa de treinamento supercompetitivo da agência justo quando um perverso gênio tecnológico ameaça o planeta.

‘Liga da Justiça’: Batman ganha belo cartaz conceitual; Confira!

Liga da Justiça’ já deixou os cinemas há um bom tempo, mas novos materiais continuam surgindo. Com o lançamento em HD Digital no dia 13 de fevereiro, os heróis estão ganhando novos cartazes.

Dessa vez, a conta oficial do Instagram da produção divulgou um belíssimos cartaz do líder do grupo, Batman:

Confira também os cartazes da Mulher-Maravilha, Aquaman, Flash e do Ciborgue:

O Blu-ray virá com apenas UMA cena extra, intitulada “O Retorno de Superman“.

Porém, para o desagrado dos fãs, foi revelado que a cena terá apenas 1 minuto e 51 segundos de duração. O resto dos extras, apenas com cenas dos bastidores, totaliza 74 minutos.

A Warner divulgou recentemente um vídeo que traz uma prévia da cena inédita.

Assista, no minuto 0:27:

Warner Bros. deixa os heróis mais coloridos no Blu-ray de ‘Liga da Justiça’ 

Confira os extras: 

Estrada para a Justiça
Uma jornada ao lado de criadores de quadrinhos da DC enquanto exploram mais de 50 anos da Liga da Justiça, desde os quadrinhos até as aventuras animadas e sua estreia cinematográfica.

Coração da Justiça
Descubra o coração, a alma e a mente da Liga da Justiça, já que o elenco e os cineastas compartilham sua admiração pela icônica Trindade: Superman, Mulher-Maravilha e Batman.

Tecnologia da Liga da Justiça
Do arsenal de Batman à tecnologia alienígena do Ciborgue, conheça a interface do banco de dados da Liga da Justiça para aprender seus segredos mais avançados.

Justice League: The New Heroes
Junte-se a Ray Fisher em um passeio pessoal para conhecer os mais novos membros da Liga da Justiça: Aquaman, o Flash e Ciborgue.

O retorno do Superman
Cenas de bônus não vistas nos cinemas

Lobo da Estepe, o Conquistador
Junte-se ao ator Ciarán Hinds e os cineastas que revelam a história do antigo inimigo da humanidade e o maior desafio da Liga da Justiça.

Estudos de Cena: Revisitando as Amazonas
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de Cena: O Resgate da Mulher-Maravilha
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de cena: Parque dos Heróis
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

Estudos de cena: A batalha do túnel
Examine mais de perto o processo cinematográfico por trás das sequências mais emocionantes e repletas de ação da Liga da Justiça

O Visual da Liga
O designer de figurino Michael Wilkinson explora a inovação e a arte que se dedicam a criar os figurinos dos heróis icônicos da DC.

Liga da Justiça continua em cartaz no Brasil. O filme ultrapassou a bilheteria nacional de ‘Velozes e Furiosos 8’ e se tornou a maior bilheteria de 2017 no país.

Comparando com as demais produções do DCEU, ‘Liga da Justiça ainda permanece atrás de ‘Esquadrão Suicida‘ (US$ 745,6 milhões), ‘Mulher-Maravilha‘ (US$ 821,9 milhões) e ‘Batman V Superman: A Origem da Justiça‘ (US$ 873,3 milhões).

8 Comédias Teens IMPERDÍVEIS disponíveis na Netflix

As comédias teens são bem populares e, sejam algumas delas prazeres culposos ou não, é difícil recusar o seu encanto. A nossa jornalista Rafa Gomes passou um pente fino na Netflix e trouxe oito dicas do gênero que são IMPERDÍVEIS!

Confira:

‘Watchmen’: Damon Lindelof fala sobre a possibilidade de uma segunda temporada

A série ‘Watchmen‘ chegou ao seu fim no último domingo (15) e após uma trajetória de muito sucesso de audiência e aclamação da crítica especializada, muito tem se questionado a respeito da possibilidade de uma segunda temporada.

E o criador da produção, Damon Lindelof, falou abertamente sobre o assunto, em uma entrevista à revista EW. De maneira bem franca, o também produtor reiterou sua posição, afirmando que existe espaço para a série se expandir, mas que seu envolvimento só virá caso ele tenha uma ideia tão boa e autêntica e que esteja diretamente vinculada ao universo do material fonte.

Disse:

“Sinto  muito por aqueles que são extremamente inconsistentes. Em geral, tenho sido bastante consistente nesse ponto. Quando fomos ao público pela primeira vez com o piloto, na Comic-Con de Nova York, eu queria ter certeza de que todos que estavam participando dessa aventura soubessem qual era o design da temporada. Especialmente depois do que aconteceu com Lost e da maneira como muitas séries de dramas se desenrolaram, onde o público não sabe a dimensão da trama ao começarem a assistí-la. Esta é uma carta de amor e uma análise dos quadrinhos originais de Watchmen’… Eu queria que todos soubessem que essa não é o meio da trilogia, esse não é o começo de uma série com sete temporadas. Na minha opinião, a melhor iteração de qualquer temporada de Watchmen espelharia a graphic novel original, pois seria uma história independente com a resolução de um mistério fundamental. Sempre haverá espaço para mais Watchmen’. Eu sinto que este mundo é tão amplo – espero que seja mais amplo agora do que era antes. Você poderia chamar algo de ‘Watchman’ e nem mesmo apresentar os personagens que estavam no original ou nesta temporada, desde que todos ocupem o mesmo mundo”.

Lindelof continuou, pontuando também como a própria série poderia continuar, sem seu envolvimento diretamente. Citando os exemplos de grandes sucessos como ‘True Detective‘ e ‘Fargo‘, ele ainda salientou que não sabe dizer se a série terá mesmo uma nova temporada, sugerindo que a possibilidade é real, desde que haja algo novo ali para ser contado:

“Eu acho que, particularmente, quando se trata de Watchmenou ‘Fargo‘, onde os criadores do original não estão diretamente envolvidos, é um sacrilégio e hipócrita dizer: ‘Ninguém mais consegue vir e fazer uma nova temporada de ‘Watchman”. Se eu fosse fazer outra temporada da série, ela precisaria ter uma uma ideia realmente legal e uma justificativa para acontecer. E eu não tenho nenhum dos dois nesse momento. Isso também não significa que não terei em um determinado momento do futuro. Eu acabei de terminar a série, fazem quatro semanas! Minha antena está ligada, mas está estática. Não posso dizer que – definitivamente – não haverá uma segunda temporada, assim como não posso dizer que – definitivamente – teremos. É nesse contexto em que me encontro hoje”.

 

Assista à promo do último episódio:


Situada em uma história alternativa onde ‘super-heróis’ são tratados como bandidos, ‘Watchmen‘ é baseada na icônica graphic novel de Alan Moore e Dave Gibbons, e acompanha as consequências dos atos dos vigilantes após a morte de Rorschach e a partida do Dr. Manhattan para Marte.

Assista ao trailer:

O elenco conta com nomes de peso, como Jeremy Irons no papel de Ozymandias e Robert Redford interpretando si mesmo. Regina KingDon JohnsonJean SmartAdelaide ClemensTim Blake Nelson e outros completam o time.

‘Jackie’: Cinebiografia estrelada por Natalie Portman será removida da Netflix; Saiba quando!

A aclamada cinebiografia ‘Jackie‘ será removida da grade de programação da Netflix. A produção, que rendeu à Natalie Portman uma indicação ao Oscar, deixará o serviço de streaming no próximo domingo (06).

A produção conta a história de Jacqueline Kennedy, que inesperadamente viúva, lida com o trauma nos quatro dias posteriores ao assassinato de seu marido, o então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy.

A produção recebeu grande aclamação por parte da crítica especializada e das principais premiações do ramo, conquistando três indicação à estatueta do Oscar, nas categorias de Melhor Atriz, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora

O longa é dirigido por Pablo Larraín (“O Clube” e “No”) e tem entre os produtores Darren Aronofsky (Cisne Negro).

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‘Shatner in Space’: Especial sobre a viagem espacial de William Shatner ganha data de estreia na Amazon Prime Video

A histórica viagem espacial feita por William Shatner, a convite de Jeff Bezos – criador da Amazon e da companha aeroespacial Blue Origin -, vai ganhar um documentário.

Intitulado ‘Shatner in Space‘, o especial trará os bastidores da emblemática aventura vivida pelo astro de ‘Star Trek‘, que se tornou a pessoa mais velha a fazer uma viagem espacial.

Shatner foi um dos quatro tripulantes abordo do foguete New Shepard, que ainda contou com o presidente da missão e das Operações de Voo da Blue Origin, Audrey Powers, além de Chris Boshuizen e Glen de Vries.

O especial acompanhará passo-a-passo do voo histórico de Shatner. O doc ainda destacará a amizade entre o ator e Jeff Bezos, que credita Star Trek como o criador de seus primeiros sonhos de uma viagem espacial.

O documentário estreia dia 15 de dezembro na Amazon Prime Video.

Audiência de ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão’ DISPARA 430% na Netflix, após pressão sobre governo Trump por arquivos do caso

O interesse público pelo caso Jeffrey Epstein voltou a crescer de forma explosiva. A série documental ‘Jeffrey Epstein: Poder e Perversão‘, lançada pela Netflix em 2020, registrou um aumento de 430% na audiência durante a semana de 18 a 24 de julho, atingindo 73,1 milhões de minutos assistidos, segundo dados da Luminate. Na semana anterior, o total havia sido de apenas 13,6 milhões.

O salto de interesse coincide com a pressão crescente sobre o governo Trump para divulgar mais documentos relacionados ao caso Epstein. No início do mês, o Departamento de Justiça anunciou o encerramento da revisão do caso, alegando não haver evidências para novas acusações e negando a existência de uma “lista de clientes” — o que gerou indignação entre apoiadores do presidente, muitos dos quais alimentam teorias de que figuras democratas de alto escalão estariam envolvidas em uma rede de tráfico sexual ligada a Epstein.

Vale lembrar que o Wall Street Journal revelou que Trump foi informado em maio de que seu nome constava entre os arquivos analisados, algo que o presidente nega veementemente.

A série documental da Netflix não acusa diretamente Trump, Bill Clinton ou o príncipe Andrew de envolvimento nos crimes, mas destaca a proximidade de Epstein com essas figuras poderosas.

O foco principal está nos relatos das vítimas e na forma como o abusador condenado conseguiu escapar da justiça por tanto tempo, incluindo o controverso acordo de 2008 negociado por Alex Acosta — então promotor da Flórida e posteriormente secretário do Trabalho na gestão Trump.

O acordo concedeu imunidade federal a Epstein, permitindo que ele se declarasse culpado de acusações estaduais mais brandas e cumprisse apenas 11 meses de prisão com direito a saídas diárias para “trabalho externo”.

Com a pressão política crescendo e o debate público reacendido, o documentário voltou a ser uma das principais fontes de informação para quem busca entender a extensão dos abusos cometidos por Epstein — e os mecanismos de poder que o protegeram por tanto tempo.

A produção esmiuça o magnata, condenado por pedofilia e tráfico de mulheres, que tem como grandes amigos figuras públicas de alto escalão.

A minissérie traz detalhes de terríveis casos de abuso sexual e pedofilia cometidos por ele, à medida que explora e investiga a possível conexão de Clinton e o membro da Família Real Britânica, que também são acusados de serem cúmplices dos crimes e de até mesmo terem participações nas práticas abusivas.

Confira o trailer:

A minissérie é dirigida por Lisa Bryant e conta com quatro episódios.

Thor aparece com uniformes BEM diferentes em novas artes de ‘Thor: Ragnarok’

Os artistas Jackson Sze e Aleksi Briclot divulgaram diversas artes conceituais de Thor: Ragnarok nos seus Instagram. Nelas, podemo ver que Thor poderia ter tido um uniforme completamente diferente no longa:

O artista conceitual Ryan Meinerding também divulgou em sua conta oficial do Twitter uma nova série de artes conceituais de ‘Thor: Ragnarok‘, que trazem algumas versões distintas de Hulk.

Em uma delas, o personagem aparece cabeludo.

Confira:

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘Homem-Formiga e a Vespa’: Marvel libera novo pôster e fotos inéditas dos bastidores

A Marvel Studios divulgou novas imagens dos bastidores e um novo comercial deHomem-Formiga e a Vespa, que brinca com os eventos de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘. Confira:

A adaptação dos quadrinhos deve arrecadar cerca de US$ 75 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. A projeção é do Hollywood Reporter.

Vale lembrar que esse valor é ótimo em relação ao filme original, que conseguiu US$ 57 milhões na estreia e totalizou US$ 519 milhões mundialmente para seu orçamento de US$ 130 milhões.

O Reino Quântico que conhecemos em ‘Homem-Formiga’ deve ser parte crucial da trama da sequência, ‘Homem-Formiga e Vespa’, é o que sugerem rumores, além de afirmar que a dupla protagonista estará na caça de Janet van Dyne (Michelle Pfeiffer), a Vespa original, no Reino.

Uma fonte próxima à produção contou que atrama começa com Scott Lang em prisão domiciliar. Ainda se afastando dos eventos da Guerra Civil.

O elenco conta com Paul RuddEvangeline Lilly, Lawrence Fishburne como o Dr. Bill Foster, Golias; Walton Goggins como Sonnyburch, Hannah John-Kamen viverá a Fantasma e Randall Park será o Agente Jimmy Woo.

Judy Greer está com seu retorno confirmado. Na adaptação dos quadrinhos, Greer interpreta Maggie, a ex-esposa de Scott Lang e mãe da garotinha Cassie.

A direção é de Peyton Reed, com roteiro de Paul Rudd e Adam McKay.

A estreia de ‘Homem-Formiga e Vespa‘ está marcada para 5 de julho de 2018.

Pokémon 25 anos | A franquia que estreitou os laços orientais com o ocidente

Pokémon é uma das franquias orientais mais populares do mundo. Estima-se, inclusive, que seu valor gire em torno de US$ 100 bilhões juntando videogames, jogos de carta, animações, brinquedos e acessórios. Esse fenômeno foi idealizado por Satoshi Tajiri entre o finalzinho dos anos 1980 e o início dos anos 1990, quando ele percebeu que a moda dos videogames não era passageira e resolveu se aventurar no mercado com uns amigos. Na impressão dele, a industrialização havia limitado muito o senso de aventura das crianças, que já não brincavam mais ao ar livre. Então seria interessante fazer um jogo que simulasse os passatempos de sua infância para o ambiente virtual. Calhou que Satoshi tinha a frustração de ser proibido por sua mãe de ter mascotes, e sua atividade preferida era explorar florestas e rios, além de observar, catalogar e colecionar insetos em potinhos. Foi daí que vieram conceitos da franquia, como os treinadores serem crianças respondendo a cientistas, a pokédex, que nada mais é que um grande catálogo, as pokébolas e a aparência dos monstrinhos da primeira geração, quase todos muito parecidos com animais de verdade.

O legado de Satoshu Tajiri marcou a vida de milhões de crianças e jovens pelo mundo. Reprodução/ Internet.

Na época, ele tinha fundado uma empresa de videogames com uns amigos, que viria a ser a idolatrada Game Freak, produtora oficial da franquia. Trabalhando no mesmo prédio da Nintendo, ele precisava bolar um novo videogame. Aquela ideia de replicar as experiências da infância estava matutando na cabeça, até o dia em que ele viu dois jovens jogando Game Boy e usando o Cable Link – o nosso “cabinho” – para conectar seus dois aparelhos. Ele pensou em como isso poderia viabilizar um sistema de trocas dos monstrinhos e promover uma grande interatividade entre os jogadores. Satoshi apresentou o projeto, ganhou sinal verde e passou em torno de cinco anos trabalhando em Pokémon Red & Green. O lançamento aconteceu em 27 de fevereiro de 1996 e foi um sucesso, considerando que vendeu mais de 8 milhões de cópias no Japão sem contar com qualquer tipo de publicidade. Um verdadeiro fenômeno. O jogo foi exportado para o ocidente na versão Pokémon Red & Blue, outro sucesso explosivo. A “Blue Version” foi tão popular que acabou sendo lançada também no mercado japonês.

A três versões que fizeram a criança não desgrudar do Game Boy. Reprodução/ Internet.

Como os jogos se tornaram clássicos instantâneos, chegando a vender mais de 10 milhões de cópias do ocidente, veio a ideia que permitiu Pokémon se tornar o que é hoje: criar um anime. O desenho animado era uma forma de conseguir novas arrecadações diretas, além de ajudar a expandir e popularizar ainda mais os videogames pelo mundo. Afinal, se a criança não tiver um Game Boy, provavelmente ela terá uma TV em casa e poderá consumir Pokémon, viver Pokémon e sonhar em ter um Pokémon por conta do desenho animado. Foi uma jogada de mestre.

O início de uma amizade que já dura quase três décadas. Divulgação/ The Pokémon Company.

E foi assim que teve início uma das relações entre oriente e ocidente mais legais de todos os tempos. A trama do anime era bem simples. Deveria replicar o estilo de RPG do videogame, com cada episódio trazendo uma quest diferente. Os protagonistas seriam Ash Ketchum (No original, Ash se chama Satoshi em homenagem ao criador da franquia) e a Pokémon Clefairy, que teria a habilidade de falar a língua dos humanos. Mas eles optaram pelo Pikachu em cima da hora. A carinha mais amigável e o formato de ratinho gorducho pareciam mais simpáticos que a fada redondinha de rosto achatado. Com o desenho arrastando uma legião de fãs pelo mundo, a Game Freak preparou uma nova versão da fita de Game Boy chamada Pokémon Yellow: Special Pikachu Edition, com um detalhe que mudaria tudo: o Pikachu do jogo acompanharia o treinador fora da Pokébola, algo muito fofo. Essa edição vendeu sozinha mais de 5 milhões de cópias. Mais um acerto estrondoso.  E o ponto do protagonista ser uma criança vivendo aventuras em um mundo adulto com seu “bichinho” adorável acabou sendo uma das principais chaves do sucesso da animação. Isso porque a maioria dos desenhos animados até então eram protagonizados por adultos ou jovens agindo junto a mentores. Então, ter uma criança independente tomando decisões com seus amigos passava uma sensação de liberdade que nenhuma outra produção direcionada para o público infantil conseguia. Dessa forma, a temporada original de Pokémon se tornou a primeira grande ponte entre a cultura oriental e a ocidental livre para todas as idades.

O primeiro filme Pokémon foi um evento global que levou milhões de crianças aos cinemas para verem Ash e Pikachu enfrentando o Pokémon mais poderoso de todos: Mewtwo. Reprodução/ The Pokémon Company.

A troca cultural foi tão grande e significativa que Pokémon foi crescendo cada dia mais. Atualmente, a franquia é considerada a mais lucrativa do mundo, superando gigantes como Marvel, DC e Star Wars. Essa frente ampla na qual os jogos influenciavam no anime e vice-versa permitiu um sucesso complementar, que afetava diretamente em produtos como os jogos de carta, os mangás e, claro, os bonequinhos e acessórios tão requisitados. Nem mesmo as polêmicas do episódio do Porygon, que causou uma crise epiléptica em aproximadamente 700 crianças japonesas, e a do episódio do Dratini, em que um idoso aponta uma arma para a cara de Ash, foram capazes de impedir o sucesso crescente da franquia. E ao final dos anos 1990, Pokémon era tão popular em todo o mundo que criaram um termo quase pandêmico para definir esse fenômeno: “Febre Pokémon“.

Independentemente do país em que estivessem, os produtos de Pokémon eram os mais buscados e os primeiros a esgotar, mesmo tendo muitas variedades. Figurinhas, bonecos, roupas, calçados, chicletes, relógios, mochilas… Tinha de tudo, e sempre acabavam em questão de minutos. No Brasil, o anime estreou na Record em 10 de maio de 1999, no programa Eliana e Alegria. A apresentadora, inclusive, virou um tipo de embaixadora não oficial dos monstrinhos no país, chegando até a gravar músicas inspiradas na animação. Não teve como não fazer sucesso, e assim Pokémon acabou virando um tipo de trunfo da emissora por um tempo. A “Febre Pokémon” foi algo tão intenso por aqui que o falecido Gugu Liberato chegou a abrir um parquinho inspirado na franquia em um shopping de São Paulo, mas acabou não dando muito certo. Outra prova do sucesso foi a pirataria dos produtos. Era impossível passar por um camelô sem encontrar centenas de itens Pokémon pirateados, e isso não foi exclusividade brasileira, não. As falsificações aconteceram no mundo todo, fator que determina até hoje a dificuldade em avaliar o verdadeiro valor da franquia, já que a arrecadação pirata não chega aos cofres da The Pokémon Company. E mesmo assim, Pokémon é a franquia mais valiosa do planeta.

As cartas distribuídas como brinde no primeiro filme de Pokémon viraram item de colecionador. Reprodução/ Youtube.

Os filmes foram apenas extensões da animação e também conquistaram legiões de fãs ao introduzirem as cartinhas do jogo como brinde. Uma aula de marketing, porque presenteavam as crianças com uma “porta de entrada” para o consumo de outro produto da empresa. Os dois primeiros filmes estão até hoje no top-10 de animações japonesas de maior bilheteria da história, sem contar que renderam mais de 20 continuações. Em nível de comparação, a franquia Velozes & Furiosos lançou até agora noves, sendo um deles spin off da saga principal. Pokémon tem mais do que o dobro de filmes lançados.

Os cariocas e os atletas da Rio 2016 pressionaram bastante pela chegada de Pokémon Go ao Brasil. Reprodução/ Internet.

O último grande momento que tivemos desse fenômeno absurdo de Pokémon pôde ser visto em 2016, com o lançamento do aplicativo para celulares, Pokémon GO. O joguinho que permitiria usar a câmera dos smartphones para capturar os monstrinhos pelo mundo era uma das invenções mais esperadas da história do entretenimento. A possibilidade de percorrer o planeta capturando Pokémon como um autêntico Mestre era fascinante. Ele foi sendo lançado aos poucos pelos continentes, enquanto a América do Sul, mais especificamente o Brasil, ainda não tinha uma data definida, o que deixou os fãs malucos. Com a proximidade das Olimpíadas, os cariocas e alguns atletas olímpicos que viriam para o Rio de Janeiro começaram a pressionar a Niantic para que o game chegasse ao Brasil antes do evento ter início. A campanha foi tão forte que até mesmo o prefeito do Rio, Eduardo Paes, fez uma postagem em suas redes sociais usando imagens dos monstrinhos nos pontos turísticos da Cidade Maravilhosa para dar aquela famosa cobrada na empresa.

Depois de atletas olímpicos e do prefeito do Rio se juntar à campanha, a Niantic correu para lançar Pokémon Go no Brasil a tempo das Olimpíadas. Reprodução/ Facebook Eduardo Paes.

Assim, no dia 3 de agosto de 2016, o tão sonhado Pokémon Go chegou em terras brasileiras. O Boulevard Olímpico virou um verdadeiro safári Pokémon, com gente de todo o mundo usando seus telefones para pegar os monstrinhos de bolso. No entanto, o app causou alguns problemas por aí. A começar pelas quedas e tombos, que viraram rotina para os jogadores, que estavam sempre com os olhos grudados nas telas. Também houve casos de Pokémon aparecendo em lugares “inadequados”, como um Koffing, um Pokémon que solta gás, sendo flagrado no Museu do Holocausto, na Alemanha, e dos Pokémon Psíquicos sendo encontrados com mais frequência perto de sanatórios e centros de recuperação da saúde mental. Além, claro, dos assaltantes colocando as “lures” em pontos estratégicos para atrair os jogadores e facilitar assaltos na vida real.

A comunidade Judia emitiu uma nota de repúdio à Niantic pela aparição considerada desrespeitosa no Museu do Holocausto.
Reprodução/ Internet.

Enfim, em 25 anos de existência, a franquia Pokémon conseguiu dominar o mundo e ajudar na globalização da cultura oriental, já que carrega em suas histórias diversos itens e exemplos culturais do Japão. Fenômeno em praticamente todos os lugares do planeta, Pokémon – que é uma abreviação do termo americano “Pocket Monsters” (monstros de bolso) – é extremamente querido e marcou a vida de bilhões de pessoas ao redor do globo, inclusive a minha. Então, por conta de todo esse impacto na nossa sociedade, Feliz #PokémonDay!

 

10 Maravilhosas super heroínas para inspirar a mulherada

Elas têm a identidade escondida, lutam por um espaço na sociedade e protegem os seres humanos das ameaças obscuras do mundo. O mundo nerd, por tanto tempo dominado por heróis e pelo universo masculino, aos poucos foi reconhecendo a importância das heroínas na construção de uma narrativa plural que gerasse identificação com o público (consumidor) feminino. E para inspirar a mulherada no dia a dia, aqui vão 10 heroínas incríveis para você transferir os poderes delas para o seu cotidiano:

10 – Rose Quartz, Steven UniversoCartoon Network

Rose é mãe do personagem principal desse desenho, mas a história dela é incrível e merecia um spin-off só dela. Fundadora e líder das Crystal Gems, ela se apaixonou pela Terra e liderou uma rebelião contra aqueles que queriam invadir nosso planeta – e acabou salvando todas as formas de vida aqui. Mais tarde, se envolveu amorosamente com Greg Universo, e, para poder dar à luz à Steve, Rose abriu mão da sua forma física. Lindo, né?

9 – Vespa, Marvel

Embora o foco desse núcleo da Marvel fique todo no Homem-Formiga, não nos esqueçamos da Vespa! Ela, que além de super cientista, se submeteu voluntariamente a uma pesquisa científica – e, com isso, ganhou poderes para se comunicar telepaticamente com insetos, que passam a seguir seu comando. Resumindo: é uma cientista super-heroína!

8 – Vampira, X-MenMarvel

A Vampira ainda não foi retratada na cinematografia à sua altura, porque, a bem da verdade, ela é uma personagem incrível e indispensável. Enquanto a maioria dos heróis têm habilidades como força e rapidez, a Vampira consegue simplesmente absorver a vitalidade e a memória dos outros! Imagina o bem que ela pode fazer para a humanidade!

7 – Starlight, The BoysAmazon Prime

Também conhecida como Annie January, uma jovem que nasceu no interior dos EUA e tem o sonho inocente de salvar a humanidade – mas, ao contrário de muitos heróis por aí, ela realmente quer salvar a humanidade. Daí a decepção dela ao se juntar ao grupo de heróis que, enquanto pessoas, são uma grande decepção. Apesar do ambiente tóxico de trabalho, Starlight se mantém doce e gentil todo o tempo, em busca do seu objetivo.

6 – Capitã MarvelMarvel

Embora muita gente não tenha gostado do resultado nos cinemas, vamos focar na personagem Capitã Marvel – que tentou evitar uma terrível invasão ao Planeta Terra e, lá do espaço, combate quase sozinha diversos conflitos intergalácticos. Não é pouca coisa não, especialmente que lá fora, assim como aqui na Terra, a predominância masculina nos exércitos constantemente testam as habilidades da heroína.

 5 – Tempestade, X-MenMarvel

Comumente as pessoas associam a personagem Tempestade como pertencente ao grupo dos X-Men, mas esquecem quão foda ela é: filha de uma princesa tribal do Quênia, descendente de sacerdotisas e feiticeiras africanas, esse mulherão é simplesmente capaz de manipular e controlar o tempo – as chuvas, o sol, os ventos, tudinho. Isso não é pouca coisa não!

4 – Mulher-MaravilhaDC

A amazona grega da ilha de Temyscira que recentemente ganhou nova adaptação cinematográfica é uma mulher que desde cedo correu atrás da sua vocação: ser uma guerreira no seu povo, e não uma princesa. Mesmo sendo herdeira da hierarquia, Diana não foi poupada em seu treinamento e se dedicou tanto quanto (ou até mais) que as outras amazonas. Depois que sai de Temyscira, ela ainda vem pro nosso mundo para cuidar dos seres humanos contra as forças do mal.

3 – ShuriMarvel

Shuri é uma das pessoas mais inteligentes de Wakanda, e, possivelmente, do mundo. É uma artista marcial, possui super velocidade e sabe mexer com necromancia. Utiliza seu QI alto para contribuir com a evolução científica e tecnológica de seu povo, especialmente utilizando o vibranium. É a personagem mais cotada para assumir o posto de Pantera Negra nos próximos filmes, uma vez que é a irmã de T’Challa.

2 – Yara-Flor – DC

Yara-Flor, também conhecida como ‘Moça-Maravilha’ (Wonder Girl), é uma personagem criada pela DC filha de uma guerreira amazona e um deus dos rios brasileiros. Ao descobrir seus poderes, ela começa uma luta para combater o mal que ameaça a sociedade. Nada melhor que uma heroína brasileira para inspirar a gente nessa luta, né?

1 – Super Xuxa, filme

A personagem de ficção criada pela Xuxa – alter ego da apresentadora – nada mais, nada menos que luta conta o Baixo-Astral! Sério! Para pra pensar que em pleno 1988 a Super Xuxa estava, a seu modo, lutando contra a ameaça da depressão nas pessoas. Isso é muito corajoso! E ela combatia o Baixo-Astral com música, arco-íris e muito sorriso.

‘Star Wars: Episódio IX’: Apenas J. J. Abrams sabe o título do filme, afirma ator

Pouco se sabe sobre Star Wars: Episódio IX’ nesse momento; entretanto, o ator Dominic Monaghan, que interpreta um general no novo filme, afirmou que apenas J.J. Abrams sabe o título do longa. 

Ele respondeu um fã no Instagram com a revelação:

Recentemente, Mark Hammil, no Twitter, afirmou que o título do filme já foi revelado pelo desenho ‘Futurama‘:

“Agonizando por quanto tempo você terá que esperar até que eles revelem o título? Relaxem, nerds! ‘Futurama‘ previu o título anos atrás e todos nós sabemos: Desenhos. Nunca. Mentem.”

Agora os fãs estão caçando todos os títulos possíveis já indicados pela animação, mas com nenhum palpite concreto por enquanto.

Dirigido por J.J. Abrams, Star Wars: Episódio IX’ traz em seu elenco principal Daisy Ridley, Adam Driver, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Kelly Marie Tran, Joonas Suotamo, Billie Loud, Naomi Ackie, Richard E. Grant, Kery Russell e os veteranos Mark Hamill Billy Dee Williams.

Carrie Fisher também aparecerá como a General Leia Organa através do uso de imagens nunca antes divulgadas de ‘O Despertar da Força’.

Ainda sem subtítulo oficial, o filme chega aos cinemas no dia 19 de dezembro.

Crítica de Álbum | The Lion King: The Gift – Por incrível que pareça, Beyoncé não é a melhor coisa do álbum

Atenção: os interlúdios não foram analisados na crítica.

Beyoncé Knowles-Carter é uma das grandes vozes da geração e, sem dúvida alguma, uma das artistas mais versáteis e aclamadas da indústria fonográfica. Nos últimos anos, a cantora e produtora lançou-se em uma onda de incríveis feitos para a esfera musical e do entretenimento, tendo lançado a obra-prima Lemonade e, para homenagear sua impecável performance no Festival Coachella, lançou um documentário intitulado Homecoming que foi indicado a nada menos que seis categorias do Emmy Awards – além de ter divulgado um álbum ao vivo que se tornou sua maior conquista da carreira entre o público e a crítica especializada.

Mas isso não foi tudo: Beyoncé, assim como Lady Gaga fez no ano passado com Nasce Uma Estrela, nos convidou para voltar aos cinemas e prestigiar o remake de O Rei Leão, no qual interpreta Nala. Para o longa-metragem, escreveu a mediana música “Spirit” (que provavelmente irá concorrer ao Oscar de Melhor Canção Original ao lado de outras faixas dos próprios estúdios Walt Disney) e, pouco depois, voltou aos holofotes ao compartilhar um álbum de estúdio com sua curadoria intitulado ‘The Lion King: The Gift. Com um montante impressionante de 27 faixas, das quais treze são tracks originais, uma funciona como versão expandida da faixa supracitada, e as outras são interlúdios do próprio filme.

Considerando sua incrível capacidade artística e cultural – afinal, Beyoncé em se tornando uma expressiva voz na luta racial e abraçou a descendência africana de uma forma nunca antes vista em sua carreira -, era quase óbvio que esperávamos grandes coisas desse compilado de competentes nomes, mas o resultado não é exatamente esse: The Gift é, como o nome diz, um presente direcionado para os fãs e que até nos faz esquecer da medíocre e bizarra obra cinematográfica; porém, a lead singer é ofuscada por uma amálgama de outros artistas cuja presença é muito mais poderosa que a dela. É até irônico imaginar que Beyoncé consegue perder palanque, mas é isso que infelizmente acontece.

Essa nova obra já abre com “BIGGER”, uma balada com ares eletrônicos que mais funciona como uma etérea e épica declamação na qual somos “parte de algo maior que você, maior do que nós, maior do que a foto que enquadraram para vermos”. Desnecessário dizer que a canção é recheada de poderosos versos (como o visto acima), mas são as sutilezas sonoras que pecam pelo excesso e pela artificialidade. A voz da artista mantém-se numa oscilante perfeição que explora sua deliciosa tecedura; a transição de um bloco para outro, todavia, parece forçado demais até para os ouvidos menos treinados – mergulhando inexplicavelmente em um fragmentário R&B em vez de continuar explorando os batuques africanos.

A ideia de Beyoncé é unir em um mesmo lugar inúmeros ritmos musicais, da mesma forma que fez em suas obras anteriores. Nas várias faixas originais, e até mesmo nos interlúdios, ela encontra espaço mais que suficiente para tornar essa promessa realidade. Seja com o hip-hop de “MOOD 4 EVA” ou com o afrobeat de “JA ARA E” (conduzido com exímia envolvência por Burna Boy), é notável como a produção é pensada com minúcia e carinho. Em uma diferente perspectiva, algumas tracks já se deparam com obstáculos a priori intransponíveis ou preguiçosamente deixados para “enfeitar” o escopo sonoro. A mistura de pop com R&B de “FIND YOUR WAY BACK” é um desses exemplos, visto que a fusão é rechaçável o suficiente para torná-la esquecível numa comercialidade qualquer.

O jovem músico nigeriano Salatiel é uma das grandes revelações promovidas pelo álbum e se encontra numa deliciosa rendição africana com “WATER”, dividindo protagonismo com a lead. Entretanto, ela é deixada em segundo plano pelas delineações em falsetto e em grave que permeiam a peça – e nada disso seria possível sem a ajuda da capacidade lírica de Nija Charles, que trabalha com os Carter desde 2017. Assim como Salatiel, Kendrick Lamar, 070 Shake e Childish Gambino são outros nomes que aparecem com força descomunal principalmente na construção identitária (vide “NILE” e a poderosa “SCAR”).

Beyoncé recupera alguns elementos de seus discos anteriores – aqui, menciono com ênfase o icônico ‘BEYONCÉ’ -, em “BROWN SKIN GIRL”, mesmo que a unidimensionalidade vocal e instrumental dos cantores transformem a obra em uma cantiga infantil demais para se aproveitar alguma coisa, com exceção do notável coro afro-americano. De fato, a artista encontra espaço para se divertir e explorar todas as suas habilidades com a divertida e dançante “ALREADY”, talvez um pouco tarde demais para que seja considerada a força-motriz dessa epopeia. Felizmente, a colaboração de Bey com Shatta Wale e com Major Lazer é uma pequena joia num vasto oceano que funciona do começo ao fim.

‘The Lion King: The Gift talvez seja a primeira investida artística de Beyoncé em que ela perde força por ter chamado uma quantidade imensurável de vozes incríveis para acompanhá-la nessa epopeia africana. Apesar de isso não ser o principal problema, e sim a falta de estruturação de diversas faixas, o álbum é aprazível em sua completude, mesmo que não demonstre de fato o potencial de sua lead e curadora.

Nota por faixa:

  • BIGGER – 3,5/5
  • FIND YOUR WAY BACK – 2/5
  • DON’T JEALOUS ME – 4/5
  • JA ARA E – 5/5
  • NILE – 3/5
  • MOOD 4 EVA – 4/5
  • WATER – 4/5
  • BROWN SKIN GIRL – 3/5
  • KEYS TO THE KINGDOM – 3,5/5
  • ALREADY – 5/5
  • OTHERSIDE – 3/5
  • MY POWER – 4,5/5
  • SCAR – 5/5
  • SPIRIT – 2,5/5

‘Sonic’ está mais fofo que nunca no novo teaser oficial do filme; Confira!

Sonic – O Filme’ ganhou um novo teaser oficial com cenas inéditas.

Confira:

No Brasil, Sonic chegará aos cinemas em 13 de fevereiro.

A história gira em torno de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à nova vida na Terra com seu novo melhor amigo humano, o policial Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar a humanidade.

Ben Schwartz (‘Parks and Recreation’) dubla o Sonic. O elenco conta com Jim CarreyAdam Pally Neal McDonoughA direção é de Jeff Fowler.

Patrick Casey e Josh Miller assinam o roteiro. 

Lançado pela primeira vez em 1991, o game ‘Sonic‘ já vendeu mais de 360 milhões de cópias em diversos formatos.

O personagem do videogame foi criado pela SEGA para concorrer diretamente com Mario, da Nintendo. Sonic é um ouriço azul bastante veloz, e que tem como objectivo principal salvar os outros animais do vilão Dr. Eggman, que os transforma em robôs para trabalharem para ele como escravos. A franquia tem sido um dos maiores fenômenos de jogos de todo o mundo por mais de duas décadas, com mais de 140 milhões de jogos vendidos.

Assista ao trailer: