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Cartaz da comédia-romântica ‘Quem Vai Ficar com Mário?’, com Daniel Rocha e Nany People [EXCLUSIVO]

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz oficial da comédia ‘Quem Vai Ficar com Mário?‘.

O elenco conta com nomes de peso como Daniel Rocha (‘Império’), Letícia Lima (‘Porta dos Fundos’), Felipe Abib (‘Faroeste Caboclo’), Nany People (‘O Sétimo Guardião’), José Victor Castiel, Rômulo Arantes Neto, Elisa Pinheiro e Marcos Breda.

Mário Brüderlich, um rapaz de 30 anos resolve finalmente visitar sua família e
contar para seu pai, um gaúcho de família tradicional, que é escritor de teatro e
que mora junto com seu namorado, Fernando. Mas, uma surpresa adia os
planos de Mário, que se envolve com Ana, a coach que seu irmão Vicente
contratou para ajudar a modernizar a cervejaria da família.

Confira o cartaz:

Com direção de Hsu Chien (‘Ninguém Entra, Ninguém Sai’), esta divertida comédia estreia nos cinemas de todo o Brasil no dia 27 de maio de 2021.

Novo clipe legendado apresenta os cavaleiros de ‘King’s Man – A Origem’

A 20th Century Studios divulgou um novo clipe legendado de ‘King’s Man – A Origem‘, pré-sequência da aclamada franquia.

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Nas redes sociais, as primeiras reações dos críticos indicam que o longa-metragem é “bizarro”, “esquecível” e “ruim”, contestando o roteiro e a direção de Vaughn e comentando que o título não enriquece a mitologia da franquia.

Confira:

“Eu assisti a ‘King’s Man’. É prova de que Matthew Vaughn não entende o que foi tão incrível sobre o primeiro filme. Essa pré-sequência não consegue se decidir sobre o que quer ser e sofre como resultado. Dito isso, poderia assistir a Ralph Fiennes fazer coisas de espião o dia todo. É muito tarde para contratá-lo como James Bond?”.

‘King’s Man’ é… Bizarro. Em relação a tom, é o filme mais animal que vi esse ano, então é muito sério e bobo ao mesmo tmepo. Também tem uma narrativa muito problemática que, quanto mais eu penso sobre, mais eu detesto. Mas Rasputin tem superpoderes, eu acho?”.

“Não sou fã de ‘King’s Man’. Os dois primeiros filmes e o trabalho de Vaughn funcionam, mas a pré-sequência não enriquece a mitologia. A ação é divertida quando acontece, mas não há muito tela e a história é desconjuntada. Eu esqueci o filme no momento em que acabou”.

“Como alguém que ama o primeiro Kingsman e realmente gosta do segundo, tudo o que tenho a dizer sobre ‘King’s Man’ é que… Ele é ruim. Há um pouco de ação incrível e performances divertidas, mas a história e o tom são uma bagunça – e a ‘comédia’ é horrorosa em certos momentos”.

‘King’s Man’ dá a sensação de ser dois filmes em um, ‘1917’ coberto por uma concha de Kingsman. O roteiro parece um amontoado de dois roteiros juntos. Quando há ação, ela é bem feita, mas as implicações do vilão são bagunçadas (para ser gentil)”.

Apesar do novo filme ser ambientado muito antes dos eventos de ‘Kingsman – Serviço Secreto’, Vaughn revelou à Empire que a pré-sequência terá ligação com os eventos de Kingsman 3‘.

“Ao longo da trama de ‘King’s Man – A Origem‘, plantamos as sementes e provocamos o que vai acontecer em ‘Kingsman 3‘. Vai ser algo muito diferente [dos outros filmes], mas terá uma grade importância para o futuro da franquia.”

Infelizmente, o cineasta não revelou muito sobre os planos envolvendo os dois filmes, mas é possível que algum segredo revelado na pré-sequência seja o foco do terceiro capítulo da franquia principal.

Confira as imagens promocionais:

Uma delas mostra Ralph Fiennes e Djimon Hounsou se preparando para uma possível batalha. E a outra destaca a personagem de Gemma Arterton.

 

Quando os criminosos mais cruéis da história se reúnem para tramar uma guerra para roubar milhões, um homem deve correr contra o tempo para detê-los. Descubra as raízes da primeira agência de inteligência independente em ‘King’s Man: A Origem‘.

O elenco conta com Ralph Fiennes, Djimon HounsouLiam Neeson, Aaron Taylor-Johnson, Harris Dickinson, Gemma Arterton, Rhys Ifans, Matthew Goode e Stanley Tucci

Lupita N’yongo teve que “redescobrir o propósito da vida” após a morte de Chadwick Boseman [EXCLUSIVO]

Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, a atriz Lupita Nyong’o revelou como foi voltar para ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre‘ após o astro Chadwick Boseman morrer aos 43 anos.

“A morte de Chadwick me afetou muito, ela acabou comigo. Eu fiquei desiludida por um bom tempo. Confusa, sabe? A morte nos pega quando vem de surpresa, é confuso. E demora tempo para você se recalibrar e redescobrir o propósito da vida. Então voltar para Wakanda foi muito difícil, mas eu sabia que eu estava voltando para contar uma história sobre perda.”, afirmou.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

 

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O filme já está em exibição nos cinemas!

 

Gerard Butler e Ragnar de ‘Vikings’ em AÇÃO que estreou em 2º Lugar entre os MAIS VISTOS do Prime Video

Não é de hoje que os Estados Unidos entram em guerra com outros países. E não é de hoje também que esse país recebe críticas justamente por seu comportamento invasionista de se meter no território que não lhe pertence para dizer aos outros como as coisas devem ser feitas.

Um desses eventos resultou no marco histórico do 11 de setembro, cujas consequências podem ser sentidas no mundo inteiro até hoje, principalmente com relação à comunidade árabe, que, desde então, sente o impacto da discriminação e da violência direta e indireta.

Consequentemente, esse atrito prolongado também inspira a criação de filmes como ‘Missão de Sobrevivência’, que estreou no Prime Video e se tornou o 2º filme mais visto do catálogo.

Confira, com o trailer:

Tom (Gerard Butler) trabalha como espião para o governo estadounidense em áreas de conflito no Oriente Médio. Ele é o cara que usa o disfarce para implementar rastreadores, escutas e, neste momento, está no Irã, instalando um circuito para implodir uma área para a CIA. Enquanto isso, a jornalista Luna (Nina Toussaint-White) recebe informações sigilosas sobre esta atividade e expõe tudo num jornal alemão, mostrando a hipocrisia da CIA em realizar bombardeios sem haver conflitos na área. Tom está voltando para sua casa na Inglaterra, para a formatura de sua filha, quando recebe uma nova missão de Roman (Travis Fimmel), que lhe pede para ir por três dias ao Afeganistão. Porém, enquanto está nessa nova missão com seu intérprete Mohammad (Navid Negahban), a reportagem da jornalista vai ao ar e seus rostos e identidades são divulgadas no mundo inteiro. Expostos, Tom e Mo terão que fazer de tudo para atravessar o deserto e chegar numa base militar britânica para conseguir voltar para casa em segurança.

No momento em que o roteiro casualmente coloca na história o quanto o personagem Tom é um pai ausente e o quanto a sua presença significaria na formatura de sua filha o espectador já pode ter certeza de que o filme todo será direcionado para a volta para casa desse grande herói. Aí no meio do caminho não importa muito quem sejam seus opositores ou quais sejam seus empecilhos, pois ele sempre estará motivado pela dívida moral.

Sem trazer novidades, o roteiro de Mitchell LaFortune acompanha este protagonista em sua literal ‘Missão de Sobrevivência’ recheada de clichês e de liberdades para dar sentido à sua jornada. Para tal, vale até comportamentos sem sentido e descarte de personagens para nada na história, o que acaba dando uma cansada nas duas horas de duração do filme.

Entretanto, o filme de Ric Roman Waugh tem boas cenas de ação, especialmente uma sequência à noite no deserto, com visão noturna estilo videogame que deixará qualquer fã desse tipo de produção bem animado. Gravado totalmente na Arábia Saudita, os cenários realistas são a melhor coisa do filme, aproximando sua narrativa de jogos como ‘Call of Duty’.

Missão de Sobrevivência’ é um filme genérico de ação com sequências interessantes de perseguição no deserto. Não é o melhor trabalho de Gerard Butler, e ainda traz um Ragnar quase irreconhecível para os fãs de ‘Vikings’.

Jamie Lee Curtis deixa o elenco de ‘One Piece: A Série’

Jamie Lee Curtis, vencedora do Oscar por ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, não vai mais interpretar a Dra. Kureha emOne Piece: A Série’ da Netflix. A atriz era a preferida dos fãs para o papel, mas devido a conflitos de agenda, teve que desistir.

Em entrevista ao Deadline, a produtora executiva Becky Clements confirmou a saída de Curtis:

“Ela ama a série. Ela tem muitos filmes e programas de TV em produção, então nossas datas de filmagem não funcionaram. Ela definitivamente queria fazer isso, mas ela tem compromissos anteriores que complicaram as coisa”.

Lembrando que a Netflix já começou as gravações da 2ª temporada.

As boas novas foram anunciadas com um vídeo inédito de bastidores.

Confira:

O amanhecer de uma aventura. Preso em um barco afundando, Luffy começa a jornada em busca do tesouro perdido do rei dos piratas. Só que, para isso, ele precisa de uma tripulação, um navio e um mapa.

Criada por Matt OwensSteven Maeda, o elenco é formado por Iñaki GodoyMackenyuEmily RuddJacob Romero GibsonTaz Skylar.

Confira o cartaz de ‘M3GAN 2.0’ que está estampado na CinemaCon

M3GAN 2.0‘ teve seu cartaz estampado na CinemaCon, evento de cinema que acontece em Las Vegas e tem a cobertura do CinePOP.

O cartaz traz o retorno da boneca assassina.

Confira, com o teaser e a sinopse:


Dois anos após M3GAN, uma maravilha da inteligência artificial, sair do controle, iniciar uma matança (impecavelmente coreografada) e ser destruída, sua criadora Gemma (Allison Williams) tornou-se uma renomada autora e defensora da supervisão governamental da IA. Enquanto isso, sua sobrinha Cady (Violet McGraw), agora com 14 anos, transformou-se em uma adolescente que desafia as regras superprotetoras de Gemma. Sem que elas saibam, a tecnologia subjacente de M3GAN foi roubada e usada indevidamente por um poderoso contratante de defesa para criar uma arma de nível militar conhecida como Amelia (Ivanna Sakhno; Ahsoka, Círculo de Fogo: A Revolta), a espiã infiltrada mais letal já concebida. Mas, à medida que a autoconsciência de Amelia cresce, seu interesse em seguir ordens humanas diminui — assim como sua vontade de tê-los por perto.

Com o futuro da humanidade em risco, Gemma percebe que a única solução é trazer M3GAN (Amie Donald, com voz de Jenna Davis na versão original) de volta e aprimorá-la para torná-la mais rápida, mais forte e ainda mais letal. E, quando seus caminhos se cruzam, a IA mais implacável do cinema encontrará sua maior rival.

Além de Allison Williams e Violet McGraw reprisando seus papéis do filme anterior, a continuação contará também com Timm Sharp (‘Percy Jackson e os Olimpianos’), Aristotle Athari (‘SNL’), Ivanna Sakhno (‘Ahsoka’) e Jemaine Clement (‘O Que Fazemos nas Sombras’).

A sequência está programada para estrear no dia 27 de junho de 2025.

No filme original, Williams interpreta a roboticista que cria M3GAN (Amie Donald) para sua sobrinha órfã, Cady (McGraw), na tentativa de ajudá-la a superar a morte dos pais – e conquistou 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Williams também será uma das produtoras da sequência, junto com Jason Blum (Blumhouse) e James Wan (Atomic Monster).

O diretor Gerard Johnstone também retorna.

Megan 2.0

10 Filmes para quem NÃO TEM MEDO de chocantes histórias

O chocar como elemento de uma narrativa é uma saída que muitos roteiros apresentam para gerar o refletir. Por meio de algumas histórias repleta de conflitos e que dizem muito sobre a psique humana ao longo da história do cinema assistimos a impactantes obras. Pensando nessa questão, separamos uma lista abaixo com 10 filmes para quem não tem medo de chocantes histórias:

 

O Bar Luva Dourada

Dirigido pelo cineasta alemão Fatih Akin, exibido no Festival de Berlim em 2019, na trama, baseada em fatos reais, acompanhamos a história de um serial killer dos anos 70 chamado Fritz Honka.

 

Precisamos Falar sobre Kevin

Baseado no livro homônimo escrito por Lionel Shriver, o aterrorizante Precisamos Falar sobre Kevin apresenta a história de uma mãe que busca não se entregar ao fundo do poço após traumáticos acontecimentos provocados por seu filho Kevin.

 

Psicose

Ambientado em Phoenix, no Arizona, na trama, num primeiro momento, acompanhamos a história de Marion (Janet Leigh) uma secretária que foge com uma alta quantia de dinheiro que pertence a um cliente da empresa que trabalha e segue sem rumo por uma estrada até resolver parar em um hotel perto da estrada onde encontraria um fatídico destino. Num segundo momento, vamos conhecendo a tenebrosa história de Norman Bates (Anthony Perkins) que a atende nesse hotel e as verdades de uma família.

 

Vingança Redentora

Na trama, conhecemos Richard (Paddy Considine) um homem que teve que servir ao exército britânico e assim deixou para trás sua família. Quem mais sentiu sua falta foi seu irmão Anthony (Toby Kebbell), um jovem autista que acabou em seguida se envolvendo com uma inconsequente gangue de outros rapazes que moravam na região. Uma trauma acontece e quando Richard volta para casa resolve se vingar de tudo e todos.

 

O Exorcismo de Emily Rose

Um dos mais conhecidos filmes sobre o tema, e inclusive um dos melhores, em 2005 chegava aos cinemas de todo o planeta o aterrorizante O Exorcismo de Emily Rose. Na trama, vamos vendo dramáticos momentos na vida de uma jovem estudante que passa por um exorcismo. Pra quem se interessar, o filme tem lá no streaming da HBO Max.

 

O Telefone Preto

Na trama, conhecemos Finney (Mason Thames), um jovem de cerca de 13 anos que vive uma vida repleta de conflitos ao lado da irmã Gwen (Madeleine McGraw). Eles moram com o pai, o alcóolatra Terrence (Jeremy Davies), um homem conservador e muito rígido que está repleto de infelicidade em sua rotina. Finney sofre bullying na escola diariamente e possui o forte elo de carinho e afeto com a irmã como sendo um Oasis em meio ao caos de conflitos emocionais que atravessa. Na cidade onde moram, algumas crianças começam a desaparecer. Um dia, voltando da escola, Finney acaba sendo sequestrado por um homem em uma van repleta de balões pretos. Ele vai parar um porão onde tem apenas uma cama e um telefone preto, sem o fio. Conforme os dias vão passando, algo inusitado acontece, o telefone começa a tocar e Finney percebe que os outros jovens sequestrados pelo mesmo homem estão tentando ajudá-lo a sair daquela situação.

 

O Sexto Sentido

Na trama, ambientada no sul da Filadélfia, conhecemos Malcolm (Bruce Willis) um psicólogo infantil que após um trauma com um antigo paciente vê seu casamento entrar em uma crise profunda, sua esposa nem mais o olha sequer. No outono depois, apresentado a um novo paciente, um jovem com diversos conflitos e repleto de medos de algo que não conta a ninguém e por isso tem um cotidiano conflituoso com a mãe. Aos poucos, paciente e psicólogo vão embarcando em uma jornada onde um ajuda o outro quando as surpresas pelo caminho começam a serem reveladas.

 

A Garota da Foto

O labirinto de maldade. Disponível no catálogo da Netflix, o chocante documentário A Garota da Foto nos apresenta descobertas surpreendentes da vida de uma jovem que nunca teve uma chance de ser feliz. Ao longo dos desconcertantes 101 minutos de projeção somos levados ao caos que ela vivia durante anos sem tempo de saber as verdades sobre sua própria história. Por meio de depoimentos dos investigadores e pessoas próximas à jovem, somos levados para uma rebobinada na trajetória dessa mulher que tem um passado tão triste quanto sua trágica morte. A direção é de Skye Borgman.

 

Ted Bundy: A Irresistível Face do Mal

Na trama, conhecemos Liz (Lily Collins) uma jovem e esforçada trabalhadora, mãe solteira, que durante a ida a um bar na cidade que recém chegara acaba conhecendo Ted (Zac Efron), um homem charmoso com quem logo tem um intenso relacionamento. Mas tudo vai por água abaixo quando Ted é acusado de assassinar dezenas de mulheres pelas cidades que passou. Sem saber em quem acreditar, Liz entra em um estado de depressão mas sempre em busca de encontrar a verdade sobre o homem que ama.

 

Nocturama

Na trama, conhecemos jovens de diversas etnias que se espalham por uma grande cidade francesa tramando alguma coisa que é revelada aos poucos. Um pouco do cotidiano desses jovens, já no dia da ação, mostram que são pessoas comuns que não geram nem tipo de alerta da polícia. Com a chegada da noite, se reúnem em uma loja de roupas de vários andares, onde é exposto um plano aterrorizante de diversos atentados em lugares previamente estudados. Ao longo dessa noite, muitas questões serão abordadas e o roteiro volta em algo parecido com flashbacks para explicar um pouco de como eles chegaram até esse dia.

 

Crítica | A Última Ressaca do Ano

It´s the Most Wonderful Time of the Year

Ho ho ho, já é Natal. E no final de todo ano, e início das festividades do feriado, ganhamos as reprises de filmes com tal temática, vide Esqueceram de Mim (1990) e sua sequência. Nos cinemas, também somos agraciados com produtos dignamente natalinos, que é onde se encaixa este novo lançamento da Dreamworks, no Brasil lançado através da Paramount.

Ao contrário das afetuosas obras natalinas, nas quais tramas familiares são apresentadas, quase sempre fazendo uso de teor agradável e correto para casar bem com o evento, A Última Ressaca do Ano, como diz o título, é um filme de natal diferente.

A trama apresenta o protagonista Josh, vivido por Jason Bateman, em mais um papel de personagem certinho, que serve de escada para o humor de figuras mais excêntricas que o rodeiam. Ele trabalha em uma empresa de tecnologia relacionada a informática, e estão para lançar um sinal de internet sem limites, provido de todo e qualquer aparelho eletrônico. No entanto, a empresa não vai bem das pernas e pode estar com os dias contados.

A sombra chega neste dia ensolarado através da personagem de Jennifer Aniston (em mais um papel inusitado para a ex-namoradinha da América – a cena no aeroporto com uma criança corre o risco de ser a melhor do filme), uma megera de carteirinha, daquelas que espantam os funcionários ao adentrarem o recinto. Ela é também a herdeira e CEO da empresa, irmã do personagem do comediante T. J. Miller (o Weasel de Deadpool), o dono e diretor da filial em que Bateman trabalha. Miller e Bateman mantêm um relacionamento fraternal, e o segundo reconhece os esforços do amigo para se tornar um chefe boa praça, do tipo que faz tudo para os funcionários se sentirem em casa.

A mulher de negócios fria e calculista chega com um ultimato, a filial de Miller está no vermelho e necessita urgentemente fechar um negócio decisório com outra empresa, caso contrário uma demissão em massa de 40% dos funcionários ocorrerá, correndo o risco da filial inclusive fechar as portas. A famosa festa de fim de ano da empresa sequer deve ser cogitada, já que a ordem do dia é o corte extremo de despesas. Algo que ressoa muito próximo ao público brasileiro, vivenciando na pele a crise financeira instaurada no país.

Como último ato desesperado, depois de nada mais dar certo, Bateman, Miller e a personagem de Olivia Munn (a Psylocke de X-Men: Apocalypse), o gênio artístico da companhia, dona das ideias revolucionárias, decidem convidar o figurão com quem deveriam fechar acordo, papel de Courtney B. Vance, para a tal festança de fim de ano. Agora “the game is on” novamente, e a corrida para a festa mais alucinada do ano no cinema tem contagem regressiva.

O mais interessante de A Última Ressaca do Ano é a forma como o roteiro trata o universo profissional dos funcionários de um escritório. A dinâmica confeccionada entre personagens, mesmo que a maioria estereotipados, cria certo elo com o público, por todos conheceremos tais pessoas satirizadas no longa. Temos, por exemplo, o nerd que mente sobre a namorada gostosa (papel de Karan Soni, o motorista de táxi Dopinder de Deadpool), a conservadora recatada e rígida (papel de Kate McKinnon, de Caça-Fantasmas), a mãe solteira (Vanessa Bayer), etc..

Mesmo que extremamente previsível, A Última Ressaca do Ano não é o desastre de trem esperado, com o resultado pairando acima de muito o que vimos no ano no terreno de comédias. O filme rende alguns bons momentos e referências interessantes. Talvez consiga inclusive funcionar melhor na estrutura do roteiro que diz respeito ao cerne da trama, do que nas gags e piadas em si. Não que o filme deixe de lado o humor, ou não acerte nada quando o assunto é comédia. Dirigido por Josh Gordon e Will Speck, dupla da detestável comédia romântica Coincidências do Amor (2010), também protagonizado por Jennifer Aniston e Jason Bateman, A Última Ressaca do Ano não rende um porre para esquecer e sim uma bebedeira de modesta celebração. Veja com moderação.

‘Invocação do Mal’, ‘Evil Dead’, ‘Uma Noite de Crime’ e os Sucessos do Terror que Completam 10 anos em 2023

A palavra de ordem em Hollywood atualmente é franquia. Ou como é referido em inglês “IP” – Intellectual Property (“propriedade intelectual” na tradução), algo como uma marca registrada. A aposta fica mais fácil para os produtores quando sabem que irão investir em um produto conhecido e querido pelo público, aumentando assim as chances de sucesso e do retorno financeiro. Afinal, cinema ainda é primordialmente um negócio, mesmo aquele filme pequeno que custou o troco do lanche. No gênero do terror o mesmo ocorre, ainda em maior escala, já que este tipo de filme é considerado barato para ser produzido e altamente lucrativo. Ter uma franquia de sucesso no terror é quase como encontrar uma mina de ouro. Ao voltarmos apenas 10 anos no passado, iremos nos deparar com o surgimento de algumas das mais lucrativas franquias de terror da atualidade, que davam seu pontapé inicial há uma década. Volte no tempo com a gente e relembre as 10 obras do gênero mais marcantes de 10 anos atrás.

Invocação do Mal

Sem dúvida o maior sucesso do terror não apenas de 10 anos atrás, como um dos maiores desde então, foi este longa dirigido pelo Midas do gênero James Wan. Na época, ninguém poderia imaginar que o filme da New Line iria se tornar a potência no terror que se tornou, mesmo com um orçamento de US$20 milhões – mais folgado do que geralmente é visto no gênero. Mas foi só as primeiras exibições do filme acontecerem (com exibições na Espanha e Reino Unido em Junho – e a pré-estreia nos EUA em 15 de Julho), que ‘Invocação do Mal’ já era enaltecido como o filme de terror mais assustador desde ‘O Exorcista’. O mais impressionante é ver que ele foi responsável pelo surgimento de um universo próprio, o chamado ‘Invocaverso’ – seguido por ‘Annabelle’ (2014), ‘Invocação do Mal 2’ (2016), ‘Annabelle 2’ (2017), ‘A Freira’ (2018), ‘Annabelle 3’ (2019), ‘Invocação do Mal 3’ (2021) e este ano teremos ‘A Freira 2’. O filme está disponível na HBO Max e na Amazon Prime Video.

A Morte do Demônio

Ao contrário do item acima, ‘A Morte do Demônio’ não estava iniciando uma franquia do zero há 10 anos, mas sim dando continuidade de certa forma a uma marca criada 32 anos antes de forma experimental por um cineasta então novato chamado Sam Raimi. Na época com 22 anos, Raimi reuniu uns amigos e foi fazer um filme de terror sobre uma cabana na floresta, um livro, uma maldição e espíritos malignos. O que era para ser um projeto amador, acabou se tornando um dos filmes mais queridos de todos os tempos no gênero, que de quebra serviu para criar um subgênero próprio, o chamado “terror na cabana”. É claro que estamos falando de ‘Evil Dead – A Morte do Demônio’, que em 1987 geraria sua primeira continuação/reboot. Já em 1992, foi a vez do exagerado e cômico terceiro ato ‘Army of Darkness’. A franquia só despertaria novamente com este exemplar, uma tentativa de reiniciar do zero – com um filme mais visceral, tenso e menos cômico. Apesar a boa bilheteria, essa linha narrativa jamais seria continuada. Este ano, um novo reinício surge com ‘A Morte do Demônio – A Ascensão’, que visa dar prosseguimento à trilogia original. O Filme está disponível na HBO Max.

Uma Noite de Crime

Outra franquia muito popular que tinha início há 10 anos é ‘Uma Noite de Crime’, ou ‘The Purge’ (O Expurgo). O sucesso da obra escrita e dirigida por James DeMonaco foi tão grande que logo no ano seguinte uma continuação foi lançada, visando expandir ainda mais o universo criado pelo cineasta. Dois anos depois, chegava a terceira parte, com objetivo, mais uma vez, de aumentar ainda mais as apostas e explorar esse “admirável novo mundo” futurista e violento. Mas nenhum outro ano foi tão produtivo para James DeMonaco e sua franquia quanto 2018. Primeiro, ele lançaria o quarto exemplar nos cinemas, uma pré-sequência, desta vez apenas no cargo de roteirista. Logo depois, estreava uma série para a TV de criação sua sobre o tópico, que durou duas temporadas. Em 2021, o cineasta ainda lançaria nos cinemas um quinto exemplar. O filme está disponível na Star+, na Amazon Prime Video e na Paramount+.

Sobrenatural: Capítulo 2

Na lista até agora já tivemos dois filmes que deram origem a franquias numerosas e até mesmo um remake de um verdadeiro clássico. Agora, chega a primeira continuação. O primeiro ‘Sobrenatural’ ou ‘Insidious’ (no original) é uma espécie de ‘Poltergeist – O Fenômeno’ (1982) mais barra-pesada, escrito por Leigh Whannell e dirigida por James Wan como homenagem ao clássico. Na trama, uma família é assombrada por espíritos malignos em sua nova casa – os patriarcas são interpretados por Patrick Wilson (que depois migraria para ‘Invocação do Mal’) e Rose Byrne. Há 10 anos chegava a primeira continuação, com a família Lambert novamente se tornando alvo de forças misteriosas e de outro mundo. Depois vieram duas pré-sequências (de 2015 e 2018). Este ano, o ator Patrick Wilson estreia na direção com o quinto exemplar da franquia, dando continuidade pela primeira vez à linha narrativa do segundo filme. O filme está disponível na Netflix.

Mama

Não é incomum vermos um curta-metragem lançado online fazer tanto sucesso que chama atenção de Hollywood. Afinal, graças a este tipo de plataforma, como o Youtube, em que qualquer um pode realizar seu filme caseiro e o exibir para o mundo, novos talentos são revelados a todo instante. O momento certo nunca foi melhor do que este. Foi desta forma que o diretor uruguaio Fede Alvarez e o sueco David F. Sandberg foram revelados. E foi desta forma também que o argentino Andy Muschietti viu seu talento atingir um número cada vez maior de pessoas. Tudo o que bastou foi o renomado mexicano Guillermo del Toro bater os olhos no curta ‘Mamá’ (2008) para mexer seus pauzinhos e o transformar no longa ‘Mama’, com direito a atriz indicada ao Oscar protagonizando e tudo (Jessica Chastain). Muschietti seguiu para os dois ‘It’ e esse ano entrega ‘The Flash’. Seu primeiro filme, no entanto, nunca teve uma continuação. O filme está disponível na Star+.

Carrie – A Estranha

Talvez tarefa tão ingrata quanto continuar um filme de sucesso, seja refilma-lo. Tudo bem, alguns se saem bem na tarefa. Mas não foi exatamente este o caso com o remake do querido ‘Carrie – A Estranha’ (1976), que marcou o primeiro livro adaptado ao cinema de Stephen King e também o primeiro sucesso da carreira de Brian De Palma. Para termos uma ideia do prestígio do ‘Carrie’ original, ele foi indicado a dois Oscar – para as atrizes Sissy Spacek (atriz principal) e Piper Laurie (coadjuvante). Nem mesmo ter talentos consagrados no elenco, como Julianne Moore e Chloë Grace Moretz, pareceu ajudar essa reimaginação a se aproximar um pouco mais da popularidade do original. O filme está disponível na Amazon Prime Video.

O Espelho

Ainda falando na seleta listinha de diretores que tiveram sua grande chance no cinema graças a curtas que dirigiram originalmente e puderam transformá-los em longas-metragens, não poderíamos terminar sem citar o nome de Mike Flanagan, hoje um dos maiores expoentes do terror. E sua virada na carreira ocorreria justamente ao lançar o curta ‘Oculus’ em 2006, e esperar pacientemente sete anos para transformá-lo em ‘O Espelho’, ótimo exemplar do terror, infelizmente ainda muito desconhecido do grande público e justamente por isso subestimado. Hoje, Flanagan é um dos nomes mais badalados do terror, com obras como ‘Missa da Meia-Noite’, ‘A Maldição da Residência Hill’ e ‘Doutor Sono’ no currículo. ‘O Espelho’ é protagonizado por Karen Gillan e fala sobre uma família aterrorizada graças a uma maldição vinda de um espelho antigo. O filme foi sucesso de bilheteria, mas nunca teve uma continuação.

O Massacre da Serra Elétrica 3D

O primeiro exemplar da franquia clássica do maníaco Leatherface criado com o artifício do 3D, é outro que foi lançado há 10 anos. Tudo começou, é claro, com o clássico dos clássicos ‘O Massacre da Serra Elétrica’, de 1974, dirigido por Tobe Hooper – filme tido por muitos como um dos responsáveis pelo surgimento dos chamados “Slasher”. Hooper continuou seu filme em 1986, mas enfureceu os “picaretas” da Cannon Films ao entregar uma gozação que mais parecia uma paródia e não algo nos moldes do anterior – hoje, o segundo filme se tornou um cult quase tão querido quanto o original. Depois de mais duas sequências na década de 1990, uma refilmagem e sua pré-sequência nos anos 2000, a opção dos produtores ao adentrarem na nova década foi o uso do 3D. Essa linha narrativa, que coloca o vilão Leatherface como anti-herói, defendendo sua prima Alexandra Daddario, e que possui um dos maiores erros cronológicos da história recente no cinema, também jamais seria continuada. O filme está disponível na Netflix, na Amazon Prime Video e na Paramount+.

A Maldição de Chucky

Com este filme, o boneco mais assustador do cinema adentrava pela primeira vez no território dos lançamentos direto em vídeo – e aqui estamos falando de uma época em que os streamings não eram nem de longe o que são hoje, e o termo lançamento em vídeo ainda era sim muito pejorativo. Depois de cinco filmes estreando nos cinemas, o boneco ruivo Chucky, criação de Don Mancini, teve como opção continuar suas histórias longe das salas de cinema – tudo isso graças ao fracasso de ‘O Filho de Chucky’ (2004), filme que quase colocou tudo a perder e um ponto final na jornada do pequeno homicida de plástico. Apesar de ser uma estreia no mercado de home vídeo, ‘A Maldição de Chucky’ voltava às origens do personagem, mais voltado ao terror de verdade, e fez sucesso com os fãs. Tanto que essa narrativa ganhou outro filme em vídeo, ‘O Culto de Chucky’ e hoje segue firme e forte na série de TV, ‘Chucky’. O filme está disponível na Star+.

Canibais

Finalizando a lista dos filmes de terror mais famosos que completam 10 anos em 2023, temos um exemplar do “carniceiro” Eli Roth. Conhecido por seus exemplares de “torture porn” vide ‘Cabana do Inferno’ e principalmente ‘O Albergue’ e sua continuação, há 10 anos o cineasta “parça” de Quentin Tarantino tirava do papel seu quarto longa-metragem para o cinema. “Canibais” é uma espécie de homenagem / remake do clássico cult ‘Holocausto Canibal’ (1980), de Ruggero Deodato, que fala sobre uma equipe de documentaristas atacada na Amazônia por uma tribo de indígenas selvagens e canibais. No filme de Roth, as vítimas agora são estudantes idealistas e ambientalistas.

‘Mal e Violência 3’: Terror brutal ganha cartaz e data de estreia; Confira!

Malevolence 3’, o capítulo final da trilogia criada por Stevan Mena, ganhou seu primeiro cartaz. Além disso, foi divulgada a data de estreia: outubro de 2018.

Confira a arte:

Mena, diretor do filme, havia lançado uma campanha para arrecadar dinheiro para a produção do terceiro e último capítulo da saga, e chegou a filmar grande parte do filme, mas um dos seus atores principais faleceu, tornando o futuro da produção incerto.

No entanto, o diretor confirmou que depois de meses de refilmagens, ‘Malevolence 3’ está pronto.

“Eu tenho trabalhado pelos últimos nove meses em refilmagens e editando o filme. Não será a mesma coisa que teria sido caso Scott Decker ainda estivesse vivo, mas está completo. Não havia orçamento, então eu tive que fazer tudo sozinho, o que acabou levando uma eternidade. Eu estou editando um trailer atualmente. Deve ficar pronto em breve. Nós fizemos uma exibição de teste e parece ter ido muito bem!”

O segundo filme, intitulado ‘Bereavement‘, é uma prequel, e conta a história de origem do serial killer do primeiro filme. Confira o trailer:

‘Ela Quer Tudo’: 2ª temporada ganha teaser e data de estreia; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª temporada da série ‘Ela Quer Tudo‘ (She’s Gotta Have It), que será lançada na plataforma no dia 24 de maio.

Confira:

Criada por Spike Lee, a série é baseada no filme homônimo escrito e dirigido por Lee, em 1986.

A trama é centrada em Nola Darling, uma artista com mais de vinte anos que vive em Brooklyn e tem dificuldade a definir-se e a dividir o seu tempo entre os amigos, o trabalho e os seus três amantes.

O elenco conta com DeWanda Wise, Chyna Layne, Joie Lee, Anthony Ramos, Lyriq Bent e Cleo Anthony.

Assassino ataca viajantes no trailer intenso do terror ‘Viagem Para o Inferno’

O terror ‘Viagem Para o Inferno‘ (Hell Trip) ganhou trailer legendado.

Confira:

O longa é dirigido por Patrick Garcia, que coescreve o roteiro ao lado de George Garcia.

O que começa como as férias da vida de um grupo de jovens turistas americanos, rapidamente se transforma em uma luta pela sobrevivência quando descobrem a loja abandonada. Caçados um a um por uma ameaça desconhecida, eles devem lutar e aprender a trabalhar juntos, se esperam sobreviver à esta noite. Eles rapidamente percebem que, na África mais sombria, precisam aprender não a confiar em ninguém, temer o inesperado e descobrir este segredo sinistro.

O elenco inclui Clayton Boyd, Jay Anstey, Stevel Marc, Jonathan Boynton-Lee e Ryan Flynn.

‘NCIS’: Maria Bello deixará o elenco da série na 18ª temporada

De acordo com o Deadline, Maria Bello deixará o elenco da série ‘NCIS‘ na 18ª temporada. A atriz irá aparecer apenas nos 8 primeiros episódios do próximo ciclo.

Bello, que interpreta a psicóloga forense Jacqueline “Jack” Sloane, foi introduzida na produção na 15ª temporada.

A 18ª temporada de ‘NCIS‘ será lançada ainda esse ano, apesar da pandemia de coronavírus. A data de estreia ainda não foi divulgada.

Criada por Donald P. BellisarioDon McGill, a série ainda possui dois derivados, ‘NCIS: Los Angeles‘ e ‘NCIS: New Orleans‘.

A trama segue uma equipe de agentes especiais cuja missão é investigar qualquer crime que tem provas ligadas a pessoas da Marinha, sem levar em consideração cargos e posições. Comandando esta equipe, que opera fora do círculo militar, está o Agente Especial Leroy Jethro Gibbs (Harmon), um investigador altamente habilidoso, esperto, violento e seguidor de regras para fazer seu trabalho.

O elenco conta com Mark Harmon, Sean Murray, Emily Wickersham, Wilmer Valderrama, Maria Bello, Brian Dietzen, Diona Reasonover, Rocky Carroll e David McCallum.

‘Snake Eyes’: Spin-off de ‘G.I. Joe Origens’ é ADIANTADO para julho

Anteriormente previsto para outubro, o spin-off ‘G.I. Joe Origens: Snake Eyes‘ teve seu lançamento antecipado em três meses pela Paramount Pictures.

Agora, o longa está programado para estrear nos EUA no dia 23 de julho.

Robert Schwentke (‘RED: Aposentados e Perigosos’) é responsável pela direção, a partir um roteiro assinado por Evan Spiliotopoulos (‘O Caçador e a Rainha do Gelo’).

Henry Golding (‘Podres de Ricos’) estrela a produção. O elenco ainda conta com Samara Weaving (Scarlett), Ursula Corbero (A Baronesa), Iko Uwais (Hard Master), Andrew Koji (Storm Shadow) e Haruka Abe.

Snake Eyes esteve em ‘G.I. Joe: A Origem de Cobra‘ (2009) e ‘G.I. Joe: Retaliação‘ (2013), interpretado por Ray Park, e apareceu pela primeira vez na década de 1980, na HQ intitulada ‘G.I. Joe: Um Verdadeiro Herói Americano’.

Ao lado de seu fiel lobo de estimação, Timber, não demorou muito para que Snake Eyes se tornasse um dos personagens mais populares de toda a franquia. 

‘Firebite’: Série distópica sobre VAMPIROS ganha trailer cheio de ação; Confira!

AMC+ divulgou o primeiro trailer da série ‘Firebite‘, produção distópica sobre vampiros.

Confira:

A produção será lançada no dia 16 de dezembro, na plataforma de streaming.

A série foi criada, dirigida e escrita por Warwick Thronton, conhecido pelo filme ‘Sansão e Dalila‘. Brendan FletcherTony Krawitz também entram como diretores.

A trama é ambientada em uma remota e deserta cidade mineira, que funciona como a última fortaleza vampira enviada da Inglaterra para a Austrália em 1788 pelos poderes coloniais para erradicar as populações indígenas. Escondidos do sol nos túneis subterrâneos que contornam a cidade até os dias de hoje, os membros da colônia (e sua fome) estão crescendo. A guerra está chegando. Tyson e Shanika estão à frente dela. Mas que esperança um homem impetuoso e um órfão de 17 anos têm para derrotar esses parasitas sedentos por sangue, quando legiões de guerreiros antes deles falharam?

Yael StoneRob CollinsCallan MulveyShantae Barnes-Cowan estrelam.

‘A Fera’: Thriller com Idris Elba conquista 68% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as reações!

Com 98 críticas publicadas até o momento, o thriller de sobrevivência ‘A Fera‘, estrelado pelo astro Idris Elba (‘O Esquadrão Suicida’), conquistou 68% de aprovação no Rotten Tomatoes.

O consenso geral é que, apesar do roteiro raso e previsível, o longa consegue divertir e a presença do veterano Elba acrescenta valor à produção.

Separamos os trechos das principais críticas:

“Se você quer ver um filme com o Idris Elba enfrentando um leão, esse filme é perfeito para você.” (Rolling Stone)

“A performance do Idris Elba dá ao filme um peso mais psicológico do que ele merece. Nada irá surpreender você sobre como ‘A Fera’ se desenvolve, exceto pelo quão cativante a produção consegue ser.” (Associated Press)

“Sim, esse é um filme ilógico e bobo, mas… se todos agissem de forma coerente, não teremos um filme como ‘A Fera’, e isso não seria nada divertido.” (Vulture)

“O filme segue uma fórmula simples, mas o cuidado com os seus personagem consegue manter os espectadores investidos na história.” (Bloody Disgusting)

“Apesar de mostrar potencial, o filme acaba se tornando muito básico.” (Cinema Axis)

“Se leões pudessem assistir esse filme, eles pensariam que é uma comédia por causa da inaptidão de um dos seus colegas. E, pior ainda, o diretor Baltasar Kormákur de alguma forma consegue capturar uma performance insossa do ator Idris Elba.” (Wall Street Journal)

Vale lembrar que ‘A Fera‘ já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer:

Baltasar Kormákur (‘Sobrevivente’) é responsável pela direção.

“O viúvo Dr. Nate Samuels (Elba) viaja à África do Sul, lugar onde ele conheceu sua esposa, com suas duas filhas adolescentes para uma reserva de caça. Mas o que começa como uma jornada de cura se transforma em uma terrível luta pela sobrevivência quando um leão, sobrevivente de caçadores sedento por sangue que agora vê todos os humanos como inimigos, começa a persegui-los”.

O elenco ainda conta com Sharlto Copley (‘Distrito 9’), Iyana Halley (‘O Ódio que Você Semeia’) e Leah Sava Jeffries (‘Empire’).

O roteiro, baseado em uma ideia de Jaime Primak-Sullivan, foi escrito por Ryan Engle (‘Rampage: Destruição Total’).

‘Nancy Drew’ investiga assassinatos sinistros no trailer completo da ÚLTIMA temporada; Confira!

A CW divulgou o trailer completo da 4ª (e última) temporada de Nancy Drew‘.

Confira:

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 31 de maio.

Vale lembrar que as três primeiras temporadas já estão disponíveis no Globoplay.

Criada por Noga LandauJosh SchwartzStephanie Savage, a série é baseada na icônica personagem criada por Edward Stratemeyer.

A nova versão de Nancy Drew se concentra na detetive de 18 anos durante o verão, após sua formatura no ensino médio. Embora Nancy planeje deixar sua cidade natal para se aventurar na faculdade, uma tragédia familiar a mantém em casa por mais um ano, e ela se vê presa em uma “investigação fantasmagórica de assassinato” que a leva a descobrir segredos obscuros ao longo do caminho.

Kennedy McMann estrela como a personagem titular. O elenco ainda conta com Leah Lewis, Maddison Jaizani, Tunji Kasim, Alex Saxon, Riley Smith e Scott Wolf.

‘Late Night With the Devil’: Terror de possessão demoníaca arrecada US$ 666 mil nas bilheterias dos EUA

De acordo com o Variety, O aclamado terror ‘Late Night With the Devil‘, que conquistou impressionantes 96% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, arrecadou sinistros US$ 666 mil neste domingo (24) nas bilheterias dos EUA.

A produção encerrou com sólidos US$ 2.8 milhões arrecadados durante o primeiro final de semana no país.

O resultado representa a maior estreia da história da distribuidora IFC Films, superando o lançamento de ‘Observador‘ (US$827K) e ‘Skinamarink: Canção de Ninar‘ (US$819K).

Ambientada em 1977, a trama gira em torno de uma transmissão televisiva ao vivo que dá terrivelmente errada, libertando o mal nas telas de todo o país.

Relembre o trailer:

Além da excelente performance de David Dastmalchian (‘O Esquadrão Suicida’), os críticos também elogiaram o tom original da produção, que a diferencia dos outros filmes do gênero e abraça completamente sua premissa única.

Separamos os trechos das principais críticas:

“A mistura inesperada entre o tom bobo de um programa de televisão vintage e uma possessão demoníaca estilo ‘O Exorcista’ diferencia o filme das outras produções do gênero.” (Variety)

“‘Late Night with the Devil’ consegue explorar diversas ideias divertidas através de sua premissa e sua história funciona muito bem como uma metáfora sobre o preço do sucesso.” (Austin Chronicle)

“Uma visão brilhante para um mockumentário, que consegue explorar todo o seu potencial sem pular instantaneamente para o terror.” (Inverse)

“Este filme tem todos os ingredientes para ser um dos melhores filmes de terror do ano, dando aos diretores Colin Cairnes e Cameron Cairnes o destaque que eles há tanto merecem.” (AWJF.com)

David Dastmalchian está excelente. Ele consegue dominar o filme ao encontrar o equilíbrio certo entre bajulador e carismático que dominou a cultura dos anos 70.” (RogerEbert.com)

“Demoniacamente divertido.” (ScreenHub)

“‘Late Night with the Devil’ não é apenas um excelente filme de terror que traz o caos no desfecho de sua narrativa, mas também consegue capturar de forma bem-sucedida a experiência de acompanhar esse caos acontecendo na televisão em tempo real.” (The Gate)

Colin e Cameron Cairnes são responsáveis pela direção.

O elenco ainda conta com Laura Gordon, Ian Bliss, Fayssal Bazzi, Ingrid Torelli, Rhys Auteri, Georgina Haig e Josh Quong Tar.

O longa será lançado pelo Shudder no dia 19 de abril.

Filme do Cara-de-Barro, com roteiro de Mike Flanagan, é CONFIRMADO para 2026

Poucos dias após dar sinal verde para o filme do Cara-de-Barro, a DC Studios já confirmou a data de estreia nos cinemas.

Com roteiro assinado por Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’, ‘A Queda da Casa de Usher’), o longa está programado para ser lançado no dia 11 de setembro de 2026.

James Gunn e Peter Safran estão atualmente procurando um diretor para o projeto.

Flanagan já finalizou o roteiro do longa-metragem. As gravações devem começar entre os meses de março e junho de 2025.

Ele já havia expressado interesse em desenvolver um projeto sobre o Cara-de-Barro no passado, descrevendo sua hipotética investida como uma “tragédia solo de terror/suspense”. Detalhes sobre a trama ainda não foram revelados, mas sabe-se que a ideia era reimaginar o antagonista como mocinho.

Além disso, Flanagan não deve entrar como diretor do projeto, em virtude de seu comprometimento no novo capítulo da franquia ‘O Exorcista‘. As informações indicam que ele ficará responsável apenas pelo roteiro.

Anteriormente, Flanagan havia comentado que adoraria fazer parte do DCU em algum momento de sua carreira.

“Sempre fui um grande fã de James Gunn como pessoa e realizador, e esse é um universo do qual eu absolutamente amaria fazer parte”, ele contou.

CONFIRMADO! Marlon Wayans retornará como Shorty em ‘Todo Mundo em Pânico 6’

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Marlon Wayans (‘As Branquelas’) confirmou seu retorno na aguardada sequência ‘Todo Mundo em Pânico 6‘.

O ator reprisará seu papel como Shorty. O personagem esteve presente nos dois primeiros filmes da franquia, mas não deu as caras nas outras sequência.

“Temos planos para trazer de volta alguns outros [rostos conhecidos],” declarou o ator.

Anna Faris e Regina Hall já foram confirmadas no próximo capítulo. As atrizes irão reprisar seus papéis como Cindy e Brenda, respectivamente.

Anteriormente, Wayans havia revelado que o 6º filme da franquia irá parodiar filmes como ‘Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado‘, ‘Pânico‘, ‘Hereditário‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘Não! Não Olhe‘ e ‘Pecadores‘.

Rumores apontam que o novo filme deve tirar sarro das sequências legado.

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 12 de Junho de 2026.

O próximo filme também terá o retorno dos Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, como roteiristas.

“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.

“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) será responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, servirá como produtor do novo filme.

As filmagens devem acontecer ainda este ano.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Patrulha Canina embarca em ‘Uma Aventura Dino’ no trailer DUBLADO da animação; Confira!

A Paramount Pictures divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Patrulha Canina: Uma Aventura Dino‘.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 13 de agosto.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Os atores mirins Lucien Duncan-Reid e Nylan Parthipan retornam aos papéis dos filhotes Rubble e Zuma, respectivamente, e se juntam a Carter Young (Marshall), Hayden Chemberlen (Rex), Rain Janjua (Chase), William Desrosiers (Rocky) e Henry Bolan (Ryder).

Esses nomes se somam ao elenco já anunciado, que inclui a vencedora do EGOT Jennifer Hudson, a comediante Fortune Feimster e a indicada ao Emmy, Mckenna Grace, que reprisa seu papel como Skye.

Jameela Jamil, Terry Crews, Paris Hilton, Snoop Dogg, Bill Nye, Meredith MacNeill e o veterano da franquia Ron Pardo completam o time.

O novo filme chega pouco depois da comemoração de 10 anos da marca Patrulha Canina, sucesso da empresa canadense Spin Master, e promete manter o ritmo dos dois filmes anteriores, que juntos arrecadaram mais de US$ 350 milhões mundialmente.

Patrulha Canina: Uma Aventura Dino marca o retorno do diretor Cal Brunker, que também assina o roteiro ao lado de Bob Barlen.

‘Power Rangers’: Classificação indicativa atrapalhou o sucesso do filme, diz diretor

Parece que o grande problema que atrapalhou o sucesso de ‘Power Rangers’ nos cinemas foi a classificação indicativa da produção.

A informação partiu do próprio diretor, Dean Israelite, durante uma entrevista ao site de notícias Screen Rant.

De acordo com ele, existem pesquisas de mercado que atestam o fato:

“Isso não um simples achismo meu, pesquisas de mercado foram feitas e constaram que se o filme fosse PG – que possui pequenos fragmentos delicados, mas engloba famílias e crianças – ele teria alcançado um público maior. Mesmo a produção sendo PG-13, muitos pais se sentiram inseguros em levar seus filhos ao cinema”.

A constatação foi um pouco surpreendente para Israelite, que revelou que nas exibições testes, as cenas mais “violentas” dariam sustos em crianças pequenas, mas de uma forma positiva:

“Fizemos vários testes de exibição e nas cenas mais duras, eu pensei que uma criança de sete anos se assustaria, mas não de forma negativa. Eles tinham medo da Rita Repulsa, mas gostavam da sensação que lhes trazia. Ao final do filme, os pequenos saíram animados, satisfeitos com o filme. Nós realmente desenhamos essa linha bem e foi desapontante ver que a produção não alcançou todo o seu potencial. Espero que com o lançamento de ‘Power Rangers nos formatos Blu-ray, DVD e On Demand, os pais se sintam mais encorajados para deixar seus filhos assistirem ao filme”.

Lembrando que a sequência ainda pode acontecer, sobretudo, porque a venda de brinquedos relacionados ao filme e a atual temporada de Power Rangers na TV teve um aumento de 114% somente em abril.

A expectativa agora é que a Lionsgate se posicione, ao menos, até o final desse ano.

‘Power Rangers 2’ pode ser CANCELADO após fracasso nas bilheterias 

Crítica | Power Rangers

 

 

‘Supergirl’: Mon-El estampa belo cartaz; Confira!

Supergirl‘ ganhou um novo e belo cartaz, que traz Mon-El trajando o uniforme do quadrinhos.

Confira, com imagens:

Supergirl é transmitida no Brasil pelo canal pago Warner Channel.

‘Jane the Virgin’: Sophia Bush fará participação especial na última temporada

A atriz Sophia Bush, mais conhecida por ter protagonizado a popular ‘One Tree Hill‘, fará uma participação especial na última temporada de ‘Jane The Virgin‘.

A informação foi inicialmente divulgada pelo ator Justin Baldoni, que compartilhou as novidades por meio de sua conta oficial do Instagram. Rapidamente, Bush replicou a publicação anunciando sua participação.

Confira:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

When one of your favorite ladies calls you and says “will you come play in an episode for my last season!?” AND that means you also get to play with one of your favorite dudes!? Whelp. You say YES! What a dream come true. Beyond thrilled to be making some comedy alongside two of my favorite world-changers #laughsfordays ♥️ Repost @justinbaldoni ・・・ This is a man who is very grateful to be between two women who are literally changing the game. How cool that I get to work with amazing humans like this!? I’ve realized that there’s something about being in the presence of powerful women that actually grounds and calms me. (I mean look at who I married @emilybaldoni 😜💪🏼❤️) I’m so grateful that the supremely talented, kind-hearted and bad ass feminist- social justice warrior @sophiabush who I LOOOVE and adore came to play with us on @cwjanethevirgin this week. I can’t tell you who she is playing except that some of you may not be happy about it 😜#canttellyou #sorrynotsorry #thefinalseason #march27

Uma publicação compartilhada por Sophia Bush (@sophiabush) em


Embora ainda não hajam detalhes de sua personagem, o pouco que se sabe é que Bush interpretará Julie, no episódio 12.

CW divulgou o primeiro trailer da 5ª (e última) temporada de ‘Jane the Virgin‘.

Confira:

O ano final da série irá estrear no dia 27 de março.

Sobre o desfecho, a criadora da série, Jennie Snyder, fala sobre os seus planos: “Novelas estruturalmente terminam com casamentos, e a nossa série também terminará assim. Seja no último episódio ou próximo dele, isso eu não posso dizer, mas Jane se casará de novo.”

Na série, Jane Villanueva é uma jovem latina religiosa que tem uma promessa de manter sua virgindade até o casamento, mas uma médica acidentalmente a insemina artificialmente durante um exame. O doador é um homem casado, um ex-playboy, e sobrevivente do câncer, que não é apenas o novo proprietário do hotel onde Jane trabalha, mas era também seu amor quando adolescente.

Gina Rodriguez, Andrea Naved, Justin Baldon, Yael Grobg, Ivonne Co, Jaime Cami, Anthony Mende e Brett Dier estrelam.

As três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Amazon libera programas infantis da Prime Video GRATUITAMENTE

Para ajudar os pais a lidarem com o período de reclusão social, a Amazon liberou alguns de seus programas infantis presentes na plataforma de streaming de forma gratuita.

Segundo a EW, diversos títulos voltados para crianças poderão ser conferidos sem qualquer custo. A iniciativa foi aplicada a todos os usuários e para poder acessar os conteúdos, basta ter uma conta gratuita na Amazon.

A proposta vem como mais uma forma de ampliar o acesso ao entretenimento durante o delicado período de quarentena, estipulado por governantes ao redor do mundo em virtude da pandemia do coronavírus.

No Brasil, a Globosat também liberou seus canais da TV a cabo de forma gratuita. O pacote Tele Cine, Megapix, Viva, GNT, entre tantos outros pertencentes ao conglomerado midiático podem ser conferidos sem qualquer custo.

‘WandaVision’: Episódio final ganha INSANO cartaz feito por fã; Confira!

O último episódio de ‘WandaVision‘ será lançado na próxima sexta-feira (05) e promete trazer não apenas grandes revelações, mas também reviravoltas surpreendentes, com a chegada do Visão Branco.

E um habilidoso fã produziu um cartaz conceitual que tenta especular as possibilidades do que acontecerá no vindouro capítulo. Construído de forma criativa e bem feita, o material une ambas as versões do Visão, sugerindo que uma eclosão entre eles deve acontecer.

Confira:

A série foi criada por Jac Schaeffer, roteirista de ‘Viúva Negra‘.

Wanda Maximoff e Visão, dois seres superpoderosos, vivem seu sonho suburbano, mas começam a suspeitar que nada é o que parece ser.

Elizabeth Olsen e Paul Bettany estrelam. O elenco ainda conta com Kathryn Hahn, Shane Berengue e Emma Caulfield Ford, além do marcar o retorno de rostos conhecidos como Kat Dennings (Darcy Lewis, de ‘Thor‘), Randall Park (agente Jimmy Woo, de ‘Homem-Formiga e a Vespa‘) e Teyonah Parris (que interpreta a versão adulta de Monica Rambeau, de ‘Capitã Marvel‘).

Crítica | Palm Springs é um incrível fôlego de vida em meio a tantas comédias românticas genéricas

Garoto encontra garota. Garota e garoto ficam presos em um loop temporal, sujeitos a repetir o mesmo dia pelo resto de suas existências. Palm Springs é uma comédia romântica completamente às avessas, que toma o gênero para si de forma leve e divertida, abrindo mão dos amados clichês para entregar uma experiência pura e completamente original. O longa dirigido por Max Barbakow e roteirizado por Andy Siara quebra a formato aos moldes de Feitiço do Tempo, ao praticamente criar um multiverso antes mesmo disso se tornar tão mainstream nos cinemas, graças a Homem-Aranha 3 e Doutor Estranho 2.

E aqui, Nyles (Andy Samberg) e Sarah (Cristin Milioti) se conhecem em um casamento e as coisas complicam após ambos ficarem presos em um inexplicável loop, onde são forçados a reviver o mesmo maldito dia sem qualquer solução aparente. E cercados por crises existenciais de proporções bíblicas, confrontos e reflexões começam a conduzir a inusitada dupla – que rapidamente descobrirá o pior e o melhor de uma vida sem propósito marcada por erros insistentemente repetitivos. E construindo sua trama sob uma abordagem niilista – de que nada possui sentido -, Siara explora a necessidade de conexão e faz da famosa citação “felicidade só é real quando compartilhada” o supra sumo de um filme que, tão profundamente existencial como é, ainda é capaz de nos fazer rir com gosto a cada cena.

Fazendo uma mistura entre a comédia absurda e outros gêneros como o sci-fi, o suspense e até mesmo o terror psicológico, Palm Springs é como uma fenda no tempo, um deserto particular onde a linha temporal não existe e a imensidão seca de uma região bastante árida e às vezes pouco convidativa se torna palco de uma história de amor que transcende a obviedade do “quando”. Aqui, o “onde” é mais importante e ainda que o tempo – ou o excesso dele – pareça ser um problema para os personagens, é o fato de tudo acontecer em Palm Springs que faz com que a trama funcione tão bem.

Talvez você não perceba tanto isso, mas a cidade californiana é tão presente quanto Nyles e Sarah. E como um personagem crucial da história, a desértica cidade resort se transforma em uma alegoria ao vazio existencial de duas figuras que, marcadas por escolhas ruins, já viviam ciclos doentios e repetitivos antes mesmo de serem sugados para um loop temporal. E Andy Samberg e Cristin Milioti funcionam perfeitamente como um casal inusitado, que descobre a possibilidade do amor sem qualquer intenção. Como duas pessoas que se descobrem a cada dia repetido, eles eventualmente encontram um no outro o significado daquilo que tanto lhes faltava: propósito.

E em meio a cenas cuidadosamente planejadas para vincular a audiência a esse inesperado romance, o diretor Barbakow entrega um presente para audiência, um refrigério necessário e apaixonante em meio a tantos filmes rasos que compilam sucessões de momentos piegas e pouco naturais. Com uma dupla protagonista que funciona tanto por sua peculiaridade, bem como por seu carisma, Palm Springs é uma aventura hipnotizante. Nos levando a refletir sobre a nossa existência sem sequer notarmos, a produção não tem medo da estranheza do seu humor quase mórbido, na certeza de que toda história realmente boa precisa desafiar a audiência de alguma forma.

Do Pior ao Melhor: 13 Filmes Franceses Inéditos e Gratuitos no My French Film Festival 2021

Precursores do cinema, a produção audiovisual francesa é uma das mais proeminentes no cenário mundial. Por outro lado, diversas obras não chegam ao circuito comercial nas Américas e nem em plataformas de streaming. Por isso, se você – como eu – é apreciador do cinema francês, é preciso aproveitar os festivais online e gratuitos, como o My French Film Festival 2021, para dar uma espiada nessas produções.

Se em 2020, o Festival Varilux de Cinema Francês propôs três meses de filmes gratuitos na plataforma Looke, todo início de ano o My French Film Festival seleciona obras recentes e as disponibiliza de graça para a América Latina. Nesta 11ª edição, o evento ocorre entre 15 de janeiro e 15 de fevereiro de 2021. Você ainda tem OITO dias para conferir! 

Embora eu tenha alguns preferidos entre os títulos, como Felicità, de Bruno Merle,e Camille, de Boris Lojkine, nossa lista será baseada na opinião pública dos franceses no termômetro do Sens Critique. Para ter uma ideia melhor da seleção deste ano, o CinePOP propõe um rankeamento “do pior ao melhor”, mas vamos também apresentar a contextualização de cada obra, para você encontrar os filmes ao seu gosto. Clique na foto para ir direto assisti-lo, ok?

  1. Heróis Nunca Morrem (Les Héros ne meurent jamais, 2020, SC: 5,4)

Com a presença de Adèle Haenel, protagonista do elogiado Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019), Heróis Nunca Morrem parte da premissa questionável da reencarnação. O primeiro longa de Aude Léa Rapin retrata o percurso de Joachim (Jonathan Couzinié). Ele acredita ser a reencarnação de um soldado morto em guerra na Bósnia, no dia 21 de agosto de 1983, data do seu nascimento em Paris. Com a ideia fixa em sua mente, ele parte com suas amigas, Alice (Haenel) e Virginie (Antonia Buresi), para seguir os passos de sua vida anterior na Bósnia. Para isso, ele propõe fazer um documentário, contudo, a ideia desponta-se equivocada e mal elaborada para dar coerência à representação dos destroços da guerra no país. 

  1. Crianças (Just Kids, 2020, SC: 5,5)

O grande chamariz da obra é o seu tom de veracidade e crueldade da vida. Lançado em agosto de 2020, na França, Just Kids conta a história de três órfãos: Jack, 19 (Kacey Mottet Klein), Lisa, 17 (Anamaria Vartolomei), e Mathis, 10 (Andrea Maggiulli). Após a tragédia familiar, Lisa distancia-se e o mais velho fica incumbido de cuidar da irmã caçula. A questão é: como se tornar responsável por alguém, quando você mal saiu da adolescência? A origem de Just Kids está na própria vida do cineasta Christophe Blanc, o qual deparou-se muito cedo com a perda brutal do seu pai. Ao lado de Béryl Peillard, Blanc tenta transpor esse luto no roteiro. 

  1. Donas de Alegria (Filles de Joie, 2020, SC: 5,6)

Produção indicada pela Bélgica a Melhor Filme Estrangeiro no Oscar 2021, o título em francês faz um jogo de sentido com a palavra “joie”, significado tanto de alegria quanto de gozo, questão a qual as protagonistas lidam em seu cotidiano secreto. Axelle (Sara Forestier), Dominique (Noémie Lvovsky) e Conso (Annabelle Lengronne) se reúnem todas as manhãs no estacionamento da cidade para pegar a estrada e ir trabalhar do outro lado da fronteira, na Bélgica. Lá, eles se tornam Atenas, Circe e Hera em um bordel. Donas de Alegria apresenta o percurso de cada uma em luta pela suas famílias e para manter a dignidade. Longe de ser uma comédia, a obra de Frédéric Fonteyne e Anne Paulicevich apresenta uma reflexão sobre a prostituição no mundo capitalista e a união feminina para enfrentar as adversidades.

  1. Enorme (Énorme, 2020, SC: 6,0)

Protagonista da série Family Business (2019-2020), da Netflix, e La Flamme (2020), do Canal +, Jonathan Cohen é um dos grandes comediantes franceses da atualidade. Portanto, ele carrega com seu carisma essa comédia repleta de clichês sobre maternidade e os papéis de gênero durante o período da gestação. Com direção e roteiro de Sophie Letourneur, a comédia aborda o ato de Frédéric (Cohen) ao burlar o anticoncepcional da sua esposa, a pianista Claire Gerard (Marina Foïs). Como gerente da sua carreira, ele vê-se no papel de decidir sozinho engravidá-la aos 40 anos e ocupar-se do bebê. Com o objetivo de reverter os clichês do gênero, tal como em Ligeiramente Grávidos (2007), de Judd Apatow, o filme ganhou o prêmio Jean Vigo 2020 .

  1. Espírito Vivente (Vif-Argent, 2019, SC: 6,0)

Nas ruas de Paris, Juste (Thimotée Robart) coleta as últimas memórias de pessoas, antes de ajudá-las na vida após a morte. Um dia, no entanto, Agathe (Judith Chemla) o reconhece. Ela está viva, mas ele não. Como é possível eles se conectarem? Com esta proposição, Stéphane Batut apresenta seu premiado primeiro longa, que constrói poeticamente um romantismo atemporal. Afinal de contas, o cinema tem o poder e a liberdade de transcender as fronteiras da vida e da morte para nos contar belas e eletrizantes histórias, vide Ghost (1990) e A Casa do Lago (2006). 

  1. Você Merece um Amor (Tu mérites un amour, 2019, SC: 6,5)

Esta é a estreia da até então atriz Hafsia Herzi (Mektoub, My Love: Intermezzo) como diretora e roteirista. O longa começa a partir de uma tensa discussão entre Lila (Hafsia Herzi) e seu namorado Rémi (Jerémié Laheurte). Ele decide partir à Bolívia para pensar no futuro da relação, a qual possui um destino incerto. O filme acompanha Lila no dilema entre resistência e resiliência. Graças ao apoio dos amigos, ela começa a explorar a possibilidade de outros laços. Com simplicidade e naturalidade, Hafsia Herz apresenta diálogos eloquentes e um duelo emocional complexo. Para quem gosta das heroínas de Eric RohmerO Joelho de Claire (1970) e Pauline na Praia (1983), o trabalho da jovem francesa é deveras aprazível. 

  1. Camille (Camille, 2019, SC: 6,9)

Jovem fotojornalista e idealista, Camille (Nina Meurisse) parte a Bangui, capital da República Centro-Africana para cobrir o início de uma guerra civil. Localizado entre a República Democrática do Congo, Sudão, Chade e Camarões, o país vive uma turbulenta disputa de poder político e ideológico entre uma parte da população sobre a outra. Apaixonada pela juventude e resistência da região, Camille lança o seu destino ao lado dessas pessoas. Com roteiro e direção do documentarista Boris Lojkine, a ficção é baseada na história verídica de Camille Lepage, fotojornalista francesa morta aos 26 anos na República Centro-Africana. É um retrato íntimo sobre a vivência de uma repórter de guerra e também sobre acreditar em ideais em meio a tempos sombrios. 

  1. Felicità (Felicità, 2020, SC: 6,9)

Com direção e roteiro de Bruno Merle, Felicità é um dos melhores filmes lançados em 2020, ao lado de Drunk, de Thomas Vinterberg, e Soul, de Pete Docter. Os três filmes, por exemplo, possuem o encanto de passar uma mensagem sobre o que é a felicidade em nossas vidas, de formas completamente diferentes. Em Felicità, o casal Tim (Pio Marmaï) e Chloe (Camille Rutherford) aproveitam a vida com as pequenas coisas do dia a dia sem compromissos, ao lado da filha Tommy (Rita Merle). O roteiro acompanha as últimas 24h do verão da família. No dia seguinte, começa o ano letivo de Tommy e ela está na expectativa de ser aceita pelos colegas, no entanto, horas antes Chloe desaparece e Tim rouba um carro para procurá-la. Confusa com seus sentimentos juvenis, Tommy bate-papo com um cosmonauta (o rapper Orelsan). É impossível não sentir-se mais alegre após assistir este filme. 

5. Josep (Josep, 2020, SC: 7,2)

Antes de tudo, esta animação deve ser considerada como uma sincera e emocionante homenagem de um cartunista a outro. Seu criador Aurélien Froment, conhecido como Aurel, é cartunista dos jornais franceses Le Monde e Le Canard Enchaîné. Do outro lado da tela, o personagem Josep (voz de Sergi Lopez) é baseado em Josep Bartolí (1910-1995), um talentoso, mas pouco conhecido, desenhista catalão, cuja obra principal, La retirada, testemunha sua vida e a dos seus companheiros num campo de concentração na França. Ao transformar o trabalho de Bartoli em um longa, Aurel dá visibilidade e reforça o poder de sua mensagem humanista. Ou seja, um apelo comovente pelo respeito à dignidade humana, particularmente relevante nos dias atuais. Vale lembrar que o desenhista foi amante de Frida Kahlo (voz de Sílvia Pérez Cruz). 

  1. Kuessipan (Kuessipan, 2019, SC: 7,5)

Filmado na comunidade Innu, ao norte de Quebec, no Canadá, os atores de Kuessipan são em sua maioria residentes locais. Através das lentes da cineasta canadense Myriam Verreault, a narrativa segue os caminhos de duas melhores amigas nessa reserva indígena. Enquanto Mikuan (Sharon Ishpatao Fontaine) sonha em tornar-se poeta, Shaniss (Yamie Grégoire) começa uma família. Quando crianças, elas prometeram ficar sempre juntas, contudo, aos 17 anos, sua amizade é abalada. O problema é que Mikuan apaixona-se por Francis (Étienne Galloy), um rapaz branco e ela pensa em deixar a comunidade, a qual tornou-se pequena demais para seus sonhos. Em novembro de 2019, Kuessipan foi uma das maiores bilheterias de Quebec e ultrapassou hollywoodiano Joker (2019). Em 2020, Myriam Verreault ganhou nominações para diversas premiações no país, a mais importante foi o Canadian Screen Award

  1. Orfeu (Orphée, 1950, SC: 7,6)

Selecionado para a categoria de Histórias de Fantasmas do Festival, este é o único clássico da lista. Dirigido por Jean Cocteau – escritor da peça A Voz Humana (1958), adaptada para o cinema em 2020, por Pedro Almodóvar -, Orfeu é uma transposição moderna do mito de Orpheus (Jean Marais), um poeta obcecado pela Morte (María Casares). Enciumada a Morte, encarnada na Princesa, mata Eurídice (Marie Déa), a esposa de Orfeu. Apaixonado, ele parte ao submundo à procura da sua amada. Uma versão do mesmo mito foi encenada por Toni Garrido, do grupo Cidade Negra, e Patrícia França no filme brasileiro Orfeu (1999), de Cacá Diegues. Contudo, a única relação entre as duas obras é a inspiração mítica. 

2. Adolescentes (Adolescentes, 2020 – SC: 7,6)

Em 2020, o documentarista Sébastien Lifshitz lançou duas obras de grande repercussão na França. A primeira, em setembro, é esta, e a segunda, lançada em dezembro nos cinemas brasileiros, foi Pequena Garota. Ambos documentários são intimistas e belíssimos, é a ótima utilização da linguagem cinematográfica para criar uma mise en scène hipnótica ao contar histórias reais. Em Adolescentes, o cineasta acompanha as amigas inseparáveis Emma e Anaïs, dos 13 anos até a maioridade. Em cinco anos, o documentário mostra as transformações da juventude, mas também da França. Os atentados à redação do Chalie Hebdo, no Stade de France e ao Bataclan, assim como a eleição de Emmanuel Macron sob a perspectivas das jovens. Comparada pela crítica à epopeia de Richard Linklater, Boyhood (2014), a obra é tão fluida que é possível esquecer de tratar-se de um documentário.

  1. Madame (Madame, 2020, SC: 7,9)

Direto dos arquivos de uma família suíça, Madame é o diálogo entre Caroline e seu neto cineasta Stéphane Riethauser. Com base em três gerações familiares, o documentarista suiço busca discutir os tabus da sexualidade e de gênero em um mundo patriarcal e hostil às diferenças. Como disse Simone de Beauvoir: “você não nasce mulher, você torna-se uma”, ou seja, Caroline tentava se emancipar dos homens, enquanto Stéphane buscava compreender quem ele desejava ser. Aliás, o que significa ser homem hoje? O resultado dessa questão é um documentário íntimo, sensível e poderoso sobre transmissão e compartilhamento.

Sessão-teste de ‘Aquaman’ recebe reações positivas: “Muita ação e emoção”

Essa semana aconteceu a primeira sessão teste de Aquaman, de James Wan, em Los Angeles. Alguns detalhes da trama acabaram sendo ‘vazados’ por alguns jornalistas e o Twitter Batman-News destacou que as primeiras reações são bem positivas:

“Até agora, duas fontes diferentes me disseram que amaram Aquaman! Tem muitas cenas de ação, mas também é um filme muito emocionante”

A expectativa é de que o primeiro trailer saia na Comic Con San Diego, em julho.

Enquanto isso, o próximo filme da DC, deve agradar os fãs mais apaixonados dos quadrinhos, afinal, o filme de James Wan pode (finalmente!) trazer o traje clássico do herói para os cinemas.

A “confirmação” veio através de um tweet de AquamanShrine que, segundo o Heroic Hollywood, a Warner Bros licenciou o traje para o uso nos cinemas. Confira:

“Laranja & verde para o Halloween? Um participante do evento de licenciamento da Warner diz que o figurino que veremos no filme ‘Aquaman’ é “exatamente” como a versão atual dos quadrinhos”

Por enquanto não passam de rumores. Aquaman tem estreia marcada para 21 de dezembro de 2018.

‘Liga da Justiça’: Aquaman estará diferente no filme solo, afirma Jason Momoa

Além de Amber Heard, o elenco do filme conta com Jason Momoa no papal principal, Willem Dafoe (Vulko) e Nicole Kidman (Rainha Atlanna). James Wan dirige o filme e o roteiro fica a cargo de Will Beall.

‘Summer of ’84’: Terror no estilo ‘It – A Coisa’ ganha pôster e clipe inédito

O terror ‘Summer of ´84‘ teve seu primeiro clipe e pôster divulgados na San Diego Comic-Con. Confira, junto com o trailer:

Os anos 1980 foram uma década muito produtiva e rentável para o cinema, e para o terror também. Justamente por isso, hoje, diversas produções do gênero gostam de centrar suas histórias em tal época.

Apesar de não ter nomes conhecidos na frente ou atrás das câmeras, a história é muito interessante, e apresenta um grupo de crianças (no melhor estilo It e Stranger Things) espionando seu vizinho policial, quando começam a suspeitar que ele seja um serial killer.

Graham Verchere, Judah Lewis, Caleb Emery e Cory Gruter-Andrew.

O filme estreou este ano no festival de Sundance, e chega aos cinemas em 2018.

‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’ | Conheça Namor, príncipe submarino e rival de Wakanda na sequência

Um dos grandes destaques de Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, que está em exibição nos cinemas, é o anti-herói Namor, o primeiro personagem da história da Marvel. Nesta matéria, vamos falar um pouco mais sobre sua origem nos quadrinhos e também sobre sua versão cinematográfica, mas fique em paz, haverá um aviso de spoiler antes de haver alguma revelação sobre a trama, ok?

Criado pelo lendário cartunista Bill Everett, Namor foi criado para ser personagem da Motion Picture Funnies Weekly, uma história em quadrinhos proposta por uma empresa de empacotadoras que seria distribuída como brinde para as crianças nas saídas dos cinemas, em 1939. Infelizmente, a revista nunca foi publicada, mas a história de oito páginas de ‘O Submarino’ chamou a atenção da Timely Comics – a futura Marvel -, que acabou trazendo a história para integrar sua primeira revistinha, a Marvel Comics #1, lançada em abril de 1939, fazendo do Namor o “super-herói original” desse império que domina os cinemas hoje em dia.

Namor tem suas origens ligadas à lendária terra perdida de Atlântida. Nos quadrinhos, ele surge como o filho de Fen, a herdeira do trono de Atlântida, que se apaixonou pelo Capitão Leonard McKenzie, um marinheiro que estava despejando explosivos no mar da Antártida enquanto procurava por Vibranium, sem saber que estava, na verdade, explodindo parte de Atlântida. Então, a Princesa Fen foi enviada para entender o que estava acontecendo e cessar a destruição. O problema é que ela se apaixonou pelo chefe da expedição, se casou com ele no próprio navio e eles acabaram fazendo um bebê. Durante uma missão, Leonard acabou sendo gravemente ferido pelo pai de Fen, o Rei Thakorr, que levou a princesa de volta para casa, onde ela descobriu estar grávida.

De volta ao mar, Fen deu à luz a um bebezinho que conseguia respirar embaixo d’água, tinha orelhinhas pontudas e extremidades muito similares a asas em seus tornozelos. No entanto, ele chamava atenção mesmo por conta da cor de sua pele.

Ao contrário dos outros atlantes, a criança não tinha a característica pele azul, era um bebê branco, tal qual o próprio pai. Assim, ele foi nomeado Namor, que significa “Filho Vingador” na língua atlante, e foi criado como um legítimo príncipe submarino, ganhando todos os treinamentos e educação especial. Além disso, ele conseguia respirar fora d’água sem precisar do auxílio de máscaras aquáticas, o que deu a ele a possibilidade de agir como um agente diplomático, funcionando como a união perfeita entre a terra e o mar.

Então, com o início da Segunda Guerra Mundial, Namor é enviado para a terra firme, onde pretendia vingar a destruição causada em Atlântida pelas constantes batalhas navais que tomavam os oceanos na década de 1940. Dessa forma, ele para em Nova York, onde trava o icônico duelo contra o Tocha Humana Original. Porém, como praticamente todo embate entre figuras heroicas da Marvel, o Príncipe Submarino acaba sendo convencido eventualmente que os verdadeiros vilões são os nazistas.

Ciente das ameaças da guerra, Namor assume novamente um papel mais diplomático que militar e recebe um convite para integrar Os Invasores, o grupo de super-heróis liderado pelo Capitão América, que infernizou a vida de Adolf Hitler e os agentes do Eixo durante a Segunda Grande Guerra. Com o fim da guerra, ele passa a fazer parte do segundo time do Capitão, o Esquadrão Vitorioso.

E como vida de herói não é fácil, Namor até consegue uma vida pacífica na superfície, mas acaba sendo banido por sua terra (ou seria água?) natal. E para piorar, quando ele consegue retornar à Atlântida, seu reino é destruído em uma batalha que o transforma em um andarilho, tomada pela perda de memória. Isso, claro, foi a justificativa dada pela queda generalizada nas vendas dos quadrinhos no pós-guerra.

Assim, na década de 1960, Stan Lee começa o resgate dos personagens icônicos da Era de Ouro, e coloca o novo Tocha Humana, o adolescente Johnny Storm, do Quarteto Fantástico, para reconhecê-lo andando pelas ruas. Ciente da figura que havia encontrado, Johnny o ajuda a se lembrar quem realmente era, o que leva Namor a voltar desesperado para Atlântida, onde não encontra nada além das ruínas do que seu império já havia sido. Revoltado com o que viu, Namor assume que seu reino foi destruído pela superfície e volta para a terra atrás de vingança. Ele é impedido pelo Quarteto Fantástico, dando início a uma das maiores rivalidades e relações mais polêmicas do mundo das HQs. Isso porque, em sua invasão, ele se apaixonou por Sue Storm, a Mulher Invisível, esposa de Reed Richards. Derrotado pelo Quarteto, ele tenta se unir ao Hulk, mas acaba sendo impedido pelos Vingadores.

Enquanto vagava pelos oceanos e procurava pelos atlantes sobreviventes, Namor se deparou com um grupo de esquimós adorando a um totem de gelo. Irritado com a adoração, enquanto seus súditos o questionavam por sua preferência pela terra, Namor toma o bloco em suas mãos e o arremessa por água abaixo. O que ele não sabia é que aquele pedregulho de gelo abrigava o corpo congelado de seu antigo amigo, o Capitão América, que ficou em animação suspensa após cair no oceano em uma batalha aérea.

No momento em que ele foi arremessado, os Vingadores estavam em uma missão submarina e encontraram o corpo descongelando. Surpresos com aquela figura embaixo d’água, o time o trouxe para dentro do submarino e acabou revivendo o Capitão América em plena Era de Prata.

Mutante

Ao longo dos anos, o caminho de Namor cruzou com o dos X-Men também. Por seu comportamento arrogante e intempestivo, ele nunca se firmou 100% ao lado de nenhum deles, mas já foi membro tanto dos X-Men quanto da Irmandade Mutante, lutando contra os alunos de Charles Xavier. Porém, vendo a forma como Magneto tratava sua equipe, principalmente a Feiticeira Escarlate, Namor abandona o grupo. Porém, durante os anos 80, Namor teve sua origem parcialmente alterada, reconhecendo o príncipe submarino como portador do gene X mutante, rendendo a ele o apelido de “O Primeiro Mutante”, por mais que ele se reconheça como atlante e faça de tudo para proteger seu império.

O terror das casadas

Por mais que não seja exatamente um personagem favorito dos fãs, o Namor certamente é conhecido por sua obsessão por Sue Storm, o que rendeu a ele um apelido similar a “pegador de casadas”, mas de uma forma menos educada de se dizer.

Isso vem desde sua aparição número 1 nos quadrinhos do Quarteto Fantástico, em que ele se apaixonou à primeira vista por Sue, e jamais desistiu de tê-la como sua rainha. E isso é muito significativo, porque o Quarteto surge como “A Família Marvel”. É um grupo exemplar que manteve essa aura por um tempo. No entanto, como Reed tem uma das maiores mentes desse universo, muitas vezes ele deu mais atenção aos seus projetos e ideias do que para sua família. E isso fez com que alguns quadrinistas sugerissem uma possível traição. Em universos alternativos, então, as equipes criativas já cansaram de encher a cabeça do Senhor Fantástico de chifres.

Recentemente, por exemplo, foi feita uma minissérie chamada Quarteto Fantástico: História de Vida, que reimagina a trajetória do grupo nos quadrinhos e, influenciada pelo movimento feminista dos anos 70, a Sue Storm percebe que Reed a tinha colocado no papel de esposa-empregada e acaba buscando no Namor, que a respeitava, a atenção requerida.

E mesmo nutrindo desejos eternos pela esposa de Reed Richards, Namor integra os Illuminati junto ao Senhor Fantástico. Eles tomam decisões que influenciam diretamente no multiverso, mas mesmo sendo conhecido por seu temperamento intempestivo, Namor se mostrou um líder bastante razoável enquanto integrou a equipe.

Nos cinemas

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

Apesar de ser o primeiro personagem da Marvel, Namor só fará suas estreias nas telonas nesta quinta-feira (10), em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre. Vivido por Tenoch Huerta Mejía, o Príncipe Submarino sofreu algumas modificações em sua origem.

Segundo o diretor e roteirista do filme, Ryan Coogler, em entrevista ao Inverse, disse que essas alterações se deram porque já houve muitas representações diferentes de Atlântida, baseadas sempre no mito grego de Platão, e por respeito ao público, ele queria dar uma interpretação nova”. E foi assim que surgiu Talocan, um reino submarino inspirado pela cultura Mesoamericana.

Além do reino, o Namor dos cinemas é chamado por seus seguidores de Kukulcán. Na cultura Maia, o Kukulcán é uma divindade poderosíssima representada por uma serpente com plumas, o que explica a coroa que Namor usa. Ele representa, de certa forma, o “Deus da Atmosfera”, pois reúne atributos de um deus sol, um deus do trovão e um deus do ar.

Apesar da justificativa oficial, parece mais coerente supor que o diretor quisesse se distanciar do Aquaman. Apesar do rival da DC ter sido inspirado no próprio Namor, sendo lançado dois anos depois nas HQs, a versão de Jason Momoa, que traz uma origem muito próxima daquela do Namor, chegou antes ao cinema. Então, para não gerar críticas de fãs desavisados, a liberdade criativa rolou solta para que o Namor chegasse ao MCU inspirado pelos Maias.

ALERTA DE SPOILERS

Daqui para baixo, haverá uma breve revelação sobre a trama do filme. Então, sugerimos que só leia após assisti-lo.

Nâmor ou Namôr?

Foto: Eli Adé. Divulgação: Marvel Studios © 2022 MARVEL.

Por anos, essa dúvida da pronúncia do nome do personagem permeou os fãs. Para alguns, lia-se “Nâmor”, para outros “Namôr”. Agora, com a chegada do filme, o nome do Príncipe Submarino foi ressignificado e ganhou uma pronúncia correta: Namôr.

O longa mostra suas origens ligadas ao Vibranium na sua tribo maia. Então, após se mudarem para o fundo do mar, a mãe do príncipe conta a ele o desejo de ser enterrada na superfície, quando falecesse. Isso acontece na época das colonizações da América. Assim, quando chega voando diante dos espanhóis, o garoto é tido como um demônio pelos espanhóis, que o atacam sem efeito.

Revoltado com a situação, o garoto revida e chacina os colonizadores. Quando ele vai matar um jesuíta, o padre o amaldiçoa chamado de “demonio sin amor”. O garoto então retira seu nome dessa sonoridade, “Namôr”, o “Demônio Sem Amor”. É um significado bem mais forte do que “O Filho Vingador”, significado atlante de seu nome nos quadrinhos.

Divulgação: Marvel Studios. © 2022 MARVEL.

FIM DO SPOILER

Agora que você já sabe um pouco mais sobre o Namor, poderá conferir a versão do MCU do personagem em Pantera Negra: Wakanda Para Sempre.

Assista a entrevista e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | Fim da Estrada – Queen Latifah e Ludacris estrelam Thriller da Netflix à la Jordan Peele

Queen Latifah iniciou sua carreira artística primeiramente cantando rap, no início dos anos 1990. Com seu rostinho simpático, um vozeirão poderoso e uma atitude de mulher forte, a rainha Latifah rapidamente fez seu nome na indústria fonográfica, e não demorou para que convites para participar da indústria cinematográfica surgissem. De lá para cá foram mais de 45 séries e filmes, muitos dos quais no gênero da comédia, que é onde ela alcançou sucesso mundial. Apesar de termos nos acostumado a vê-la sorrindo em filmes mais leves, é no drama que Queen Latifah se supera, como pode ser visto em ‘Fim da Estrada’, seu mais novo filme que chegou recentemente à Netflix.

Brenda (Queen Latifah, de ‘As Férias da Minha Vida’) perdeu o marido recentemente para o câncer. Durante a luta contra a doença, ela gastou todas as economias da família para ajudar o marido, mas, agora, ela não tem mais como manter a casa onde mora e decide se mudar com a família para outro estado. Então, ela empacota tudo e sai numa viagem de carro cruzando os Estados Unidos com sua filha mais velha, Kelly (Mychala Lee), o caçula Cam (Shaun Dixon), e seu irmão e tio das crianças, Reggie (o também cantor Ludacris). Porém, em uma das paradas que fazem, a família testemunha um assassinato no quarto ao lado. Por ser enfermeira, Brenda tenta ajudar a vítima, mas é em vão. Assustados, decidem ir embora, mas antes Reggie pega uma mala de dinheiro da vítima, imaginando que o morto não faria mais uso da grana. O problema é que o verdadeiro dono da mala descobre, e começa a caçá-los para reaver o que é seu.

Tirando a frustração que é o título e a capa do filme darem a entender de que se trata de comédia, passado o choque inicial o espectador descobre que ‘Fim da Estrada’ é um filme muito bom. Numa pegada meio Jordan Peele, o roteiro de Christopher J. Moore e David Loughery começa com o drama da família típico, com crianças resmunguentas e a mãe passando perrengue, para, aos poucos, transformar a história em um thriller de ação com pano de fundo racial que piora ainda mais a situação em que os personagens se encontram. Porque afinal, cruzar os Estados Unidos de carro é fácil, desde que não seja uma pessoa preta adentrando o território dos supremacistas brancos no centro-oeste do país.

Para lidar com uma situação tão delicada, Queen Latifah comprova porque leva o nome de rainha. Sua interpretação comovente leva o espectador ao limite na cena em que ela tem que negociar com dois rapazes que liberem a passagem do seu carro no fim do primeiro arco da trama. A diretora Milicent Shelton consegue criar o clima de tensão necessário no seu elenco para demonstrar ao espectador que o pior terror que enfrentamos são as situações cotidianas criadas pelo próprio ser humano.

Surpreendentemente, ‘Fim da Estrada’ transita entre gêneros de maneira coesa e envolvente. Partindo de uma situação trivial e contando com as boas atuações do elenco e uma trilha sonora ótima, o suspense com ação intriga e prende a atenção, mesmo que se torne repetitivo e um tanto forçado em seu terceiro ato.

10 ótimos filmes brasileiros para assistir DE GRAÇA durante a quarentena

Em tempos de quarentena… é sempre bom lembrar: fique em casa! E diante disso, nada melhor do que uma vasta lista de alternativas do que assistir na TV e no streaming. Se você está ligado no CinePOP pôde conferir que nossa área de matérias está repleta de dicas sobre o que você pode assistir sem sair de casa.

Diante do cenário da epidemia do coronavírus, algumas plataformas da internet liberaram seus acervos para o público. E, melhor, alguns diretores e produtores também abriram mão temporariamente de seus direitos para disponibilizar suas obras online.

Assim sendo, fizemos uma seleção super especial de 10 filmes brasileiros que estão disponíveis de graça na internet. Temos de todos os tipos e para todos os gostos.

 

Meu Tio Matou um Cara (2004)

Onde assistir: Vimeo

Uma das produtoras mais respeitadas do país, a Casa de Cinema de Porto Alegre disponibilizou nada menos que 24 filmes, entre curtas e longas, em seu site oficial. Dentre os filmes, está a divertidíssima comédia Meu Tio Matou um Cara, de Jorge Furtado. A trama acompanha Duca (Darlan Cunha), um adolescente de 15 anos que recebe a notícia de que seu tio (Lázaro Ramos) foi preso após confessar um assassinato. Com o tempo, o garoto passa a desconfiar que o tio confessou o crime para salvar a casa de Soraya (Deborah Secco), sua namorada. Assim, Duca busca a ajuda de dois colegas da escola para tentar desvendar o crime e ajudar o irmão de seu pai. O elenco conta ainda com Ailton Graça, Sophia Reis, Júlio Andrade e Dira Paes.

 

Crítico (2008)

Onde assistir: Vimeo

Muito antes de se aventurar no mundo da ficção e brilhar com filmes como Bacurau e Aquarius, Kleber Mendonça Filho atuou como crítico de cinema no Recife. Ele realizou inúmeras entrevistas e coberturas de eventos, no Brasil e no exterior. Por anos, ele gravou conversas com diretores e críticos especializados. E daí nasceu Crítico, sua estreia em longas-metragens. O filme debate vários elementos da crítica cinematográfica, desde sua relação com o público às pressões e novas realidades do mercado. É uma opção bem interessante para quem pensa em seguir a trajetória como crítico. São vários depoimentos interessantíssimos. 

 

Central do Brasil (1998)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O Telecine abriu os sinais por trinta dias por causa da quarentena. Diante disso, dá pra conferir uma lista ampla de filmes nacionais. Um dos destaques, é claro, é Central do Brasil, clássico dirigido por Walter Salles e estrelado por Fernanda Montenegro, Vinicius de Oliveira, Marília Pêra e Matheus Nachtergaele. Na trama, Dora é uma mulher que trabalha escrevendo cartas na Central do Brasil. Ela acaba encontrando o menino Josué, e embarca em uma viagem para ajudá-lo a encontrar o pai. O filme recebeu indicações ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz, mas acabou derrotado em uma clássica injustiça da Academia.

 

Tropa de Elite (2007)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)  

Dirigido por José Padilha, Tropa de Elite é um dos maiores fenômenos da história do cinema nacional. O primeiro filme acabou sendo vítima de pirataria antes mesmo da estreia, o que prejudicou o desempenho comercial, mas que ao mesmo tempo gerou um burburinho impressionante. O vencedor do Urso de Ouro do Festival de Berlim retrata o dia a dia do BOPE, força policial do Rio de Janeiro. A trama acompanha a rotina de violência e corrupção na polícia carioca a partir dos olhos do Capitão Nascimento (Wagner Moura). O longa ganhou uma continuação que eleva ainda mais o debate político. As duas produções estão disponíveis no Telecine. 

 

Amor, Plástico e Barulho (2013)

Onde assistir: Vimeo 

Se você não se encantou ou se apaixonou por Maeve Jinkings cantando “Chupa que É de Uva”, você não sabe o que está perdendo. A cena é uma das mais marcantes de Amor, Plástico e Barulho, filme que é uma espécie de “A Malvada do brega”. O trama se passa na cena da música popular do Recife e acompanha Shelly (Nash Laila), uma jovem dançarina que sonha em ser cantora brega. Ela acaba desenvolvendo uma relação de admiração e rivalidade com Jaqueline (Jinkings), sua companheira de banda. A direção é de Renata Pinheiro.

 

Pixote – A Lei do Mais Fraco (1980)

Onde assistir: Spcine Play/Looke 

Clássico do cinema brasileiro dirigido por Hector Babenco, Pixote – A Lei do Mais Fraco foi premiado no Festival de Locarno e recebeu uma indicação ao Globo de Ouro de Melhor Filme Estrangeiro. A trama acompanha Pixote (Fernando Ramos da Silva), um garoto que foi abandonado por seus pais e luta para viver nas ruas. Com um passado de internações e presença em reformatórios, ele sobrevive de pequenos crimes, que vão aumentando com o tempo, a despeito de ter apenas. Além da grande atuação de Fernando, o longa traz as presenças marcantes de Marília Pêra, Jardel Filho, Beatriz Segall, Rubens de Falco e Elke Maravilha.

 

TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva (2016)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto) 

Lançada em 2016, a comédia TOC: Transtornada Obsessiva Compulsiva merecia muito mais reconhecimento do que recebeu. Antes dos sucessos com Lady Night e Choque de Cultura, Tatá Werneck e Daniel Furlan protagonizaram esta insana e inspiradíssima comédia romântica sobre uma atriz e influenciadora que vive uma crise pessoal num momento em que precisa manter as aparências de contos de fadas. Em meio ao lançamento de um livro (que ela não escreveu), acaba se envolvendo com um vendedor de uma livraria (Furlan) sem grandes perspectivas para a vida. Vera Holtz, Bruno Gagliasso e Luis Lobianco completam o elenco. A direção é de Paulinho Caruso e Teodoro Poppovic.

 

Bacurau (2019)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

Você já viu Bacurau??? Prêmio do Júri no Festival de Cannes e um dos maiores fenômenos do cinema e da cultura pop brasileira em 2019, Bacurau já está disponível no Telecine. Dirigido por Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, o longa acompanha o dia a dia da pequena Bacurau, comunidade no sertão de Pernambuco que acaba de perder uma de suas moradoras mais ilustres. Ao mesmo tempo, a chegada de estrangeiros ameaça a rotina dos habitantes do local. Importante, reflexivo e envolvente. Além de tudo, um entretenimento de primeira. Grandes atuações de Bárbara Colen, Thomas Aquino, Silvero Pereira, Udo Kier, Karine Teles e Sonia Braga

 

À Meia-Noite Levarei Sua Alma (1964)

Onde assistir: Spcine Play/Looke

À Meia-Noite Levarei Sua Alma é um clássico do cinema de horror dirigido pelo recém-falecido José Mojica Marins. A história acompanha o sádico e brutal coveiro Zé do Caixão, que sonha em ter um filho perfeito e fica obcecado em encontrar a mulher superiora para gerir a criança. Para isso, não se preocupa em matar todos que se coloquem na frente de seu plano. Foi a primeira aparição do Zé do Caixão nos cinemas. O Spcine Play está disponibilizando outros nove filmes do diretor, um ícone do terror nacional.

 

Que Horas Ela Volta? (2015)

Onde assistir: Telecine (Sinal aberto)

O sucesso dirigido por Anna Muylaert está disponível no Telecine. Estrelado por Regina Casé, Camila Márdila, Karine Teles e Lourenço Mutarelli, Que Horas Ela Volta? conta a história de Val, uma empregada doméstica que mora na casa dos patrões de classe média alta. Determinado dia, a filha de Val, Jéssica, chega em São Paulo para visitar a mãe e prestar vestibular. A presença da jovem na casa acaba abalando a relação da mãe com os patrões e a própria dinâmica entre estes. Trata-se de uma obra inteligente e envolvente, que discute as relações de trabalho no Brasil e as hierarquias entre domésticas e classe média.