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Após fracasso nos cinemas, ‘Coringa 2’ chega esse mês nas plataformas digitais

Após o fracasso comercial de ‘Coringa: Delírio a Dois‘, a Warner Bros. tem potencial para recuperar pelo menos um pouco de seu investimento quando o filme chegar às plataformas digitais.

O filme estará disponível para aluguel e venda já em 29 de outubro nos EUA, menos de um mês após estrear nos cinemas.

O longa da DC deve encerrar sua passagem pelos cinemas com uma arrecadação em torno de US$ 210-215 milhões nas bilheterias mundiais (US$65M domesticamente).

Orçado em US$ 200 milhões e com o gasto de marketing em torno de US$ 100 milhões, o longa não deve chegar nem perto de arrecadar os US$ 450 milhões necessários para se pagar (a venda dos ingressos é dividida entre os estúdios e os cinemas).

No final das contas, o site afirma que o filme deve gerar um prejuízo em torno de US$ 150-200 milhões para o estúdio.

Para termos de comparação, o primeiro filme ultrapassou a marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 55 milhões.

Vale lembrar que ‘Coringa 2‘ quebrou um novo recorde negativo em seu segundo final de semana nas bilheterias norte-americanas, sofrendo uma queda de -81% e superando a queda de outros fracassos do gênero, como ‘The Flash‘ (-73%) e ‘As Marvels‘ (-78%).

Por enquanto, o longa arrecadou apenas US$ 164.9 milhões mundialmente.

Além do fracasso nas bilheterias, a produção também decepcionou o público. O filme ganhou uma nota D dos espectadores no CinemaScore – uma avaliação DESASTROSA para o gênero.

A nota representa a pior classificação da história para um filme de super-herói no site avaliador, ficando abaixo de produções criticadas como ‘Madame Teia‘, ‘Batman e Robin‘ e ‘Morbius‘, que receberam um C+.

‘Ritas’: Documentário sobre a pioneira do rock nacional Rita Lee é exibido no Cine Petrobras na Praça do CineBH

Ritas‘, documentário de Oswaldo Santana e Karen Harley, marcou o início da programação do Cine Petrobras na Praça nesta quinta-feira, 25.

A sessão estava praticamente lotada no espaço montado na Praça da Liberdade – que se transformará em uma palco da sétima arte com sessões gratuitas e atrações para todas as idades até o dia 28 de Setembro.

Confira a foto:

Ritas no CineBH

Ritas‘ mergulha na vida da cantora Rita Lee, mostrando-a como poeta, compositora e musa por meio de entrevistas de toda a carreira e depoimentos inéditos. A sessão, com acessibilidade em Libras e legendas LSE, será seguida de um debate com o diretor Oswaldo Santana. A exibição acontece às 20h, na Praça da Liberdade.

Confira também nossa entrevista com o diretor Oswaldo Santana, realizada no CineOP:

 

‘Pânico 2’ usou a Mídia, a Violência e a Metalinguagem à serviço do Ghostface

O sucesso estrondoso do primeiro filme garantiu que Pânico se tornasse uma franquia de sofisticada, sendo o segundo capítulo, em meu ponto de vista, o mais complexo de todos, primoroso tanto esteticamente quanto em seus requisitos dramáticos. Após os acontecimentos em Woodsboro, os sobreviventes são deslocados para o espaço de uma universidade. É lá que os novos assassinos começam a atacar, motivados por um arco gigantesco de horror que será devidamente encerrado apenas no terceiro filme. Sidney, Dewey, Gale e Randy, ecos da trama anterior, adentram agora numa bifurcada jornada de evolução de suas esferas pessoais e psicológicas enquanto personagens, delineados pelo ótimo roteiro de Kevin Williamson e dirigidos pela adequada orquestração do terror, regida pelo competente Wes Craven. Aqui, por meio de uma análise bastante minuciosa, analisaremos algumas cenas do filme, tendo em vista fazer um panorama revisionista do legado de Ghostface. Direção de fotografia, diálogos, metáforas visuais, elementos contextuais e outros traços próprios da análise crítica permitirão que vocês, caros leitores, embarquem numa viagem ao sofisticado universo de Pânico 2.

Vamos nessa?

Os personagens da abertura, interpretados por Omar Epps e Jada Pinkett Smith, estão na fila de um cinema, conversando enquanto aguardam para assistir Facada, adaptação cinematográfica do livro de Gale Weathers, texto que narra os acontecimentos do filme anterior. Enquanto ela está interessada no filme com a Sandra Bullock, exibido numa sala de cinema do outro lado da rua, o namorado reforça a sua vontade de se divertir com assassinatos. No brilhante diálogo, a personagem feminina expõe a sua insatisfação sobre a presença do personagem afro-americano nos filmes de terror e, com isso, reforça o tom autocrítico e paródico de Pânico 2, narrativa que também presta homenagem ao clássico Psicose e sua cena do chuveiro, apresentada no filme dentro do filme, numa passagem bastante emblemática.

No interior da sala de cinema, os personagens são dizimados, com algo já costumeiro na abertura de um filme slasher: o estabelecimento de um assassinato, catalisador de tudo que ocorrerá mais adiante na história. Ao colocar a personagem para morrer de maneira bastante espetaculosa, Wes Craven traz questões sobre violência, apreciação do público e relação do conteúdo que a mídia expõe cotidianamente com a própria plateia. Num palco situado no interior da sala de exibição, Ghostface cumpre o seu papel criminoso e nos deixa diante do que será Pânico 2, um dos grandes momentos estéticos e dramáticos da franquia.

A final girl interpretada por Neve Campbell está mais forte que antes. Ciente da inevitabilidade de sua situação após o lançamento do filme, nesta cena, ela acorda com o telefone tocando. É um trote, alguém se passando por Ghostface. Abaixo, Kevin Williamson, roteirista da produção, faz uma pequena participação como jornalista em um programa de TV que entrevista Cotton Weary, personagem mais desenvolvido neste momento da franquia.

Ao sair para procurar Randy, Sidney Prescott precisa atravessar uma legião de jornalistas afoitos por seu depoimento acerca das mortes apresentadas na eficiente abertura de Pânico 2, conectadas diretamente com o seu passado recente. Na sala de aula, estudantes de Cinema discutem sobre as continuações: as sequências destruíram o terror? Eis o mote das reflexões. Indo além do gênero, o debate envolve questões sociológicas, análises estéticas e a assim, destacam como a metalinguagem encontra o seu melhor momento na franquia. É uma discussão bastante referencial, pois ao falar de partes 2, 3 e 4 de alguns filmes, eles colocam o próprio Pânico 2 em debate, uma sequência que consegue, por sinal, ser melhor que o antecessor.

Gale Weathers, personagem interpretada por Courteney Cox, retorna ainda mais ácida no filme, focada no sucesso de seu livro, material sobre os assassinatos em Woodsboro no contexto anterior. Ruiva e com figurino cromaticamente mais fechado que a sua coleção em 1996, a personagem atua de maneira mais severa e apesar de se tornar uma aliada de Sidney no desfecho, ainda assim comporta-se de maneira comprometedora enquanto ser humano ético. Ademais, abaixo, ela se aproveita de uma situação para render assunto em torno do encontro forjado entre Sidney e Cotton, isto é, o preso injustiçado e a garota que perdeu a mãe para assassinos frios, confusa ao depor e levar o amante de sua mãe para a cadeia. Repare no primeiro frame: a vilã, uma das assassinas, passa constantemente pelo campo de visão da câmera orquestrada por uma direção de fotografia que sabe aproveitar o melhor da profundidade.

Dewey, personagem de David Arquette, reencontra Gale depois do incidente midiático com Sidney e Cotton. Ele a observa, critica e os depois discutem, mas há algo na atmosfera do papo que nos permite crer na conciliação, algo que de fato ocorrerá, com ambos a lutar próximo ao desfecho, menos favorável para Dewey, mais uma vez ferido gravemente. Abaixo, Sidney conversa com as garotas da fraternidade, numa das diversas passagens do filme em steadicam, recurso que permite a circulação mais sofisticada da câmera, dando ao uso do plano-sequência, mais organicidade e valorização estética.

O uso de steadicam abre a cena do assassinato da personagem de Sarah Michelle Gellar, atriz que teve uma breve participação no desenvolvimento da trama. Ela assiste Nosferatu na TV, um dos maiores clássicos do terror, enquanto Ghostface inicia as ligações que vão culminar em sua morte. A passagem toda faz referência ao primeiro embate entre Sidney e Ghostface, na primeira metade de Pânico. A suspeita do “monstro” atrás da porta, as escadas, a batalha e por fim, a morte da personagem. Aqui, percebemos mais uma pista do filme sobre a quantidade de assassinos. São dois? Apenas um? Para saber, basta observar que enquanto um aterroriza a garota na ligação, o outro já está pronto para o ataque no interior da casa que a equipe de produção de Wes Craven alugou para a passagem, um espaço amplo, próprio para o uso de profundidade de campo e ideal para a histeria entre a vítima e seu algoz.

Aqui, todos os suspeitos usam azul. O namorado de Sidney, o colega Mickey, uma das meninas da fraternidade, dentre outros personagens que passam pelo local. É o momento antes do primeiro contato entre Sidney e Ghostface em Pânico 2, filme que teve o roteiro vazado na época e precisou mudar o seu final. Ao atender uma ligação no local da festa, esvaziado pelas pessoas que se deslocaram para a cena de crime anterior, Sidney percebe que o assassino está cada vez mais próximo. Abaixo, mais uma vez, a direção de fotografia do filme investe em bastante profundidade de campo, para criar diversas possibilidades narrativas sem precisar sobrepor planos no desenvolvimento da história.

Gale e seu faro jornalístico: aqui, ela apresenta para o policial responsável pela investigação, a relação do nome das vítimas com personagens importantes do filme anterior. Quem está por detrás das mortes tem plena consciência do projeto de matança que pretende chegar até Sidney. Observe mais uma vez que a vilã, lá atrás, espreita a repórter e Dewey num tenso diálogo.

Um dos elementos essenciais da franquia Pânico: a metalinguagem. Aqui, temos o filme dentro do filme sendo comentado numa determinada passagem, antes da apresentação do segundo palco da narrativa, o teatro onde Sidney ensaia uma peça sobre Cassandra, importante personagem da mitologia grega. De maneira circular, o filme abre e fecha com um palco. É uma referência que Wes Craven fez aos clássicos trágicos, conteúdo dramático que nos ajuda a compreender melhor a sina da final girl de Neve Campbell. Para o diretor, o “horror” nos acompanha desde os primórdios das civilizações, por isso, o teatro foi um importante elemento inserido na concepção da história em Pânico 2.

Wes Craven contou, certa vez, que assistiu a um filme do italiano Fellini e viu o uso de celofane como elemento cenográfico num ambiente teatral. Para ele, era uma questão de tempo utilizar o recurso, em seu ponto de vista, esteticamente interessante. O material é utilizado no ensaio em que Sidney tenta se concentrar, mas acaba tendo visões sobre Ghostface e perdendo todo o seu foco, haja vista a condição trágica das coisas que gravitam em torno de seu cotidiano em Pânico 2. A paranoia diante das incertezas sobre quem será o próximo encontra um bom momento na cena posterior, com Dewey e Gale cercados por pessoas com telefone, possíveis suspeitos. Neste momento, Ghostface estabelece contato e qualquer um pode ser o assassino. A profundidade de campo, mais uma vez, ajuda no estabelecimento da paranoia.

O design de som e a trilha sonora são elementos importantes em qualquer filme. Na franquia Pânico, não seria diferente. Aqui, Gale Weathers encontra-se ilhada num departamento de som da faculdade de cinema. Lá, os estúdios herméticos não permitem que ninguém escute os seus gritos de pavor enquanto Ghostface a persegue. Ademais, na cena posterior, Dewey é atacado e não temos certeza sobre a sua sobrevivência. Ela entra ainda mais em desespero. A textura percussiva de Marco Beltrami, então, cumpre o papel de transmitir para os espectadores o seu desespero, haja vista a demonstração da personagem do outro lado de uma película isoladora do som. É um uso interessante das possibilidades sonoras de um filme. São passagens que também flertam com a sonoridade no som da faca a desferir golpes no ar. É lógico que fisicamente, isso é algo impossível, mas na dinâmica da estética de um produto ficcional, funciona muito bem para aumentar a sensação de medo e perigo.

Num dos melhores momentos de Pânico 2, Sidney e sua melhor amiga, interpretada por Elise Neal, tentam sobreviver ao ataque de Ghostface depois que um acidente ceifa a vida dos seguranças da final girl. As feições de força de Sidney são contrastadas pelo olhar apavorado da amiga enquanto ambas tentam escapar do assassino. Num determinado trecho, quando Sidney quase arranca a máscara e desvenda a identidade do antagonista, ela se esbarra no volante do carro e aciona a buzina. Observe que o design de som amplifica a sensação de medo e tensão. O som da buzina é de um caminhão, acoplado num chevrolet básico, potencializando a atmosfera de terror proposta pela passagem filmada toda no interior de um estacionamento, repleta de closes para captação da tensão entre personagens e situação perigosa.

No desfecho, antagonistas são revelados. A cena no interior do teatro, anteriormente, tinha sido planejada para acontecer num dos quintais da fraternidade, com personagens pendurados em árvores, etc. Acabou que o fim foi estabelecido no teatro, escolha muito mais empolgante e complexa. Os assassinos, Mickey e a mãe de Billy Loomis, expõem os seus motivos, isto é, um incentivado pela vingança e o outro supostamente influenciado pela mídia e cinema na composição de seu comportamento psicopata. No embate entre Sidney e sua antiga sogra, as coisas ganham dimensão ampla, com referências ao processo de fúria da natureza, quando a moça resolve utilizar alguns elementos da cenografia de sua peça para lutar contra a mãe vingativa, tema já presente no slasher desde Sexta-Feira 13. Interessante observar que ao longo de todo o filme, não há cenas com as duas personagens no mesmo espaço.

Preparados para a próxima empreitada com a franquia Pânico? Vamos compreender mais sobre o terceiro capítulo da saga de Ghostface no próximo texto, combinado?

10 filmes GENIAIS e fora da caixa que vimos em 2024

O ano de 2024 vem trazendo para o público uma série de filmes interessantes que nos fazem refletir cada vez mais sobre crises existenciais e também sobre a nossa sociedade. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista abaixo com ótimos filmes, que abordam de maneira criativa, os conflitos que seguem:

 

O Homem dos Sonhos

Na trama, conhecemos Paul (Nicolas Cage), um infeliz professor universitário, especialista em biologia do desenvolvimento, que um dia começa a aparecer nos sonhos de milhares de pessoas e logo viralizando após um artigo ser publicado. A peculiar situação mexe com toda sua controlada rotina e a de sua família, o fazendo ir do céu ao inferno, primeiro como um sonho, depois com a chegada dos reflexos dos pesadelos.

 

Pobres Criaturas

Na trama, conhecemos Bella Baxter (Emma Stone), uma jovem que ganhou uma segunda chance na vida após ser salva da morte pelo Dr. Godwin Baxter (Willem Dafoe), um excêntrico cientista famoso por experiências bizarras. Buscando reaprender valores e o básico da vida, Bella logo se abraça a necessidade do livre-arbítrio embarcando assim em uma enorme aventura quando foge com um duvidoso advogado chamado Duncan Wedderburn (Mark Ruffalo).

 

A Substância

Na trama, conhecemos Elisabeth (Demi Moore), uma artista que vive seu presente longe dos holofotes e fama de outros tempos. Em total declínio na carreira, um dia é convidada a participar de um experimento com uma substância que replica células criando assim uma nova versão, e mais jovem, de si mesma. Assim, surge Sue (Margaret Qualley). Embarcando nessa, Elisabeth perceberá que as consequências tomam um caminho sem volta.

 

As Quatro Filhas de Olfa

Ao longo de 107 minutos de projeção vamos acompanhando recortes nas vidas de Olfa e suas filhas. Desde a infância, o crescimento das meninas, a vivência no período da conhecida Revolução de Jasmim até uma radicalização e sumiço de duas delas que acaba trazendo dor e sofrimento sem fim. Reviver tudo o que passaram se transporta para a tela, com encenações de momentos das duas filhas que ficaram e duas atrizes substituindo as que foram. Memórias se misturam com as incertezas que duram até os dias atuais.

 

Ervas Secas

Na trama, acompanhamos um período na vida do professor de artes Samet (Deniz Celiloglu), um homem que chegou no último ano como professor em uma aldeia distante e já planeja novos voos em uma das maiores cidades da Turquia. As desilusões sobre o ensino, as desconfianças sempre foram uma marca de sua personalidade. Um dia, ele e mais outro professor, são acusados de contato inadequado com duas alunas, fato esse que muda para sempre seus planos. Quando tudo parecia bem confuso e perdido, se aproxima de Nuray (Merve Dizdar), professora de uma outra escola da região, uma mulher que o confronta sobre seu conformismo, sua acomodação dentro de um fugir ao invés de encarar, trazendo novos olhares e restos de esperança.

 

Eu, Capitão

Na trama, conhecemos os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses que resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam, sofrem com os horrores da ganância humana, conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

Os Enforcados

Na trama, ambientada no Rio de Janeiro atual dominado pelo poder de criminosos, conhecemos Regina (Leandra Leal) e Valério (Irandhir Santos), um casal, parceiros de planos, que vive abraçado à uma família de crime, ligada ao jogo do bicho e lavagem de dinheiro, na capital da cidade maravilhosa. Quando resolvem dar um passo nessa hierarquia, cruzando uma série de limites, planejam o que acham ser um plano perfeito. Só que uma série de consequências desse ato tomam conta dos próximos passos desse recorte rumo ao caos.

 

A Hipnose

Na trama, conhecemos os sócios e namorados Vera (Asta Kamma August) e André (Herbert Nordrum) que estão prestes a conseguir alavancar um importante investimento para o aplicativo que criaram, focado na saúde das mulheres. Em paralelo, buscando parar de fumar, Vera resolve ir até uma hipnoterapeuta, fato esse que mudará sua maneira de enxergar a bolha em que vive e também suas relação sociais, se tornando o estopim para situações em meio a uma viagem de negócios.

 

Memórias de um Esclerosado

Na trama, conhecemos o cartunista Rafael Côrreas, que 14 anos atrás, recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla. Com o avanço da doença, resolve ir atrás de um registro sobre momentos importantes de sua vida, até mesmo personificações importantes do abstrato mundo das emoções, que traçam paralelos com o mix de sentimentos que entra em ebulição de forma dilacerante em uma enorme inquietante e produtiva conversa com o espectador.

 

Zona de Interesse

Na trama, ambientada na segunda guerra mundial, conhecemos Rudolf Höss (Christian Friedel), alta patente nazista e comandante do campo de concentração de Auschwitz que vive com sua esposa Hedwig (Sandra Hüller) e seus filhos em uma casa confortável levando a vida que sempre sonharam. O lugar é situado ao lado do campo de concentração mencionado, onde atrocidades foram cometidas.

 

 

 

 

Missão Implausível – Um Teste de Veracidade sobre Alguns dos Maiores Blockbusters do Cinema

Desde o fim da década de 1970 os blockbusters nos entretém, conseguindo elevar o cinema a um novo patamar. Os filmes-evento arrastam verdadeiras multidões às salas, arrecadando bilheterias astronômicas. Com o passar das décadas, as produções ficaram cada vez mais megalômanas e conforme feitos extraordinários (e impossíveis) ocorrem diante das telas, mais público estes filmes chamam.

Com o advento dos efeitos especiais gerados por computadores (o muito falado CGI – Computer Generated Imagery, ou imagens geradas por computador), o céu se tornou o limite e façanhas ainda mais inacreditáveis são realizadas sem qualquer cerimônia bem diante de nossos olhos. Mas tais feitos seriam de fato possíveis?

Em parceria com a Betway, descortinamos algumas das cenas de ação mais alucinadas do cinema blockbuster recente – mas sem esquecer filmes de diretores prestigiados e, é claro, o terror – que tanto amamos.

A ideia do time do blog da Betway é apresentar através de um infográfico – que você pode conferir ao final do texto – alguns dos momentos mais eletrizantes de sucessos recentes, que desafiam as leis da física. Com a ajuda de profissionais de variadas áreas, como uma terapeuta, um piloto das forças aéreas, um professor de física, uma dublê, um médico, um veterano do exército, um treinador sênior de kitesurf e um cirurgião plástico, foram analisadas 12 cenas icônicas de grandes produções.

Dentre os momentos destrinchados, os especialistas comentam, por exemplo, sobre o “voo” acometido por Vin Diesel e o saudoso Paul Walker em Velozes e Furiosos 7 (2015), penúltimo filme da franquia de carros turbinados. Também olham outro filme de ação contendo carros e Jason Statham: Carga Explosiva 2 (2005).

Foi testada também a veracidade de um dos momentos mais nervosos do cinema recente, a cena de helicóptero no final de Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018). O astro Tom Cruise é conhecido por realizar suas cenas de ação, mas mesmo ele possui limites e já pagou caro por isso, com uma fratura no pé, justamente nas gravações deste filme.

Os especialistas destrincham o momento mais marcante do blockbuster protagonizado por Dwayne ‘The Rock’ Johnson, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite (2018). Sim, você sabe de qual cena estamos falando!

Chegando aos nossos adorados filmes de terror, a fuga de um dos personagens em Jogos Mortais – O Final (2010) é posta à prova. Além destas, uma das mais infames cenas de ação (e mais mencionadas pelos fãs) em anos recentes, o uso de uma geladeira de chumbo para se proteger de uma explosão nuclear, em Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal (2008).

E a lista não estaria completa sem um filme do mestre Quentin Tarantino. E embora a maioria de seus longas sejam galgados em realismo, um em especial nos desafia a acreditar em suas façanhas. É claro que falamos de Kill Bill (2003). No primeiro volume, a Noiva (personagem de Uma Thurman) passa anos em coma, levanta e está pronta para seu massacre. Em sua operática sinfonia de morte, enfrenta os Crazy 88, assassinos asiáticos que protegem sua líder O-Ren Ishii (Lucy Liu).

Confira todos os filmes e as análises abaixo:

‘Coringa 2’, ‘Megalópolis’, ‘Transformers’ e os maiores FRACASSOS da segunda metade de 2024

Todo ano o cinema nos apresenta grandes sucessos inesquecíveis que carregaremos para toda a vida. No entanto, para existir equilíbrio no universo, precisamos ter também os fracassos retumbantes. Afinal, o que seria do sucesso sem o fracasso? É claro que com o streaming, depois a pandemia, e os dois combinados (a pandemia só fortaleceu essa forma de se relacionar com os filmes, de casa), tirou muitos espectadores das salas, inviabilizando alguns sucessos em potencial.

Na primeira metade de 2024 conhecemos alguns desastres de trem como ‘Madame Teia’ e ‘Argylle’, por exemplo, filme problemáticos, que ninguém colocava muita fé, e que se mostraram fiascos de crítica e público. Mas além destes filmes que ninguém dava muita confiança, também tivemos fracassos de bilheteria que surpreenderam, porque o público e a crítica realmente gostaram. Filmes como ‘Furiosa – Uma Saga Mad Max’ e ‘O Dublê’ eram dois dos mais esperados de 2024, mas que o grande público simplesmente não se deu ao trabalho de ir assistir nos cinemas – garantindo assim o fracasso de bilheteria a eles.

Confira abaixo um novo lote de superproduções que não atingiram o esperado nas bilheterias, incluindo alguns dos filmes mais aguardados de 2024, que todos juravam que iriam arrecadar US$1 bilhão. Aliás, esse ano só tivemos dois longas a atingir tal marca. Será que algum outro ainda se juntará ao seletíssimo clube?

Leia também: Os 10 Maiores Fracassos de Bilheteria de 2024 (Até o Momento)!

Harold e o Lápis Mágico

O ator Zachary Levi parecia ter um futuro brilhante pela frente, após o sucesso de seu maior filme, ‘Shazam!’, de 2019. Mostrando como o meio artístico pode ser ingrato, a decisão de reiniciar o universo DC no cinema causou o abandono do público aos filmes que já estavam engatilhados para 2023. Assim, não tinha como ‘Flash’, ‘Besouro Azul’ e ‘Aquaman 2’ se darem bem, seria um investimento à toa. No lote entrou também ‘Shazam 2’.

Desmoralizado, Levi ainda tentou dar uma de Ryan Reynolds no infantil ‘Harold e o Lápis Mágico’, cuja única vantagem foi ter o brasileiro Carlos Saldanha no comando de seu primeiro live-action. Mas se nem o “original” ‘Amigos Imaginários’ cativou (o filme entrou na lista dos fracassos da primeira metade do ano). ‘Harold’ não custou caro para os padrões de Hollywood, US$40 milhões, mas sequer conseguiu se pagar com US$29 milhões mundiais.

Leia também: ‘Borderlands’, ‘Furiosa’, ‘O Dublê’ e os maiores FRACASSOS de bilheteria de 2024 (até o momento)!

Borderlands

Com um dos subtítulos mais “trocaralhos do cadilho”, ‘O Destino do Universo está em Jogo’ deu alguns passos para trás em relação ao que projetos como ‘Super Mario Bros’, ‘Sonic’ e principalmente ‘The Last of Us’ conquistaram no terreno das adaptações de videogames para o cinema. ‘Borderlands’ foi uma produção problemática, mudou de diretor, ficou engavetado e quando finalmente estreou, muitos acharam que já havia sido lançado. Resultado, com um orçamento de US$115 milhões, e a presença de estrelas do time A, como Cate Blanchett e Jamie Lee Curtis, o pretenso blockbuster não conseguiu nem fazer US$35 milhões ao redor do mundo – se tornando um dos maiores fiascos da última década.

O Corvo

O remake de ‘O Corvo’ se encaixa perfeitamente na categoria de filmes “natimortos”, cuja simples menção do projeto bem antes do início das filmagens já causava repulsa aos fãs. Das muitas formas que o projeto teve em seus estágios iniciais, a que causou mais atração foi a que teria o grandalhão Jason Momoa como o protagonista – era a chance de algo diferente. A versão que ganhamos, com o esforçado Bill Skarsgard, encontrou grande resistência, reforçada após as primeiras imagens e o primeiro trailer. Não ajudou o fato de os críticos o terem massacrado. Com US$50 milhões de orçamento, o filme não fez sequer a metade mundialmente.

AfrAID

Que filme é este, você pergunta? Pois bem, querido leitor. Se trata da mais recente investida da Blumhouse em abordar o tema da inteligência artificial como fonte de um filme de terror – depois do sucesso de ‘M3GAN’ (que ganhará continuação ano que vem). Você poderia até descartar o longa como uma obra do cinema B, mas é preciso levar em conta que na direção temos Chris Weitz (‘Um Grande Garoto’ e ‘Uma Vida Melhor’) e estrelando, Katherine Waterston (‘Vício Inerente’, ‘Animais Fantásticos’ e ‘Alien Convenant’). É dito que os filmes de terror custam pouco e arrecadam muito. Bem, nem todos. No caso de ‘AfrAID’, o filme apenas conseguiu se pagar, o que com o resto desta lista talvez seja uma vantagem. O orçamento foi de US$12 milhões e o filme fez US$12.5 milhões mundialmente.

The Killer’s Game

O resultado de um filme em seu país de origem afeta a estreia dele nos cinemas do Brasil, se não for uma superprodução com uma campanha de marketing massiva. Se for um filme “médio”, muitas vezes ele não passa pelos cinemas, sendo lançado direto no streaming. Esse foi o caso com ‘Guerra sem Regras’ no início do ano, e muito provavelmente será o caso com ‘AfrAID’ e com esse ‘The Killer’s Game’. Ninguém dava muito por esse novo veículo de ação da dupla Dave Bautista e Sofia Boutella, mas sempre existe a esperança de ser o novo ‘John Wick’, ou ao menos o novo ‘Anônimo’. ‘Killer’s Game’ não foi nenhum dos dois e arrecadou US$5.9 milhões mundiais. Não foi revelado o seu orçamento, mas duvidamos que tenha sido menos que a arrecadação.

Transformers: O Início

Como os poderosos caíram! Nos anos 80, os ‘Transformers’ já foram a linha de brinquedos mais vendidas do mundo, que ganhou um desenho animado febre com a molecada. O título foi ressuscitado em 2007 pelas mãos de Steven Spielberg e Michael Bay. Mas a mesma dupla tiraria até a última gota da marca com a chegada de 2017, com cinco filmes. Duas tentativas de sacudir a poeira falharam, em 2018 e 2023. Enquanto a insana ideia de unir os robozões com os Comandos em Ação não sai, a proposta foi pela primeira animação dos personagens no cinema desde a década de 1980. E apesar dos fãs e dos críticos terem aprovado o resultado, o grande público simplesmente não se importou ao ponto de pagar o ingresso do cinema. Resultado:  com orçamento de US$75 milhões, ficou bem longe do esperado, com menos de US$100 milhões em bilheteria mundial.

Não Solte!

Não Solte!’ pode até parecer um lançamento pequeno. Mas contando com uma das maiores estrelas de Hollywood como protagonista (Halle Berry é até hoje a única atriz negra a ter vencido na categoria de atriz principal no Oscar) e a direção do conceituado Alexandre Aja (especialista em filmes de terror chamativos), o longa estreou em nada menos do que 2.667 salas ao redor dos EUA – e poderia ter se tornado o sucesso cult para a época do dia das bruxas. Afinal, está em cartaz por lá há um pouco mais de vinte dias. No entanto, em sua estreia o filme fez US$4.4 milhões domesticamente. Seria um valor bom para um filme pequeno, caso o orçamento não tivesse sido de US$25 milhões. Até o momento o longa fez US$13 milhões mundialmente.

Megalópolis

Carinhosamente apelidado de “Megaflópolis”, não nos dá alegria nenhuma fazer essa brincadeira com um dos maiores diretores de cinema vivos. Mas também não podemos ignorar os fatos. E eles são o seguinte: uma lição aprendida pelos poderosos da indústria este ano foi não colocar seu próprio dinheiro em suas produções. Bem, isso deveria ser o certo, mas resultou em fiascos tanto para Kevin Costner em ‘Horizon’, quanto para Francis Ford Coppola em ‘Megalópolis’. Coppola vendeu parte de sua vinícola para financiar seu sonho ambicioso de US$120 milhões. Um filme que penou para encontrar distribuidor porque a maioria acreditava que vender o longa ao público seria impossível. Até o momento, ‘Megalópolis’ fez mundialmente US$10 milhões, se tornando um dos maiores desastres financeiros da história. É triste.

Pássaro Branco

Um raio não cai no mesmo lugar duas vezes. ‘Pássaro Branco’ é uma prova disso. Acontece que o filme é uma espécie de continuação ou derivado do sucesso ‘Extraordinário’, de 2017, com Julia Roberts e Jacob Tremblay interpretando um menino com deformidade facial. ‘Pássaro Branco’ é a continuação dessa história, mas não da família principal, e sim de Julian (Bryce Gheisar), o menino que fazia bullying com o protagonista. Ele foi expulso do colégio e agora cresceu, mas se tornou incapaz de se adaptar na nova escola. O filme se desenrola com sua avó (Helen Mirren) lhe contando sobra sua infância durante a Segunda Guerra Mundial e os nazistas. Quem diria que ‘Extraordinário’ iria se transformar em um filme sobre esse tema?! Talvez por isso tenha sido engavetado por um tempo, e agora que foi lançado recuperou apenas US$5 milhões (até o momento) de seu valor de produção de US$40 milhões.

Coringa: Delírio a Dois

Não tem como evitar, ‘Coringa 2’ é uma das maiores decepções de 2024. Você pode dizer o que quiser: que as pessoas não entenderam a proposta do filme, que criaram expectativa demais, seja o que for. O resumo dessa ladainha é: a grande maioria que havia feito do primeiro ‘Coringa’ um sucesso retumbante (com mais de US$1 bilhão ao redor do mundo) deu de ombros após ouvir tantos comentários negativos sobre o filme. A pergunta que fica, no entanto, é: como a continuação de um dos maiores sucessos dos últimos cinco anos, e um dos, senão o filme mais esperado de 2024, conseguiu ir do céu ao inferno tão rapidamente?

A resposta para isso pode estar sendo desvendada agora. Com notícias de que o diretor Todd Phillips recebeu carta branca do estúdio para criar o que quisesse, sem interferência e, o mais absurdo, sem exibições-teste. Fora isso, o filme foi concebido de um sonho que Joaquin Phoenix teve. Tamanho preciosismo fica parecendo realmente uma grande trolada nos fãs. O resultado veio a galope, já que nos EUA até o momento, o filme, que teve o absurdo orçamento de US$200 milhões, somou apenas US$40 milhões. Ao redor do mundo, o longa deverá ao menos se pagar, já que soma US$119 milhões após uma semana de estreia. Mas não fará nem de perto o mesmo barulho do original e não deverá chegar sequer aos US$500 milhões mundiais, para obter algum lucro.

‘New Amsterdam’ bate recordes de audiência em sua estreia

A NBC está com tudo nessa Fall Season! Depois da excelente estreia de ‘Manifest‘, agora é a vez de outra novata, ‘New Amsterdam‘, surpreender e quebrar alguns recordes de audiência.

Com 1.9 na demo, e um total de 8.4 milhões de espectadores, a nova série conseguiu a melhor audiência da emissora dos últimos dois anos neste slot.

Agora só nos resta saber se os números conseguirão se manter nas próximas semanas.

Assista ao trailer:

Na série, que é inspirada por Bellevue, o hospital público mais antigo da América, o drama médico segue o brilhante e charmoso Dr. Max Goodwin, o mais recente diretor da instituição, que se propõe a acabar com a burocracia e oferecer atendimento excepcional. Como ele pode ajudar? Bem, os médicos e a equipe já ouviram isso antes. Não aceitando “não” como resposta, o Dr. Goodwin irá interromper a conjuntura atual e provar que não vai parar até poder dar nova vida a esse hospital carente, subfinanciado e subestimado – o único no mundo capaz de tratar pacientes de Ebola, prisioneiros de Rikers e do Presidente dos Estados Unidos sob o mesmo teto – e devolvê-lo à glória que o colocou no mapa.

New Amsterdam‘ será estrelada por Ryan Eggold (‘The Blacklist‘), Janet Montgomery (‘Salem‘), Freema Agyeman, Jocko Sims, Anupam Kher e Tyler Labine.

‘Stranger Things’: 3ª temporada ganha novo clipe divertido; Assista!

A Netflix divulgou um novo clipe divertido da 3ª temporada de ‘Stranger Things‘.

Confira:

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quarta ou quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

A terceira temporada será lançada na plataforma no dia 4 de julho.

‘Monsterland’: Ator de ‘Luke Cage’ entra para o elenco do novo terror antológico do Hulu

De acordo com o Deadline, Mike Colter (‘Luke Cage‘) entrou para o elenco de ‘Monsterland‘, nova série de terror antológica do Hulu.

A série é criada por Mary Laws, e será baseada na coleção de contos ‘North American Lake Monsters‘, escritos por Nathan Ballingrud.

Jonathan Tucker (‘Hannibal’) e Kaitlyn Dever completam o elenco.

“Encontros com sereias, anjos caídos e outros monstros estranhos levam pessoas quebradas a atos desesperados na tentativa de consertar suas vidas, o que ressalta a fina linha que separa o homem do monstro.”

Mary Laws is também será a produtora executiva da série.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia.

‘Superstore’: COVID-19 causa pânico no novo teaser divertido da 6ª temporada; Confira!

NBC divulgou um novo teaser da 6ª temporada de Superstore.

Confira:

O próximo ciclo será lançado oficialmente no dia 29 de outubro.

Vale lembrar que a atriz America Ferrera deixará o elenco da produção, mas participará dos dois primeiros episódios do sexto ano.

Dessa forma, a despedida de sua personagem acontecerá exatamente no 100º episódio da série.

“Nós temos sorte suficiente de termos a America por mais dois episódios,” declaram os showrunners Jonathan Green e Gabe Miller. “Há muitas coisas que queríamos explorar sobre o COVID-19 e como a pandemia mudou o mundo dos funcionários da Cloud 9, então decidimos focar nisso nos primeiros episódios, com a Amy começando seu novo trabalho a distância enquanto ainda tenta manter controle na loja.”

A série foi criada por Justin Spitzer.

A comédia acompanha uma família única de empregados de uma gigantesca loja. Desde os novatos deslumbrados ao veteranos que já viram de tudo, passando pelas contratações de verão, a narrativa acompanha o dia a dia da chegada dos caçadores de barganhas, promoções de causar comoção e sessões de treinamento com direito a cochilos.

O elenco conta com Ben Feldman, Lauren Ash, Colton Dunn, Nico Santos, Mark McKinney, Nichole Bloom e Jon Miyahara.

‘Ted Lasso’ enfrenta novos desafios no trailer COMPLETO da 2ª temporada; Assista!

A Apple TV+ divulgou o trailer completo da 2ª temporada da comédia ‘Ted Lasso‘.

Confira:

O novo ciclo irá estrear oficialmente no dia 23 de julho.

A produção foi criada por Bill Lawrence, Jason SudeikisBrendan HuntJoe Kelly.

A trama segue a vida de Ted Lasso, um técnico de futebol americano que se encontra em dificuldade quando se vê contratado para treinar um time de futebol, na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte.

Além de Sudeikis, o elenco ainda conta com Hannah Waddingham, Jeremy Swift, Phil Dunster, Brett Goldstein, Brendan Hunt, Nick Mohammed, Juno Temple e Sarah Niles.

‘MegaTubarão 2’: Li Bingbing NÃO retornará para a sequência

De acordo com o Variety, Li Bingbing NÃO irá retornar para a sequência ‘MegaTubarão 2‘ (Meg 2: The Trench). A atriz interpretou a bióloga marinha Suyin Zhang no primeiro filme – uma das poucas sobreviventes da produção.

Curiosamente, Sophia Cai, que interpretou a filha de sua personagem no filme de 2018, já teve o seu retorno confirmado na continuação.

Não foi revelado o motivo para a atriz ficar de fora do projeto, apenas que “não há planos para o seu retorno na franquia no momento”.

Por outro lado, o astro chinês Wu Jing (‘Terra à Deriva’) foi confirmado no elenco.

A sequência contará com o retorno de Jason Statham, Cliff CurtisSophia CaiPage Kennedy, além de introduzir Sienna Guillory, Skyler Samuels e Sergio Peris-Mencheta.

Ben Wheatley, que comandou o suspense ‘Rebecca‘, da Netflix, fica responsável pelo longa-metragem.

O diretor compartilhou seu entusiasmo e seus planos são para honrar o escopo do tubarão gigante pré-histórico.

“Meu objetivo é respeitar o MegaTubarão e tentar ter certeza de que será um ótimo filme. É uma oportunidade de fazer ação em uma escala tão insanamente grande, que é simplesmente inacreditável. Vai ser simplesmente inacreditável. Só de fazer os storyboards o filme eu imaginei quão grandioso ele vai ser. Eu sinto uma grande responsabilidade, para ter certeza de que vou agradar os grandes fãs de tubarões.”

O roteiro do novo filme foi escrito por Dean Georgaris e Jon & Erich Hoeber.

Além de estrelar, Jason Statham também estará “criativamente envolvido” no filme.

Sucesso nos cinemas, ‘MegaTubarão‘ surpreendeu nas bilheterias e arrecadou monstruosos US$ 530.2 milhões mundialmente.

‘Pinguim’: Spin-off servirá como ponte entre ‘Batman’ e sua sequência

Em entrevista ao ComicBook, Sarah Aubrey, chefe de conteúdo original da HBO Max, revelou que a série derivada focada no ‘Pinguim‘, interpretado por Colin Farrell, servirá como ponte entre o primeiro filme do ‘Batman‘ e sua vindoura sequência.

“A série será ambientada imediatamente após os eventos de ‘Batman’ e, temporariamente, antes dos eventos do segundo filme. A produção será lançada entre os dois filmes. Será interessante para o público ter essa série servindo de ponte entre filme original e sua sequência.”

Ela completa, “Nosso objetivo é mostrar como é a vida do Oz em Gotham, tentando se reerguer como apenas o Pinguim consegue. Ele é um personagem muito estrategista em suas próprias ambições. É ótimo poder contar uma história mais detalhada desse personagem – cheia de reviravoltas e novos personagens – no decorrer de oito episódios. Saberemos mais sobre o que se passa nas ruas de Gotham, porque o Pinguim não voa como o Batman.”

Vale lembrar que Cristin Milioti (‘Made for Love’) interpretará a Sofia Falcone, a filha de Carmine Falcone (John Turturro) e que brigará com o vilão Pinguim para assumir o crime de Gotham.

Detalhes sobre a trama não foram divulgados, mas a produção “irá expandir o universo criado por Matt Reeves“. Rumores indicam que o spin-off irá explorar como o vilão ascendeu ao poder e ao controle do submundo criminoso de Gotham City.

Lauren LeFranc (‘Agentes da SHIELD’) será a showrunner do projeto.

Farrell e Reeves também servirão como produtores executivos.

“O universo que o Matt Reeves construiu em ‘Batman’ merece um olhar mais profundo através dos olhos de Oswald Cobblepot,” afirmou Farrell em declaração oficial. “Eu não poderia estar mais animado em me aprofundar nesse personagem enquanto ele ascende da escuridão para se tornar o Pinguim. Será ótimo trazê-lo de volta para as ruas de Gotham por um pouco mais de caos e insanidade.”

 

Asa Butterfield participa de um jogo DEMONÍACO no trailer DUBLADO do terror ‘O Jogo da Invocação’

O terror ‘O Jogo da Invocação‘ (All Fun and Games), estrelado por Asa Butterfield (‘Sex Education’) e Natalia Dyer (‘Stranger Things’), ganhou um novo dublado.

Confira:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Setembro.

Há um estranho toque de crueldade em jogos infantis que, algumas vezes, pode ser levado longe demais contra a vontade dos envolvidos. Na trama, os irmãos Marcus, Billie e Jo são atraídos para um jogo demoníaco em que a única regra é: se você perde, você morre.

Benjamin Evan AinsworthKeith DavidAnnabeth Gish completam o elenco.

Ari Costa e Eren Celeboglu serão responsáveis pela direção.

Eles também escreveram o roteiro baseado em uma ideia criada por JJ Braider.

Kyle Gallner caça Willa Fitzgerald no trailer do terror ‘Strange Darling’; Confira!

O terror ‘Strange Darling‘, estrelado por Kyle Gallner (‘Sorria’) e Willa Fitzgerald (‘Pânico: A Série’), ganhou o primeiro trailer.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

JT Mollner é responsável pela direção e roteiro.

Durante os últimos assassinatos de um massacre causado por um sinistro serial killer, somos introduzidos à “Garota” (Fitzgerald), que está sendo perseguida pelo “Demônio” (Gallner) – o que é apenas o começo de um longo jogo mortal de gato e rato.

Através do seu Twitter, Gallner fez um alerta sobre o filme: “Vá assistir sabendo o mínimo possível.”

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 23 de agosto.

Pôster do filme "Strange Darling" com mulher de cabelo vermelho.
stranger darling poster

Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Castelo Infinito

(Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Infinity Castle)

 

Elenco:

Natsuki Hanae
Yoshitsugu Matsuoka
Hiro Shimono
Akari Kitô

 

Direção: Haruo Sotozaki

Gênero: Anime

Duração: 155 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 11 de Setembro de 2025

Sinopse: 

Em DEMON SLAYER: KIMETSU NO YAIBA CASTELO INFINITO, os caçadores de demônios entram no Castelo Infinito para derrotar Muzan. No entanto, os Hashira restantes e os Demon Slayers que sobreviveram à Seleção Final de Tanjiro são colocados contra o último dos Doze Kizuki primeiro.

Curiosidades: 

» Este será o primeiro filme de uma trilogia que promete concluir a épica saga;

» ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba‘ é baseado na série de mangás de Koyoharu Gotoge publicada pelo selo SHUEISHA’s JUMP COMICS, que consiste em 23 volumes e mais de 150 milhões de cópias em circulação. A produção de animação é da ufotable;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Roteirista de ‘A Garota da Vez’ está desenvolvendo SUSPENSE sobre culto sinistro para a Netflix

De acordo com o Deadline, o roteirista Ian McDonald (‘A Garota da Vez’) está desenvolvendo um novo suspense para a Netflix.

Ainda sem título, a produção se aprofundará no universo de um culto sinistro.

Andrea Berloff (‘Straight Outta Compton: A História do N.W.A.’) e John Gatins (‘Gigantes de Ação’) servirão como produtores.

Infelizmente, detalhes sobre a trama não foram divulgados.

Vale lembrar o que o roteirista já tem um histórico com o serviço de streaming. A Netflix venceu um disputado leilão pelos direitos de ‘A Garota da Vez‘, que foi dirigido pela Anna Kendrick.

O site afirma que a gigante do streaming desembolsou US$ 11 milhões pelos direitos.

Baseada na história real de Sheryl Bradshaw, a trama segue uma aspirante a atriz que participa do programa de namoro televisivo nos anos 70. Ela escolhe o misterioso solteiro número 3 como seu pretendente, sem saber que, por trás da fachada charmosa, ele é, na verdade, o serial killer Rodney Alcala.

‘The Troop’: Terror sobre PARASITA MORTAL está sendo desenvolvido pela Paramount

De acordo com o Deadline, uma adaptação para o livro de terror ‘The Troop‘, escrito por Nick Cutter, está oficialmente em desenvolvimento.

O projeto ganhou sinal verde através da Paramount Primal, novo selo de filmes de terror de baixo orçamento da Paramount Pictures.

Chris Basler assinará o roteiro da adaptação.

Na trama…

“Uma vez por ano, o chefe de escoteiros Tim Riggs lidera cinco garotos em uma viagem anual de acampamento em uma ilha isolada no Canadá. A tranquilidade do grupo é quebrada quando um homem terrivelmente magro, faminto e infectado chega de barco à ilha. O forasteiro carrega um parasita geneticamente modificado — uma supertênia desenvolvida em segredo para testes militares/médicos. À medida que a infecção se espalha de forma grotesca entre o grupo, os escoteiros precisam lutar não apenas contra a fome voraz e a deterioração física e assustadora de seus corpos, mas também contra a paranoia, a crueldade e os impulsos psicopatas que emergem entre eles.”

Lyrical Media (‘Protocolo de Extermínio’) será responsável pela produção do longa.

Em maio, o autor havia compartilhado uma atualização sobre a adaptação – que já está em desenvolvimento há anos: “Os direitos estão nas mãos da produtora Lyrical Media, o que é excelente. E eles finalmente têm um roteiro que gostam. O projeto já passou por tantas iterações no decorrer da última década. Pessoas diferentes tentaram tirar esta história do papel, mas segui confiante que, em algum momento, a adaptação veria a luz do dia.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘Inumanos’ amarga 0% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as críticas!

A Marvel tentou, investiu pesado em marketing e até lançou sua nova série do canal ABC, ‘Inumanos’, em algumas salas de cinema, mas pelo visto, não deu certo. Bem, pelo menos se avaliarmos pela perspectiva da crítica especializada.

Amargando 0% de aprovação no site Rotten Tomatoes, a nova produção tem sido alvo de críticas por se dissociar da qualidade das demais séries da Marvel e ter pouco conteúdo relevante.

E para te preparar para a estreia de ‘Inumanos’, separamos as principais avaliações para te ajudar a decidir se esta será ou não mais uma produção da Marvel TV para ficar de olho.

Confira:

“A exibição prévia da primeira hora possui pouco material de um escopo que necessite ser visto em uma sessão de Imax. A fidelidade de ‘Inumanos’ aos quadrinhos…também poderia fazer uma difícil venda para além deste grupo leal”. – Brian Lowry, CNN.com

“Colocar ‘Inumanos’ no Imax é meio que o reverso da Terrigênese, no qual a transformação de uma coisa para outra só leva para a redução”. – Abraham Riesman, New York Magazine/Vulture

“A considerar pelo o que is críticos da TV já assistiram, ‘Inumanos’ é horrível”. – Scott D. Pierce, Salt Lake Tribune

“Apesar do grande lançamento, existe pouca Marvel ali”. – Matt Webb Mitovich, TV Line

“Cada marca possui seu limite e essa abordagem sem inspiração de ‘Inumanos’ deve ser o limite da Marvel”. – Kevin Yeoman, ScreenRant

“‘Inumanos’ já parece uma oportunidade perdida e um estranho deslocado dentro do grande cânone da Marvel”. – Don Kaye, Den of Geek

Criados por Stan Lee e Jack Kirby, os Inumanos são descendentes de humanos normais, que há muitos séculos foram mudados em experiências realizadas pelos alienígenas conhecidos por Krees.

Eles apareceram pela primeira vez na revista Fantastic Four #45, de 1965, como coadjuvantes do Quarteto Fantástico. A formação de heróis é composta por Raio Negro, Medusa, Karnak, Gorgon, Triton, Crystl e Máximus, o Louco.

‘The Expanse’: 4ª temporada ganha nova imagem

Após o alívio da salvação por parte da Amazon, a série que já pertenceu à emissora Syfy, ‘The Expanse‘, ganhou uma nova imagem de sua 4ª temporada – que tem previsão de estreia para 2019.

Confira:

Em declaração oficial, Andrew Kosove e Broderick Johnson, os co-fundadores da Alcon Entertainment – a produtora da série –, disse:

“Nós não poderíamos estar mais animados por ‘The Expanse’ continuar na Amazon Prime! Estamos profundamente gratos que Jeff Bezos [CEO da Amazon] e sua equipe nos mostrou tanta fé no nosso programa. Nós estamos completamente cientes que isso não poderia ser possível sem o grande apoio e criatividade dos maiores fãs de ficção científica ao redor do mundo. Nós agradecemos a todos vocês. Funcionou!”

A série se passa em um futuro onde a humanidade colonizou o sistema solar. Thomas Jane, Starring Strait, Shohreh Aghdashloo e Dominique Tipper estrelam.

Os cinco primeiros episódios da 3ª temporada registraram uma média de 0.2 na demo.

‘Vingadores: Ultimato’: Casa do lago de Tony Stark pode ser alugada pelo Airbnb

Os fãs de ‘Vingadores: Ultimato’ poderão matar as saudades da produção, se hospedando na casa do lago de Tony Stark. A residência alugada para as gravações do longa está disponível no Airbnb, com o valor da diária equivalente a R$ 1.300.

A casa, que está a 30 minutos de distância de Atlanta (Georgia), fica “no meio da bela Fazenda Bouckaert e casa do espetáculo equino de Chattahoochee Hills”. A residência possui três quartos, com três banheiros e pode acomodar até seis pessoas.

Desde a estreia de ‘Vingadores: Ultimato‘, a casa começou a ter um destaque maior, principalmente quando as pessoas descobriram que ela havia sido usada para o capítulo final da história de Tony Stark. O local tem um papel crucial na narrativa do herói, além de ter sido a locação usada para as gravações do velório do personagem.

Confira algumas das imagens da casa:

Caso você tenha interesse em conhecer ou alugar o imóvel, clique aqui. Mas fique atento às datas, pois o espaço está reservado em quase todos os dias dos próximos meses!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O elenco grandioso conta com Robert Downey Jr.Chris EvansMark RuffaloChris HemsworthScarlett JohanssonJeremy RennerDon CheadlePaul RuddBrie LarsonKaren GillanDanai GuriraBradley Cooper e Josh Brolin, entre outros.

‘The Boys’: Cena divulgada apresenta a nova heroína Stormfront; Assista!

Uma nova cena da vindoura 2ª temporada The Boys foi divulgada e ela apresenta aos fãs a nova heroína Stormfront, interpretada pela atriz Aya Cash.

Assista:


2ª temporada irá estrear no dia 4 de setembro e os três primeiros minutos do novo ciclo foram divulgados.

Confira (a partir de 47:36m):

A Amazon Prime também divulgou os títulos dos próximos episódios.

Assista ao trailer da 2ª temporada:

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford e Nathan Mitchell.

‘Friends’: Jennifer Aniston não sabia que Matthew Perry sofria de ansiedade crônica durante as gravações

O especial ‘Friends: A Reunião‘ se tornou um sucesso grandioso entre os fãs da produção e durante o especial, o astro Matthew Perry revelou que sofria de ansiedade crônica durante as gravações dos episódios e até mesmo momentos de auto tortura, com medo de não conseguir atingir o nível de comédia desejado.

Na ocasião, ele confessou:

“Para mim, eu sentia que ia morrer se eles não rissem. E não é saudável, com certeza. Mas eu às vezes dizia uma frase e eles não riam e eu suava e entrava em convulsões. Se eu não conseguisse a risada que deveria ter, ficava apavorado “

A informação surpreendeu a atriz e colega de elenco Jennifer Aniston, que em uma entrevista seguinte a talk show Today Show, refletiu sobre a delicada revelação de Perry. A atriz admitiu que não entendia o nível de pressão que sobreveio ao colega de elenco e se solidarizou com o ator:

“Eu não entendia o nível de ansiedade e auto tortura que fora colocado em Matthew Perry, se ele não conseguisse aquela risada, e a devastação que ele sentia. O que faz muito sentido”.

Segundo o sistema de análise TVision, o episódio especial da aclamada sitcom foi assistido por nada menos que 29% dos lares nos Estados Unidos em apenas 24 horas, em relação aos usuários da plataforma de streaming. Em comparação, ‘Mulher-Maravilha 1984’ alcançou a mesma porcentagem (32%). Além disso, as informações indicam que o revival teve um alcance 13% maior de lares do que o reboot de ‘Mortal Kombat’.

Lembrando que o especial ficará disponível na HBO Max no dia 29 de junho, a partir das 10h.

Infelizmente, parece o episódio não agradou a todos. Com 22 críticas publicadas, o especial conquistou apenas 68% de aprovação no Rotten Tomatoes, dividindo a opinião dos críticos.

Separamos os principais trechos das críticas:

“Assim como todo reencontro, o especial é divertido, interessante e aquece o coração – apesar de ser meloso demais em alguns momentos –, mas era exatamente assim que ‘Friends’ era, então parece certo.” (Vulture)

“Toda parte desse especial que não só apenas os seis conversando tem dificuldade em justificar sua existência.” (Rolling Stone)

“O especial é melhor quando sai do caminho do elenco e nos mostra o que sempre nos atraiu a eles, e uns aos outros.” (New York Times)

“Isso é o mais perto de uma ‘reunião’ roteirizada de ‘Friends’ que nós teremos, e é fascinante ver como é fácil para eles assumirem novamente esses papéis, 17 anos depois.” (CNN)

“Essa reunião é uma celebração cheia de auto-engrandecimento de uma série antiga, mas ainda amada.” (AV Club)

“Estranhamente, apesar de tudo, e de sua semelhança com a invenção de um álbum do DJ Khaled, o resultado final desse especial é desleixado.” (Deadline)

“‘Friends: A Reunião’ é o melhor reencontro de elenco de todos os tempos.” (Decider)

Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer retornam para o reencontro.

O especial ainda trará diversos convidados especiais como David Beckham, Justin Bieber, BTS, James Corden, Cindy Crawford, Cara Delevinge, Lady Gaga, Elliott Gould, Kit Harington, Larry Hankin, Mindy Kaling, Thomas Lennon, Christina Pickles, Tom Selleck, James Michael Tyler, Maggie Wheeler, Reese Witherspoon e Malala Yousafzai.

Gloria Perez confirma saída da Globo após mais de 40 anos de contrato

A icônica autora de novelas Gloria Perez encerrou seu contrato de 42 anos com a TV Globo. Famosa por ter assinado as populares obras ‘O Clone‘ (2001), ‘Caminho das Índias‘ (2009) e ‘Salve Jorge‘ (2012), ela se desligou da empresa por divergências criativas.

Conforme esclarecido pela própria autora, o assunto aborto não fora considerado adequado para as novas diretrizes que a TV Globo havia estipulado para as novelas de sua grade. No entanto, ela não teria concordado com a decisão da emissora de remover a temática e por isso preferiu encerrar a relação.

Por meio de sua conta oficial do Instagram, Perez esclareceu os rumores e expressou sua posição diante do fim da relação:

“Sobre a noticia que acabei de ler, corrijo as datas: de 1983, quando comecei colaborando com Janete Clair até 2025 foram 42 anos. E esclareço para evitar mal entendidos: meu último contrato foi para fazer a novela que entraria depois de ‘Vale Tudo’. Sinopse aprovada, capítulos iniciais escritos, a direção considerou que o assunto ‘aborto’ era inadequado para as novas diretrizes que se pretende dar às novelas. Não questiono a decisão, é normal que uma empresa decida de acordo com sua conveniência. Mas uma vez que o contrato era por obra, considerei que o mais conveniente para mim era não aceitar renovação e fazer a resilição do contrato. Tudo de comum acordo. As portas continuam abertas, as minhas e as da Globo também, mas nesse momento prefiro assim., quero viver esse tempo no ‘deixa a vida me levar’…”

Confira a publiação:

Ainda é incerto dizer quais serão os próximos passos de Perez no ramo da teledramaturgia, mas é inegável que ela uma das grandes responsáveis consolidar o Brasil como referência no gênero ao redor mundo.

John Boyega esclarece se Finn irá se tornar um Jedi em ‘Star Wars’; Entenda!

Em entrevista ao Digital Spy, o ator John Boyega afirmou que Finn não deve se tornar um Jedi em Star Wars.

O ator explicou que os filmes da saga geralmente possuem apenas um aprendiz e que ele está mais interessado em explorar outros aspectos de seu personagem.

“Espero que Finn tenha uma grande jornada; não em termos de se tornar um Jedi, mas existem vários personagens fortes nesse universo que podem enfrentar os Jedi e não necessariamente são um. Quero explorar isso; toda essa “vibe” Boba Fett. Quero explorar isso com o Finn, mas quem sabe?”

Nova imagem liberada de Star Wars: Os Últimos Jedi mostra a personagem Rose, vivida pela atriz Kelly Marie Tran. Confira:

Rose será uma mecânica de manutenção da Resistência, com um comportamento prático e pragmático, a personagem deve desenvolver uma relação de amizade muito grande com Finn.

Star WarsOs Últimos Jediganhou uma nova sinopse misteriosa em que sugere que a Rey ficará tentada a ir para o lado sombrio da Força.

“A Luz? A Escuridão? Rey e Kylo, duas pessoas que parecem estar no meio dos dois; um novo desenvolvimento chocante parece esperá-los em Star WarsOs Últimos Jedi. Apesar do mundo ter ficado espantado ao ver que a mão oferecida a Rey era de Kylo Ren, o que espera os dois é a questão “a Luz ou a Escuridão?”, enquanto juntos são movidos pela poderosa Força. Rey, embora no filme anterior tenha despertado a Força, se sente perdida e insegura; ela será levada para a escuridão? Kylo, que matou Han Solo, apesar de ele ser seu pai; o que sobrou de luz no coração dele será capaz de desfazer sua escuridão? Essas duas figuras parecem se refletir; não podemos tirar nossos olhos deles”.

Será que a Rey vai mesmo ceder e se juntar ao Kylo?

O elenco é composto por Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Gwendoline Christie e Andy Serkis, além dos novatos Benicio Del Toro , Laura Dern (‘Jurassic Park’) e Kelly Marie Tran.

O filme chega aos cinemas em 15 de Dezembro.

 

‘Frozen 2’: Kristen Bell revela que já concluiu as gravações para o filme

Durante uma entrevista no programa da apresentadora Ellen DeGeneres, a atriz Kristen Bell revelou que já concluiu a dublagem de Frozen 2’.

“Terão edições antes do filme ser finalizado, claro, mas sim, sei as músicas, sei a história. É muito legal mesmo. Não posso dizer mais nada sobre isso, sério!”

Em 2016, um abaixo-assinado viralizou na internet pedindo que a Rainha Elsa tenha uma namorada na sequência de ‘Frozen – Uma Aventura Congelante‘. E pela primeira vez a diretora da continuação, Jennifer Lee, falou sobre a possibilidade.

Em uma entrevista ao Huffington Post, ela agradeceu ao carinho dos fãs pela produção e comentou o papel importante da rainha do gelo, salientando que sua sexualidade é um dos assuntos mais dialogados no estúdio.

Sem dar uma resposta afirmativa ou negativa, Lee não descartou a alternativa:

“Amo tudo o que as pessoas estão dizendo e pensando sobre o nosso filme. Isso é que é criar um diálogo e Elsa é uma personagem que fala tanto às pessoas. Pra nós isso significa muito, é ótimo poder fazer parte dessas conversas. E em se tratando dos rumos que tomaremos, posso dizer que falamos muito sobre o assunto e somos conscientes a respeito de tudo que norteia o tema. Para mim, a Elsa me diz todos os dias para onde ela deve seguir e sei que assim ela continuará fazendo. Eu sempre escrevo a partir da perspectiva do personagem para fora e ela me diz sempre onde está e o que está fazendo com a sua vida. Vamos ver para qual caminho seguiremos”.

Frozen 2‘ tem estreia marcada para 27 de novembro de 2019, nos cinemas americanos, enquanto a estreia no Brasil está marcada para 02 de janeiro de 2020.

O filme voltará a reunir a equipe de filmagem do primeiro filme: O diretor Chris Buck, a diretora e roteirista Jennifer Lee e o produtor Peter Del Vecho.

Dublador do boneco Olaf fala sobre ‘Frozen 2’

Frozen’ foi a animação mais lucrativa do estúdio, arrecadando quase US$ 1,3 bilhão mundialmente, e rendeu à Disney dois Oscars (Melhor Animação e Melhor Canção Original).

Crítica | Alfa – Espetáculo visual compensa a trama arrastada

O épico Alfa, ambientado na Europa cerca de 20.000 anos atrás, narra a jornada de um jovem garoto que precisa voltar para casa após ter sido abandonado e dado como morto durante uma caçada com sua tribo. Nesse caminho perigoso, Keda (Kodi Smit-McPhee) conhece um lobo, que nomeia de Alfa e, juntos, descobrem uma inusitada amizade. É dessa premissa levemente inspirada em filmes de cachorros dos anos 90 que o longa-metragem da Sony Pictures se sustenta, no entanto, o apelo visual e as inusitadas locações dão ao filme um tom novo dentro do gênero batido. Mas será que isso basta?

O trabalho espetacular da direção de Albert Hughes (‘O Livro de Eli’), facilmente a grande realização de sua carreira até agora, é o elemento de destaque do filme. Seus belos planos plongée, assim como a escolha de filmar algumas cenas em câmera lenta, extremamente estilosas, revelam que até existia inspiração para fazer algo grandioso e único, mas que se perdeu com o ritmo lento e demorado da metade para o final, sem contar um roteiro fraco demais para suportar tamanha monumentalidade que o 1º ato estava construindo.

E não para por aí, o roteiro utiliza diálogos batidos o tempo inteiro. Tudo que sai da boca do pai, vivido pelo ator islandês Jóhannes Haukur Jóhannesson (‘Atômica’), são frases de efeito impactantes, e não apenas ele, todos os demais personagens caem nesse clichê típico de um roteiro expositivo, onde o menino também “avisa” tudo que vai fazer antes de fazer, pois, segundo o roteirista, nós não seríamos capazes de entender que ele, passando fome no frio, entrou em uma tenda em busca de comida caso ele não falasse sozinho que buscava comida. Entre muitos outros exemplos desnecessário que só servem para enfraquecer o bom andamento do filme.

No entanto, apesar de difícil de engolir, todo o restante funciona muito bem. O carisma do menino protagonista conquista, mesmo que não haja esforços da parte dele; o lobo é fofo e engraçado naturalmente, os efeitos especiais são impecáveis, assim como a fotografia, que vai de amarelada, para remeter ao passado, ao azul frio e solitário. O trabalho de som do filme também é para se enaltecer, tanto o som ambiente quanto a trilha sonora com tambores, pesada e seca, compõe perfeitamente a ambientação pré-histórica, causando suspense e até mesmo medo em alguns momentos específicos.

Já que o filme foi desenvolvido para passar, a todo custo, uma mensagem de esperança e compaixão, o menino acaba necessitando matar outros animais para sobreviver, algo que inicialmente não conseguia realizar, assumindo certa maturidade durante sua clássica jornada do herói e tentando provar para sua família que é possível também manter respeito e admiração pelos animais selvagens, que não servem apenas como comida. Além disso, Keda vê no lobo um reflexo de si mesmo: solitário e ferido, mas valente e corajoso. E não dizem que os cachorros são como os seus donos?

No fim do caminho, Alfa é sim exuberante, mas não se contenta e quer ser muito mais do que seu roteiro permite. Talvez seja o exagero em criar planos incríveis e belos que tenha levado o diretor à se perder dentro de sua própria ambição de transcender o lugar comum. Algo que, no geral, é bom para um filme, mas que aqui não funciona como deveria e só prova que o maior desafio de todos é chegar até o final sem já ter adivinhado o que estava por vir.

 

Primeiras impressões | ‘Ganhar ou Perder’ mostra que a Pixar pode funcionar fora dos cinemas

Quantas histórias cabem em uma história? Partindo dessa premissa, a Pixar desenvolveu sua primeira série 100% original para o Disney+. Em Ganhar ou Perder, o público acompanha os Picles, um time feminino de Softbol infantil que é marcado por uma porção de maus resultados.

No entanto, contrariando todas as expectativas, as meninas conseguem uma inesperada classificação para a finalíssima do campeonato. Esse tipo de história é bem comum em produções norte-americanas. Tá pra nascer um mercado que goste mais de azarões do que Hollywood. Só que o grande diferencial dessa série é que o campeonato em si pouco importa. Ele é apenas um grande coadjuvante.

A série tem oito episódios e foca em cada membro que participa – ou influencia – na campanha do time até a final. A narrativa é construída por meio dessas pessoas, partindo de seus problemas e aflições prévios até o dia da grande final. E quem conhece esse meio esportivo sabe como é complexo manter a cabeça em dia ante tantas pressões e cobranças.

No fim das contas, a série é sobre isso: pressão. Os episódios são focados nas meninas e como cada um lida ou tenta lidar com esse tanto de situações acontecendo simultaneamente. Afinal, elas são crianças, que precisam se preocupar com escola, dar orgulho aos pais, descobrir quem realmente são e ainda têm de honrar o uniforme que vestem em uma grande final.

A construção dos capítulos é incrível, justamente por habitar essas mentes tão diversas que compõem um time. Desde a jogadora pereba até o juiz da partida, cada personagem vive uma angústia, uma história própria até a hora de entrar em quadra. O primeiro episódio já começa com uma história 100% Pixar, que é a da “pereba” do time, que calhou de ser também filha do treinador. A menina quer provar seu valor a si mesma, enquanto busca provar aos outros que ela merece estar no time. Diante dessa tonelada de pressão, ela passa a ser acompanhada por uma bolha de suor que fica martelando em sua mente todos os seus erros. É de uma sensibilidade enorme tratar desse tema tão pesado de uma forma lúdica e divertida.

Os episódios seguintes partem em uma crescente fantástica. Se o primeiro é bom, esperem os próximos, porque eles vão só melhorar. E o bacana é que a série foca em personagens inesperados, construindo núcleos interessantíssimos que vão dialogar com crianças e adultos de forma muito sincera.

E se tem uma coisa que surpreende bastante quem viu a Pixar nascer e se consolidar no mercado é ver a simplicidade dessa série: a inserção do estúdio na modernidade. Por mais que a Pixar seja um estúdio revolucionário e “pra frente”, seus clássicos sempre se distanciaram do “mundo real”, sempre trazendo um tom de nostalgia a suas franquias. Pode reparar que praticamente todas as suas obras são ambientadas no passado ou falam sobre o passado, ou então apostam em um futuro muito distante, isso quando não levam o público a mundos alternativos que se afastam da superexposição tecnológica a qual somos inseridos.

Nesta série, porém, é tudo muito pé no chão. Então, as crianças usam celulares, existem influenciadores digitais, desemprego e todo tipo de caos cotidiano que permeia o mundo. É uma produção que trabalha com problemas reais do mundo, e a Pixar lida com eles de forma lúdica e madura. É um seriado extremamente promissor, que tem tudo para conversar diretamente com o público cativado pelo estúdio ao longo desses anos.

Os dois primeiros episódios de Ganhar ou Perder já estão disponíveis no Disney+. Os próximos seis episódios serão lançados na plataforma, com dois capítulos estreando semanalmente.

Crítica | Um Filme Minecraft – Aventura com Jack Black e Jason Mamoa Inicia Franquia do Famoso Jogo

Não há dúvidas de que ‘Minecraft’ é um verdadeiro fenômeno mundial. É possível até mesmo não saber o nome do fenômeno, mas certamente todo mundo já viu por aí os desenhos quadrados de bichinhos e objetos que fazem parte do universo desse jogo que virou uma grande febre principalmente entre a garotada. Era questão de tempo até que a trama ganhasse uma versão audiovisual, e em grande estilo, claro. Assim, a partir de hoje os fãs de Minecraft poderão ver nos cinemas de todo o país ao primeiro longa baseado na história do game – a aventuraUm Filme Minecraft’.

Henry (Sebastian Hansen) e Natalie (Emma Myers) acabam de perder a mãe e, por conta disso, se mudam para uma pequena cidade do interior. Lá, tentam recomeçar suas vidas, mas o único amigo que Henry consegue fazer é Garrett, O Lixeiro (Jason Momoa), um ex-jogador de videogames que fizera sucesso no passado, mas que hoje é um adulto falido com uma loja de jogos às moscas na cidade. É nesta loja que Henry sem querer encontra uma orbe mágica que, após ativada, acaba levando aos dois (junto com Natalie e a agente imobiliária Dawn [Danielle Brooks]) para um mundo paralelo, mágico, todo feito de blocos. Lá, os quatro precisarão contar com a inesperada ajuda de Steve (Jack Black) para conseguir escapar da terrível Malgosha e, assim, voltar pra casa.

Considerando que o público do jogo tem uma faixa etária bem reduzida (ali na faixa dos 7 anos), a história que o filme apresenta é complexa e longa (uma hora e quarenta de duração, com dois pós-créditos). Os primeiros momentos dão a sensação de estar sempre começando o filme: primeiro, conhecemos Steve e como ele foi parar no outro mundo; depois, conhecemos Garrett e seu passado; por fim, iniciamos a trajetória de novo com os irmãos sendo apresentados ao espectador. Até que todos esses núcleos se conectem, já se passou bem uns vinte minutos de longa.

Visualmente, ‘Um Filme Minecraft’ entrega o universo tal qual os fãs veem no jogo, com direito a pequenos easter eggs e aparições especiais (como um certo porquinho de coroa). Neste quesito de produção e design gráfico, o filme acerta em deixar evidente os símbolos mais famosos do jogo, como os homens de nariz comprido, as abelhas quadradas e as ovelhas rosas. Para quem não conhece nada da trama, essas pequenas gentilezas do roteiro fazem a diferença para a compreensão da trama.

Por outro lado, é o roteiro que acaba desviando o filme de seu propósito. Com muitas sub tramas para serem apresentadas e resolvidas, o mundo de possibilidades de Minecraft acaba em segundo plano, de modo que o espectador tem que quase aceitar que aquele lugar é livre para imaginação e para criação, ainda que isso não fique evidente quando Steve ou Henry ficam jogando cubos aleatoriamente.

Outro ponto que destoa no roteiro é a recorrência de piadinhas de cunho sexual – ao menos na versão dublada, o que acaba confundindo sobre qual seria o público-alvo efetivo do filme, uma vez que a classificação é de 10 anos.

Ao menos, fica evidente, ao fim de ‘Um Filme Minecraft’, que este deve ser apenas o primeiro de uma franquia que deve ser longeva, o que faz deste um filme inicial para apresentar personagens e trama ao público geral. Nesse sentido, o filme entretém, deixando a promessa de nos próximos se aproximar com mais dedicação dos blocos que são literalmente a base do sucesso de Minecraft no mundo.

‘American Gods’: Ator não tem certeza sobre o futuro da série após terceira temporada

American Gods acabou de entrar em sua segunda temporada, com o público se relembrando da guerra entre os deuses novos e antigos. E enquanto o novo ano ainda tem muitas histórias para contar, um dos astros da série já está pensando sobre o futuro.

Em uma recente entrevista à TVLineIan McShane, que dá vida a Odin/Sr. Wednesday no show, falou sobre o que pode nos aguardar para a terceira temporada, que foi confirmada alguns meses atrás. Mais precisamente, McShane falou sobre a relação entre Wednesay e Shadow Moon (Ricky Whittle).

Shadow passará por duas revelações que deverão ser resolvidas até o último episódio da terceira temporada. Porém, estou me perguntando até quando [os showrunners] criarão para além do livro. [A série] terminará com o terceiro ano, ou teremos um quarto, antes de Shadow começar a agir por conta própria?

 

No Brasil, a série é transmitida pela Amazon Prime.

Inspirado no aclamado livro de Neil Gaiman, ‘American Gods‘ mostra que Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos, a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

‘Inventing Anna’: Laverne Cox entra para a nova minissérie de Shonda Rhimes

Segundo o site Collider, Anna ChmluskyLaverne CoxKatie LowesAlexis Floyd foram elencadas na nova série de Shonda Rhimes para a NetflixInventing Anna.

Na série, uma jornalista com muito a se provar investiga o caso de Anna Delvey (que será interpretada por Julia Garner), a lendária herdeira germânica que roubou os corações na cena social de Nova York – e também roubou o dinheiro de muitas pessoas.

A minissérie terá dez episódios, com os dois primeiros sendo dirigidos por David Frankel (O Diabo Veste Prada). Rhimes será a showrunner e a produtora-executiva ao lado de Betsy Beers.

A produção será baseada no artigo ‘How Anna Delvey Tricked New York’s Party People’, publicado na New York Magazine pela jornalista Jessica Pressler.

Enquanto Garner será a personagem-titular, Chlumsky dará vida a Vivian, uma repórter que trabalha para salvar sua carreira com a história certa.

Cox será Kacy Duke, uma treinadora de celebridades e uma coach que é aspirada para o redemoinho da vida de Anna, mas cuja maturidade a impede de se envolver com problemas. Lowes será Rachel, uma seguidora cega de Anna que quase destrói seu trabalho e sua vida. Floyd, por fim, será Neff, uma aspirante a cineasta que trabalha como concièrge num hotel em Nova York.

Inventing Anna ainda não tem previsão de estreia.

‘Star Wars’: Série derivada sobre Cassian Andor adiciona dois novos nomes ao elenco

Segundo o The Hollywood Reporter, a Walt Disney Studios anunciou dois novos nomes para integrar a série derivada de Star Wars, que vai girar em torno de Cassian Andor (personagem de Diego Luna no spin-off Rogue One).

A produção trará o retorno de Luna para o personagem titular, bem como Stellan SkarsgårdKyle SollerAlan Tudyk – todos confirmados na última semana. Além disso, as atrizes Genevieve O’ReillyDenise Gough também foram adicionadas ao projeto.

O’Reilly reprisará seu papel como Mon Mothman, membro-chefe da Aliança Rebelde que originalmente deu às caras em ‘O Retorno de Jedi’. Detalhes sobre a personagem de Gough não foram revelados.

Mais do que isso, sabe-se Tony Gilroy foi contratado como showrunner da nova série. Ele não é estranho à saga intergaláctica, visto que assinou o roteiro de Rogue One com Chris Weitz. Além disso, ele foi indicado ao Oscar de Melhor DiretorMelhor Roteiro por seu incrível trabalho em Conduta de Risco.

O derivado será lançado na Disney+ e estreia somente em 2021.

Título de produção de ‘Doutor Estranho 2’ indica aparição de [SPOILER]

O site Murphy’s Multiverse revelou recentemente o título de produção oficial de Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’: a sequência será rodada sob o nome de ‘Stellar Vortex’.

Com isso, vários fãs começaram a especular que uma conhecida personagem poderia aparecer na continuação: America Chavez, também conhecida como Ms. America.

America tem a habilidade de abrir portais para outras dimensões e mundos com um leve chute – e tais portais se erguem na forma de estrelas (o que pode ter a ver com o termo stellar/estelar do título supracitado).

Anteriormente agendada para 2021, a sequência do filme de 2016 começará a ser rodada em novembro deste ano, no Reino Unido. Como a Marvel ainda não se manifestou, considere como rumor.

Vale lembrar que o Collider divulgou que o estúdio contratou Michael Waldron (Loki) para reescrever o roteiro da sequência, que estava sendo escrito Jade Halley Bartlett.

Lembrando que Sam Raimi (Trilogia ‘Homem-Aranha) vai comandar o projeto no lugar de Scott Derrickson – que deixou o filme devido a divergências criativas, mas permanece no cargo de produtor.

Confira a sinopse oficial:

Depois dos eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, o Dr. Stephen Strange continua sua pesquisa sobre a Joia do Tempo. Entretanto, um antigo amigo que se tornou inimigo acaba com seus planos e leva Strange a desencadear um mal terrível.

O material reitera o retorno da Joia do Tempo, que fora destruída em ‘Vingadores: Ultimato‘. É provável que um dos mistérios da sequência seja justamente como Strange consegue continuar nessa procura, principalmente considerando a forte possibilidade de que a produção traga o personagem Baron Mordo de volta, a contar pela descrição.

Benedict Cumberbatch retornará como o protagonista, encontrando a Feiticeira Escarlate de Elizabeth Olsen. Benedict Wong e Tilda Swinton também retornam.

A sequência também deve introduzir Clea no MCU, já que Kevin Feige disse que Wanda não seria a única feiticeira do filme.

Doutor Estranho no Multiveso da Loucura’ tem estreia marcada para o dia 25 de Março de 2022.

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