Sucesso! ‘Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba – Castelo do Infinito‘ arrecadou impressionantes US$ 648 milhões nas bilheterias mundiais.
O filme conseguiu superar o live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão‘ (US$635.7M), subindo para o TOP 5 das maiores arrecadações do ano.
Além disso, o longa se tornou não apenas o maior anime de todos os tempos, como também conquistou o título de maior arrecadação global da história para um filme japonês.
Nos EUA, a produção soma US$ 128.6. No mercado internacional, foram US$ 519.3 milhões.
O TOP 5 dos maiores mercados internacionais conta com o México (US$17.4M), Alemanha (US$14.4M), França (US$14.2M), Índia (US$9.3M) e Reino Unido (US$8.9M).
Vale lembrar que, em sua estreia nos EUA, o longa abriu com impressionantes US$ 70.6 milhões. O desempenho representa não apenas a maior estreia da história para um anime e para a Crunchyroll, como também alcançou o TOP 6 dos maiores lançamentos domésticos para o mês de setembro.
Além disso, a produção também se tornou a maior abertura da Sony Pictures em mais de dois anos no país.
A trama acompanha Tanjiro Kamado, que entra para a Corporação de Caçadores de Demônios após sua família ser massacrada, buscando transformar sua irmã Nezuko de volta em humana. Ao lado de seus companheiros Zenitsu e Inosuke, e dos poderosos Hashira, Tanjiro enfrenta os maiores desafios de sua jornada, culminando no confronto final dentro do misterioso Castelo Infinito.
Atualmente, ‘Castelo Infinito’ já é o terceiro filme japonês de maior bilheteria da história, e isso antes mesmo de estrear fora do Japão. No topo do ranking segue ‘Demon Slayer: Mugen Train – O Filme’, seguido por ‘A Viagem de Chihiro’, do Studio Ghibli.
‘Your Name’, de Makoto Shinkai, que antes ocupava o terceiro lugar, foi superado por ‘Castelo Infinito’.
‘Castelo Infinito‘ é o primeiro filme da trilogia final do aclamado anime shonen produzido pelo estúdio Ufotable, adaptando o arco derradeiro do mangá de Koyoharu Gotouge.
A direção é de Haruo Sotozaki, responsável por todos os arcos animados da série.
Estrelado pelas irmãs Dakota Fanning (‘Os Observadores’) e Elle Fanning (‘Predador: Terras Selvagens’), o longa chegará aos cinemas no dia 19 de março de 2027 – enfrentando a competição direta da sequência ‘Sonic 4‘.
Na trama…
“Duas irmãs, separadas por anos e experiências, por ideais, paixões e circunstâncias, embarcam em suas próprias jornadas para sobreviveram em uma França ocupada pelos alemães e dividida pela guerra. A história foi inspirada pelas “corajosas mulheres da resistência francesa que ajudaram os aliados a escaparem dos nazistas e a esconder crianças judias”.
Anteriormente, Dakota comentou sobre o denso caráter do projeto: “Trabalhar com a Elle foi tão maravilhoso quanto eu esperava. E qualquer nervosismo que sentíamos desapareceu poucos minutos depois de estarmos juntas no set, logo na nossa primeira cena. Parecia que éramos garotinhas brincando no nosso quarto de brinquedos novamente, como fizemos durante toda a nossa infância. E é algo que vamos compartilhar para sempre.”
Ao ser convidada a recordar um momento marcante das filmagens, Dakota disse:
“há muitos temas pesados, inevitáveis dada a temática da obra, então houve muitos dias difíceis; mas também existem momentos lindos entre irmãs, que são bem leves. Há uma cena e um plano específico envolvendo a mim e minha irmã que, de certa forma, resumiram todo o processo. Chong-hoon Chong era o diretor de fotografia e estava filmando. Foi realmente lindo. Vou me lembrar desse momento para sempre”.
Michael Morris (‘Bridget Jones: Louca pelo Garoto’) é responsável pela direção.
Com roteiro assinado por Dana Stevens, o filme é baseado no romance homônimo best-seller de Kristin Hannah.
O clássico ‘Caça-Fantasmas’ pode ganhar um novo retorno, com uma abordagem bem diferente.
Segundo o diretor dos clássicos oitentista,Ivan Reitman, existe a possibilidade da nova produção realizar um crossover entre os personagens originais e o elenco feminino que assumiu o reboot de 2015.
A revelação surgiu durante um painel na San Diego Comic-Con, que comentou sobre os quadrinhos desenvolvidos pela IDW, intitulado ‘Ghostbusters 101’, que usa portais interdimensionais para criar uma forma em que os dois grupos de caça-fantasmas se encontram e interagem entre si.
Após a reação dos fãs em relação ao crossover, Ivan Reitman elogiou o material, revelando:
“É uma HQ muito rica e me deu uma nova ideia para outro filme dos ‘Caça-Fantasmas’.
A aclamada comédia da Amazon, ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, foi renovada para a terceira temporada. A informação foi divulgada pelo site da revista Variety.
A produção de Amy Sherman-Palladino, mesma criadora de ‘Gilmore Girls‘, tem sido elogiada por sua abordagem vanguardista, em meio a um cenário e uma década onde as mulheres eram tratadas apenas como donas de casa e tinham um certo estereótipo de perfeição a suprir.
O anúncio da renovação vem também logo depois da série conquistar o Peabody Award, no último sábado (19).
Em ‘The Marvelous Mrs. Maisel‘, a personagem homônima, vivida por Rachel Brosnahan, é uma esposa e dona de casa dos anos 50, que descobre um amor e talento inveterado pela comédia stand-up. Contrariando tudo e todos, ela decide encarar o desafio, com divertidas apresentações em um pub em Nova York.
Talvez para nós brasileiros, o nome Gypsy Rose signifique muito pouco ou quase nada. Longe do nosso radar, a história da jovem não nos alcançou como deveria. Ainda que bombástica e digna de uma série de TV, é mais provável que sua tragédia tenha se restringido aos fãs de documentários e que – particularmente – assistem àqueles desenvolvidos pela HBO. Antes de The Act, a emissora a cabo nos entregou Mamãe Morta e Querida(2017), uma produção original que reconta os abusos emocionais e físicos sofridos pela garota, submetida a uma vida inteira de medicamentos e tratamentos desnecessários, a fim de alimentar uma síndrome e comportamento doentios por parte de sua mãe, Dee Dee. Agora, a plataforma Hulu traz a sua versão dos fatos reais, estrelada por Patricia Arquette e Joey King. E enquanto aquela sustenta o seu Oscar com dignidade, esta abre os nossos olhos para uma nova percepção de seu talento.
É impressionante o quanto a escolha do elenco principal foi certeira. À medida King ingressa em uma nova etapa de sua atuação, se desafiando para além de A Barraca do Beijo ou qualquer outro filme seu, Arquette é a personificação monstruosa de uma mãe psico/sociopata. A combinação da dupla é impecável e revela uma dinâmica tão harmoniosa e sincrônica a ponto de nos levar a considerar uma relação realmente maternal. Promovendo um desconforto angustiante para a audiência, vê-las contracenando lado a lado é amedrontador, sufocante. Como alguém que já conhecia a história de Gypsy – e por sinal vira o documentário da HBO, é como se estivesse diante de um replay de um pesadelo. Um episódio piloto que parece não ter fim.
Rapidamente nos familiarizando com a trama, somos surpreendidos pelo que King e Arquette pretendem nos proporcionar diante das telas. A começar pela linguagem corporal, ambas estudaram cautelosamente os vídeos, entrevistas e tantos outros arquivos infindáveis sobre as duas. Sempre presentes em entrevistas e eventos de caridade, as protagonistas verdadeiras fizeram seus nomes rapidamente no cenário norte-americano. E talvez seja esse aspecto tão vinculado ao país que tenha filtrado o nosso conhecimento sobre o caso. Até parece mais-uma-daquelas-bizarras-histórias-americanas. Só que não é bem assim.
Para os que desconhecem, Gypsy Rose foi falsamente diagnosticada com as mais diversas síndromes, câncer, problemas respiratórios, má formação e traumas. Ensinada desde pequena que não andava e que era dependente para absolutamente tudo, ela cresceu sob o radar de sua mãe, que monitora seus passos e a isola do mundo externo. Apresentando um quadro de saúde extremamente delicado, ela tirou proveito de iniciativas como a Make A Wish, usando sua filha como uma ferramenta para conseguir viagens, casa e vários benefícios. Crescendo sob um amor sufocante, a jovem parece subdesenvolvida, com um comportamento infantilizado e restrições para tudo. Sem saber a prisão em que vivia, ela é envolta em uma mentira que custou mais de 20 anos de sua vida, seu desenvolvimento e sua saúde. Até que ela decidiu matar a própria mãe.
Obviamente, aqui não tem nada de spoiler. A história de Gypsy está em todos os lugares, no Youtube, em blogs, fóruns de discussão e – claro – em um documentário. Aliviada pelo crime que cometeu, a própria vítima de abuso admite que prefere a prisão física àquela psicológica. Digladiando com o amor e ódio que acabou nutrindo por sua mãe, ela não teme falar o que aconteceu e – provavelmente – tenha recebido uma pena dura demais para o contexto em que viveu a vida inteira. E reunindo toda essa carga dramática real e sua complexidade inerente, The Act recria a história da jovem garota, na tentativa de saciar a curiosidade do público que acompanhou o fato, mas jamais viu tudo genuinamente de perto. E com facilidade, os criadores Nick Antosca e Michelle Dean conseguem o feito.
É claro que diante de apenas um episódio é difícil demais dizer o quão longe a produção original da Hulu pode chegar, mas seu potencial é surpreendente. Recriando os cômodos, a estética e os figurinos das personagens, a série faz um trabalho completo, entrega um design de produção feito com cuidado e personifica duas figuras com realismo, para não colocar defeito. Com um episódio introdutório que rapidamente mostra a que veio, a narrativa tem um ritmo dinâmico, evitando procrastinações e repetições. Sabendo que a audiência quer sangue (figurativa e literalmente), ela caminha rapidamente para isso – nos entregando alguns vislumbres em rápidos flashes. Bem dirigida,The Act pode até estar começando, engatinhando, mas assim como Gypsy Rose, ela vai andar mais rápido do que você imagina.
A 3ª temporada de ‘Killing Eve’ voltou a todo vapor e o terceiro capítulo ganhou uma eletrizante promo, que revela que Eve está de volta ao MI6, à procura de assassina em série Villanelle.
Confira:
Vale lembrar que a produção já está renovada para a 4ª temporada.
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
Os personagens do filme ‘O Esquadrão Suicida‘ ganharão sua própria coleção de fichas de poker e os primeiros modelos foram compartilhados pelo cineasta James Gunn, por meio de sua conta oficial do Twitter.
“Bem-vindos ao Inferno – também conhecido como Bell Reve, a prisão com o maior índice de mortalidade dos Estados Unidos. Onde os piores super-vilões são mantidos e onde farão qualquer coisa para escapar – até mesmo se juntar ao super-secreto e super-duvidoso grupo Força-Tarefa X. A missão suicida de hoje? Juntar um grupo de golpistas, incluindo Sanguinário, Pacificador, Capitão Bumerangue, Caça-Ratos 2, Savant, Tubarão Rei, Blackguard, Dardo e a psicopata preferida de todos, Arlequina. Então os arme com força e os jogue (literalmente) na remota ilha recheada de inimigos de Corto Maltese”.
Alguns nomes reprisam seus papéis do filme anterior, como Viola Davis (Amanda Waller), Margot Robbie (Harley Quinn), Jai Courtney (Capitão Bumerangue) e Joel Kinnaman (Rick Flag).
A aguardada adaptação dos quadrinhos ‘As Marvels‘ já está em exibição nos cinemas e o CinePOP teve a oportunidade de entrevistar Laura Karpman, a premiada compositora da trilha sonora original.
E ao longo do bate-papo, a artista revelou detalhes de seu processo criativo, bem como quais foram suas principais referências.
Assista:
‘As Marvels‘ não conseguiu voar mais alto, mais longe e mais rápido nas bilheterias em seu fim de semana de estreia.
O filme teve a PIOR abertura da história do Universo Cinematográfico Marvel com apenas US$ 47 milhões nos primeiros três dias, começando com US$ 21,3 milhões na sexta-feira.
Isso significa que o filme arrecadou menos que os US$ 55,4 milhões feitos por ‘O Incrível Hulk‘ em 2008, quando o MCU ainda estava começando.
Quando ‘Capitã Marvel‘ chegou aos cinemas em março de 2019, conquistou o que foi então o sétimo maior fim de semana de estreia entre os filmes do Universo Cinematográfico Marvel, com US$ 153 milhões – um número colossal que apenas um lançamento de 2023, ‘Barbie‘, superou.
O novo longa obteve uma aprovação mediana no Rotten Tomatoes, sendo classificado como um filme de classe B pelos críticos.
Apresentado no Festival de Cannes 2023, na mostra Um Certo Olhar, A Natureza do Amor(Simple Comme Sylvain) é uma comédia romântica sobre — ainda pouca abordada no cinema moderno — a experiência da mulher adúltera em busca de prazer e paixão ao invés de segurança e conforto. O terceiro longa da canadense Monia Chokrié um intenso passeio de emoções sobre a vida amorosa da mulher independente do século XXI.
Já na primeira cena, a diretora quebecoise nos coloca na mesa de jantar com dois casais de amigos, no qual conhecemos alguns aspectos de suas personalidades e, principalmente, classe econômica. Sophie (Magalie Lépine Blondeau), uma professora de filosofia universitária casada com Xavier (Francis-William Rhéaume) e do outro lado os amigos Françoise (vivida pela própria diretora Monia Chokri) e Philippe (Steve Laplante) no patamar de progenitores em torno das necessidades dos filhos.
Todos parecem cômodos em seus discursos de classe média bem sucedida entre belas taças de vinhos e uma vida confortável. Afinal, o status social será a tônica tanto para o desencadeamento de uma paixão quanto a comédia dos desencontros entre o desejo e a materialidade dessa fantasia no mundo real. Para acompanhar esta jornada, a trilha sonora também tem sua mágica, com destaque para Still Love You (1984), de Scorpions, que adentra o roteiro e o romance iminente.
Em sala de aula, Sophie ensina sobre a teoria do amor baseada na obra Retórica de Aristóteles e outros filósofos. Os sentimentos transmitidos a seus alunos, entretanto, estão adormecidos dentro dela, que aos 40 anos tem uma vida estável e sem grandes emoções. Para sair da rotina, o casal Sophie e Xavier estão prestes a comprar uma casa de férias no campo, distante da cidade e perto de um lago. O sonho da classe média moradora de apartamentos na capital, seja em qualquer lugar do mundo.
A partir desse projeto, Sophie conhece o encarregado de obras Sylvain (Pierre-Yves Cardinal), o qual cuida dos últimos reparos da sua nova moradia sazonal. Como nos melhores clichês românticos, a moça da cidade encanta-se pelo jeito simples e rústico do moço do campo. Independente do esperado acontecimento, a química entre os atores funciona de forma a soltar faíscas em cena e o sorriso meio cínico meio ingênuo de Sylvain é um convite inevitável para o público e Sophia deixar-se levar se pelas expectativas de mais do que uma bela curvatura dos lábios.
Narrativas de mulheres afortunadas e casadas que se envolvem com os trabalhadores braçais em busca de uma verdadeira paixão baseada na ideia do homem pobre, mas másculo, não é uma novidade. Os romances históricos, por exemplo, Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk (1865), de Nikolai Leskov, e O Amante de Lady Chatterley (1928), de D. H. Lawrence, já apresentavam a mulher adúltera em busca de seus próprios interesses, mas o cinema arrisca ainda muito pouco nessa dinâmica sem criar uma vilã.
Se recomeços após traições alheias são enredos cativantes, como Sob o Sol da Toscana (2003), de Audrey Wells, a adúltera, tal como em Infidelidade (2002), de Adrian Lyne, recebe uma carga punitivista. Com bravura, Monia Chokrideixa essas características por terra e navega em uma madura trajetória a fim de permitir-se viver além dos rótulos. Quando Sophie entrega-se a Sylvain, ela adentra ao seu mundo simples e sua família, sem diplomas universitários e muitos erros linguísticos.
Por diversas vezes, ela corrige o seu modo de falar de maneira a notar-se que este detalhe a incomoda. A direção de arte tem um trabalho notável em criar tudo sem tons beges e vermelhos como uma outono interminável na vida dos seus personagens, até mesmo uma pouco usual luva de plástico bege compõe o cenário perfeitamente modulado. Trabalho semelhante pode ser admirado no surrealista Babysitter(2022), segundo longa-metragem da diretora, disponível na plataforma MUBI.
Antes de passar ao próximo capítulo de uma aventura, no entanto, Sophie precisa terminar o seguro, aprazível e duradouro relacionamento com Xavier. Cenas de términos de relacionamento costumam ser muitas boas, se feitas na medida certa, senão torna-se uma quebra de ritmo e de elo com o espectador. Como em filmes premiados pelos seus roteiros, Closer – Perto Demais (2004) e A Pior Pessoa do Mundo (2021) — ótimos exemplos de rompimentos dolorosos —, Chokri (que também assina o roteiro) deixa todos os dilemas da sua protagonistas navegarem de forma realista e pungente.
Ao atravessar a barreira de convencer-se sobre suas escolhas, Sophie é uma mulher real, sem heroísmo, carregada de alguns preconceitos de sua classe e com dúvidas sobre como lidar com a realidade da carga sentimental adquirida nos livros de filosofia. Para uma comédia romântica, A Natureza do Amor entrega muito mais do que um bom momento de catarse cômica e emotiva, mas uma viagem de introspecção sobre vontade, coragem e aceitação.
Ganhador do César de Melhor Filme Estrangeiro 2024, A Natureza do Amor(Simple Comme Sylvain) estreou nos cinemas brasileiros no dia 25 de abril de 2024 com distribuição da Imovision.
A Netflix divulgou o trailer de seu novo filme original, ‘Perda Total‘, que será lançado no dia 23 de março de 2018.
Assista:
Durante uma festa lotada de celebridades em Los Angeles, três zero à esquerda se tornam heróis (ou quase isso) quando o hotel em que trabalham é tomado como refém por bandidos. Dos criadores de Workaholics, esta comédia de ação chega pronta e carregada no dia 23 de março.
A terceira temporada de ‘Stranger Things‘ deve vir carregada de novos romances, pelo menos foi o que indicou Finn Wolfhard (Mike). Em entrevista à US Weekly, o ator descreveu:
“Ainda não sei muita coisa pois leio os roteiros ao ritmo que vamos gravando, mas será ambientada em 1985, no verão. Será um verdadeiro ‘verão do amor’, e isso é tudo que posso dizer”
A série não voltará antes do verão norte-americano de 2019, que acontece de 21 de Junho a 23 de Setembro.
A Netflix tem todos os capítulos anteriores disponíveis no catálogo.
Recentemente, foram divulgadas novas imagens direto do set de filmagens e nela podemos ver o novo visual de Millie Bobby Browncomo Eleven, contracenando com Sadie Sink, intérprete de Max.
Na última década, o diretor Gareth Edwards se destacou como um expoente da ficção. Seu primeiro grande trabalho foiMonstros (2010), que misturou a ficção com o terror para contar a história de uma invasão alienígena. Isso abriu portas para que ele chegasse aos grandes mercados, comandando a nova versão do Godzilla (2014) e o espetacular Rogue One: Uma História Star Wars (2016). Em ambos os longas, ele contou com um orçamento maior, permitindo a ele explorar um artifício que virou sua marca registrada: o trabalho singular com as escalas, criando tensão e arrastando aquele clima de ansiedade por meio de objetos ou monstros gigantescos sendo revelados ao pouco, assustando pela comparação com seus personagens. Com isso, o britânico passou dimensionar as tramas pessoais de seus protagonistas, mostrando que por menor que pareçam, podem ter impactos gigantes no destino do mundo. Além, claro, de sempre dar um jeito de abordar temáticas sociais controversas e sempre homenagear elementos da cultura japonesa, uma obsessão do diretor.
Para muitos, “Rogue One” é um dos melhores filmes de Star Wars até hoje
Agora, em Resistência, Gareth Edwards reúne o que seu estilo tem de melhor para contar uma história de guerra em meio a um cenário pós-apocalíptico mais atual do que nunca. A trama acontece em um futuro alternativo em que a Inteligência Artificial avançou a níveis impressionantes, permitindo, por exemplo, que humanos transferissem sua consciência para corpos artificiais após a morte, fazendo com que essas máquinas adentrassem de vez na sociedade. Porém, após uma I.A. supostamente lançar uma bomba nuclear contra Los Angeles, o Ocidente declara uma guerra sem precedentes contra essas máquinas sencientes. No entanto, o Oriente não embarca nessa empreitada e segue aceitando que humanos e máquinas convivam em harmonia. Diante dessa nova configuração sociopolítica, o governo dos EUA investe trilhões para construir uma máquina capaz de exterminar o grande criador por trás dessas inteligências artificias. Mas, para isso, eles precisam encontrá-lo primeiro.
Então, eles infiltram um soldado em uma colônia de I.A., que acaba se apaixonando pela filha humana deste deus das máquinas. Porém, seu disfarce acaba sendo descoberto após anos e ele acaba perdendo tudo que tinha. Anos mais tarde, o governo volta atrás dele para guiar um time militar pela região, onde sua ex-esposa supostamente estaria viva e ajudando a esconder uma arma que pode pôr fim à resistência humana. Ele topa, mas logo descobre que as coisas não são bem assim.
Narrativamente falando, Resistência tem um ritmo e uma história que parecem juntar elementos de Logan (2017) e Avatar (2009), reunindo o que cada uma dessas obras têm de melhor. Isso porque o soldado, interpretado por John David Washington, passou anos largado pelo governo, após perder sua utilidade, e acaba embarcando em um tipo de road movie futurista com a grande arma, que nada mais é que uma criança sintética. No entanto, a relação da dupla, que interage ativamente com o ambiente em questão, dá ao longa um aspecto único. A química entre eles é espetacular, transitando entre as situações de empatia e as de conflito com muita habilidade. É o trabalho mais complexo de Washington até aqui e ele lida com ele de forma muito competente.
E a crítica social do filme é muito nítida. Qualquer um que tenha vivido os anos da Guerra do Vietnã ou nos últimos 30 anos da “Guerra ao Terror” vai identificar o mesmo discursinho maniqueísta que os presidentes norte-americanos utilizaram para tentar legitimar invasões que só causavam caos e destruição para os países do Oriente. É uma abordagem muito ousada do diretor, tendo em vista que seu principal mercado é o norte-americano. Ao mesmo tempo, ele aproveita para contar a história por meio de um trabalho estético impecável. Inspirado nos contos orientais e na estética cyberpunk japonesa, Edwards cria um mundo fascinante e crível de tecnologias interativas.
E isso funciona perfeitamente em cena porque a parte técnica desse filme é primorosa! O trabalho de computação gráfica misturado com um time de maquiagem de outro mundo pôde criar pessoas meio humanas meio máquinas extremamente reais. Os robôs mais “clássicos” do filme também são impressionantes. Porque vivemos em tempos nos quais parece que já vimos todo tipo de robô nos cinemas, mas o time criativo conseguiu bolar máquinas simples e repletas de personalidade. Para quem curte essas representações de robôs com um visual mais analógico, o filme é um deleite. Você vê cada pecinha funcionando, o que é visualmente fantástico.
Há também uma excelente ambientação desse mundo, fazendo um contraste interessante entre o “mundo humano” e o “mundo das máquinas”. A vida no Ocidente, onde as máquinas foram banidas, é cercada por prédios, pilhas de lixo e pessoas em situação de pobreza, enquanto o Oriente, onde humanos e robôs vivem em paz, há uma conexão muito maior com a natureza, por exemplo, mostrando um caminho mais ecologicamente correto e mais de acordo com um mundo melhor. Não a toa vemos várias famílias, crianças brincando felizes em escolas e coisas do tipo. É uma forma sutil de realmente questionar o público acerca dos rumos que a sociedade toma, enquanto te faz refletir sobre a humanidade dos personagens em tela.
Por fim, o elenco de apoio, composto por Ken Watanabe e Gemma Chan cumpre bem seu papel, sem roubar o destaque da dupla principal, mas ainda assim marcando quem for assistir. Essa parceria entre Watanabe e Edwards, inclusive, é bem antiga e vem rendendo bons frutos para ambas as carreiras.
Resistência é um longa único que consegue abordar temas polêmicos em uma ficção repleta de questionamentos morais, disposta a debater o que é o amor e o que faz de um ser humano… Bem, humano. Ah sim, por ser um filme no qual a construção do mundo e sua estética são muito importantes, vale a pena pagar um pouco a mais para conferi-lo em uma sala IMAX. Há muitos detalhes para ver e o telão mais amplo engrandece e muito essa experiência, além de contar com um sistema de som mais potente, que casa perfeitamente com as cenas de combate.
Com estreia prevista para esta quinta-feira (28), Resistência é a melhor ficção científica de 2023.
No finalzinho dos anos 1970 a Disney Company lançou um programa seriado na televisão voltado para as crianças, que recebeu o nome de ‘Os Muppets’. O programa passava basicamente na televisão dos Estados Unidos, e fez muito sucesso lá durante os vinte anos seguintes, uma época pré-internet, pré-globalização e com os efeitos especiais do audiovisual basicamente realizados através de efeitos práticos. Ou seja, muito antes de raios e explosões surgirem na tela verde criando um universo gráfico, a galera da produção confeccionava marionetes e bonecos de pelúcia cujos movimentos eram direcionados por seres humanos, criando uma ilusão nas crianças que, entretidas, aceitavam a aventura de criaturinhas que falavam como seres humanos, mas que não se pareciam nem um pouco conosco. Porém, com a virada do milênio e o avanço da tecnologia no ramo do audiovisual, esse tipo de técnica ficou presa no passado nostálgico, agora resgatada pela mesma Disney com a série ‘Muppets e o Caos Elétrico’, que chega a partir no próximo dia 10 na DisneyPlus.
Nora (Lilly Singh) trabalha em uma grande gravadora que, no passado, impulsionou a carreira de muitos artistas, mas, agora, está prestes a falir. Quando sua chefe pede que ela destrua contratos dos músicos ela descobre o contrato do grupo Caos Elétrico, que, para a sua surpresa, está devendo um disco inédito para a gravadora. Numa tentativa de salvar o próprio emprego e mostrar à sua chefe que ela é capaz de administrar a carreira musical dos artistas, Nora corre atrás do grupo, exigindo-lhes a gravação do disco prometido, e isso trará à tona não só lembranças de outros tempos, como também muitos desafios sobre os tempos atuais.
Inspirada nos personagens de Jim Henson a série é dividida em dez episódios com menos de 30 minutos cada. Uma das coisas mais legais é a participação especial de diversos músicos e artistas de verdade, como Danny Trejo, Tommy Lee eLil Nas X, que participam como depoentes como se tivessem conhecido o grupo dos Muppets de verdade, misturando ficção e realidade. Isso sem contar, claro, a trilha sonora, que é maravilhosa e transporta o espectador para o melhor do rock dos anos 1980.
Tendo atravessado tantas décadas, é claro que muitas vezes os roteiristas e os personagens disseram e fizeram coisas que hoje não estão sendo mais toleradas publicamente. A própria Disney chegou a tomar uma importante decisão de, em vez de retirar do ar os episódios problemáticos de suas produções, optou por deixá-las na programação, porém com um aviso de que elas faziam parte de um contexto de época que hoje não representam os valores da empresa. Isso incluiu vários episódios de ‘Os Muppets’, portanto, a nova série ‘Muppets e o Caos Elétrico’ também funciona como uma espécie de redenção a esses personagens que fizeram muito sucesso naquele país e que ajudaram a propagandear muitas bandas dentre a juventude.
Embora aqui no Brasil os personagens que tenham feito mais sucesso são os mais infantis/carismáticos, como o sapo Caco e a porquinha Piggy, o núcleo musical de ‘Os Muppets’ era um pouco mais adulto – talvez por isso a chegada de uma série focada nesses personagens, aqui no Brasil, não ganhe tanta repercussão. Mas, para quem é fã da boa música, é um programa de entretenimento para lembrar dos bons tempos da infância no rock’ n roll e apresentar outras técnicas de animação à garotada atual.
Parece que James Wan está fazendo a “linha tímida” sobre os rumores acerca do spin-off de ‘Aquaman’, que focará nos monstros da Trincheira.
Durante uma discussão no Twitter, um dos usuários comentou como o filme ao redor da Trincheira seria similar aos da franquia ‘Invocação do Mal’. Especificamente, ele citou como os produtores pegariam um objeto ou criatura assustadora e criaria uma narrativa inteira em cima disso. E caso os rumores se concretizem, é possível que a Warner Bros. faça exatamente isso.
Em resposta, Wan declarou que durante os primeiros estágios da produção de ‘Aquaman’, ele se apaixonou pela Trincheira e esperou poder explorar esse aspecto do universo subaquático bem mais. Para completar, ele disse que não estava confirmando ou negando que o projeto estava em desenvolvimento.
During the early stages of preproduction, I fell in love with the Trench and its designs… and secretly hoped to explore this world further/more. (Now, I’m not confirming or denying this project 😉
De acordo com o site The Hollywood Reporter, Warner e DC estão focando em um possível spinoff baseado na Trincheira, local que abriga as criaturas “alienígenas” que vivem nos oceanos e que outrora foram considerados atlanteanos. Na mesma matéria, é reafirmado que Wan, Jason Momoa e os estúdios não tiveram nenhuma discussão séria envolvendo uma sequência direta de ‘Aquaman’.
O derivado será chamado de ‘A Trincheira’ e os roteiristas Noah Gardner e Aidan Fitzgerald foram cotados para assinar o roteiro. Diz-se que o spin-off não terá o elenco original de ‘Aquaman’.
Da Warner Bros. Pictures e do diretor James Wan, insurge uma nova aventura cheia de ação que explora o vasto e surpreendente mundo submarino dos sete mares. ‘Aquaman’ estrela Jason Momoa como o personagem-título. O filme conta a história do meio-humano, meio-atlanteano Arthur Curry, levando-o em uma jornada que não apenas o forçará a encarar quem realmente é, mas também o fará descobrir se ele é digno de ser quem deve ser… Um rei.
Segundo a Variety, Ava DuVernay já encontrou seu próximo projeto: a aclamada cineasta ficará responsável pela adaptação da HQ ‘DMZ’ para a Warner Bros. e HBO Max.
A história é ambientada num futuro não tão distante no qual uma guerra civil transformou a cidade de Manhattan em uma zona desmilitarizada que se isolou do resto do mundo. Nesse cenário, uma médica está desesperadamente procurando por seu filho enquanto lida com gangues, milícias e lordes do crime.
As gravações do episódio piloto começam nos primeiros meses de 2020, indicando que o projeto será rodado antes de DuVernay migrar definitivamente para a DC e dirigir o aguardado ‘Novos Deuses’.
A cineasta, por sua vez, recentemente comandou a aclamada minissérie ‘Olhos que Condenam’ para a Netflix. Seus outros créditos incluem o drama indicado ao Oscar ‘Selma’, a adaptação cinematográfica de ‘Uma Dobra no Tempo’ e o documentário ’13th’.
A Sony Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores de ‘Bloodshot’, em que o diretor Dave Wilson explica o processo de filmagem da adaptação.
Confira:
Com a crise da epidemia de Coronavírus, a grande maioria dos cinemas nos EUA fecharam, o que resultou em uma estreia decepcionante do longa nas bilheterias.
Tentando remediar os danos, a Sony irá disponibilizar a compra digital de ‘Bloodshot‘ em lojas do iTunes, Now e outros serviços.
“A Sony Pictures está comprometida com a exibição nos cinemas e nós apoiamos o tempo de espera [para o lançamento digital]. Essa é uma situação sem precedentes em que os cinemas do país se encontram fechados e ‘Bloodshot’ está inalcançável ao público. Os espectadores agora terão a chance de comprar o filme e vê-lo em casa, onde nós devemos passar O tempo. Estamos confiantes que – como outros negócios que foram atingidos de forma pesada pelo vírus – os cinemas voltarão com ainda mais força, e nós estaremos lá para apoiá-los.”
A adaptação de ‘Bloodshot’ arrecadou apenas US$ 10.5 milhões em seu primeiro final de semana nos EUA, pois causa da epidemia de Coronavírus, que foi responsável pelo fechamento da maioria dos cinemas do país.
No mercado internacional, a produção se saiu um pouco melhor, com US$ 15.1 milhões através de 50 mercados (conquistando o topo em metade deles), totalizando uma estreia global de US$ 25.6 milhões.
É um começo morno para uma produção que custou US$ 45 milhões.
Sobre o resultado abaixo do esperado, a Sony Pictures declarou que foi causado por uma “época desafiadora, marcada pelo fechamento de diversos cinemas em múltiplos mercados”.
O público deu ao longa uma nota B.
O longa já está em exibição nos cinemas nacionais!
Uma bala atravessando a cabeça de sua esposa é tudo o que Ray Garrison (Vin Diesel) consegue ver antes de sua morte. Quando acorda, também se torna a única coisa que consegue se lembrar. Garrison não está morto, mas também não está vivo da forma tradicional. Ray acabou sendo utilizado como cobaia para o experimento do Dr. Emil, que substituiu seu sangue por uma nano tecnologia que lhe permite se recuperar de graves lesões. A partir desse momento, Ray Garrison se torna o poderoso Bloodshot, uma máquina de matar que tenta se lembrar de seu passado e buscando vingança por acontecimentos recorrentes em seus pensamentos.
A série de seis livros mistura horror e fantasia e é ambientada em um cenário contemporâneo. A narrativa gira em torno de pessoas normais que se envolvem com eventos misteriosos e arrepiantes.
Friel será Mary, uma psicológica brilhante que ganhou fama ao desmentir teorias que não são comprovadas cientificamente. Gavron será Simon, um lindo e carismático jovem homem que se torna amante de Mary e a convence de que tem a capacidade de conversar com os mortos – incluindo seu filho de sete ano que faleceu devido a leucemia.
Robertson será Jenna, uma garota hipersensitiva que sofre de misofonia, enquanto Vazquez dará vida a Bennett, um assassino profissional que se envolve com perigos sobrenaturais.
O drama ‘A Voz Suprema do Blues’, original da Netflix, já é considerado um dos melhores filmes de 2020, principalmente por marcar a despedida do falecido astro Chadwick Boseman.
Para promover o longa, a plataforma de streaming divulgou um vídeo de bastidores emocionantes em que o elenco presta homenagem a Boseman.
Chicago, 1927. Em uma sessão de gravação, surgem tensões entre Ma Rainey (Viola Davis), seu trompetista ambicioso (Chadwick Boseman) e os empresários brancos determinados a controlar a lendária Mãe do Blues. Baseado na peça do vencedor do prêmio Pulitzer August Wilson.
A TheCW divulgou a promo oficial de “Family Matters, Part 1″, décimo episódio da 7ª e última temporada de ‘The Flash‘.
Na trama, “Iris é levada ao limite à medida que procura pela misteriosa verdade por trás de Psych. Enquanto isso, Barry começa um novo sistema de treinamento que potencialmente poderia sair pela culatra – com consequências devastadoras. Joe e Cisco tomam decisões drásticas”.
O capítulo vai ao ar no dia 18 de maio.
Confira:
Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.
Barry Allen era um funcionário da Polícia Científica que, ao sofrer um acidente, foi banhado por produtos químicos em seu laboratório e, em seguida, atingido por um raio. Foi a partir disso que ele começou a ser capaz de canalizar os poderes vindos do “Campo de Velocidade”, e se locomover em altíssimas velocidades. Usando uma máscara e um uniforme vermelho, ele começa a usar suas habilidades para patrulhar Central City com a ajuda dos cientistas da S.T.A.R. Labs.
O elenco inclui Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.
A NEON divulgou belíssimos cartazes individuais de ‘Spencer’, cinebiografia da icônica Princesa Diana estrelada por Kristen Stewart.
Confira:
O longa chega aos cinemas em 05 de novembro.
A trama será focada em um único fim de semana na vida da Diana (Stewart), em que ela passou o Natal ao lado da família real na propriedade de Sandringham, em Norfolk, Inglaterra. Foi nesta ocasião que ela decidira se divorciar de Charles, em virtude dos inúmeros rumores de seu caso com a Camila.
‘Jackie‘, de 2016 – também dirigido por Larraín, trouxeNatalie Portman como Jackie Kennedy e o papel futuramente lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.
A WoW divulgou um novo vídeo promocional da 7ª temporada de ‘RuPaul’s Drag Race: All Stars‘, mostrando o icônico e hilário desafio de stand-up comedy do 10º episódio.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.RuPaul’s Drag Race All Stars All Winners photographed by Vijat M in New York on Feb. 24.
Além de ganhar US$ 200 mil, a vencedora será coroada a Rainha de Todas as Rainhas.
A Netflix divulgou um novo cartaz oficial da 4ª temporada de ‘Você’, estrelada por Penn Badgley.
Lembrando que a primeira parte do próximo ciclo estreia em 09 de fevereiro de 2023, enquanto a segunda parte será lançada em 09 de março (um dia antes do previamente anunciado).
Um inteligente gerente de livraria depende de seu conhecimento na Internet para fazer a mulher dos seus sonhos se apaixonar por ele, enquanto ele fica perigosamente obcecado por ela.
A atração marca a estreia do astro em séries de TV, interpretando um agente secreto da CIA prestes a se aposentar.
No entanto, seus planos vão por água abaixo quando ele descobre um segredo de família que vai mudar sua vida, obrigando-o a voltar para o campo de batalha.
Relembre o trailer:
Na trama, Luke (Schwarzenegger) e sua filha (Monica Barbaro) descobrem que ambos têm trabalhado em segredo para a CIA há anos. Ao perceber que todo o seu relacionamento é uma mentira e que eles não se conhecem de verdade, a dupla é forçada a trabalhar junta em uma missão cheia de ação, humor e espiões.
O último episódio da 1ª temporada de ‘Gen V’, aclamada série derivada de ‘The Boys’, já está disponível no catálogo do Prime Video e, agora, os fãs podem maratonar todos os capítulos de uma só vez.
O episódio de encerramento foi ao ar hoje, 03 de novembro.
“‘Gen V‘ se passa na única faculdade da América exclusivamente voltada para super-heróis, administrada pela Vought International. Além de superar seus limites morais nos testes, cada aluno irá competir pelos melhores contratos nas melhores cidades como representantes da companhia. A trama é uma mistura de série universitária e ‘Jogos Vorazes’, com todo o coração, sátira e atrevimento de ‘The Boys‘.”
A produção foi lançada hoje,25 de abril, na plataforma de streaming.
Tem um fantasma insistente que não sai do seu pé? Um demônio roubou suas memórias? Chame os Garotos Detetives Mortos! Nesta série sobrenatural ambientada no universo de Sandman, dois adolescentes se conhecem na morte e fazem de tudo para continuar juntos, incluindo escapar de bruxas más e do Inferno e da Morte em pessoa. Com a ajuda da clarividente Crystal (Kassius Nelson), eles trabalharão juntos para resolver os casos paranormais mais misteriosos do reino mortal.
Inicialmente desenvolvida para a HBO Max, a adaptação dos quadrinhos homônimos de Gaiman (‘Sandman’) encontrou um novo lar na Netflix– e foi lançada como um derivado de ‘Sandman‘.
Rexstrew dará vida a Edwin Paine, enquanto Revri e Nelson serão Charles Rowland e Crystal Palace, respectivamente.
Além do trio, a série também vai contar com Lukas Gage(‘Euphoria’) como Thomas, Rei dos Felinos; Briana Cuoco (‘The Flight Attendant’) como Jenny, amiga e confidente de Crystal Palace; Jenn Lyon (‘Justified’) como Esther, uma bruxa obcecada pela juventude eterna; Yuyu Kitamura (‘Mother Tongue’) como Niko, uma estudante que deseja se juntar aos detetives-fantasma; e Ruth Connell (‘Supernatural”), como Night Nurse, uma entidade demoníaca que guia o fluxo de almas no plano pós-vida.
O roteiro da adaptação é escrito porSteve Yockey (‘The Flight Attendant’), que também será um dos produtores executivos, junto com Greg Berlanti (‘Supergirl’) e Jeremy Carver (‘Patrulha do Destino’).
Beth Schwartz também divide a função de showrunner com Yockey.
Tendo como pano de fundo as elites sociais sedentas por poder, ‘Rivals’ mergulha de cabeça no mundo implacável da televisão independente em 1986, onde os penteados são grandes e as ambições são ainda maiores. Os negócios são feitos nas salas de reuniões e também nos quartos. Ninguém pode ter certeza de quem sairá vencedor. Com cada homem e mulher pensando apenas em si mesmos, o amor verdadeiro pode realmente florescer?
A rapperDoechiiestá de volta com mais uma música inédita.
A vencedora do Grammy lançou no último dia 04 de março a canção “Anxiety”, que havia viralizado em 2023 através do rapperSleepy Hallow, em que Doechii cantava apenas o refrão. Agora, ela retorna com uma versão totalmente diferente – e que conta com um sample da icônica “Somebody That I Used to Know”, de Gotye.
Ouça:
Vale lembrar que Doechii foi uma das grandes premiadas do Grammy Awards 2025.
Durante a cerimônia de vencedores, a cantora e compositora levou para casa o prêmio de Melhor Álbum Rap por ‘Alligator Bites Never Heal’.
Ela se tornou a terceira mulher a levar para casa o prêmio nesta categoria após Lauryn Hill e Cardi B.
A mixtape contou com os singles“Nissan Altima”, “Boom Bap” e “Denial Is a River”.
O projeto contou com produtores como Camper, Childish Major, Kal Banx, Devin Malik e Monte Booker, além de ter conquistado aclame por parte da crítica.
A trama gira em torno de duas mulheres em um prestigiado escritório de advocacia criminal, prometendo mais um mergulho intenso nas tensões psicológicas e de poder que marcam o estilo da diretora.
A NEON também será co-financiadora do projeto, ao lado da MRC e da Republic Pictures — que, por sua vez, cuidará da distribuição internacional.
‘A Place in Hell‘ marca a nova colaboração de Domont com a MRC e a T-Street, após o sucesso de ‘JogoJusto‘, adquirido pela Netflix no Festival de Sundance de 2024 por US$ 20 milhões.
A NEON continua a consolidar sua reputação como uma das distribuidoras independentes mais influentes da atualidade. Em 2025, conquistou sua sexta Palma de Ouro consecutiva com ‘It Was Just an Accident‘, de Jafar Panahi, além de outros prêmios importantes em Cannes com títulos como ‘Sentimental Value‘, ‘Alpha‘, ‘Orwell: 2+2=5‘ e ‘Splitsville‘.
A empresa também adquiriu os direitos de distribuição na América do Norte de ‘Sirât‘, de Oliver Laxe, ‘O Agente Secreto‘, de Kleber Mendonça Filho, e ‘Arco‘, animação premiada com o Cristal de Annecy e estrelada por Natalie Portman.
‘Hacks‘, aclamada comédia estrelada por Jean Smart, continua como uma das melhores produções da televisão contemporânea – e fez bonito durante a cerimônia de vencedores do Critics Choice Awards 2026.
Jean Smartfoi premiada com a estatueta de Melhor Atriz em Série de Comédia, sendo esta sua quarta vitória consecutiva na categoria.
‘Hacks’ conta a história de Deborah Vance (Smart), uma comediante pioneira que agora enfrenta a decadência e a falta de humor. Embora ainda tenha uma porção de contratos milionários em seu nome, sua maior conquista profissional – uma residência em Las Vegas – parece estar por um fio. Determinada a salvar sua carreira, ela contrata uma jovem de Los Angeles para ajudá-la a atualizar seu repertório e, assim, atrair um público mais novo. A roteirista Ava Daniels (Einbinder), de 25 anos, é uma espécie de pária que, assim como Deborah, se vê à beira do abismo. Após ter feito uma piada com o filho gay de um congressista no Twitter, ela perdeu seu emprego e acabou “cancelada” em Hollywood. É exatamente por isso que aceita o convite para trabalhar com Deborah. No início, a mentoria não vai muito bem: Deborah acredita que Ava não tem disciplina nem referências suficientes; já Ava considera Deborah uma mulher grossa, cafona e sem humanidade. Mas elas logo percebem que precisam uma da outra e que esse embate é o ingrediente ideal para uma boa parceria.
‘Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, conta com uma já elogiada canção inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.
Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção ganhou um videoclipe anteriormente disponibilizado apenas no Spotify e, agora, lançado no canal do YouTube oficial da performer.
It’s a *Toy* Story 🤠
You knew it! My new original song “I Knew It, I Knew You” for Disney and @Pixar’s @toystory 5 will be yours on June 5th. I’ve always dreamed of getting to write for these characters who I’ve adored since I was a 5 year old kid watching the first Toy Story… pic.twitter.com/CRdhM5eLBt
Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho, com estreia oficial agendada para 18 de junho.
Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.
A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).
‘Rocketman‘ conta a história da vida de Elton John desde a infância, como uma criança prodígio até a sua carreira de sucesso, passando também por suas lutas contra a depressão e o abuso de drogas, além de lidar com sua orientação sexual.
De acordo com o Collider, a equipe criativa decidiu excluir uma cena em que Elton confronta seu vício em drogas, quando é tentado a uma recaída e consegue resistir ao momento, mantendo-se sóbrio.
A cena não chegou à versão final pois sua luta contra a dependência química é focada em outros momentos do filme, e com mais significado.
Confira:
Assista nossa crítica sobre o filme:
A trama gira em torno da história de ascensão do cantorElton John, de um aluno prodígio da Academia Royal de Música até uma lenda do rock nos anos 70.
A abertura de ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘ mostra o primeiro encontro entre Sam Wilson (Anthony Mackie) e Steve Rogers (Chris Evans), além de acompanhar o herói durante uma missão da SHIELD.
No entanto, o filme iria começar mostrando o Capitão América durante uma batalha da 2ª Guerra Mundial, que teria uma importante ligação com a trama da sequência.
Durante uma entrevista para o Cinema Blend, o co-diretor Anthony Russo disse que a cena acabou cortada porque o filme já estava bem longo.
“Uma das versões do roteiro mostraria o Capitão como um soldado na década de 1940.”, disse ele. “Seria uma cena bastante significativa e teria ligação com o enredo do filme. Decidimos cortar essas cenas dois meses antes do início das gravações porque o filme já estava muito longo.”
Infelizmente, o cineasta não revelou qual seria a ligação das cenas com a narrativa, mas provavelmente seria alguma interação entre Steve Rogers e Bucky Barnes (Sebastian Stan).
Por falar em Bucky, o personagem chegou a ser considerado como substituo do Capitão América em ‘Vingadores: Ultimato’, mas o roteirista Cristopher Markus revelou que Sam se encaixava melhor com os ideias representados pelo Capitão.
Markus compartilhou a revelação em reposta a um fã no Twitter.
Confira:
“Sam foi considerado como substituto do Capitão desde o início ou vocês pensaram em Bucky primeiro?”, perguntou o fã.
Ao que ele respondeu:
“Bucky foi considerado, mas desistimos rapidamente. Capitão América representa o idealismo do que poderíamos ser se fôssemos [pessoas] melhores. Sam é assim. Bucky é algo completamente diferente.”
Lembrando que a trajetória de Bucky será explorada na série ‘Falcão e o Soldado Invernal’.
Confira a sinopse oficial:
Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e SoldadoInvernal’.
Estrelada por Anthony Mackie e Sebastian Stan, a produção deve ser lançada ainda em 2020. Emily Van Camp, Daniel Brühl e Noah Mills completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
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