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Crítica | Pele – Documentário faz um retrato experimental e político da arte de rua de Belo Horizonte

Se o cinema tem um poder diante dos outros modos de expressão artísticas é o de colocar os nossos sentidos para funcionar numa falsa sensação de sinestesia, isto é, vemos e escutamos, mas acreditamos que podemos sentir os odores, gostos e tato do que nos é apresentado. Desse modo, Marcos Pimentel constrói Pele, um documentário experimental sobre a presença do grafite e outras expressões artísticas pelos muros de Belo Horizonte.

Com o desafio de encontrar o seu público e conseguir conectar-se com ele, Pele é uma obra de sobreposição de imagens sem um narrador a dar ligação, pertinência e explicação. O silêncio é uma máxima do trabalho do diretor mineiro — todos os seus curtas-metragens estão disponíveis gratuitamente no site da Embaúba Filmes — e o corte das palavras pode ser amedrontador para algumas pessoas.

Por outro lado, a prerrogativa do cinema é as imagens falarem por si e elas mostram uma cidade expressiva em suas questões de desigualdade social, miscigenação dos povos, os apoios e revoltas políticas e a soma das dores do cotidiano, desde a fome a um coração partido. As frases nos prédios e muros dão um pouco de letra ao barulho dos motores e rodas nos asfalto substituídos em poucos momentos por vozes destituídas de rosto ao grito de suporte ao atual presidente eleito em 2023 e sobre a liberdade do próprio corpo às mulheres.

Seja por escolha política, seja por estética, os momentos se sobressaltam na contínua exposição de figuras, rostos e belas pinturas da cidade. Como um recorte do cotidiano dos moradores e visitantes de Belo Horizonte, o documentário registra momentos de selfie ou de brincadeira de crianças diante da obra de arte — momentaneamente banalizada por eles.

Embora tenha apenas 70 minutos, Pele parece longo pela repetição das imagens permeadas de alguns discursos mais contundentes com supracitados. Os momentos mais eficientes são deixados para as sequências finais, como a destruição de um dos muros por uma retroescavadeira representando ao mesmo tempo a perenidade das arte de rua e a banalidade do trabalho deixado aos olhos de todos. 

O apagamento da arte e essência das ruas foi denunciado no pertinente documentário Cidade Cinza (2003), de Marcelo Mesquita e Guilherme Valiengo. Grafites são partes do cenário urbano das grandes cidades, alguns espaços ganham caráter turístico e encantador como o Beco do Batman, em São Paulo, Graffiti Alley, em Toronto, e Street Art Avenue, ao longo do Canal de Saint-Denis, no subúrbio de Paris. Marcos Pimentel, no entanto, não apresenta Pele para ser um chamariz de Belo Horizonte, mas para ser um movimento político.

As últimas imagens do documentário são dedicadas ao ex-presidente Bolsonaro de forma jocosa e humorada. Em um país dividido  — como constatou-se nas últimas eleições  — é estranho que nenhum discurso de ódio, fascismo e pró-conservadorismo apareça nas ruas. Quem utiliza as ruas para se expressar tem uma identidade única e semelhante? Ou será o recorte do diretor que seleciona os discursos de apenas uma parte do povo da sexta cidade mais populosa do Brasil?  

Com agradecimentos à inventividade, opinião, bom humor, coragem e generosidade dos artistas em evidência no documentário, Marcos Pimentel não utilizou  — infelizmente  — os mesmos elementos para organizar o seu desfile experimental de pinturas, desenhos e escritos. Como um projeto aparentemente desenvolvido do curta-metragem Taba (2010) — do mesmo diretor —, sobre o cotidiano das diversas tribos e territórios de Belo Horizonte, Pele sussurra uma boa proposta, mas perde a atenção do espectador na montagem de maneira “slideshow” sem narrativa.

Lançado em 26 de outubro nos cinemas, Pele está em cartaz em seis cidades brasileiras e chega para locação no site da Embaúba Play em breve. 

Tully

(Tully)

 

Elenco: 

Mackenzie Davis

Charlize Theron

Mark Duplass

Direção: Jason Reitman

Gênero: Comédia

Duração: 94 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 24 de Maio de 2018

Sinopse:

Em ‘Tully‘, Marlo é uma atarefada mãe de três filhos, um deles recém-nascido, que é presenteada com uma babá pelo seu irmão para cuidar das crianças durante a noite. Apesar de hesitar no início, Marlo acaba aceitando e formando um vínculo único com Tully, a jovem e pensativa babá.

Crítica | Tully – Charlize Theron e o lado insano da maternidade (Nota: 10.0)

Curiosidades: 

» Filme do diretor de Juno;

» O filme reúne o diretor Jason Reitman, o escritor Diablo Cody e a estrela Charlize Theron. Todos já trabalharam juntos em Jovens Adultos (2011).

Trailer:


Cartazes:

Fotos:

‘Sherlock’: Rumor indica que 5ª temporada pode estar próxima de acontecer

Após diversos atrasos na produção, parece que a 5ª temporada de Sherlock está muito próxima de acontecer.

Segundo um rumor publicado pelo portal Time Out, que afirma ter conversado com Chris Georgiou, dono do Speedy Cafe, que fornece alimentos e bebidas para produção, ele afirmou que recebeu uma ligação que indica o início das filmagens dos novos episódios

“Não deveria estar dizendo isso, mas ouvi que eles estão voltando para a 5ª temporada”

Apesar disso, o dono do estabelecimento não soube informar a data para o início das filmagens.

O astro de ‘SherlockMartin Freeman contou em entrevista ao The Telegraph que, para ele, quanto maior as expectativas dos fãs da série, menos divertido ficou de fazer o seriado.

“Não é mais uma relação positiva sabe? Não é mais uma expectativa boa. É como se eles nos dissessem: ‘É melhor vocês fazerem isso, c*ralho, ou vocês são uns b*stas. Arruinou toda a diversão”

Esse seria um dos motivos de Sherlock estar há mais de um ano esperando uma confirmação para retornar para a 5ª temporada.

Novas informações recentes, divulgadas pela BBC, confirmaram que a série havia sido oficialmente cancelada.

Os criadores do programa de TV, Steven Moffat e Mark Gatiss, contaram que não havia nenhum plano para a série retornar e que ambos estavam trabalhando em outros projetos no momento.

Agora, Freeman comentou sobre o futuro de Sherlock em entrevista ao Den of Geek. Embora não tenha comentada sobre o cancelamento, o ator não parece muito confiante de que a série irá retornar:

“Estou sem novidades, na verdade. Estamos em um tipo pausa definitiva no momento. Sei como é para vocês ter que esperar. Mas, não, genuinamente não sei nada sobre isso”

Sherlockestreou em 2010, foi um grande sucesso de crítica e público, o que rendeu quatro temporadas.

‘Invasão Secreta’ | Relembre “Colheita”, o penúltimo episódio da série

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu o quinto episódio de Invasão Secreta, evite esta matéria, pois ela contém spoilers

O episódio começa exatamente após os eventos caóticos do anterior. Acompanhando o presidente dos EUA até o hospital, Nick Fury tenta garantir que nenhum Skrull chegará até ele, principalmente James Rhodes. Além da clara preocupação com a vida do presidente, Fury teme que ele caia no plano de Gravik e acredite que o ataque foi orquestrado pela Rússia, que supostamente está trabalhando com os aliens para tomar o controle do mundo. Por isso, o agente repete à exaustão que não foram os russos. Só que ele é vetado de permanecer na sala com o presidente, já que não trabalha mais para o governo e não conta mais com o acesso liberado a tudo que sempre teve. Mas seu trabalho é em vão, já que Rhodes recebe ordens de Gravik e vai ao hospital, de onde expulsa Fury e se prepara para fazer a cabeça do presidente, convencendo-o a entrar em guerra.

Em Londres, Sonya Falsworth assume o controle da Inteligência ao revelar aos agentes que o antigo chefe era um Skrull infiltrado. Em sua posição de poder, ela se une a Fury, que revela que Rhodes também é um Skrull. Sonya ajuda Fury e vai atrás da cientista que foi responsável pela engenharia genética de criação dos Super Skrulls. Após colher as amostras de DNA, ela queima o laboratório para evitar que a tecnologia seja recriada.

Na Rússia, Gravik começa a enfrentar a desconfiança dos Skrulls que lidera, já que temem uma nova liderança “frouxa” de seu povo, considerando que o novo general não matou Fury nas inúmeras chances que teve. Após sofrer uma tentativa de motim, Gravik luta e executa os rebeldes na frente dos outros aliens. Ele também dá as ordens para a execução de Priscilla, que supostamente traiu a causa ao não matar o marido.

Falando em Priscilla, Gi’Ah procura Nick Fury para velar o corpo do pai, Talos. Ele a direciona para sua antiga casa, onde deve falar com Priscilla, que é mais diplomática e conhece os rituais de passagem Skrull. Chegado lá, a ex-esposa do agente acha que Gi’Ah foi enviada por Gravik para matá-la. Porém, após ouvir a explicação da menina, ela deixa de lado o risco que sua vida corre e decide ajudá-la não apenas a enterrar o pai, mas a lidar com o luto. Então, os agentes de Gravik chegam e logo são destroçados pela dupla, que decidiu trabalhar junta.

Por fim, Fury recebe uma ligação de Gravik e vai de encontro a Sonya. Ele revela para a amiga que o alien prometeu abandonar a ideia de invasão da Terra caso o agente entregue a ele as amostras da “Colheita”, o evento em que foi coletado o DNA dos principais Vingadores, para que ele adquira seus poderes e conquiste outros planetas. Sonya não entende, mas Fury decide entregar as amostras e vai até um esconderijo, onde assume novamente seu visual clássico com o tapa-olho, o sobretudo e as armas, se preparando para uma batalha que ainda está por vir.

Agora você está por dentro de tudo que aconteceu no quinto episódio. O último episódio de Invasão Secreta está disponível no Disney+.

Crítica | Sombras de um Crime – Liam Neeson é detetive em Suspense Noir à la Hitchcock

O calendário cinematográfico de 2023 finalmente começou porque o primeiro filme de Liam Neeson do ano chega a partir dessa semana aos cinemas brasileiros. Podemos falar isso com propriedade porque Liam Neeson é um dos caras mais ativos da indústria, lançando filme atrás de filme incansavelmente. Bom, talvez não tão incansavelmente, pois o ator, pela primeira vez em tanto tempo, está levemente trocando de gênero e de personagem, ainda que mantenha a essência do homem bruto. Estamos falando do suspenseSombras de um Crime’, seu mais novo trabalho.

Marlowe (Liam Neeson) é um detetive particular nas ruas da Los Angeles da final dos década de 1930. Após ter perdido o seu distintivo como detetive policial, Marlowe vive de pequenos casos que lhe renda em algum dinheiro sem lhe custar seus valores. Quando uma misteriosa e atraente mulher, Clare Cavendish (Diane Kruger), o procura em seu escritório com muito dinheiro e um único pedido – encontrar seu amante desaparecido – Marlowe fica extremamente tentado a solucionar o caso, que aparentemente parece ser uma coisa simples. Entretanto, durante a década de ouro do cinema hollywoodiano, nada é exatamente o que parece, e a investigação sobre o desaparecimento de Nico Peterson (François Arnaud) pode ser conduzida por caminhos não planejados, colocando a vida de Marlowe em perigo.

Para quem acompanha a carreira do ator, é legal ver Liam Neeson estrelando um filme que sai do foco dos filmes de ação e envereda por outro gênero – no caso, o suspense policial desenvolvido através do subgênero noir. Considerando seus últimos filmes, em que ele fez o papel de um assassino de aluguel já com problemas de memória ou de saúde devido à sua idade e demonstrando visível cansaço em gravar as cenas de pancadaria, enquanto investigador Marlowe Liam Neeson sem encaixa perfeitamente no papel, pois consegue demonstrar a mesma dureza dos outros personagens com os quais costumava trabalhar e, ao mesmo tempo, imprimir aquela desenvoltura típica de personagens tão bem criados na literatura, como o Poirot de Agatha Christie, ou a nebulosidade dos personagens de Alfred Hitchcock.

Um dos melhores aspectos de ‘Sombras de um Crime’ é a produção artística, tanto do cenário quanto da caracterização e o figurino, que, somados ao tom sépia escolhido pelo diretor Neil Jordan, consegue ambientar bem tanto a época quanto a localidade e a temática do filme ao espectador. Baseado no livro “The Black-Eyed Girl”, de Benjamin Black (título que aparece como um filme fictício em um pôster nas últimas cenas), esta não é a primeira vez que o personagem Marlowe é adaptado para os cinemas, mas Liam Neeson incorporou bem a essência do protagonista, imprimindo suas próprias características pessoais, tornando-o nem vulgar nem canastrão demais. E, como pano de fundo, o espectador ainda pode ter um gostinho dos bastidores da Hollywood de início do século 20, pois é neste panorama em que o crime a ser investigado ocorre.

Sombras de um Crime’ é um filme envolvente, ainda que a motivação de seus personagens seja um pouco fraca. Mas quem gosta de filmes noir poderá ser contemplado com uma boa imersão neste ‘Sombras de um Crime’, cuja produção realmente consegue imergir o espectador no clima do filme.

‘Tartarugas Ninjas’: Novo filme será lançado pela Netflix

Ao longo dos anos, As Tartarugas Ninja’ já tiveram diversas entradas para o cinema e para a televisão, principalmente uma quantidade considerável de iterações animadas e um novo filme em live-action em desenvolvimento. Agora, parece que os répteis mutantes irão parar na Netflix.

Ganhando as telinhas em 1984, Leonardo, Donatello, Raphael e Michelângelo ganharam um espaço no serviço de streaming graças a um acordo assinado entre a plataforma e a Nickelodeon. A primeira parte das negociações abre portas para uma série baseada em The Loud House e a segunda, um longa-metragem spin-off baseado em Rise of the Teenage Mutant Ninja Turtles.

Os dois estúdios já estão trabalhando juntos em outros projetos, incluindo Pinky Malinky e também estão produzindo um live-action de Avatar: A Lenda de Aang.

Além disso, a Paramount Pictures contratou o roteirista Andrew Dodge, que tem no currículo apenas a comédia ‘Palavrões‘, para criar um novo reboot nos cinemas – com produção de Michael Bay, Andrew Form e Brad Fuller.

Durante uma entrevista exclusiva ao CinePOP para promover ‘As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras‘, Megan Fox revelou que já havia assinado para o terceiro filme da franquia.

“Eu já assinei [para o terceiro]. Quando você assina para o primeiro, você assina para, tipo, 20 sequências… Eu já estou dentro para fazer, e eu espero que eles façam, pois só tive boas experiências. E estão falando que iríamos para Tóquio, o que seria incrível…”, afirmou.

Assista:

Diretora de ‘O Mandaloriano’ vai comandar projeto do Disney+ focado em Obi-Wan Kenobi

Segundo a VarietyDeborah Chow, conhecida por seus créditos diretoriais na produção ‘O Mandaloriano’, foi contratada para comandar o vindouro projeto spin-off da saga Star Wars que focará em Obi-Wan Kenobi.

A série trará o retorno de Ewan McGregor como o personagem-titular e será produzida pelo serviço do Disney+

A trama será ambientada oito anos após os acontecimentos de ‘Star Wars: Episódio 3 – A Vingança dos Sith‘. Com isso, veremos o Jedi após ele perder seu pupilo Anakin Skywalker, que se tornou o Darth Vader.

Também veremos o que aconteceu com o personagem nos anos em que ele ficou em Tatooine, e a série ainda pode incluir um jovem Luke – que era criança nesse período.

McGregor interpretou Obi-Wan em ‘Star Wars — A Ameaça Fantasma‘, ‘Star Wars — Ataque dos Clones‘ e ‘Star Wars — A Vingança dos Sith‘.

De acordo com o We Got This Covered, Darth Maul deve fazer uma participação na série e não se sabe se Ray Park irá reprisar seu papel como o vilão.

No entanto, está claro que o estúdio tem planos para o personagem, levando em conta seu surpreendente retorno em ‘Solo: Uma História Star Wars‘.

O reencontro entre Maul e Kenobi já foi explorado nas animações ‘Star Wars: The Clone Wars’ e Star Wars: Rebels’.

As séries já tiraram muita vantagem da rivalidade entre o mestre Jedi e o lorde Sith, então resta aguardar para saber como a Disney irá lidar com os personagens.

Crítica | ‘Coletivo Terror’ explora a loucura humana, mas não mergulha de cabeça

Na última década, o estilo antológico destinado anteriormente à literatura parece ter encontrado espaço de sobra na esfera televisiva – e a preferência de vários realizadores e roteiristas está dando frutos: depois, na esfera mainstream, as duas grandes séries de Ryan Murphy (American Horror Story e American Crime Story), que estão no ar até os dias de hoje e já abarcaram uma legião inenarrável de fãs; temos a produção distópica Black Mirror, que vem sido utilizada como um pessimista reflexo da sociedade contemporânea e sua dependência complexa da tecnologia; e, agora, a Netflix nos presenteou com um interessante – apesar de um pouco áspero – show norueguês intitulado Coletivo Terror(cuja primeira temporada tenta palatalizar o sobrenatural de Murphy em narrativas arrepiantes que podem muito bem acontecer).

Os seis breves episódios da meia hora cada são uma sólida adição ao catálogo da gigante do streaming e, mesmo com os claros erros de roteiro e de direção, nos prendem do começo ao fim em arcos bizarros com reviravoltas inesperadas. Mais do que isso, a representação nua e crua da psique humana é trazida à tona como uma das principais premissas – e, caso renovada, esperamos que essa análise ainda superficial não tenha medo de mergulhar de cabeça. A princípio, a escolha dos showrunners Kjetil Indregard e Atle Knudsen em jogar na zona de conforto é compreensível, preferindo valer-se de certas fórmulas para arrebatar os espectadores e prepará-los para algumas escolhas ousadas nos capítulos finais, explorando gêneros que oscilam desde a comédia dramática até o mistério.

O ciclo é bem estruturado e tem um forte início com “Ultimate Sacrifice”, viajando para o interior da Noruega e respaldando-se na cultura viking que ainda marca presença na atualidade. Aqui, Molly (Ine Marie Wilmann) é uma citadina mulher que está tendo dificuldades em se adaptar na sua nova casa, cuja mudança foi consequente à quase falência da família. E, para ajudar, ela lida com estranhos vizinhos que são extremamente apegados aos seus bichinhos de estimação – até descobrir que eles são acalentados e quase venerados por um motivo arrepiante: sacrifício. Na verdade, a cidade possui uma espécie de pedra mágica onde os habitantes fazem oferendas em troca de dinheiro, o que a transforma numa ambiciosa e inconsequente psicopata.

Ao longo dos episódios, percebemos que os breves enredos seguem a mesma linha de raciocínio chocante e surpreendente, refinando-se conforme nos aproximamos do season finale. Temos a história de um esquizofrênico rapaz que inventa em sua cabeça um arco de sequestro ao lado de dois irmãos que simplesmente não existem, culminando num sacrifício acidental que nos tira o fôlego. Logo depois, somos apresentados ao perfeito mundo de Olivia (Dagne Backer Johnsen), uma aspirante à escritora que começa a ser caçada por suas colegas de quarto até descobrir que está presa dentro de um conto (o que eventualmente não faz muito sentido pela forçada metalinguagem, mas logo explica-se com um cruel recomeço).

Coletivo Terror é uma ode à loucura e definitivamente não é guiada pela lógica; na verdade, o time criativo abraça e integra a si mesmo uma emoção gutural e impiedosa que acomete os mais diversos tipos de pessoas, sejam elas membros de uma companhia científica (como na tensão exacerbada de “Lab Rats”), seja numa festa de empresa que é o espaço perfeito para uma vingança (“The Elephant in the Room”, o melhor episódio da série sem sombra de dúvida). Eventualmente, percebemos que a delineação dos microcosmos almejam à originalidade, mas por vezes voltam-se à familiaridades conhecidas e batidas de produções de alto calibre: em “The Old School”, por exemplo, vemos uma recém-formada pedagoga que aceita trabalhar numa escola reaberta após décadas fechada e cruza caminho com um grupo de meninas assassinada que precisa de ajuda para seguir em frente (uma mistura de O Orfanato com Invocação do Mal que não dá muito certo por sua artificialidade).

Ademais, nota-se um apreço estético pelo drama seriado em sua mais pura forma: os enquadramentos e o jogo de campo-contracampo segue o estilo de tantos outras longas-metragens e séries que despontam na esfera audiovisual; mas não faço esse comentário de modo pejorativo. Pelo contrário, as escolhas artísticas auxiliam no entendimento das iterações e funcionam como um convite aberto para simples contos de terror que cumprem, na maior parte do tempo, o que prometem nos entregar desde o primeiro momento – e é isso que a torna um pouco diferente de obras adjacentes. Em outras palavras, não vemos muitos elementos do expressionismo ou arquiteturas excêntricas ou eventos preternaturais; temos a presença essencial do gore, sim, que faz alusão aos slasher dos anos 1980, e isso é tudo.

Coletivo Terror tem um início satisfatório o bastante para nos manter vidrados do começo ao fim e para nos fazer esquecer de seus deslizes; mais do que isso, a primeira temporada prepara um terreno mais que fértil para o futuro, cujas lapidação e cautela podem transformar essa mais nova antologia em uma das grandes séries da década.

‘Mulher-Maravilha 1984’: Kristen Wiig revela que Mulher-Leopardo terá diversas evoluções no longa

Em entrevista ao InStyle, a atriz Kristen Wiig falou que a Mulher-Leopardo, vilã que interpreta no vindouro Mulher-Maravilha 1984’, terá diferentes evoluções conforme o filme se desenrola.

“Não podíamos tirar nenhuma foto. Era quarentena”, ela disse sobre sua experiência no set de filmagens. “Eles têm as coisas em algum lugar. Mas minha personagem tem diferentes evoluções. Posso contar isso”.

Anteriormente, a diretora Patty Jenkins conversou com a SYFY Wire e deu alguns detalhes sobre a personagem, revelando suas motivações contra Diana Prince:

“A Dra. Minerva sofre uma mutação por causa de artefatos místicos, mas isso não faz dela uma vilã, apenas uma azarada. Ela se torna vilã por conta da inveja que tem da Mulher-Maravilha. O que faz ela se transformar em Mulher-Leopardo é sentir que nunca foi tão boa quanto alguém como Diana. Ela me lembra pessoas que têm baixa auto-estima, que estão sempre se colocando para baixo, sabe? Então, quando ela abraça a mudança, surge esse ressentimento acumulado ao longo de todos esses anos.” 

Lembrando que o filme chega ao Brasil no dia 1º de Outubro, um dia antes da estreia norte-americana.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

Marca Fox vai deixar de existir no Brasil e será substituída pela Star

Depois de anunciar mais um serviço de streaming para o Brasil, intitulado Star+, a Walt Disney revelou que a marca Fox deixará de existir na programação televisiva nacional.

A partir de fevereiro de 2021, a grade local não terá mais os canais supracitados, com exceção da Fox Sports, que permanecerá com o título original. Em vez disso, eles serão substituídos por ramificações da plataforma Star.

O Fox Channel se chamará Star Channel; o Fox Life será substituído por Star Life; o Fox Premium 1 passará a ser chamado de Star Hits, enquanto o Fox Premium 2 será Star Hits 2.

O Star+ será exclusivo na América Latina, e será uma extensão do Disney+ para conteúdos com classificação alta, com lançamento previsto para junho do ano que vem.

No Star+, veremos títulos mais adultos do estúdio, como ‘Logan‘, ‘Aliens‘ e ‘Deadpool‘  e produções e séries do Hulu, FXABC.

Aproveite e confira os altos e baixos do Disney+ no Brasil.

Pontos Altos:

Interface interativa

Antes da chegada do Disney+, a discussão que imperava no mercado de streamings no Brasil era o embate entre Netflix e Amazon Prime Video. Enquanto a Netflix tinha a vantagem de estar a mais tempo no mercado e ter uma interface mais intuitiva e organizada, o Prime Video apostava em um catálogo mais extenso e variado, com a chegada de superproduções originais e com filmes e séries de outros países, para tentar se sobrepor a uma interface bagunçada e pouco intuitiva.
O Disney+ consegue unir o melhor dos dois mundos nesse ponto. Além do catálogo ser absurdamente vasto, com materiais para atender a praticamente todos os públicos, ele possui uma interface intuitiva. Ou seja, ela reconhece seus gostos e é fácil de procurar e encontrar as produções que você quer assistir. Isso é fantástico não só para o público jovem, que não gosta de perder tempo, mas também para o público mais velho, que fica confuso procurando filmes e séries no Amazon Prime Video, por exemplo. Bola dentro do Disney+.

 

Catálogo

Atualmente, a Disney é dona de 1/3 do mercado cinematográfico americano, então era de se esperar que as principais franquias estivessem à disposição no catálogo do streaming. Com Star Wars, Marvel, Pixar, NatGeo, filmes vindos da Fox e os clássicos Disney, entretenimento é o que não falta. Além disso, uma série de novos filmes e produções está programada para entrar nos próximos meses.

 

Coleções

Eu pensei em colocar isso aqui no tópico de Interface, mas a verdade é que as Coleções são tão boas que merecem um destaque próprio. Sabendo da vastidão do seu catálogo, o Disney+ conta com organizadores chamados Coleções, onde ele separa seu conteúdo por temas. Se você quiser assistir a um filme das princesas da Disney, não precisa perder horas procurando pelo filme. Basta entrar na coleção Princesas e procurar dentro das opções delimitadas. Quer assistir a um filme do Universo Cinematográfico Marvel? Star Wars? Um live-action dos anos 1960? É só procurar nas coleções.

Mas a categoria na qual fica mais nítida a diferença e o benefício que é ter as coleções é a dos curtas. A The Walt Disney Company produz curtas espetaculares e muitos deles sequer foram lançados no Brasil. Ou seja, com muitas produções inéditas que provavelmente passariam despercebidas, a coleção de Curtas reúne todos eles em um só lugar. E a melhor parte é que há segmentações dentro da própria coleção. Ou seja, se você quiser ver um curta da Pixar, basta entrar na segmentação da Pixar… E por aí vai. É um avanço enorme que ajuda a explorar ainda mais o catálogo do serviço.

 

Polêmica:

Confusão no Rio

Uma das partes mais legais da campanha de chegada do Disney+ ao Brasil foi a exibição de um clipe de alguns minutos que foi projetado no morro do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro. Finalizado com o papagaio Zé Carioca adentrando o morro, o vídeo ficou fantástico, mas causou confusão com a Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro (FEMERJ). Eles alegaram que o Pão de Açúcar não é “outdoor” e que a luz da projeção poderia causar danos ambientais.

No entanto, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMAC) emitiu um comunicado à imprensa rebatendo as acusações da Federação ao esclarecer que a ação foi autorizada após a chegada de um relatório feito por biólogos atestando impacto ambiental mínimo. “Os organizadores do evento deram entrada no Carioca Digital seguindo os protocolos necessários para sua realização”, completou a secretaria, em nota.

 

Decisão Criativa

A polêmica mais famosa dessa chegada do Disney+ foi sobre a adaptação de Hamilton. O filme chegou ao Brasil sem dublagem ou legenda em português. Quando questionada sobre isso, a Disney respondeu que o longa não teria esse tipo de conteúdo em português por conta de “Decisões criativas”. A resposta causou revolta nos fãs do país inteiro, já que a produção era uma das mais aguardadas. Após um tweet do youtuber Imaginago questionando a decisão da empresa, o próprio Lin-Manuel Miranda, criador do musical, desmentiu a afirmação da Disney e se desculpou, em português, pela demora na chegada da legenda ou da dublagem.

 

Pontos Baixos:

Séries e episódios faltando

Uma das coisas mais legais que foram prometidas pelo Disney+ era a presença de filmes e séries que há muito não eram vistos. Infelizmente, grande parte das séries que mexiam com a nostalgia dos assinantes não entraram no catálogo nacional ou vieram incompletas, como é o caso de Lizzie Maguire, que tem o filme, mas não a série, As Visões da Raven, X-Men: Evolution e por aí vai. Ainda há casos de séries que entraram incompletas, como a última temporada de Star Wars: The Clone Wars, que só entrou um episódio, e Os Simpsons, que só contam com as temporadas 29 e 30 no catálogo.

 

Originais

Apesar de ridiculamente bem produzidos e apresentando qualidade inquestionável, as produções originais do Disney+ ainda não justificam a assinatura. A verdade é que em uma semana eu já assisti a todas as produções originais do serviço, como The Mandalorian, O Mundo Segundo Jeff Goldblum, A Dama e o Vagabundo, a seleção de Curtas, os documentários. São produções impecáveis e de muita qualidade mesmo, mas ainda são muito poucas para uma assinatura de R$27,90 por mês. A tendência é que elas aumentem, já que o serviço, por exemplo, será peça fundamental do Universo Cinematográfico Marvel na Fase 4. Ah, vale destacar também que há séries originais, como High School Musical: The Musical: The Series e Bis!, que estão adicionando episódios novos a cada semana. Um formato que deve ser explorado para as séries originais.

 

Lançamento de um novo serviço

Ok, essa aqui pegou muita gente de surpresa, já que essa galera pensou que o alto preço do Disney+ já envolveria todo o conteúdo possível numa plataforma só. No entanto, nessa semana, a Disney já começou a fazer perfis nas redes sociais para o lançamento do Star Plus, que vai contar com produções mais adultas, como os filmes do selo Searchlight, conteúdos vindos do Hulu e produções da Fox. A ação já levantou protestos nas redes sociais.

 

Ou seja, o Disney+ estreou com todos os pontos bons e ruins que uma plataforma streaming pode ter. Porém, a tendência é que eles expandam o catálogo com novas produções originais e ainda surfe bastante nessa empolgação do lançamento. Quem assinou deve explorar ao máximo o catálogo, porque tem muitas coisas boas mesmo à disposição. Quem ainda não assinou, talvez economize um pouco esperando pela chegada dos novos originais.

‘Ragnarok’: 2ª temporada ganha teaser trailer incrível; Confira!

A Netflix divulgou hoje (10) o teaser trailer oficial da 2ª temporada da série nórdica Ragnarok, que tem estreia marcada para 27 de maio.

Confira, junto às imagens:

A trama acontece na pequena cidade fictícia de Edda, no meio do vasto e cativante campo da Noruega, e é um drama moderno sobre a chegada à idade adulta, ambientada numa escola do ensino médio e misturada à mitologia nórdica.

“É um prazer enorme estar envolvido na criação da nova série norueguesa para a Netflix. Acreditamos que os nórdicos têm a sua própria voz quando se trata de contar histórias, e gostaríamos de ajudar a provar isso com esta série, escrita por uma equipe nórdica com roteiristas da Noruega, Suécia e Dinamarca”, disse Adam Price, idealizador da série.

O elenco inclui David Stakston, Jonas Strand Gravli, Theresa Frostad Eggesbø, Herman Tømmeraas e Emma Bones.

Menino controla o futuro através de desenhos no trailer do terror ‘Marionette’; Confira!

S&R Films divulgou o trailer oficial de ‘Marionette’, novo terror que gira em torno de uma criança que consegue controlar o futuro através de desenhos arrepiantes.

Confira:

O filme é dirigido por Elbert van Strien (‘Two Eyes Staring’).

Pouco depois de perder o marido em um acidente de carro aparentemente aleatório, a psiquiatra infantil Marianne Winter começa uma nova vida na Escócia. Lá, começa a tratar um garoto de dez anos que diz conseguir controlar o futuro através de seus desenhos. Quando suas gravuras começam a se tornar realidade, Marianne dá início a uma obsessão que irá destruir sua vida e o que acredita ser verdade.

Thekla ReutenPeter MullanElijah Wolf estrelam.

‘Marionette’ estreia nos Estados Unidos em 03 de novembro, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

‘9-1-1: Lone Star’: Atriz da série derivada deixa o elenco após duas temporadas

Más notícias para os fãs da série 9-1-1: Lone Star’!

Lisa Edelstein, que interpreta Gwyneth Morgan no spin-off, deixou o elenco da produção depois de duas temporadas (via ComicBook.com).

Na derivada, a atriz deu vida à esposa de Owen Strand (Rob Lowe) e, de acordo com o episódio exibido na última segunda-feira (“Red vs. Blue”), o filho do casal, T.K. (Ronen Rubinstein), recebeu uma ligação que lhe informou sobre a morte da mãe. Segundo a sinopse do próximo capítulo, Edelstein terá uma parte significativa na trama, mas em flashback.

Em entrevista à Variety, o showrunner Tim Minear comentou sobre o adeus da personagem e revelou que queria que Gwyneth saísse da série de forma inesperada.

“A vida nunca é apenas uma coisa. E é implacável. Queria que a morte de Gwyn acontecesse de uma forma que às vezes acontece – inesperada e sem muita fanfarra”, ele disse. “Vem em um momento em que as coisas para T.K. estão boas. Ele e Carlos estão no próximo nível. Sua família de bombeiros se reuniu. E a morte da mãe muda tudo para ele. Mas também para Owen e Carlos. O modo como TK lida com essa perda e com o luto irá nos dizer muito sobre onde ele está e de onde ele veio”.

O episódio de despedida, intitulado “In the Unlikely Event of an Emergency”, será exibido no dia 28 de fevereiro.

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain e Jim Parrack.

Um novo mistério vai começar no trailer OFICIAL da 3ª temporada de ‘Clube do Terror’; Confira!

Nickelodeon divulgou o trailer completo da 3ª temporada da série antológica ‘Clube do Terror‘ (Are You Afraid of the Dark?).

Intitulado ‘Are You Afraid of the Dark?: Ghost Island‘, o novo ciclo irá estrear no dia 30 de julho.

Confira:

A nova iteração será composta por quatro episódios e contará uma história inédita, que gira em torno de um grupo de jovens que partem no que acreditavam ser uma viagem de férias de verão em uma ilha paradisíaca – apenas para descobrirem que algo sinistro espreita os hóspedes.

Como é de costume, a próxima temporada apresentará novos membros da Sociedade da Meia-Noite, que serão: Kayla (Telci Huyhn), Max (Conor Sherry), Leo (Luca Padovan), Summer (Dior Goodjohn) e Ferris (Chance Hurstfield).

Julian Curtis também estrela a produção como Stanley Crane, gerente do hotel da ilha.

Lembrando que as duas primeiras temporadas do reboot estão disponíveis na Paramount+.

A série é baseada na antologia de terror homônima lançada em 1992.

James Cameron CONFIRMA briga com diretor de ‘O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’

James Cameron é um dos cineastas mais ambiciosos e conhecidos da história do cinema e, em 1984, alcançou sucesso enorme com o impecável O Exterminador do Futuro. O longa-metragem causou impacto tão grande no cenário do entretenimento que rendeu nada menos que cinco sequências – sendo a mais recente intitulada O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio’.

O mais recente capítulo, lançado em 2019, ignorou os eventos dos três filmes anteriores e serviu como sequência direta de ‘O Julgamento Final’. Apesar de uma recepção relativamente sólida (com 70% de aprovação no Rotten Tomatoes), a produção foi um fracasso de bilheteria, arrecadando pouco mais de US$261 milhões contra um altíssimo orçamento de US$190 milhões).

Recentemente, Cameron falou sobre os conturbados bastidores do longa, assumindo a culpa e dando detalhes sobre os conflitos criativos que teve com o diretor Tim Miller.

“Acho que, na verdade, estou razoavelmente feliz com o filme”, ele disse em entrevista ao Deadline“Tim e eu tivéssemos nossas batalhas e ambos falamos sobre isso – mas o mais louco é que ainda somos amigos. O que é estranho. Eu gostava dele antes do filme, não gostava muito dele durante o filme, e eu gosto dele agora. E acho que ele se sente do mesmo jeito. Nós dois somos fissurados em sci-fi e gostamos das mesmas coisas. E eu amo a série dele, ‘Love, Death + Robots’. Mas sim, nós batemos de frente”.

Lembrando que o próximo filme do diretor, ‘Avatar: O Caminho da Água’, chega aos cinemas nacionais em 15 de dezembro.

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

‘The Idol’: Série com The Weeknd e Lily Rose-Depp ganha DOIS novos teasers oficiais; Confira!

HBO divulgou dois novos teasers oficiais de The Idol, série co-produzida pela A24 e estrelada pelo vencedor do Grammy The Weeknd e pela atriz Lily Rose-Depp.

A produção tem estreia agendada para o dia 4 de junho, tanto no canal quanto na plataforma da HBO Max.

Confira:

The WeekndSam LevisonReza Fahim são os co-criadores e produtores do show.

A trama acompanha um guru de autoajuda e líder de um culto contemporâneo que entra em um relacionamento complicado e perigoso com uma estrela da música em ascensão.

Suzanna SonMelanie LiburdTunde AdebimpeSreve ZissisTroye SivanElizabeth Berkley LaurenNico HiragaAnne Heche completam o elenco.

Joseph Epstein entra como showrunner e roteirista principal da obra.

A 1ª temporada será composta por seis episódios.

‘A Idade Dourada’: 2ª temporada da série de época estreia na HBO Max!

A 2ª temporada de ‘A Idade Dourada‘, série de época estrelada por Carrie Coon e Christine Baranski, já estreou na HBO Max.

O novo ciclo foi lançado hoje, 29 de outubro, na plataforma de streaming.

Relembre o trailer:

Lembrando que 13 atores foram recentemente promovidos ao elenco regular do próximo ciclo.

As promoções incluem: Kelli O’Hara como Aurora Fane, Donna Murphy como Mrs. Astor, Debra Monk como Armstrong, Kristine Nielsen como Mrs. Bauer, Taylor Richardson como Bridget, Ben Ahlers como Jack Trotter, Kelley Curran como Turner, Douglas Sills como Baudin, Celia Keenan-Bolger como Mrs. Bruce, Michael Cerveris como Watson, Erin Wilhelmi como Adelheid Weber, Patrick Page como Richard Clay e Sullivan Jones como T. Thomas Fortune.

Thomas Cocquerel, que deu vida a Tom Raiker, não retornará para a 2ª temporada.

A série foi criada por Julian Fellowes (‘Downton Abbey’).

A trama é ambientado nos Estados Unidos, em 1882. A jovem Marian Brook é a filha órfã de um general do sul que se muda para a casa de suas tias rígidas e tradicionais, na cidade de Nova York. Acompanhada pela misteriosa Peggy Scott, ela se envolve na vida deslumbrante dos novos vizinhos, todos estupendamente ricos. Será que Marian seguirá as novas regras sociais ou traçará um caminho próprio?

O elenco conta com Carrie Coon, Morgan Spector, Louisa Jacobson, Denée Benton, Taissa Farmiga, Blake Ritson, Thomas Cocquerel, Simon Jones, Jack Gilpin, Cynthia Nixon e Christine Baranski.

‘Xógum: A Gloriosa Saga do Japão’: Série COMPLETA já está disponível no Star+!

Xógum: A Gloriosa Saga do Japão‘, aguardada série histórica baseada no clássico da literatura homônimo assinado por James Clavell, teve seu último episódio exibido hoje, 23 de abril – e, agora, os assinantes podem conferir a produção na íntegra na plataforma de streaming.

‘Xógum’ se passa no Japão feudal e traça a colisão de dois homens ambiciosos de diferentes mundos e uma misteriosa samurai: John Blackthorne, um marinheiro inglês de risco que acaba naufragado no Japão, uma terra cuja cultura desconhecida acabará por redefinir ele; Lorde Toranaga, um daimiô astuto e poderoso, em conflito com seus próprios rivais políticos perigosos; e Lady Mariko, uma mulher com habilidades inestimáveis, mas laços familiares desonrosos, que deve provar seu valor e sua lealdade .

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A obra conquistou nada menos que 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, baseada em 58 reviews até o momento.

Confira os principais comentários:

“As sequências de ação e batalha são absolutamente impressionantes, repletas de violência brutal e reviravoltas de tirar o fôlego” – Primetimer.

“Com um elenco bem atuado de personagens coloridos, cenários inesquecíveis e um enredo político emocionante, ‘Xógum’ é um dos primeiros candidatos a melhor nova série de 2024″ – That Shelf.

‘Xógum’ é um drama adulto rico, texturizado e até sensível que sabe como encontrar o equilíbrio tênue entre espetáculo e espetacular” – Inverse.

‘Xógum’ deveria ser algo prioritário, pois nos deslumbra com intriga política, cultura e uma intensidade que reúne tudo muito bem” – Screen Rant.

“A série é mais do que outro drama histórico elegantemente encenado, usando três perspectivas distintas para transformá-la em uma reflexão sobre a vida e a morte” – Slant Magazine.

A minissérie, composta por dez episódios, foi criada por Justin Marks, que coassina o roteiro ao lado da esposa, Rachel Kondo.

Marks também entra como produtor executivo ao lado de Michaela Clavell, filha de James.

Hiroyuki SanadaCosmo JarvisAnna Sawai estrelam.

Diretor de ‘Coringa: Delírio a Dois’ sabe que o FINAL do filme vai provocar reações FORTES

Coringa: Delírio a Dois’ chega muito em breve aos cinemas de todo o mundo – trazendo ninguém menos que os vencedores do Oscar Joaquin PhoenixLady Gaga como Arthur Fleck/Coringa e Lee Quinzel/Arlequina, respectivamente.

Após sua primeira exibição no Festival de Veneza, tornou-se um consenso de que o final do filme irá dividir o público – e o próprio diretor Todd Phillips tem plena consciência de que isso irá acontecer.

“Para as pessoas que assistiram a esse filme, no geral… No final, elas ficam sentadas e não se mexem durante três a cinco minutos”, ele revelou ao Slash Film“Então, elas me mandam mensagem, aquelas que me conhecem, ou me mandam e-mail escrevendo: ‘eu preciso de um tempo para processar o filme”.

Phillips continua: “acho que vai deixar você bem desconfortável. Acho que é desconfortável”.

Por fim, o cineasta disse que a sequência “esclarece várias coisas sobre as quais você se perguntava no primeiro filme. Espero que todas sejam respondidas”.

Segundo o jornalista Matthew Belloni, do Puck, o longa-metragem deve arrecadar US$68 milhões em seu primeiro final de semana no mercado norte-americano (via CBM).

O valor é um pouco abaixo do previamente anunciado, US$70 milhões. Vale lembrar que, a princípio, projeções apontavam para uma forte abertura de mais de US$100 milhões.

Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

Confira as principais críticas:

Coringa: Folie à Deux é o filme de Arthur, e Arthur simplesmente não é tão interessante, apesar do esforço que Phoenix faz para retratar o personagem com detalhes mentais extremamente angustiados e físicos de peito afundado.”, Vulture.

“Isso levanta a questão: por que Phillips está tão relutante em aceitar que o filme é um musical? Por que não adicionar um pouco mais de cor, algum floreio ao design de produção?”, Hannah Forte.

Coringa: Delírio a Dois pode ser ambicioso e superficialmente ultrajante, mas, de certa forma, é uma sequência excessivamente cautelosa.”, Variety.

“É surpreendentemente monótono, um procedimento sem sentido que parece desdenhar seu público.”, Vanity Fair.

“O desfecho atinge batidas de história que deveriam encerrar o primeiro ato. O filme também oscila entre gêneros. É um musical, um filme de prisão e, principalmente, um drama de tribunal.”, Irish Times

“Apesar de seu personagem principal fascinante e complexo, o filme é, no fim das contas, monótono e lento, não nos levando a lugar nenhum, lentamente.”, London Evening.

“Phillips e cia. voltaram ao mundo autocontido, sacudiram todo o conteúdo no carpete e… tentaram de novo. O resultado? Bagunçado, sem vida, derivado e exatamente o que você esperaria de um filme que simplesmente não quer, ou precisa, existir.”, Times.

“Embora acabe tão estridente, trabalhoso e muitas vezes completamente tedioso quanto o primeiro filme, há uma melhoria.”, The Guardian.

“No geral, Folie à Deux é tão ousado e perturbador quanto seu antecessor, replicando a ideia das cidades americanas modernas como barris de pólvora aterrorizantes perpetuamente à beira da explosão.”, Independent.

“É um filme triste, pensativo e impressionantemente estranho que usa a teatralidade dos musicais para minar as ambições de seu herói em vez de elevá-las.”, The Wrap.

“Enquanto o Coringa original continua sendo uma exceção impressionante — um raro sucesso de bilheteria com nuances emocionais, temas adultos e um genuíno senso de grandeza — esta sequência não consegue manter o ritmo.”, International Screen

Coringa ainda tem um truque na manga — até mesmo um subtexto sério. O melhor momento vem no final de uma cena incendiária…”, Financial Times.

“Folie à Deux não consegue igualar seu antecessor em termos de impacto estonteante. Mas iguala em tensão horrível de barril de pólvora: é um filme que você sente que pode explodir em chamas a qualquer momento.”, Daily Telegraph.

“Folie à Deux simplesmente dança sapateado no mesmo lugar durante a maior parte de sua execução apática, encadeando uma série de números musicais decepcionantes que são muito óbvios… ou muito vagamente relacionados aos seus personagens para expressar qualquer coisa.”, indiewire

O longa será um musical maníaco. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Oscar 2025 | Sean Baker leva o prêmio de Melhor Roteiro Original por ‘Anora’

Anora, o novo longa de Sean Baker, premiado com a Palma de Ouro no 77º Festival de Cannes, fez bonito no anúncio de vencedores do Oscar 2025.

Baker foi condecorado com a estatueta de Melhor Roteiro Original por seu aclamado trabalho.

O longa alcançou uma impressionante aprovação de 96% dos críticos no Rotten Tomatoes, com base em 57 análises.

anora

Anora é vibrante e repleta de momentos para dar boas risadas, mas não é recomendada para pessoas com pressão alta”, disse Nicholas Barber da BBC.

“A grande estrela do espetáculo é a destemida Mikey Madison, que se entrega de corpo e alma ao papel de Ani, uma personagem desorientada e confusa”, disse Damon Wise do Deadline.

“[Anora] é uma obra muito satisfatória, abordando com habilidade questões de classe, privilégio e desigualdade econômica. O diretor mantém firmemente seu papel como cronista das vidas complexas de uma classe social americana frequentemente invisível”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.

“Baker está adotando um tom e ritmo cômico mais acessível, o que combina bem com ele, mesmo que se sinta falta de um pouco da sua ousadia anterior. Felizmente, ele mantém sua sensibilidade para capturar a humanidade por trás das situações engraçadas”, disse Richard Lawson da Vanity Fair.

“A força visceral que “Anora” consegue gerar entre a urgência coletiva dos seus personagens e o aperto inescapável de suas aspirações acaba desembocando com tanta intensidade que pode te esmagar na cadeira”, disse David Ehrlich do IndieWire.

“Sem nunca abrir mão do seu tom cômico, o filme se transforma em um dos retratos mais honestos e, ao mesmo tempo, emocionantes da profunda fragilidade do nosso mundo moderno”, disse Chase Hutchinson da Collider.

“Baker vai direto ao coração das emoções — e, graças à sua ousadia como cineasta, este filme, o melhor de sua carreira, em toda a sua grandiosidade esmagadora e caótica, exige ser vivido intensamente”, disse Lex Briscuso da IGN Movies.

“Uma jornada agitada onde os momentos de êxtase e desespero são vividos de forma visceral. A verdadeira cereja do bolo da genialidade de Anora, no entanto, é o surgimento de uma autêntica estrela do cinema na impecável Mikey Madison”, disse Yasmine Kandil da Discussing Film.

Relembre a sinopse:

Anora, uma stripper uzbeque-americana cujo chefe frequentemente a arranja com clientes que falam russo. Uma noite, ela conhece Vanya, o jovem rico filho de um oligarca russo que paga para tê-la como namorada por uma semana. Inesperadamente, os dois se apaixonam e fogem para se casar — mas o conto de fadas é ameaçado quando os pais de Vanya descobrem.

Cole Escola, vencedor do Tony Award, é escalado para a animação NATALINA ‘Margie Claus’

Segundo o Deadline, o vencedor do Tony Award Cole Escola (‘Oh, Mary!’) foi escalado para a nova animação da Warner Bros. PicturesMargie Claus.

Escola se junta a Melissa McCarthy (‘Poderia Me Perdoar?’), que será a protagonista titular e produtora do longa-metragem.

Em ‘Margie Claus‘, acompanhamos a adorável e atrapalhada Margie, esposa do Papai Noel, que leva uma vida tranquila e afastada dos holofotes no Polo Norte. Mas tudo muda quando, em plena véspera de Natal, o trenó de Noel desaparece misteriosamente durante uma entrega ao redor do mundo.

Com a missão em risco e o mundo à beira de um Natal sem presentes, Margie decide sair de sua zona de conforto e embarcar em uma jornada épica para encontrar seu marido — enfrentando desafios mágicos, criaturas inusitadas e redescobrindo seu próprio valor. Ao lado de uma equipe de ajudantes carismáticos, ela descobre que também pode ser uma heroína natalina.

Escola será Levi, elfo “braço-direito” de Margie.

A animação chega aos cinemas norte-americanos em 5 de novembro de 2027.

Descrito como um musical animado, o filme será recheado de canções originais, humor pastelão e emoção na medida certa — seguindo a tradição de produções natalinas queridas como ‘O Expresso Polar‘ e ‘Meu Papai é Noel‘.

A nova versão animada de ‘Margie Claus‘ marca uma guinada no projeto original, que foi anunciado em 2017 como um live-action natalino da New Line. Com mudanças de formato e cronograma ao longo dos anos, o projeto renasceu em 2024 como animação pelas mãos de talentos experientes do estúdio.

Shane Prigmore, conhecido por seu trabalho em animações como ‘Coraline‘, ‘O Pequeno Príncipe‘ e como supervisor criativo na Disney Television Animation (Rapunzel, A Princesa Sofia), assina a direção.

Já o roteiro fica a cargo de Ben Falcone (marido e colaborador frequente de McCarthy) e Damon Jones (roteirista de Central de Inteligência, Dead to Me).

McCarthy e Falcone assinam como produtores pela On the Day Productions.

‘Primal’: Spear está de volta no INSANO trailer inédito da 3ª temporada; Confira!

Adult Swim revelou o novo trailer oficial da 3ª temporada de Primal, aclamada série animada adulta criada por Genndy Tartakovsky (‘Hotel Transilvânia’).

O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 11 de janeiro, com transmissão na HBO Max.

A terceira temporada de Primal começa com uma reviravolta chocante que ressuscita Spear em uma nova forma — desprovido de memória e humanidade — e o força a vagar por um mundo brutal e indomável como uma sombra de si mesmo. Enquanto Spear luta contra paisagens selvagens e inimigos mortais, tênues ecos de seu passado começam a surgir, levando-o a um reencontro emocionante e explosivo que testará os limites da sobrevivência.

Confira:

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

Taylor Swift lança a INÉDITA “I Knew It, I Knew You” para a trilha sonora de ‘Toy Story 5’

Toy Story 5’, vindoura sequência da aclamada franquia da Disney/Pixar, terá uma música inédita da vencedora do Grammy e do Emmy Taylor Swift.

Intitulada “I Knew It, I Knew You”, a canção foi lançada hoje, 5 de junho, em todas as plataformas de streaming.

Ouça:

Lembrando que longa contará com sessões antecipadas no dia 17 de junho.

Nesta nova aventura, a personagem Jessie ganhará um papel de destaque central ao lado de Woody e Buzz. A trama promete um embate atual e relevante: os amados brinquedos enfrentarão o desafio de reconquistar a atenção das crianças em meio à crescente dominância da tecnologia e dos dispositivos eletrônicos no cotidiano infantil.

‘Toy Story 5’ deve arrecadar US$ 150 milhões e se tornar a MAIOR estreia da franquia nos EUA

Maisa vai dublar Lilypad, o novo smart tablet em formato de sapo da Bonnie. Para o desespero dos brinquedos de verdade, Lilypad se torna a nova favorita da garota. Completamente despreocupada que sua presença esteja estressando Jessie e os demais brinquedos, Lilypad está sempre muitos passos à frente dos brinquedos tradicionais e tem as próprias ideias para ajudar a garota a se conectar com amigos. A altamente tecnológica Lilypad e a atemporal Jessie parecem completas opostas, mas elas têm um grande ponto em comum: elas farão qualquer coisa para ajudar sua criança. No áudio original, em inglês, a personagem é dublada pela atriz Greta Lee.

Rafael Infante dará voz ao Amigo Rolinho, um desbocado dispositivo tecnológico de treinamento de troninho com todo o glamour de um rolo de papel higiênico e uma atitude que faz jus a seu nome. Com sua criança Blaze tendo passado, há muito, seus dias de treinamento, Rolinho passou anos esquecido, em modo de descanso, na velha cabana de brinquedos dela. Mas, quando ele é inesperadamente recrutado para uma missão importante, esse sabichão consegue pilhas novinhas e uma oportunidade de mostrar do que é capaz. No áudio original, em inglês, o personagem é dublado pelo comediante Conan O’Brien.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 18 de junho.

A produção conta com as vozes de Tom Hanks (Woody), Tim Allen (Buzz Lightyear), Joan Cusack (Jessie), Greta Lee (Lilypad), Blake Clark (Slinky), Ernie Hudson (Combat Carl) e Conan O’Brien (Smarty Pants).

Andrew Stanton (‘Procurando Nemo’) e McKenna Harris são responsáveis pela direção.

Marvel está considerando ator de ‘Shazam!’ para o papel de Galactus

De acordo com o We Got This Covered, Mark Strong e Liam Neeson são fortes candidatos ao papel do vilão Galactus no MCU.

A Informação veio da mesma fonte que revelou o Mandarim como vilão de ‘Shang-Chi’ e a presença do Máscara Negra em ‘Aves de Rapina‘.

No entanto, a Marvel ainda não iniciou o processo de escalação para o personagem, e os astros estão apenas na lista de desejos do estúdio.

Considerando que a introdução do ‘Quarteto Fantástico no MCU ainda vai demorar, outros nomes podem ser considerados para o papel.

Uma curiosidade é que Strong já interpretou Sinestro em ‘Lanterna Verde‘, Frank D’Amico em ‘Kick-Ass’, e o Dr Silvana em ‘Shazam!’

Será que ele vai adicionar mais um vilão ao currículo?

Para quem não se lembra, Galactus apareceu pela primeira vez no cinema em ‘Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado‘ (2007), surgindo como uma nuvem cósmica sem formação, o que desagradou a maioria dos fãs.

Agora resta torcer para que a Marvel introduza o vilão de forma mais ameaçadora e fiel aos quadrinhos.

‘Pantera Negra’ iria usar máscara ao estilo Batman; Confira as artes conceituais!

Em seu perfil do Instagram o ilustrador Jerad S.Marantz divulgou algumas artes conceituais de ‘Pantera Negra‘, revelando os diferentes estilos do traje e da máscara do herói.

Em uma das versões, sua boca e seus olhos ficariam à mostra, ao estilo da máscara do Batman, o que seria completamente infiel aos quadrinhos.

Felizmente, o visual aprovado ficou quase idêntico ao material original.

Na legenda, o artista reforçou que “a representatividade no cinema pode fazer uma grande diferença.”

Confira:

 

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Representation in film can make a big difference. #blackpanther #conceptart #marvel #mcu #wakandaforever

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Falando nisso, os astros do filme estão confiantes de que a sequência será ainda melhor que o original, e Sterling K. Brown disse até mesmo que o longa será comparado com ‘O Poderoso Chefão: Parte II‘.

“É um daqueles filmes onde, honestamente, ele conseguiu construir um legado. Esses personagens e esse mundo que Ryan construiu – que Stan LeeJack Kirby arquitetaram anos atrás – vai funcionar ainda melhor na continuação”, afirmou.

Também empolgado, o astro Michael B. Jordan falou:

“Se todo mundo conseguir voltar, será uma tremenda conquista. As sequências são mais difíceis de se fazer, e acho que criar um mundo e construí-lo é feito de maneira grandiosa dentro do Universo Marvel – mas no cinema em geral, tire a Marvel disso, e as coisas se complicam”, ele acrescentou.

Em outubro do ano passado, Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de Pantera Negra 2, depois de sua entrada excepcional no MCU com a adaptação estrelada por Chadwick Boseman.

O filme também tornou-se o primeiro a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

Lançado em 2018, ‘Pantera Negra‘ arrecadou US$ 1,344 bilhão pelo mundo, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

Confira nossa crítica:

Rede de cinemas decreta FALÊNCIA

Por conta da pandemia do Coronavírus, o ano de 2020 foi uma catástrofe financeira para a indústria cinematográfica, já que diversas salas de cinema foram fechadas ou sofreram com os atrasos nas estreias de grandes títulos.

E esse desgaste ainda trará alguns reflexos ao longo de 2021.

De acordo com a Variety, a rede de cinemas Alamo Drafthouse decretou falência por falta de clientes em suas 40 unidades ao redor dos EUA, principalmente no Texas, onde fica localizada sua sede.

Ainda assim, a companhia está entrando em acordo com novos investidores na tentativa de que seus serviços ainda sejam disponibilizados ao público.

Como parte do acordo, as salas que registravam os menores desempenhos mensais serão fechadas para dar lugar a outros investimentos.

O processo instaurado pelo Tribunal de Falências dos EUA ainda garante 75 dias para que a transição seja posta em prática e vai permitir que o fundador, Tim League, permaneça como dono da empresa, já que ele mesmo faz parte do grupo de beneficiários que compraram ações da Alamo.

Através de um comunicado, Shelli Taylor, presidente da empresa, disse que:

“A Alamo Drafthouse teve um de seus anos de maior sucesso em 2019, quando lançamos nossa primeira sala em Los Angeles, que nos garantiu uma bilheteria que superou todas as outras redes da indústria. Estamos entusiasmados em trabalhar com nossos parceiros e investidores da Altamont Capital Partners e Fortress Investment Group para continuar nesse caminho de crescimento quando a pandemia acabar.

Ela continuou:

“E queremos garantir ao público que não esperamos interrupções em nossos negócios e nem impactos nas operações de franquia, no trabalho dos funcionários e na experiência dos clientes em nossas localidades que ainda estão funcionando normalmente.”

Embora muitos cinemas ainda estejam fechados, diversas salas serão reabertas em Nova York a partir de 05 de março.

De acordo com o JoBlo, o governador Andrew Cuomo garantiu que os administradores de diversos estabelecimentos estão tomando todas as medidas de segurança em parceria com as autoridades.

Em parte do comunicado, ele diz que:

“Os cinemas em Nova York serão alinhados com o resto do estado: 25% da capacidade; não mais que 50 pessoas por sessão; máscaras; assentos designados; distanciamento social; equipe para controlar a ocupação, nada de alimentos durante as sessões. As salas precisam estar conformes os padrões aprimorados de filtração de ar, ventilação e purificação que o Departamento de Saúde especificou.”

Junto com Los Angeles, Nova York compõe um dos maiores mercados de cinema do mundo e representa um ótimo sinal para os estúdios e distribuidoras.

Tanto que muitos estúdios só adiaram suas estreias nas telonas porque ambas as regiões estiveram sob lockdown durante a maior parte do ano passado.

As duas áreas representam os dois maiores mercados de bilheteria dos EUA e, sem eles, os filmes não têm realmente uma grande chance de sucesso financeiro, uma prova disso foram os modestos números de ‘Tenet’ e ‘Mulher-Maravilha‘.

O primeiro arrecadou US$ 363,7 milhões ao longo de quatro meses, a partir de um orçamento de US$ 200 milhões.

A sequência estrelada por Gal Gadot foi orçada no mesmo valor e rendeu apenas US$ 159, 4 milhões, tornando-se o mais recente fracasso entre as adaptações da DC Comics.

Infelizmente, ainda não há previsão para a reabertura das salas em Los Angeles, mas o casos da doença estão caindo consideravelmente por lá… Então as atividades podem voltar ao ‘novo normal’ mais cedo ou mais tarde.

Mesmo assim, a Associação Nacional de Proprietários de Cinema dos EUA elogiou a decisão do governo nova-iorquino.

“Os proprietários de cinemas estão satisfeitos com o anúncio de que os cinemas de Nova York terão permissão para reabrir com segurança. Os rígidos protocolos voluntários de saúde e segurança possibilitaram que os cinemas de todo o país operassem com responsabilidade em limites de capacidade mais altos por muitos meses sem um único surto… “

Agora com a reabertura, esta pode ser a luz no fim do túnel para que a indústria cinematográfica comece a se recuperar após mais de um ano de queda financeira devido à pandemia do Coronavírus.

Produtora de ‘Eternos’ diz que homofobia é a causa dos comentários negativos ao filme

Em pouco mais de uma semana em exibição nos cinemas, ‘Eternos‘ já arrecadou US$ 281,3 milhões pelo mundo.

Mas, como um dos filmes mais aguardados do ano, o longa dirigido por Chloé Zhao (‘Nomadland’) acabou decepcionando a crítica especializada, que bombardeou a produção com comentários negativos.

Tornando-se o filme mais mal avaliado da Marvel Studios, ‘Eternos‘ conquistou apenas 47% de aprovação no Rotten Tomatoes.

No entanto, a produtora Victoria Alonso sugeriu ao Screen Rant que os críticos simplesmente não gostaram por pura homofobia e preconceito contra a diversidade do elenco.

Na trama, Phastos (Brian Tyree Henry) vive um relaciomento gay, já Kingo (Kumail Nanjiani) tem fortes traços indianos, enquanto Gilgamesh (Ma Dong-seok) representa os asiáticos.

Enquanto participava do Outfest Legacy Awards, a cineasta disse o seguinte:

“Nem sempre os críticos vão concordar conosco e tudo bem. Estamos ok com isso. Agradecemos aos críticos por escreverem sobre nossas produções. Os fãs é quem decidirão se o filme é bom ou ruim. Mas, diversidade e inclusão não são um jogo político para nós, é algo com o qual estamos 100% ligados porque você não consegue ter o sucesso global que demos à Walt Disney Company sem o apoio de pessoas ao redor do mundo, de todo tipo de ser humano que existe.”

Vale lembrar que o longa continua em exibição nos cinemas nacionais!

E aí, você já assistiu?

Confira a nossa crítica de ‘Eternos‘:

Crítica | Eternos é o filme mais artístico, complexo e fora da caixinha da Marvel… pelo bem ou pelo mal!

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

Trilha sonora de ‘Avatar: O Caminho da Água’ já está sendo finalizada, revela o produtor

Através do Instagram, o produtor da franquia ‘Avatar’, Jon Landau, divulgou novos detalhes sobre a aguardada sequência.

Na publicação, o cineasta acompanha o processo de pós-produção da trilha sonora composta por Simon Franglen, mesmo compositor do filme lançado em 2009.

O público já se emocionou com o teaser lançado em maio, e com o término das edição nas faixas musicais, é possível que o trailer completo seja divulgado em breve.

Na legenda, Landau escreveu:

“Foi ótimo estar com o compositor Simon Franglen quando ele começou a compor a trilha de ‘Avatar: O Caminho da Água‘.”

Confira:

Lembrando que a sequência estreia em 15 de dezembro nos cinemas nacionais.

E aí, você está curioso para entrar no mundo de Pandora mais uma vez?

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘ começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.    

Dirigido por Cameron, o filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Cameron vem desenvolvendo as continuações há mais de uma década. O estúdio anunciou quatro sequências de ‘Avatar‘, com duas delas já filmadas e as outras duas aguardando o resultado das bilheterias. O cineasta filmou os dois filmes de maneira consecutiva devido à forma como as cenas precisaram ser captadas.

‘Power Rangers’: David Yost comenta sobre representatividade GAY no especial de 30 anos da Netflix

Na década de 90, David Yost, sofreu bastante preconceito por se assumir gay enquanto atuava em ‘Power Rangers‘.

Na época, os fãs não aceitavam a orientação sexual do intérprete de Billy, o Ranger Azul, o que o levou a se afastar da franquia.

Mas agora que a franquia ganhou um especial de 30 anos na Netflix, a trama faz questão de trazer representatividade LGBTQ+, ainda que seja por um breve momento.

Em um determinado trecho do episódio, há uma cena em que a filha da falecida Ranger Amarela Trini, Minh (Charlie Kersh), salva um homem e seu namorado quando eles são perseguidos pelos ‘bonecos de massa’ de Rita Repulsa.

Em entrevista para a Entertainment Weekly, Yost disse que:

“Levou muito tempo para chegarmos até aqui [normalizar casais LGBTQ+ na TV]. Então, contar com essa cena no especial foi ótimo, nós apenas mostramos um casal gay como algo presente no cotidiana, o que eu acho incrível.”

Ao longo da entrevista, ele expressou como o preconceito o fez se sentir mal consigo mesmo por ser um gay atuando em uma série infantil.

“Sendo um ator que estava em um dos programas infantis de maior sucesso na época, às vezes eu ficava envergonhado porque não queria que as pessoas soubessem o que eu estava passando e o que passei. No começo, eu certamente não queria que as pessoas soubessem que eu era gay. Eu me forcei a uma terapia de conversão porque não queria ser gay. E eu realmente lutei e lutei e lutei contra isso. Infelizmente, tive um colapso nervoso e fiquei cinco semanas internado em um hospital e meio que tive que começar o processo de aprender a me aceitar, o que foi muito difícil; demorei muitos anos para me aceitar como gay.”

Yost disse que também ficou muito feliz ao ver a primeira representação gay na franquia em um episódio de ‘Power Rangers: Dino Fúria’, que mostrou a a Ranger Verde Izzy (Tessa Rao) de mãos dadas com Fern (Jacqueline Joe).

Ele acrescentou que a franquia sempre enfatizou a representatividade por conta da diversidade do elenco, mas a representação gay era algo que faltava.

“De muitas maneiras, estávamos à frente de nosso tempo em 1993 por causa do elenco que tínhamos. Todos os nossos personagens eram tão diversos, mas nós realmente mostramos o que era o trabalho em equipe – e que todos nós poderíamos nos unir e poderíamos ser de diferentes origens e poderíamos ser amigos.”

Walter Emmanuel Jones, que interpretou o Ranger Preto Zack, concordou com a afirmação de Yost, dizendo:

“Naquela época, eu era realmente o primeiro super-herói negro na TV em live-action. Então, sendo visto mais 40 países, foi um fator motivador para qualquer um que fosse da minha cor. Eu imaginava muitas crianças pensando: ‘Eu posso ser como ele’. A confiança que isso deu às pessoas, eu acho incrível.”

Lembrando que ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ estreou com 100% de aprovação do público no Rotten Tomatoes.

Entre os críticos, a atração também vem ganhando bastante elogios, como na análise do Comic Book, que diz:

“No geral, ‘Power Rangers: Agora e Sempre‘ oferece o melhor tipo de viagem nostálgica, que reúne todas as coisas que você amou na série original e combina elementos modernos e uma história central que significa algo para a base de fãs e para a franquia como um todo.”

Nas redes sociais, os fãs estão completamente emocionados com o clima de nostalgia e com as homenagens aos falecidos Jason David Frank e Thuy Trang, o Ranger Verde e a Ranger Amarela.

Apesar de curto, o especial foi o bastante para fazer os fãs se sentirem como crianças novamente.

Confira as reações:

“A Hasbro e a eOne têm a honra de dedicar ‘Mighty Morphin Power Rangers: Agora e Sempre’ aos falecidos membros do elenco da série original, Thuy Trang e Jason David Frank.” (via Comic Book).

O especial já havia sido filmado antes da morte de Frank, intérprete de Tommy Oliver, e ele revelou em entrevistas que não estava envolvido em nada do que estava acontecendo com a franquia.

Ainda assim, Tommy parece fazer parte deste episódio, já que o Ranger Verde é visto na filmagem.

Quanto à Trini, seu legado também parece ser uma grande parte do especial, já que sua filha Minh fará sua primeira aparição e provavelmente é quem está no traje da Ranger Amarela (a menos que seja um flashback).

Esperançosamente, é possível que o especial inclua uma homenagem à Frank e Trang através de cenas arquivo… Mas, de qualquer forma, é reconfortante para os fãs saber que o episódio seja dedicado a eles.

A trama acontece no meio de uma crise global, quando os Rangers são chamados para mais uma vez serem os heróis que o mundo precisa. Inspirado pelo lendário mantra ‘uma vez Ranger, sempre Ranger’, ‘Agora e Sempre‘ reforça a todos que, quando você se torna um ranger, você é sempre parte da família.

Abaixo você confere o teaser e as imagens de divulgação desse aguardado encontro:

‘Star Wars: The Clone Wars’: Hayden Christensen apoia série live-action da animação

O 5º episódio da série ‘Ahsoka‘ contou com flashbacks das Guerras Clônicas, trazendo Ariana Greenblatt (‘Barbie’, ‘Vingadores: Guerra Infinita’) como a versão adolescente da Jedi renegada vivida por Rosario Dawson.

Greenblatt atuou ao lado de Hayden Christensen, que reprisou seu papel como Anakin Skywalker, vestindo pela primeira vez em live-action seu traje da animação Star Wars: The Clone Wars’.

Como os fãs já sabem, Ahsoka foi aprendiz Padawan de Anakin durante o período das guerras, e vê-los juntos em carne e osso era o que faltava para tornar a saga ainda mais completa e fascinante.

Durante uma entrevista para a Empire em comemoração aos 25 anos da trilogia prequel de ‘Star Wars’, Christensen disse que adoraria atuar em uma série live-action da animação.

“Quando eu estava me preparando para retornar em ‘Obi-Wan Kenobi‘, fiz uma maratona de ‘Star Wars: The Clone Wars‘ e adorei. Lembro de ter pensando: ‘Caramba, seria tão legal se tivéssemos um pouco disso em live-action’.”

E parece que Greenblatt e Christensen chegaram a conversar sobre um projeto em live action para adaptar ‘The Clone Wars‘.

A informação foi revelada pela própria Greenblatt em resposta a um usuário do Twitter, que escreveu:

“Depois de assistir [‘Ahsoka‘], preciso que Hayden Christensen e Ariana Greenblatt tenham sua própria série de ‘The Clone Wars‘. Meu [Deus], ​​a química entre eles foi simplesmente linda e comovente.”

Ao que a atriz respondeu:

“Muito obrigada pelas ​​​​palavras gentis, rimos e conversamos sobre isso esta noite.”

Confira:

Para quem não sabe, Greenblatt também interpretou a versão mais jovem de Gamora em ‘Guerra Infinita‘ e interpretou a Sasha em ‘Barbie’.

Isso faz dela, junto com Zoe Saldaña (‘Vingadores: Guerra Infinita’, ‘Avatar’), uma das poucas atrizes de Hollywood que já atuaram em filmes que renderam mais de um US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais.

Relembre o trailer de ‘Ahsoka‘:

Ambientada após a queda do Império, ‘Ahsoka‘ acompanha a Jedi renegada (vivida por Rosario Dawson) enquanto ela investiga uma ameaça emergente em um momento de vulnerabilidade da galáxia. Em meio à sua busca, ela terá de lidar com negócios inacabados pelos traumas de suas experiência de mestre e aprendiz ao lado da Mandaloriana Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo) e da lendária piloto rebelde Hera Syndulla (Mary Elizabeth Wintead).

Lars MikkelsenRay StevensonIvanna SakhnoDiana Lee InosantoDavid Tennant e outros também fazem parte do elenco.

Michael B. Jordan reencontra bully do colégio no tapete vermelho de ‘Creed 3’; “Eu era o garoto cafona?”

O astro e agora diretor de ‘Creed III‘, Michael B. Jordan, teve uma surpresa um pouco constrangedora durante a première do filme.

Acontece que uma das entrevistadoras que o abordou durante o tapete vermelho era uma de suas colegas de classe durante o ensino médio, que fazia bullying com ele [via Variety].

“Sabem, a gente se conhece lá do Chad Science em Newark”, disse a jornalista Lore’l do The Morning Hustle para o astro.

O ator, após demonstrar um certo desconforto, declarou “Sim, eu era o garoto cafona, certo?”

A jornalista rebateu dizendo que nunca o havia chamado disso, mas depois admitiu: “Mas sim, [você está] obviamente arrasando aqui… você não é mais cafona.”

Veja o momento:

Para entender melhor a situação, Lore’l contou em seu podcast Undressing Room mais detalhes de quando estudou com Michael B. Jordan no mesmo colégio:

“Sendo honesta, nós o provocamos o tempo todo porque o nome dele era Michael B. Jordan […] e ele não era nenhum Michael Jordan. […] Ele também vinha para a escola com um portfólio [para agências de atuação]”, acrescentou ela. “Nós zombávamos dele tipo, ‘O que você vai fazer com seu portfólio estúpido!?’ E agora olhe para ele!”

Parece que o mundo dá voltas mesmo.

Lembrando que ‘Creed III’ chega aos cinemas em 3 de março.

Confira o trailer juntamente com os cartazes:

 

Creed: Nascido para Lutar‘ (2015) mostrou a jornada de Adonis (B. Jordan), filho de Apollo Creed, ao ser treinado por Rocky (Sylvester Stallone). A sequência foi lançada três anos depois, com Adonis enfrentando um antigo inimigo ligado ao passado de sua família.

Todos os filmes somados arrecadaram mais de US$ 387 milhões nas bilheterias mundiais e apresentaram a franquia Rocky para uma nova geração. O terceiro filme sobre Adonis Creed contará com os retornos de Tessa Thompson e Phylicia Rashad, além de B. Jordan, que desta vez também vai dirigir o título.

No entanto lado, Stallone já havia confirmado que não participaria da nova sequência. A novidade fica a cargo de Jonathan Majors (‘Loki’), que viverá o principal antagonista da trama.

“Bem, é diferente porque na verdade eu recusei. Não sei se havia espaço para mim. Leva em uma direção diferente. Desejo o melhor a eles, que continuem dando socos”, falou Sly.

‘Os Mercenários 5’: Diretor aborda possibilidade de ter Jackie Chan no próximo filme

Scott Waugh, diretor de Os Mercenários 4, recentemente falou sobre a empolgante possibilidade de introduzir a lenda dos filmes de ação, Jackie Chan, no próximo filme da franquia.

O público tem clamado pela participação de Chan na série desde os primeiros filmes, e Scott Waugh reconhece o desejo dos fãs. Em uma entrevista ao JoBlo, ele compartilhou sua perspectiva sobre essa ideia:

“Olha, acho que tudo é possível, e sei que Jackie é um grande fã de Sly. E Sly tem tanta reverência por Jackie também. Acho que se as estrelas se alinharem em suas agendas, o que é sempre tão complicado, realmente esperaria que pudéssemos fazer isso acontecer, porque seria fantástico.”

Os Mercenários 4‘ teve uma pré-estreia desastrosa nos Estados Unidos, arrecadando apenas US$ 750 mil em suas primeiras exibições.

As projeções iniciais indicavam que o longa-metragem poderia arrecadar entre US$ 15 milhões e US$ 17 milhões em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, mas os números da pré-estreia indicam que a arrecadação pode ficar muito abaixo dessa estimativa.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o novo filme debutou com apenas 17% de aprovação, e uma nota média de 3.7/10.

Enquanto alguns críticos disseram que a sequência faz jus ao gênero e rende bons momentos de tiro, porra e bomba, outros argumentaram que a trama chega a ser lamentável e poderia muito bem ser lançada direto em vídeo.

Além disso, foi dito que o elenco veterano parece cansado, enquanto os estreantes não despertam o carisma necessário para manter a franquia viva.

Confira as análises:

“A régua já estava tão baixo, mas este filme consegue ser ainda pior.” – Little White Lies

“Uma ligeira melhoria em relação ao último filme, ‘Os Mercenários 4’ ainda funciona melhor como pôsteres de personagens do que como um filme que você realmente precisa assistir.” – Empire Magazine

“Em um cenário de filmes de ação que recentemente produziu grandes filmes como ‘John Wick 4’ e ‘Missão: Impossível 7’ somente neste ano, talvez seja a hora de ‘Os Mercenários’ se aposentarem para sempre.” – Next Best Picture

“Como uma comédia de filme de ação superviolenta, o longa tem seus méritos, sendo Stallone um deles, mesmo estando ausente a maior parte do tempo.” – Boston Herald.

“‘Os Mercenários 4’ leva a franquia ao seu limite, e esses limites, francamente, não vão muito longe.” – Polygon

“O filme não é surpreendente e não é especialmente ambicioso, mas é ágil o suficiente para superar a maioria de suas falhas.” – The Washington Post

Jason Statham, Dolph Lundgren, Randy Couture e Sylvester Stallone retornam. 50 Cent, Megan Fox e Tony Jaa também fazem parte do elenco.

Eles estão de volta e trouxeram reforço! O lendário grupo de mercenários liderado por Barney Ross (Stallone) tem uma nova missão explosiva: impedir o início da Terceira Guerra Mundial. Quando as coisas saem do controle, Christmas (Statham) e os novos membros da equipe (Fox, 50 Cent e Jaa) são recrutados para impedir que o pior aconteça. Prepare-se para perder o fôlego neste novo capítulo de uma das maiores franquias de ação da história!

Scott Waugh (‘O Poder e o Impossível’) será responsável pela direção, a partir do roteiro escrito por Spenser Cohen e revisado por Max Adams e John Joseph Connolly.

Lionsgate e Millennium Media produzem a sequência.

Antony Starr, o Capitão Pátria de ‘The Boys’, fala sobre possibilidade de entrar para o DCU!

Antony Starr, conhecido por seu papel de Capitão Pátria emThe Boys, abordou os recentes rumores sobre sua possível participação no novo Universo DC de James Gunn. As especulações começaram quando os fãs notaram que os dois se seguiam nas redes sociais.

Em uma entrevista ao ComicBook, Starr falou sobre sua relação com Gunn: “Eu e James apenas jogamos golfe juntos. Ele é incrível. Estou ansioso para ver o que ele fará com o Universo DC. Acho que ele é um diretor, produtor e talento fenomenal. Ele é uma das maiores marcas da indústria, então estou animado para ver o que ele prepara”.

Embora Starr não tenha confirmado ou negado seu envolvimento com o DCU, sua resposta deixou a porta aberta para a possibilidade. Fãs especulam que ele poderia interpretar o Guardião Dourado ou o Caçador de Marte, personagens queridos do universo.

Agendado para julho de 2025, o novo filme do Superman‘ finalmente ganhou sua primeira imagem oficial com o novo traje completo do herói.

Diferente da versão de Henry Cavill, a cueca vermelha volta a compor o visual do personagem.

Além disso, o traje tem também gola alta e um cinto dourado em referência ao uniforme clássico usado por Christopher Reeve no filme de 1978.

“Prepare-se! Superman! 11/07/2025”, diz a legenda.

Lembrando que Superman(anteriormenteSuperman – O Legado’) dará o início do novo Universo Estendido da DC (DCU), trazendo também Nicholas Hoult (‘X-Men – Primeira Classe’) como o vilão Lex Luthor.

Confira o novo símbolo, junto com a primeira foto dos bastidores:

“Quando terminei o primeiro rascunho do roteiro, chamei o filme de Superman: Legacy. Quando terminei o rascunho final, ficou claro que o título era SUPERMAN. Chegando até você em julho de 2025. Feliz aniversário, Clark!”, afirmou James Gunn.  

O longa também incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.