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Sophie Turner e Kit Harington se reúnem no trailer SOMBRIO do terror ‘The Dreadful’; Confira!

O terror ‘The Dreadful‘ ganhou o primeiro trailer sinistro.

A produção marca a reunião entre os atores Sophie Turner (‘Tomb Raider’) e Kit Harington (‘Industry’) após terem trabalhado juntos no épico ‘Game of Thrones‘.

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‘The Dreadful’: Sophie Turner fala sobre desconforto em cenas íntimas com Kit Harington; “Foi nojento”

Ambientada no contexto da Guerra das Rosas, a trama acompanha Anne (Turner) e sua sogra Morwen (Marcia Gay Harden), que vivem uma vida solitária e difícil nos arredores da sociedade. Mas quando um homem (Harington) do passado retorna, ele desencadeia uma sequência de eventos que se tornam um ponto de virada para Anne.

Natasha Kermani (‘Abraham’s Boys: A Dracula Story’) é responsável pela direção e roteiro.

O terror será lançado em VOD pela Lionsgate no dia 20 de fevereiro.

‘Os Caçadores de Mitos’ visitam os bastidores de ‘A Vigilante do Amanhã’; Assista!

O apresentador Adam Savage, do programa de sucesso ‘Mythbusters – Os Caçadores de Mitos‘, foi à Nova Zelândia visitar os estúdios da Weta Workshop para conhecer os bastidores da produção do cyber punk ‘A Vigilante do Amanhã: Ghost In The Shell‘.

Em dois vídeos, ele mostra como os figurinos da Scarlett Johanson e dos demais personagens foram feitos, além de apresentar o trabalho de máscaras desenvolvido com efeitos práticos, sem o uso de CGI. Os materiais foram produzidos para o seu canal no Youtube, Tested.

Confira, sem legendas:

O filme estreia em 30 de março de 2017.

Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.

Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.

Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.

A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).

‘Todo o Dinheiro do Mundo’: Filme passou pela aprovação da família Getty

Todo o Dinheiro do Mundo‘ conta a triste história da família Getty e de como o magnata Jean Paul Getty se recusou a pagar o sequestro de seu neto, que chegou a ser mutilado durante o período em que esteve em cárcere privado.

E em uma entrevista recente, Ridley Scott revelou que a cinebiografia indicada ao Globo de Ouro chegou a passar pelo crivo dos familiares, mais precisamente de Abigail, mãe de John Paul Getty III, na época raptado com apenas 16 anos.

Segundo o diretor, ela assistiu a produção e fez suas observações, pontuando que a obra foi pelo caminho certo.

Disse:

“Você tem que dar o material para a família ler. E de certa forma, eu só queria compartilhar o que criamos. A matriarca da casa – gosto de pensar que de algum jeito ela exerce essa função -, Gail, já está com 82 anos. Eles precisavam ler e meio que aprovar o filme. A mãe já assistiu e adorou! Ainda bem que Gail achou o filme muito bom. Ela ainda pontuou: ‘Você resistiu à algumas coisas que eu pensei que você faria, mas não fez. Nós todos fomos tratados com muito respeito’. Essa foi uma reação muito boa”.

Scott ainda compartilhou que Abigail assistiu a versão estrelada por Kevin Spacey, mas que vai adorar o trabalho realista de Christopher Plummer como John Paul Getty:

“Ela pontuou que o velho era um pouco mais gentil do que mostramos, mas aceitou nossa perspectiva, dizendo ‘eu sei que vocês precisam tornar esse personagem interessante’. E à propósito, até aquele momento ela não tinha visto Christopher Plummer em cena. Eu já tinha terminado a produção e a estava apresentando. Nessa época ela e o produtor Dan Friedkin estavam em Roma e ele conversaram sobre o resultado final. Ela achou o filme ótimo, mas creio que assim que Gail assistir Plummer em ação, ela vai amar. Ela vai se surpreender com ele e vai esquecer o comentário que fez sobre o velho ser mais gentil. Eu creio que Cristopher acertou em cheio nesse aspecto”.

 

 

A decisão de substituir o também vencedor do Oscar é em virtude das inúmeras alegações de assédio sexual contra homens e menores de idade – configurando supostos casos de pedofilia. Em ‘Todo o Dinheiro do Mundo’, Kevin Spacey deu vida ao milionário J. Paul Getty, cujo neto foi sequestrado.

Arnold Schwarzenegger admite ter “passado dos limites” com as mulheres várias vezes

O movimento #MeToo tem transformado a forma como Hollywood trata as mulheres, afetando também todas as demais áreas profissionais, estejam elas ou não nos holofotes.

E durante uma entrevista à revista Men’s Health, o astro Arnold Schwarzenegger foi questionado a respeito do impacto da iniciativa e aproveitou a ocasião para admitir que nem sempre sua conduta em relação às mulheres foi das mais adequadas.

Tomando a responsabilidade para si, o veterano ainda pediu desculpas por seu comportamento no passado, refletindo sobre os efeitos que sua vida política trouxeram nesse sentido.

Disse:

“Quando olhei para trás, eu percebi que muitas vezes passei dos limites e fui o primeiro a pedir desculpas por esse tipo de comportamento. Me arrependo disso e peço perdão. Quando me tornei governador, eu quis garantir que – nem mesmo eu – cometesse esses erros de novo”.

O ator de 71 anos ainda aproveitou a ocasião para reafirmar que sua visão de masculinidade permanece e que isso não afeta o respeito que possui pelas mulheres:

“Eu não mudei minha perspectiva de masculinidade. Eu sou um homem e não alteraria minha visão sobre mim mesmo. A mulher que mais amei na vida foi minha mãe. Sempre a respeite, ela foi uma mulher espetacular. Além disso, sempre respeitei as mulheres”.

 

 

‘Zumbilândia 2’ ganha divertido vídeo com os erros de gravação; Assista!

A sequência ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes‘ chega aos cinemas em breve e a Sony Pictures divulgou um novo vídeo, que traz alguns dos divertidos erros de gravação do longa.

Assista:

Conquistando 81% de aprovação no Rotten Tomatoes, a produção recebeu vários elogios por sua abordagem sangrenta e por trazer de volta a mesma divertida atmosfera do original.

Confira as principais avaliações:

“Trazendo de volta as estrelas do original, à medida que traz uma nova leva de sobreviventes para a narrativa, o filme é bem divertido para aqueles de nós que, ironicamente, acham zumbis reconfortantes em tempos sombrios”. – John DeFore, Hollywood Reporter

“Entre todos os intestinos voadores e crânios sendo esmagados como se fossem melões fora do prazo de validade, ‘Atire Duas Vezes’ possui outro órgão molengo em seu centro: Um grande e bobo coração”. – Leah Greenblatt, Entertainment Weekly

“Depois de 10 anos de espera, teria sido legal ver um filme de zumbi com mais em sua essência do que aquela mesma rotina boba de gente morta”. – Kate Erbland, indieWire

“Sim, sim, é só um filme, você diz. Mas como o título ‘Atire Duas Vezes’ faz referência direta aos video games de atiradores, a sociedade não pode apenas sentar passivamente e aceitar uma atitude que faz piada do pacifismo e reverencia uma violência tão extrema”. – Peter Debruge, Variety

“Todo mundo nas telonas está bem o bastante para fazer isso dormindo, mas ainda assim Harrelson, Eisenberg, Stone, Breslin e Deutch não fazem o trabalho de maneira preguiçosa”. – Michael Phillips, Chicago Tribune

“Se você gostou do primeiro ‘Zumbilândia’, você vai adorar ‘Zumbilândia: Atire Duas Vezes’. É pura diversão, tem cenas de ação sem parar e tem coração. Merece dois joinhas sangrentos de zumbis”. – Brandon Davis, ComicBook.com

 

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Ruben Fleischer retorna à direção, assim como o quarteto do filme original, Emma Stone, Woody Harrelson, Jesse Eisenberg e Abigail Breslin.

A sequência seguirá o grupo carismático de matadores de zumbis após os eventos do primeiro filme, enquanto eles se estabelecem em suas vidas pós-apocalípticas. Eles escolheram um estilo de vida mais luxuoso e decidiram montar um acampamento na Casa Branca. Depois que um desentendimento entre Columbus (Eisenberg) e Wichita (Stone) faz o grupo se separar, Little Rock (Breslin) foge com Berkeley (Jogia), um cara que ela acabou de conhecer.

O grupo então parte para resgatar Little Rock, mas, claro, eles não estão sozinhos no mundo. Novos tipos de zumbis invadiram o mundo, que incluem Homers (burros), Hawkings (inteligentes) e Ninjas (mortais). Ao longo do caminho, Tallahassee (Harrelson) encontra sua partida na forma de uma caçadora de zumbis fodona chamada Nevada. Esta família improvisada terá que usar todas as suas habilidades e seguir as regras de sobrevivência de Colombo se quiserem sair vivos.

Os novatos Zoey DeutchAvan Jogia, Luke Wilson e Rosario Dawson completam o elenco.

Zumbilândia 2‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 24 de outubro.

‘Abracadabra 2’? Sarah Jessica Parker, Kathy Najimy e Bette Midler em foto de evento especial!

As bruxas favoritas do universo da cultura POP vão se reencontrar para um novo evento de celebração do longa ‘Abracadabra‘, intitulado In Search of the Sanderson Sisters: A Hocus Pocus Hulaween Takeover.

E para primeira imagem desse reencontro já está entre nós e traz as atrizes Sarah Jessica Parker, Kathy Najimy e Bette Midler com seus coloridos trajes da comédia de terror, nos bastidores de uma gravação.

A foto foi compartilhada por Midler, por meio de sua conta oficial do Instagram.

Confira:

O evento virtual, que acontece no dia 30 de outubro, reunirá as atrizes para um tributo a esse clássico infantil que se tornou um ícone cultural ao longo dos anos.

Vale lembrar que a aguardada sequência de ‘Abracadabra‘ já foi confirmada e o elenco original deve retornar para a continuação.

Segundo o The DisInsider, as intérpretes das irmãs Sanderson, Bette Midler, Sarah Jessica Parker e Kathy Najimy, já fecharam com a Disney para reprisarem os seus respectivos papéis.

O portal ainda revela que as atrizes chegaram a participar de reuniões via Zoom para as primeiras leituras do roteiro.

Recentemente, em entrevista ao ComicBook.com, o roteirista do longa original, Mick Garris falou sobre o possível retorno do elenco original para a vindoura sequência, explicando que a química de Sarah Jessica ParkerBette MidlerKathy Najimy foi o grande motivo pelo filme ter conquistado uma legião de fãs.

“Estou animado [para a sequência], mas acredito que a principal razão do filme ter funcionado foram as Irmãs Sanderson, aquelas atrizes naqueles papéis, aquelas performances que eu acredito serem a chave da longa vida do filme. Fez um sucesso modesto quando saiu. E acho que elas são o motivo do filme ainda ser conhecido desde quando saiu em 1993. E eu adoraria vê-las retornando. Acho que esse é o plano, mas não sei. Ouvi dizer que é isso o que está acontecendo.”

Adam Shankman será o diretor.

A intenção é lançar a sequência no serviço de streaming Disney+. O projeto ainda está nos estágios iniciais de produção.

Jen D’Angelo, que roteirizou o original, foi contratado para escrever ‘Abracadabra 2‘.

O filme original carrega consigo uma legião de fãs. Lançado em 1993 e dirigido por Kenny Ortega (franquia ‘High School Musical’), a história gira em torno de Max Dennison (Omri Katz), um adolescente que explora uma casa abandonada ao lado de sua irmã Dani (Thora Birch) e sua nova amiga Allison (Vinessa Shaw). Depois de não acreditar em uma história que Allison conta, Max acidentalmente liberta um grupo de bruxas más que morava na casa. Agora, com a ajuda de um gato mágico, as crianças devem roubar o livro de magias das bruxas para impedi-las de se tornarem imortais.

‘Extrapolations’: Meryl Streep, Gemma Chan, David Schwimmer e mais vão estrelar nova série antológica da Apple TV+

A Apple TV+ está desenvolvendo uma nova série antológica, intitulada ‘Extrapolation‘. A produção contará com um elenco estelar, liderado pela aclamada vencedora do Oscar, Meryl Streep.

A produção que será um drama focado nas mudanças climáticas, ainda vai contar Sienna Miller, Kit Harington, Tahar Rahim, Matthew Rhys, Daveed Diggs e Gemma Chan no elenco oficial.

A trama vai explorar como as iminentes mudanças no nosso planeta afetarão nossa relação com o amor, a fé, a vida profissional e pessoal, além da família. A 1ª temporada contará com oito episódios, que serão interconectados.

O papel de Streep ainda segue um mistério, mas a Apple já divulgou dos detalhes referentes aos demais personagens:

Sienna Miller será uma bióloga marinha; Kit Harington dará vida ao CEO de uma gigante industrial, enquanto Tahar Rahim fará o papel de um homem que luta contra a perda de memória.

Matthew Rhys será um incorporador imobiliário, enquanto Daveed Diggs vive um rabino na Flórida. Por fim, Gemma Chan viverá uma mãe solteira e bancária, com David Schwimmer o sendo o pai de uma filha adolescente.

Scott Z. Burns (‘Contágio‘) será o diretor, roteirista e produtor executivo da série.

 

‘F1’: Equipe de som instalou microfones em dutos de ar e escapamentos para capturar sons reais de corrida

Para Joseph Kosinski, diretor de ‘F1’, não bastava mostrar velocidade — era preciso fazer o público sentir que estava dentro do carro. Essa foi a missão dada à equipe de som do filme estrelado por Brad Pitt como o veterano piloto Sonny Hayes, que retorna às pistas para ajudar uma equipe desacreditada ao lado do novato Joshua Pearce (Damson Idris).

Mas havia um obstáculo: nenhum filme havia capturado de forma autêntica o som de um carro de Fórmula 1. Isso porque os direitos de uso dos áudios sempre foram limitados.

“A ideia era que, sempre que estivéssemos com a câmera no carro ou na visão do piloto, o som traduzisse isso — que o público sentisse a velocidade”, explicou o regravador de som Juan Peralta, em entrevista à Variety.

A solução foi técnica e ousada. O mixer de som Gareth John, junto com engenheiros da equipe Mercedes AMG, trabalhou com carros reais adaptados para suportar câmeras e gravadores. Pitt e Idris pilotaram carros de verdade em circuitos reais da F1, como Silverstone e Las Vegas.

Para capturar os sons, foram usados microfones DPA semelhantes aos usados nas transmissões reais da Fórmula 1. Os dispositivos foram presos com braçadeiras plásticas em áreas como escapamentos e dutos de ar.

“Colocamos os microfones o mais perto possível dos escapamentos — o quanto fosse seguro para o equipamento — e testamos vários pontos onde pudéssemos captar um som ‘full-fat’”, revelou John.

Segundo os editores de som Al Nelson e Gwen Whittle, o objetivo era que cada circuito soasse único, com sua própria ambientação. Isso incluiu captar o som dos pneus nas curvas, o eco nas arquibancadas e a reação do público.

No GP de Las Vegas, por exemplo, Whittle notou uma diversidade linguística incomum entre os fãs nas arquibancadas. “Ouviam-se conversas em espanhol, francês, italiano… provavelmente por ser uma corrida nova nos EUA, atraiu muitos fãs internacionais.”

Já no pit lane, o silêncio chamou atenção. “Aqueles mecânicos são ninjas”, brinca Whittle. “Eles não falam. Em dois segundos, fazem o que têm que fazer e somem.”

A proposta do filme é oferecer uma experiência sensorial inédita no cinema, com sons reais, sem dublês e sem simulações sonoras artificiais. “A gente não poderia simplesmente pegar sons de biblioteca. Precisávamos da verdade”, conclui Peralta.

Com a obsessão por realismo técnico — tanto na direção quanto no som — ‘F1’ promete ser não apenas um drama de corrida, mas uma experiência visceral de estar atrás do volante em alta velocidade.

Vale lembrar que o longa já acumulou cerca de US$ 39,5 milhões em três dias (quarta à sexta-feira) em 78 mercados, incluindo sessões pagas antecipadas.

A expectativa é de que o filme dirigido por Joseph Kosinski feche o domingo com US$ 80 a 85 milhões só no exterior, ultrapassando comparativos com outros filmes estrelados por Brad Pitt, como ‘Guerra Mundial Z‘ (US$ 73,8M) e ‘Era Uma Vez em… Hollywood‘ (US$ 64,6M).

Com o desempenho melhor que o previsto também nos EUA, a estreia global de ‘F1‘ deve passar de US$ 140 milhões, tornando-se o maior lançamento de um filme da Apple até hoje.

O longa segue em exibição nos cinemas.

Confira o trailer:

Joseph Kosinski, de ‘Top Gun: Maverick‘, é responsável pela direção.

Apelidado de “o maior que nunca existiu”, Sonny Hayes (Pitt) foi o fenômeno mais promissor da FÓRMULA 1 da década de 1990, até fracassar de maneira espetacular. Trinta anos depois, vive do trabalho como piloto nômade de aluguel, até que é contatado pelo seu ex-companheiro de equipe Ruben Cervantes (Javier Bardem), dono de uma equipe de FÓRMULA 1 em dificuldade e à beira do colapso.

Ruben convence Sonny a voltar à FÓRMULA 1 para uma última chance de salvar a equipe e ser o melhor do mundo. Ele vai pilotar ao lado de Joshua Pearce (Damson Idris), o novato-revelação da equipe, com a intenção de estabelecer seu próprio ritmo acelerado ao time e à corrida. Mas quando os motores aceleram, o passado de Sonny volta à tona, e ele relembra que, na FÓRMULA 1, seu companheiro de equipe é sua competição mais feroz – e não se pode percorrer o caminho para a redenção sozinho.

O elenco ainda conta com Kerry Condon, Tobias Menzies, Emmy Sarah Niles, Kim Bodnia, Samson KayoSimone Ashley.

Reboot de ‘Hellraiser’ ganha data de estreia; Confira!

‘Hellraiser: Judgment‘, filme que servirá de reboot para a franquia, ganhou sua data de estreia. De acordo com uma listagem da Amazon, o filme chegará direto em Blu-ray em 13 de fevereiro de 2018, sendo lançado pela Lionsgate.

Veja novas imagens mostrando o vilão Pinhead.

Heather Langenkamp, que ficou eternizada por viver a mocinha Nancy em ‘A Hora do Pesadelo‘ (1984), ‘A Hora do Pesadelo‘ (1987) e ‘O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger‘ (1994), é quem estrela a produção.

Confira:

 

Os detetives Sean e David Carter estão em um caso para encontrar um macabro assassino em série que aterroriza a cidade. Unindo forças com a detetive Christine Egerton, eles cavam fundo em um labirinto espiral de horror que pode não pertencer a este mundo. Poderia o Julgamento estar esperando para matar suas vítimas assim como espera a chegada de Sean?

Gary J. Tunnicliffe, maquiador do Pinhead em ‘Hellraiser III – Inferno na Terra‘ (1992), será o diretor.

A série do personagem Pinhead já teve oito longas-metragens produzidos, além dos quadrinhos.

Em 2011, Victor Garcia (‘Espelhos do Medo 2’) foi contratado às pressas para dirigir ‘Hellraiser: Revelations‘, lançado direto em DVD. O filme foi feito para que a Dimension Films continuasse com os direitos sobre a franquia.

Hellraiser‘ custou apenas US$ 900 mil para ser feito. A refilmagem deve custar no mínimo dez vezes mais cara.

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‘O Dragão de Gelo’: Livro de George R. R. Martin ganhará longa animado

Segundo o Deadline, a Warner Bros. Animation está desenvolvendo o longa de animação ‘O Dragão de Gelo’, que será uma adaptação do livro de George R. R. Martin, autor de ‘As Crônicas de Gelo e Fogo’.

Martin também será um dos produtores da animação.

Na trama do livro, uma jovem chamada Adara secretamente faz amizade com um raro dragão de gelo. Quando o exército de dragões invade sua cidade, somente seu amigo pode ajudá-la a salvar o mundo da destruição total.

O livro foi escrito em 1980, antes da saga que daria origem à série ‘Game of Thrones’, da HBO. O filme animado ainda não possui data de lançamento.

 

Crítica 2 | Aves de Rapina – Muita Arlequina pra pouco filme

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa chega amanhã aos cinemas do Brasil para inaugurar o ano feminino da DC nas telonas. O filme funciona como uma continuação/ spin off do infame Esquadrão Suicida (2016), mas tenta desvencilhar sua imagem do antecessor, não apenas para se distanciar da imagem negativa, como também prepara o terreno para o futuro da Universo compartilhado da DC nos cinemas.

A trama é focada e narrada pela maluquinha favorita de todos: Harley Queen (Margot Robbie). Não só por ser a personagem mais conhecida do longa, mas por ser a mais participativa mesmo. Ela deixa de lado o papel de coadjuvante – involuntariamente dado a ela em Esquadrão Suicida – para assumir os holofotes como a grande protagonista. Isso é trabalhado de forma orgânica, permitindo mais maluquices, quebras da quarta parede e uma atuação excepcional de Margot Robbie. Mesmo sendo um filme das Aves de Rapina, é a Harley quem dita os rumos da história e joga os outros membros da equipe para segundo plano, quase como um ‘Deadpool’ da DC.

Sim, o medo de muitos era real: é muito mais um filme da Arlequina do que das Aves de Rapina. Nota-se isso pela relevância da protagonista, que aparece em todos os frames do longa e também pela caracterização e cenários. Tudo remete a ela. Por um lado, isso é bom, já que a palhacinha do crime ganha um belo desenvolvimento. Por outro, é um filme de equipe, né? Apesar de todo o elenco estar fantástico, as personagens poderiam ser melhor exploradas. Quem mais consegue se sobressair ante o protagonismo absurdo da Harley é o Máscara Negra de Ewan McGregor. Ele consegue ser ameaçador e cruel, como nenhum outro vilão da DC havia sido até agora neste universo DC. É o protagonista de algumas das cenas mais pesadas e divertidas do longa.

Falando no elenco, o casting foi perfeito. As meninas dão show nos respectivos papéis e entregam atuações recheadas de carisma. Quando a equipe se une então… Percebe-se que o elenco tem muita química e que a possível continuação pode render um baita filme.

A diretora da aventura é Cathy Yan, que não tinha um trabalho de tanto peso até ‘Aves de Rapina‘, se perde um pouco. A escolha de usar a narração da Harley para introduzir as personagens é acertada no primeiro ato, mas acaba ficando repetitiva quando estamos na metade do filme e ainda temos personagens sendo introduzidos do mesmo modo. Isso causa um sentimento de cansaço no meio do segundo ato, quebrando completamente aquele ritmo frenético do início.

Entretanto, as coreografias de luta são ridiculamente bem ensaiadas, e a escolha por planos mais longos ajuda a aumentar o sentimento de equipe e trabalho em grupo. Quando ela decide colocar ação em cena, o filme engata de uma forma incrível. Ainda falando de ‘Esquadrão Suicida‘, ‘Aves de Rapina‘ segue o padrão de mesclar suas cenas com músicas populares. É uma trilha sonora fantástica que é encaixada de forma excepcional por Cathy, muito diferente das canções largadas por David Ayer lá em 2016. Aqui, as músicas dialogam com o que está em tela.

Enfim, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa é um filme que realmente lembra as histórias em quadrinhos semanais. Daquelas que você compra na banca, lê uma trama divertida, mas sem muita relevância, enquanto espera pela revista da semana que vem, que vai estabelecer o futuro da HQ. É um filme legal que mostra o nascimento de uma franquia em potencial. Porém, como fica um gostinho de “queria ver um pouco mais dos outros membros da equipe”, a possível sequência parece ser bem mais interessante do que esse.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa estreia em 6 de fevereiro de 2019.

Crítica | Upload – Espetacular e Deliciosa Série Futurística da Amazon Prime

Pronto. Agora que consegui sua atenção vou explicar as razões pelas quais você não pode deixar de ver essa série, que acabou de estrear no streaming da Amazon Prime.

Numa deliciosa mistura de comédia com drama de ficção-científica e uma pitadinha de suspense, a série ‘Upload’ aborda o tema da vida após a morte de uma maneira leve e –  ainda que não exatamente original e bastante ficcional –, de uma maneira bastante próxima da realidade, caso algum dia isso seja possível de acontecer.

Em um futuro não muito distante, a sociedade vive totalmente imersa na tecnologia da realidade virtual (VR), e isso inclui todo tipo de relacionamento interpessoal – até mesmo após a morte. Dentre carros automatizados e inteligentes e serviços de entrega via drone, a tecnologia mais buscada pelos cidadãos é o upload: um método de descarrega da alma e da consciência em um avatar virtual, através do qual a pessoa viveria para sempre em uma espécie de ‘The Sims’. Só que, assim como na vida real, as pessoas pagariam por esse benefício da projeção virtual de seu avatar após a morte, e, dependendo do plano de benefícios a pessoa poderia viver eternamente numa realidade virtual bem tosca e limitada ou poderia pagar bem mais por um plano top de linha e viver em Lakeview, o Paraíso mais luxuoso ao qual somente as pessoas endinheiradas têm acesso.

É nessa realidade que conhecemos o jovem programador Nathan Brown (Robbie Amell), que namora a riquinha Ingrid (Allegra Edwards). Um dia, Nathan sofre um misterioso acidente de carro e, diante da possibilidade de perder a vida, acaba topando a proposta de Ingrid de ela pagar pelo upload dele para o paraíso de Lakeview, só que, o que inicialmente parecia uma boa ideia para se salvar se revela um péssimo investimento, afinal, Nathan se dá conta de que passará a eternidade preso à uma pessoa de quem nem gosta tanto assim e, pior: que, por ela estar pagando o plano, Ingrid tem total controle sobre a vida póstuma dele.

É claro que tem muito mais em ‘Upload’ do que apenas essa pincelada que demos aqui, e isso é apenas um dos grandes méritos do argumento de Greg Daniels (de ‘The Office’), que escreveu o roteiro junto com outras sete pessoas. Com dez episódios de média de 30 e poucos minutos de duração, cada capítulo possui uma grande reviravolta na trama, gerando um gancho que não permite outra alternativa ao espectador a não ser assistir ao próximo capítulo. Alternando diversos gêneros, o roteiro dosa bem a proporção de cada um sem sobrecarregar a série, e ainda encontra formas hilárias de embutir propaganda de empresas patrocinadoras (ou não) da vida real, fazendo trocadilho com o nome delas (fiquem de olho quando elas aparecem, pois nem sempre é tão evidente).

Outro ponto de destaque é o entrosamento do elenco, especialmente a dupla Aleesha (Zainab Johnson) e Luke (Kevin Bigley), protagonistas das cenas mais hilárias da série. Destaque também para a equipe de efeitos visuais e especiais, que conseguiu sobrepor com muita competência as realidades virtuais e reais em um mesmo plano sem transparecer o truque ao espectador. Não parece, mas para conseguir esses efeitos ‘Upload’ teve um orçamento bastante elevado.

Upload’ é uma excelente série para se entreter sem sentir o tempo passar. Cada episódio irá te surpreender até o último minuto, e você vai rir, se apaixonar e torcer pelos personagens como se fossem pessoas reais.

‘Vidro’: Sequência de ‘Corpo Fechado’ e ‘Fragmentado’ ganha novo clipe; Vem ver!

Vidro‘, sequência de ‘Corpo Fechado‘ e ‘Fragmentado‘, ganhou um novo clipe intrigante.

Confira:

Oi? M. Night Shyamalan filmou cenas de ‘Glass’ no Brasil; Veja foto!

Após os eventos de “Fragmentado”, Elijah Price (Jackson), também conhecido como Mr. Glass, descobre que David Dunn (Willis) está perseguindo Kevin (McAvoy) e sua figura super-humana, A Fera. Em uma série de encontros crescentes, a sombria presença de Glass surge como um orquestrador que detém segredos críticos para ambos os homens.

A nova produção contará com o retorno de Bruce Willis, Samuel L. Jackson, James McAvoy e Anya Taylor-Joy. Sarah Paulson, Spencer Treat Clark, Luke Kirby e Adam David Thompson completam o elenco.

A Buena Vista lançará o filme nos cinemas brasileiros dia 17 de janeiro de 2019.

‘Dora, a Aventureira’: Raposo aparece em nova imagem oficial; Confira!

O live-action ‘Dora, a Aventureira’ ganhou mais uma imagem oficial trazendo em primeiro plano o personagem Raposo (Benicio Del Toro).

Confira:


O elenco é formado também por Michael Peña, Eva LongoriaIsabela Moner.

O roteiro fica a encargo de Nick Stoller (‘Vizinhos’) e conta com a produção de Andrew Form e Brad FullerJames Bobin vai dirigir.

Paramount Pictures marcou para o dia 2 de agosto de 2019 a estreia do live-action.

Lançado em 2000 na Nickelodeon, ‘Dora, a Aventureira’ ficou no ar até 2015 e teve 170 episódios produzidos, inclusive, foi indicado a 11 Emmys de Melhor Animação Infantil e levou uma única vez, em 2011.

Na trama, Dora e seu macaquinho inseparável seguem várias aventuras para entreter e ensinar as crianças.

‘Aves de Rapina’: Trailer final será lançado em breve

De acordo com uma nova reportagem do TrailerTrack, o trailer final do vindouro ‘Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)’ chegará muito em breve aos cinemas, visto que o Consumer Protection BC já emitiu a classificação indicativa do vídeo.

As informações também indicam que o trailer terá 2 minutos e 22 segundos de duração e terá “duas instâncias de linguagem grosseira”.

“Eu não estava pronta para dizer adeus para Arlequina depois de Esquadrão Suicida”, diz Margot Robbie

Cathy Yan comanda o projeto.

Já ouviu falar daquela sobre o policial, o passarinho, a psicótica e a princesa da máfia? ‘Aves de Rapina’ é um conto deturpado contado pela própria Harley Quinn, e da única forma como Harley consegue contá-la. Quando o vilão mais narcisista e nefasto de Gotham City, Roman Sionis, e sua zelosa mão-direita, Zsasz, colocam o alvo em uma garota chamada Cass, a cidade vira de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Harley, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya colidem um com o outro e o time não tem escolha a não ser derrubar Roman de seu pedestal.

O elenco conta com Margot Robbie (Arlequina), Mary Elizabeth Winstead (Caçadora), Jurnee Smollett-Bell (Canário Negro), Rosie Perez (Renee Montoya), Ella Jay Basco (Cassandra Cain), Ewan McGregor (Máscara Negra) e Chris Messina (Victor Zsasz).

Aves de Rapina‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 6 de fevereiro de 2020.

Crítica | ‘Pick Me Up Off the Floor’ é o álbum mais intrigante de Norah Jones dos últimos anos

A lendária e distinta Norah Jones ganhou fama nos anos 2000, quando lançou seu primeiro álbum de estúdio intitulado ‘Come Away with Me’ (cuja música-título até mesmo foi regravada em uma nostálgica rendição por Emma Bunton). Depois de vender quase 30 milhões de cópias e tornar-se um dos maiores nomes do jazz-folk do século XXI, Jones teve sua carreira catapultada para uma prolífica discografia, que lhe rendeu nada menos que nove prêmios do Grammy. Agora, duas décadas depois de seu début, ela retorna à glória com sua melhor obra em dez anos, o nostálgico e que tangencia o cinematográfico ‘Pick Me Off the Floor’, que, ao longo de suas onze estupendas faixas, entra facilmente para a lista das grandes produções de 2020 que abrem com o pé direito um novo ciclo.

Se nos meses anteriores vínhamos sendo apresentados a investidas escapistas em meio a um conturbado panorama mundial, Jones resolve se afastar disso, jogando-se de cabeça em um melódico e elegíaco solilóquio que, seguindo os passos de sua já conhecida carreira, funde em um exuberante cenário elementos do country, do pop, do R&B e, principalmente, do folk. Munida do classicismo de um piano envolvente e bastante dramático, a artista parece estar se apresentando no palco improvisado de um pub nova-iorquino, rodeada de uma iluminação bruxuleante que a transforma numa silhueta angelical e intocável. Abrindo com a melancolia “How I Weep”, Norah discorre de modo profundo sobre relacionamentos, mantendo essa irretocável atmosfera até o final do CD; nas primeiras faixas (com mais precisão, até “Hurts To Be Alone”), a cantora e compositora opta por descontruir declamações amorosas em caliginosas arquiteturas – e, sem mais nem menos, volta-se para a lentidão de Ella Fitzgerald na metafórica “Heartbroken, Day After”.

“Vai ficar tudo bem”, ela diz, dando início ao segundo ato da canção. Enquanto deixa claro seus estilos preferidos e estampa na cara de seus fãs suas inspirações, Jones não deixa de fora a habilidade imediatamente reconhecível de criar algo próprio, assemelhando-se a nomes como Florence Welch e Fiona Apple (esta última servindo de nutrição para as notas dissonantes que surgem mascaradas pelos instrumentos de sopro e de corda). Seus vocais, com efeito, não são deixados de lado; na verdade, integram uma intrigante jornada sinestésica cujo anacronismo, em qualquer outro âmbito passível de críticas ferrenhas, é utilizado com extrema minúcia e semeia músicas que abrangem as mais diversas criações artísticas. Em “Say No More”, ela brinca com versos deliciosamente políticos e que passam despercebidos pelos ouvidos menos atentos; em “This Life”, a simbologia atual brinca com suas vulnerabilidades como mulher e como performer; em “To Live”, o prólogo em múltiplas camadas serve de introdução para um narcótico, ainda que desconexo, hino.

Eventualmente, Jones mostra que não veio para brincar e que, ainda que esteja na ativa há um tempo considerável, tem muito o que contar. Esse relacionamento simbiótico que desenvolve com a música é emocionante e, no final das contas, é o que importa de verdade para os ouvintes. É notável o modo como a artista constrói um íntimo retrato de si mesma e deixa que a arte musical fale por si mesma, dando-lhe uma retumbante vida; a propensão teatral imprimida por Norah é visível, mas ela cuida para não se render aos convencionalismos e aos caprichos preciosistas da pretensão desmedida. Isso fica bem claro com “I’m Alive”, na qual parece se exonerar do piano e chamar os familiares acordes do violão para falar sobre o conflito entre conformismo e liberdade.

Se há algo que fica provado com seu mais novo álbum, é que Jones nunca se entregará a músicas premeditadas. Normalmente, a organicidade e a coesão são necessárias para garantir a compreensão de obras fonográficas; porém, essa fórmula é jogada fora aqui em prol de iterações propositalmente desarmônicos entre si, mas que se reencontram numa harmonia sem precedentes e bastante original – um dos maiores méritos, devo dizer. Não é surpresa que achemos o desenlace das tracks, podendo notar com clareza a diferença do início com “Were You Watching?”, cuja pungente repetição é um cíclico e quase irônico reflexo de sua carreira – movido por violinos que não acreditávamos serem necessários até entendermos sua importância.

Apesar dos óbvios e pontuais equívocos, nada pode tirar a grandiosidade do que a cantora fez aqui. Pouco antes do desfecho de sua epopeia musical, ela retorna com força àquilo que já havia nos apresentado com “Stumble On My Way”, uma belíssima balada que usa a redundância da volta gloriosa do piano em um espectro diferenciado e que, ao mesmo tempo, permanece dentro da proposta que ela delineia e foge dela. Mais do que isso, a penúltima canção insurge como homenagem para si mesma – uma mimética orgulhosa que soa afeito ao recente ‘Begin Again’ e, mais longinquamente, a ‘Feels Like Home’.

‘Pick Me Up Off the Floor’ chega ao fim com “Heaven Above”, uma enigmática e emocionante rendição que funciona como uma amálgama resumitiva de tudo que foi explorado. Temos as ecoantes cordas em atrito fulguroso com o piano, criando mágica onde não poderíamos esperar encontrar – e novamente revelando uma Norah Jones que, há algum tempo, não se mostrava tão vulnerável e imprecisamente precisa no que faz de melhor.

Nota por faixa:

  • How I Weep – 5/5
  • Flame Twin – 5/5
  • Hurts To Be Alone – 5/5
  • Heartbroken, Day After – 5/5
  • Say No More – 4/5
  • This Life – 4/5
  • To Live – 3,5/5
  • I’m Alive – 4,5/5
  • Were You Watching? – 4/5
  • Stumble On My Way – 4,5/5
  • Heaven Above – 5/5

‘Willow’: Sequência do clássico cult ganha sinal verde no Disney+ com diretor de ‘Podres de Ricos’

A série sequência do clássico cult ‘Willow – Na Terra da Magia’ já estava em ativo desenvolvimento há algum tempo, mas agora a produção ganhou sinal verde do Disney+ e trará Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’) como diretor.

Ron Howard, que comandou o filme original, retorna como produtor executivo, enquanto o roteirista Bob Dolman entra como produtor consultante.

Jon Kasdan (‘Solo: Uma História Star Wars’) será o showrunner ao lado de Wendy MericleWarwick Davis retorna como o icônico personagem titular.

‘Willow – Na Terra da Magia’ foi um épico de fantasia lançado em 1988, com roteiro assinado por George Lucas e direção a encargo de Howard.

Willow Ufgood é um anão e aprendiz de mágico que conta com a ajuda de Madmartigan, um exímio espadachim, numa guerra contra feiticeiros e monstros. Juntos eles terão de vencer todos esses seres para salvar um bebê (que mais tarde será princesa) das mãos de uma terrível rainha, Bavmorda. Bavmorda usa de magia negra para controlar o reino e teme a criança, pois uma profecia diz que será o motivo de sua derrota.

O longa foi protagonizado por Davis, além de ter trazido em seu elenco Val Kilmer, Joanne Whalley, Jean Marsh, Patricia Hayes, Billy Barty e outros.

‘Nomadland’ conquista sete indicações ao BAFTA 2021

O aclamado drama ‘Nomadland’ continua em sua onda de honrarias e foi indicado a nada menos que sete categorias do BAFTA 2021.

Chloé Zhao foi relembrada nas categorias de Melhor DireçãoMelhor Roteiro AdaptadoMelhor Edição, enquanto Frances McDormand disputa pelo prêmio de Melhor Atriz. A obra também concorre a Melhor FilmeMelhor Fotografia e Melhor Edição de Som.

Os vencedores serão anunciados no dia 11 de abril.

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas brasileiros em breve.

O filme é escrito e dirigido por Chloé Zhao (‘Os Eternos‘).

Após o colapso econômico de uma colônia industrial na zona rural de Nevada (EUA), Fern (McDormand) reúne suas coisas em uma van e parte rumo a uma viagem exploratória, fora da sociedade dominante, como uma nômade dos tempos modernos. NOMADLAND, o terceiro filme de Chloé Zhao, apresenta nômades reais como Linda May, Swankie e Bob Wells como mentores e companheiros de Fern em sua jornada de exploração pela vasta paisagem do oeste americano.

David StrathainLinda MayCharlene SwakieBob Wells completam o elenco.

‘Stargirl’ está vigilante para o perigo na sinopse oficial do episódio 02×02; Confira!

A CW divulgou a sinopse oficial de “Summer School: Chapter 2”, segundo capítulo da 2ª temporada de ‘Stargirl’.

Na trama, “ainda vigilante para o perigo em Blue Valley, Courtney cria suspeitas acerca de um visitante inesperado que aparece na casa Dugan. Enquanto isso, Barbara e Pat ficam preocupados com a visita de um misterioso colecionador de antiguidades chamado Richard Swift. Cindy coloca seu plano em prática”.

O capítulo será exibido em 17 de agosto. Enquanto isso, o novo ciclo tem estreia marcada para 10 de agosto.

No Brasil, ‘Stargirl‘ é exibida pela Warner Channel, que ainda não divulgou a data de estreia.

Lembrando que a 3ª temporada já foi confirmada!

Criada por Geoff JohnsGreg Berlanti, a série acompanha a história de Courtney Whitmore (Brec Bassinger), uma garota do ensino médio que se junta a um grupo de adolescentes para combater o crime em Los Angeles.

Amy Smart interpreta a mãe da heroína, Barbara. Na trama, ela faz o máximo para ser a melhor provedora para a filha, seu novo marido (Luke Wilson) e seu enteado (Trae Romano).

O elenco também conta com Yvette Monreal, Anjelika Washington, Meg DeLacy, Neil Jackson, Christopher James Baker, e Hunter Sansone.

‘Homem-Aranha’: Fãs estão divididos sobre quem deveria ser o diretor da próxima trilogia

Em uma recente entrevista para o The New York Times, o diretor criativo da Marvel Studios, Kevin Feige, se juntou à produtora da Sony, Amy Pascal, para anunciar que o próximo filme da icônica franquia ‘Homem-Aranha’ já estava em desenvolvimento e que daria início a uma nova trilogia.

Amy e eu já estamos conversando sobre como a Disney e a Sony vão explorar a história. E, sim, já estamos ativamente começando a desenvolver a direção em que Peter Parker vai caminhar a partir de agora. Digo isso porque não quero que os fãs passem por mais um trauma de separação, como aconteceu depois de ‘Longe de Casa‘. Isso não vai acontecer desta vez”, ele afirmou.

E, pouco depois das boas-novas serem confirmadas, os fãs começaram a deliberar sobre qual seria a melhor escolha para comandar os próximos longas-metragens e se dividiram entre nomes como Sam RaimiMarc Webb (esses dois já tendo deixado sua marca no universo aracnídeo), Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo’) e Jon Watts, que ficou responsável pela mais recente trilogia.

Confira alguns dos comentários abaixo:

“A direção de Watts teve um ENORME salto entre ‘Longe de Casa’‘Sem Volta Para Casa’. Sei que ele já está fazendo ‘Quarteto Fantástico’, mas não tenho dúvidas de que ele acertaria em cheio o próximo capítulo da vida de Peter”.

“Concordo, se possível, quero que Watts fique. Ele é um diretor muito talentoso que realmente compreende o personagem – e ele claramente é um grande fã”.

“Surpreso que ninguém disse Jon Favreau. Ele dirigiu os dois primeiros ‘Homem de Ferro’ e está familiar com a trilogia de ‘Homem-Aranha’, visto que está nela. Então, ele provavelmente teria uma ótima ideia de onde levar os filmes”.

“Não tenho ideia como eu nunca tinha pensado nisso. [Favreau] faria um ótimo trabalho”.

“Só por favor falem com Marc Webb ou alguém para acertar as cenas em que [Peter Parker] balança com a teia. Todo o resto está ótimo, mas o balanço deveria melhorar, na minha opinião”.

Lembrando que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ continua em exibição nos cinemas nacionais.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco conta com Tom Holland, Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

 

‘The Afterparty’: Ken Jeong é escalado em papel regular na 2ª temporada

Segundo o Deadline (via ComicBook.com), o conhecido comediante e apresentador Ken Jeong foi escalado para a 2ª temporada da aclamada série de comédia e mistério ‘The Afterparty’.

As informações indicam que Jeong dará vida a um personagem chamado Feng, que terá aparição regular nos próximos episódios.

O ator se junta aos previamente confirmados Zach Woods como Edgar, Elizabeth Perkins como Isabel, Poppy Liu como Grace, Paul Walter Hauser como Travis, Anna Konkle como Hannah, Jack Whitehall como Sebastian e Vivian Wu como Vivian.

Tiffany Haddish irá reprisar seu papel como a Detetive Danner, enquanto Sam RichardsonZoë Chao retornam como Aniq e Zoe.

Lembrando que as filmagens do novo ciclo já começaram.

‘The Afterparty’ deve retornar com novos episódios apenas em 2023.

A série foi criada pela dupla Phil Lord Chris Miller, produtores conhecidos pela aclamada animação vencedora do Oscar ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’.

Ao longo de oito episódios, a obra apresenta diversas perspectivas de um mesmo evento: um assassinato em meio a uma reunião de antigos colegas de escola. No final das contas, cabe à Detetive Danner (Tiffany Haddish) e a seu parceiro, o Detetive Culp (John Early), descobrir quem cometeu o crime.

Os personagens incluem: Aniq (Sam Richardson), um designer de escape rooms que espera se reconectar com uma antiga paixão do colégio; Zoe (Zoë Chao), uma ex-artista que agora é administradora da escola; Yasper (Ben Schwartz), melhor amigo de Aniq que deseja conquistar o mundo da música; Brett (Ike Barinholtz), ex-marido de Zoe e um ex-atleta arrogante; Chelsea (Ilana Glazer), oradora e presidente da turma; Xavier (Dave Franco), um antigo estudante de teatro da história que agora é um famoso ator e astro do pop; e Walt (Jamie Demetriou), outrora ignorado por seus colegas, comparece à reunião na esperança de ser relembrado por alguém.

Anthony KingAubrey Lee entram como produtores executivos ao lado de Lord e Miller.

Colin Farrell e Brendan Gleeson no novo trailer do drama ‘The Banshees of Inisherin’; Confira!

Searchlight Pictures divulgou o novo trailer oficial de ‘The Banshees of Inisherin’, drama estrelado por Colin FarrellBrendan Gleeson.

O filme chega em 21 de outubro aos Estados Unidos, ainda sem previsão de lançamento no Brasil.

Confira:

Martin McDonagh fica responsável pela direção e pelo roteiro.

Ambientado em uma remota ilha na costa oeste da Irlanda, ‘The Banshees of Inisherin’ gira em torno dos amigos de longa data Pádraic (Farrell) e Colm (Gleeson), que se veem em um impasse quando Colm inesperadamente coloca um fim na amizade. Um embasbacado Pádraic, auxiliado pela irmã e por um jovem morador da ilha, luta para reparar o relacionamento, recusando-se a aceitar não como resposta. Mas os esforços repetitivos de Pádraic apenas reforçam a decisão do amigo e, quando Colm dá um ultimato desesperado, os eventos escalam exponencialmente, com consequências chocantes.

Kerry Condon e Barry Keoghan também fazem parte do elenco.

Os ‘Gotham Knights’ se reúnem no teaser INÉDITO da série; Confira!

A The CW divulgou um novo teaser oficial de ‘Gotham Knights’, série baseada no universo DC que estreia hoje, 14 de março.

Confira:

Na trama do episódio piloto, “Batman está morto e um barril de pólvora incendiou Gotham City sem o Cavaleiro das Trevas para protegê-la. Após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo Turner Hayes é acusado de matar o Cavaleiro das Trevas, junto com os filhos de alguns dos inimigos de Batman: Duela Doe, também conhecida como a filha do Coringa, uma imprevisível lutadora e ladra habilidosa que nasceu no Arkham Asylum e foi abandonada por seu pai; Harper Row, uma engenheira malandra e mordaz que pode consertar qualquer coisa, e seu irmão Cullen Row, um inteligente adolescente transexual que está cansado de ser educado e agradável. Com o carismático e obstinado promotor público Harvey Dent e o DPGC em seu encalço, Turner contará com aliados, incluindo sua melhor amiga e formidável programadora Stephanie Brown e a improvável ajudante do Batman, Carrie Kelley. Mas nossos cavaleiros logo aprenderão que há uma força maior e mais nefasta trabalhando em Gotham City. Esta equipe de fugitivos incompatíveis deve se unir para se tornar sua próxima geração de salvadores conhecida como ‘Cavaleiros de Gotham'”.

Em ‘Gotham Knights‘, após o assassinato de Bruce Wayne, seu filho adotivo rebelde forja uma aliança improvável com os filhos dos inimigos de Batman quando todos são acusados ​​de matar o Homem-Morcego. Como os criminosos mais procurados da cidade, esse bando renegado de desajustados deve lutar para limpar seus nomes. Mas em uma Gotham sem Cavaleiro das Trevas para protegê-la, a cidade se torna a mais perigosa que já foi. No entanto, a esperança vem dos lugares mais inesperados, pois essa equipe de fugitivos incompatíveis se tornará sua próxima geração de salvadores.

O elenco conta com Oscar Morgan como Turner Hayes, Navia Robinson como Carrie Kelley, Fallon Smythe como Harper Row, Tyler DiChiara como Cullen Row, Olivia Rose Keegan como Duela, Anna Lore como Stephanie Brown, Rahart Adams como Brody, Misha Collins como Harvey Dent, Lauren Stamile como Rebecca Marchm e Damon Dayoub como Lincoln March.

A série foi criada por Chad FiveashJames StoterauxNatalie Abrams, roteiristas da adorada série ‘Batwoman’. Abrams também entra como co-produtora executiva.

Fiveash e Stoteraux entram como produtores executivos ao lado de Greg BerlantiSarah SchechterDavid Madden.

‘Shelter’: Série de suspense baseado nos livros de Harlan Coben estreia ESTA SEMANA no Prime Video!

‘Shelter’, série baseada na aclamada saga literária assinada por Harlan Coben, chega esta semana ao catálogo do Prime Video.

Os três primeiros episódios têm lançamento marcado para esta sexta-feira, 18 de agosto, na plataforma de streaming. O restante dos capítulos será divulgado em base semanal.

Relembre o trailer:

Coben e Allen MacDonald entram como showrunners.

A história acompanha Mickey Bolitar que, depois da morte repentina do pai, começa uma nova vida em Kasselton, Nova Jersey. Mickey logo se vê envolvido no desaparecimento misterioso de uma nova estudante em sua escola, Ashley Kent, que o leva a descobrir segredos inimagináveis dentro daquela quieta e suburbana comunidade.

Com a ajuda de seus amigos – o inventivo Spoon e a introvertida Ema -, Mickey destrói a fachada sonolenta de Kasselton para revelar um poço submundo obscuro que pode conter as respostas para décadas de desaparecimentos, mortes e lendas… E talvez até mesmo para sua própria história.

Jaden MichaelConstance ZimmerAdrian GreensmithAbby CorriganSage LinderBrian Altemus estrelam.

Missi PyleDidi ConnTovah FeldshuhPeter RiegertHunter EmerySamantha BugliaroNarci ReginaKristoffer PolahaAlexa MarekaAntonio Cipriano completam o elenco.

Jay-Z é homenageado com o Dr. Dre Global Impact Award no Grammy 2024

O icônico musicista Jay-Z foi homenageado na 66ª edição do Grammy Awards com o Dr. Dre’s Global Impact Award.

O prêmio foi criado no ano passado, tendo como o primeiro vencedor o lendário Dr. Dre, e celebra os artistas que tiveram impacto significativo na indústria da música, em suas várias seções.

Jay-Z é considerado como o maior rapper de todos os tempos por inúmeras revistas especializada e, ao longo de sua carreira, recebeu nada menos que 24 estatuetas do Grammy, além de ter vendido 140 milhões de álbuns e records ao redor do mundo.

Ele também já levou o prêmio presidencial do NAACP, um Emmy Award e ainda foi indicado para um Tony Award, além de ter sido consagrado como o primeiro rapper induzido ao Hall da Fama dos Compositores.

Crítica | Belas Promessas – As faces da engrenagem política em uma França com problemas no campo da habitação

Política se faz com o que se é. Escrito pela dupla Jean-Baptiste Delafon e Thomas Kruithof, dirigido pelo segundo, o longa-metragem francês Belas Promessas passeia pelos bastidores da política nos arredores da grande capital francesa, mais detalhadamente nas ações, escolhas e conflitos de uma prefeita do subúrbio parisiense. Rodado em pouco mais de um mês em Clichy-sous-Bois e Seine-Saint-Denis, lugares próximos de Paris, o longa-metragem passeia pelo ‘disse, me disse’ da engrenagem política em uma França com problemas no campo da habitação. O projeto é protagonizado pela ótima atriz francesa Isabelle Huppert.

Na trama, conhecemos Clémence (Isabelle Huppert), um ex-médica que é a prefeita de um município, terceira maior cidade do subúrbio parisiense, uma figura política bem próximas de toda a comunidade da região que está nos últimos momentos no cargo não deixará após esse mandato. Um dos seus maiores desafios é resolver a situação de um quase abandonado conjunto habitacional chamado Bernardins. Para tal, ela conta com a ajuda de seu chefe de gabinete, o inteligente Yazid (Reda Kateb), um homem que já morou nesse lugar no passado. Certo dia, Clémence recebe uma ligação com a possibilidade de um cargo para ela no alto ministério francês, fator que vai influenciar suas decisões dali pra frente, mudando inclusive algumas visões que tinha sobre política.

Em certos momentos o espectador pode se enxergar perdido na história. A narrativa se constrói em torno de uma protagonista mal definida na trama e por isso os primeiros minutos tornam-se maçante. Um embolado blá blá blá sobre política, muito confuso, ganha espaço. Quando o clímax se aproxima, o que gera o maior conflito, a possível nomeação para ser ministra, pensamos na expressão que é dita durante a projeção: ‘Mais poder, menos liberdade’. Tendo esse contraponto por perto, tudo começa a fazer um pouco mais de sentido, é a melhor maneira de nos guiar pelos enroscados conflitos que se seguem na vida da protagonista. Até os embates com seu chefe de gabinete, em certa altura de uma determinada situação que se envolvem onde a verdade acaba não importando mais, ganham relevância. Há um outro fato interessante sobre a personagem de Huppert: se é de direita, centro ou esquerda, o próprio espectador precisa definir, já que não há menção sobre a questão de qual partido político ela pertence.

Como crítica social que gera reflexões, chegamos na questão chave sobre os diferentes pontos de vistas que giram em torno de mais de 3 mil pessoas em situação complicada num conjunto habitacional. Indo a fundo, vemos desde problemas com o sindicato, com a prefeitura, até mesmo a exploração de imigrantes ilegais tendo que se alojar em lugares sem o mínimo de segurança e saneamento básico, tratados das mais diversas formas desumanas, principalmente o descaso.

Exibido no Festival de Veneza em 2021 e também no Festival do Rio do mesmo ano, Belas Promessas chega nas salas de cinema na primeira semana de março de 2023. Mesmo com um início nada promissor acaba gerando ótimos assuntos para refletirmos.

 

 

Crítica 2 | Simplesmente Acontece

Já discuti aqui a falta de originalidade (não de premissa, mas de estrutura de roteiro e narrativa) nos filmes de terror recentes, com o meu texto sobre Renascida do Inferno. Infelizmente, terei que voltar ao tema com este novo texto, dessa vez envolvendo as comédias (ou dramas) românticos juvenis. Baseado no livro de Cecelia Ahern, Simplesmente Acontece traz uma história de amor muito usada no cinema, a de melhores amigos que se descobrem apaixonados, mas são incapazes de consumar o ato até o desfecho.

Tal texto é mais do que reciclado, e o roteiro de Juliette Towhidi (Garotas do Calendário) e a direção do alemão Christian Ditter (em seu filme americano de estreia) não fazem nada para tirá-lo da mesmice. Se fosse uma obra planejada estrategicamente para conter o maior número de clichês e situações piegas por frame, talvez Simplesmente Acontece merecesse algum tipo de prêmio, porque o realiza com êxito.

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Um dos fatores, por exemplo, é a trilha sonora, recheada de canções pop de variadas épocas. Uma boa trilha, mas que começa a irritar quando percebemos que está pontuando, através de suas letras, a história. Quando a protagonista Rosie se vê sozinha de novo, cabisbaixa no quarto, temos tocando “Alone Again (Naturally)”, de Gilbert O´Sullivan. Quando percebe que deve se declarar para seu verdadeiro amor, “Suddenly I See”, de KT Tunstall é a pedida. Quando pega no flagra a traição do marido, o hit é “Fuck You”, de Lily Allen. E por aí vai. Mais óbvio impossível.

Fora isso, temos as infames montagens, recurso obrigatório e preguiçoso para a maioria dos enlatados em massa. Essas são as cenas para mostrar como a vida dos personagens está correndo, com o passar do tempo, sem verdadeiramente precisar mostrar nada importante. Dessa forma, temos uma colagem de situações sem diálogos, como as cenas da protagonista preparando a filha para o colégio, ou na praia dando chance para o novo companheiro. Outro exemplo de clichê bem ruim, que parece apenas existir no universo de filmes – sem qualquer apego com a realidade – é no citado flagra da traição. E como a personagem resolve tal momento de grande trauma para qualquer humano? Bem, ela dá um soco na cara do sujeito canalha, solta um sorrisinho logo em seguida, concluindo assim o problema de tal situação.

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Quer mais? Então, toma. Simplesmente Acontece também sofre do mal preconceituoso, que estipula que qualquer mulher que tenha passado pela vida de seu objeto de afeto, mesmo que a protagonista sequer a conheça, é naturalmente sua rival para a vida. E por que não? Tudo isso para reforçar que o filme é simplesmente bobinho e inocente demais. Parece ter sido criado por adolescentes e não apenas mirado a eles. Ou melhor, elas. Por falar em adolescentes, quem mais sofre é a gracinha azarada Lily Collins, filha do icônico Phil Collins, cujo carisma não é nem de longe o suficiente para impulsionar essa produção leve como uma pluma.

Collins se destacou como a filha de Sandra Bullock em Um Sonho Possível (2009), filme que deu o Oscar para a veterana. De lá para cá, Collins esteve metida em uma furada atrás da outra, com filmes como Padre (2011), Sem Saída (2011), Espelho, Espelho Meu (2012) e Os Instrumentos Mortais (2013). A sorte da menina de 26 anos (e aparência de 15) poderá mudar este ano, com o lançamento do novo filme escrito, dirigido e estrelado pelo veterano Warren Beatty (saindo da aposentadoria) – do qual faz parte do elenco.

Hoje é Halloween! Conheça 15 ÓTIMOS Clássicos de TERROR dos anos 80 pouco lembrados

Amamos nostalgia… Então, resolvemos criar uma nova matéria prestando homenagem aos filmes com os quais crescemos. Mas não apenas isso. Quando pensamos em terror dos anos 80, filmes muito comentados e que ainda guardam lugar no coração dos fãs vêm logo à mente, vide Sexta-Feira 13, A Hora do Pesadelo, Brinquedo Assassino e Evil Dead, por exemplo.

Nesta matéria faremos algo um pouco diferente, e iremos relembrar e comemorar os filmes de terror dos anos 80 que são pouco mencionados pelas gerações mais novas, mas que são para lá de divertidos. A proposta é justamente os trazer para o conhecimento dos mais jovens. E torcer para quem sabe eles voltem à cultura pop de alguma forma.

Confira abaixo e comente quais você conhece.

Alligator – O Jacaré Assassino

Começamos a lista bem no início da década, com esta produção de 1980. Quem cresceu nos anos 80 e 90, certamente lembrará das reprises deste longa no SBT, onde aterrorizou muitas crianças e adolescentes. Na história, uma menininha ganha um jacaré bebê de presente, mas seu pai se desfaz do animal o jogando na privada. Anos depois, o bicho cresce a um tamanho descomunal de mais de 10 metros de comprimento, por ter se alimentado de animais usados como pesquisa genética e descartados no esgoto. O jacaré então escala na cadeia alimentar e passa a devorar pessoas, gerando comoção na cidade. A cena das crianças na piscina certamente traumatizou uma geração.

Numa Noite Escura

Lançado em 1982, este filme fez parte do acervo da Globo na época, sendo exibido pela primeira vez de forma inédita no Supercine. A história acompanha Julie (Meg Tilly, irmã mais nova de Jennifer Tilly, a Noiva de Chucky), uma jovem que para adentrar um clube de estudantes precisará passar pelo trote das colegas, e permanecer uma noite dentro de um grande mausoléu. No local, sem ela saber, as amigas estarão escondidas para assustá-la. Quem leva o susto são todas, no entanto, já que no local um cientista russo retorna do túmulo graças a uma experiência.

A Noite do Cometa

Catherine Mary Stuart foi uma das atrizes que marcaram os anos 80, tendo aparecido em diversas produções cult da década dentro de variados gêneros, vida A Primeira Transa de Jonathan e O Último Guerreiro das Estrelas. Aqui, nesta produção de 1984, ela protagoniza na pele de Regina, uma jovem vivendo em Los Angeles, ao lado da irmã patricinha Samantha. Muito criativo, o filme usa como mote a passagem do cometa Halley, um dos temas mais comentados dos anos 80, que ocorreria dois anos depois, em 1986. A proposta aqui é um Eu Sou a Lenda girlpower, com as duas irmãs adolescentes sendo as únicas sobreviventes da passagem do corpo celeste na Terra – o que transformou quase toda a população em pó.

A Volta dos Mortos Vivos

Pulando um ano, chegamos em 1985, para mais uma exibição da Globo inédita da época. Planejado originalmente como mais um capítulo na franquia de mortos-vivos de George Romero, a ideia foi descartada gerando uma série própria no cinema. A proposta aqui era por um filme mais jovem, cheio de ação e muito humor incorreto. O longa rende uma das produções mais divertidas a abordar o tema dos zumbis, e funciona quase como uma paródia de tudo que havia sido criado até então. Mas sem esquecer a violência e o sangue. Foi aqui que os mortos-vivos descobriram sua ânsia por “miolos”.

A Casa do Espanto

No mesmo ano de 1985, a Globo exibia outro sucesso de terror que marcaria a juventude de muitos. Protagonizado por William Katt, o eterno Super-Herói Americano, o ator vivia um escritor divorciado buscando trabalhar num livro sobre suas experiências na Guerra do Vietnã. Ele termina herdando uma grande casa de uma tia distante e se muda para o local. Uma vez lá, ele descobre que a casa é assombrada, fazendo seus piores pesadelos se tornarem realidade. Um show de efeitos práticos e muitos sustos. Imperdível.

A Hora do Lobisomem

Nos anos 80, muitos filmes de terror ganharam a tradução “a hora” ou “na hora”, mesmo que seus títulos originais não tivessem nada a ver com isso. Não me pergunte o motivo. Sendo assim, Silver Bullet ou “Bala de Prata”, baseado num texto do mestre do terror Stephen King, se tornou A Hora do Lobisomem. Com o sucesso de Um Lobisomem Americano em Londres e Grito de Horror, ambos de 1981, os dois maiores sucessos do subgênero nos anos 80, A Hora do Lobisomem terminou um pouco esquecido, mas não deve ser menosprezado. Lançado em 1985, esse foi “o” filme de lobisomem para muitos no período. O interessante do longa é que coloca como protagonista um menino cadeirante, o que torna ainda mais nervosa sua desventura numa pequena cidade lidando com ataques da criatura peluda.

A Coisa

Outro filme marcante para a geração anos 80, este longa fez sua estreia na TV aberta no SBT. Criativo e trash, A Coisa foi lançado nos cinemas em 1985 e usava muito humor implícito em tom de sátira sobre o consumismo desenfreado da sociedade norte-americana. A Coisa (ou The Stuff no título original) era uma substância branca encontrada na neve e rapidamente comercializada como o novo iogurte sensação. O produto, que começou a vender tanto quanto a Coca-Cola, dominando os supermercados e os comerciais de TV, era na verdade extremamente nocivo aos seres humanos – transformando seus consumidores em viciados descontrolados e inclusive os matando de formas horrendas, vide o personagem Chocolate Charlie.

A Morte Pede Carona

Exibido na Globo, este thriller com doses bem fortes de violência foi outro que marcou a infância da geração 80 e 90. Lançado em 1986, o filme apresenta o pior caronista do mundo: John Ryder, um sujeito que parece ter saído diretamente do inferno. A história acompanha o jovem Jim (C. Thomas Howell), que dirigindo pelas estradas com seu carro tem a infeliz ideia de oferecer carona a um homem no acostamento para lhe fazer companhia. Aos poucos o rapaz percebe o erro que cometeu, já que o tal Ryder é na verdade um psicopata de marca maior, disposto a persegui-lo e incrimina-lo por seus assassinatos. Ryder, é claro, se tornou um dos personagens mais marcantes na carreira do saudoso Rutger Hauer.

Noite dos Arrepios

Outro filme de 1986 que igualmente marcou presença na Globo e fez a alegria de crianças e adolescentes fãs de terror quando estreou na Tela Quente – além, é claro, de fazer com que dormissem de luz acessa por pelo menos uma semana, olhando para debaixo da cama para ver se não tinha nenhum verme. Noite de Arrepios é uma verdadeira salada saborosa que mistura tudo que de melhor a cultura pop tinha a oferecer: assassinos, alienígenas, vermes malditos, experimentos científicos e zumbis. Tá bom para você? Um dos melhores itens cult saídos da década de 80, esse filme precisa ser descoberto pelas novas gerações. Nem que seja para ouvirem um dos melhores diálogos do cinema: “Tenho uma boa e uma má notícia. A boa é que seus namorados chegaram. A má é que eles estão mortos”.

Chopping Mall

Os anos de 1985 e 1986 foram os mais criativos em termos de filmes de terror. Tudo quanto era tema parecia ser usado na hora de criar produções do gênero. Vejam esta premissa bem única: a administração de um shopping center resolve criar o sistema de segurança máximo moderno. Robôs guiados através de uma inteligência artificial servirão como os guardas do local. Quando um grupo de funcionários resolve passar a noite escondidos em uma das lojas para uma festinha, os robôs dão pane e irã trata-los como invasores sem qualquer piedade. Shoppings, robôs e tudo em relação ao filme, lançado em 1986, é muito anos 80. E o adoramos por isso.

O Rock do Dia das Bruxas

Por falar em lançamentos de 1986, aqui temos mais um. A ideia aqui é criar um terror juvenil totalmente rock n roll. Nada de Freddy ou Jason, a proposta de um novo vilão icônico aqui vem na forma de um astro do rock. O protagonista é um menino que sofre constante bullying no colégio. Sua única válvula de escape são as músicas do ídolo, o tal astro do rock. Porém, o jovem fica devastado e sem chão ao saber da morte de seu cantor favorito. Não demora até que o roqueiro apareça na forma de uma entidade para “ajudar” seu maior fã, eliminando seus atormentadores.

A Noite das Brincadeiras Mortais

Último item do ano de 1986, este é um dos slashers mais originais saídos dos anos 80. Quem conhece, sabe. Exibido pela Globo, onde impressionou os fãs, o longa desde então conquistou seus admiradores e fãs como item cult. Injustamente, é pouco lembrado. Quem protagoniza é Amy Steel, final girl de Sexta-Feira 13 – Parte 2 (1981). Em partes usando muito humor, A Noite das Brincadeiras Mortais propõe um slasher diferente. Ou será? Um grupo de jovens amigos vai passar o fim de semana numa grande casa de uma delas, localizada numa ilha. O problema é que a dona da casa preparou um fim de semana repleto de brincadeiras e pegadinhas sem noção. Mas o que acontece quando essas brincadeiras começam a ficar cada vez mais sérias?

C.H.U.D. – A Cidade das Sombras

Voltamos aqui para uma rápida parada em 1984. Usado como referência para Jordan Peele em Nós (2019), o filme usa como trama a lenda urbana sobre moradores de rua vivendo nos subterrâneos da cidade de Nova York, com uma grande guinada. Quando diversas pessoas começam a sumir misteriosamente numa das maiores cidades do mundo, uma investigação policial e jornalística se inicia. As pistas levam para o subsolo da cidade, porém, o que está saindo de lá não é humano. CHUD guarda a participação de alguns rostos bem conhecidos, em início de carreira.

Palhaços Assassinos do Espaço Sideral

Bem, é só ler esse título para saber de cara que o filme não se leva nem um pouco a sério. Mas este não é um mero filme trash, se mostrando um longa divertidíssimo e muito criativo, que sabe usar bastante sua premissa ridícula a seu favor. Na trama, uma raça alienígena chega à Terra para espalhar o horror. E acredite, o filme faz uso de violência. A sacada é que tais ETs tem a aparência de palhaços pra lá de bizarros e tudo relacionado a eles possui a temática de circo. Por exemplo, sua nave espacial é uma tenda, e suas armas e tecnologias são completamente ligadas ao universo de tais figuras, como pipocas assassinas, sombras malignas, balões de ar, tortas na cara ácidas, e por aí vai. Para dar boas risadas com os palhaços animatrônicos mais cult do cinema, neste filme lançado em 1988.

A Bolha Assassina

Fechando a lista, temos outro filme de 1988. Aqui, outra ameaça vinda do espaço. A Bolha Assassina é o remake de uma produção da década de 50, auge da ficção científica no cinema, estrelada por Steve McQueen. A refilmagem é um dos raros casos onde o novo filme consegue superar seu original em criatividade e qualidade de produção. Com mais recursos e efeitos melhores, A Bolha Assassina se transforma numa das produções mais interessantes do gênero na década de 80. Uma pena que não tenha gerado uma continuação – já que o desfecho deixa um gancho para isso; e tenha caído no esquecimento com o passar dos anos. O roteiro inclusive dá um upgrade na trama do filme original, apresentando uma muito bem-vinda reviravolta centrada na paranoia norte-americana.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Scoot McNairy entra para o elenco

De acordo com o Deadline, Scoot McNairy entrou para o elenco estelar de ‘Era uma Vez em Hollywood‘, novo filme de Quentin Tarantino. No entanto, ainda não há detalhes sobre o seu papel.

Recentemente, fotos vazadas do set do filme revelaram o visual dos principais atores, como Leonardo DiCaprio, Margot Robbie, Brad Pitt Dakota Fanning. Confira:

Vários atores foram anunciados no elenco, destaque para o astro Al Pacino, que interpretará Marvin Shwarz, empresário do protagonista Rick Dalton (Leonardo DiCaprio). O ator se junta à Damian Lewis, Luke Perry, Emile Hirsch, Dakota Fanning, Clifton Collins Jr, Keith Jefferson e Nicholas Hammond.

Lewis interpretará o icônico ator Steve McQueen; Fanning será Squeaky Fromme, uma seguidora de Manson que tentou matar o presidente Gerald Ford; Hammond será o diretor Sam Wanamaker; Hirsch será Jay Sebring, cabeleireiro de Hollywood que foi uma das quatro vítimas no massacre de Sharon Tate.

A atriz Margot Robbie (‘Eu, Tônia’) está confirmada no papel de Sharon Tate. Rumores já apontavam Robbie como favorita ao papel.

Depois de romper com a Weinstein Company em função das denúncias de assédio envolvendo seu fundador, Harvey Weinstein, de acordo com a Variety, Tarantino escolheu a Sony Pictures para distribuir seu nono filme.

Leonardo DiCaprio, Brad Pitt, Burt Reynolds, Tim Roth, Kurt Russell, Timothy Olyphant e Michael Madsen também fazem parte do elenco.

David Heyman (‘Harry Potter’) será o produtor. As filmagens do longa começam em junho desse ano e o lançamento está previsto para 09 agosto de 2019.

‘Jovens Bruxas’ ganhará reboot; Elenco original pode retornar!

Em entrevista ao Etalk, Robin Tunney revelou que a Sony Pictures ainda está desenvolvendo um reboot do clássico ‘Jovens Bruxas‘, e deu esperanças que o elenco original possa retornar.

“Eles ainda estão desenvolvendo o reboot. Zoe Lister-Jones o está escrevendo. Eu posso estar ou não nele. Tenho muito orgulho daquele filme. Foi meu primeiro papel principal e é um filme que jovens garotas ainda assistem. Há muito poder feminino e tenho muito orgulho disso.”

Recentemente, o produtor Douglas Wick deu detalhes sobre o projeto.

“Não é um remake, pois se passará vinte anos depois do original. Teremos o retorno de vários atores do filme original, mostrando que há uma conexão entre esses dois filmes. Novas jovens começam a receber esse poder e mexer com magia, vinte anos depois,” afirmou.

O produtor revelou que o roteiro está sendo escrito:

“Na sequência, algumas jovens descobrem o poder da magia, e vamos explorar suas vidas emocionais, seus desejos, seus medos e como elas se fortalecem,” concluiu.

O longa original, escrito e dirigido por Andrew Fleming, acompanha a adolescente Sarah (Robin Tunney) que, depois de mudar-se com sua família de São Francisco para Los Angeles, faz amizade com três garotas de uma escola católica que lhe ensinam bruxaria.

‘Dickinson’: Série com Hailee Steinfeld é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o THR, a Apple+ renovou oficialmente a série ‘Dickinson‘ para a 2ª temporada.

Vale lembrar que a primeira temporada irá estrear apenas no dia 1º de novembro.

A produção do segundo ano deve começar ainda esse ano.

Confira o trailer:

A série é ambientada no século XIX e explora audaciosamente os contrastes de gênero, família e sociedade a partir da perspectiva de uma jovem e rebelde poeta, Emily Dickinson.

Hailee Steinfeld dá vida à personagem titular. Jane KrakowskiToby HussAnna BaryshnikovElla Hunt, Adrian Blake EnscoeWiz Khalifa completam o elenco.

Alena Smith é a showrunner e a roteirista da produção. Steinfeld entra como produtora executiva.

‘Terra de Mulheres’: Dramédia estrelada por Eva Longoria já está disponível na Apple TV+!

‘Terra de Mulheres’ (‘Tierra de Mujeres’), dramédia estrelada por Eva Longoria (‘Desperate Housewives’, ‘Dora e a Cidade Perdida’), já está disponível no catálogo da Apple TV+.

A produção foi lançada hoje, 26 de junho, na plataforma de streaming.

Na trama, uma mulher é forçada a fugir com a mãe e a filha para Espanha depois do desaparecimento do marido na sequência do desmoronamento das suas negociações financeiras.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

A série foi criada por Ramón CamposGema R. Neira, e inspirada no premiado romance best-seller de Sandra Barneda.

Carlos Sedes dirige os episódios.

Além de Longoria, o elenco conta com Carmen MauraSantiago CabreraGloria MuñozVictoria BazuaAmaury Nolasco.

Os 10 Melhores Filmes Musicais dos Anos 2000

Na virada dos anos 1990 para os anos 2000, os filmes musicais não tinham a mesma força que tinham algumas décadas antes – talvez por uma superexposição do gênero que já não conquistava o público. Porém, não demorou muito até que títulos de extremo aclame e aceitação revitalizassem o gênero, como foi o caso de ‘Chicago’‘Moulin Rouge’ e até mesmo ‘8 Mile’.

Pensando nisso – e continuando nosso especial-, preparamos uma breve lista elencando os dez melhores filmes musicais dos anos 2000. Para tanto, não estamos levando em consideração produções animadas (como as da Walt Disney Studios), e sim obras em live-action.

Veja abaixo as nossas escolhas e conte para nós qual o seu favorito:

10. MAMMA MIA! O FILME (2008)

“[N]ão podemos tirar mérito de Streep encarnando mais um icônico personagem e entregando-se de corpo e alma para Donna, cuja personalidade irreverente, rebelde e totalmente livre conversa diretamente com a própria construção imagética – ou seja, com as paisagens oníricas perscrutadas pelas cristalinas águas do Mediterrâneo e pelo pôr-do-sol que mais se assemelha a uma pintura em tinta a óleo. Ainda que não ouse muito mais da zona de conforto, a fotografia elaborada por Haris Zambarloukos consegue captar a atmosfera em questão, afastando-se dos retratos panfletários que costumamos encontrar em filmes de tal vertente. Mas não espere algo extremamente minucioso – ainda mais porque o foco da história é fazer com que o público saia do cinema cantando diversas vezes a discografia de ABBA” – Thiago Nolla

9. APENAS UMA VEZ (2007)

apenas uma vez

O drama romântico musical ‘Apenas Uma Vez’ costuma passar despercebido no cenário mainstream, mas com certeza tem um lugarzinho especial no coração dos inveterados apreciadores do gênero. A trama traz a química resplandecente de Glen HansardMarkéta Irglová como dois musicistas em Dublin, na Irlanda, que lutam para conquistar fama e reconhecimento. Para além de atuações emocionantes, o filme conta com a direção on point de John Carney, responsável pelo roteiro, e mostra que mesmo gêneros engessados como esse ainda têm muito a contar.

8. DREAMGIRLS: EM BUSCA DE UM SONHO (2006)

‘Dreamgirls: Em Busca de um Sonho’ rendeu a Jennifer Hudson nada menos que o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por seu impecável trabalho – mas a produção também contou com ótimas performances de BeyoncéAnika Noni RoseJamie Foxx em uma epopeia musical tocante e aplaudível. A trama acompanha Effie White, Deena Jones e Lorrell Robinson, três mulheres que moram em Chicago e resolver formar um grupo musical, as Dreamettes. As três começam a fazer sucesso graças ao manipulador empresário Curtis Taylor Jr., que consegue fazer com que elas acompanhem um cantor de “soul”. Os conflitos começam quando Curtis sonha em transformar as Dreamettes em Dreams. Sua ideia é trocar Effie por Deena e fazer dela a vocalista principal do grupo, o que deixa evidente seu interesse romântico pela jovem.

7. BILLY ELLIOT (2000)

Em 2000, um jovem Jamie Bell encarnava o papel titular do ambicioso projeto conhecido como ‘Billy Elliot’. Baseado em uma peça lançada um ano antes, o longa-metragem tornou-se um sucesso inesperado de crítica e de público, principalmente pelo comprometimento e pela habilidade de Bell aliados às firmes mãos do diretor Stephen Daldry – que construíram uma narrativa tour-de-force que desmistificou os estereótipos acerca de bailarinos masculinos e aproveitaram para colocar uma dose de críticas sociopolíticas. Não é surpresa que a produção seja uma das favoritas dos fãs de musicais até hoje.

6. ENCANTADA (2007)

Em 2007, a Walt Disney Studios promovia uma interessante revolução dentro do subgênero das adaptações de contos de fada que imortalizou ao longo da história. ‘Encantada’, estrelado por ninguém menos que a icônica Amy Adams, é uma releitura muito interessante e bem-vinda dessas adoradas fábulas que faz questão de garantir que os elementos musicais sejam autorreferenciados em uma divertida e cândida aventura. Na trama, a princesa Giselle é expulsa por uma rainha malvada do seu próprio conto de fadas e vai parar em Manhattan, Nova York, onde música, mágica e finais felizes já não são tão fáceis de encontrar. Giselle está completamente perdida no novo mundo, até que um advogado divorciado resolve ajudá-la. A situação se complica quando o príncipe de sua história chega para salvá-la.

5. HAIRSPRAY (2007)

“Baseado na peça homônima da Broadway e no subversivo clássico de John Waters dos anos 1980 (que inclusive trouxe a icônica Divine em um de seus últimos papéis antes de falecer), a história nos leva para a pequena cidade de Baltimore, no começo dos anos 1960, e acompanha a divertida Tracy Turnblad (Nikki Blonsky em sua estreia no cenário cinematográfico), uma garota plus-size cujo sonho é participar do maior programa de televisão local, o The Corny Collins Show, quebrando os paradigmas estéticos da época e, ao mesmo tempo, lutando contra a crescente segregação racial que ocorria à sua volta. Movido a músicas esplendorosas, performances irretocáveis e coreografias exuberantes, ‘Hairspray’, de fato, se tornou uma das melhores produções do século e, até hoje, é adorado por inúmeros fãs do gênero” – Thiago Nolla

4. MOULIN ROUGE – AMOR EM VERMELHO (2001)

Baz Luhrmann trouxe para os cinemas uma obra que fala sobre o amor em um contexto de outros séculos, por dentro da boemia e das questões que se amontoam sobre as classes sociais. Moulin Rouge’, possui um narrador personagem detalhista, engraçado, atrapalhado, apaixonado, que transforma sentimentos em palavras. Seguindo lema de que: ‘A grande coisa que aprenderá na vida é amar’, somos testemunhas do contraponto do mágico com o trágico numa Paris quase em 1900. Vencedor de dois Óscares das oito categorias que fora nomeado, indicado também à Palma de Ouro em Cannes em 2001, é protagonizado por Nicole Kidman e Ewan McGregor.” – Raphael Camacho

3. SWEENEY TODD: O BARBEIRO DEMONÍACO DA RUA FLEET (2007)

“Apesar do tenso e perigoso ambiente, esse longa-metragem configura-se como um incrível musical. John Logan (que ganharia ainda mais fama com sua rendição ao terror com a série ‘Penny Dreadful’) fica responsável pela adaptação da peça e mesmo que não traga todas as incríveis músicas, entrega-se de corpo e alma para relê-las dentro de um escopo satisfatório. Desde as suaves baladas como “Johanna” e “Nothing’s Gonna Hurt You”, passando pelo iconoclasta “There’s No Place Like London” e encontrando seu ápice com uma das canções mais memoráveis do filme, intitulada “A Little Priest”, é incrível notar como o roteirista consegue criar pequenos núcleos cênicos que funcionam dentro de suas próprias completudes tanto de modo isolado quanto justapostos; em outras palavras, os blocos sequenciados buscam uma maestria inenarrável e que, em grande parte, encontram aproveitamento máximo” – Thiago Nolla

2. HEDWIG: ROCK, AMOR & TRAIÇÃO (2001)

hedwig

Em 2001, John Cameron Mitchell ficou responsável por adaptar a peça homônima off-Broadway ‘Hedwig: Rock, Amor e Traição’ para os cinemas, carregando consigo o fardo de honrar a incrível história da personagem-titular – e o resultado não decepcionou em nenhum aspecto. A tragicomédia gira em torno de Hansel, uma estrela do rock desconhecida que sonha em se tornar um astro nos Estados Unidos. Seu caminho acaba se cruzando com o de um belo americano, que lhe promete amor, liberdade e a realização de todos os seus desejos. Entretanto, para que isso se torne realidade, ele precisará fazer uma operação de mudança de sexo, admitindo-se como a icônica Hedwig.

1. CHICAGO (2002)

“Levando em conta que a atmosfera recria a crescente disparidade de gênero da década de 1920 nos Estados Unidos, Roxie (Renée Zellweger) tenta alegar legítima defesa. Porém, tentando contrapor-se às palavras da figura masculina da casa, seu marido Amos (John C. Reilly), ela acaba sendo presa e levada para a prisão, dentro da qual irá esperar por um julgamento, o qual nos é premeditado ser contra sua sobrevivência e a favor de uma dura pena de morte – o enforcamento ou a cadeira elétrica. Mas nada disso seria compreendido caso não fosse uma introdução de peso em um dos prólogos mais bem-montados de todos os tempos: a entrada de Velma Kelly.

Catherine Zeta-Jones, em todo seu carisma e talento que resgata de performances predecessoras, dá vida à companheira de cela de Roxie e principal ídolo ao qual a aspirante à dançarina se espelha. Velma é um nome conhecido e, juntamente à sua irmã Veronica, realiza um dos shows mais aguardados da cidade. Quer dizer, isso até ser pega pela polícia e ser acusada de homicídio duplo – mas não antes de nos dar uma pequena palhinha de sua capacidade artística com “All That Jazz”, um dos hinos do musical. O apreço por esse gênero musical alcança novos patamares aqui e, aliado a uma montagem anacrônica e paralela, serve como modo de aproximação de duas personalidades tão diferentes e que, no final das contas, se complementam” – Thiago Nolla