A AmazonPrime divulgou o primeiro pôster oficial de ‘Citadel‘, a ambiciosa série de ação e espionagem produzida pelos irmãos Anthony e Joe Russo (‘Vingadores: Ultimato’).
Na trama, Richard Madden(‘Game of Thrones’) e Priyanka Chopra Jonas (‘Triplo X: Reativado’) são agentes secretos sem lembranças de suas vidas passadas, mas ambos trabalham para a misteriosa organização chamada Citadel e terão que se unir para enfrentar um sombrio sindicato.
Com estreia marcada para 28 de abril, a atração terá seis episódios e também conta com Stanley Tucci (‘O Diabo Veste Prada’) eLesley Manville (‘Trama Fantasma’).
Josh Appelbaum, André Nemec, Jeff Pinkner e Scott Rosenberg entrarão como roteiristas e produtores executivos.
‘Planeta dos Macacos: O Reino‘ é o destaque a próxima edição da revista Empire, que divulgou capas variantes destacando o vilão do novo filme: Proximus César.
Além do antagonista vivido porKevin Durand, uma das capas também mostra uma arte conceitual de Noa (Owen Teague), herói destinado a enfrentar o vilão.
Confira:
Lembrando que o longa dirigido por Wes Ball não é uma continuação direta de ‘Planeta dos Macacos: Guerra’, mas sim o primeiro capítulo de uma nova trilogia, situada cerca de 300 anos após o último filme.
Em vez de seguir imediatamente após a morte de César, no final de ‘Planeta dos Macacos – A Guerra‘, Kingdom está dando um grande salto em frente. O filme é ambientado cerca de 300 anos depois que César entregou seu povo à terra prometida – e com o passar de todos esses anos, suas lendárias qualidades de liderança se perderam em grande parte no tempo. Ainda assim, é o legado de César – e o significado de “macacos juntos e fortes” – que irá impulsionar Noa, o novo jovem herói macaco do Reino.
Em conversa com a Empire, Teague, Durand e Ball compartilharam suas perspectivas sobre o novo filme e a relevância de César (protagonista da trilogia original) nesse contexto.
“Noa não faz ideia de quem é esse [Cesar]”, afirma o ator Owen Teague. “Parte de sua jornada é a descoberta desse legado e suas várias interpretações. Noa tem que dar sentido a tudo isso.”
Na trilogia original, César (interpretado porAndy Serkis) liderou os macacos em meio aos conflitos com os humanos. Com o passar dos anos, sua figura passou a ser vista como uma espécie de messias.
“César é quase uma figura religiosa, e Proximus assumiu o nome César porque era a posição mais alta na sociedade dos macacos”, explica o astro Kevin Durand. “Foi uma autoproclamação alcançada por todos os meios necessários para garantir que os macacos continuassem a evoluir. Então você está vendo a influência e a evolução do que César deixou. E, como em cada pedaço da história humana, sempre há algum tipo de tirano que aparece e assusta todos, fazendo-os acreditar neles.”
O novo filme tem uma ambição ousada, sendo planejado como o primeiro de uma trilogia.
“Desde o início, pensamos nisso como uma trilogia”, revela Ball. “Tínhamos essas ideias grandiosas de onde poderia eventualmente chegar e como poderia se encaixar no legado desses filmes. Então, certamente estou discutindo com [o estúdio] agora sobre a próxima história.”
“Aqueles últimos três filmes trataram do fim de algo. Eles trataram do fim dessa história de Moisés. Eles trataram do fim da humanidade”, explica. “E pensamos, ‘Das cinzas desses filmes anteriores, vamos cultivar uma nova árvore para escalar’. Este filme é muito sobre o começo de algo”, conclui ele.
O filme chega aos cinemas nacionais dia 23 de Maio de 2024.
Nova adaptação do autor sofre das mesmas questões de filmes passados
Recentemente a Amazon Prime Video lançou o longa Sem Remorso, estrelado por Michael B. Jordan e inspirado do livro homônimo de Tom Clancy. A trama segue uma versão atualizada para o mundo contemporâneo do enredo lançado originalmente em 1993, que tinha em seu centro a discussão sobre o legado psicológico deixado pela Guerra do Vietnã em soldados; com o novo filme, o conflito a ser observado é a Guerra Civil na Síria ainda em andamento.
Tem-se então o personagem John Kelly como um fuzileiro que é enviado, junto a um grupo, para uma missão em solo sírio. A operação é extremamente confidencial e, por isso, conduzida pelo agente da CIA, Robert Ritter (personagem também recorrente nas histórias de Clancy), que não inspira confiança em seus subordinados de imediato.
A base de toda a operação é que eles não devem ser vistos, no entanto a missão não ocorre da forma prevista mas ainda assim é concluída e o protagonista retorna para casa. Como esperado, esse “fantasma” volta para dificultar sua vida e vira-lá de cabeça para baixo.
John Kelly é posto à prova em consequências de missão
Logo de cara salta aos olhos a semelhança entre o lançamento do serviço de streaming e outro thriller de espionagem um pouco mais antigo: Missão Impossível 3. Em ambos o protagonista é esse indivíduo altamente especializado que é confrontado com as consequências de uma determinada operação; além de ambos os filmes serem diretamente similares a uma tendência que foi muito popular no gênero ação policial nas décadas de 80 e 90.
Logo, a principal fraqueza de Sem Remorso reside em ser uma versão bem esmaecida do trabalho de um autor conhecido pela riqueza de detalhes. Difícil não lembrar, desse jeito, do livro Caçada ao Outubro Vermelho que, em 1984, espantou o mercado literário ao conseguir mesclar um enredo sobre a deserção de um renomado militar soviético rumo aos Estados Unidos junto a uma riqueza de detalhes técnicos sobre a funcionalidade de armas e protocolos do exército não vista até então em um livro assinado por um autor civil.
Dentre todas as adaptações cinematográficas da bibliografia de Clancy a de Caçada ao Outubro Vermelho de 1990 ainda ocupa o primeiro lugar após tantos anos; nem tanto por ser algo que traduz quase literalmente o material fonte para as telas, mas sim pela qualidade na direção em conduzir múltiplas linhas narrativas em simultâneo em um crescente rumo ao clímax sobre o possível êxito do protagonista em seu submarino. Mas, como dito antes, até essa obra em particular não foi capaz de encontrar um meio de traduzir para o audiovisual o estilo do autor.
“Caçada ao outubro vermelho” ainda é a melhor adaptação de Tom Clancy
Em 1926 a escritora Virginia Woolf assinou um artigo intitulado The Cinema no qual ela expõe, sob um ponto de vista pessoal, as maravilhas que aquela nova forma de entretenimento pode proporcionar ao mesmo tempo em que sua forma que lhe é natural (e portanto divergente do formato literário), consequentemente limitaria em muito quaisquer histórias que transitassem entre os dois.
“Até a mais simples imagem como ‘Meu amor é como uma vermelha, rosa vermelha, que surgiu recentemente em junho’ nos presenteia com uma umidade e cordialidade e o brilho de carmesim e a suavidade de pétalas inexoravelmente misturado e amarrado à cadência de um ritmo que sugere a ternura emocional do amor. Tudo isso que é acessível às palavras e só às palavras o cinema deve evitar”.
De certa forma é compreensível que a especificidade técnica de um romance possa se perder no trabalho de adaptação, por mais valiosa que ela seja. Porém, outro elemento que constantemente se perde nessas conversões é o senso político presente na escrita do Tom Clancy. O elemento de thriller presente em seus enredos se debruça principalmente sobre seu conhecimento sobre o girar da máquina política (principalmente a dos Estados Unidos, mas também um pouco da Rússia) e como ele interage com a grande questão do período em que muitas dessas histórias foram elaboradas: a Guerra Fria.
A maior parte da bibliografia de Clancy é diretamente relacionada com o período da Guerra Fria
Não à toa o principal protagonista dessas histórias é Jack Ryan; não um espião ou um soldado em atividade, mas sim um analista da CIA que desempenha uma função de escritório. É através dele que o autor tem a chance de expor todo seu repertório de conhecimento relacionado a armamentos, política e história militar de maneira orgânica ao enredo. A questão é que muitas vezes essa filosofia não é compartilhada pelos produtores das adaptações, que tendem a reduzir toda a parte intelectual para que o filme se desenvolva como uma obra mais movimentada.
O seriado Jack Ryan, também produzido pela Amazon, foi uma boa situação em que um novo olhar poderia ser concedido a essas obras. Não haveria a correria natural em decorrência do limite de tempo padrão de longas metragens, o formato episódico poderia ser a chance de trabalhar calmamente uma visão mais crítica e analítica da política ligada à trama e não haveria pressão por um decréscimo da tensão em prol de mais cenas de ação. O seriado está em sua segunda temporada e continua a cometer os mesmos erros dos filmes.
O seriado estrelado por John Krasinski tem o formato que pode ser muito adequado aos livros porém ainda não encontrou o ritmo certo.
Na primeira temporada, com um enredo não inspirado em nenhum livro de Clancy, é trabalhado o cenário caótico do Oriente Médio e da relação comunidade de inteligência\organizações terroristas no qual o seriado não se preocupa em apresentar adequadamente o que está acontecendo e como como aconteceu aquela desintegração social e econômica, é apenas uma desculpa para colocar o protagonista no centro das cenas de ação; não existe uma proposta de apresentar informações que talvez o público não conheça sobre aquele contexto, de ser algo mais do que apenas um entretenimento momentâneo.
Já a segunda temporada contextualiza a crise na Venezuela com a mesma pressa da temporada anterior. A série evita utilizar nomes de políticos reais e até do modelo chavista para apresentar o desastre econômico no país de maneira real e, dessa maneira, apresenta um resumo do cenário; em que tudo por lá está ruim e que é para lá que Jack Ryan irá.
Esses são livros que possuem a possibilidade imensa de renderem obras memoráveis e no entanto, por décadas existe a dificuldade de entender como adaptar histórias que viraram referência no campo teórico em filmes que possam conquistar o objetivo final que é o retorno positivo nas bilheterias. Sem Remorso é apenas mais um exemplar de má interpretação desses livros.
A personagem Monica Rambeau, interpretada porTeyonah Parris, está prestes a retornar ao Universo Cinematográfico da Marvel como uma super-heroína em ‘As Marvels‘, após sua primeira aparição na versão jovem em ‘Capitã Marvel‘.
Sua jornada, que inclui sua participação em ‘WandaVision‘, a preparou para este momento, que inclui um confronto emocional com sua tia Carol.
No entanto, sua jornada também inclui desafios emocionais, como seu conflito com sua “tia” Carol Danvers, interpretada por Brie Larson. Monica admirava profundamente Carol, mas sentiu-se abandonada quando mais precisou dela. Nia DaCosta, diretora do filme, abordou esse aspecto emocional em uma entrevista à revista Total Film.
“Para uma criança perder a tia e depois perder a mãe – embora ela não fosse criança quando a mãe faleceu – é como não se encaixar em lugar nenhum, e não ter uma família. Mas então ver que sua tia tem aparecido na Terra de vez em quando, e no espaço fazendo coisas para um monte de outras pessoas e também não sendo capaz de reconciliar nada disso, porque ela nunca está por perto – pode ser o tipo de coisa que realmente cria um ferimento. Monica definitivamente tem uma ferida que ela finalmente consegue abordar neste filme”, explicou DaCosta.
‘As Marvels‘ promete não apenas dar continuidade às histórias de ‘Capitã Marvel‘, ‘Ms. Marvel‘ e ‘WandaVision‘, mas também servirá como sequência para ‘Invasão Secreta‘.
De acordo com informações da Entertainment Weekly, os desencontros acidentais entre as heroínas causarão obstáculos no trabalho de espionagem do personagem Nick Fury, interpretado por Samuel L. Jackson, que já foi adiantado pelo primeiro trailer do filme.
No entanto, ainda não está claro quais serão as consequências específicas da série para a trama do longa.
Em uma entrevista, Samuel L. Jackson comentou sobre o encontro de seu personagem, Fury, com Carol Danvers: “Fury estava ligando para Carol, enquanto ela estava longe, em galáxias muito, muito distantes. Ela diz ‘Fury, por que você está me ligando? Te disse para não usar esse número’. E ele responde ‘você me deu, então vou usar. E estou te ligando porque preciso da sua ajuda'”.
Para Larson, os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘ tiveram um profundo impacto na heroína.
A atriz compartilhou sua perspectiva sobre o desenvolvimento da personagem: “Entrei na história e a entendi pela ideia de que Carol se tornou meio workaholic. Ela se desconectou do seu coração, da sua família e dos seus amigos. Isso é algo com o qual certamente consigo me identificar”.
Vale lembrar que ‘As Marvels‘ chega aos cinemas em 09 de novembro.
Carol Danvers também conhecida como Capitã Marvel, recuperou sua identidade dos tirânicos Krees e se vingou da Inteligência Suprema. Mas as consequências levam Carol a carregar o fardo de um universo desestabilizado.
Quando seus deveres a enviam para um buraco de minhoca anômalo ligado a um revolucionário Kree, seus poderes se confundem com os da sua superfã de Jersey City, Kamala Khan (Iman Vellani), também conhecida como Ms. Marvel, e a sobrinha distante de Carol, a capitã Monica Rambeau (Teyonah Parris). Juntas, esse trio improvável deve se unir e aprender a trabalhar em conjunto para salvar o universo como ‘As Marvels‘.
‘As Marvels‘ terá direção de Nia DaCosta (‘A Lenda de Candyman’).
Vale destacar que o roteiro é responsabilidade de Megan McDonnell, que trabalhou em ‘WandaVision‘. Trata-se de uma troca completa na equipe criativa do primeiro filme.
A versão brasileira do reality show de sucesso ‘Quilos Mortais’ (“My 600-lb Life”) chega ao streaming Max no dia 09 de maio, com uma abordagem diferenciada que promete ir além da jornada de emagrecimento e se concentrar nas histórias de vida e nas lutas de nove indivíduos que enfrentam a obesidade mórbida.
Segundo o UOL Splash, Ao contrário da versão americana, que estabelece um limite mínimo de 270kg para os participantes, o ‘Quilos Mortais Brasil’ não terá essa restrição.
A série irá abordar as realidades da obesidade mórbida no Brasil, considerandos os fatores socioeconômicos e as particularidades do Sistema Único de Saúde (SUS).
Cinco médicos renomados em cirurgias bariátricas, aparelho digestivo e metabolismo acompanharão os pacientes ao longo de todo o processo, oferecendo acompanhamento profissional e apoio emocional.
‘Quillos Mortais’ é uma produção dirigida por Gabriel Hein, com direção criativa de Allan Lico. A supervisão de produção fica a cargo de Adriana Cechetti e Luciana Soligo, enquanto o roteiro é assinado por Luísa Guanabara e Claudio Yosida.
‘Quilos Mortais Brasil’ estreia no Max dia 09 de maio.
Francis Lawrence, diretor de ‘Constantine’, falou recentemente sobre a sequência do clássico estrelado por Keanu Reeves, revelando que sempre teve o desejo de fazer um segundo filme.
“A verdade é que, por volta do 15º aniversário, fizemos uma chamada no Zoom e discutimos sobre tentar fazer isso acontecer de novo”, contou Lawrence ao ComicBook.
Ele acrescentou: “Estávamos mais ativos com a ideia e finalmente conseguimos superar todos os obstáculos. Agora estamos trabalhando ativamente no roteiro. Não é que ‘ah, agora achamos que o mundo está pronto para isso’. Eu realmente acredito que há uma base de fãs maior e que o filme se tornou um tipo de clássico cult, o que tem sido emocionante e até estranho de ver, mas é algo que sempre amamos.”
“Eu diria que, mais do que qualquer outro filme meu, Constantine é algo que eu senti que realmente merecia uma sequência. Existe um universo a ser explorado e um personagem que amávamos muito e queríamos continuar desenvolvendo”, explicou o diretor.
O diretor relembrou as críticas iniciais à escolha deKeanu Reeves para o papel e à adaptação do personagem dos quadrinhos.
“Quando o filme foi lançado, não parecia que ‘uau, o mundo está abraçando nossa versão de Constantine’. Houve muita crítica pela escolha de Keanu Reeves para o papel, por não termos a versão loira e inglesa do personagem, e outras observações. Acho que essa opinião mudou bastante, mas sempre amamos aquele universo e sempre quisemos fazer uma sequência”, continuou.
“Então, estávamos pensando nisso. Também recebemos uma classificação para maiores de idade quando fizemos um filme PG-13, seguindo todas as regras desse tipo de classificação. Então pensamos: ‘Dane-se, vamos fazer uma sequência e realmente produzir um filme para maiores. Nos deem um +18, nos deixem fazer um filme de verdade para adultos'”, concluiu.
Além de Reeves no papel principal, o filme original conta também com Rachel Weisz, Djimon Hounsou, Shia Labeouf e Peter Stormare.
Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, amargando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
‘Superman’ chega em breve às telonas, marcando o início do novo DCU e a primeira aparição de Krypto, o Supercão. No entanto, apesar do apelo do personagem, James Gunn resolveu cortar uma cena de Krypto devido a reações inesperadas em exibições-teste.
Segundo o ComicBook, a atriz Sara Sampaio revelou que uma cena com Krypto foi considerada pesada demais e acabou sendo removida do corte final.
“Eles realmente cortaram uma cena pior, eu e o [Nicholas Hoult] ficamos meio chateados com isso, mas tudo bem”, disse Sampaio. “Cortaram a cena do Ultraman socando o Krypto. Aparentemente, foi muito mal recebida nas sessões de teste”.
Lembrando que após ‘Superman’, o personagem ganhará sua própria série de curtas animados sazonais, embora ainda não se saiba muito sobre esse novo projeto.
James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.
O ator Robbie G.K., que interpretou Kip Grady em ‘Heated Rivalry’, falou sobre os bastidores de sua participação na série de romance LGBTQIA+ e comentou a expectativa em torno da próxima temporada.
Em entrevista à Variety, o ator revelou que seu caminho na produção começou de forma bem diferente: ele originalmente tentou o papel do campeão de hóquei Scott Hunter.
G.K. relembrou com bom humor sua audição inicial, influenciada por sua vivência no Canadá: “Acho que, morando no Canadá, eu tinha uma visão estereotipada do que é o hóquei e de como são as pessoas desse meio. Eu apareci com um mullet e um bigode”.
Apesar de não ter sido escalado como o atleta, o criador da série, Jacob Tierney, viu nele o intérprete perfeito para Kip Grady, o carismático funcionário de uma loja de sucos. O papel o colocou frente a frente comFrançois Arnaud, que interpreta o reservado Scott Hunter.
O ator relembrou o momento exato em que percebeu que a parceria com Arnaud seria especial durante os testes de química:
“Depois que fiz a leitura com o François, mandei uma mensagem para o Jacob imediatamente: ‘Essa foi a última, não foi?’. Dava para perceber que aquilo deixou de parecer um roteiro e passou a soar como uma conversa real. Foi a primeira vez que não pareceu um teste; parecia que estávamos apenas conversando”, acrescentou.
Essa autenticidade foi levada para as telas, especialmente em cenas cruciais como o esperado beijo do casal, que exigiu cerca de sete tomadas para atingir a perfeição:
“Foi um dia divertido e emocional, pois foi meu último dia no set. Pareceu um ótimo fechamento para aquela história”, revelou G.K..
Embora ‘Heated Rivalry’ (baseada na saga literária Game Changers, de Rachel Reid) já tenha sido renovada para uma segunda temporada, a participação de Kip ainda é incerta, já que a série segue a cronologia dos livros.
Ainda assim, o ator expressou sua gratidão e o desejo de voltar ao universo da série:
“Existe todo um mundo a ser explorado. Sei que os próximos livros têm muito conteúdo. Saí daquele set sentindo que esse foi um dos melhores projetos em que já trabalhei por causa das pessoas. Eu faria absolutamente qualquer coisa para voltar àquele ambiente”, concluiu.
Baseada no livro homônimo de Rachel Reid, a produção se tornou o maior lançamento da história do serviço de streaming canadense.
Na trama, dois astros de Hockey guardam um segredo: longe da rivalidade no gelo, eles são amantes secretos que, a princípio, escondem do mundo seu relacionamento confuso e complicado.
‘Minions & Monstros’, o próximo longa-metragem das icônicas criaturas amarelas, ganhou uma nova cena inédita. Na prévia, os adorados Minions encontram um gigantesco ciclope, dando início a mais uma sequência repleta de confusões, trapalhadas e situações hilárias.
‘Minions & Monstros’ tem estreia agendada nos cinemas nacionais para o dia 2 de julho.
A animação conta a história turbulenta, absurda e totalmente verdadeira de como os Minions conquistaram Hollywood, se tornaram estrelas de cinema, perderam tudo, soltaram monstros no mundo e depois se uniram para tentar salvar o planeta do caos que eles próprios criaram.
Desde os primeiros materiais promocionais de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o Hulk Vermelho tem sido amplamente utilizado, aparecendo em trailers, teasers e cartazes oficiais.
No entanto, um novo relatório traz uma revelação surpreendente sobre o personagem: o vilão poderá ter pouco tempo de tela no longa.
De acordo com o insider @BeyondReporter, o personagem interpretado por Harrison Ford terá cerca de 4 minutos de presença no filme.
Essa informação reforça um vazamento anterior, de uma exibição-teste, que sugeria que a tão aguardada luta entre o Hulk Vermelho e Sam Wilson, o novo Capitão América, seria provocada ao longo de toda a trama, mas duraria apenas cinco minutos.
Embora o pouco tempo de tela para o confronto possa ser decepcionante, a curta duração da cena faz sentido, considerando a desvantagem de Sam Wilson em comparação com o poder descomunal do Hulk Vermelho.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’ terá uma hora e cinquenta e oito minutos de duração, o que o torna o filme mais curto do herói no UCM.
‘Capitão América: O Primeiro Vingador‘, estrelado por Chris Evans como Steve Rogers, era anteriormente o filme mais curto do herói, sendo menor que ‘Capitão América: O Soldado Invernal’ e ‘Capitão América: Guerra Civil’.
No longa, o personagem principal, interpretado porAnthony Mackie, poderá usufruir do Vibranium para se tornar mais poderoso, o que pode ser visto em novas imagens que exibem detalhes de seu traje.
Confira:
Captain America with Vibranium wings in ‘CAPTAIN AMERICA: BRAVE NEW WORLD’
De acordo com o Deadline, ‘Capitão América 4′, que já entrou no serviço de monitoramento Quorum, deve arrecadar entre US$ 86 milhões e US$ 95 milhões durante o fim de semana prolongado do Dia dos Namorados e do feriado de Presidents Day, que começa em 14 de fevereiro.
Essas estimativas levam em conta a mudança no elenco e o reinício da franquia. Este novo capítulo terá uma abordagem mais “pé no chão”, semelhante a ‘Capitão América: O Soldado Invernal‘, de 2014, que arrecadou US$ 95 milhões nos primeiros três dias, de 4 a 6 de abril.
No Quorum, ‘Capitão América 4′ é o filme mais aguardado do próximo mês, com 58% de reconhecimento, superando longas como Lobisomem.
O marketing do longa continua a todo vapor, enquanto os fãs recebem novas imagens e cenas conforme o lançamento oficial se aproxima.
Agora, uma imagem divulgada pelo USA Today mostra Sam Wilson, o novo Capitão América do UCM, em uma cela repleta de luzes vermelhas.
‘Capitão América: Admirável Mundo Novo‘ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.
Segundo o WorldOfReel, as extensas refilmagens do longa jogaram o orçamento para US$ 350 milhões a US$ 375 milhões.
Oficialmente, o filme mais caro da Marvel foi ‘Vingadores: Era de Ultron‘ (2015) com US$ 365 milhões.
O trailer de Capitão América – Admirável Mundo Novo tem a mesma vibe de O Soldado Invernal, é mais pé no chão. O presidente dos EUA pede pro Sam Wilson montar um novo Os Vingadores. Ele pergunta: “E o que vai acontecer quando a gente discordar?”. pic.twitter.com/fM9nDTdteH
Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.
Foi anunciado hoje pela Panini o lançamento digital e gratuito de ‘Elden Ring: O Caminho para Térvore‘, mangá inspirado no jogo de mesmo nome.
O mangá que foi escrito e ilustrado por Nikiichi Tobita será lançado em diversos países e já está com os dois primeiros capítulos disponíveis para os brasileiros nos links abaixo:
“O título segue o estilo Dark Fantasy — conhecido por ser um gênero que se passa em um universo de fantasia, com ambientes mais tenebrosos — e não faltarão encontros e confrontos de personagens famosos do mundo de Elden Ring, como Melina, Blaidd, Margit, Godrik e, claro, Ranni”, diz a editora.
‘Elden Ring: O Caminho para Térvore‘ é publicado atualmente no Japão pelo site COMIC Hu e mais capítulos devem chegar ao Brasil em breve, embora a Panini não tenha divulgado novas datas.
Elenco: Alexandra Daddario, Bill Moseley, Gunnar Hansen, Tania Raymonde,
Scott Eastwood, Shaun Sipos, Keram Malicki-Sánchez,
James MacDonald, Thom Barry, Paul Rae.
Sinopse: Em 1974, uma tragédia atingiu um grupo de cinco jovens, numa pequena cidade do Texas. Eles nunca imaginaram vivenciar algo tão macabro e doentio. Apenas uma garota conseguiu escapar para contar a história, e os acontecimentos que se seguiram pareciam ter colocado um fim naquele horror. O que poucas pessoas sabiam é que uma criança foi escondida daquela loucura e cresceu sem saber sobre sua verdadeira família.
Anos depois, já adulta, Heather Mills (Alexandra Daddario, de ‘PercyJackson: O Ladrão de Raios‘) recebe a herança de uma avó que ela nunca soube existir e decide viajar para o Texas junto com os amigos Nikki ( Tania Raymonde), Ryan (Trey Songz) e Kenny (Kerum Milicki-Sanchez).
Quando chegam no local, Heather fica encantada com a mansão que acabou de herdar, mas precisa seguir duas regras: não pode vender a casa e tem que seguir as instruções deixadas numa carta escrita pela avó.
Mas antes que ela possa abrir a carta, ela e seus amigos são confrontados
por um outro parente que também sobreviveu ao terror de anos atrás. E ele não parece se importar se suas vítimas são parentes ou não. Ele está apenas em busca de sangue…
Curiosidades:
» ‘O Massacre da Serra Elétrica 3D‘ (Texas Chainsaw 3D) estreou nos EUA em primeiro lugar nas bilheterias, com bons US$ 23 milhões. Porém, encerrou sua carreira nas bilheterias norte-americanas com fraquíssimos US$
34 milhões.
» O veterano ator Gunnar Hansen, que viveu o maníaco Leatherface no filme original, de 1974, está no elenco.
» Bill Moseley, que viveu Chop Top em ‘O Massacre da Serra Elétrica 2‘ (1986) é o primeiro contratado. Seu personagem se chamará Jim Siedow.
» A bela Alexandra Daddario, de ‘Percy Jackson: O Ladrão de Raios‘, será a protagonista Heather. Tania Raymonde, que interpretou Alex em ‘Lost‘, viverá Nikki, garota cheia de personalidade e melhor amiga da protagonista.
» John Luessenhop (Ladrões) dirige, enquanto Adam Marcus (‘Jason Vai para o Inferno – A Última Sexta-Feira’) e Debra Sullivan roteirizam.
» A ideia é reiniciar a franquia com outra roupagem e em 3D.
Segundo a Variety, Lovato vai aparecer no décimo e último episódio da nova temporada, mas sua personagem não foi revelada. Ela já havia participado de outra série do canal El Rey, ‘Matador‘, estrelada pelo seu atual namorado Wilmer Valderrama.
A segunda temporada explora um novo capítulo nesta saga de crimes sobrenaturais que expande o universo de nossa história através da fronteira do México. Ela também se aprofunda e complica as relações fundamentais entre os personagens, com a adição de novos rostos. A temporada começa com nossos personagens em seus mundos separados – Santánico (González) e Richie (Holtz) estão fora de Houston, vivendo como Bonnie e Clyde; Seth e Kate (Madison Davenport) estão no Sul da Fronteira; Freddie Gonzalez (Garcia) está protegendo sua esposa e filha em um subúrbio de Houston, e Carlos Madrigal (Valderrama) e Scott Fuller (Brandon Soo Hoo) emergem do Titty Twister.
Confira o cartaz e fotos:
Danny Trejo (franquia ’Machete’, ‘Machete Mata’) também fará uma participação especial. No longa original, Trejo viveu Razor Charlie, mas não vai reprisá-lo na TV; o ator dessa vez interpretará um personagem conhecido como O Regulador, um agente do mal convocado para realizar uma missão mortal.
Esta marca a nova parceria de Trejo e do diretor Robert Rodriguez, que trabalharam juntos no filme de 1996, em ‘Machete’ e na sequência ‘Machete Mata’.
Trejo se juntará a D.J Cotrona, Zane Holts, Jesse Garcia, Eiza González, Madison Davenport, Brandon Soo Hoo, Wilmer Valderramma e Briana Evigan no elenco.
Os irmãos Seth e Richie são vividos respectivamente por D.J. Cotrona (‘G.I. Joe: Retaliação’) e Zane Holtz (‘As Vantagens de Ser Invisível’). Os papéis dos Texas Rangers Earl e Freddie são de Don Johnson (‘Django Livre’) e Jesse Garcia (da série ‘Sons of Anarchy’).
Seth Gecko foi um dos primeiros papéis de destaque do astro George Clooney no cinema. No filme, Richard Gecko foi vivido por Quentin Tarantino, que também roteirizou o longa. Outra figura conhecida em Hollywood, Harvey Keitel, interpretou o pastor Jacob Fuller.
O longa original gerou duas continuações, ‘Um Drink no Inferno 2: Texas Sangrento’ e ‘Um Drink no Inferno 3: A Filha do Carrasco’, que não tinham os astros do primeiro e foram lançados diretamente em vídeo.
Chadwick Boseman viverá T’Challa/Pantera Negra na adaptação de HQ. Ernie Hudson (franquia ‘Os Caça-Fantasmas’) pode ficar com o papel de T’Chaka, rei da nação de Wakanda e pai de T’Challa.
Antes de estrelar o filme solo do herói, marcado para 6 de julho de 2018, Boseman será introduzido como T’challa em ‘Capitão América: Guerra Civil’.
Boseman assinou contrato para viver o Pantera em cinco filmes da Marvel, mas ainda não foram divulgados quais os outros três títulos em que ele participará. Uma aposta certa é o retorno do personagem nas duas partes de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o terceiro filme da franquia.
Em conversa com o Moviefone como parte dos preparativos para a San Diego Comi-Con, onde a Fox deverá levar ‘Wolverine 3’, ‘Assassin’s Creed’ e ‘Legion‘, o produtor Simong Kinberg comentou um pouco a respeito de como que funcionará o tom do personagem, tendo em vista que David Haller ora vem nas HQs como herói, ora vem como anti-herói.
“O tom é a grande diferença do show até mesmo par os longas que realizamos. Noah é um gênio, ele escreveu, criou e dirigiu o piloto de ‘Legion’ – e é de uma sensibilidade muito diferente de qualquer coisa que já fizemos com os X-Men, eu diria que é algo totalmente radical, tanto quanto Deadpool foi dentro da linha principal de projetos do longas X-Men”, afirmou.
Mas será que a série vai conseguir ser tão cativante quanto ‘Deadpool’? A gente espera que sim, afinal, Noah Hawley é o criador da série Fargo, que é inspirada no longa dos Irmãos Coen. Resumo da ópera, tem tudo para vir na máxima qualidade.
‘Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.
Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION. Noah Hawley (Fargo) será o produtor executivo junto com Lauren Shuler Donner (X-Men: Days of Future Past, Deadpool), Bryan Singer (X-Men: Apocalypse, Superman Returns), Simon Kinberg (X-Men: Days of Future Past , The Martian), Jeph Loeb (agentes de SHIELD da Marvel, Marvel Demolidor, da Marvel Jessica Jones), Jim Chory (agentes de SHIELD da Marvel, Marvel Demolidor, da Marvel Jessica Jones) e John Cameron (Fargo, The Big Lebowski). LEGION é o mais recente projeto de Hawley e Cameron, dois dos produtores executivos da série limitada do FX, Fargo, vencedora do Emmy e do Golden Globe Awards.
A produção da primeira temporada, de oito episódios, vai começar no verão em Vancouver e esta nova série da FX Produções e Marvel Television será lançada internacionalmente no início de 2017. FX Produções será responsável pela produção física. O ramo de vendas da FOX Networks Group se encarregará da distribuição a terceiros.
Porque como se não bastasse liberar a primeira imagem oficial de ‘Legion’, a FX confirma que o episódio piloto foi roteirizado e que toda a temporada terá produção executiva de Noah Hawley, o cara por trás da sensacional série ‘Fargo‘, também da FX.
Dan Stevens (‘Uma Noite no Museu 3’) será David Haller, e o elenco ainda conta com Aubrey Plaza (‘Parks and Recreation’) e Jean Smart (‘Fargo’).
Kevin Smith, que vai dirigir dois episódios na série ‘The Flash’, liberou em seu perfil no Twitter que o título do sétimo episódio será Killer Frost.
Se você acompanha a série, provavelmente sabe que o nome acima faz total referência a vilã que na Terra 2 é uma espécie de cópia da amiga de Barry Allen, Caitlin Snow (Danielle Panabaker).
A HQ Flashpoint é considerada a maior publicação da DC Comics em termos de unir todo o Universo DC. Escrita por Geoff Johns, ela é ambientada numa realidade alternativa onde Bruce Wayne está morto, Thomas Wayne é o Batman e não há Superman. Com isso, o único que se lembra da ordem dos fatos é Barry Allen, que fica chocado ao saber que sua mãe, Nora Allen, já morta, está viva nessa nova linha do tempo. O grande twist da história vem quando nos é revelado que Barry criou o universo Flashpoint para viajar de volta no tempo e impedir que o Flash-reverso matasse Nora. A tentativa de Barry para desfazer sua ação anterior e restaurar a linha do tempo original acaba por se tornar um meio de criação dos Novos 52.
A nova temporada de ‘The Flash‘ estreia dia 4 de outubro.
Em entrevista ao Collider, o diretor Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’) falou sobre ‘Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ e revelou que já pensa em uma sequência para o filme… mesmo ele sendo uma adaptação do famoso mangá.
“Não se trata de uma história de origem, mas sim de uma história de nascimento. Vemos o nascimento da major, a personagem de Scarlett Johansson se tornando alguém. Mas já estamos pensando: ‘Se as pessoas amarem o filme e precisarmos fazer uma sequência, para que caminho podemos seguir?’. Esse filme não precisa de sequência, é uma obra única e linda. Mas se tivermos sorte, poderemos fazer outro…”, afirmou.
O diretor ainda entregou um MEGA SPOILER do final (para quem não conhece a trama).
“Podemos continuar… afinal, ela não morre no final”, concluiu.
O filme estreia em 30 de março de 2017.
‘Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell‘ é baseado na famosa série mangá homônima e inspirado na obra escrita e ilustrada por Masamure Shirow para a Kodansha Comics. Sua trama acompanha Motoko Kusanagi – conhecida como Major (Scarlet Johansson), uma híbrida de humano e ciborgue, que lidera um esquadrão de elite: a Seção 9. Dedicada a perseguir os mais perigosos criminosos e extremistas, ela precisa aniquilar um hacker, cujo objetivo é deter os avanços da tecnologia cibernética.
Michael Pitt (‘Violência Gratuita’, ‘Hannibal’) interpreta o vilão The Laughing Man, um hacker terrorista que é fascinado pelo livro ‘O Apanhador no Campo de Centeio‘, de J. D. Salinger.
Rila Fukushima, a Katana de ‘Esquadrão Suicida‘, completa o elenco.
A direção é de Rupert Sanders (‘Branca e Neve e o Caçador’).
Um easter egg ]deixou muita gente animada sobre o futuro de ‘Legion‘.
No episódio de ontem à noite, alguns flashbacks em referência ao pai biológico de David foram apresentados. E como você sabe bem, o protagonista do TV é filho do Professor Xavier, ideia essa que foi mantida perfeitamente igual as HQs.
E para a surpresa de todo mundo, quando menos se espera, a cadeira de rodas de Xavier aparece em cena.
Confira:
‘Legion‘ é a história de um jovem perturbado que poderia ser mais do que humano, David Haller, que desde a adolescência lutou contra uma doença mental. Diagnosticado como esquizofrênico, David tem estado dentro e fora de hospitais para doentes mentais durante anos. Mas depois de um estranho encontro com outro paciente, percebe a possibilidade de que as vozes que ouve e as visões que vê, podem ser reais.
Dan Stevens (Downton Abbey), Rachel Keller (Fargo), Jean Smart (Fargo), Aubrey Plaza (Parks and Recreation), Jeremie Harris (A Walk entre as lápides), Amber Midthunder (Hell or High Water), Katie Aselton (The League) e Bill Irwin (Interstellar) são os protagonistas de LEGION.
Stuhlbarg será Sy Feltz, mão direita de Emmit (Ewan McGregor). McNairy é definido como Maurice LeFay, um homem com passado criminoso. Whigham viverá Moe Dammick, chefe da polícia do condado de Meeker. Soni assumirá o cientista Dr. Homer Gilruth. Melamed interpreta Howard Zimmerman e Mann completa o elenco como Thaddeus Mobley, um autor premiado de ficção científica.
A AMC liberou a sinopse oficial da oitava temporada de ‘The Walking Dead’.
Confira:
Na última temporada, Rick Grimes e seu grupo de sobreviventes foram confrontados com seu desafio mais mortal. Com o conforto de Alexandria, eles abaixaram a guarda, apenas para lembrar o quão brutal o mundo em que vivem pode ser.
Sentindo-se impotente sob as regras e as exigências de Negan, Rick defendeu seu grupo. Mas, visto que Negan não poderia ser derrotado, Rick começou a reunir outras comunidades afetadas pelos Salvadores. E com o apoio de Hilltop e do Reino, eles finalmente têm poder de fogo suficiente para contestar os Salvadores.
Nesta temporada, Rick traz a guerra completa para Negan. Os Salvadores são maioria, mais bem equipados e implacáveis, mas Rick e as comunidades unificadas estão lutando pela promessa de um futuro melhor. As linhas de batalha são planejadas enquanto se lançam ofensivas dos dois lados.
Até agora, a sobrevivência tem sido o foco de Rick e do seu gupo, mas não é o suficiente. Eles têm que lutar para recuperar sua liberdade para que possam viver. Para que possam reconstruir. Como com qualquer batalha, haverá perdas. Mas com Rick liderando Alexandria, Maggie liderando Hilltop e o Rei Ezequiel liderando o Reino – e Negan no controle dos Salvadores – este mundo finalmente pode chegar ao fim.
Previsto para ser lançado pela Paramount Pictures nos cinemas, ‘Aniquilação‘ teve seus direitos vendidos para a Netflix no mercado internacional e agora estreia direto pelo serviço de streaming dia 12 de março.
O que ninguém esperava é que o filme seria ovacionado pelos críticos norte-americanos.
Confira o trailer e as primeiras reações dos críticos:
Just saw #Annihilation, and damn, it’s gorgeous. Beautifully done, riveting and smart. Going to need to process this one for a while, and I want to see it again! pic.twitter.com/rFl5cnacon
“Acabei de assistir Aniquilação e, cara, é maravilhoso. Lindamente feito, instigante e esperto. Precisarei processar isso por um tempo e tudo que quero é assisti-lo novamente!”
Alex Garland’s #Annihilation is absolutely phenomenal. It’s gorgeous and mesmerizing, with brilliant performances from the entire ensemble. It’s a remarkable vision, and has a sequence so thrilling that I was left literally dizzy. It will be on my Top 10 of 2018 without question. pic.twitter.com/zGmDGlyh0M
“Aniquilação, de Alex Garland, é absolutamente fenomenal. É maravilhoso e hipnotizante, com atuações brilhantes de todo o elenco. É uma visão memorável e possui uma sequência tão empolgante que eu fiquei literalmente confusa. Ele estará no meu Top 10 de 2018, sem sombra de dúvidas”.
Make no mistake, #Annihilation is a new sci-fi classic. Brilliant, thrilling, and provocative, it has as much metaphoric depth as it does narrative tension. I’m floored. pic.twitter.com/o2taDg2Z7L
“Não se iluda, Aniquilação é um novo clássico do sci-fi. Brilhante, empolgante e provocativo, possui tanta profundidade metafórica bem como uma tensa narração. Eu estou no chão”.
#ANNIHILATION: This is the type of sci-if we always say we want to see. Bold, challenging, singular, visually dazzling. Would not be the least bit surprised to see it hailed as a masterpiece (and it might actually be one).
“Aniquilação: Este é o tipo de sci-fi que nós sempre dizemos que queremos ver. Ousado, desafiador, singular e visualmente hipnotizante. Não ficaria nem um pouco surpreso de vê-lo ser aclamado como uma obra-prima (e pode muito bem ser uma)”.
#Annihilation is big budget Alex Garland with all the head-spinning intelligence of “Ex Machina.” It’s violent and patient and then suddenly so transfixing you’re pinned to your seat.
It’ll take time to process. Another auteur studio gamble from Paramoint after “mother!”
“Aniquilação é um filme de Alex Garland com grande orçamento e com toda aquela inteligência de girar a cabeça de Ex Machina. É violento, paciente de derepente é tão perfurador que você é pregado no assento”.
O diretorAlex Garland, de ‘Ex-Machina‘, se revoltou com a decisão de lançar o filme pela Netflix.
“Estou decepcionado. Fiz esse filme para ser exibido nos cinemas. Não tenho preconceito com a exibição na TV, mas ele não foi feito para ser visto nessa mídia. Pelo menos, ele ainda será exibido nos cinemas dos EUA, o que me agrada muito. O bom da Netflix, é que ele atingirá um público maior. Vejo os lados positivos e negativos, mas ele foi feito para ser visto nos cinemas”, afirmou em entrevista ao Collider.
Ao que parece, a decisão se deu após uma briga entre os produtores David Ellison e Scott Rudin após o filme não performar positivamente nas exibições-teste.
A misteriosa trama acompanha um biólogo que aceita ir a uma expedição secreta e perigosa, em que as leis da natureza não se aplicam. Isaac e Portman serão marido e mulher.
O roteiro e a direção fica por conta de Alex Garland (roteirista de ‘Extermínio’, ‘Sunshine – Alerta Solar’ e ‘Dredd’), que comandou o sucesso de ‘Ex-Machina‘ – ficção científica que ele roteirizou e dirigiu.
‘A Morte te dá Parabéns‘ se tornou um grande sucesso de bilheterias, conquistando respeitáveis US$ 125,5 milhões mundialmente com um orçamento de US$ 4,8 milhões. A sequência fez apenas US$ 64 milhões no mundo todo, mas deu um lucro saudável já que custou apenas US$ 9 milhões.
Agora, o WeGotThisCovered revelou que a Blumhouse começou a trabalhar em ‘A Morte te dá Parabéns 3‘, que trará o fim da trilogia.
“Eu definitivamente tenho o terceiro filme na minha cabeça. Se pessoas suficientes assistirem esse, nós faremos um terceiro filme. Eu posso dizer que será muito inesperado. E terá uma escala ainda maior.”, afirmou.
Assista a entrevista:
Na sequência, a história se repete, mas de forma diferente. Tree se vê na situação onde precisa salvar seus amigos que estão em perigo, e também escapar do looping. Para isso ela vai precisar morrer centenas de vezes até conseguir encontrar a solução e o assassino da vez.
Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.
Muitos fãs estão polvorosos para saber quando a Netflix vai lançar a próxima temporada de ‘La Casa de Papel‘, mas a sequência ainda não foi confirmada pelo streaming.
Apesar da 4ª parte ter deixado a história em aberto, ainda não há confirmação OFICIAL de que a série irá ganhar uma 5ª temporada.
Mesmo sem uma confirmação oficial, especula-se que o streaming não vai encerrar sua “Galinha dos Ovos de Ouro” tão cedo.
O jornal espanhol Formula TV afirmou que aNetflix renovou silenciosamente a série para sua 5ª e 6ª temporada, e as gravações dos novos episódios teriam inicio no final de Abril de 2020. Com a pandemia de coronavírus, dificilmente os novos episódios tenham começado a ser filmados.
Ou seja? Se acontecer, a 5ª temporada deve estrear só no final de 2021. A 3ª e a 4ª temporadas foram filmadas simultaneamente, ao longo de oito meses. Com o tempo de pós-produção, isso significa que vai demorar no mínimo um ano para a próxima temporada finalmente chegar no streaming.
Criada por Álex Pina, a série inicialmente era uma minissérie de 15 episódios, mas foi reeditada pela Netflix em duas partes, que posteriormente optou por dar continuidade à produção depois de sua enorme popularidade.
O elenco inclui Úrsula Corberó (Tóquio), Álvaro Morte (O Professor),Jaime Lorente (Denver), Miguel Herrán (Rio), Darko Peric (Helsinque), Alba Flores (Nairóbi), Esther Acebo (Estocolmo), Itziar Ituño (Raquel Murillo), Enrique Arce (Arturo), Kiti Mánver (Mariví), Pedro Alonso(Berlim), Juan Fernández (Coronel Prieto) e Mario de la Rosa (Suarez).
Quando a Netflix começou a produzir séries originais, chamava atenção o fato de a gigante do streaming simplesmente renovar absolutamente tudo. Por mais que as críticas e as reações do público não fossem boas, por mais que a série não fizesse barulho algum nas redes sociais, lá estava o anúncio da renovação alguns meses depois. Foi assim até surgirem as primeiras cabeças cortadas, em meados de 2016: ‘Hemlock Grove’, ‘Bloodline’ e ‘Marco Polo’ abriram um caminho que depois seria mais notado com os cancelamentos de ‘Sense8’ e ‘The Get Down’, mais populares e globalizadas. Desde então, cancelamentos abruptos foram se tornando mais e mais habituais e, durante a pandemia, beeeem numerosos.
A extensa lista de séries canceladas pela Netflix em 2020 pode até assustar a princípio (veja aqui!), mas o que essas decisões significam é menos catastrófico do que se imagina. Algumas deles, é claro, se devem a complicações relacionadas à pandemia do Covid-19, mas muitas outras fazem parte de algo que parece ser uma reestruturação dos projetos da casa. E, por mais que cancelamentos sejam sempre frustrantes para quem é fã (eu mesma estou desde 2013 esperando o revival de ‘The New Normal’), eles fazem parte do jogo e vão continuar fazendo.
Por isso, se quisermos entender o que a onda de cancelamentos da Netflix realmente quer dizer, há alguns pontos importantes:
Ninguém aqui tem bola de cristal para “adivinhar” como a Netflix “pensa”, mas uma reportagem da Vanity Fair revelou que a equação feita pela plataforma leva em consideração não necessariamente audiência, mas quantos potenciais novos assinantes uma nova temporada poderia gerar. Por isso, uma boa audiência é um fator importante, mas não o único: ainda é preciso levar em consideração presença nas redes sociais e como se dá essa repercussão. A voz dos fãs pode até não ser volumosa, mas se for barulhenta, já deu conta do recado.
É justamente por este motivo, aliás, que séries da Netflix tendem a ser finalizadas com menos temporadas: uma série em seu quinto ano dificilmente atrairia um número de novos assinantes realmente significativo para compensar os gastos — as exceções são atrações muito populares, como ‘The Crown’ e ‘Stranger Things’, ou as primeiras originais da plataforma, como ‘Orange Is the New Black’, ‘BoJack Horseman’ e ‘House of Cards’.
Essa equação é cruel, mas é a forma como sistemas fechados funcionam: o que traz lucro para a Netflix são os assinantes, afinal de contas.
Em entrevista concedida ao The Hollywood Reporter, o produtor Alex Kurtzman (‘Star Trek: Discovery’) disse que apenas para lidar com os EPIs (equipamentos de proteção individual) para o elenco e a equipe, é necessário um acréscimo que varia entre US$300 e 500 mil por episódio. Repercutindo o assunto, outros produtores de televisão contaram à Rolling Stone em anonimato que Kurtzman foi humilde com este valor, e que os gastos totais vão muito, muito além.
Por exemplo, gasta-se mais com transporte: uma van que normalmente transportaria 10 pessoas agora só pode comportar duas, o que significa que são necessárias mais vans, mais gasolina, mais motoristas. Um episódio que poderia ser finalizado em 8 dias agora vai gastar no mínimo 10, e cada dia a mais significam mais gastos e mais diárias a serem pagas para os figurantes. Se o protagonista da sua série mora em um estado e grava em outro, a produção precisa arcar com os 14 dias de isolamento, somando ao valor pago um adicional para trabalhos que a pessoa potencialmente perdeu durante este período. Toda a proteção em volta do elenco precisa ser triplicada porque eles são os mais expostos, já que precisam estar sem máscara durante as filmagens. Séries que operam com um orçamento apertado dificilmente poderiam arcar com isso.
E séries que não operam dentro de um orçamento apertado, vale ressaltar, são raríssimas exceções.
Para atrações como ‘GLOW’ e ‘The Society’, que envolvem muito contato físico (no caso da primeira) e muitas pessoas em cena (a segunda), os custos são ainda maiores porque esses são fatores ainda mais delicados. Existe uma enorme dificuldade para até mesmo começar a gravar de uma forma segura, mesmo durante a retomada.
Se a soma desses fatores não fosse o suficiente para levar a alguns cancelamentos e algumas “desrenovações”, existe um outro complicador: a conciliação das agendas.
Quando todas as filmagens foram interrompidas ou adiadas a partir de março deste ano, isso provocou uma tsunami de agendas colidindo e atores precisando abandonar projetos porque não conseguiriam mais encaixá-los quando tudo retornasse. A minissérie ‘Evel’, por exemplo, do USA Network, foi abandonada porque o protagonista seria Milo Ventimiglia. O ator planejava encaixar as filmagens no hiato de ‘This Is Us’. Mas durante o período que seria esse hiato, estávamos no auge dos contágios e mortes por Covid-19, e não era possível nenhuma das séries filmar de maneira minimamente segura. Agora, o drama familiar da NBC já retornou às filmagens e não há mais espaço na agenda de Ventimiglia para ‘Evel’.
Com elencos volumosos (como o de ‘The Society’) e com nomes badalados (como o de ‘I Am Not Okay With This’ — a protagonista, Sophia Lillis, já tem outros projetos alinhados), então a situação fica ainda mais difícil de ser contornada. Ainda que a pergunta “mas será que a Netflix não podia esperar?” tenha sido feita por muitos, a questão não é necessariamente “não querer esperar”, mas não existir uma previsão de até quando ter que esperar. É certamente uma escolha difícil e sacrificante, mas a impossibilidade de conciliar tantas variantes é o que leva a culpa — tudo isso enquanto atores, produtores, diretores e roteiristas também se envolvem em outros projetos. O criador de ‘I Am NotOkay With This’, Jonathan Entwistle, já foi escalado para criar filmes e uma série de TV em um universo compartilhado dos Power Rangers.
A troca de lideranças
Cindy Holland (à esq.) e Bela Bajaria (à dir.)
Sob uma ótica mais específica, a recente saída de Cindy Holland da Netflix é o terceiro fator que ajuda a explicar o que há por trás desses cancelamentos. Ela era uma das veteranas da casa, uma das responsáveis pelas séries de TV originais e aquela que muitos acreditavam ser a próxima na linha sucessória depois de Ted Sarandos. A sua saída, anunciada no início de setembro junto à promoção de Bela Bajaria ao posto de Chefe de TV Global, foi um prenúncio de mudanças.
Holland foi a pessoa que levou algumas das principais séries para a Netflix, encabeçou as primeiras originais e estava na companhia desde os tempos de DVD por correio. O streaming justificou que, para o que tem em mente para o futuro, Bajaria se encaixava melhor — as duas até então praticamente dividiam o mesmo cargo, e deixar Holland abaixo na hierarquia seria impensável.
O detalhe importante aqui é esse tal futuro, e a manutenção de Bajaria nos ajuda a entender o que exatamente ele é. Quando as duas executivas dividiam o cargo, o grande conflito era que muitas vezes as pessoas não sabiam a qual das duas reportar, mas é consenso que Holland cuidava mais das produções norte-americanas, enquanto Bajaria respondia pelas globais.
Nos últimos meses, o que vimos acompanhando através dos relatórios trimestrais de investimentos da gigante do streaming é uma estabilização cada vez maior do número de assinantes nos Estados Unidos e Canadá, e uma forte evidência disso foi o anúncio recente do fim dos 30 dias grátis para novos assinantes nos dois países. Ou seja, a companhia dá a entender através disso que realmente não precisa fazer esforço para convencer potenciais consumidores nesses mercados, porque já os domina.
Além disso, basta uma breve análise para entender qual é a tendência que se instalou: durante a pandemia, e mesmo antes dela, ‘Dark’, ‘Elite’ e ‘La Casa de Papel’ foram as séries que se tornaram fenômenos gigantescos em todo o mundo. São mais produtos deste porte que a plataforma quer. Séries globais, produzidas fora do eixo norte-americano, são mais baratas e têm respondido melhor com a audiência estrangeira. Investindo nelas, a Netflix visa reprisar esta predominância que tem na América do Norte em outros lugares, além de seguir na frente dos outros streamings surgindo agora em termos de expansão global. Quando Apple TV+, Disney+, HBO Max e Peacock pensarem em produzir séries latinas, por exemplo, a Netflix já estará anos-luz à frente.
Cancelar para conquistar
Elite
Em síntese, devemos ter em mente que toda emissora ou plataforma cancela séries. Quando a Netflix produz em um volume tão alto, é até coerente que também tenha um número maior de cancelamentos. É esse número que assusta. Mas muitas das atrações canceladas em 2020 foram mal na crítica, tinham baixa repercussão ou o combo das duas coisas.
O que aparenta ser a estratégia é “cancelar para conquistar”, com uma reestruturação visando séries que atinjam uma camada maior de audiência. Por exemplo, mesmo após tantos cancelamentos, a gigante do streaming já encomendou mais sete produções espanholas, entre filmes, séries e documentários, pegando carona nos sucessos recentes que vieram da Espanha e apostando na popularidade.
Se este é o caminho certo, só o tempo irá dizer. O maior receio é que essa ótica visando popularidade em massa sacrifique o espaço que teriam séries como ‘GLOW’, ‘Caçadoras de Recompensas’, ‘One Day at a Time’, ‘Dear White People’ por exemplo — produzidas ou protagonizadas por mulheres, pessoas pretas ou LGBT. Dentro dessa visão que parece ser “o futuro da gigante do streaming”, será que essas mesmas séries chegariam a ser produzidas?
Sophia Anne Caruso(‘Evil’) eSofia Wylie(‘High School Musical: O Musical: A Série‘) serão as protagonistas Sophie e Agatha – estudantes da escola titular onde jovens são treinados para se tornarem personagens de contos de fadas.
O roteiro fica a cargo de David Magee (‘As Aventuras de Pi’) e Laura Solon (‘A Última Ressaca do Ano‘).
Confira a sinopse dos romances:
No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias. Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são. Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.
‘Pânico‘ ganhou um novo teaser em comemoração ao Natal, que mostra os jovens chegando para uma festa na casa que era do Stu (Matthew Lillard) no primeiro filme.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade, fazendo com que Sidney Prescott retorne para desvendar o mistério.
Fui ver esse filme novo da Netflix “Um Natal Cheio de Graça” desisti cm 10min de filme, RUIM DEMAIS e essa tal de Gkay forçada pra caralho, disputando titulo de pior atuação com a Jade Picon
Uma pena desperdiçarem o talento do Sérgio Malheiros nesse filme Um Natal Cheio de Graça. Deveriam ter colocado uma atriz de verdade pra ser a mocinha, mas a Netflix se passa as vezes
Netflix perdeu a chance de fazer um filme de natal bom e fofo, colocando como protagonista uma humorista que não entende nada sobre atuação e entregou o papel mais forçado de todos e estereotipado da fala nordestina… Um Natal cheio de Graça não teve graça nenhuma.
mds “um natal cheio de graca” podre, o casal n tem quimica nenhuma, comecou a aparecer cena de romance sem nem ter desenvolvido o relacionamento deles, atuacao horrivel… lamentavel
“Um Natal Cheio de Graça” (Netflix) é uma comédia forçada que, por mais que apele, não agrada. A produção tem roteiro ruim e GKay é um erro do início ao fim. Nem talentos como Sérgio Malheiros, Letícia Isnard e Vera Fischer, que estão desperdiçados ali, conseguem salvar o longa.
O longa é ambientado na véspera de Natal, depois que Carlinhos descobre uma traição da ex-namorada e tenta esconder a situação ao levar uma desconhecida chamada Graça para acompanhá-lo na ceia servida tradicionalmente na mansão de sua avó, a ricaça Lady Sofia. Só que a misteriosa convidada se revela capaz de botar a casa abaixo…
A série de terror ‘Origem‘ (FROM) virou um fenômeno entre os assinantes do Globoplay.
Agora, o streaming confirmou que a segunda temporada chega no catálogo em Dezembro. O dia não foi renovado.
Vale lembrar que O MGM+ renovou oficialmente a série para a 3ª temporada.
“As duas primeiras temporadas de ‘FROM’ cativaram os críticos e aterrorizaram os fãs, que acabaram formando uma próspera comunidade online em busca de respostas para os mistérios desta cidade infernal,” declarou Michael Wright, chefe da MGM+. “Mal podemos esperar para ver as surpresas que nos aguardam na terceira temporada, que promete mais sustos, mistérios e respostas.”
A trama é ambientada em uma misteriosa cidade no interior dos Estados Unidos que aprisiona de forma sobrenatural aqueles que chegam lá. Para piorar a situação, seres monstruosos caçam os moradores durante a noite, então o xerife Boyd Stevens (Harold Perrineau) tenta deixar os sobreviventes da cidade seguros enquanto procura por uma forma de escapar.
Em uma recente entrevista ao The Tonight Show, o icônico astro Sylvester Stallone revelou que já tem em mente quem ele quer que interprete o próximo Rambo nos cinemas.
Caso a franquia seja oficialmente revisitada, Stallone comentou que está pronto para “passar o manto” para ninguém menos que o indicado ao Oscar Ryan Gosling (‘Barbie’, ‘La La Land’).
“Eu conhecei [Gosling] em um jantar. [Ele] disse: ‘eu fiquei fascinado por ‘Rambo’ e costumava ir à escola vestido como ele, e as pessoas me mandavam embora e eu não parava. Eu tiraria férias como Rambo’. Ele continuava a fizer que tinha muita afiliação com ‘Rambo’“, Stallone conta.
O ator continua: “e eu pensei: ‘sabe, isso é interessante. Se eu um dia passar o manto, passarei para ele, porque ele ama o personagem'”.
Durante sua participação no Festival Internacional de Cinema de Toronto, Stallone confirmou que não retornará ao papel de John Rambo, encerrando uma era de cinco filmes de ação icônicos.
Ele expressou sua decisão de maneira clara: “Rambo, posso dizer que chegou a hora de deixá-lo ir. Ele fez muita coisa, mesmo querendo fazer outra. O que seria a próxima luta? Contra a artrite?”, declarou ao JoBlo.
Apesar dessas declarações, parece que ainda existe uma possibilidade para um sexto filme.
Os produtores Kevin King-Templeton e Les Weldon afirmaram que a decisão de continuar a franquia dependerá da demanda do público.
Em entrevista ao Coming Soon, Kevin King-Templeton declarou:
“Há várias franquias diferentes em que estamos envolvidos e pensando no futuro. Com Rambo, novamente, é apenas uma questão de se houver uma demanda do público. Desse jeito, poderíamos mergulhar nisso. É por isso que Os Mercenários está acontecendo novamente.”
Les Weldon acrescentou: “Às vezes, Kevin e eu dizemos: ‘Bem, não sei se haverá outro’. E aí vem a demanda, e as pessoas estão perguntando, perguntando e perguntando. Os compradores estão perguntando, e foi esse caso aqui. É algo que levamos muito a sério, você sabe, para que fizéssemos certo. E sim. E entregar algo que as pessoas queriam.”
Hewitt falou sobre revisitar Julie James, um de seus primeiros e mais icônicos papéis, para a próxima sequência e admite que foi “muito estressante”.
“Vou ser super honesta, fiquei com muita ansiedade por 48 horas antes [das filmagens] porque eu pensava: ‘Será que consigo? Será que vou conseguir?’ É muita pressão”, afirmou ela à PEOPLE.
O elenco ainda conta com Chase Sui Wonders,Madelyn Cline, Sarah Pidgeon, Tyriq Withers, Jonah Haur-King, Nicholas Alexander Chavez, Lola Tung, Austin Nichols e Gabbriette.
Márcia também é conhecida por dublar a Draculaura em Monster High, Zelena em Once Upon a Time, Misty em Pokémon, Michiru em Sailor Moon…. e mais.
No filme, quando cinco amigos (Cline, Wonders, Hauer-King, Withers e Pidgeon) causam um acidente de carro mortal, eles encobrem seu envolvimento e fazem um pacto para manter isso em segredo em vez de enfrentar as consequências.
Um ano depois, seu passado volta para assombrá-los e eles são forçados a confrontar uma verdade horripilante: alguém sabe o que eles fizeram no verão passado… e está decidido a se vingar.
À medida que os amigos são perseguidos por um assassino, eles descobrem que isso já aconteceu antes e recorrem a dois sobreviventes do lendário Massacre de Southport de 1997 para obter ajuda.
Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro que ela coescreveu ao lado de Sam Lansky.
A imaturidade não tem idade, é uma característica que se joga na frente de muitos destinos oriundos de diversas questões ligados ao emocional ou até mesmo a moral. Quem somos nós pra julgarmos não é mesmo? Mas uma coisa que podemos fazer é refletir sobre algumas dessas situações provadas pela imaturidade. Assim, segue abaixo uma lista com 10 filmes com personagens que passam por uma crise na imaturidade:
Na trama, roteirizada por Ramsey e Liana Dognini a partir da obra de Alan Warner, acompanhamos a saga sem destino, sem direção de Morvern Callar (Samantha Morton), uma jovem que após o suicídio do namorado, resolve abandonar o emprego de caixa de supermercado e embarcar em uma viagem para a Espanha junto com a melhor amiga Lanna (Kathleen McDermott). Fora isso, nomeia o último livro do namorado como seu, recebendo oportunidades de venda por esse trabalho.
Na trama, conhecemos Spencer (Barry Keoghan), um estudante de arte bastante introspectivo que dorme e acorda pensando em encontrar algum sentido para sua vida. Certo dia, durante uma visita à biblioteca da universidade que estuda, descobre alguns livros raros que ficam em uma sala especial protegidos por uma bibliotecária. Assim, junto com seu amigo Warren (Evan Peters), e mais outros dois, começa a bolar um plano mirabolante para roubar as raridades. Para dar mais ingredientes à trama, realidade e ficção se unificam durante as quase duas horas de projeção, transformando um simples filme de roubo em algo muito interessante e esclarecedor.
O Jovem Caçador de Baleias
Na trama, conhecemos o jovem Leshka (Vladimir Onokhov) que vive seus dias pacatos em um vilarejo bem distante dos badalados grandes centros do mundo, no estreito de Bering. Como a maioria dos jovens locais, vive de caçar baleias. Quando a internet enfim chega ao local se diverte com amigos e conhecidos vendo shows de garotas pela grande rede (camgirls). O protagonista acaba se apaixonando por uma delas e resolve embarcar em uma jornada para tentar conhecê-la e declarar todo seu amor.
Na trama, conhecemos Signe (Kristine Kujath Thorp), uma jovem que está em um relacionamento com o artista Thomas (Eirik Sæther). Os dois vivem juntos faz algum tempo e possuem uma relação estranha, repleta de disputas, competitiva ao extremo. Quando Thomas começa a fazer muito sucesso na sua área, Signe entra em um colapso emocional e começa a fazer de tudo por atenção rumando rapidamente para um show de situações constrangedoras.
Quem me Ama, me Segue!
Na trama, conhecemos o casal Simone (Catherine Frot) e Gilbert (Daniel Auteuil) que vivem em um vilarejo e estão juntos faz mais de 35 anos. A primeira é uma mulher infeliz que se relaciona com o vizinho Etienne (Bernard Le Coq), um amigo de longa data do casal. O segundo é um marido estúpido, machista, nada cavalheiro que sempre oprimiu sua esposa ao longo de todo esse tempo. Certo dia, Simone resolve fugir de casa e ir atrás de Etienne que havia se mudado fazia dias. Completamente perdido, Gilbert embarcará em uma jornada na tentativa de convencer a esposa a voltar pra casa, ele contará com a ajuda do neto que quase não tem contato por conta de uma briga antiga com a mãe do garoto (sua filha).
Na trama, conhecemos Eddie (Jake Johnson), um homem perto dos 40 anos, sem emprego fixo, que vive de trocos trabalhando em um estacionamento de um estádio de baseball e gastando tudo que possui em apostas nas mesas de carteado clandestinas na cidade. Certo dia, um amigo pede para ele guardar uma bolsa com dinheiro pois irá passar um tempo na prisão. Eddie, em mais um daqueles dias alucinantes, trocando o dia pela noite, de maneira impulsiva gasta parte do dinheiro do amigo ficando com uma dívida que não sabe como pagar. Buscando alguma segunda chance na vida, o protagonista consegue um emprego fixo, conhece uma enfermeira mexicana super legal chamada Eva (Aislinn Derbez) e tenta dar a volta por cima na vida mesmo que seu vício o coloque sempre próximo de conflitos e confusões.
Mississippi Grind
Na trama, conhecemos Gerry (Ben Mendelsohn) um homem à beira do fracasso que vaga pelas noites da cidade onde vive apostando tudo, e praticamente o que não tem, em diversas mesas de jogos de apostas diferentes. Certo dia, em uma mesa de pôquer, conhece Curtis (Ryan Reynolds) um simpático falastrão que logo de cara fica amigo de Gerry. Ambos resolvem realizar uma espécie de Road Trip em busca de dinheiro. Entre uns drinks e outros, entre as mais diversas mesas de poker e jogos de azar dos Estados Unidos, a dupla de amigos faz uma viagem rumo à liberdade da solidão.
Eu, Tonya
Na trama, conhecemos por meio de relatos, um recorte importante na vida da patinadora artística norte americana da década de 90, Tonya Harding (Margot Robbie). Desde a sua infância complicada, sendo educada por uma mãe (Allison Janney) desequilibrada e cheia de regras, até seu auge na profissão que escolheu, executando um salto nunca realizado por uma patinadora norte americana em campeonatos. Mas nem tudo eram flores na vida de Tonya, casada com um marido violento e totalmente instável, interpretado pelo ótimo Sebastian Stan, acaba se envolvendo em uma história de agressão a outra patinadora perto da seletiva para as olimpíadas de inverno.
Na trama, conhecemos o jovem e pacato Evan (Ben Platt). Ele está quase concluindo o ensino médio norte-americano mas se encontra em dúvidas sobre várias questões, não sabendo lidar com sua marcante solitude, problemas no relacionamento com a trabalhadora e guerreira mãe a enfermeira de vários plantões Heidi (Julianne Moore). Após se machucar de uma maneira a princípio não muito bem explicada, ele engessa o braço e volta a frequentar a escola. Nos dias que se sucedem acaba tendo uma única interação com um aluno problemático chamado Connor (Colton Ryan), e em um ato isolado, esse acaba assinando seu gesso que estava em branco. No dia seguinte Evan descobre que Connor se suicidou e a família de Evan acha uma carta o que faz todos pensarem que Connor e Evan eram grandes amigos. A partir disso, uma série de situações acontecem transformando a vida de Evan para sempre.
Na trama, conhecemos Rakel (Kristine Kujath Thorp), uma jovem de vinte e poucos anos que parece perdida na vida, lotando sua agenda semanal com inúmeras festas após abandonar o curso de designer gráfico. Certo dia, ela descobre de maneira surpreendente estar grávida, fato que a faz entrar em uma zona de reflexões nunca antes frequentada. O aborto, a adoção, são alguns dos temas que envolvem seus primeiros impulsos sobre o que fazer. Inclusive, começa a conversar com o desenho que fez do seu futuro filho no qual batiza carinhosamente de Ninjababy. Em paralelo a isso, personagens entram nessa história: um pai que não quer assumir a responsabilidade, uma irmã na esperança de ser mãe, um pretendente amoroso que parece chegar na sua vida no momento mais difícil dela.
Star Wars: Forces of Destiny é a nova proposta da Disney, na qual curtas de animação, de 2 a 3 minutos, utilizam como foco de suas micro histórias as icônicas personagens femininas da saga espacial mais famosa do cinema.
O legal dos curtas, já disponíveis na internet, é a participação de atrizes como Daisy Ridley, Felicity Jones e Lupita Nyong´o revivendo (as duas primeiras pelo menos em voz) suas personagens Rey, Jyn e Maz Kanata, respectivamente. Além do trio, Shelby Young dá voz à princesa Leia e atores homens também participam, como John Boyega (Finn) e Matt Latner (Anakin Skywalker). A série de curtas tem 8 episódios, dos quais três já estão online.
Assista abaixo ‘Sands of Jakku’ e ‘BB-8 Bandits’ protagonizados por Rey e BB-8, e ‘Ewok Escape‘, que traz Leia e os Ewoks:
Fique ligado no CinePOP para os próximos episódios.
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