Em uma recente entrevista à Vogue, conduzida antes da greve do SAG-AFTRA em Hollywood, a icônica atriz vencedora de três estatuetas do Oscar Meryl Streep revelou que está disposta a voltar para uma possível sequência da franquia ‘Mamma Mia!’.
Durante a conversa, Streep, que interpretou Donna Sheridan na mini-saga, contou:
“Estou disposta a qualquer coisa. Terei que agendar uma avaliação do joelho antes de filmarmos, mas se houver uma ideia que me entusiasma, estou totalmente lá. Eu disse [à produtora] Judy [Kramer] que, se ela conseguisse descobrir uma maneira de reencarnar Donna, eu gostaria disso. Ou pode ser como numa daquelas novelas em que Donna volta e revela que na verdade foi sua irmã gêmea que morreu”.
Anteriormente, Amanda Seyfried, que interpretou Sophie, filha de Donna, revelou que, apesar do elenco estar interessado, o projeto irá acontecer apenas se o estúdio pagar de forma justa o elenco.
“Ninguém se recusou [a retornar para ‘Mamma Mia 3’], mas ninguém disse sim. O estúdio provavelmente não tem dinheiro para nos pagar, honestamente. Eu odeio dizer isso, porque eu faria ‘Mamma Mia 3’ de graça, mas a indústria não funciona desse jeito. Precisamos de algo justo, mas sinto que o terceiro filme vai depender de algo bobo, tipo se a Universal [Pictures] vai querer nos pagar.”
A trama, que se passa cinco anos após os eventos do primeiro filme, acompanha Sophie enquanto ela se prepara para reabrir o Hotel Bella Donna e, simultaneamente, aprende mais sobre o passado de sua mãe.
O primeiro filme lançado em 2008 arrecadou US$ 610 milhões em todo o mundo. Já ‘Mamma Mia! Lá Vamos Nós de Novo‘ fez US$ 395 milhões mundialmente.
O Disney+ divulgou o primeiro cartaz da série derivada ‘O Acólito’, confirmando a estreia da produção para 04 de junho.
Além disso, foi revelado que o trailer oficial será lançado amanhã, 19 de março.
Confira:
Criada por Leslye Headland, “‘Star Wars: The Acolyte’ é um thriller de mistério que levará os espectadores a uma galáxia de segredos sombrios e poderes emergentes do lado sombrio nos dias finais da era da Alta República. Na trama, uma ex-Padawan se reúne com seu Mestre Jedi para investigar uma série de crimes, mas as forças que eles enfrentam são mais sinistras do que imaginavam”.
Anteriormente, o Sindicato dos Roteiristas anunciou os nomes que estarão por trás dos 8 episódios da aguardada série.
A distribuição dos episódios ficou assim:
Episódio 1: Leslye Headland (‘Boneca Russa’)
Episódio 2: Jason Micallef (‘Heathers’) e Charmaine DeGrate (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 3: Jasmyne Flournoy (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Eileen Shim (‘A Casa do Dragão’)
Episódio 4: Claire Kiechel (‘Watchmen’) e Kor Adana (‘Mr. Robot’)
Episódio 5: Kor Adana e Cameron Squires (‘WandaVision’)
Episódio 6: Jason Micallef e Jocelyn Bioh (‘Boneca Russa’)
Episódio 7: Charmaine DeGrate, Jen Richards (‘Blindspotting’) e Jasmyne Flournoy
Episódio 8: Jason Micallef
Em outra entrevista, também para o Collider, a atriz Jodie Turner-Smith contou alguns detalhes sobre sua personagem, que também não foi revelada oficialmente. Ela adiantou que não está interpretando uma Jedi.
“Eu não consegui usar um sabre de luz”, diz ela. “Porque eu não sou uma Jedi!”
Ela também revelou que não contracenou diretamente com a atriz protagonista da série, Amandla Stenberg. Turner-Smith também contou como se sentiu quando esteve no set de filmagens pela primeira vez.
“Em primeiro lugar, quando que você entra em um desses sets, você pensa: ‘ok, eles têm dinheiro. É uma produção milionária’ […] É uma experiência muito legal e surreal. Esse foi definitivamente um dos melhores momentos que pude realizar da minha lista de desejos.”
A Netflixdivulgou mais um pôster oficial da 2ª e última temporada da aclamada animação ‘Arcane’, que tem estreia agendada para novembro deste ano.
O cartaz dá destaca à personagem Caitlyn, que retorna para os novos episódios e que é dublada por Katie Leung.
Confira, junto com o teaser:
Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.
A AMC divulgou um trailer inédito da 3ª temporada de ‘Dark Winds’, suspense policial baseado no romance de George R.R. Martin e Robert Redford.
O novo ciclo tem estreia marcada para o dia 09 de março.
Confira:
Lembrando que Jeri Ryan e Nicholas Logan foram escalados para a nova temporada.
Ryan dará vida a Rosemary Vines, uma femme fatale que coloca suas garras no policial da Nação Navajo Jim Chee, deixando um rastro de corpos em sua busca pelo poder. Logan será Coltin Wolf, um perigoso assassino de aluguel. Ambos os personagens apareceram no romance ‘People of Darkness’, da saga ‘Leaphorn & Chee’.
Em ‘Dark Winds’, dois policiais da comunidade indígena Navajo, o xerife Joe Leaphorn (Zahn MacClarnon) e o novato Jim Chee (Kiowa Gordon), investigando um homicídio duplo em um motel de uma comunidade pacífica no sudeste dos Estados Unidos. Ambientado na década de 1970, a série explora as motivações por trás dos assassinatos e as consequências dessa brutalidade em todos os envolvidos.
A série é baseada na série de livros de Tony Hillerman, a produção tem recebido ótimas críticas e atraiu mais de 2,2 milhões de espectadores somente em sua estreia.
Melissa Vivianne Jefferson pode não ser um nome muito conhecido, mas seu alter-egoLizzo certamente nos roubou a atenção neste ano. Começando sua carreira no início da década, não foi até 2013 que a rapper de Minnesota lançou seu primeiro álbum de estúdio, o incrível ‘Lizzobangers’. Porém, a fama despontaria no começo de 2019, alavancando sua carreira de modo exponencial ao divulgar o single principal de uma ambiciosa obra, ‘Cuz I Love You’. O aclamado disco endossou seu patamar como uma das melhores artistas do gênero, bem como uma compositora com incrível talento que merece mais reconhecimento pelo público do que atualmente tem.
O compilado de originais é nostálgico, envolvente, inebriante do começo ao fim, e tem uma capacidade já vista em nomes como Lady Gaga e Beyoncé de unir diversos estilos musicais em um único lugar. E foi misturando sonoridades como funk, pop e R&B que a cantora inaugurou um novo caminho em sua ainda jovem carreira, arquitetando ao longo de catorze belíssimas faixas uma jornada que explora empoderamento feminino, amor, tragédias e comédias – tudo pincelado com um delicioso sarcasmo lírico.
O álbum abre com a faixa-titular, em um estrondo que nos remete imediatamente ao escopo sonoro do musical ‘O Fantasma da Ópera’; porém, a explosão da guitarra logo cede a uma brusca mudança instrumental, deixando que a sutileza demarcada do piano acompanhe a voz de nossa lead singer e a profundidade exuberante de toques que relembram os anos iniciais do trap. Já aqui, Lizzo usa e abusa de sua extensa tecedura vocal, explorando a proposital dissonância que engloba o chorus, recuando ao falar cantado do rap e até mesmo ousando os extremos do falsetto e do fry. De fato, sua performance tangencia uma teatralidade incrível, que expande-se também para as músicas seguintes.
Vê-se também uma profunda reverência a The Supremes e tantos outros grupos abraçados pela Motown Records nos anos 1960 em “Juice”. A impecável produção de Ricky Reed só não supera a rendição enérgica e narcótica da artista, que nos convida para um sensorial retorno às décadas de 1970 e 1980, sem perder de vista sua repaginação modernizada. O mesmo também acontece na balada “Jerome” que, se restringe a uma cíclica construção (como as vistas nas obras de Amy Winehouse e Michael Jackson). A arriscada verborragia felizmente encontra um fértil território para emergir em primeiro plano, aliado ao slow-tempo e à perfeita presença dos trompetes sinfônicos com a chegada do segundo refrão.
Ao longo do álbum, percebe-se que Lizzo não pensa duas vezes antes de escrever versos sarcásticos, almejando a uma paradoxal narrativa que, como visto na track supracitada, nos dá ares de um romance não correspondido, mas na verdade se isola em frases como “vá para casa e volte quando tiver crescido”. O mesmo se repete na overdose de R&B e funk de “Crybaby”, cuja sensual entrega funciona como uma propriocepção de autonomia e independência chocante – ainda que não abra mão de alguns práticos convencionalismos, principalmente no tocante aos bridges e as oscilações vocais.
Ela também se une à lendária Missy Elliott para uma das melhores faixas do álbum: “Tempo” abre com uma poderosa guitarra que pode nos guiar para uma investida do mais puro rock – mas isso até a canção realmente começar. Elliott e Lizzo optam pela volta ao rap e, mais que isso, a um minimalismo sintético executado com minúcia e com máxima atenção aos detalhes sonoros, caminhando para uma interessante conclusão. Enquanto a letra não é a das mais originais ou enaltecedoras, os poucos deslizes aqui encontrados são ofuscados pela presença harmônica das artistas, unindo duas gerações em um metalinguístico e explícito arco.
A obra, como já mencionado alguns parágrafos acima, também não deixa de lado o liricismo empoderador. Temos o classicismo do trap-pop com a divertida “Like a Girl”, e o retorno para o funk-pop com “Exactly How I Feel”, um hino de autoaceitação performado junto ao rapperGucci Mane. As declarações de amor também surgem na saudosista rendição de “Better in Color”, mostrando que nomes como Nina Simone e Aretha Franklin não apenas são como devem ser homenageados quando for possível. Podemos encarar essa track como uma das mais subestimadas do álbum – e uma que realmente merecia mais atenção, com potencial incrível para se transformar em single: afinal, não é apenas a poderosa voz de Lizzo que se exalta, mas a perfeição estético-fonográfica do escopo instrumental (que varia da sutil guitarra até os contemporâneos sintetizadores.
A grande ideia do álbum é fornecer aos fãs e aos ouvintes em geral uma perspectiva repaginada, ainda mais num momento tão mercadológico da música quanto este em que vivemos. Desde sempre, o hibridismo de gêneros foi acatado por artistas revolucionários dessa imortal indústria, e até seus suis-generis mais inovadores adquiriram um patamar mainstream. Lizzo, por sua vez, não se contenta ao que vem se fazendo, mas ao que poderia estar sendo feito, e é aqui que a delineação refrescante de “Truth Hurts” nos chama a atenção, desconstruindo o trap, o synth-pop e até mesmo o rap em prol de uma reconstituição extremamente sagaz.
‘Cuz I Love You’ é mais uma ótima adição para a carreira de Lizzo e, sem sombra de dúvida, é uma produção que ficará para os anos, não apenas por sua competente fusão de estilos, mas também pelo que representa para a música em si. E, dito isso, é meio óbvio comentar que a obra em si é uma das melhores de 2019 – e até mesmo dos anos 2010.
Os novos episódios se passam no outono de 1987. Hawkins segue abalada pela abertura dos portais, e nossos heróis se unem pelo mesmo objetivo: encontrar e matar Vecna (Jamie Campbell Bower). Mas ele desapareceu e ninguém sabe seu paradeiro. Para complicar tudo, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caça à Onze (Millie Bobby Brown), que precisou se esconder novamente. Conforme o aniversário do desaparecimento de Will (Noah Schnapp) se aproxima, uma ameaça familiar volta à tona. A batalha final se aproxima e, com ela, uma escuridão ainda mais poderosa e mortal. Para acabar com esse pesadelo, todo o grupo precisará se unir de novo pela última vez.
O novo ciclo de episódios adaptará o segundo volume da saga, intitulado “Boa garota, Segredo mortal” (Good Girl, Bad Blood), dando continuidade aos eventos traumáticos do primeiro ano.
A estreia está programada para o dia 27 de maio.
Confira:
Na trama da próxima temporada, o mundo de Pip foi transformado após ela resolver o caso de Andie Bell, e as consequências de suas ações cobraram um preço alto. Determinada a se manter longe de novas investigações e enfrentar o impacto emocional de suas descobertas, Pip tenta seguir em frente. No entanto, o desaparecimento de Jamie Reynolds, uma testemunha-chave às vésperas do julgamento de Max Hastings, a força a entrar em uma nova corrida contra o tempo.
Este novo mistério promete levar a protagonista a refletir profundamente sobre o conceito de justiça, distanciando-a cada vez mais da imagem de “boa menina” que ela costumava projetar.
O acordo entre a Fox e a Disney não se restringe apenas aos direitos de personagens e franquias do estúdio. A aquisição das propriedades também vai afetar plataformas de streaming como o FX+, que será encerrado pela Disney nos EUA.
Segundo a Variety, o FX+ será encerrado em 20 de agosto, no entanto, a maioria da programação será direcionada ao Hulu, da Disney.
O FX+ era responsável pela distribuição de séries como ‘Atlanta’, ‘American Horror Story‘, e ‘Legion’, totalizando mais de 1400 episódios de séries.
De acordo com o Comic Book, o veterano Jay Benedict faleceu no última dia 04 aos 68 anos, vítima de complicações devido ao Coronavírus.
O ator foi diagnosticado com a doença no final de março e precisou ser internado após apresentar quadro de insuficiência respiratória.
A notícia foi confirmada através das redes sociais da TCG Artist Management, a agência de talentos responsável pela admnistração de sua carreira.
Na publicação, eles fizeram uma breve homenagearam ao astro.
Confira:
“É com muita tristeza que anunciamos a morte de nosso querido cliente Jay Benedict, que perdeu sua batalha contra o COVID-19. Nossos pensamentos estão com sua família.”
It is with great sadness that we announce the passing of our dear client Jay Benedict, who this afternoon lost his battle with COVID-19. Our thoughts are with his family ❤️
Para quem não conhece, Benedict ficou muito conhecido depois de interpretar Russ, o pai de Newt, em ‘Aliens‘. E em 2012, ele fez uma pequena participação em ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘, interpretando um ‘ricaço idiota’.
Nascido na Califórnia, ele se mudou para a Europa na década de 1960, onde viveu durante a maior parte de sua carreira.
por conta disso, ele era mais conhecido por interpretar Dough Hamilton na novela inglesa ‘Emmerdale‘, e John Kieffer na série policial ‘A Guerra de Foyle‘.
Apesar de alguns fãs estarem amando ‘Mulher-Maravilha 1984‘ por conta da magia e da emoção que a diretora Patty Jenkins entregou, a sequência recebeu apenas apenas 67% de aprovação dos críticos.
E parece que uma parte do público concorda com as avaliações negativas.
Nas redes sociais, o filme vem recebendo elogios e reclamações… Enquanto alguns afirmam que é o filme do ano, outros reforçam a falta de criatividade e buracos no roteiro.
Confira as reações:
Quanto mais eu penso em Mulher-Maravilha 1984 menos eu gosto e mais problema encontro, não é ruim, mas é ok, falta tempero #WW84
O efeito especial de mulher maravilha foi bem tosco alguns momentos , mas bem tosco MESMO . A cena dela correndo e algumas partes dela voando meu Deus se o filme realmente fosse lançado em 1984 seria legal, pena q tamo em 2020 já né….
terminei mulher maravilha 1984. dou nota 7.5/10, nao eh melhor que o primeiro, achei fraquinho se comparar.. alem do vilao ser muito bobinho, parecia filme infantil isso de pedra do desejo kkkk, mas tem visuais e lutas incriveis, e o desfecho é bom
O efeito especial de mulher maravilha foi bem tosco alguns momentos , mas bem tosco MESMO . A cena dela correndo e algumas partes dela voando meu Deus se o filme realmente fosse lançado em 1984 seria legal, pena q tamo em 2020 já né….
Sobre mulher maravilha 1984, a galera tá achando ruim pq é um filme mais lento! O roteiro ta amarrado e bem fechado, sem furos! Os vilões foram muito bem desenvolvidos! Até o fato de não ter tanta cena de ação foi explicado.. A DC sempre sofre críticas mais pesadas, não tem jeito
como o enredo de “superman — o retorno”, de bryan singer, o de “mulher maravilha 1984” é tosco, ridículo, saído de uma hq dos anos 60-70. não por acaso, um dos roteiristas é geoff johns. a cena de ação no shopping center, no início da narrativa, parece uma comédia pastelão ruim.
Mulher Maravilha 1984 é um filme bem qualquer nota. Não é ruim, mas tbm não é bom. Falta ritmo. Se prolonga pra caramba em algumas cenas e deixa toda ação corrida e mal feita. O primeiro é melhor mesmo com aquele 3° ato fraquinho pic.twitter.com/TxVE9LyyPy
Como arqueóloga, Diana, que trabalha no museu Smithsonian, é uma Mulher-Maravilha que tem super poderes extraordinários, podendo ser a heroína mais forte do mundo. Em 1984, a Mulher Maravilha está em perigo mortal assustador diante de uma enorme conspiração do empresário Max, que canta alto para satisfazer os desejos das pessoas, e uma inimiga misteriosa, a Mulher-Leopardo. A Mulher-Maravilha vai conseguir parar o colapso do mundo sozinha?
Em seu perfil do Twitter, Phil Szostak, gerente de arte criativa da Lucasfilm, anunciou que a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘ vai ganhar um dicionário visual com as artes feitas durante os bastidores.
Além das ilustrações de personagens, veículos, armas e criaturas, ‘The Art of Star Wars: The Mandalorian’ também vai contar com entrevistas concedidas por Jon Favreau e Dave Filoni, que atuam como roteiristas, diretores e produtores executivos da atração.
Publicada pela Abrams Books, a obra chegará às livrarias norte-americanas em 14 de dezembro.
Confira o anúncio:
“‘The Art of StarWars: The Mandalorian‘ (2ª temporada) será lançado em 14 de dezembro, e é o companheiro definitivo dos bastidores da segunda temporada da série, com entrevistas exclusivas com os cineastas Jon FavreaueDave Filoni. Capa de Doug Chiang!”
Lembrando que o próximo ciclo deve estrear apenas no ano que vem.
O Mandaloriano e a Criança continuam sua jornada, enfrentando inimigos e fazendo aliados, enquanto viajam pela perigosa galáxia na era após a queda do Império Galáctico.
A compositora e estrela pop indicada ao Grammy Kesha está prestes a entrar em uma jornada em busca do mundo sobrenatural.
De acordo com o Comic Book, a artista vai apresentar uma série intitulada ‘Conjuring Kesha’, desenvolvida pela Discovery+.
A trama não conta com roteiros e vai acompanhar Kesha explorando os maiores mistérios da humanidade, além de locais assombrados e fenômenos sobrenaturais ao lado de celebridades e especialistas em pesquisas paranormais.
Em cada parada, Kesha e seus amigos famosos também vão conhecer grandes nomes relacionados ao sobrenatural, como os médiuns Cindy Kaza e Chip Coffey, e Ronny LeBlanc, famoso pesquisador sobre a lenda do Pé Grande.
Através de um comunicado, Kesha explicou porque entrou de cabeça no projeto.
“Para mim, o sobrenatural vem naturalmente. Começou com minha curiosidade insaciável, minha eterna busca por algo maior do que eu. Isso motivou minha arte, minha música e deu um propósito para toda a minha vida. É uma eterna busca por provas sobre a existência de Deus. Mas são as aventuras que eu tenho com meus amigos que levam essas peregrinações para o próximo nível e as tornam realidade. Eu queria pegar uma prova real do inexplicável. Se pudéssemos pegar essas coisas na câmera, o que mais poderia ser verdade? Meu podcast, ‘Kesha and the Creepies‘, foi o ponto de partida para o desconhecido – e agora esta série é a busca final para aprofundar minhas questões existenciais. Confiem em mim, vocês não vão querer perder isso.”
Matthew Butler, vice-presidente sênior da divisão de conteúdo paranormal, também mostrou entusiasmo pela ideia.
“Kesha tem uma paixão incrível por todas as coisas paranormais. É sua visão destemida que a leva a explorar os lugares mais assustadores do mundo, inclusive quando as câmeras não estão ligadas. E é ainda mais agradável vê-la trazer seus amigos enquanto testemunhamos sua transição de céticos em crentes.”
Com estreia marcada para 08 de julho, a primeira temporada terá seis episódios de uma hora de duração.
De acordo com a Variety, a Warner Bros Discovery decidiu cancelar as séries ‘Judge Mathis’ e ‘The People’s Court’, que estão no ar há mais de 20 anos.
Atualmente, ‘Judge Mathis‘ está em sua 24ª temporada, enquanto ‘The People’s Court‘ está na 26ª.
As atrações fazem parte de uma longa lista de cancelamentos e chegarão ao fim porque o estúdio não está satisfeito com a audiência das séries matinais.
Lançada em 1998, ‘Judge Mathis‘ acompanha os processos judiciais do juiz Greg Mathis, que – ao longo do programa e 13.000 casos – tornou-se o segundo juiz mais antigo na história da televisão judicial, atrás apenas de ‘Judge Judy‘, que conta com 25 temporadas.
Em 2018, a série foi premiada com o Daytime Emmy na categoria programa jurídico/judicial.
Já ‘The People’s Court‘ estreou em 1997 e ganhou quatro prêmios Daytime Emmy como programa jurídico/tribunal – o maior número de vitórias para uma série desta categoria.
A trama acompanha a ex-promotora e juíza da Flórida, Marilyn Milian, enquanto ela decide casos reais em tribunais de pequenas causas. Milian foi a primeira juíza latina a apresentar um programa de tribunal de televisão distribuído nacionalmente.
A atração também é considerada como o programa judicial tradicional mais antigo e o segundo programa judicial mais antigo em geral, com um total de 39 temporadas, incluindo a série original, que durou de 1981 a 1993 com o juiz Joseph Wapner.
Na trama escrita porPaulo Cursino (Mussum: O Filmis), Hassum é Fernandinho, um pai de família e ex-jogador de futebol que está sempre brigando com a ex-mulher. De repente, sua vida se transforma quando ele recebe uma visita do cunhado, Gregório (Neto), irmão mais novo (e folgado) de sua atual esposa… A pior parte da surpresa é descobrir que, além de tudo, Gregório é um vampiro que resolve atacar a vizinhança.
Dirigido por Alê McHaddo (‘Amor Sem Medida’), ‘Meu Cunhado é um Vampiro’ chega ao catálogo em 24 de dezembro.
Confira o trailer:
O elenco também conta com Mel Maia (Tudo por um popstar’) e Edson Celulari (‘Ainda Somos os Mesmos’).
Famoso detetive tem um longo relacionamento com o cinema
O sucesso que Enola Holmes vem obtendo relembrou o quão forte o nome do investigador britânico ainda é. No caso de Sherlock Holmes em particular é evidente que o material em si resistiu bem aos desafios do tempo, com uma adaptação volta e meia figurando em alguma mídia. O mesmo não pode ser dito de outras obras clássicas da literatura (Rei Arthur, Robin Hood) que permaneceram um longo tempo no esquecimento e quando receberam uma nova roupagem, esta foi feita de forma negativa.
O primeiro filme do personagem, acredita-se, remonta a 1900 com a obra Sherlock Holmes Baffled – mesmo que o enredo em si não tenha ligação com os livros de Arthur Conan Doyle. A obra é considerada também como a primeira película do gênero mistério na história. Com a longa tradição que Sherlock cultiva no cinema e, por consequência, as diversas obras oriundas dessas décadas, escolhemos a seguir cinco filmes que, tomando as devidas liberdades de adaptação, melhor representam o universo do detetive.
5) O Cão dos Baskervilles
Em 1959 o estúdio Hammer, famoso por seus filmes de terror baseados no livro Dráculade Bram Stoker e por sua parceria com o ator Christopher Lee, encomendou junto ao diretor Terence Fisher uma adaptação do famoso livro O Cão dos Baskervilles como início de uma nova cinessérie do estúdio.
O papel de Sherlock caberia a Peter Cushing, que anteriormente já havia trabalhado com o estúdio em A Maldição de Frankenstein e, sua obra mais famosa, também em Drácula de 1958. O filme em si se tornou um marco quando se trata das adaptações do personagem; foi sua primeira aparição em um filme a cores e a versão entregue por Cushing permanece como uma das mais elogiadas por ter trabalhado a racionalidade descrente de Holmes de forma carismática. Porém, o desejo inicial da Hammer de começar uma nova série não vingou pois a preferência do público era por mais filmes do estúdio envolvendo as aparições de monstros clássicos .
4) Visões de Sherlock Holmes
A imagem mais tradicional quando se fala do famoso detetive é a de um homem que repousa em uma poltrona, pensativo e fumando seu cachimbo. No entanto, o que não costuma ser muito abordado em suas adaptações (por razões bastante óbvias, na verdade) é o consumo e dependência do personagem por substâncias químicas, mais especificamente cocaína e morfina. Essa ideia primeiramente foi introduzida por Arthur Conan Doyle no livro Um Estudo em Vermelho de 1887.
Foi partindo desse princípio que o diretor Herbert Ross comandou em 1976 a produção de Visões de Sherlock Holmes, uma história que segue o personagem título atingir o pico de seu vício em cocaína e, após a intervenção de seu fiel escudeiro Dr. Watson, Sherlock passa a se consultar com Sigmund Freud em ordem de compreender a origem de seu vício e assim se curar.
Auxiliado por Sigmund Freud, Holmes (à direita) deve discernir o que é real e o que não é
Enquanto que o filme não é uma história padrão de Holmes, no qual ele precisa resolver algum caso enigmático, ele consegue se destacar ao tirar o detetive de sua conhecida posição de vantagem intelectual em relação aos coadjuvantes e inimigos. Nesta adaptação Holmes está mais vulnerável do que nunca, tanto física quanto mentalmente, e esse estado frágil dá margem para destrinchar um pouco de sua personalidade enquanto pessoa e reimaginar alguns de seus coadjuvantes mais famosos, como o seu nemesis professor Moriarty.
Um dos pontos mais positivos de Enola Holmes foi sem dúvida o frescor juvenil que a protagonista trouxe para aquele universo vitoriano. Assistir ao tão famoso método de dedução dos Holmes sob a ótica de uma adolescente garante à adaptação uma individualidade quando comparada com as versões passadas, mais sisudas e científicas desse universo.
Todavia, essa não foi a primeira vez que um Holmes foi apresentado em sua versão juvenil. Em 1985 Steven Spielberg, na posição de produtor executivo, abordou o diretor Barry Levinsonpropondo uma releitura do detetive particular ainda no seu período escolar. Aqui seria mostrado o primeiro caso solucionado por ele bem como seu primeiro encontro com o também jovem John Watson. O roteiro ficou a cargo de Chris Columbus que, àquela altura, já era conhecido por seus trabalhos anteriores em Goonies e Gremlins.
O jovem Sherlock em seu primeiro caso
O filme se tornou bastante conhecido ao longo do tempo por sua abordagem diferenciada do personagem e, justamente pelo clima mais juvenil, foi a porta de entrada de toda uma geração às histórias de Sherlock Holmes. Porém seu maior reconhecimento reside em uma conquista técnica: este foi o primeiro filme da história a apresentar um personagem feito inteiramente de computação gráfica.
2) Toda a fase de Basil Rathbone
Assim como acontece com James Bond, a atemporalidade de Sherlock Holmes lhe confere ao longo de décadas as mais diversas roupagens e, inevitavelmente, escalações de diferentes atores; cada um lhe conferindo uma nova interpretação muito particular de quem está lhe dando a vida naquele momento. Quando se trata de nomes ligados ao personagem um sempre se sobressai aos outros: Basil Rathbone.
Entre 1939 e 1946 o ator britânico interpretou Holmes em uma cinessérie produzida pela Universal Studios. O que tornou seu período tão icônico foi a abordagem noir (que estava em alta na época) que seus filmes tiveram e a caracterização desenvolvida pelo próprio ator para o personagem, sempre se mantendo como um indivíduo que espera o momento certo para falar, geralmente com um tom de voz bastante contido, e que trabalha seu método dedutivo recolhendo pistas ao longo dos filmes e não lançando mão de curiosamente acertar a solução sem material para tanto.
Basil Rathbone (à esquerda) tornou-se para muitos o Holmes definitivo
A escolha técnica da produção em não recriar o ambiente vitoriano mas sim trazer as histórias de Holmes para a atualidade (então anos 40) também foi bastante certeira. O uso costumeiro por silhuetas de sombras em paredes, algo recorrente em filmes noir, e a predileção por ambientes noturnos para a maioria das cenas apenas melhora o clima já natural das criações de Arthur Conan Doyle.
1) Sr. Sherlock Holmes
Não importa a persona, últimas histórias sempre atraem a atenção do público. A chance de ver aquele mundo ou aquelas pessoas uma última vez, em um último grande desafio, é bastante atrativa mesmo que por diversas vezes bastante melancólica. Um exemplo bastante próximo é o clássico detetive belga Hercule Poirot, criado pela escritora Agatha Christie, que teve um caso final a resolver no livro Cai o Pano.
Ian Mckellen entrega uma visão única do personagem
Sr. Sherlock Holmes é uma obra de conclusão um tanto diferente, principalmente quando se trata de um nome relacionado a um gênero como a literatura policial. Não há um último grande enigma a se resolver ou um último terrível assassino a ser detido; a aventura final de Sherlock Holmes nada mais é do que contemplar, agora vivendo apenas com sua cuidadora e o filho da mesma em uma casa no campo, os efeitos do tempo que caem sobre ele.
O pensamento dedutivo ainda está lá, bem como alguns comentários ácidos que lhe são característicos. Ainda assim essa versão de Holmes (magistralmente interpretada por Ian McKellen) demonstra fragilidades mentais em muitos momentos, um sinal inevitável da idade, ao relembrar de maneira confusa seu último caso antes da aposentadoria e observar esse quadro em um personagem como Sherlock Holmes é uma experiência muito interessante. Se em Visões de Sherlock Holmes a instabilidade é mais explosiva decorrente da abstinência de substâncias, nesse filme ela é algo que surge e vai naturalmente seguido da aceitação, pelo próprio Sherlock, de que por mais genial que seja ele ainda é humano.
Após o sucesso do filme live-action ‘Barbie’, que agitou Hollywood, a próxima propriedade da Mattel a ganhar uma adaptação cinematográfica será ‘Hot Wheels’.
Segundo o Hollywood Reporter, a Warner Bros. está em processo de busca por diretores para o projeto do live-action de ‘Hot Wheels’. Embora ainda não haja um roteiro completo, a movimentação indica um passo significativo em direção à concretização da adaptação.
O contexto atual de Hollywood, marcado pela greve de atores e roteiristas, não afeta os diretores. Isso significa que o anúncio do diretor para o live-action de ‘Hot Wheels’ pode acontecer em breve.
No entanto, não todos estão convencidos de que as outras propriedades da Mattel seguirão o mesmo caminho de sucesso que ‘Barbie’. Um produtor anônimo compartilhou suas dúvidas em relação à adaptação de ‘Hot Wheels’: “Qual é a vantagem de produzir Hot Wheels? Qual é a substância disso?”, questionou ao Hollywood Reporter.
A produção do filme ficará a cargo da Bad Robot, empresa de J.J. Abrams conhecida por seu trabalho na indústria cinematográfica com ‘Missão: Impossível‘ e ‘Star Trek‘. A distribuição será feita pela Warner Bros.
Para o roteiro, a equipe conta com Dalton Leeb e Nicholas Jacobson-Larson, que trabalharam juntos na série ‘Lista Negra‘. O filme ainda não possui data de lançamento.
Confira o trailer:
No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.
A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .
Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.
Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.
Em meio aos rumores sobre o novo ator que interpretará James Bond, o icônico agente da franquia ‘007’, Dan Stevens (‘A Bela e a Fera’), um dos principais candidatos ao papel, surpreendeu ao ser questionado sobre vestir o terno, revelando seu desejo de interpretar um vilão na franquia.
Segundo o ScreenRant, o astro afirmou: “Não sei ao certo por que esse papel [James Bond] se tornou o padrão de sucesso total, sabe? Eu amo esses filmes [007]; eu os amei ao longo dos anos. Eu faria um ótimo [Bond]? Com certeza, mas acho que preferiria ser um vilão”.
O ator ainda explicou sua decisão: “Mas não é por isso que faço o que faço. Acho que você pode ver certas pessoas que fizeram certas escolhas de carreira nesse sentido, tipo, ‘Ei, o que você acha disso? Eu fico bem em um terno, né?’ É um fenômeno estranho que se tornou a coisa que deve ser alcançada, porque há muito mais por aí para se dedicar”.
Lembrando que a produtora da franquia, Barbara Broccoli, está atualmente em busca do novo ator para assumir o papel de James Bond, após a saída de Daniel Craig da franquia ‘007’. Entre os principais candidatos cotados para o papel estão Dan Stevens e Aaron Taylor-Johnson.
Vale ressaltar que ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘ é o filme mais recente da franquia, marcando a despedida de Craig como o icônico espião.
Apesar de ter sido lançado em um momento complicado durante a pandemia de COVID, o longa conseguiu arrecadar US$ 774.1 milhões mundialmente, além de ter sido aclamado pelos críticos com 83% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O musical ‘Wicked’, estrelado por Ariana Grande e Cynthia Erivo, foi removido das exibições nos cinemas do Kuwait, um país do Oriente Médio, gerando especulações de que pode ser o próximo filme a ser banido no país.
De acordo com a Variety, o filme foi retirado da programação dos cinemas locais em uma situação que continua a se desenrolar. O Kuwait, que já havia proibido ‘Barbie’ no ano passado, alegou proteger “a ética pública” como justificativa.
Alguns meios locais sugerem que a remoção de ‘Wicked’ pode estar relacionada ao fato de o aclamado musical da Universal Pictures contar com um elenco LGBTQ+, incluindo a presença de Erivo, que é abertamente bissexual e queer, Jonathan Bailey, que é gay, Bowen Yang e Bronwyn James, que se identificam como queer, entre outros.
O Kuwait tem se tornado o país do Golfo mais rigoroso em relação à censura de filmes, superando até a Arábia Saudita.
Vale lembrar que o filme segue em exibição nos cinemas nacionais!
Jack Betts, o veterano ator que fez uma participação memorável em ‘Homem-Aranha’ (2002), de Sam Raimi, faleceu aos 96 anos. Segundo o The Hollywood Reporter, Betts morreu na última quinta-feira (19), enquanto dormia em sua casa em Los Osos, Califórnia.
Nascido Jack Fillmore Betts em 11 de abril de 1929, em Jersey City, Nova Jersey, ele cresceu em Miami, onde estudou teatro na Universidade de Miami. Mais tarde, mudou-se para Nova York, fazendo sua estreia na Broadway em “Ricardo III”, em 1953.
Em ‘Homem-Aranha’, Betts interpretou Henry Balkan, o presidente do conselho da Oscorp Technologies, que desencadeia o arco do vilão Duende Verde ao dizer a Norman Osborn (Willem Dafoe): “Você está fora, Norman”.
Mais tarde no filme, Osborn repete a frase para Balkan enquanto destrói o conselho em um ataque na Times Square, exclamando alegremente: “Estou fora, estou?”.
Betts deixa a irmã Joan, que completará 100 anos em novembro, o sobrinho Dean Sullivan e as sobrinhas Lynne e Gail.
Após a notícia de sua morte, o Beverly Hills Playhouse publicou uma emocionante homenagem no Instagram:
“Nosso amado Jack Betts faleceu pacificamente em casa. É um dia triste para o BHP, pois desfrutamos de sua presença por muitos anos. Há atores que o creditam por não desistirem, graças ao seu incentivo. Tivemos a sorte de contar com seu grande espírito, paixão e verdadeira dedicação ao trabalho. Só existiu um como ele e somos mais ricos por termos tido sua presença em nosso teatro. Descanse em paz, Jack”, escreveu.
A atriz Jamie-Lynn Sigler, conhecida por seu papel icônico em ‘Família Soprano’, fará uma participação especial de grande relevância no drama médico de sucesso da ABC, ‘Grey’s Anatomy’.
Conforme o Deadline, Sigler interpretará a Dra. Laura Kaplan, uma urologista renomada. Na trama, a Dra. Kaplan visita o Grey Sloan Memorial Hospital a convite de Catherine Fox (interpretada porDebbie Allen).
A Dra. Kaplan vive com Esclerose Múltipla (EM) e sua visita é crucial, oferecendo a Richard Webber (James Pickens Jr.) uma perspectiva única e valiosa sobre um de seus casos.
O episódio, intitulado “Heavy on Me”, está programado para ir ao ar em 15 de janeiro.
O papel da Dra. Laura Kaplan foi criado especificamente para Jamie-Lynn Sigler. Este marco assinala seu retorno à televisão após um hiato de três anos e traz uma camada de autenticidade inestimável, visto que a própria atriz vive com Esclerose Múltipla há mais de duas décadas.
Sigler recebeu o diagnóstico de EM aos 20 anos, mas manteve a condição em segredo por 15 anos, principalmente por receio de que isso prejudicasse sua carreira em Hollywood.
Desde que tornou seu diagnóstico público em 2016, Sigler tem se manifestado abertamente sobre a doença e o estigma social frequentemente associado a ela. Ela compartilha suas experiências no podcast MeSsy, que apresenta ao lado da também atriz Christina Applegate, que igualmente tem Esclerose Múltipla.
As escalações de ‘Filhos do Divino’, sequência de ‘Avenida Brasil’, seguem gerando grande repercussão nas redes sociais após a circulação de novos rumores envolvendo o elenco da produção. Desta vez, o assunto da vez é a possível escalação de Debora Ozório para interpretar Agatha.
Segundo informações divulgadas pelo Notícias da TV, a Globo estaria negociando com a atriz para assumir o papel da personagem, originalmente vivida por Karol Lannes na novela de 2012. Vale lembrar que rumores recentes apontam que Agatha será uma das protagonistas da sequência, dividindo o foco da trama com Carminha.
VALE LEMBRAR QUE AS INFORMAÇÕES ATÉ O MOMENTO SÃO APENAS RUMORES.
A suposta mudança de intérprete gerou debates entre os fãs, já que substituições de atores em papéis já consagrados são relativamente incomuns nas produções brasileiras. Parte do público criticou a possível troca, alegando que a decisão poderia ser vista como um caso de gordofobia, caso a atriz original fosse deixada de lado para dar lugar a um perfil considerado mais próximo dos padrões estéticos da televisão.
A Globo trocou a personagem pq a Débora Ozório é mais famosa e por ser mais magra, justamente uma personagem que sofria gordofobia da própria mãe no passada
sem isentar a globo das motivações dessa escolha… mas pq tenho ctz q qm ta reclamando de ser a debora ozorio como agata tbm reclamaria se fosse karol lannes dizendo q ela nao tem pulso pra sustentar protagonista de novela das 9?
Nada contra a diva Debora Ozorio ate pq gosto mto dela e ela é mto boa atriz mas assim pq não convidaram a atriz original, n faz sentido isso https://t.co/cjupv81IRY
o pessoal nos quotes reclamando que trocaram uma atriz mediana pela fucking debora ozorio pô galera vocês merecem mesmo atores de tiktok https://t.co/dBOHlIJeYJ
Enquanto atrizes como Vera Holtz (Mãe Lucinda) e Letícia Isnard (Ivana) ainda estão em fase de negociação para acertarem seus retornos, o núcleo inédito começa a ganhar forma: a atriz Jéssica Ellen foi convidada para dar vida a uma nova personagem que não existia na história original.
A direção artística da sequência ficará a cargo de Ricardo Waddington, que foi recontratado pela Globo especialmente para capitanear o projeto.
Por outro lado, a nova produção não contará com o retorno de todo o núcleo do Divino. A atriz Ísis Valverde já descartou publicamente a possibilidade de reviver a icônica Suelen.
‘Avenida Brasil 2’ tem previsão de estreia para o dia 25 de janeiro de 2027, ocupando a faixa das 21h logo após o encerramento de ‘Quem Ama Cuida’.
A trama começa com a volta de Carminha, que decide deixar o lixão após a morte de Mãe Lucinda (Vera Holtz).
Ao assumir a liderança das crianças do local, a vilã mais amada do Brasil percebe que aquele não é o seu lugar e decide reconquistar sua antiga vida ao lado de Tufão. O grande mistério que conduzirá a narrativa é a ambiguidade de suas intenções: Carminha realmente buscou a regeneração ou está apenas manipulando a família Mansur mais uma vez?
Enquanto a sequência não chega, o público pode matar as saudades da obra original, que segue em exibição na grade da Rede Globo, reforçando a atemporalidade do duelo entre Nina e Carminha.
De acordo com o site Reporter Budapest, o longa ‘Duna: Messias’ começará a ser filmado em setembro de 2025, em Budapeste, na Hungria.
Segundo o relatório, o terceiro filme da trilogia será gravado no Origo Film Studios, que também foi utilizado nos dois primeiros longas.
Com as gravações ocorrendo em um estúdio conhecido por sua tecnologia e recursos avançados, as filmagens devem ser finalizadas em janeiro de 2026.
Lembrando que o cineasta Denis Villeneuve falou recentemente sobre a franquia ‘Duna’, que adapta os livros homônimos de Frank Herbert.
Em entrevista ao TheWrap, Villeneuve refletiu sobre o sucesso de ‘Duna: Parte Dois’ e revelou o que mais o impressionou.
“Quando vi ‘Parte Dois’ finalmente terminado, percebi que era isso. Eu tinha feito. Eu fiz uma adaptação de ‘Duna’. E isso é algo que é um privilégio incrível. Estou muito grato por ter tido a chance de fazer isso. Acho que minha maior surpresa sobre isso é que eu não quero fugir de Arrakis. Ainda me sinto inspirado para voltar. Isso é o que mais me surpreendeu”, explicou.
“Eu senti que, depois de ‘Parte Dois’, eu precisaria de uma pausa. Achei que gostaria de escrever alguns filmes ou fazer outras coisas antes de voltar para ‘Duna: Messias’. Mas as imagens que continuavam voltando à minha mente, o apetite está absolutamente intacto. Essa é a maior surpresa. Eu ainda quero voltar para Arrakis”, revelou.
No entanto, ele fez questão de ressaltar que só o faria uma última vez. “Sim. Depois disso, se tornaria insano”, concluiu.
Vale lembrar que a sequência ‘Duna: Parte 2‘ já arrecadou quase US$ 500 milhões nas bilheterias mundiais. Para termos de comparação, a continuação levou menos de três semanas para ultrapassar a arrecadação total do primeiro filme – que arrecadou US$ 433.9 milhões mundialmente, em 2021.
Nos EUA, o longa ultrapassou a marca dos US$ 200 milhões. No mercado internacional, foram US$ 289.4 milhões – totalizando US$ 494.7 milhões mundialmente.
De acordo com o colunista Leo Dias, via Papel Pop, o cantor Justin Bieber teria cancelado todas as apresentações que faria na América Latina no início deste mês de setembro. Isto porque Bieber alega questões de saúde mental e, portanto, não subiria ao palco das cidades de Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e São Paulo (!!!).
Lembrando que, na capital paulista, ele se apresentaria em duas noites, em 14 e 15 de setembro. Bieber estaria irredutível em relação a subir ao palco e pediu para cancelar todo o restante da turnê para cuidar do emocional.
Até a última quinta-feira (01), os produtores ainda não tinham certeza se o cantor iria embarcar, onde pediram várias vezes ao astro. Teria tido início, então, uma longa negociação entre a equipe do cantor e a organização do festival nas últimas semanas, de modo que sua presença acabou sendo mantida no evento carioca.
Vale destacar que os perfis oficiais do Rock In Rio atualizaram os horários de duas apresentações, a de Justin e a da banda Iron Maiden, realocadas mais cedo do que o habitual.
Outro colunista, Lucas Pasin, do portal UOL, apurou junto a pessoas envolvidas nos bastidores do festival e confirma que a possibilidade de cancelamento ainda existe e “assusta organizadores”.
Porém, por meio de nota, a assessoria do Rock In Rio desmentiu o assunto agora à noite e disse que “Justin está confirmado, como sempre esteve”. A resposta é semelhante à enviada pela T4F, que reiterou a realização dos shows em São Paulo e no Rio nas datas previstas.
Elenco: Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Ralph Fiennes, Michael Gambon, Alan Rickman, Evanna Lynch, Domhnall Gleeson, Clémence Poésy, Warwick Davis, John Hurt, Helena Bonham Carter, Graham Duff, Anthony Allgood, Rusty Goffe, Jon Key, Kelly Macdonald, Jason Isaacs, Helen McCrory, Tom Felton, Ciarán Hinds, Matthew Lewis, Devon Murray, Jessie Cave, Afshan Azad, Freddie Stroma.
Direção: David Yates
Gênero: Aventura
Duração: 130 min.
Distribuidora: Warner Bros.
Orçamento: US$ 125 milhões
Classificação Indicativa: 12 anos
Estreia: 15 de Julho de 2011
Sinopse:Na segunda parte do final épico da série, a batalha entre o bem e o mal no mundo da magia se torna uma guerra entre centenas de bruxos. Os riscos nunca estiveram tão altos e nenhum lugar é seguro o suficiente. Assim, Harry Potter precisa se apresentar para fazer o seu último sacrifício, enquanto o confronto final com Lorde Voldemort se aproxima. Tudo acaba aqui.
Curiosidades:
» Com a arrecadação até o dia 7/08, ‘Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 2‘ se tornou a terceira maior bilheteria de todos os tempos. O blockbuster passou ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei‘, somando US$ 1,134 bilhão em um mês. O último filme da franquia também se tornou o mais lucrativo da série. Antes, o recorde era de ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal‘, com US$ 975 milhões.
»David Yates, que dirigiu ‘Harry Potter e a Ordem da Fênix‘ e ‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe‘, comanda os últimos filmes da série.
» Os atores Emma Watson, Daniel Radcliffe e Rupert Grint não serão substituídos por atores mais velhos e parecidos com eles no epílogo que se passa anos após os últimos eventos do livro. A equipe irá envelhecer os atores com maquiagem e efeitos visuais.
» A Warner Bros. decidiu adaptar o filme para a tecnologia 3D. A adaptação para 3D vai significar um aumento de US$ 5 milhões no orçamento de cada filme, além de outros US$ 5 milhões pela necessidade de distribuir óculos especiais nas salas de cinema.
» O último dos oito filmes baseados na série de livros Harry Potter, de J.K. Rowling.
» Este é o único filme Harry Potter a ser lançado em 3D nos cinemas, na sua totalidade (Algumas cenas estavam disponíveis para Harry Potter e a Ordem da Fênix (2007) e Harry Potter e o Enigma do Príncipe (2009), e apenas em IMAX).
» Um enorme incêndio destruiu o set de Hogwarts depois que uma cena de batalha deu errado. Explosivos usados nas seqüências de ação iniciaram o fogo, e os bombeiros demoraram 40 minutos para apagar as chamas.
» Kate Winslet foi convidada a viver Helena Ravenclaw. O papel foi rejeitado por seu agente antes mesmo de chegar aos ouvidos da atriz. Ele alegou que Winslet não gostaria de “seguir o mesmo caminho de todos os outros atores da Grã-Bretanha, que acabaram sendo uma parte de Harry Potter”. O papel posteriormente foi oferecido para Kelly Macdonald.
» Daniel Radcliffe, Emma Watson, Rupert Grint, Tom Felton, Alan Rickman, Bonnie Wright, Devon Murray, Geraldine Somerville, James Phelps, Oliver Phelps, Matthew Lewis, Robbie Coltrane e Warwick Davis foram os únicos atores que apareceram em todos os oito filmes.
Assista, com a crítica a ‘Vingadores: Era de Ultron‘:
‘O Franco-Atirador‘: Depois de uma longa carreira como matador de aluguel, Martin Terrier pretende se aposentar e passar o resto da vida ao lado de sua amada. Mas quando ele descobre que está sendo traído por pessoas de sua confiança, Martin começa uma viagem por toda Europa para acertar as contas com cada homem que tentou trapaceá-lo.
‘Super Velozes, Mega Furiosos‘: O policial Paul White (Alex Ashbaugh), trabalhando sob disfarce, chega junto à gangue ilegal de corredores de rua liderada por Vin Serento (Dale Pavinski), numa das provas noturnas do grupo. Vin e Paul provam no asfalto que são velozes, são furiosos e juntos decidem elaborar um plano para dar um golpe duplo num dos mais perigosos chefões do crime de Los Angeles, Juan Carlos de la Sol (Omar Chaparro).
‘Sorria, Você Está Sendo Filmado‘: A comédia aborda temas atuais como a superexposição das pessoas em redes sociais e em reality shows e mostra que a reação das pessoas muda à medida que descobrem que estão sendo filmadas. O filme expõe a cômica reação do síndico (Otavio Augusto), do porteiro (Lázaro Ramos), da faxineira (Roberta Rodrigues), da ex-atriz (Susana Vieira), do homem de preto (Lucio Mauro Filho), dos policiais (Juliano Cazarré e Thiago Rodrigues) e outros personagens diante de uma surpresa num prédio até a descoberta da presença de uma webcam ligada filmando toda confusão e gerando uma mudança de comportamento.
Marcelo Adnet emprestará sua voz para dublar o personagem principal do filme, o passarinho Red. Dani Calabresa será a dubladora da personagem Matilda, que no filme coordena um grupo de terapia de controle de raiva na Ilha dos Pássaros.
Adnet já trabalhou com a Sony em 2011, quando foi o dublador de todos os personagens no sucesso ‘Zelador Animal’ (Zookeeper). Mais dubladores que estarão na animação serão anunciados em breve pela Sony Pictures Brasil.
Na comédia de animação 3D, ‘Angry Birds: O Filme‘, vamos finalmente descobrir o por quê destes pássaros serem tão bravos. O filme nos leva a uma ilha populada inteiramente por pássaros felizes e que não podem voar – ou quase inteiramente. Neste paraíso, Red (Jason Sudeikis), um pássaro com problemas de temperamento, o veloz Chuck (Josh Gad), e o volátil Bomba (Danny McBride, É O Fim, “Eastbound and Down”) sempre foram excluídos. Mas quando a ilha é visitada por misteriosos porquinhos verdes, cabe a estes improváveis rejeitados descobrir o que os porcos estão tramando.
Jason Sudeikis (‘Quero Matar Meu Chefe’, ‘Família do Bagulho’) lidera o elenco como Red, um pássaro temperamental. Josh Gad, que dublou o boneco de neve Olaf em ‘Frozen – Uma Aventura Congelante’, interpreta o veloz Chuck, e Danny McBride (‘É o Fim’, ‘Eastbound & Down’) é o volátil Bomb. Bill Hader (‘Saturday Night Live’) está no time dos porcos, e Peter Dinklage (‘Game of Thrones’) será o lendário Mighty Eagle.
O filme também será a primeira empreitada cinematográfica da Rovio, empresa que desenvolveu a bem-sucedida franquia de jogos. ‘Angry Birds’ chega aos cinemas brasileiros em 12 de Maio de 2016.
A Walt Disney liberou o novo cartaz de ‘Meu Amigo, o Dragão‘, com Pete e Elliot nas alturas.
Confira, com o novo trailer legendado:
Pete é um menino órfão que mora na floresta junto de seu melhor amigo Elliott, um enorme dragão verde. Após uma garotinha e um guarda florestal o encontrarem, Pete vai ganhando a confiança para contar sua história e a de seu leal companheiro.
O filme é estrelado por Bryce Dallas Howard (‘Histórias Cruzadas’) como Grace, guarda florestal de um parque que descobre a existência de Elliott; Oakes Fegley, de 10 anos (‘Sete Dias Sem Fim’) como Pete; Wes Bentley (‘Jogos Vorazes’) como Jack, o proprietário de um moinho local; o neozelandês Karl Urban (‘Além da Escuridão – Star Trek’) como Gavin, o irmão de Jack; Oona Laurence como Natalie, a menina que faz amizade com Pete; e o ator ganhador do Oscar® Robert Redford (‘Capitão América: O Soldado Invernal’) como o pai de Grace.
O 6º episódio foi focado em Tara, uma das sobreviventes do grupo de Rick que ainda não caiu nas mãos do todo poderoso vilão Negan.
Ao acordar numa praia, a moça se vê amparada por uma estranha habitante do local acompanhada de uma pequena garotinha que adora matar. Mal sabe Tara, que elas pertencem a um grupo anônimo que se esconde pela mata, e que é liderado por mulheres!
Em flashback, o espectador vê como Tara e seu amigo Heath se separaram na ponte. Ainda que aos poucos, as cenas vão nos revelando o desaparecimento de Heath – que em um rápido momento, salva Tara de ser mordida por zumbis -, vamos acompanhando a recepção sob balas que as mulheres da mata dão à Tara. E fica claro que uma delas, ainda quer proteger a mocinha!
Liderada por Natania, uma senhora valente que comanda o grupo das bem armadas mulheres, Tara conhece como funciona o grupo e todo aquela acampamento secreto. Natania deixa claro que Tara seria bem recebida no local, mas a mocinha em vários momentos, deixa claro que prefere fugir e reencontrar Heath, que ainda está desaparecido até o momento.
Um episódio que deixa de lado um pouco a turma de Rick e o tirânico grupo de Negan, para nos apresentar esse selvagem bando de moças furiosas. É interessante essa introdução, e a direção conduz a trama até com certa ação que move tiros e algumas perseguições. Uma adrenalina bacana vinda pela primeira vez de uma personagem que raramente se mostrou tão audaciosa.
Resta saber se Tara, ao chegar em Alexandria, e depois do choro de Eugene e da súplica de Rosita por mais armamentos (já que Rick não possui nem mais um estilingue), vai em alguma preciosa hora quebrar a promessa que fez à selvagem Cindy e revelar finalmente que elas tem um arsenal e que podem ajudar.
O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz de ‘Una‘ – estrelado por Rooney Mara (‘Carol’) e Riz Ahmed (‘Rogue One: Uma História Star Wars’).
Baseado na peça “Blackbird“, escrita porDavid Harrower, ‘Una‘ conta a história de Ray (Ben Mendelsohn) e Una (Rooney Mara), um casal que já teve um complicado relacionamento quando ela tinha apenas 12 anos.
Quinze anos depois, eles se reencontram e Ray é confrontado com o passado quando ela chega sem avisar em seu escritório buscando respostas sobre o abuso que sofreu. Ray fez uma nova vida para ele, mas com esse inesperado reencontro, os dois vão precisar revisitar sua relação, que trará memórias enterradas e desejos inconfessáveis, além de escavar um inabalável amor danificado.
Confira:
Dirigido por Benedict Andrews, ‘Una‘ estreia nos cinemas brasileiros no próximo dia 13 de abril, pela Mares Filmes.
Katherine McNamara (‘Happyland’) faz a protagonista Clary Fray que, no seu aniversário de 18 anos, descobre ser uma descendente dos shadowhunters (caçadores de sombras), híbridos de anjos com seres humanos. Quando sua mãe, Jocelyn, é sequestrada, Clary então se une a Jace (Dominic Sherwood), outro shadowhunter, e seu melhor amigo Simon (Alberto Rosende) para caçar demônios. Vivendo entre as fadas, bruxos, vampiros e lobisomens, Clary começa a desvendar sua própria história. Alan Van Sprang (da série ‘Reign’) será o vilão Valentine e terá participações regulares na trama.
O cineasta McG (‘O Exterminador do Futuro – A Salvação’, ‘As Panteras’) dirigiu o episódio piloto e também servirá como produtor executivo.
Inspirado nos livros de Cassandra Clare, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos’ teve orçamento de US$ 60 milhões e arrecadou míseros US$ 31 milhões nos EUA. Com o fraco desempenho, a Constantin Films cancelou o início das filmagens da sequência, ‘Os Instrumentos Mortais: Cidade das Cinzas‘.
A história é a biografia da juízaRuth Bader Ginsburg, segunda mulher nomeada para a Suprema Corte norte-americana (pelo presidente Bill Clinton em 1993). A trama irá detalhar os inúmeros obstáculos em sua luta pelos direitos iguais de trabalho para as mulheres.
O filme vem sendo desenvolvido desde 2015, época em que teve Natalie Portman vinculada para interpretar Ginsburg. A direção é deMimi Leder (Impacto Profundo), e as filmagens começaram em setembro.
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