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‘Liga da Justiça’: Zack Snyder revela que traje negro foi feito em CGI após atritos criativos

Durante uma participação na Justice Con, o diretor Zack Snyder revelou um clipe inédito de ‘Liga da Justiça‘ que traz o Superman no terno negro.

Depois, ele explicou que a correção de cores foi feita em CGI:

“Sim, exatamente. Fizemos a correção de cores em CGI. Na época, o estúdio disse que não havia chance dele usar o traje, porque eu estava afirmando que ele teria que usar o traje negro o tempo todo. Eles disseram: ‘Não achamos que é uma boa ideia’. Eu pensei: ‘Como assim?’ Nós sempre falávamos … eventualmente, ele vai usar. Eles disseram: ‘Tudo bem. Não se preocupe'”, afirmou o diretor.

O estúdio não entendeu o processo criativo do diretor, ele afirma:

“Dissemos que filmaríamos o traje do jeito que estava, colorido, mas fizemos alguns ajustes no traje para facilitar a discagem e o contraste um pouco para realizar experiências no Photoshop, então sabíamos. Fizemos um monte de experimentos particulares para garantir que pudéssemos ativá-lo modo negro, mas eles não estavam envolvidos. Pensei desde o início que era uma ótima ideia, porque era a correta evolução quando ele ressuscitasse, ele usaria o traje preto. Fazia sentido.”

Assista ao clipe:

Lembrando que o Snyder Cut de Liga da Justiça‘ estreia na HBO Max em 2021.

Confira as imagens promocionais:

‘Johnny English 3.0’ ganha data de estreia na Netflix

Johnny English 3.0‘ ganhou data de estreia na Netflix. A Comédia estreia no catálogo do streaming no dia 13 de Março.

Assista ao trailer:

Crítica | Johnny English 3.0 – Uma comédia à moda antiga

A sequência foi massacrada pelos críticos, amargando 33% de aprovação no Rotten Tomatoes. A comédia recebeu duras críticas, sendo rejeitada por seu humor sem graça e por estender – por tempo demais – uma franquia que já não possui o mesmo impacto de antes.

Rowan Atkinson, o lendário Mr. Bean, retorna no papel do agente secreta mega atrapalhado.

Em sua nova aventura, Johnny English é a última salvação do serviço secreto quando um ataque cibernético revela as identidades de todos os agentes do país. Tirado de sua aposentadoria, ele volta à ativa com a missão de achar o hacker por trás do ataque. Com poucas habilidades e métodos analógicos, Johnny English precisa superar os desafios do mundo tecnológico para fazer da missão um sucesso. 

‘Liga da Justiça’: Versão em preto e branco do Snyder Cut estreia no HBO Max do Brasil

A HBO MAX do Brasil disponibilizou em seu catálogo a ‘Justice League: Justice Is Grey Edition‘, a versão em preto e branco do ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder.

“Eu fiz a versão em preto e branco. Estamos terminando agora. Ela é chamada de Justice Is Grey Edition. É assim que eu chamo. Liga da Justiça: Edição da Justiça é Cinza. Não é preto e branco como dizem (risos). Mas esse é o nome da versão em preto e branco.”, disse Snyder ao I Minutemen . 

Snyder descreveu o que agora é chamado de Justice Is Grey Edition como a “maior experiência da Liga da Justiça” e a “versão ideal do filme” porque o famoso Snyder Cut foi editado em preto e branco.

“Minha versão ideal do filme é a versão IMAX em preto e branco do filme. Isso, para mim, é a experiência mais centrada no fã, mais pura e mais da Liga da Justiça. Porque foi assim que vivi com o filme por dois anos, em preto e branco.”, disse Snyder em uma entrevista de novembro para o The Film Junkee .  

Assista a um clipe:

Assista nossa crítica:

Crítica | Liga da Justiça de Zack Snyder – Filme resgata o supergrupo e ENTERRA o passado  

Novas fotos de ‘Pânico 6’ indicam que o filme se passará no dia de Halloween em Nova York!

As filmagens de ‘Pânico 6‘ continuam em Montreal, Canadá, em uma rua que foi modificada para se parecer com Nova York.

Além de termos o Ghostface atacando pela primeiro vez na cidade, o filme ainda deve se passar na época do Halloween.

Novas fotos do set mostram decorações do Dia das Bruxas. Já imaginou que insano uma perseguição do Ghostface nos metrôs de Nova York ou no Central Park?

Será que teremos uma vibe ‘Sexta-Feira 13 – Parte VIII: Jason Ataca em Nova York‘?

Confira as imagens e nosso vídeo sobre a saída de Neve Campbell da franquia:

O Creepy Duck criou um fã pôster espetacular para o filme. Confira:

Neve Campbell não retorna.

O novo filme contará com Melissa Barrera (Sam), Jasmin Savoy Brown (Mindy), Mason Gooding (Chad), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby) e Courteney Cox (Gale). Dermot Mulroney também fará parte do elenco como um personagem não revelado.

Lembrando que os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também retornarão para a próxima aventura, que está programado para chegar aos cinemas em 31 de março de 2023.

Confira a sinopse:

“Sam, Tara, Chad e Mindy, os quatro sobreviventes do massacre realizado pelo Ghostface, decidem deixar Woodsboro para trás em busca de um novo começo em uma cidade diferente. Mas não demora muito para eles se tornarem alvo de um novo serial killer mascarado.”

Assista à nossa crítica do último longa:

 

‘Nosso Lar 2 – Os Mensageiros’: Cartaz, fotos e trailer da sequência do filme ESPÍRITA baseado no livro de Chico Xavier

Baseado no livro ‘Os Mensageiros‘, psicografia de Chico Xavier pelo espírito André Luiz, o longa ‘Nosso Lar 2 – Os Mensageiros‘ ganhou cartaz, fotos e trailer.

Com direção e roteiro de Wagner de Assis, o filme retoma a saga que levou mais de 4 milhões de pessoas aos cinemas em 2010 com a primeira parte da franquia.

A sequência estreia nos cinemas dia 31 de Agosto de 2023 e conta também com Iafa Britz (Minha Mãe É Uma Peça 1, 2 e 3) como produtora.

Confira:

Nesta nova história, André Luiz (Renato Prieto) se integra a um grupo de espíritos mensageiros que parte em direção à Terra para acompanhar os desdobramentos de uma missão que corre o risco de fracassar: a criação de uma obra espiritual que ligue os dois mundos. No processo, também enfrentam seus próprios dramas.

O médico, que teve a história contada no primeiro filme, embarca na jornada liderada por Aniceto (Edson Celulari). Juntos, eles se dedicam a cuidar de três protegidos cujas histórias estão interligadas: Otávio (Felipe de Carolis), jovem médium que não cumpriu com o planejado em sua missão; Isidoro (Mouhamed Harfouch), líder de uma casa espírita; e Fernando (Rafael Sieg), empresário responsável pelo financiamento do projeto.

O filme terá ainda a participação especial de Othon Bastos, o governador da cidade espiritual.

Assista ao trailer do primeiro filme, que será relançado nos cinemas nacionais dia 8 de Junho:

 

‘Guerra Civil’ estreia em 1º LUGAR nas bilheterias e se torna a maior abertura da A24 no Brasil

Superprodução da A24 distribuída pela Diamond Films, ‘Guerra Civil‘ (Civil War) liderou a bilheteria nacional em seu dia de estreia.

Em cartaz nos cinemas de todo o Brasil desde ontem (quinta-feira, 18 de abril), o filme conquistou um público de mais de 38 mil pessoas e mais de R$ 800 mil de renda em apenas um dia.

Com isso, ‘Guerra Civil‘ torna-se a maior abertura de um filme da A24 no Brasil em renda e a segunda maior abertura da história da Diamond Films no Brasil, também em renda. O sucesso de crítica e público, não apenas no Brasil como também nos Estados Unidos – onde o filme também liderou as bilheterias – reafirma o longa como uma excelente opção de entretenimento para o final de semana.

Confira:

Nos EUA, o terror ‘Abigail‘ e ‘Guerra Civil‘ irão se enfrentar pela primeira colocação.

Projeções do recentes do Deadline indicam que ambos filmes estão previstos para arrecadarem em torno de US$ 12 milhões no próximo final de semana no território norte-americano, e ainda é muito cedo para confirmar qual projeto levará a melhor.

Vale destacar, no entanto, que o longa dirigido por Alex Garland (‘Aniquilação’) deve apresentar uma queda pouco maior do que -50%, o que evidencia a boa estabilidade da produção nas telonas.

Em contrapartida, o novo terror do Radio Silence tem agradado os críticos, conquistando 79% de aprovação no Rotten Tomatoes. Os especialistas elogiaram o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.

Assista a nossa entrevista com a Melissa Barrera:

Em apenas cinco dias, trailer de ‘Superman’ já é MAIS VISTO que o de ‘Batman’

O trailer de ‘Superman revelou diversos detalhes da trama, empolgando os fãs e gerando grande expectativa para o primeiro filme do DCU.

O conteúdo promocional foi extremamente bem recebido, alcançando recordes impressionantes.

Em apenas 5 dias, o teaser trailer teve 44 milhões de visualizações e 1,1 milhão de curtidas no canal principal da DC no YouTube.

Pra comparação, o primeiro teaser trailer oficial de ‘Batman‘ lançado da DC FanDome teve 42,9 milhões de visualizações e 1 milhão de curtidas ao longo de QUATRO anos.

Atualmente, o teaser de Superman‘ ocupa a quarta posição entre os trailers mais curtidos da história da DC, com 1,1 milhão de curtidas.

Confira o top 4:

  1. Joker’ (Teaser) – 1,5M
  2. ‘Joker’ (Trailer Final) – 1,5M
  3. ‘The Batman’ (Trailer 2) – 1,3M
  4. Superman (Teaser Trailer) – 1,1M

Confira o trailer dublado:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

‘Pânico 7’ ganha cartazes de personagens

Pânico 7‘ ganhou um novos cartazes de personagens.

Assista:

Em recente entrevista ao Empire, o diretor Kevin Williamson afirmou que o sétimo filme da franquia ‘Pânico‘ terá menos metalinguagem – elemento que sempre diferenciou a saga de outros slashers.

O cineasta declarou que o foco do novo capítulo será na sobrevivente Sidney Prescott e em sua família.

“Este filme não tem o objetivo de ser muito metalinguístico. A trama foca em continuar o legado da Sidney Prescott. É sobre sua filha. Sobre sua família.”

Ele completa, “Nós dissemos que o sétimo filme seria menos sangrento, mas perdemos um pouco o controle. Eu disse: ‘Precisamos de mais sangue’. E a Neve [Campbell] concordou: ‘Acho que você está certo’.”

Lembrando que o filme será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de fevereiro. Na trama, quando um novo Ghostface surge na pacata cidade onde Sidney Prescott (Neve Campbell) reconstruiu sua vida, seus medos mais sombrios se tornam reais enquanto sua filha (Isabel May) se torna o próximo alvo do assassino. Determinada a proteger sua família, Sidney terá que enfrentar os horrores do seu passado para acabar com o massacre de uma vez por todas.

Diretor original de ‘Pânico 7’ revela o VERDADEIRO motivo que o fez abandonar o filme

“INCRÍVEL!”: Internautas rasgam elogios ao primeiro trailer de ‘Pânico 7’

Astros ELOGIAM a direção de Kevin Williamson em ‘Pânico 7’: “Ele trouxe vários elementos do original”

Vem assistir ao trailer de ‘Pânico 7’ comentado por Renato Marafon

Além de Neve Campbell como Sidney, Courteney Cox também retorna como a jornalista Gale Weathers. Isabel May, Jasmin Savoy Brown, Mason Gooding, Anna Camp, Joel McHale, Mckenna Grace, Michelle Randolph, Jimmy Tatro, Asa Germann, Celeste O’Connor, Sam Rechner, Ethan Embry, Tim Simons e Mark Consuelos completam o elenco.

Kevin Williamson, criador dos personagens da franquia, é diretor e roteirista da produção. Guy Busick assina o roteiro em conjunto com Williamson e a história ao lado de James Vanderbilt. Vanderbilt ainda atua como produtor ao lado de William Sherak e Paul Neinstein.

10 Curtas que você precisa conferir – Parte 1

Iniciando mais essa série de listas cinéfilas buscando trazer, dessa vez, uma reflexão não só para as grandes obras que listamos abaixo mas também sobre a importância do curta-metragem. Praticamente o patinho feio do circuito exibidor (mesmo existindo a Lei do Curta…), muitos curtas-metragens ganharam novo fôlego com a chegada dos streamings e a possibilidade de enfim conseguirem chegar até os olhos de todos aqueles que amam a sétima arte.

Segue abaixo os primeiros dez filmes dessa contínua lista que faremos ao longo desse ano:

 

White Eye (2020, Israel)

O viciado e triste olhar do preconceito. Uma bicicleta roubada. As questões burocráticas da lei. Olho branco, viciado dentro do preconceito. Em tempos onde a linha tênue do bom senso insiste em não existir. Para onde caminhará nossa humanidade? Escrito e dirigido pelo cineasta Tomer Shushan, em seu segundo curta-metragem na carreira, White Eye é o retrato de muitos países europeus onde o medo dos imigrantes é constante, tentando se estabelecer em um país onde não nasceram.

Finalista do Oscar 2021 de Melhor Curta de Ficção, o curta-metragem israelense em pouco mais de 20 minutos nos mostra um conflito quase banal que acaba se tornando uma questão legal sobre um imigrante que luta pelo bem-estar de sua família buscando ser um trabalhador honesto em um país diferente do dele, com mais oportunidades. Interpretados por Daniel Gad e Dawit Tekelaeb, dois homens, duas histórias, se cruzam em torno do roubo ou não de uma bicicleta sendo que um deles acaba acionando a polícia para uma rápida resolução. Mas será que era a melhor solução? O peso na consciência bate rapidamente quando percebe que a polícia está com o olhar viciado em relação ao outro homem.

O filme reflete dilemas sociais que vemos muito por aqui também na América Latina, sobre a ótica do resolver as coisas como adultos ou envolver a polícia e complicar tudo mais ainda? Será que as leis serão justas para todos? Aonde foi parar o bom senso da própria comunidade?

 

O Som do Tempo (2010, Brasil)

O mundo da mudança ao olhar da simplicidade. Vencedor de mais de duas dezenas de prêmios em festivais espalhados pelo Brasil, O Som do Tempo, é um dos primeiros curtas-metragens da carreira do excelente cineasta cearense Petrus Cariry. Em curtos dez minutos de projeção, somos testemunhas da habilidade técnica, na criação de emoções através do movimento do impacto, das imagens, buscando a reflexão de toda ou qualquer forma dentro do contexto de uma mulher mais velha vendo as transformações do pequeno pedaço de universo que vive ao longo do tempo.

O silêncio que não existe mais. Ao redor prédios e barulhos, o verdadeiro caos urbano das grandes cidades que não param de se expandir. Em contraponto, a vida simples, uma casinha humilde em meio a enormes estruturas, avenidas barulhentas e palavras gritadas pra todos os lados. Em até certo ponto dentro de uma forma de poesia de imagens, identificamos um olhar muito humano e honesto compreendido mais de perto por quem está no epicentro dessa mudança, olhando um mundo novo diferente do que vira até então.

Quase sem palavras (usando a força do ver em vez do escutar), quando chega, a música em um gran finale mostra mais detalhada a questão cultural e existencial e de alguma forma explica bastante das imagens que vemos ao longo desse trajeto, o seguir em frente em meio às transformações que não abalam em nada quem apenas quer viver de sua maneira.

 

 

Dois Estranhos (EUA, 2020)

Cortesia, profissionalismo e respeito. Será? Vencedor do Oscar de melhor curta-metragem em 2021, Dois Estranhos explora o eterno giro de 360 graus constante onde os paralelos entre a autoridade e o preconceito parecem dois rios que acabam se unindo gerando dor e sofrimento. Dá um aperto no peito, são cenas fortes e infelizmente muitas dessas vistas por muitos olhos nas ruas pelo mundo todo o dia, tamanho o preconceito e intolerância dos olhares brancos contra os negros. É um filme arrebatador, conversa demais com muitos dos acontecimentos viralizados sobre preconceito e violência policial nos Estados Unidos que nos trazem muito tristeza. Dirigido por Travon Free e Martin Desmond Roe. Imperdível! Disponível na Netflix.

Na trama, conhecemos um jovem trabalhador chamado Carter (Joey Bada$$), em um dia de grande alegria por ter conhecido um provável futuro amor, Perri (Zaria). Ele está voltando para casa onde está seu cachorrinho fofo o qual ama muito e até mesmo aciona via wi-fi um lança biscoitinhos para ele enquanto não chega em casa. Ainda na calçada, em frente ao prédio onde estava é abordado de maneira abrupta e desleal pelo policial branco Merk (Andrew Howard) e assim, em fração de segundos, sua vida corre sérios riscos. Acontece que um loop infinito é ativado (volta sempre ao mesmo dia e momento da tragédia) e agora o protagonista precisa encontrar alguma maneira de ter um final diferente para essa história. Mas será que existe?

Um filme reflexivo, que coloca o dedo bem fundo na ferida de uma sociedade polarizada, ainda muito preconceituosa, em alguns momentos nada amistosa, onde a cor da pele vira questão de escolha de quem é bom ou mau. Two Distant Strangers, no original, usa da criatividade para mostrar diversas formas onde o preconceito se instaura tendo os mesmos personagens. Somos testemunhas oculares das várias abordagens policiais equivocadas, com o preconceito dentro da força desproporcional, na mira da metralhadora…

O desfecho é emblemático, lembra de diversos nomes de pessoas negras que tiveram suas vidas tiradas em questões muito parecidas das quais o filme aborda. Um projeto para todos nós, brancos e negros, refletirmos sobre o mundo em que vivemos e se de alguma forma podemos caminhar para uma melhora através do diálogo.

 

 

Boa Noite (Gana/Bélgica, 2020)

Os horrores camuflados de bondade. Um dos 15 semifinalistas ao Oscar 2021 de Melhor Curta de Ficção, Good Night (Da Yie) , co-produção Gana/Bélgica, é um filme que escancara aos nossos olhos os horrores de uma realidade, um retrato chocante de uma parte do mundo que carece de atenção. Dirigido pelo cineasta Anthony Nti, em 20 minutos somos jogados a uma história que fala sobre sonhos, impunidade e os absurdos que a vida apresenta. Um filme forte, porém necessário, para reflexão.

Na trama, conhecemos Matilda e Prince, duas crianças muito amigas que possuem em comum um grande amor pelo futebol. Certo dia, no campinho onde jogam, um estranho mas conhecido por eles estaciona o carro e os chama para irem lanchar e passear pela cidade. Só que as verdadeiras intenções desse estranho aos poucos vão sendo reveladas.

Tenso, fala sobre memórias, traumas, conversas que vão colocando dúvidas no personagem que começa a sofrer de peso na consciência, levando a trama para um desfecho que chama a atenção. Os jovens falam sobre seus sonhos, visitam o mar, falam de momentos tristes da vida, fotografia, futebol, repletos da inocência da idade e falta de maturidade para enxergar os perigos que se apresentam. Good Night (Da Yie) foi o vencedor de Melhor Filme da Competição Internacional do prestigioso Festival de Curtas de Clermont-Ferrand 2020. Um filme importante que fala as verdades sobre um mundo ainda muito cruel que muitos vivem.

 

 

O Presente (Palestina/Inglaterra, 2020)

Os absurdos de um presente que não esquece do passado. Vencedor do BAFTA de melhor curta-metragem de ficção e indicado ao Oscar 2021 na mesma categoria, O Presente, sendo bem objetivo, gera angústia, raiva e um enorme sentimento de tristeza com a absurda situação vivida por um pai, sua filha e uma geladeira. Bons curtas são aqueles que dentro de um recorte chamativo, conseguem expor problemas universais. Dirigido pela cineasta britânica Farah Nabulsi, esse projeto palestino faz refletir sobre a intolerância jogada na nossa cara. Esse filme gera uma indignação profunda por sabermos que os fatos aqui relatados acontecem de diversas maneiras na realidade.

Na trama, conhecemos Yusef (Saleh Bakri), um homem de meia idade, trabalhador, que acorda em uma manhã, após uma noite onde chegara muito tarde, com o objetivo de comprar um presente para a sua esposa já que ambos completam mais um aniversário de casamento. Assim, ele leva sua filha Yasmine (Mariam Kanj) para ir até Beitunia fazer compras e pegar o presente da esposa. Só que para ir e vir, Yusef e todos que moram naquela região da Cisjordânia precisam passar por um ponto de checagem israelense. E assim, um conflito se estabelece na ida e na volta do resgate do presente.

A falta de liberdade do ir e vir é o principal ponto de reflexão desse pequeno grande projeto. A falta de humanidade, compaixão dos soldados na ‘fronteira’ mostram as hipocrisias que comandam ações do universo da generalização em vez de olhar para o indivíduo. Sensibilidade? Isso não existe nesses lugares. Tentando se locomover por uma Cisjordânia controlada, com estradas segregadas, milhares de pessoas diariamente precisam ser ‘checadas’ perdendo princípios básicos dos seres humanos. O filme escancara verdades que poucos gostam de dizer ou até mesmo conhecem. O cinema tem esse papel: gerar reflexões para quem sabe trazer mudanças.

 

The Letter Room (EUA, 2020)

Quando o introspectivo se une ao intermediário. Um dos concorrentes ao Oscar 2021 de Curta-metragem de ficção, The Letter Room, ou a Sala de Correspondência, se formos traduzir literalmente para o nosso idioma, conta a história de alguns através do olhar curioso de um personagem que acaba sendo testemunha de relatos pessoais da família e dos presos, inclusive para os que estão no corredor da morte, após assumir o novo cargo de diretor de comunicação dos prisioneiros. Escrito e dirigido pela cineasta Elvira Lino, o projeto (com potencial de ser um longa-metragem) possui um indecifrável lado tragicômico escondido por trás da história, sentimos que há muito mais por conhecer desse curioso protagonista. Ótima interpretação do ator Oscar Isaac.

Na trama, conhecemos o boa praça e simpático agente penitenciário Richard (Oscar Isaac), um ser solitário que vive de ir ao trabalho e voltar pra casa, tendo apenas a companhia de seu cachorro. A fim de se desenvolver profissionalmente, se inscreve para outras funções na penitenciária que trabalha, por mais que tenha um ótimo relacionamento com os outros guardas, a chefe do local e os presos. Assim caba indo para no setor de comunicação da prisão, onde precisa escanear e analisar possíveis irregularidades nas mensagens externas que chegam para os que estão presos. Mas ele acaba se envolvendo mais do que devia e assim acaba embarcando nas soluções de duas questões para dois prisioneiros.

Há um composto interessante ligado ao desejo e as emoções que o guarda acaba sentindo, não consegue fugir das diversas reflexões daquelas palavras espalhadas nas mensagens. Precisa ir atrás das resoluções daquela história, como se fosse um intermediador, um fato que acaba se conectando com seu perfil introspectivo de pouco contato com o mundo lá fora. O personagem em cima é longe de ser caricato detalhista, inclusive controla a alimentação através de um bloquinho de papel preenchido com as calorias diárias ingeridas, talvez uma ideia que teve a partir de alguma referência que viu nas dezenas de horas que fica de frente para a televisão quando não está trabalhando.

Em cerca de 30 minutos, ficamos refletindo muito sobre a personalidade e as ações tomadas, certas ou erradas, pelo personagem, gerando a curiosidade de querer conhecer mais sobre a história dessa alma introvertida e as prováveis sinucas que se envolve a partir da curiosidade.

 

Hair Love (EUA, 2019)

O amor por nossos filhos nos fazem ser fortes em qualquer situação. Vencedor do prêmio de melhor curta de animação no Oscar 2020, Hair Love mostra tanto amor em 7 minutos que os ensinamentos se prolongam para nossas vidas. Produzido, escrito e dirigido pela ex-atleta da NFL Matthew A. Cherry, o filme conta um pequeno retrato na vida de um pai e uma filha pequena e a tentativa do primeiro em pentear o cabelo da filha pela primeira vez.

Simples e profundo como todo bom curta deve ser. A difícil missão de um pai em fazer um belo penteado no lindo cabelo de sua filha, nos leva em uma jornada linda em analogias para nossa realidade, principalmente quando entendemos no finalzinho desse belo trabalho o porquê daquela missão ser tão importante sem ser cumprida por esse super pai. A mamãe da jovenzinha está em uma luta contra doença no hospital e o corte especial é para ela ir toda linda encontrar a mamãe.

Nessas horas é que vemos o exemplo e pensamos em muitos outros super papais. Tendo apenas um vídeo gravado pela mãe da menina como único auxílio na tentativa de ser bem-sucedido, o poder da animação entra como uma rajada de criatividade metafórica simbolizando aquela simples luta como algo tão importante que vira algo inspirador nossos corações. Belíssimo curta.

 

Irmã (China, 2019)

As memórias que não existiram mas que também nunca se foram. Usando a técnica de stop-motion, a animação chinesa dirigido pela cineasta Siqi Song, transforma uma frustração em uma grande carta poética em forma de animação. Irmã, em seus curtos minutos, fala muito sobre o sentimento das famílias chinesas que viveram dentro dos 30 anos da política de apenas um filho. Selecionado pelo Festival de Sundance ano passado e um dos cinco indicados ao Oscar na categoria melhor curta de animação em 2020, o filme é um relato importante sobre um fato que afetou milhares de pessoas no país mais populoso do planeta.

Em 08 minutinhos, ambientado na década de 90, somos envolvidos em um pequeno retrato que vai do imaginário a realidade. Conhecemos um jovem que relata sua convivência com sua irmãzinha, muitas situações que acontecem com a chegada da nova integrante da família, só que descobrimos que essa irmã nunca existiu pois a família do protagonista não poderia ter mais de um filho por conta de uma política de 30 anos das autoridades chinesas.

Lançada pelo governo chinês no fim da década de 1970, essa lei que é pano de fundo dessa história, consistia numa lei segundo a qual ficava proibido, a qualquer casal, ter mais de um filho (em outubro de 2013, o governo chinês aboliu essa lei). Fato esse que deixou vários filhos únicos sem a possibilidade de dividir sua vida com um irmão ou irmã. O curta navega nessa vertente e usa a imaginação do pensar como forma de homenagem a todos que não puderam ter um irmãozinho durante todo esse período na China. O cinema é isso, uma maneira de refletir sobre nossas épocas: passado, presente ou futuro.

 

Memorável (França, 2019)

Pintar com os dedos invoca o homem primitivo que há entre nós. Indicado ao Oscar de Melhor curta de animação em 2020, o projeto francês Memorável fala sobre as nuâncias da nossa mente em momentos chaves de nossa vida. Na surreal que a vida presente os prega, um pintor e sua esposa precisam conviver com as mudanças oriundas do tempo mas sem deixar de acessar memórias que não há como serem esquecidas. Um belo curta. Pena que os cinemas brasileiros não exibem curtas antes dos longas em seu circuito exibidor (o capitalismo em exagero chega mais forte pela ótica do lucro dos chatos e inúmeros comerciais antes das histórias), tem tanto curta bom por aí…como esse.

12 minutos de muitas emoções onde o coração pulsa mais forte nessa singela história sobre as memórias de alguém ainda vivo.  Há poesia nos respingos das tintas do artista, há muita metáfora nas explicações sobre os nós que nossa mente submete, tudo isso é tratado com muita delicadeza e uma trilha sonora instrumental que chega bem forte aos nossos corações.

Escrito e dirigido pelo cineasta francês Bruno Collet, Mémorable, no original, nos puxa para refletirmos sobre a arte de amar igual muitas vezes. Importante os detalhes à força da arte, pelo seu precioso protagonista e suas novas descobertas de uma vida recheada de boas memórias.

 

 

Aprendendo a Andar de Skate em uma Zona de Guerra (Se Você For uma Menina) – (Inglaterra, 2019)

O que é coragem? Porque é importante ter coragem? Vencedor do Oscar de melhor curta metragem anos atrás, Aprendendo a Andar de Skate em uma Zona de Guerra (Se Você For uma Menina), passa pelos períodos das estações, usados como pequenos arcos para o desenvolvimento da narrativa, entendemos melhor um projeto inovador para meninas de origem muito pobre com famílias conservadoras. Em um planeta que preza pelo egoísmo e a falta de reflexão sobre o outro, os olhos do mundo devem estar atentos a esse belo trabalho da cineasta Carol Dysinger.

Em um país devastado pela guerra de décadas, onde o básico ler e escrever ainda é um grande desafio, principalmente para as mulheres, sempre estando em perigo nas ruas, sem segurança, um pequeno oásis acontece em Kabul, no Afeganistão, com a criação de um projeto chamado Skateistão que associa aulas para meninas carentes e aulas de skate. Toda uma equipe de pessoas com enorme coração é vista fazendo seu trabalho com toda dedicação. Desde a professora que prefere não mostrar o rosto, até a jovem instrutora de skate, além da assistente social que tem como uma de suas funções recrutar novas jovens que se encaixem no perfil do projeto.

Vivendo com o dia a dia intenso, ajudando nas tarefas de casa e o medo da violência diária, as pequenas guerreiras não desistem dos seus sonhos, nem de seu livre arbítrio do pensar e praticar esse esporte muito popular que as leva para outros lugares durante aquelas horas que praticam. Em busca de um futuro melhor, percebemos no arco final que os sonhos começam a brotar e isso é algo que ninguém tira delas, jamais.

 

 

10 SÉRIES IMPACTANTES com histórias profundas e devastadoras!

O universo dos seriados está sempre nos surpreendendo com algumas histórias dilacerantes, capazes de avançar em camadas profundas através de enigmáticos personagens – alguns deles deslizando na moral. Para você que curte boas histórias e já está preparando sua próxima maratona, separamos abaixo 10 produções que você não pode deixar de conferir:

 

All Her Fault (Prime Video)

Marissa (Sarah Snook) é uma empresária bem-sucedida que leva uma vida confortável ao lado do marido, o investidor Peter (Jake Lacy), na cidade de Chicago. No entanto, toda a aparente perfeição e sucesso da família é colocado em xeque quando o filho do casal é sequestrado por uma mulher misteriosa. A partir desse ponto, pessoas próximas ao casal passam a se tornar suspeitas, nos guiando para desenrolares bombásticos que afetam a vida de todos os personagens.

 

Terra da Máfia (Paramount Plus)

Conrad Harrigan (Pierce Brosnan) é um temido mafioso, casado com a enigmática Maeve (Helen Mirren), que comanda os negócios da família em Londres. Seu eterno inimigo é Richie Stevenson (Geoff Bell), com quem nunca se deu bem e divide o poder na cidade. Quando o filho de Richie é assassinado de forma violenta, um banho de sangue vira algo iminente e as atenções se voltam para a família Harrigan. Nesse momento, entra em cena Harry da Souza (Tom Hardy) um resolvedor de problemas e leal aos Harrigans.

 

Adolescência (Netflix)

Minissérie visceral de quatro episódios que chegou na Netflix no início de 2025 nos apresenta um caso chocante de um menino de 13 anos acusado de matar uma outra jovem.

 

Custe o que Custar (Netflix)

Simon (James Nesbitt) é um consultor financeiro bem-sucedido, pai de três filhos, que vive feliz ao lado da esposa, a pediatra Ingrid (Minnie Driver). Só que toda a aparente calmaria na família esconde um grave problema: a filha mais velha, Paige (Ellie de Lange), se tornou uma viciada em drogas e sumiu de casa faz alguns meses. Na busca por seu paradeiro, Simon é envolvido em uma estrada onde situações o levam ao limite do desgaste emocional.

 

A História da minha Família (Netflix)

Ao longo de seis episódios, essa minissérie – que entrou no catálogo da Netflix nesse início de 2025 – nos apresenta a vida de Fausto (Eduardo Scarpetta) em dois momentos. No primeiro, como um carinhoso pai de família que encontrou o amor de sua vida de forma inusitada, numa cafeteria. Anos mais tarde, já separado e com a ex-esposa Sara (Gaia Weiss) enfrentando graves problemas psicológicos, é diagnosticado com uma doença terminal e precisa arrumar as peças soltas em sua família desestruturada antes de partir.

 

Terra Indomável (Netflix)

Ambientado na região de Utah no século XIX, sob diversos pontos de vistas, conhecemos Sara (Betty Gilpin), uma mãe desesperada para chegar até o oeste com o filho Devin (Preston Mota). Seu caminho acaba se cruzando com o de Isaac Reed (Taylor Kitsch) que a ajuda numa jornada de muita dor, sangue e batalhas pela sobrevivência. Paralelo a isso, uma disputa por poder deixa toda a região selvagem e imprevisível.

 

Bebê Rena (Netflix)

Na trama, ambientada em uma Londres de anos atrás, conhecemos Donny (Richard Gadd), um artista com o sonho de ser comediante que um dia começa a se vê perseguido por Marta (Jéssica Gunning), uma solitária mulher que não larga do seu pé. Buscando encontrar soluções para fugir dessa stalker, acaba indo de encontro à um trauma de seu passado, fato que mudou sua vida por completo.

 

Pssica (Netflix)

Tudo começa quando Janalice (Domithila Cattete), após uma situação que leva seus pais a deixá-la na casa da tia (Fátima Macedo), em Belém, é sequestrada por um grupo criminoso ligado ao tráfico de mulheres. Paralelamente, conhecemos outros personagens: um ex-policial em busca da afilhada; Preá (Lucas Galvino), um bandido que se apaixona e vê sua bolha ligada à crimes desmoronar; e Mariangel (Marleyda Soto), uma ex-militar colombiana que vê sua família despedaçar e parte em busca de vingança. Ao longo da trama, esses caminhos se cruzam, nos conduzindo a um desfecho imprevisível.

 

Ninguém nos Viu Partir (Netflix)

Ambientado na década de 1960, em Ninguém nos Viu Partir, conhecemos Valeria (Tessa Ia), uma jovem que largou o mestrado e foi obrigada a se casar com o arquiteto Leo (Emiliano Zurita), em um acordo entre as famílias judias que residem no México. O casal tem dois filhos. O tempo passa e Valeria se apaixona pelo cunhado do marido, Carlos (Gustavo Bassani). Após descobrir a traição, Leo, com a ajuda do pai, Samuel (Juan Manuel Bernal), sequestra as crianças e foge para a Europa. Durante muitos meses, Valeria se vê em uma busca cheia de reviravoltas, movida pelo sonho de voltar a ver as crianças.

 

Eric (Netflix)

É possível mudar o mundo antes de si mesmo? Chegou na Netflix uma interessante minissérie de apenas seis episódios que caminha pela esperança desencontrada abrindo um leque de profundas reflexões a partir de uma busca de um refúgio para intensas aflições. Eric, apresenta pelo olhar indefeso do mundo, um casamento em ruínas, a política, a corrupção, a polícia, o preconceito, os abandonos de relações entre pais e filhos.

Nostalgia! As Séries para toda a família MAIS QUERIDAS dos anos 80!

Ah, os anos 80! A década que a cultura pop não deixa morrer está sempre em voga em nossos corações. Esta época é tão especial que até mesmo os que não viveram nela a celebram como se pertencentes, tendo a memória reativada através de programas de TV, filmes, peças de merchandising e as mais variadas mídias. É por essas e outras que os anos 80 são agora! Não foram embora e jamais irão. Entre inúmeras outras coisas, porque para a cultura pop foi a consolidação dos blockbusters e dos produtos de entretenimento que transcendiam as telas para o nosso dia a dia.

Os filmes mais queridos quando falamos da mais pura diversão saíram desta década. Mas os anos 80 não marcaram apenas no cinema. E a Televisão também atingia picos de popularidade, com programas eternos que jamais esqueceremos. Para mergulhar fundo de cabeça nesta nostalgia, vamos lembrar agora com você as séries para toda a família mais queridas da década de 80. Confira abaixo.

Anos Incríveis

Provavelmente o coming of age televisivo mais querido de todos os tempos, Wonder Years (no original) fez sua estreia em 1988 na rede americana ABC. O programa ainda desperta o saudosismo dos fãs, que o têm no coração e mente, sendo constantemente citado quando falamos em séries do passado que marcaram os espectadores. Permanecendo no ar por 6 temporadas, a história apresentava Kevin Arnold (papel de Fred Savage), um menino crescendo e adentrando a adolescência na transição da década de 60 para a de 70 – e suas desventuras ao lado da família, amigos e primeiras paixões. O segredo do sucesso do seriado era já na época apostar na nostalgia (como Stranger Things faz na atualidade) e misturar comédia e drama. Quem viu, jamais esquecerá da abertura com a canção With a Little Help from My Friends, de Lennon e McCartney, na voz de Joe Cocker.

ALFO Eteimoso

Quem viveu nos anos 80 nunca esquecerá deste alienígena mais que peculiar, que em nosso país recebeu a voz interpretada pelo grande Orlando Drummond. Criado pela dupla Tom Patchett e Paul Fusco, o programa era uma destas comédias comportamentais centradas em uma família típica norte-americana. A pegadinha, seguindo a tendência da década (onde criaturas estranhas, mas bondosas, eram adotadas como um membro), estava no fato de que os Tanner eram visitados por um alienígena peludo, metido a engraçadinho, que cai com sua nave na garagem deles.

O E.T. nada mais era do que um boneco fantoche, interpretado pelo próprio criador Paul Fusco. A dinâmica seguia outra tendência da época: atores contracenando com criações animatrônicas ou fantoches. Com seu bordão “Tá limpo”, imortalizado no Brasil, o programa durou 4 temporadas, estreando em 1986 na rede NBC. Curiosamente, dez anos após sua estreia e seis após seu término, um filme para a TV intitulado Projeto ALF (1996) era lançado. Fora isso, acompanhando o seriado clássico, era lançado um desenho animado logo em 1987, para explicar a vida do extraterrestre malandro em seu planeta de origem. A animação ficou no ar por 2 temporadas.

Punky – A Levada da Breca

Outro programa que marcou a década de 80 devido às exibições no SBT, Punky fez tanto sucesso que, assim como ALF, logo no ano seguinte de sua estreia virava um desenho animado para a garotada – demonstrando assim a forte afinidade com seu público infantil. A animação durou 2 temporadas e contou com a dublagem da mesma protagonista do programa original. Voltando para a série live action, a menina Punky Brewster (que é o título original) é uma garotinha de 8 anos de idade que foi abandonada num supermercado junto a seu cachorro, Brandon.

No local ela termina conhecendo e sendo adotada pelo idoso Henry Warnimont, papel do veterano George Gaynes, o eterno Comandante Lassard dos filmes da franquia Loucademia de Polícia no cinema. A protagonista Punky, é claro, foi interpretada pela gracinha Soleil Moon Frye, que cresceu e se tornou uma bela mulher. A Levada da Breca estreou em 1984 e durou 4 temporadas. Uma novidade é que Punky é mais uma série pega na onda dos revivals da atualidade; assim, 33 anos após o final do programa, Punky Brewster voltou nas formas de Frye, deixando a NBC para o streaming Peacock. Frye também produz, com Punky agora adulta e com seus próprios filhos. A criação do novo programa é do mesmo David W. Duclon do original.

Três é Demais

Também conhecido no Brasil por seu título original Full House, este é outro programa que surfou na onda dos revivals – sendo um dos primeiros a pegar tal hype. Exibido no Brasil pelo SBT, e na década de 90 em inúmeras reprises no canal da Warner, o programa apresentou ao mundo as gêmeas Olsen – que na série interpretavam o mesmo personagem, a “fofucha” Michelle (dona das melhores frases de efeito). Apesar de não ser uma reimaginação declarada, as semelhanças de Full House e o sucesso da época Três Solteirões e um Bebê são claras. E embora o remake americano tenha sido lançado no mesmo ano da série, o original é um filme francês intitulado 3 Homens e um Bebê (1985).

Em Três é Demais, três homens solteiros precisam criar três menininhas, filhas de um deles. Na trama, Danny (Bob Saget) é um jovem viúvo pai de três crianças: D.J. (Candance Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary-Kate e Ashley Olsen). Para ajuda-lo na missão, se juntam o cunhado, irmão de sua falecida esposa, Jesse (John Stamos) e o amigo humorista Joey (Dave Coulier). O programa estreou em 1987 e durou 8 temporadas até 1995. Vinte anos depois do término, a Netflix resgatou a ideia e lançou o derivado Fuller House em 2016, agora focado em D.J. como protagonista, mãe de seus próprios filhos, retornando para a casa onde viveu na infância. A nova série contou com participação dos atores originais e durou 5 temporadas até 2020.

Super Vicky

Dá para perceber que a fórmula do sitcom familiar era subvertida na década de 80 com a adição de algum elemento fantástico, fosse um alienígena como o citado ALF (ou E.T. no cinema), um pé grande (como no filme que depois virou série Um Hóspede do Barulho) ou até mesmo uma “filha robô”. Essa é a premissa de Small Wonder, no Brasil conhecido como Super Vicky, sobre uma família formada por pai, mãe e filho pequeno, cujo patriarca é um inventor e desenvolveu um robô perfeito, que simula a forma de uma menininha.

Assim, a fim de não levantar suspeitas na vizinhança sobre sua invenção revolucionária, esta família resolve tratar a criação Vicky (papel de Tiffany Brissette) como sua filha mais nova. O programa estreou em 1985 e permaneceu no ar por 4 temporadas, sendo exibido na TV Globo. Uma curiosidade é que no filme Tomorrowland (2015), da Disney, temos a que poderia ter sido uma interpretação perfeita para uma eventual produção cinematográfica de Super Vicky: a atriz Raffey Cassidy e sua personagem, a menina robô Athena.

Um Amor de Família

Conhecida nas exibições do canal Sony no fim da década de 90 por seu título original Married With Children (ou Casado com Filhos), esta comédia tipicamente familiar ficou famosa, entre outras coisas, por revelar ao mundo a atriz Christina Applegate, então bem novinha aos 16 aninhos quando o programa estreou ainda em 1987. Ela vive Kelly, a filha mais velha da família, uma loira mais interessada em sua aparência e nos rapazes do que no conteúdo de sua cabeça, e acredite a série tira muito sarro de sua falta de inteligência.

O mote deste seriado é uma família que se odeia, mas mesmo com todos os seus problemas, permanece unida. O patriarca Al (Ed O’Neill) tinha um futuro brilhante no futebol americano ainda no colegial, mas terminou engravidando a líder de torcida Peggy (Katey Sagal) e precisou desistir de seu sonho e arrumar um emprego a fim de sustentar seu vindouro bebê. Assim, amargurado, ele segue no mesmo trabalho como vendedor de sapatos num shopping. O filho mais novo é Bud (David Faustino), um jovem nerd inteligente, mas sem jeito com as mulheres. O programa é um verdadeiro marco da TV americana permanecendo no ar por 11 temporadas, até 1997.

Caras e Caretas

Antes do mega sucesso dos anos 80 no cinema, De Volta para o Futuro (1985), o astro Michael J. Fox, então com 21 anos, era revelado nessa sitcom família que marcou muito o período. Ganhador do Globo de Ouro por sua performance no programa, Fox vivia Alex, um jovem conservador que ao lado de duas irmãs e um irmão pequeno eram criados por pais liberais, ex-hippies. Exibido pela rede NBC com o título original Family Ties (ou Laços de Família), o seriado estreou em 1982 e durou 7 temporadas até 1989. Ou seja, Fox ainda estava no ar com o programa quando lançou De Volta para o Futuro, e no mesmo ano do encerramento da série lançava o segundo filme da franquia de viagem no tempo.

Quem é o Chefe?

Muitos seriados focados em histórias familiares utilizavam algum diferencial para servir como mote na hora de vender a ideia. Afinal, não podiam ser todas iguais. Esta aqui era protagonizada pelo machão descendente de italiano Tony Danza na pele de um ex-jogador de baseball profissional que aceita emprego como “governanta” de uma casa, onde começa a morar com sua filha adolescente. O programa revelou Alyssa Milano, que vive a filha do protagonista, Samantha. Após a série, Milano se tornou um símbolo sexual. Os empregadores do sujeito são uma família rígida, encabeçada pela matriarca Angela (Judith Light), uma escritora obcecada pelo trabalho, a mãe dela e o pequeno filho. Aos poucos, com seu jeito brincalhão e relaxado, o personagem de Danza vai quebrando o gelo no local. Who’s the Boss?, no original, estreou em 1984 e durou 8 temporadas até 1992.

‘Mom’ é renovada para a 6ª temporada pela CBS

Com dia das mães chegando, a CBS renovou oficialmente a série ‘Mom‘ para a 6ª temporada.

A comédia é estrelada por Anna Faris, Allison Janney, Jaime Pressly, Matt Jones, Sadie Calvano, Blake Garrett Rosenthal, Mimi Kennedy, Beth Hall e William Fichtner. E gira em torno de Christy (Faris), uma mãe solteira que se muda de volta com a sua mãe, Bonnie (Janney), que também está em recuperação.

A quinta temporada da série registrou uma média de 1.4 na demo, e um total de 8.81 milhões de espectadores. Em comparação com a temporada anterior, há um aumento de 3.5% no índice demográfico.

 

Diretor de ‘Mandy’ afirma que quer trabalhar com Nicolas Cage novamente

Em entrevista ao THR, Panos Cosmatos, diretor do aclamado ‘Mandy‘, revelou que gostaria de trabalhar com Nicolas Cage novamente.

“Com certeza sim. Nós falamos sobre isso. Eu sei que nós adoraríamos trabalhar um com o outro novamente.”

Vale lembrar que, recentemente, Cosmatos falou sobre uma possível sequência, que teria Cage lutando contra delinquentes nazistas (!).

“Quando eu estava escrevendo o filme, para me divertir, eu imaginei uma sequência que era sobre Red Miller lutando contra delinquentes nazistas em uma cidade bombardeada. Eu não sei que isso vai acontecer, mas seria muito divertido.”

Dirigido por Panos Cosmatos, o filme será lançado no Brasil pela Universal Pictures.

Na trama, que se passa em 1983, o astro será Red Miller, um homem atormentado e fragilizado após a morte de sua esposa por uma seita religiosa. Ele decide se vingar do grupo e sai em uma caçada mortal.

Andrea Riseborough, Linus Roache, Ned Dennehy, Olwen Fouéré, Richard Brake, Bill Duke e Line Pillet completam o elenco.

Edir Macedo não tem ‘Nada a Perder ‘ em novos comerciais da sequência

A Paris Filmes dois novos comerciais da sequência ‘Nada a Perder 2‘.

Confira:

Com direção de Alexandre Avancini, o filme traz Petrônio Gontijo no papel de Edir Macedo e Day Mesquita como Ester Bezerra.

A continuação traz à tona os escândalos mais conhecidos envolvendo o nome do bispo Edir Macedo, mostrando reportagens bombásticas produzidas nos últimos 25 anos, que até hoje circulam na internet.

A estreia nos cinemas está confirmada para o dia 15 de agosto, com distribuição da Paris Filmes/Downtown Filmes.

O polêmico Nada a Perder, cinebiografia do líder religioso Edir Macedo, se tornou a maior bilheteria da HISTÓRIA para um filme nacional, com “público” de 11,4 milhões de brasileiros. 

Nada a Perder’ ultrapassou o recorde que pertencia a ‘Os Dez Mandamentos – O Filme‘, que “levou” 11,3 milhões de brasileiros aos cinemas em 2016.

Confira o TOP 10:

PosiçãoTítuloDireçãoProduçãoAnoPúblico
1Nada a PerderAlexandre AvanciniRecord Filmes201811 415 229
2Os Dez Mandamentos – O FilmeAlexandre AvanciniRecord Filmes201611 305 479
3Tropa de Elite 2José PadilhaZazen Produções201011 146 723
4Dona Flor e Seus Dois MaridosBruno BarretoLuiz Carlos Barreto197610 735 524
5Minha Mãe É Uma Peça 2César RodriguesMigdal Filmes20169 811 431
6A Dama do LotaçãoNeville de AlmeidaRegina Filmes19786 509 134
7Se Eu Fosse Você 2Daniel FilhoTotal Entertainment20096 112 851
8O Trapalhão nas Minas do Rei SalomãoJ.B. TankoJ.B.Tanko Filmes19775 786 226
9Lúcio Flávio, o Passageiro da AgoniaHector BabencoHB Filmes19765 401 325
102 filhos de FranciscoBreno SilveiraConspiração filmes20055 319 677
11Os Saltimbancos TrapalhõesJ. B. TankoJ.B.Tanko Filmes19815 218 574

 

‘Nada a Perder’: IMDb apaga críticas após denúncias de que teriam sido escritas por robôs

 

‘Blood Quantum’: Terror pós-apocalíptico ganha novas imagens sangrentas

O terror ‘Blood Quantum‘ ganhou novas imagens sangrentas.

Confira:

O longa é dirigido por Jeff Barnaby.

Os mortos estão voltando à vida fora da reserva isolada de Mi’gmaq, exceto por seus habitantes indígenas que são imunes à praga dos zumbis. Em meio ao caos, um xerife tribal deve proteger a namorada grávida de seu filho, refugiados apocalípticos e se defender das hordas de cadáveres brancos ambulantes.

Michael Greyeyes, Elle-Máijá Tailfeathers e Forrest Goodluck estrelam.

O longa foi lançado pelo serviço de streaming Shudder.

‘Clarice’ investiga novos assassinatos no trailer COMPLETO da série baseada em ‘O Silêncio dos Inocentes’; Assista!

A CBS divulgou o trailer completo de ‘Clarice‘, série que focará na Clarice Starling e dará continuidade aos eventos de ‘O Silêncio dos Inocentes‘.

Confira:

A produção irá estrear no dia 11 de fevereiro, na CBS.

O projeto foi escrito por Alex Kurtzman, que também serve como produtor executivo.

A série será ambientada em 1993, um ano após os eventos do filme clássico. A trama irá se aprofundar na história pessoal da Clarice Starling enquanto persegue assassinos em série e predadores sexuais e precisa se arriscar no mundo político de Washington.

Rebecca Breeds (‘Pretty Little Liars‘) estrela como a Clarice Starling. O elenco ainda conta com Kal PennNick Sandow, Michael Cudlitz Jayne AtkinsonShawn Doyle, Tim GuineeMarnee Carpenter.

‘Ainbo’: Jovem indígena parte em jornada para salvar sua tribo no trailer DUBLADO da animação; Assista!

A Paris Filmes divulgou o novo trailer dublado da animação ‘Ainbo – A Guerreira da Amazônia‘.

Confira:

Richard Claus e Jose Zelada são responsáveis pela direção.

Ainbo é a história de uma jovem garota que nasceu e cresceu nas profundezas selva da Amazônia na aldeia de Candamo. Um dia ela descobre que sua terra natal está sendo ameaçada e percebe que há outros humanos além de seu povo no mundo. Usando a ajuda de seus guias espirituais, o tatu magricelo “Dillo” e a anta corpulenta “Vaca”, ela embarca em uma jornada para buscar a ajuda do mais poderoso Espírito Materno da Amazônia, a tartaruga “Motelo Mama”. Enquanto ela luta para salvar seu paraíso contra a ganância e exploração ilegal da mineração de ouro, ela também briga para reverter a destruição e o mal iminente do “Yacaruna”, o demônio mais sombrio que vive na Amazônia. Guiada pelo espírito de sua mãe, Ainbo está determinada a salvar sua terra e seu povo antes que seja tarde demais.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 30 de setembro.

‘A Morte do Demônio’: Jogo já vendeu MEIO milhão de cópias em apenas 5 dias

De acordo com o PC Games, o jogo ‘Evil Dead: The Game‘, baseado na icônica franquia ‘A Morte do Demônio‘, vendeu mais de MEIO milhão de unidades nos primeiros cinco dias desde o seu lançamento.

Matthew Karch, presidente da Saber Interactive, declarou que as vendas de ‘Evil Dead: The Game‘ estão “ainda maiores que ‘World War Z’, o outro jogo licenciado do estúdio”.

Com o sucesso, já foi anunciado que o jogo ganhará um novo mapa, inspirado no filme ‘A Morte do Demônio 3‘ (Army of Darkness).

Contendo os modos co-op e PvP, o jogo está disponível para PC, PlayStation®5, PlayStation®4, Xbox Series X|S, Xbox One e Nintendo Switch.

“Pela primeira vez, o universo de ‘A Morte do Demônio’ se conecta em uma experiência eletrizante com o herói Ashley J. Williams. Trabalhe em equipe com um time de quatro sobreviventes, explorando, criando, controlando o seu medo e encontrando artefatos essenciais para fechar a fenda entre os mundos. Ou possua o controle dos poderosos demônios Kandarianos para caçar Ash e seus amigos através dos Deadites, o clima e até mesmo os próprios sobreviventes enquanto você devora suas almas.”

“Muitas surpresas aguardam nessa batalha sangrenta contra o mal que captura o humor, terror e espírito da franquia. Enfrente a ação em locais memoráveis, incluindo a infame cabana na floresta, e descubra mais de 25 tipos de armas.”

Bruce Campbell retorna como o icônico Ash.

O jogo também conta com o retorno da Dana DeLorenzo (Kelly Maxwell, da série ‘Ash vs. Evil Dead‘), Ray Santiago (Pablo), Marcus Gilbert (Arthur, de ‘Uma Noite Alucinante 3‘) e Richard DeManincor (Scotty, do original ‘A Morte do Demônio‘).

Férias Trocadas

 

Elenco:

Edmilson Filho
Carol Castro
Aline Campos

 

Direção: Bruno Barreto

Gênero: Comédia

Duração: 85 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: R$ 7 milhões

Estreia: 2 de Maio de 2024

Sinopse: 

Na produção, filmada em Cartagena, os dois ‘Josés Eduardos Santos’ viajam no mesmo voo para Cartagena, na Colômbia, com as famílias, que têm estilos e classes sociais bem diferentes. Zé é dono de uma escolinha de futebol e tira a sorte grande: ganha numa rifa passagem e hospedagem para viajar com a mulher Suellen (Aline Campos) e a filha blogueira Rô (Klara Castanho). A ideia é comemorar o aniversário de Suellen fora do Brasil e na primeira viagem internacional da família. Já Edu é um empresário bem-sucedido, engomadinho e cheio de preconceitos que vai sair de férias com sua esposa Renata (Carol Castro) e o filho tik toker João (Matheus Costa).

A confusão começa quando os dois, por engano, trocam de hospedagem.

Crítica | Férias Trocadas – Comédia com Edmilson Filho e Carol Castro Diverte em Cenário Paradisíaco

Curiosidades: 

» Bia Crespo, Juliana Araripe, Otávio Martins e Dario Pato assinam o roteiro;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Jamie Dornan corre contra o tempo no trailer da 2ª temporada de ‘The Tourist’; Confira!

A BBC divulgou o primeiro trailer da 2ª temporada de ‘The Tourist‘, série de suspense estrelada por Jamie Dornan (‘Belfast’, ‘A Noite das Bruxas’).

Confira:

A produção estreará oficialmente no dia 29 de fevereiro de 2024.

O novo ciclo irá introduzir os atores Conor MacNeill, Olwen Fouéré, Diarmaid Murtagh, Nessa Matthews, Mark McKenna e Francis Magee.

Na trama, Elliot e a agente de liberdade condicional Helen Chambers (Danielle MacDonald) viajam para a Irlanda, enquanto Elliott tenta redescobrir suas raízes. Logo, ele é rapidamente arrastado de volta para sua vida antiga, o que gera consequências mortais.

O elenco ainda conta com Danielle Macdonald (‘Bird Box’), Shalom Brune-Franklin (‘Cursed: A Lenda do Lago’) e Hugo Weaving (‘Matrix’).

A série tem os mesmos produtores de ‘Fleabag‘ e ‘The Missing‘.

Mistério do passado ameaça amizade no trailer de ‘O Segredo do Rio’, nova série da Netflix

A Netflix divulgou o primeiro trailer da série ‘O Segredo do Rio‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A produção será lançada na plataforma no dia 9 de outubro.

Uma criança se muda para uma pequena cidadezinha do México e lá faz amizade com um menino da região. Só que esses laços inocentes da infância acabam manchados por um segredo obscuro.

Mike Flanagan sobre a nova adaptação de ‘Carrie’: “Sem aprovação do Stephen King, eu não faria”

Em entrevista ao Variety, Mike Flanagan (‘A Maldição da Residência Hill’) revelou novos detalhes sobre sua aguardada adaptação de ‘Carrie, a Estranha‘, que está sendo desenvolvida pelo Prime Video.

O cineasta afirmou que, em primeiro lugar, precisava da aprovação do Stephen King para tirar o projeto do papel – destacando que o autor se interessou após descobrir que a nova versão não tentará repetir os mesmos pontos das iterações anteriores.

“A primeira reação [do Stephen King sobre a nova adaptação de ‘Carrie, a Estranha’] foi: ‘Deixe-a em paz. Ela já sofreu o suficiente’. Mas quando eu comecei a compartilhar meus planos para a série, ele percebeu que nós estávamos tentando criar algo novo. Então, ele disse: ‘Agora estou interessado. Estou ansioso para ver onde isso vai dar’. Quando ele concordou com a adaptação, nós realmente começamos a trabalhar nela. Sem a aprovação dele, eu não faria.”

Ele completa, “Estamos focando mais no aspecto da destruição de uma comunidade através de uma perspectiva moderna. O que acontece em um universo em que a internet criou um ambiente anônimo? Carrie White passando por tudo aquilo é aterrorizante, mas ela passando por tudo aquilo enquanto as pessoas seguram seus telefones… é ainda pior. Os elementos centrais seguem os mesmos, mas a história engloba algo muito maior do que apenas a Carrie White. Não posso falar muito sobre o que estamos fazendo, mas posso dizer o que não faremos. Não vamos recontar a mesma história de antes, e não faremos uma série sobre telecinese. Estará presente, mas não será o foco da adaptação.”

Summer H. Howell (‘A Maldição de Chucky’) será a protagonista titular.

O elenco ainda contará com Siena Agudong como Sue Snell; Samantha Sloyan como Margaret White, a psicótica e religiosa mãe de Carrie; Alison Thornton como Chris Hargensen; Thalia Dudek como Emaline; Amber Midthunder como a Srta. Desjadin; Josie Totah como Tina; Arthur Conti como Billy; Joel Oulette como Tommy; e Matthew Lillard como o Diretor Gayle.

Flanagan entra como roteirista, produtor executivo e showrunner da atração, além de ficar responsável pela direção de alguns episódios.

Trevor Macy entra como produtora executiva ao lado de Flanagan.

Publicado em 1974, a clássica obra acompanha Carrie, uma adolescente tímida e solitária. Aos 16 anos, é completamente dominada pela mãe, uma fanática religiosa que reprime todas as vontades e descobertas normais aos jovens de sua idade.

Cada vez mais isolada, ela sofre com o sarcasmo e o deboche dos colegas. No entanto, há um segredo por trás de sua aparência frágil: Carrie tem poderes sobrenaturais e é capaz de mover objetos com a mente.

No dia de sua formatura, Carrie é surpreendida pelo convite de Tommy para a festa – algo que lhe dá a chance de se enxergar de outra forma pela primeira vez. O ato de crueldade que acontece naquele salão, porém, dá início a uma reviravolta cheia de terror e destruição. Chegou a hora do acerto de contas.

A minissérie contará com oito episódios.

O livro já foi adaptado algumas vezes para a tela. Sua primeira versão foi lançada em 1976 e é considerada um dos grandes filmes de terror da história. Estrelado por Sissy Spacek, o longa foi dirigido pelo icônico Brian De Palma.
Em 1999, o clássico ganhou uma sequência, intitulada ‘A Maldição de Carrie‘, que ainda contou com o retorno de Amy Irving como Sue Snell. Em 2002, uma nova versão foi lançada, dessa vez dirigida por David Carson e estrelada por Angela Bettis.
A mais recente adaptação foi lançada em 2013, com Chloë Grace Moretz no papel principal e Kimberly Peirce na direção.

Vincent Cassel se junta ao elenco da 4ª temporada de ‘The White Lotus’

De acordo com o Deadline, Vincent Cassel (‘Irreversível’) foi confirmado no elenco da 4ª temporada da aclamada série antológica ‘The White Lotus‘.

O site afirma que ele deve interpretar um funcionário do hotel – posição que já foi ocupada por Murray Bartlett e Natasha Rothwell (1ª Temporada), Sabrina Impacciatore (2ª Temporada) e Lisa (3ª Temporada), nos ciclos anteriores.

Ele se junta aos atores Steve Coogan (‘Uma Noite no Museu’), Caleb Jonte Edwards (‘Black Snow’), Alexander Ludwig (‘Vikings’), AJ Michalka (‘The Goldbergs’), Sandra Bernhard (‘Pose’), Helena Bonham Carter (‘Os Sete Relógios de Agatha Christie’), Chris Messina (‘Objetos Cortantes’), Corentin Fila (‘Quando se Tem 17 Anos’), Nadia Tereszkiewicz (‘Jovens Amantes’) e Marissa Long (‘Harrison Bergeron’), previamente anunciados.

A quarta temporada será ambientada na França, e terá o hotel Château de La Messardière, em Saint-Tropez, como locação principal.

Lembrando que as três primeiras temporadas estão disponíveis na HBO Max.

Bobby Cannavale entra para o elenco da terceira temporada de ‘Mr. Robot’

A terceira temporada da aclamada sérieMr. Robot’ chega só no segundo semestre deste ano, mas o criador Sam Esmail já revelou que além do ator BD Wong se tornar um personagem regular na trama, um novo rosto foi acrescentado ao elenco. Quem entra para a terceira temporada é Bobby Cannavale, premiado com um Emmy Award por seu papel de Gyp Rosetti em ‘Boardwalk Empire’.

Cannavale entra para trama como Irving, um lacônico e não-nonsense vendedor de carros usados que entrará dentro da trama de Elliot.

Em um comunicado oficial feito pelo chefe da NBCUniversal Cable Entertainment, Chriss McCumber, Esmail continuará entregando uma trama ousada:

Sam Esmail é um verdadeiro visionário criativo, que continuará a entregar uma série que ousadamente abordará questões oportunas e que se inclinam dentro das grandes manchetes do dia. Nós estamos ansiosos por compartilhar com os fãs a próxima fase da jornada de Elliot, neste segundo semestre”.

A próxima temporada será totalmente dirigida por Esmail e ainda não há uma data de retorno definida para a produção. As filmagens do terceiro ciclo começam no mês de abril em Nova York.

‘Thor: Ragnarok’: Nova arte conceitual revela primeiro visual de Valkyrie

O artista conceitual Ryan Meinerding divulgou em sua conta oficial do Twitter uma nova arte conceitual da personagem Valkyrie, de ‘Thor: Ragnarok‘.

O visual apresentado na imagem foi o primeiro a ser desenhado para ela.

Confira:

 

 

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘Heathers’: Adaptação de clássico dos anos 80 ganha nova prévia; Assista!

A série ‘Heathers’, que adapta o clássico oitentista ‘Atração Mortal‘ ganhou uma nova prévia, que traz a protagonista homônima em uma desconfortável conversa com Trailer Parker em um restaurante.

Assista:

Apesar da série originalmente ter 10 episódios, a emissora só exibirá nove deles. Aparentemente, eles reeditaram a trama para excluir as partes mais “controversas”.

“Eu estou muito animado que o público finalmente vai poder assistir a série,” disse o showrunner Jason Micallef em uma declaração. “Obviamente, eu queria que os fãs pudessem ver os 10 episódios, mas os produtores e eu debatemos muito sobre isso, e foi considerado muito controverso para o público americano. Ainda assim, todo dia nesse trabalho é um sonho, então é difícil reclamar. Além disso, o que importa é que agora os fãs poderão assistir a sátira que todos nós amamos.”

Apesar da estreia na TV, a série ficará disponível no site do streaming a partir do dia 22 de outubro.

Em junho, a Paramount havia engavetado o projeto porque o conceito satírico de violência dentro de um colégio “não parecia certo”.

 

Heathers‘ traz de volta a mesma história do filme de 1988, tornando a trama mais atual e trazendo, também, uma nova protagonista. Mas a principal diferença, é que a atração seria comandada por meninas “desajustadas”, a série teria caráter antológico.

Selma Blair (‘Segundas Intenções’) interpreta Jade, madrasta interesseira de Heather Duke (Brendan Scannell). A série ainda conta com Shannen Doherty, de ‘Barrados no Baile‘.

O filme original foi protagonizado por Winona Ryder (‘Stranger Things‘), Christian Slater (‘Mr. Robot‘) e Shannen Doherty, e contou com a direção foi de Michael Lehmann. Na época, ‘Atração Mortal‘ fracassou nas bilheterias, mas com o passar dos anos foi considerado um clássico cult do cinema – assim como outros vários filmes, por exemplo, ‘Blade Runner, O Caçador de Androides‘.

‘A Dama e o Vagabundo’ dividem espaguete em imagem fofa; Confira!

A versão live-action de A Dama e o Vagabundo‘ ganhou uma nova e fofa imagem, que traz a dupla de protagonistas homônimos dividindo um espaguete.

Confira:

O filme estreia direto no serviço de streaming no dia 12 de Novembro.

Assista ao trailer:

 

Vale lembrar que o cachorro protagonista, chamado Monte, foi encontrado em um abrigo para animais nos Estados Unidos.

“Ele foi resgatado em abril de 2018 e sabíamos que o queriam para estrelar alguma produção de Hollywood, mas não sabíamos o que era porque foi tudo feito em segredo. Nós sabíamos que ele tinha potencial para ser uma estrela”, disse Heather Allen, supervisora do abrigo HALO.

Allen disse que ficou animada, porque sabia que Monte encontraria um lar adequado e que seria bem tratado.

Sem raça definida, Monte é uma mistura de vira-lata com terrier, segundo os funcionários do abrigo.

“Isso é o que faz dele especial. É claro que abrigos também têm cães de raça, mas Monte representa o que os vira-latas são. Eles são super amigáveis e dóceis. Ele é único. Se precisar de um dublê, pode ser bem difícil encontrar.”, brincou Allen.

Confira abaixo o visual dos cães presentes no filme.

A Cocker Spaniel Rose será a Dama, dublada por Tessa Thompson, e Justin Theroux irá dublar o Vagabundo.

Trusty também estará na adaptação e será dublado por Sam Elliot, o resto do elenco inclui Peggy (Janelle Monae), Joca (Ashley Jensen) e Bull (Benedict Wong), o fiel amigo do Vagabundo.

A direção ficar a cargo de Charlie Bean (LEGO Ninjago – O Filme), e o roteiro é de Andrew Bujalski, com produção de Brigham Taylor (‘Mogli: O Menino Lobo’),

O elenco também conta com Thomas Mann, Kiersey Clemons, e Yvette Nicole Brown.

Crítica | Joe Bell: Drama sobre homofobia com Mark Wahlberg tem potencial, mas é cheio de falhas

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2020

As pressões naturais nascidas na adolescência já sufocam por si só. Quando adicionadas à uma penosa carga que pode acompanhar a identidade de gênero, o seu peso escalona a níveis desproporcionais demais para que qualquer mente jovem e inocente possa aguentar. Joe Bell é um drama baseado em fatos reais que tenta extrair essa inexprimível dor dilacerada, cujas consequências drásticas deixaram marcas eternas em uma família norte-americana de classe média.

O silêncio das verdades não ditas, o medo de dizê-las e a solidão de uma vida rejeitada em virtude da homofobia são as impressões efêmeras de um drama que é cheio de potencial e que possui alguns dos confrontos mais necessários da atualidade. No entanto, o longa estrelado por Mark Wahlberg e Connie Britton se perde em uma trama que prefere explorar as sequelas na vida de um pai, ao invés de abordar a profunda dor de um rapaz que não viu saída em um mundo onde fora cruelmente excluído.

Dirigido por Reinaldo Marcus Green e roteirizado por Diana Ossana e Larry McMurtry (O Segredo de Brokeback Mountain), a cinebiografia possui em sua essência temas que são profundamente relevantes, como o bullying e a homofobia no ambiente estudantil, a rejeição paterna, a inércia escolar diante dos abusos físicos e mentais sofridos por alunos e o preconceito de maneira geral. Mas apenas apresentar os assuntos como parte inerente de sua trama não se torna o bastante para fazer de Joe Bell um drama memorável.

Tentando focar sua narrativa na luta de um pai com sua fracassada paternidade, o longa se entrega na mãos de Wahlberg, que embora tente romper as barreiras de uma atuação enrijecida e um tanto quadrada, é incapaz de cruzar suas limitações artísticas e caminhar em direção a uma caracterização mais delicada, sensível e sutil. Como de costume, tudo parece um tanto forçado no ator, que funciona bem em filmes de ação hiperbólicos – que distraem a audiência de sua performance bem mediana.

E perdendo em si mesmo, o longa muitas vezes parece se passar dentro da mente de seu protagonista e patina em sua própria argumentação, com a evolução do personagem acontecendo de forma muito tardia e fugaz. Insosso diante de uma história tão rica e dolorosa, Joe Bell corre o grande risco de se perder ao longo do tempo com uma facilidade absurda. E ainda que flerte com flashbacks do passado, que tentam dar voz aos anseios do jovem vítima de crimes homofóbicos, tudo isso ainda permanece abafado, com o cerne do filme ficando em segundo plano, sendo usado apenas para ancorar a história de um pai que não soube lidar com um filho gay. Aqui, a dor de quem perde parece ser pior do que daquele que se perdeu por não ser amado e respeitado.

Raso ao abordar a homofobia presente até mesmo dentro do ambiente familiar, o drama traz uma série de questionamentos reflexivos fundamentais para a construção de uma sociedade mais compassiva e acolhedora, mas não entrega as respostas para os seus confrontos, deixando a audiência à deriva em meio a uma experiência que poderia ter sido categórica e até mesmo catártica. Delicado em alguns breves momentos, mas pouco substancial, Joe Bell é a promessa feita por um pai em luto que infelizmente não foi cumprida.

Zach Galifianakis finge ser bibliotecário para que os seus filhos jamais conheçam a franquia ‘Se Beber, Não Case’

A franquia de ‘Se Beber, Não Case!‘ se tornou um grande sucesso, alavancando ainda mais a carreira do comediante Zach Galifianakis de forma global. Mas o ator está fazendo de tudo para garantir que seus filhos não cheguem perto da trilogia tão cedo assim.

Durante uma entrevista ao ET, na premiere da animação ‘Ron Bugado‘, o astro revelou que suas crianças não fazem a menor ideia de qual seja o seu trabalho e acham que ele ocupa uma função bem longe dos holofotes de Hollywood.

“Meus filhos acham que eu sou um bibliotecário em algum lugar. Eles não fazem a menor ideia. Eles acham que trabalho como um bibliotecário assistente. Eles nunca poderão saber da franquia! Eu simplesmente negarei. Direi ‘não faço a menor ideia do que vocês estão falando. Eu não tive nada a ver com esse filme'”, brincou o ator.

Ao longo do bate papo, ele explicou suas motivações, salientando a importância de preservar a pureza dos seus meninos – que têm quatro e sete anos.

“Vai chegar o momento em que eu mostrarei o filme para eles, mas é complicado, pois eles precisam amadurecer um pouco mais para assistí-los. Você quer proteger a inocência o máximo que puder. Eles são apenas crianças. As pessoas costumavam chegar até mim dizendo, ‘nossa, meus filhos amam Se Beber, Não Case!‘, e eu respondia: ‘você é um péssimo pai'”.

A trilogia de ‘Se Beber, Não Case!‘ se tornou um sucesso global, com seus filmes sendo lançados em 2009, 2011 e 2013.

No primeiro longa, Doug Billings (Justin Bartha) está prestes a se casar. Stu Price (Ed Helms), um dentista que planeja pedir a namorada em casamento, Phil Wenneck (Bradley Cooper), um professor colegial entediado com o matrimônio, e Alan Garner (Zach Galifianakis), seu futuro cunhado, são seus melhores amigos. O trio organiza uma festa de despedida de solteiro para Doug, levando-o para Las Vegas. Lá eles alugam uma suíte e têm uma noite de grande badalação. Na manhã seguinte os três acordam sem ter a menor idéia do que aconteceu na noite anterior. Eles sabem apenas que Stu perdeu um dente, há um tigre no banheiro, um bebê no closet e Doug simplesmente desapareceu. Para descobrir o que ocorreu, eles tentam juntar as memórias e reconstituir os eventos do dia anterior.

Assista ao trailer:

‘Saturation Point’: Cynthia Erivo vai produzir thriller de sci-fi para a Universal

A indicada ao Oscar Cynthia Erivo está pronta para liderar uma nova empreitada cinematográfica — desta vez, nos bastidores. A atriz e produtora vai comandar a adaptação do romance de ficção científica Saturation Point, de Adrian Tchaikovsky, para a Universal Pictures.

A roteirista Minnie Schedeen (Demon of Brownsville Road) assinará o roteiro baseado no livro do renomado autor britânico.

A trama acompanha a Dra. Jasmine Marks, que lidera uma missão de busca e resgate em The Zone — uma misteriosa faixa de floresta tropical ao longo do equador com um clima letal à vida inteligente. Ao avançar no território hostil, Jasmine descobre que o local é ainda mais perigoso do que parecia… e que nem toda forma de vida inteligente é, necessariamente, humana.

A produção ficará a cargo da Edith’s Daughter, empresa fundada por Erivo, junto de Solome Williams. O projeto expande a colaboração da atriz com a Universal, que recentemente rendeu a Erivo indicações ao Oscar de melhor atriz e melhor filme pelo sucesso ‘Wicked‘, e que continua em ‘Wicked: For Good‘, com estreia marcada para 21 de novembro.

Também estão no time de produtores Michael Bay e Brad Fuller, através da Platinum Dunes, produtora responsável por sucessos como ‘Um Lugar Silencioso‘, e ‘As Tartarugas Ninja‘.

A supervisão da Universal ficará por conta de Ryan Jones e Christine Sun, do departamento de produção do estúdio.

Saturation Point marca mais um passo firme de Erivo como potência criativa em Hollywood — e promete entregar uma narrativa de tensão, mistério e ficção científica com peso dramático e ação visceral.

A Universal ainda não definiu cronograma de filmagens ou data de estreia.

Reboot de ‘Hellraiser’ ganha data de estreia; Confira!

Hellraiser: Judgment‘, filme que servirá de reboot para a franquia, ganhou sua data de estreia. De acordo com uma listagem da Amazon, o filme chegará direto em Blu-ray em 13 de fevereiro de 2018, sendo lançado pela Lionsgate.

Veja novas imagens mostrando o vilão Pinhead.

Heather Langenkamp, que ficou eternizada por viver a mocinha Nancy em ‘A Hora do Pesadelo‘ (1984), ‘A Hora do Pesadelo‘ (1987) e ‘O Novo Pesadelo: O Retorno de Freddy Krueger‘ (1994), é quem estrela a produção.

Confira:

 

Os detetives Sean e David Carter estão em um caso para encontrar um macabro assassino em série que aterroriza a cidade. Unindo forças com a detetive Christine Egerton, eles cavam fundo em um labirinto espiral de horror que pode não pertencer a este mundo. Poderia o Julgamento estar esperando para matar suas vítimas assim como espera a chegada de Sean?

Gary J. Tunnicliffe, maquiador do Pinhead em ‘Hellraiser III – Inferno na Terra‘ (1992), será o diretor.

A série do personagem Pinhead já teve oito longas-metragens produzidos, além dos quadrinhos.

Em 2011, Victor Garcia (‘Espelhos do Medo 2’) foi contratado às pressas para dirigir ‘Hellraiser: Revelations‘, lançado direto em DVD. O filme foi feito para que a Dimension Films continuasse com os direitos sobre a franquia.

Hellraiser‘ custou apenas US$ 900 mil para ser feito. A refilmagem deve custar no mínimo dez vezes mais cara.

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‘O Dragão de Gelo’: Livro de George R. R. Martin ganhará longa animado

Segundo o Deadline, a Warner Bros. Animation está desenvolvendo o longa de animação ‘O Dragão de Gelo’, que será uma adaptação do livro de George R. R. Martin, autor de As Crônicas de Gelo e Fogo.

Martin também será um dos produtores da animação.

Na trama do livro, uma jovem chamada Adara secretamente faz amizade com um raro dragão de gelo. Quando o exército de dragões invade sua cidade, somente seu amigo pode ajudá-la a salvar o mundo da destruição total.

O livro foi escrito em 1980, antes da saga que daria origem à sérieGame of Thrones, da HBO. O filme animado ainda não possui data de lançamento.

 

Crítica 2 | Aves de Rapina – Muita Arlequina pra pouco filme

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa chega amanhã aos cinemas do Brasil para inaugurar o ano feminino da DC nas telonas. O filme funciona como uma continuação/ spin off do infame Esquadrão Suicida (2016), mas tenta desvencilhar sua imagem do antecessor, não apenas para se distanciar da imagem negativa, como também prepara o terreno para o futuro da Universo compartilhado da DC nos cinemas.

A trama é focada e narrada pela maluquinha favorita de todos: Harley Queen (Margot Robbie). Não só por ser a personagem mais conhecida do longa, mas por ser a mais participativa mesmo. Ela deixa de lado o papel de coadjuvante – involuntariamente dado a ela em Esquadrão Suicida – para assumir os holofotes como a grande protagonista. Isso é trabalhado de forma orgânica, permitindo mais maluquices, quebras da quarta parede e uma atuação excepcional de Margot Robbie. Mesmo sendo um filme das Aves de Rapina, é a Harley quem dita os rumos da história e joga os outros membros da equipe para segundo plano, quase como um ‘Deadpool’ da DC.

Sim, o medo de muitos era real: é muito mais um filme da Arlequina do que das Aves de Rapina. Nota-se isso pela relevância da protagonista, que aparece em todos os frames do longa e também pela caracterização e cenários. Tudo remete a ela. Por um lado, isso é bom, já que a palhacinha do crime ganha um belo desenvolvimento. Por outro, é um filme de equipe, né? Apesar de todo o elenco estar fantástico, as personagens poderiam ser melhor exploradas. Quem mais consegue se sobressair ante o protagonismo absurdo da Harley é o Máscara Negra de Ewan McGregor. Ele consegue ser ameaçador e cruel, como nenhum outro vilão da DC havia sido até agora neste universo DC. É o protagonista de algumas das cenas mais pesadas e divertidas do longa.

Falando no elenco, o casting foi perfeito. As meninas dão show nos respectivos papéis e entregam atuações recheadas de carisma. Quando a equipe se une então… Percebe-se que o elenco tem muita química e que a possível continuação pode render um baita filme.

A diretora da aventura é Cathy Yan, que não tinha um trabalho de tanto peso até ‘Aves de Rapina‘, se perde um pouco. A escolha de usar a narração da Harley para introduzir as personagens é acertada no primeiro ato, mas acaba ficando repetitiva quando estamos na metade do filme e ainda temos personagens sendo introduzidos do mesmo modo. Isso causa um sentimento de cansaço no meio do segundo ato, quebrando completamente aquele ritmo frenético do início.

Entretanto, as coreografias de luta são ridiculamente bem ensaiadas, e a escolha por planos mais longos ajuda a aumentar o sentimento de equipe e trabalho em grupo. Quando ela decide colocar ação em cena, o filme engata de uma forma incrível. Ainda falando de ‘Esquadrão Suicida‘, ‘Aves de Rapina‘ segue o padrão de mesclar suas cenas com músicas populares. É uma trilha sonora fantástica que é encaixada de forma excepcional por Cathy, muito diferente das canções largadas por David Ayer lá em 2016. Aqui, as músicas dialogam com o que está em tela.

Enfim, Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa é um filme que realmente lembra as histórias em quadrinhos semanais. Daquelas que você compra na banca, lê uma trama divertida, mas sem muita relevância, enquanto espera pela revista da semana que vem, que vai estabelecer o futuro da HQ. É um filme legal que mostra o nascimento de uma franquia em potencial. Porém, como fica um gostinho de “queria ver um pouco mais dos outros membros da equipe”, a possível sequência parece ser bem mais interessante do que esse.

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa estreia em 6 de fevereiro de 2019.