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‘The Flash’: Grant Gustin diz que nem chegou a ser convidado para o filme de Ezra Miller

Antes da estreia de ‘The Flash‘, filme estrelado por Ezra Miller, rumores afirmaram que Grant Gustin iria reprisar seu papel como Barry Allen em uma realidade alternativa.

Para quem não se lembra, Miller já apareceu caracterizado como o velocista em um episódio especial da série estrelada por Gustin.

Como o filme também aborda o Multiverso, muitos fãs gostariam de ter visto os astros se reencontrando, o que acabou não acontecendo.

E, durante sua participação em um evento de fãs, Gustin comentou sobre a possibilidade, mas disse que nem chegou a receber um convite para participar do longa dirigido por Andy Muschietti (‘It – Coisa’).

Em um vídeo publicado por um fan page, o astro diz:

“Nada disso é oficial! Desculpa, mas ninguém chegou até mim [com um convite], que eu saiba. Meus representantes nunca me falaram nada do tipo. Então, bem, ninguém me procurou para falar sobre o assunto.”

Confira:

E aí, você gostaria de ter visto esse reencontro?

Assista nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

Michael Keaton, Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Liga da Justiça 2? | Conheça a história sobre a MORTE do Robin citada no Snydercut

Destino do sidekick é lembrado ao final de Liga da Justiça de Zack Snyder bem como em Batman vs Superman

Um dos elementos mais famosos da mitologia do Homem Morcego sem dúvida é seu ajudante Robin. Estreando em abril de 1940 nas páginas da Detective Comics #38 sua criação se deu pela necessidade da DC Comics amenizar o tom pulp (tipo de literatura que costumava ser publicada em folhetins e trazia tramas recheadas de violência e mistérios) que as primeiras histórias do Batman carregavam, visto que o criador Bill Finger se inspirou em muitos elementos desse estilo para formular as primeiras aventuras.

Inevitavelmente a persona de Dick Grayson fez muito sucesso entre os leitores do personagem (no caso as crianças da época) por ser alguém com quem eles não só poderiam se identificar como também se divertir com as tiradas cômicas que ainda não eram naturais ao vigilante mas começaram a ser introduzidas com o Menino Prodígio. 

A questão é que conforme as décadas foram passando e as histórias do Batman foram se tornando mais cronológicas, consequentemente Dick Grayson acabou crescendo ao longo dos anos, além de que suas aventuras foram se separando gradualmente das de seu mestre conforme ele foi se consolidando como o líder dos Jovens Titãs,  até o ponto em que ele não teria mais condições para continuar sendo o Robin.

Dick Grayson, o Robin, não poderia permanecer para sempre na sombra do Batman

A partir de 1984 ele abandona o manto de Robin para se tornar o Asa Noturna em Tales of the Teen Titans #44 (que também é o terceiro capítulo da clássica saga do Contrato de Judas). Dessa maneira era necessário encontrar um substituto, visto que a persona do Robin já era um dos elementos centrais da mitologia do Batman. Por volta de março de 1983 o escritor Gerry Conway apresenta o jovem Jason Todd em Batman #357 como um personagem idêntico à Dick Grayson, incluindo a história de origem no qual ele também veio de uma família circense.

Foi somente após o reboot geral da DC Comics pós Crise das Infinitas Terras (nos anos 80) que o personagem foi retrabalhado não só em sua origem como na personalidade. Isso levou a Batman #408, história que reintroduz Jason Todd como um jovem que vive sozinho em um cortiço e que, ao ser flagrado pelo Batman enquanto roubava as rodas do Batmóvel, foi recrutado por ele para ser o segundo Robin.

Essa nova versão não só apresentava uma outra origem para o personagem como também é perceptível um esforço do autor Max Allan Collins em tornar Jason Todd o mais diferente possível do predecessor. Desde cedo em sua apresentação ele demonstra um comportamento agressivo, fazendo um contraponto evidente com a personalidade de Dick Grayson construída ao longo das décadas.

A nova origem de Jason Todd deixava escancarado que ele não era um cópia de Dick Grayson

A altura que sua nova origem foi proposta a indústria de quadrinhos não era a mesma dos anos 40, quando o Robin foi criado. O estilo de narrativa vigente incentivava um reflexo do mundo cada vez mais perigoso (tanto nas relações entre países quanto no aumento da violência nas cidades), abandonando a ideia de que as histórias em quadrinho deveriam ser manter como uma intocável terra de aventuras para super-heróis perfeitos.

O segundo Robin, portanto, foi nada mais do que a versão do Menino Prodígio que melhor se encaixava nessa nova tendência editorial do mercado nos anos 80; o de um jovem vigilante que não hesitava em extrapolar as regras de conduta criadas pelo Batman, que tinha um estilo pessoal independente de seu professor e um temperamento muito explosivo. Entretanto, isso contribuiu para a péssima relação entre Jason e os leitores.

Desde sua primeira aparição, Jason foi tratado com grande resistência pelo público; estes consideravam o personagem como uma simples cópia de Dick Grayson e vê-lo assumir o posto do Robin original foi problemático. Já com o Jason pós crise o caminho foi totalmente inverso e a melhor análise é conferida pelo próprio Max Allan Collins no artigo The Lives and Death of Jason Todd: An Oral History of the Second Robin and A DEATH IN THE FAMILY de autoria de Joe Grunenwald.

“Eu acredito que a ideia de criança de rua foi minha, a noção de que Bruce WayneBatman não queria a responsabilidade de colocar Dick Grayson em perigo nunca mais, mas esse garoto de rua já estava em um caminho perigoso e seguindo pela estrada errada. Logo, adotá-lo (e essa foi uma decisão gradual) fez sentido”.

O estranhamento inicial do público com o novo e violento Robin foi amplificado principalmente após o autor Jim Starlin (criador da saga Desafio Infinito na Marvel) assumir as histórias do Homem Morcego a partir de Batman #414, iniciando sua fase com o herói pelas próximas dezessete edições. O fator problemático nesse período foi que Starlin nunca foi um fã do Robin, independente de ser Dick ou Jason.

No mesmo artigo mencionado anteriormente, Starlin indica que nunca viu muito sentido em Robin como um ajudante para o Batman pois a ideia de um adulto colocando uma criança para combater o crime soava para ele como abuso infantil, dessa maneira suas histórias sempre priorizaram em manter Jason Todd na Batcaverna. Isso até a edição #424 quando Starlin pôs Jason para matar um criminoso que havia sido inocentado devido a uma brecha do sistema, fazendo o jovem cruzar uma linha que o próprio Batman luta para não ultrapassar.

Um Robin violento para tempos violentos

Como apontado pelo editor das histórias do Batman na época, Denny O’Neil, Robin era até então o personagem mais odiado pelos leitores; com cartas que chegavam diariamente reclamando sobre Jason Todd. Foi quando, durante uma reunião editorial, O’Neil decidiu que o começo do fim para o Menino Prodígio havia começado e pediu a Jim Starlin que elaborasse um roteiro no qual a vida do jovem estaria verdadeiramente ameaçada.

O autor aceitou e começou a elaborar a trama de Morte em Família no qual teria em Jason o protagonista que parte em uma busca para encontrar a sua mãe biológica, levando-o até o Oriente Médio. Ao mesmo tempo, o Coringa foge do Asilo Arkham e se vendo sem recursos, parte também para o oriente em busca de compradores para o que restou de suas armas. Segundo Starlin a ideia de usar o Palhaço Príncipe do Crime como antagonista partiu da morte do Robin brevemente mencionada em O Retorno do Cavaleiro das Trevas alguns anos antes.

Eventualmente a busca de Jason cruza com o caminho do Coringa, o que leva a uma das cenas mais simbólicas dos quadrinhos: Jason Todd, indefeso, sendo espancado pelo Coringa com um pé de cabra enquanto o vilão ri de seu sofrimento. O final dessa sequência vem com o palhaço abandonando o galpão aonde o ferido Robin está enquanto uma bomba está para explodir e Batman está a caminho. Nesse ponto a DC tomou uma decisão diferente; eles colocaram o destino de Jason nas mãos dos fãs.

Um dos momentos mais impactantes nas histórias das revistas em quadrinho

Em setembro de 1988 duas linhas de telefone foram criadas, uma voltada para contabilizar votos pela sobrevivência de Jason e outra onde os fãs decidiam pela sua morte. Consequentemente dois desfechos foram planejados dependendo do resultado. Quando chegou dezembro daquele mesmo ano o mundo conferiu o desfecho escolhido pelos leitores traduzido em uma icônica imagem: Batman desconsolado segurando nos braços o corpo ensanguentado e inconsciente de Jason Todd.

A morte do Robin se tornou um dos momentos chave do Cavaleiro das Trevas em toda sua história, sendo considerado como um episódio obrigatoriamente canônico (igual a morte dos pais de Bruce ou o ataque sofrido por Bárbara Gordon) independente de quantos reboots o herói tenha passado. Após essa história, Bruce Wayne levou um longo tempo para confiar qualquer missão a algum aliado, temendo que eles pudessem ter o mesmo fim de Jason, até que eventualmente ele consegue superar o trauma e recruta o terceiro Robin (Tim Drake).

Pelo peso da história ao longo dos anos, a morte de Jason Todd já foi adaptada para animação (Batman Contra o Capuz Vermelho), games (Batman: Arkham Knight), séries (Titãs) e mais recentemente para o cinema, já que tanto Batman vs Superman quanto Liga da Justiça de Zack Snyder e Esquadrão Suicida abordam a morte de um Robin como uma mancha no passado do Batman de Ben Affleck, ainda que nunca fique claro qual dos Meninos Prodígios foi a vítima.

Mesmo assim Morte em Família permanece como um capítulo vital na trajetória do vigilante e que, mesmo após mais de trinta anos do seu lançamento e anos depois de Jason já ter voltado a vida como o vigilante Capuz Vermelho, ainda é uma ferida mau cicatrizada em Bruce e um dos seus maiores fracassos.

Taika Waititi sugere que antagonista de ‘Thor 5’ será mais PODEROSO do que Hela

Em uma entrevista ao “Marvel’s Thor 4: Love and Thunder Movie Special Book”, um livro que se aprofunda nos bastidores de ‘Thor: Amor e Trovão‘, o diretor Taika Waititi compartilhou algumas pistas sobre o que os fãs podem esperar da possível próxima aventura do Deus do Trovão, interpretado por Chris Hemsworth.

Waititi revelou que existe a possibilidade de que o próximo capítulo da jornada de Thor apresente um vilão mais formidável do que Hela, a antagonista interpretada por Cate Blanchett em ‘Thor: Ragnarok‘.

“O que resta a fazer com Thor? Precisa ser algo que pareça continuar com a evolução do personagem, mas de uma maneira muito divertida e ainda oferecendo a ele desafios que ele precisa superar. Eu não acho que possamos ter um vilão mais fraco do que Hela. Sinto que precisamos elevar o nível a partir daí e adicionar um vilão que seja de alguma forma mais implacável”, revelou Waititi.

Além disso, o diretor compartilhou uma perspectiva intrigante sobre o personagem Thor e como ele se conecta à sua origem mitológica. Ele destacou que a mitologia é um aspecto mais verdadeiro para Thor do que para qualquer outro personagem do Universo Cinematográfico da Marvel.

Waititi acredita que enfrentar “bestas, monstros e alienígenas cada vez mais extravagantes e loucos” é uma abordagem que respeita tanto a essência do personagem quanto suas raízes mitológicas nas páginas das histórias em quadrinhos.

Relembre o trailer do filme mais recente do herói, ‘Thor: Amor e Trovão‘:

O filme traz Thor (Chris Hemsworth) em uma jornada diferente de tudo que ele já enfrentou: a busca pelo autoconhecimento. Mas sua aposentadoria é interrompida por um assassino galáctico conhecido como Gorr, o Carniceiro dos Deuses (Christian Bale), que busca a extinção dos deuses. Para combater a ameaça, Thor pede a ajuda do Rei Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Taika Waititi) e da ex-namorada Jane Foster (Natalie Portman) que, para a surpresa de Thor, inexplicavelmente empunha seu martelo mágico, Mjolnir, sendo a Poderosa Thor. Juntos, eles embarcam em uma angustiante aventura cósmica para descobrir o mistério da vingança do Carniceiro dos Deuses e detê-lo antes que seja tarde demais.

Como o filme vai incluir a participação da Valquíria (Tessa Thompson), Korg (Waititi) Peter Quill (Chris Pratt), Nebulosa (Karen Gillan), Drax (Dave Bautista), Mantis (Pom Klementieff), Rocket (voz de Bradley Cooper) e Groot (voz de Vin Diesel), há diversas possibilidades para esse romance.

O elenco também é formado por Jaime Alexander (Lady Sif), Jeff Goldblum (Grão-Mestre), Christian Bale (Gorr, o Carniceiro dos Deuses) e Russell Crowe (Zeus).

Melissa McCarthy irá interpretar a “versão falsa” de Hela na trupe teatral de Asgard, ao lado de Matt Damon, Luke Hemsworth e Sam Neill.

Michael Giacchino (‘Batman’, ‘Ratatouille’) fica responsável pela trilha sonora.

‘Abigail’: Terror com bailarina VAMPIRA conquista 80% de aprovação dos críticos; Confira!

O terror ‘Abigail’, que acompanha uma menina bailarina em sua caçada a um grupo de sequestradores, conquistou aclamação da crítica no Rotten Tomatoes, com 80% de aprovação baseada em 10 avaliações.

Os críticos elogiam o filme por ser divertido, violento e sangrento, com destaque para as cenas de gore.

Confira alguns trechos das avaliações:

“O filme não é de todo ruim, mas Abigail, a pequena vilã pirueta, poderia usar alguns sérios… ensaios”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Há pontos de Abigail que parecem muito com o horror pintado por números, cheio de despejos de exposição que efetivamente me tiraram da narrativa sangrenta em sua necessidade de cortar a tensão”, disse Maggie Boccella do Collider.

“No que pode se tornar um dos maiores filmes de vampiros de todos os tempos, Abigail oferece uma visão extremamente sangrenta, divertida e bem-humorada do subgênero”, disse Jordan Williams do Screen Rant.

“‘Abigail’ define a fasquia como a mais divertida que se pode ter com um filme de terror do ano. Em outras palavras, “Abigail” é horror na ponta”, disse BJ Colangelo do Slashfilm.

“Não é mal feito, apenas desinspirado e jogado”, disse Simon Abrams do Roger Ebert.

“Um longa ensanguentado faz um bom momento. Um giro inteligente no gênero vampiro cheio de cenários selvagens e gore, alimentado ainda mais por um conjunto elétrico perfeitamente fundido”, disse Perri Nemiroff do canal Perri Nemiroff no YouTube.

“Abigail é um bom momento divertido, sinuoso e sangrento. Encontra o equilíbrio perfeito entre humor e horror. E o conjunto de personagens se equilibra bem”, disse Sean Chandler do Sean Chandler Talks About.

“Radio Silence provou ser uma das vozes mais emocionantes, e crucialmente, divertidas do gênero de terror e Abigail leva isso para o próximo nível”, disse Rosie Fletcher do Den of Geek.

“Um festival de diversão absolutamente insano, sangrento, cheio de gore. Provavelmente o melhor momento do cinema este ano inteiro. Vejo em um teatro lotado!”, disse Tessa Smith da Mama’s Geeky.

“Abigail trouxe tudo o que eu quero em um filme de vampiros: grandes personagens, grandes risadas e galões de sangue. Alisha Weir é uma explosão para assistir enquanto brinca com sua comida no melhor e mais divertido filme de Radio Silence até agora”, disse Cody Leach do canal Cody Leach no YouTube.

‘Abigail’ estreia no próximo dia 18 de abril nos cinemas nacionais.

Na trama, uma quadrilha sequestra a menina de apenas 12 anos na tentativa de receber uma quantia milionária pelo resgate, mas eles logo descobrem o erro e precisam lutar por suas próprias vidas quando percebem que ela é uma vampira.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Abigail‘ marca a reunião entre a atriz Melissa Barrera e os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, após ‘Pânico 5 e 6‘.

Da Radio Silence – a equipe de direção de Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett por trás dos terríveis sucessos de terror moderno ‘Casamento Sangrento‘ e ‘Pânico‘  – vem uma nova visão ousada e sedenta de sangue do filme de vampiros, escrita por Stephen Shields (‘The Hole in the Ground’) e Guy Busick (‘Pânico’).

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

Florence Pugh desabafa sobre as dificuldades de ser mulher em Hollywood

A atriz Florence Pugh, conhecida por seu papel como Yelena Belova em Viúva Negra, abriu seu coração sobre os desafios enfrentados por mulheres em Hollywood. Segundo à Variety, a atriz britânica revelou que as críticas constantes e os padrões de beleza impostos pela indústria são exaustivos.

“Há limites muito finos que as mulheres têm que seguir, caso contrário, são chamadas de divas, exigentes, problemáticas. E eu não quero me encaixar nos estereótipos feitos pelos outros. É realmente exaustivo para uma jovem mulher estar apenas nesta indústria e, na verdade, em outras indústrias”, desabafou Pugh.

As dificuldades enfrentadas por Pugh na indústria cinematográfica começaram cedo. Aos 19 anos, logo após sua estreia no filme ‘The Falling’, a atriz foi alvo de críticas sobre sua aparência física por parte de executivos de um estúdio.

“Todas as coisas que estavam tentando mudar em mim – seja o meu peso, minha aparência, o formato do meu rosto, o formato das minhas sobrancelhas – isso não tinha nada a ver com o que eu queria fazer ou a indústria em que eu queria trabalhar. Eu achava que a indústria do cinema seria como a experiência que tive fazendo The Falling, mas na verdade, foi assim que o topo da indústria parecia, e eu senti que tinha cometido um erro colossal”, revelou Pugh em 2022.

David Corenswet reponde se seu ‘Superman’ salvaria ou não seu pai Jonathan Kent

David Corenswet, que em breve chegará às telonas como o icônico Homem de Aço em Superman, falou sobre as diferenças de sua versão do herói e abordou a clássica cena de ‘Homem de Aço’ (2013), revelando se ele salvaria seu pai, Jonathan Kent.

Segundo o ComicBookMovie, David Corenswet foi questionado sobre a polêmica decisão de Jonathan Kent de se sacrificar para manter os poderes de Clark em segredo.

“Ah, eu não sei, não sei”, respondeu antes de mudar de assunto imediatamente para um tom mais leve. “Gosto de pensar que… meu personagem em Twisters não teve um final, mas gosto de imaginar que ele foi deixado à beira da estrada, com lama nele, e Superman chega dizendo ‘Ei, amigo, tudo bem. Você precisa ser um pouco mais gentil'”.

Na cena de ‘Homem de Aço’, Jonathan tentou ajudar pessoas durante um tornado. Contudo, ao se ver em uma situação perigosa, pediu para seu filho não salvá-lo para manter os poderes de Clark Kent em segredo, uma decisão que gerou intenso debate entre os fãs.

Lembrando que o filme tem estreia marcada para 10 de julho.

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

David Corenswet estrela como Clark Kent/Superman.

O elenco também conta com Rachel Brosnahan (Lois Lane), Nicholas Hoult (Lex Luthor), Edi Gathegi (Michael Holt/Senhor Incrível), Anthony Carrigan (Rex Mason/Metamorfo), Nathan Fillion (Guy Gardner/Lanterna Verde), Isabela Merced (Kendra Saunders/Mulher-Gavião), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Sara Sampaio (Eve Teschmacher), Wendell Pierce (Perry White), Milly Alcock (Kara Zor-El / Supergirl) e outros.

James Cameron se manifesta sobre IA em Hollywood: “Uma ferramenta muito poderosa”

O cineasta James Cameron, conhecido pela franquia bilionária Avatar, comentou recentemente sobre o crescimento do uso da inteligência artificial em Hollywood e os impactos dessa tecnologia no futuro do cinema.

Em entrevista ao Deadline, o diretor falou sobre a possibilidade de, no futuro, profissionais trabalharem em parceria com a IA na produção de grandes filmes, destacando tanto o potencial quanto os riscos envolvidos.

“Sim, meu instinto diz que você está absolutamente certo. Estamos falando de IA generativa, não de superinteligência artificial, que é um problema totalmente diferente”, explicou Cameron. “Provavelmente todos nós estaremos mortos em cem anos, então vamos aproveitar o cinema enquanto isso. A IA generativa é uma ferramenta muito poderosa; só precisamos domá-la e usá-la de forma ética”.

Cameron ressaltou que ainda não utilizou IA em seus filmes e que Avatar não recorreu a esse tipo de tecnologia.

“Não sou especialista em IA. Como eu disse, ainda não trabalhei com isso. Mas estou muito curioso. Existem tarefas específicas dentro do pipeline de efeitos visuais que são extremamente entediantes e repetitivas e que poderiam ser realizadas por modelos generativos”, afirmou.

Segundo o diretor, as grandes empresas de tecnologia estão mais focadas em aplicações de uso massivo e corporativo do que nas necessidades da indústria do entretenimento.

“Google, Meta e outras companhias pensam em uma base de bilhões de usuários. Nós somos um mercado pequeno para eles. Por isso, talvez tenhamos que desenvolver nossas próprias ferramentas”, disse.

James Cameron revela reação de Bob Iger após assistir ao corte inicial de ‘Avatar: Fogo e Cinzas’

Cameron destacou que vê a IA como uma forma de reduzir custos, desde que existam limites bem definidos.

“Isso precisa acontecer sem invadir o trabalho do artista, do roteirista e, principalmente, do ator. Vou ser muito enfático nisso. Não podemos substituir atores, nem criar uma geração de diretores que ache que pode eliminar a atuação do processo criativo”, destacou.

O cineasta também deixou um conselho para novos realizadores: “Eu diria a qualquer jovem diretor que está empolgado com essas ferramentas: a primeira coisa que você deve fazer, depois de aprender softwares como Maya e Houdini, é fazer uma aula de atuação. Mesmo que você seja péssimo, não importa. Você precisa entender o que é dar vida a um personagem”.

Por fim, Cameron reforçou sua posição: “Quero garantir que não estamos substituindo atores e que não estamos formando uma próxima geração de diretores que acredita ser possível cortar a atuação do processo. Isso seria um erro enorme para o cinema”.

Atualmente, ‘Avatar: Fogo e Cinzas’, novo filme da franquia, está em cartaz nos cinemas nacionais.

De acordo com o Deadline, a sequência deve arrecadar em torno de US$ 340-380 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

Para termos de comparação, o segundo filme, ‘Avatar: O Caminho da Água‘, abriu com US$ 444 milhões neste mesmo período, em 2022.

A expectativa é que o novo longa do James Cameron supere o live-action de ‘Lilo & Stitch‘ (US$341M), e se torne a segunda maior estreia global do ano – atrás apenas da animação ‘Zootopia 2‘ (US$560.3M).

Internacionalmente, a produção deve somar em torno de US$ 250-275 milhões.

Crítica | ‘Avatar: Fogo e Cinzas’ expande a mitologia de Pandora com um ÉPICO de quase três horas e meia

Avatar: Fogo e Cinzas’ será lançado nos cinemas nacionais amanhã (18).

Na trama, décadas após o primeiro contato da humanidade com Pandora, uma nova expedição retorna para coletar o que restou dos recursos do planeta — apenas para descobrir que a espécie alienígena está se preparando para contra-atacar a Terra.

O elenco ainda conta com Erika Marks, Jordan Iverach, Biagio Castelo e William McNamara.

‘X-Men’: Charles Melton está cotado para estrelar o reboot, dizem rumores!

O ator Charles Melton, conhecido por seus papéis emSegredos de um Escândalo e Tempo de Guerra, pode ser a nova adição ao aguardado remake deX-Men no Universo Cinematográfico da Marvel (MCU).

De acordo com o ComicBookMovie, novos rumores apontam que Melton está em negociações para um papel que ainda mantido em segredo absoluto.

Os fortes rumores de bastidores apontam que a equipe principal do longa será formada pelos mutantes clássicos dos quadrinhos originais: Ciclope, Jean Grey, Fera, Anjo e Homem de Gelo, embora figuras icônicas como Vampira, Mística, Gambit e Jubileu também devam aparecer de alguma forma na produção.

Paralelamente à especulação sobre Melton, a internet já começou a desenhar o elenco dos sonhos para o filme.

Apesar do barulho na internet, o diretor do longa, Jake Schreier, resolveu acalmar os ânimos. Em entrevista ao site Collider durante o Gotham Television Awards, ele confirmou que a escalação de elenco começou, mas alertou que a internet está errando a maioria dos palpites.

“Estamos conversando sobre algumas coisas e pensando em possibilidades. Mas posso dizer que a maior parte do que aparece online eu nem sei de onde vem, porque não sai da nossa equipe e não tem relação com o que estamos discutindo. Mas, sim, existe um processo acontecendo”, afirmou.

LEMBRANDO QUE AS INFORMAÇÕES SÃO APENAS RUMORES!

Criador de ‘Treta’ celebra entrada no roteiro do reboot de ‘X-Men’: “Você tem que dizer sim”

O reboot de X-Men não promete apenas rostos novos na frente das câmeras, mas também uma reunião estratégica nos bastidores. O diretor Jake Schreier e os roteiristas Lee Sung Jin e Joanna Calo, trio responsável pelo sucesso de Treta (Beef) e que trabalhou em Thunderbolts*’, migraram juntos para a franquia mutante.

Schreier demonstrou entusiasmo ao falar sobre a colaboração contínua com a dupla de roteiristas: “Trabalhei com o Sonny [Lee] e a Joanna em muitas coisas. Sempre que você pode trabalhar com pessoas de quem gosta tanto e que são tão talentosas, e com quem já criou algo que tem uma sintonia natural, continuar com isso sempre parece uma boa ideia”.

A introdução dos X-Men no MCU está sendo pavimentada cuidadosamente. Embora o reboot completo seja esperado apenas para após os eventos de Vingadores: Guerras Secretas (2027), os mutantes devem fazer aparições cruciais antes disso.

A expectativa gira em torno deVingadores: Doutor Destino, previsto para estrear nos cinemas brasileiros em 17 de dezembro de 2026.

O longa marcará o retorno de Robert Downey Jr. ao estúdio, desta vez interpretando o vilão Victor Von Doom, um mestre da ciência e da magia que ameaça o Multiverso.

A lista de heróis previstos para a produção é massiva e deve incluir:

Os Novos Vingadores e Aliados: Capitão América (Anthony Mackie), Pantera Negra (Letitia Wright), Shang-Chi (Simu Liu) e Soldado Invernal (Sebastian Stan).

O Quarteto Fantástico: Pedro Pascal, Vanessa Kirby, Joseph Quinn e Ebon Moss-Bachrach.

E membros do Universo Fox: Professor Xavier (Patrick Stewart), Magneto (Ian McKellen), Mística (Rebecca Romijn), Ciclope (James Marsden) e Fera (Kelsey Grammer).

A Saga do Multiverso atingirá seu ápice em 17 de dezembro de 2027, com a promessa de redefinir permanentemente o panorama do MCU e estabelecer a nova geração de heróis e mutantes como os pilares centrais das próximas fases.

‘Halloween’: Há 44 anos, Jamie Lee Curtis se tornava a maior Scream Queen da história

Se há uma atriz que pode ser chamada de ícone do terror, essa é Jamie Lee Curtis. Isso porque, depois de estrelar o primeiro Halloween, em 1978, Curtis se tornou a maior screen queen (rainha do grito) do cinema mundial e é o maior nome da franquia slasher criada por John Carpenter – esta que, recentemente, foi revivida pela Blumhouse (Corra!) com Halloween Kills (2021). A atriz veterana, que também está no ótimo Entre Facas e Segredos (2019), comemora um marco importante na sua história, já que completa 44 anos desde que viveu Laurie Strode, protagonista de Halloween, pela primeira vez.

Aliás, a própria Jamie Lee Curtis não deixou esse evento passar e postou em seu Instagram a lembrança dessa data tão marcante. O post traz uma imagem dela como Laurie no filme de 1978 e quatro décadas depois da continuação feita por ela também em 2018. Sempre divertida e dessa vez emocionada, a estrela do suspense deixou uma mensagem comovente a respeito do quanto tudo isso foi significativo, o fato de encarnar a personagem por mais de quatro décadas.

Veja o que ela falou no postagem:

“Acordei cedo hoje e percebi que moro dentro de Laurie Strode há 44 anos. Os sonhos dela se tornaram os meus. Seus pesadelos, idem. Ao longo de tudo isso, um profundo sentimento de gratidão aos fãs, que a mantiveram viva e relevante até hoje, e me deram emprego por tanto tempo. Estou bem empolgada com esse novo filme que estamos fazendo.”

Jamie Lee Curtis se refere a ‘Halloween Ends’ que chega aos cinemas no dia 14 de outubro. Ela também tem mais dois outros filmes pra serem lançados: a ficção científica com uma super-heroína oriental da A24, Everything Everywhere All at Once, e a adaptação do game Borderlands.

Robbie Coltrane comentou sobre sua partida em especial de ‘Harry Potter’: “Eu não estarei aqui, mas Hagrid estará!”

Robbie Coltrane, ator que morreu nesta sexta-feira (14) aos 72 anos, conhecido por interpretar o meio-gigante Rúbeo Hagrid nos filmes da saga ‘Harry Potter‘, e que também atuou em filmes da saga ‘James Bond‘ e em ‘Flash Gordon‘, participou do especial de 20 anos do lançamento da saga, que contou com depoimentos dos atores e membros da produção dos oito filmes.

No especial, ele avaliou qual é o legado que a história deixa para as próximas gerações, e comentou a própria morte. Chamado de ‘Harry Potter: De Volta a Hogwarts‘, o especial foi gravado em 2021 e lançado no dia 1º de janeiro de 2022 na HBO Max, e traz depoimentos de atores como Daniel Radcliffe (Harry), Tom Felton (Draco), Emma Watson (Hermione), Rupert Grint (Rony), entre outros.

Na época, com 71 anos, o depoimento de Robbie Coltrane foi um dos que mais chamaram atenção e causaram emoção entre o público. Visivelmente abatido e com a aparência cansada, o ator falou sobre o legado dos filmes e do personagem eternizado por ele, e lembrou a própria mortalidade em sua fala.

“Acho que é o fim de uma era, foram 10 anos da minha vida. Os meus filhos cresceram nesse período. O legado dos filmes é que a geração dos meus filhos vai mostrá-los aos seus filhos. Então, facilmente, as pessoas estarão os assistindo em 50 anos. Eu não estarei aqui, infelizmente… [risos]. Mas Hagrid estará, sim”, falou Coltrane.

Confira o trecho:

Em 2006,Robbie recebeu uma homenagem da Rainha Elizabeth II por sua contribuição ao cinema britânico.

Coltrane conquistou de forma memorável as telas de TV como o psicólogo forense Dr Edward ‘Fitz’ Coltrane no drama de assassinato na TV Cracker, pelo qual ganhou três prêmios consecutivos de melhor ator no BAFTA, uma honra só igualada por outro ator, Michael Gambon.

Seu último trabalho como ator foi interpretando Orson Welles na série ‘Urban Myths‘, em episódios lançados em 2019 e 2020.

Nossos sentimentos para os fãs e familiares do ator.

Xuxa e os Duendes 2

(Xuxa e os Duendes 2)

Elenco: Xuxa, Luciano Szafir, Ana Maria Braga, Vera Fischer, Deborah Secco, Guilherme Karan

Estúdio: Warner Bros.

Estreia: 13 de Dezembro de 2002

Sinopse: Em “Xuxa e os Duendes 2 – no caminho das fadas”, Kira, a duende da luz, está de volta para enfrentar um novo desafio. Ela intui que sua amiga, Nanda, está em perigo. Preocupada, liga para ela e descobre que Nanda e seus primos foram atacados por uma estranha bruxa que veio em busca de suas lágrimas para realizar uma maldição. Kira vai ao encontro das crianças.

Trailer:

Cartazes:

Primeiro teaser de ‘O Orfanato da Srta. Peregrine para Crianças Peculiares’, de Tim Burton

No melhor estilo Tim Burton, a 20th Century Fox liberou o primeiro teaser do longa inspirado no livro de mesmo nome escrito por Ransom Riggs. 

De acordo com a imprensa americana, o ‘Loop Day‘ refere-se a uma importante data na obra.

Assista:

Tim Burton se acidenta em set de filmagem 

A trama acompanha Jacob (Asa Butterfield), enviado para um orfanato localizado numa ilha isolada do País de Gales após uma tragédia familiar. Lá, ele descobre a existência de crianças com poderes sobrenaturais que foram exiladas no local. Assim, o jovem irá fazer de tudo para proteger o grupo de órfãos das garras da Srta. Peregrine (Eva Green), que comanda o orfanato.

Judi Dench e Samuel L. Jackson completam o elenco.

O roteiro foi adaptado por Jane Goldman, colaboradora do cineasta Matthew Vaughn nos filmes ‘Kick-Ass’ e ‘Kingsman: Serviço Secreto’.

A 20th Century Fox lança a aventura nos cinemas em 4 de março de 2016.

Maisie Williams, de ‘Game of Thrones’, quer entrar para ‘Os Novos Mutante’

Lembra que você até chegou a conferir aqui que a talentosa Maisie Williams, de ‘Game of Thrones‘, estava na lista de rumores a respeito de quais atores/atrizes estavam mais cotados para ‘Os Novos Mutantes‘?!

Pois bem, o nome de Maisie estava relacionado à mutante Lupina – Rahne Sinclair. Em conversa com a imprensa americana, Williams demonstrou bastante interesse pelo projeto, inclusive, deixou até escapar uma suposta negociação com a Fox:

Eu não posso dizer muito sobre isso, mas eu absolutamente adoraria ser parte do filme, para ser uma parte da família Marvel. Os Novos Mutantes parece absolutamente incrível e eu sempre ameia a ideia de spin-off. Joshua Boone [o diretor] é incrivelmente talentoso.

O HitFix afirma que a primeira confirmada no elenco é a atriz Alexandra Shipp, que volta a viver a Tempestade após sua estreia em ‘X-Men: Apocalipse‘.

Maisie Williams (‘Game of Thrones’) é cotada para viver a Lupina, mutante que possui a habilidade de se transformar em lobisomem.

Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) deve interpretar Illyana Rasputin – a Magia, poderosa irmã de Colossus.

 

Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas’) vai dirigir a produção.

“Josh está trabalhando no filme e nos mostrou uma apresentação incrível dos Novos Mutantes. Ele é um grande fã da HQ, e o que nos mostrou foi muito legal”, finalizou.

Além de dirigir, Boone será o responsável pelo roteiro, ao lado de Knate Gwaltne.

Simon Kinberg e Lauren Shuler Donner, produtores dos filmes de ‘X-Men’, também cuidarão dos Novos Mutantes. Especula-se que o derivado chegará aos cinemas em julho de 2018.

Antes, será lançado o último filme da nova trilogia da série, ‘X-Men: Apocalipse’, em 26 de maio e 2016.

‘Outcast’: Robert Kirkman conecta HQ e série de TV em novo vídeo

O canal americano Cinemax liberou um novo vídeo dos bastidores de ‘Outcast‘. Desta vez, o destaque fica por conta do criador da HQ, Robert Kirkman, o mesmo de ‘The Walking Dead e ‘Fear The Walking Dead‘.

No vídeo, Kirkman destaca o processo de adaptar uma HQ de terror para a TV:

Confira, com a prévia do sexto episódio:

Patrick Fugit (‘Garota Exemplar’) interpreta o protagonista Kyle Barnes, que tem problemas com possessão desde criança, quando sua própria mãe foi possuída. Depois de adulto, ele parte em uma missão para entender os mistérios sobrenaturais, mas acaba descobrindo alguns segredos que podem levar ao fim o mundo que conhecemos.

O próprio Kirkman escreveu o episódio piloto e também serve como produtor executivo da série ao lado de David Alpert.

Reg E. Cathey (‘House of Cards’), Wrenn Schmidt (‘Boardwalk Empire’) e Kip Pardue (‘Ray Donovan’) completam o elenco. Adam Wingard (‘Você é o Próximo’) dirige o piloto.

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Uma Thurman está em negociações para retornar em ‘Kill Bill 3’

Quentin Tarantino confirmou em entrevista à Variety que já iniciou as negociações com Uma Thurman para que a trama do terceiro filme seja desenvolvida.

O diretor chegou a mencionar que mostrou para a atriz suas primeiras ideias para o Volume III.

“Eu não ficaria surpreso se a Noiva fizesse mais uma aparição antes que tudo esteja finalizado”, revelou.

Agora, é só cruzar os dedos, por que pelo andar da carruagem, ‘Kill Bill: Volume III’ será o próximo longa de Tarantino.

Kill Bill‘ foi o quarto filme do escritor-diretor. Originalmente concebido como um único filme, foi lançado em dois volumes (nos EUA, Kill Bill: Volume 1 no outono de 2003 e Kill Bill: Volume 2 na primavera de 2004), devido a sua duração de aproximadamente quatro horas.

O filme é um drama de vingança, que homenageia antigos gêneros, tais como filmes antigos asiáticos de kung fu, filmes japoneses de samurai, western spaghetti italiano, trash, anime, uma grande referência à música popular e cultura pop; e alta violência deliberada.

Audiência final dos novos episódios de ‘The Walking Dead’ continua alta, muito alta

Enquanto ‘The Walking Dead‘ estava batendo cerca de 10 milhões de espectadores no Ao Vivo a cada domingo, os números liberados pela Nielsen no Live +3 e Live +7 (assistidos em até três dias e assistidos em até uma semana) são realmente de impressionar.

Ao todo, cada um dos oito episódios da sétima temporada de ‘The Walking Dead‘ foram assistidos por 16 milhões de pessoas. 5 a 6 milhões de pessoas a mais quando analisados com os níveis acima.

Resumo da ópera, a série continua firme e forte apesar de seus terríveis episódios.

E Talking Dead, o talk show de TWD exibidos todos os domingos logo após a série, continua como a segunda “série” mais assistida da TV a cabo americana, com 5.5 milhões de pessoas (no Ao Vivo, Live +3 e Live +7).

 

O nono episódio será exibido no dia 12 de Fevereiro de 2017.

A AMC liberou o primeiro clipe do retorno da série, que mostra Jesus apresentando o Reino.

Assista:


Terminam as filmagens da 7ª temporada de ‘The Walking Dead’ 

Produtor confirma planos para ‘The Walking Dead – O Filme’ 

‘The Walking Dead’: [SPOILER] pode estar deixando a série!

Precisamos falar sobre a polêmica da VIOLÊNCIA em ‘The Walking Dead’ 

Baseada na história em quadrinhos escrita por Robert Kirkman, ‘The Walking Dead‘ se transformou através de suas temporadas no maior sucesso mundial quando se trata de séries. A história, situada logo após um apocalipse zumbi, gira em torno de um grupo de sobreviventes liderados pelo policial Rick Grimes (Andrew Lincoln), que vai em busca de um lugar seguro para viver. Neste cenário, os conflitos pessoais dos sobreviventes representam um perigo tão maior do que o que os rodeia, que alguns estão dispostos a fazer o que for necessário para sobreviver.

A primeira temporada nem estreou e ‘American Gods’ já é renovada

O canal Starz realmente não está para brincadeira com relação a ‘American Gods’, série baseada na consagrada obra homônima de Neil Gaiman. 

O TV Guide confirmou a renovação para a segunda temporada e as filmagens já estão prontas para serem iniciadas em setembro.

A ideia é que o elenco seja todo mantido.

Na trama de ‘American Gods‘, a Terra está sendo invadida por deuses novos e velhos, partindo da premissa que essas criaturas mitológicas existem devido à crença da população. Com o passar dos anos a fé em tais figuras foi se desfalecendo, abrindo espaço para novos deuses surgirem no mundo – estes alimentados pela obsessão nacional com a mídia, a cultura de celebridades, a tecnologia, etc.

Confira, com o trailer:

Com estreia marcada para 30 de abril nos Estados Unidos, ‘American Gods’ terá 10 episódios em sua primeira temporada e é produzida por Bryan Fuller e Michael Green, além de contar com a supervisão de Gaiman em toda a produção.

O elenco é composto por Ian McShane, Ricky Whittle, Gillian Anderson, Emily Browning, Orlando Jones, Crispin Glover e Pablo Schreiber.

 

Artes conceituais INÉDITAS de ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar’

As empresas de artes conceituais que prestaram serviços para a Walt Disney em ‘Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar’ liberaram várias imagens com mais detalhes dos cenários e de alguns personagens do filme.

Confira:

Assista nossa crítica em vídeo:

Leia a crítica em TEXTO:

Crítica | Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar – Insanidade em Doses Controladas 

Piratas do Caribe – A Vingança de Salazar‘ estreia dia 25 de Maio de 2017.

POLÊMICA! Dublador do Johnny Depp se revolta contra a Disney e não fará ‘Piratas do Caribe 5’ 

‘Piratas do Caribe 5’ deve ser o último filme da franquia 

‘A Vingança de Salazar’: Fãs se revoltam com o título nacional de ‘Piratas do Caribe 5’

“Em nova aventura, o Capitão Jack Sparrow se encontra com os ventos da má sorte soprando com mais força quando um grupo piratas fantasmas são liberados por um velho inimigo: Capitão Salazar (Javier Bardem), que depois de escapar do Triângulo do Diabo está determinado a matar todos os piratas do mar, principalmente Jack Sparrow. Sua única esperança de sobrevivência é a busca pelo lendário Tridente de Poseidon – um artefato poderoso que dá ao seu possuidor o controle dos sete mares.

Para encontrá-lo, ele tem que fazer uma aliança com a brilhante astrônoma Carina Smyth (Kaya Scodelario) e o teimoso marujo Henry (Brenton Thwaites).

 

‘Uma Noite de Crime 4: A Ilha’ ganha sinopse

Uma Noite de Crime 4‘ (The Purge: The Island) ganhou sua sinopse oficial.

Confira:

Situado anos antes da trilogia, esta  pré-sequência abordará a primeira noite do Expurgo, quando o governo dos Estados Unidos votou para a liberação da noite de crime e convenceu  a população a participar.

O título será ‘The Purge: The Island‘ e a história se passará em uma ilha.

James DeMonaco, que roteirizou e dirigiu os filmes anteriores, revelou mais detalhes:

“Os ricos que moram em Staten Island vão passear no Brooklyn durante uma noite, e eles começam a oferecer muito dinheiro para as pessoas muito pobres matar seus vizinhos. Torna-se uma monetização do assassinato e da violência. Você verá o início de quão grotesca é a ideia da Noite de Crime e a manipulação sobre a sociedade “.

O diretor será Gerard McMurray, que dirigiu o aclamado – e inédito no Brasil – ‘Código de Silêncio‘ (Burning Sands).

A Universal agendou a data de estreia do filme para o dia 4 de Julho de 2018, feriado do Dia da Independência nos EUA. Ou seja: Daqui exatos UM ANO!

Recentemente, Frank Grillo revelou que não deve voltar para o próximo filme.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente. ‘Uma Noite de Crime’ também vai virar série de TV – saiba mais!

Assista nossa crítica de ‘12 Horas para Sobreviver: O Ano da Eleição‘:

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Série baseada em ‘Uma Noite de Crime’ terá diretor de ‘American Horror Story’

A série baseada na franquia de terror ‘Uma Noite de Crime’ contratou um diretor para comandar o episódio-piloto.

Trata-se de Anthony Hemingway, diretor das elogiadas séries ‘The People vs. O.J. Simpson‘ e ‘American Horror Story‘.

A série será exibida pelo SyFy em parceria com o USA Network.

Segundo o chefe da BlumhouseJason Blum, o spin-off “revelará aos fãs o que acontece nos demais 364 dias do ano e de que forma a lei afeta a vida das pessoas”.

A produção será feita por meio de uma parceria entre a Blumhouse Television ProductionsITV Studios e a Universal Cable Productions.

James DeMonaco, criador, roteirista e diretor da franquia de sucesso estará envolvido no projeto, que conta também com seu parceiro de longa data, Sebastian K. Lemercier, como produtor executivo.

Os três filmes da franquia arrecadaram US$ 315.4 milhões mundialmente.

Amanda Warren (‘The Leftovers‘) e Colin Woodell (‘Unsane‘) entraram para o elenco, e irão se juntar aos previamente anunciados, Gabriel Chavarria (‘Planeta dos Macacos: A Guerra’) e Jessica Garza (‘Modern Family’), que viverão os protagonistas.

Fãs criam brinquedo inspirado no monstro de ‘Bird Box’; veja

Um dos maiores mistérios de ‘Bird Box‘, longa original da Netflix que estreou no fim do ano passado, era sobre o visual dos monstros que levavam ao suicídio aqueles que os viam. Tal dúvida foi sanada esta semana quando um dos artistas plásticos envolvidos na produção do filme publicou uma foto revelando a aparência da criatura.

Inspirado em seu visual, fãs do perfil Readful Things criaram um protótipo de brinquedo que poderia ser encontrado em qualquer loja! Dá só uma olhada:

 

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E você, compraria um se existisse de verdade?

Crítica | Bird Box: Sandra Bullock em atuação soberba em pós-apocalíptico poderoso

Visando conquistar indicações ao Oscar, o longa teve uma estreia limitada nos cinemas norte-americanos.

Uma força misteriosa dizimou a população mundial. Para os sobreviventes, uma coisa é certa: quem a vê, morre. Na busca do último refúgio existente, Malorie e os dois filhos terão de descer um rio traiçoeiro. E a única chance de escaparem da morte é encarar a perigosíssima jornada de olhos vendados. Ao enfrentar o desconhecido, Malorie encontra amor, esperança e um novo começo a ser descoberto.

Sandra Bullock  e Sarah Paulson estrelam. John Malkovich, Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Rosa Salazar Danielle Macdonald completam o elenco.

‘The Flash’: Ezra Miller confirma que o filme ainda vai acontecer

‘The Flash’ tornou-se um dos filmes mais polêmicos do DCEU: a produção vem sofrendo obstáculos desde seu anúncio três anos atrás, e boatos recentes afirmavam que Ezra Miller havia deixado o projeto devido a divergências criativas.

Mas os fãs podem respirar aliviados.

Em entrevista à revista W Korea, Ezra Miller confirmou que ainda será o protagonista do filme.

“Bem, eu vou te contar os que eu posso te contar. Os meus próximos filmes são Animais Fantásticos 3 e The Flash”, afirmou.

Recentemente, o diretor Andy Muschietti (It: A Coisa) foi questionado sobre seu envolvimento com o projeto, mas não pôde revelar muitos detalhes sobre o longa-metragem

“Ah, não posso falar sobre isso… Por enquanto”, ele declarou. “Eu realmente quero tirar uns meses ‘de férias’ depois de It: A Coisa – Capítulo Dois’ e então me reunir com o pessoal”.

Christina Hodson, de ‘Aves de Rapina‘,  vai reescrever o roteiro e as filmagens são programadas para janeiro de 2020. Por enquanto, nada foi confirmado pela Warner. 

Originalmente planejado para ser a adaptação de ‘Flashpoint‘, a possibilidade acabou sendo descartada no final de 2018, com o roteiro seguindo uma linha criativa diferente.

 

Star Wars Day | Rankeamos os Filmes da Franquia do Pior ao Melhor

Ninguém imaginava, nem mesmo o criado George Lucas, que aquela ficção científica misturada com aventura de matinê, uma aposta pra lá de arriscada, continuaria rendendo (muitos) frutos mais de quarenta anos depois de sua estreia. Star Wars (1977) se tornou um verdadeiro fenômeno, o segundo blockbuster da história – atrás somente de Tubarão (1975). Hoje em dia é difícil mensurarmos o que foi pra época, já que se olharmos para uma esquina vemos um blockbuster.

Transformado num produto muito rentável e numa franquia multi milionária, Star Wars continua a render frutos até hoje. Em 2019, foi a vez de A Ascensão Skywalker chegar aos cinemas, o quinto filme a estrear com a marca da série, desde 2015, após a compra da Disney – entregando anualmente uma nova obra. Star Wars como nunca anteriormente desperta a paixão dos fãs, seja para o bem ou para o mal – muito devido a voz que todos ganharam para dizer o que querem na internet.

Em homenagem ao novo e polêmico (como não podia deixar de ser) episódio da maior franquia do cinema, o CinePOP resolveu criar uma nova lista do zero, ranqueando todos os filmes com o selo Star Wars. Sem mais delongas, vem conhecer.

11) A Ameaça Fantasma (1999)

O Episódio I não é um bom filme. Mas de uma coisa ele pode se gabar: foi um dos filmes de maior hype da história do cinema. Tudo porque estávamos há 16 anos sem um exemplar da franquia – então uma trilogia fechadinha, sem planos para novos episódios. Lembro como se fosse hoje do primeiro trailer divulgado e a empolgação que causou ao podermos vislumbrar o encontro do menino Anakin com seu futuro mestre Obi Wan. Os efeitos especiais também surgiam de forma aprimorada – e essa é uma história que necessita deles. Ah, não podemos esquecer do vilão Dath Maul, dono de um visual bacana e pronto para ficar lado a lado com Dath Vader na nova trilogia como figura icônica. Assim pensávamos.

Hoje, vinte anos após seu lançamento, tudo o que conseguimos destacar no Episódio I é a batalha final, que segue sendo muito bem orquestrada e digna de animação. Hoje, infelizmente vemos mais defeitos do que acertos. Como ponto positivo em relação à sua trilogia, este é o que menos fez uso de efeitos especiais, telas verde e artificialidade. Ainda era possível sentir o clima de Star Wars aqui, ao contrário dos episódios que viriam na trilogia. Mas então porque este é o pior? Bem, como dito, os elogios terminam por aqui.

Para começar, Lucas quis reinventar a Força como algo genético, presente em seu sangue (DNA) ao contrário do que sempre representou a toda uma geração: fé e espiritualidade, alcançadas por qualquer um. Ah, sim, traz o boneco bobo Jar Jar Binks, que infantilizou Star Wars (mais do que qualquer Ewok havia feito). O menino Jake Lloyd é muito ruinzinho (e até se aposentou). E a trama política sobre tratados de fronteiras não era o que o público queria ver. Ou seja, A Ameaça Fantasma é adulta e infantil ao mesmo tempo, nunca acertando num tom. Até mesmo as corridas de pod, enaltecidas como um dos pontos altos outrora, ficou datada.

10) A Ascensão Skywalker (2019)

Essa foi uma decisão difícil. Mas para além de nossa opinião, contamos com a ajuda dos críticos de forma geral e também com a opinião do grande público. Realmente fico em dúvida, pois não gosto nada da segunda trilogia. Todos os filmes da segunda trilogia são descartáveis em minha opinião (blockbusters desalmados e mal produzidos). Porém, infelizmente, não posso dizer que o Episódio IX seja diferente. E pior, deixa a peteca de uma trilogia tão legal e promissora cair.

J.J. Abrams tinha começado aqui de forma tão entusiasmada, entregando O Despertar da Força, um filme que faz jus à trilogia original. Cheio de homenagens, mas se sustentando por conta própria, o Episódio VII criou um novo lote de personagens memoráveis e diversas perguntas a serem respondidas ao longo dos outros filmes. Sejamos justos, no entanto, muito do resultado deste filme se deve à negatividade obtida por Os Últimos Jedi, um filme injustiçado. O resultado do Episódio VIII moldou diretamente esta conclusão – que terminou se tornando um filme sem identidade, um produto criado meramente para salvar a franquia no gosto dos fãs – resultando em desespero.

Sabe aquele fim de novela no qual os autores entregam direitinho o que o público deseja, sem qualquer surpresa. No fim das contas, terminamos com a sensação de falta de tempero, algo sem graça mesmo. E esta é a melhor definição para este novo longa. As perguntas ficam sem explicação, ou possuem uma resolução fácil. Digna de folhetim mesmo. Personagens reaparecem sem qualquer contexto, tirados da cartola só para pegar pela nostalgia. Da mesma forma que surgem, se vão, sem conseguir deixar qualquer impressão em nós. Só deixam a saudade do que foram um dia.

09) O Ataque dos Clones (2002)

Como dito, é muito difícil defender esta trilogia. E existe um debate interno sobre qual de fato seja o pior, este ou o Episódio I. Aqui, George Lucas decide se tornar romântico e fazer seu filme de amor passado no universo Star Wars. O problema é que ele mesmo afirmou que não sabe escrever diálogos, então a paquera fica soando como aquele adolescente virgem em seu primeiro encontro. Que diabos foi aquele papo da areia? As frases de efeito usadas como flerte causam vergonha a qualquer autor de livros de conquistas.

Hayden Christensen talvez seja o pior ator em atividade em Hollywood. Se formos olhar pelo lado de que ele encaixa como perfeição na pele de uma versão adulta de Jake Lloyd (igualmente um ator limitado), talvez Lucas tenha acertado. O que não melhora o caso para o filme. Sim, temos Christopher Lee, e é sempre bom vê-lo em tela. Mas foi aqui também que a trilogia ficava maior e mais artificial. Temos até o Yoda digital com pó de mico na cueca saltitando de um lado para o outro. Ridículo. A força não exige lutas físicas, ela vai além. Lucas desaprende o que foi mostrado na trilogia original em prol de vendas de bonecos e games para a garotada.

Mas então quais são os atrativos aqui? Talvez o visual, a nostalgia. É definitivamente um Star Wars para a geração da época. Não é mais a minha geração. Todo o lance dos clones é legal. A expansão do universo. A criação dos mundos. Natalie Portman e Ewan McGregor continuam empenhados. E até existe certo suspense na trama. Alguns momentos legais envolvendo o caçador de recompensas mais querido da galáxia, ou seu pai Jango Fett – que mesmo subconscientemente ajudou a impulsionar o atual Mandaloriano.

08) Han Solo: Uma História Star Wars (2018)

Tudo bem, esta era uma história que ninguém havia pedido. O passado do pirata espacial Han Solo ficava melhor na imaginação do público. Mas é preciso levar em conta que vivemos numa era onde a imaginação é cada vez mais escassa e empresas ganham em cima do que o espectador quer ver mastigado. A segunda trilogia também foi fruto disso. De tempos em tempos, no entanto, filmes que ninguém pediu se tornam produções cinematográficas fantásticas. É só ver o caso com Coringa.

Outra pedra no sapato aqui foi a demissão dos criativos Phil Lord e Christopher Miller, que elevariam o jogo a todo um novo patamar, entregando provavelmente o filme mais fora da caixinha para um produto Star Wars na história. Mais uma vez apostando no seguro, e com mais medo de desagradar do que vontade de agradar, os produtores de Star Wars tiraram os cineastas de cena, e optaram pelo mais conservador Ron Howard. O Resultado? Um filme que ninguém consegue lembrar.

Alden Ehrenreich até que se esforça em seu retrato do charmoso canalha, mas este não é o Han Solo que conhecemos. Nem a presença dos talentosos Emilia Clarke e Donald Glover como Lando são o suficiente para salvar tudo da apatia.

07) A Vingança dos Sith (2005)

O último episódio da segunda trilogia, considerada a pior dentre as três. Bem, isso é algo unânime. Outra unanimidade é que este é o melhor exemplar desta trilogia. Por mais que não goste destes filmes, preciso admitir que esta afirmação é verdadeira. Aqui continuamos a ter os mesmos problemas. Mas também temos um apelo maior aos fãs.

É neste episódio que tudo se encaixa para ganhar a forma que conhecemos. Outra coisa que deve ser dita é que o Episódio III consegue concluir de forma melhor sua trilogia do que A Ascensão Skywalker fez. Aqui é onde Anakin se torna Darth Vader, tempos o Imperador Palpatine assumindo seu cargo de maior vilão da franquia, a morte de Padmé, o nascimento de Luke e Leia, e por aí vai. É muito fan service num único filme. É exatamente o que os fãs querem. É também o mais sombrio dos três, embora a canastrice nas atuações diminua um pouco o impacto que a obra poderia ter. Ian McDiarmid, por exemplo, está deliciosamente ruim em seu retrato exagerado e cartunesco de Palpatine. De fato, esta trilogia soa mais como um desenho animado do que como um filme. Pegando por comparação, J.J. Abrams soube criar uma atmosfera muito mais sóbria e sombria em torno do personagem em A Ascensão Skywalker, mesmo com o desenvolvimento de uma porta.

06) Rogue One – Uma História Star Wars (2016)

Um dos episódios mais adorados pelos fãs, este filme se encontra encaixado entre os episódios III e IV. Precisava existir? Também não. Mas o que entregou foi um dos capítulos mais sérios da franquia. O longa também passou por refilmagens e assustou os fãs, mas aqui o resultado se mostrou positivo. Rogue One é único dentro da série que consegue funcionar sem qualquer apelo cômico, marca registrada do universo. Bem, quase nenhum, já que temos o robô figura K-2SO.

Rogue One possui forte teor dramático. É um filme de guerra, que foca num esquadrão suicida. Por entregar um tom diferente de tudo (muitas vezes parecendo não pertencer à franquia), Rogue One despertou a paixão de fãs novos e antigos. Mesmo que os personagens não sejam tão carismáticos quanto os da nova trilogia, eles funcionam dentro desta narrativa. Ah, sim. E não podemos esquecer do clímax, possivelmente o mais nervoso da saga, apresentando o Darth Vader definitivo!

05) Os Últimos Jedi (2017)

O que dizer deste filme que já não tenha sido dito. Rian Johnson tentou algo diferente. No caminho terminou por alterar algumas coisas apresentadas no capítulo anterior e retratou personagens de forma inesperada, o que terminou por broxar grande parte dos fãs. Falemos o português claro: a representação de Luke Skywalker não caiu no gosto de muitos. Esperava-se um Luke heroico, um mestre nos moldes de Obi Wan. Não foi isso que ganhamos com o personagem, agora envelhecido e bebedor de leite verde.

Tudo bem, nem tudo funciona. O trecho no planeta cassino é enfadonho e podia ser eliminado do longa sem alterar em nada seu andamento. O interesse amoroso de Finn, que o libertaria da friendzone de Rey, também não deu certo, e a atriz Kelly Marie Tran chegou ao absurdo de ser hostilizada pelos bebês chorões, digo, fãs. Os Últimos Jedi demora a engatar, mas quando de fato engata, pega fogo. A relação de Kylo e Rey é aprimorada, incluindo boas ideias nunca apresentadas (ou não desta forma), como uma espécie de teletransporte relacionado ao elo mental dos dois.

O desfecho envolvendo Luke é alucinante, mesmo para os detratores. Ame ou Odeie, o Episódio VIII tirou Star Wars dos eixos, fazendo os produtores arrancarem os cabelos, o público se dividir e os críticos aplaudir.

04) O Retorno de Jedi (1983)

O fim da trilogia original. É difícil a terceira parte de uma trilogia (pensada de forma independente) ser o melhor dos três, ou sequer ser tão bom quanto os antecessores. Na história do cinema não costuma acontecer. E foi verdade também com Star Wars. O que não diminui em nada seu resultado. Na minha infância era o preferido. A cena do resgate de Han no palácio de Jabba era um prato cheio para crianças da minha geração. Este trecho resume bem o que significa Star Wars: ação, suspense e magia.

Sim, temos os Ewoks. Mas eles não são nem de longe tão nocivos quanto os gungans. A sequência nos domínios dos ursinhos é até legal, vai. Quando precisam comer sua comida, e confundem C3PO com um Deus. Puro anos 1980. Puro Star Wars.  Ah sim, a conclusão é a mais emocionante de todas as terceiras partes. A Ascensão Skywalker foi a mais broxante. E a Vingança dos Sith, a pseudo sombria. O Retorno de Jedi segue como exemplo de como encerrar uma trilogia de Star Wars: com muita festa, fantasmas de entes queridos e lágrimas de felicidade.

03) O Despertar da Força (2015)

Polêmica à vista. Sim, o Episódio VII é um dos melhores da franquia. O terceiro melhor. Lembro a sensação que tive ao ouvir a música tema de John Williams novamente combinada às letras amarelas subindo na tela, com o texto nos informando em que pé se encontra a saga espacial mais amada do cinema. Era a magia associada à sétima arte, voltando com força e fazendo ser criança de novo.

Era a sensação de estar fazendo Star Wars certo, dez anos depois de A Vingança dos Sith. E quanto aos personagens? Han, Chewie, Leia, os droids e Luke, todos de volta! Junto a eles, uma gama de novos personagens carismáticos e riquíssimos. Todos ajudando a expandir este universo. Uma catadora de lixo encantadora, repleta de Força. Um stormtrooper renegado. Um exímio e arrogante piloto. Um novo robozinho que roubava a cena. Um vilão que representava bem a geração “leite com pera”. Tudo estava no lugar.

Ao final, inúmeras teorias começavam a tomar forma. Era a febre de Star Wars voltando com tudo. Ao contrário dos sentimentos que os episódios consequentes fizeram aflorar, a empolgação com o final de O Despertar da Força fez todos sonharem com as possibilidades.

02) Uma Nova Esperança (1977)

O começo de tudo. A redefinição do cinema para toda uma geração. Pro bem ou pro mal, o cinema virava um produto. Se fundia com outras indústrias, se transformava em brinquedos e vídeo games. Virava todo tipo de mercadoria, de lancheiras, a lençóis e camisas. Star Wars impactou o mundo de forma sem precedentes. As pessoas voltavam para ver o filme de forma consecutiva. Era a magia iniciando e atingindo ao mesmo tempo seu ápice. Uma aventura passada nos confins do universo, onde a imaginação não tinha limites. Era um sonho sonhado para nós. A diferença é que estávamos acordados.

01) O Império Contra-Ataca (1980)

Um dos mais notórios casos onde a continuação supera seu original. A primeira sequência de Star Wars aumentou as apostas em diversos quesitos. Fez o vilão Darth Vader entrar de vez para o hall dos antagonistas do cinema. Além disso, introduziu o verdadeiro vilão da franquia, o Imperador Palpatine. Alguém mais terrível do que o inimigo que adorávamos odiar.

A história mais sombria, cenas mais eletrizantes, conceitos aprimorados, universo expandido. O Episódio V é uma aula de cinema. De como subverter o apresentado no filme original, e jogar com nossas expectativas. Introduz Lando, o amigo traidor. Oficializa o romance truculento entre a Princesa Leia e o malandro Han Solo. Joga os heróis no chão, os destruindo. Afinal, o desafio precisa ser maior para ser superado pelos heróis. Mas nada disso seria possível sem humanidade. E o acerto é justamente esse quando numa das cenas mais antológicas do cinema, Vader revela ser o pai de Luke – o que ainda hoje causa espanto e horror à crianças pelo mundo (é só procurar online vídeos que os pais mostram a revelação às suas crias).

Isso porque nem mencionamos o retorno de Obi Wan como fantasma e o treinamento de Luke com Yoda. Uma das grandes obras-primas do cinema. Não à toa se mantém como número 14 entre os melhores filmes já produzidos pela sétima arte. Ah, e para os millennials que cogitam ficar em dúvida sobre o posto deste filme em relação ao seu favorito (Rogue One), vale dizer apenas uma frase. Parem, vocês estão errados.

Bônus:

The Mandalorian (2019)

Ainda inédita no Brasil, esta é a primeira série em live-action levando o selo de Star Wars, na fase Disney. Aqui o foco é no caçador de recompensa vivido pelo ótimo Pedro Pascal. A série se comporta como um western espacial e já desperta paixão do fãs, além de elogios da imprensa especializada. Enquanto a plataforma de streaming Disney+ não chega ao Brasil, o público precisa se contentar com os downloads ilegais na internet, para poder conferir o elogiado programa. Ah sim, temos o boneco que se tornou sinônimo dos memes de fofura, o baby Yoda.

Menções Honrosas & Desonrosas

Caravana da Coragem – Uma Aventura Ewok (1984)

Muito antes de Rogue One, um derivado de Star Wars era lançado, no ano seguinte de O Retorno de Jedi. Aproveitando a popularidade dos ursinhos engraçadinhos Ewoks – acredite! – era lançado este longa, que se passava no mesmo universo de Luke, Leia e Darth Vader. Na trama, alguns Ewoks concordam em ajudar um casal de irmãos pequenos em uma jornada para resgatar seus pais de terríveis criaturas e perigos.

A Batalha de Endor (1985)

Como se não bastasse um derivado dos Ewoks, o que dizem de dois. Sim, uma sequência foi feita para o filme acima. Imagine se A Ameaça Fantasma tivesse sido lançado na década de 1980, poderíamos ter filmes do Jar Jar Binks. Irrrrrg. Aqui, os ursinhos fofuchos enfrentam novos desafios, como uma bruxa (!?). Tudo é claro produzido e com o selo do tio George Lucas de qualidade.

Ewoks (1985 – 1987)

Estão cansados de Ewoks? Então tomem mais! Uma série em animação foi produzida no ano seguinte, dando continuidade às aventuras dos ursinhos da floresta do universo de Star Wars, e quem disse que eles não eram populares. Bem que podíamos ver seu retorno nos novos filmes!

Droids (1985 – 1986)

Outros personagens carismáticos deste universo que ganharam um desenho próprio foram os droids C3PO e R2D2, a dupla querida da trilogia original. Suas aventuras aqui, no entanto, não incluíam nenhum dos personagens tradicionais. Anthony Daniels, intérprete de C3PO nos filmes, dublou sua contraparte animada.

Star Wars Holiday Special (1978)

Vergonha alheia, teu nome é Holiday Special. Ainda surfando na gigantesca onda do sucesso de Uma Nova EsperançaLucas lançou no ano seguinte este especial de Natal numa galáxia muito muito distante. Uma dica: apenas procurem esta preciosidade na internet. Vocês não irão se arrepender.

‘O Poderoso Chefão – Parte 3’: Relançamento com novo final ganha trailer; Assista!

A Paramount Pictures divulgou hoje o trailer da nova edição do último filme da trilogia épica ‘O Poderoso Chefão’, de Francis Ford Coppola, intitulada ‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’, baseada no best seller de Mario Puzo.

O estúdio também traz a notícia para deixar todos os fãs entusiasmados: o filme será lançado na tela grande no dia 3 de dezembro em cinemas selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília e nas plataformas digitais NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video, PlayStation Store para aluguel e compra, no dia 8 de dezembro.

Assista ao trailer:

Esta nova versão de ‘O Poderoso Chefão: Parte III’ atinge a visão original do diretor Coppola e do roteirista Puzo para o final, que foi meticulosamente restaurada para uma melhor apresentação do último capítulo da saga dos Corleone, que é legitimamente vista como uma das maiores da história do cinema.

“‘O Poderoso Chefão – Desfecho: A Morte de Michael Corleone’ é um reconhecimento do título de Mario, e também meu preferido, que retrata nossas intenções originais para o que se tornou ‘O Poderoso Chefão: Parte III'”, disse Coppola. “Para esta versão, reorganizei cenas tomadas e combinações musicais. Com essas mudanças, mais a filmagem e o som restaurados, esta é, para mim, uma conclusão mais apropriada para ‘O Poderoso Chefão’ e ‘O Poderoso Chefão: Parte II’ e estou grato a Jim Gianopulos e à Paramount por me permitirem revisitá-la”. 

Lançamento:
03/12/2020 – Em cinemas selecionados de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília

08/12/2020 – Nas plataformas digitais NET NOW Claro, Sky, Apple TV, Google Play, Vivo, Oi, Xbox Video e PlayStation Store

Trailer legendado do novo filme de terror da Netflix no estilo ‘O Massacre da Serra Elétrica’

Um Clássico Filme de Terror‘ (A Classic Horror Story), novo filme de terror da Netflix, ganhou trailer legendado trazendo referências a antigos mestres do terror da Itália, como Dario Argento (‘Suspiria’) e Mario Bava (‘Diabolik’).

Com estreia marcada para 14 de julho, o longa é dirigido por Roberto De Feo (‘The nest’) e Paolo Strippoli, fazendo sua estreia na função.

Confira:

Estrelado por Matilda Lutz (‘O Chamado 3‘), a trama acompanha mostra cinco viajantes dividindo carona num motorhome para chegar a um destino comum. Durante a viagem, eles acabam se acidentando quando tentam desviar da carcaça de um animal morto na estrada.

Ao recobrarem a consciência, eles se encontram no meio do nada. A estrada em que viajavam desaparece e há apenas uma floresta densa e impenetrável e uma casa de madeira no meio de uma clareira, onde acontece um culto macabro.

Além de Lutz, o elenco conta com Francesco Russo, Peppino Mazzotta, Yulia Sobol, Will Merrick, Alida Baldari Calabria e Cristina Donadio.

‘Uncharted’ pode quebrar a maldição das adaptações de games? Confira nossas PRIMEIRAS IMPPRESSÕES!

Por anos, muitas pessoas acreditam que as adaptações de game para o cinema são amaldiçoadas, por raramente agradar a crítica e ao público. Mas será que Uncharted – Fora do Mapa‘ pode ser o primeiro GRANDE SUCESSO comercial de um filme baseado em um jogo?

O Renato Marafon assistiu a adaptação estrelada por Tom Holland e Mark Wahlberg e traz as primeiras reações para você.

Confira, junto ao trailer, e siga o CinePOP no YouTube:

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 17 de fevereiro.

Dirigida por Ruben Fleischer (‘Venom’), a adaptação é ambientada antes dos eventos do primeiro jogo e servirá como uma história de origem para o aclamado personagem, quando Nathan Drake (Holland) embarca em sua primeira aventura por regiões inóspitas ao lado do mentor, Sully (Wahlberg).

O roteiro foi escrito por Jonathan Rosenberg e Mark Walker.

Antonio Banderas, Sophia Ali e Tati Gabrielle completam o elenco.

Conheça o novo terror SENSAÇÃO que já arrecadou mais de US$ 1 MILHÃO nos EUA

O ano mal começou e já temos um filme de terror surpreendendo nas bilheterias norte-americanas.

Skinamarink‘ tem viralizado na internet por causa de sua trama simples e assustadora, e fez um grande sucesso em sua estreia limitada nos cinemas norte-americanos.

Com orçamento de apenas US$ 15 mil, o longa – que foi lançado em somente 692 salas – já arrecadou US$ 1,1 milhão em sua primeira semana no país.

A produção experimental também agradou os críticos, conquistando 76% de aprovação no Rotten Tomatoes.

A trama segue duas crianças que acordam no meio da noite e descobrem que seu pai está desaparecido. Todas as janelas e portas da casa desapareceram. Para lidar com essa estranha situação, os dois trazem cobertas e travesseiros para a sala. Eles assistem vídeos antigos de cartoons para preencher o silêncio da casa e se distraírem das situações apavorantes e inexplicáveis que estão acontecendo ao seu redor. Logo, fica claro que algo sinistra está à espreita e observando…

Assista ao trailer:

Lucas Paul, Dali Rose Tetreault, Ross Paul e Jaime Hill estrelam a produção.

Kyle Edward Ball é responsável pela direção, roteiro e produção.

NEPOTISMO? Zachary Levi CUTUCA James Gunn após ele escalar o irmão para viver Maxwell Lord

Zachary Levi parece não ter aprovado a escolha de Sean Gunn, irmão do diretor James Gunn, para viver o vilão Maxwell Lord no novo DCU.

Levi, que estrelou os dois filmes do ‘Shazam!‘, comentou sobre a possibilidade de interpretar outro personagem da DC.

“Olha, só quando você é o irmão do cara que dirige a nova DC, que acho que você pode interpretar quem quiser”, ele disse ao Deadline.

Gunn usou suas redes sociais para rebater críticas recebidas por escalar seu irmão, que também dará voz ao personagem Weasel em ‘Creature Commandos’, uma série animada integrante do DCU.

Quando confrontado sobre a escolha de Sean para dois papéis no universo, James Gunn respondeu:

“Eu disse, claramente, que os atores geralmente interpretarão apenas um personagem na tela, e disse, na mesma resposta, que para os dubladores não é a mesma coisa. Sean, Alan Tudyk, Maria Bakalova, Steve Agee, etc., todos interpretam múltiplos papéis em Creature Commandos. Isso não significa que eles não interpretarão personagens diferentes na tela. Então, qual é a necessidade que você tem (e alguns outros) de tão desesperadamente precisar acreditar que estou mentindo que você parece ignorar intencionalmente certas partes do que eu disse?”

Gunn já havia rebatido anteriormente críticas sobre seu “favoritismo” de elenco, que inclui não só seu irmão, mas também atores como Nathan Fillion e Michael Rooker, deixando claro que trabalha com pessoas em quem confia para obter a melhor performance possível, o que, às vezes, inclui pessoas com quem já trabalhou antes.

No entanto, não está confirmado se a versão de Maxwell Lord de Sean Gunn aparecerá imediatamente em ‘Superman: O Legado’ ou em outro filme. Rumores sugerem que o vilão será apenas mencionado no filme, deixando sua aparição para futuros projetos da DC.

‘Superman: O Legado’ terá David Corenswet como protagonista, interpretando Clark Kent/Superman, com Rachel Brosnahan no papel da jornalista Lois Lane, e Nicholas Hoult como o supervilão Lex Luthor. Além disso, incluirá outros heróis do universo DC, como Nathan Fillion interpretando o Lanterna Verde Guy Gardner, Isabela Merced como a Mulher-Gavião, e Edi Gathegi como Sr. Fantástico.

Este filme marcará o início do novo Universo DC, sob a direção de James Gunn. Sua estreia está prevista para o dia 10 de julho de 2025.

Saiba QUANDO estreia a 2ª temporada de ‘The Last of Us’

O Deadline falou com Casey Bloys, presidente e CEO da HBO e Max Content, que revelou quando a segunda temporada de ‘The Last of Us‘ deve estrelar no streaming.

Quando perguntado sobre as datas de estreia de ‘The White Lotus‘ e ‘The Last of Us‘, Bloys respondeu:

“Bem, nós planejamos lançar no primeiro semestre do próximo ano, pois espero que estejam na janela do Emmy.”

O primeiro semestre de 2025 significaria que a 2ª temporada de ‘The Last of Us‘ deve estrear antes do final de maio, com possivelmente seis episódios lançados até então para estar na disputa pela consideração do Emmy.

A série vai surpreender os fãs do jogo com tramas que vão além do material original.

Em entrevista para o Deadline, o criador da adaptação, Craig Mazin, diz que embora a série da HBO não vai se distanciar muito dos jogos, os novos episódios vão explorar histórias inéditas dentro do contexto da franquia.

“Como fã, estou emocionado que possa haver um terceiro jogo. Como co-criador da série, não há nenhum lugar onde eu gostaria que nosso programa fosse além do material de origem. A 2ª temporada vai adaptar os eventos do 2º jogo, mas há bastante material que é relevante para essa história, mas, como eu disse, percorre novos caminhos interessantes, histórias inéditas que foram contadas dentro do contexto do jogo, mas que não foram exploradas.”

Mazin não entrou em detalhes sobre o que essas ‘histórias inéditas’ implicam à trama, mas Neil Druckmann, co-criador da série, argumentou que “existe um plano maior que une todas as temporadas de ‘The Last of Us“.

“Nosso foco são os dois jogos”, disse Druckmann. “Como Craig mencionou, há bastante material com o qual estamos dedicando nosso tempo, e estamos analisando cada peça individualmente para ter certeza de que elas têm seu próprio arco, sua própria jornada, caminhos pelos quais os personagens seguem, mas há um plano maior que une todas as temporadas.” 

A nova temporada ainda contará com a introdução de Kaitlyn Dever (Abby), Young Mazino (Jesse), Isabela Merced (Dina), Catherine O’Hara, Tati Gabrielle (Nora), Spencer Lord (Owen), Ariela Barer (Mel) e Danny Ramirez (Manny).

Crítica de Temporada | ‘The Last of Us’ é uma espetacular e impecável adaptação da HBO

A série é baseada na franquia de jogos que leva o mesmo nome e que nasceu no PlayStation 3 e atualmente recebeu no PlayStation 5 uma nova versão do primeiro jogo, com gráficos e jogabilidade aprimorados. O jogo é desenvolvido pelo estúdio Naughty Dog, considerado um dos maiores sucessos da Sony.

Pedro Pascal (‘The Mandarolian’) e Bella Ramsey (‘Game of Thrones’) estrelam como Joel e Ellie, respectivamente.

A série foi criada por Craig Mazin (‘Chernobyl’), que também serve como roteirista e produtor executivo da adaptação ao lado de Druckmann.

PIRATARIA! As pessoas estão FILMANDO a tela do cinema e jogando spoilers dos filmes no X

As regras de etiqueta nos cinemas voltaram a ser tema de debate nas redes sociais, porque inúmeros espectadores estão gravando cenas de filmes em seus celulares durante as sessões – como é o caso de Superman, recém-chegado às telonas.

Mesmo que você não tenha assistido ao filme de super-herói, é bem provável que tenha visto filmagens ou fotos feitas pelo público, visto que isso se tornou algo “normal”. E junto, vários SPOILERS são revelados na caruda, e sem consciência que algumas pessoas ainda não assistiram ao filme.

Recentemente, em uma entrevista à Variety, um executivo que preferiu não revelar sua identidade apontou que essa onda de gravações começou a ser normalizada com o lançamento de Deadpool e Wolverine.

“Algo aconteceu após a pandemia em que o comportamento nas salas de cinema realmente mudou”, o executivo afirma. “[Os espectadores] têm um relacionamento diferente com o material, tudo é apenas conteúdo para eles… Algo realmente aconteceu [depois de Deadpool e Wolverine]”.

O comentário em questão se refere ao fato do cineasta Shawn Levy e dos astros Ryan ReynoldsHugh Jackman compartilharem gravações ilegais que vários fãs fizeram das cenas do filme enquanto promoviam o filme da Marvel Studios.

Enquanto representantes de Reynolds não responderam aos pedidos de resposta ao ocorrido, Levy escolheu não comentar sobre o assunto. Entretanto, “uma fonte conhecida de Levy disse que ele nunca compartilhou material gravado intencionalmente e é fortemente contra a pirataria”.

Você já tomou SPOILER das cenas gravadas nos cinemas e divulgadas nas redes sociais?

Dossiê 007 | O Espião que me Amava (1977) – Roger Moore emplaca de vez como James Bond em 10º Filme

007 – Sem Tempo para Morrer, o vigésimo quinto filme oficial da franquia mais duradora do cinema, tem estreia programada para o dia 7 de outubro de 2021 – após ser adiado do ano passado devido à pandemia. Como forma de irmos aquecendo os motores para esta nova superprodução que, como dito, faz parte de uma das maiores, mais tradicionais e queridas franquias cinematográficas da história da sétima arte, resolvemos criar uma nova série de matérias dissecando um pouco todos os filmes anteriores, trazendo a você inúmeras curiosidades e muita informação.

Depois de uma estreia, digamos, tímida em Viva e Deixe Morrer, Roger Moore passou sufoco logo no ano seguinte com o apressado O Homem com a Pistola de Ouro. Dessa vez era um “vai ou racha” decisivo para o ator no papel – e os produtores sabiam disso. O esforço foi valorizado e em seu terceiro longa como James Bond, Roger Moore finalmente se assentava no papel, descobrindo um jeito único de interpretá-lo e de quebra entregando não apenas sua melhor incursão num filme da série, mas também uma das melhores produções da franquia. Conheça abaixo detalhes sobre a produção do décimo filme de 007James Bond no cinema.

Dossiê 007 | O Homem com a Pistola de Ouro (1974) – Roger Moore vs Christopher Lee em 9º Filme

Produção

Como dito, Roger Moore não havia estreado fazendo muito barulho no papel do maior espião do cinema. Em partes devido ao “vai, não vai” com Sean Connery e George Lazenby. Assim, quando o terceiro ator foi escolhido para viver James Bond, ao que parece ninguém estava prestando mais muita atenção. Não ajudou em nada o fato de ambos os filmes que ele havia estrelado não serem recebidos da forma mais positiva. Em especial O Homem com a Pistola de Ouro não se saiu nada bem com a crítica ou com o público.

Para piorar as coisas de forma irremediável, os produtores e donos da franquia Harry Saltzman e Albert R. Broccoli estavam se desentendendo constantemente, ao ponto de começarem a revezar filmes, com cada um deles no comando de determinada produção. Em 1975, Saltzman começou a se aventurar na produção de outras obras, deixando sua maior franquia relativamente de lado. A situação escalou e após o fracasso de O Homem com a Pistola de Ouro, Saltzman optou por pular fora da produtora EON, que havia ajudado a criar. O produtor vendeu sua parte pelo valor de 20 milhões de libras, deixando Broccoli sozinho para tocar os vindouros filmes.

Assim, Broccoli e o resto da equipe estavam com a corda no pescoço, na maior pressão de suas vidas profissionais. Era literalmente um “vai ou racha”. A decisão por uma história (ou seja, escolher um dos livros de Ian Fleming para adaptar) se mostrou a tarefa mais ingrata da franquia até então. Como desgraça pouca é bobagem, Kevin McClory, um dos produtores que havia comprado os direitos de um dos livros de Fleming no passado e que havia coproduzido com a EON A Chantagem Atômica (1965), começava a anunciar aos quatro cantos que iria fazer um novo filme com sua propriedade, a ser intitulado James Bond of the Secret Service. O fato proibia a EON a utilizar a SPECTRE novamente em seus filmes. Por opção a organização terrorista havia descansado na era Moore até agora, mas Broccoli tinha planos de trazê-la de volta neste filme como forma de impulsioná-lo mais ainda com os fãs.

O primeiro passo foi decidir por um diretor para o novo longa. Guy Hamilton, o diretor dos filmes de Moore na franquia até aqui, havia sido a primeira opção novamente. Mas o cineasta se encontrava indisponível, tendo optado o comando de Superman – O Filme (1978), eventualmente sendo substituído por Richard Donner em tal projeto. Então entrava em cena Lewis Gilbert, outro diretor veterano da franquia, saído de Só Se Vive Duas Vezes (1967).

James Bond

Roger Moore retornava para protagonizar seu terceiro filme como James Bond. Infelizmente, até o momento o ator ainda não havia deixado sua marca no papel, em grande parte devido ao roteiro de tais filmes, que pareciam ainda escrever para uma persona como a de Sean Connery – não casando bem com o tipo de Moore. Desta vez, o diretor Lewis Gilbert e o roteirista Christopher Wood optaram por moldar Moore em seu próprio estilo no personagem. Ao contrário de Connery que era duro e suave no papel, o texto enfatizaria a suavidade para se adaptar à persona de Moore, criando um James Bond mais brincalhão – e desta forma dando origem à era mais “galhofeira” do agente.

Missão Secreta

O livro de Fleming escolhido para servir de base para o novo filme foi O Espião que me Amava. Ao contrário de todas as outras adaptações da franquia, mesmo os que modificavam muitas partes da história do autor, esse foi um longa que nada aproveitou da trama, a não ser o título. A obra de Fleming mostrava uma turista canadense encontrando James Bond na estrada (007 aqui era apenas um coadjuvante da narrativa), que depois a salva de um sequestro.

A história do filme, por outro lado, utiliza a Guerra Fria como pano de fundo para uma história de amor. Um terrorista megalomaníaco planeja instigar a guerra entre a Inglaterra e a União Soviética, a fim de começar do zero uma nova sociedade mundial (não seria um vilão de Bond sem tais características). Descobrindo a trama e dispostos a pará-lo, o serviço secreto britânico envia 007, e a União Soviética escala seu melhor espião – que seria o equivalente de Bond: a Major Anya Amasova, conhecida como a agente triplo X (e não, não é o careca vivido por Vin Diesel no filme homônimo). Inicialmente inimigos vindos de lados distintos da causa, por dividirem um objetivo em comum, 007 e Triplo X terminam se unindo e se apaixonando.

Bondgirls e Aliados

A nova iorquina Barbara Bach ficaria marcada como a melhor Bondgirl da era Roger Moore da franquia, e uma das melhores de todos os filmes. Bach foi a escolhida para dar vida à espiã Soviética Anya Amasova – pela primeira vez na série, uma Bondgirl que era muito mais do que uma “donzela em perigo”. Mesmo em filmes anteriores que haviam apresentado protagonistas femininas fortes, ou até mesmo agentes secretas, como a desastrada Britt Ekland de O Homem com a Pistola de Ouro, elas nunca eram equivalentes aos talentos de James Bond no campo. A personagem de Bach abriu precedentes para todas as que viriam depois, como as personagens de Michelle Yeoh, Halle Berry e da vindoura Lashana Lynch.

Fora isso, Bernard Lee (M), Lois Maxwell (Moneypenny) e Desmond Llewelyn (Q) marcaram presença pela décima vez na franquia. Em especial Q entrega um dos gadgets mais memoráveis de toda a série: o carro Lotus Espirit branco que, entre outras coisas se transformava num submarino.

Vilões

Como não puderam utilizar a SPECTRE em sua narrativa como desejavam, assim como seu líder Blofeld, a EON tratou de criar seu próprio “clone” do personagem: o milionário genocida Stromberg (Curd Jürgens). Suas ações são muito derivativas de Blofeld, sendo basicamente um chefe criminoso de sua própria organização terrorista. Aqui os planos nucleares de Stromberg visam destruir o mundo e iniciar uma nova sociedade aquática. Assim como A Chantagem Atômica, O Espião que me Amava tem um forte contexto submarino em sua narrativa, chegando ao ponto de apresentar o grande vilão da trama como mini nadadeiras nas mãos, entre os dedos.

Mais memorável do que Stromberg em si, o décimo filme apresentou o inimigo de Bond que seria uma das marcas registradas da franquia. O grandalhão Jaws (Tubarão, ainda se adequando ao tema submarino) de dentes de metal é o principal capanga aqui. Jaws, é claro, seria eternizado nas formas do “gigante” Richard Kiel. Essa não seria a última vez que viríamos o personagem na franquia.

Relatório

Nas palavras do próprio Roger Moore, O Espião que me Amava foi seu filme preferido dos que participou na franquia. E tenho certeza que nove entre dez fãs concordam com o saudoso ator. Foi o filme no qual esteve mais relaxado e que iria definir o tom para a personalidade de Moore como Bond. Fora isso, o prestígio do décimo filme da franquia se estendia para além de sua trama e em seus bastidores, a cena do clímax, por ter sido gravada num dos maiores sets da época, precisou recorrer à ajuda de Stanley Kubrick para aconselhar sobre a iluminação do grande estúdio. A direção de arte do longa acabou recebendo uma muito merecida indicação ao Oscar.

Outra categoria que terminou nomeado ao maior prêmio da sétima arte foi a canção tema de Carly Simon, “Nobody Does it Better”, além da trilha composta desta vez por Marvin Hamlisch, substituindo John Barry. O sucesso planejado se concretizou e O Espião que me Amava dobrou em bilheteria o alcançado por seu predecessor, além de arrecadar em sua maioria críticas positivas. O mais importante êxito que conquistava, no entanto, era definir de uma vez por todas Roger Moore como “o” 007 dos anos 70. Curiosamente, os créditos finais do filme prometiam a sequência de Somente para Seus Olhos, porém, o maior competidor de qualquer filme para o ano de 1977, uma pequena produção chamada Star Wars, iria alterar a ordem dos fatores para o próximo filme. Mas isso é assunto para a próxima matéria.

Confira o que Stephen King achou do terror ‘Um Lugar Silencioso’

Com a promessa de se tornar um dos maiores sucessos do gênero em 2018, o terror ‘Um Lugar Silencioso‘ conseguiu chamar atenção do mestre Stephen King, que postou em suas redes sociais suas impressões sobre o filme. Confira:

“‘Um Lugar Silencioso’ é um trabalho extraordinário. A atuação é sensacional, mas o principal é o SILÊNCIO, com um trabalho de câmera que poucos são capazes de fazer.”

Por sua vez, o diretor do filme John Krasinski reagiu de forma divertida no Twitter, “Cérebro… não está processando. Não desmaie, John. Não desmaie… Tarde demais.”

‘Star Trek: Discovery’: 2ª temporada ganha trailer completo; Assista!

A CBS All Access divulgou o trailer completo da 2ª temporada de ‘Star Trek: Discovery.

Confira:

A série foi criada por Bryan FullerAlex Kurtzman. Este último, além de ser o roteirista e produtor da nova trilogia ‘Star Trek‘, também assumirá como showrunner na nova temporada.

Ambientada dez anos antes dos acontecimentos da série original, ‘Star Trek: Discovery‘ mostra pela primeira vez o início da história da Federação. Com uma ameaça de guerra no horizonte, o primeiro oficial Michael Burnham encontra novos mundos, espaçonaves e vilões em sua jornada pelo universo.

Sonequa Martin-Green, Doug Jones, Shazad Latif, Anthony Rapp, Mary Wiseman, Jason Isaacs e Emily Coutts estrelam.

O segundo ano de ‘Star Trek: Discovery‘ irá estrear no dia 17 de janeiro de 2019.

Transmitida entre 1966 e 1969, ‘Star Trek‘ teve três temporadas e 79 episódios produzidos, além de servir como base para várias séries derivadas.