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‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’: Marvel já tem diretor em vista para o projeto; Saiba quem é!

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused , o diretor Adam McKay revelou que está negociando com a Marvel para assumir a direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3′, após ter ajudado a roteirizar o primeiro ‘Homem-Formiga‘.

O diretor tem no currículo filmes como ‘A Grande Aposta‘ (2015) e ‘Quase Irmãos‘ (2008).

“Sim, eu conversei com a Marvel [para dirigir Guardiões da Galáxia 3]. Há algum tempo, conversamos para eu dirigir um filmes dos Inumanos, que acabou virando série. Desde então seguimos conversando. Acho o que Kevin Feige faz fantástico.”, afirmou.

Guardiões da Galáxia Vol. 3′ tem sido alvo de diversas incertezas desde a saída de James Gunn da direção. Mas a Marvel parece estar dando prioridade para o projeto.

Recentemente, o jornalista do Slash Film, Peter Sciretta, teve acesso a um roteiro e que “fez os jornalistas chorarem ao concluírem a leitura”.

Confira o tweet:

“Se eu tivesse falado com duas pessoas diferentes, que de algum modo leram o roteiro de James Gunn para ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ e os dois tivessem me dito que o texto os fizeram chorar, não poderia dizer nada mais além disso.”

Por enquanto, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ não possui data de estreia.

Trailer banido de ‘Homem-Aranha’ é relançado em alta resolução

Quando o primeiro trailer de ‘Homem-Aranha‘ (2002) foi divulgado em 2001, ele parou a internet. Porém, semanas depois, um ataque terrorista derrubou as torres gêmeas do World Trade Center.

No vídeo, o herói parava um grupo de bandidos em um helicóptero – bem no meio das torres que tinham acabado de ser derrubadas.

Hoje, o vídeo foi relançado remasterizado e em alta resolução.

Assista:

Sam Raimi filmou toda a sequência de ação apenas para usar no trailer. ‘Homem-Aranha‘ arrecadou US$ 822 milhões mundialmente.

 

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/1545939752104069?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Dica de um ÓTIMO filme de suspense da Netflix no estilo ‘Efeito Borboleta’

Tá buscando novidades pra assistir na Netflix, mas está com a sensação de que já viu tudo que tá disponível ali?

Hoje, o editor-chefe Renato Marafon traz uma dica de um ótimo suspense para você assistir na plataforma.

Assista:

Uma inusitada interferência entre duas épocas diferentes faz com que Vera, uma mulher casada e feliz, salve a vida de um menino que morou em sua casa há 25 anos. O ato de bondade distorce a realidade e Vera acorda em uma realidade totalmente diferente, na qual sua filha nunca nasceu e ela não chegou a conhecer seu marido.

O filme espanhol não é novo – é de 2018, disponibilizado na plataforma de streaming em março de 2019 –, porém, com a constante alta de ‘La Casa de Papel’, o longa volta a ficar em evidência, afinal, tem ninguém menos que Álvaro Morte no elenco, o nosso queridinho Professor.

Crítica | Durante a Tormenta – Professor de ‘La Casa de Papel’ em Suspense Hitchcockiano da Netflix

Se trouxer Chadwick Boseman de volta em CGI em ‘Pantera Negra 2’, Marvel quebrará “promessa”

Após a trágica morte de Chadwick Boseman, vítima de um câncer, aos 43 anos, a Marvel estaria considerando trazer o ator de volta em CGI em ‘Pantera Negra 2‘.

A informação foi revelada pela jornalista insider Grace Randolph, que afirmou que a sequência abriria com uma grande batalha em Wakanda – que terminaria na morte de T’Challa, e Shuri (Letitia Wright) assumiria o manto da Pantera Negra.

Caso decida ‘ressuscitar’ o ator em computação gráfica para encerrar seu arco, a Marvel vai se contradizer.

Durante uma entrevista para o Yahoo em 2019, Victoria Alonso, vice-presidente de produção do estúdio, disse que “prometeu” que eles nunca considerariam usar CGI para recriar uma pessoa.

“A captura de movimentos é incrível quando vemos um ator se transformar no Hulk ou no Thanos, como fizemos com Mark Ruffalo e Josh Brolin. O mesmo acontece quando rejuvenescemos um ator, como Samuel L. Jackson e Michael Douglas. Mas o resultado é bom porque eles estão lá como suporte… Reviver um ator é um processo muito mais complicado. Por enquanto, não temos planos de fazer isso.”

Craig Hammack, supervisor de efeitos visuais da ILM, que trabalhou em ‘Capitã Marvel‘, disse que trazer alguém de volta dos mortos é uma questão moral e filosófica.

“Espero que esses efeitos não sejam usados de forma irresponsável, pois estamos lidando com a imagem de alguém que não está mais entre nós. Pessoalmente, não quero ver algo que não seja a atuação de uma pessoa em carne e osso.”

Os efeitos de rejuvenescimento através de CGI se tornaram muito populares atualmente, principalmente em filmes do MCU e da saga ‘Star Wars‘. O recurso foi usado até mesmo para reviver atores que já faleceram, como Peter Cushing (1913 – 1994), que teve sua imagem reproduzida em ‘Rogue One‘ (2016).

A Disney também já usou o mesmo recurso para trazer de volta a atriz Carrie Fisher, como a Leia em ‘Star Wars: Ascensão Skywalker‘, após sua morte em dezembro de 2016.

Segundo Grace Randolph, a ideia da Marvel para ‘Pantera Negra‘ é usar imagens já gravadas pelo ator e combiná-las com dublês de corpo e efeitos digitais.

Confira:

“Ouvi dizer que eles estão fazendo um dublê digital de #ChadwickBoseman que parece muito real… O plano atual é que #TChalla morra em batalha no início do filme e #Shuri se torne a nova #PanteraNegra”, afirmou.

Em entrevista à Net-a-Porter, Letitia Wright revelou que voltar sem Boseman seria estranho.

“Ainda estamos de luto por Chad, então não é algo que eu queira pensar. A ideia de fazer isso sem ele é meio estranha. Estamos apenas sofrendo no momento, então estamos tentando encontrar a luz no meio disso”, revelou.

Vale lembrar que a personagem eventualmente se torna a soberana de Wakanda nos quadrinhos originais.

Em outubro do ano passado, Ryan Coogler assinou o contrato para retornar como roteirista e diretor de ‘Pantera Negra 2‘, depois de sua entrada excepcional no MCU com o filme que arrecadou mais de 1,3 bilhão de dólares no mundo inteiro.

O filme também tornou-se o primeiro do gênero super heroico a ser indicado para a categoria de Melhor Filme no Oscar.

‘Invocação do Mal 3’ traz os Warrens “no escuro, desprotegidos e a ponto de terem sua fé testada”

Uma coisa que tem sido marca registrada na franquia Invocação do Mal é sua conexão com outros títulos, como ‘Annabelle’ e ‘A Freira’.

O primeiro filme da trilogia apresentou a demoníaca boneca ‘Annabelle‘, uma aparição tão bem-sucedida que lhe rendeu três filmes e mais uma aparição em ‘Invocação do Mal 2‘.

Falando nisso, a sequência lançada em 2016 introduziu o demônio Valak, que mais tarde ganhou seu próprio filme, intitulado ‘A Freira’ (2018).

No entanto, essas conexões não vão acontecer em ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’, e há um bom motivo para isso.

Em uma coletiva à imprensa para divulgar o filme, o diretor Michael Chaves (‘A Maldição da Chorona’) brincou ao dizer que:

“Poderia ser como ‘Vingadores: Ultimato‘, poderíamos trazer Bathsheba, Valak, o Homem-Torto, a Freira, a festa seria completa… Mas não, com certeza não. Este filme precisava funcionar por si só.”

Ele explicou que:

“Desta vez, os Warren estão enfrentando algo que nunca enfrentaram antes, então queríamos dar mais espaço e exclusividade para esta parte da história deles, sem usarmos influências externas dos outros filmes.”

A julgar pelo trailer e pelos cartazes em que o casal aparece amedrontado, não há dúvida de que eles vão enfrentar algo que vai abalar sua carreira como demonologistas.

Chaves ainda explicou que ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘ será o mais perturbador e desconfortável da trilogia porque:

“Neste filme, Ed e Lorraine estão nus no escuro, desprotegidos e a ponto de terem sua fé testada. Eles estão lidando com algo que é mais astuto do que eles, então seu medo e suas dúvidas são transmitidas para o público. Este será o primeiro filme a mostrar uma tragédia real.”

Ele continuou, alertando que nem sempre há finais felizes:

“Até este ponto, nunca houve realmente uma vítima em um filme da franquia. Existem histórias de casas mal-assombradas, onde Ed e Lorraine Warren saem vitoriosos, este é o ponto de conforto dos filmes. Mas, desta vez, há uma vítima real. Por ser um caso diferente em muitos aspectos, trabalhamos com a ideia de que às vezes um exorcismo não sai como o planejado. Nem sempre há um final feliz… Mas tentar encontrar uma reflexão a partir dos erros também é algo reflexivo na jornada do casal.” 

E aí, você está ansioso?

Descrição dos primeiros 11 minutos de ‘Invocação do Mal 3’ [EXCLUSIVO]

Lembrando que o longa chega aos cinemas nacionais em 03 de junho. 

Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio’ revela uma história assustadora de terror, assassinato e um desconhecido mal que chocou até os experientes investigadores de atividades paranormais Ed e Lorraine Warren. Um dos casos mais sensacionais de seus arquivos, começa com uma luta pela alma de um garoto, depois os leva para além de tudo o que já haviam visto antes, para marcar a primeira vez na história dos Estados Unidos que um suspeito de assassinato alegar ter tido uma possessão demoníaca como defesa.

O elenco ainda conta com Ruairi O’Connor, Sarah Catherine Hook, Julian Hilliard, Charlene Amoia, Paul Wilson e Sterling Jerins.

Nos EUA, o longa estreia em 04 de junho nas telonas e na HBO Max.

Terminam as filmagens de ‘Aquaman 2’ e James Wan posta foto de Jason Momoa e Patrick Wilson

Aquaman e o Reino Perdido‘ teve suas filmagens oficialmente encerradas em Malibu e o diretor James Wan postou uma foto ao lado de Jason Momoa e Patrick Wilson.

Wan agradece ao elenco e à equipe por seus esforços no filme, observando que 95% dele foi filmado no Reino Unido. O diretor continua dizendo que tem um “caminho muito longo” a percorrer antes da hora de compartilhar o “pequeno” filme.

Confira a foto, imagens oficiais e a sinopse:

 

 

Quando um antigo poder é libertado, Aquaman deve forjar uma perigosa aliança com um aliado improvável para proteger Atlântida – e todo o mundo – de uma devastação irreversível.‎

Recentemente, Yahya Abdul-Mateen II revelou que o Arraia Negra será um líder estrategista na sequência e não apenas como um louco em busca de vingança.

“Ele está de volta para mais lutas, sem dúvida, e em grande forma. Mas, além disso, foi ótimo ver que ele parece estar no comando de algo, um pouco mais do seu estilo de liderança, um pouco mais de sua personalidade e estratégia.” 

Vale lembrar que o filme tem estreia marcada para 16 de dezembro de 2022. 

Além de Jason Momoa e Amber Heard, o elenco conta com o retorno de Dolph Lundgreen Temuera MorrisonJani ZhaoIndya MooreVincent Regan foram as novas adições ao time.

James Wan retorna como diretor.

Lançado em 2018, ‘Aquaman‘ arrecadou US$ 1,148 bilhão pelo mundo, tornando-se um dos maiores sucessos financeiros da DC em parceria com a Warner Bros.

Filme com Brad Pitt na pegada de ‘Interestelar’ estreia na Netflix fazendo sucesso

A ficção científica ‘Ad Astra: Rumo às Estrelas‘, estrelada por Brad Pitt, estreou na Netflix fazendo sucesso. O filme figura no TOP 10 de filmes mais vistos do streaming. 

O longa, que foi chamado de uma “odisseia otimista” e “uma jornada interior intelectualmente sofisticada”, conquistou a marca de 84% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 7.92/10 baseada.

O consenso geral diz que “[O filme] encarna uma jornada visualmente arrepiante através da vastidão do espaço, enquanto cria uma ambiciosa jornada entre pais e filhos”.

Assista ao trailer e confira algumas avaliações:

“Essa é uma narrativa avulsa e mítica; quanto mais expansiva sua visão se torna, mais voltado para o interior seu foco se torna. Mesmo com uma narrativa linear que nunca diminui a velocidade, uma sequência de perseguições que parece a Estrada da Fúria na lua e uma visão suspensa da galáxia que abre espaço para inúmeras surpresas inesperadas (cuidado com as marcas de garras dentro de uma nave espacial aparentemente abandonada), Ad Astra ainda é uma das odisseias mais ruminativas, retraídas e curiosamente otimistas deste lado do Solaris. É também uma dos melhores”. – David Ehrlich (IndieWire)

“Por mais potente que seja essa premissa, com sua dinâmica de Marlow-Kurtz entre o filho narrador e o pai fora da grade que ele presumiu estar morto há muito tempo, ela se desenrola de uma maneira que facilita mais a admiração do que o arrebatamento total da audiência. Talvez porque os tropos de gênero de Ad Astra, por mais impressionantes que sejam, também são familiares – um pouco de Gravidade aqui, os inevitáveis ​​acenos de 2001: Uma Odisséia no Espaço por lá. Essa saga episódica parece arrancada por eles, em vez de habitar totalmente o terreno. Indo de uma provação homérica para outra, o filme pode ser teimosamente sem envolvimento”. – Sheri Linden (The Hollywood Reporter)

“Em Ad Astra, Apocalypse Now é o quadro em que Gray está pendurado … outro quadro. Ainda estamos falando sobre  Apocalypse Now, 40 anos depois, mas não tenho certeza de que falaremos sobre Ad Astra em quatro semanas… o que ajudaria mais seria se o filme tivesse um fator uau genuíno gravado em sua ficção científica retrô. Espero que James Gray, como diretor, continue a explorar mundos desconhecidos, mas mesmo o seu culto de fãs pode achar difícil ficar muito empolgado com um filme que, por trás de suas aparências espaciais, é convencional. ” – Owen Gleiberman (Variety)

“Assim como o último filme de Gray, A Cidade Perdida de Z, Ad Astra pode parecer um conto de aventura tradicional, mas, na realidade, é uma jornada interior intelectualmente sofisticada e meticulosamente trabalhada, na qual um homem solitário luta com seus demônios. Para ter certeza, há uma familiaridade com essa configuração do Heart Of Darkness – e a voz sussurrada de Roy geralmente acrescenta outro nível de convencionalidade. Mas, apesar dessas limitações – e do fato de [Liv] Tyler ser relegada a um papel esquelético de Amante desapontada -, este filme cativante se aprofunda nos temas de pai e filho”. -Tim Grierson (Screen Daily)

“Emocionalmente, o filme opera em uma área cinzenta clássica, com redemoinhos quase imperceptíveis que se transformam em uma poderosa chave existencial. Tudo isso, deve-se dizer, repousa sobre os ombros de Pitt – que parecem ombros muito diferentes, de alguma forma, daqueles que se arrastaram de maneira tão atraente em Era Uma Vez em Hollywood. Seu desempenho aqui é tão emocionante e intimidador quanto seu trabalho para Tarantino foi espirituoso e amplo – é o verdadeiro estrelato do cinema e preenche uma tela do tamanho de um sistema estelar”. – Robbie Collin (The Telegraph)

“O último longa-metragem de Gray, o deslumbrante e triste drama de exploração A Cidade Perdida de Z, exibia obras de arte igualmente impressionantes. Mas em Ad Astra, Gray é capaz de trabalhar em uma escala muito maior. Claro, muitas das estéticas do filme lembram outras aventuras sombrias no espaço – mas Gray afirma sua própria voz, sua própria perspectiva. Gray está cutucando algo como Roy McBride, arranhando o uivo do universo para ver o que está fazendo barulho”. – Richard Lawson (Vanity Fair)

“Existencial, mas também íntimo, Ad Astra é uma exploração impressionante e sensível do espaço deixado por um pai ausente – e o vazio infinito do espaço real”. – John Nugent (Empire)

“Este filme é brilhantemente escolhido por Douglas Aibel (‘Depois do Casamento’), com Jones apresentando uma de suas melhores performances em anos como um homem tão completamente desalojado da realidade que considera um abismo sobrenatural como seu verdadeiro lar. Ele é implacável, melancólico e aterrorizante ao mesmo tempo”. – Candice Frederick (The Wrap)

Dirigido por James Gray (‘Z: A Cidade Perdida‘), o título original do filme significa “para as estrelas” em latim.

Roy McBride (Pitt) viaja para os limites do sistema solar para encontrar seu pai desaparecido e desvendar um mistério que ameaça a sobrevivência do nosso planeta. Sua jornada revelará segredos que desafiam a natureza da existência humana e nosso lugar no cosmos.

O elenco ainda conta com Tommy Lee Jones, Ruth Negga, Liv Tyler e Donald Sutherland

Novo ‘Jogos Vorazes’ lidera nas bilheterias do Brasil, apesar de arrecadar bem MENOS que os anteriores

A pré-sequência ‘Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes‘ conseguiu arrecadar US$ 98.5 milhões em seu primeiro final de semana nas bilheterias mundiais.

No Brasil, o filme fez R$ 9,8 milhões e liderou as bilheterias, levando 712 mil espectadores aos cinemas.

Mesmo assim, a arrecadação foi BEM mais baixa que os filmes anteriores da franquia. Para se ter uma ideia, ‘Jogos Vorazes: A Esperança – O Final‘ levou mais de 1 milhão de pessoas aos cinemas em seu primeiro final de semana.

Confira o Top 10:

filmerenda (R$)
1Jogos Vorazes – A cantiga dos pássaros…9.812.000
2As Marvels3.628.000
3Five nights at Freddy’s – O pesadelo sem fim2.043.000
4Trolls 3 – Juntos novamente1.115.000
5Taylor Swift – The Eras Tour534.000
6Assassinos da lua das flores512.000
7Mussum, o Filmis274.000
8Ó paí, ó 2162.000
9Patrulha Canina – Um filme superpoderoso125.000
10Nina – A heroína dos sete mares118.000

 

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 44 milhões. Apesar de ter alcançado o topo das bilheterias no país, o valor ficou abaixo das projeções, que indicavam uma estreia em torno de US$ 50 milhões.

Em contrapartida, a produção surpreendeu internacionalmente, onde arrecadou US$ 54.5 milhões através de 87 mercados.

O TOP 5 dos maiores mercados conta com o Reino Unido (US$6.7M), Alemanha (US$4.8M), China (US$4.5), França (US$4.1M) e México (US$3.7M).

Além disso, o longa arrecadou US$ 7.3 milhões no formato IMAX (incluindo US$ 3.2 milhões em 74 mercados internacionais).

DUAS-CARAS! Foto de ‘Coringa: Delírio a Dois’ apresenta o Harvey Dent…

Foi divulgada a primeira imagem do ator Harry Lawtey como Harvey Dent em Coringa: Delírio a Dois’. A versão que aparecerá no filme é a versão do promotor público do personagem que ainda não teve um acidente com ácido.

Na imagem, o Dent de Lawtey faz comentários na frente das câmeras de notícias sobre o que Arthur Fleck de Joaquin Phoenix fez durante o filme original.

Confira, com o primeiro clipe que traz Lady Gaga como a Arlequina conversando com o Coringa:

harvey dent in joker 2
harvey dent in joker 2

Lembrando que segundo Shawn Robbins, do Box Office Theory, o longa almeja a uma estreia entre US$120 e US$150 milhões apenas nos Estados Unidos – um montante considerável para um projeto desse calibre. Todavia, a venda de ingressos ainda não começou e, nas próximas semanas, as projeções devem se tornar mais certeiras.

A encargo de comparação, ‘Deadpool e Wolverine’, o título mais recente da Marvel Studios, abriu com estrondosos US$211 milhões, quebrando inúmeros recordes de arrecadação que se estendem até hoje (um mês depois de seu lançamento).

O valor, entretanto, é maior que a abertura do filme de 2019 – que arrecadou US$93,5 milhões e assegurou mais de US$1 bilhão em seu período de exibição nos cinemas.

Vale lembrar que o filme ganhou classificação indicativa para maiores de 18 anos devido a cenas de violência, linguagem inapropriada, nudez completa e sexo.

Essa é a mesma classificação do filme anterior, mas a sequência deve ser um pouco menos perturbadora, já que o original foi classificado para maiores por “extrema violência sangrenta”.

O longa será um musical. A decisão de transformá-lo em um musical dividiu os fãs, mas o filme está sendo descrito como um “jukebox”.

Para quem não está familiarizado, musicais jukebox são aqueles que usam canções populares interpretadas pelos próprios atores, como vimos em ‘Mamma Mia!’ e ‘Moulin Rouge!’.

Segundo a Variety, o filme apresentará pelo menos 15 reinterpretações de músicas “muito conhecidas”, além de algumas canções originais. Uma das músicas em destaque será “That’s Entertainment”, do musical ‘The Band Wagon’ (1953).

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

A estreia acontece em 04 de outubro de 2024.

 

Suspense com Liam Neeson SANGRENTO e imprevisível merece ser visto no Prime Video

Vamos falar agora sobre o novo filme protagonizado por Liam Neeson que entrou recentemente na Prime Video, chamado Na Terra de Santos e Pecadores.

O longa-metragem é dirigido pelo norte-americano Robert Lorenz, em seu terceiro projeto atrás das câmeras após uma carreira de sucesso como produtor de alguns filmes de Clint Eastwood, como: Sobre Meninos e Lobos e Menina de Ouro.

Exibido no Festival de Veneza ano passado, nesse projeto somos apresentados a um choque entre a frieza e as desilusões pelo olhar de um protagonista, um clássico anti-herói, em total crise existencial que se vê envolvido em um último conflito ligando seu passado à vida que quer abandonar.

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

Assista ao trailer:

O ar fúnebre se mistura as reflexões sobre ideologia, dentro do contexto de uma guerra política que causou caos a terceira maior ilha da Europa. A narrativa é empolgante, com o ritmo dosado, explicando de forma trivial paralelos interesses, como um contorno do discurso que bate de frente com o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski. Numa linda paisagem, o contraste com o violência é uma marca e assim vamos aos poucos entendendo as crises existenciais que se amontoam, toda essa parte é muito bem conduzida pelo olhar detalhista de Lorenz que consegue extrair não só os dilemas mas preenche as lacunas de muitos porquês.

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Esse é um filme onde os personagens se mostram muito presentes em cada espaço. E nesse campo aberto rumo ao imprevisível, já inserido na iminência de uma guerra civil, de um lado um assassino experiente em crise existencial, já não sabendo mais lidar com o ganha pão que escolheu, do outro um grupo de jovens imersos nos limites emocionais de sua incursão à revolução que escolheram, um modo de vida instável sempre à espera das consequências dos atos que se seguem. Heróis e vilões ganham interpretações diversas. Ajudam a contar essa história três excelentes artistas irlandeses indicados ao Oscar: Liam Neeson, Kerry Condon e Ciarán Hinds.

Algo que o cinema faz como muitas artes, não deixar cair no esquecimento, se junta à força de um discurso. Esse projeto, mesmo sendo uma total ficção, é mais um capítulo na vasta história que liga o famoso grupo paramilitar IRA, que passou por diversas modificações ideológicas desde seu início lá em 1919, à conflitos por toda a Irlanda.

Suspense com Liam Neeson que estreou no Prime Video é SANGRENTO, pulsante e imprevisível

Sangrento, pulsante, imprevisível. Vamos falar agora sobre o novo filme protagonizado por Liam Neeson que entrou recentemente na Prime Video, chamado Na Terra de Santos e Pecadores.

Exibido no Festival de Veneza ano passado, nesse projeto somos apresentados a um choque entre a frieza e as desilusões pelo olhar de um protagonista, um clássico anti-herói, em total crise existencial que se vê envolvido em um último conflito ligando seu passado à vida que quer abandonar. O longa-metragem é dirigido pelo norte-americano Robert Lorenz, em seu terceiro projeto atrás das câmeras após uma carreira de sucesso como produtor de alguns filmes de Clint Eastwood, como: Sobre Meninos e Lobos e Menina de Ouro.

Na trama, ambientada em meados da década de 70, conhecemos o assassino de aluguel Finbar (Liam Neeson), um homem já amargurado pelo seu passado que após a morte da esposa vem aos poucos começando a repensar suas escolhas e os rumos para o futuro. Morando numa vila de poucos habitantes, longe dos agitados dias de tensão política na outra parte da Irlanda, ele enfim resolve se aposentar. Mas a chegada ao local de um grupo associado ao IRA, liderado por Doireann (Kerry Condon) faz Finbar repensar algumas questões.

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O ar fúnebre se mistura as reflexões sobre ideologia, dentro do contexto de uma guerra política que causou caos a terceira maior ilha da Europa. A narrativa é empolgante, com o ritmo dosado, explicando de forma trivial paralelos interesses, como um contorno do discurso que bate de frente com o clássico Crime e Castigo de Dostoiévski. Numa linda paisagem, o contraste com o violência é uma marca e assim vamos aos poucos entendendo as crises existenciais que se amontoam, toda essa parte é muito bem conduzida pelo olhar detalhista de Lorenz que consegue extrair não só os dilemas mas preenche as lacunas de muitos porquês.

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Esse é um filme onde os personagens se mostram muito presentes em cada espaço. E nesse campo aberto rumo ao imprevisível, já inserido na iminência de uma guerra civil, de um lado um assassino experiente em crise existencial, já não sabendo mais lidar com o ganha pão que escolheu, do outro um grupo de jovens imersos nos limites emocionais de sua incursão à revolução que escolheram, um modo de vida instável sempre à espera das consequências dos atos que se seguem. Heróis e vilões ganham interpretações diversas. Ajudam a contar essa história três excelentes artistas irlandeses indicados ao Oscar: Liam Neeson, Kerry Condon e Ciarán Hinds.

Algo que o cinema faz como muitas artes, não deixar cair no esquecimento, se junta à força de um discurso. Esse projeto, mesmo sendo uma total ficção, é mais um capítulo na vasta história que liga o famoso grupo paramilitar IRA, que passou por diversas modificações ideológicas desde seu início lá em 1919, à conflitos por toda a Irlanda.

‘Thor: Ragnarok’ – Chris Hemsworth, Mark Ruffalo e Cate Blanchett brincam no Halloween

Thor: Ragnarok já é o mais novo sucesso da Marvel Studios. Com 95% de aprovação da imprensa especializada e US$109 milhões em caixa, sem contar os EUA onde o filme só estreia amanhã, o terceiro filme do Deus do Trovão tem tudo para ser outro fenômeno da casa de ideias.

Aproveitando o lançamento do filme nas terras do Tio Sam, e o recente dia das bruxas, o marketing da produção lançou este novo vídeo, no qual Chris Hemsworth e Mark Ruffalo brincam com Cate Blanchett. Assista abaixo.

No vídeo, Hemsworth e Ruffalo resolvem ligar para Blanchett e desejar um feliz ‘Hela-ween’, trocadilho com o nome da vilã do filme, Hela. A brincadeira não sai tão bem para eles.

Thor: Ragnarok estreou no Brasil no dia 26 de outubro. E você, já assistiu?

Crítica | Megatubarão – Filme B em toda a sua glória mainstream

Do Fundo do Mar

Foi na década de 1950 que a ficção científica deu origem ao cinema B – filmes que tinham boas ideias e boas intenções, mas pouco dinheiro. É claro que os orçamentos mais folgados iam para as produções tidas como “sérias”, já que tal subgênero era visto como item para poucos e uma aposta verdadeiramente arriscada.

Corta para 2018, era onde o conceito “é cool ser trash” está mais do que cimentado na cultura popular e a ficção científica, terror, ação, super-heróis e tudo que for absurdo é exatamente o tipo de material mais consumido pelo grande público.

Dentro deste contexto, filmes como Megatubarão deixam o ceticismo de lado para se consagrarem como produção indispensável. Devo mencionar também que o longa usa um quesito muito adorado pelos fãs que compram este tipo de produto: tubarões.

Desde Tubarão (1975), de Steven Spielberg, as ferozes criaturas marinhas nunca mais abandonaram seu status no audiovisual. Tudo bem que os peixes assassinos atualmente figuram muito mais em projetos filmados para canais de TV, vide SyFy, onde estrelam filmes de baixo orçamento e alto índice de valor culposo.

Agora, a Warner joga os holofotes numa grandiosa produção estrelada pelo bicho pré-histórico. Com o orçamento em torno de US$150 milhões, Megatubarão é um filme gigante dentro e fora das telas, digno dos maiores e mais caros blockbusters da atualidade.

Curiosamente, durante muito tempo o longa era apenas uma ideia insana, muito similar ao que se teve em Serpentes a Bordo (2006). Pense no conceito mais alucinado e absurdo, e desenvolva uma premissa. Ela pode ser: cobras soltas em um avião ou um tubarão de 25 metros aterrorizando pessoas. Tais conceitos esdrúxulos vieram a se concretizar de forma empenhada.

Na verdade, Megatubarão é mais do que apenas uma ideia inacreditável para um filme, é baseado em um livro (acredita se quiser), escrito por Steve Alten. O roteiro escrito a três mãos (e precisa de tanto?) por Dean Georgaris (Sob o Domínio do Mal), Jon Hoeber (Battleship) e Erich Hoeber (Red – Aposentados e Perigosos) vai direto ao ponto sem perder muito tempo. No processo, porém, esquece de criar bons personagens e cenas emblemáticas. O humor até existe e satisfaz, embora para este tipo de filme escalafobético, quanto mais comicidade intencional, melhor.

Por outro lado, é preciso ser justo. E na proposta de tensão, suspense e momentos nervosos, Megatubarão se sai bem. Existe uma sensação inquietante permeando cada momento do filme. O sentimento de falsa quietude é constante e o diretor Jon Turteltaub (A Lenda do Tesouro Perdido) mostra o que aprendeu na escola Spielberg de esconder a criatura até o momento certo.

Na trama, Jason Statham é o líder de uma equipe de resgate e é o melhor no que faz. Sua imagem fica manchada após uma operação na qual algumas pessoas terminam mortas. É durante este momento, que serve de abertura ao filme, que o protagonista tem seu primeiro contato com o monstro. Traumatizado, ele se exila. Mas logo é encontrado e trazido novamente para a ação quando sua ex-mulher necessita de ajuda.

O elenco de rostos reconhecíveis dá vida a papeis estereotipados, caprichando nas tintas simplistas que as produções do gênero costumam usar. Temos o herói destemido (Statham), o ricaço ambicioso (Rainn Wilson), a mocinha honrada (Li Bingbing), o alívio cômico (Page Kennedy), o melhor amigo (Cliff Curtis), o desafeto (Robert Taylor), a técnica em informática estilosa (Ruby Rose) e a criança (Sophia Cai) – que a menos não se encontra em perigo.

Megatubarão tem um ponto de partida interessante, com certo embasamento científico ao focar no desbravamento e mapeamento de territórios inexplorados nas profundezas do oceano. Depois, entrega justamente o que quem paga para assistir a um filme com este título deseja: adrenalina, tensão, medo, ação e bons efeitos. Além disso, os realizadores, por diversas vezes, planejam puxar o tapete debaixo de nossos pés, atingindo o objetivo na maioria.

Pronto para o consumo no mercado asiático – onde o público verdadeiramente vibra com tal tipo de produção, Megatubarão é satisfatório em sua proposta, cumprindo o prometido com honestidade e sem grandes desvios. A galhofa até consegue ser levada a sério (dentro do possível), tratado mais como os filmes de monstros no estilo Godzilla, do que algo como seu primo pobre, Sharknado, por exemplo. O único deslize que o longa poderia ter aprimorado seria criar personagens melhores para maior identificação com o público. É um bom passatempo, porém esquecível.

‘Footloose – Ritmo Louco’ na Netflix! Saiba Quais Atores e Atrizes Quase Protagonizaram o Clássico que Completa 40 anos em 2024!

“… so now I gotta cut Loose, footloose, kick off the Sunday shoes, please, Louise, pull me off of my knees, Jack, get back, come on before we crack, lose your blues, everybody cut footloose…”

Quem não conhece a canção Footloose, de Kenny Loggins? Mesmo os mais novos, que nunca assistiram a este verdadeiro clássico dançante da sétima arte, certamente já ouviram as melodias dessa música, mesmo que tenha sido em alguma festa de um parente mais velho. Essa é uma destas canções que precedem o filme para os quais foram criadas.

Os que nunca assistiram ao clássico e também os fãs irremediáveis deste verdadeiro ícone da década de 80 podem festejar dançando loucamente como o protagonista Ren McCormack (vivido por Kevin Bacon), pois a “dona” Netflix acaba de disponibilizar ‘Footloose’ em sua plataforma – dando início às comemorações de aniversário do longa, que completa 40 anos de seu lançamento em 2024.

Aqui, no entanto, ao invés de comentarmos essa querida obra inesquecível, iremos trazer uma matéria diferente, com curiosidades de bastidores. A proposta aqui é apresentar para você os atores que quase estiveram no lugar de Kevin Bacon no papel principal do filme. Já imaginou como seria com qualquer outro? E além disso, também as atrizes que fizeram teste e quase foram contratadas para viver a mocinha Ariel Moore, que terminou nas belas formas de Lori Singer. Confira abaixo.

Tom Cruise

Os produtores da Paramount Pictures que estavam fazendo ‘Footloose’ estavam de olho em Tom Cruise como a primeira opção para viver o protagonista Ren em seu filme. Isso porque o jovem ator os havia impressionado no ano anterior na comédia adolescente ‘Negócio Arriscado’, em especial pela cena em que dança só de cueca na sala de sua casa (cena icônica da época). No entanto, Cruise recusou a oferta e optou por estrelar o drama de esporte ‘A Chance’. Podemos dizer que não foi uma boa escolha para ele, pois você já ouviu falar de ‘A Chance’? Bem, Cruise abriu caminho para Bacon, mas não tem do que reclamar. Os dois dividiriam a cena em ‘Questão de Honra’ (1992).

Madonna

Já imaginou a “Material GirlMadonna em ‘Footloose’? Talvez o filme fosse ainda mais icônico hoje. Pois saiba que isso chegou muito perto de acontecer. Madonna chegou a testar para o papel de Ariel, a protagonista feminina do longa, que é filha do Pastor da cidade, mas não gosta de ouvir ordens de seus pais, sendo uma adolescente rebelde e independente. Essa atitude tem tudo a ver com Madonna, mas por alguma razão os produtores não a acharam certa para o papel. Vale lembrar que na época, Madonna não era a Madonna que conhecemos hoje, já que sua explosão com a música ‘Like a Virgin’ ocorreria no mesmo ano do lançamento de ‘Footloose’.

Daryl Hannah

Daryl Hannah era uma das loiras mais belas de Hollywood nos anos 80 e 90. Assim, é claro que a moça esteve na mira dos produtores de ‘Footloose’ para o papel de Ariel. Ao contrário de Madonna, que fez teste e não passou, Hannah gerava grande interesse dos produtores. Mas a atriz pôde se dar ao luxo de recusar a oferta. Porém, ao contrário de Tom Cruise, seria por uma boa causa. Acontece que Hannah disse não para ‘Footloose’ para ir protagonizar ‘Splash – Uma Sereia em Minha Vida’ ao lado de Tom Hanks, que seria lançado no mesmo ano, e igualmente se tornaria uma produção querida nos anos 80.

John Travolta

Acredite se quiser, mas o papel de Ren chegou a ser oferecido até mesmo para John Travolta, embora o ator fosse um pouco mais velho na época para viver um colegial – será que colaria? Precisamos levar em conta que Travolta é apenas 4 anos mais velho que Kevin Bacon, que ficou com o papel. É claro que o interesse em Travolta se deu porque o ator era conhecido por filmes dançantes na época, vide ‘Os Embalos de Sábado à Noite’ (1977) e ‘Grease’ (1978) – no qual viveu um colegial. Mas no lançamento de ‘Footloose’, Travolta já interpretava papeis mais adultos e não teria cabimento voltar a interpretar um adolescente. Para termos uma ideia, no ano seguinte a ‘Footloose’, ele viveu um jornalista cobrindo uma matéria em ‘Perfeição’ (1985), com Jamie Lee Curtis.

Rob Lowe

Outro que poderia ter sido o Ren de ‘Footloose’ foi o ator Rob Lowe, conhecido como parte do “brat pack”, dos jovens promissores dos anos 80. Lowe participou de ‘Vidas Sem Rumo’ (1983) ao lado de Tom Cruise, e foi dirigido por Francis Ford Coppola. Nos anos 80, estrelou diversos filmes badalados do período, com destaque para ‘O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas’ (1985). Porém, ao fazer o teste para ‘Footloose’, os produtores chegaram à conclusão de que precisariam de um rapaz que soubesse dançar bem, e esse não era o caso com Lowe, que viu o papel cair diretamente no colo de Kevin Bacon.

Elizabeth McGovern

Mais conhecida como a “clone hollywoodiana de Ana Paula Arósio”, Elizabeth McGovern começou em sua carreira bem jovenzinha, em filmes como ‘Gente como a Gente’ – ganhador do Oscar em 1981. Na fase adulta, ficaria mais conhecida como Cora Crawley, a Condessa de Grantham, na elogiadíssima série de época ‘Downton Abbey’ (2010-2015) e nos dois filmes derivados dela (2019 e 2022). McGovern foi outra que esteve na mira dos produtores para o papel de Ariel Moore em ‘Footloose’. Mas assim como Daryl Hannah, a atriz recusou a oferta na época em prol de outra produção. Falamos do épico de crime ‘Era uma Vez na América’, de Sergio Leone, lançado no mesmo ano.

Michelle Pfeiffer

Uma das maiores estrelas de Hollywood, a loiríssima Michelle Pfeiffer ficará para sempre eternizada em nossos corações como a melhor Mulher-Gato do cinema. Pfeiffer é uma atriz 3 vezes indicada ao Oscar, mas no início dos anos 80 não possuía a fama que viria a gozar no fim da mesma década. Pfeiffer foi uma das atrizes consideradas para o papel feminino principal de Ariel Moore, em especial graças ao desempenho da atriz no musical ‘Grease 2’, em 1982, que nem de perto fez o sucesso do original, mas se tornou um cult. No filme, Pfeiffer precisou cantar e dançar. A atriz seguiria para filmes maiores depois, como ‘Scarface’ e ‘O Feitiço de Áquila’.

Jamie Lee Curtis

Vencedora recente do Oscar, Jamie Lee Curtis é uma veterana de Hollywood, filha da realeza do cinema – seus pais são os lendários Tony Curtis e Janet Leigh. A atriz começou e fez fama no terror ‘Halloween’, ao qual ainda retorna até hoje. Mas nos anos 80 conseguiu destaque em filmes como ‘Trocando as Bolas’. Justamente por isso, Curtis foi considerada para o papel de Ariel em ‘Footloose’, que terminou nas mãos de Lori Singer. Por outro lado, Jamie Lee seguiu para estrelar ‘A Volta por Cima’, com Patrick Swayze e C. Thomas Howell, lançado no mesmo ano, e ‘Perfeição’, com John Travolta, no qual interpretou uma professora de ginástica, precisando dançar freneticamente em suas aulas.

Christopher Atkins / Brooke Shields

A Lagoa Azul’ foi um dos maiores sucessos do início dos anos 80, e entre outras coisas apresentou ao mundo uma dupla jovem muito promissora. Perdidos em uma ilha paradisíaca ainda na infância, um menino e uma menina crescem juntos e se tornam belos adolescentes nas formas de Christopher Atkins e Brooke Shields, descobrindo o despertar sexual. O filme virou sinônimo de Sessão da Tarde aqui no Brasil. Foi esse sucesso que chamou atenção dos produtores de ‘Footloose’.

Já imaginou se o casal das telas repetisse a dobradinha em mais um filme cult? Atkins era visado para o protagonista Ren, e Shields para Ariel. A atriz seguiu para a aventura da Cannon Films ‘Sahara’ e para o filme feito para a TV ‘Ouro e Cobiça’; enquanto Atkins foi estrelar o dançante ‘Uma Noite no Paraíso’, o filme para a TV ‘A Arma Secreta’ e 27 episódios da série ‘Dallas’, no papel de Peter Richards.

Jodie Foster

Finalizando a lista com os atores que quase estiveram no clássico atemporal ‘Footloose’, temos a atriz duas vezes vencedora do Oscar Jodie Foster. Recém-saída da quarta temporada da série de sucesso ‘True Detective’, que chegou ao final recentemente, e brindada com mais uma indicação ao Oscar este ano pelo drama ‘Nyad’, da Netflix, na época Foster não era o nome quentíssimo que é hoje. Na verdade, era uma jovem atriz não muito badalada ou conhecida, apesar de já carregar consigo uma indicação ao Oscar (pelo filme ‘Taxi Driver’). Foster foi considerada para o papel de Ariel, mas terminou estrelando a comédia ‘Um Hotel Muito Louco’ e o filme para a TV ‘Domínio Cruel’, de Claude Chabrol, ambos lançados no mesmo ano.

‘The First’: Nova série do Hulu, do criador de ‘House of Cards’, ganha trailer e cartaz

A nova série do Hulu, ‘The First‘, criada por Beau Willimon, o criador de ‘House of Cards’, ganhou o primeiro cartaz e trailer.

Confira:

Todos os 8 episódios serão lançados no serviço de streaming no dia 14 de setembro.

A produção foca nos desafios da primeira tentativa da humanidade em dar os passos em direção a uma colonização interplanetária e os perigos que os responsáveis pela missão enfrentam em Marte.

Em um comunicado, Willimon comentou sobre o teor da série:

“É uma história sobre o espírito humano. É sobre nossa necessidade indômita de alcançar horizontes desconhecidos. É sobre o preço desta visão, o perigo e o sacrifício – emocional, psicológico e físico – que é exigido para atingir esse objetivo. É sobre como pessoas comuns e imperfeitas se unem para superar obstáculos para atingir o extraordinário”.

‘Crawl’: Kaya Scodelario tenta sobreviver a crocodilos e furacão em novas imagens do terror

O terror ‘Crawl‘ ganhou novas imagens.

Confira:

Além de dirigir, Alexandre Aja (‘Viagem Maldita‘) também escreveu o roteiro com Shawn e Michael Rasmussen.

“A história gira em torno de uma jovem (Scodelario), que, enquanto luta para salvar seu pai durante um furacão de categoria 5, se encontra presa em uma casa inundada, lutando pela sua vida contra os predadores mais selvagens e temidos da Florida.”

Sam Raimi (‘Arraste-me Para o Inferno‘) irá produzir.

O filme é estrelado por Kaya Scodelario e Barry Pepper, ambos de ‘Maze Runner‘.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 12 de julho.

Tempestuoso reencontro familiar no trailer do drama ‘The Truth’; Assista!

O drama ‘The Truth‘, estrelado pelo Ethan Hawke, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é escrito e dirigido por Hirokazu Koreeda.

Uma reunião tempestuosa entre uma filha e sua mãe atriz, Catherine, no contexto do mais recente papel de Catherine em um filme de ficção científica como uma mãe que nunca envelhece.

O elenco ainda conta com Catherine Deneuve, Juliette Binoche, Clémentine Grenier, Manon Clavel e Alain Libolt.

‘Creepshow’: Ashley Laurence, de ‘Hellraiser’, entra para o elenco da 2ª temporada

De acordo com o Deadline, Ashley Laurence, do clássico ‘Hellraiser‘, participará da 2ª temporada de ‘Creepshow‘.

A atriz irá participar do episódio Pesticide, escrito por Frank Dietz, que acompanhará um exterminador que acaba fazendo uma barganha infernal.

O novo ciclo também contará com os atores Keith David, Josh McDermittAnna CampAdam Pally.

Greg Nicotero será responsável pela direção dos quatro primeiros segmentos da próxima temporada, que deve estrear apenas em 2021.

Confira o primeiro cartaz do segundo ano:

Vale lembrar que ‘Creepshow‘ já foi renovada para a 3ª temporada.

‘9-1-1’: Teaser da 5ª temporada promete um novo ciclo ÉPICO; Confira!

A FOX divulgou o primeiro teaser da 5ª temporada de ‘9-1-1‘.

Confira:

Vale lembrar que a série derivada ‘9-1-1: Lone Star‘ também já foi renovada para a 3ª temporada.

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco é formado por Angela Bassett, Peter Krause, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Jennifer Love Hewitt e Ryan Guzman.

‘A Vizinha da Mulher na Janela’: Kristen Bell espiona os vizinhos em novo clipe da série; Confira!

Para promover o lançamento do thriller cômico ‘A Vizinha da Mulher na Janela‘, estrelado por Kristen Bell (‘The Good Place’), a Netflix divulgou um novo clipe da produção.

Confira:

A produção será lançada na plataforma amanhã (28).

Na trama, para Anna (Bell), todos os dias são iguais. Olhando pela janela, com o coração partido e uma taça de vinho, vê a vida passar sem ela. Mas um vizinho bonitão (Tom Riley) se muda para a casa da frente, e as coisas parecem começar a mudar. Até que ela testemunha um terrível assassinato… ou será que foi só imaginação?

Rachel RamrasHugh DavidsonLarry Dorf entram como criadores.

Samsara Yett, Michael Ealy, Mary Holland, Shelley Hennig, Cameron Britton, Christina Anthony e Benjamin Levy Aguilar completam o elenco.

Lenda urbana SINISTRA ganha vida no trailer do terror ‘Feed’; Assista!

O terror ‘Feed‘ ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Dirigido por Johannes Persson, o longa é baseado em uma história real sobre a primeira mulher a ser morta por bruxaria na Suécia.

Um assassinato aterrorizante rapidamente se transforma em um mito sobrenatural online, tornando-se uma popular atração turística. Uma jovem estudante de medicina se junta ao seu namorado influencer para visitar o local. O objetivo deles é fazer possíveis turistas a acreditarem que uma antiga bruxa, Märit, vive no lago ao redor do acampamento comercial – mas eles logo percebem que Märit é mais do que uma simples história inventada de fantasma…

Molly Nutley, Sofia Kappel e Annica Liljeblad estrelam a produção.

Internacionalmente, o terror será lançado no dia 28 de outubro. No Brasil, segue sem previsão.

CONFIRMADO! Diretor de ‘A Morte te Dá Parabéns’ vai comandar ‘Pânico 7’

O site The Hollywood Reporter confirmou que Christopher Landon, conhecido por filmes como ‘Freaky – No Corpo de um Assassino‘ e ‘A Morte te Dá Parabéns‘, assumirá oficialmente a direção de ‘Pânico 7‘.

O cineasta irá substituir a dupla Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, que comandou os dois últimos filmes da franquia e seguirá envolvida como produtores executivos ao lado de Chad Villela.

Ainda não se sabe, no entanto, se James Vanderbilt e Guy Busick irão assinar o roteiro do novo filme.

Anteriormente, em conversa com o ComicBook.comJasmin Savoy Brown (Mindy), falou sobre suas expectativas para o sétimo filme.

Em suas palavras, Brown compartilhou suas ideias sobre o que gostaria de ver em uma continuação, incluindo um confronto mais direto com o icônico vilão Ghostface. “Eu gostaria de ver a Mindy na terceira parte”, ela comentou.

“Egoisticamente, eu só quero estar presente para isso, como ela disse no final de ‘Pânico VI’, ‘Ah, eu perdi o monólogo de novo?’ Eu gostaria de vê-la presenciando o monólogo. Seria interessante se ela tivesse uma ligação telefônica com Ghostface. Não tenho certeza do que ela faria com isso, poderia ser realmente engraçado. Qualquer uma dessas opções, eu ficaria feliz.”

Brown também abordou a possibilidade dos sobreviventes do quarteto principal enfrentarem ameaças individuais de Ghostface em futuros filmes da franquia.

“Bem, seria devastador, é por isso que isso vai acontecer em algum momento”, confessou a atriz. “É assim que essas franquias funcionam. O Dewey [David Arquette] morreu, admito, só aconteceu no quinto filme, mas ele morreu. Acho que é inevitável, mas estou curiosa para saber quem seria e como e por quê. É incrível que o Chad não tenha morrido, considerando que o cara foi basicamente eviscerado. Oh, meu Deus, foi insano, não consigo tirar aquela imagem da minha cabeça. Espero que não seja a Mindy a primeira a ir embora.”

‘Pânico VI‘ encerrou sua jornada nos cinemas com US$ 168.9 milhões arrecadados mundialmente. O longa original, lançado em 1996, arrecadou US$ 173 milhões mundialmente.

Vale lembrar que, com arrecadação de US$ 107.7 milhões nos EUA, o sexto capítulo se tornou a maior arrecadação doméstica da saga. Após quase 30 anos, o terror conseguiu superar o montante do longa original, que havia arrecadado US$ 103 milhões.

Crítica | ‘Pânico VI’ é um espetáculo gore e um dos melhores filmes da franquia

Disney anuncia novo spin-off de ‘A Casa da Raven’

De acordo com o Deadline, Raven-Symoné (‘As Visões da Raven’) assinou um novo acordo com a Disney Branded Television, no qual ela irá dirigir, produzir e desenvolver novos projetos para o canal e o serviço de streaming – com foco em séries de comédia.

O primeiro projeto, que a atriz irá dirigir e servir como produtora executiva, é ‘Alice in the Palace‘. A produção será um novo spin-off de ‘A Casa da Raven‘, que chegou ao fim após seis temporadas.

Por enquanto, apenas o episódio piloto foi encomendado.

Na trama, Alice (Mykal-Michelle Harris), a jovem prima da Raven, retorna para a Inglaterra e se reúne com a Duquesa Clementine (também interpretada por Harris), uma jovem da realeza que se parece exatamente como ela. No processo, Clementine pode experimentar como é a “vida normal”, enquanto Alice tem um gostinho de como é viver como uma monarca.

Jed Elinoff e Scott Thomas, de ‘A Casa da Raven‘, irão escrever o roteiro e também servirão como produtores executivos.

‘Hysteria!’: Série de TERROR é CANCELADA após uma temporada

O Peacock cancelou oficialmente a série de terror cômico ‘Hysteria!‘ depois de apenas uma temporada.

De acordo com o Deadline, a decisão não é uma surpresa, considerando que o seriado falhou em causar qualquer impacto no serviço de streaming. A notícia foi compartilhada alguns dias após o cancelamento de ‘Teacup‘, da mesma plataforma.

Na trama, quando um amado zagueiro do colégio desaparece durante o período do “pânico satânico” do final dos anos 1980, uma banda de heavy metal do ensino médio percebe que pode capitalizar o súbito interesse da cidade pelo ocultismo construindo uma reputação como uma banda de metal satânico, até que uma série de assassinatos bizarros, sequestros e atividades paranormais começam uma caça às bruxas cravejada que leva tudo diretamente de volta a eles.

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco ainda conta com Julie BowenAnna CampEmjay AnthonyChiara AureliaKezii Curtis, Garret DillahuntNolan North, Elijah Richardson, Milly Shapiro, Allison Scagliotti, Jessica TreskaBruce Campbell e Nikki Hahn.

Jordan Vogt-Roberts (‘Kong: A Ilha da Caveira’) irá dirige o primeiro episódio.

Matthew Scott Kane (‘Stitchers’) serve como roteirista e produtor ao lado de John Francis Daley, Jonathan Goldstein, Chris Bender e Jake Weiner.

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Twinless – Um Gêmeo a Menos

(Twinless)

 

Elenco:

James Sweeney
Dylan O’Brien
Lauren Graham

 

Direção: James Sweeney

Gênero: Drama

Duração: 100 min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 4 de Dezembro de 2025

Sinopse: 

Em TWINLESS – UM GÊMEO A MENOS, Roman, devastado pela perda repentina de seu irmão gêmeo, encara um luto que parece dilacerar não apenas sua rotina, mas sua própria identidade. Sem saber como seguir adiante e sentindo-se incompleto em um mundo que sempre viveu em dupla, ele decide participar de um grupo de apoio voltado a pessoas que também perderam seus irmãos gêmeos — um espaço onde o silêncio do luto é compreendido sem explicações.

É nesse ambiente de dor compartilhada que Roman conhece Dennis, um jovem igualmente marcado pela ausência e pelas memórias que insistem em não cicatrizar. À medida que se aproximam, nasce entre os dois uma amizade intensa, inesperada e profundamente complexa, capaz de preencher alguns vazios, mas também de revelar feridas que nenhum deles imaginava ter.

Conforme Roman e Dennis tentam reconstruir suas vidas, a relação entre eles se transforma em um ponto de luz e sombra, desafiando limites emocionais, confrontando identidades fragmentadas e levantando a pergunta: até onde a conexão com alguém que entende sua dor pode curar — ou reabrir — aquilo que se tentou esquecer?

Curiosidades: 

» Twinless – Um Gêmeo a Menos foi exibido no Festival do Rio.

» Dylan O’Brien protagoniza cenas QUENTES de sexo gay na comédia dramática ‘Twinless – Um Gêmeo a Menos’; Assista!

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» Além de dirigir e estrelar, James Sweeney também assina o roteiro do longa;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Razão e Sensibilidade

(Sense and Sensibility)

 

Elenco:

Daisy Edgar-Jones
Esmé Creed-Miles
Caitriona Balfe

 

Direção: Georgia Oakley

Gênero: Romance

Duração: 131 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 15 de Outubro de 2026

Sinopse: 

Em RAZÃO E SENSIBILIDADE, após perderem sua casa, as irmãs Elinor e Marianne Dashwood se mudam para uma propriedade distante, onde enfrentam desafios financeiros e descobrem as complexidades do amor na Inglaterra do século XIX.

Curiosidades: 

» O longa é baseado no primeiro romance da Jane Austin, publicamente originalmente em 1811, que a consolidou como uma força literária que permanece, até hoje, como um pilar da literatura inglesa;

Trailer:

Cartazes: 

razão e sensibilidade 2

Fotos: 

‘A Torre Negra’: Stephen King realiza sessão fechada na cidade que inspirou os livros

A Sony Pictures e o Stephen King realizaram uma sessão fechada de ‘A Torre Negra‘ para fãs e jornalistas.

Realizada em Bangor, Maine, o evento também contou com um prévio tour turístico pela cidade, onde os convidados puderam conhecer os pontos que inspiraram King a escrever livros como ‘It – A Coisa‘, ‘Carrie, a Estranha‘, entre outros.

A presença do autor como introdutor da sessão do filme foi uma surpresa, que pegou fãs da região e jornalistas desprevenidos.

Apesar das avaliações negativas por parte da crítica especializada norte-americana, a adaptação da aclamada obra de Stephen King, ‘A Torre Negra‘, estreou nos cinemas dos Estados Unidos em primeiro lugar, faturando US$ 19,5 milhões.

Confira o vídeo:

O filme está com a baixíssima marca de 16% de aprovação no site Rotten Tomatoes. E para te preparar para o que vem por aí, selecionamos as avaliações dos principais veículos.

Confira:

“A culminação de duração de 95 minutos de anos de esforços para trazer ‘A Torre Negra’ para as telonas é um completo desastre, é flácido, com uma casca pouco coerente”. – Dan Callahan, TheWrap

“Os céus sabem, os livros oferecem mais invenções do que poderiam encaixar em um único filme, mas em seu esforço para introduzir novas figuras para este mundo, os cineastas fazem o conteúdo da saga não parecer arquetípico, mas sim genérico e remendado”. – John DeFore, Hollywood Reporter

“É um vídeo game altamente competente e com uma metafísica paranóica assistível, que não se alonga em suas boas-vindas, inclui alguns efeitos visuais vívidos e – isso deve ser dito – convoca um impacto emocional próximo a zero”. – Owen Gleiberman, Variety

“O universo da Torre Negra do Rei é rico com referências culturais e sempre totalmente imprevisível, mas ao cortar isso para consolidar seus destaques, ‘A Torre Negra’ nem consegue nem atirar as balas mais necessárias da forma correta”. – Kate Erbland, indieWire

Idris Elba e Tom Taylor possuem uma dinâmica incrível juntos e as cenas de ação repletas de tiros são apropriadamente legais. Mas tudo parece estranhamente…convencional, de alguma forma”. – Victoria McNally, Nerdist

 

‘Wynonna Earp’: Terceira temporada ganha trailer; Confira!

A terceira temporada da série ‘Wynonna Earp‘ ganha primeiro trailer.

Confira, com fotos:

A série, desenvolvida por Emily Andras, é um terror western com temática sobrenatural, baseado nos quadrinhos de Beau Smith.

Crítica | Wynonna Earp – série é a herdeira de ‘Buffy: A Caça-Vampiros’

Wynonna Earp | Análise da Segunda Temporada

David Milch, criador de ‘Deadwood’, é diagnosticado com Alzheimer

O criador da aclamada série Deadwood’, David Milch, foi diagnosticado com a doença de Alzheimer. A informação foi compartilhada por ele mesmo, durante uma entrevista à Vulture.

Na conversa, o produtor comentou com franqueza o grande desafio que é conviver com uma enfermidade progressiva e degenerativa, que compromete sua memória e não tem cura.

Disse:

“No meu melhor entendimento, que é bem mínimo, eu tenho uma deterioração na organização do meu cérebro. E isso é progressivo. E em algumas maneiras isso é desencorajador. Na verdade, em muitas maneiras – em cada uma que eu possa imaginar”.

Mesmo com o diagnóstico, Milch se envolveu diretamente com a produção do filme sequência de Deadwood’. No entanto, sua participação foi em caráter menor – em relação ao seu denso trabalho feito durante a série.

 

Confira o trailer do filme que dará sequência na aclamada série ‘Deadwood‘:

 

A sequência acontece dia 31 de maio.

A série de faroeste se passava no fim do século XIX, trazendo personagens históricos como Seth Bullock, Calamity Jane e Wild Bill Hickok. A história se inicia com o descobrimento de ouro em Deadwood Gulch, que origina o surgimento de uma colônia em um território indígena, gerando diversos conflitos.

Daniel Minahan, que dirigiu diversos episódios da série, comanda.

Robbie Amell revela quais papéis gostaria de interpretar no MCU

O astro Robbie Amell, mais conhecido por ter feito parte da série ‘Arrow’ e pelo mais recente sucesso da Amazon Prime, intitulado ‘Upload‘, revelou que tem interesse em ingressar o Marvel Cinematic Universe (MCU).

E durante sua participação no podcast Comic Book Nation, do portal ComicBook.com, Amell revelou quais papéis gostaria de interpreta, afirmando que teria interesse em projetos como ‘Quarteto Fantástico‘ e até mesmo ‘X-Men‘.

Confira:

“Eu tenho certeza que têm alguns papéis com os quais não tenho familiaridade e que seriam incríveis. Independente do que for o próximo ‘Guardiões da Galáxia‘, seria incrível poder participar. Eu também adoro a ideia da Marvel estar desenvolvendo sua própria versão de ‘X-Men‘. Então acho que viver alguém do grupo de mutantes seria maravilhoso. Eles ainda farão um reboot de ‘Quarteto Fantástico‘. Há tantas possibilidades que eu acho que qualquer uma delas seria legal”.

Robbie Amell pode ser visto na nova e popular série Upload’, que teve sua estreia na Prime Video em 01 de maio.

Vale lembrar que a produção já foi renovada para sua segunda temporada.

A série tem produção executiva de Greg Daniels e Howard Klein, dois dos autores da versão americana de ‘The Office‘.

Na trama, pessoas que estão prestes a morrer podem ser ‘upadas’ em uma pós-vida virtual da sua escolha. O ano é 2033 e aqui temos Nora, uma romântica em segredo, nascida no Brooklyn e que trabalha em um serviço ao consumidor para um luxuoso ambiente de realidade virtual. Quando o belo e festeiro Nathan bate seu carro, sua exigente namorada faz o upload dele permanentemente dentro do mundo virtual onda Nora se encontra.

O elenco ainda conta com Andy Allo, Zainab Johnson, Kevin Bigley, Allegra Edwards, Owen Daniels e Andrea Rosen.

Multishow interrompe programação para belíssima homenagem ao Paulo Gustavo; Assista!

A trágica e inesperada despedida do ator, diretor e comediante Paulo Gustavo trouxe um enorme impacto a todo país e o canal Multishow interrompeu a sua programação habitual para prestar as devidas homenagens à extensa trajetória do aclamado artista.

Reunindo alguns dos seus melhores momentos em cena, o vídeo honra a memória e o apurado humor de Gustavo, refletindo sobre o seu impacto sociocultural para o Brasil.

O belo tributo destaca a alegria do artista nos palcos e sua facilidade de transitar entre as cenas, sempre com muito improviso e jogo de cintura – levando o público à gargalhadas.

Assista à homenagem:

Paulo Gustavo faleceu na noite da última terça-feira (04), em decorrência de complicações da Covid-19.

O próprio perfil de Paulo confirmou a informação nas redes sociais: “Às 21:12h desta terça-feira, 04/05, lamentavelmente o paciente Paulo Gustavo Monteiro faleceu, vítima da COVID-19 e suas complicações.”

No Twitter, vários amigos e famosos postaram mensagens em homenagem ao ator.

Confira:

Criador de Dona Hermínia e vários outros personagens icônicos, Paulo estava internado desde 13 de março no Hospital Copa Star, em Copacabana, na Zona Sul.

Ele tinha 42 anos e deixa dois filhos de 1 ano de idade, Romeu e Gael, e o marido, o médico Thales Bretas, com quem estava casado desde dezembro de 2015.

Assista nossa entrevista gravada com o ator em 2019:

Paulo Gustavo ganhou visibilidade no final de 2004, quando integrou o elenco da peça ‘Surto‘.

Em 2006, estreou o espetáculo ‘Minha Mãe É Uma Peça‘, que ganhou uma adaptação para o cinema em 2013 e uma continuação em 2016 e outra em 2019.

Em 2017, deixou o ‘Vai Que Cola‘ e entrou no programa ‘A Vila‘, junto com Katiuscia Canoro, com o roteiro de Leandro Soares.

Nossas preces e orações estão com seus familiares, amigos e fãs.

‘Batman’ de Tim Burton vai ganhar sequência de maneira inusitada

O universo do ‘Batman‘ de Tim Burton vai se expandir para além das telas de cinema, dessa vez chegando às prateleiras como um livro. Intitulado ‘Batman: Revolution‘, a obra é assinada por John Jackson Miller e vai introduzir uma nova versão do clássico vilão Charada. Segundo o portal ComicBook.com, o novo capítulo da saga do Homem Morcego será lançado em outubro de 2025.

Batman: Revolution‘ é uma sequência de ‘Batman: Ressurection‘, também escrito por Miller, e está enserido entre os filmes de 1989 e 1992. A trama se passa no feriado de 04 de Julho, onde o magnata Max Shreck (interpretado originalmente por Christopher Walken na franquia de Burton) planeja algo extravagante para o Dia da Independência em Gotham City.

A história gira em torno de Norman Pincus, considerado o homem mais esperto de Gotham, que há anos entrega pistas anônimas para a polícia local. Ofuscado por Batman e seu trabalho investigativo, ele decide mudar o jogo e se aliar ao mundo do crime, dessa vez com a identidade de Charada.

Batman e Charada se enfrentarão de maneira ardilosa através de sagazes jogos de palavras, que exigirão destreza e agilidade de raciocínio por parte do herói para garantir a segurança de Gotham. Nesse embate, os segredos mais profundos e sombrios da cidade virão à tona, resultando em um confronto assombroso e imperdível.

O livro desconsidera as duas sequências de Joel Schumacher, fazendo com que essa nova versão do Charada não tenha vínculo nenhum com o personagem vivido por Jim Carrey nas telonas.

Lançado em 1989, ‘Batman‘ se tornou um clássico dos cinemas, conquistando a crítica especializada e o público, faturando mais de US$ 400 milhões nas bilheterias. O filme recebeu várias indicações ao Saturn Award e uma indicação ao Globo de Ouro, conquistando um Oscar.

O longa de Tim Burton também inspirou a bem sucedida série animada ‘Batman: The Animated Series‘, abrindo o caminho para o DC Animated Movie Universe. O filme também revolucionou a indústria cinematográfica, ajudando a construir o gênero de adaptação de quadrinhos, que futuramente se tornaria o mercado mais rentável em Hollywood.

Confira:

Crítica 2 | Avatar: Fogo e Cinzas — Um mundo em expansão, um drama em repetição

Com um espetáculo visual inebriante, Avatar: Fogo e Cinzas (Avatar: Fire and Ash), terceiro capítulo da franquia iniciada em 2009, aprofunda — mas também repete — conflitos já conhecidos. Assinado pelo diretor James Cameron ao lado de Rick Jaffa e Amanda Silver, o roteiro aposta novamente em uma estrutura circular que provoca uma sensação constante de déjà-vu, adicionando poucos elementos novos e demonstrando escassa ousadia.

Marcados pela morte do filho mais velho Neteyam (Jamie Flatters) em Avatar: O Caminho da Água (2022), Jake Sully (Sam Worthington) e Neytiri (Zoe Saldaña) lidam com o luto cada um à sua maneira, ele se prepara para o combate iminente, enquanto ela mergulha em uma dor atravessada por raiva, culpa e desejo de vingança — sentimentos que impactam diretamente sua relação com Spider (Jack Champion), o humano criado entre eles e filho genético do capitão Quaritch (Stephen Lang).

Além dessa hostilidade familiar, o novo eixo de conflito surge com a introdução dos ash people, o povo do fogo e cinzas que dá nome ao filme. Diferentemente dos amigáveis Metkayina, habitantes da água, liderados por Tonowari (Cliff Curtis) e por Ronal (Kate Winslet), os povos das cinzas são retratados como saqueadores e incendiários: avançam sobre territórios alheios, tomam riquezas pela força e deixam destruição por onde passam. 

Liderados pela implacável Varang (Oona Chaplin), eles não coexistem, eles dominam. Varang não apenas se torna inimiga dos Na’vi, como também estabelece uma aliança estratégica com o capitão Quaritch, criando uma simbiose perigosa entre tecnologia militar humana e os conhecimentos tribais, além de poder voar pelos céus de Pandora. Essa aliança oferece vantagem tática clara no embate e desloca Quaritch para além do arquétipo do vilão puramente militar, colocando-o como um ser desejante, seja paternal, seja apenas o carnal, dentro desse ecossistema de guerra.

Assim como Jake no primeiro Avatar (2009), o filme explora a rejeição que Spider sofre por conta do seu lugar ambíguo entre dois mundos. Sua condição humana — dependente de uma máscara de oxigênio para sobreviver em Pandora — é apresentada como um elemento central de tensão nos primeiros minutos de Avatar: Fogo e Cinzas

Essa dualidade constrói um peso emocional mais consistente quando entrelaçada ao arco de Kiri (Sigourney Weaver), pois o seu vínculo emocional com o rapaz une a sua busca de conexão espiritual com Eywa, a deusa da natureza. O envolvimento fraternal toma novos contornos e culmina em uma das surpresas do filme. Esse gesto representa um novo ponto de ruptura dentro da família de Jake, o eterno estrangeiro em Pandora. 

A partir dessa nova aliança, Kiri passa a ocupar uma posição quase messiânica — evocando uma espiritualidade próxima de um monoteísmo naturalista. Em contraponto, os povos das cinzas possuem crenças próprias, rituais e práticas espirituais desacreditadas como “bruxaria”. Varang, inclusive, domina formas de transe, hipnose e manipulação mental, o que reforça o choque simbólico entre uma fé monoteísta dominante em Pandora, e espiritualidades marginalizadas. É um embate religioso potente, mas que o filme prefere sugerir em vez de desenvolver plenamente.

As reviravoltas prometidas pelo roteiro, no entanto, ficam majoritariamente restritas ao núcleo militar e sua lógica predatória de exploração, mas é nessa parte que o filme enfraquece. Os conflitos com os soldados humanos lembram filmes da Sessão da Tarde, nos quais crianças ou grupos claramente em desvantagem conseguem vencer forças armadas muito mais bem equipadas simplesmente porque o roteiro exige.

Visualmente, Avatar: Fogo e Cinzas continua sendo um espetáculo incontestável. A introdução do elemento fogo, combinada à terra em constante transformação, amplia o vocabulário visual da franquia e reforça a ambição de James Cameron de explorar todos os elementos naturais ao longo dos cinco filmes prometidos. O uso de altas taxas de quadros segue criando uma sensação física e imersiva, ainda que essa inovação já não provoque o mesmo impacto revolucionário de 2009.

O problema central permanece sendo o roteiro com personagens unidimensionais e conexões, por vezes, caricatos. Com 3 horas e 20 minutos, o longa se estende em situações repetitivas: capturas, resgates, ameaças que retornam sempre ao mesmo ponto. Os diálogos continuam frágeis e pouco sofisticados, e o humor tenta compensar a falta de densidade dramática em meio ao excesso de estímulos visuais.

Em 2009, Avatar foi uma ruptura estética. Em 2022, ainda havia curiosidade tecnológica e uma nova audiência a conquistar passado o boom das produções em 3D. Em 2025, o espetáculo já não surpreende — embora ainda impressione — e parte do público chega desconfiada após um segundo filme de narrativa irregular. 

Avatar: Fogo e Cinzas é uma experiência imersiva enquanto dura. Ao final, porém, seus personagens se apagam rapidamente da memória, deixando claro que, em Pandora, o espetáculo continua crescendo, mas os conflitos permanecem superficiais. O filme expande territórios, tribos e efeitos visuais, mas evita aprofundar o luto, a violência e as contradições políticas que ele mesmo introduz. Pandora cresce em escala, mas permanece emocionalmente estagnada.