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‘The Flash’, com Ezra Miller, é ADIADO

Após Dwayne “The Rock” Johnson anunciar o adiamento de ‘Adão Negro’, a Warner confirmou o ADIAMENTO de ‘The Flash’ para 23 de Junho de 2023.

O filme chegaria nos cinemas dia 4 de novembro desse ano.

Já ‘Aquaman: The Lost Kingdom’ foi adiado para 17 de Março de 2023.

Shazam! Fury of the Gods’ será lançado mais cedo, e estreia em Dezembro de 2022.

‘The Flash‘ promete uma épica aventura de viagem no tempo quando o herói decide voltar ao passado na tentativa de impedir a morte da mãe.

E a trama será marcada por um enorme conflito emocional, como revelou o diretor Andy Muschietti durante sua participação da DC FanDome.

De acordo com o Comic Book, o cineasta disse que:

“Como um filme de super-heróis, ‘The Flash’ é uma grande aventura de ação, mas o que realmente me atraiu para o projeto foi sua carga emocional. O conflito emocional que Barry carrega por conta de sua viagem ao passado foi muito conveniente para mim.”

Ele continuou:

“Há uma mensagem bem forte por trás disso. Eu amo tramas de viagem no tempo e todos os elementos que vem junto com essa ideia, mas o coração da história é um menino que procura sua mãe, e isso é o que me atraiu, foi o que me deu aquele empurrãozinho emocional.”

Como os fãs já sabem, Nora Allen morreu misteriosamente quando Barry era apenas uma criança, e seu pai foi acusado de assassinato.

Após anos tentando provar a inocência do pai, Barry vê a chance de corrigir a tragédia ao perceber que tem o poder de voltar no tempo.

Confira o teaser:

Prevista para 04 de novembro de 2022, a adaptação vai mostrar Barry Allen/Flash (Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Terror POLÊMICO com Alexander Skarsgård e Mia Goth conquista 86% de aprovação no RT; Confira as críticas!

Escrito e dirigido por Brandon Cronenberg, o polêmico terror ‘Infinity Pool‘ conquistou 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Estrelado por Alexander Skarsgård e Mia Goth, acompanha um escritor que acidentalmente mata um homem durante as férias. No entanto, nesta terra estrangeira, a punição é a morte: a dele ou pelo preço certo, a morte de um “doppelgänger” fabricado.

O filme está dando o que fazer por cenas extremamente gráficas e nudez frontal do ator Alexander Skarsgård.

Das 85 avaliações publicadas até o momento, 63 são positivas e 11 são negativas.

Entre os comentários, os críticos elogiaram como o filme consegue mergulhar nos mais sombrios aspectos da natureza humana através do impactante roteiro e das cenas perturbadoras.

Além disso, Goth recebeu diversos elogios, provando que ela nasceu para os gêneros de suspense e terror psicológico.

Confira:

“O perturbador, engraçado, distorcido e estranho pesadelo de ficção científica é um mergulho sombrio na condição humana ou possivelmente apenas um exercício de forçar limites extremos. De qualquer forma, é difícil tirar os olhos dele…” – Detroit News.

“‘Infinity Pool faz perguntas desconfortáveis ​​de moralidade sobre a vida e a morte. Mia Goth é uma força da natureza mais uma vez. Ela interpreta com segurança e dá a seu personagem um toque psicótico. Ela é hipnotizante e um ajuste perfeito para o estilo de Cronenberg.” – DrumDums.

“Imerso em uma atmosfera de pavor implacável, ‘Infinity Pooltrabalha seus ângulos de câmera inclinados e pontuação insistente e pesada para um efeito asfixiante.” – The New York Times.

“O roteirista/diretor Cronenberg nos leva a uma estranha jornada através de privilégios, libertinagem, direitos, tédio, narcisismo, drogas psicotrópicas e muito mais em seu novo filme alucinante, ‘Infinity Pool’.” – MaddWolf.

Cronenberg, Skarsgård e Goth continuam a provar que são destemidos e inabaláveis ​​no espaço do gênero, que ‘Infinity Pool‘ leva ao limite, mesmo que a sátira social pareça familiar.” – Comic Book.

“Se o próprio filme costuma ser odioso e excessivo, isso é um efeito colateral inevitável de algo que atinge as partes mais profundas e sombrias da mente humana.” – Mark critics films.

Cleopatra Coleman também está no elenco.

EBA! Disney CONFIRMA a D23 Expo no Brasil em 2024

A Disney CONFIRMOU a vinda da “Disney’s D23 Expo”, conhecida como D23, para o Brasil em 2024. O evento está programado para acontecer de 8 a 10 de novembro no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

A D23 é uma celebração bienal organizada pela The Walt Disney Company. É um evento maciço dedicado aos fãs da Disney, onde são reveladas novidades sobre parques temáticos, filmes, programas de TV, produtos de consumo e outras atualizações relacionadas às marcas Disney, Pixar, Marvel, Star Wars e outras propriedades da empresa.

Confira a confirmação:

A versão brasileira ocorrerá após a edição norte-americana, planejada para os dias 9, 10 e 11 de agosto de 2024, seguindo um formato similar, com a presença de convidados estrangeiros, incluindo atores e atrizes envolvidos em grandes produções do estúdio.

Segundo o calendário do estúdio nos cinemas para o início de 2025, os filmes que poderiam ser abordados no evento seriam: ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’, o remake de ‘Branca de Neve’ ‘e a nova versão de ‘Quarteto Fantástico’. 

‘O Predador’ estreia na Netflix! Ellen Ripley apareceria no final alternativo do reboot…

O Predador‘ chegou na Netflix e finalmente encontrou seu público.

Mas no geral, ‘O Predador‘ foi uma grande decepção para os fãs da franquia, e muita coisa em torno do projeto não chegou às telas.

Recentemente, foi revelado que um final alternativo com a participação de Ellen Ripley foi gravado, mas não entrou no corte final.

Quem revelou a informação foi o artista Yuri Everson, que fez o design da máscara que a personagem usaria no final do filme.

“Nós filmamos três finais diferentes para ‘O Predador’, todos com variações do traje ‘Assassino de Predador’. Um dos finais trazia a Ripley usando o traje com uma máscara que nós criamos para o filme. Quem interpretou a personagem foi a dublê Breanna Watkins por debaixo do traje.”

Confira a imagem do design descartado:

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

We shot 3 different endings for #thepredator, all variations of a “Predator Killer”. This unused ending was Predator Killer Ripley wearing the breather mask we created for the film. You can see her name tag there on her costume. Breanna Watkins played Ripley under the mask instead of Sigourney Weaver. The moving “fingers” and “tail” were deemed too facehugger-like on the day and were cut and removed by someone… ✂️ Sorry @jon_k_miller who headed up making the breather mask for us @thestudioadi with @saratheterra @ape5150 Zac Teller and Lord Garth but they made me do it! Michael Diner and his amazing Vancouver crew made the pod. All in no time flat. More #bts to follow… #flashbackfriday #avpgalaxy

Uma publicação compartilhada por Yuri Everson (@h2originals) em

Infelizmente, os finais alternativos não estão disponíveis no DVD/Blu-ray do filme.

Dirigido por Shane Black, de ‘Homem de Ferro 3’.

O elenco conta com Boyd Holbrook (‘Logan’), Olivia Munn (‘X-Men: Apocalypse’), Jacob Tremblay (‘O Quarto de Jack’) e Kyle Strauts.

Ator defende filme ‘The Flash’: “Eu gostei!”

Tom Cavanagh, astro de The Flash e conhecido por interpretar o Reverse-Flash no sucesso da CW, revelou recentemente que assistiu ao polêmico filme do Velocista Escarlate.

O ator expressou sua opinião sobre a produção, que dividiu a crítica e teve dificuldades nas bilheteiras.

“Eu vi! Eu gostei! Eles fizeram um trabalho notável — a primeira metade desse filme, na minha opinião, e como alguém que é protetor do Grant Gustin como o Flash [da série de TV], achei que foi muito bem feito”, elogiou Cavanagh ao ComicBook.

Ele também explicou sua visão sobre a abordagem do personagem:

“Eles o retrataram como se tivessem diminuído o nível de QI, e eu achei isso bom. Não, mas foi algo feito de propósito, e eu acho que isso vai tornar o Flash mais inocente e diferente. Boa escolha! Porque você não quer repetir o que alguém fez por uma década na televisão”, acrescentou.

Sobre as participações especiais, Cavanagh fez uma observação interessante:

“Quando [Michael] Keaton aparece — alerta de spoiler! — você fica tipo, ‘Caramba!’ É engraçado se você olhar a capa do DVD de The Flash. O que está nela? Batman, o que te diz um pouco sobre algo”.

Assista à nossa entrevista com o diretor Andy Muschietti e siga o CinePOP no YouTube:

The Flash, filme da DC lançado em 2023, está disponível na Max e no Prime Video.

Confira:

Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey Clemons Antje Traue completam o elenco.

 

Crítica | Brooklin

A HISTÓRIA DE UMA IMIGRANTE CONTADA POR UM OLHAR DOCE

 

Muitos podem considerar Brooklin mediano e com jeitão de telefilme. Prefiro dizer que é um filme fofo!, que transforma uma história simples – e até mesmo batida – em uma narrativa de delicioso prosaísmo. O diretor John Crowley e o roteirista Nick Hornby (autor de Alta Fidelidade) usam a história de uma imigrante para fazer de Brooklin um sutil estudo de personagem, expondo as mudanças interiores sofridas por Eilis (Saoirse Ronan), que sai de sua cidadezinha no interior da Irlanda para tentar a vida em Nova York, nos anos 1950.

É uma história conhecida e narrada com tamanha simplicidade e sutileza, que muitos não vão notar as qualidades deste filme – mesmo adorando o filme, eu não havia percebido, logo de cara, suas tantas qualidades. Isto talvez explique a reclamação de um espectador na sala de projeção (“Puta Sessão da Tarde!”). Pessoalmente, prefiro dizer que ótima Sessão da Tarde!

Indo além da superfície, encontramos um filme que foge do convencional das histórias de migração. Nessas narrativas, vemos o imigrante comendo o pão sovado pelo tinhoso! Em Brooklin, o drama está na terra natal. O que vai aqui não é nenhum spoiler, está tudo no trailer. O roteiro divide os três atos da história segundo o local: começa com a vida de Eilis na Irlanda, segue para sua vida em Nova York e, no terceiro ato, mostra seu retorno para Irlanda. O diferencial do roteiro é contar uma história de sucesso de uma imigrante e os problemas enfrentados na volta para casa.

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No primeiro ato, vemos Eilis vivendo uma vida pacata, em uma cidade bucólica, com pessoas de hábitos cotidianos. Sua ida para Nova York a faz entrar em contato com um mundo de possibilidade. Para qualquer um que já tenha mudado de cidade facilmente irá se identificar com as situações. Ela inicia um relacionamento com o italiano Tony (Emory Cohen). À medida que a história avança, nos envolvemos nessa história de amor tão pura e sincera quanto o olhar apaixonado de Tony – fruto de um trabalho competente do ator Emory Cohen.

As muitas mudanças por que passa Eilis ganham outra dimensão no ato final do filme. Após seus primeiros anos morando nos EUA, ela é obrigada a retorna à cidade natal, por conta de problemas familiares. Ela terá que decidir se fica na Irlanda, ou se continua sua vida no novo mundo.

O que faz esse terceiro ato do filme tão interessante é o caminho percorrido até ele. Percebemos que nunca as decisões foram tomadas por iniciativa de Eilis. Da sua mudança para os EUA à troca de quarto na pensão, sempre há uma força externa para empurrar as suas ações. Mas, os anos em Nova York levam ao amadurecimento de Eilis, algo que só fica claro na sua volta à terra natal. É nela que percebemos o quanto a protagonista fora levada pelos fatos, conduzida por aquela corrente da vida que nos anestesia. Daí ser tão contagiante quando ela toma as rédeas da sua vida, durante um diálogo com sua antiga patroa; a pergunta que Eilis faz é uma síntese do seu amadurecimento e uma tradução dos dilemas que sempre temos que enfrentar.

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Todo esse enredo é costurado por refinada carpintaria. Os elementos que compõem o filme são orquestrados pelo diretor Crowley para transmitir o amadurecimento de Eilis. O desenho de produção concebe uma cidadezinha da Irlanda com residências de cômodos genéricos, em contraposição ao Brooklin colorido e vibrante, que enchem os olhos do espectador – notem as imagens do alto (plongée) do salão da loja na qual Eilis trabalha.

Nos filmes, o figurino costuma traduzir a personalidade dos personagens. Isto não tem nada de novo. Contudo, assim como um feijão com arroz bem feito é outro nível, em Brooklin, o figurino demarca, de forma inventiva, as mudanças de Eilis, além da forte presença cênica, facilitando a identificação da protagonista na multidão. Os jantares na pensão são uma oportunidade para notar o uso criativo do figurino para contar a história e demarcar os personagens.

A direção de Crowley também é inspirada para encontrar composições visuais que transmitam ao espectador os estados da alma de Eilis. O uso de rimas visuais é recorrente, mostrando ao público a postura da protagonista diante dos diferentes desafios pelos quais passa. As idas à praia são dos exemplos mais ostensivos dessas rimas visuais.

De todo esse artesanato de Brooklin, recebemos uma história inspiradora. Pessoalmente, saí da sessão leve, feliz por ter assistido uma bela história embalada como cuidado estético.

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10 filmaços para ver no novo streaming Mercado Play

Já tem um tempinho que chegou ao Brasil um novo streaming repleto de filmaços e o melhor de tudo: grátis! Estamos falando do Mercado Play. Você acessa o site, acha um filme que quer assistir e dá o play! Para você que já conhece ou ainda vai descobrir a plataforma, segue abaixo algumas dicas que estão por lá:

 

Tantas Almas

Na trama conhecemos José, um homem que sustenta sua família faz anos através da pesca em uma região litorânea na Colômbia. Certo dia, após voltar de uma longa pesca de noite, descobre que integrantes de uma força paramilitar mataram seus dois filhos e os jogaram no rio. Reunindo forças de onde não tem José resolve ir atrás dos corpos dos dois filhos em um perigoso trajeto.

 

Chocolate

Na trama, conhecemos a trajetória de Rafael Padilha (Omar Sy), um ex-escravo que nasceu em Cuba no ano de 1868 e foi vendido quando ainda era criança. Tentando sobreviver mesmo sem ter a documentação para viver na França, resolve embarcar no universo mágico do circo e assim após encontrar-se com George Footit (James Thierrée), um palhaço em franca decadência, resolvem juntos montar um espetáculo em dupla que é um tremendo sucesso num dos principais teatros de uma Paris que respirava grandes espetáculos. Mas nem tudo são flores na vida de Chocolat, seu vício em jogos e bebidas acabaram levando sua carreira de sucesso para um sofrimento sem limites.

 

Expresso do Amanhã

Com um elenco estelar, que tem nomes como: Tilda Swinton, Ed Harris, Chris Evans e Jamie Bell, no ano de 2014 chegava aos cinemas de todo o mundo (aqui no Brasil o filme passou que nem uma flecha pelas salas de cinema) O Expresso do Amanhã, uma distopia que mostra sobreviventes em um trem, que após um fracasso com experimentos de ações sobre mudanças climáticas, se tornam os únicos sobreviventes do planeta e precisam conviver com uma novo arranjo de classes sociais. O longa é baseado na HQ de ficção científica assinada por Jacques Lob, Jean-Marc Rochette e Benjamin Legrand.

 

Proposta Indecente

Um dos filmes da carreira de Demi Moore mais exibidos na Sessão da tarde e em outros programas televisivos por aqui no Brasil, Proposta Indecente, dirigido por Adrian Lyne, conta a formação de quase um triângulo amoroso sob os pontos de vistas de um casal (Diana e David) que vai mal financeiramente e certo dia um milionário parece oferecendo uma grande quantia de dinheiro para passar uma noite com Diana. O final desse filme é arrebatador.

 

Flashdance

Na trama, conhecemos Alex (Jennifer Beals), uma jovem de 18 anos, amante da dança, com o sonho de entrar em um concorrido conservatório de balé. Para sobreviver, ela trabalha de dia como soldadora em obra e de noite se apresenta em impactantes shows noturnos de dança em uma boate. Certo dia, se aproxima do seu chefe, Nick (Michael Nouri), um homem mais velho, mais maduro, que a ajuda no seu caminho rumo aos sonhos.

 

As Aparências Enganam

Na trama, conhecemos um grupo de garotos que acabam tendo seus destinos cruzados com uma prostituta que acaba se apaixonando pelo pai de um deles.

 

Força Maior

Na trama, conhecemos uma família sueca que vai para uma estação de esqui para passar um período de férias. Tudo ia bem até que um dia, almoçando em um restaurante ao ar livre, uma avalanche inesperada surge, dando um grande susto. Na hora em que estava se aproximando o fenômeno natural, o pai pega suas luvas e celular e sai correndo, deixando o restante da família para trás. Agora, a partir desse ato, terá que viver as consequências que impulsionarão brigas e desconfianças com sua mulher.

 

O Charlatão

Na trama, conhecemos em diversas passagens de sua vida o curandeiro Jan Mikolásek (Ivan Trojan) que na adolescência, depois de ajudar a irmã que estava à beira de ter a perna direita amputada, começa a acreditar que possui um dom ou mesmo alguma habilidade quase inexplicável pelo seu conhecimento de ervas medicinais. Filho de um jardineiro, ele possui um relacionamento muito complicado com o pai que é rompido de vez quando o protagonista foge de casa e busca mais explicações para suas técnicas que se baseiam em diagnósticos por meio de análises das urinas dos que procuravam sua ajuda, técnica que lapidou com uma curandeira no início de sua fase adulta. O tempo passa e a questão da fé e também do amor começam a ganhar protagonismo na sua reclusa vida.

 

No Topo do Poder

Na trama, acompanhamos a chegada de Laing (Tom Hiddleston), um homem solitário, de classe média, que se muda para um novo arranha céu que possui muitas peculiaridades. Aos poucos vamos percebendo, junto ao personagem principal, que os andares são divididos em classes sociais, além do edifício ter uma ‘vida própria’, lá funcionam uma espécie de shopping, tem escola, supermercado, o que faz com que seus moradores percam quase que por total a noção do mundo fora dali. Aos poucos, como a maioria das revoluções que o mundo já viu em sua história, em High Rise acontece uma rebelião dos moradores dos andares de baixo com os que moram e ostentam em suas coberturas.

 

A Delicadeza do Amor

Na trama, conhecemos Nathalie uma mulher bonita no auge de sua vida que vive apaixonada por seu marido François. Um dia, após ir dar uma corrida na rua, François é ferido gravemente e um tempo depois falece, deixando Nathalie desesperada e sem rumo. Após 3 anos de luto, se dedicando fielmente ao novo emprego a protagonista é envolvida em um relacionamento com um sueco que trabalha na mesma empresa que ela. O amor em sua forma mais delicada e o sofrimento em sua forma mais profunda são elementos que se misturam nesse romance. Para embarcar e ser feliz nesse novo amor Markus precisará ter paciência e conhecer todo o sofrimento da bela jovem.

As 10 Melhores Adaptações de obras de Stephen King para o cinema

Neste fim de semana estreia de forma mundial o terror Doutor Sono, nova adaptação para os cinemas de uma obra literária do mestre do gênero, Stephen King. Desde o fim dos anos 1970, o autor vê seus livros e contos serem transformados em filmes, e a cada nova década o número de produções só aumenta. Além disso, King começou a escrever diretamente para o audiovisual, com roteiros originais, e até mesmo se embrenhou na direção.

Já são mais de 300 adaptações de textos do autor, entre longas, curtas, minisséries, filmes para a TV e séries.

Com o sucesso de It: Capítulo 2 este ano, e o vindouro lançamento de Doutor Sono, o CinePOP resolveu homenagear novamente este verdadeiro mestre que é Stephen King, listando em uma nova matéria as 10 melhores adaptações para o cinema de obras suas – incluindo Doutor Sono (cuja crítica você confere abaixo).

Crítica | Doutor Sono agradará em cheio aos fãs de ‘O Iluminado’, tanto do livro quanto do filme

Vale dizer que algumas obras que gostamos muito infelizmente ficaram de fora, então aqui vão algumas menções honrosas: O Nevoeiro (2007), Creepshow (1982), Lembranças de um Verão (2001), O Aprendiz (1998), 1408 (2007), Janela Secreta (2004), Jogo Perigoso (2017) e Christine (1983).

Se prepare para algumas surpresas e alguns bônus. Vem conhecer.

Ps. Como sempre, para termos uma lista mais democrática, nossas escolhas foram baseadas nas suas. Assim, recolhemos a opinião do grande público para formular nossa matéria.

It: Uma Obra-Prima do Medo e as Minisséries de Stephen King

10 | Na Hora da Zona Morta (1983)

Quando o autor é bom, cineastas talentosos correm atrás da possibilidade de dirigir seus textos. E com King ocorre justamente isto, tendo sido adaptado para o cinema por verdadeiros gênios da sétima arte. Aqui, começamos a lista com um deles: David Cronenberg, diretor de clássicos como Scanners (1981) e A Mosca (1986).

Na trama, um homem simples (papel de Christopher Walken), com a vida encaminhada, se envolve num acidente de carro e fica em coma por anos. Quando acorda, descobre que possui o dom sobrenatural de ver o passado ou o futuro de todas as pessoas em que toca. Então, ele começa a usar suas visões para ajudar as pessoas. A ideia foi transformada numa série de TV anos depois, intitulada O Vidente, e ficou no ar de 2002 a 2007, com Anthony Michael Hall no papel principal.

09 | It: A Coisa (2017)

Todos concordam sobre duas coisas em relação a esta adaptação do “tijolo” de Stephen King. Ela é bem melhor que sua contraparte da década de 1990, adaptada na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios (mesmo que adoremos a performance de Tim Curry como o palhaço Pennywise). E também é melhor do que sua continuação lançada este ano. Tudo bem que os recentes longas precisam ser vistos como um só, mas foram gravados de forma separada e estrearam com um hiato de dois anos.

Esta primeira parte, com o clube dos perdedores ainda criança, é a mais satisfatória adaptação que leva o título It. Isso se deve muito ao carisma das crianças, e a humanidade empregada em seu desenvolvimento – coisa que ficou de fora na continuação, com suas versões adultas sem o mesmo charme (mesmo contando com as presenças dos sempre interessantes James McAvoy e Jessica Chastain). Até mesmo o desempenho de Bill Skarsgard como o palhaço Pennywise sofreu na continuação em detrimento a seu estupendo retrato no primeiro filme.

08 | Eclipse Total (1995)

Uma das adaptações mais subestimadas de uma obra de King – e uma das melhores – Dolores Claibrone (em seu título original) merece mais atenção. Bom ver que o grande público tratou de lhe fazer justiça. Aqui temos talento espalhado para dar e vender. A direção é de Taylor Hackford (indicado ao Oscar por Ray), e o roteiro tem adaptação de Tony Gilroy (duplamente indicado ao Oscar pelo roteiro e direção de Conduta de Risco).

O elenco traz Kathy Bates em sua segunda obra protagonizando um texto de King, após a vitória no Oscar por Louca Obsessão. Aqui, ela vive uma mulher acusada de matar sua velha patroa. Sua filha, papel de Jennifer Jason Leigh, uma jornalista da cidade grande, retorna à sua cidadezinha para ajudar a inocentar a mãe.

07 | Carrie, A Estranha (1976)

Este não poderia faltar na lista. Carrie é importante por vários motivos. Foi o primeiro livro escrito por Stephen King (em 1974) e seu primeiro livro adaptado ao cinema. Segundo, foi o primeiro filme de sucesso do prestigiado diretor Brian De Palma. E terceiro, o que poucos devem saber ou lembrar, indicou ao Oscar suas duas protagonistas femininas: Sissy Spacek (que vive a protagonista Carrie) – alavancando sua carreira – e Piper Laurie (que interpreta sua mãe  religiosa).

A trama todos conhecem bem, uma menina tímida e introvertida, criada de forma abusiva por sua mãe fanática, começa a desenvolver poderes telecinéticos ao adentrar na puberdade. Ao sofrer bullying no colégio, as coisas tomam proporções trágicas. Carrie possui uma ideia muito frutífera, justamente por isso, rendeu outras adaptações. A primeira e mais caça-níquel foi uma sequência direta deste filme, lançada em 1999 com o título de A Maldição de Carrie (sem qualquer envolvimento de King). Depois veio uma refilmagem para a TV em 2002, e finalmente um remake cinematográfico lançado em 2013, com Chloe Grace Moretz como Carrie, e Julianne Moore como sua mãe.

06 | Doutor Sono (2019)

Este filme recente está em posição alta na lista? Está! Ainda é muito cedo para classificá-lo como tal? Talvez. O que importa é que o público falou, e quem já pôde conferir o longa, afirma que ele é esse borogodó todo sim! Estaremos diante de um novo clássico? O novo It: A Coisa? Bem, a partir desta quinta-feira todos poderemos conferir. Vale ressaltar, no entanto, que com mais gente assistindo, comentando e avaliando o filme, seu conceito poderá cair ou quem sabe até mesmo aumentar.

Esta é a continuação do clássico imortal O Iluminado (1980), que King lançou na forma de livro em 2013. Na trama, acompanhamos o menino Danny crescido, na pele de Ewan McGregor, depois do grande trauma ocorrido no hotel Overlook. Desta vez, ele encontra uma menininha com o mesmo dom “iluminado” que ele, e precisa protegê-la de um culto que se alimenta de tal energia para permanecer imortal. A direção é de Mike Flanagan (que também adaptou o roteiro), um dos grandes nomes do terror atual, tendo comandado a primeira temporada da elogiadíssima A Maldição da Residência Hill, e inclusive outra adaptação de King: Jogo Perigoso (2017).

05 | Louca Obsessão (1990)

Chegamos a um dos grandes favoritos dos fãs, e pessoal deste que vos fala. O cineasta Rob Reiner já havia dirigido uma adaptação de King, com Conta Comigo, e retornou para um filme bem mais intenso. Como dito, Kathy Bates levou o Oscar de melhor atriz por seu retrato da psicopata Annie Wilkes, uma das melhores vilãs da história do cinema. Esta é uma história simples, sem elementos sobrenaturais, que se comporta muito como uma peça de teatro, com basicamente dois atores durante a projeção e um único cenário de uma casa. Não por acaso, foi adaptado aos palcos da Broadway em 2015, com Bruce Willis e Laurie Metcalf nos papeis principais.

Aqui, King satiriza seus fãs obcecados, e conta a história de um autor bem sucedido (papel de James Caan) buscando novos ares, e sua “maior fã”, a enfermeira desequilibrada Wilkes. Quando o sujeito se envolve num acidente de carro devido a nevasca, a mulher o resgate e o acolhe em sua casa. E este encontro está eternizado como um dos melhores suspenses já produzidos.

04 | Conta Comigo (1986)

Por falar em Rob Reiner, aqui o diretor fazia sua estreia pelo universo de Stephen King. É curioso que os dois filmes dirigidos pelo cineasta não possuam teor sobrenatural, tão costumeiro nas obras do escritor. Ao contrário do item acima, um suspense de gelar a espinha, o debute de Reiner pelo “Kingverse” foi num coming of age (uma história de amadurecimento) doce e por vezes amarga. O longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado e está entre os filmes preferidos do grande público de todos os tempos.

Na trama, quatro pré-adolescentes, vividos por Wil Wheaton, Corey Feldman, Jerry O’Connell e o saudoso River Phoenix (irmão de Joaquin Phoenix), decidem partir numa jornada para achar o corpo de um menino de sua cidade, no caminho se metendo em aventuras inesquecíveis. Assim como no clube dos perdedores, esta história é contada através de flashback, com um deles relembrando sua época de infância.

03 | O Iluminado (1980)

Segunda adaptação de uma obra de Stephen King ao cinema, depois do sucesso de Carrie, este longa conseguiu ser ainda mais cultuado, considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. O título não é à toa, já que na direção temos a presença de Stanley Kubrick, um dos melhores diretores de todos os tempos. O poder do texto de King foi tanto que conseguiu despertar o interesse de um cineasta do porte de Kubrick, que nesta altura já havia assinado obras de prestígio vide Spartacus (1960), Doutor Fantástico (1964), 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) e Laranja Mecânica (1971).

O curioso é que existe pelo menos uma pessoa no mundo que não gosta nada desta adaptação. O próprio King. Acontece que Kubrick mexeu em muita coisa do texto do autor, descaracterizando seu livro. Bem, segundo as más línguas, o diretor na verdade aprimorou o trabalho. Mas o escritor é irredutível, e diz que a verdadeira e melhor adaptação de sua obra é a minissérie lançada para a TV em 1997, com Rebecca De Mornay e Steven Weber. Tá bom, né.

02 | À Espera de um Milagre (1999)

Número 29 entre os melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público, The Green Mile (no original) marca o segundo longa dirigido pelo cineasta Frank Darabont baseado num texto de King. E reparem que eu disse longa, porque a primeira adaptação de uma obra do escritor (um conto) dirigida por Darabont foi o curta The Woman in the Room, de 1984, sobre uma mulher doente terminal incapaz de morrer. O diretor voltaria no comando de O Nevoeiro (2007), primeiro terror que adapta de King.

Na trama, Tom Hanks interpreta um agente carcerário no corredor da morte de uma prisão do interior na década de 1930. No meio do relacionamento com os guardas e os prisioneiros, a vida de todos será mudada após no local chegar o gigante John Coffey (papel indicado ao Oscar de Michael Clarke Duncan), que possui o estranho dom da cura. O longa recebeu ainda as indicações ao Oscar de melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor som.

01 | Um Sonho de Liberdade (1994)

Vocês sabiam que ele chegaria. Considerado o melhor filme de todos os tempos na bíblia do cinema na internet, o IMDB, com mais de 2 milhões e 115 mil votos do grande público, o longa marca a primeira parceria de King e Darabont num longa. Curiosamente, trata-se de um filme de prisão, fato reprisado pelo diretor em À Espera de um Milagre. O que ambos possuem em comum é a humanização da história e forte desenvolvimento de seus personagens, com temas como redenção e perseverança do espírito humano.

Ao contrário do item acima, Um Sonho de Liberdade é baseado num conto e não num livro. Rita Hayworth and the Shawshank Redemption foi a fonte de origem, desenvolvido num dos grandes filmes da história do cinema. Na trama, o protagonista vivido por Tim Robbins chega a uma penitenciária clamando inocência pela morte da esposa que o vinha traindo. Lá dentro, ele precisará aprender a viver uma nova vida, enquanto desenvolve laços de afeto inquebráveis. Curiosamente, apesar de seu atual prestígio, o filme não levou nenhum dos sete Oscar pelos quais estava indicado, e perdeu na categoria principal para Forrest Gump, número 12 na lista dos melhores.

Bônus:

11.22.63 (2016)

Minissérie do canal Hulu em 8 episódios, esta obra possui uma das maiores avaliações do público de um texto de Stephen King. Produzido por J.J. Abrams, a trama mostra um professor de história vivido por James Franco, descobrindo um portal no tempo para a década de 1960 em sua lanchonete favorita. Agora, ele tem como missão impedir o assassinato do presidente Kennedy.

Mr. Mercedes (2017 – )

Protagonizado por Brendan Gleeson e tendo como criador David E. Kelly (um dos grandes nomes da TV americana), esta produção já está em sua terceira temporada. Na trama, um policial recém aposentado caça um psicopata que dirige uma Mercedes.

Castle Rock (2018 – )

Uma das ideias mais legais para uma série de TV, Castle Rock não é baseada em nenhum texto de Stephen King, o que não a impede de ser banhada completamente em tudo o que diz respeito à mitologia “Kingiana”. Na cidade do título, personagens saídos de seus livros se encontram e trazem consigo locais e momentos clássicos dos textos do autor. As referências irão explodir a mente de qualquer fã de King. Além disso, a graça também está no elenco, formado por grande parte dos intérpretes que já passaram por adaptações dos livros do escritor, seja na TV ou no cinema, vide Sissy Spacek (Carrie), Bill Skarsgard (It) ou Tim Robbins (Um Sonho de Liberdade). Na segunda temporada, que estreou no fim de outubro, a personagem principal é justamente a enfermeira Annie Wilkes, aqui vivida por Lizzy Caplan.

Haven (2010-2015)

Esta série elogiada guarda alguns dos itens mais utilizados nas obras de King, como, por exemplo, se passa no Maine. Na cidadezinha pesqueira de Haven, uma agente do FBI, o xerife e alguns cidadãos investigam uma maldição que paira no local.

Demi Moore | 10 Filmes da querida MUSA dos anos 90 para conferir nos principais streamings

Todos adoram uma história de volta por cima. No cinema, estas histórias se traduzem como a de algum ator esquecido por Hollywood (em especial devido à sua idade), porém, muito querido no passado, que recebe uma nova chance de brilhar. A narrativa do tipo mais badalada na atualidade é a de Demi Moore. Mesmo os fãs de cinema mais jovens certamente já ouviram falar na atriz.

Musa máxima de Hollywood nos anos 90, Demi Moore estrelou vários sucessos na época, e inclusive filmes indicados ao Oscar, como ‘Ghost – Do Outro Lado da Vida’ e ‘Questão de Honra’. Demi foi também um dos maiores salários de uma atriz na época, e mesmo quando seus filmes não iam bem, se tornavam famosos por ter o seu nome atrelado, vide ‘Striptease’ e ‘Até o Limite da Honra’.

Demi Moore começou sua carreira, no entanto, bem jovenzinha, ainda na década de 80, na qual estrelou também alguns sucessos cult como ‘O Primeiro Ano do Resto de Nossas Vidas’ (1985). Depois dos anos 90, a atriz deu uma sumida dos holofotes, e hoje fala abertamente sobre a falta de oportunidade na indústria ao começar a ficar mais velha.

Hoje, aos 62 anos, Demi Moore está vivendo um ressurgimento, e de certa forma, o melhor momento de sua carreira. Isso porque agora a atriz está recebendo o reconhecimento merecido e muito atrasado, com uma indicação ao Oscar de melhor atriz (o primeiro de sua carreira) por ‘A Substância’, um filme B transformado em ícone pop por excelência. Para homenagear essa querida estrela do cinema, separamos dez filmes de sua carreira disponíveis nos principais streamings para os fãs relembrarem ou conhecerem mais o seu trabalho. Confira.

A Jurada (Netflix)

Começamos com um filme disponível na plataforma de streaming número 1, a Netflix. Demi Moore tinha 33 aninhos quando lançou este suspense da Columbia Pictures (Sony) nos cinemas. Na trama, ela vive uma mãe solteira, convocada para o júri em um caso envolvendo a máfia. Não demora para que ela se torne alvo dos criminosos sendo julgados, e ameaçada para que manipule o resultado. Alec Baldwin interpreta o extorsionista, envolvido com os mafiosos, e o elenco conta ainda com Joseph Gordon-Levitt (o filho) e os saudosos James Gandolfini (especialista em papeis de mafiosos) e Anne Heche.

Questão de Honra (Max)

Top 3 dos melhores filmes da carreira de Demi Moore, ‘Questão de Honra’ é uma verdadeira obra-prima da década de 90, indicado para 4 Oscar, incluindo melhor filme (em 1993). Na trama, Moore vive uma brilhante advogada da marinha, que deseja pegar um importante caso de dois soldados presos, acusados de matar um terceiro em uma base de treinamento do exército. Por ser mulher, em uma sociedade ainda muito machista, ela é colocada como advogada assistente do caso. O principal advogado será um bon vivant inexperiente, papel de Tom Cruise. Ela irá tirar o melhor dele e o fará um verdadeiro advogado.

O Preço de uma Escolha (Max)

Filme feito para a TV, com produção da HBO para o seu canal a cabo, este drama chamou atenção na época, em 1996, por contar com um elenco de peso, formado por três estrelas da época: Cher, Sissy Spacek e Demi Moore. São três histórias, passadas em três décadas diferentes, todas ligadas por um ponto em comum: o sensível tema do aborto. Demi Moore estrela no segmento de 1952, Spacek no de 1974 e Cher no de 1996. Todos envolvem os dilemas de três mulheres sobre abortar ou não, e cada uma possui razões diferentes. Esse também foi o primeiro filme dirigido por Cher, bem, ao menos um segmento, o seu.

Até o Limite da Honra (Disney+)

Na época em que foi lançado, esse drama militar foi considerado um fracasso de crítica e público. Hoje, o filme ressurgiu como cult e é um trabalho sempre lembrado na carreira de Demi Moore. Na verdade, se tornou hoje um de seus filmes mais populares, e um que a geração atual sempre pensa quando o assunto é a atriz. Aqui, dirigida por Ridley Scott, Moore interpreta a primeira mulher a figurar no programa mais intensivo da marinha americana. Todos esperam que ela falhe, mas ela irá se provar.

A Letra Escarlate (Disney+)

No início dos anos 90, Demi Moore protagonizou uma série de filmes de sucesso. Porém, a atriz foi aos poucos também se envolvendo em uma série de filmes que não deram o resultado esperado pelos estúdios. Portanto, não é dizer que Hollywood esqueceu de Demi Moore. Acontece que a certa altura seus filmes não davam resultado, e os executivos começaram a categorizar a atriz como não rentável. Três filmes foram os responsáveis por isso: ‘A Letra Escarlate’ (1995), ‘Striptease’ (1996) e ‘Até o Limite da Honra’ (1997). Hoje, todos podem ser vistos como itens cult. Aqui, ela atua ao lado do sempre ótimo Gary Oldman, na adaptação de um livro clássico, passado em 1666, que fala sobre uma mulher se envolvendo com um pastor, e causando um escândalo na sociedade da época. Ela se vê obrigada a usar uma letra A vermelha em sua roupa, que significa “adúltera”.

O Corcunda de Notre Dame (Disney+)

Você sabia que Demi Moore foi a voz da cigana Esmeralda na adaptação do conto clássico Victor Hugo para a Disney na forma de uma animação. Mas não apenas isso, pois no mesmo ano de 1996, a atriz soltou sua voz rouca em mais uma animação, essa ao lado do então maridão Bruce Willis. Falamos de ‘Beavis e Butt-Head Detonam a América’. A animação da MTV era um baita sucesso na época e em seu primeiro filme, conseguiu contratar ninguém menos que o casal Moore e Willis. A atriz ainda dublaria Esmeralda novamente, na continuação de ‘O Corcunda de Notre Dame’, de 2002, lançada direto em vídeo.

Ghost: Do Outro Lado da Vida (Mercado Play)

Você sabia que o Mercado Livre possui seu próprio streaming? E o melhor, é de graça! Sim, tudo bem que os títulos não são tantos e que o acervo se restringe mais a filmes antigos. Porém, por isso mesmo é um prato cheio para os nostálgicos e os que curtem clássicos da década de 1980 e 1990. Por exemplo, essa é uma boa forma de encontrar ‘Ghost’, filme indicado ao Oscar, e que fez o mundo se apaixonar por uma história de amor que vai muito além da vida. Um dos filmes mais tristes do cinema, a história começa justamente quando um casal apaixonado é separado pela morte dele. Demi Moore interpreta a viúva. Como dito, a história apenas começa aí.

Proposta Indecente (Mercado Play)

É no Mercado Play que você irá encontrar também outro dos grandes sucessos da carreira de Demi Moore, do início dos anos 90 – que fez o mundo parar e falar bastante desta trama. Afinal, o que você faria por 1 milhão de dólares. Essa é a pergunta que move um casal, formado por Demi Moore e Woody Harrelson. Sonhadores, porém, endividados, eles começam a ver os problemas financeiros atrapalharem o seu relacionamento. Até que no caminho da dupla aparece o bilionário vivido por Robert Redford. Ele está disposto a dar esta quantia para o casal, desde que possa passar uma noite com a mulher. Polêmico é pouco, e o filme deu o que falar na época com esta premissa.

Não Somos Anjos (Mercado Play)

Outro dos filmes de Demi Moore está disponível no acervo do Mercado Play, esse ainda mais antigo. Os verdadeiros protagonistas são Robert De Niro e Sean Penn. Eles vivem uma dupla de presidiários, que após uma rebelião na cadeia onde se encontram, encontram uma brecha para poder fugir. Porém, sua fuga não será tão fácil assim, pois as autoridades mobilizam um verdadeiro batalhão de policiais na busca pelos fugitivos. Agora, seu refúgio será numa pequena e fria cidade, na qual se disfarçam de dois padres esperados para um evento na igreja. Demi Moore vive uma mãe solteira, que se afeiçoa aos novos clérigos falsos. O longa é um remake de um clássico da década de 1950.

A Substância (Mubi)

Não poderíamos terminar de outra forma. ‘A Substância’ foi o filme responsável por colocar o nome de Demi Moore de novo no mapa e fazê-la relevante outra vez em uma indústria que parecia tê-la esquecido. Uma aposta arriscada, esse filme de terror traz Demi como uma celebridade da TV, dona de um programa de ginástica famoso. Por ter ficado mais velha, os produtores machistas a demitem e buscam alguém mais jovem. Mal sabem eles que esse alguém é a própria Demi, ou melhor, uma versão dela. Acontece que a mulher resolveu embarcar em um experimento secreto, com uma fórmula que gera do seu próprio corpo uma versão mais jovem sua. Porém, uma vez solta no mundo, Sue (Margaret Qualley) tem vontades próprias, e isso será um problema para Elisabeth (Moore).

‘The Goldbergs’: Episódio especial com Freddy Krueger ganha data de estreia

A série ‘The Goldbergs‘ terá um episódio especial de Halloween, onde teremos o retorno do astro Robert Englund na pele do Freddy Krueger original. A ABC agendou a estreia do episódio para o dia 24 de outubro.

Confira a imagem promocional do episódio:

Com o título de ‘Nightmare on Elk Avenue’, o episódio gira em torno dos medos do protagonista adolescente da série, Adam, depois de assistir A Hora do Pesadelo.

Última temporada de ‘The Affair’ ganha data de estreia

O canal Showtime finalmente divulgou quando a última temporada de ‘The Affair‘ será lançada. O ciclo final da série irá estrear no dia 25 de agosto.

Vale lembrar que a Anna Paquin (‘True Blood‘) entrou para o elenco da última temporada, e irá interpretar a filha de Alison e Cole, Joanie Lockhart.

O quinto ano da série irá saltar duas ou três décadas no futuro.

Três membros do elenco fixo não retornarão para a temporada final, incluindo Ruth WilsonJoshua Jackson e Catalina Sandino Moreno.

“Nós amamos a intimidade, a nuance e a honestidade emocional no desenvolvimento da infidelidade e fidelidade de ‘The Affair’,” disse Gary Levine, presidente de programação de Showtime, sobre o último ano. “Sarah Treem sempre envisionou a trama através de cinco temporadas, e ficarmos fascinados para ver onde ela levará o elenco e todos nós no próximo ano em sua temporada final.”

Dominic WestMaura TierneyJulia Goldani TellesJake Siciliano, Jadon SandAbigail Dylan Harrison, Omar Metwally e Irène Jacob estrelam.

KING RICHARD: Criando Campeãs

(King Richard)

 

Elenco:

Will Smith

Jon Bernthal

Aunjanue Ellis

 

Direção: Reinaldo Marcus Green

Gênero: Biografia

Duração: 144 min.

Distribuidora: Warner Bros

Orçamento: US$ 60 milhões

Estreia: 2 de Dezembro de 2021

Sinopse: 

A história, assinada por Zach Beylin, é baseada na vida do duro pai de VenusSerena Williams, o qual tinha em mente um plano para transformar suas filhas nas maiores jogadoras de tênis do mundo. Serena já possui 23 títulos solo do campeonato Grande Slam desde sua estreia em 1999, tornando-se uma das maiores atletas da história; Venus, por sua vez, começou sua carreira em 2000 e também já foi condecorada com diversos prêmios. As irmãs, em conjunto, possuem 14 títulos em dupla.

Crítica | King Richard: Criando Campeãs: Will Smith brilha em emocionante cinebiografia sobre as tenistas Williams (Nota: 8.0)

Entrevista: 

Curiosidades: 

» O longa é uma cinebiografia baseada na história real de Richard Williams;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Space Force’ é renovada para a 2ª temporada

De acordo com o Production Weekly, a Netflix renovou a série ‘Space Force‘ para a 2ª temporada.

O site afirma que a produção do segundo ano começará em janeiro de 2021.

Por enquanto, o serviço de streaming não confirmou a notícia, mas deve oficializá-la em breve.

Criada por Craig Daniels (‘Upload, ‘The Office), a série é uma sátira ao presidente Donald Trump, que pretende criar uma força espacial como a sexta ramificação militar do país.

Estrelada por Steve Carell, a trama gira em torno do general Mark Naird, um militar que sonha em assumir o comando da Força Aérea dos EUA, mas acaba encarregado da recém-construída Força Espacial Americana. Depois de receber a tarefa, Naird precisa transformar o comando em um serviço respeitado e confiável, mas a missão é mais difícil do que ele esperava.

Além de Carell, o elenco conta com John MalkovichBen SchwartzDiana SilversTawny NewsomeJimmy O. Yang, Alex Sparrow, Noah EmmerichFred Willard, Jessica St. Clair Lisa Kudrow.

‘Família em Concerto’: Comédia com Katharine McPhee é CANCELADA pela Netflix

A Netflix cancelou oficialmente a série ‘Família em Concerto‘ (Country Comfort) depois de apenas uma temporada.

Além disso, o serviço de streaming anunciou o cancelamento de outras três comédias: ‘Amizade Dolorida‘, ‘Professor Iglesias‘ e ‘The Crew‘.

A série foi criada por Caryn Lucas (‘The Nanny’).

Bailey (Katharine McPhee) é uma jovem aspirante a cantora country. Com a vida profissional e pessoal fora do rumo, ela aceita trabalhar para o vaqueiro Beau (Eddie Cibrian) e cuidar de seus cinco filhos. Com todo seu charme e determinação, a nova babá consegue se adaptar à dinâmica familiar e se torna a figura materna de que todos precisavam. Para sua surpresa, Bailey também encontra nessa família talentosa a banda que a ajudará a retomar o caminho para a fama.  

Ricardo Hurtado, Jamie Martin Mann, Pyper Braun, Shiloh Verrico e Griffin McIntyre completam o elenco.

‘The Boys’: Novo cartaz da 3ª temporada mostra [SPOILER] com PODERES; Confira!

A Amazon Prime divulgou o novo cartaz da 3ª temporada de ‘The Boys‘, que traz uma arte do Billy Butcher (Karl Urban) com PODERES.

Confira:

O próximo ciclo irá estrear no streaming no dia 3 de junho.

Vale lembrar que o novo ciclo também irá introduzir Laurie Holden (Condessa Carmesim), Sean Patrick Flanery (Supersonic), Nick Wechsler (Blue Hawk) e Miles Gaston Villanueva (Gunpowder).

Confira nossa crítica da 2ª temporada:

Crítica | The Boys – 2ª temporada: Ainda mais sádica, violenta e ofensiva

Criada por Evan GoldbergEric Kripke e Seth Rogen, a série é baseada nos quadrinhos homônimos lançados em 2006.

A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.

O elenco inclui Karl Urban, Jack Qaudi, Karen Fukuhara, Erin Moriarty, Antony Starr, Dominique McElligott, Chace Crawford, Jessie T. Usher e Nathan Mitchell.

Till – A Busca por Justiça

(Till)

 

Elenco:

Danielle Deadwyler
Jalyn Hall
Frankie Faison

 

Direção: Chinonye Chukwu

Gênero: Drama

Duração: 130 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 09 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Em 1955, Emmett Hill foi linchado quando visitava seus primos no Mississippi. No coração da pungente jornada de Mamie Till Mobley, que transformou seu luto em ação, está o poder universal da coragem de uma mãe disposta a mudar o mundo.

Crítica: 

Crítica | Till: A Luta Por Justiça – Danielle Deadwyler entrega atuação poderosa em DRAMA real pesado

Curiosidades: 

» A trama segue a verdadeira história da busca incansável de Mamie Till Mobley por justiça para seu filho de 14 anos, Emmett Till;

» Além de dirigir, Chinonye Chukwu também assina o roteiro ao lado de Michael Reilly e Keith Beauchamp;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Alice in Borderland’ deve ganhar 3ª temporada na Netflix

Apesar da 2ª temporada de ‘Alice in Borderland‘ ter finalizado a narrativa da série de forma satisfatória, parece que a Netflix ainda não se despediu deste universo.

Através do Twitter, o serviço de streaming postou uma imagem misteriosa com cartas de um baralho, e os fãs da produção logo conseguiram descobrir o código.

Se você compara os números das cartas com o nome do seu respectivo naipe (em inglês), as cartas revelam a seguinte mensagem: ALICE THREE – o que indica que o terceiro ciclo realmente deve acontecer.

Confira abaixo a publicação:

Na trama, um grupo de jovens delinquentes é transportado para um universo paralelo onde eles terão que participar de um intenso jogo de sobrevivência.

A série é baseada no mangá homônimo criado por Haro Aso.

Kento Yamazaki e Tao Tsuchiya estrelam a produção.

Tubarões atacam em destroços de navio no trailer LEGENDADO de ‘The Last Breath’; Confira!

O terror ‘The Last Breath‘, que trará tubarões assassinos atacando nos destroços de um navio da 2ª Guerra Mundial, ganhou trailer legendado.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O terror será lançado em VOD no dia 26 de julho.

last breath art

Joachim Hedén (‘Além das Profundezas’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Nick Saltrese (‘Tubarão: Presas Humanas’).

Cinco amigos decidem mergulhar nos destroços de um recém-descoberto navio da 2ª Guerra Mundial, mas acabam cercados por mortais e famintos tubarões brancos.

O elenco contará com Jack ParrKim Spearman, Alexander Arnold, Erin Mullen, Arlo Carter e Julian Sands.

Serial killer alimenta TUBARÕES com suas vítimas no teaser do terror ‘Animais Perigosos’; Confira!

O terror de sobrevivência ‘Animais Perigosos‘ (Dangerous Animals), que foca em um assassino que alimenta tubarões com suas vítimas vivas, ganhou o primeiro teaser.

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Sean Byrne (‘Entes Queridos’) é responsável pela direção.

Presa no barco de um assassino com tubarões famintos circulando abaixo, uma surfista deve sobreviver a um predador mais perigoso do que o próprio oceano — ela escapará ou se tornará a próxima oferenda às profundezas?

Hassie Harrison (‘Yellowstone’), Jai Courtney (‘Esquadrão Suicida’) e Josh Heuston (‘Heartbreak High’) estrelam a produção.

Nick Lepard assina o roteiro.

O terror será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 6 de junho.

ÉPICO! Confira o teaser trailer de ‘DIA D’, novo filme de alienígenas do Steven Spielberg

A Universal Pictures divulgou o primeiro teaser de ‘DIA D‘, novo filme do aclamado cineasta Steven Spielberg (‘Jurassic Park’).

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 11 de junho.

A produção marcará a reunião entre o cineasta e o roteirista David Koepp (‘Jurassic Park: O Parque dos Dinossauros’).

O tópico de alienígenas não é desconhecido para Spielberg, que já comandou clássicos como ‘Contatos Imediatos do Terceiro Grau‘ (1977) e ‘E.T. O Extraterrestre‘ (1982). Recentemente, Spielberg produziu o documentário ‘Encontros Extraterrestres‘ para a Netflix, que explora histórias reais de contatos humanos com fenômenos de outro mundo.

Emily Blunt, Josh O’Connor, Colin Firth, Eve Hewson, Colman Domingo e Wyatt Russell estrelam.

‘A Grande Estreia’: Comédia MUSICAL com Julianne Moore abre com 100% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 10 reviews publicadas até o momento, a comédia musical ‘A Grande Estreia‘ (The Debut) abriu com impressionantes 100% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

O consenso geral aclama a direção confiante de Jesse Eisenberg (‘A Verdadeira Dor’), ressaltando seu amor pela arte que ganha vida através da excelente performance da vencedora do Oscar Julianne Moore (‘Para Sempre Alice’).

Separamos os trechos das principais críticas:

“É uma atuação complexa e monumental de Julianne Moore, que frequentemente lembra ao público que ela é uma das melhores atrizes em atividade.” (AwardsWatch)

Jesse Eisenberg fortalece o poder dos teatros comunitários e, ao fazê-lo, demonstra com sucesso sua valorização dos pequenos espaços que revelam futuras estrelas.” (IndieWire)

“‘A Grande Estreia’ é uma obra magnificamente divertida e absurda, com uma atuação soberba de Julianne Moore.” (Awards Radar)

“Embora nem tudo funcione com a mesma perfeição de ‘A Verdadeira Dor’, Jesse Eisenberg claramente evoluiu como diretor e demonstra profunda admiração por quem consegue mergulhar mais fundo e se entregar de corpo e alma à sua arte.” (Next Best Picture)

“Em sua essência, ‘A Grande Estreia’ é uma carta de amor peculiar à glória do teatro comunitário. O que sustenta a obra é a fluidez da voz de Jesse Eisenberg como roteirista e diretor, além da atuação absolutamente extraordinária de Julianne Moore.” (Variety)

“Apesar de construir uma narrativa de apelo amplo, Jesse Eisenberg acrescenta um toque de surrealismo e cinema de vanguarda que remete a David Lynch, Leos Carax e ao início da carreira de Lars von Trier. Ainda assim, o resultado soa totalmente original.” (The Playlist)

“Logo no início, podemos suspeitar que já vimos esse tipo de história antes. Mas ‘A Grande Estreia’ evolui para algo muito mais ousado: um tributo vibrante e apaixonado ao poder transformador da atuação.” (Vulture)

Jesse Eisenberg e Julianne Moore apresentam uma história de sobrevivência e do espírito indomável necessário para enfrentar a rejeição — seja na vida ou no teatro — com uma resiliência inabalável.” (TheWrap)

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de janeiro de 2027.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O longa também é escrito, produzido e coestrelado por Eisenberg.

Na trama…

Uma mulher tímida é inesperadamente escalada para uma produção local de um musical original. Sob o feitiço do diretor obstinado e enigmático, ela se perde no papel e no mundo de alto risco desta produção de teatro comunitário.

Paul GiamattiHalle BaileyHavana Rose LiuColton RyanLili CooperMaulik PancholyBernadette Peters integram o elenco.

Idris Elba fez teste para interpretar Gaston em ‘A Bela e a Fera’

Idris Elba quase entrou para o elenco da versão live-action do clássico musical ‘A Bela e a Fera‘.

Em uma entrevista à revista People, o ator compartilhou seu extenso amor por filmes do gênero, pontuando que chegou a cantar em seu teste.

Segundo ele:

“Eu amo muito musicais e cheguei a fazer o teste para ‘A Bela e a Fera‘, para o papel de Gaston. Eu liguei para a equipe de casting e disse que queria muito essa oportunidade. E agora, em algum lugar por aí, existe uma fita minha cantando”.

 

‘A Bela e a Fera’ e ‘Stranger Things’ são os vencedores do MTV Movie and TV Awards 

A atriz Emma Watson já pensa em uma sequência – saiba mais!

Assista nossa crítica:

‘A Bela e a Fera’ e ‘CORRA!’ lideram indicações ao MTV Movie Awards 2017 

Disney bate de frente com a Malásia e se recusa a cortar “cena gay” de ‘A Bela e a Fera’ 

‘A Bela e a Fera’ pode ganhar um filme derivado 

A nova versão de ‘A Bela e a Fera‘ conta a fantástica jornada de Bela (Emma Watson), uma jovem bela e brilhante que se torna prisioneira de uma fera malvada (Dan Stevens) em seu castelo. Apesar da terrível situação, Bela se torna amiga dos habitantes do castelo encantado e, por fim, aprende a ver além do exterior da Fera e descobre o coração e a alma de um príncipe.

Bill Condon, responsável pelos dois últimos filmes da ‘Saga Crepúsculo‘, dirige.  Stephen Chbosky, autor do livro ‘As Vantagens de Ser Invisível‘, roteiriza a adaptação para o cinema.

O filme já está em exibição nos cinemas nacionais.

‘Homecoming’: Série com Julia Roberts ganha data de estreia e cartaz

A série ‘Homecoming‘, estrelada pela Julia Roberts, ganhou novidades, que foram anunciadas durante a Comic-Con.

No painel da Amazon, foi anunciada a data de estreia da produção, que será lançada na plataforma de streaming na sexta-feira, 02 de novembro.

Além disso, a série ganhou um novo cartaz, com destaque em Roberts.

Confira:

A série dramática é uma adaptação do fictício podcast homônimo. Na versão original, a narrativa é conduzida através de ligações, conversas e sessões de terapia.

O podcast, produzido pela Gimlet Media, conta com Catherine Keener como uma assistente social em uma unidade secreta do governo, David Schwimmer, como seu chefe, e Oscar Isaac, que vive um soldado em busca de uma vida mais pacata e normal.

Roberts irá interpretará o papel de Keener. O roteiro e a produção de ‘Homecoming’ ficará a cargo do próprio Sam Esmail, criador de ‘Mr. Robot‘.

Produzida pela Universal Cable Productions, a série será exibida pelo Amazon.

Paramount confirma ‘Atividade Paranormal 7’

A franquia ‘Atividade Paranormal‘ está mais viva do que nunca e a Paramount Pictures se uniu ao produtor Jason Blum, dono da Blumhouse, para desenvolver sua sétima sequência. A informação foi revelada pelo Deadline.

Segundo a publicação, replicada pelo ComicBook, a novidade foi divulgada durante a apresentação da Paramount no evento CineEurope.

Na ocasião, o presidente e CEO do estúdio, Jim Gianopulos, comentou sobre o novo projeto, afirmando que “nós estamos nos unindo com o grande produtor de terror, Jason Blum, para trazer um novo capítulo de ‘Atividade Paranormal“.

Durante a apresentação, a Paramount ainda divulgou várias cenas de seu novos filmes ‘Top Gun: Maverick‘ e ‘Projeto Gemini‘.

Quanto a ‘Atividade Paranormal 7‘, ainda não se tem detalhes específicos, como seu título oficial, bem como sua data de lançamento. Mas, considerando o baixo orçamento da franquia, é provável que os fãs de terror venham a assistir a sequência mais cedo do que o esperado.

 

 

 

‘Constantine 2′: Arte conceitual reimagina Keanu Reeves de volta ao papel

Com a possibilidade real do astro Keanu Reeves retornar ao papel de Constantine em um novo filme da Warner, o aclamado artista BossLogic desenvolveu uma bela arte conceitual que reimagina o popular ator de volta ao personagem.

A arte traz referências ao visual de Reeves no primeiro filme, mesclando também várias referências dos quadrinhos.

Confira:

Lembrando que recentemente, o The Direct revelou que o diretor e produtor o J.J. Abrams está trabalhando em um novo filme em live-action do ‘Constantine‘, que deve ser disponibilizado diretamente no HBO Max.

Esse projeto estaria sendo planejado com o retorno do astro Keanu Reeves ao papel homônimo, 15 anos após sua participação na adaptação das HQs.

Reeves protagonizou o drama sobrenatural ‘Constantine‘ em 2005, ao lado de Rachel Weisz e Tilda Swinton. O filme, comandado por Francis Lawrence, arrecadou mais de 230 milhões de dólares nas bilheterias mundiais, mas teve recepção mista por parte da crítica especializada.

 

Elenco de ‘Glee’ compartilha belo tributo após um ano da morte da atriz Naya Rivera

Já faz um ano desde que Naya Rivera se despediu do mundo tragicamente, após desaparecer no Lago Piru (Califórnia), enquanto tirava um dia de lazer com seu filho.

E os seus amigos e também colegas de elenco de ‘Glee‘ compartilharam belas homenagens à atriz, para lembrar sua trajetória de sucesso e celebrar a sua importância, apesar do sua inesperado e doloroso adeus.

Por meio do Instagram, os atores Chris Colfer, Matthew Morrison, Jenna Ushkowitz, Kevin McHale, Amber Riley e até mesmo Lea Michelle compartilharam suas devidas homenagens.

Já a atriz heather Morris foi ainda mais além e fez uma tatuagem em homenagem à Rivera.

Confira:

Glee‘ foi criada por Ryan Murphy e contou com seis temporadas, originalmente exibidas entres os anos de 2009 e 2015.

Na trama, o professor Will Schuester reativa o grupo Glee de sua escola e tenta ensinar os seus alunos a se expressarem através da música.

A produção contou com 121 episódios e foi estrelada por Lea Michele, Cory Monteith, Darren Criss, Dianna Agron, Heather Morris e Matthew Morrison.

Relembre a carreira da atriz, nessa matéria feita pela jornalista Laysa Zanetti.

Conhecida por toda uma geração de jovens adultos como Santana Lopez (de Lima Heights, Adjacent), a atriz, cantora e escritora Naya Rivera deixa para trás um legado que vive em uma personagem que muitas vezes brilhou mais que a sua própria série. Glee pode ter sido o papel que alçou a californiana ao sucesso internacional, mas antes da comédia musical criada por Ryan Murphy fazê-la mudar tantas vidas de pessoas que tentavam se descobrir e se entender, Rivera já brilhava pelas telinhas desde a infância. Por isso, o CinePOP relembra a sua carreira e seus principais momentos como uma forma de homenageá-la após seu triste falecimento.

Infância e adolescência

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Nascida em 12 de janeiro de 1987, Naya começou na TV como a maioria das crianças: em comerciais. Mas logo ela migrou para a ficção, e aos 4 anos abocanhou um papel na sitcom da CBS ‘The Royal Family’, que ficou no ar entre 1991 e 1992. Na trama, cocriada por Eddie Murphy, Naya viveu Hilary Winston, e a história começa quando Elizabeth, recém-divorciada, retorna para a casa dos pais com seus três filhos — Curtis, Kim e a própria Hillary. Assim, Al e Victoria, que sempre lutaram tanto para tirarem os filhos de dentro de casa, acabam mergulhando novamente em uma vida turbulenta cheia de crianças e adolescentes com a filha e os netos.

Apesar da vida curta de 15 episódios, a atração foi o suficiente para alçar a jovem Naya a se manter ativa no mundo das atuações, mesmo em tão tenra idade. Até a adolescência, ela acumulou participações, mesmo que breves, em séries como ‘Um Maluco no Pedaço’, ‘Family Matters’, The Simbad Show, Live Shot, ‘SOS Malibu’ e ‘Gênio do Barulho’.

Em 2002, Naya apareceu no videoclipe musical da canção ‘Why I Love You’, da boyband hoje extinta B2K, e no mesmo ano uma pequena participação em ‘Bernie Mac, Um Tio da Pesada’ se estendeu por mais 10 episódios esporádicos até 2006. 

Ainda neste período, Naya atuou na peça U Don’t Know Me: The Musical, de Mark E. Swinton, tanto em Los Angeles quanto na turnê nacional. A história acompanhava três jovens — Nick, Alonzo e Shalon — que passaram toda a vida em lares temporários, e decidem enfrentar as expectativas e Nova York, vencendo a cada desafio que passa. 

Glee

Entre testes e empregos temporários, Naya Marie Rivera foi escalada, em 2009, para uma série de comédia que estrearia em setembro daquele ano na Fox. Quando ninguém sabia que Glee se transformaria no sucesso que virou, Naya foi escalada para viver a líder de torcida Santana Lopez, uma jovem fria e com tendências vilanescas que anda para todo canto com a melhor amiga, Brittany S. Pierce (Heather Morris) e a head bitch in charge, a líder do trio, Quinn Fabray (Dianna Agron). O ar determinado e competitivo de Santana logo ganhou o público — assim como a relação com Brittany e o ship que ficaria conhecido como Brittana —, e da segunda temporada em diante, Rivera se tornou um dos membros regulares do elenco. Sob os holofotes era seu lugar.

O destaque de Santana e a sua relevância dentro da história mudariam significativamente após a revelação de sua sexualidade e sua dificuldade para se assumir como lésbica. O relacionamento com Brittany estava entre os favoritos dos fãs, e o fato de ter sido retratado como um dos principais casais da série — com direito a casamento no final e tudo — foi celebrado como um dos grandes acontecimentos. 

Apesar de os dias em Glee não terem sido sempre às mil maravilhas — e intrigas de bastidores tenham sempre dado um jeito de ressurgir —, Rivera protagonizou alguns dos números musicais mais celebrados da série, como Rumor Has It/Someone Like You, Valerie, Me Against the Music, além de ter gravado La Isla Bonita com Ricky Martin.

Após a 3ª temporada da série, a participação de Santana diminuiu, assim como todo o restante do elenco principal, mas ela é creditada em 113 dos 121 episódios da série. A personagem começa a prestar faculdade no Kentucky, mas eventualmente se muda para Nova York com Kurt (Chris Colfer) e Rachel (Lea Michele), onde faz várias tentativas de lançar uma carreira, de uma parceria com Mercedes (Amber Riley) a agente de Rachel, e acaba sendo selecionada para ser a garota-propaganda de uma marca de creme. Um dos grandes momentos do final da série é o seu casamento Brittana, que ocorre no episódio 8 da 6ª temporada.

Pós-Glee

Ainda em 2011, Naya assinou contrato com a Columbia Records para lançar sua carreira solo, e divulgou o single ‘Sorry’, em 2013. Em 2014, sua estreia nas telonas foi o terror ‘Na Porta do Diabo’, exibido pela primeira vez no festival South by Southwest com uma recepção mediana. 

Naya Rivera em Step Up: High Water

Em 2016, Rivera lançou o livro de memórias “Sorry Not Sorry: Dreams, Mistakes and Growing Up”, em que ela reconta a sua história de sua carreira e os erros e acertos nos bastidores de Glee. Na obra, ela entra em detalhes de seu desentendimento com Lea Michele, e revela que fez um aborto em 2010. 

Ainda em 2015, Rivera fez uma participação em cinco episódios da série ‘Devious Maids’, do canal Lifetime, mas voltou a um papel recorrente em 2018, quando foi anunciada no elenco da série de TV Step Up: High Water, um derivado de ‘Ela Dança, Eu Danço’ que recentemente migrou do YouTube para o canal Starz. Na trama, ela interpretou Collette Jones, administradora da Escola de Artes Dramáticas High Water.

Naya Rivera faleceu aos 33 anos vítima de um trágico afogamento. A atriz saiu para nadar com o filho, Josey, no Lago Piru, no sul da Califórnia. Ela alugou um barco às 13h locais, e deveria retornar 3h depois. Quando não voltou, a equipe saiu para localizá-la, e encontrou a criança no barco sozinha. Josey, que usava um colete salva-vidas, afirmou às autoridades que saiu para nadar com a mãe, mas ela não voltou.

‘A Vida Sexual das Universitárias’: Rejeitada por outros streamings, série é definitivamente CANCELADA

Agora é definitivamente oficial. A série ‘A Vida Sexual das Universitárias‘ está definitivamente cancelada, sem chance de ser adquirida por outra plataforma de streaming. A informação foi confirmada pelo Deadline.

Segundo a publicação, A Warner Bros. Television ainda tinha expectativas de resgatar a série, vendendo seus direitos para uma nova casa. No entanto, todas as tentativas foram sem sucesso.

Em resposta às infrutíferas negociações, o presidente do Warner Bros. TV Group, Channing Dungey, lamentou o cancelamento da série:

“Esperávamos muito encontrar um novo lar para aquela série e acho que agora chegamos ao fim do caminho, o que é decepcionante, porque é uma série que realmente amamos. Estou muito orgulhoso das três temporadas que fizemos pela Max, mas não acho que haverá mais das College Girls”.

O último ciclo chegou à plataforma de streaming em novembro do ano passado.

Lembrando que Reneé Rapp deixou o elenco da série. A atriz, que interpreta Leighton Murray, retornará para o terceiro ciclo apenas para encerrar a narrativa de sua personagem.

Criado pela roteirista e produtora indicada ao Emmy®, Mindy Kaling, e Justin Noble, a trama segue quatro colegas de faculdade no prestigioso Essex College, na Nova Inglaterra. A segunda temporada retoma a história enquanto os estudantes retornam das férias de outono, enfrentam os desafios que encararam no final da primeira temporada e um novo semestre cheio de novos rostos, festas e dificuldades.

Mindy Kaling e Justin Noble continuam a capturar brilhantemente a experiência universitária da maneira mais divertida. Esta série é o equilíbrio perfeito entre comédia, sexo, curiosidade e caos, e mal podemos esperar para ver o que a próxima temporada traz”, disse Suzanna Makkos, vice-presidente executiva de Comédia Original e Animação para Adultos

O elenco é formado por Paulina ChalametAmrit KaurRenée RappAlyah Chanelle ScottMidori Francis, Gavin Leatherwood e outros.

Justin Noble também assina a criação da série, ao lado de Kaling.

2ª temporada de ‘The OA’ ganha previsão de estreia

The OA anda um pouco sumida das notícias, apesar do sucesso que a série teve em 2016, mas o retorno está bem próximo, garantem os criadores.

A série já possui toda a trama da 2ª Temporada definida e as filmagens já foram iniciadas. Os criadores da série revelaram a Variety que foi necessário tomar esses anos para desenvolver melhor o quebra-cabeça.

A atriz e protagonista, Brit Marling, disse que “está sendo muito divertido” participar das gravações e que a nova temporada deve chegar a Netflix no segundo trimestre de 2018.

O diretor e roteirista Zal Batmanglij (O Sistema) revelaram que já roteirizaram toda a segunda temporada.

“Brit [Marling] e eu já temos toda a história pronta. Se acontecerá ou não, depende de vocês. De todo o mundo. Se as pessoas se conectarem com a série. A coisa toda é um enigma. Há muitas pistas. Muito poucas pessoas realmente descobriram todas as pistas”, afirmou.

Assista nossa crítica:

A série começa com uma jovem cega, em torno de seus vinte anos, Prairie Johnson (Brit Marling), que desapareceu, mas que volta à casa na qual cresceu, com a visão recuperada. Alguns a consideram um milagre, outros um mistério perigoso, mas Prairie se recusa a falar sobre seus sete anos desaparecida com seus pais e com o FBI.

Marling é a protagonista da série e Batmanglij dirige todos os episódios. Brad Pitt, Dede Gardner, Jeremy Kleiner e Sarah Esberg, da Plan B (produtora indicada ao Oscar por 12 Anos de Escravidão).

‘Baseado Em Fatos Reais’: Assista uma cena do suspense de Roman Polanski com Eva Green

A Paris Filmes divulgou uma cena intensa de Baseado Em Fatos Reais, thriller de suspense do diretor Roman Polanski, com Eva Green no elenco. Assista, junto com o trailer legendado:

Na trama, Delphine é a autora de um romance altamente pessoal dedicado a sua mãe que se tornou um best-seller. Esgotada em função das inúmeras cobranças e frustrada por suas memórias, Delphine é atormentada por cartas anônimas que a acusam de ter jogado sua família para os leões. A romancista está em uma rotina, paralisada com a ideia de ter que começar a escrever novamente. Seu caminho então cruza o de Elle. A jovem é encantadora, inteligente e intuitiva. Ela entende Delphine melhor do que qualquer um. Até onde ela irá depois de se mudar para o apartamento da escritora? Ela veio preencher um vazio ou criar um novo? Dar um novo impulso ou roubar sua vida?

O elenco ainda conta com Emmanuelle Seigner.

O longa foi exibido no Festival de Cannes ano passado e será lançado no Brasil em 12 de Abril de 2018.

‘Punho de Ferro’: 2ª temporada alcança apenas 52% no Rotten Tomatoes

Nem mesmo a quantidade reduzida de episódios e uma trama mais “enxuta” fez a 2ª temporada de Punho de Ferro conquistar a crítica internacional.

No momento, o novo ano do herói da Marvel/Netflix aparece com uma aprovação de 52% no Rotten Tomatoes, e nota média baixa de apenas 4,73. Foram 25 avaliações computadas até o momento, sendo 13 positivas e 12 negativas.

Nas críticas em geral, as cenas de luta são elogiadas, no entanto, o roteiro fraco e a falta de inspiração são os principais fatores negativos. Os críticos também consideram essa como a pior série de super-herói da Netflix.

Ficou curioso? Confira nossa crítica: Primeiras Impressões | Punho de Ferro – 2ª temporada (Sem Spoilers)

A segunda temporada de Punho de Ferro já está disponível.

Assista ao trailer

Confira o título dos episódios:

  1. “A fúria do punho de ferro” (Marvel Premiere # 19)
  2. “A cidade não é para queimar” (Iron Fist # 3)
  3. “Este segredo mortal (Power Man e Iron Fist # 99)
  4. “Alvo: Punho de Ferro” (Iron Fist # 13)
  5. “Coração do Dragão” (Marvel Premiere # 16)
  6. “O Dragão Morre ao Amanhecer” (Iron Fist # 9)
  7. “Manhã da Mente” (Iron Fist # 25)
  8. “Cidade à Beira da Vingança” (Marvel Premiere # 17)
  9. “Guerra sem fim” (Power Man e Iron Fist # 83)
  10. “Um duelo de ferro” (Iron Fist # 1)

Assista ao trailer do 2ª ano, que mostra Danny Rand vestindo o uniforme clássico do personagem nos quadrinhos:

 

Opinião | Cinemas brasileiros deveriam investir nas ‘sessões retrô’

Este fim de semana é um tanto exótico para os cinemas brasileiros. Além das sessões comemorativas de Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith, que completa 20 anos em 2025, os cinemas da rede UCI trouxeram de volta sessões de Hannah Montana: O Filme (2009). E o mais curioso é que ambos os filmes estão com procura altíssima. Há relatos, inclusive, de que algumas unidades registraram maior interesse para esses filmes antigos do que para novos longas em cartaz.

Isso parece indicar uma possível nova tendência para os próximos anos, que é um olhar mais carinhoso das grandes redes a essas sessões comemorativas de filmes antigos.

Uma das grandes metas de todo o setor audiovisual é recuperar os números de público do período pré-pandemia, quando os cinemas registravam grande quantidade de espectadores e sessões lotadas. E é de conhecimento público que a melhor forma de fazer as pessoas voltarem a ir ao cinema é tornar o ambiente do cinema comum a todos. Como assim?

Em teoria, a lógica é simples. Se as pessoas estiverem pelo cinema, as chances delas assistirem um filme são muito maiores. Afinal, é muito atrativo o ambiente das sessões. No entanto, seja por conta dos altos preços ou pela falta de lançamentos que despertem o interesse, o público pós-pandêmico não tem mais esse hábito de ir aos cinemas. Ao trazer esses filmes já consagrados ou que tenham construído algum tipo de memória afetiva para com o público a preço promocional, como é o caso das sessões de Hannah Montana, os cinemas trazem seu público para perto. Estando ali, sentindo o geladinho das salas, comendo a pipoca quentinha e se encantando com a magia do cinema, o desejo de voltar a viver aquilo novamente é quase natural.

Em tempos de streaming, em que os filmes estão a um clique de distância, é hora dos cinemas reforçarem realmente o seu diferencial, que é a experiência de ver os longas na tela grande. A possibilidade de parar por 2h e se desligar do mundo. E fazer isso com sessões promocionais pode ser, sim, uma alternativa interessante para recuperar o público nos cinemas.

No Rio de Janeiro, por exemplo, há um case muito interessante dessa aposta nos clássicos. Além dos famosos concursos de sósia, que agitaram o hall do Estação NET Rio durante o período do Oscar, a rede aposta há algum tempo em sessões de filmes antigos, incluindo a própria franquia Star Wars. Em 2024, a Mostra “A Força de George Lucas” celebrou os 80 anos do diretor com a exibição de filmes escritos, produzidos ou dirigidos por ele, incluindo os seis primeiros filmes de Guerra nas Estrelas. E foi um sucesso.

Mas não se resume apenas a essa saga. Eles já exibiram nas telonas filmes como Jurassic Park, Centopeia Humana e até mesmo a animação clássica de O Senhor dos Anéis. E todas essas exibições contaram com salas cheias e um público animado para rever (ou ver pela primeira vez) seus filmes favoritos no cinema.

Nesses tempos em que as grandes redes tentam atrair novamente o público para as sessões, vale a pena dar uma olhada especial para essa proposta de resgatar filmes populares do passado para mostrar às pessoas que ir ao cinema ainda é muito legal.

Crítica | Massa Funkeira – Documentário Mostra Como o Funk Carioca Empoderou uma Geração [Festival do Rio 2025]

Quando o funk toca, ninguém fica parado. Essa máxima, que inclusive faz parte de algumas canções, é especialmente verdade no Brasil – e, mais especificamente, no Rio de Janeiro. Com base nos ritmos estrangeiros (majoritariamente o funk e o soul estadunidense, produzidos por artistas negros), o funk brasileiro foi se moldando até que, ali mais ou menos nos anos 1990, esse ritmo estourou em todas as rádios nacionais, levando o estilo carioca periférico para dentro das casas do Brasil. A trajetória desse ritmo irresistível foi retratada no documentárioMassa Funkeira’, que teve sua premiere aplaudidíssima no Festival do Rio 2025.

Com depoimentos de personalidades como Mc Carol, Tati Quebra Barraco, Valesca Popozuda, Kevin O’Chris, DJ Renan da Penha e outros tantos, o documentário de aproximadamente uma hora e meia percorre não só o ritmo, mas o território do funk. Ou seja, conscientemente a diretora Ana Rieper não só fala do funk de longe, ao contrário: ela entra nos territórios onde o ritmo nasceu, cresceu e se expandiu, retratando o funk por quem o faz, onde é feito.

Assim, a produção percorre diversos bailes de favela no Rio de Janeiro, abrindo com um de nome épico – Baile da Disney. Claro, nada tem a ver com a empresa do rato animado, mas essa abertura já dá o tom de como o funk se desenvolve no Errejota: com humor, com ironia, com metáforas e outras figuras de linguagem para dizer aquilo que precisava ser dito, mas não podia ser feito de maneira tão direta.

O roteiro de Juliana Lins e Ana Rieper percorre desde o conhecido funk melody, mais amorosos (e mostra quando mesmo nos “funks de antigamente” havia muita sacanagem, mas era tudo camuflado por recursos linguísticos, que a gente cantava sem nem entender o significado), aos funks atuais, que falam, digamos assim, da putaria explícita. E percorrendo os depoimentos, vemos tanto cantores a favor quanto contra às mudanças linguísticas nas letras do funk.

Mais do que isso, o roteiro também traça importante paralelo entre funk e sensualidade, funk e sexualidade – elementos que sempre estiveram ali, presentes, mas que talvez nunca tenham sido enxergados como consequência um do outro. Em ‘Massa Funkeira’ fica bastante claro como o ritmo liberta a libido não só de quem canta, mas de quem dança. Sexualidade, empoderamento e autoestima, elementos que consoam principalmente nas MCs e o público feminino, que encontrou no funk – na música e nos passinhos – uma forma de ser dona do próprio corpo, de ter controle e de fazer valer sua vontade.

Os melhores depoimentos, portanto, são das MCs, como por exemplo a naturalidade com que MC Carol conta como queria um namorado otário para ficar esperando por ela com tudo pronto enquanto ela ia pro baile cantar e realizar o sonho dela – e teria sido assim que ela compôs um dos maiores hits do gênero: “meu namorado é mó otário, ele lava minhas calcinhas”. Um clássico.

Passeando por bailes na CDD, na Penha, no Lins, no Centro e em tantos outros locais, ‘Massa Funkeira’ faz com que o bastão da narrativa seja passado lá e cá, no passado e no presente. Enquanto o Bonde do Tigrão ensaia seus passos e conta como conquistou o público, o entrevistado também demonstra zelo pelos próprios filhos, ensinando-lhes as técnicas de dança.

Extremamente bem-humorado e muito bem montado por Peterkino, ‘Massa Funkeira’ surpreende pelo excelente registro dessa música preta e periférica que tomou conta do país todo, ultrapassando barreiras sociais e econômicas. Com uma trilha sonora top, é impossível ver ‘Massa Funkeira’ parado.

‘O Esquadrão Suicida’: Filme ganha título oficial e não será uma sequência

A entrada de James Gunn no Universo Estendido DC será oficialmente intitulado como ‘O Esquadrão Suicida. Apesar de parecer uma sequência do filme Esquadrão Suicida lançado em 2016 e dirigido por David Ayer, o projeto não será continuação, e sim uma narrativa independente.

“Não é Esquadrão Suicida 2’“, disse o produtor Peter Safran (‘Shazam!’) ao site ComicBook.com. “Não é uma sequência. Não vou falar muito sobre isso, mas sim, é intitulado ‘O Esquadrão Suicida“.

A DC planeja começar as filmagens entre setembro e outubro, indo até meados de 2020.

O elenco será encabeçado pelo Pistoleiro, que agora será interpretado por Idris Elba substituindo Will Smith.

Sites afirmam que também teremos o Tubarão-Rei, Mister Polka Dot, Pacificador e o Caça-Ratos – que mudará de gênero e agora será interpretado por uma mulher.

Tubarão-Rei é um tubarão humanóide que sofreu uma mutação genética.

O Pacificador é alter-ego de Christopher Smith, um agente que mata para conseguir pacificar a cidade.

Mister Polka Dot é um super-vilão de Gotham City que cria bolinhas em seu corpo capazes de se transformar em armas.

Caça-Ratos é alter-ego de Otis Flannegan, um super criminoso e um dos muitos inimigos do Batman. Ele é ajudado por um exército de ratos que formam um exército de caçadores de Gotham City. Aqui, o personagem será uma mulher.

Vale ressaltar que a estreia ainda permanece para o dia 6 de agosto de 2021.

Apesar de ter sido massacrado pelos críticos, ‘Esquadrão Suicida‘ foi um sucesso nas bilheterias, arrecadando US$ 746.8 milhões mundialmente.