O polêmico ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’ já está disponível na plataforma da Amazon Prime Video e aproveitando o sucesso da produção, o astro por trás do personagem, Sacha Baron Cohen, decidiu incorporar o personagem mais uma vez, a fim de dar um recado para as mulheres norte-americanas.
Em um hilário video repleto de ironias, Borat encoraja as mulheres a não votarem, pois isso poderá acarretar em uma derrota para o atual presidente Donald Trump.
O caricato personagem foi ainda mais além, indicando que as mulheres possui ideias “perigosas” e acreditam em coisas absurdas como honestidade.
Assista:
“Informações emergenciais sobre a votação para as mulheres dos Estados Unidos”.
Vale lembrar que a compra dos direitos de exibição do longa não foi nada barata, já que o serviço de streaming desembolsou nada menos que US$ 80 milhões pela exclusividade.
E parece que o investimento rendeu frutos à Amazon, que anunciou que o longa teve a maior estreia de toda a plataforma e foi assistido por ‘dezenas de milhões’ de assinantes, sem especificar o número da audiência.
Mesmo assim, o alcance do filme é bastante indiscutível, já que ele também foi o título mais buscado no Google nos últimos sete dias.
No Rotten Tomatoes, a sequência conquistou 85% de aprovação. Segundo o consenso geral, “[o filme] prova que a criação cômica de Sacha Baron Cohen ainda é uma arma afiada para expor os cantos mais problemáticos e repugnantes da cultura estadunidense”.
Lançado em 2006, ‘Borat‘ foi dirigido por Larry Charles e tornou-se um enorme sucesso de crítica e público, acumulando 91% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Orçado em US$ 18 milhões, o longa arrecadou US$ 262,6 milhões pelo mundo.
Duas horas de caricaturas estereotipadas e uma coletânea de frases de efeito fazem de Alerta Vermelho uma experiência formulaica, batida e repetitiva. Não trazendo nada de novo para as telas, o novo filme de Rawson Marshall Thurber é quase um Michael Bay requentado: Força suas referências da cultura POP de forma blasé, transforma seus personagens em vilões infantiloides e pesa a mão nas cenas de ação, explorando explosões exageradas e performáticas a fim de manter a atenção da audiência. É cafona? Sem sombra de dúvidas. Mas às vezes é o tipo de entretenimento que mais diverte o assinante da Netflix.
Com um orçamento milionário, Alerta Vermelho chega sob a sombra da expectativa de que muito dinheiro investido também signifique qualidade fílmica. E enquanto aclamados cineastas como Martin Scorsese sofrem para finalizar seus longas, produções pouco expressivas como essa comédia de ação secam os cofres dos estúdios em sucessivas explosões que poderiam muito bem ter sido reduzidas pela metade. Dito isso, a produção não é um total desperdício. Ainda que seja uma reprodução de Esquadrão 6 com toques de Indiana Jones, a suntuosa comédia atrai o público geral por sua intensidade, que oferece poucos respiros e muitas cenas de luta.
Trazendo um background de origem que fragilmente tenta unir dois períodos históricos distintos, o longa quer despertar o ímpeto aventureiro na audiência, mas se estende em uma narrativa prolixa, que anda em círculos – enquanto tenta surpreender o público com grandes-pequenas reviravoltas. Suas duas horas são repletas de excessos e nada é tão convincente assim a ponto de nos fazer se engajar com a trama. Mas Gal Gadot, Ryan Reynolds e Dwayne Johnson se entrelaçam bem e mesmo que a dinâmica seja piegas e pouco intuitiva, o trio de atores é capaz de segurar a atenção da audiência, à medida em que faz um malabarismo mirabolante com suas frases de efeito que são pouco originais, mas que vez outra conseguem extrair um riso frouxo.
Completamente despretensiosa, a comédia de ação pode se tornar um desperdício de tempo para cinéfilos mais criteriosos, à medida em que facilmente pode cativar aqueles que pouco esperam de um filme. Quando não levado a sério e sob uma tremenda suspensão de realidade, Alerta Vermelho pode se tornar uma experiência cinematográfica prazerosa. Você poderia assistir algo um pouco mais substancial e bem melhor? Obviamente. Mas quando um filme é tão ruim a ponto de se tornar um prazer culposo, quem somos nós para julgar?
O reality show competitivo ‘Round 6: O Desafio‘ (Squid Game: The Challenge), inspirado na popular série ‘Round 6‘ (Squid Game), foi renovado para a 3ª temporada, antes mesmo da estreia do 2º ciclo. A novidade foi anunciada pela Netflix.
A produção se tornou um sucesso na grade de programação do streaming, atingindo 271 milhões de visualizações durante os primeiros seis meses disponíveis no catálogo, ainda em 2024.
A vindoura 2ª temporada contará com 456 novos competidores, que se desafiam em uma série de provas que os forçam a desenvolver resistência, estratégias e alianças, com apenas um se tornando o grande vencedor.
Os novos capítulos ainda ganharam seu primeiro teaser oficial, que ainda confirmou a data de estreia para 04 de novembro.
O programa recruta 456 jogadores para competirem por US$4.56 milhões ao participarem de jogos inspirados na série original – além de alguns novos –, com o objetivo de evitar a eliminação.
Felizmente, os perdedores não serão assassinados. Neste jogo, o pior destino será voltar para a casa de mãos vazias.
“Eu estou em negociações. Isso era mais ou menos um boato. Eu realmente amo os livros e sou apaixonado por Akira. Adoro o filme, mas eu não faria um remake do filme original. Eu faria uma adaptação dos livros. E, sim, então, de qualquer forma, estou conversando para adaptá-lo.
Ele também confirmou que ele contrataria atores asiáticos para os papéis de Kaneda, Tetsuo e outros.
“Sim, eu escolheria atores asiáticos. Talvez atores pouco conhecidos até.”, afirmou.
O último diretor cotado para o amaldiçoado projeto foi Jordan Peele, responsável pelo estrondoso sucesso de bilheterias e críticas, ‘Corra!’, mas veio a público esclarecer a situação, revelando que não assumirá a responsabilidade. A Warner chegou a convidar o diretor George Miller, mas ele também declinou a proposta.
O projeto enfrentou diversos problemas, como um corte gigantesco de seu orçamento e várias reformulações ao longo dos últimos cinco anos.
Inicialmente orçado em US$ 230 milhões, o filme teve seus custos reduzidos para US$ 90 milhões, e posteriormente US$ 65 milhões.
A história desenrola-se em Neo Manhattan, uma cidade reconstruída depois de ter sido destruída na III Guerra Mundial, iniciada pelo crescimento incontrolável de poderes sobrenaturais de uma criança chamada Akira, que foi registrado num programa governamental secreto de pesquisa.
Desde a excelente reação do primeiro vídeo do reboot de ‘Halloween‘ foi exibido no CinemaCon, os fãs estão ansiosos para conferi-lo com os próprios olhos. Atendendo aos pedidos, Jason Blum foi até o twitter anunciar que o trailer será lançado na próxima sexta-feira (08).
Enquanto o trailer não é liberado, confira a descrição das cenas:
“Laurie está com sua filha e a sua neta na noite de Halloween. Ela diz que a Laurie se tornou uma guerreira quando se trata em proteger sua família ‘e está determinada a manter Michael preso para sempre’.”
“As primeiras cenas de Halloween parecem ótimas. Na nova história, depois que Loomis atirou no Michael, ele foi reinternado e Laurie tem se preparado caso ele escape.”
“Alguns adolescentes estão conversando uns com os outros. ‘Não foi o irmão dela que matou todas aquelas pessoas?’ ‘Não foi o irmão dela, isso é algo que as pessoas inventaram.’ Então, sim. Adeus narrativa da sequência!”
“Tem uma cena de Myers, depois de escapar, atormentando uma garota em um banheiro. Ele coloca sua mão sobre a porta e derruba uma dúzia de dentes ensanguentados no chão. Eles não estão para brincadeira com este filme. Também é ótimo ver a máscara de volta em ação.”
“Além disso, Laurie nunca aparece assustadas nas cenas que vimos. Ela é uma mulher em uma missão, uma caçadora, assim como o Michael. Amei esse ângulo [para a personagem].”
A trama traráJamie Lee Curtis novamente como Laurie Strode, em um embate final com o assassino Michael Myers após quatro décadas do primeiro filme.
O primeiroJurassic Park (1993) é baseado no livro homônimo lançado em 1990. Escrito por Michael Crichton, o romance tem pouco mais de 500 páginas e discute bastante sobre a [falta de] ética no meio científico e como a ganância empresarial é responsável por diversos atrasos para a humanidade. Quando a história virou filme, Steven Spielberg chamou o próprio Crichton para ajudar na adaptação para os cinemas. À frente do projeto mais uma vez, o autor cortou diversas passagens importantes para fazer uma adaptação primorosa, que priorizava a aventura e o suspense ante a ficção e o terror. No entanto, alguns dos fragmentos deixados de lado acabaram entrando nos outros dois filmes da trilogia, como o ataque dos procompsognatos a uma menina na praia e a perseguição de um grande predador dentro do rio principal da ilha.
Porém, quem melhor aproveitou essas ideias descartadas do primeiro livro foram Colin Trevorrow e J.A. Bayona, diretores dos primeiros Jurassic World, a franquia estrelada por Chris Pratt. Inclusive, há momentos muito criticados dos filmes que vieram de ideias do livro. Se você ficou curioso com quais seriam essas ideias, separamos elas logo abaixo. Confira!
Lidando com o divórcioEm Jurassic Park (1993), Lex (Ariana Richards) e Tim (Joseph Mazzello) vão para o parque porque John Hammond (Richard Attenborough) diz que eles são “o tipo de público que queremos no parque”. No livro, eles vão para a ilha porque os pais estão se divorciando e John achou que os netos poderiam lidar melhor com esse processo tendo um fim de semana cheio de novidades e diversão (além de ajudar no relatório de aprovação para tentar abrir legalmente o parque). Essa ideia não foi incluída no corte do filme de 1993, mas entrou em Jurassic World(2015). Os irmãos Zach (Nick Robinson) e Gray (Ty Sympkins) vão passar um fim de semana no parque porque os pais acreditam que isso poderá ajudá-los a lidar com o divórcio iminente. Inclusive, há alguns traços de personalidade dos irmãos do livro para a dupla de 2015, como o mais velho ser mais frio e interessado nas meninas, enquanto o caçula é mais fofo e meio bobão.
O centro de visitantesO centro de visitantes do livro é descrito como uma construção piramidal com diversas peças de vidro na parte superior. Enquanto a versão de 1993 traz o centro parecendo uma mistura de um bangalô com um hotel 5 estrelas, o centro de visitantes do Jurassic World é uma representação fidedigna do que é falado no livro. A única diferença é que o Tiranossauro robô localizado no meio do prédio foi substituído por um holograma interativo que passa informações sobre o parque.
O herói de ação
Todos nós adoramos o Dr. Alan Grant (Sam Neil), o paleontólogo ranzinza que não gosta de crianças, é todo certinho e não se dá bem com máquinas, e é apaixonado pela profissão exercida. Apesar de Neil ter dado muita personalidade em sua atuação, o Dr. Grant do livro é um clássico herói de ação. Na casa dos 40 anos, despojado, forte e ostentando uma bela barba, ele vai para o passeio da Ilha Nublar usando bermuda e uma camisa havaiana. Outra característica marcante é que ele… Adora crianças. Se o Grant dos livros é distante do personagem mostrado nas telonas, podemos dizer que Owen Grady (Chris Pratt) herdou bastante do protagonista do romance. Tirando a parte da barba, ele se encaixa certinho naquilo que Chrichton escreveu sobre o personagem.
O assessor de imprensa
No livro, Ed Regis é um personagem importantíssimo. Chefe de Relações Públicas do parque, ele fica encarregado de servir de “babá” dos irmãos. Obviamente, ele fica muito frustrado com seu papel e passa o tempo todo reclamando disso, mostrando que está insatisfeito com a função e sendo um mala com as crianças. Em Jurassic Park, ele faz uma ponta muita rápida na cena em que os cientistas estão chegando ao parque. Ele é o rapaz de rosa que aparece dirigindo o Jeep. Seu papel na trama acabou sendo substituído pelo advogado Donald Gennaro (Martin Ferrero), que também foi retratado de forma bem diferente do livro. Em 2015, a pobre Zara Young (Katie McGrath) vira uma versão feminina do Ed. Assim como no livro, ela é uma assessora frustrada por ter sido designada para servir de babá dos sobrinhos da chefe. A personagem ficou famosa por ter uma das mortes mais cruéis da saga, sendo afogada por um pteranodon e depois engolida pelo mosassauro.
Pobre Zara…
Treinador de Raptores
Uma das cenas mais emblemáticas – e criticadas – de Jurassic World (2015) já havia sido idealizada lá em 1990. O fato de Owen Grady (Chris Pratt) treinar os velociraptores como se fossem uma alcateia virou piada entre alguns biólogos por ser praticamente impossível desenvolver uma relação afetiva com um réptil, considerando que esses animais não demonstram tal capacidade. O problema é que, além de se tratar dos animais mais inteligentes desse universo FICTÍCIO, há um momento no livro de 1990 em que é dito que a ideia base do parque é fazer os animais responderem às ações dos tratadores, tal qual animais de zoológico que não atacam seus tratadores na hora da alimentação ou do banho. Para que, criando um vínculo quase afetivo, eles pudessem ser treinados e utilizados nas atrações do parque.
Além disso, em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), o personagem de Chris Pratt é mostrado treinando a velociraptor Blue ainda filhote. Ele dá agrados, faz carinho, e ela vem se aproximando do treinador de forma dócil e fofa. No livro, enquanto eles fazem o tour e passam pelo setor de biotecnologia, Tim entra no berçário e prontamente um bebê velociraptor pula em seu colo, cheio de chamego.
A obsessão de WuHenry Wu é um personagem importantíssimo na mitologia do Jurassic Park. Ele é o cientista responsável por descobrir como trazer os dinossauros de volta à vida. Tudo bem, ele morre estripado por um velociraptor no livro, mas sua versão cinematográfica, vivida por BD Wong, não apenas sobreviveu aos eventos do parque, como também virou o grande vilão da trilogia nova. Obcecado pela perfeição, ele cria novas espécies “melhoradas” e “sem defeitos”, causando uma série de catástrofes, como a destruição do parque e a liberação de dinossauros no mundo. Essa sede por “melhorar” os animais já é mostrada na história original. Chamado “versão 4.4”, esse capítulo traz Wu tentando convencer John Hammond a deixar que ele altere geneticamente o comportamento das próximas ninhadas para que elas viessem mais lentas e domesticadas, mais parecidas com animais de zoológico. John nega e dá uma humilhada básica no jovem geneticista, que segue tratando os dinossauros como itens de laboratório.
O logo do parque
O livro descreve a identidade visual do parque voltada para o azul. O próprio logo era composto por um dinossauro azulado. A versão de cinema trouxe uma versão amarela, preta e vermelha. Já Jurassic World apostou mais no azul do livro.
Atrações
É inegável que um dos maiores atrativos deJurassic World foi poder ver um mundo em que o Jurassic Park conseguiu contornar as mortes da tragédia de 1993 e enfim foi aberto para o público. Vê-lo funcionando como um verdadeiro parque temático foi de encher os olhos, e a equipe de produção fez um trabalho impecável montando a caracterização dos funcionários, dos brinquedos, do merchandising… Enfim, eles realmente criaram um parque de diversões para a gravação do filme. E algumas das atrações já haviam sido citadas por Ed Regis e John Hammond no livro.O passeio no rio, que foi retratado de forma breve como o “Cruzeiro no Cretáceo”, é comentado inúmeras vezes no livro. O vale da girosfera, em que os turistas passeiam entre os dinossauros dentro de uma bola de vidro, foi comentado por Ed Regis, que diz: “Em algum momento, esperamos poder dirigir entre os animais, como eles fazem nos parques de caça na África”.
Gigantes GentisNa atração “Gigantes Gentis”, que funcionava como uma fazendinha de dinossauros, crianças de até 1,20 m podem entrar nos cercados e montar nos bebês dinossauros mais parrudos. No livro, logo após os eventos causados pelo primeiro ataque do Tiranossauro, Grant e as crianças se escondem em um galpão para poderem descansar. Em dado momento, Lex – a caçula no livro – aparece brincando com um bebê triceratops, a quem ela chama de Ralph (por se parecer com um amiguinho de mesmo nome da escola). A menina diz que o dinossaurinho é mansinho e poderia até mesmo montar nele se quisesse. Atitude essa imediatamente reprovada por Grant, que pede para a menina deixar o Ralph em paz. Em Jurassic World, lá está uma menina montando um bebê triceratops.
“Matando por esporte“Outro momento emblemático de Jurassic World é quando Owen (Chris Pratt) e Claire (Bryce Dallas Howard) chegam a um vale e encontram alguns apatossauros agonizantes, vítimas da Indominus Rex. Observando o padrão das mortes, que não mostrava nenhuma marca do predador ter se alimentado dos animais que matou, Owen diz que o dinossauro híbrido: “está matando por esporte”. No livro, o perito em predadores Robert Muldoon, interpretado por Bob Peck, no filme de 1993, alerta os cientistas sobre o perigo dos velociraptores, dizendo que eles nunca recusam uma presa e caçam mesmo sem estar com fome. Ou seja, eles caçam por esporte.
Pequeno contratempo Diferentemente de Jurassic Park (1993), no livro, quando os bugs no sistema inseridos por Dennys Nedry (Wayne Knight) começam a fazer efeito, a equipe não fica achando que foi tudo por água abaixo. Na verdade, assim que eles conseguem restabelecer a energia, a primeira atitude dos cerca de 20 funcionários presentes no parque é identificar os animais que haviam se soltado para capturá-los, recolocá-los nas jaulas e consertar o que tivesse sido quebrado durante a falha. Ou seja, o parque não para de funcionar. Hammond e John Arnold – que foi vivido por Samuel L. Jackson nos cinemas – lidam com a situação como se fosse um pequeno contratempo no cronograma. Mais pra frente, a situação ficaria ainda pior e terminaria com a morte de ambos. Da mesma forma, no filme de 2015, quando a Indominus Rex escapa do padoque e sai por aí matando tudo e todos que aparecem pela frente, a direção do Jurassic World lida como se fosse um pequeno contratempo, mostrando o total desrespeito pela vida humana e uma soberba absurda diante da criatura que eles fizeram no laboratório. Por conta disso milhares de pessoas morrem ou saem feridas, inclusive o Sr. Masrani (Irrfan Khan), até então dono do parque.
Norman AthertonNo livro, mesmo sem aparecer de forma física – ele é apenas citado em um flashback -, Atherton é um personagem muito importante. Mentor de Henry Wu, ele era um geneticista genial que ajudou a criar e a transformar a InGen na empresa multibilionária que era. Quando John Hammond saía para reuniões com possíveis investidores, sempre levava junto um elefante em miniatura criado por Norman Atherton usando a biotecnologia. O animalzinho chamava a atenção de todos, que ficavam chocados com o poder da manipulação do DNA e acabavam investindo na empresa. Atherton falece de um problema cardíaco antes que Hammond inicie o projeto dos dinossauros. Em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018), somos apresentados a um antigo sócio de John Hammond (Richard Attenborough), chamado Benjamin Lockwood (James Cromwell). Ele foi parceiro de Hammond e os primeiros dinossauros foram criados no porão de sua propriedade. Apesar de não ter confirmação, é quase certo que Lockwood seja o Atherton da versão cinematográfica da obra, já que os dois personagens são muito parecidos. A diferença é que, em vez de clonar um elefante, Lockwood clonou a própria filha em segredo. Uma curiosidade interessante é que Lockwood é o único personagem da franquia a ser morto diretamente por um ser-humano, e não por um dinossauro.
Vulcão NublarApesar de ser constantemente chamada de Ilha Nublar, a região que sedia o Jurassic Park/ World não é exatamente uma ilha. Uma das primeiras coisas faladas quando os personagens do livro chegam ao parque é que ele foi construído em região vulcânica, por isso havia bastante vegetação e vários pontos em que os turistas poderiam ver jatos de gás saindo do chão, o que não era figuração colocada para dar um ar mais “jurássico”, mas efeito do vulcão Nublar. Isso nunca tinha sido dito nos filmes até que J. Bayonaresolveu colocá-lo em erupção em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
“A vida encontra um meio”
A frase do Dr. Ian Malcolm (Jeff Goldblum) virou sinônimo da franquia dos dinossauros nos cinemas. No livro, ele explica várias vezes sobre seu trabalho com as equações não-lineares e a teoria do caos. Acaba que, independentemente da versão, ele está sempre certo. Em um dos milhares de momento em que ele para pra explicar para Gennaro como funciona a teoria do caos, o Dr. Malcolm diz que as pessoas consideram eventos inesperados, como uma batida de carro, como um desvio da normalidade, mas que o caos já previa isso como parte do todo. Em Jurassic Park (1993), a cena em questão acabou reduzida e virou um momento em que Malcolm tenta dar uma cantada na Dra. Ellie Sattler (Laura Dern) dentro do carro. O trecho descartado, que fala sobre a interferência humana e a batida de carro, é utilizado palavra por palavra no discurso de Ian Malcolm no encerramento de Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Lewis Dodgson retornará em Jurassic World: Dominion, podendo explorar um pouco mais de seu background dos livros.
Com cinco filmes já produzidos, sobraram poucas coisas do primeiro livro para serem exploradas em Jurassic World: Dominion, que tem previsão de estreia para 2022. No entanto, já se sabe que o trio principal do primeiro filme retornará, assim como o geneticista Lewis Dodgson, que foi vivido por Cameron Thorem Jurassic Park (1993), e agora será interpretado por Campbell Scott. No livro, Dodgson é o principal geneticista da BioSyn, uma concorrente da InGen que realiza roubo de pesquisa para criar suas vacinas e animais. Dodgson suborna Dennys Nedry para conseguir os embriões do Jurassic Park para reproduzi-los antes que a InGen registrasse a patente dos dinossauros. Ele acreditava que Hammond queria fazer dinossauros em miniatura para vender como pet para as crianças, o que faria muito dinheiro internacionalmente. Como o personagem vai retornar para o terceiro filme da nova trilogia, espera-se que ele tenha conseguido criar seus próprios animais e que, de alguma forma, ele se encaixe na trama de tráfico internacional de dinossauros para uso bélico que foi estabelecida em Jurassic World: Reino Ameaçado (2018).
Jurassic World: Dominion está com estreia prevista para 10 de junho de 2022. Ansiosos?
Alicia (Cecilia Roth) é uma mulher rica, e gosta de sê-lo. Gosta de receber as amigas em casa para jantares e chás da tarde regados a fofocas sobre a vida alheia. Gosta de ter Gladys (Yanina Ávila) como sua empregada, mesmo que ela fique com o filho pequeno dela em casa. Aliás, Alicia gosta de fazer-se essencial para esses dois – que, sem ela, nada seriam. Um dia, o telefone toca e é Daniel (Benjamín Amadeo), seu filho, ligando da prisão. Pega de surpresa, ela irá buscar todas as formas para salvar o filho do destino certo no cárcere e manter a reputação de sua família imaculada, afinal, família vem em primeiro lugar, e a sua vem acima de todas as outras.
Olhando assim parece que ‘Crimes de Família’ tem um argumento simples, e tem mesmo. A diferença aqui é a forma como o roteiro de Pablo del Teso e Sebastián Schindel vai apresentando a história. Vemos isso desde a primeira cena, que é mostrada só um pouquinho (ela é fundamental para o desenrolar da história), e, toda vez que o filme avança um pouco, acrescentando elementos para a compreensão do espectador, o roteiro volta e traz um pouquinho mais dessa primeira cena. Isso é feito para que tanto nós, espectadores, quanto a protagonista Alicia possamos seguir juntos no descobrir dos eventos – ou seja, ela vai entendendo as coisas junto com a gente.
Dirigido pelo também roteirista Sebastián Schindel, destaca-se a habilidade desse diretor em fazer muito com pouco – e se apropriar desse pouco. Por exemplo: o estilo de vida soberbo e aristocrático de Alicia se destaca aos nossos olhos, até mesmo para as coisas mais triviais; mas atente-se, porque o que parece corriqueiro de igual maneira ganha significado no enredo de ‘Crimes de Família’. Sebastián Schindel também se apropria bem dos ambientes em que filma, usando-os como personagens de ostentação em seu filme – a casa, o apartamento, a escola, o tribunal, a prisão etc, tudo faz parte e influencia na construção dessa história.
Em uma camada superficial, ‘Crimes de Família’ pode parecer um episódio estendido de um desses programas televisivos de investigação criminal, como Law and Order ou CSI, e em muitos aspectos até o é, só que numa versão argentina do programa, e na Netflix, com um bocado de influência do dramaturgo alemão Bertold Brecht. Porém, o que ‘Crimes de Família’ oferece é um retrato de como o racismo estrutural funciona em todos os aspectos sociais, e em todos os países. E isso é visto de maneira bem evidente (para quem quiser ver né, claro) através da história da empregada Gladys, que deve se sentir grata por morar na casa da patroa. Não à toa, é um filme baseado em história real.
Na trama, Dev Patel é o funcionário de um hotel, enquanto o seu colega é um turista que visita a cidade de Mumbai, na Índia. De repente, um ataque terrorista toma o lugar e os dois tentam sobreviver ao massacre.
A surpreendente história das vítimas e sobreviventes dos atentados de Mumbai, em 2008. O filme é baseado em fatos reais
Anthony Maras dirige. A estreia acontece dia 21 de Março nos cinemas nacionais.
Jeremy Renner, o eterno Gavião Arqueiro da franquia ‘Vingadores’, comentou recentemente que havia recebido a proposta de viver Hellboy nos cinemas, mas eventualmente recusou o papel por não conseguir se conectar a ele.
Em entrevista ao site Entertainment Weekly, o ator revelou que estava cotado para estrelar ‘Hellboy’, a clássica franquia cinematográfica de Guillermo del Toro. Entretanto, por mais que tenha gostado do roteiro, não conseguir penetrar o papel nem mesmo se ver dentro do fantasioso cosmos.
“Eu estava lendo o roteiro e pensando, ‘Eu não entendo isso…’. Simplesmente não conseguia me conectar [com o papel]”, Renner falou. “Não sei o que iria fazer, então eu disse não”.
No final das contas o personagem foi entregue a Ron Perlman, que caiu nas graças do público.
A saga do anti-herói demoníaco, todavia, ganhou um remake no começo desse ano pelas mãos de Neil Marshall e encarnado por David Harbour (‘Stranger Things’). O filme tornou-se um dos maiores fracassos do ano, saindo de exibição nos cinemas dos EUA com apenas US$ 21.9 milhões. No mercado internacional, as coisas também não foram muito favoráveis, com US$ 18 milhões acumulados.
Ao total, o remake arrecadou menos de US$ 40 milhões mundialmente, não conseguindo sequer recuperar o orçamento de sua produção (US$ 50 milhões) – sem contar o valor gasto com marketing.
Dirigido por Neil Marshall (‘Abismo do Medo‘), o reboot tentou apresentar um tom mais sombrio que a franquia original.
Nimue, a Rainha de Sangue, foi uma bruxa tão poderosa que nenhum mortal jamais conseguiu derrotá-la. Durante uma batalha, seu corpo foi dividido em seis partes e espalhado pelos lugares mais distantes da Terra. Anos depois, o massacre a um mosteiro próximo à Londres levanta a suspeita de que alguém pode estar querendo ressuscitá-la e Hellboy recebe a missão de conter essa terrível ameaça. A humanidade quase não conseguiu sobreviver aos seus poderes da primeira vez e certamente não sobreviverá na segunda.
A produção de ‘Falcão e Soldado Invernal’ está a todo vapor e, agora, novas imagens dos bastidores da série vazaram, estampando Sebastian Stan como Bucky/Soldado Invernal.
Estrelada por Anthony Mackie e Stan, a produção será lançada na primavera norte-americana de 2020 (20 de Março a 20 de Julho). Emily Van Camp e Daniel Brühl completam o elenco.
Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.
Se há um gênero que sempre volta a ganhar espaço na esfera cinematográfica, este gênero se revolve ao redor dos desastres aéreos. Desde ‘O Voo’ até ‘Sully – O Herói do Rio Hudson’, cineastas das mais diversas escolas mergulharam através de diversas perspectivas para nos convidar a um intimista retrato dos problemas enfrentados pela tripulação e pelos passageiros, seja com o mau tempo, seja com ameaças terroristas que, de alguma forma, conseguem transpassar a segurança e se esconder entre os viajantes até o momento certo de atacar. E agora, em pleno 2020, chegou a vez da Amazon Studios adicionar mais uma iteração a esse extenso time de longas-metragens: o thriller dramático ‘7500’ veio sem muito barulho e, no geral, se construiu de modo sólido o suficiente para se segurar no primeiro ato, ainda que nunca tenha alcançado a atitude máxima.
A trama gira em torno de Tobias Ellis (Joseph Gordon-Levitt), copiloto de uma aeronave que está viajando de Berlim para Paris ao lado do Capitão Michael Lutzmann (Carlo Kitzlinger), enquanto sua namorada, Gökce (Aylin Tezel), está a poucos metros trabalhando como uma das comissárias. Pouco depois do avião decolar, um grupo de quatro terroristas muçulmanos invadem a cabine da tripulação e matam Michael – mas são impedidos de tomar controle da nave por Tobias, que rapidamente nocauteia um dos invasores e mantém os outros do lado de fora. Entrando em contato com a torre de controle e anunciando o código 7500 (acrônimo para pedido de socorro por sequestro), consegue contornar para o aeroporto mais próximo para pousar em segurança. Isso é, até os sequestradores começarem a matar os reféns caso ele não os deixe entrar na cabine.
O primeiro ato do longa-metragem move-se com destreza aplaudível e irretocável, infundindo-se em um jargão próprio da aviação que começa a cultivar a tensa atmosfera que se abate da história e permanece até os momentos finais. Mais do que isso, a estreia diretorial de Patrick Vollrath vale-se bastante da concepção claustrofóbica dos aviões, mantendo-se propositalmente preso na cabine durante os 92 minutos de tela, fazendo apenas breves meneios para o corredor que leva aos passageiros ou então para a pequena televisão que permite que o piloto e o copiloto enxerguem do lado de fora. Como se isso não bastasse, o realizador também abre espaço para diversos e inteligentes foreshadowings plantados em um instigante prólogo que já deixa claro quem serão os “vilões”.
À medida que a trama se desenrola, percebe-se que o roteiro, também assinado por Vollrath, acaba se rendendo àquilo do que tentou se desvencilhar: apesar de uma concreta e envolvente representação, percebe-se que a narrativa não consegue se sustentar por muito tempo, tentando ao máximo estender-se através de certas reviravoltas que não têm lugar em uma obra como essa. A síndrome heroica imprimida nos personagens figurantes, por exemplo, é impalpável demais, mesmo que tenha sido premeditada pelo protagonista; as motivações dos antagonistas também caem por terra quando mergulham em um agonizante acesso de ansiedade infinita que torna-se extenuante pelos motivos errados.
Felizmente, Gordon-Levitt é a força-motriz e, por boa parte do tempo, deixa que sua honrável atuação tire nossa atenção de tantos deslizes assim. É visível a transição de seu arco como tímido e controlado profissional a alguém responsável pela vida de dezenas de pessoas. Mais do que isso, a soberba ideia de deixar que Tobias enfrente seus demônios interiores e tenha uma moral chocante entre deixá-los entrar o salvar a aeronave é extremamente bem-vinda, aproveitando as brechas (como o assassinato de Gökce) para humanizá-lo e tirá-lo das concepções maniqueístas que há muito vêm sendo representadas para personagens desse seleto nicho. E as coisas ficam ainda mais angustiantes quando o ferimento em seu braço torna tudo mais difícil.
Quando já ficou claro que o filme funcionaria muito melhor como média-metragem – ou ao menos através de um roteiro mais conciso e que não usasse seus trunfos de uma vez só -, o enredo resolve mergulhar no clássico confronto entre dois lados de uma mesma moeda, revelando os princípios messiânicos dos terroristas e como o elo mais fraco, Vedat (Omid Memar) seria a chave para salvar todos. O jovem de apenas dezoito anos, atraído para uma espécie de vendeta religiosa contra o imperialismo ocidental (pincelado na produção de modo cru demais para ser levado a sério), percebe que não quer se sacrificar “em nome de Alá” e, por mais que tente ser salvo por Tobias, serve de bode expiatório e é brutalmente assassinato por um franco-atirador – servindo como um desfecho previsível, ainda que funcional, para a história.
‘7500’ ganha pontos pela aliança entre performances memoráveis e uma técnica sagaz e impecável; entretanto, a excessiva preocupação estética drena a necessária lapidação de uma narrativa perdida e por vezes complacente, transformando o que facilmente seria uma das grandes iterações do ano em uma preciosista rendição.
Confira, junto ao pôster e às imagens promocionais:
Depois de levar um tombo na véspera de Natal, o rabugento Jorge desmaia e acorda um ano depois sem lembrar do que se passou. Ele logo percebe que está condenado a continuar acordando na véspera de Natal, ano após ano, tendo que lidar com as consequências do que seu outro “eu” fez nos demais 364 dias.
‘Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta’ estrelou há alguns dias na Netflix e reacendeu inúmeras conversas e discussões sobre o movimento feminista contemporâneo.
Tendo ganhado força ainda no começo do século XX com as sufragistas (mulheres que lutavam pelo direito de votar em uma sociedade extremamente patriarcal e tradicionalista), o feminismo passou por inúmeras revoluções até chegar aos dias de hoje, com pautas mudando constantemente conforme a sociedade mudava seus ideários.
Não é surpresa que muitos condenem o movimento sem conhecer sua história e sem até mesmo conhecer a palavra feminismo. Por essa razão, o CinePOP separou uma lista com outras dez produções para você conhecer mais sobre a ideologia em questão.
Confira abaixo nossas escolhas e conte para nós qual a sua favorita:
AS VIDAS DE GLÓRIA (2020)
Contando com nomes como Julianne Moore, Alicia Vikander, Janelle Monáe e Bette Midler, ‘As Vidas de Glória’ gira em torno de Gloria Steinem, uma das principais ativistas do movimento feminista que encontrou seu ápice entre os anos de 1960 e 1970. Dentre suas contribuições, destaca-se o apoio para as mulheres que desejavam construir uma carreira como oficiais do governo, além de ter fundado grupos como o Women’s Action Alliance e o Women’s Media Center.
Também trazendo nomes como Gloria Steinem e Shirley Chisholm para uma aclamda dramatização de fatos reais, ‘Mrs. America’, na verdade, concentra seus esforços em Phyllis Schlafly, líder anti-feminista que ia de encontro aos ideários de libertação e de empoderamento defendidos por suas “arqui-inimigas”. A minissérie ganhou o público e a crítica e faturou inúmeras indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro.
No início do século XX, após décadas de manifestações pacíficas, as mulheres ainda não possuem o direito de voto no Reino Unido. Um grupo militante decide coordenar atos de insubordinação, quebrando vidraças e explodindo caixas de correio, para chamar a atenção dos políticos locais à causa. Maud Watts (Carey Mulligan), sem formação política, descobre o movimento e passa a cooperar com as novas feministas. Ela enfrenta grande pressão da polícia e dos familiares para voltar ao lar e se sujeitar à opressão masculina, mas decide que o combate pela igualdade de direitos merece alguns sacrifícios.
‘The Hunting Ground’ foi lançado em 2015 e tornou-se uma das produções mais aclamadas do ano. Escrito e dirigido por Kirby Dick, o longa-metragem é focado em duas jovens chamadas Annie E. Clark e Andrea Pino, ex-alunas da Universidade da Carolina do Noirte que denunciaram a própria instituição em virtude de terem sido descreditadas após acusções de estupro. A intitulação do processo, Title IX, tornou-se um modelo em universidades ao redor dos Estados Unidos.
TERRA FRIA (2005)
Antes de fornecer sua própria perspectiva para ‘Mulan’, Niki Caro ousou desafiar as tradições machistas da sociedade contemporânea com o poderoso drama ‘Terra Fria’. A história é centrada em Josey Aimes (Charlize Theron), uma jovem mulher que retorna à sua cidade natal, no Minnesota, em busca de emprego. Mãe solteira e com dois filhos para sustentar, ela é contratada pela principal fonte de empregos da região: as minas de ferro, que sustentam a cidade há gerações. O trabalho é duro mas o salário é bom, o que compensa o esforço. Entretanto, ela não esperava sofrer com o constante assédio dos seus colegas de trabalho. Como ao reclamar do tratamento recebido é ignorada, ela decide levar o caso à justiça.
O SORRISO DE MONA LISA (2003)
Facilmente uma das produções mais conhecidas da década de 2000, ‘O Sorriso de Mona Lisa’ não poderia ficar de fora da nossa lista. Estrelado por nomes como Julia Roberts, Kirsten Dunst e Ginnifer Goodwin, a obra gira em torno de Katharine Watson, uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.
ESTRELAS ALÉM DO TEMPO (2016)
São poucos os elencos que trazem apenas nomes fortes às telonas – e ‘Estrelas Além do Tempo’ faz parte desse seleto grupo. Amalgamando discussões sobre gênero e raça, o longa-metragem (um dos queridinhos da temporada de premiações de 2017), traz à tona a história real de três matemáticas negras – vividas por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe – que se tornaram peças-chave da corrida espacial liderada pelos Estados Unidos.
‘Suprema’ é mais uma cinebiografia encantadora que merece ser vista, principalmente por retratar a vida profissional de um dos nomes mais importantes da história: Ruth Bader Ginsberg (ex-juíza que faleceu no final do ano passado). RBG, como era conhecida, se formou em direito nas instituições mais prestigiosas do país: Harvard e Columbia, sempre como primeira aluna de sua turma. Mesmo assim, ela enfrentou o machismo dos anos 1950 e 1960 quando tentou encontrar emprego, sendo recusada pelos principais escritórios de advocacia. Na função de professora, se especializou em direito relacionado ao gênero, decidindo atacar o Estado para derrubar centenas de leis que permitem a discriminação às mulheres.
MINHA HISTÓRIA (2020)
‘Minha História’ é a segunda parceria dos Obamas com a Netflix e acompanha os bastidores da turnê de Michelle para seu livro em 34 cidades diferentes. Destacando o poder da união entre a comunidade durante os oito anos de seu mandato e o de seu marido e o poder da conexão quando ouvimos histórias, o longa conta uma parte da jornada da advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos.
O longa vencedor do Emmy ‘Homecoming’ foi dirigido por ninguém menos que Beyoncé e, tecnicamente, é centrado em suas duas lendárias apresentações no Festival Coachella de 2018. Entretanto, ao revelar detalhes sobre o processo criativo e sobre os bastidores dos shows, nossa Queen B aproveita para mostrar suas verdadeiras intenções: celebrar a cultura e, principalmente, a importância das mulheres negras na história da humanidade.
A CW divulgou a sinopse oficial de “Silence of the Sonograms”, 13º capítulo da 6ª temporada de ‘Legends of Tomorrow’.
Na trama, “com as Lendas em alerta com um inesperado convidado sob custódia, Ava tem a missão de interrogá-lo, enquanto Nate e Sara assistem. Rory está lutando contra uma terrível dor em sua cabeça, e Gary tenta ajudá-lo. Enquanto isso, Zari pede a Astra e a Spooner que ajudem a descobrir o que está acontecendo com Constantine.”
Quando heróis sozinhos não são o suficiente… o mundo precisa de lendas. Já tendo visto o futuro, um deles irá desesperadamente tentar impedi-lo de acontecer. Rip Hunter (Arthur Darvill), o viajante do tempo, recebe a tarefa de reunir um disforme grupo de heróis e vilões para confrontar uma ameaça difícil de parar; uma que não ameaça somente a integridade do planeta, mas do próprio tempo como uma entidade. Será que este improvável time é capaz de combater uma ameaça imortal, diferente de tudo que eles conhecem?
Falta um mês e meio para o Natal – e é claro que uma das celebrações mais aguardadas do ano merece uma comemoração tão digna quanto.
Depois de separarmos 10 produções para conferir na Netflix, chegou a hora de vasculhar o catálogo da HBO Max em busca de filmes com o espírito de Natal (e que possam nos fazer esquecer um pouco das tragédias que aconteceram em 2021.
De comédias a drama, veja nossas escolhas abaixo e conte para nós qual a sua favorita:
UMA HISTÓRIA DE NATAL (1983)
O clássico ‘Uma História de Natal’ acompanha Ralphie (Peter Billingsley), um jovem garoto que tenta convencer seus pais, professores e até mesmo o Papai Noel de que uma espingarda de brinquedo seria o presente perfeito para uma criança dos anos 40.
Um inventor está à procura de um presente especial para seu filho, e encontra algo interessante em uma loja em Chinatown. O lojista fica relutante em lhe vender a pequena criatura, mas acaba aceitando, sob a condição de que ela nunca seja exposta à luz, água ou alimentada após a meia-noite. Naturalmente que todas essas regras são desobedecidas, o que resulta em um bando de monstrinhos descontrolados que decidem destruir a cidade bem na véspera do Natal.
FÉRIAS FRUSTRADAS DE NATAL (1989)
Clark Griswolds (Chevy Chase) promete à sua família um Natal maravilhoso. Ele enfeita a casa com mais de 20 mil luzes e prepara uma árvore que não cabe nem na sala de estar. Com tudo pronto, ele convida o resto da família para estar com eles. Quando chega a véspera do dia 24, depois de meses de preparo, as coisas não saem tão bem quanto o planejado, a começar por um peru explosivo e um gato enroscado nas luzinhas de Natal.
‘O Expresso Polar’ se tornou um dos clássicos infantis mais assistidos na época do Natal – e, ano após ano, é redescoberto por aqueles que buscam uma aventura inesquecível. Reunindo o diretor Robert Zemeckis e o icônico astro Tom Hanks, a animação é inspirada no livro de Chris Van Allsburg e acompanha um menino cheio de dúvidas que pega uma extraordinária carona para o Polo Norte, embarcando em uma jornada de autodescobrimento que mostra a ele que a maravilha da vida nunca desaparece para aqueles que acreditam.
Natal de 1914, em plena 1ª Guerra Mundial. A neve e presentes da família e do exército ocupam as trincheiras francesas, escocesas e alemãs, envolvidas no conflito. Durante a noite os soldados saem de suas trincheiras e deixam seus rifles de lado, para apertar as mãos do inimigo e confraternizar o Natal. É o suficiente para mudar a vida de um padre anglicano, um tenente francês, um grande tenor alemão e sua companheira, uma soprano.
O COMEÇO DO NATAL (2019)
O filme italiano ‘O Começo do Natal’ pode ter passado longe do seu radar, mas não deixaria de estar na nossa singela lista. Lançado em 2019, mas chegando ao Brasil apenas no final do ano passado, a narrativa acompanha um ladrão ateu e um sacerdote que viajam magicamente para a Palestina de 2000 anos atrás e têm que garantir o nascimento do menino Jesus.
ADORÁVEIS MULHERES (2019)
Baseado no icônico romance de Louisa May Alcott, ‘Adoráveis Mulheres’ pode não ser o primeiro título de que nos lembramos quando pensamos em Natal, mas certamente carrega o espírito de família e de união que precisamos nesse fim de ano. Contando com nomes como Saoirse Ronan, Florence Pugh, Emma Watson e Laura Dern, a história é centrada na família March e acompanha a saga de amadurecimento das irmãs Jo, Beth, Meg e Amy. Com personalidades completamente diferentes, elas enfrentam os desafios de crescer unidas pelo amor que nutrem umas pelas outras.
ALGUÉM AVISA? (2020)
Conhecer a família da sua namorada pode ser difícil. Planejar pedir a mão dela em casamento durante o jantar anual de Natal da família – até você descobrir que eles nem sabem que ela é lésbica – é mais difícil ainda. Quando Abby descobre que Harper vem escondendo o relacionamento das duas de sua família, ela começa a questionar a namorada que pensava conhecer. Estrelado por Kristen Stewart e Mackenzie Davis, ‘Alguém Avisa?’ é uma tocante rom-com LGBTQIA+ que ganhou o coração da crítica e do público e que, definitivamente, merece nossa atenção.
A série ‘Bel-Air‘, reboot da comédia clássica ‘Um Maluco no Pedaço‘, finalmente chegou ao catálogo do Star+.
A produção foi lançada hoje, 18 de maio, no catálogo da plataforma de streaming.
Ambientada nos dias atuais, a trama acompanhará a complicada jornada de Will, que veio as ruas da Filadélfia até os portões de uma mansão em Bel-Air. A nova versão terá um tom dramático e irá se aprofundar nos conflitos e emoções que eram impossíveis de se explorar no formato cômico de uma sitcom.
A The CW divulgou a promo oficial do 2º episódio de ‘The Winchesters’, intitulado “Teach Your Children Well”.
Na trama, “John e Millie estão em páginas diferentes sobre seu novo interesse pela caça e Ada tenta preencher a lacuna. Mary segue uma trilha de seu pai que aponta para o desaparecimento de um adolescente em Topeka. Enquanto isso, Carlos tem uma conversa franca com Mary, enquanto Latika mergulha em seus livros para identificar o monstro”.
O capítulo vai ao ar no dia 18 de outubro.
Confira:
A série será narrada por Jensen Ackles, reprisando seu papel como Dean. O show irá explorar as aventuras de seus pais, John e Mary, décadas antes dos eventos da série original.
“Mary (Meg Donnelly) tem 19 anos e tem lutado contra forças sobrenaturais desde que era criança. Após perder alguém próximo a ela, a caçadora considera sair do negócio da família – até que seu pai desaparece e a chegada do novato John (Drake Rodger) a força a liderar uma nova equipe. John voltou recentemente do Vietnã. Altruísta, ele encontra uma nova missão ao retornar para casa, onde traços o passado do seu pai o levam até uma organização secreta e uma guerra completamente nova como um caçador.”
O Shudder divulgou o trailer oficial da 4ª temporada de ‘Creepshow‘, série de terror antológica inspirada no clássico filme dos anos 1980 de George A. Romero.
Além disso, foi revelado que a produção tem estreia agendada para o dia 13 de outubro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.
Confira:
Criada por Greg Nicotero, a série é baseada no terror antológico de 1982.
Quadrinhos ganham vida em uma série de segmentos sinistros, explorando terrores que vão desde assassinatos, criaturas e monstros até contos sobrenaturais e inexplicáveis.
Mais detalhes sobre o novo ciclo não foram revelados.
Durante o Super Bowl, a Paramount Pictures divulgou um teaser inédito da comédia de fantasia ‘Amigos Imaginários‘ (If), que estreia em 16 de maio nos cinemas nacionais.
Estrelada por Ryan Reynolds (‘Deadpool’), a trama escrita e dirigida por John Krasinski (‘Um Lugar Silencioso’) gira em torno de um homem que pode ver e conversar com os amigos imaginários das pessoas, fazendo amizade com aqueles que foram esquecidos ou descartados.
No entanto, alguns deles acabam se tornando espíritos malignos por conta da falta de afeto, e cabe a ele salvar o mundo daqueles que se tornam maus.
O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 29 de julho.
A produção pode ser acompanhada por novos espectadores, mas também funciona como uma sequência direta da série original – e segue a continuação da épica história de amor entre o Fry e a Leela, o conteúdo misterioso da caixa do Nibbler, a história secreta do Papai Noel Robô, e o paradeiro dos girinos de Kif e Amy. Enquanto isso, há uma nova pandemia na cidade enquanto a equipe explora o futuro das vacinas, bitcoins, cultura do cancelamento e streaming.
Criada por Matt Groening (‘Os Simpsons’) e David X. Cohen (‘Beavis and Butt-Head’), ‘Futurama’ estreou em 1999 e rapidamente ganhou seguidores fiéis e aclamação da crítica, incluindo dois Emmys de Melhor Série Animada. Apesar de seu cenário em um futuro distante, o programa é conhecido por suas críticas ácidas e satíricas sobre a vida no presente.
A trama gira em torno de um entregador de pizza que acidentalmente se congela por mil anos. A série originalmente foi exibida por quatro temporadas (1999–2003), na FOX. Cinco anos depois do cancelamento, o canal Comedy Central reviveu a produção por mais três temporadas (2008–2013).
A produção será lançada na plataforma no dia 4 de janeiro.
Ambientada no cenário de tirar o fôlego de uma estação espacial, a trama explora o amor, a confiança e a conexão humana em um mundo onde todos os recursos são preciosos e as emoções são profundas.
Segundo o Deadline, o vencedor do Oscar J.K. Simmons foi escalado como o protagonista da série ‘The Westies’, drama criminal de época de Chris Brancato (‘Narcos’).
Com oito episódios em sua primeira temporada, a trama segue a violenta gangue irlandesa que dá nome à produção e se passa durante a construção do Centro de Convenções Jacob Javitz, no território dos Westies, em Hell’s Kitchen.
Supervisionada pela MGM+, a atração traz Simmons como Eamon Sweeney, o carismático e impiedoso líder dos Westies, cujo charme old school e sua lealdade à vizinhança que vive mascaram uma ambição criminosa e uma brutalidade calculada.
Segundo a sinopse:
Apesar de serem superados em número de cinquenta para um pelas Cinco Famílias da Máfia Italiana, a lendária brutalidade e astúcia dos Westies deram a eles a alavancagem necessária para dividir os despojos por meio de uma frágil distensão. Mas o conflito interno entre a geração mais jovem e impetuosa e a liderança da velha escola ameaça atiçar esse barril de pólvora, o que levará os Westies para dentro da investigação cada vez mais profunda do FBI sobre a máfia italiana.
Bracato assina a criação de ‘The Westies‘ ao lado de Michael Panes e ambos também assumem o papel de produtores executivos. As filmagens da série começam em julho, em Toronto.
A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de ‘Run Away’, minissérie de suspense inspirada no romance homônimo de Harlan Coben.
Confira:
A trama traz James Nesbitt (‘Que Falta Você Me Faz’) como Simon, um homem cuja vida perfeita começa a desmoronar pouco depois de sua filha, Paige (Ellie de Lange), fugir de casa. Ao encontrá-la, vulnerável e viciada em drogas, ele finalmente vê a chance de levá-la de volta – mas descobre que ela não está sozinha e que a busca de Simon pela filha o levará a um submundo perigoso, revelando segredos obscuros que podem destruir sua família de uma vez por todas.
A produção é baseada no curta original de Kane Parsons, que gira em torno de um jovem cineasta que vai parar em outra dimensão. Ele vaga por um escritório inquietantemente amarelo, vazio e labiríntico, que pode ou não abrigar seres sobrenaturais. O título e o cenário do filme são inspirados nas imagens de uma creepypasta (ou lenda urbana da internet) publicadas no site 4chan em 2019.
O curta é o primeiro de uma série que já acumulou mais de 190 milhões de visualizações online até o momento.
Com apenas 20 anos, Kane Parsons faz sua estreia como diretor de longa-metragem, tornando-se o cineasta mais jovem a colaborar com a A24. Os detalhes do enredo estão sendo mantidos em sigilo absoluto, o que reforça o mistério que cerca o projeto desde o anúncio de sua adaptação para os cinemas.
Parece que ‘Good Omens‘ está irritando um grupo religioso, que decidiu criar um abaixo-assinado pedindo o cancelamento da série e, até agora, o documento já acumula mais de 20.000 assinaturas.
O engraçado é que o abaixo-assinado foi endereçado à Netflix, e a série é distribuída pela Amazon Prime.
A Netflix do Reino Unido decidiu entrar na brincadeira e publicou em seu perfil oficial no Twitter a seguinte mensagem:
Nos últimos dias, o abaixo-assinado foi editado, mencionando com precisão aAmazon Prime, mesmo assim as piadas continuam circulando a internet.
A primeira temporada de ‘Good Omens‘ já está disponível na Amazon Prime.
A história de humor negro é ambientada nos dias atuais, e gira em torno de um anjo sensível, Aziraphale, e o demônio carismático, Crowley, enquanto eles juntam forças para impedir o apocalipse. O motivo? Porque eles acabaram gostando das experiências humanas.
De acordo com o The Hollywood Reporter, aDisney deve perder até US$ 350 mil por dia devido aos ajustes necessários para conter a propagação do Coronavírus.
Até o momento, a companhia já fechou diversos parques e restaurantes ao redor do mundo, e precisou interromper a produção de filmes e séries, além do adiamento de aguardadas estreias, como ‘Mulan‘, previsto inicialmente para 26 de março.
Cerca de 70.000 cinemas da China ainda estão fechados e os Estados Unidos e os países da Europa estão proibindo reuniões públicas ou em ambientes fechados, o que resultaria em um prejuízo ainda maior caso o filme não fosse adiado.
Além disso, as gravações de ‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis‘ foi pausada por tempo indeterminado junto com a produção de ‘Falcão e o Soldado Invernal‘, que
estava sendo rodado em Praga, capital da República Tcheca.
E a estreia de ‘Os Novos Mutantes‘ foi adiada mais uma vez, agora sem previsão de estreia definida.
Anteriormente, o portal já havia divulgado que diversos estúdios sofreram prejuízos nas bilheterias mundiais por causa do surto, somando perdas de aproximadamente US$ 20 bilhões.
Lembrando que a MGM pode ter uma perda por volta de US$ 30/50 milhões por conta do atraso na estreia de ‘007 – Sem Tempo Para Morrer‘, adiado de abril para 25 de novembro deste ano.
A Universal Pictures também tomou medidas preventivas, optando por adiar a estreia de ‘Velozes e Furiosos 9‘ para 02 de abril de 2021. A medida não deve gerar grandes impactos financeiros ao estúdio, mas a surpreendentemente distante data pegou todos os fãs da franquia de surpresa.
Agora que Mads Mikkelsen foi oficialmente confirmado como o novo intérprete de Grindewald em ‘Animais Fantásticos 3‘, resta a dúvida de como essa mudança será retratada nas telas.
Provavelmente, alguma magia de transmutação será usada como justificativa para a nova aparência do vilão.
Mas além da fisionomia, parece que o bruxo também será bem diferente em questões comportamentais.
Durante uma entrevista para a Entertainment Weekly, Mikkelsen tocou no assunto e explicou um pouco sobre a nova abordagem do vilão.
“Essa mudança é uma parte complicada da história. Ainda estamos trabalhando nisso, mas posso adiantar que há uma enorme ponte entre a minha versão e a de Depp. Estou descobrindo como dar um novo comportamento a ele.”
Ainda assim, o astro deixou claro que a equipe também vai mesclar as qualidades da versão de Depp para que o público possa se acostumar com a transição.
“Mas também vamos estabelecer ligações com a versão anterior para que ele não se desvie completamente do que já foi construído com maestria.”
E aí, você está ansioso para ver a nova versão do vilão?
Quando Mikkelsen foi anunciado como substituto de Depp, diversos internautas expressaram animação com a novidade, já que a maioria sempre foi contra a escalação de Depp por conta da polêmica entre ele e Amber Heard, que o acusou de violência doméstica.
Confira as reações:
eu não consigo acreditar q o mads mikkelsen vai entrar no lugar do j*hnny d*pp em animais fantásticos ele eh PERFEITO eu vo te q vê esse filme mixuruca
o mads mikkelsen sendo cotado pra fazer o Grindelwald nós próximos filmes de animais fantásticos no lugar do j0hnny lixo d3pp OBRIGADA POR TUDO DEUSSSSSSSSSSSS
Após uma grande perda nos tribunais do Reino Unido por acusações de ser um “espancador de mulher”,Johnny Depp foi liberado pela Warner Bros. da franquia ‘Animais Fantásticos‘.
Em comunicado, a Warner confirmou a saída do ator:
“Johnny Depp deixará a franquia Animais Fantásticos. Agradecemos a Johnny por seu trabalho nos filmes até agora. Animais Fantásticos 3está atualmente em produção e o papel de Gellert Grindelwald será reformulado. O filme vai estrear nos cinemas de todo o mundo no verão de 2022.”
Depp apostou em seu Instagram que a Warner Bros. pediu ele se demitisse da franquia e ele aceitou o pedido.
Confira:
“À luz de eventos recentes, gostaria de fazer essa breve declaração”, ele escreveu. “Primeiramente, gostaria de agradecer a todos que me presentearam com apoio e lealdade. Fico honrado e tocado por ter recebido várias mensagens de amor e carinho, particularmente nos últimos dias. Segundamente, gostaria de deixá-los a par de que foi pedido para deixar a Warner Bros. e deixar meu papel como Grindelwald na franquia ‘Animais Fanrásticos’ – e eu respeitei e concordei com esse pedido. Por fim, gostaria de dizer isto: o julgamento surreal da corte do Reino Unido não vai mudar minha luta para falar a verdade e eu confirmo que planejo recorrer. Minha resolução permanece forte e pretendo provar que as alegações contra minha pessoa são falsas. Minha vida e minha carreira nao serão definidas por esse momento”.
No último mês, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.
Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira delas foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. Meses depois do lançamento do segundo longa-metragem, foi provado que ambas as partes haviam cometido os crimes.
A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.
Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.
Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.
Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’“ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).
As gravações da sequência deveriam começar a partir de 16 de março, mas foram adiadas por tempo indeterminado por ordem do governo local de Londres.
‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 12 de novembro de 2021.
Em seu perfil do Instagram, Hugh Jackman (‘Logan’) emocionou seus seguidores ao compartilhar uma imagem abraçado com a mãe, Grace McNeil.
A publicação causou surpresa porque o astro já falou várias vezes sobre a conturbada relação com Grace, que o abandonou e saiu de casa quando ele tinha apenas oito anos de idade.
Depois de um doloroso processo de divórcio entre os pais, Hugh e seus irmãos (Ian e Ralph) cresceram com o pai, na Austrália, e suas irmãs (Zoe e Sonia) se mudaram com a mãe para o Reino Unido.
Apesar de ter aprendido a lidar com a falta da mãe durante a adolescência e juventude. Em 2018, Jackman disse ao Polygon que não conseguia preencher o vazio que o consumia desde a partida de Grace.
Atualmente com 52 anos, o eterno intérprete do Wolverine disse que conviveu com um trauma nos primeiros anos após o abandono e foi difícil viver longe das irmãs e de uma figura materna.
“Eu achava que ela provavelmente ia voltar e fiquei esperando por isso eternamente. A saudade nunca passou, só se transformou em conformidade.”
Em outra ocasião, ele concedeu uma entrevista ao 60 Minutes e detalhou como foram as últimas lembranças que ele tinha da mãe.
“Lembro dela com uma toalha na cabeça dizendo adeus. Deve ter sido a forma como ela se despediu, eu fui para a escola e quando voltei não tinha mais ninguém em casa. Eu fiquei um bom tempo sem entender o que tinha acontecido.”
Jackman também explicou que Grace vinha sofrendo de depressão pós-parto e não conseguia apoio para e tratar na Austrália, foi aí que ela decidiu se mudar para o Reino Unido.
Após várias décadas, mãe e filho se reencontraram.
Jackman provou que tem um bom coração por não guardar mágoas pelo ocorrido.
No Rotten Tomatoes, o longa amargou apenas 47% de aprovação, com nota 5.30/10 baseada em 34 reviews até o momento. Apesar dos especialistas elogiarem as boas intenções, indicaram que a narrativa é bastante desequilibrada e as temáticas retratadas, superficiais.
“‘Caminhos da Memória’ claramente almeja ao estilo noir e clássico com um toque sci-fi, mas cada virada é calculada sem precisão” – ComicBookMovie.com.
“Um neo-noir engenhoso e tenso com a quantidade certa de romance e intriga” – Fresh Fiction.
“Para cada cena que funciona, uma descarrilha” – Washington Post.
No Brasil, o filme está programado para estrear no dia 19 de agosto.
Lisa Joy, cocriadora de ‘Westworld‘, faz sua estreia diretorial com o projeto.
A trama segue Nick Bannister (Jackman), um investigador particular da mente, que navega no mundo sombrio e atraente do passado, ajudando seus clientes a acessar memórias perdidas. Morando na periferia da costa afundada de Miami, sua vida muda para sempre quando ele aceita uma nova cliente, Mae (Rebecca Ferguson). Uma simples questão de achados e perdidos torna-se uma obsessão perigosa. Enquanto Bannister luta para descobrir a verdade sobre o desaparecimento de Mae, ele descobre uma violenta conspiração e deve responder à pergunta: até onde você iria para manter aqueles que ama?
De acordo com o Comic Book, mais quatro nomes se juntaram ao elenco da série derivada de ‘The Boys‘, que gira em torno de alunos de uma faculdade para super-heróis jovens adultos.
Três deles são Derek Luh (‘Shining Vale’), Shelley Conn (‘Bridgerton’) e o novato Asa Germann, que terão papéis regulares na atração.
No entanto, não foi revelado quais personagens eles vão interpretar.
Thor assume a personagem de Hardesty depois que a estrela abandonou o projeto porque sua personagem sofreu alterações após a contratação de novos showrunners: Michele Fazekas (‘Arquivo X’) e Tara Butters (‘Agente Carter’).
Thor, Luh, Conn e Germann
Há algumas semanas, Shane Paul McGhie (‘After – Depois da Verdade’) e Aimee Carrero (‘Young & Hungry’) já haviam abandonado a produção pelo mesmo motivo.
Ela também estará no elenco de ‘The Offer‘, minissérie sobre os bastidores de ‘O Poderoso Chefão’.
Enquanto isso, a AmazonPrime está à procura de uma atriz para substituí-la.
Ainda sem previsão de estreia, a trama irá explorar a vida de super-heróis adolescentes enquanto eles colocam seus limites físicos, sexuais e mortais à prova, competindo pelos melhores contratos nas melhores cidades.
O elenco também traz Jaz Sinclair (‘O Mundo Sombrio de Sabrina’), Maddie Phillips (‘Caladores de Recompensas’) e Lizze Broadway (‘Here and Now’).
Lembrando que a 3ª temporada de ‘The Boys‘ estreia em 03 de junho.
Recentemente, a plataforma de streaming divulgou o novo cartaz da atração, que traz uma arte do Billy Butcher (Karl Urban) com PODERES.
A trama se passa em um mundo onde os super-heróis abraçaram o lado negro de suas famas, e irá focar em um grupo de vigilantes conhecido como “Os Garotos”, que são mandados para derrotar super-heróis corruptos com não mais do que coragem e disposição para lutar sujo.
Na trama, ela interpreta Yun Seo-hyun, a líder de um time de cientistas no laboratório Kronoid.
Com uma tecnologia inovadora, a pesquisadora desenvolve um método de clonagem cerebral através de inteligência artificial para reviver soldados mortos na tentativa de salvar a humanidade em um futuro pós-apocalíptico.
É a partir da iniciativa de Yun que o laboratório decide clonar a Capitã Yun Jung-yi, também conhecida como Jung E, que passa a assumir o papel de protagonista da trama.
Para quem não sabe, Kang ganhou bastante fama entre as década de 80 e 90, sendo reconhecida como “a primeira estrela mundial da Coreia do Sul”.
Ela começou sua carreira na dramaturgia ainda na infância e se tornou uma das atrizes mais famosas do país, estrelando as séries ‘A High School Student’s Diary’ e ‘Mimi and Cheolsu’s Youth Sketch‘.
Ela também foi premiada como Melhor Atriz no Festival de Veneza em 1987 por sua performance em ‘The Surrogate Woman‘, lançado um ano antes.
Naquela época, Kang entrou para a história do cinema, sendo a primeira atriz sul-coreana a receber o prêmio.
Coincidentemente, ela também foi homenageada no encerramento de Festival Internacional de Jeonju, que foi realizado no dia de sua morte.
Ambientado no ano de 2194, ‘Jung_E‘ retrata uma Terra desolada no século 22, e que não é mais habitável devido às mudanças climáticas, onde os humanos são forçados a viver em um abrigo. Em meio ao caos, uma guerra é iniciada no abrigo, e a solução é encontrar uma maneira de clonar a lendário mercenária Jung_E através de um robô.
Nas redes sociais, o longa já está recebendo bastante elogios do público, desde as cenas de ação, à trilha sonora e à originalidade da trama.
Confira as reações:
“‘JUNG_E ‘, da Netflix, é simplesmente de tirar o fôlego! Um filme de robótica e ficção científica com uma reviravolta sentimental que dá um frio na barriga. Executado com perfeição! e a cenografia beira à perfeição!”
#JUNG_E movie on @netflix is just breathtaking!
A sci-fi robotics movie with a twist and kick at the guts and sentiments.
Flawlessly executed!
Set design near perfection!
“Temos um novo filme na Netflix da mente por trás de ‘Invasão Zumbi’, Yeon Sang-ho, chamado ‘JUNG_E’. E está tudo bem, apesar de sua tentativa de nunca comercializar nada! É visualmente excelente com uma história legal que se arrasta, mas chega a uma boa conclusão. Assista!”
We have a new film from the mind of Train To Busan, Yeon Sang-ho, on Netflix today called JUNG_E…and it’s actually alright despite their attempt to never market anything! It’s visually excellent with a neat story that does drag but comes to a nice conclusion. Check it out! 🇰🇷 pic.twitter.com/LQP5EtJX5A
“Pessoal, vocês precisam assistir ‘JUNG_E’ na Netflix. É um filme de ficção científica incrível, que leva o público a sério. Além de algumas cenas impressionantes de artes marciais misturando live-action e cgi. Você esquece que parte disso é essencialmente cgi.”
Guys, you need to watch #JUNG_E on Netflix. It’s a pretty awesome sci-fi movie, that takes it’s audience seriously. Plus some pretty impressive real-life/cgi martial arts scenes. You forget that some of it is cgi essentially.
De acordo com o IGN, a série derivada e pré-sequência de ‘Duna’, anteriormente intitulada ‘A Irmandade‘, agora se chama ‘Duna: Profecy‘.
Além disso, a plataforma de streaming Max agendou a estreia da atração para o outono norte-americano de 2024, que acontece entre setembro e novembro.
Lembrando que a produção continua sendo gravada na Hungria, apesar da greve dos atores, porque o elenco é composto em grande parte por atores britânicos, que são membros do Equity, o sinsicato britânico.
Já a greve está sendo administrada pelo SAG-AFTRA (The Screen Actors Guild-American Federation of Television and Radio Artists), o sindicato norte-americano.
Heuston será Constantine, descrito como o filho ilegítimo do Imperador (Mark Strong); Davis, por sua vez, será Harrow Harkonnen, um “político em ascensão de uma família outrora grandiosa, que tem um forte desejo de levar sua Casa à glória do passado”.
A dupla se junta aos previamente confirmadosMark Strong (‘Shazam!’), Jade Anouka (‘Fronteiras do Universo’) e Chris Mason (‘Broadchurch’).
Strong será o Imperador Javicco Corrino, “um homem de uma grande linhagem de imperadores de guerra que é chamado para governar o Imperium e lidar com uma paz frágil”; Anouka será a Irmã Theodosia, uma “talentosa e ambiciosa acólita na Irmandade que esconde um segredo perigoso sobre seu passado”; por fim, Mason será Keiran Atreides, “um espadachim cuja ambição em honrar o nome da família é colocada em xeque quando ele forma uma aliança inesperada com um membro da família real”.
Emily Watson,Indira Varma (‘Game of Thrones’), Travis Fimmel (‘Vikings’), Sarah-Sofie Boussnina (‘A Colônia’), Shalom Brune-Franklin (‘O Turista’), Faoileann Cunningham (‘O Homem do Norte’), Aoife Hinds (‘Normal People’) e Chloe Lea (‘Foundation’) também fazem parte do elenco.
A história de ‘Duna: Profecy‘ se passa 10 mil anos antes dos eventos do filme, abordando duas irmãs Harkonnen entre os perigos e disputas políticas da saga espacial. A origem da irmandade Bene Gesserit também será explorada.
Por enquanto, a série ainda não tem previsão de lançamento.
Lembrando que o primeiro filme, que já tem a sequência confirmada, está disponível no catálogo da HBO Max!
As filmagens da série ‘Blade Runner 2099′ já estão em andamento e a trama vai acompanhar a personagem de Michelle Yeoh, que dá vida a Olwen, descrita como uma replicante perto do fim de sua vida.
Apesar de ainda não haver muitos detalhes em torno do projeto, o produtor executivo Michael Green disse ao The Direct que está bastante impressionado com o que viu e está otimista sobre o sucesso da atração.
“Estamos filmando agora. A showrunner Silka Luisa criou uma série incrível. Eu vi o que já foi feito e é simplesmente impressionantes. Eu li o roteiro. Você sabe, todos vimos os roteiros e estou muito animado com a forma como ela explora e expande esse universo. É uma história realmente impressionante, inteligente e emocionante.”
Jonathan van Tulleken (‘Xógun: A Gloriosa Saga do Japão’) foi contratado para dirigir os dois primeiros episódios da série.
Ele tem uma prolífera carreira nas telinhas, tendo dirigido séries como ‘Misfits‘, ‘Top Boy‘, ‘Upload‘, ‘The Changeling: Sombras de Nova York‘, entre outras.
A produção se passará no universo cyberpunk baseado no clássico de Philip K. Dick., e sua história será ambientada 50 anos após os eventos de ‘Blade Runner 2049‘.
“Blade Runner de Ridley Scott é considerado um dos maiores e mais influentes filmes de ficção científica de todos os tempos e estamos empolgados em apresentar Blade Runner 2099 aos nossos assinantes do Prime Video”, afirmouVernon Sanders, chefe de televisão global do Amazon Studios.
A série será produzido pelo diretor do original, Ridley Scott (‘Casa Gucci’), juntamente com aAmazon Studios.
Este site utiliza cookies para melhorar sua experiência, analisar o tráfego e personalizar conteúdo. Também podemos coletar nome e e-mail quando você preenche formulários. Ao continuar navegando, você concorda com nossa
Política de Privacidade.