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Diretor de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ revela DETALHES sobre a trama e sobre as exibições-teste do longa

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ chega aos cinemas de todo o mundo em julho deste ano e promete se tornar uma das produções mais bem-sucedidas de 2026.

Em uma recente entrevista ao Deadline, o diretor Destin Daniel Cretton (‘Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis’) confirmou que as primeiras exibições-teste do quarto capítulo da franquia estrelada por Tom Holland já ocorreram – e sua gloriosa reação parece indicar que a recepção do público foi extremamente positiva.

“Não posso dizer o que acontece, mas estou muito, muito animado com o filme”, ​​ele disse. “Estou realmente empolgado com as pequenas exibições de teste e com a forma como o público está se conectando. Claro, é um grande sucesso de bilheteria; é superdivertido. Tem toda a emoção e o humor que você espera de um filme do Homem-Aranha”.

Revelando mais alguns detalhes, Cretton acrescenta: “em sua essência, é um filme sobre reaprender a se conectar com as pessoas. Estou muito animado para lançá-lo agora”.

O novo filme apresentará um Peter Parker transformado pelo sacrifício visto em Sem Volta Para Casa’.

A trama se passa quatro anos após o mundo esquecer a identidade de Peter. Agora adulto e vivendo em isolamento total, ele abandonou qualquer tentativa de vida social para se dedicar 24 horas por dia à proteção de uma Nova York que já não sabe quem ele é. No entanto, essa dedicação extrema e a pressão constante desencadeiam uma surpreendente evolução física que coloca sua própria vida em risco. Em paralelo, um padrão criminoso misterioso começa a emergir, revelando uma das ameaças mais poderosas que o herói já enfrentou no cinema.

Além de Tom Holland retornando como Peter Parker/Homem-Aranha, o elenco da sequência conta com Zendaya (MJ), Jacob Batalon (Ned Leeds), Jon Bernthal (Frank Castle/Justiceiro), Mark Ruffalo (Bruce Banner/Hulk), Michael Mando (Mac Gargan/Escorpião), Sadie Sink, Liza Colón-Zayas e Tramell Tillman.

‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para o dia 30 de julho de 2026.

‘Shang-Chi’: Simu Liu rebate críticas sobre ser ‘feio demais’ para viver o protagonista

Em um vídeo publicado pelo canal do YouTube, Asian Boss, chineses dizem que o ator Simu Liu é ‘feio demais’ para ser o protagonista de ‘Shang-Chi‘, próxima adaptação da Marvel Studios.

Segundo o The Wrap, em reposta às críticas, Liu postou uma mensagem em um grupo do Facebook, dizendo:

“Muitos professores achavam que eu nunca chegaria a lugar nenhum. Muitos produtores, diretores, roteiristas e atores questionaram minha capacidade de atuação, e eu fui rejeitado por algumas vezes e etc. A razão pela qual eu ainda estou de pé é porque eu sou focado, tenho grande convicção em minhas habilidades e me recuso a deixar as opiniões dos outros me definirem.”

O astro de ‘Kim’s Convenience‘ continuou, explicando que opiniões alheias não afetam sua maneira de trabalhar.

“Para mim, nunca foi uma questão de tentar censurar [opiniões], é um esforço inválido. Pelo contrário, trata-se de aprender a lidar com críticas e estar bem com isso. Eu continuo fazendo o meu trabalho, e continuo feliz por essa incrível oportunidade.”

Além de Liu, ‘Shang Chi e a Lenda dos Dez Anéis’ estrela Tony Leung e Awkwafina.

A estreia acontece em 21 de fevereiro de 2021.

Sobre o personagem

A criação de Shang-Chi, que significa Ascensão Espiritual em chinês, data dos anos 70, quando filmes e séries de Kung Fu eram uma verdadeira febre no mercado de entretenimento norte-americano. Seus idealizadores eram grandes fãs desse tipo de material e, acima de tudo, fanáticos pela Lenda das Artes Marciais, o inigualável Bruce Lee. Esse fanatismo refletiu diretamente na identidade do honrado herói, que além de ter aventuras inspiradas em Lee também teve seu rosto baseado no artista multitalentoso.

Criado por Steve Englehart, dono de uma fase bem interessante dos Vingadores, e Jim Starlin, a mente por trás de Thanos, Shang-Chi é filho do mítico Fu Manchu. Você provavelmente já ouviu falar em Fu Manchu. Ele é oriundo da literatura inglesa e é o grande estereótipo do chinês Líder de Quadrilha. Ele possui ascendência da Família Imperial Chinesa, fascínio pelo misticismo e sua característica mais marcante são os bigodes finos e compridos. Como o Shang-Chi ganhou muita popularidade entre os fãs de quadrinhos, a Marvel decidiu comprar os direitos das histórias de Fu Manchu do autor Sax Rohmer e incorporou alguns elementos delas à mitologia do herói, fazendo as devidas adaptações, é claro, e até mesmo misturando com alguns personagens dos filmes de Bruce Lee.

HBO Max vai adiar estreias dos conteúdos originais devido ao Coronavírus

Desde o fim de fevereiro, diversas emissoras, estúdios e plataformas de streaming foram obrigados a interromper a gravação de filmes, séries e documentários planejados para 2020 e 2021.

Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, John Stephens, proprietário da Warner Media, revelou que as produções originais planejadas para a HBO Max também foram afetadas.

Por conta disso, diversos conteúdos originais não foram concluídos a tempo do lançamento da plataforma, previsto para 27 de maio.

Por conta disso, séries como ‘Love Life, ‘The Flight Attendant’, ‘Tokyo Vice’, ‘I’m Be the One’, ‘Made for Love‘, e o reboot de ‘Gossip Girl’ permanecem sem previsão de estreia.

Felizmente, a plataforma vai disponibilizar um catálogo repleto de conteúdos de estúdios parceiros e emissoras da própria WarnerMedia, como TBS, TNT, CNN, Cartoon Network, e Turner Classic Movies.

Também estarão disponíveis títulos da BBC Studios e do Studio Ghibli, responsável por ‘A Viagem de Chihiro’, ‘O Castelo Andante’, ‘Cemitério dos Vagalumes’, e ‘Princesa Mononoke‘.

Por enquanto, ainda não previsão de chegada da HBO Max no Brasil.

Assista ao trailer de lançamento:

Tom Holland dá detalhes sobre ‘Mundo em Caos, ‘Homem-Aranha 3’ e ‘Uncharted’

Tom Holland já se tornou um dos nomes mais populares de Hollywood e está com uma agenda de lançamentos bem lotada pelos próximos anos.

Para quem não sabe, Holland vai estrelar diversos títulos interessantes, entre drama, ficção científica e aventura, incluindo ‘Mundo em Caos’, ‘Homem-Aranha 3’ e ‘Uncharted‘.

Durante uma entrevista para a Total Film, o astro comentou sobre o sucesso em sua carreira e deu alguns detalhes sobre os filmes mencionados.

“Terminei ‘Uncharted‘ no ano passado. É basicamente uma aventura entre Mark Wahlberg e eu. É uma história que se passa bem antes da série de jogos da Naughty Dog. Eu interpreto Nathan Drake. Ruben Fleischer é nosso diretor e ele fez um trabalho incrível. Estou realmente encantado com isso. É divertido, engraçado e épico. Vai ser muito divertido. As sequências de ação são algumas das mais legais que já fiz. Então, estou super empolgado com isso.”

Holland também falou sobre ‘Homem-Aranha 3‘, apesar de ter sido um pouco mais reservado para não entregar nada importante.

“Não posso falar muito sobre ‘Homem-Aranha 3’ por dois motivos: um, estamos filmando no momento. Dois, eu realmente não sei nada sobre a trama. Eles não me dizem mais nada porque sou péssimo em guardar segredos. Então está sendo uma experiência bem emocionante.”

Por fim, ele falou mais sobre ‘Mundo em Caos‘, mas se limitou a relembrar como foi uma produção complicada…

“Eu gravei ‘Mundo em Caos‘ com o diretor Doug Liman há alguns anos. Foi um trabalho bem complicado por vários motivos diferentes. Mas acho que finalmente será lançado este ano, não é? Espero que os fãs possam aproveitá-lo. Será uma coisa boa para mim olhar para trás e relembrar de tudo isso. Eu devia ter uns 20 anos quando gravei. Faz muito tempo.”

Lembrando que o longa sci-fi inspirado no romance homônimo de Patrick Ness estreia em 04 de março.

Confira o trailer:

Num futuro pós-apocalíptico, onde a humanidade já começou a colonizar outros planetas, uma infecção rara e perigosa tomou conta do planeta e causou o inimaginável: todas as mulheres foram mortas, e agora os pensamentos de todos os homens tornaram-se audíveis. O jovem Todd (Tom Holland), temendo a destruição total, decide partir fugindo de sua cidade e, durante sua jornada, conhece pela primeira vez na vida uma mulher (Daisy Ridley).

O elenco também conta com Daisy Ridley, Mads Mikkelsen, Cynthia Erivo, Nick Jonas e David Oyelowo.

Angelina Jolie revela se gostaria de dirigir um filme da Marvel Studios

O próximo filme de Angelina Jolie é o aguardado ‘Eternos‘, no qual ela dará vida à Thena, personagem que terá uma narrativa bem trágica por conta de sua perda de memória devido à idade avançada.

Mas, além de atuar em tantos filmes marcantes, Jolie já mostrou que também é uma excelente diretora por seus trabalhos nos dramas ‘Primeiro, Mataram o Meu Pai’ e ‘Invencível’.

Enquanto participava do tapete vermelho de ‘Eternos‘, a estrela conversou com a Variety e foi surpreendida ao ser questionada e toparia dirigir um filme da Marvel.

Em resposta, Jolie pareceu um tanto insegura, mas não descartou a ideia.

“Eu não sei, não sei. Talvez eu fale com Kevin Feige hoje à noite e vejo se há um trabalho para mim”, disse ela, em tom de brincadeira.

Confira:

Caso ‘Eternos‘ seja um sucesso de crítica e público, é possível que uma sequência esteja a caminho, o que seria uma ótima possibilidade para Jolie assumir um dupla função, como atriz e diretora.

O que você acha da ideia?

Lembrando que ‘Eternos’ é dirigido pela vencedora do Oscar Chloé Zhao (‘Nomadland’), e estreia em  04 de novembro nos cinemas de todo o mundo.

Assista:

A pré-venda de ingressos de ‘Eternos‘ surpreendeu e se tornou a maior da Marvel em 2021. Em apenas 24 horas de vendas nos EUA, o filme da Marvel já faturou US$ 2,6 milhões.

Para se ter uma ideia, ‘Shang-Chi‘ fez US$ 1,4 milhão nas suas primeiras 24 horas, enquanto ‘Viúva Negra‘ arrecadou US$ 2 milhões em pré-vendas no primeiro dia.

De acordo com o analista de bilheteria Charlie Jatinder, o 26ª filme do MCU conquistou a melhor pré-venda de ingressos desde ‘Star Wars: A Ascensão Skywalker‘.

Isso significa que ‘Eternos‘ caminha para abrir com um valor próximo aos US$ 100 milhões em seu primeiro fim de semana nos EUA se a demanda continuar nas próximas três semanas.

Lembrando que o longa dirigido por Chloé Zhao chega aos cinemas nacionais em 04 de novembro.

Eternos‘ segue a jornada de seres quase imortais, produtos da divergência evolucionária que deu origem à raça humana milênios atrás. Os personagens se relacionam com diversos conceitos já introduzidos nos filmes anteriores do universo, desde os Celestiais (que deram as caras em ‘Guardiões da Galáxia‘) até Thanos, cuja própria mãe foi uma de suas vítimas.

O elenco conta também com Salma Hayek (Ajak), Kumail Nanjiani (Kingo), Lauren Ridloff (Makkari), Brian Tyree Henry (Phastos), Lia McHugh (Sprite), Gemma Chan (Sersi), Kit Harington (Cavaleiro Negro), Barry Kheogan (Druig) e Richard Madden (Ikaris).

‘Agente Oculto’ ganha novo teaser repleto de pancadaria, tiroteio e explosões; Confira!

Através do Twitter, os irmãos Anthony e Joe Russo divulgaram um teaser inédito de ‘Agente Oculto’, novo filme de ação estrelada por Ryan Gosling e Chris Evans.

Na trama, Gosling vive o agente da CIA Court Gentry, também conhecido como Agente Oculto e Sierra Six, e Evans é seu adversário psicopata Lloyd Hansen.

Recheada de pancadaria, tiroteios e explosões, a prévia provoca a tensão entre os personagens.

Assista:

Lembrando que o longa tem estreia marcada para 22 de julho.

Confira o trailer:

Arrancado de uma penitenciária federal e recrutado por Donald Fitzroy (Billy Bob Thornton), Gentry já foi um mercenário altamente qualificado e sancionado pela Agência. Mas agora a situação virou e ele é o alvo, caçado em todo o mundo por Hansen, um ex-membro da CIA que não vai parar por nada até derrubá-lo. A seu favor, Six conta com a ajuda da agente Dani Miranda (Ana de Armas). Ele vai precisar.

Regé-Jean Page (‘Bridgerton’), Billy Bob Thornton (‘Rápida Vingança’), Jessica Henwick (‘Amor e Monstros’), Alfre Woodard (‘Luke Cage’) e Dhanush (‘3’) completam o elenco.

Orçado em US$ 200 milhões, o projeto mais caro da plataforma é baseado na série de livros ‘The Gray Man‘, do autor Mark Greaney.

Millie Bobby Brown, estrela de ‘Stranger Things’, vai lançar seu primeiro livro este ano

A série ‘Stranger Things‘ chegará ao fim na 5ª temporada, que já está sendo escrita pelos irmãos Matt e Ross Duffer, criadores da atração.

Por conta disso, o elenco já está planejando seus projetos futuros…

Além de dar continuidade ao seu trabalho como atriz, a protagonista Millie Bobby Brown está escrevendo seu primeiro romance.

De acordo com o Deadline, a obra intitulada ‘Nineteen Steps’ será publicada pela William Morrow & Company, um selo marca da lendária editora Harper Collins.

A trama é inspirada na avó de Brown, que sobreviveu ao desastre do tubo Bethnal Green que ocorreu no Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial.

“Inspirado por minha avó Ruth, este livro é muito pessoal e próximo ao meu coração”, revelou Brown em um comunicado. “Cresci ouvindo histórias sobre o tempo dela durante a guerra. Sinto-me honrado em manter viva a história dela.”

O romance é descrito pela editora como uma história épica de amor, perda e segredos que conta a história de Nellie Morris, de 18 anos, que vive com sua família em Bethnal Green durante a Segunda Guerra Mundial. Após o encontro casual de Nellie com um aviador americano estacionado nas proximidades, ocorre um terrível incidente durante um ataque aéreo com consequências catastróficas.

A previsão de lançamento é para 12 de setembro nas livrarias norte-americanas.

Confira a capa:

Até lá, vale lembrar que todas as quatro temporadas de ‘Stranger Things‘ continuam disponíveis na Netflix.

Seis meses depois da batalha de Starcourt, que deixou um rastro de terror e destruição em Hawkins, o grupo de amigos se separa pela primeira vez – enquanto passam por um período turbulento na escola, o que dificulta ainda mais as coisas. Nesse momento vulnerável, surge uma ameaça sobrenatural ainda mais terrível, trazendo um grande mistério que pode ser a chave para acabar com os horrores do Mundo Invertido.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer, que já revelaram ter um plano de encerrar a produção na quinta temporada.

Em uma cidade pequena, um grupo de crianças acaba se deparando com um experimento secreto do governo, que abre o portal para outra dimensão, denominada ‘mundo invertido’. Os garotos, então, iniciam suas próprias investigações, o que os levam a um extraordinário mistério envolvendo forças sobrenaturais e uma garotinha muito, muito estranha.

O elenco conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Millie Bobby Brown, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘Turma da Mônica: Laços’ – Assista ao primeiro trailer!

Turma da Mônica: Laços’, live-action inspirado nos personagens de Mauricio de Sousa, divulgou seu primeiro teaser-trailer. Assista abaixo e prepare-se para a nostalgia.

Mauricio de Sousas Produções revelou que a comediante Monica Iozzi entrou para o elenco do filme live-action, que chega aos cinemas em 2019. Iozzi interpretará a mãe da protagonista.

No elenco estão Giulia Barreto (Mônica), Kevin Vechiatto (Cebolinha), Gabriel Moreira (Cascão) e Laura Rauseo (Magali).

Confira:

Daniel Rezende (‘Bingo: O Rei das Manhãs’) vai comandar o primeiro filme live-action baseado nos gibis.

Ele trabalhou como editor nos filmes ‘Cidade de Deus‘ (2002), ‘A Árvore da Vida‘ (2011) e ‘RoboCop‘ (2014).

O filme se passará nos anos 80 e seguirá a linha dos clássicos norte-americanos ‘Os Batutinhas‘, ‘Os Goonies‘ e ‘Conta Comigo‘.

Lançada em 2013, graphic novel ‘Laços‘ foi criada pelos irmãos Vitor e Lu Cafaggi, que levaram os clássicos personagens de Mauricio de Sousa a uma aventura repleta de emoção, lembrança e perigos.

Na história, o Floquinho desapareceu. Para encontrar seu cachorro de estimação, Cebolinha conta com os amigos Cascão, Mônica e Magali e, claro, um “plano infalível”.

As filmagens devem começar em junho e a estreia é prevista para 2019.

Confira o cartaz e o anúncio:

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O Oscar 2024 vem aí! Conheça os Clássicos dos anos 80 Recordistas de Vitórias no Maior Prêmio do CINEMA

É janeiro. E todo início de ano os cinéfilos do mundo todo só pensam em uma única coisa: o Oscar. O maior prêmio da sétima arte acontecerá no dia 10 de março de 2024, com transmissão direto de Los Angeles. Antes disso, no entanto, os fãs poderão conhecer os nomeados à maior honraria do cinema no dia 23 de janeiro – que é quando serão anunciados os indicados. Ou seja, está pertinho.

Enquanto não começamos a correria para assistir a todos os indicados nos cinemas (aqui no Brasil as distribuidoras seguram os que têm chance para os meses de janeiro e fevereiro), propomos uma matéria diferente sobre o Oscar, apostando também em um tema que é nossa especialidade: a nostalgia dos anos 80. Nessa nova matéria iremos revelar os filmes que são os recordistas de estatuetas douradas na década de 1980. Conheça abaixo os filmes que mais venceram o Oscar naquela década.

O Último Imperador (1987) | 9 Oscars

Qual é o melhor filme dos anos 80? Essa é uma pergunta muito difícil de ser respondida, mas se dependesse unicamente dos votantes da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, vulgo Oscar, a resposta seria ‘O Último Imperador’, do italiano Bernardo Bertolucci. Isso porque ele é o recordista de vitórias no Oscar na década de 80, com um total de 9 estatuetas levadas para casa. Coprodução entre China, Itália, Reino Unido e França, o filme conta a história real do menino Pu Yi, o último Imperador da China, quando o país aboliu essa tradição milenar. O menino considerado um Deus, precisou conhecer e se adaptar ao mundo real.

O Último Imperador’ venceu simplesmente todos os prêmios aos quais estava nomeado: melhor filme, diretor, roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, figurino, som, edição e trilha sonora. Mas será que resistiu ao teste do tempo? Afinal, você já havia ouvido falar do filme? Talvez se você pertencer a uma geração mais nova, a resposta seja não. Mas vale a pena buscar e conhecer. Seu recorde pode ser o incentivo certo.

Gandhi (1982) | 8 Oscars

A Academia sempre teve uma quedinha por épicos históricos, que retratam todo o espetáculo do que o cinema pode atingir. E se você acha que filmes nos quais parecemos passar uma semana no cinema, como o recente ‘Assassinos da Lua das Flores’, de Martin Scorsese, são coisa de agora, se engana solenemente. Nos anos 80, os dois maiores vencedores beiram as 3 horas de exibição, ou passam dela. ‘O Último Imperador’ possui 2h43min de projeção, enquanto ‘Gandhi’ chega à marca de 3h11min. Essa é a biografia do líder político e religioso da Índia Mahatma Gandhi, interpretado pelo britânico Ben Kingsley.

Bem, o ator é de descendência indiana (seu pai era indiano), o que ameniza o Whitewashing – porém, ainda precisou fazer uso de brown face em sua caracterização. ‘Gandhi’ estava indicado para 11 Oscars e levou 8: melhor filme, ator (Kingsley), diretor (Richard Attenborough), roteiro original, fotografia, direção de arte, figurino e edição – sendo um daqueles filmes que fazem a limpa na noite. Só não levou os prêmios de melhor som, trilha sonora e maquiagem.

Amadeus (1984) | 8 Oscars

Em 2024, os filmes do ano de 1984 celebram aniversário de 40 anos. Clássicos como ‘Os Caça-Fantasmas’, ‘Um Tira da Pesada’ e ‘Karatê Kid’ se tornam quarentões. Mas do lote, o maior sucesso no Oscar daquele ano foi mais uma biografia, e uma com 2h40min de duração. Dessa vez, nada de líderes religiosos e políticos, nem da China e nem da Índia. Aqui temos descortinada a vida de um dos maiores músicos e compositores da existência humana: Wolfgang Amadeus Mozart. Bem, o filme poderia muito bem se chamar ‘Mozart’, seria mais óbvio. Mas os realizadores estavam interessados em ser “modernosos” e optaram por usar seu nome do meio.

A vantagem que ‘Amadeus’ possui em cima de ‘Gandhi’ é estar entre os 75 filmes mais bem avaliados de todos os tempos no IMDB. ‘Amadeus’ também foi indicado a 11 Oscars, e também levou 8: melhor filme, melhor diretor (Milos Forman), melhor ator (F. Murray Abraham), melhor roteiro adaptado, melhor direção de arte, melhor figurino, som, e maquiagem. Perdendo as estatuetas de edição, fotografia e ator (Tom Hulce), o que seria impossível, já que ambos os intérpretes de Mozart e seu rival Salieri foram nomeados na mesma categoria de ator principal. Ou seja, um dos dois não poderia ganhar.

Entre Dois Amores (1985) | 7 Oscars

Em quarto lugar no ranking dos filmes com mais estatuetas do Oscar nos anos 80, temos um filme épico passado na África, que também é um romance atemporal. Como de costume, esse é mais um filme de quase três horas de duração, estrelado pelas lendas vivas Meryl Streep e Robert Redford. Aqui também temos uma obra biográfica, sobre Karen Blixen, uma mulher dinamarquesa, que larga tudo e vai morar em uma fazenda de café no Quênia nos anos 1910 até os anos 1930. ‘Entre Dois Amores’ também foi indicado para 11 Oscar – assim como os itens acima – e levou 7: melhor filme, diretor (Sydney Pollack), melhor roteiro adaptado, fotografia, direção de arte, som e trilha sonora – não levando os de melhor atriz (Meryl Streep), ator coadjuvante (Klaus Maria Brandauer), figurino e edição.

Laços de Ternura (1983) | 5 Oscars

O filme mais curto a aparecer na lista até o momento, com 2h12min, é também o primeiro filme contemporâneo. Isto é, contemporâneo da época em que se passa, ou seja, 1983. Todos os demais acima era retratos históricos de épocas passadas. ‘Laços de Ternura’ não é um épico, mas se encaixa em outra categoria que os votantes da Academia costumam gostar muito: os dramas “sincerões” sobre relacionamentos familiares – que apresentam as mazelas de seus tempos. Aqui, temos o relacionamento problemático entre mãe (Shirley MacLaine) e filha (Debra Winger).

O filme conta ainda com participações de gente como Jack Nicholson, Danny DeVito, Jeff Daniels e John Lithgow. Esse é outro que esteve indicado para 11 prêmios, e levou “apenas” 5: melhor filme, atriz (Shirley MacLaine), ator coadjuvante (Jack Nicholson), diretor (James L. Brooks) e roteiro adaptado. Debra Winger estava concorrendo também na categoria de atriz principal e John Lithgow como coadjuvante, ou seja, era impossível de o filme levar todos. Dentre os outros que não ganhou: direção de arte, som, edição e trilha sonora.

Outros Vencedores:

Gente como a Gente (1980) |
4 Oscars

O drama familiar que fala sobre depressão e suicídio, dirigido por Robert Redford, estava indicado para 6 Oscars, e levou 4: melhor filme, diretor, coadjuvante (Timothy Hutton) e roteiro adaptado.

Conduzindo Miss Daisy (1989) |
4 Oscars

Drama racial sobre um motorista negro dirigindo para uma senhora branca; é o ‘Green Book’ dos anos 80, protagonizado por Morgan Freeman e Jessica Tandy. Estava indicado para 9 prêmios e levou 4: melhor filme, atriz (Tandy), roteiro adaptado e maquiagem. Dentre os que não levou: melhor ator para Freeman e coadjuvante para o eterno ‘Caça-FantasmasDan Aykroyd.

Rain Man (1988) | 4 Oscars

O grande vencedor do Oscar no ano de 1988 foi este drama sobre dois irmãos bem diferentes, que não se conheciam, mas precisam se conectar por um bem maior. Tom Cruise é um playboy em busca de dinheiro, e Dustin Hoffman rouba a cena como um autista (o que hoje poderia ser considerado problemático). Indicado para 8 prêmios, levou a metade: melhor filme, ator (Hoffman), diretor (Barry Levinson) e roteiro original.

Platoon (1986) | 4 Oscars

Estava sentindo falta de um bom e velho filme de guerra na lista? Bem, temos um grande para você. Herdeiro de ‘Apocalypse Now’ em seu retrato mais que honesto da fatídica guerra do Vietnã, ‘Platoon’ de Oliver Stone relata as experiências do próprio diretor, que serviu no conflito. A década ainda veria filmes de Stanley Kubrick (‘Nascido para Matar’, 1987) e Brian De Palma (‘Pecados de Guerra’, 1989), além do próprio Stone novamente (‘Nascido em 4 de Julho’, 1989) sobre o mesmo tema. ‘Platoon’ foi indicado para 8 Oscars e levou metade: melhor filme, diretor, som e edição.

Carruagens de Fogo (1981) |
4 Oscars

Quando falamos em ‘Carruagens de Fogo’, o que vêm imediatamente à mente dos cinéfilos é a fantástica trilha do compositor Vangelis, seu trabalho mais marcante ao lado de ‘Blade Runner’ no ano seguinte. ‘Carruagens de Fogo’ é um filme diferente e à moda antiga, que retrata o esporte, no duelo de dois atletas nas Olimpíadas de 1942 – Durante a Segunda Guerra Mundial. Dos 7 prêmios aos quais estava indicado, venceu 4: melhor filme, roteiro original, figurino e, claro, trilha para Vangelis.

Os Eleitos (1983) | 4 Oscars

No mesmo ano em que o drama ‘Laços de Ternura’ levou para casa a estatueta de melhor filme, outro que postulava o prêmio máximo era esse épico sobre os primórdios do programa espacial dos EUA, de 3h13min de duração. ‘Os Eleitos’, que virou série de TV recentemente, foi indicado para 8 Oscars e levou a metade, todos prêmios técnicos: melhor som, edição, edição de som e trilha sonora.

Os Caçadores da Arca Perdida (1981) | 4 Oscars

Sim, ‘Indiana Jones’ está entre os maiores vencedores do Oscar nos anos 80. É preciso levar em conta que o público não estava acostumado aos blockbusters como hoje em dia. Essa era uma época em que filmes assim começavam a ser produzidos, encantando audiências pelo mundo inteiro com sua confecção detalhada. E foi nessa época que Steven Spielberg, o diretor, se tornava rei de Hollywood. O primeiro ‘Indiana Jones’ foi indicado para 9 Oscars, incluindo melhor filme, e levou os de melhor som, edição, edição de som e efeitos especiais.

E.T. – O Extraterrestre (1982) |
4 Oscars

Outro filme de Steven Spielberg que emplacava no Oscar logo no ano seguinte. Mas seu maior prêmio foi roubar para sempre nossos corações. ‘E.T.’ também esteve indicado para melhor filme, num total de 9 indicações, levando os de melhor som, edição de som, trilha sonora e efeitos especiais.

Fanny e Alexander (1982) | 4 Oscars

Finalizando a lista temos um filme do diretor cult sueco Ingmar Bergman no Oscar. Apesar de ser uma obra de 1982, o longa foi lançado no ano seguinte em grande parte do mundo, e justamente por isso se qualificou para o Oscar de 1984. Foram seis indicações para as desventuras de duas crianças privilegiadas, um menino e uma menina, ao lado de sua família, o que envolve alegrias e tristezas. O filme esteve indicado para melhor diretor e roteiro original, mas venceu mesmo foi os de fotografia, direção de arte, figurino e produção estrangeira.

 

13 filmes sobre relacionamentos entre pais e filhos – Parte 4

Continuando nossa pesquisa do ICGE (‘Instituto Cinéfilo de Geografia e Emoções’) para refletirmos sobre filmes que abordam a temática ‘Pais e Filhos’ das mais diversas formas. Com trajetórias percorridas, profundas ou não, conseguimos extrair um pouco das mensagens de cada um dos variados 13 filmes dessa quarta parte de nossa jornada. Nessa lista, temos filmes de Luxemburgo, Japão, Itália, EUA, Austrália, Brasil, Espanha, China, Austrália, França e Dinamarca. Vamos a ela:

Barreiras (Luxemburgo, 2017)

Como percorrer 10 anos em alguns dias? Buscando responder a essa e a muitas outras perguntas, Barrage, dirigido pela cineasta de Luxemburgo Laura Schroeder (em seu segundo longa-metragem) é um recorte de uma mãe e sua tentativa de recuperar anos perdidos na criação e afeto da filha. O ritmo é lento, sem muitas informações sobre o passado da protagonista, vamos pela dedução de acordo com as migalhas de memórias que nos apresentam o roteiro. Há um paralelo interessante entre o jogo de tênis (assunto que mãe e filha possuem em comum) e a maternidade, sobre a questão existencial da ‘obrigação x pelo amor’. O projeto conta com a participação especial da fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert.

Na trama, conhecemos Catherine (Lolita Chammah), uma mulher que possui abalos psicológicos ligados a seu passado e volta após dez anos morando na Suíça a frequentar a mesma cidade de sua filha Alba (Themis Pauwels), que fora criada e mora com sua avó materna Elisabeth (Isabelle Huppert). Buscando essa reaproximação, mãe e filha embarcam em uma jornada de mágoas e ressentimentos sobre tudo que não viveram.

Co-produzido por Luxemburgo, Bélgica e França, o projeto explora em pouco mais de 100 minutos, uma dupla ótica, que é a grande sacada do roteiro. Com seu primeiro ato tenso e sem muitas informações, percebemos as dificuldades iniciais de Catherine de se entender minimamente com a filha. Há um divisor de águas nessa relação, que começa muito distante, logo nesse arco inicial. Contando histórias de sua família pela sua visão, Catherine embarca com Alba em uma viagem pelas emoções que foram vividas separadamente durante todos esses tempos. Já que as memórias acabam machucando muito, há algumas cenas sem diálogos, onde o olhar diz bastante.

Barrage é mais um filme que explora relacionamentos entre pais e filhos. O final aberto deixa margens para interpretações: será que elas algum dia vão se entender? Será que elas já se entenderam?

Três Solteirões e um Bebê (EUA, 1987)

Há mais de 30 anos atrás, uma comédia atemporal e que transpira carisma chegava a vista dos cinéfilos. Dirigido pelo eterno Spock, Leonard Nimoy (sim, ele mesmo!), Três Solteirões e um Bebê fala de forma leve e engraçada sobre a paternidade na visão de três adeptos do ‘solteirismo’ que precisam readequar suas vidas quando um bebê de poucos meses é deixando na porta de onde moram. Disponível no streaming Disney+ (assim como sua continuação), o longa-metragem de enorme sucesso é protagonizado pelos ótimos Tom Selleck, Steve Guttenberg Ted Danson. A trilha sonora, com a música chiclete Bad Boy, segundo single lançado pela banda americana Miami Sound Machine liderada por Gloria Estefan, é excelente.

Na trama, conhecemos três amigos muito bem sucedidos que moram em uma cobertura em Nova Iorque. Peter (Tom Selleck) é arquiteto, Michael (Steve Guttenberg) é desenhista e Jack (Ted Danson) é ator, todos eles são adeptos da vida boa e cultivam sua solteirice como modalidade de vida. Tudo muda quando um bebê é encontrado na porta da casa deles dizendo ser filha de Jack. Como o papai viajou para a Turquia para rodar um filme, Michael e Peter precisarão passar dias muito intensos, confusos e engraçados tentando cuidar da nova hóspede.

O foco principal é a paternidade em uma visão muito bem elaborada dentro de um roteiro simples onde a própria história ganha seu brilho através das lentes de Nimoy. Os personagens são ótimos, se encaixam com perfeição dentro de um contexto importante para a época mas a história não deixa de ser atemporal mesmo após mais de três décadas. O relacionamento pais e filhos pode ser mostrado de muitas formas, Três solteirões e um Bebê nos apresenta uma forma muito descontraída que o amor de quem cuida é o que vale no final das contas.

Verão Feliz (Japão, 1999)

Quando a tristeza pela decepção encontra as metáforas da vida. Indicado à Palma de Ouro em Cannes em um ano que tinha como concorrentes Almodóvar, Lynch, irmãos Dardenne, Greenaway, Manoel de Oliveira, Jarmusch, Sokurov, Egoyan, Bellocchio entre outros, Verão Feliz mostra a saga de um homem sem trabalho e um garoto criado pela avó que, quase sem direção, e contando com a ajuda além de caronas de desconhecidos, embarcam em uma aventura à procura da mãe do garoto que levarão na memória por toda uma vida. Contendo a força da delicadeza em todas as esferas, Takeshi Kitano, que escreve e dirige esse lindo trabalho, consegue encher de emoções e alguns risos as duas horas de projeção. Poucos são os diretores que com bastante sutileza nos mostram emoções com suas lentes.

Na trama, conhecemos Masao (Yusuke Sekiguchi) um triste menino, de olhar para baixo, que está sem amigos para brincar durante as férias. Ele é criado desde sempre pela sua avó já que sua mãe nunca aparece pois trabalha em uma outra cidade para poder sustentar ele. Certo dia, Masao resolve ir atrás de sua mãe e para isso vai contar com a inusitada ajuda de um amigo de sua avó, Kikujiro (Takeshi Kitano) um homem que vive seus dias sem muitos objetivos ao lado da esposa (Kayoko Kishimoto).  Assim, passando por diversas situações, ambos embarcam em uma saga à procura da mãe do menino.

Exibido no Festival do RJ e na Mostra de SP em um ano antes da chegada dos anos 2000, com planos longos e definindo arcos mostrados na tela, acompanhamos a junção equilibrada de um profundo mundo das emoções e situações de riso fácil, o drama e a comédia. Kitano fora conhecido no início de carreira pelos seus trabalhos como comediante e joga na tela todo seu talento além de mostrar uma grande habilidade em trabalhar os sentimentos principalmente na parte dramática do projeto.

Podemos enxergar esse lindo filme por duas perspectivas, a do menino que se protege da realidade dentro dos sonhos que são compostos por pessoas ou situações que encontra pelo caminho, ou do homem desajustado, trambiqueiro, no início nada simpático, que com uma transformação pura e bonita se torna uma referência para alguém que ele nunca imaginou. Ambos os personagens, nos brindam com uma história que irão contar por toda uma vida.

Bænken (Dinamarca, 2000)

Até aonde vai à redenção de alguém que pensara em não ter mais nada a perder? No início dos anos 2000, lançou-se na Dinamarca o longa-metragem Bænken que nunca pousou por aqui. O filme, escrito (Kim Leona também assina o roteiro) e dirigido pelo cineasta Per Fly conta a trajetória dura sobre um homem sem destino que achava que estava sozinho no mundo mas acaba indo buscar algum tipo de redenção quando encontra de maneira inesperada a filha que não via faz 19 anos. Tocando em muitos pontos polêmicos sobre alcoolismo, abandono e assistência social, o projeto se torna aos poucos reflexivo drama sobre escolhas da vida.

Na trama, conhecemos Kaj (Jesper Christensen), um rabugento alcóolatra na fase final de sua vida que vive gastando seu dinheiro de trabalho com cerveja. Sem ter mais ambições na vida e tratando mal a todos ao seu redor, acaba sendo surpreendido pela chegada de Liv (Stine Holm Joensen) e Jonas, mãe e filho que buscam abrigo no condomínio de apartamentos onde Kaj mora, mas especificamente no apartamento de um frustrado e lunático escritor. Um curto tempo depois, Kaj descobre que Liv é sua filha que não via a quase duas décadas e assim embarca em uma tentativa de jornada de redenção, principalmente, protegendo sua filha e neto do ex-companheiro de Liv e pai de Jonas, um homem ciumento e violento.

As lacunas à preencher após a chegada da dor na consciência. Completamente perdido em sua mesmice, o protagonista sofre com o alcoolismo, uma fuga sempre que não consegue enfrentar o mundo que construiu ao seu redor. As mudanças que chegam em sua vida acabam trazendo memórias perdidas/esquecidas que acabam se reativando por conta dos erros do passado cometidos por ele. Não sabendo lidar com a situação imposta pelo destino, busca se redescobrir como ser humano de maneira simples e objetiva, contando inclusive com a ajuda de alguns que pensas ser amigo. Tocando em assuntos delicados como a violência contra a mulher, a falta de assistência dos governos para determinadas situações emergenciais que muitos sofrem por aí, a trajetória do bom projeto se encaixa em sua essência como um profundo drama sobre relacionamentos entre pais e filhos.

 

Pieces of a Woman (EUA, 2020)

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, disponível no catálogo da Netflix, é um dos mais badalados projetos desse ano: merecidamente! É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações, personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, um roteiro com bastante profundidade e uma excelente direção. Indicado na categoria Melhor Atriz ao Oscar desse ano (inclusive levou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza do ano passado).

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

Dente de Leite (Austrália, 2019)

O drama comum de alguém que não querem que se vá. Debutando na direção de longas-metragens, a cineasta Shannon Murphy apresenta ao público seu olhar para um tema difícil, doloroso, uma doença terrível em uma adolescente e como tudo muda muito rápido para todos que estão ao redor da corajosa protagonista que busca em suas ações fugir de rótulos dando lindos e emocionante gritos de liberdade. O roteiro, assinado pela também debutante em roteiros para longas-metragens Rita Kalnejais, possui arcos divididos em situações de encontros e desencontros dos personagens, fator muito interessante. Babyteeth, made in Austrália, emociona bastante, principalmente nos últimos 10 minutos com cenas maravilhosas e inesquecíveis.

Na trama, conhecemos a jovem Milla (Eliza Scanlen) que mora em um bairro de classe media com seu pai, o psiquiatra Henry (Ben Mendelsohn) e sua mãe Anna (Essie Davis). Os três, cada um à sua maneira, precisam enfrentar a doença de Milla que tem um câncer agressivo em evolução. Certo dia, Milla conhece Moses (Toby Wallace), uma desregulado alma que acabou a escola, praticamente um nômade que é expulso de casa pela mãe, mas por quem Milla logo se apaixona. Assim, enfrentando a cada dia uma dura batalha pela vida mas também para sair de vez do ninho montado pelos pais, a personagem principal encontra em Moses, um importante companheiro na luta pelas suas fortes tomadas de decisões.

A princípio os personagens parecem excêntricos mas é que a troca da apresentação do filme vai nos confundindo um pouco, muito até para quem nem leu a sinopse. Mas isso faz parte do ótimo roteiro de Babyteeth, produção australiana ganhadora de muitos prêmios, que fala sobre a vida de uma jovem, sua visão do seu entorno e como a doença que tem afeta a todos. Buscando ser quem sempre quis, começa a tomar decisões que fogem da normalidade que os pais se acostumaram, vivendo intensamente como se fosse o último dia de sua vida. Os pais, procuram entender a situação, eles estão em um casamento cheio de amor mas abalado pela situação da filha. A mãe é medicada pelo pai e vive em crise constante. O pai também, muitas vezes perdido no seu pensamento se equivoca mas tenta logo consertar.

Com muitos assuntos de bem ampla reflexão, ao longo das duas horas de projeção, há espaço para um ótimo debate sobre o uso de medicamentos controlados para problemas de todos os tipos. Babyteeth ainda nos brinca com dez minutos finais arrasadores, com uma força impressionante, de tocar nossos corações.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (EUA, 2020)

Quando rezamos, podemos ver o céu enquanto dormimos? Exibido em muitos festivais e premiado com os dois principais prêmios do Festival de Sundance ano passado, Minari fala sobre os poderes da fé e até onde pode ir um sonho de uma família que enfrenta obstáculos de todos os tipos quando resolvem se mudar para Arkansas após saírem de uma grande cidade norte-americana. Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Lee Isaac Chung o projeto, super badalado pela crítica internacional, também é um delicado retrato sobre tradições e culturas.

Na trama, conhecemos Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), um casal descendentes de coreanos com raízes nos Estados Unidos que estão de mudanças em busca de sonhos em uma terra de oportunidades junto com seus dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim), esse último possui um problema no coração. Chegando lá, as primeiras dificuldades aparecem, a questão da água, da terra… Jacob tem um grande sonho, de ter um enorme jardim onde cultivará vegetais coreanos, só que os obstáculos chegam e colocam seu casamento em risco. Mas a chegada da avó Soonja (Youn Yuh-jung), mãe de Monica, pode adicionar mais algum tempero positivo ou não para essa história.

Os diferentes simbolismos sobre a fé percorrem todo o filme. Podemos exemplificar as questões na figura do amigo Paul (Will Patton) ou mesmo na forte influência de Soonja sobre o cotidiano da família. A chegada da avó coloca em contrapontos valores e tradições, além de comparações sobre o modo de viver no seu país de origem e nos Estados Unidos. Durante boa parte do longa, os conflitos entre avó e neto preenchem a tela com muita delicadeza mostrando todas as etapas desse relacionamento repleto de amor e um pouco de desconfiança à princípio.

Os conflitos dos pais sempre chegam aos filhos de alguma forma. Jacob é orgulhoso, parece sempre estar em uma encruzilhada na qual lida muito mal com o revés, por mais que seja um amoroso pai e marido. Os irmãos sempre escutam os temas de discussão dos pais e conversam entre si sobre isso, um processo de amadurecimento precoce em meio a uma instabilidade emocional que a família passa, principalmente quando pensamos no universo da incerteza, terreno que o Jacob mais se encontra.

Lee Isaac Chung consegue transmitir os sentimentos de diversas maneiras, da fé à terra, das escolhas ao ponto de interseção entre todos: o amor.

 

Felicità (França, 2020)

Quantas variáveis existem na relação entre pais e filhos? Um dos filmes que ficou disponíveis na última edição do ótimo festival online e gratuito My French Film FestivalFelicità, é um road movie descontraído que nos conta a saga de uma família de três integrantes, meio nômades, que se mete em diversas confusões antes do início das aulas da jovem filha do casal. Parece simples e sem muitas saídas para reflexões mas o projeto consegue avançar a superfície principalmente quando analisamos o que assistimos pela ótica de Tommy, a jovem filha. Um trabalho interessante escrito e dirigido por Bruno Merle.

Na trama, conhecemos o ex-presidiário Tim (Pio Marmaï) e Chloé (Camille Rutherford), dois jovens sem muitas projeções na vida que vivem do dinheiro que a segunda recebe trabalhando na limpeza de casas para uma empresa. Eles tem uma filha, Tommy (Rita Merle), que acaba embarcando sempre nas loucas aventuras que os pais se metem ao longo dos dias que antecedem o início das aulas.

Os absurdos e as peculiaridades que navegam pela história não deixam de serem ingredientes interessantes para conseguirmos enxergarmos conflitos emocionais profundos. Um bom exemplo é a curiosidade da filha, e tudo o que sente quando percebe que seu pai repete os mesmos erros que o levaram para a prisão. As questões de dúvidas de Chloe quanto ao futuro da família e atabalhoadas tentativas de viverem uma vida repleta de amor mas longe de um ‘normal’. Tim é quem possui mais dificuldade em nos fazer refletir sobre suas construções emocionais, não há exatamente uma desconstrução mas algo é buscado para que tudo saia como melhor que ontem, mesmo que as velhas inconsequências não consigam estarem longe de suas ações.

Felicità é um recorte de uma família que se ama muito mas sempre fica distante de uma estabilidade.  Sempre bom assistir a filmes que possuam um bom desenvolvimento na temática muitas vezes vistas na telona que é a relação entre pais e filhos.

 

Mirador (Brasil, 2021)

A roda gigante entre a responsabilidade e o sonho. Selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o longa-metragem Mirador conta a estrada percorrida por um lutador, em muitos sentidos, que precisa reajustar seu destino em uma nova jornada de vida pois agora precisa ser o responsável pela filha em tempo integral após a mãe da criança sumir do mapa. Buscando reflexões para a situação, parecida com muitos do lado de cá da telona espalhados pelo Brasil, o projeto dirigido por Bruno Costa é um drama existencial, profundo em muitos momentos. Belo trabalho, do Paraná para o Brasil.

Na trama, conhecemos Michael (Edilson Silva), um rapaz batalhador de trinta e poucos anos, vindo de Pernambuco para o sul do país anos atrás. Entre um bico e outro, envolve seu cotidiano juntamente com os treinamentos para uma eventual competição no Boxe, uma de suas grandes paixões. Ele tem uma filha chamada Malu. Certo dia, quando a mãe da menina some do mapa, Michael precisa aprender muitas coisas para criar sua filha.

Um dia a dia de batalha. O paralelo entre o ringue (boxe) e as duras batalhas da vida é ótimo, gera reflexões de várias maneiras, dentro do foco: a paternidade. O protagonista entra em construção muito bonita, após buscar se desconstruir da figura do pai que só vê a filha as vezes. Com seu cotidiano sendo afetado vemos uma luta constante dele para dar o seu melhor, sem desistir da vida, encontrando forças no amor e carinho pela única filha. A situação abandono de uma criança pela mãe (ou pai) não é fato raro infelizmente, sempre há notícias sobre o assunto nos noticiários.

As dificuldades legais na inscrição da creche da filha, problemas com o conselho tutelar, com quem deixar a criança para ir trabalhar, várias ótimas questões são levantadas pelo roteiro. Mirador merecia ser visto no cinema com debates após as sessões. De lição ganhamos que a verdadeira luta do protagonista, um homem honesto e trabalhador como muitos de nós é vencer a batalha da vida ao lado de sua filha.

 

Little Boxes (EUA, 2016)

O pré-conceito e o preconceito na busca pela compreensão ao olhar do próximo. Disponível no catálogo da NetflixLittle Boxes é um recorte simples e objetivo de uma família inter-racial que se muda de Nova Iorque para uma cidadezinha do interior de outra cidade norte-americana e precisa enfrentar todas as diferenças navegando pelos pré-conceitos e com receio dos preconceitos em uma incógnita parte da sociedade norte-americana. Escrito por Annie J. Howell e dirigido por Rob Meyer o filme teve exibição no Festival de Tribeca anos atrás.

Na trama, conhecemos Gina (Melanie Lynskey) e Mack (Nelsan Ellis), um casal apaixonado que resolve se mudar para o interior dos Estados Unidos ao lado de seu único filho Clark (Armani Jackson). Gina é fotógrafa e conseguiu um emprego muito bom no departamento de artes de uma universidade dessa nova cidade, Mack é escritor e busca inspiração para seus novos textos ligados à culinária. A vida dos três passará por uma profunda mudança e tentativa de adaptação nessa nova cidade.

Um dos pontos interessantes desse filme é a trinca de ótica que consegue definir, entendemos melhor como essa família se sente individualmente (e também em conjunto), seu modo de pensar e os porquês de pensamentos defensivos em determinadas situações que logo surgem nessa nova cidade que se mudam. A mãe é branca e com o novo emprego na universidade vê sua carreira decolar, Mack é negro e está infeliz com o desenvolvimento de sua profissão após um livro de sucesso anteriormente, fica na defensiva sempre quando percebe algum tipo de pré-conceito em relação a ele ou a sua família. O jovem Clark também está passando por uma fase de mudanças, conhece outros jovens de sua idade e de alguma forma tenta conhecer melhor o universo de uma cidade do interior mesmo que isso gere alguns conflitos dentro de si.

Com menos de 90 minutos de projeção, essa fita norte-americana também pode ser considerada um filme sobre relacionamentos entre pais e filhos pois em algumas situações vemos como os pais tentam entender todas as ações (algumas inconsequentes) de seu filho. Little Boxes é bastante inteligente em navegar em cima do cismativo e tentar de alguma forma descontruir isso através de ótimos diálogos.

 

King of Peking (China/Australia/EUA, 2017)

Educar é aprender. Colocando em um liquidificador uma singela homenagem ao mundo mágico do cinema e abordando as curiosas saídas que um pai consegue encontrar para ter a guarda de seu filho, King of Peking, dirigido pelo cineasta australiano Sam Voutas é cômico e reflexivo. Sem ser tão profundo mas deixando à margem uma dezena de pontos para pensarmos sobre, se divide em duas vertentes que é a da relação entre pai e filho e as dificuldades do pai na busca de alguma saída para seus problemas aproveitando o início do que podemos chamar de entretenimento doméstico na década de 90 na China.

Nessa co-produção China, EUA e Austrália, acompanhamos a saga de Wong Pai (Jun Zhao) e Wong Filho (Wang Naixun) em busca de diversão e felicidade através das confusas ideias do primeiro. Wong Pai é projecionista e sem ter muito trabalho em um país repleto de crises, consegue um trabalho como zelador de um enorme cinema e logo em seguida tem a ‘brilhante’ ideia de piratear os filmes que são exibidos nas telonas através de gravações clandestinas espalhadas pela sala de cinema.

Exibido no Festival de Tribeca em 2017, King of Peking é quase uma mistura de alguns filmes dos Trapalhões com a fita norte-americana Rebobine, Por favor, só que consegue buscar sua luz própria no embate educacional causado pela situação do pai e toda a problemática sobre a guarda do filho. De longe, o ponto de vista mais interessante dentro do às vezes confuso roteiro.

Não é um filme para se emocionar e sim de riso fácil. Jogando os paradoxos da inconsequência para o lado cômico, o filme acaba perdendo pausas dramáticas importantes que somente os mais observadores conseguirão chegar ao ponto de reflexão.

 

Mais Outro Filho (Itália, 2020)

As eternas lições do aceitar. Escrito por Mattia Torre e dirigido por Giuseppe BonitoMais Outro FilhoFigli, no original, é um filme italiano que de maneira hilária aborda as dificuldades inesperadas de um casal apaixonado na chegada do segundo filho. Há um equilíbrio entre a comédia e o drama, além de hilárias metáforas em formas de pensamentos muito bem encaixadas que nos fazem entender melhor os personagens e seus conflitos. A paternidade, a maternidade, os medos dos pais, suas angústias e dificuldades na criação dos filhos, um ótimo filme vindo da Itália e disponível na HBO Go.

Na trama, conhecemos o casal Sara (Paola Cortellesi) e Nicola (Valerio Mastandrea) que ‘estão grávidos’ pela segunda vez. Ela uma inspetora sanitária de estabelecimentos, ele um dono de um frequentado armazém, são surpreendidos pelas dificuldades que enfrentam pois achavam que seria mais fácil que na primeira gestação. À flor da pele com as emoções, o casal começa a observar um novo mundo ao redor, inclusive outras formas de se entenderem em busca de soluções para os conflitos que muito se devem aos problemas de comunicação entre ambos.

Buscando soluções em teorias que chegam para eles quando sonham acordados, que vão desde a criação que tiveram oriunda do modo de pensar de outras gerações até conversas em sonhos com uma espécie de Deus e hilários ‘saltos para o lado de fora da janela’ quando querem sumir das discussões que os rodeiam. Exaustos emocionalmente tem ótimas cenas com a pediatra ‘guru’. O filme pode ser considerado uma grande análise sobre o universo que rodeia a mente dos pais com a chegada de uma nova criança a uma família. Várias situações eles enfrentam na tentativa de encontrarem ajuda: seja com os sogros, na busca pela babá perfeita, os conselhos dos amigos, as idas na caríssima pediatra, tudo é composto por um humor agradável que geram risos mesmo nas reflexões mais sérias.

Com ótimas sacadas, como a troca do choro por melodia do Beethoven, Mais Outro Filho é um dos bons filmes lançados em 2020 que falam sobre o universo de pais e filhos.

 

Thi Mai (Espanha, 2017)

Até aonde vai o amor de uma mãe na busca pelas concretizações dos desejos de uma filha que não está mais por perto? Escrito pela roteirista Marta Sánchez e dirigido pela cineasta Patricia Ferreira, o longa-metragem espanhol Thi Mai consegue mesclar com muita objetividade as superfícies de momentos cômicos com uma profundidade elegante para falar sobre luto e desejos não realizados. Camuflado de filme água com açúcar, o projeto é sobre a renovação de algum sentido na vida de uma mulher na terceira idade após uma perda terrível. Disponível no catálogo da Netflix.

Na trama, conhecemos a comerciante Carmen (Carmen Machi) que vive seus dias ao lado do marido Javier (Pedro Casablanc) gerenciando uma loja de materiais de construção e pequenos reparos. Certo dia, recebe a terrível notícia do falecimento da filha, que mora na capital, depois de um acidente de carro. Tentando entender os rumos do destino, acaba descobrindo que o processo de adoção que sua filha iniciou para adotar uma criança no Vietnã foi concluído e assim resolve partir para Hanói ao lado das inseparáveis amigas Rosa (Adriana Ozores) e Elvira (Aitana Sánchez-Gijón).

Há uma certa poesia acoplada na ótica da perda, do luto. O contraponto de uma nova vida depois de um trágico acontecimento em uma família acaba se tornando complementar para aliviar as dores que o destino causou. Colocando uma lupa sobre o processo de adoção internacional, onde famílias mundo à fora buscam mais a cada ano, (principalmente na figura do personagem de Eric Nguyen, Dan), entendemos os lados dessa jornada através também dos profissionais que organizam a burocracia e acompanham todo o processo.

Com direito a belas paisagens, situações a lá filmes da sessão da tarde, diálogos inusitados e pra lá de engraçados, ótimo espaço para coadjuvantes brilharem em suas respectivas subtramas, Thi Mai é uma ótima surpresa no catálogo da mais famosa rede de streamings disponível no Brasil.

10 FILMES pra começar 2026 no clima certo!

Com o ano novo pertinho, o que mais fazemos nesse período é refletir sobre como podemos nos desenvolver como seres humanos – e reflexões não faltam! Alguns filmes tem o poder de nos fazer pensar sobre a vida e as mudanças que sempre deixamos para depois. Abaixo, segue uma poderosa lista com alguns filmes que podem ajudar você a enxergar a vida com outros olhos e entrar 2026 com um ar positivo:

 

Viver (Netflix)

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que passou toda vida no departamento de obras públicas. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias. Nos dias seguintes, passa a buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Desajustados (Reserva Imovision)

O solitário Fúsi (Gunnar Jónsson) leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Ele trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e sofre, quase diariamente, Bullying de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e o padrasto e, certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança. Nesse lugar, Fúsi acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir), um fato que pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty (Disney Plus)

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem criado pelo escritor americano James Thurber – em um conto publicado na revista The New Yorker -, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe a ajudar o público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar, contida dentro de todos nós.

 

Canção para Marion (Diamond Films)

O ranzinza Arthur (Terrence Stamp) vive com sua mulher Marion (Vanessa Redgrave) em uma casa simples, em um bairro afastado do grande centro. Marion possui uma doença terminal, e sua única alegria é cantar e se reunir com o coral da cidade. Arthur a acompanha em todos os ensaios, mas faz questão de ser antipático com todos. Quando Marion falece, Arthur começa a tentar se reconstruir com a ajuda de todos que conhecem sua dolorosa história.

 

O Guia da Família Perfeita (Netflix)

Dirigido pelo cineasta canadense Ricardo Trogi, O Guia da Família Perfeita é um projeto que reúne uma série de situações que vivenciamos – ou sabemos pela realidade – sobre convivência em família, principalmente nas complexas relações entre pais e filhos.

 

Eu, Capitão (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses, resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana e dos conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança, mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier +)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) formam um casal que vive os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Estabelecidos em um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade em um mundo novo que está por vir.

 

Hector e a Procura da Felicidade (Prime Video)

Hector é um psiquiatra que leva uma vida monótona ao lado de sua namorada. Após uma sessão com uma paciente, ele desperta para seus sentimentos e emoções, embarcando em uma jornada de autodescoberta.

 

Um Pequeno Grande Plano (Filmelier +)

Na trama, conhecemos Abel (Louis Garrel) e Marianne (Laetitia Casta), um jovem casal que, após notarem o sumiço de algumas roupas e objetos pela casa, confronta o filho Joseph, de apenas 13 anos. Após esse papo, descobrem que o filho, e mais centenas de jovens de todo o mundo, estão bolando um projeto secreto para ajudar a África. Tendo isso revelado, o casal embarca em uma jornada de conflitos sobre como enxergam o mundo e o próprio casamento.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Fran (Daisy Ridley) é uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefere ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis, mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

‘Homem-Aranha Noir’: Brendan Gleeson será vilão na série live-action estrelada por Nicolas Cage

De acordo com o insider Daniel Richtman (via JoBlo), Brendan Gleeson (‘Harry Potter e o Cálice de Fogo’) foi escalado como vilão da vindoura série do ‘Homem-Aranha Noir’, que será estrelada por Nicolas Cage (‘Motoqueiro Fantasma’).

Por enquanto, não há detalhes sobre qual vilão Gleeson pode interpretar, e não se sabe se o personagem será adaptado dos quadrinhos ou se será uma criação original.

Como o projeto ainda está nas fases iniciais, as atualizações devem ser divulgadas pelos próximos meses.

Vale lembrar que Cage foi confirmado ao papel principal depois de dublar o personagem na animação ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ (2018), que foi um grande sucesso de crítica e público.

Nas redes sociais, os cinéfilos foram à loucura com o anúncio:

A série foi encomendada pela MGM+ em parceria com a Amazon Prime Video.

O anúncio foi feito antes da apresentação inicial da Amazon aos anunciantes em Nova York, hoje.

“Expandir o universo Marvel com ‘Noir’ é uma oportunidade única e especial e estamos honrados em trazer esta série para nossos clientes globais do Prime Video”, disse Vernon Sanders, chefe de televisão da Amazon MGM Studios.

“O extremamente talentoso Nicolas Cage é a escolha ideal para o nosso novo super-herói e o excelente equipe de produção com Phil Lord, Christopher Miller, Amy Pascal e a incrível equipe da Sony está empenhada em expandir esta franquia da forma mais autêntica.”

Noir‘ contará a história “de um investigador particular (Cage) envelhecido e sem sorte na Nova York dos anos 1930, que é forçado a lidar com sua vida passada como o único super-herói da cidade”.

Oren Uziel (Mortal Kombat) e Steve Lightfoot (O Justiceiro) serão os showrunners. Harry Bradbeer (Fleabag, Killing Eve) será o diretor.

‘Homem Aranha no Aranhaverso’ está disponível no Prime Video.

‘Barbie’: Figurinista afirma que filme será uma jornada de “autodescoberta”

Em uma entrevista à Vogue, a figurinista Jacqueline Durran, conhecida por seu trabalho em ‘Batman‘, destacou o aspecto de “autodescoberta” presente no filme ‘Barbie‘, estrelado por Margot Robbie e Ryan Gosling.

Durran compartilhou suas percepções sobre a importância desse aspecto na trama, afirmando: “A autodescoberta é um aspecto importante do filme. Todas as Barbies têm uma jornada a seguir, principalmente a de Margot Robbie. Fomos capazes de escolher elementos de moda para Barbie que indicassem a jornada interna pela qual ela está passando.”

Ela acrescentou: “Nunca tinha pensado que Barbie tinha um aspecto feminista. Você tende a pensar nela como antifeminista. Antes de trabalhar nesse filme, eu nunca tinha parado para pensar em como Barbie era revolucionária. Pela primeira vez, as meninas podiam brincar com uma boneca que tinha coisas para fazer, em vez de ser só um bebê.”

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

Confira o trailer:

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Gerwig (‘Adoráveis Mulheres’) também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Anteriormente, a Mattel estava desenvolvendo uma versão satírica da propriedade, que seria estrelada pela Amy Schumer. A versão atual, no entanto, parece acolher o tom alegre e animado da marca.

‘Detetive Pikachu 2’: Sequência tem atualização DESANIMADORA

A continuação do aclamado ‘Pokémon: Detetive Pikachu’, lançado em 2019, recebeu uma atualização desanimadora.

Ao que parece, a produção está estagnada, uma vez que o protagonista Justice Smith ainda não foi contatado em relação à sequência.

“Não tenho conhecimento de nenhum progresso. Digo, estou ciente do que foi divulgado online, mas até o momento ninguém me procurou. Estou apenas aguardando essa chamada”, revelou Smith ao Screean Rant.

Jonathan Krisel, conhecido pela série de comédia ‘Moonbase 8‘, será o diretor, enquanto Chris Galletta, de ‘Os Reis do Verão‘, será o roteirista do longa.

O primeiro filme contou com Ryan Reynolds no elenco dando voz ao Pikachu. No entanto, ainda é incerto se o astro vai retornar para o novo filme, que não tem data prevista de estreia.

Relembre o trailer:

Ao todo, o longa arrecadou US$ 409.5 milhões mundialmente nos cinemas, considerado um grande sucesso.

O filme foi dirigido por Rob Letterman, que co-escreveu o roteiro com Nicole Perlman.

“Harry Goodman desaparece misteriosamente, e isso leva seu filho de 21 anos, Tim, a ter que descobrir o que aconteceu. Entra na investigação também o antigo parceiro de Harry, o Detetive Pikachu – um super-investigador hilário, muito fofo e que faz a gente morrer de rir. Ele é um quebra-cabeças até para si mesmo!

Ao descobrir que conseguem se comunicar entre eles, Tim e Pikachu se tornam parceiros relutantes numa jornada arrepiante para desvendar o intrincado enigma. Ao seguirem pistas pelas ruas neons de Ryme City – uma moderna cidade onde humanos e pokémons vivem em harmonia em um mundo hiper realista na versão live action -, os dois encontram uma diversidade de pokémons pelo caminho, e acabam descobrindo uma terrível ameaça que pode destruir a harmonia com que esses dois povos vivem e pode até mesmo destruir por completo o universo Pokémon!”

Ryan Reynolds dubla o personagem-título. Justice Smith, Kathryn Newton, Karan Soni Ken Watanabe completam o elenco.

‘Coringa: Delírio a Dois’: Joaquin Phoenix e Lady Gaga brilham em novas imagens; Confira!

‘Coringa: Delírio a Dois’, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga, está prestes a chegar aos cinemas de todo o mundo. Novas imagens do filme foram divulgadas, revelando a dupla em seus icônicos papéis como Arthur Fleck/Coringa e Lee Quinzel/Arlequina.

As imagens foram divulgadas pela Entertainment.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Lembrando que a sequência estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de outubro.

Segundo o jornalista Matthew Belloni, do Puck, o longa-metragem deve arrecadar US$68 milhões em seu primeiro final de semana no mercado norte-americano (via CBM).

O valor é um pouco abaixo do previamente anunciado, US$70 milhões. Vale lembrar que, a princípio, projeções apontavam para uma forte abertura de mais de US$100 milhões.

O orçamento do filme está estimado em cerca de US$ 200 milhões, sendo um dos lançamentos mais aguardados da Warner.

Na trama, Arthur Fleck está institucionalizado em Arkham à espera do julgamento por seus crimes como Coringa. Enquanto luta com sua dupla identidade, Arthur não apenas se depara com o amor verdadeiro, como encontra a música que sempre esteve dentro dele.

‘Como Treinar Seu Dragão’ ganha novo trailer ÉPICO; Confira!

O remake live-action de ‘Como Treinar o Seu Dragão’ ganhou um novo trailer exclusivo para IMAX, destacando cenas emocionantes de Soluço e Banguela voando juntos pelos céus.

A estreia do filme está marcada para o dia 5 de junho nos cinemas.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco conta com Mason ThamesNico Parker como os protagonistas Soluço e Astrid, respectivamente.

Gerard Butler, que dublou o líder dos vikings e pai do Soluço na animação, reprisará seu papel na adaptação.

Nick Frost, Julian Dennison, Gabriel Howell, Bronwyn JamesHarry TrevaldwynRuth Codd também estrelam.

Este novo longa adaptará a trilogia de filmes que foram feitos pela DreamWorks Animation e lançados na década de 2010 com grande sucesso.

O primeiro filme foi indicado ao Oscar de Melhor Filme de Animação e Melhor Trilha Sonora. A trilogia também foi um sucesso de público, arrecadando mais de US$ 1,6 bilhão nas bilheterias.

Na ilha de Berk, os vikings dedicam a vida a combater e matar dragões. Soluço, filho do chefe Stoico, não é diferente. Ele sonha em matar um dragão e provar seu valor, apesar da descrença geral. Um dia, por acaso, ele acerta um dragão que jamais foi visto, chamado Fúria da Noite. E além de não matá-lo, acaba acaba por soltá-lo. Só que o animal perdeu parte da cauda e, com isso, não consegue mais voar. Soluço decide ajudá-lo e, aos poucos, se aproxima do dragão. Só que, paralelamente, Stoico autoriza que o filho participe do treino para dragões, cuja prova final é justamente matar um dos animais.

Ansiosos?

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David Dastmalchian surpreende ao revelar desejo de viver vilão esquecido no MCU: “Seria um papel incrível”

O ator David Dastmalchian, conhecido por seus papéis como Kurt em ‘Homem-Formiga’ e Veb em ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), manifestou recentemente seu forte desejo de interpretar o vampiro Morbius em uma futura produção da Marvel.

Em entrevista ao ComicBookMovie, Dastmalchian explicou a atração pelo personagem, que ele vê como uma complexa metáfora:

“Acho que Morbius é, para mim, uma metáfora muito interessante sobre o vício e sobre alguns dos elementos mais difíceis de lidar quando enfrentamos diferentes partes de nós mesmos, psicologicamente, que acabam nos dominando”, disse ele. “Especialmente as partes ligadas à raiva, à autodestruição ou ao descontrole. Então pensei: eu não sou inteligente o bastante para ser um médico, mas posso interpretar um”.

O ator, que frequentemente interpreta personagens complexos, destacou sua afinidade com o lado mais sombrio dos quadrinhos e a beleza de dar vida a figuras inesperadas:

“Seria um papel incrível. Eu amo vampiros. Jamais, em um milhão de anos, teria dito que, se pudesse escolher qualquer herói ou vilão para interpretar, escolheria o Homem-Bolinha (Polka-Dot Man). Nunca teria pensado nesse personagem. Mas então você tem a chance de interpretar alguém maravilhoso, bonito e complexo como ele”, acrescentou.

O personagem ‘Morbius’, o “Vampiro Vivo”, foi interpretado por Jared Leto no filme live-action de 2022, que, no entanto, foi um fracasso de crítica e bilheteria.

‘Morbius’: Diretor dá opinião SINCERA sobre o fracasso do filme

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Lembrando que o filme está disponível na plataforma do Prime Video.

Na trama, Leto se transforma no enigmático anti-herói Michael Morbius. Gravemente adoecido com um raro distúrbio sanguíneo e determinado a salvar outros que sofrem do mesmo destino, o Dr. Morbius arrisca tudo numa aposta desesperada. E embora a princípio tudo pareça um sucesso absoluto, surge uma escuridão que se desencadeia dentro dele. O bem superará o mal – ou Morbius sucumbirá aos seus novos e misteriosos desejos?

‘Morbius’: Jared Harris revela que aceitou o papel para pagar as contas

Relembre os dez primeiros minutos abaixo:

‘Vingadores: Dr. Destino’: Kathryn Newton, a Cassie Lang, confirma participação no épico da Marvel

A atriz Kathryn Newton, intérprete de Cassie Lang/Estatura no Universo Cinematográfico da Marvel, usou as redes sociais para confirmar seu retorno em ‘Vingadores: Dr. Destino’, épico da Marvel que deve explorar as guerras multiversais.

Conforme o The Hollywood Reporter, Newton revelou sua volta de forma bem-humorada ao abrir uma caixa contendo uma cadeira de diretor com seu nome escrito atrás e o logo do filme na parte da frente.

“[Ela é] pequena porque Cassie Lang fica pequena”, brincou a atriz.

Vale lembrar que Cassie Lang é filha de Scott Lang, o Homem-Formiga. Em sua aparição mais recente, foi revelado que ela aprendeu a utilizar as Partículas Pym e também desenvolveu seu próprio traje, sendo capaz de encolher e lutar de forma semelhante ao pai.

Kathryn Newton é a terceira atriz a interpretar a personagem. Abby Ryder Fortson viveu Cassie ainda criança em ‘Homem-Formiga’ (2015) e ‘Homem-Formiga e a Vespa’ (2018), enquanto Emma Fuhrmann interpretou a versão adolescente em ‘Vingadores: Ultimato’ (2019).

‘Vingadores: Dr Destino’ estreia no dia 17 de dezembro de 2026.

Além de Downey Jr. como Victor Von Doom, a produção deve contar com um dos maiores elencos já reunidos:

Robert Downey Jr., Tom Hiddleston, Anthony Mackie, Sebastian Stan, Letitia Wright, Wyatt Russell, Simu Liu, Florence Pugh, Danny Ramirez, Winston Duke, Vanessa Kirby, Ebon Moss-Bachrach, Joseph Quinn, Lewis Pullman, David Harbour, Hannah John-Kamen, Patrick Stewart, Alan Cumming, Ian McKellen, Rebecca Romijn, James Marsden, Kelsey Grammer, Channing Tatum, Paul Rudd, Chris Hemsworth e Pedro Pascal.

Trailer de ‘Superman’ deixa pista sobre ARMADURA de Lex Luthor

No primeiro trailer de ‘Superman’, uma cena se destaca por indicar que os capangas de Lex Luthor podem vestir o famoso Warsuit dos quadrinhos.

Em uma sequência em que o Senhor Incrível defende civis de um ataque militar, os soldados que cercam os personagens estão usando armaduras verdes e roxas, o que não passou despercebido pelos fãs.

A escolha das armaduras rapidamente levou os fãs a associá-las ao Warsuit de Lex Luthor, um traje icônico utilizado pelo vilão.

Embora as armaduras no trailer pareçam mais rudimentares do que o Warsuit clássico, as semelhanças são evidentes, lembrando muito a armadura do vilão em ‘Superman For All Seasons.’

Dessa maneira, surge a possibilidade de, em algum momento do filme, o próprio Lex usar sua tecnologia para enfrentar o Super-Homem com uma armadura

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Assista ao trailer:

Relembre a sinopse:

James Gunn assume o filme de super-herói original no recém-imaginado universo da DC com uma mistura singular de ação épica, humor e coração, apresentando um SUPERMAN movido pela compaixão e uma crença inerente na bondade da humanidade.

O elenco também conta com Isabela Merced (Mulher-Gavião), Frank Grillo (Rick Flag Sr.), Nathan Fillion (Lanterna Verde), Rachel Brosnahan (Lois Lane), Skyler Gisondo (Jimmy Olsen), Milly Alcock (Supergirl), Anthony Carrigan (Metamorfo) e outros.

‘Superman’ marca o primeiro filme do novo DCU.

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‘Echoes’: Krysten Ritter irá protagonizar spin-off de ‘Orphan Black’

Krysten Ritter (‘Breaking Bad’) foi confirmada como protagonista de ‘Orphan Black: Echoes‘, spin-off da série ‘Orphan Black‘. A história do derivado ocorre após os eventos da ‘Orphan Black‘ original, e chega para streaming em 2023, pelo AMC+. Até o momento, outros nomes do elenco ainda não foram confirmados.

De acordo com o Deadline, Ritter interpreta Lucy, uma moça com passado enigmático tentando encontrar seu lugar no mundo. Assim como a original, a nova série também explora os impactos da modificação genética.

A atriz é conhecida por viver Jessica Jones na série de mesmo nome, baseada nos quadrinhos da Marvel. Muitos fãs especulam que a atriz pode retornar como a detetive na nova série do Demolidor, ‘Daredevil: Born Again‘, agendada para 2024.

Lembrando que ‘Orphan Black: Echoes‘ ainda não tem exibição confirmada no Brasil. As cinco temporadas da série original estão no catálogo brasileiro do Paramount+.

Apenas o Fim

 

(Apenas o Fim)

 

Elenco:

Érika Mader, Gregório Duviver, Nathalia Dill.

Direção: Matheus Souza

Gênero: Comédia Romântica

Duração: 80 min.

Distribuidora: Filmes do Estação

Estreia: 11 de Junho de 2009

Sinopse:

Adriana (Érika Mader) é uma estudante universitária que cansa de sua vida e quer simplesmente ir embora. Mas, antes disso, ela deve terminar seu namoro com o também estudante Antonio (Gregório Duviver), e ambos têm uma hora para conversar.

Curiosidades:
»
Filme do diretor e roteirista estreante Matheus Souza que, em sua primeira empreitada, aos 20 anos de idade, já é um destaque na Mostra Internacional de São Paulo.


Trailer:

 


Cartazes:

apenas-o-fim

Reynaldo Gianecchini mostra bumbum em foto de ‘SOS Mulheres ao Mar 2’

As filmagens de ‘SOS Mulheres ao Mar 2‘ continuam a todo vapor em Cozumel, no México. O ator Reynaldo Gianecchini volta a viver o protagonista masculino, e postou duas fotos do set em seu perfil do Instragam.

Em uma das fotos, Gianecchini aparece com o bumbum todo molhado.

“Por hoje é só. Buenas noches, muchachos e muchachas. Sim, estava com a bunda molhada do mar”, escreveu na rede social.

Confira:

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Giovanna Antonelli, Reynaldo Gianecchini, Thalita Carauta e Fabiula Nascimento retornam para o elenco, e as filmagens já passaram pelo Universal Orlando® Resort.

Assista ao anúncio:

A sequência se passará em Orlando e no México. Cris D’ Amato volta à direção.

No primeiro filme, Adriana (Giovanna Antonelli) está desiludida com o fim de seu casamento, e decide reconquistar o ex-marido Eduardo (Marcelo Airoldi), embarcando no mesmo cruzeiro onde ele está com a nova namorada, uma estrela de novelas. Adriana leva no navio a irmã, Luiza (Fabíula Nascimento) e a empregada, Dialinda (Thalita Carauta). Essas três mulheres acabam descobrindo caminhos novos e surpreendentes para suas vidas.

A estreia é prevista para o final de 2015.

 

Marvel conecta ‘Jessica Jones’ à série ‘Luke Cage’ com nova imagem do herói

A foto foi liberada no perfil do Twitter da série ‘Jessica Jones‘.

Tendo em vista que o personagem ganhou um baita destaque na série da heroína, a Marvel e a Netflix querem que essa conexão torne-se ainda mais expressiva. E nada melhor do que realizar isso por meio da primeira série na qual o ‘Luke Cage‘ fez parte.

 

Luke Cage’, série de TV que a Netflix e a Marvel produzem sobre o herói titular, ganhou previsão de estreia.

Em uma imagem divulgada pelo Twitter da série ‘Jessica Jones‘, o post sugere que ‘Luke Cage‘ estreará em novembro na Netflix.

Confira:

Vale lembrar que a segunda temporada de ‘Demolidor‘ chega em 18 de março.

Cheo Hodari Coker (‘Almost Human’, ‘Southland’) servirá como produtor principal, e também assinará os dois primeiros episódios.

Nesta série de ação da Marvel, um lutador de rua e ex-golpista enfrenta o crime no bairro de Hell’s Kitchen como o super-herói Luke Cage (Mike Colter, foto acima).

Nos quadrinhos, o personagem foi cobaia de um experimento semelhante ao que criou o Super-soldado Steve Rogers, o Capitão América, e acabou com uma pele quase indestrutível e durabilidade e força sobre-humanas. Um filme com o herói seria feito em 2003, mas o projeto não foi adiante.

A atriz brasileira Sonia Braga (‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’) vai interpretar Soledad Temple, mãe da personagem Claire Temple (Rosario Dawson), vista nas séries ‘Demolidor‘ e ‘Jessica Jones‘.

Essa será a terceira de cinco produções épicas de aventura que chegarão com exclusividade aos membros da Netflix (Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro protagonizarão mais uma minissérie original chamada ‘Os Defensores‘).

Netflix se comprometeu a produzir pelo menos quatro séries de 13 episódios cada. Os programas culminarão na minissérie ‘Os Defensores’, sobre um grande time de personagens heroicos, também conhecido dos quadrinhos Marvel. Ou seja, será ‘Os Vingadores’ em uma escala mais modesta.

 

Diretor de ‘Independence Day’ diz que jamais dirigiria os filmes “bobos” da Marvel

Roland Emmerich se especializou em destruir o planeta Terra em seus filmes, vide ‘Independence Day‘, ‘2012‘, ‘O Dia Depois de Amanhã‘ e o inédito ‘Independence Day: O Ressurgimento‘.

Em entrevista ao The Guardian, o jornalista questionou se o diretor já cogitou dirigir um filme da Marvel Studios.

De acordo com o site, o cineasta deu uma resposta grossa “cheia de desdém”.

“Quando você olha para os meus filmes, sempre trago um zé ninguém como um herói improvável. Nos filmes da Marvel, eles mostram pessoas em uniformes engraçados correndo por aí. Eu não gosto de pessoas que usam capas. Acho que esses filmes são bobos. Você vê pessoas vestidas com uniformes de super-heróis e moscas. Eu não entendo isso. Eu cresci na Alemanha, acho que é provavelmente isso”, afirmou.

 

 

Independence Day: O Ressurgimento‘ tem lançamento marcado para 24 de junho de 2016 nos EUA, exatamente 20 anos depois da estreia do primeiro filme. No Brasil, a sequência chega um dia antes: 23 de junho de 2016, uma quinta-feira.

Nós sempre soubemos que eles voltariam. Depois de Independence Day redefinir o gênero de filmes de desastres, o próximo épico capítulo leva a uma catástrofe global em escala inimaginável. Usando a tecnologia alienígena recuperada, as nações da Terra têm colaborado em um programa de defesa imenso para proteger o planeta. Mas nada pode nos preparar para a força avançada e sem precedentes dos alienígenas. Somente a ingenuidade de alguns valentes homens e mulheres pode trazer nosso mundo de volta da beira da extinção.

‘Independence Day 2’: Saiba o que aconteceu com o personagem de Will Smith 

Dois cartazes animados de ‘Independence Day 2′

Jessie Usher (série ‘Survivor’s Remorse’) será o novo protagonista, Dylan Hiller, filho do personagem de Will Smith; Charlotte Gainsbourg (‘Ninfomaníaca’), Travis Tope (‘Boardwalk Empire’), Maika Monroe (‘Corrente do Mal’), Patrick St. Esprit, Liam Hemsworth, ambos de ‘Jogos Vorazes‘, e Sela Ward, a nova presidente dos EUA, no elenco de novatos.

Os veteranos Bill Pullman, Jeff Goldblum, Vivica A. Fox, Brent Spiner, Joey King e Judd Hirsch reprisam seus papeis originais, ao contrário de Will Smith, que não aceitou voltar após ter exigido um alto salário (especula-se US$ 60 milhões).

William Fichtner (Prison Break, As Tartarugas Ninja) será um general de alto escalão dos EUA, que deve ser expandido para as próximas duas sequências – sim, mais dois filmes estão sendo planejados.

 

 

 

 

 

Nova arte conceitual da Vixen em ‘Legends of Tomorrow’

O produtor executivo Marc Guggenheim liberou em seu perfil no Twitter uma nova imagem da heroína que passa a integrar o time dos ‘Legends of Tomorrow‘.

Confira a nova arte conceitual para a Vixen, interpretada por Maisie Richardson-Sellers:

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Lembrando que esta 2ª temporada terá apenas 13 episódios.

A 2ª Temporada de ‘Legends of Tomorrow‘ retorna em outubro.

Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.

Greg Berlanti, Andrew Kreisberg e Marc Guggenheim, criadores de ‘Arrow’, são os criadores da série.

Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?

‘Inertia’: Novo livro da autora de ‘Divergente’ vai virar filme

O Deadline confirma que a 20th Century Fox adquiriu o mais novo livro de Veronica Roth, ‘Inertia‘.

Vale lembrar que Veronica é mais conhecida pelos três livros da franquia ‘Divergente‘, que recentemente teve seu quarto longa cancelado e a produção será encaminhada para a TV.

Ainda não há uma equipe definida para levar ‘Inertia‘ à telona.

Com relação à trama, o livro reúne drama e ficção científica em um período, no futuro, onde as pessoas podem estar conectadas por meio do cérebro. Assim, quando o melhor amigo de Claire, Matt, sofre um grave acidente, eles utilizam essa técnica para reviver o passado.

 

Assista outra versão do teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

A versão do teaser-trailer de ‘Deadpool 2‘ que estava sendo exibida nas cópias norte-americanas de ‘Logan‘ foi divulgada na internet.

Nessa versão, não temos a participação de Stan Lee e alguns diálogos são diferentes.

Encontramos VÁRIAS REFERÊNCIAS no teaser-trailer de ‘Deadpool 2’

Assista, com a versão divulgada anteriormente:

Deadpool 2‘ atualmente está sendo reescrito por Drew Goddard (‘O Segredo da Cabana’, ‘Perdido em Marte’) e  Ryan Reynolds. Eles trabalham em cima do roteiro escrito por Rhett Reese e Paul Wernick, roteiristas do primeiro filme.

As filmagens começam no dia 1º de maio de 2017, em Vancouver.

Segundo o IMDb, o longa chega aos cinemas no dia 2 de Março de 2018.

O diretor por trás de ‘Deadpool 2’ será David Leitch, escolhido em uma lista que contou com nomes de Rupert Sanders, Drew Goddard e Magnus Martens. O mais recente trabalho de Leitch foi o sucesso de bilheteria ‘John Wick: Um Novo Dia Para Matar’.

Cena pós-créditos de ‘Logan’ pode ser um teaser de ‘Deadpool 2’ 

 

Crítica | Deadpool 

Tom Cruise gravou suas próprias cenas de ação para ‘A Múmia’; Assista ao vídeo!

Como de praxe, o astro Tom Cruise gravou suas próprias cenas de ação para ‘A Múmia‘ – dispensando seus dublês em boa parte das filmagens.

Assista:

Em ‘A Múmia‘, a atriz Sofia Boutella interpreta uma antiga princesa cujo destino foi injustamente tirado dela. Sepultada em uma cripta abaixo do deserto, ela despertará nos dias atuais e desafiará a compreensão humana com sua malevolência e terror.

Das deslumbrantes areias do Oriente Médio até labirintos escondidos sob a Londres de hoje, ‘A Múmia traz um equilíbrio entre maravilhas e emoções. Desperta no público o imaginário e introduz um novo mundo de deuses e monstros para o cinema.

No elenco, além de Tom Cruise e Sofia Boutella, estão Russell Crowe, Annabelle Wallis, Jake Johnson e Courtney B. Vance.

A estreia está marcada para 8 de junho de 2017.

Netflix dá dicas de séries para você maratonar; Confira!

Qual é o superpoder da Netflix? Saber qual a próxima série que os espectadores devem assistir, especialmente se é algo que nunca esperariam. Por exemplo: para um entre oito assinantes que assistem às séries da Marvel, conteúdo baseado em quadrinhos era uma novidade antes de descobrirem sua primeira maratona das séries da Marvel na Netflix.

Os espectadores estão encontrando seu caminho para as aventuras de Demolidor, Jessica Jones, Luke Cage e Punho de Ferro por meio de séries tão diversas quanto o time dos Defensores. E não é por acaso, e sim parte da experiência do usuário – mais de 80% de todas as séries são descobertas por meio de recomendações da Netflix.

“Na Netflix, sabemos que gêneros são apenas rótulos, e é por isso que trabalhamos arduamente para criar algoritmos que ajudem os assinantes a abandonar noções pré-concebidas e a encontrar histórias que amarão, mesmo em lugares aparentemente improváveis”, disse Todd Yellin, vice-presidente de produto.

Superar uma desconfiança com um gênero não é algo limitado apenas a super-heróis. Um de cada cinco fãs de Stranger Things era novato em terror antes de entrar no Mundo Invertido. Da mesma forma, um entre sete espectadores de Black Mirror não era familiarizado com ficção científica antes de explorar o lado escuro da tecnologia.

Analisando as séries que esses novatos no gênero mais assistiram antes das quatro produções Marvel, a Netflix descobriu padrões interessantes que atuam como uma iniciação à maratona do Universo Marvel.

Anti-heróis e ambiguidade moral levam os espectadores ao Demolidor.

Histórias que mostram as complicações da vida aumentam o interesse dos espectadores por Demolidor, assim como o tumulto político de House of Cards e as fragilidades da lealdade familiar em Bloodline. O mesmo acontece com personagens que são ao mesmo tempo justiceiro e vilão, como Walter White e seus feitos empreendedores em Breaking Bad e Dexter Morgan e seu heroísmo homicida em Dexter.

Humor afiado, mulheres fortes e crimes sombrios atraem espectadores para Jessica Jones.

A sagacidade de Jessica Jones faz com que valha a pena fazer uma maratona para vê-la. Séries com humor inteligente, como Master of None, Friends e John Mulaney: The Comeback Kid atraem espectadores para Jones e também para histórias com personagens femininas fortes, como Orange is the New Black. Por ela ter um passado como detetive, seriados mergulhados em mundos criminais sombrios também chamam atenção, como o arrepio psicológico de Making a Murderer.

Mundos perigosos e consequências complexas direcionam os espectadores para Luke Cage.

Séries que expõem o lado sombrio da sociedade levam os espectadores a Luke Cage, como a questão da culpa em Amanda Knox e a análise da tecnologia em Black Mirror. Da mesma forma, produções mergulhadas em mundos perigosos, como uma Medellín tomada por cartéis em Narcos e uma Atlanta cheia de zumbis em The Walking Dead, levam os espectadores ao mundo de Cage.

Histórias ousadas de amadurecimento levam os espectadores a Punho de Ferro.

Personagens que superam adversidades não são o único caminho para uma maratona cômica. Séries ousadas sobre amadurecimento como Love, Shameless e 13 Reasons Why levam os espectadores até Danny Rand e sua história de órfão a combatente do crime. A passagem de guerreiro a vitorioso também mexe com espectadores, graças a Ultimate Beastmaster.

Confira:

 

Saiba quando estreia ‘Guardiões da Galáxia 3’

Guardiões da Galáxia – Vol. 3‘ teve seu ano de estreia confirmado pelo diretor e roteirista James Gunn.

As filmagens começam em meados de 2018, e a estreia está confirmada para 2020.

Confira:

 

Gunn revelou que está trabalhando nos filmes derivados de ‘Guardiões da Galáxia‘ e está “semeando o futuro do universo cósmico Marvel”.

“Falamos sobre isso o tempo todo”, explicou Gunn. “Já faz parte do que estou fazendo com a Marvel e as conversas que Kevin e eu temos todos os dias. Quando falamos sobre Guardiões da Galáxia Vol. 3, e essa história, essa é uma história que levará a outras histórias. É inato para o DNA que esse seja o fim de uma trilogia, mas é o começo de todo um outro elemento do universo cósmico da Marvel. Isso é uma parte do que estou fazendo agora “.

Ou seja, ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ vai encerrar a trilogia e abrir espaço para filmes focados em outros personagens.

Um dos derivados será focado nos personagens vividos por Sylverter Stallone e Michael Rosenbaum, respectivamente Stakar e Martinex.

A ideia é abordar a história dos saqueadores Ravagers, grupo que tinha Yondu (Michael Rooker) como um de seus integrantes – antes dele ser expulso por sequestrar o Senhor das Estrelas.

“Sempre teremos histórias para contar dos saqueadores. E não seria um filme chamado Guardiões da Galáxia 3000, mas sim Os Saqueadores.”, afirmou.

 

Recentemente, o diretor afirmou que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 4’ deve trazer um novo grupo de heróis – saiba mais!

O CinePOP publicou um vídeo revelando quais são as CINCO CENAS PÓS-CRÉDITOS de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’, para aqueles fãs mais afoitos que não se aguentam e querem tudo antes de todo mundo.

Não prossiga se não quiser saber o que acontece nas cenas pós-créditos.

Assista, com a crítica SEM SPOILERS

 

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’: Arte revela detalhe do vilão Mysterio

Uma arte promocional do novo sabor da bebida Dr. Pepper em parceria com o lançamento de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ mostra um detalhe do vilão Mysterio, de Jake Gyllenhaal.

Apesar de mostrar apenas a silhueta, podemos ver que Mysterio definitivamente usará seu capacete de quadrinhos clássico. Ainda não se sabe quando vamos conseguir uma arte oficial, mas há uma chance do teaser trailer chegar antes do final do ano. Tudo depende de quando a Marvel Studios começa a promover o ‘Vingadores 4‘, é claro.

Confira, junto com imagens do traje escuro do Aranha:

Além disso, também saiu um novo vídeo e algumas novas fotos de bastidores que mostram o visual de Jake Gyllenhaal usando o uniforme do vilão Mysterio.

 

História de ‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ se passará antes de ‘Guerra Infinita’?

Recentemente, foi revelado que ‘Homem-Aranha: Longe de Casa‘ pode ser prelúdio de ‘Guerra Infinita‘; Entenda!

A direção será mais uma vez de Jon Watts. John Francis Daley e Jonathan Goldstein retornam para escrever o roteiro.

‘Homem-Aranha 2’: Herói ganhará novo traje, afirma figurinista

Homem-Aranha: Longe de Casa’ chega aos cinemas em 4 de julho de 2019.

 

‘Os Novos Mutantes’ passará por novas refilmagens com supervisão da Disney

A novela em torno de ‘Os Novos Mutantes’ continua. Adiado para 2020, o filme agora passará por novas refilmagens à comando da Disney.

A informação foi revelada por Simon Kinberg, diretor de ‘X-Men: Fênix Negra’, em entrevista ao ComicBookMovie.

“O filme passará por refilmagens ainda esse ano, e já conta com uma nova data de estreia no calendário da Disney. Vai ser assim. A Disney precisava fazer refilmagens e trazer o elenco de volta.”, revelou.

Ao invés de Agosto de 2019, a Walt Disney empurrou a estreia para 3 de abril de 2020.

Inicialmente, o filme seria lançado em abril de 2018.

Dirigido por Josh Boone (‘A Culpa é das Estrelas‘), ‘Os Novos Mutantes’ gira em torno de cinco jovens mutantes, ainda descobrindo seus poderes, que lutam para fugir dos seus pecados do passado e para se salvarem, enquanto são mantidos presos contra sua vontade.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

EXCLUSIVO: Confira o cartaz de ‘O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña’

O CinePOP divulga, com EXCLUSIVIDADE, o cartaz nacional de ‘O 3º Andar – Terror na Rua Malasaña‘.

A Paris Filmes lança o terror nos cinemas nacionais no dia 26 de março.

Confira:

Manolo e Candela se estabelecem no bairro Malasaña, em Madri, com seus três filhos e o avô Fermín. Eles deixam sua cidade natal para trás em busca da prosperidade que parece ser oferecida na capital de um país em plena transição. Mas há algo que a família Olmedo não sabe: no apartamento do 3º andar em que os integrantes vão morar, eles não estão sozinhos.

Albert Pintó dirige. O elenco conta com Begoña Vargas, Iván Marcos, Bea Segura e Sergio Castellanos.