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IMPERDÍVEL! Drama sobre Alzheimer lançado na Netflix traz Anthony Hopkins em atuação avassaladora

Envelhecer é um processo inerente e muitas vezes assustador. À medida que este novo tempo se abre diante dos olhos de forma encorajadora, é inegável seu fator intimidador. Com a memória muitas vezes definhando e a estrutura do corpo se comprimindo, o envelhecimento parece um regresso ao princípio, uma quase analogia ao Curioso Caso de Benjamin Button. E em Meu Pai (The Father), os maiores temores dessa fase da vida ganham uma profundidade inquietante pela belíssima atuação de Anthony Hopkins. Aqui, no primeiro filme do então dramaturgo Florian Zeller, o veterano vencedor do Oscar se despe da forma mais vulnerável possível, nos lembrando que há uma dolorosa dureza em viver uma longa vida.

Meu Pai está disponível no catálogo da Netflix e acompanha um fragmento tão peculiar da existência humana, ao tratar a extrema fragilidade da nossa vida a partir de uma determinada idade. Com as memórias comprometidas e uma certa confusão mental quanto a lugares, feições e circunstâncias, Anthony (Hopkins) é um senhor de idade irreverente, de fala dura e gênio indiscreto e difícil de lidar. Acostumado a uma certa independência, ele tem uma resistência enorme em viver a velhice com o auxílio de uma cuidadora, uma insistência da sua filha, vivida por Olivia Colman. Com uma agressividade que não tem quase nada de passiva, ele sempre deixa bem claro que sua sanidade segue como de costume e não se sujeitará à qualquer submissão que tente provar ao contrário.

Mas como alguém que já apresenta um quadro inicial de demência, Anthony vive os seus dias em uma constante luta interna para obter um certo controle sobre sua própria vida. Sabendo, em seu íntimo, que seu raciocínio já não é tão ávido como em sua juventude, ele ainda digladia com comportamentos passivos agressivos na tentativa de se provar dono da sua mente. Como alguém sufocado pelo medo de perder suas memórias e sua própria essência, ele internaliza o doloroso sofrimento de diariamente tentar se reconhecer, revelando nesse entrave uma feição completamente diferente na atuação de Hopkins. Como um ator que, incrivelmente, ainda é capaz de surpreender as audiências, o veterano se apresenta de forma profundamente debilitável e exposta, não tem medo de explorar um universo totalmente vinculado à sua própria faixa etária e hipnotiza os olhos do público, que marejados sofrem o mesmo sofrimento que ele.

De uma delicadeza tão dolorosa e sensível, Meu Pai traz um roteiro surpreendente, que explora a simplicidade do envelhecimento em toda a sua complexidade. Como uma peça que fora adaptada às telonas, a obra de Zeller revela ainda uma riqueza de detalhes que só poderia ser extraída de uma experiência pessoal. E nesta trama, o cineasta explora os dilemas que englobam todos os envolvidos nesse processo tão angustiante. A partir da atuação de Colman, vemos ainda o outro lado dessa atmosfera, ao testemunharmos a difícil decisão de ter que colocar seu pai em uma casa de amparo, gerando quase um abismo emocional de distância entre pai e filha.

Com um design de produção que se incorpora à história, Meu Pai conta com uma estratégia narrativa inteligente, ao transformar todos os elementos técnicos da produção em uma extensão direta da trama. Fazendo-nos enxergar o mundo pela ótica turva de Anthony, Zeller contrasta a ótica fictícia do protagonista com a visão verdadeira dos fatos e das circunstâncias, nos levando a perceber – literalmente – como funciona a confusão mental de uma pessoa que apresenta um quadro de demência. Nos confundindo de propósito, o roteiro do drama é certeiro ao também conseguir justificar sua própria técnica narrativa e principalmente o seu final, quando as pequenas dúvidas que ainda permaneciam na mente do personagem principal e da audiência são sanadas quando ele tem a visão completa de seu pleno definhamento físico e mental.

E quando ficamos diante deste clímax, Anthony Hopkins atinge um novo pico em sua atuação, regado por profundas lágrimas e uma sensação de abandono que beira o comportamento infantil. Entre alucinações e uma pequena crise de pânico, sua genuína entrega no proporciona uma das experiências mais difíceis de assistir. E como um remédio amargo que desce rasgando a garganta, Meu Pai é o retrato mais autêntico e real da fase mais temida pelo ser humano. Doloroso de assistir, mas belíssimo de contemplar, o primeiro filme do francês Florian Zeller é ainda a entusiasmada expectativa pelo que mais esse brilhante e novato cineasta tem a compartilhar com o restante do mundo.

Fãs planejam passar o Natal e ANO NOVO assistindo a temporada final de ‘Stranger Things’; Confira as reações!

Netflix divulgou as datas da 5ª e última temporada de Stranger Things, e elas não poderiam ser mais inusitadas: teremos episódios lançados no Natal e virada do Ano:

Volume 1: 26 de novembro, às 22h
Volume 2: 25 de dezembro, às 22h
Episódio final: 31 de dezembro, às 22h

Nas redes, vários fãs já estão planejando passar o Natal e Ano Novo assistindo aos episódios. Confira as reações:

Confira a sinopse e o trailer:

Outono de 1987. Hawkins é marcada pela abertura das Fendas e nossos heróis estão unidos com um único objetivo: encontra e matar Vecna. Mas ele desapareceu – seu paradeiro e seus planos desconhecidos. Para complicar a missão, o governo colocou a cidade sob quarentena militar e intensificou a caçada por Onze, forçando-a a se esconder de novo. À medida que o aniversário do desaparecimento de Will se aproxima, um denso e familiar temor também vem à tona. A batalha final é iminente – e, com ela, uma escuridão mais poderosa e mortal que qualquer coisa que já tenham enfrentado. Para colocar um fim nesse pesadelo, eles precisarão de todos unindo forças uma última vez.

Stranger Things acompanha um grupo de amigos que enfrenta forças sobrenaturais e conspirações governamentais secretas em sua pequena cidade de Indiana, durante os anos 1980.

O elenco estelar inclui, além de Wolfhard, Millie Bobby Brown, Noah Schnapp, Caleb McLaughlin, Gaten Matarazzo e Sadie Sink, bem como Joe Keery, Maya Hawke, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Jamie Campbell Bower, Brett Gelman, David Harbour e Winona Ryder.

Crítica | Crime na Rodovia Paraíso – Filme lançado no Prime Video se propõe a ser impactante, mas é superficial

Os horrores de um crime imperdoável. Escrito e dirigido pela cineasta Anna Gutto, em seu primeiro longa-metragem, Crime na Rodovia Paraíso busca refletir sobre um tema impactante, o tráfico de pessoas, através do olhar de uma batalhadora caminhoneira que se vê sem saída, envolvida em um esquema. Mas o que deveria ser um filme impactante, se torna superficial, com uma narrativa com falhas, sonolenta, presa numa relação pouco aprofundada entre dois irmãos. Lançado em julho do ano passado nos Estados Unidos e disponível atualmente no catálogo da Prime Video, o filme tem no elenco Juliette Binoche e Morgan Freeman.

Na trama, conhecemos Sally (Juliette Binoche), uma mulher solitária que viaja com cargas por todo os Estados Unidos com seu caminhão. Seu irmão Dennis (Frank Grillo) está preso, e de dentro da prisão coloca Sally para ajudá-lo com alguns favores para sair das enrascadas que se mete atrás das grades. Num último movimento para ajudá-lo, já que Dennis está perto de sair da prisão, Sally se depara com uma situação impactante. Ela precisa transportar ilegalmente algo que não sabe o que é para um determinado homem. Quando descobre que se trata de uma jovem, ela resolve ajudar a garota percorrendo estradas perigosas, bandidos e o olhar da polícia, na figura de Gerick (Morgan Freeman), um consultor com mais de 50 anos de experiência, que começa a fechar o cerco contra ela.

O olhar fixo na protagonista limita a percepção como um todo de um problema global. Sally é uma trabalhadora que não consegue se desprender da relação conflituosa que tem com o irmão, faz as entregas que ele pede, cega de que está ajudando. A troca de perspectiva e a tentativa de entendimento da situação grave em que se meteu é um ponto de virada no seu olhar, só que a forma como a história é contada a partir dessa desconstrução acaba deixando lacunas pelo caminho. Quando há espaço para uma reflexão sobre a situação terrível que vive a jovem sequestrada, a narrativa entra na óbvia associação aos traumas que vive na sua vida sem esperanças, quando se depara com a relação de outras famílias um olhar diz mais que mil palavras. O papel da polícia caminha no superficial, contorna a trama dentro da já batida obviedade, não se aprofunda em instante algum.

O grande mérito do projeto é buscar alguma reflexão para um assunto pesado, terrível. Um atentado aos direitos humanos, um crime ultra violento que causa sequelas inimagináveis, a privação de vidas, um negócio completamente ilegal, desumano, que movimenta bilhões de dólares para inescrupulosos bandidos. O tráfico de pessoas, infelizmente é uma realidade. É função do cinema colocar para reflexão, as vezes até mesmo como papel de denúncia, assuntos doloridos de nossa sociedade.

10 Filmes de Terror para assistir na Netflix

Nós do CinePOP demos uma boa garimpada nas centenas de produções de Terror da Netflix e indicamos aqui dez filmes, não tão populares e que talvez vocês não conheçam, muito propícios para dar bons sustos. Anote, assista e comente.

Holidays (2016)

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Começaremos a lista com um filme recente, lançado este ano. Filmes de antologia, aquele tipo do qual diversos contos de poucos minutos constituem o todo, estão em voga, se tornando praticamente um subgênero dentro do terror. Alguns dos expoentes são as séries VHS e ABCs da Morte. Em Holidays o mote são os diversos feriados, como Natal, Dia das Bruxas, Dia dos Namorados, Dia de São Patrício, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Pais e Ano Novo, vistos sob um prisma assustador.

O cineasta Kevin Smith (Yoga Hosers) comanda o conto sobre Halloween, dirigindo a própria filha Harley Quinn Smith. Dentre os destaques, o conto de Ano Novo tem uma das melhores guinadas do longa, com Lorenza Izzo (Bata Antes de Entrar), esposa do diretor Eli Roth, protagonizando; e o conto da Páscoa fará você nunca mais olhar o Coelhinho da mesma forma.

Floresta Maldita (The Forest, 2016)

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Prometido inicialmente para estrear nos cinemas, pela Diamond Films, o destino deste terror protagonizado pela atriz Natalie Dormer (a Margaery Tyrell de Game of Thrones) foi mesmo o mercado de home vídeo no Brasil. A ideia para o longa é usar como pano de fundo a famosa floresta do suicídio no Japão, que já foi tema inclusive do recente último trabalho do cineasta Gus Van Sant, The Sea of Trees (ainda inédito no Brasil), protagonizado por Matthew McConaughey.

Na trama, Dormer interpreta uma jovem tentando descobrir o paradeiro de sua irmã gêmea desaparecida, vista por último adentrando tal localidade em terras nipônicas. Lá, a protagonista irá enfrentar seus próprios demônios internos – e alguns tantos outros – além de descobrir informações sobre seu próprio passado. Embora se passe no Japão e aborde o tema de espíritos malignos, esta não é uma refilmagem asiática e sim uma ideia original.

Clown (2014)

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Palhaços medonhos estão infelizmente na moda, com visões dos filhotes de coisa ruim pelos EUA e até mesmo aqui no Brasil. Para entrar no clima, antes de se deparar com um deles, este filme é a recomendação. Uma das obras de terror mais inusitadas de anos recentes, Clown conta a história de um amável pai de família que, atrasado para a festa do filho pequeno, veste a fantasia de palhaço encontrada numa das casas que pretendia vender como corretor imobiliário.

Daí para frente, o que vemos é uma estrutura semelhante a do clássico A Mosca (1986), com a transformação do sujeito num ser maligno e ancestral. A coisa é barra-pesada. Ah, além desta premissa tentadora, o longa marca a estreia nos cinemas do diretor Jon Watts, que tem um pequeno filme para lançar ano que vem, Spider-Man: Homecoming, da Marvel.

Aterrorizada (The Ward, 2010)

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Próxima parada: um dos grandes mestres de terror de todos os tempos. John Carpenter tem no currículo alguns dos mais cultuados filmes do gênero, como Halloween – A Noite do Terror (1978) e O Enigma de Outro Mundo (1982) – igualmente favoritos para a época. Aterrorizada foi o último longa-metragem de Carpenter lançado nos cinemas. A história aqui é sobre uma ala só de jovens mulheres num hospital psiquiátrico. Uma espécie de Um Estranho no Ninho (1975) feminino. Mas em se tratando de um filme do diretor, elas precisam lidar com algo mais além de funcionários pouco amistosos.

Quem protagoniza é Amber Heard, a ex-senhora Johnny Depp, em seu início de carreira, já mostrando talento para a coisa. Além de Heard, o elenco é recheado de nomes como Mamie Gummer (filha de Meryl Streep), Danielle Panabaker (da série Flash), Lyndsy Fonseca (Kick-Ass) e Jared Harris (Certas Mulheres). A aposentadoria de Carpenter deixou órfãos os fãs de seu cinema único.

As Senhoras de Salem (Lords of Salem, 2013)

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Outro cineasta renomado quando o assunto é terror, o músico Rob Zombie possui filmes crus, explícitos e, de forma geral, intensos em seu currículo expressivo. O sujeito teve até mesmo a honraria de refilmar uma das mais icônicas obras do gênero, o citado Halloween, de Carpenter. Aqui, Zombie aborda uma história de bruxas e coloca sua esposa e musa, Sheri Moon Zombie, para “rebolar” como nunca anteriormente, num tour de force assustador.

A protagonista e mulher do cineasta interpreta uma locutora de rádio underground, especializada em rock pauleira, que recebe de um fã um disco antigo, contendo uma gravação precária e arcaica, de sons mais semelhantes a rezas satânicas e mantras do que com música propriamente. Ao mesmo tempo, estranhos eventos começam a ocorrer no prédio da mulher, em especial envolvendo algumas vizinhas. Este filme te dará arrepios, prometendo deixá-lo sem dormir algumas noites.

A Noite do Cometa (Night of the Comet, 1984)

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Saindo das produções mais recentes, para voltar à época mais divertida e fanfarrona do cinema, os anos 1980. A Noite do Cometa se tornou uma obra cult por excelência, desconhecida por muitos, mesmo na época, mas que fez parte da infância de tantos outros, como o que vos fala. A salvadora Netflix disponibilizou esta preciosidade, que precisa ser encontrada, em seu acervo. Um dos representantes máximos dos 80´s, exalando a essência da época a cada frame, A Noite do Cometa é a mistura entre Eu Sou a Lenda (2007) e As Patricinhas de Beverly Hills (1995).

O roteiro usa como mote a passagem do cometa Halley pela Terra, para contar a história do que aconteceria se ele trouxesse apenas a devastação ao planeta. Na trama, a passagem de um cometa faz desaparecer toda a raça humana, deixando para trás apenas alguns sortudos protegidos. Entre os sobreviventes, duas irmãs nada parecidas, a rebelde Regina (Catherine Mary Stewart), projecionista de um cinema, e a patricinha líder de torcida Samantha (Kelli Maroney). Quem não foi dizimado e virou pó, bem, virou algo diferente. Assista e descubra.

Palhaços Assassinos (Killer Klowns from Outer Space, 1988)

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Voltando para o tema que vocês adoram – palhaços macabros – e para a época divertidíssima de podreira dos 80´s, este filme tem uma verdadeira legião de seguidores atualmente, e se tornou uma das obras mais cult-trash saídas do período. O fato é que não fazem mais filmes de terror como nos anos 1980, aonde o que contava eram os maravilhosos efeitos práticos e muita criatividade na hora de confecciona-los. E esta produção B até a medula, se banha no quesito.

Veja esta ideia: seres interplanetários, na forma de palhaços de circo (sua espaçonave inclusive é a tenda de um circo) chegam a Terra, ou melhor, a uma cidadezinha norte-americana, causando frenesi e deixando vítimas pelo caminho. Suas armas atiram pipocas assassinas e aprisionam pessoas em casulos de algodão doce, além, é claro, de suas tortas ácidas. Obviamente, a produção pertence ao subgênero “terrir”, e tudo é feito com muita graça e criatividade, se tornando impossível não entrar na brincadeira e rir do quão ridículas, histéricas e hilárias são as cenas confeccionadas. Uma sequência é anunciada, mas definitivamente não se fazem mais filmes como este.

As Bruxas de Zugarramurdi (Las Brujas de Zugarramurdi, 2013)

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Outra produção sobre bruxas, saída do mesmo ano de As Senhoras de Salem. A atmosfera aqui, no entanto, não é pesada, mas sim de pura descontração. Este filme espanhol é dirigido por Álex de la Iglesia, talentoso cineasta do país, que tem obras chamativas no currículo, vide Balada de Amor e Ódio (2010). Os filmes do cineasta possuem uma bela estética e ritmo narrativo acelerado, soando como saídas diretamente de Hollywood, o que com certeza é referência para o espanhol. São obras totalmente pop.

Esse filme é o ponto alto de sua carreira, e conta a história de ladrões de banco em fuga, se refugiando numa cidadezinha, que se mostrará o pior lugar na Terra para se abrigarem. Assim como Um Drink no Inferno (1996), de Robert Rodriguez e Quentin Tarantino, contraventores são postos à prova, num desafio sobrenatural. Troque os vampiros roqueiros por Bruxas sedentas de carne humana, no meio de um evento milenar. Assim como na maioria dos filmes de Iglesia, sua belíssima esposa, a atriz Carolina Bang (na foto acima), é um chamariz. No elenco, estrelas espanholas renomadas como Carmen Maura e Terele Pávez. A diversão é garantida.

Tales of Halloween (2015)

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Outro filme de antologia a figurar na lista, Tales of Halloween, ao contrário de Holidays, aborda somente contos passados no dia das bruxas, como diz o título original. O filme também foi eleito o melhor dentro do subgênero antologia desde Contos do Dia das Bruxas (Trick r Treat, 2007) pelo site Fangoria, veículo respeitado no segmento. Na direção dos trechos, nomes como Neil Marshall (Abismo do Medo) e Darren Lynn Bousman (Jogos Mortais 2).

Dentre as histórias, o destaque fica com The Night Billy Raised Hell, sobre um pestinha que mexe com o vizinho errado; The Ransom of Rusty Rex, sobre dois criminosos sequestrando o filho de um homem rico e se arrependendo amargamente; e Friday the 31st, uma guinada criativa nos slashers, com um pseudo Jason encarando uma ameaça ainda mais terrível.

O Convite (The Invitation, 2015)

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Este não é só o melhor filme desta lista, como um dos melhores filmes lançados este ano – a produção foi exibida em festivais no ano passado, mas estreou oficialmente nos EUA este ano, no Brasil chegando direto em home vídeo. Este é também um filme diferente dos outros nesta lista, funcionando de uma forma mais psicológica e muito mais intimista. Trata-se de um thriller dramático, onde a tensão e a espreita imperam mais do que os sustos fáceis e o teor explícito.

Talvez, justamente por isso, seja o que agradará menos pessoas, em especial quem busca apenas adrenalina para a data. O Convite é um filme adulto, sério e que aborda temas dignos de discussão, afastando-se completamente de ser apenas mirado ao entretenimento. O significado por trás de tudo é importantíssimo, relevante, atual e urgente. Na trama, Will (Logan Marshall-Green, de Prometheus) recebe um convite de jantar de sua ex-mulher, em sua antiga casa. Ele vai junto com a nova namorada, e no local reencontra amigos, além do novo marido de sua antiga companheira. No entanto, o protagonista começa a notar que há algo bem estranho em relação a tudo. Ou será apenas ele? O Convite é de tirar o fôlego, um verdadeiro soco no estômago.

Bonus:

Hush – A Morte Ouve (Hush, 2016)

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Outra produção novíssima, tendo seu lançamento, diretamente na plataforma, este ano. Dirigido por Mike Flanagan (O Espelho, O Sono da Morte e Ouija: Origem do Mal), um dos nomes atuais do terror, Hush retrata uma noite terrível na vida de uma escritora surda, interpreta de forma certeira por Kate Siegel (coautora do roteiro ao lado do cineasta).

Isolada em sua casa no campo (muito semelhante às conhecidas cabanas na floresta), Maddie (Siegel) está curtindo a ressaca do fim de um relacionamento, ao mesmo tempo em que tenta terminar sua nova obra literária. Sua companhia é o fiel cão, e ela conta apenas com os vizinhos, que vivem mais afastados, como fonte de contato humano. Até que uma ameaça chega literalmente à sua porta. Ao longo dos anos, tivemos personagens cegos protagonizando obras do gênero, vide Um Clarão nas Trevas (1967), Jennifer 8 – A Próxima Vítima (1992), Blink – Num Piscar de Olhos (1994), Os Olhos de Julia (2010) e o recente O Homem nas Trevas (2016). Hush mostra que ter uma protagonista surda é igualmente satisfatório quando o propósito é criar tensão e cenas absolutamente geladas.

Você lembra de todos? Os Filmes de Terror que Completam 11 Anos em 2023

Muitos dizem que o cinema, a TV e as artes de forma geral influenciam a sociedade. Na realidade, eles é que são influenciados por nosso dia a dia e nossas tendências. Veja por exemplo os casos de gêneros como o faroeste e os musicais. Em determinado momento, digamos desde a criação de Hollywood até a década de 1950, estes foram dois dos mais populares gêneros da sétima arte, emplacando nos gostos do público masculino e feminino, respectivamente, do período. Depois de algumas décadas sumidos, eles até ensaiam um retorno, mas no passado eram produzidos em larga escala, predominando. Com o terror, gênero que adoramos, e suas vertentes, ocorre o mesmo. Na década de 1980 foi um tipo de filme extremamente frutífero. Na década seguinte, de 1990, nem tanto. E assim os gêneros seguem se reinventando dentro de subgêneros, se adaptando aos novos tempos e à sociedade moderna.

Voltando onze anos no passado, notaremos uma abundância de produções de terror. Sua qualidade, porém, é outra história, oscilando sem contar com um grande sucesso arrebatador em seu repertório. Mesmo assim, conseguimos listar 18 produções donas de algum atrativo para você que é fã assim como nós, relembrar com a gente. Portanto, comece já seu garimpo pela internet e confira os que ainda não conhecia.

Atividade Paranormal 4

Impulsionado por Steven Spielberg, o primeiro Atividade Paranormal (2009) fez sucesso de forma simples e muito eficaz – se mostrando o “A Bruxa de Blair” da década seguinte. O sucesso transformou o filme numa máquina de continuações, e há onze anos estreava o quarto longa. Seguindo a mesma fórmula de “vídeos caseiros”, o filme serviu para revelar a menina Kathryn Newton.

[REC³] – Gênesis

Por falar em continuações de sucesso, chega agora na lista o terceiro filme da franquia espanhola [REC]. O primeiro filme, mesmo com o estilo hoje cansado do found footage, se mostrou uma eficiente abordagem no subgênero dos zumbis. O segundo filme elevou o jogo, se mostrando ainda melhor que o original. Mas há onze anos, o terceiro filme regredia deixando o estilo anterior de lado e acrescentando bastante humor. A trama se passa num casamento.

Drácula 3D

Há onze anos no cinema, foi a vez do mestre do subgênero Giallo, Dario Argento, criar sua visão única para a lenda do Conde Drácula. E ainda por cima em 3D. O diretor escalou o saudoso Rutger Hauer como o caçador Van Helsing e o sangue escorre com gosto.

Piranha 2

Mais uma reimaginação de um clássico terror do passado. O Piranha original é de 1978 e pegava carona descaradamente no sucesso de Tubarão, trocando apenas os peixes antagonistas. Em 1981 veio uma continuação mais zoada, dirigida por James Cameron. Já em 2010 foi a vez do remake divertido, que igualmente geraria uma sequência zoeira – dois anos depois e há onze anos. A trama se passa num parque aquático.

A Isca

Seguindo no terreno dos enormes peixes assassinos, que tal uma história sobre dois jovens (um rapaz e uma moça) aprisionados em um supermercado depois que o local é completamente alagado devido a um tsunami. A água traz também enormes tubarões brancos para fazerem companhia.

Armadilha

Não era apenas em supermercados que as vítimas em filmes de terror ficavam presas há onze anos no cinema. Aqui a loiríssima Alice Eve ficava presa dentro de um caixa eletrônico ao lado de dois “manés” a madrugada toda enquanto um psicopata munido de um machado espreita do lado de fora.

A Entidade

Começamos a lista com o que é provavelmente o filme mais cultuado de onze anos atrás. Aqui temos uma produção do mesmo diretor do recente O Telefone Preto, e com o mesmo Ethan Hawke protagonizando. Na história, o ator vive um renomado autor criminal que se depara com 8 filmes caseiros, sugerindo a existência de um serial killer da década de 1960.

A Última Casa da Rua

Antes de participar do conceitual Mãe! (2017), a musa Jennifer Lawrence já havia dado as caras neste filme de terror, lançado no mesmo ano do primeiro Jogos Vorazes. No filme, ela vive a filha de Elisabeth Shue e as duas se mudam para uma nova cidadezinha, que guarda seus mistérios, vizinhos enigmáticos e tal casa no fim da rua. De certa forma, a trama tenta ecoar o clássico Psicose (1960).

Leia também: Os Novos CLÁSSICOS do Terror que Completam 30 anos em 2022 – Você Lembra Deles?

Poder Paranormal

Por falar em uma jovem estrela de Hollywood, aqui temos a presença de outra iniciando sua carreira nas telonas. Elizabeth Olsen hoje é mais conhecida como a Feiticeira Escarlate da Marvel, mas antes disso, há onze anos, já contracenava com gente graúda do nível de Robert De Niro e Sigourney Weaver, neste thriller sobrenatural sobre um misterioso vidente com dons paranormais.

A Mulher de Preto

Há onze anos, o jovem astro Daniel Radcliffe visava se afastar ao máximo da imagem infantil que havia conquistado com os filmes da saga Harry Potter. E para isso topou protagonizar este filme de terror da Hammer no estilo das obras britânicas góticas. O longa é o remake de uma produção para a TV de 1989 – e traz Radcliffe como um viúvo se deparando com um espírito maligno.

Leia também: Os Filmes de Terror que Completam 20 Anos em 2022

As Senhoras de Salem

É verdade que o estilo de terror do cineasta Rob Zombie não agrada a todos. Mas o que podemos dizer é que este longa é provavelmente seu melhor esforço na direção até o momento. É também seu único filme lidando com entidades sobrenaturais e elementos como bruxaria na narrativa – ao invés dos costumeiros psicopatas insanos.

Chernobyl

Mais de 35 anos depois de um dos piores desastres da humanidade, Chernobyl continua sendo assunto na cultura pop do audiovisual. Em 2019, a HBO nos brindou com uma minissérie realista, impactante e premiada. Mas antes disso, há onze anos no passado, Chernobyl virava filme de terror, onde o turismo extremo no local termina virando um pesadelo para um grupo de curiosos.

Leia também: Relembre os Filmes de Terror Slasher que Completam 40 Anos em 2022

Byzantium

Falando em vampiros e em mestres do terror, o irlandês Neil Jordan pode não ser um especialista no gênero propriamente dito, mas tem em seu currículo ao menos uma grande obra no estilo: Entrevista com o Vampiro (1994). Aqui, ele retornava ao subgênero quase vinte anos depois, para uma história de mãe e filha vampiras – interpretadas por Gemma Arterton e Saoirse Ronan.

Antiviral

O cineasta David Cronenberg também pode ser considerado um dos grandes nomes do gênero terror – sua linha era mais o grotesco e o terror corpóreo visceral. Seu filho, Brandon, resolveu seguir o mesmo estilo do pai e recentemente lançou o elogiado Possessor (2020). Oito anos antes disso, o jovem dava seus primeiros passos no comando de uma obra no perturbador e gráfico Antiviral, sobre o futuro onde os fãs de celebridades desejam compartilhar suas doenças.

Maníaco

O Maníaco original é um filme de 1980, que mostrava um psicopata grotesco caçando suas vítimas, todas mulheres, em Nova York e as escalpelando. O original é parte da febre dos slasher e teve efeitos criados pelo ótimo Tom Savani. Esse aqui é o remake mais psicológico, que conta com Elijah Wood no papel protagonista do jovem perturbado.

O Homem das Sombras

Jessica Biel é quem protagoniza aqui, vivendo uma mãe desesperada para encontrar seu pequeno filho sequestrado em casa – que pode ter sido levado pela lenda de uma entidade local conhecida como “Tall Man”, resposta de uma cidadezinha para o desaparecimento de crianças.

Ninguém Sobrevive

Esse filme guarda uma interessante reviravolta quando um casal de turistas é atacado por criminosos. Eles são sequestrados, mas os bandidos logo descobrem se tratar de um psicopata, papel de Luke Evans, que irá caça-los um a um. A loirinha Adelaide Clemens interpreta a vítima presa no carro do vilão.

Silent Hill: Revelação

Terror em Silent Hill (2006) é a adaptação de um famoso videogame que ainda mistura o terror em sua trama. Comparado às demais versões para o cinema de games, essa até que se mostrou bem-sucedida e inclusive ganhou continuação seis anos depois, e há onze anos essa sequência chegava aos cinemas. Quem protagoniza é a loirinha Adelaide Clemens (ela aqui de novo), que fazia sucesso na época, mas hoje está meio sumida. Ela é interpreta Heather, a filha da protagonista Rose do original, agora crescida ela precisa retornar à sinistra cidade de Silent Hill e enfrentar seus demônios internos adormecidos. No elenco, Kit Harrington e Carrie-Anne Moss.

‘Queer Eye’ é renovada para a 3ª temporada

A Netflix oficialmente renovou ‘Queer Eye‘ para a 3ª temporada.

Antoni Porowski, Bobby Berk, Karamo Brown, Jonathan Van Ness e Tan France irão retornar para a próxima temporada, que deverá estrear em 2019.

Na última quinta (12), ‘Queer Eye‘ foi nomeada a quatro Primetime Emmy Awards.

Recentemente, a Netflix divulgou um novo vídeo musical da canção ‘All Things‘, a música tema da série. O clipe traz todo o elenco ao lado da cantora Betty Who.

O revival foi uma surpresa, conquistando uma nova leva de fãs. A série original, intitulada ‘Queer Eye For The Straight Guy’, foi ao ar entre os anos de 2003 e 2006 e se tornou uma sensação na época.

A 2ª temporada será lançada no dia 15 de junho.

‘BrightBurn’: Terror de James Gunn ganha novo trailer ASSUSTADOR; Assista!

O terror ‘BrightBurn‘, produzido por James Gunn (‘Seres Rastejantes‘ e ‘Guardiões da Galáxia‘), ganhou um novo trailer.

Confira:

Dirigido por David Yarovesky, o filme será lançado nos EUA no dia 24 de maio de 2019.

Na trama, um casal encontra um bebê em um objeto misterioso que caiu do espaço e decide criá-lo como seu fosse seu. Conforme o tempo passa, eles percebem que a criança não é normal e as consequências são aterradoras.

O elenco inclui Elizabeth Banks, Meredith Hagner, David Denman, Matt Jones, Gregory Alan Williams, Jennifer Holland, Steve Agee, Becky Wahlstrom, Jackson A. Dunn e Christian Finlayson.

‘Color Out of Space’: Nicolas Cage entra no mundo de H.P. Lovecraft no trailer do suspense

O suspense ‘Color Out of Space‘, baseado em um conto de H.P. Lovecraft e estrelado por Nicolas Cage, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

O longa é dirigido por Richard Stanley, que coescreveu o roteiro ao lado de Scarlett Amaris.

Depois que um meteorito cai no quintal de sua fazenda, Nathan Gardner (Cage) e sua família devem enfrentar um organismo extraterrestre mutantes enquanto ela infecta suas mentes e corpos, transformando sua vida rural em um pesadelo tecnicolor.

O elenco ainda conta com Joely Richardson, Madeleine Arthur, Brendan Meyer, Julian Hilliard, Elliot Knight, Q’Orianka Kilcher e Tommy Chong.

A produção será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 24 de janeiro de 2020.

‘Os Novos Mutantes’: Confira a cena de abertura da adaptação!

Durante o painel de ‘Os Novos Mutantes‘ na Comic-Con@Home 2020, além de um novo trailer, também foram divulgados os primeiros minutos da adaptação.

Confira:

No vídeo, o diretor Josh Boone também falou sobre os planos que ele tinha para toda uma trilogia, chegando até a adaptação da saga Inferno.

“Tínhamos planos, obviamente, de trazer novos personagens para o próximo filme. O Warlock estava nas versões iniciais do roteiro, mas era muito caro inseri-lo. Então, quando o retiramos na narrativa, pudemos fazer o filme”, conta.

“A ideia era serem gêneros de terror diferentes”, continua. “O primeiro seria uma espécie de terror de rubber reality [em que se mistura realidade e fantasia], o segundo seria uma invasão alienígena com Warlock, e o terceiro reuniria todos os elementos do crossover dos X-Men do fim da década de 80 e início dos anos 90, chamado Inferno, e seria um terror sobrenatural apocalíptico. Esse era o plano.”

Você gostaria de ver a saga Inferno sendo adaptada aos cinemas?

Os Novos Mutantes‘ tem prevista para 28 de Agosto nos EUA, e 10 de Setembro de 2020 no Brasil.

Dirigido por Josh Boone, o longa é baseado nos quadrinho homônimo criado por Bill Sienkiewicz.

A trama acompanha um grupo de personagens desajustados que tentam compreender suas vidas, enquanto são atormentados pelos próprios poderes, o que dará ao filme uma sensação desconfortável e assustadora.

O elenco conta com Anya Taylor-Joy, Maisie Williams, Alice Braga, Charlie Heaton, Blu Hunt, Henry Zaga e Colbi Gannett.

 

‘Mortal Kombat’: Elenco se reúne em novo cartaz IMAX do reboot; Confira!

O aguardado reboot de ‘Mortal Kombat‘ ganhou um novo cartaz IMAX, com o elenco reunido.

Confira:

Inicialmente previsto para 15 de Abril, o filme agora tem estreia agendada para 13 de Maio nos cinemas do Brasil. A informação foi revelada pela assessoria da Warner Bros. ao CinePOP.

Nos EUA, a estreia segue marcada para 23 de Abril, nos cinemas e no streaming.

Simon McQuoid (‘Premonição 5‘) é responsável pela direção.

O lutador de MMA Cole Young, acostumado a levar uma surra por dinheiro, não tem conhecimento de sua herança – ou porque o imperador de Outworld, Shang Tsung, enviou seu melhor guerreiro, Sub-Zero, um Cryomancer de outro mundo, para caçar Cole. Temendo pela segurança de sua família, Cole vai em busca de Sonya Blade e Jax, um Major das Forças Especiais que carrega o mesmo dragão estranho com a qual Cole nasceu. Logo, ele se encontra no templo de Lord Raiden, um Elder God e protetor de Earthrealm, que concede santuário para aqueles que carregam a marca. Aqui, Cole treina com os guerreiros experientes Liu Kang, Kung Lao e o mercenário desonesto Kano, enquanto se prepara para enfrentar os maiores campeões da Terra contra os inimigos de Outworld em uma batalha de alto risco pelo universo. Mas Cole será pressionado o suficiente para desbloquear seu arcano – o imenso poder de dentro de sua alma – a tempo de salvar não apenas sua família, mas de impedir Outworld de uma vez por todas?

O elenco conta com Joe Taslim (Sub Zero), Ludi Lin (Liu Kang), Jessica McNamee (Sonya Blade), Mehcad Brroks (Jax) Josh Lawson (Kano), Chin Han (Shang Tsung), Hiroyuki Sanada (Scorpion), Tadanobu Asano (Raiden), Sisi Stringer (Mileena).

O novo longa será para maiores de 18 anos, com a promessa de muita violência e fatalities.

Lançada em 1995, a primeira adaptação de ‘Mortal Kombat‘ teve um orçamento de U$ 18 milhões e faturou U$ 122.1 milhões nas bilheterias mundiais. A sequência, ‘Mortal Kombat – A Aniquilação‘, custou U$ 30 milhões, mas arrecadou apenas U$ 51.3 milhões mundialmente. Ambos foram massacrados pela crítica.

‘Cemitério Maldito’: Guillermo del Toro quer adaptar livro do Stephen King

Em entrevista ao The Kingcast, o aclamado cineasta Guillermo del Toro revelou que adoraria adaptar o livro ‘Cemitério Maldito‘, de Stephen King.

“‘Cemitério Maldito’ é um livro que eu mataria para adaptar. Eu sei que já foi adaptado duas vezes, mas eu ainda acredito que em algum momento nesse universo eu terei essa chance. Esse livro não só tem alguns dos melhores momentos de Stephen King, mas também me assustava muito quando eu era criança.”

Ele completa, “Como pai, eu consigo entender a história melhor do que antes. E agora ela me assusta ainda mais. Eu adoraria poder adaptar esse livro.”

Vale lembrar que a Paramount+ está desenvolvendo um novo filme da franquia, que servirá como uma pré-sequência ao remake de 2019.

O elenco contará com Natalie Alyn Lind (‘The Gifted’), Jack Mulhern (‘Mare of Easttown’), Forrest Goodluck (‘O Regresso’), Pam Grier (‘Jackie Brown’), Henry Thomas (‘A Maldição da Residência Hill’), Samantha Mathis (‘Billions’) e Isabella Star LaBlanc.

Jackson White (‘Mrs. Fletcher’) interpretará uma versão jovem de Jud Crandall. O clássico personagem foi interpretado por Fred Gwynne, na adaptação original, e por John Lithgow, no remake de 2019.

Lindsey Beer, roteirista da comédia ‘Sierra Burgess é uma Loser‘, será responsável pela direção. Essa será a estreia diretorial de Beer, que também atualizou a última versão do roteiro.

Jeff Buhler, responsável pelo reboot de 2019, escreveu o roteiro do novo filme.

Lançado em 2019, o remake dividiu a opinião dos críticos, conquistando apenas 58% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, a nova versão se saiu bem nas bilheterias, arrecadando US$ 113.1 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de apenas US$ 21 milhões.

O produtor Lorenzo di Bonaventura havia revelado que havia chances do remake ganhar uma pré-sequência.

“Geralmente não gosto de pensar em possíveis sequências até o filme ser um sucesso. Acredito que se há potencial para algo… é uma prequel. Se você pensar no livro, nós não introduzimos todos os elementos que acontecem antes da família Creed se mudar.”

Ele continua, “Então, eu acho que há um filme nesse período, e eu estaria particularmente interessado em fazer isso. Tem ligação com o material de origem e é uma história que também é insana, e há muitos sentimentos nela.”

‘Pais por Acidente’: Nova série latina do Disney+ ganha trailer ADORÁVEL; Confira!

O Disney+ divulgou o primeiro trailer da série latina ‘Pais por Acidente‘.

Confira:

A produção vai estrear oficialmente no dia 24 de agosto.

Apresentando as incríveis paisagens e a diversidade cultural do México, a história é centrada em California (Farah Justiani), uma jovem de treze anos que, no dia do aniversário, é presenteada com as chaves de uma van que foi enviada pela própria mãe, que deseja vê-la mais uma vez depois de seu desaparecimento inesperado.

Apesar das boas intenções de Itzel, Miguel (Jorge Blanco), Morgan (Michael Ronda) e Diego (Lalo Brito), pais adotivos de California, têm certos resguardos sobre o reencontro das duas, mas acabam mergulhando de cabeça nessa jornada hilária e emocionante.

Pato Safa Javier Colinas entram como diretores, com roteiro assinado por Ana Sofia Clerici. Vale lembrar que a primeira temporada terá dez episódios.

‘Chicago Med’: Novo membro do elenco ORIGINAL deixa a série após 8 temporadas

De acordo com o TVLine, ‘Chicago Med‘ perdeu um novo membro do elenco original.

Após oito temporadas, o ator Nick Gehlfuss, que interpreta o Dr. Will Halstead desde o primeiro episódio, se despediu da produção.

No último episódio do oitavo ciclo, Will assume a responsabilidade pela sabotagem de uma tecnologia defeituosa – o que o leva a pedir demissão do hospital. Então, em uma reviravolta chocante, ele viaja para Seattle, onde se reencontra com sua ex-noiva Natalie Manning (Torrey DeVitto).

Sobre sua saída da série, o ator declarou: “Foi uma decisão difícil, mas senti que já tinha explorado tudo o que podia com o Dr. Halstead. Foi difícil porque, nos últimos oito anos, eu conheci um grupo fantástico de pessoas que se tornaram uma família. Morar em Chicago nunca esteve nos meus planos, mas se tornou minha casa.”

A trama oferece um passeio emocionante através do caos diário do hospital mais explosivo da cidade e seu corajoso time de médicos que se mantêm unidos. Eles enfrentarão novos casos únicos inspirados por eventos da atualidade, forjando relações ardentes no pandemônio da sala de emergência, e, além disso, rostos familiares do Departamento de Polícia e do Corpo de Bombeiros se entrelaçam com esta terceira equipe de heróis de Chicago.

O elenco conta com Nick Gehlfuss, Yaya DaCosta, Torrey DeVitto, Brian Tee, Marlyne Barrett, S. Epatha Merkerson e Oliver Platt.

‘Outlander’: Segunda parte da 7ª temporada ganha previsão de lançamento

O canal Starz finalmente confirmou quando a 7ª temporada do aclamado drama de época ‘Outlander‘ retornará com episódios inéditos.

A segunda parte da temporada – que sofreu atrasos por conta da greve dos roteiristas em Hollywood – está programada para o mês de novembro, ainda sem data anunciada.

Além disso, imagens inéditas dos bastidores da produção foram divulgadas.

Confira:

Lembrando que a série chegará ao fim na 8ª temporada.

Vale lembrar que um spin-off, que servirá de pré-sequência da série original, foi confirmado e está em produção.

Baseado nos livros de Diana Gabaldon, o drama histórico segue Claire Randall (Caitriona Balfe), uma enfermeira de combate da Segunda Guerra Mundial que vai parar misteriosamente na Escócia, em 1743.

O elenco conta com Caitriona Balfe, Sam Heughan, Richard Rankin, Sophie Skelton, John Bell, César Domboy, Lauren Lyle, Caitlin O’Ryan, Mark Lewis Jones, Jessica Reynolds e Alexander Vlahos.

Confira o trailer LEGENDADO de ‘The Pitt’, nova série do Max estilo ‘ER – Plantão Médico’

O Max divulgou o trailer completo da série ‘The Pitt‘, novo drama médico dos produtores de ‘ER – Plantão Médico‘.

Além disso, foi confirmado que a produção estreará no dia 9 de janeiro.

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Com 15 episódios, a série trará uma abordagem realista dos desafios enfrentados pelos profissionais de saúde na América nos dias atuais, sob a perspectiva dos heróis da linha de frente que trabalham em um hospital moderno em Pittsburgh.

O elenco conta com Noah Wyle, Tracy Ifeachor, Patrick Ball, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Katherine LaNasa.

Dois novos atores VETERANOS são confirmados no spin-off de ‘S.W.A.T.’

De acordo com o Deadline, dois novos atores veteranos foram confirmados no elenco da série derivada ‘S.W.A.T. Exiles‘.

Jay Harrington e Patrick St. Esprit irão reprisar seus papéis como Sgt. David “Deacon” Kay e Cmdr. Robert “Bob” Hicks, respectivamente.

Ainda não se sabe, no entanto, se a dupla fará parte do elenco regular da produção. Por enquanto, ambos atores só estão confirmados no episódio piloto.

O site ainda anunciou os novatos Lucy Barrett (‘Charmed’), Adain Bradley (‘O Tarô da Morte’), Zyra Gorecki (‘La Brea’), Freddy Miyares (‘Olhos que Condenam’) e Ronen Rubinstein (‘9-1-1: Lone Star’).

Shemar Moore estrelará o spin-off, reprisando seu papel como Hondo.

Jason Ning (‘Lucifer’) assumirá como showrunner.

Na trama…

“Após uma missão de alto nível dar errado, Hondo é retirado de uma aposentadoria forçada para liderar uma unidade experimental da SWAT, composta por jovens recrutas imprevisíveis e inexperientes. Hondo precisa superar uma barreira geracional, lidar com personalidades conflitantes e transformar um esquadrão de forasteiros em uma equipe capaz de proteger a cidade e salvar o programa que o tornou quem ele é.”

Com 10 episódios encomendados, as filmagens estão programadas para os próximos meses, em Los Angeles.

‘Jem e as Hologramas’: Prime Video está desenvolvendo série live-action baseada na animação clássica

De acordo com o Deadline, o Prime Video está desenvolvendo uma série live-action de ‘Jem e as Hologramas‘, baseada na animação clássica dos anos 80.

O projeto será uma parceria entre a Amazon MGM Studios e a Hasbro Entertainment.

Lisa Joy e Jonathan Nolan, de ‘Westworld‘ e ‘Fallout‘, serão responsáveis pela produção.

Vale lembrar que a animação já recebeu uma adaptação live-action para as telonas em 2016, que falhou em causou uma impressão duradoura. Com apenas 22% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, o longa arrecadou apenas US$ 2.3 milhões mundialmente.

Na trama original…

“Jerrica Benton é dona da Starlight Music e da Fundação Starlight, um lar adotivo para meninas. Mas, ao usar seus brincos para projetar uma imagem holográfica sobre si mesma, ela se transforma em seu alter ego, Jem, a vocalista da banda de sucesso Jem e as Hologramas. As outras integrantes do grupo são Kimber, a irmãzinha sensível de Jerrica, Aja, a determinada, e Shana, a criativa. As rivais do grupo são as Misfits, formadas pela fria Pizzazz, a durona Roxy e a humilde Stormer. Jem e suas amigas estão sempre envolvidas em aventuras glamorosas e emocionantes ao redor do mundo, enquanto conquistam o coração das pessoas com seus sucessos musicais.”

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

 

‘Em Ritmo de Fuga’ deve ter sequência, diz Edgar Wright

O cineasta Edgar Wright comentou sobre a possibilidade de uma sequência para ‘Em Ritmo de Fuga’, durante sua participação no podcast da revista britânica Empire.

Segundo o diretor, o estúdio pediu para que ele considerasse a opção:

“Eles me pediram para pensar em escrever uma sequência eu acho que esse filme é um daqueles que provavelmente eu darei continuidade. Eu creio que há muito mais para ser dito e percorrido em relação aos personagens e Baby chegou a um novo patamar”.

Sobre a abordagem da continuação, Wright pontuou:

“Na maior parte das sequências você precisa planejar algo para que os protagonistas voltem à estaca zero, ao menos que exista algo mais profundo que ainda não tenha sido abordado e os leve a continuar. Ao meu ver, ‘Em Ritmo de Fuga’ guarda em si muito mais que pode ser contado e eu meio que tenho uma ideia de que caso venhamos a produzir um outro filme, o envolvimento de Baby no crime mudará , considerando que agora ele não será mais um aprendiz”.

O CinePOP esteve na CinemaCon e conversou com o diretor e com dois grandes astros do filme para deixar você ainda mais empolgado para assistir ‘Em Ritmo de Fuga‘ (Baby Driver), um prato cheio para quem gosta de carros, velocidade e muita música boa!

Assista:

Vale lembrar que estão no elenco: Ansel Elgort , Jon Bernthal, Lily JamesJon Hamm, Eiza Gonzalez, Jamie Foxx e Kevin Spacey.

A trama acompanha o protagonista Bebê (Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’), chamado assim por conta de sua jovem aparência, que trabalha como motorista para diferentes ladrões de banco em fuga. Certo dia, ele se mete em apuros quando um assalto à banco dá errado.

O roteiro foi escrito por Wright. Eric Fellner e Tim Bevan, produtores da trilogia Cornetto, de Wright, voltam a trabalhar com o cineasta no filme de ação.

O filme estreia no Brasil dia 27 de Julho.

‘355’: Jessica Chastain, Penélope Cruz, Lupita Nyong’o e Marion Cotillard estrelam thriller

Um novo thriller de espionagem está a caminho e vai contar com um elenco excepcional de mulheres. Intitulado ‘355‘, a produção será estrelada por Jessica Chastain, Marion Cotillard, Penélope Cruz, Fan Bingbing e Lupita Nyong’o.

Produzido pela Freckle Films, produtora de Chastain, o suspense será dirigido por Simon Kinberg e conta a história de um grupo de espiãs de diversas agências internacionais que acabam se unindo para combater uma organização global que busca trazer o caos no mundo. Nessa jornada, o grupo de até então desconhecidas acaba formando uma irmandade de espionagem, com o codinome 355.

O roteiro é assinado por Theresa Rebeck, a partir de uma ideia original da própria Jessica Chastain. O projeto será colocado à venda durante o Festival de Cannes, a fim de conseguir os recursos necessários para viabilizá-lo.

Crítica 2 | Oitava Série – Filme de Youtuber é um retrato fiel da pré-adolescência

Crescer dá trabalho. Para quem mais pesa é difícil dizer. Sofrendo com as oscilações de humor, os pais vivem em uma constante e quase inacabável extensão de teto de vidro, sem saber lidar com o período inexplicável da vida de seus filhos, tateando no escuro. Absorvendo todas essas mesmas transformações, pré-adolescentes transitam entre os extremos, se afastam dos pais, têm explosões hormonais por todo o corpo, à medida que tentam aceitar um estado de plena mudança. Talvez a fase mais difícil, a adolescência é a prova de que nada é tão ruim que não possa piorar. E se aceitar em meio a esse turbilhão de alterações talvez seja um dos maiores desafios para qualquer um de nós. Eighth Grade (Oitava Série no Brasil) é esse retrato cru e realista sobre o que seria o limbo da vida real – aquele hiato da vida em que não somos mais crianças, mas estamos bem longe de ser adolescentes.

Dirigido por um Youtuber, é difícil imaginar que uma ideia tão boa assim poderia nascer de um comediante amador cuja história se iniciou junto aos primórdios da plataforma de vídeos. Produzindo conteúdo desde 2005, Bo Burnham foi de um extremo a outro, trazendo uma sensibilidade impensável, pela ótica de uma desajustada garota, que sofre com espinhas e com vários complexos de inferioridade. Fazendo do próprio YouTube sua zona de conforto, ela produz pequenos vídeos inspiradores sobre as próprias descobertas de sua vida. Tentando lutar contra sua inquieta e reclusa personalidade, ela conversa com estranhos, projeta sua vida para aquilo que ela gostaria de ser, mas fracassa em não conseguir seguir seus próprios conselhos.

Um retrato real sobre a forma como as mídias sociais têm definido nossas relações e a dinâmica do ser vs parecer, Eighth Grade nos leva para a mente de uma pré-adolescente de seus 13 anos (ou mais ou menos, o filme não especifica). Como parte de uma geração nascida em 89/90, que cresceu em meio à internet discada, acessava na madruga – horário de menor fluxo – e se esgueirava nos chats do Terra, era difícil imaginar, genuinamente, como vivem esses novos pré-adolescentes. Que a internet pauta suas rotinas todos já sabemos, mas suas percepções sobre essa fase – em meio à tecnologia abundante… ah, esse era um quebra-cabeça complicado demais de montar.

A comédia dramática de Burnham faz isso. Preenche as lacunas da nossa mente, trazendo uma figura completa sobre as estranhezas dessa fase. Música alta no celular, o isolamento físico e emocional na mesa de jantar, a incansável busca por vidas melhores nas redes sociais. Se comparando a todo momento com tudo e todos, eles agonizam em silêncio, estão desconfortáveis o tempo todo consigo mesmos e são cheios de inseguranças. Pode até parecer um retrato semelhante das outras adolescências do passado, mas como a internet escalonou isso tudo! De repente, crescer se torna uma das tarefas mais árduas e os problemas que antes eram vividos em secreto, são expostos nas redes sociais, em meio a garotos que se comportam como adultos, com a sexualidade extremamente aflorada, em corpos esguios e franzinos, natural da pré-adolescência.

E Elsie Fisher é um primor diante das telas. Com o corpo em visível estágio de desenvolvimento, ombros encolhidos e rosto baixo, ela sofre por se sentir solitária, mas sofre ainda mais por sua insegurança. Ignorada e imperceptível por todos, ela se esforça para quebrar o ciclo vicioso de ser quem é. Mas quanto mais tenta, mais desconfortável parece ficar. E essa jornada de descobertas, medos e muita fragilidade é hipnotizante. Grudados na tela e embalados por uma trilha sonora que nos lembra Demônio de Neon, de Nicolas Winding Refn, Kayla nos angustia por seu comportamento agressivo, à medida que desperta uma empatia por sabermos que ela é um pouco de cada um de nós, em um contexto de adolescência três vezes pior.

Sensível e franco, Eighth Grade não tem meias palavras, vai direto ao ponto e de quebra mostra o quão difícil é ser uma garota nessa fase de transformações. Muito mais pesado do que para os meninos, elas são forçadas a se provar para tentar pertencer, são coagidas a ceder mesmo tremendo de medo e ainda encaram o assédio sexual sem sequer saber o que de fato isso realmente significa. Aparentemente destinadas a amadurecer mais rápido, elas digladiam desde cedo com a sujeição a garotos impertinentes, com hormônios a flor da pele, que não sabem se comportar diante de uma menina, sem pressioná-la.

Didático, o filme independente que arrancou aplausos no Festival de Sundance 2018 é uma lição de vida para pais e filhos. Com uma carga dramática poderosa e genuína, Eighth Grade não força a barra, coloca tudo na mesa e convida as famílias para tentarem entender um dos momentos mais cruciais e delicados da vida de suas crianças. Maduro e divertido, essa dramédia é capaz de promover uma sensibilidade maior em nós e de quebra nos antecipa um pouco do que nossos futuros filhos podem vir a sofrer nas suas próprias adolescências. E se entendermos direitinho seu recado, pode até ser que eles sofram menos que Kayla.

‘Homem de Ferro 3’: Rebecca Hall admite que seu papel era originalmente ‘muito melhor’

Considerado um dos piores filme do MCU, a sequência ‘Homem de Ferro 3‘ ainda recebe duras críticas por parte dos fãs, principalmente em virtude da desconstrução narrativa do longa, que é cheio de contradições e controvérsias.

E em uma entrevista recente ao site Collider, a atriz Rebecca Hall revelou que sua personagem, Maya Hansen, seria bem diferente da versão apresentada nas telonas.

Segundo ela:

“Era para eu ter sido uma espécie de deusa, eu nem consigo me lembrar direito. No primeiro roteiro que eu li, ela estava no filme até no final e ela havia criado aquela coisa de serum e havia a guardado, em um tipo de ato heróico e mártir. Era algo bem diferente, com ela sendo inicialmente má, mas no final tentando se tornar uma pessoa melhor. Era um papel muito melhor”.

Segundo o diretor Shane Black, as alterações no roteiro não partiram dele e sim dos executivos da Disney. No passado, o cineasta disse que as mudanças na personagem de Hall foram por questões mercadológicas. A Casa do Mickey não acreditava que brinquedos com personagens femininas venderiam bem, acarretando nas mudanças do roteiro, a fim de reduzir o nível de importância de Maya Hansen.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Anthony Mackie e Sebastian Stan estampam novo ensaio fotográfico

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ estreia nesta sexta-feira (19) e para celebrar o seu vindouro lançamento, os astros Anthony Mackie e Sebastian Stan participaram de um novo ensaio fotográfico da revista EW.

O ensaio foi feito de forma separada, em respeito às medidas de prevenção contra o coronavírus.

Confira:

A série será lançada na plataforma Disney+.

Confira o trailer:

A série irá estrear no dia 19 de março, na Disney+, e foi criada por Malcolm Spellman.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato‘, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência.

Anthony Mackie e Sebastian Stan estrelam a produção. O elenco ainda conta com Daniel Brühl, Emily VanCamp, Wyatt Russell, Georges St-PierreDon Cheadle, Erin Kellyman, Desmond ChiamNoah Mills.

Crítica | Operação Cerveja: Zac Efron estrela instável comédia dramática baseada em insana história real

Filme assistido durante o Festival de Toronto 2022

Mais estranha do que qualquer ficção floreada e inventiva, a aventura de Chickie Donohue na Guerra do Vietnã é o tipo de história que só se crê vendo. E desafiando a nossa compreensão sobre a ousadia humana (ou seria estupidez aguda?), o cineasta Peter Farrelly resgata da caixa de memórias a fascinante jornada de um jovem que decide viajar para o fronte de batalha, apenas para mostrar apoio aos seus amigos alistados para o exercício americano. Sem noção do perigo, ele se infiltra em território vietnamita com uma bolsa de cervejas quentes e o irresponsável e puro anseio de trazer paz em meio aos horrores da guerra. E assim nasce Operação Cerveja, um relato incrível demais para ser inventado por um roteirista criativo.

Co-escrito por Peter Farrelly, Brian Hayes Currie e Pete Jones, Operação Cerveja é fascinante sem fazer muito esforço. Com Chickie relatando sua visão da Guerra do Vietnã como um civil imaturo e desocupado, a trama é composta por um vasto leque de encontros e desencontros inusitados que só seriam possíveis em meio ao caos armado de uma guerra desnecessária. Com pouco mais de duas horas de duração, a comédia dramática traz Zac Efron como Donohue, o vislumbrado jovem que decide “ajudar” seus amigos membros do exército em uma espécie de mochilão às avessas, onde ele visita os diversos frontes de batalha distribuindo cervejas para seus parceiros de bebedeira que estão na Guerra do Vietnã. Com Russell Crowe carregando o contraste dramático em contraponto com o caricato personagem protagonista, o longa é intrigante, mas sempre fica à deriva do que genuinamente poderia ter sido.

Tentando construir uma comédia dramática que equilibre bem ambos os gêneros, a adaptação do livro de memórias The Greatest Beer Run Ever, escrito por Chickie Donohue e J. T. Molloy, peca por não saber costurar estes dois elementos de maneira uniforme. Com um ritmo instável e transições de humor nada sutis, o longa facilmente nos embala nessa pitoresca história real, mas nunca cumpre seu papel completo de conduzir a audiência para o mesmo choque sociopolítico testemunhado por Chickie ao longo de sua viagem. Com algumas falhas em seu roteiro, Operação Cerveja perde a oportunidade de ser mais do que a alucinante viagem de um beberrão imaturo e fica em sua zona de conforto, tornando a história do protagonista mais em um papo de bar do que em uma genuína epopeia setentista – o que ela de fato é.

Ainda assim, o carisma e a leveza de Efron em tela nos transportam para as sensações de Chickie ao longo de sua aventura no Vietnã. Sempre estampando um sorriso bobo, adornado por um bigode que definitivamente não lhe cai bem, o ator brilha em tela em um papel bidimensional, entrega uma performance emocionante e ajuda a carregar o filme nas costas ao lado de Crowe, que em toda sua experiência sabe transitar em papéis distintos em um piscar de olhos. E com um elenco de apoio robusto, formado por Bill Murray, Viggo Mortensen e Kyle Allen, a dramédia consegue nos conquistar em seus três atos, ainda que sustente uma barreira que a impede de cruzar suas próprias limitações e se tornar mais emocional e impactante.

Mas com uma mensagem sempre otimista e um desfecho positivo que impressiona até os mais esperançosos e espirituosos, a história de Chickie Donohue merece ser assistida. Trazendo Farrelly em uma direção precisa, que desempenha bem as cenas de guerra – ainda que elas sejam mais enxutas e com orçamentos menores, o filme é uma mistura de sensações para a audiência, tendo como fator principal o constante levantar de sobrancelhas a cada cena. E embora não seja sinestésico como poderia ter sido, Operação Cerveja tem seu valor. Com reviravoltas que confrontam nossa própria percepção de perigo, o original da Apple TV+ não é perfeito, mas com certeza não vai te deixar frustrado.

Berlim 2023 | She Came to Me – Primeiras Impressões de dramédia com Anne Hathaway e Peter Dinklage

Filmes de abertura de festivais são sempre aguardados como a cereja do bolo, no entanto, eles são exatamente o contrário: eles são a base da pirâmide. Não é raro o filme de abertura do Festival de Cannes, Berlinale, Veneza ou TIFF  trazer frustração tanto para as plateias quanto para os críticos, pois as expectativas são tão altas quanto a publicidade. 

Do outro lado, os produtores, elenco e toda equipe são radiantes pela expectativa de ter o seu filme lançado aos olhos de críticos do mundo inteiro e, como resultado, compradores internacionais. Este é o caso da comédia romântica She Came to Me, de Rebecca Miller

Selecionamos abaixo as primeiras impressões dos críticos das principais mídias de cinema norte-americanas e uma britânica do filme de abertura da Berlinale 2023. Apesar da recepção fria, alguns profissionais encontraram pontos positivos na obra, como o carisma e talento dos atores e atrizes. 

O lado positivo 

A autora e cineasta Rebecca Miller não é exatamente conhecida pelo humor, mas ela traz uma espécie de doçura e inocência absurda a esta comédia romântica peculiar e ingênua (…) tal como um maluco filme de Woody Allen, porém com dois terços da velocidade dele e menos piadas cínicas.”, escreveu Peter Bradshaw no The Guardian.

” (…) História maluca de diferentes nova-iorquinos e suas buscas por inspiração criativa, realização espiritual, felicidade e amor.“, comentou David Rooney em The Hollywood Reporter.

 

 

 

Peter Dinklage, com sua serenidade carismática, incômoda e enrugada, nos conduz todo o filme com uma fusão de astúcia e graça“, elogiou Owen Gleiberman na Variety

Pontos de Vistas Negativos

Consistentemente desarticulada, She Came to Me nunca estabelece um tom sensato para combinar com seus ansiosos personagens, porém bem-intencionados. Eles não são nem tão ridículos, nem tão trágicos, para serem realmente engraçados ou convincentemente dramáticos”, julgou Simon Abrams em The Wrap.

Para um trabalho fraco – especialmente entre sua categoria de filmes da noite de abertura da Berlinale – She Came to Me é cativantemente excêntrico e assistível. (…) Ao longo de 102 minutos, no entanto, há apenas uma linha memorável e envolve uma pronúncia incorreta de `compositor` (composer) como `composto` (composter)”, debocha David Katz em The Film Stage.

Com estudos de personagens ainda ligados a tramas malucas, ela cobriu tudo, desde o vício em drogas até a infidelidade, do incesto à ambição. Um filme de Rebecca Miller significa liberar expectativas, evitando brilhantes cenas e enredos organizados, mas abraçando a bagunça inerente à própria vida. Seus filmes são selvagens, sonhadores, tristes, engraçados – e nada realistas.”, escreveu Kate Erbland na  IndieWire.

Para nós, embora não tenha acertado o coração da crítica, She Came to Me conseguiu o seu destaque no mundo cinematográfico este ano. Acreditamos, no entanto, que o filme seja facilmente esquecível ao longo do tempo. Será que ganha distribuição no Brasil?

‘Expresso do Amanhã’: Co-criador de ‘Orphan Black’ comandará a série da TNT

A TNT finalmente deu sinal verde para a série de TV baseada no longa ‘Expresso do Amanhã’ (Snowpiercer), estrelado por Chris Evans em 2013, de acordo com o Deadline.

E, de acordo com o The Hollywood Reporter, Graeme Manson, co-criador do sucesso Orphan Black, foi escolhido para assumir a função de showrunner na série de TV.

O elenco conta com Daveed Diggs (‘Black-ish’), que viverá Layton Well, um prisioneiro que junta-se ao motim do trem com certo receio; e Jennifer Connelly, que será Melanie Cavill, uma passageira da primeira classe que atua como a Voz do Trem.

Sarah Aubrey, a vice-presidente executiva de programação original da TNT disse:

“Sou fã desse filme épico do diretor Joon-Ho Bong e fiquei empolgada com a oportunidade de honrar a visão original dele e, ainda, expandir o mundo e os personagens com um elenco premiado e diversificado”

Ainda não há informações sobre a distribuição e data de lançamento da série no Brasil.

Confira:

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‘Digimon’ ganhará novo filme com os personagens da primeira geração

O clássico da infância de muita gente está retornando para os cinemas em breve. O anime Digimon vai ganhar um novo filme mostrando os personagens da primeira geração já adultos.

Durante um evento no Japão, Hiromi Seki, o produtor original do anime, anunciou que ‘Digimon Adventure The Movie’ está chegando e Tai, Matt, Mimi, Sora e os demais digiescolhidos agora estarão com 22 anos.

A franquia de sucesso completou 20 anos em 2017 e ‘Digimon Adventure The Movie’, ainda sem data de lançamento prevista, vem para comemorar essa data nos cinemas.

A primeira imagem dos protagonistas foi liberada:

‘The Mandalorian’ | Nossas expectativas para o Season Finale da terceira temporada

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu aos episódios da terceira temporada de The Mandalorian, evite esta matéria, pois ela contém spoilers.

Amanhã (19), chega ao fim a terceira temporada de The Mandalorian, uma das produções mais aguardadas da ainda recente história do Disney+. E apesar das inconstâncias dos episódios, o penúltimo capítulo conseguiu superar quase todos os já feitos até aqui, deixando a expectativa lá em cima para o episódio que fechará a temporada.

Com a tropa dos Mandalorianos reunida e encurralada, tudo indica que Din Djarin e Bo Katan vão atrás do terrível Moff Gideon em busca de vingança, não só pelo massacre promovido na caverna, mas também pela apropriação de algo tão importante para a cultura e identidade dos Mandalorianos: o Beskar. Porém, o que antes era uma grande expectativa, logo virou preocupação.

Isso porque o dublê de Pedro Pascal, Brendan Wayne, passou a última semana em alta ao comentar uma frase que gelou a espinha de muitos fãs. Só para contextualizar, com a alta de Pascal em Hollywood, Wayne teve bastante trabalho nesta temporada. E isso refletiu até mesmo nos episódios, que não foram tão focados em Din Djarin, apesar dele estar sempre presente. Então, com tanto envolvimento do dublê na trama, é de se preocupar que ele tenha declarado que o final da temporada: “pode ser bastante doloroso”.

Pois é, assim que ele disse isso, alguns fãs começaram a teorizar que Din poderá morrer no episódio de amanhã. Seria uma atitude muito corajosa da produção se livrar de um protagonista que vem sendo construído ao longo dos últimos anos. Só que se isso acontecer mesmo, a série irá de encontro a uma conhecida teoria dos fãs que aponta para o pequeno Grogu como o “Mandaloriano” que dá nome a série. O que até faria sentido, já que o tampinha está cada vez mais envolvido com esse povo, aprendendo seus costumes e tradições e já até separou uma briga entre eles.

Falando no Grogu, outra expectativa é que ele apronte mais uma vez nesse episódio final. Antes do início dessa temporada, sua última aparição no universo Star Wars havia sido em O Livro de Boba Fett, em que pudemos ver parte de seu breve treinamento com Luke Skywalker, antes de abandonar os ideais Jedi para se juntar novamente ao Mando e seguir a doutrina mandaloriana.

Só que o pequeno já demonstrava ter aprimorado suas habilidades com A Força e criou-se uma expectativa que ele usasse mais esses ‘poderes’ na série em que foi introduzido, o que aconteceu bem pouco. E como agora ele está mais veloz com sua armadura/ corpo do ex-babá, IG-12, será que veremos ele efetivamente lutar com seus aprendizados Jedi? Seria interessante demais e já daria um gancho para a próxima temporada.

Mas a verdade é que o gancho que todos queremos ver é a estreia de um personagem que foi citado brevemente no episódio da semana passada: o Grande Almirante Thrawn. Todos sabemos que sua aparição em live action é mera questão de tempo, já que ele foi visto em um frame do trailer da próxima grande série Star Wars, Ahsoka, do streaming e já tem até seu ator escalado. Assim como nas animações, ele será interpretado por Lars Mikkelsen.

E como esse episódio final trará um embate fatal entre os Mandalorianos e Moff Gideon, não seria nenhum absurdo esperar que Gideon fosse derrotado e Thrawn aparecesse, mesmo que brevemente, para tomar de vez o controle do renascimento dos ideais imperiais, provavelmente levando ao surgimento da Primeira Ordem. Seria o gancho perfeito para chamar o público para a série da Ahsoka Tano e ainda repercutiria bastante, já que o Grande Almirante é um dos personagens favoritos dos fãs, mesmo sem nunca ter aparecido em produções live action.

E por se tratar de um embate tão difícil, é possível que grandes aliados de outras temporadas deem as caras para ajudar. O mais óbvio seria o famoso Boba Fett, que enxerga Din como um grande aliado e poderia retribuir a confiança ajudando nesta guerra. Também há a possibilidade da Nova República chegar para ajudar a combater as rebarbas do Império, como flertaram os últimos episódios. Há também quem sonhe até mesmo com uma nova participação de Luke Skywalker, mostrando o poder do Último Jedi.

Mas para ser muito sincero, é melhor não criar muitas expectativas para essa muleta de roteiro de trazer todos os personagens que o público gosta de volta para o último episódio. É que A Ascensão Skywalker (2019) fez isso recentemente e não foi lá muito bem aceito pela crítica e pelos fãs, então não apostaria que eles repetissem essa proposta tão cedo assim.

Por fim, nada parece empolgar tanto quanto a possibilidade do lendário Mitossauro revelar sua aparência e salvar o dia para cumprir a profecia de que o despertar do Mitossauro marcaria o ressurgimento de Mandalore, que é o grande objetivo de vida de Bo Katan. E como a criatura, que teoricamente estava extinta, foi vista no segundo episódio desta terceira temporada, acreditamos – e esperamos – que não tenha sido um mero easter egg sem utilidade para a trama.

Assim sendo, quem seria o responsável por “domar” e conduzir o Mitossauro contra as rebarbas imperiais, se tornando o símbolo do renascimento de Mandalore? Din ou Bo Katan? Cá entre nós, a Bo já teve que ver o Din conquistar e portar o Sabre Negro, outro símbolo máximo de liderança de seu povo, se ele chegar e despertar o Mitossauro, é bem provável que ela fique desmoralizada como líder dos mandalorianos. Por isso, acredito que se houver a participação do monstrão, será junto a Bo Katan, que pode terminar essa temporada se confirmando como a grande líder do renascimento do planeta.

E aí? O que vocês esperam desse episódio final? Digam nos comentários!

O season finale de The Mandalorian estreia nesta quarta-feira (19) no Disney+.

Crítica | O Amor Dá Voltas – Filme Nacional com Cleo é Envolvente e Surpreendentemente Bom!

Uma das coisas mais deliciosas da sétima arte é o poder que ela tem de nos surpreender. Em tempos em que as bilheterias e renovações focam quase que totalmente em entregar apenas o que os fãs esperam (e justamente a quebra dessa expectativa é que tem causado muitos problemas para as produções seriadas), quando vamos ao cinema e assistimos a um filme pelo qual não damos nada, mas no final somos surpreendidos positivamente com uma boa história, sentimo-nos felizes, afinal, boas coisas quando acontecem quando não esperamos são capazes de transformar nosso dia para melhor. Esta é a sensação ao vermos ‘O Amor Dá Voltas, nova comédia romântica dramática brasileira que chega às salas de todo o país a partir do próximo dia 22 de dezembro.

Dois anos atrás, André (Igor Angelkorte) foi para a África, trabalhar como médico voluntário no programa do Médico Sem Fronteiras. Mas, na verdade, o que ele fez foi fugir de seus sentimentos por sua então namorada, Beta (Juliana Didone), por quem era perdidamente apaixonado mas tinha medo de dar o passo seguinte e propor casamento. Entretanto, nem mesmo o tempo longe foi capaz de abafar todo o amor pulsante do peito de André, por isso ele escreveu cartas para o seu amor. Embora no início Beta até tenha respondido, aos poucos a vida seguiu para ela; em seu lugar, sua irmã, Dani (Cleo), decidiu responder as cartas, colocando no papel sentimentos que ela mesma nem sabia existir. Só que agora André está de volta ao Brasil, e a verdade sobre a autoria dessas cartas precisará ser revelada, mesmo que isso acabe causando uma grande confusão na vida de todos eles.

Com pouco mais de uma hora e meia de duração, ‘O Amor Dá Voltas’ flana bem entre três gêneros fundamentais para a construção de uma história cativante: começa com a leveza da comédia no primeiro arco, usando suavemente do humor para apresentar seu plot; em seguida, mergulha no romance para construir uma relação de apaixonamento entre os protagonistas – a falta de jeito entre os dois para se expressar, a jornada que enfrentam juntos para fazer a coisa certa e o medo de colocar em voz alta aquilo que tão facilmente era dito no papel; por fim, encerra o terceiro arco apresentando o drama: uma vez que as cartas estão na mesa, o que fazer, posto que alguém fatalmente sairá machucado nesse triângulo amoroso?

Tudo isso é trabalhado com muita sensibilidade pelo roteiro de Marcos Bernstein, Marc Bechar e Victor Atherino através do ponto de vista do personagem masculino tímido e irritantemente inseguro diante de uma protagonista feminina absolutamente dona de si, mas, ainda assim, inexperiente em relações profundas. É no dualismo entre esses dois personagens reais e a descoberta de si que o filme de Marcos Bernstein se torna completamente envolvente, imergindo o espectador nessa confusa relação amorosa em que é impossível tomar partido, afinal, quem nunca esteve em uma dessas três pontas do triângulo que atire a primeira pedra.

Despretensioso e intimista, ‘O Amor Dá Voltas’ é comédia, é romance e é drama de maneira envolvente e cativante. Chega como uma grata surpresa às salas de cinema e, a seu modo, convida o espectador a correr atrás do amor de sua vida nesse fim de ano. Dá tempo!

‘Um Lugar Silencioso’: Emily Blunt leva seu 1º SAG Award, mas é a reação de John Krasinski que rouba a cena

Ontem, 27 de janeiro, Emily Blunt recebeu sua primeira estatueta do Screeen Actors Guild Awards por Melhor Atriz Coadjuvante no thriller pós-apocalíptico Um Lugar Silencioso. E ainda que tenha ganhado em uma expressão de puro choque, foi seu marido John Krasinski quem se entregou à melhor das reações.

Quando Chris Pine chamou o nome da atriz, ela ficou claramente surpreendida. Ela conquistou o prêmio e desbancou suas colegas de categoria, incluindo Amy AdamsMargot RobbieEmma StoneRachel Weisz.

Ao passo que a câmera cortava para Krasinski, ele parecia uma criança que ganhara vários presentes de Natal, com as mãos cobrindo a boca antes de abraçar sua esposa.

Blunt então caminhou até o palco e compartilhou o prêmio com o marido, que dirigiu e co-escreveu o longa-metragem.

“Isso realmente me surpreendeu. Muito, muito obrigada”, ela disse, em seu discurso. “Estou muito emocionada e totalmente sem palavras e despreparada. Vou compartilhar isso completamente com meu marido, John Krasinski, porque toda a experiência de fazer isso atingiu meu coração completamente”.

“Você é um cineasta incrível”, ela adicionou. “Tenho sorte de estar com você e ter feito este filme com você. Obrigado por me dar o papel. Você estaria com sérios problemas se não tivesse dado. Então você não tinha muitas opções, mas muito obrigado”.

Confira:

‘A Pequena Loja dos Horrores’: Lady Gaga pode estrelar o remake

Já faz um tempo desde que a Warner Bros. anunciou o remake de A Pequena Loja dos Horrores, mas parece que o projeto vai finalmente sair do papel.

De acordo com uma recente reportagem do site Us WeeklyLady Gaga recebeu a oferta para encarnar um dos papéis no longa-metragem. A notícia ainda afirma que a performer está “muito interessada em continuar atuando” depois de sua dupla indicação ao Oscar nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Canção Original (sendo condecorada com a estatueta nesta aqui) por Nasce Uma Estrela.

É provável que Gaga se junte ao elenco potencialmente no papel principal de Audrey, uma jovem mulher que trabalha em uma floricultura com Seymour, seu chefe que acaba descobrindo uma planta nada comum que precisa ser alimentada de humanos para sobreviver.

Greg Berlanti, diretor de ‘Juntos Pelo Acaso‘ e produtor das séries ‘Supergirl‘, ‘Arrow‘ e ‘The Flash‘, ficará responsável pelo projeto.

A Pequena Loja dos Horrores‘ teve duas adaptações nos cinemas: em 1960, do diretor cult Roger Corman, e em 1986, dirigido por Frank Oz.

Em 2010, Joseph Gordon-Levitt (‘Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge’) assinou contrato para protagonizar e produzir. Porém, o projeto nunca saiu do papel.

Os negócios vão muito mal na pequena floricultura Mushnik quando Seymour mostra uma exótica planta, a qual ele deu o nome de Audrey II, para seu chefe. A pequena planta começa a atrair muitos clientes, curiosos com a exótica planta. O que o pobre Seymour não sabia era do que ela se alimentava, é ai que começam os problemas pois ele se vê cada vez mais envolvido em cuidar da planta que lhe trouxe muito sucesso mas também muito terror.

‘Trolls 2’: Universal divulga trilha sonora oficial da animação; Confira!

Universal Pictures divulgou a trilha sonora oficial de Trolls 2, que traz nomes como SZAJustin Timberlake.

Confira a tracklist clicando aqui!

A dupla Walt Dohrn e David P. Smith é responsável pela direção.

Na trama, a rainha Poppy e Branch descobrem que existem outros mundos de Trolls além do deles e as diferenças significativas entre ambos acaba criando um grande conflito entre as diversas tribos. Quando uma ameaça misteriosa coloca todos os Trolls em perigo, Poppy, Branch e seu grupo de amigos devem embarcar em uma épica missão, a fim de criar harmonia entre todos, unindo-os para que eles não sejam extintos.

O elenco conta com as vozes de Anna Kendrick, Justin Timberlake, J Balvin, Rachel Bloom, Flula Borg, Kelly Clarkson, James Corden, Ester Dean e Jamie Dornan.

A animação será lançada nos cinemas nacionais no dia 11 de março de 2020.

“Say Something”: Single do novo álbum de Kylie Minogue ganha videoclipe OFICIAL; Assista!

Kylie Minogue divulgou hoje (07) o videoclipe oficial de “Say Something”, 1º single oficial de seu novo álbum de estúdio, Disco.

Confira:

Com estreia marcada para o dia 06 de novembro, o 15º álbum da princesa do pop australiana será o retorno de Minogue para suas raízes, com uma identidade que remete às discotecas dos anos 1970.

Confira a capa do álbum:

A artista, ganhou fama ainda nos anos 1980 e tornou-se uma das mais famosas e aclamadas performersdos últimos tempos, é mais conhecida por seu vibrante dance-pop chiclete – estilo que vem usando e reinventando desde seu début com seu álbum homônimo.

Vendendo mais de 80 milhões de discos ao redor do mundo, Minogue é a voz por traz de sucessos como “Get Outta My Way”“In Your Arms”“Can’t Get You Out Of My Head”. Em 2004, levou uma estatueta do Grammy de Melhor Gravação Dance por “Come Into My World”, um dos singles oficiais do aclamado Fever (2001). Seus outros prêmios incluem três BRIT Awards e 17 ARIA Music Awards.

Minogue fez seu último lançamento de inéditas em 2018, mergulhando de cabeça no country-pop com Golden. Em 2019, lançou o incrível Step Back in Time: The Definitive Collection, compilado de seus maiores sucessos que estreou no topo das paradas mundiais – e que ganhou uma versão estendida no mesmo ano.

‘Sylvie’s Love’: Aclamado drama estrelado por Tessa Thompson ganha novo clipe oficial; Confira!

Amazon Prime Video divulgou um novo clipe oficial de ‘Sylvie’s Love’, aclamado drama estrelado por Tessa ThompsonNnamdi Asomugha.

O longa será lançado no serviço de streaming no dia 23 de dezembro.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Eugene Ashe.

Em Sylvie’s Love, ambientada na era do jazz em Nova York, entre os anos 50 e 60, Sylvie (Thompson) é uma jovem mulher que trabalha na loja de discos de seu pai, no Harlem. Seu coração se apaixona intensamente quando conhece Robert (Asomugha), um aspirante a saxofonista que consegue um emprego na mesma loja em que ela trabalha.

Eva LongoriaAja Naomi KingWendi McLendon-CoveyJemima KirkeTone BellAlano Miller e outros completam o elenco.