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Crítica | O Caminho de Volta – Ben Affleck estrela profundo drama sobre alcoolismo disponível no HBO Max

As segundas chances para quem precisa e as oportunidades diferentes que a vida oferece. Com um background bem definido falando sobre o alcoolismo, The Way Back é um poderoso drama que dribla os clichês com bastante proximidade com a realidade, fruto de uma interpretação bastante honesta do intérprete do protagonista, Ben Affleck, sem dúvidas, um dos seus grandes trabalhos na carreira. Dirigido pelo cineasta nova-iorquino Gavin O’Connor (O Contador) e roteirizado por Brad Ingelsby (Tudo por Justiça) essa grata surpresa é mais um dos lançamentos desse ano que vão direto para plataformas digitais por conta da crise dos cinemas pela pandemia que o mundo atravessa.

Na trama, acompanhamos o desiludido, deprimido, alcóolatra, ex-astro dos campeonatos de basquete do high school na década de 90 e atualmente trabalhador de obras Jack (Ben Affleck). O protagonista passa seus dias entre um gole e outro, tendo uma relação bastante explosiva com sua irmã e um distanciamento da ex-esposa. As coisas parecem tentar mudar para Jack quando seu telefone toca e uma inesperada oportunidade de treinar um time de basquete de um colégio onde estudou aparece. Mas problemas do seu passado voltam a atormentar e o personagem precisará trilhar um caminho complicado em busca de uma luz no fim do túnel.

Com arcos bem definidos, fica claro desde o início que o foco é o protagonista e as analogias do ganhar ou perder se tornam escancaradas aos nossos olhos, sendo nos jogos de seu novo time ou seja nos caminhos espinhosos de dramas inesquecíveis de seu passado. Jogando com essa variável das emoções congeladas no tempo a construção desse complicado protagonista é feita com muita honestidade por Affleck, uma das maiores atuações de sua carreira como ator.

Buscando pontos reflexivos a todo instante, muito mais do que vencer partidas como treinador de um time de jovens, Jack busca encontrar um real sentido para sua vida após uma perda irreparável e o abismo de um vício terrível que assombra milhares de pessoas mundo à fora.

Crítica | ‘A Rainha do Xadrez’ – A eterna campeã que desafiou o machismo

64 casas, 32 peças, milhões de combinações. Esse é o xadrez: um jogo fascinante, repleto de possibilidades. Dentro desse universo, no início da década de 1980, surgiu na Hungria uma jovem jogadora que viria a se tornar um verdadeiro fenômeno desse jogo de raciocínio lógico e estratégico.

Com essa poderosa história em mãos, a Netflix resolveu desenvolver um documentário com a direção da britânica indicada ao Oscar Rory Kennedy. Assim, chegamos a A Rainha do Xadrez, lançado neste início de 2026 na mais poderosa plataforma de streaming.

Vinda de um região pobre na Hungria, onde nasceu em meio ao caótico dos anos 1970, Judit Pólgar, incentivada pelo pai – que tinha uma curiosa obsessão de tornar as filhas em gênias –, deu seus primeiros passos logo cedo nesse esporte. Aos seis anos, ganhou seu primeiro torneio e logo chamou a atenção do mundo enxadrístico.

Com o passar do tempo, Judit passou a sentir a pressão do governo comunista húngaro, que restringia a saída dela e de suas irmãs para torneios fora do eixo. Não desistindo de seus sonhos e dona de uma resiliência impressionante, ela logo quebrou mais essa barreira. A fama mundial veio depois do feito histórico na Olimpíada de Xadrez de 1988, em Tessalônica, na Grécia. Anos mais tarde, se tornou a mais jovem a conquistar o título de Grande Mestre – o mais alto do xadrez –, entre homens e mulheres.

Ofensiva na tática e delicada – além de simpática – nas palavras, a própria Judit, hoje perto de completar 50 anos, é um dos rostos entrevistados pelo projeto, ao lado de suas irmãs, Garry Karparov e especialistas em xadrez, que circulam em conjunto com imagens de arquivos contextualizando tudo que é apresentado.

Com tantos detalhes importantes e bem documentados para se apresentar, o projeto – talvez buscando gerar curiosidade e fascínio em novas pessoas para se apaixonarem pelo esporte – acaba limitando demais a narrativa a alguns pontos que passam frequentemente em tela ao longo dos 93 minutos de projeção.

Se jogando em um recorte pincelado de parte da vida e conquistas dessa que é uma das mais brilhantes enxadristas da história, o documentário percorre as inúmeras quebras de barreiras, sobretudo seu confronto com o machismo estrutural que cerca esse esporte.

Mas há um calcanhar de aquiles evidente, oriundo dos alicerces aos quais se prende o roteiro. Ao insistir na relação conturbada com o pai – que acaba se tornando redundante – e ao se resumir, em grande parte, aos seus confrontos com o enxadrista Garry Kasparov – um deles marcado por uma enorme polêmica – o documentário restringe excessivamente a narrativa.

A Rainha do Xadrez não chega a ser um documentário decepcionante, tem seus méritos, mas a história dessa jogadora é muito mais rica do que se resumir a esses confrontos.

 

Filmes de Terror que Completam 35 Anos em 2021

Enquanto há 40 anos, tínhamos o que ficou conhecido como o auge do cinema slasher (com produções do estilo sendo lançadas a torto e a direito), cinco anos depois a situação já se mostrava diferente no cinemão Hollywoodiano. Isso só demonstra como as tendências mudam rápido na maior meca do cinema mundial. Há 35 anos, os estúdios, cineastas, produtores e artistas em geral buscam uma maior criatividade em seus projetos e não ficavam limitados a um tipo de filme repetitivo.

Voltando 35 anos no passado, o cinema entretenimento incluía de tudo um pouco no gênero do terror. A ciência era um ponto que falava alto, apresentando ficções científicas como ponto de partida para o medo e os sustos. Mas também tínhamos espaço para elementos sobrenaturais, assombrações, outras dimensões, psicopatas e vampiros. Fora isso, o slasher também dava as caras, mas modificado e mais esperto, acrescentando humor em sua narrativa – como veremos abaixo em alguns itens. Portanto, se prepare, esses são os filmes de terror que completam 35 anos em 2021. Confira e não esqueça de comentar.

Aliens – O Resgate

Começamos a lista com um filme que foi também um dos maiores sucessos de crítica e bilheteria de 35 anos atrás no cinema. Alien – O Oitavo Passageiro (1979) é até hoje citado como marco da ficção científica e influente no cinema de monstro espacial. Quase dez anos depois, o diretor James Cameron realizava algo raro: uma continuação que é ainda melhor que seu original! Desta vez é guerra! E Sigourney Weaver retornava ao lado de militares fortemente armados para combater não um, mas um planeta infestado de xenomorfos – além, é claro, da infame Rainha. Inesquecível.

A Mosca

Aqui temos mais um item especial na lista. O filme é na verdade a reimaginação do clássico A Mosca da Cabeça Branca, filme B de ficção científica de 1958. Aqui, David Cronenberg consegue realizar uma das poucas refilmagens que superam em muito o seu original. Jeff Goldblum vive um cientista genial e egocêntrico que cria uma máquina de teletransporte. Ao usar a si mesmo como cobaia, o acaso entra em jogo e ele termina misturado ao DNA de uma mosca, criatura na qual aos poucos vai se tornando. A definição de nojeira foi atualizada com este filme.

Poltergeist II – O Outro Lado

Poltergeist – O Fenômeno (1982) se tornou um sucesso de bilheteria, mas causou certa controvérsia quando o diretor Tobe Hooper afirmou que quem dirigiu o filme na verdade foi o produtor Steven Spielberg. Seja como for, ambos se mantiveram afastados desta continuação, mas que trouxe todos os membros da família Freeling de volta, incluindo a pequena Carol Anne (Heather O’Rourke) para mais um round contra espíritos malignos em sua nova casa.

Sexta-Feira 13: Parte 6 – Jason Vive

Durante toda a década de 1980, a franquia Sexta-Feira 13 reinou, clamando seu posto no monte dos filmes slasher. Há 35 anos, a série chegava ao seu sexto filme. Como Jason havia morrido de vez no quarto filme (chamado Capítulo Final) e os fãs não gostaram muito do que foi feito com o quinto, a solução foi levantar o maníaco do túmulo neste sexto longa. Fora isso, Jason Vive é o que mais brinca com o gênero acrescentando humor autorreferente em sua narrativa. Justamente por isso, se tornou um dos preferidos dos fãs.

A Morte Pede Carona

O saudoso Rutger Hauer será para sempre lembrado pelos trabalhos inesquecíveis que fez no cinema, como Roy Batty de Blade Runner (1982). Um dos mais memoráveis é o maníaco das estradas conhecido apenas como John Ryder. Ele é um caronista psicopata que transforma a vida do jovem interpretado por C. Thomas Howell num verdadeiro inferno após o protagonista ter a péssima ideia de lhe oferecer carona pela companhia. O filme assustou muitas crianças e adolescentes da época, e foi refilmado em 2007.

Criaturas

Na arte nada se cria e tudo se copia. No cinema, é claro, o mesmo se aplica. E aqui temos a maior e mais descarada “cópia” do sucesso Gremlins, da Warner. Acrescentando mais terror e menos clima família, as criaturas do título são alienígenas fugitivos que vêm parar na Terra, onde tocam o terror numa família fazendeira e numa pequena cidade rural, enquanto são caçados por seres interplanetários.

Psicose III

Sim, há 35 anos as salas de cinema já eram dominadas por inúmeras continuações de filmes de sucesso. E nem mesmo o icônico Norman Bates, um dos maiores vilões da sétima arte, escapou de retornar em novas sequências. Psicose (1960), clássico imortal de Alfred Hitchcock, já havia ganhado sua primeira continuação em 1983, e aqui a história do assassino, novamente vivido por Anthony Perkins, chegava na terceira parte. Passado apenas um mês após o anterior, a história mostra Norman se apaixonando por uma freira, o que enfurece sua “mãe”. Perkins também dirige o longa.

Noite de Arrepios

Filme cult por excelência, este longa passou em branco desmerecidamente nos cinemas, mas conquistou muitos fãs em suas exibições na TV aberta nos anos 80/90. É até meio difícil descrever a história, que mistura de tudo um pouco, sendo um prato cheio para quem curte terror, aventura, romance, suspense e comédia. Temos lesmas alienígenas possuindo os corpos de jovens universitários, os transformando em zumbis. Ao mesmo tempo, um policial veterano é atormentado por um psicopata do passado. Diversão garantida.

A Noite das Brincadeiras Mortais

Outro filme cult e subestimado, este longa subverte o que vinha sendo feito dentro dos filmes slasher de uma forma totalmente inusitada e divertida. Um grupo de amigos planeja um fim de semana na casa de praia de uma delas numa ilha remota. No local, a anfitriã preparou um fim de semana repleto de brincadeiras e pegadinhas, com a promessa de boas risadas. Mas o que acontece quando essas brincadeiras começam a ficar cada vez mais sérias, até resultar em algumas mortes.

A Maldição de Samantha

Dirigido por Wes Craven este é um filme que assustou os jovens na época, porém, envelheceu mal e basta uma segunda olhada hoje para perceber que causará mais risadas do que medo. A trama fala sobre abuso doméstico, quando um pai alcóolatra termina matando sua própria filha, a loirinha Samantha (Kristy Swanson). Um rapaz apaixonado por ela, a traz de volta na forma de uma menina robô assassina.

O Massacre da Serra Elétrica 2

Após o sucesso de O Massacre da Serra Elétrica (1974), um dos “pais” do cinema slasher americano, o estúdio Cannon Films queria replicar tal sucesso agora em sua empresa, para isso contratou o mesmo diretor Tobe Hooper para desenvolver a continuação. O cineasta, no entanto, não queria se repetir, e criou uma segunda parte que mais parece uma viagem de ácido passada em Twin Peaks.

O Rock do Dia das Bruxas

 

Outro que marcou época em suas exibições na TV aberta no início dos anos 90. Aqui, um jovem sofre bullying no colégio e sua única válvula de escape é o cantor de rock de quem é fã e ama ouvir as músicas como fuga da realidade. Quando o roqueiro morre, ele fica desolado. Mas o músico retorna do além como uma assombração e decide se vingar dos valentões para o fã.

Vamp – O Filme

O chamariz aqui é a presença da musa da década de 80, a modelo negra Grace Jones, que interpreta uma vampira sedenta pelo sangue de jovens universitários em busca de strippers para seus amigos. O filme tem uma trama similar e pode ter servido de inspiração para Um Drink no Inferno. No elenco, Dedee Pfeiffer, irmã mais jovem de Michelle Pfeiffer.

Link – O Animal Assassino

Por falar em atrizes famosas saídas da década de 80, aqui temos estrelando ninguém menos que Elisabeth Shue, dois anos após Karatê Kid. Aqui temos um exemplar de filme de animais assassinos. Shue interpreta uma jovem assistente de um cientista (Terence Stamp) que faz experiências com macacos. Ambos acabam se tornando alvo dos animais quando estes ficam descontrolados.

Chopping Mall

Outra pérola máxima saída dos anos 80, com uma trama altamente absurda e justamente por isso amamos. Num shopping de luxo (era a época do auge deles), a segurança do local testa um novo sistema revolucionário: robôs guiados por inteligência artificial para tomar conta do estabelecimento à noite. Um grupo de funcionários engraçadinhos decide dormir no local e fazer festa. Eles terminam se tornando alvo dos robôs assassinos.

Comboio do Terror

Por falar em máquinas descontroladas, caçando e matando humanos, aqui temos uma história assim saída da mente de ninguém menos que Stephen King. E não apenas isso, desta vez o autor decidia colocar a mão na massa, dirigindo ele mesmo o filme. Na trama, um cometa passa pela Terra e dá vida para todas as máquinas do planeta, sejam carros, geladeiras ou facas elétricas. E logo, os humanos liderados por Emilio Estevez se tornam alvo desta rebelião.

Invasores de Marte

O diretor Tobe Hooper firmou uma parceria duradoura com a Cannon Films durante a década de 80. No mesmo ano em que ele lançava O Massacre da Serra Elétrica 2 com o estúdio, ganhava sinal verde também para um novo filme sobre extraterrestres chegando à Terra, com intenções não muito boas.

Do Além

O diretor Stuart Gordon se tornou o nome no cinema quando pensamos em adaptações do autor H.P. Lovecraft nos anos 80. Em 1985, ele havia comandado Re-Animator: A Hora dos Mortos-Vivos. E logo no ano seguinte entregava este Do Além, novamente abordando cientistas brincando de Deus e gerando consequências terríveis e sobrenaturais em seus experimentos.

Demons 2 – Eles Voltaram

Agora temos um terror italiano na lista – gênero que o país é especialista igualmente. Apresentado, escrito e produzido pelo mestre Dario Argento, Demons – Filhos das Trevas (1985) mostrava uma maldição ocorrendo durante a exibição de um filme misterioso num cinema, transformando espectadores incautos em zumbis demoníacos. A sequência era lançada logo no ano seguinte, novamente com Argento em tais funções, e movendo a trama para um grande prédio residencial.

A Visão do Terror

Outro cult por excelência, esse filme mistura dois elementos que chegavam com tudo nos anos 80. Primeiro, na parte técnica, a década nos trouxe efeitos práticos de cair o queixo, que seguem muito melhores que os efeitos visuais de computadores – datados rapidamente. Segundo, era o advento das TVs por satélite, que é o mote para a trama. Uma família está toda feliz com sua nova antena – porém, o sistema começa a captar algo que não são os canais e abre um portal para outra dimensão.

Bonecas Macabras

Por falar no diretor Stuart Gordon, os anos 80 foram realmente sua era de ouro no cinema. Aqui o cineasta lançava ainda outro filme no mesmo ano, esse sem uma história de Lovecraft. Aqui, Gordon voltava-se para bonecas mortais. Na trama, uma família em meio a uma tempestade se vê obrigada a buscar abrigo numa casa. O local é a moradia de um fabricante de bonecas. Lá, eles irão se deparar com forças sobrenaturais que garantem vida aos pequenos objetos.

Troll – O Mundo do Espanto

Assim como Jennifer Aniston, estrela de Friends, iniciou sua carreira com o terror “tosco” O Duende (1993), outra atriz famosa da TV havia seguido o mesmo caminho antes. Julia Louis-Dreyfus ficou imortalizada pelo papel de Elaine em Seinfeld, antes de seguir para outras séries famosas. Aqui, ela iniciava sua carreira num filme de terror que fala sobre criaturas mágicas como duendes e bruxas, vivendo em um prédio de San Francisco.

‘Ghost Stories’: Novas imagens do terror destacam seus personagens

O elogiado terrorGhost Stories‘ ganhou novas imagens, destacando os seus personagens.

Confira:

O filme acompanha as tentativas do professor Phillip Goodman de comprovar que fantasmas e eventos sobrenaturais não passam de mitos. As certezas do protagonista são colocadas em questão quando ele recebe uma carta do seu mentor, dado como morto há 15 anos. O docente terá, então, que contatar três pessoas que dizem ser assombradas para tentar resolver estes mistérios.

A direção fica por conta de Jeremy Dyson e Andy Nyman

O filme estreia em 13 de abril de 2018 nos EUA. Ainda sem data definida para o Brasil.

‘Z Nation’ é cancelada pelo SyFy

O canal SyFy oficialmente cancelou ‘Z Nation‘ depois de cinco temporadas.

No entanto, o criador da série, Craig Engler, confirmou que ‘Black Summer‘, encomendada recentemente pela Netflix, será uma prequel de ‘Z Nation‘.

Versão trash de ‘The Walking Dead‘, a trama pós-apocalíptica se passa três anos depois de um surto do vírus zumbi ter devastado o planeta. Um time de sobreviventes recebe a missão de levar o único humano conhecido que não foi infectado pela praga de Nova York até a Califórnia, onde fica o último laboratório ainda funcional. Apesar de seus anticorpos serem a melhor e última esperança pela produção de uma vacina, ele esconde um segredo que ameaça todos ao seu redor.

Kellita Smith, Tom Everett Scott, DJ Qualls, Michael WelchAnastasia Baranova, Russell Hodgkinson e Keith Allan formam o elenco.

A 5ª temporada de ‘Z Nation‘ registrou uma média de 0.13 na demo, e um total de 458 mil espectadores – o que representa uma queda de mais de 20% de público em comparação ao ano anterior.

As quatro primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Terror em volta da fogueira no novo teaser de ‘American Horror Story: 1984’; Assista!

American Horror Story: 1984‘ ganhou um novo teaser, com o assassino atacando uma nova vítima no acampamento.

Confira:

O elenco do novo ciclo conta com Emma Roberts, Gus Kenworthy, Angelica Ross, Cody Fern, Billie Lourd, Leslie Grossman, DeRon Horton e Matt Morrison.

Também foi confirmado que Evan Peters NÃO retornará e Sarah Paulson fará apenas uma participação na próxima temporada.

American Horror Story: 1984‘ irá estrear no dia 18 de setembro.

A Jornada de Vivo

(Vivo)

 

Elenco:

Paloma Morales

 

Direção: Kirk DeMicco, Brandon Jeffords

Gênero: Animação

Duração: — min.

Distribuidora: Sony Pictures

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: Disponível na Netflix

Sinopse: 

Um capuchinho com sede de aventura – e paixão pela música – faz uma passagem traiçoeira de Havana para Miami para cumprir seu destino.

Curiosidades: 

» Disponível na Netflix

» O longa terá músicas originais produzidas por Lin-Manuel Miranda, criador do sucesso ‘Hamilton‘, da Broadway;

» Esse filme representa a 24ª animação produzida pela Sony Animation;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

VIVO – (L-R) Lin-Manuel Miranda as Vivo and Ynairaly Simo as Gabi. ©2021 SPAI. All Rights Reserved.

Alienígenas invadem a Terra no trailer de ‘Debris’, nova série de ficção científica

A NBC divulgou o primeiro trailer de sua nova série de ficção científica, intitulada ‘Debris‘.

Confira:

A série foi criada por J.H. Wyman.

Dois agentes trabalham juntos para investigar uma espaçonave alienígena que está causando efeitos misteriosos nas pessoas.

O elenco conta com Jonathan Tucker, Thomas Cadrot, Jennifer Copping e Riann Steele.

A produção ainda não possui previsão de lançamento.

‘Patrulha do Destino’ está de volta no novo trailer LEGENDADO da 3ª temporada; Assista!

A HBO Max divulgou o novo trailer legendado da 3ª temporada de ‘Patrulha do Destino‘ (Doom Patrol).

Confira:

O novo ciclo será lançado na plataforma no dia 23 de setembro.

Criada por Jeremy Carver (‘Being Human’), a série é baseada nos quadrinhos da DC Comics.

Os membros da Patrulha do Destino sofreram acidentes horríveis que lhes deram habilidades sobre-humanas, mas também os deixaram marcados e desfigurados. Traumatizados e oprimidos, a equipe encontrou um propósito através do Chefe, que os reuniu para investigar os fenômenos mais estranhos existentes e proteger a Terra do que eles encontram.

Parte grupo de apoio, parte equipe de super-heróis, a Patrulha do Destino é um bando de malucos super-poderosos que lutam por um mundo que não quer nada com eles. Continuando após os eventos de ‘Titãs’, a série encontrará esses heróis relutantes em um lugar que eles nunca esperavam estar, chamados para a ação por ninguém menos que Cyborg, que chega a eles com uma missão difícil de recusar, mas com um aviso que também é difícil de ignorar: suas vidas nunca mais serão as mesmas.

O elenco conta com Matt Bomer (Homem-Negativo), Joivan Wade (Cyborg), April Bowlby (Mulher-Elástica), Timothy Dalton (Chefe), Diane Guerrero (Crazy Jane), Brendan Fraser (Robotman), Alan Tudyk (Sr. Ninguém) e Matthew Zuk (Negative Man).

‘Doutor Estranho 2’: Membros dos Illuminati são destaque em novo vídeo da sequência; Assista!

Algumas semanas após a estreia de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘, a Marvel finalmente está incluindo a participação dos Illuminati em seu material de divulgação.

O estúdio divulgou um novo teaser focado na equipe, que é formada por Charles Xavier (Patrick Stewart), Sr Fantástico (John Krasinski), Capitã Carter (Hayley Atwell), Capitã Marvel (Lashana Lynch), Barão Mordo (Chiwetel Ejiofor) e Raio Negro (Anson Mount).

Confira:

Lembrando que ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 800 milhões nas bilheterias mundiais.

Além de ser a MAIOR bilheteria de 2022, o longa também representa a segunda maior bilheteria de uma produção hollywoodiana durante o período pós-pandemia, perdendo apenas para o fenômeno ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ (US$1.8B).

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 354 milhões. No mercado internacional, foram US$ 461.6 milhões.

Ao total, o novo longa da Marvel já arrecadou US$ 816.1 milhões mundialmente.

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Sigourney Weaver se junta ao elenco do novo TERROR do diretor de ‘A Entidade’

De acordo com o Deadline, Sigourney Weaver (‘Alien – O 8º Passageiro’) foi confirmada no elenco de ‘The Gorge‘, novo terror do diretor Scott Derrickson (‘A Entidade’).

Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.

Anya Taylor-Joy (‘A Bruxa’) e Miles Teller (‘Top Gun: Maverick’) também irão estrelar a produção.

Detalhes sobre a trama estão sendo mantidos em segredo, mas o projeto deve “englobar diversos gêneros diferentes”, incluindo uma história de amor e ação.

O roteiro foi assinado por Zach Dean (‘A Guerra do Amanhã’).

O projeto está sendo desenvolvido pela Skydance e Apple Original Films.

Além de estrelar, Teller também servirá como produtor executivo ao lado de C. Robert Cargill (‘A Entidade’) e Sherryl Clark.

Novas informações devem ser divulgadas em breve.

‘A Cor Púrpura’: Adaptação musical SUPERA aprovação do longa original de Steven Spielberg

Sucesso! Além de ter se dominado as bilheterias norte-americanas no dia de Natal, a adaptação musical de ‘A Cor Púrpura‘ também parece ter agradado os espectadores.

A nova versão da história baseada no romance homônimo de Alice Walker conquistou sólidos 95% de aprovação dos espectadores no CinemaScore.

Os números superam a média de aprovação do longa original (94%), de 1985, dirigido por Steven Spielberg.

Além disso, o longa também se saiu melhor entre os críticos, com 86% de aprovação – tendo ganhado o certificado #FRESH – contra 73% da primeira adaptação cinematográfica.

Vale lembrar que ‘A Cor Púrpura‘ estreou no topo das bilheterias norte-americanas no dia de Natal, arrecadando sólidos US$ 18.5 milhões.

Com orçamento de US$ 90 milhões e 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a nova versão de ‘A Cor Púrpura‘ será lançada nos cinemas nacionais apenas no dia 25 de janeiro.

Relembre o trailer:

O elenco conta com Taraji P. HensonJon Batiste, Fantasia BarrinoDanielle BrooksColman DomingoCorey HawkinsH.E.R.Louis Gossett Jr.David Alan GrierCiaraHalle Bailey.

Blitz Bazawule, co-diretor de Black Is King, assume a direção do projeto.

Marcus Gardley (‘The Chi’) assina o roteiro, que conta com letras e canções do aclamado musical vencedor da Broadway.

A Cor Púrpura‘ é baseado tanto no musical de 2005, como na obra literária de Alice Walker e na releitura cinematográfica de Spielberg, estrelada por Oprah Winfrey e Whoopi Goldberg.

O longa original, lançado em 1985, rendeu 10 indicações ao Oscar, incluindo a de Melhor Filme.

A obra vai contar com Spielberg, Winfrey e Quincy Jones na produção. Vale ressaltar que o último assumiu o mesmo papel na adaptação oitentista.

A versão musical também traz Scott Sanders como produtor.

Ella Purnell desperta seu instinto assassino no trailer LEGENDADO de ‘Sweetpea’, nova série do Starz

O canal Starz divulgou o trailer completo de ‘Sweetpea‘, série de suspense estrelada por Ella Purnell (‘Yellowjackets’ e ‘Fallout’).

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Com seis episódios, a produção estreará oficialmente no dia 10 de outubro.

A série é baseada no livro homônimo de C.J. Skuse.

Rhiannon Lewis não causa uma impressão marcante — as pessoas passam por ela na rua sem olhar duas vezes. Ela é continuamente esquecida para uma promoção no trabalho, o cara de quem ela gosta não se compromete, e seu pai está muito, muito doente. Então, tudo em sua vida vira de cabeça para baixo. Rhiannon é levada ao limite e perde o controle. De repente, a figura esquecida desparece, e em seu lugar está uma jovem capaz de qualquer coisa… A vida de Rhiannon se transforma quando ela encontra um novo vício inebriante, mas será que ela pode manter seu segredo assassino?

O elenco ainda conta com Nicôle LeckyJon PointingCalam Lynch, Leah HarveyJeremy Swift e Dustin Demri-Burns.

Kirstie Swain assina o roteiro da adaptação ao lado de Krissie Ducker (‘Killing Eve’), Laura Jayne TunbridgeSelina Lim (‘Sex Education’).

Confira o trailer de ‘Alma & the Wolf’, novo TERROR psicológico com atriz de ‘Pecadores’

O terror ‘Alma & the Wolf‘, estrelado por Li Jun Li (‘Pecadores’), ganhou o primeiro trailer.

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Michael Patrick Jann (‘Sobrevivência’) é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Abby Miller (‘Justified’).

Após um violento ataque animal, a paranoia se espalha pela cidade de Spiral Creek. Mas quando o delegado Ren Accord se aproxima demais, seu filho desaparece, e a realidade começa a se fragmentar.

O elenco ainda conta com Ethan Embry, Jeremie HarrisLukas JannBeth MaloneKevin AllisonAlexandra Doke e Mather Zickel.

O terror será lançado em VOD no dia 20 de junho.

alma and the wolf

‘POV: Presença Oculta’: Terror estilo ‘V/H/S’ alcança 86% de aprovação no RT; Confira as reações!

Com 14 reviews publicadas até o momento, o terror ‘POV: Presença Oculta‘ (Bodycam) conquistou sólidos 86% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.

Apesar de não entregar nada revolucionário ao subgênero de found footage, o consenso geral afirma que o longa utiliza bem os clichês do gênero, entrega sustos e se beneficia da curta duração e do caos generalizado da narrativa.

Crítica | POV: Presença Oculta – Câmeras Corporais de Policiais Flagram o Sobrenatural em novo TERROR

Separamos os trechos das principais críticas:

“‘POV: Presença Oculta’ é um filme de terror eficiente que tem seus momentos de susto, mesmo que não sejam nada que os fãs do gênero já não tenham visto antes.” (Next Best Picture)

“O ritmo caótico garante que as coisas nunca fiquem entediantes, mas a falta de contexto é frustrante. Muita coisa acontece, mas nada é explicado.” (AIPT)

“Há uma energia inegável e um clima assustador neste filme de terror de baixo orçamento, que faz um uso inteligente e modesto de efeitos especiais digitais, de uma forma que algumas produções com orçamentos maiores fariam bem em imitar.” (Guardian)

“Não há nada aqui que supere os melhores momentos da franquia ‘V/H/S’, mas [o diretor Brandon] Christensen entrega bons sustos no decorrer do filme, exigindo um pouco mais de paciência com o ritmo da narrativa.” (Blu-ray.com)

“O estilo de ‘POV: Presença Oculta’ pode não agradar a todos, mas, com apenas 75 minutos de duração, o filme não se estende além do necessário. Ainda assim, ocasionalmente torna-se repetitivo e cai em um padrão. O segundo ato, em particular, se perde em um caos desnecessário.” (Bloody Disgusting)

“‘POV: Presença Oculta’ é um filme found footage tenso e sinistro, que dá um novo fôlego – muito necessário – a este subgênero.” (Keith & the Movies)

“O filme não se estende demais e consegue manter o público envolvido do início ao fim. Pessoalmente, gosto dos elementos sobrenaturais, mas acho que o resultado poderia ter sido melhor sem eles.” (Heaven of Horror)

Distribuído pela Imagem Filmes, o longa já está em exibição nos cinemas nacionais!

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O que começou como uma chamada de rotina vira um pesadelo quando dois policiais se envolvem em um acidente fatal. Bryce (Sean Rogerson), desesperado para proteger seu emprego e sua família, convence seu parceiro a destruir todos os registros para esconder a verdade. Mas conforme a madrugada avança, eles percebem que as câmeras não eram as únicas testemunhas e que algo sobrenatural acompanhava cada movimento deles naquela noite.

Brandon Christensen (‘Amizade Maldita’) é responsável pela direção.

O elenco ainda conta com Jaime M. Callica, Catherine Lough Haggquish, Angel Prater e Keegan Connor Tracy.

Começa a produção de filme que mistura ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’

Não, isso não é uma piada de mau gosto, tão pouco algum vestígio de primeiro de abril. Um filme que faz um crossover entre ‘Jurassic World’ e ‘Jogos Vorazes’ está realmente em produção e com o título mais óbvio possível: ‘The Jurassic Games’.

Dirigido e roteirizado por Ryan Bellgart (‘Gremlin’), ‘The Jurassic Games’ vai trazer os elementos principais de ambos os filmes, em um thriller que será estrelado por Ryan Merriman (‘Premonição 3’) e Perrey Reeves (‘Entourage’).

A trama imagina um mundo no futuro próximo onde 10 prisioneiros sentenciados à morte são escolhidos para competir nos Jogos Jurássicos, um jogo de realidade virtual que coloca seus competidores contra dinossauros e, claro, contra si mesmos. Aqui, se você morre dentro do universo virtual, morre também na vida real. E para Anthony Tucker (Adam Hampton), sobrevivência é sua única chance de reencontrar com seus filhos após ser erroneamente preso pelo assassinato de sua esposa.

Seguindo a mesma premissa original de ‘Jogos Vorazes’, os participantes também enfrentarão desafios que serão acrescentados pelo The Host, o apresentador do programa. E tal como no sucesso de bilheteria, só pode haver um vencedor, que conquistará sua liberdade ao ganhar os Jogos Jurássicos.

Segundo Galen Christy, chefe da produtora High Octane Pictures, ‘The Jurassic Games’ possui um conceito muito interessante:

High Octane Pictures está muito empolgada para trabalhar novamente com Ryan Bellgardt, indiscutivelmente um dos novos cineastas mais talentosos no ramo. ‘The Jurassic Games’ é um conceito muito interessante, é em partes ‘Jogos Vorazes’ e parte ‘Jurassic Park’…além de ser extremamente divertido. Com Bellgardt atrás das câmeras e o elenco fantástico que alinhamos para o filme, é definitivamente uma obra para cinéfilos. Será ‘dino-mite’”.

Produzido pela High Octane Pictures em parceria com a Oklahoma Film + Music Office, ‘The Jurassic Games’ ainda não possui data de estreia.
Bryce Dallas Howard revela detalhes sobre sua personagem em ‘Jurassic World 2’ 

Jurassic World 2‘ tem estreia marcada para 22 de Junho de 2018.

Confira as várias semelhanças entre ‘Jurassic World’ e ‘Jurassic Park’ 

Jurassic World‘ arrecadou US$ 1,66 bilhão, a quarta maior na história do cinema mundial – saiba mais!

Confira 10 curiosidades sobre ‘Jurassic World’

 

Diretor de ‘La La Land’ criará “inovadora” série para a Apple

O cineasta vencedor do Oscar, Damien Chazelle, vai dirigir e roteirizar uma nova série para a Apple. A informação foi revelada pelo site The Hollywood Reporter.

O diretor de ‘La La Land: Cantando Estações’ ainda vai contar com Jordon Horowitz e Fred Berger como produtores. A dupla trabalhou com Chazelle no premiado musical vencedor do Oscar.

Ainda sem nome, nenhum detalhe a respeito da trama foi revelado. A única descrição que se sabe é que a série será “inovadora”.

 

‘Creed II’: Adonis Creed pronto para o combate em novas imagens; Confira!

Creed II‘, a continuação de ‘Creed: Nascido para Lutar (2015), ganhou duas novas imagens, que trazem o lutador Adonis Creed com um uniforme monocromático todo repaginado, pronto para o combate.

Confira:



“A vida se tornou um ato de equilíbrio para Adonis Creed. Entre as obrigações pessoais e os treinos para sua próxima luta, ele está contra o grande desafio da sua vida. Enfrentar um oponente que tem ligações com o passado da sua família intensifica a batalha iminente no ringue. Rocky Balboa está ao lado durante tudo isso e, juntos, Rocky e Adonis confrontarão seu legado compartilhado, questionaram pelo que vale a pena lutar e descobrirão que nada é mais importante do que a família. Creed II é sobre voltar ao princípio para redescobrir o que o tornou um campeão em primeiro lugar e lembrar que, não importa aonde você vá, você não pode escapar do que você é”

Creed – Nascido para Lutar‘ já arrecadou mais de US$ 100 milhões somente nos EUA.

Com direção de Steven Caple Jr. (‘Class’), o longa tem estreia marcada para 21 de novembro de 2018.

‘Era uma Vez em Hollywood’: Leonardo DiCaprio solta o vozerão em cena deletada; Assista!

Uma nova cena deletada de ‘Era Uma Vez… Em Hollywood‘ foi divulgada pela Sony Pictures e ela traz o astro Leonardo DiCaprio tentando soltar o seu vozerão em um programa de variedades chamado Hullabaloo.

A divertida cena destaca a falta de habilidades vocais de seu personagem, que desafina a cada nota, sem se preocupar.

Confira a cena:


O filme será lançado nas plataformas digitais no dia 27 de novembro e em DVD e Blu-ray em 11 de dezembro.

Sucesso nos cinemas, o longa arrecadou ótimos US$ 368.9 milhões mundialmente.

‘Fronteiras do Universo’: Uma guerra está chegando nos próximos episódios da 2ª temporada; Assista ao trailer!

Uma guerra está a caminha nos próximos episódios da 2ª temporada de ‘Fronteiras do Universo‘ (‘His Dark Materials’), conforme revela o novo trailer da produção.

O vídeo promocional, divulgado pela HBO, anuncia o que os fãs podem esperar pelas próximas semanas no novo ciclo da série.

Confira:

A nova temporada irá estrear no dia 16 de novembro.

A nova temporada acompanhará os planos de Lord Asriel (James McAvoy) depois que ele abriu uma ponte para um novo mundo, enquanto Lyra (Dafne Keen) segue seus passos rumo ao desconhecido e tenta lidar com a morte do melhor amigo.

Criada por Jack Thorne, a série foi desenvolvida em parceria entre a HBO e a BBC One, e é baseada na saga literária escrita por Philip Pullman.

Lyra Belacqua é uma órfã, ela vive em um mundo na qual as pessoas estão ligadas diretamente com um daemon, que pode ser qualquer tipo de animal. Criada pelos catedráticos na Universidade Jordan, ela presencia uma revelação que pode mudar tudo. Contudo a sua vida é catapultada quando conhece a bela e misteriosa Sra Coulter.

O elenco inclui Dafne Keen, Ruth Wilson, James McAvoy, Clarke Peters e Lin-Manuel Miranda.

O primeiro livro foi adaptado aos cinemas em 2006, com o filme ‘A Bússola de Ouro‘. Com orçamento de US$ 180 milhões, o filme arrecadou apenas US$ 372 milhões mundialmente, o que encerrou a continuidade da franquia.

Crítica Netflix | tick, tick…BOOM!: Andrew Garfield brilha em enérgico musical de Lin-Manuel Miranda

Riffs de guitarra marcantes e uma sonoridade permeada por ritmos diversos fizeram de Jonathan Larson uma figura única que até hoje ecoa nos mais recentes musicais, sejam eles da Broadway ou de Hollywood. De sucesso tão meteórico que sua própria vida não conseguiu acompanhar (tendo morrido um dia antes da estreia do seu maior sucesso, Rent), ele ainda segue como um marco artístico, inspirando gente como Lin-Manuel Miranda, que faz de tick, tick…BOOM! sua própria carta de amor ao artista que ajudou a moldar o seu talento.

Adaptando o musical autobiográfico de um homem só de Larson, Miranda estreia na direção sem muito alarde, em um longa com uma bela – porém – simples estética diretorial. Sem a obrigatoriedade de inovar dentro do gênero, o aclamado e talentoso compositor e ator vai para trás das câmeras apenas com o objetivo de fazer o canto intimista de Jonathan Larson ser ouvido, dando vida, cor e performance para o espetáculo de baixíssimo orçamento que nunca chegou aos palcos da Broadway, na época de seu lançamento.

E ao pintar o amor e sonho utópico de Larson pelo teatro, Lin-Manuel Miranda faz de tick, tick…BOOM! uma experiência cinematográfica deliciosa, enérgica – como o criativo compositor no qual se inspira – e divertida. Com números musicais bem distintos e que fogem dos moldes do formato padrão seguido pela Broadway até a chegada do transformador Rent, a produção é colorida, conta com um design de produção que vez outra peca por pesar nos efeitos visuais, mas brilha nas canções mais performáticas. Apresentando sets dinâmicos e quase plásticos – de tão bem desenhados -, o filme tenta ilustrar a escassez e preciosidade do tempo, quando a vida adulta bate à porta, nos levando a abrir mão dos sonhos mais insanos que temos.

E nessa eclosão simbólica projetada em tela, Andrew Garfield adquire uma nova persona, provando uma vez mais sua versatilidade em cena. Migrando de The Eyes of Tammy Faye, onde interpretou um pastor corrupto, para a efervescência da Broadway neste musical, o indicado ao Oscar transforma sua expressividade como quem troca de roupa e entrega o seu próprio show para a audiência. Com uma caracterização mais dramática e toda gesticular, Garfield entende o seu protagonismo e faz de sua versão de Jonathan Larson atraente, cativante e apaixonante.

Com o filme entregue nas mãos do ator, é difícil tick, tick…BOOM! errar. E ainda que nem todos os números musicais funcionem em sua essência, a produção roteirizada por Steven Levenson não deixa os fãs do gênero na mão. Trazendo uma ótima dinâmica de Garfield, com Vanessa Hudgens e principalmente Alexandra Shipp, o musical é uma jornada nostálgica imperfeita, mas que honra Larson e seu talento, à medida em que o apresenta para uma nova audiência que talvez não saiba a dimensão do seu valor para a arte contemporânea como a conhecemos.

‘Patel’: Releitura de Shakespeare revela elenco sul-asiático estrelado por Utkarsh Ambudkar, Kal Penn e mais

A aguardada adaptação ‘Patel‘, inspirada em Macbeth, acaba de finalizar suas filmagens e revelou um elenco repleto de nomes de destaque da comunidade sul-asiática no cinema e na televisão.

Conforme revelado com exclusividade pela Variety, a produção, comandada pelo diretor e roteirista Ravi Kapoor (Four Samosas), traz uma nova abordagem à tragédia clássica de Shakespeare, ambientada no universo dos motéis gerenciados por imigrantes indianos nos Estados Unidos.

O filme será estrelado por Utkarsh Ambudkar (Fantasmas), Richa Moorjani (Eu Nunca…), Kal Penn (The Namesake), Kunal Nayyar (The Big Bang Theory), Danny Pudi (Community), Meera Simhan (Cross), Pete Holmes (Crashing), Nik Dodani (Atípico), Bernard White (The Matrix Revolutions), Punam Patel (Special), Randall Park (Meu Eterno Talvez), Rizwan Manji (Schitt’s Creek) e Jae Suh Park (Friends From College).

Segundo Kapoor, Patel é uma “tragédia gângster com humor deadpan”, que propõe uma leitura ousada e contemporânea de Macbeth, centrada na ambição e nas dinâmicas familiares no contexto da diáspora sul-asiática.

“É o ‘Macbeth’ como você nunca viu antes — sombrio, sangrento e cômico, com um elenco que representa o melhor do nosso talento”, comentou o diretor.

O elenco ainda está envolvido na produção como parte do time executivo, comprometido com a valorização de vozes sub-representadas no cinema. Kal Penn, Richa Moorjani, Danny Pudi, Meera Simhan e Rizwan Manji também atuam como produtores executivos, ao lado de nomes como Anita Bhatia, Shruti Ganguly, Jennifer Verma (Camelback Productions) e Christine Yi (Gold House).

Com produção de Junglee Films, Prism Entertainment e Camelback Productions, o filme teve as filmagens realizadas em Los Angeles e está previsto para ser finalizado ainda este ano.

‘Thor: Ragnarok’: Marvel Studios divulga roteiro completo do filme na internet

Para você que gosta de ler os roteiros dos filmes, pode comemorar. A Marvel Studios divulgou o roteiro completo de Thor: Ragnarok para download gratuito online.

O longa foi escrito por Eric Pearson, Craig Kyle e Christopher L. Yost. A proposta visa inscrever o filme na categoria de Melhor Roteiro Adaptado nas principais premiações.

Você pode conferir e fazer download através deste link.

Thor: Ragnarok‘ se tornou um fenômeno nas bilheterias e ultrapassou a marca dos US$ 833 milhões nas mundialmente. Com o valor, o filme da Marvel conseguiu ultrapassar ‘Mulher-Maravilha‘ – que fez US$ 821 milhões mundialmente.

O Brasil se destacou e tem a terceira melhor bilheteria internacional de ‘Thor: Ragnarok‘. Com US$ 100 milhões acumulados, o longa é a 7ª maior bilheteria do ano por aqui, desbancando ‘Guardiões da Galáxia – Vol. 2‘, ‘A Cabana‘ e ‘Moana‘.

Detalhes sobre a Manopla do Infinito “falsa” de ‘Thor: Ragnarok’ [SPOILERS] 

‘Vingadores: Guerra Infinita’ passa ‘Jurassic World’ e se torna a 5ª maior bilheteria dos EUA

Vingadores: Guerra Infinita‘ continua quebrando recorde mundo afora, e está muito próximo de chegar à almejada marca de US$ 2 bilhões mundialmente.

E com a arrecadação desse final de semana nos EUA, o longa passou Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros’ e se tornou a 5ª maior bilheteria da história nos EUA. Com US$ 654,73 milhões somados nos EUA, é esperado que o filme também supere em breve os US$ 659,36 milhões de ‘Titanic’.

Em um mês, o filme conseguiu arrecadar US$ 1,998 bilhão mundialmente.

O filme da Marvel está em quarto lugar entre as maiores bilheterias da história, atrás apenas de ‘Avatar‘ (US$ 2.788 bilhões), ‘Titanic‘ (‘US$ 2.187 bilhões’) e ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ (US$ 2.068 bilhões).

Vingadores: Guerra Infinita‘ também quebrou o recorde ao se tornar o filme mais rápido a atingir a marca de US$ 1 bilhão em bilheteria – saiba mais!

Confira o TOP 10:

1AvatarFox$2,788.0$760.527.3%$2,027.572.7%2009^
2TitanicPar.$2,187.5$659.430.1%$1,528.169.9%1997^
3Star Wars: The Force AwakensBV$2,068.2$936.745.3%$1,131.654.7%2015
4Avengers: Infinity WarBV$1,998.0$623.441.0%$1,280.066.4%2018
5Jurassic WorldUni.$1,671.7$627.639.0%$1,019.461.0%2015
6Marvel’s The AvengersBV$1,518.8$518.441.0%$1,004.059.0%2012
7Furious 7Uni.$1,516.0$353.023.3%$1,163.076.7%2015
8Avengers: Age of UltronBV$1,405.4$459.032.7%$946.467.3%2015
9Black PantherBV$1,342.5$696.751.9%$645.848.1%2018
10Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2WB$1,341.5$381.028.4%$960.571.6%2011

Já no Brasil, em apenas duas semanas, o filme se tornou a maior bilheteria do ano. Com público de 15 milhões de espectadores,  ‘Guerra Infinita‘ já arrecadou R$ 224 milhões – ultrapassando ‘Pantera Negra‘, que liderava as bilheterias de 2018 com R$ 120 milhões.

Crítica  | Vingadores: Guerra Infinita – O evento cinematográfico de uma geração

Scarlett Johansson conta tudo sobre ‘Vingadores: Guerra Infinita’ em entrevista EXCLUSIVA

Vingadores 4‘ chega aos cinemas em 3 de Maio de 2019. A direção será de Joe e Anthony Russo.

 

CinePOP indica | Filmes essenciais para o Halloween

O Halloween é uma data controversa no Brasil, mas muito comemorada por algumas pessoas. O clima de terror se mistura à inocência das crianças pedindo doces – mediante ameaças de vandalismo, claro – e cria uma data única. Pensando nisso, conversei com a redação do CinePOP e chegamos a uma lista de filmes que não podem faltar nesse Halloween. Confira!

A Noite das Brincadeiras Mortais (1986)

Esse filme slasher leva um grupo de estudantes até uma mansão em uma ilha, onde eles pretendem passar o feriado de primeiro de abril. A casa está cheia de pegadinhas de primeiro de abril, como cadeiras de isopor e almofadas com barulho de pum. Só que, do nada, os amigos começam a morrer misteriosamente. É divertido e bastante incômodo.

 

Abracadabra (1993)

Queridinho dos fãs, esse filme traz uma versão mais inocente e divertida do Halloween. Idealizado para ser um especial do Dia das Bruxas para o Disney Channel, o roteiro de Abracadabra acabou chamando atenção dos executivos, que viram potencial nele e deram sinal verde para ir pros cinemas. A trama começa nos anos 1960, quando três irmãs bruxas decidem roubar a vitalidade das crianças para ficarem jovens para sempre. O ato causa revolta e elas ficam presas por 30 anos. Em 1993, um jovem vai para a cidade de Salém e acaba soltando as bruxas de novo.

 

Deu a Louca nos Monstros (1987)

Com roteiro de Shane Black (Máquina Mortífera), essa comédia de terror é um clássico cult genial, que brinca diretamente com todos os monstros clássicos da Universal. Um grupo de pré-adolescente autointitulados de Patrulha Monstro encontra um diário escrito por Van Helsing, que alerta para a invasão dos monstros à cidade, que pretendem recuperar um amuleto místico para colocarem seu plano maligno em ação. O grupo, então, decide usar suas habilidades e conhecimentos sobre o universo dos monstros para ajudar os adultos no combate mais inesperado do cinema. Lançado originalmente em vídeo, o filme fez tanto sucesso que acabou indo para os cinemas. Além disso, a maquiagem e as roupas dos monstros foram feitas pelo lendário Stan Winston.

 

Os Caça-Fantasmas (1984)

Segunda maior bilheteria de 1984, Os Caça-Fantasmas se tornaram um verdadeiro ícone dos anos 1980. Mexendo com o sobrenatural, um grupo de paracientistas se une para investigar casos sobrenaturais e capturar fantasmas em Nova York, provando assim que não são charlatões. Seus feitos começam a ganhar repercussão e os negócios vão indo bem, até o dia em que uma ameaça maior que tudo que eles já enfrentaram: o temível Zuul. Apesar de ser um filme de comédia que ajudou a alavancar a carreira de Bill Murray, Os Caça-Fantasmas conseguem unir todo o espírito do Halloween. Stranger Things que o diga.

 

Brinquedo Assassino (1988)

É impossível falar de Halloween sem pensar em crianças e terror. Por isso, Brinquedo Assassino é praticamente o exemplo perfeito da crueldade do sobrenatural. Após levar um tiro da polícia, o serial killer Charles Lee Ray invade uma loja de brinquedos, onde realiza um ritual haitiano para transferir sua alma para o corpo de um boneco “Good Guy”, fenômeno de vendas entre as crianças. Com o ritual concluído, o agora Chucky acaba sendo comprado por uma mãe viúva, que o dá de presente para o filho de seis anos, Andy Barclay. A partir daí, o boneco ganha vida e começa a tocar o terror na vida do pobre menino.

 

Charlie Brown e a Grande Abóbora (1966)

Nos anos 1960, os especiais para TV da Turma do Minduim faziam sucesso pelo mundo. No Brasil, eles só chegaram nos anos 1980. Com bastante sensibilidade e destoando das outras produções dessa lista, Charlie Brown e a Grande Abóbora mostra o menino Lino empolgado para o Halloween. Diferentemente das outras crianças, ele não está ansioso pela caça aos doces nem pelas fantasias, mas sim para ver A Grande Abóbora, que seria um tipo de Papai Noel para ele, que tenta provar sua tese para a Turma, mas não consegue e acaba sendo ridicularizado. É uma história sobre amadurecimento em pleno Halloween, além de ser uma fofura.

 

Os Fantasmas Se Divertem (1988)

Não tem como fazer uma lista de Halloween sem ter ao menos um filme de Tim Burton. Misturando comédia com terror e até mesmo musical, esse filme é 100% politicamente incorreto e traz os mortos no controle da situação. Ele conta a história de um casal que sofre um acidente de carro, morre e passa assombrar uma casa tranquilamente. Até que uma família esnobe compra a propriedade e começa a tirar a paz das assombrações, que apelam a uma criatura odiosa, chamada Beetlejuice (Michael Keaton).

 

Pânico (1996)

Estrelado por Neve CampbellDavid ArquetteCourteney CoxMatthew LillardSkeet UlrichRose McGowan e Drew Barrymore, o filme revolucionou o subgênero slasher ao trazer Sidney (Neve Campbell) como estudante alvo de um misterioso assassino que matava suas vítimas inspirado em filmes de terror. O longa ao mesmo tempo que inova, satiriza o gênero do terror, mas a forte inspiração na franquia Halloween faz dele uma boa pedida para este 31 de outubro.

 

Halloween (1978 – atualmente)

Iniciada em 1978, como Halloween: A Noite do Terror, a franquia de John Carpenter já se estende por 11 filmes. Uns são maravilhosos, enquanto outros chegam a ser ofensivos de tão ruins (estou falando com você, Halloween 6 – A Última Vingança). Mas a verdade é que o terror de halloween praticamente surge com essa franquia, que traz o serial killer Michael Myers atrás de Laura Strode, ou da própria sobrinha ou de parentes da família Strode. Sempre atacando na noite de halloween, o assassino é um dos ícones da cultura pop e vale a pena tirar o dia para conferir a franquia.

Crítica | Noelle – Lançamento da Disney+ é um deslumbre Natalino, atrapalhado pelo roteiro

Um dos requisitos básicos para uma boa produção audiovisual natalina é que ela tenha um visual recheado de cores, sobreposição de estampas temáticas, muitos objetos que reforcem a data festiva e, se possível, muita neve. Tudo isso tem de sobra em ‘Noelle’, a aposta natalina da plataforma Disney+ que acaba de chegar aos assinantes brasileiros.

Está tudo pronto no Polo Norte para um novo Natal. Desde que o Papai Noel faleceu, o legado de entregar os presentes no dia 24 de dezembro foi transferido ao seu filho, Nick Kringle (Bill Hader), de modo que sua irmã, Noelle Kringle (Anna Kendrick) ficou apenas com a função de fazer cartões decorados e espalhar o espírito do Natal. Mas Nick não se sente nem um pouco pronto e, pra piorar, decide tirar férias às vésperas do grande dia. Então, com a ajuda da Elfa Polly (Shirley MacLaine), Noelle irá atrás do seu irmão em Phoenix, Arizona, para salvar o Natal, mas, no caminho, irá descobrir como é a realidade nas sociedades fora do mundo da fantasia.

Noelle’ é um filme voltado para o público infantil, lá pela faixa dos dez anos. É preciso que o espectador considere isso porque por muitas vezes o roteiro de Marc Lawrence tem trechos bastante inocentes, que o público mais adulto poderá achar meio bobo, como o crush da gerente do shopping com o dono da pet shop, extremamente teatral. Por outro lado, a garotada provavelmente ficará vidrada nos efeitos especiais das renas natalinas – mais especificamente na fofuríssima rena filhote chamada Floquinho, que é um desses personagens irresistíveis criados para virar boneco de coleção (alô Disney, leva o meu dinheiro!).

Ainda que seja um filme infantil, o roteiro às vezes dá umas derrapadas na neve derretida e lança umas cenas/diálogos de gosto meio duvidoso (por exemplo, a primeira cena, em que Noelle é criança ainda e vê seu pai, que é o Papai Noel, chegar em casa e, vestido como tal, beijar sua mãe. Quer dizer, se você não sabe o mínimo da sinopse do longa, essa cena de abertura é meio esquisita).

Além disso, os cortes super abruptos de algumas cenas e a intercalação destas com outras que nada acrescentam à trama colaboram para que o espectador demore para engajar na trama (que se desenrola de maneira meio forçada) e para sentir empatia pelos personagens (com exceção da protagonista).

Outro ponto desnecessário é a forma nem um pouco sutil de Marc Lawrence de inserir a merchandising, repetindo insistentemente que toda criança quer ganhar um iPad de Natal. Sobra também uma leve alfinetada ao sistema Amazon, concorrente da Disney no streaming, e sua maneira de entregar presentes via drone sem nenhuma interação interpessoal. Ops!

Deixando a crítica técnica de lado, ‘Noelle’ é um deslumbre natalino, uma superprodução que resgata algumas cenas clássicas da Disney e as coloca com a roupagem natalina. Tem, ainda, uma bela mensagem no final, que faz valer a pena as quase duas horas de duração. Pena que chegou ao Disney+ sem legenda em português brasileiro.

‘Guardiões da Galáxia 3’: Irmão de James Gunn garante que filme ainda vai acontecer

Como bem sabemos, a terceira entrada da franquia Guardiões da Galáxia permanece sem diretor. As produções do longa tiveram um percurso tumultuoso nos últimos seis meses, principalmente pelo fato do arquiteto desse universo, James Gunn, ter compulsoriamente deixado a cadeira de direção após diversas polêmicas – o que levou os fãs a começarem a especular quem poderia dirigir a nova sequência.

Em entrevista à AP, o ator Sean Gunn, irmão do diretor, garantiu que o filme será feito mesmo sem a presença do diretor que iniciou a franquia:

“Meu irmão está fazendo ‘Esquadrão Suicida 2‘ no momento. Estamos muito animados. Não sei o que está acontecendo além disso, mas ‘Guardiões da Galáxia 3‘ será feito. Ainda precisamos descobrir o que acontece, mas tudo acaba tendo uma resolução, creio eu.”

Desde a demissão de Gunn, o projeto permaneceu em um estado de suspensão enquanto a Marvel decide o que fazer. Entretanto, o presidente Kevin Feige afirmou durante a cerimônia do Globo de Ouro que o filme ainda era algo certo para os estúdios.

Guardiões vai acontecer? Quando, onde, como? Descobriremos mais tarde”, Feige acrescentou.

‘O Rei Leão’: Live-action abre com 67% de aprovação no Rotten Tomatoes

O Rei Leão é talvez o filme mais aguardado da Disney e promete ser o melhor live-action da companhia. Entretanto, apesar das primeiras reações terem sido positivas, as notas de abertura nos agregadores de review foram abaixo do esperado.

No Rotten Tomatoes, o longa-metragem também não fez o barulho prometido, abarcando 67% de aprovação entre 39 críticas:

Já no site Metacritic, o remake amargou 53% de aprovação baseado em 16 críticas (até o momento). Veja:

Confira algumas delas abaixo:

O Rei Leão é visualmente e audivelmente incrível! Eu nunca vi nada como isso em uma animação. É muito lindo. Seth Rogen e Billy Eichner roubam o chão. Chiwetel Ejiofor está brilhante como Scar! É muito divertido”. – Brandon Davis, ComicBook.

“Tive sorte de participar de várias premières, mas não tenho certeza se já ouvi tantos aplausos durante um filme quanto hoje à noite em O Rei Leão. Era como estar num show de rock. O filme vai fazer bastante dinheiro”. – Steven Weintraub, Collider.

Lebo M. arrasa mais uma vez com ‘Ciclo sem Fim’. Esses são os pensamentos mais positivos que tenho sobre O Rei Leão. O restante cede a confusões, apesar do vale dos animais me deixar sem fôlego várias vezes. Mas é O Rei Leão, então é sempre bom”. –  Constance Gibbs.

O Rei Leão é uma belíssima adaptação de um clássico icônico. Tem algumas mudanças, que melhoram o que já era ótimo, e todo o resto está perfeito. O CG pode ser levemente distrativo, mas a emoção logo fala mais alto. Amei”. – Germain Lussier, io9.

O Rei Leão é uma conquista visual cinematográfica de tirar o fôlego. Não consigo acreditar que esse filme é puro CG. Timão e Pumba roubam o show. É um bom remake da Disney, mas era necessário? Talvez não, mas é divertido e as famílias irão amar”. – Peter Sciretta, Slash Film.

Confira nossas primeiras reações ao filme:

https://www.facebook.com/sitecinepop/videos/403108826969208?s=100000425583181&v=e&sfns=mo

Dirigido por Jon Favreau (‘Mogli – O Menino Lobo‘), o longa é a versão live-action da animação clássica lançada em 1994.

Simba idolatra seu pai, Rei Mufasa, e leva a sério seu futuro real. Mas nem todos do reino celebram sua chegada. Scar, o irmão de Mufasa e anterior herdeiro do trono, tem seus próprios planos. A batalha pela Pedra do Reino será repleta de traições, tragédia e drama, resultando no exilo de Simba. Com ajuda de uma curiosa dupla de novos amigos, Simba deverá descobrir como crescer e tomar o que é seu por direito.

O elenco conta com Donald Glover (Simba), Beyoncé (Nala), Chiwetel Ejiofor (Scar), Seth Rogen (Pumba), Billy Eichner (Timão) e James Earl Jones (Mufasa).

O Rei Leão‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 18 de julho.

‘Cherish the Day’: Nova série de Ava DuVernay ganha data de estreia

‘Cherish the Day’, nova série da OWN criada por Ava DuVernay (‘Selma’, ‘Olhos que Condenam’), ganhou data de estreia: o primeiro episódio será lançado no dia 11 de fevereiro.

Confira o trailer oficial:

O drama antológico gira em torno de um casal diferente e sua respectiva história de amor a cada temporada.

O primeiro ciclo é estrelado por Xosha Roquemore e Alano Miller, que se cruzam e se apaixonam em Los Angeles. A narrativa se estende ao longo de cinco anos e oito episódios.

Cicely Tyson tamém faz parte do elenco.

Paul Garnes, Tanya Hamilton e Oprah Winfrey entram como produtores executivos ao lado de DuVernay.

Opinião | 20 anos depois, A Fuga das Galinhas permanece mais atual que nunca

A Netflix fez um anúncio um tanto quanto chocante e que, apesar de já ter sido ruminado nos últimos anos, havia sumido do mapa: a sequência da clássica e aclamada animação A Fuga das Galinhas. Coincidentemente, a plataforma de streaming confirmou o lançamento da continuação (ainda sem data ou início da produção) no aniversário de duas décadas do longa-metragem, o que o fez ganhar a atenção da geração que já havia se deliciado com a envolvente história de empoderamento, drama e ação – e também do novo público que, a cada dia, vem redescobrindo obras que merecem lugar especial em nossos corações.

No arco cronológico do cinema, o gênero em questão acabou se transformando em um recuo confortável para os outros tipos narrativos circundantes – principalmente o drama fantástico. Em outras palavras, é possível contar nos dedos as iterações animadas que fogem da zona de conforto e apresentam coisas novas. Com exceção da exemplaridade irretocável do Studio Ghibli e da conhecida Laika, ambos tendo nos entregado volumes de tirar o fôlego e com uma competência exímia, o restante dos estúdios rende-se ao fator mercadológico para dar vida a seus produtos – o que não é condenável, inclusive quando consideramos o infindável lobby da esfera do entretenimento. E, nesse seleto grupo, existe A Fuga das Galinhas, cujo lançamento em 2000 não poderia ser usado como reflexo melhor das polêmicas sociopolíticas atuais.

À prima vista, o próprio título parece nos guiar em uma direção errônea, talvez como marketing não premeditado para nos fazer assistir à obra e entender o que realmente vai acontecer. No final das contas, a obra britânica, seguindo os passos de tantas outras antes dela, cria uma análise antropológica sobre autoritarismo, fascismo e luta de classes, utilizando elementos científico-históricos para fazer o paralelo entre a execrável “mão invisível” do capitalismo e até mesmo aos campos de concentração nazistas da década de 1930. Entretanto, a pesada atmosfera é mascarada tanto com uma caprichosa trilha musical quanto o uso de animais antropomorfizados como protagonistas – deixando que as nuances falem por si mesmas em níveis diferentes com os pequenos e com os adultos.

Arquitetada pelas geniais mentes de Peter Lord e Nick Park, a trama é centrada em um grupo de galinhas que, sendo observadas pela obtusa e arbitrária Sra. Tweedy (Miranda Richardson), tentam fugir de seu galinheiro todo custo para começar uma nova vida para além das colinas – mas acabam sendo capturadas e mandadas de volta para a prisão. As coisas ficam mais complicadas quando a Sra. Tweedy, percebendo que a venda dos ovos não está rendendo lucros, decide comprar uma monstruosa máquina de fazer tortas e usar seus animais como recheio. No topo de tudo isso, temos a determinada Ginger (Julia Sawalha), uma jovem galinha que pretende salvar todas as suas colegas, dando ideia de construírem um avião improvisado para fugirem de uma vez por todas.

O fantástico e incrível cenário parece impalpável, mas é recheado de construções exuberantes com as mais chocantes críticas sobre praticamente todos os assuntos que consiga pensar. Para começar, temos a representação imagética do próprio galinheiro: afastando-se do convencionalismo com brutalidade, cada viveiro é erguido para nos relembrar dos encarceramentos austríacos da II Guerra Mundial, cujos muros altos e a vigilância constante cercavam os judeus, homossexuais e negros da Europa Ocidental. Aqui, as galinhas ocupam o lugar dos humanos e, sendo controladas pela Sra. Tweedy e pelo estúpido marido, são obrigada a se enfileirar e a botar ovos todos os dias para que não sejam degoladas e descartadas. Em um âmbito mais metafórico (e talvez não tão complexo assim, considerando as cartas de que o longa se vale), há a dicotomia funcional do operário e do patrão transferidas para as telonas em uma didática explicação que oscila entre o levante da minoria contra o opressor.

A Fuga das Galinhas ganha mérito ao homenagear o atemporal Fugindo do Inferno, drenando inspiração do épico drama bélico dirigido por John Sturges. Até mesmo os personagens nutrem de similaridades inegáveis e que aumentam a complexidade do que é apresentado aos espectadores: assim como os prisioneiros de guerra desta obra são versados em especialidades diferentes e unem esforços para criar um plano de escape, os galináceos também tem habilidades distintas e, apesar de conflitos internos e um certo ceticismo por parte das personagens mais rebeldes, elas também se juntam para arquitetar o escape. Ginger, assim como Big X (vivido por Richard Attenborough no longa de Sturges), é uma meticulosa e organizada líder cujo propósito já sólido sofre um desnivelamento na presença do irreverente Rocky (Mel Gibson), um ex-galo de circo egocêntrico que tem outros planos em mente – o equivalente ao personagem de Steve McQueen no drama de 1963.

O roteiro cuida para que a massificação, espectro imprescindível para a pesquisa psicossocial, não seja o mote principal, mas exista enquanto premissa para unir as galinhas em uma comunidade que, com a força coletiva em detrimento do individualismo, consigam superar os obstáculos e alcançar a glória – no caso, fugir para uma paradisíaca ilhota em que possam viver livres, longe das amarras e das grades de seus antigos “lares” e, mais do que isso, longe da temível Sra. Tweedy. Não é surpresa que cada construção arquetípica represente um medo escondido ou um temor subconsciente da nossa própria sociedade, movimentando-se da frustração à passividade, do conformismo ao pessimismo.

A Fuga das Galinhas continua com um legado vivo e como uma das maiores análises sociológicas da história do cinema, servindo inclusive como resiliente estrutura para diversos artigos científicos que ousem explorar as sutilezas dessa obra-prima. Guiado pela perfeição saudosista do stop-motion e pelo propositalmente exagerado viés artístico de sua equipe técnica (a mesma responsável pela joia Wallace e Gromit), reassistir à animação é um convite singelo a descobrir mais e mais detalhes inteligentes sobre sua criação – e também sobre nós mesmos.

‘O Mandaloriano’: 2ª temporada abre com 96% de aprovação no RT; Confira as críticas!

A 2ª temporada de ‘O Mandaloriano’ já estreou no Disneye parece que manteve o altíssimo nível da produção derivada do universo Star Wars.

No Rotten Tomatoes, o novo ano abriu com 96% de aprovação com nota 7.93/10 baseada em 26 reviews até o momento.

Confira:

“‘The Marshall’ faz tudo o que os melhores episódios da primeira temporada fizeram” – Exclaim!.

“A 2ª temporada tem um forte começo e consegue fazer o que parece impossível nestes dias – agradar a todos” – Beyond the Trailer.

A estreia nacional dos dois ciclos acontece no dia 17 de novembro.

De acordo com o Disney Insider, a Disney+ vai repetir a estratégia de lançamentos semanais durante a 2ª temporada de ‘O Mandaloriano‘, e a data de cada episódio foi divulgada por fontes ligadas à produção.

Sendo assim, o calendário de estreia ficou marcado para todas as sextas-feiras, a partir de 30 de outubro.

Confira:

Episódio 01 – 30 de outubro de 2020
Episódio 02 – 06 de novembro de 2020
Episódio 03 – 13 de novembro de 2020
Episódio 04 – 20 de novembro de 2020
Episódio 05 – 27 de novembro de 2020
Episódio 06 – 04 de dezembro de 2020
Episódio 07 – 11 de dezembro de 2020
Episódio 08 – 18 de dezembro de 2020

 

Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série se passa no mesmo universo da franquia ‘Star Wars‘.

A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.

O elenco conta com Pedro PascalGina CaranoGiancarlo EspositoEmily SwallowCarl WeathersOmid Abtahi, Nick Nolte e Werner Herzog.

‘Tudo por Ela’: Thriller japonês da Netflix ganha belíssimo cartaz oficial; Confira!

Netflix divulgou o cartaz oficial de ‘Tudo por Ela’, seu mais novo thriller psicológico japonês.

Confira, junto ao trailer:

O filme é dirigido por Ryuichi Hiroki, com roteiro assinado por Nami Sakkawa. A trama é baseada na série de mangás escrita por Ching Nakamura.

Rei é uma lésbica em seus vinte anos que, após descobrir que sua ex-colega de classe Nanae está sofrendo violência doméstica de seu marido, decide matá-lo e mostrar seu amor por ela. Nanae está cheia de desgosto e medo pelo assassinato, mas Rei aceita os resultados de sua decisão com o propósito único de salvá-la. Enquanto procuram amor uma na outra, as duas se veem lidando com emoções incompatíveis.

Kiko MizuharaHonami Sato estrelam.

‘Tudo por Ela’ estreia no dia 15 de abril.

Rowan Blanchard e Auli’i Cravalho vão estrelar novo romance adolescente LGBTQIA+

Segundo a VarietyRowan Blanchard (‘Expresso do Amanhã’) e Auli’i Cravalho (‘Moana’) irão estrelar o novo romance adolescente LGBTQIA+ do Hulu.

Ainda sem título oficial, sabe-se que Blanchard dará vida a Paige, uma aspirante à artista que se força para fora da zona de conforto quando é forçada a se juntar ao time de corrida capitaneado por uma paixão antiga – logo descobrindo o verdadeiro significado do amor ao se apaixonar por uma colega. Cravalho, por sua vez, será AJ, uma corredora elusiva que sempre viveu à sombra da irmã gêmea.

Sammi Cohen (‘Hollywood Darlings’) entra como diretora. Kirsten KingCasey Rackham assinam o roteiro.

Natasha LyonneMaya RudolphDanielle Renfrew entram como produtoras ao lado de Jeremy GarelickWill PhelpsRyan BennettAndrew MianoKatie NewmanMickey LiddellPete Shilaimon.

Britta RowingsDan BalgoyenMichael GlassmanMax Butler serão os produtores executivos.

Nenhuma outra informação foi divulgada.