Em entrevista ao QG, Michael B. Jordan (‘Pantera Negra’) declarou seu apoio ao ator Jonathan Majors, que enfrentou diversos problemas em sua carreira – e chegou a ser demitido da Marvel – após ter sido condenado por agressão e assédio de sua ex-namorada.
Enquanto reflete que foi “uma situação difícil” de testemunhar, Jordan afirma estar muito orgulhoso da resiliência de seu colega de profissão e a forma como ele lidou com a situação.
“Jonathan Majors está se saindo muito bem, ele acabou de ficar noivo. Tenho orgulho de sua resiliência e sua força no decorrer de tudo isso, e a forma como ele lidou com esses acontecimentos. Estou feliz que ele está bem. Esse é o meu garoto.”
Vale lembrar que Jonathan Majors finalmente retornará às telonas com o terror ‘Merciless‘, dirigido por Martin Villeneuve (‘Magic Mike’).
Na trama, quando a mulher que ele ama é tomada por uma força malévola, um talentoso interrogador da CIA está disposto a agir de forma ainda mais sombria para derrotá-la.
Frank Hannah (‘The Cooler – Quebrando a Banca’) assina o roteiro.
Ambientada no so sul da França, a trama segue CW, que vive uma vida tranquila e idílica com sua namorada Diane, escondendo uma obsessão sombria por assassinatos e roubo de identidade.
Durante uma viagem de aniversário, elas conhecem Charlotte, uma influenciadora ousada e sedutora cuja curiosidade rapidamente se torna invasiva. Quando CW age por um impulso violento, as consequências saem do controle e, à medida que Diane começa a suspeitar da verdade, a vida cuidadosamente construída por CW ameaça desmoronar.
Com 13 reviews publicadas até o momento, o suspense ‘A Última Casa‘ (The Last House) dividiu a opinião dos críticos com apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Apesar das ótimas performances de Wagner Moura e Greta Lee, o consenso geral afirma que o longa falha em desenvolver de forma bem-sucedida sua própria premissa.
Separamos os trechos das principais críticas:
“Embora as reviravoltas verdadeiramente imprevisíveis do roteiro ambicioso de Matthew Robinson mereçam admiração, e os atores Wagner Moura e Greta Lee se esforcem ao máximo para elevar o nível deste suspense produzido para a Netflix, as inúmeras surpresas de ‘A Última Casa’ não provocam o efeito esperado.” (Inverse)
“A trama tinha uma oportunidade fantástica de examinar a dinâmica de um grupo em desintegração e de levantar questões sobre os pecados coletivos da humanidade. No entanto, ‘A Última Casa’ segue na direção oposta sempre que é minimamente desafiado a usar o intelecto.” (The Federal)
“O filme estabelece tão bem as implicações práticas e os laços familiares que até mesmo os momentos de maior ação parecem plenamente merecidos.” (Mark Reviews Movies)
“O cara que dirigiu ‘O Irmão Espião’ e ‘Velozes e Furiosos 10’ não está muito preocupado com nuances humanas. Em vez disso, ele transforma ‘A Última Casa’ em um filme de monstros grosseiro que, por vezes, se torna uma experiência profundamente desagradável de assistir.” (Blu-ray.com)
“Embora não seja totalmente coerente, é um filme B de visual sofisticado que prende a atenção em alguns momentos; não chega a entediar, mas também nunca empolga de verdade.” (The Daily Beast)
“Infelizmente, além de cutucar o trauma residual da quarentena, a história esgota suas ideias muito rapidamente.” (NME)
“A premissa do longa parece forçada e seu desfecho se perde completamente. Por outro lado, a obra é apresentada com habilidade e conta com um elenco excepcionalmente bem escolhido, o que compensa a maioria das falhas evidentes.” (TheWrap)
“O roteiro jamais vai além da superfície de suas próprias ideias, deixando um território temático genuinamente rico — isolamento, dependência tecnológica, o custo real da segurança para uma família — quase inteiramente inexplorado.” (Movies We Texted About)
O longa já está disponível no serviço de streaming da Netflix.
Na trama, uma família fica presa em sua própria casa, sem ter como sair. Como se não bastasse, seus recursos estão acabando – e eles precisarão trabalhar juntos não apenas para sobreviver com o mínimo de produtos essenciais, e sim para enfrentar a ameaça misteriosa e mortal que os está mantendo encarcerados.
Dirigido por Louis Leterrier (‘Truque de Mestre’), o longa originalmente havia sido intitulado ‘11817′.
O elenco ainda conta com Riley Chung (‘Sunrise’), Emma Ho (‘The Expanse’), Noah Alexander Sosnowski (Seção 8 – Organização Secreta’) e Gabriel Barbosa (‘Segredos de um Escândalo’).
O roteiro é assinado por Matthew Robinson (‘Amor e Monstros’, ‘Dora e a Cidade Perdida’).
A atriz Lynda Carter se pronunciou a respeito das críticas que o cineasta James Cameron fez a respeito do blockbuster ‘Mulher Maravilha’.
Em uma publicação recente, a veterana pediu para o diretor parar de falar mal da produção, alegando que talvez ele não compreenda a dimensão do personagem.
Segundo ela:
“Ao James Cameron: Pare de falar mal de MM, sua pobre alma. Talvez você não compreenda a personagem e certamente eu entendo. Como todas as mulheres, somos muito mais que a soma de nossas partes. Seus golpes agressivos à brilhante diretora Patty Jenkins são imprudentes. Este filme foi pontual. Gal Gadot estava incrível. Eu sei, sr. Cameron, porque eu incorporei essa personagem por mais de 40 anos. Então pare”.
Em um passado recente, o diretor James Cameron detonou a produção e afirmou que o filme é um retrocesso para o feminismo.
“Os aplausos que Hollywood está dando para si mesma por causa de Mulher-Maravilha são um erro. Ela se tornou um ícone objetificado, para a mesma coisa que a Hollywood machista sempre fez. Não estou dizendo que não gostei do filme, mas achei ele um retrocesso para o feminismo. Sarah Connor [O Exterminador do Futuro] era um ícone, mas ela não era bonita: Ela era forte, perturbada e ganhou respeito do público por sua coragem”, afirmou.
A repentina saída de James Gunn da direção de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ tem gerado uma enorme repercussão entre personalidades e fãs da saga e o mais recente a se posicionar em relação à questão foi o astro Dave Bautista.
Por meio de sua conta oficial do Twitter, o intérprete de Drax criticou a demissão de Gunn, salientando que o diretor é um homem amável e cuidadoso com todos, que cometeu alguns erros no passado. Ele ainda disse que o cineasta não deveria ser punido pelas falhas que já cometeu.
Confira:
I will have more to say but for right now all I will say is this..@JamesGunn is one of the most loving,caring,good natured people I have ever met. He’s gentle and kind and cares deeply for people and animals. He’s made mistakes. We all have. Im NOT ok with what’s happening to him
“Eu terei mais a dizer, mas por hora tudo o que falarei é: James Gunn é uma das pessoas mais amorosas, cuidadosas e de boa natureza que eu já conheci na vida. Ele é meigo, gentil e se preocupa profundamente com as pessoas e os animais. Ele cometeu erros. Todos nós já cometemos. Eu não estou ok com o que está acontecendo com ele”.
Mediante a saída de Gunn da Marvel Studios, a empresa emitiu um comunicado:
“As atitudes e declarações ofensivas descobertas no feed do Twitter de James são indefensáveis e inconsistentes com os valores de nosso estúdio, e nós rompemos nosso relacionamento comercial com ele”, disse o presidente da Walt Disney Studios, Alan Horn, em comunicado.
O diretor James Gunn já havia compartilhado em seu Twitter imagem do roteiro de ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’, indicando que o mesmo já estava finalizado.
Novas informações devem surgir nos próximos minutos!
O segundo capítulo da nova temporada de ‘Big Little Lies‘ trouxe uma série de revelações, com segredos sendo descobertos e famílias começando a se ruir.
E a atriz Laura Dern foi um dos grandes destaques no episódio “Tell-Tale Hearts”, protagonizando cenas poderosas.
Uma delas foi divulgada pela HBO e traz um lado bem mais poderoso e agressivo da atriz, que promete entregar ainda mais até o final da temporada.
Assista:
Confira a prévia do próximo capítulo:
Nessa nova fase composta de sete episódios, as Monterey Five – Madeline (Reese Witherspoon), Celeste (Nicole Kidman), Jane (Shailene Woodley), Renata (Laura Dern) e Bonnie (Zoë Kravitz) – recebem a visita da sogra de Celeste, Mary Louise (Meryl Streep), que chega à cidade atrás de respostas sobre os acontecimentos que marcaram o final da última temporada.
O astro de comédiaKevin Hart quer ser um herói de ação na sua nova série metalinguística, ‘Die Hart‘, produzida para a plataforma de streaming Quibi. E a produção ganhou o seu primeiro e divertido trailer.
Confira:
Na trama, Hart interpreta uma versão fictícia de si mesmo que está disposta a fazer de tudo para sair do estigma de sidekick dos filmes de comédia e tentar se tornar um herói de ação, aos moldes de Dwayne Johnson e Vin Diesel. Para isso, ele vai encarar uma escola nada ortodoxa, que visa colocar suas habilidades à prova, a fim de transformar sua carreira. No entanto, o treinamento para se tornar uma figura de ação será mais penoso do que ele imaginava.
A plataforma Quibi foi lançada em abril deste ano e traz aos assinantes um diferencial em sua grade de programação. Suas séries originais são feitas em um formato compacto, com episódios curtos de cerca de 10 minutos de duração, para serem consumidos rapidamente.
A cantora Dua Lipa também estrelará a produção, fazendo a sua grande estreia como atriz.
‘Argylle‘ é baseado no homônimo romance de espionagem da autora Ellie Conway. Embora o livro ainda não tenha sido lançado, a história segue o “maior espião do mundo”, em uma aventura pelo mundo.
A franquia deve incluir pelo menos três filmes. O livro será lançado em 2022.
Jason Fuchs (‘Mulher Maravilha‘) assinará o roteiro, com Vaughn assumindo a cadeira de diretor. O cineasta é mais conhecido por seus trabalhos nas franquias de ‘Kingsman‘ e em ‘Kick-Ass‘.
Por meio de um comunicado oficial, Vaughn comemorou o novo projeto, demonstrando o seu entusiasmo pela trama.
“Quando li este rascunho do manuscrito, senti que era a franquia de espionagem mais incrível e original desde os livros de Ian Fleming dos anos 50. Isso vai reinventar o gênero de espionagem”.
‘Drop: Ameaça Anônima‘, novo filme do diretor Christopher Landon (‘A Morte te Dá Parabéns’), já está em exibição nos cinemas e a produção surpreendeu a crítica especializada internacional, conquistando 85% de aprovação nos Rotten Tomatoes.
Com mais de 100 avaliações, a produção foi elogiada por saber trabalhar seu suspense em um filme curto, sendo uma experiência divertida e que pouco exige da audiência.
O longa, que inicialmente abriu com 88% no agregador de reviews, também foi reconhecido por entregar o entretenimento que cumpre, ainda que não ofereça uma trama tão inovadora assim.
Confira as principais avaliações:
“‘Drop‘ faz jus ao seu conceito irresistível de ser um passeio divertido e imprevisível de 90 minutos”. – Ian Sandwell, Digital Spy
“Há algo generoso em um filme como ‘Drop‘, que não tem ego por trás nem ambição a não ser apertar esses botões e fazer o público gritar, se contorcer e se perguntar o que vai acontecer a seguir”. – Mick LaSalle, San Francisco Chronicle
“‘Drop‘ cumpre o que promete e ainda inclui uma excelente versão de ‘Baby Shark’ em piano”. – Moira MacDonald, Seattle Times
“‘Drop‘ é agradavelmente bobo e com pouco suspense”. – Jeannette Catsoulis, New York Times
“No seu melhor, porém, ‘Drop‘ atualiza o suspense de pequena escala e alto conceito que Hollywood tem mantido no modo avião há muito tempo”. – Matt Schimkowitz, AV Club
“‘Drop‘ é o tipo de exercício de suspense despretensioso que pega uma premissa absurda e trabalha todas as variações possíveis em 100 minutos simplificados”. – Ty Burr, Washington Post
“As regras do roteiro precisam ser confiáveis nessas coisas, ou simplesmente ficamos nervosos e entediados, o que infelizmente é o caso aqui”. – Tim Robey, Daily Telegraph (UK)
“É o equivalente cinematográfico do fast food – barato, fácil, incontroverso, descartável e facilmente disponível. Algumas horas depois de digerir, você pode até esquecer que comeu”. – Hannah Strong, Little White Lies
Na trama, Fahy interpreta Violet, uma mãe viúva em seu primeiro encontro em anos. Chegando no restaurante de luxo, ela fica aliviada ao ver que seu encontro, Henry (Brandon Sklenar), é mais charmoso e bonito do que ela esperava. Mas a química entre eles logo se transforma em tensão após ela começar a receber mensagens anônimas em seu telefone.
Ela é instruída a não contar a ninguém e seguir as instruções ou a figura encapuzada que ela vê nas câmeras de segurança de sua casa matará seu filho e sua irmã, que está servindo como babá. Violet deve fazer exatamente como instruído ou todos que ela ama irão morrer. Sua missão final? Matar Henry.
J.K. Simmons concedeu uma entrevista ao ET em que lembrou do seu famoso papel na franquia ‘Homem-Aranha’, o J. Jonah Jameson, e revelou que está aberto para retornar para o personagem algum dia se não estiver muito velho.
“Eu nunca digo nunca. Quero dizer, obviamente tive um momento incrível com Sam Raimi naqueles filmes, com Tobey Maguire e todo mundo. Foi uma época muito, muito incrível, e muito bom para minha vida e minha carreira, foi muito divertido. Se eu tivesse uma oportunidade de revisitar isso eu aceitaria… mas não sei, quão velho o Homem-Aranha teria que ser se o J. Jonah Jameson tem essa idade?”
Atualmente ele é o novo Comissário Gordon em ‘Liga da Justiça’.
Faltando uma semana para a aguardada estreia de ‘Liga da Justiça‘, e parece que a DC terá outro sucesso em suas mãos.
Segundo o The Wall Street Journal, eles participaram de uma exibição para a imprensa do filme e insinuaram que o longa é tão bom quanto ‘Mulher-Maravilha‘, o filme mais elogiado do Universo Estendido da DC até o momento.
‘Mulher-Maravilha‘ conquistou os fãs e estreou com 96% de aprovação no Rotten Tomatoes, e o site afirma que ‘Liga da Justiça‘ deve seguir o mesmo caminho.
A Warner está esperando as primeiras reações ao filme caírem na internet para liberar o embargo da imprensa, com medo de que a mídia ataque o filme como aconteceu com ‘Batman vs. Superman‘.
O site também sugere que ‘Liga da Justiça’ poderia ter um fim de semana de abertura heroico, arrecadando “mais de US$ 100 milhões” em sua estreia somente nos EUA.
Alimentado por sua fé restaurada na humanidade e inspirado pelo ato de altruísmo de Superman, Bruce Wayne busca a ajuda de sua nova aliada, Diana Prince, para encarar um inimigo ainda maior. Juntos, Batman e Mulher-Maravilha trabalham rapidamente para encontrar e recrutar um time de metahumanos para encarar essa ameaça recém-desperta. Mas apesar da formação dessa liga sem precedentes de heróis – Batman, Mulher-Maravilha, Aquaman, Ciborgue e Flash – talvez seja tarde demais para salvar o planeta de um ataque de proporções catastróficas.
‘Liga da Justiça’ tem estreia marcada para 15 de Novembro de 2017.
O ano de 2018 marca o 10º aniversário do Universo Cinematográfico da Marvel Studios, e hoje (10) foi divulgado um vídeo especial onde alguns de seus atores mais queridos agradecem aos fãs por todo o apoio ao longo dos anos. Assista:
A 20th Century Fox liberou um novo vídeo do reboot de ‘O Predador‘, mostrando dois predadores lutando entre si. Confira, com os demais trailers:
O longa ganhou uma alta classificação etária, para maiores de 18 anos, por causa de “violência gráfica, imagens sangrentas, linguagem e referências sexuais”.
Ano passado, o diretor Shane Black disse: “Classificação baixa é para medrosos. Espinhas sangram… muito.”
O filme será, ao mesmo tempo, uma sequência e um reboot da franquia original. O ator Jake Busey, viverá o personagem que será filho de Peter Keyes, personagem central do segundo filme interpretado por seu pai na vida real, Gary Busey. Essa relação de pai e filho será o elo de ligação entre os filmes.
Thunderbolts* chega aos cinemas nesta quinta-feira (1º), mas já contará com sessões disponíveis a partir desta quarta (30). Nós já assistimos o longa, que está sensacional! Pensando nisso, demos uns passos para trás e voltamos para as produções do Universo Cinematográfico Marvel que levaram à trama deste filme.
E como sabemos que o tempo é curto, separamos as produções em ‘Essenciais’ e ‘Opcionais’. Ou seja, listamos aquelas que você não pode deixar de assistir para entender o filme e outras que não devem afetar o entendimento, mas vão enriquecer sua experiência ao assistir Thunderbolts*. Confira!
Por incrível que pareça, o filme mais importante para assistir Thunderbolts* sem ficar boiando na história é Viúva Negra. Lançado em 2021, o longa causou muita polêmica de bastidores por ter sido lançado diretamente no streaming, já que os cinemas estavam fechados por conta da pandemia. A trama se passa entre Capitão América: Guerra Civil (2016) e Vingadores: Guerra Infinita (2018), e conta a história de Natasha Romanoff e sua família ‘de mentira’, formada pelos soviéticos como parte de seu treinamento. O longa introduz a irmã, Yelena Belova (Florence Pugh) e o pai, o Guardião Vermelho (David Harbour), uma versão soviética do Capitão América. E a grande ameaça é aTreinadora (Olga Kurylenko). Essas três personagens retornam em Thunderbolts* e são fundamentais para a trama.
Falcão e o Soldado Invernal
Se você ainda não assistiu Falcão e o Soldado Invernal, a hora é essa! Além da série ser espetacular, ela é importantíssima para os desdobramentos de Thunderbolts*. Ela dá prosseguimento ao final deVingadores: Ultimato (2019) e acompanha Sam Wilson(Anthony Mackie) no dilema entre aposentar o escudo do Capitão América ou dar continuidade ao legado de Steve Rogers (Chris Evans). O problema é que ele leva um golpe do governo americano, que não quer um homem negro como símbolo máximo do país, e decide repassar o escudo e o uniforme para John Walker (Wyatt Russell), um militar branco, loiro e completamente surtado pela pressão de encarnar o ícone máximo. Com seus delírios de grandeza, Walker toma uma série de ações imperdoáveis e vai manchando o legado do herói. Inconformados com a situação, Sam e Bucky (Sebastian Stan) partem atrás do rapaz para tomar o escudo de volta. Eles só não contavam que um carregamento com tentativas de recriar o Soro do Supersoldado fosse entrar em jogo. Além de Walker, a série também introduz a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que vai aprontar novamente neste filme, sendo peça chave para a trama.
Opcionais:
Homem-Formiga e a Vespa
Por mais que ninguém lembre deste filme, Homem-Formiga e a Vespa (2018) teve sua trama construída ao redor da história trágica de Ava Starr, a Fantasma (Hannah John-Kamen), uma mulher que passou a vida inteira sofrendo com a falha em um experimento físico que alterou sua densidade molecular. Com isso, ela é usada para praticar roubos, já que consegue atravessar paredes e pessoas, sendo praticamente intangível. No desenrolar da história, o Homem-Formiga e a Vespa cruzam o caminho dela e acabam enfrentando – e eventualmente ajudando – a coitada, que retorna em Thunderbolts* como uma coadjuvante de luxo.
Esse aqui entrou como opcional porque ainda está em cartaz em pouquíssimos cinemas pelo Brasil. E como ele só deve entrar no catálogo do Disney+ em 31 de maio, esse é um daqueles casos em que assistir o filme antes não será missão das mais fáceis. Por isso entrou como opcional, mas a verdade é que ele traz um arco muito importante que leva o Bucky diretamente para a trama de Thunderbolts*. No filme, Sam Wilson é o Capitão América há alguns anos. Aceito pelo público, ele segue combatendo os inimigos de forma internacional. No entanto, com a corrida pela exploração de um novo metal de origem alienígena, o Presidente Ross (Harrison Ford) convoca o Capitão para ajudá-lo em uma missão diplomática que vai terminar muito mal, já que ele foi secretamente transformado noHulk Vermelho.
Década de 1970. Enquanto o mundo vivia os ecos do Woodstock e a efervescência das discotecas com suas bocas de sino, o Brasil encarava o pior dos anos de chumbo, uma inflação alta e a ascensão do Tropicalismo e do rock nacional. Se no fim da década anterior centenas de mulheres haviam saído às ruas para queimar sutiãs pedindo por mais liberdade, nos anos 70 já era mais ok uma mulher usar calças. Neste cenário, desponta nas colunas sociais dos folhetins nacionais uma personagem, Ângela Diniz – jovem, bonita, rica, mãe, de família abastada, casada com um homem rico, oriunda de Minas Gerais e com apenas uma ideia fixa na cabeça: ser livre. Acontece que o país, a sociedade, não estavam preparados para ela, e da mesma forma como surgiu nas páginas dos jornais tal qual um meteoro de frescor juvenil, na mesma velocidade teve sua luz apagada por um crime brutal, até hoje lembrado pelas cidades em que passou e pelo judiciário nacional. É a história dessa mulher que queria o direito de viver que é contada em ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’, minissérie ficcional disponível na HBO Max e que teve exibição prévia no Festival do Rio esse ano.
Ângela (Marjorie Estiano) é uma mãe apaixonada pela filha, Mariana (Maria Volpe). E também é apaixonada pela vida, pela própria liberdade, por isso está decidida a se separar do marido, Milton (Thelmo Fernandes) e ir morar no Rio de Janeiro com a guarda da filha. Acontece que a sociedade e a justiça da época não permitiam que mulheres sem marido vivessem tranquilamente, que dirá cuidando de uma criança. Por isso, Ângela trava uma incrível batalha moral sem fim: por um lado, por estar solteira, queria e se via no direito de aproveitar a vida como bem entendesse, sem dar satisfações a ninguém; por outro, sentia a pressão de se encaixar nos moldes da mulher-mãe-padrão para, assim, poder ficar com a própria filha. Entre festas, drinks e experimentações, Ângela acaba conhecendo Doca Street (Emilio Dantas), que mais tarde viria a ser seu algoz, ceifando a vida da socialite.
‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’ tem grande valor de produção, observado em todos os departamentos. O figurino dedicado, que produz desde os biquinis mais singelos aos vestidos sensuais usados pela protagonista dialogam com a caracterização do elenco, atento ao que estava em vigor naquela década. É de encher os olhos as locações escolhidas (mansões de arquitetura refinada, apartamentos amplos, fachadas deslumbrantes), o desfile de carros de época, a quantidade de figurantes, o elenco contratado.
Marjorie Estiano está excelente no papel – mas isso não é exatamente uma surpresa, já que é uma das melhores atrizes do país. Mesmo não sumindo nas características estéticas da biografada, Marjorie entrega vigor e personalidade à sua maneira, conquistando o espectador mesmo nas cenas mais fúteis da personagem. Vê-la é hipnotizante.
Dividida em seis episódios de aproximadamente cinquenta minutos cada, o roteiro de Pedro Perazzo, Elena Soarez e Thais Tavares começa com o julgamento de Doca, entregando o “final” da história – demostrando, logo de início, que o objetivo da produção é chegar neste ponto, propondo quem efetivamente deveria ser julgado pelos acontecimentos: o assassino, não a vítima. Entretanto, a recorrência com que os episódios intercalam momentos do tribunal não só antecipam as cenas (quando o julgamento acontece, parte das melhores falas nós já assistimos antes) como quebram o ritmo da trama, uma vez que a vida da biografada é superintensa, mas os episódios começam com o tribunal.
Dirigida por Andrucha Waddington e produzida pela Conspiração, ‘Ângela Diniz: Assassinada e Condenada’ traça um diálogo entre o crime ocorrido em 1976 e o hoje, quando apenas recentemente a justificativa de matar uma mulher para salvaguardar a própria honra foi abolida da justiça, mostrando o quão pouco avançamos na proteção das mulheres e quão enraizado é o machismo estrutural da sociedade brasileira. Ângela Diniz morreu por ser mulher, e hoje já podemos dar um nome a esse crime: feminicídio.
A décima temporada de ‘The Walking Dead’ irá revelar mais detalhes por trás da líder dos Sussurradores, Alpha (Samantha Morton) e seu braço-direito Beta (Ryan Hurst), além de aprofundar mais o relacionamento dos dois personagens.
“Temos essa cara gigante que a segue por todo lugar como um psicopata, mas por que ele faz isso?”, Hurst disse durante o painel da Walker Stalker Con London.
“Não posso falar muito, mas o que eu amo sobre o show é que ele demora para trazer respostas. No momento que você pensa que vai descobrir algo, eles já mudam para outra trama e te colocam em algo cheio de novos ganchos”, ele acrescentou. “Na próxima temporada, eu e [a showrunner] Angela Kang pensamos em explorar mais sobre a relação [de Alpha e Beta] e conseguir mais respostas. É o que posso dizer por enquanto”.
Segundo o site Deadline, a AMC decidiu renovar sua nova série documental intitulada ‘Eli Roth’s History of Horror’ para a 2ª temporada!
“Estou muito animado a continuar essa histórica produção com a AMC”, Roth comentou em uma declaração oficial. “Na primeira temporada, tivemos conversas incríveis com criadores fantásticos do gênero, que realmente ajudaram os fãs ao redor do mundo a apreciar o terror através de uma nova perspectiva. Estamos ansiosos de mergulhar ainda mais fundo com a segunda temporada”.
As informações indicam também que o próximo ciclo será formado por seis episódios e vai contar a história de “bruxas, monstros terríveis e jovens malditos”.
A Netflixdivulgou três novas imagens promocionais de ‘Hollywood’, série de Ryan Murphy que estreia amanhã, 01 de maio, na plataforma.
Confira:
No Rotten Tomatoes, a série abriu com apenas 44% de aprovação, com nota 5.43/10 baseada em 16 reviews (até o momento).
Confira algumas das críticas abaixo:
“Todas as boas intenções acrescentam a um show tão interessado em seguir adiante com Hollywood quanto sua condescendência” – IndieWire.
“Para ser tão ultrajante quanto Henry Willson: é muito ruim!” – Entertainment Weekly.
“Murphy, Brennan e os outros roteiristas entregam deliciosos diálogos para a maior parte do elenco, que claramente está se divertindo” – Oregonian.
“Eventualmente, ‘Hollywood’ erra na parte dos sonhos, mas quem não gosta de sonhar sobre um mundo melhor que o que temos” – Rolling Stone.
“O resultado é um show-Frankenstein que faria jus ao velho universo monstro, tropeçando pelas convoluções da história com grande propósito – mas pouco a se dizer” – Variety.
A trama se passa depois da queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem. A narrativa segue a jornada de um artilheiro solitário nos confins da galáxia, longe da autoridade da Nova República.
‘Lilo e Stitch’ continua como uma das animações mais adoradas e subestimadas do panteão Walt Disney e, durante a Funko Fair 2021, o longa-metragem ganhou colecionáveis Funko Pop adoráveis e variados.
A nova linha inclui edições especiais – incluindo Stitch em um veículo-foguete e Lilo ao lado de Buddy e Pudge Pop (isso sem mencionar Stitch com um ukulele). As figuras podem ser adquiridas em pré-venda no Walmart ou no Entertainment Earth.
Lembrando que ‘Lilo e Stitch’ ganhará um remake em live-action pela Casa Mouse através de Jon M. Chu (‘Podres de Ricos’).
O site DisInsider afirmou que o lançamento será feito diretamente na plataforma de streaming Disney+, assim como o estúdio fez com o remake de ‘A Dama e o Vagabundo‘.
Dan Lin e Jonathan Eirich, que trabalharam no remake de ‘Aladdin‘, vão produzir. A nova versão será um híbrido de live-action e CGI.
Na obra original, Lilo é uma garota que adora cuidar de animais menos favorecidos e tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes. Até que, em um belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch, um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Agora, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, ficando amigo de Lilo.
Através do Instagram, o astro Jeffrey Wright, que interpreta Bernard Lowe na aclamada e premiada série ‘Westworld’, anunciou que retornou aos estúdios da HBO para as gravações da 4ª temporada da obra.
Lembrando que ainda não há previsão de estreia ou detalhes revelados do próximo ciclo.
Criada por Jonathan Nolan e Lisa Joy, a série é baseada no filme homônimo lançado em 1973.
Westworld é um parque temático futurístico para adultos, dedicado à diversão dos ricos. Um espaço que reproduz o Velho Oeste, povoado por androides – os anfitriões –, para acreditarem que são humanos e vivem no mundo real. Lá, os clientes podem fazer o que quiserem, sem obedecer a regras ou leis. No entanto, quando uma atualização no sistema das máquinas dá errado, os seus comportamentos começam a sugerir uma nova ameaça, à medida que a consciência artificial dá origem à “evolução do pecado”.
Max Mercer é um garoto levado e inventivo que foi esquecido em casa enquanto sua família viajava para o Japão para as festas de fim de ano. Então, quando um casal, tentando recuperar uma relíquia de família com valor inestimável, volta sua atenção para a casa da família Mercer, cabe a Max protegê-la dos invasores… e ele fará o que for preciso para mantê-los fora. Com travessuras hilárias de proporções épicas garantidas, Max percebe que realmente não há lugar melhor que nosso lar.
A 2ª temporada de ‘Bridgerton’ finalmente chegou ao catálogo da Netflix e já vem conquistando o público ao redor do mundo.
Para promover o novo ciclo, a gigante do streaming divulgou um vídeo de bastidores que explora como foram feitas as cenas do jogo de bola (pall mall) da 2ª temporada, um dos jogos mais adorados pela família titular.
Confira:
No Rotten Tomatoes, a nova iteração conquistou 79% de aprovação, com nota 7.20/10 baseada em 61 reviews.
Confira os principais comentários abaixo:
“Por mais frustrante que seja a história de amor principal, os atores a interpretam de forma muito, muito boa” – Variety.
“Uma nova temporada que faz a anterior fugir da memória” – Mashable.
“A 2ª temporada traz novos dramas, novos interesses românticos e uma nova temporada de relacionamentos, mas não chega aos pés do entretenimento da iteração anterior” – Mama’s Geeky.
“A nova temporada deixa de lado o apreço refrescante e o ritmo envolvente da primeira iteração” – TheWrap.
Seguindo as ordens extraoficiais da Rainha, aqui está o trailer da 2ª temporada de Bridgerton. Preparem-se para o evento do ano. 🐝 pic.twitter.com/2CwwQjYXDK
Ashley será Kate Sharma, interesse romântico de Anthony; Chandran será Edwina Sharma, irmã mais nova de Kate; Conn será Mary Sharma, mãe de Kate; Lynch será Theo Sharpe; e Young dará vida a um personagem chamado Jack.
O gênero zumbi já dá as caras desde a Era de Ouro do cinema hollywoodiano, construindo-se gradativamente a partir da década de 1940 com clássicas narrativas em que um cientista louco reanimava cadáveres e, sem pensar nas consequências, acabava por criar um gigantesco perigo para todos. Desde então, os famosos mortos-vivos ganharam inúmeras produções em que insurgiam como o principal antagonista, normalmente dentro de um escopo pós-apocalíptico em que um vírus mutante se espalhava em um estalar de dedos pelos sete continentes, dizimando a população mundial e deixando os sobreviventes à flor da pele para se manterem vivos e não fadarem ao trágico destino que seus companheiros tiveram.
É claro que, apesar de algumas produções serem forçadas demais – como a franquia ‘Resident Evil’, que pode ser vista mais como uma ode às habilidades de luta de Milla Jovovich do que uma convincente e aprazível trama -, alguns desses filmes em questão realmente promoveram uma revitalização do gênero, afastando-se de convencionalismos saturados em prol de uma história nova, mais puxada para o melodrama social ou para a comédia pastelão. ‘A Noite dos Mortos Vivos’, clássico do final da década de 1960, inspirou diversas obras, incluindo o recente ‘Guerra Mundial Z’, além de ter aberto portas para criações inusitadas – como ‘Todo Mundo Quase Morto’, que misturou diversos suis-generis para um único prospecto cênico e acabou se tornando um sucesso da crítica.
É a partir disso que ‘Zumbilândia’ conseguiu terreno. Seguindo os passos de construções predecessoras, o pano de fundo já nos é conhecido e está presente em praticamente todas as cenas – mas o que importa aqui não são os zumbis, por assim dizer, e sim os protagonistas. E mais que isso, até mesmo os respaldos cômicos, influência das dramédias televisivas dos anos 2000, ganham uma repaginação interessante, colocando Jesse Eisenberg como o narrador de uma espécie de podcast. Ao dar a vida à Columbus (que não necessariamente é seu verdadeiro nome, mas sim o lugar ao qual deseja ir), ele ganha uma divertida onisciência que o permite abrir certos parênteses em meio às sequências principais, viajando no tempo e no espaço para fornecer breves explicações sobre o que realmente está acontecendo – bem como para nos introduzir a seus companheiros de guerra.
Columbus é um jovem nerd que sobreviveu ao levante dos mortos graças a um meticuloso plano, que o força a seguir certos procedimentos autoprotetores. A princípio, ele exala um ar de egoísmo abrandado, visto que faria de tudo para se manter vivo; as coisas começam a mudar de cenário quando ele cruza caminhos com o ácido Tallahassee (Woody Harrelson), cuja caracterização visual remonta a um proposital estereótipo do homem do interior, desde o forte sotaque sulista até as roupas de couro e as infindas armas que esconde no porta-malas. Porém, apesar dos extremismos cênicos, mergulhar de cabeça nessa narrativa e permitir a si mesmo conhecer personagens profundos, com medos, traumas e receios quanto a confiar em desconhecidos e ao caótico mundo em que agora são obrigados a viver.
Pouco depois, a dupla conhece outras duas personagens: Wichita (Emma Stone) e Little Rock (Abigail Breslin), irmãs golpistas que também trilham seu caminho para um destino em questão, um parque de diversões localizado na Califórnia. Ambas acabam planejando uma armadilha para Tallahassee e Columbus, mas voltam a reencontrá-los em uma situação complicada e, a partir disso, começam a constituir a família mais bizarra do cinema contemporâneo. Eventualmente, o roteiro de Rhett Reesee Paul Wernick, já conhecido por incrementar histórias formulaicas com o melhor do inesperado, faz alusões a tour-de-force tragicômicos familiares, levando-os de um lugar para o outro à medida em que amadurecem – mas nunca deixando de utilizar suas invejáveis habilidades para lutar contra os inimigos ou extravasar a constante adrenalina em, digamos, uma loja abandonada.
É interessante perceber de que forma o diretor Ruben Fleischer também constrói sua própria identidade dentro desse escopo fílmico – e mais interessante ainda notar como ele se levaria à própria ruína anos depois com o lançamento de ‘Venom’, um forçadíssimo trash que não serve nem mesmo para agradar aos fãs do gênero. Suas investidas artísticas e técnicas em nenhum momento sofrem com fórmulas, preferindo buscar por algo natural e fluido. Não é surpresa que cada nova entrada é sutilmente prevista pela voz do narrador, e mesmo assim não entrega todas as surpresas do longa, cultivando o elemento imprevisível e os obrigatórios jump-scares, que também funcionam em uma completude incrível.
Não podemos deixar de comentar certos deslizes que quebram o dinamismo apresentado ao público desde o começo – e não, não me refiro aos flashbacks ou explicações que invadem a cronologia do filme, mas sim de certas escolhas que, mesmo com a intenção de aumentar o suspense, a angústia e o drama que antecede o clímax final e já nos insere na conclusão, pareceram artificiais demais. Afinal, ainda que estejamos lidando com uma obra ficcional pós-apocalíptica, a verossimilhança tem um poder inenarrável para nos convencer de que aquilo é verdade – e a sequência no parque de diversões, por mais compreensível que seja, soa como algo juntado às pressas. É claro que isso não tira o brilho da obra; porém, os momentâneos equívocos não passam despercebidos.
‘Zumbilândia’ é uma ótima e aprazível narrativa recheado com incrível potencial para as investidas futuras. Porém, ainda que sirva como uma revitalizada porta de entrada, ela não permanece na zona de conforto e transforma a si mesma em uma híbrida e divertida construção cinematográfica que faz alusão a diversos clássicos do cinema – e tudo isso sem perder sua originalidade.
A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.
Na trama, enquanto humanos se transformam em monstros e tocam o terror, um adolescente problemático e seus vizinhos tentam sobreviver – e manter suas humanidades.
Criada por Lee Eung-Bok, a série é uma adaptação do homônimo Webtoon.
Com pouquíssimas informações reveladas, sabe-se que a trama acompanha dois reparadores profissionais que são contratados para o mesmo trabalho. A produção chega aos cinemas norte-americanos no dia 20 de setembro de 2024.
A Max Brasil divulgou a lista completa com seus lançamentos para novembro de 2024.
Os destaques fílmicos ficam para a aguardada estreia de ‘Guerra Civil’, aclamado filme estrelado por Kirsten Dunst e Wagner Moura, bem como a elogiada sequência ‘Twisters’.
Já no catálogo seriado, temos o lançamento da 1ª temporada de ‘Como Água para Chocolate’, baseada no icônico filme mexicano homônimo de 1992; a 1ª temporada de ‘Duna: A Profecia’, spin-off da saga cinematográfica ‘Duna’; o reality culinário ‘Harry Potter: Bruxos da Confeitaria’; e a 3ª temporada da comédia ‘A Vida Sexual das Universitárias’.
Como se não bastasse, os lançamentos incluem novos episódios de ‘A Franquia’, ‘Pinguim’, ‘Georgie e Mandy – Seu Primeiro Casamento’, ‘Os Jovens Titãs em Ação‘ e muito mais!
Confira a lista completa abaixo:
SÉRIES
ESTREIAS
03/11 – Largados e Pelados: A Competição – 2ª Temporada
Segundo o Deadline, Christopher Gorham (‘O Poder e a Lei’) foi escalado em caráter convidado para o elenco de ‘Georgie e Mandy: Seu Primeiro Casamento’ (‘Georgie & Mandy’s First Marriage’), spin-off de ‘Young Sheldon’.
Gorham dará vida a Scott, o novo chefe de Mandy (Emily Osment), cuja história romântica começa a complicar a vida dela.
O astro aparecerá nos dois últimos episódios da temporada de estreia, que vão ao ar em 14 de maio.
Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada pela CBS. No Brasil, a produção está disponível no catálogo do Max.
Estrelada por Montana Jordan e Emily Osment, a trama acompanha o casal titular conforme cria sua jovem família no Texas e enfrenta os desafios da vida adulta, da paternidade e do casamento.
Através das redes sociais, foram divulgadas novas imagens do set de gravações de ‘Cara-de-Barro’, novo filme do DCU que traz Mike Flanagan à cadeira de direção.
E, nas fotos inéditas, é possível ver um membro da equipe técnica ostentando uma jaqueta promocional de outro longa-metragem do panteão super-heroico: ‘Supergirl’.
No material abaixo, a vestimenta está estampada com o logo oficial do filme estrelado por Milly Alcock, oferecendo um vislumbre diferente para os fãs.
Anteriormente, James Gunn, cofundador do DCU, falou recentemente sobre ‘Supergirl’, detalhando a versão da heroína que chegará aos cinemas em breve.
Segundo o ComicBookMovie, Gunn explicou que a heroína será um pouco “bagunçada” devido ao fato de ter crescido em um ambiente muito menos estável que Clark Kent.
“Quando assumi esse cargo, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ [a graphic novel que inspirou o filme de 2026] foi, tipo, a prioridade número um para mim entre as coisas que eu sabia que queria fazer. Ana Nogueira mandou muito bem no roteiro desde o começo, e enxergou o mesmo que eu vi sobre como a HQ poderia ser adaptada para o cinema, onde a Supergirl é ainda mais dura no filme do que na própria HQ, eu diria”, afirmou.
Gunn diferenciou o tom de ‘Supergirl’ do de ‘Superman’: “Lembre-se: esse é um filme diferente de ‘Superman’. ‘Supergirl’ é um filme muito mais rock & roll. É um pouco mais cru, de certa forma. Ela é uma personagem mais durona. Ela não é o Superman, nem de longe. Então, não é a mesma coisa. Este filme (‘Superman’) realmente é para todo mundo. E Supergirl também é, mas tem um pouco mais de atitude, digamos assim”.
O cineasta também expressou sua empolgação com o progresso do filme: “Só para constar, eu vi todos os diários de filmagem, mas ainda não vi o corte final. Acho que vou ver na semana que vem. Estou bem empolgado com isso”.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
Milly Alcock protagoniza o longa-metragem como a heroína titular. Eve Ridley (Ruthye), Matthias Schoenaerts (Krem), David Krumholtz (Zor-El) e Emily Beecham (Alura In-Ze) também integram o elenco.
No ano passado, o CEO da Carnival, Gareth Neame, comentou sobre a nova fase da série. Ele explicou que, apesar de a primeira temporada ter se afastado da trama original, ela manteve a “mesma dinâmica entre o caçador e o caçado”e fez diversas referências ao filme.
Para os novos episódios, que começarão a ser produzidos nos próximos meses, Neame afirmou que a equipe ainda tem “muitos elementos do romance [de Forsyth] que não utilizamos na primeira temporada”e que serão explorados agora.
“Esperamos que seja mais uma produção luxuosa, com direção elegante, atuações de alto nível e um thriller cheio de reviravoltas e adrenalina”, disse Neame, elevando as expectativas para o retorno da série.
Na trama, um assassino implacável, conhecido como Chacal (Redmayne), vive de realizar assassinatos por altíssimas taxas. Após sua última missão, ele se depara com uma astuta oficial de inteligência britânica (Lynch), que começa a rastreá-lo em uma emocionante perseguição de gato e rato pela Europa, deixando destruição por onde passa”
Em entrevista para o site JOE, o compositor Danny Elfman, responsável pela trilha sonora de ‘Os Fantasmas se Divertem’ (‘Beetlejuice‘), foi questionado se toparia voltar a trabalhar em uma possível sequência.
Em reposta, Elfman disse que acha difícil um novo filme acontecer, mas revelou que Michael Keaton, intérprete do fantasma Besouro Suco (Betelgeuse), está torcendo para reprisar o papel mais uma vez.
“Para ser sincero, Tim Burton [ o diretor] não mencionou nada disso para mim, então acho difícil acontecer. Quem me falou sobre uma sequência foi [Michael] Keaton, há um ano… Ele quer muito retornar, mas quando conversamos, pareceu mais uma pergunta do que uma afirmação, ele disse: ‘Então, estamos fazendo mesmo a sequência de Os Fantasmas se Divertem?’ Bom, foi a única vez que alguém me falou sobre isso.”
Mesmo assim, Elfman deixou claro que tudo pode acontecer, pois Burton sempre está trabalhando em mais de um filme ao mesmo tempo e adora ‘Os Fantasmas se Divertem‘.
“Burton tem alguns projetos em desenvolvimento há um bom tempo. Então, quem sabe? Sempre sou o último a saber das coisas, essa é a verdade.”, brincou o compositor. “De repente, ele chega para mim e diz: ‘Elfman, estou fazendo esse e aquele filme, quer compor algo para mim?’
Lançado em 1988, ‘Os Fantasmas se Divertem’ acabou se tornando um clássico do Halloween, e um dos filmes mais marcantes da carreira de Keaton.
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