Em uma publicação em sua conta do Twitter, a diretora desconsiderou a opinião do colega de profissão, alegando que seu posicionamento não é surpreendente, considerando que ele não é uma mulher e não entende como elas se sentem.
Segundo Jenkins, ser uma mulher poderosa não significa apenas sobressair situações terríveis e dramáticas:
“A inabilidade de James Cameron em entender o que é a ‘Mulher-Maravilha’ e o que representa para mulheres de todo mundo não é surpreendente. Pois embora ele seja um grande cineasta, ele não é uma mulher. Mulheres fortes são incríveis. Seu elogio para o meu filme ‘Monster – Desejo Assassino’ e o nosso retrato de uma mulher forte, ainda que ela tenha sido maltratada, foi de muito bom grado. Mas se as mulheres precisam ser sempre duronas e problemáticas para serem fortes e não somos livres para sermos multidimensionais ou celebrar um ícone das mulheres de todas as partes porque ela é atraente e amável, então nós não avançamos tanto assim. Eu acredito que as mulheres podem e devem ser tudo, exatamente como protagonistas masculinos também deveriam ser. Não existe o tipo certo ou errado de mulher poderosa. E a massifica audiência feminina que fez o filme ser o sucesso que é pode – sem sombra de dúvidas – escolher como julgar suas próprias ícones do progresso”.
O diretor James Cameron detonou a produção e afirmou que o filme é um retrocesso para o feminismo.
“Os aplausos que Hollywood está dando para si mesma por causa de Mulher-Maravilha são um erro. Ela se tornou um ícone objetificado, para a mesma coisa que a Hollywood machista sempre fez. Não estou dizendo que não gostei do filme, mas achei ele um retrocesso para o feminismo. Sarah Connor [O Exterminador do Futuro] era um ícone, mas ela não era bonita: Ela era forte, perturbada e ganhou respeito do público por sua coragem”, afirmou.
Mais um painel foi confirmado naSan Diego Comic-Con. Conforme anunciado pela atriz Jamie Lee Curtis, em sua conta oficial do Twitter, a sequência de ‘Halloween‘ participará do evento, com toda sua estrutura no famoso Hall H.
“Uma equipe britânica de documentaristas vem aos Estados Unidos para visitar Michael Myers na prisão, na intenção de relatar os acontecimentos da noite de terror do maníaco ocorrida há 40 anos, mas seu projeto se torna ainda mais interessante quando Myers escapa, recolhe sua máscara e procura se vingar de Laurie (Jamie Lee Curtis), deixando uma trilha de corpos pelo caminho. Nas décadas que se seguiram, Laurie se preparou para o retorno inevitável de Michael, para proteger principalmente sua filha Karen (Judy Greer) e sua neta Allyson (Andi Matichak).”
Os fãs de ‘Shazam!‘ não precisarão esperar muito para conferir o longa novamente, no aconchego de casa. A versões em Blu-ray e digital já ganharam data de lançamento e está mais próxima do que se esperava.
A produção estará disponível no formato digital daqui há cinco semanas, mais precisamente no dia 02 de julho. Já o Blu-ray poderá ser adquirido a partir do dia 16 do mesmo mês.
E em se tratando dos extras presentes, o público poderá conferir alguns erros de gravações, além de cenas inéditas, deletadas do corte final. Além disso, o Blu-ray trará exclusivos quadrinhos em movimento de ‘Shazam!‘, bem como as atrações “The Magical World of Shazam”, ‘Super Fun Zac”, Carnival Scene Study, Shazamily Values” e “Shazamily Values”.
O filme foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 350 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.
Os fãs da popular série ‘Doctor Who‘ têm motivos de sobra para comemorar. Segundo a atriz Mandip Gill, o tradicional especial de Natal já está gravado. A informação foi revelada durante uma entrevista à revista EW.
Disse:
“Nós já temos um especial festival. Acontece que fomos muito sortudos e o encaixamos na produção, então isso será bem animador”.
Confira o trailer da 12ª temporada, encerrada em março deste ano:
A 12ª temporada de ‘Doctor Who’ introduziu um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.
Com a estreia de ‘Velozes e Furiosos 9‘ cada vez mais próxima, o astro Vin Diesel decidiu dedicar um momento para homenagear seu grande amigo e colega de elenco, Paul Walker – que faleceu em um terrível acidente de carro, em 30 de novembro de 2013.
Por meio de sua conta oficial do Instagram, o ator compartilhou uma antiga imagem dos bastidores do primeiro longa, que traz a dupla de amigos descontraída, entre sorrisos. Na ocasião da publicação, Diesel ainda refletiu sobre sua extensa amizade com Walker.
Confira:
“Semanas de distância da estreia de F9….em pré-produção para o último filme, que começa em alguns meses, Meadow Walker me manda essa foto e me diz o quão feliz essa imagem lhe faz sentir. Naturalmente, eu fiquei cheio de emoções, propósito e gratidão. Irmandade eterna é uma benção para além das palavras. Espero te deixar orgulhoso…Todo amor, sempre”.
O filme teve sua estreia antecipada de 22 de julho para 24 de Junho.
Vale destacar que ‘Velozes e Furiosos 9‘ é o primeiro filme hollywoodiano desde ‘Vingadores: Ultimato‘ a estrear com mais de US$ 100 milhões na China.
Além disso, o forte desempenho da sequência nas bilheterias fez a franquia ultrapassar a marca dos US$ 6 bilhões em arrecadação global.
Confira as primeiras críticas do filme:
“Aqueles que já estão imersos na tradição da franquia irão apreciar o cuidado de ‘Velozes e Furiosos 9’ com os personagens secundários – incluindo alguns cujo retorno à narrativa certamente trará aplausos em cinemas lotados. Mas parte desse fan service acaba parecendo forçado. De qualquer forma, o filme nos dá a impressão de que a franquia já perdeu sua criatividade e singularidade.” – Screen Daily.
“Como no último filme de Lin, o decepcionante ‘Star Trek: Sem Fronteiras‘, o diretor adota uma abordagem de quantidade em no lugar da qualidade, tem mais ação, mais subtramas e muitos personagens na mistura. Mais do que qualquer filme precisa. Ainda assim, o ‘Velozes e Furiosos 9‘ deixa uma sensação de que faltou algo. A estratégia maximalista não dá espaço para que a trama desenvolva a relação entre Dom e seu irmão.” – The Hollywood Reporter.
“Às vezes, quando você menos espera, uma franquia de sucesso se transforma essencialmente em algo diferente. Com o tempo, ‘Missão Impossível‘ se tornou parecida com ‘007‘, e ‘Velozes e Furiosos‘ se tornou ‘Missão Impossível‘. Mas ‘Velozes e Furiosos 9‘ não é construído em torno de uma missão emocionante. É construído em torno de Vin Diesel e John Cena vivenciando a angústia sobre o passado dos irmãos Toretto. O enredo da família ‘funciona’ (mesmo que você esteja ciente de como o personagem de Cena é mal escrito), mas não é suficente para sustentar o filme; é mais como uma desculpa. A verdade é esta franquia não precisava de mais ‘emoção’. – Variety.
“Este é, de longe, o maior, mais selvagem e desafiador da franquia ‘Velozes e Furiosos‘ (uma cena no final com certeza vai fazer você ficar de boca aberta com a estúpida audácia de alguns personagens), a direção de [Justin] Lin e o roteiro de Daniel Casey é capaz de alavancar a ação a níveis ridiculamente satisfatórios e tudo isso é compensado quando nos profundamos no personagem de Dom, em um nível mais pessoal do que a franquia jamais conseguiu antes.” – IndieWire
“Para o público que deseja retornar aos cinemas em 2021 com um espetáculo grande, barulhento e empolgante, ‘Velozes e Furiosos 9‘ faz os carros andarem rápido, pularem alto e geralmente fazerem o impossível. É extremamente fantasioso, sim, mas também é ridiculamente estimulante se você precisar de um passatempo.” – The Wrap.
Assista ao trailer em versão dublada e legendada:
Dominic Toretto (Vin Diesel) sempre viveu a toda velocidade. Após a perda do melhor amigo e a descoberta do filho, ele reduziu o ritmo de vida, ao lado de Letty (Michelle Rodriguez). Mas não é fácil viver o presente quando o passado acelera em sua direção. E é o que acontece quando Dom reencontra seu irmão Jacob Toretto (John Cena), que é estimulado por Cypher (Charlize Theron) e Magdalene Shaw (Helen Mirren) a executar um plano de vingança. É hora de Dom reunir a irmã Mia (Jordana Brewster) e a família de fiéis amigos, como Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris) e Han (Sung Kang).
Dirigido por Justin Lin, o filme também conta com Finn Cole, Anna Sawai, Vinnie Bennett e Michael Rooker.
Elizabeth Olsen possui uma carreira admirável em Hollywood, mas muito antes dela sequer ascender ao estrelato, suas irmãs gêmeas Mary-Kate e Ashley Olsen já eram as maiores estrelas mirins da indústria do entretenimento, com filmes, séries e uma coletânea de produtos com seu nome.
E em uma recente entrevista ao programa Today with Jenna and Friends, Elizabeth refletiu sobre como foi crescer em uma família grande, à medida em que testemunhava as talentosas gêmeas conquistarem o mundo com sucessos como ‘No Pique de Nova York‘, ‘Férias em Roma‘, ‘Passaporte Para Paris‘, ‘Como Arranjar uma Namorada Pro Papai‘ e ‘Ataque ou Defesa‘.
“Eu sou uma entre seis. Eu amei [crescer assim], especialmente por ser a bebê. Eu amava”.
A atriz ponderou sobre como admira suas irmãs gêmeas e a forma como elas têm trabalhado juntas desde a infância:
“Eu também realmente admiro a parceria que elas possuem e não compito com isso. É algo diferente. É algo realmente interessante de acomopanhar. Eu admiro. É uma conexão diferente”.
Elizabeth Olsen construiu sua carreira na indústria cinematográfica de forma independente e com seu talento conquistou o papel de Feiticeira Escarlate no MCU, a ponto de protagonizar sua própria série derivada, a elogiada ‘WandaVision‘.
Recentemente, a atriz falou sobre a possibilidade de seu retorno para ‘Vingadores: Apocalipse’. Contrariando as teorias de fãs, ela descartou a participação de sua personagem.
Em entrevista ao The Hollywood Reporter, Olsen revelou seus compromissos futuros: “Não, já estou de volta [aos Estados Unidos]. Acabei de terminar [Panic Carefully]. Estou seguindo para filmar um piloto para o FX [chamado Seven Sisters]”.
O filme, que estreou no Festival de Toronto deste ano, foi dirigido por Haifaa Al-Mansour que, em 2012, dirigiu a ‘O Sonho de Wadjda’, conhecida como a primeira peça filmada na Arábia Saudita.
Na trama, quando ainda utilizada o sobrenome de Wollstonecraft, Mary era um tipo de adolescente rebelde. Quando conhece o poeta Percy Shelley, surge uma chama de atração entre os dois desajustados que estão presos em uma sociedade totalmente educada. Com seu jeito de falar sobre liberdade sexual e ideias progressistas muito além de sua idade, ele causa uma paixão à primeira vista na jovem.
Representatividade é uma palavra que tem gerado bastante polêmica nos últimos anos, com atores sendo escalados para papéis controversos.
O diretor John Krasinski, por outro lado, nem ao menos considerou escalar uma atriz que não fosse realmente surda para o papel de sua filha no terror, que também tem a mesma condição. A atriz Millicent Simmondsconseguiu o papel, e o diretor falou um pouco sobre a experiência:
“Contratar uma atriz surda não era negociável para mim, mas eu não pensei que seria tão sortudo de ter não só uma atriz surda, como também o ser humano mais bonito, que me guiou por essa experiência e foi muito honesto sobre como realmente era ser surda,” Conta Krasinski. “[Simmonds] não estava intimidada. Ela me dizia ‘Isso é o que eu faria nesse momento […] e isso é como uma briga com o meu pai seria’. Foi incrível.”
Kransinki também revelou que a atriz o ajudou com as linguagens de sinal, o ensinando e o orientando no decorrer ds gravações do filme. Segundo ele, tornou “toda a experiência muito mais real”.
Com 100% de aprovação no Rottem Tomatoes, site americano que reúne críticas de cinema e televisão, o filme foi aclamado por especialistas.
John Krasinski (13 Horas: Os Soldados Secretos de Benghazi), que dirige e atua na produção, também assina o roteiro com Bryan Woods e Scott Beck. Emily Blunt (A Garota do Trem) é a mãe de uma família que tenta se manter em total silêncio para sobreviver à uma ameaça que ronda a sua casa e que pode atacá-los ao menor sinal de barulho.
Lewis interpretará o icônico ator Steve McQueen; Fanning será Squeaky Fromme, uma seguidora de Manson que tentou matar o presidente Gerald Ford; Hammond será o diretor Sam Wanamaker; Hirsch será Jay Sebring, cabeleireiro de Hollywood que foi uma das quatro vítimas no massacre de Sharon Tate.
Iniciada em 2018, a franquia Venom é algo que beira o inexplicável. O primeiro capítulo foi um fracasso nas críticas, mas surpreendeu a própria Sony com uma bilheteria completamente fora dos padrões da casa, o que, pela lógica do mercado, praticamente garantiu uma sequência. E ela veio em 2021, no auge da pandemia. Em Venom: Tempo de Carnificina, houve uma aposta que chegou a animar alguns, mas que terminou sendo decepcionante: a direção do Mestre da Captura de Movimentos, Andy Serkis.
Ao longo desses anos, a saga de Eddie Brock e seu amigo pegajoso se construiu em cima de uma narrativa mais jocosa, sem levar nada a sério, incluindo a relação simbiótica dos protagonistas, que mais parecem um casal em crise.
Dito isso, o terceiro capítulo da franquia é um ultraje. Ele conseguiu fazer algo que parecia impossível: ser extremamente pior que o segundo. O que, sinceramente, não pode ser acidental. Ninguém erra tanto assim por acidente.
Existe aquela piada sobre os filmes que são tão ruins, mas tão ruins que acabam “dando a volta” e ficando simpáticos. A sensação que permeia Venom 3 é que a direção decidiu apostar nisso e fazer a maior bomba possível para tentar agradar os fãs de trash, mas com uma roupagem caríssima de blockbuster. O problema é que essa “volta” na ruindade jamais chega. É só muito ruim mesmo.
Cobrar roteiro no terceiro filme de uma saga que se notabilizou por ter roteiros fracos parece um devaneio. No entanto, esse capítulo perde algo básico que ao menos os dois longas anteriores tinham, que é a coesão. O filme é um apanhado de momentos completamente sem sentido, como se 15 diretores diferentes tivessem gravado uma porção de curtas e alguém tivesse organizado eles para tentar fazer um longa-metragem. O que não funciona. Até mesmo filmes de humor sem noção precisam de coesão. É necessário haver uma sequência lógica de eventos para amarrar essa trama, o que jamais ocorre aqui.
Infelizmente, isso reflete nos personagens, que também estão completamente alheios a tudo e todos. Ninguém sabe exatamente o que está fazendo ali, nem mesmo os atores. O Tom Hardy, coitado… Ele nem tenta mais. Está ali pelo Pix no fim do mês e nada mais. Se tiver 15 falas no filme, é muito. Tudo isso para dar espaço a cenas como o Venom cantando ou dançando Abba. São coisas tão absurdas que não funcionam nem como paródia.
E não que as expectativas fossem altas, mas conseguiram se superar negativamente. Até mesmo o humor mais bobão, que funcionou em momentos dos filmes anteriores, se perde aqui. É tudo muito forçado e desconexo. Isso tudo gera uma sensação exaustiva do mais puro e genuíno tédio. Um filmes desses pode até ser ruim, mas ser chato é imperdoável.
Venom: A Última Rodada é como aquele aluno chato da escola que cresceu sem a atenção dos pais e tenta compensar essa carência tentando zoar a aula inteira, mas sem perceber que ele não passa de um chato com piadas repetidas. É realmente uma pena que isso tenha acontecido, porque é um filme de grande orçamento, que contou com a confiança de um grande e respeitado estúdio, como a Sony. Ele podia – e devia – ter sido muito melhor trabalhado, até mesmo em respeito às empresas que está representando.
Venom: A Última Rodada está em cartaz nos cinemas.
O nome Donald Trump se tornou popular mundialmente na última década, após o magnata dos Estados Unidos se candidatar à presidência daquele país e ganhar as eleições, levando o território a quatro anos de um governo recheado de críticas e de momentos de tensão. Mas antes disso, bem antes de ser o presidente Trump, ele foi, por muito tempo, apenas Donald, um futuro herdeiro de um negócio criado pelo papai e que poderia ter sido apenas mais um riquinho almofadinha, não fosse o encontro com um cara. A história de como Donald se transforma em O Trump é o mote de ‘O Aprendiz’, polêmico filme que teve exibições prévias no Festival do Rio2024 e que chega essa semana ao circuito nacional.
Donald (Sebastian Stan, de ‘Capitão América: O Soldado Invernal’) é um ambicioso herdeiro de uma fortuna cujo desejo é construir um hotel de luxo numa área empobrecida de Nova York. Desacreditado pelo pai e sem saber como se livrar da polícia federal que acusa sua família de sonegar impostos, Donald espairece num bar exclusivo para os poderosos da Big Apple, e é lá que conhece o advogado Roy Cohn (Jeremy Strong, de ‘Succession’), um cara inescrupuloso que já de cara diz a Donald que para vencer na vida, é preciso virar o jogo e jogar o holofote na acusação. Impressionado, Donald entende que com a ajuda de Roy Cohn ele não só resolve seu problema imediato, mas que com a mentoria do advogado ele conseguirá ir muito longe, realizando todos os seus sonhos.
O roteirista Gabriel Sherman tece uma narrativa muito interessante, que é corroborada pelas extraordinárias atuações de Sebastian Stan e Jeremy Strong. A forma como esses personagens vão se revelando para o espectador – da mera ambição à construção de um sujeito “matador” (palavras do roteiro), que não mede palavras/esforços para conseguir o que quer, doa a quem doer. A junção desses três pilares – os protagonistas e o roteiro brilhante – faz fique muito claro para o espectador como Donald aos poucos vai perdendo o ar infantil e vai assumindo o aspecto mais agressivo de fazer negócios, tornando-se, dia após dia, investimento após investimento, no sujeitinho que hoje o mundo conhece: o cara que nega a verdade, não admite erros e está sempre atacando, não importa a quem.
Para construir o Donald em transformação em Trump, o diretor Ali Abbasi (do ótimo ‘Holy Spider’) mistura técnicas de filmagem muito interessantes, hora com plano aberto, hora em close, e, mais para o terceiro arco do longa, usando aquela câmera tremida com close rápido, popularmente utilizada na série de sucesso ‘The Office’. Junto com a filmagem precisa, temos uma equipe de caracterização e de figurino e maquiagem que dão um show para recriar as épocas de 1970 a 1990, deixando Sebastian Stan a cara de Donald literalmente até a penúltima cena – é só no fim que lembramos estarmos vendo a uma ficção, tamanha a entrega e a precisão dos fatos e do elenco em cena, que conta ainda com uma potente Maria Bakalova (de ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’) como Ivana Trump, primeira esposa de Donald.
Mais do que uma cinebiografia de Trump, ‘O Aprendiz’ é uma aula de estratégias subterfugias de como os poderosos fazem para fazer acontecer no mundo, e como essas negociações bilionárias acontecem da noite para o dia com a aprovação de todo mundo, deixando claro porque quem sempre dominou a sociedade estadunidense foi as grandes famílias ricas herdeiras de fortunas que realiza acordos nas festinhas e bares exclusivos. Filmaço bem feito que despertará muitos sentimentos no espectador.
O filme ‘Star Wars: Episódio IX’, entra como conclusão da trilogia-sequência que se iniciou com ‘O Despertar da Força’, além de servir como término da saga Skywalker que chegou aos cinemas em 1977.
Logo, é compreensível que as expectativas estejam lá em cima, dando aos fãs algo que esperarão por mais de 40 anos. E para levantar ainda mais os ânimos, o ator Oscar Isaac recentemente declarou que o próximo episódio será bem recebido pelo público.
“A experiência de ler [o roteiro] e fazer [o filme] realmente conseguiu superar [as expectativas]”, ele disse durante o podcast ‘Happy Sad Confused’, da Bespin Bulletin. “Tudo começou a vir à tona conforme nos aproximávamos do fim das gravações e, quando estávamos dizendo adeus, foi bastante emocionante para mim”.
A Variety anunciou que Olivia DeJonge foi elencada na nova cinebiografia de Elvis Presley como a esposa do cantor, Priscilla. Austin Butler dará vida ao Rei do Rock.
A atriz é conhecida por seus papéis na série ‘The Society’, cuja segunda temporada estreia em 2020 na Netflix, e no filme de suspense ‘A Visita’, lançado em 2015.
O longa vai acompanhar a evolução do artista até se tornar um ícone global, passando por seu conturbado relacionamento com o empresário, o Coronel Tom Parker, que será vivido por Tom Hanks. A trama também vai abordar o contraste do estrelato de Elvis e a inocência perdida na América.
O início das gravações está agendado para o ano que vem, em Queensland, na Austrália, e a distribuição será através da Warner Bros.
O roteiro foi escrito por Luhrmann e Craig Pearce, seu parceiro em filmes como ‘Moulin Rouge’, ‘Romeu + Julieta’, e ‘O Grande Gatsby’.
O filme, ainda sem título oficial, chega aos cinemas no dia 01 de outubro de 2021.
Nick Cordero, astro da Broadway conhecido por seu papel no musical ‘Tiros na Broadway’, passou por uma cirurgia de amputamento da perna devido a complicações resultantes do novo Coronavírus.
A notícia foi revelada por sua esposa, Amanda Kloots, que escreveu em seu Instagram que Cordero “saiu da cirurgia vivo e está a caminho do quarto para descansar e se recuperar”.
O ator vinha sido tratado com anticoagulantes para ajudar com um coágulo em sua perna, mas os médicos foram obrigados a parar o tratamento, que estava causando hemorragia interna.
Cordero ganhou fama ao estrelar a adaptação teatral do clássico de Woody Allen, cuja performance lhe rendeu uma indicação ao Tony Award de Melhor Ator Coadjuvante em Musical. Ele também interpretou Dennis em ‘Rock of Ages’ e Earl em ‘Waitress’. Na televisão, participou de séries como ‘Law & Order: Special Victims Unit’ e ‘Blue Bloods’.
Lembrando que a sequência foi lançada direto em VOD no dia 28 de agosto, o mesmo dia previsto para a exibição nos cinemas. No Brasil, segue sem previsão de lançamento.
Confira o trailer:
Desta vez, os melhores amigos partem para uma nova aventura quando um visitante do futuro os avisa que apenas suas músicas podem salvar o mundo como o conhecemos. Ao longo da jornada, eles serão ajudados por suas filhas, por um novo lote de figuras históricas e algumas lendas da música – tudo em busca da música que definirá seu mundo e trará harmonia ao universo.
No ano de 2046, a família Robinson e sua nave espacial Jupiter 2 caem em um planeta desconhecido. A anos luz do seu destino e rodeada por aliens, a família será forçada a se manter unida em um momento de crise enquanto lidam com seus próprios problemas internos.
Anos após enfrentarem vilões megalomaníacos, monstros caóticos em Metrópolis e invasores alienígenas que desejavam varrer a raça humana da face da Terra, o super-herói mais famoso do mundo, o Homem de Aço (também conhecido como Clark Kent), e a jornalista mais famosa dos quadrinhos, Lois Lane, enfrentam um dos maiores desafios de todos os tempos: lidar com o estresse, as pressões e as complexidades que surgem em ser pai nos dias de hoje.
Além desse complicado trabalho de criar dois meninos, Clark e Lois também se preocupam com o fato dos filhos Jonathan e Jordan poderem herdar os superpoderes kriptonianos do pai à medida que crescem. Retornando a Smallville para resolver algumas situações, o casal também se reencontra com Lana Lang, antiga namorada de Clark, e seu marido Kyle Cushing. Os adultos não são os únicos a cruzarem com antigas amizades, visto que os jovens membros da família Kent se reencontram com a filha rebelde de Lana e Kyle, Sarah.
Claro, nunca há um momento de paz na vida de um super-herói, especialmente com o pai de Lois, o General Samuel Lane, procurando por Superman para banir um vilão ou salvar o dia a qualqer momento. Enquanto isso, o retorno do casal para a idílica Smallville é acompanhado da aparição tanto de um estranho misterioso quanto de um magnata apaixonado chamado Morgan Edge.
Em uma recente aparição ao podcast MVPs of Horror, Skeet Ulrich, que eternizou o papel de Billy Loomis no clássico slasher‘Pânico’, revelou que os produtores do longa-metragem quase cancelaram a produção pelo fato de não terem gostado da sequência de abertura – protagonizada por Drew Barrymore.
Segundo o ator, os chefes da Miramax não compreendiam o motivo da cena e estavam prontos para abandonar o projeto.
“Eles tinham filmado a sequência com Drew, mas a Miramax estava prestes a cancelar o resto das filmagens. [Os executivos] não entendiam o apelo e não curtiam o filme. Então, [o diretor] Wes [Craven] e [as produtoras] Marianne Maddalena e Cathy Konrad agilizaram para editar o que tinham em alguns dias, para depois mostrar a eles a versão finalizada. Quando assistiram a como tinha ficado, creio que isso os convenceu”, ele revelou.
Vale lembrar que o novo filme da franquia ‘Pânico‘ será lançado nos cinemas nacionais pela Paramount Pictures no dia 13 de janeiro de 2022, um dia antes da estreia norte-americana.
Vinte e cinco anos após uma série de assassinatos brutais chocar a tranquila cidade de Woodsboro, um novo assassino se apropria da máscara de Ghostface e começa a perseguir um grupo de adolescentes para trazer à tona segredos do passado mortal da cidade.
Em uma recente aparição ao The Drew Barrymore Show, a atriz indicada ao Oscar Scarlett Johansson (‘Viúva Negra’, ‘História de um Casamento’) revelou que tem vergonha de seu hábito de fumar quando mais nova.
Johansson comentou que queria impedir que os filhos soubessem de seu vício passado, mas, quando a filha Rose Dorothy a perguntou sobre isso, ela teve de contar.
“Minha filha me perguntou isso antes. Eu costumava fumar quando era mais nova e estou muito envergonhada”, ela disse. “Eu só não quero que ela pense que eu pensava que era legal, porque ela não pode nunca, nunca, nunca fumar”.
A atriz também brincou, falando que ela dizer à filha que não pode fumar pode ser o fator que a encoraja a não fazer isso, então ela espera que a jovem “nunca descubra isso”.
Johansson não foi a única celebridade a perceber que precisava parar de fumar. Em 2020, a ex-supermodelo Gisele Bündchen falou à Vogue Australia sobre o que a levou a deixar os cigarros de lado.
“Eu não corro mais, mas corria naquela época porque me permitia sentir os pulmões – e toda vez que eu corria por vinte minutos, eu pensava: ‘OK, eu sinto meus pulmões. OK, não vou fumar'”, ela declarou.
O ex-presidente Barack Obama também revelou que fumava durante seu mandato na Casa Branca, escrevendo em sua memória que, eventualmente, foi encorajado a parar quando a filha, Malia Obama, sentiu o cheiro de cigarro no hálito do pai.
Em pouco tempo, Jordan Peele se tornou um dos diretores mais conhecidos do cenário do entretenimento contemporâneo – e tudo graças à sua aclamada estreia cinematográfica ‘Corra!’.
Na trama, Chris (Kaluuya) é um jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada branca Rose (Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador – e o jeito é tentar escapar.
Além de arrecadar mais de US$255 milhões ao redor do mundo, o longa foi condecorado com inúmeros prêmios, garantindo a Peele uma estatueta do OscarMelhor Roteiro Original e, a Kaluuya, uma indicação na categoria de Melhor Ator. Como se não bastasse, a produção entrou para as listas de melhores filmes do ano e da década, e, em 2021, foi votado como o melhor roteiro do século XXI pelo Writer’s Guild of America.
Muito em breve, o terceiro título do cineasta chegará ao circuito nacional e, enquanto esperamos ansiosamente pela produção, resolvemos relembrar sua carreira já marcada pelo sucesso – começando com uma breve lista de curiosidades de bastidores sobre ‘Corra!’.
Confira:
Peele revelou que o título faz referência, também, ao que normalmente ouve o público negro gritar para as telas enquanto assistem a filmes de terror: gritar para um personagem sair de algum lugar para não ser morto.
Kaluuya ganhou o papel principal depois de arrasar na audição. Peele disse que o ator fez cinco tomadas de uma cena-chave, em que o personagem precisa chorar, e cada uma delas foi tão perfeita que, no momento certo, apenas uma lágrima caiu de seus olhos.
Em virtude do sucesso de ‘Corra!’, Peele se tornou o primeiro produtor, roteirista e diretor afro-americano a arrecadar mais de US$100 milhões em um filme de estreia.
Chance the Rapper ficou tão impressionado pelo filme que ele comprou todos os ingressos de alguns cinemas de Chicago apenas para as pessoas assistirem de graça.
A abertura do filme é parcialmente inspirada pela abertura de ‘Halloween: A Noite do Terror’, de 1978, que Peele descreveu como uma subversão da “vizinhança branca perfeita”.
Peele disse que Williams o lembrava de “alguém que você conhecia e gostava ou conhecia no acampamento de verão”, e pensou que essa era uma ótima qualidade para o tipo de personagem que Rose Armitage realmente é.
A música que toca no começo do longa, quando Chris está arrumando as malas para o final de semana, é “Redbone”, de Donald Glover/Childish Gambino. Peele escolheu a canção por conta da composição, cujos versos incluem as frases “fique acordado” e “não feche os olhos”.
Lil Rel Howery, que interpretou Rod, melhor amigo de Chris, improvisou a maioria das falas cômicas que tinha.
Enquanto escrevia o roteiro, Peele pegou inspiração para o estilo e o tom da narrativa da série britânica ‘Psychoville’, de 2009, que também trouxe Kaluuya no papel principal.
Eddie Murphy foi originalmente escalado para interpretar Chris, mas Peele mudou de ideia depois de decidir que ele era muito velho para o papel.
Durante uma coletiva de imprensa (via ComicBook.com), foi revelado que Nikki M. James, conhecida por seu trabalho na peça ‘The Book of Mormon’, foi escalada para o elenco da vindoura produção ‘Demolidor: Renascido’.
James levou para casa o prêmio do Tony de Melhor Atriz Coadjuvante em Musical por seu papel como Nabulungi na obra supracitada e, recentemente, ela apareceu na aclamada série ‘Severance’.
Em entrevista para a NME, Cox foi questionado sobre quanto tempo pretende continuar dando vida ao personagem titular.
Para quem não se lembra, o ator pôs o capuz pela primeira vez em 2015, na extinta série da Netflix, mas ele não sabe até quando vai permanecer no papel.
“Eu não sei, quero dizer, há um contrto e tudo mais, do qual eu não posso falar. Mas não sei até quando serei o Demolidor.”
Ele continuou:
“Eu acho que você tem que fazer tudo ao seu alcance para aproveitar os momentos de sucesso enquanto os vivenciar. Estou incrivelmente grato pelo retorno do Demolidor. Adoro interpretar esse personagem. Quanto tempo mais na minha idade posso interpretar o papel principal em um filme de super-herói ou programa de TV? A verdade é que não por muito tempo, provavelmente.”
Anteriormente, ele disse à Entertainment Tonight que a trama da nova atração pode ser contada a partir do zero.
“Isso acontece muito nos quadrinhos. De certa forma, o que é ótimo nessa ideia de recontar histórias é que potencialmente podemos contar algumas delas repetidamente da mesma maneira que eles fazem nos quadrinhos, sabe? De vez em quando, eles começam no início da jornada de Murdock como um garotinho e contam toda a história de origem novamente. Então talvez possamos fazer isso na nova série. Quem sabe? Eu não sei.”
E aí, você está animado para revê-lo combatendo o crime?
Matt Corman e Chris Ord, criadores da série ‘Assuntos Confidenciais‘, estão por trás do roteiro e produção do show.
Lembrando que o título ‘Demolidor: Renascido‘ faz referência aos quadrinhos, em um arco narrativo em que o herói e o Rei do Crime se enfrentam em um dos confrontos mais sombrios da Marvel.
Quem ouve o nome Tate Taylor pode não reconhecê-lo de imediato, mas certamente já ouviu falar de sua contribuição para o nicho dramático do cinema contemporâneo. Depois de ter contracenado ao lado de Jennifer Lawrence no aclamado ‘Inverno da Alma’, o ator resolveu mudar um pouco de posição e migrar para o outro lado das câmeras, abraçando a adaptação do romance ‘A Resposta’, de Kathryn Stockett. Após somente dois anos de seu lançamento, o sucesso imediato da obra ganhou sua versão para as telonas com um elenco de ponta e cuja aceitação foi bem maior do que a esperada: ‘Histórias Cruzadas’, título concedido ao longa-metragem, tornou-se uma memorável incursão cinematográfica – mas que, em virtude de intenções conflituosas, deve ser encarado de forma crítica e como uma produção meramente voltada para o entretenimento, e não para educar.
A história, ambientada nos primeiros anos da década de 1960, tem como cenário principal a pequena e conservadora cidade do meio-oeste estadunidense Jackson, no Mississippi. Assim como inúmeros outros aglomerados urbanos e interioranos, Jackson é marcada por uma profunda segregação entre brancos e negros, cuja atitude é rechaçada pelos grandes centros cosmopolitas e coloca em voga um racismo estrutural que mantém traços com o período colonial do país. Entretanto, todo esse escopo político não é tratado com crueza e falta de sensibilidade por Taylor, que também fica responsável pelo roteiro: as críticas são traduzidas como os próprios personagens, em especial as criadas negras (cuja tradução para o inglês, the help, é o que dá título ao filme), mas não abandonado a triste perspectiva adotada por Stockett (que não consegue fornecer o protagonismo merecido a essas construções).
De qualquer modo, a estrutura narrativa segue em um engessamento proposital até o final do primeiro ato. Todos os acontecimentos são narrados por Aibileen “Aibee” Clark (Viola Davis), empregada de Elizabeth Leefolt (Ahna O’Reilly), uma socialite branca e completamente ingênua que é influenciada por figuras de maior poder e maior ameaça da comunidade. Sua patroa sofre de depressão pós-parto e, além de não ligar para sua primogênita, que fica aos cuidados de Aibee, acabou engravidando de novo e faz de tudo para ser aceita em seu deturpado grupinho de amigas. Partindo de outra perspectiva, seguimos a história de Minny (Octavia Spencer), cuidadora oficial de uma velha senhora que é obrigatoriamente acolhida pela filha, Hilly (Bryce Dallas Howard), presidente de uma espécie de comitê caucasiano que repete inúmeras falácias para manter a segregação racial viva.
Eventualmente, uma terceira figura chega à cidade, representada pela aspirante à escritora Skeeter (Emma Stone), retornando para casa após se formar na faculdade e reencontrando-se com suas “amigas”. Após passar vários anos longe, percebe que o mundo que havia deixado para trás é um reflexo de tudo o que repudia, desde mentiras até a questão do racismo. Ela já não consegue manter relações com a mãe doente (encarnada pela incrível Allison Janney), nem corroborar com os ataques constantes de Hilly ou Elizabeth. Em diversos momentos, Skeeter lança alguns comentários irônicos, mas logo é repreendida por uma maioria preconceituosa e cuja mentalidade é praticamente medieval.
Não é surpresa que, após a apresentação desse “mundo comum”, as coisas venham a mudar. Parece compulsório que essa mudança seja chamada, mas Taylor faz questão de que tudo se mova com fluidez e naturalidade, ainda que peque em um excessivo melodrama aqui ou ali: Skeeter desenvolve um plano para expor a cidade e, ao mesmo tempo, conseguir alavancar sua carreira como literária. Após várias tentativas sutis de se aproximar das empregadas e de acontecimentos tristes e angustiantes, Aibee e Milly cedem aos pedidos da jornalista e resolvem prestar depoimentos explanando a vida de uma serviçal negra numa sociedade branca. Aqui, o filme faz questão de mostrar a perspectiva das minorias, sem apelar por discursos prontos: Davis e Spencer não apenas fazem um incrível trabalho, como criam mágica em todos as sequências em que contracenam. As atrizes exploram âmbitos de sua versatilidade artística que oscilam do trágico ao cômico, numa coesão de tirar o fôlego e que certamente representa um dos ápices de toda a obra.
E é claro que não podemos tirar mérito do restante do elenco. Stone faz um ótimo trabalho como a ingênua-porém-corajosa Skeeter, ainda que ceda a alguns clichês esperados, principalmente quando descobre que sua mãe teve atitudes idióticas e demitiu sem mais nem menos sua ex-ama-de-leite Constantine (Cicely Tyson) – quem realmente a criou. De outro lado, é inegável dizer que amamos odiar a simples presença de Howard: sua personagem é tão mesquinha e nojenta que chega a ser torturante olhá-la por mais de cinco segundos, e a atriz entrega-se de forma completa ao papel. Sua personalidade retrógrada vai de encontro a de outra personagem, Celia (Jessica Chastain), uma mulher feliz e otimista ao extremo que não compreende o que ocorre à sua volta e encara a relação entre negros e brancos com a maior naturalidade possível.
Os inúmeros jogos e embates conflituosos dão mais mobilidade à história e convergem em um ápice dramático muito interessante que não se arrasta e deixa a resolução em uma abertura aceitável. O diretor pode até não inovar muito na direção, mantendo-se em sua zona de conforto, mas cria atmosferas críveis o suficiente para nos manter envolvidos – e até mesmo quando brinca apenas com o campo-contracampo, abre espaço para esculpir diálogos e arrancar performances emocionantes, principalmente da dupla Davis-Spencer, ambas merecendo sem sombra de dúvida as duas indicações ao Oscar.
Um dos pontos a serem mencionados aqui, em relação à questão estética, é a incrível paleta de cor: o longa tem como tema-base a mudança através da palavra e dos escritos, provindos daqueles que menos esperamos (no caso, Aibee é real responsável pelo livro, o qual foi apenas viabilizado por Skeeter). Em colaboração a Taylor, o diretor de arte Curt Beech opta com magnífica maestria a utilização de colorações amareladas que se tornam cada vez mais fortes e saturadas conforme nos aproximamos da conclusão: a princípio, as cores monocromáticas e pastéis mesclam-se a uma fotografia apagada, apenas para darem lugar a uma iluminação bem mais concreta e presente que ressalta o amarelo e, consequentemente, a irreversibilidade dos acontecimentos.
‘Histórias Cruzadas’ pode até parecer pueril quando olhamos pela superfície, mas traz uma carga crítica e catártica muito maior do que lhe damos crédito. Mesmo com os deslizes óbvios e as inúmeras controvérsias que geraram discussão nos anos seguintes, o resultado cinematográfico é bem positivo ao se configurar como uma sólida peça da sétima arte.
‘O Exorcista: O Devoto‘, sequência direta do clássico dos anos 1970, já está disponível para aluguel no catálogo do Prime Video Brasil.
Infelizmente, o longa registrou apenas US$ 133 milhões nas bilheterias mundiais, uma quantia bem distante do filme original, que acumulou US$ 441,3 milhões a partir de um orçamento de apenas US$ 12 milhões.
Apesar da sequência ter um orçamento relativamente baixo de US$ 30 milhões, a Universal Pictures ainda pode levar prejuízo, já que desembolsou US$ 400 milhões para adquirir os direitos da franquia – e o seu retorno financeiro dependerá o desempenho das futuras sequências.
Infelizmente, a recepção negativa de ‘O Exorcista: O Devoto‘ pode colocar em risco o futuro da saga. Além de ter sido detonada pelos críticos – com apenas 22% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes –, a produção também não parece ter agradado o público.
O terror recebeu uma nota C dos espectadores no CinemaScore – que é uma avaliação preocupantemente baixa até mesmo para o gênero.
Confira nossa crítica:
Na trama, um pai desesperado pede a ajuda de Chris MacNeil para tentar lidar com uma presença demoníaca, assim como aconteceu com ela no passado.
Todos os episódios da 1ª temporada de ‘X-Men ’97‘ já estão disponíveis na Disney+ – recebendo inúmeros elogios do público e os críticos, registrando 98% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Agora, em entrevista à Variety, o chefe de TV, streaming e animação da Marvel Studios, Brad Winderbaum, comentou sobre os rumores de que a próxima temporada ganharia um novo título. Segundo boatos, a segunda iteração seria intitulada ‘X-Men ’98’ como continuação direta do ciclo de estreia.
Entretanto, Winderbaum foi bem categórico em negar os rumores e disse que o título da atração continuaria o mesmo afirmando: “continuará a ser ‘X-Men ’97’“.
Em entrevista com a Variety, o chefe de TV, streaming e animação da Marvel Studios, Brad Winderbaum, negou que X-Men ’97 receberá um novo título em sua segunda temporada.
Anteriormente, o roteirista e showrunnerBeau DeMayo, que foi demitido pouco antes da estreia da série por motivos não revelados, afirmou nas redes sociais as chances de estar envolvido na nova temporada.
Através do Twitter (via Comic Book), ele disse:
“Eu escrevi muito sobre a 2ª temporada. No entanto, ao contrário da primeira temporada, não estarei fortemente envolvido ou liderando a produção, escolhas de elenco, design, editorial, postagem, trilha sonora, etc. Nem farei nenhuma reescrita da produção no que se refere à visão criativa do programa. É por isso que eu disse que não posso falar sobre a segunda temporada. Mas, estou ansioso para ver o produto final com todos vocês sempre que for ao ar. Tenho grandes esperanças.”
Lembrando que a 2ª temporada está em desenvolvimento, e parece que a 3ª também já está sendo planejada, como afirmou Winderbaum.
Em entrevista para o Comic Book, o cineasta comemorou a popularidade que a animação está tendo entre os fãs e comentou sobre o desenvolvimento dos futuros episódios.
“Já temos uma 2ª temporada a caminho e estamos trabalhando no planejamento a longo prazo. Estávamos aguardando para descobrir como seria a recepção ao nosso trabalho, mas devido à popularidade que a série encontrou tão rápido, a 3ª temporada já está em desenvolvimento ativo.”
Há exatos três anos, a aclamada cantora e compositora Lana Del Reylançava ‘Blue Banisters’, o 8º álbum de sua prolífica e elogiada carreira fonográfica.
Contando com 15 faixas inéditas, incluindo os singles “Text Book”, “Wildflower Wildfire”, “Arcadia” e a faixa-titular, o compilado de originais recebeu inúmeros aplausos da crítica, além de ter estreado em oitavo lugar na Billboard 200 e conquistado seus fãs por uma lírica ainda mais íntima do que já havia explorado na incursão anterior, ‘Norman Fucking Rockwell!”.
Para celebrar o aniversário do disco, preparamos uma lista elencando suas cinco melhores músicas.
Confira abaixo as nossas escolhas:
5. “BLACK BATHING SUIT”
“Black Bathing Suit” prenuncia o início de um novo capítulo do disco e permitindo que as referências ao jazz e ao blues gritem em toda sua sutileza e desconstrução, como se os rigores engessados dos clichês musicais deixassem de existir em prol de uma vulnerável poética que deixa marcas em cada refrão e cada verso.
4. “BEAUTIFUL”
Canção a canção do compilado de originais, Del Rey parece mais determinada a superar a si mesma – e espelha-se em trilhas sonoras fabulescas para iterações como “Beautiful”, que inclusive aproveita o espaço para fazer homenagem ao icônico e saudosos compositor Ennio Morricone em seu melhor.
3. “THUNDER”
A obra se apoia com força quase sobrenatural em instrumentos clássicos, cuja transcrição melódica destina-se ao piano, aos violinos e aos violoncelos (um consenso de praticamente todas as faixas). Em “Thunder”, a artista se alicerça em orquestrais histórias que declama com facilidade aplaudível e que fazem breves investidas para o country com a junção da bateria com o violão
2. “TEXT BOOK”
Voltando a assinar e a produzir todas as faixas do álbum, Del Rey dá início à jornada com a incrível track“Text Book”, cujo arranjo instrumental já revela um apreço pelo sensorialismo e pela completa despreocupação com as fórmulas – esclarecidas pela amálgama sensual do baixo, da bateria e de vocais irretocáveis que pegam páginas emprestadas da discografia de Amy Winehouse, por exemplo.
1. “ARCADIA”
Ao longo do álbum, Del Rey desbrava um terreno cinemático e profundamente dramático – e a representação máxima desse respaldo vem com “Arcadia”, cuja carga sentimental transborda em uma teatralidade invejável e que, dentro do que se propõe a fazer, nem ao menos tangencia a imodéstia; marcada por versos como “meu corpo é um mapa de Los Angeles” e “não posso dormir em casa esta noite, me mande para o Hotel Hilton”, Del Rey continua a degustar as próprias metáforas através de uma elegância atemporal que atravessa gerações.
Os indicados ao BAFTA TV Awards 2025, segunda cerimônia do BAFTA na temporada de premiações, foram revelados hoje, 27 de março.
Os vencedores serão anunciados em 11 de maio.
Confira a lista abaixo:
MELHOR ATRIZ
Anna Maxwell Martin, Until I Kill You
Billie Piper, A Grande Entrevista
Lola Petticrew, Say Nothing
Marisa Abela, Industry
Monia Dolan, Mr. Bates vs. the Post Office
Sharon D Clarke, Mr. Loverman
MELHOR ATOR
David Tennant, Rivals
Gary Oldman, Slow Horses
Lennie James, Mr. Loverman
Martin Freeman, The Responder
Richard Gadd, Bebê Rena
Toby Jones, Mr. Bates vs. the Post Office
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Jessica Gunning, Bebê Rena
Katherine Parkinson, Rivals
Maxine Peake, Say Nothing
Monica Dolan, Sherwood
Nava Mau, Bebê Rena
Sue Johnston, Truelove
MELHOR ATOR COADJUVANTE
Ariyon Bakare, Mr. Loverman
Christopher Chung, Slow Horses
Damian Lewis, Wolf Hall: The Mirror and the Light
Jonathan Pryce, Slow Horses
McKinley Belcher III, Eric
Sonny Walker, The Gathering
MELHOR ATRIZ EM COMÉDIA
Anjana Vasan, We Are Lady Parts
Kate O’Flynn, Everyone Else Burns
Lolly Adefope, The Franchise
Nicola Coughlan, Big Mood
Ruth Jones, Gavin & Stacey
Sophie Willan, Alma’s Not Normal
MELHOR ATOR EM COMÉDIA
Bilal Hasna, Extraordinária
Danny Dyer, Mr. Big Stuff
Dylan Thomas-Smith, G’wed
Nabhaan Rizwan, Kaos
Oliver Savell, Changing Ends
Phil Dunning, Smoggie Queens
MELHOR SÉRIE DE DRAMA Blue Lights Sherwood Supacell Wolf Hall: The Mirror and the Light
MELHOR MINISSÉRIE DE DRAMA Bebê Rena Lost Boys and Fairies Mr. Bates vs. the Post Office One Day
MELHOR COMÉDIA Alma’s Not Normal Brassic G’Wed Ludwig
MELHOR NOVELA Casualty Coronation Street EastEnders
MELHOR PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO The 1% Club Michael McIntyre’s Big Show Taskmaster Would I Lie To You?
MELHOR PERFORMANCE EM PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO
Anthony McPartlin & Declan Donnelly, Ant & Dec’s Saturday Night Takeaway
Claudia Winkleman, The Traitors
Graham Norton, The Graham Norton Show
Joe Lycett, Late Night Lycett
Stacey Solomon, Sort Your Life Out
Rob Beckett & Romesh Ranganathan, Rob & Romesh Vs
MELHOR PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO DE COMÉDIA The Graham Norton Show Late Night Lycett Rob & Romesh Vs Would I Lie To You?
MELHOR PROGRAMA DE ENTRETENIMENTO FACTUAL Atomic People Billy & Molly: An Otter Love Story Children of the Cult Miners’ Strike 1984: The Battle for Britain
MELHOR REALITY Dragons’ Den The Jury: Murder Trial Casamento às Cegas The Traitors
MELHOR PROGRAMA INTERNACIONAL After The Party Colin From Accounts Say Nothing Xógum: A Gloriosa Saga do Japão True Detective: Terra Noturna You Are Not Alone: Fighting the Wolfpack
Segundo o Deadline, o indicado ao Oscar Jeffrey Wright (‘Ficção Americana’) e a vencedora do Oscar Octavia Spencer (‘Estrelas Além do Tempo’) irão estrelar a nova adaptação da icônica peça ‘A Morte de um Caixeiro-Viajante’, do lendário dramaturgo Arthur Miller.
Chinonye Chukwu, conhecida por seu trabalho em ‘Till’ e em ‘Clemência’, comandará o projeto. Ela também ficará responsável pelo roteiro ao lado do vencedor do Pulitzer Tony Kushner.
Wright dará vida ao lendário papel de Willy Loman, enquanto Spencer será Linda Loman, sua esposa.
A peça em dois atos, vencedora do Prêmio Pulitzer de 1949, estreou na Broadway em fevereiro de 1949 e teve 742 apresentações.
A peça acompanha o senil caixeiro-viajante Willy Loman, que tenta se recompor com a família, que ele sempre rejeitou, priorizando o trabalho. Focando em temas como infidelidade, confiança, honestidade e a falsa promessa eternizada pelo “sonho americano”, a peça sagrou Miller como um dos maiores dramaturgos da história e popularizou a complexa construção de Willy no cenário do entretenimento.
A obra já ganhou diversas adaptações audiovisuais, incluindo um longa-metragem estrelado por Frederic March e lançado em 1951, conquistando cinco indicações ao Oscar, e um filme televisivo com Dustin Hoffman, Warren Mitchell e Brian Dennehy.
Sal Buscema, lendário artista de histórias em quadrinhos conhecido por seu trabalho nas sagas ‘O Espetacular Homem-Aranha’ e ‘O Incrível Hulk’, faleceu neste último dia 24 de janeiro. Ele tinha 89 anos.
Nascido no bairro do Brooklyn, em Nova York, EUA, Buscema começou sua carreira na indústria das HQs como colorista da Dell Comics. No final dos anos 1960, ele foi contratado pela Marvel Comics e ganhou destaque ao trabalhar em ‘Os Vingadores’.
Mais tarde, o artista emprestou suas habilidades para ‘Uncanny X-Men’, ‘Sub-Marines’, ‘Capitão América’, ‘Novos Mutantes’, ‘Thor’ e ‘Marvel Team-Up’. Como se não bastasse, ele co-criou a personagem Jean DeWolff ao lado de Bill Mantlo para o 48º volume de ‘Marvel Team-Up’, lançada em agosto de 1976.
Buscema também passou alguns anos trabalhando em quadrinhos do ‘Batman’ e do ‘Superman’ para a DC, mas logo retornou para a Marvel, visto que a considerava como sua casa.
Buscema teria completo 90 anos ontem (26). Um comunicado publicado em sua página oficial do Facebook diz: “é com o coração pesado que a família Buscema confirma os rumores de que Sal Buscema faleceu no sábado, 24/01, em sua casa, dois dias antes de seu 90º aniversário”.
“Ele deixa sua esposa, Joan Buscema, com quem era casado desde 1960, e seus três filhos adultos. Sal sempre se sentiu honrado por todos os fãs e pelo carinho que recebeu ao longo dos anos. Nossa família pede que respeitem nosso momento de luto. Manteremos o público informado nesta página oficial do Facebook de Sal Buscema assim que tivermos novidades”.
‘Elle’, série que serve como prelúdio da icônica comédia ‘Legalmente Loira’, finalmente chegou ao streaming.
Todos os episódios da temporada de estreia foram lançados hoje, 1º de julho, no catálogo do Prime Video.
A série acompanha a vida de Elle Woods, interpretada por Minetree, no ensino médio, enquanto explora as experiências que a moldaram na jovem icônica que conhecemos e amamos no filme estrelado por Reese Witherspoon.
A atração estreou com uma recepção morna no Rotten Tomatoes. A produção conquistou 46% de aprovação da crítica especializada, com base em 13 avaliações.
No geral, as opiniões estão divididas. Enquanto alguns críticos elogiaram o tom leve e divertido da série, a maioria considerou a produção fraca, apontando que ela está mais preocupada em fazer referências nostálgicas ao universo de ‘Legalmente Loira’ do que em desenvolver seus personagens e construir uma história envolvente.
“A série parece mais interessada em fazer referências ao Nirvana e ao Soundgarden do que em desenvolver seus personagens. Depois de despejar uma dúzia de citações já no fim do primeiro episódio, o resultado é uma decepção frustrante”, disse Alan French do FandomWire.
“Depois de assistir à série, senti orgulho de ver o quanto ela evoluiu e gostei de acompanhar o aumento da sua confiança ao longo da história, esse é um dos aspectos da produção que realmente funcionou”, disse Charlotte Minter
do Metro.
“No fim das contas, quem conseguir superar o episódio piloto e as inconsistências com o cânone será recompensado com uma série leve, divertida e perfeita para maratonar”, disse Liz Hersey do Screen Rant.
“Talvez, com uma segunda temporada, a série consiga corrigir o rumo. No entanto, como prelúdio, não espere grandes novidades: Elle aposta quase exclusivamente na nostalgia, e isso é uma pena”, disse Therese Lacson do Collider.
“Uma série de ‘Legalmente Loira’ que não faz sentido como prelúdio já seria um problema. Mas uma série de ‘Legalmente Loira’ que também não se leva a sério como comédia nem como uma fonte de inspiração? Objeção!”, disse Ben Travers do IndieWire.
“‘Legalmente Loira’ era divertido, inovador e brilhantemente ritmado, mas ‘Elle’ é sombrio, entediante e arrastado”, disse Marah Eakin do TheWrap.
Jason Moore, conhecido por ‘A Escolha Perfeita’, fica encarregado de dirigir os dois primeiros episódios da produção, que é uma colaboração entre os estúdios Amazon MGM e Hello Sunshine, deReese Witherspoon (intérprete de Elle na duologia original).
Laura Kittrell e Caroline Dries atuam como co-showrunners e produtoras executivas. Witherspoon, Lauren Neustadter e Marc Platt também são produtores executivos da série.
Vale lembrar que a série já está renovada para a 2ª temporada!
Durante uma entrevista para o The Tonight Show, Chris Evans falou sobre sua última encarnação como Steve Rogers em ‘Vingadores: Ultimato’ e relembrou os melhores momentos do filme.
Questionado se preferiu usar o escudo do Capitão América ou o martelo do Thor, Evans surpreendeu ao dizer:
“O Martelo. Sabe, o escudo foi destinado ao personagem. O martelo ele usou em um momento impactante, e foi muito legal. E os irmãos Russo realmente sabem como construir esses momentos. Então eu escolho o martelo.”
Confira a entrevista:
Muitos fãs questionaram como o Capitão América invoca raios no filme, já que foi dito em ‘Ragnarok‘ que os raios são poderes naturais de Thor, e não do Mjolnir.
Em entrevista para o Comic Book, Christopher Markus, um dos roteiristas de ‘Ultimato‘, foi questionado sobre isso e disse que:
“É claro que houve um debate sobre isso, porque Odin deixa claro em ‘Ragnarok‘ que Thor pode invocar raios sem o Mjolnir, e a gente vê isso no filme. Mesmo assim, o Capitão invoca raios com o martelo. Você vê essas coisas e pensa: ‘É incrível demais e não vamos deixar de fazer! Falamos sobre isso depois.”
Markus dá a entender que a cena foi mantida para satisfazer o publico, mas vale lembrar que Odin explica no primeiro ‘Thor’ (2011), que “aquele que empunhar o martelo, terá também os poderes de Thor.”
Apesar de alguns erros, ‘Vingadores: Ultimato’ tornou-se um evento cinematográfico, conquistando o topo das maiores bilheterias de todos os tempos. E, como já era de se esperar, a Marvel Studios já está em a campanha para que o filme seja indicado na próxima edição do Oscar.
Nos cartazes divulgados, o estúdio sugere o longa a diversas categorias principais, incluindo Melhor Filme, Melhor Figurino, Melhor Edição de Som e Melhor Edição.
Entretanto, certos fãs podem se decepcionar ao ver que a Marvel não sugeriu Robert Downey Jr. para a categoria de Melhor Ator por sua performance como Homem de Ferro.
Confira:
Assista à nossa crítica sobre o filme:
Após os eventos devastadores de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, o Universo entrou em destruição por causa do Estalar de Dedos do Thanos, o Titã Louco. Com a ajuda dos heróis sobreviventes, os Vingadores devem se reunir mais uma vez para desfazer as ações de Thanos e restaurar a ordem do universo de uma vez por todas, não importa quais serão as consequências que os aguardam.
De acordo com o Estadão, aNetflix adquiriu os direitos de exibição do filme brasileiro ‘Cidade Pássaro‘, que já está disponível em 190 países desde a última quarta-feira (29).
No entanto, o longa ainda não foi adicionado ao catálogo da plataforma aqui no Brasil por questões contratuais.
Em entrevista ao portal, o diretor Matias Mariani explicou que o longa precisa ser exibido nos cinemas brasileiros antes de chegar ao streming devido ao acordo com a Agência Nacional de Cinema, a Ancine.
“Foi a Netflix África que propôs a compra para distribuição. Infelizmente, quando assinamos o acordo, a Ancine ainda não havia ajustado suas normas à era da COVID-19. Vamos ter de esperar pela reabertura das salas e brigar pelo nosso espaço, o que com certeza não será fácil. E, embora o filme esteja entrando no streaming, já temos convite para o Festival de Lagos, na Nigéria.”
Elogiado no Festival de Berlim, ‘Cidade Pássaro‘ conta a história de um nigeriano que chega a São Paulo em busca do irmão, mas começa a se sentir deslocado em meio à nova realidade.
Em contraste ao drama, o longa mostra que o nigeriano é um matemático envolvido com uma máquina que antecipa resultados de jogos, o que garante um bom suspense.
“[A ideia] começou a surgir quando eu era jovem e estudava no exterior. Vivi esse sentimento de me sentir um estranho, sem vínculo com a comunidade. O filme nasceu com um personagem estrangeiro, só depois ele virou nigeriano.”, conta o cineasta.
Para compor a trama, Mariani pesquisou a cultura dos nigerianos e se profundou na imigração deles para o Brasil, especificamente para a cidade de São Paulo.
Além disso, ele e a roteirista Francine Barbosa já deram aulas de português para nigerianos, e aprenderam um pouco mais de sua cultura, como a oralidade e musicalidade dos igbos, um dos maiores grupos étnicos africanos espalhados pela Nigéria, Camarões e Guiné Equatorial.
Por conta da pandemia, ainda não previsão de estreia nos cinemas nacionais.
Hayden Christensen interpretou Anakin Skywalker no cinema, mas foi Matt Lanter quem dublou o personagem em todas as 7 temporadas de ‘Star Wars: The Clone Wars‘, entre 2008 e 2020.
E, apesar da animação ter chegado ao fim, Lanter revelou à Entertainment Weekly que vai reprisar o papel em um novo projeto da saga.
“Há alguma nova animação em desenvolvimento na Lucasfilm. Eu participei de algumas coisas sobre as quais não posso falar ainda. Mas posso garantir que vocês verão Anakin de novo. Eu nunca desisti do personagem, seja dublando games ou em novos projetos do estúdio”, disse ele, empolgado.
Infelizmente, ele não deu detalhes sobre o projeto, mas pode ser que Anakin apareça em flashbacks da animação ‘The Bad Batch‘, que acompanha alguns clonetroopers durante a ascensão do Império.
O astro também refletiu sobre o fim de ‘The Clone Wars‘, dizendo:
“Acho que o final da série não foi tão chocante para mim porque conseguimos dar um final adequado à trama. Chocado eu fiquei no fim da 6ª temporada porque ninguém sabia se iríamos concluir a história na primeira vez, então ficou aquela sensação de ‘negócios inacabados’… Mas, desta vez, encerramos da forma como tudo foi planejado por Dave [Filoni, co-criador da animação]. É por isso que o fim não foi recebido por nós com ar de tristeza, mas de dever cumprido.”
Confira o trailer dublado da temporada final de ‘Star Wars: The Clone Wars‘.
Através de um comunicado no site oficial da saga, Dave Filoni, co-criador da série, disse:
“É muito significativo e gratificante ter a oportunidade de juntar as peças finais da história e estou muito feliz por isso, o que me faz refletir sobre todas as pessoas com as quais eu trabalhei ao longo dos anos. Acredito que toda a equipe que trabalhou na animação também sente isso, pois a conclusão reforça tudo o que aprendemos com George Lucas.”
‘Star Wars: The Clone Wars’ começou em 2008 com um longa animado que deu origem à série do Cartoon Network, em 2009.
Após a compra da Lucasfilm em 2012, a Disney encerrou a produção em sua 5ª temporada, mas a Netflix a resgatou para mais uma temporada, em 2014, mas a série acabou sendo interrompida sem previsão de retorno.
Com o lançamento da Disney+, foi confirmado que a série será finalizada em sua 7ª temporada, com apenas 12 episódios.
Para quem não conhece, a trama é ambientada entre os eventos de ‘Star Wars: O Ataque dos Clones’ e ‘Star Wars: A Vingança dos Sith’, reproduzindo as batalhas em que Anakin Skywalker e Obi-Wan Kenobi participaram, ao lado de novos personagens como Ahsoka Tano.
Um dos arcos mais marcantes da animação foi a sobrevivência de Darth Maul em seu duelo com Kenobi em ‘A Ameaça Fantasma‘, abandonando o título de ‘Darth’ e perseguindo uma vida de crime.
Lembrando que os fãs do amado vigilante podem esperar uma adaptação dos quadrinhos independente e sem conexão direta ao multiverso DCEU.
O produtor Dylan Clark explicou à Empire que este novo filme não está conectado aos eventos de ‘Flash‘ e dos filmes anteriores da DC.
“A Warner Bros. tem um multiverso onde estão explorando diferentes maneiras de usar o personagem… Não nos envolvemos nisso. Matt está interessado em levar esse personagem às suas profundezas emocionais e sacudi-lo até seu âmago.”, afirmou.
Na publicação em questão, foi revelado que uma das condições para o diretor Matt Reeves aceitar fazer o longa era “enfatizar para Affleck e para a Warner Bros. que ele precisaria ser capaz de criar uma iteração com um aspecto mais pessoal”.
Isso significa que o cineasta e sua equipe criativa não seriam obrigados a conectar a produção com todas as demais adaptações dos quadrinhos do DCEU.
Dessa forma, ‘Batman‘ será apresentado ao público como uma história independente dos projetos anteriores já lançados pela DC.
Confira a sinopse oficial:
“Dois anos perseguindo as ruas como o Batman (Robert Pattinson), causando medo nos corações dos criminosos, levaram Bruce Wayne para as sombras de Gotham City. Com apenas alguns aliados de confiança – Alfred Pennyworth (Andy Serkis) e o tenente James Gordon (Jeffrey Wright) – entre a rede corrupta de funcionários e figuras de destaque da cidade, o solitário vigilante se estabeleceu como a única personificação da vingança entre os seus caros cidadãos.
Quando um assassino tem como alvo a elite de Gotham com uma série de manipulações sádicas, uma trilha de pistas enigmáticas envia o Maior Detetive do Mundo em uma investigação sobre o submundo, onde ele encontra personagens como Selina Kyle/Mulher-Gato (Zoë Kravitz), Oswald Cobblepot/Pinguim (Colin Farrell), Carmine Falcone (John Turturro) e Edward Nashton/Charada (Paul Dano).
Conforme as evidências começam a chegar mais perto da verdade e a escala dos planos do criminoso se torna clara, Batman deve forjar novos relacionamentos, desmascarar o culpado e fazer justiça ao abuso de poder e à corrupção que há muito tempo assola Gotham City.”
‘Batman‘ tem estreia marcada para 04 de março deste ano.
Em entrevista, Reeves comentou que o longa será diferente dos filmes anteriores e não se apresentará como uma tradicional história de origem, como já vimos no passado. Conforme ele explicou, o longa fará referências às suas origens, mostrando uma perspectiva muito mais emocional e complexa.
“Eu senti que vimos muitas histórias de origem do personagem. Parece que as coisas vão cada vez mais longe nessa fantasia, e eu pensei ‘bem, um lugar onde ainda não estivemos é fundamentando-o da maneira que os quadrinhos Ano Um faz, chegando direto em um jovem Batman, não sendo um conto de origem, mas referindo-se às suas origens e abalando-o até o âmago. Você pode fazer com que sua história seja muito prática, mas também pensei que poderia ser o filme do Batman mais emotivo já feito.”
Nas cenas apresentadas durante a convenção, é possível notar a sombria estétic
Além de Pattinson no papel principal, o elenco conta com Andy Serkis (Alfred), Zoe Kravitz (Mulher-Gato), Jeffrey Wright (Comissário Gordon), John Turturro (Carmine Falcone), Peter Skarsgaard,Jayme Lawson, Gil Perez-Abraham, e os irmãos Max e Charlie Carver.
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