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Por quê o diretor Sam Raimi foi a MELHOR ESCOLHA para dirigir ‘Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura’…

Sam Raimi é um mestre desse estilo

Doutor Estranho e o Multiverso da Loucura é um dos títulos com mais potencial anunciado pela Marvel Studios. Não só pela moda vigente de se aproveitar ao máximo a ferramenta do multiverso (que permite encontros inusitados entre personagens sem maiores elaborações ou explicações) mas pelo que a produção pode proporcionar.

A primeira aventura de Stephen Strange, dirigida por Scott Derrickson, soube utilizar bem as características psicodélicas das suas histórias aliadas a efeitos visuais que herdaram muito da estética de sonhos apresentada por A Origem. Mais importante de tudo, foi uma forma de introdução muito positiva que apresentou o personagem para uma larga margem de público.

Entretanto, para onde seguir na sequência? A aposta mais comum, até por estar indicada no subtítulo, é de enveredar pelo conceito do multiverso; essa que é a estratégia declarada da Marvel Studios para a nova fase e já começou a ser trabalhada na série Loki e que promete atingir uma nova dimensão com Homem Aranha: Sem Volta para Casa.

Dentro do possível o filme de Scott Derickson apresentou conceitos interessantes

Em si o conceito do multiverso é uma enorme licença poética que permite a integração de diversos personagens que, em outra situação, não teriam como interagir sem a necessidade de uma preparação de médio ou longo prazo como o próprio estúdio tem feito desde a sua criação.

Dessa maneira, sob uma perspectiva criativa, os realizadores têm a possibilidade de brincar com cenários variados e o público pode experienciar uma situação em que seus personagens favoritos podem interagir diretamente, gerando assim um cenário de oferta por parte do estúdio que tem total ciência de que haverá procura por tal coisa.

Outro elemento que contribui para o potencial de Multiverso da Loucura é a presença de Sam Raimi na direção. Este que é um diretor bastante conhecido por sua trilogia do Homem Aranha nos anos 2000 porém tem sua filmografia fincada profundamente no terror; mais do que isso, no terror B, aquele segmento famoso por ter orçamento bastante reduzido (então o uso de locações costuma ser muito pouco variado e quase sempre se passar em florestas).

Sam Raimi pode entregar uma excentricidade necessária para o herói

Outra característica é que não raramente esses filmes investem seus escassos recursos em efeitos visuais, ao invés de no elenco. Logo, muitos deles são estrelados por rostos desconhecidos (com qualidade duvidosa) e quase sempre tem cenas explícitas de gore, que utilizam trabalhos convincentes de maquiagem como efeito prático (Tom Savini se tornou referência no meio pelo trabalho de efeitos práticos em séries como Sexta Feira 13).

É desse meio que Raimi surgiu, principalmente pelo seu primeiro longa, A Morte do Demônio de 1981, mas também por experiências prévias que ele foi adquirindo na década de 70 com curta metragens. Um exemplo é a obra Within the Woods, de 1978, que não só conta com o eterno parceiro do diretor, Bruce Campbell, como soa bastante com um protótipo do que viria a ser A Morte do Demônio poucos anos depois.

Em ambos os casos, bem como em muitos outros, Raimi apostou no uso de cenas de gore intenso e trabalhos de maquiagem que traduzissem o quão malignas eram as forças com que os personagens estavam lidando e quão dolorosa poderiam ser as suas mortes. É através de uma estética um pouco mais “desleixada”, própria das obras trash, que o filme pode se consolidar na memória do público, além de fugir da eterna sombra da Marvel do abuso de CGI.

“Multiverso da Loucura” pode, finalmente, fugir da regra de grande batalha de CGI do terceiro ato na Marvel

A primeira aventura do Dr. Estranho já apresentou a existência de ameaças de outras dimensões, agora com a possibilidade do multiverso o diretor pode ter a sua mão o uso de criaturas mais próximas da realidade padrão mas que se utilizem de possessões de corpos para ferir suas vítimas; não muito diferente das criaturas liberadas pelo Necronomicon em A Morte do Demônio.

Com a variedade ofertada por algo como o multiverso, o cineasta tem todo um leque de possíveis criaturas para utilizar na obra também para propósitos de continuidade ao surrealismo que pautou o capítulo anterior. Dessa maneira, Arraste-me para o Inferno é um exemplo de como o exagero do gore poderá ser usado para criar situações que podem quebrar as noções de realidade dos personagens, não fugindo muito do espectro proposto no filme anterior.

Há um potencial nato no projeto, ainda que evidentemente não será uma volta de Sam Raimi ao terror trash. A despeito dos já conhecidos acompanhamentos, bem próximos, do estúdio ao longo da produção é bem provável que o diretor reutilize ferramentas do passado, principalmente os jump scares, para enriquecer seu projeto. Afinal de contas, se ele encontrou espaço para tanto em Homem-Aranha (2002) será ainda mais fácil com Dr. Estranho. Desde que o estúdio permita.

 

‘A Freira 2’ estreia com 61% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira avaliações!

A Freira 2‘, nova entrada no universo de ‘Invocação do Mal’, já está em cartaz nos cinemas nacionais, e com sua estreia mundial acontecendo amanhã (08), a imprensa já está soltando suas avaliações do filme.

No site agregador de críticas Rotten Tomatoes, o longa abriu com uma aprovação de 61%, e uma nota média de 5.6/10.

Confira algumas avaliações:

“‘A Freira 2’ tem algumas ideias interessantes e algumas sequências emocionantes…” – San Francisco Chronicle

“‘A Freira 2’ aumenta o fator medo ao adotar a abordagem “mais é mais” para tudo, desde cenários até mitologia. É uma entrada mais animada que tropeça em seus excessos e não consegue capturar o que tornou Valak tão assustador anteriormente” – Bloody Disgusting

“Em alguns aspectos, uma melhoria em relação ao seu antecessor, em outros não. Esta é finalmente mais uma entrada boa o suficiente que certamente prolongará a vida da série de forma lucrativa.” – Variety

“Quando até mesmo os produtores dos filmes estão perdendo o interesse pelas freiras malévolas, é hora de começar a procurar novas maneiras de ser assustador.” – Sydney Morning Herald

“‘A Freira 2’ é uma adição eficaz, sangrenta e impressionantemente assustadora ao universo de ‘Invocação do Mal’.” – Collider

Relembre o trailer:

Storm ReidAnna PopplewellKatelyn Rose DowneyJonas Bloquet e outros também fazem parte do elenco.

Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.

1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.

Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.

‘Grey’s Anatomy’: Ator se despede da série após sete anos

Depois de sete temporadas conquistando o coração dos fãs como o Dr. Levi Schmitt, Jake Borelli se despede de ‘Grey’s Anatomy’. O ator, que se tornou um dos personagens mais amados da série nos últimos anos, não retornará como membro regular do elenco na próxima temporada.

Segundo o Deadline, a saída de Borelli está ligada a cortes no orçamento da série, que busca reduzir custos para sua 21ª temporada. Com um elenco extenso, a maioria dos quais veteranos do programa, a ABC está renegociando contratos e buscando alternativas para manter a série viável.

Parte dessa estratégia inclui a redução do número de episódios de alguns dos atores mais experientes. Isso significa que, embora seus salários por episódio permaneçam os mesmos, eles aparecerão em menos episódios na próxima temporada. Essa medida exige cuidado dos roteiristas na hora de elaborar as tramas, para que todos os personagens tenham um desenvolvimento satisfatório.

Embora a despedida seja sentida, Borelli deve retornar para alguns episódios da próxima temporada para concluir a história do Dr. Schmitt. O ator, que se tornou um ícone da representatividade LGBTQ+ na série, deixa um legado importante.

Em 2018, ele fez história ao interpretar o primeiro personagem masculino gay assumido da série e protagonizar o primeiro beijo entre dois homens do drama, entre Levi e Nico (Alex Landi).

Vale lembrar que ‘Grey’s Anatomy’ se encontra atualmente em sua 20ª temporada, com a ABC já renovando oficialmente a série para uma 21ª temporada.

Segundo o Deadline, o próximo ciclo contará com 18 episódios.

Apesar de não fazer mais parte do elenco fixo da produção, Ellen Pompeo deve continuar fazendo participações especiais como Meredith Grey, além de narrar todos os capítulos da série.

Criada por Shonda Rhimes, a série atualmente é comandada pela showrunner Meg Marinis.

A trama segue a vida pessoal e profissional de cirurgiões e internos no Hospital Memorial Grey Sloan.

‘Peter Pan’s Neverland Nightmare’: Diretor explica a relação doentia entre Peter Pan e Sininho

Scott Chambers, diretor de ‘Peter Pan’s Neverland Nightmare’, recentemente discutiu sua nova interpretação do clássico infantil, que segue a mesma linha de ‘Ursinho Pooh: Sangue e Mel’.

Em uma entrevista à Entertainment Weekly, o cineasta revelou que se inspirou no filme ‘Hounds of Love’ para a complexa relação entre Peter Pan e Sininho.

“Havia muita manipulação entre esse casal, e eu achei isso fascinante”, disse Chambers, referindo-se ao filme independente dirigido por Ben Young. “Eu trouxe muito disso para este trabalho”.

Chambers ainda explicou que o filme apresenta uma relação “muito distorcida” e “muito retorcida” entre os dois personagens.

A figura que eventualmente se tornará conhecida como Sininho é biologicamente masculina e chamada Timmy, uma vítima anterior de Peter Pan. Neste universo, Pan é um sequestrador de crianças obcecado em levar meninos para a Terra do Nunca. Como Timmy se identifica como mulher, Pan não a deixa se tornar um de seus Meninos Perdidos.

“Ela não se encaixava nos critérios para ser mandada totalmente para a Terra do Nunca”, explica Chambers. “Então ele diz: ‘Você pode ser outra coisa. Pode ser uma fada, pode ser mágica, mas você tem que me ajudar. Eu vou te dar essa ‘pólen de fada’, e, se você continuar tomando… sempre que você for boa, pode ter um pouco'”.

Mas, claro, a tal “pólen de fada” não é o que parece. Trata-se de heroína. Anos depois, quando Pan reaparece para sequestrar Michael, o irmão mais novo de Wendy Darling, Sininho já está completamente viciada na droga e também obcecada por seu torturador controlador.

No entanto, o cineasta esclarece que Sininho não é uma vilã.

“Ela não é uma vilã de jeito nenhum”, diz ele. “Ela é uma personagem extremamente complexa. Ela é alguém realmente perturbada. Foi manipulada. É síndrome de Estocolmo. Ela está nessa situação há anos e anos. Ela não conhece outro jeito”.

Quanto à caracterização da personagem, a equipe usou próteses para criar a ilusão de carne em decomposição.

“Eu queria que houvesse um elemento de krokodil, que é uma droga muito forte que você injeita e simplesmente apodrece sua pele”, explica Chambers.

Confira, junto com o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

Na trama, Wendy Darling tenta resgatar seu irmão Michael das garras do malvado Peter Pan. Ao longo do caminho ela conhece a Sininho, que, nesta versão distorcida da história, será vista tomando heroína, convencida de que é pó mágico.

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Dirigido por Scott Jeffrey, o longa faz parte do Poohniverso, que foi iniciado com o polêmico ‘Ursinho Pooh: Sangue & Mel‘ e sua sequência.

Funcionando como uma releitura da clássica peça de teatro e do romance assinados por J.M. Barrie, o filme é assinado por Rhys Frake-Waterfield, mesmo diretor de ‘Sangue & Mel’.

A trama apresenta um maléfico Peter Pan, que rouba as almas de suas vítimas e as prende em um reino chamado Terra do Nunca.

O elenco conta com Philip PhilmarKit GreenMichelle MinersIain TingleyJay RobertsonPeter DeSouza-FeighoneyKelly Rian SansonLila Lasso e Megan Placito.

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Sarah Michelle Gellar REVELA por que não tirou fotos com Jennifer Love Hewitt no tapete vermelho de ‘Eu Sei…’

A atriz Sarah Michelle Gellar utilizou suas redes sociais recentemente para explicar por que não foi fotografada com Jennifer Love Hewitt na estreia do novo filme ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’.

Em sua postagem, Gellar esclareceu que não encontrou Jennifer no evento: “Para todos que estão perguntando – eu nunca cheguei a ver Jennifer Love Hewitt, que é fantástica no filme. Eu estava lá dentro com os meus filhos quando aconteceu o tapete grande. E infelizmente a JLH não veio à festa depois. Se já foi a um destes, é uma loucura. Infelizmente não consegui fotos com a maioria do elenco. Mas isso não muda o quão incríveis eu acho que eles são. Infelizmente algumas coisas acontecem apenas na vida real e não online”.

A atriz também aproveitou as redes sociais para celebrar a estreia do longa: “Que noite!!! Ainda não consigo acreditar… anos depois (não preciso namorar comigo mesmo) consegui andar no tapete vermelho em outra estreia de ‘Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado’ ainda protagonizado pelo homem mais bonito que conheço Freddie Prinze mas desta vez dirigido pelo meu melhor amigo Jenn Kaytin e escrito por Jenn e Sam Lansky amo tanto este filme e esse elenco!!”.

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 17 de julho.

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

Jennifer Kaytin Robinson é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Leah McKendrick.

“Cinco amigos, após causarem um acidente de carro fatal e fazerem um pacto para manter o segredo, são confrontados um ano depois por alguém sedento por vingança, deixando claro que sabe exatamente o que eles fizeram no último verão”.

O elenco conta com Chase Sui Wonders (‘O Estúdio’), Sarah Pidgeon (‘O Último Refúgio’), Jonah Hauer-King (‘A Pequena Sereia’) e Tyriq Withers (‘Him’).

Jennifer Love Hewitt e Freddie Prinze Jr. retornam como os sobreviventes originais Julie James e Ray Bronson, respectivamente.

Shawn Levy compara novo filme de ‘Star Wars’ ao sucesso de ‘Stranger Things’

O diretor Shawn Levy, responsável pelo fenômeno da Netflix ‘Stranger Things’, falou recentemente sobre seu próximo longa, ‘Star Wars: Starfighter’, comparando o novo capítulo da amada franquia à série de sucesso.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Levy afirmou: “Se aprendi alguma coisa com Stranger Things, é que você pode se sentir intimidado pela escala das expectativas de uma franquia. Mas você vai se perder se esse for o seu foco. Aprendi a necessidade de permanecer enraizado nos personagens, nos temas e nos relacionamentos na tela”.

O cineasta ressaltou que, embora o novo longa entregue o espetáculo visual esperado pela marca, o coração da história é o que realmente importa.

“Sim, há espetáculo e grande escala, assim como em Stranger Things. E, claro, Star Wars: Starfighter tem espetáculo, grande escala e aventura em um nível que nunca experimentei em toda a minha carreira. Mas, assim como Stranger Things, também é muito ancorado em uma história em escala humana, centrada nos personagens”, acrescentou.

Levy concluiu traçando uma meta ambiciosa para o projeto: “Acredito que, se eu conseguir equilibrar o épico e o íntimo da mesma forma que os irmãos Duffer fazem em Stranger Things, vou criar um filme e uma nova aventura original de Star Wars que possa ser realmente satisfatória para fãs e para o público”.

Vale lembrar que o cineasta anunciou recentemente em suas redes sociais o fim das filmagens de ‘Star Wars: Starfighter’.

Conforme o ComicBookMovie, o cineasta esclareceu que embora o filme carregue o peso da marca ‘Star Wars’, a produção contará uma história totalmente independente:

“Antes de tudo, ele é diferente porque se trata de uma aventura nova, que não é sequência nem prelúdio. São personagens inéditos e uma nova linha do tempo. O filme herda temas do legado, mas tenta oferecer algo fresco. Queremos resgatar aquele espírito lúdico de grande aventura que Uma Nova Esperança apresentou de forma revolucionária”, disse Levy.

“Estamos tentando usar esse tom como nossa estrela-guia todos os dias. Minha equipe, meu diretor de fotografia Claudio Miranda e Ryan Gosling, que é meu principal colaborador no papel central, transformaram isso em um sonho realizado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias. É uma oportunidade enorme e revigorante, porque a Lucasfilm tem me incentivado muito a fazer algo novo. Não há pressão para ser derivativo ou ficar limitado pelo que veio antes. Existe apenas um amor pelo legado”, acrescentou.

O diretor enfatizou a liberdade criativa concedida pela Lucasfilm:

“É surreal entrar nesse set todos os dias e perceber que criamos uma história original que não está limitada por obrigações com o que veio antes. Há apenas um amor pelo legado. Meu eu de 10 anos está no set comigo todos os dias”, afirmou.

Apesar de ser uma história original com personagens novos, já foi confirmado que a trama se passa vários anos após os eventos de ‘A Ascensão Skywalker’ (Episódio IX), explorando um futuro ainda pouco conhecido da franquia.

O foco, segundo o diretor, é manter a “estrela-guia” do tom clássico de aventura, mas sem medo de inovar e apresentar um território completamente inexplorado para os fãs.

Diretor de ‘Star Wars: Starfighter’ confirma que novo filme não é nem uma sequência, nem um prelúdio

O elenco da produção contará com Ryan Gosling, Flynn GrayMatt Smith, Mia GothAaron PierreSimon BirdJamael WestmanDaniel IngsAmy Adams.

Jonathan Tropper assina o roteiro.

Star Wars: Starfighter‘ tem estreia marcada para 28 de maio de 2027.

Nepotismo? Esposa de James Gunn revela se fez participação especial em ‘Supergirl’

A atriz Jennifer Holland, estrela da série ‘Pacificador’ e esposa do cineasta James Gunn, comentou recentemente sobre os rumores de que estaria repetindo a estratégia de fazer participações secretas de voz nas novas produções da DC Studios.

Em entrevista ao ComicBook, Holland foi direta ao negar os boatos de que teria dublado alguma criatura ou inteligência artificial em ‘Supergirl’:

“Eu não dublo secretamente nenhum personagem em ‘Supergirl’, embora isso seja uma perda para eles”, brincou a atriz.

Ela ainda sugeriu que o cenário pode mudar nos próximos projetos do novo universo DC (DCU):

“Não, eu não dublo nenhum personagem secretamente. Mas quem sabe? Talvez vocês me vejam dando voz a outro personagem no futuro”, concluiu.

Como seu marido, James Gunn (copresidente da DC Studios), está atualmente no comando de ‘Superman: Homem do Amanhã’, a imprensa especializada especula que a atriz possa voltar a emprestar sua voz para algum robô da Fortaleza da Solidão ou para as criações do vilão Brainiac (vivido por Lars Eidinger).

Relembre a trajetória de Jennifer Holland na DC

  • ‘O Esquadrão Suicida’ (2021): Estreou no papel de Emilia Harcourt, uma pequena participação coadjuvante que introduziu a agente ao público.
  • ‘Pacificador’: Voltou a interpretar Harcourt como uma das personagens fixas.
  • ‘Superman’: Fez um cameo (participação especial) não creditado.

Fracasso! ‘Supergirl’ deve dar PREJUÍZO de mais de US$ 100 milhões à Warner Bros.

Com um orçamento de produção estimado em US$ 170 milhões e aproximadamente US$ 120 milhões gastos em campanhas de marketing, o longa do novo DCU precisa arrecadar pelo menos US$ 375 milhões globalmente apenas para se pagar.

Contudo, as projeções atuais indicam um cenário crítico:

  • Arrecadação estimada nos EUA: Cerca de US$ 100 milhões.
  • Arrecadação mundial estimada: Entre US$ 200 milhões e US$ 210 milhões.

Caso as estimativas se confirmem, fontes do mercado financeiro de Hollywood indicam que a Warner Bros. pode enfrentar um prejuízo entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões. Uma visão interna ligeiramente mais otimista prevê perdas entre US$ 80 milhões e US$ 85 milhões, sob a condição obrigatória de que a barreira global dos US$ 200 milhões seja superada.

Caso contrário, o rombo para a Warner Bros. será ainda maior.

‘Supergirl’ segue em cartaz nos cinemas.

Rio de Janeiro receberá Milly Alcock para a turnê global de ‘Supergirl’

A direção fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por seu trabalho em ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira.

O elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

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Joaquin Phoenix aparece como Napoleão Bonaparte no set da cinebiografia dirigida por Ridley Scott

Foi divulgado, através do site britânico Daily Mail, as primeiras imagens de Joaquin Phoenix (‘Coringa‘) como Napoleão Bonaparte no set de filmagem. Com a sua estreia prevista para 2023, o novo épico começou a ser produzido, recentemente, em Londres.

No lugar, já foi montada parte do cenário grandioso em que a produção vai ostentar, e se tratando de um filme do estilo comandado por Ridley Scott, já sabemos o que esperar a nível de recriação de cenários e figurinos.

Logo abaixo, você confere as primeiras imagens de Joaquin Phoenix já vestido como o antigo imperador francês:

O longa vai abordar a ascensão de Napoleão ao poder durante o período da Revolução Francesa, em que foi um dos maiores líderes militares e como chegou a ser imperador. A trama também dará muito destaque à relação entre Napoleão e sua esposa, Josephine, interpretada por Vanessa Kirby, que foi indicada ao Oscar por seu papel em ‘Pieces of a Woman’.

‘The Batman 2’: Revelada principal fonte de inspiração da aguardada sequência

Mesmo que o lançamento de ‘The Batman 2’ ainda esteja longe, novos detalhes sobre a história da esperada sequência já foram revelados. Antes mesmo de sair do papel, foi planeado para ser o primeiro longa de uma nova trilogia do Batman nos cinemas, via Legado da DC.

Apesar de não sabermos em detalhes o que acontecerá na sequência, já começaram a surgir rumores sobre a história.

Há algumas semanas atrás, o jornalista Daniel Richtman soltou um rumor interessante sobre a história de ‘The Batman 2‘. Segundo Ritchman, o enredo deverá ser baseado no arco ‘Terra de Ninguém‘, um evento crossover da Bat-Familia publicado em 1999. O insider MyTimeToShineHello também confirmou a informação.

Na trama de ‘Terra de Ninguém‘, Gotham City não é mais parte dos Estados Unidos. Isso ocorre após vários desastres que aconteceram com a cidade em Cataclismo e Contágio. Gotham se torna um deserto sem lei que é dividido em territórios mantidos pelas figuras mais poderosas.

Gotham ficou literalmente isolada e de alguma forma conseguiu se afundar ainda mais, e parte disso acontece no clímax de ‘The Batman‘. Vale ressaltar que Christopher Nolan pegou emprestado elementos desta história para finalizar sua trilogia com ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge‘.

Lembrando que ‘Batman 2‘ já foi confirmado, mas está nos estágios iniciais de produção. Sabemos que o roteiro está sendo desenvolvido por Matt Reeves e Mattson Tomlin.

Enquanto isso, vale lembrar que ‘Batman‘ já está disponível na HBO Max.

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Logan Lerman diz que ‘Percy Jackson 3′ não vai acontecer

Logan Lerman não voltará a viver o protagonista em um terceiro filme baseado na série de fantasia ‘Percy Jackson‘. Na verdade, um terceiro filme sequer está nos planos da Fox.

“Não vai acontecer”, revelou o ator em entrevista à MTV.

Lerman estrelou como o personagem-título em ‘Percy Jackson e o Ladrão de Raios‘, de 2010, e retornou para a sequência ‘Percy Jackson e o Mar de Monstros‘, no último ano.

“Foi uma grande experiência para mim e me abriu várias oportunidades, mas não vou voltar para a franquia”, afirmou o ator.

Apesar de não agradar a crítica especializada, as bilheterias foram boas. O primeiro filme arrecadou US$ 226 milhões mundialmente, enquanto a sequência fez US$ 199 milhões.

O terceiro filme da franquia seria baseado em ‘Percy Jackson e a Maldição do Titã‘. Na história, um chamado do amigo Grover deixa Percy a postos para mais uma missão: dois novos meios-sangues foram encontrados, cuja ascendência ainda é desconhecida. Como sempre, Percy sabe que precisará contar com o poder de seus aliados heróis, com sua leal espada Contracorrente… e com uma caroninha da mãe. O que eles ainda não sabem é que os jovens descobertos não são os únicos em perigo: Cronos, o Senhor dos Titãs, arquitetou um de seus planos mais traiçoeiros, e nossos heróis serão presas fáceis.

Percy teve sorte. Outras séries de livro, como ‘Eragon‘, ‘As Crônicas de Spiderwick‘ e ‘A Bússola de Ouro‘, foram engavetadas e não ganharam sequer uma sequência.

Guillermo del Toro continua trabalhando em ‘Círculo de Fogo 2’

Ontem, o The Hollywood Reporter afirmou que a Universal Pictures e a Legendary Pictures cancelaram a produção de ‘Círculo de Fogo 2‘, sequência da ficção científica roteirizada e dirigida por Guillermo del Toro. A Legendary queria realizar o filme, mas a Universal só quer apostar em longas que fizeram sucesso a nível global.

Felizmente, Del Toro não perdeu a esperança, e afirmou ao Entertainment Weekly que ainda está desenvolvendo a sequência.

“Nós ainda estamos trabalhando no roteiro e vamos apresentar um orçamento em três semanas, até aonde eu sei, ainda não é o fim. Estamos desenvolvendo o filme”, afirmou.

Enquanto isso não é exatamente uma confirmação de que vamos ver ‘Círculo de Fogo 2‘ nos cinemas, é bom saber que o projeto não foi completamente arquivado.

“Posso dizer uma coisa: se eu fosse um bilionário, eu definitivamente iria fazer Hellboy 3, Círculo de Fogo 2 e Nas Montanhas da Loucura, e gostaria de rapidamente me tornar um milionário”, concluiu.

No entanto, Del Toro confirmou que a data do filme (4 de agosto de 2017) será adiada, pois ele “pode ​​fazer outro filme nesse meio tempo”

O diretor sempre acaba atrasando seus projetos, e eles acabam sendo cancelados… Mas sua persistência é admirável.

 

‘Círculo de Fogo 2’ é adiado indefinidamente

Confirmados mais dois retornos no elenco de ‘Círculo de Fogo 2’ 

Astro de ‘Círculo de Fogo’ critica o filme e fala sobre a sequência 

Guillermo Del Toro quer trilogia para ‘Círculo de Fogo’

‘Círculo de Fogo’ teve bilheteria mundial de US$ 411 milhões, e mais de 1/4 dessa quantia veio da China, onde o filme faturou mais do que nos EUA. O orçamento foi de caros US$ 190 milhões.

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Lothar luta contra forças sombrias em comercial de ‘Warcraft’

A Universal liberou um novo comercial de ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos‘ (Warcraft – The Beginning).

O destaque fica por conta de Anduin Lothar (Travis Fimmel).

Confira, com os vídeos anteriores:

Lista completa das curiosidades de ‘Warcraft’ tem até easter egg para Sam Raimi

Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.

Diretor fala sobre efeitos especiais e trailer de ‘Warcraft’

Dominic Cooper será o rei Llane Wrynn, que traz esperança à cidade de Stormwind; Toby Kebbel será Durotan, integrante principal da Horda e líder do clã Frostwolf; Rob Kazinsky será Orgrim; braço direito de Durotan; Paula Patton será Garona, sobrevivente que precisa decidir de qual lado ficará na guerra entre Aliança e Horda; Ben Schnetzer será o mago Khadgar; Clancy Brown será Blackhand, guerreiro Orc apelidado de “O Destruidor”; Ben Foster será Medivh, mais conhecido como “O Guardião”, que tem poderes formidáveis; Travis Fimmel será Anduin Lothar, principal membro do exército da Aliança; Ruth Negga será Lady Taria, a rainha de Stormwind; e Daniel Wu será Gul’Dan, supremo Orc que não consegue controlar sua magia negra.

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Primeiro e tenso trailer do retorno de ‘Fear The Walking Dead’

A AMC acaba de liberar primeiro trailer da segunda parte da 2° temporada de ‘Fear The Walking Dead‘.

A nova leva de episódios começa a ser transmitida pelo canal em 21 de agosto.

Assista:


‘Fear The Walking Dead’ é renovada para terceira temporada 

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O drama explora o início do apocalipse zumbi pelos olhos de uma família problemática de Los Angeles. Nessa cidade, onde as pessoas vão para escapar, esconder segredos e enterrar o seu passado, um misterioso surto ameaça perturbar a pouca estabilidade que a professora do ensino médio Madison Clark (Kim Dickens) e o professor de Inglês Travis Manawa (Cliff Curtis) conseguiram estabelecer. A pressão cotidiana de unir duas famílias enquanto lidam com ressentimentos e filhos revoltados fica em segundo plano quando a sociedade começa a se romper.

 

Regina quer acabar com a Rainha Má em prévia do 3º episódio de ‘Once Upon a Time’

Então, partiu conferir a nova prévia da sexta temporada.

No terceiro episódio de ‘Once Upon a Time‘, Regina subornará o Senhor Hyde, na tentativa de acabar com a Rainha Má.

Assista:

 

Nova série de Shonda Rhimes ganha sinal verde da ABC; Confira os detalhes!

E a ABC é louca de negar uma série de Shonda Rhimes?! Exatamente!

A Entertainment Weekly confirma que o TV Show – ainda sem título – ganhou sinal verde para que o piloto seja escrito e filmado.

A publicação não disse ao certo se o produto passará por uma avaliação do canal para que haja – ou não – a encomenda de uma primeira temporada completa. Mas se tratando de Rhimes… os episódios já devem estar mais do que garantidos.

Apesar de ainda não ter título, a EW ao menos liberou a história:

“Situado em Nova York, este drama jurídico acompanha jovens advogados que trabalham em lados opostos das mesmas causas – tanto para a defesa, quanto para a acusação. Assim, na medida em que lidam com clientes de alto perfil e com casos de conhecimento do público norte-americano, as vidas pessoais desses profissionais também se cruzam.”

Tendo em vista que o sinal verde foi dado em janeiro, a aprovação da temporada completa deverá vir em meados de abril, para uma primeira temporada já entrar em exibição no Fall Season, em setembro.

Enquanto Shonda virá como produtora executiva, William Davies, roteirista-chefe de ‘Scandal‘, será o showrunner.

Tom Cruise em ação nas fotos e vídeos dos bastidores de ‘Missão Impossível 6’

As filmagens de ‘Missão Impossível 6‘ estão a todo vapor em Paris.

E várias fotos e vídeos das filmagens estão online.

Henry Cavill, que interpretará o vilão da produção, chegou à Cidade Luz nesse fim de semana, então, o ‘Superman‘ deverá entrar em cena ao longo dessa semana.

Confira:


Com relação a estreia, a data agendada é para 27 de julho de 2018.

 

‘The Deuce’: James Franco interpreta gêmeos no novo trailer de série da HBO

A HBO liberou o novo trailer de ‘The Deuce’.

O drama, que é original e conta com criação de David Simon, o mesmo da aclamada ‘Show me a Hero‘, trata da ascensão da indústria pornográfica na Nova York dos anos 70.

James Franco interpreta um barman que junto com seu irmão gêmeo começam a aliciar mulheres para a produção de filmes eróticos.

Maggie Gyllenhaal vive uma prostituta da Times Square que recebe um convite irrecusável de Vincent Martino (James Franco) para uma produção do gênero.

The Deuce‘ ainda não tem data de estreia prevista.

Confira, com fotos:

Kate Beckinsale fala sobre seu possível retorno para a série ‘Anjos da Noite’

Len Wiseman, o criador da franquia ‘Anjos da Noite’ , confirmou ontem que ele está desenvolvendo uma série de TV sobre o universo Underworld.

Porém, muitos fãs questionaram se existe a possibilidade da maravilhosa Kate Beckinsale retornar como a vampira Selene.

Em entrevista recente ao Collider, a atriz falou sobre seu possível retorno:

“Eu ainda não sei. Não posso responder. Sempre digo que não vou fazer, mas acabo retornando”, brincou.

O TV Show ainda não tem canal definido, mas Len acredita que deverá vender a produção para uma plataforma de streaming.

“A série vai ser uma grande saída dos filmes. Eu não quer dizer que é uma versão mais adulta, mas definitivamente não é uma adaptação de HQ, nem em seu tom, nem no tom dos novos personagens.”

A franquia de ação e horror foi inaugurada em 2003, apresentando Kate Beckinsale como a vampira Selena, presa numa guerra entre vampiros e uma raça superior de lobisomens, conhecida como Lycans.

Os filmes faturaram até então cerca de US$ 539 milhões.

Lançado em 2016, o último filme foi ‘Anjos da Noite: Guerras de Sangue‘ e arrecadou US$ 82 milhões mundialmente.

‘Nightflyers’: Netflix divulga teaser sangrento da nova série de George R.R. Martin

A adaptação da novela de ficção científica e terror ‘Nightflyers’, de George R.R. Martin, autor de ‘Game Of Thrones’ ganhou um novo teaser.

Assista:

 

O seriado será do canal Syfy, com coprodução da Netflix, que vai distribuir os episódios mundo afora.

‘Nightflyers’ foi escrito em 1985 e narra a história de um grupo de humanos a bordo de uma nave espacial que tentam fazer contato com formas de vida alienígena. Tudo muda quando eventos aterrorizantes começam a acontecer e os protagonistas entram em uma jornada difícil de sobrevivência.

O elenco conta com Gretchen Mol (Boardwalk Empire) será a Dra. Agatha Matheson, Eoin Macken (The Night Shift) viverá Karl D’Branin, David Ajala (Velozes e Furiosos 6) será Roy Eris, Sam Strike (Leatherface) dará vida a Thale, Maya Eshet (Teen Wolf) será Lommie, Angus Sampson (Fargo) será Rowan, Brían F. O’Byrne (FlashForward) vive Auggie, Jodie Turner-Smith (The Last Ship) será Melantha Jhirl.

A estreia de ‘Nightflyers’ acontece ainda em 2018, sem data definida.

Brinquedo Assassino

(Chucky – Child’s play)

 

Elenco:

Aubrey Plaza
Brian Tyree Henry
Gabriel Bateman
Beatrice Kitsos
Ty Consiglio

Direção: Lars Klevberg

Gênero: Terror

Duração: 90 min

Distribuidora: Imagem Filmes

Orçamento: R$ 10 milhões

Estreia: 22 de Agosto de 2019

Sinopse: 

Em ‘Brinquedo Assassino‘, a Kaslan Corporation, fabricante dos bonecos Buddi, é uma empresa que investe cada vez mais em tecnologias inteligentes. Para anunciar a chegada do boneco, o fundador da corporação explicou um pouco mais a respeito desse produto que promete encantar as crianças de todo o mundo. “Nós nos comprometemos a desenvolver o maior e mais interativo brinquedo do mercado, mas criamos algo muito mais especial. Toda criança é importante para nós e todas elas merecem uma companhia. Um amigo que nunca te deixaria para baixo. É uma honra apresentar a você o nosso brinquedo mais inovador até hoje: Buddi. Ele é mais que um brinquedo, ele é seu melhor amigo!”, afirma o CEO da empresa. No entanto, é quando Karen (Aubrey Plaza) presenteia seu filho, Andy (Gabriel Bateman), com um boneco Buddi, que crimes estranhos começam a acontecer pela vizinhança, revelando a natureza sombria do brinquedo.

Crítica | Brinquedo Assassino – Refilmagem surpreende com mais drama do que terror (Nota: 7.0)

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

» ‘Brinquedo Assassino’: Atriz que viveu a Noiva de Chucky critica o remake

» O remake de ‘Brinquedo Assassino‘ finalmente ganhou data de estreia nos cinemas nacionais.  A Imagem Filmes agendou a estreia por aqui no dia 20 de Junho, mesmo dia do lançamento de ‘Toy Story 4‘.

»  O novo filme vai trazer uma versão reimaginada de Chuck. A MGM e Orion Pictures revelaram que a empresa MastersFX será a responsável por desenvolver o assustador boneco. O estúdio em questão é o mesmo responsável pelos recentes projetos ‘The Belko Experiment‘ e ‘Arranha-Céu: Coragem sem Limite‘.”A MastersFX trouxe o novo boneco Chucky para a vida nas telas como jamais antes, em uma mistura de trabalho de fantoches no set e aprimoramentos de efeitos visuais. Todd Masters, fundador da MastersFX, e sua equipe levaram seis semanas para preparar e montar sete fantoches animatrônicos práticos, cada um com braços e cabeças intercambiáveis que executam uma variedade de ações necessárias no set. Cada membro da equipe de FX, liderada pelo mestre de em fantoches Keith Arbuthnot, juntamente com Mike Fields, Jason Ward e Josh Raymond, controlava uma parte diferente do boneco”.

»  O elenco inclui Aubrey PlazaBrian Tyree HenryGabriel Bateman, Beatrice Kitsos Ty Consiglio.

»  Lars Klevberg (‘Morte Instantânea‘) é o diretor, com um roteiro de Tyler Burton Smith.

» O longa ainda conta com os mesmos produtores de ‘It: A Coisa‘, David Katzenberg e Seth Grahame-Smith.

 

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Coringa’: Aprovação da crítica cai para 69% e filme perde selo ‘Certified Fresh’ no Rotten Tomatoes

Parece que toda a polêmica em torno da violência de ‘Coringa‘ fizeram o hype em torno do filme diminuir.

Após conquistar a crítica especializada nos festivais de Veneza e Toronto, a produção conquistou o certificado de aprovação do Rotten Tomatoes, sendo oficialmente considerado um longa de qualidade pelo agregador de críticas com 89% de aprovação.

Porém, conforme as novas críticas foram disponibilizadas, a porcentagem de aprovação despencou.

Para o medidor do Rotten Tomatoes, o filme precisa ter uma pontuação igual ou superior a 75% após a contagem de 80 resenhas, e cinco dessas resenhas devem ser dos principais críticos.

No momento, o filme conta com apenas 69% de aprovação dos críticos, perdendo assim seu rótulo “Certified Fresh” do site.

Separamos as principais críticas:

“Tendo copiado descaradamente os filmes de Scorsese, Phillips modela os ingredientes roubados em algo novo, de modo que o que começou como uma alegre sessão de cosplay se torna progressivamente mais perigoso – e de alguma forma mais relevante também.”, Xan Brooks – The Guardian.

“Ninguém que vê este novo filme precisará de qualquer outra versão.”, David Sexton – London Evening Standard

“Phillips pode querer que pensemos que ele está nos dando um filme sobre o vazio de nossa cultura, mas, na verdade, ele está apenas oferecendo um excelente exemplo disso.”, Stephanie Zacharek – Revista Time

“Coringa tem uma história sombria, sombria e psicologicamente plausível, uma visão da sociopatia dos desenhos animados feita em carne-e-osso”, Justin Chang – Los Angeles Times

“Coringa é uma das verdadeiras obras-primas do cinema de super-heróis e uma das maiores realizações de 2019.”, Mark Hughes – Forbes.

“Phoenix mergulhou fundo tão profundamente e, com uma performance tão complexa, brutal e fisicamente transformadora, não seria surpresa vê-lo levar para casa uma estatueta ou duas na temporada de prêmios.”, John Bleasdale – CineVue.

“O que você ganha quando pega um solitário pobre e mentalmente instável e o trata como lixo? A resposta dada no engenhoso novo recurso de Todd Phillips é o arqui-inimigo de Batman, o Coringa.”, Geoffrey Macnab – Independente.

“O Coringa é bem-sucedido graças aos talentos de Phoenix, que criou um antagonista em camadas, indutor de terror, e conquistou seu lugar de direito ao lado de Heath Ledger e Jack Nicholson no panteão dos melhores Coringas de todos os tempos.”, Marlow Stern – The Daily Beast.

Crítica | Coringa é o filme que o mundo precisa assistir…

Confira as nossas duas críticas:


Assista ao trailer:

O longa é dirigido por Todd Phillips (da franquia ‘Se Beber Não Case!‘),  que também assina o roteiro ao lado de Scott Silver.

Drama. A trama gira em torno do icônico arqui-inimigo do Batman, e segue uma história original e independente que nunca foi vista nas telonas anteriormente. A exploração de Arthur Fleck (Phoenix), um homem desconsiderado pela sociedade, não é apenas um estudo de caráter corajoso, mas também um conto preventivo.

Joaquin Phoenix viverá o personagem-título. O elenco ainda inclui Zazie Beetz, Robert De Niro, Dante Pereira-Olson, Douglas Hodge, Frances Conroy e Brett Cullen.

A história deve se passar em uma Gotham City dos anos 80, além de estar separada do atual Universo Estendido DC, fazendo parte de um novo selo para filmes independentes com os personagens DC Comics.

 

SURPRESA! Os Oito Filmes da Franquia ‘Harry Potter’ estão disponíveis na HBO Max

Depois de muita expectativa e anúncios de projetos bem esperados, a nova plataforma de streaming da WarnerMedia, HBO Max, foi oficialmente lançada nos Estados Unidos.

E ela veio com uma ótima surpresa: os oito filmes da franquia ‘Harry Potter‘ já estão disponíveis na plataforma.

Foi uma grande surpresa, já que a HBO Max não havia confirmado a adição dos filmes, que estavam licenciados através da NBCUniversal até 2025. Ou seja: eles desembolsaram uma fortuna para conseguir os direitos de volta.

Veja no catálogo:

O novo serviço chegou aos cinéfilos nesta quarta-feira, 27 de maio, trazendo diversos conteúdos populares das emissoras pertencentes ao grupo Warner. Um dos conteúdos mais aguardados e que já está disponível na íntegra é a série cômica ‘Friends’.

Retirada da Netflix americana no dia 01 de janeiro de 2020, os fãs haviam ficado órfãos até então, sem nenhum serviço de streaming que exibisse o programa.

Além do lançamento de ‘Friends‘, a nova plataforma já conta com a trilogia de ‘O Senhor dos Anéis‘, com todas as temporadas de ‘The Big Bang Theory‘, além do vencedor do Oscar ‘Coringa‘.

A plataforma também disponibilizou um catálogo repleto de conteúdos de estúdios parceiros e emissoras da própria WarnerMedia, como TBS, TNT, CNN, Cartoon Network, e Turner Classic Movies.

Também estarão disponíveis títulos da BBC Studios e do Studio Ghibli, responsável por ‘A Viagem de Chihiro’, ‘O Castelo Andante’, ‘Cemitério dos Vagalumes’, e ‘Princesa Mononoke‘.

Confira um vídeo que faz um tour na interface da plataforma:

Lembrando que John Stephens, proprietário da Warner Media, revelou ao The Hollywood Reporter que as produções originais planejadas para a estreia da HBO Max serão adiadas devido ao surto do Coronavírus.

Por conta disso, séries como ‘Love Life, ‘The Flight Attendant’, ‘Tokyo Vice’, ‘I’m Be the One’, ‘Made for Love‘, e o reboot de ‘Gossip Girl’ permanecem sem previsão de estreia.

Por enquanto, ainda não previsão de chegada da HBO Max no Brasil.

Assista ao trailer de lançamento:

Margot Robbie e como salvar Piratas do Caribe?

Sai Johnny Depp, entra Margot Robbie. Indisposta a abrir mão dos desbravadores dos Sete Mares que renderam ao estúdio US$ 4,5 bilhões ao longo de cinco filmes, a Disney tem buscado novas possibilidades para navegar em águas misteriosas e continuar a sair pelo mundo do cinema com o Pérola Negra. Mas será que estamos prontos para um reencontro — embora transformado — com ‘Piratas do Caribe’?

A ideia de revitalizar a franquia que foi capitaneada por Johnny Depp de 2003 a 2017 vem após uma série de controvérsias envolvendo a vida particular do ator e sua tórrida relação com Amber Heard. O último filme em que Depp viveu o icônico bebum, ‘Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar’, arrecadou US$ 794 milhões nas bilheterias mundiais, e embora o montante seja significativo, é a segunda menor receita da franquia, atrás apenas de ‘A Maldição do Pérola Negra’, de 2003. Amargando também nas críticas, o filme foi uma última tentativa de manter o figurão na ativa após uma primeira trilogia de sucesso que teve pouca sobrevida. Por mais fascinante e cheio de possibilidades que é o universo dos Piratas, a insistência com Jack Sparrow (um personagem que, verdade seja dita, ficou maior que o próprio ator e maior que a própria franquia, contradições à parte) parecia a fase de negação no processo do luto.

Chegada a aceitação, a Casa do Mickey Mouse busca novidades. Em outubro de 2019, o estúdio anunciou um reboot da saga, a ser desenvolvido pelo veterano roteirista Ted Elliot em parceria com Craig Mazin, criador da minissérie de sucesso da HBO, ‘Chernobyl’. Agora, a outra novidade é uma segunda incursão, que não é um reboot ou um spin-off, mas que coloca as mulheres à frente. Dos dois projetos, algo em comum: nem sinal de Jack Sparrow. Ou Depp.

A iniciativa o novíssimo projeto parece ser unir uma saga extremamente lucrativa com uma tendência que tem dado certo com os live-action das Princesas Disney. O princípio com a nova versão protagonizada pela própria Arlequina, Margot Robbie, e escrita por Christina Hodson (‘Aves de Rapina’), seria dar a famosa “guinada feminista” no projeto, uma tendência já aproveitada por ‘As Caça-Fantasmas’ e ‘Oito Mulheres e um Segredo’, em outros contextos e proporções — e com diferentes níveis de aceitação. 

Piratas do Caribe

 

A ideia de Margot Robbie caracterizada como pirata e liderando uma frota mares adentro soa inicialmente como uma extensão do nível de “libertação e empoderamento” que aos poucos está se tornando a característica mais marcante das novas versões dos clássicos de contos de fadas. Seja em ‘Aladdin’, ‘Malévola’ ou ‘A Bela e a Fera’, a revitalização tem ficado por conta de mocinhas que desejam mais do que apenas encontrarem seus príncipes, e soa inevitável em tempos que a retratação da mulher idealizada é um padrão a ser quebrado no cinema — mas desde que seja capitalizável. Ou seja, nada muito profundo ou além do básico, mas o necessário para gerar manchetes sobre ‘atualização’, vender bonecos e despertar a ira de uma ala conservadora — uma ira que, de uma forma ou de outra, também chama atenção e faz um ótimo serviço de marketing. 

Em contrapartida, o projeto vem não apenas na rebarba de ‘Aves de Rapina’, um dos poucos filmes que chegaram aos cinemas em 2020 antes da pandemia do coronavírus, mas também de uma iniciativa que Robbie e Hodson criaram juntas ainda durante a produção. Através de suas produtoras, as duas deram início ao Lucky Exports Pitch Program, que promove espaço para novas vozes femininas trabalhando ativamente no roteiro de filmes e séries de ação. Hodson, vale lembrar, também escreveu ‘Bumbleblee’ e está à frente do roteiro de ‘Batgirl’ para o Universo Estendido da DC, e se o envolvimento tão ativo da dupla na promoção de histórias que impulsionam mulheres em frente e por trás das câmeras for algum indício, as expectativas sobre o novo ‘Piratas’ podem ser altas. 

Por sua vez, Robbie tem se tornado uma atriz e produtora cada vez mais cobiçada em Hollywood, acumulando projetos dentro e fora do universo dos heróis da DC Comics que esclarecem a extensão da sua atuação. Do live-action de Barbie ao novo projeto de David O. Russell, a australiana tem duas indicações ao Oscar, por ‘Eu, Tonya’ e ‘O Escândalo’, e ganhou o favoritismo de uma legião de fãs com sua interpretação de Harley Quinn. Apesar das recepções negativas e medianas de ‘Esquadrão Suicida’ e ‘Aves de Rapina’, a vilã/anti-heroína conseguiu prevalecer como um dos grandes sucessos do selo, o que em grande parte se deve ao carisma da atriz no papel. 

Se há uma coisa que o Jack Sparrow de Johnny Depp e a Arlequina de Margot Robbie têm em comum é o fato de ambos terem se tornado maiores que seus filmes. A diferença é que ela tem conseguido mostrar o quanto pode ir além.

Pelo ponto de vista estratégico, a Disney não pode ter a Arlequina trocando ideia com o Pantera Negra no próximo filme da Marvel. Mas pode trazer para casa o que deu certo e confiar a Margot Robbie a sequência daquela que sempre foi a Franquia de Um Homem Só.

Nicole Kidman tá ASSUSTADORA no trailer da série de suspense ‘Nove Estranhos’, do Amazon Prime

O Amazon Prime divulgou trailer DUBLADO da aguardada série de suspense ‘Nove Estranhos‘ (Nine Perfect Strangers), baseada no romance homônimo de Liane Moriarty (‘Big Little Lies’)

No Brasil, a atração estrelada por Nicole KidmanMelissa McCarthy será lançada através da Amazon Prime no dia 20 de agosto, dois dias depois da estreia nos Estados Unidos.

Confira:

 

Jonathan Levine entra como diretor. David E. Kelley e John Henry Butterworth são os showrunners e assinam o roteiro ao lado de Samantha Strauss.

Moriarty, McCarthy e Kidman entram como produtoras executivas.

Frances Welty (McCarthy) é uma escritora que vai para um spa distante da cidade com um problema nas costas, um coração partido e um corte no dedo extremamente dolorido. Ela logo fica intrigada com os colegas de retiro — a maioria não parece precisar de fato de um spa. Mas quem mais a deixa curiosa é a diretora Masha (Kidman). Será que ela tem as respostas que Frances nem sabia que estava procurando? Será que Frances deve colocar suas dúvidas de lado e mergulhar em tudo que o spa tem a oferecer? Ou é melhor fugir enquanto é tempo?

Luke Evans e Samara Weaving também protagonizam. Melvin GreggGrace Van PattenTiffany Boone completam o time.

O romance original foi publicado em 2018 e passou 13 semanas no topo da lista de mais vendidos do The New York Times.

Assista ao EMOCIONANTE trailer dublado do suspense ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’

Sony Pictures divulgou o emocionante trailer DUBLADO de ‘Um Lugar Bem Longe Daqui’, adaptação do romance homônimo de Delia Owens.

O filme terá uma música original de Taylor Swift.

Confira:

Um Lugar Bem Longe Daqui‘ acompanha duas linhas temporais: A primeira sobre as aventuras da jovem Kya enquanto vive isolada em uma pequena cidade da Carolina do Norte. E a segunda é sobre a investigação de um assassinato de uma celebridade local na cidade fictícia de Barkley Cove.

Olivia Newman, conhecida por seu trabalho em ‘First Match’, comanda a produção.

Lucy Alibar assina o roteiro da produção.

O elenco protagonista será formado por Taylor John Smith (Tate), Daisy Edgar-Jones (Kya) e Harris Dickinson (Chase).

Tendo vendido mais de 2 milhões de cópias, o livro figura nas listas de best-sellers dos Estados Unidos desde seu lançamento em 2018. O sucesso do romance foi tanto que Reese Witherspoon o integrou ao seu clube literário e ficará responsável pela produção do longa-metragem.

Filme sobre Silvio Santos estrelado por Rodrigo Faro tem estreia ANTECIPADA

Silvio Santos – O Sequestro‘ teve sua estreia antecipada. A Paris Filmes adiantou o lançamento do filme de 7 de Dezembro para 23 de Novembro de 2023.

No ano passado, o ator Rodrigo Faro virou notícia ao ter uma imagem dos bastidores do filme ‘O Sequestro‘ divulgada na internet. Na trama, Faro interpretará Silvio Santos, e a história contará como foi o sequestro do apresentador, em agosto de 2001.

Porém, o clique compartilhado pelo jornalista Arthur Pires, no Twitter, logo virou piada nas redes sociais. Isso porque muita gente não acreditou na bizarra caracterização do ator para fazer Silvio Santos, já que a maioria achou que as escolhas dos responsáveis pela maquiagem foram equivocadas.

Vários internautas acharam que o ator ficou mais parecido com o Kiko, de ‘Chaves‘.

Confira abaixo:

“E aí, vocês gostaram da caracterização do Rodrigo Faro como Silvio Santos?”, escreveu o apresentador da Gazeta na legenda da publicação.

As pessoas então não só estão reclamando da caracterização, como aproveitaram para zoar sem limites. “É o Kiko, do Chaves?”, perguntou um deles. “Parece o Moacir Franco”, ironizou outro. “Tinha que demitir a equipe de maquiagem depois dessa”, complementou um terceiro, entre várias outras manifestações.

Assista ao anúncio dos Indicados ao Oscar de 2024 AO VIVO

Assista ao anúncio dos Indicados ao Oscar 2024:

Os filmes que devem ter destaque:

Oppenheimer

Mesmo antes de ser lançado, todos já anunciavam com gosto que a biografia do criador da bomba atômica seria um dos grandes concorrentes ao Oscar 2024. Também pudera, na direção temos um dos grandes pilares da Hollywood atual – Christopher Nolan – um dos poucos cineastas a conseguir mesclar o melhor dos dois mundos: ou seja, cinema autoral de qualidade com a potência do cinema-entretenimento-evento. ‘Oppenheimer’ foi um dos maiores sucessos de 2023, e deve ser indicado para melhor filme, melhor direção (Nolan), melhor ator (Cillian Murphy), melhor ator coadjuvante (Robert Downey Jr.), melhor roteiro adaptado, melhor figurino, melhor fotografia (é claro) e outros prêmios técnicos como edição, efeitos visuais, trilha sonora e som. Ah sim, o filme poderá ser lembrado também para não uma, mas duas atrizes coadjuvantes – com Emily Blunt e Florence Pugh.

Assassinos da Lua das Flores

Esse é outro que é batata! Martin Scorsese é considerado o melhor diretor de cinema ainda em atividade e qualquer novo projeto seu é garantido de ser abraçado pelos votantes da Academia. Ainda mais um que traga seus dois maiores colaboradores (Leonardo DiCaprio e Robert De Niro) juntos pela primeira vez em cena em um filme seu. Fora isso, o tema do massacre a uma tribo indígena pela ganância de empresários brancos é mais atual do nunca. O longa da Paramount e Apple TV+ deve ser indicado para melhor filme, diretor (Scorsese), ator (DiCaprio), atriz (Lily Gladstone), ator coadjuvante (De Niro), roteiro adaptado, direção de arte, figurino, fotografia, edição e trilha sonora.

Maestro

Por falar em trilha sonora, essa produção da Netflix tem tudo a ver com música. A começar que se trata do novo trabalho como diretor de Bradley Cooper, cuja estreia foi igualmente no muito musicado ‘Nasce uma Estrela’ (2018). Aqui, ele se volta para a música clássica ao invés da pop, na biografia do maestro judeu Leonard Bernstein – com um misto de preto e branco e cor. ‘Maestro’ é visado para indicações a melhor filme, diretor (Cooper), ator (Cooper), atriz (Carey Mulligan), roteiro original, figurino, maquiagem (é claro), edição, trilha sonora, edição de som e quem sabe fotografia, direção de arte e atores coadjuvantes para Matt Bomer e Sarah Silverman.

Napoleão

Superprodução épica de Ridley Scott, a biografia sobre o imperador francês que é uma das figuras históricas mais emblemáticas de todos os tempos, promete marcar a volta do cineasta às boas obras do gênero que assinou no passado – vide ‘Gladiador’ (2000). Ainda mais tendo em seu corner performances como as de Joaquin Phoenix e Vanessa Kirby como os protagonistas. ‘Napoleão’ promete indicações para melhor filme, direção (Scott), ator (Phoenix), atriz coadjuvante (Kirby), direção de arte, figurino, fotografia, edição, trilha sonora e som; e quem sabe efeitos visuais e roteiro original.

Os Rejeitados

Depois dos quatro primeiros itens acima representando a categoria das superproduções, agora temos um drama mais intimista – sobre a relação de alunos rebeldes e rejeitados por suas famílias, e um professor de quem ninguém gosta. Esse é o novo filme de Alexander Payne, três vezes indicado ao Oscar de direção (‘Sideways’, ‘Os Descendentes’ e ‘Nebraska’) e vencedor de dois Oscar de roteiro (‘Sideways’ e ‘Os Descendentes’). ‘Os Rejeitados’ deve ser indicado para melhor filme, melhor atriz coadjuvante (Da’Vine Joy Randolph), roteiro original e quem sabe para melhor direção (Payne), ator (Paul Giamatti) e trilha sonora.

Vidas Passadas

Não é novidade vermos dentre os candidatos a melhor filme, uma produção vinda de fora dos EUA – e isso já ocorria mesmo antes da abertura para 10 filmes. É verdade que depois da vitória de ‘Parasita’, não passou uma edição do Oscar em que não tenhamos ao menos um filme falado em outro língua que não o inglês nomeado na categoria principal. E o representante estrangeiro deste ano na categoria, ao que tudo indica, deve ser ‘Vidas Passadas’, um longa sensível sobre relacionamentos. A obra deve concorrer a melhor filme, roteiro original e talvez melhor direção (Celine Song), coadjuvante (John Magaro) e trilha sonora.

Saltburn

Outra promessa no Oscar 2024, ‘Saltburn’ é a comédia ácida com toques de crítica social da vez. Se trata do novo filme escrito e dirigido pela promissora Emerald Fennell, atriz e cineasta britânica cujo primeiro trabalho no comando de um filme rendeu o elogiado ‘Bela Vingança’, que marcou o Oscar de 2021. ‘Saltburn’ conta com um grande elenco e mostra um estudante fascinado pelo estilo de vida de um colega, após este o convidar para um feriado no castelo da família. A obra deve ser lembrada para melhor filme e pode figurar também nas categorias de melhor direção (Fennell), ator (Barry Keoghan), atriz coadjuvante (Rosamund Pike), ator coadjuvante (Richard E. Grant), roteiro original, direção de arte, figurino, fotografia e edição.

Segredos de um Escândalo

Mais conhecido por seu título original ‘May December’, esta é mais uma produção que promete fazer da Netflix uma potência também nesse Oscar, como tem sido em todas as edições passadas desde que o streaming pôde se adequar às regras da Academia. O filme que une em tela as vencedoras do Oscar Natalie Portman e Julianne Moore pela primeira vez tem direção de Todd Haynes – de ‘Carol’ (2015). Na trama, uma atriz resolve estudar seu próximo papel em um filme, e para isso acompanha de perto a vida da mulher real a quem irá interpretar no cinema – uma abusadora de menores. Além do óbvio melhor filme, o longa pode vir a receber indicações de direção (Haynes), atriz (Portman), atriz coadjuvante (Moore), ator coadjuvante (Charles Melton) e roteiro original.

Dinheiro Fácil

Também conhecido como o ‘A Grande Aposta’ de 2023, este longa é igualmente baseado em uma história real envolvendo investimentos e uma crise financeira – mesmo que em menor escala. Um negociador de ações sem qualquer experiência vira celebridade do dia para a noite após uma dica que deu acidentalmente ter se mostrado certeira, o fazendo milionário instantaneamente. Despertando, é claro, a atenção de todo tipo de ricaço. A produção da Sony também traz um grande elenco e se trata do novo filme de Craig Gillespie, de ‘Eu, Tonya’. A comédia dramática pode levar indicações de melhor filme, ator (Paul Dano), roteiro adaptado e edição.

Barbie

Finalizando essa primeira parte da matéria da previsão do Oscar 2024 (com os filmes que possuem chance real de indicações), mas não menos importante, temos o maior sucesso de 2023 nos cinemas: ‘Barbie’. Ninguém, nem mesmo os envolvidos imaginariam o fenômeno que este filme se tornaria. Tudo bem que protagonizando temos atores indicados ao Oscar, assim como também na direção uma cineasta com indicação. Mesmo assim, a proporção que o filme tomou foi simplesmente imensurável. ‘Barbie’ deve assumir a cota de “cinema entretenimento” ou “blockbuster” do ano, com indicações a melhor filme, atriz (Margot Robbie), ator coadjuvante (Ryan Gosling), direção (Greta Gerwig), roteiro original, direção de arte, figurino, fotografia, edição, trilha sonora, som e efeitos visuais.

Críticos dizem que ‘Venom 3: A Última Rodada’ é o MELHOR da trilogia: “Ação insana, divertido e substancial”

As primeiras reações de ‘Venom 3: A Última Rodada’ estão no ar e foram só elogios ao filme, o elegendo como o melhor filme do personagem.

A Atom Review elogiou a performance de Tom Hardy como Eddie Brock/Venom, escrevendo no X:

“Um grande final ÉPICO e EMOCIONAL!! Tom Hardy dá TUDO e a Sony nunca esteve melhor. Ação impressionante satisfaz com todas as dezenove polegadas. Não é apenas mais um filme do Venom, é um dos MELHORES filmes de história em quadrinhos de todos os tempos! Um final adequado que prepara o que vem a seguir.”

“Eu vi Venom – A Última Rodada e é o filme mais cinematográfico e monumental de #Venom até hoje. A dinâmica de Eddie Brock e Venom está mais forte neste e as apostas são muito maiores. Eu me diverti MUITO com este… o ato final é LOUCO! É perfeito? Não, longe disso. No entanto, está muito à frente de #Venom e tem um enredo muito mais substancial do que o segundo filme. Os rumores do Homem-Aranha foram exagerados na minha opinião, mas  o filme me deixou querendo mais desses dois. E Knull (principalmente).” — Josh Wilding (@Josh_Wilding) 

“Venom – A Última Rodada vê Tom Hardy ir com tudo para um final divertido condizente com a franquia. Com pilhas de cenários que vão do excêntrico ao louco, isso não se segura com a ação Venomenal. Aceite como ele é. Pegue um pouco de pipoca e siga o fluxo deste road movie furioso.” — Simon Thompson (@ShowbizSimon)

“Venom – A Última Rodada é o melhor dos filmes ‘Venom’ — a insanidade foi aumentada significativamente, mas o coração também. Não é perfeito, mas é superdivertido e há um monstro gigante que mastiga as pessoas e jorra sangue da parte de trás de sua cabeça. Bem louco.” — Drew Taylor (@DrewTailored) 

“ Venom – A Última Rodada é uma viagem maluca de amigos que estende sua classificação PG-13 o máximo que pode. Simplificando – Venom 3 é um clássico cinema de guilt pleasure. Desligue seus cérebros e deixe #Venom devorá-los.” ​​— Chris Killian (@chriskillian)

“Eu acho que  Venom – A Última Rodada é o melhor dos três, embora ainda seja incrivelmente ruim. É bizarro e assistível, porque está disposto a tentar qualquer coisa. Peixe simbionte? Claro. Sequência de dança da Sra. Chen? Por que não. Eu ri algumas vezes, mas essa trilogia realizou muito pouco. Suspiro” — Sean O’Connell (@Sean_OConnell)

A diretora Kelly Marcel indicou que o universo dos simbiontes pode continuar sendo explorado após o fim da trilogia estrelada por Tom Hardy.

‘Venom 3’ marcará a despedida de Hardy como Eddie Brock e também como a voz do simbionte, mas o universo aparentemente terá novidades nos próximos anos.

Falando sobre o futuro dos simbiontes nas telonas, a diretora Kelly Marcel deixou claro que o estúdio tem o desejo de explorar novas possibilidades.

“Este é o último filme do Venom. Sempre vimos isso como três filmes e queríamos contar a história de Eddie e Venom em três longas. O arco se encerra aqui, mas, como vocês sabem, há muitas histórias sobre simbiontes nos quadrinhos.”

Com estreia marcada para o dia 24 de outubro no Brasil, e 25 nos Estados Unidos, ‘Venom 3: A Última Rodada’ deve ter uma sólida bilheteria de lançamento.

Segundo o Deadline, o terceiro capítulo da franquia deve abrir com US$70 milhões em sua estreia nos cinemas.

Relembre o trailer:

O longa mostrará a maior ameaça já enfrentada por Eddie e o simbionte: o vilão Knull.

Knull é um dos vilões mais poderosos da Marvel, conhecido como o “Deus dos Simbiontes”.

Com a habilidade de manipular a escuridão primordial, ele pode controlar sombras e também simbiontes, incluindo aquele que se liga a Eddie Brock. Sua presença representa uma grande ameaça, prometendo uma trama intensa em ‘Venom 3: A Última Rodada’.

Em Venom: A Última Rodada, Tom Hardy retorna ao papel de Venom, um dos maiores e mais complexos personagens da Marvel, para o filme final da trilogia. Eddie e Venom estão fugindo. Perseguidos pelos dois mundos, a dupla é forçada a tomar uma decisão devastadora que vai fechar as cortinas da última rodada de Venom e Eddie. 

Kelly Marcel, roteirista dos filmes anteriores, assume a direção. Ela também assina o roteiro ao lado de Hardy.

O elenco ainda conta com Chiwetel Ejiofor, Juno Temple, Rhys Ifans, Peggy Lu, Alanna Ubach e Stephen Graham.

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ELA VEM AÍ! ‘Supergirl’ é exibido para executivos da DC

Superman‘ foi um dos maiores sucessos do ano, e o público está empolgado para aprender mais sobre o retorno da Garota de Aço à tela grande com ‘Supergirl‘ – que estreia em Junho de 2026.

De acordo com o THR, “Supergirl teve uma exibição tranquila no lote de Burbank para um grupo seleto de executivos e alguns membros do confiável estábulo de James Gunn na DC”.

A exibição não revela nenhum detalhe, mas alguns scoopers confiáveis alegaram ter ouvido grandes coisas sobre o filme, e não ficaríamos surpresos se algumas primeiras reações começassem a se infiltrar nas próximas semanas.

James Gunn revela detalhes da nova ‘Supergirl’: “Ela não é o Superman”

A direção do longa fica por conta de Craig Gillespie, conhecido por filmes como ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’. O roteiro é assinado por Ana Nogueira, e a estreia de ‘Supergirl’ está prevista para 2026 nos cinemas.

A protagonista será interpretada por Milly Alcock (‘House of the Dragon’), e o elenco também conta com Eve Ridley (‘Ruthye’), Matthias Schoenaerts (‘Krem’), David Krumholtz (‘Zor-El’) e Emily Beecham (‘Alura In-Ze’).

DC Studios escala roteirista de ‘Supergirl’ para novo filme da ‘Mulher-Maravilha’

13 filmes sobre relacionamentos entre pais e filhos – Parte 4

Continuando nossa pesquisa do ICGE (‘Instituto Cinéfilo de Geografia e Emoções’) para refletirmos sobre filmes que abordam a temática ‘Pais e Filhos’ das mais diversas formas. Com trajetórias percorridas, profundas ou não, conseguimos extrair um pouco das mensagens de cada um dos variados 13 filmes dessa quarta parte de nossa jornada. Nessa lista, temos filmes de Luxemburgo, Japão, Itália, EUA, Austrália, Brasil, Espanha, China, Austrália, França e Dinamarca. Vamos a ela:

Barreiras (Luxemburgo, 2017)

Como percorrer 10 anos em alguns dias? Buscando responder a essa e a muitas outras perguntas, Barrage, dirigido pela cineasta de Luxemburgo Laura Schroeder (em seu segundo longa-metragem) é um recorte de uma mãe e sua tentativa de recuperar anos perdidos na criação e afeto da filha. O ritmo é lento, sem muitas informações sobre o passado da protagonista, vamos pela dedução de acordo com as migalhas de memórias que nos apresentam o roteiro. Há um paralelo interessante entre o jogo de tênis (assunto que mãe e filha possuem em comum) e a maternidade, sobre a questão existencial da ‘obrigação x pelo amor’. O projeto conta com a participação especial da fabulosa atriz francesa Isabelle Huppert.

Na trama, conhecemos Catherine (Lolita Chammah), uma mulher que possui abalos psicológicos ligados a seu passado e volta após dez anos morando na Suíça a frequentar a mesma cidade de sua filha Alba (Themis Pauwels), que fora criada e mora com sua avó materna Elisabeth (Isabelle Huppert). Buscando essa reaproximação, mãe e filha embarcam em uma jornada de mágoas e ressentimentos sobre tudo que não viveram.

Co-produzido por Luxemburgo, Bélgica e França, o projeto explora em pouco mais de 100 minutos, uma dupla ótica, que é a grande sacada do roteiro. Com seu primeiro ato tenso e sem muitas informações, percebemos as dificuldades iniciais de Catherine de se entender minimamente com a filha. Há um divisor de águas nessa relação, que começa muito distante, logo nesse arco inicial. Contando histórias de sua família pela sua visão, Catherine embarca com Alba em uma viagem pelas emoções que foram vividas separadamente durante todos esses tempos. Já que as memórias acabam machucando muito, há algumas cenas sem diálogos, onde o olhar diz bastante.

Barrage é mais um filme que explora relacionamentos entre pais e filhos. O final aberto deixa margens para interpretações: será que elas algum dia vão se entender? Será que elas já se entenderam?

Três Solteirões e um Bebê (EUA, 1987)

Há mais de 30 anos atrás, uma comédia atemporal e que transpira carisma chegava a vista dos cinéfilos. Dirigido pelo eterno Spock, Leonard Nimoy (sim, ele mesmo!), Três Solteirões e um Bebê fala de forma leve e engraçada sobre a paternidade na visão de três adeptos do ‘solteirismo’ que precisam readequar suas vidas quando um bebê de poucos meses é deixando na porta de onde moram. Disponível no streaming Disney+ (assim como sua continuação), o longa-metragem de enorme sucesso é protagonizado pelos ótimos Tom Selleck, Steve Guttenberg Ted Danson. A trilha sonora, com a música chiclete Bad Boy, segundo single lançado pela banda americana Miami Sound Machine liderada por Gloria Estefan, é excelente.

Na trama, conhecemos três amigos muito bem sucedidos que moram em uma cobertura em Nova Iorque. Peter (Tom Selleck) é arquiteto, Michael (Steve Guttenberg) é desenhista e Jack (Ted Danson) é ator, todos eles são adeptos da vida boa e cultivam sua solteirice como modalidade de vida. Tudo muda quando um bebê é encontrado na porta da casa deles dizendo ser filha de Jack. Como o papai viajou para a Turquia para rodar um filme, Michael e Peter precisarão passar dias muito intensos, confusos e engraçados tentando cuidar da nova hóspede.

O foco principal é a paternidade em uma visão muito bem elaborada dentro de um roteiro simples onde a própria história ganha seu brilho através das lentes de Nimoy. Os personagens são ótimos, se encaixam com perfeição dentro de um contexto importante para a época mas a história não deixa de ser atemporal mesmo após mais de três décadas. O relacionamento pais e filhos pode ser mostrado de muitas formas, Três solteirões e um Bebê nos apresenta uma forma muito descontraída que o amor de quem cuida é o que vale no final das contas.

Verão Feliz (Japão, 1999)

Quando a tristeza pela decepção encontra as metáforas da vida. Indicado à Palma de Ouro em Cannes em um ano que tinha como concorrentes Almodóvar, Lynch, irmãos Dardenne, Greenaway, Manoel de Oliveira, Jarmusch, Sokurov, Egoyan, Bellocchio entre outros, Verão Feliz mostra a saga de um homem sem trabalho e um garoto criado pela avó que, quase sem direção, e contando com a ajuda além de caronas de desconhecidos, embarcam em uma aventura à procura da mãe do garoto que levarão na memória por toda uma vida. Contendo a força da delicadeza em todas as esferas, Takeshi Kitano, que escreve e dirige esse lindo trabalho, consegue encher de emoções e alguns risos as duas horas de projeção. Poucos são os diretores que com bastante sutileza nos mostram emoções com suas lentes.

Na trama, conhecemos Masao (Yusuke Sekiguchi) um triste menino, de olhar para baixo, que está sem amigos para brincar durante as férias. Ele é criado desde sempre pela sua avó já que sua mãe nunca aparece pois trabalha em uma outra cidade para poder sustentar ele. Certo dia, Masao resolve ir atrás de sua mãe e para isso vai contar com a inusitada ajuda de um amigo de sua avó, Kikujiro (Takeshi Kitano) um homem que vive seus dias sem muitos objetivos ao lado da esposa (Kayoko Kishimoto).  Assim, passando por diversas situações, ambos embarcam em uma saga à procura da mãe do menino.

Exibido no Festival do RJ e na Mostra de SP em um ano antes da chegada dos anos 2000, com planos longos e definindo arcos mostrados na tela, acompanhamos a junção equilibrada de um profundo mundo das emoções e situações de riso fácil, o drama e a comédia. Kitano fora conhecido no início de carreira pelos seus trabalhos como comediante e joga na tela todo seu talento além de mostrar uma grande habilidade em trabalhar os sentimentos principalmente na parte dramática do projeto.

Podemos enxergar esse lindo filme por duas perspectivas, a do menino que se protege da realidade dentro dos sonhos que são compostos por pessoas ou situações que encontra pelo caminho, ou do homem desajustado, trambiqueiro, no início nada simpático, que com uma transformação pura e bonita se torna uma referência para alguém que ele nunca imaginou. Ambos os personagens, nos brindam com uma história que irão contar por toda uma vida.

Bænken (Dinamarca, 2000)

Até aonde vai à redenção de alguém que pensara em não ter mais nada a perder? No início dos anos 2000, lançou-se na Dinamarca o longa-metragem Bænken que nunca pousou por aqui. O filme, escrito (Kim Leona também assina o roteiro) e dirigido pelo cineasta Per Fly conta a trajetória dura sobre um homem sem destino que achava que estava sozinho no mundo mas acaba indo buscar algum tipo de redenção quando encontra de maneira inesperada a filha que não via faz 19 anos. Tocando em muitos pontos polêmicos sobre alcoolismo, abandono e assistência social, o projeto se torna aos poucos reflexivo drama sobre escolhas da vida.

Na trama, conhecemos Kaj (Jesper Christensen), um rabugento alcóolatra na fase final de sua vida que vive gastando seu dinheiro de trabalho com cerveja. Sem ter mais ambições na vida e tratando mal a todos ao seu redor, acaba sendo surpreendido pela chegada de Liv (Stine Holm Joensen) e Jonas, mãe e filho que buscam abrigo no condomínio de apartamentos onde Kaj mora, mas especificamente no apartamento de um frustrado e lunático escritor. Um curto tempo depois, Kaj descobre que Liv é sua filha que não via a quase duas décadas e assim embarca em uma tentativa de jornada de redenção, principalmente, protegendo sua filha e neto do ex-companheiro de Liv e pai de Jonas, um homem ciumento e violento.

As lacunas à preencher após a chegada da dor na consciência. Completamente perdido em sua mesmice, o protagonista sofre com o alcoolismo, uma fuga sempre que não consegue enfrentar o mundo que construiu ao seu redor. As mudanças que chegam em sua vida acabam trazendo memórias perdidas/esquecidas que acabam se reativando por conta dos erros do passado cometidos por ele. Não sabendo lidar com a situação imposta pelo destino, busca se redescobrir como ser humano de maneira simples e objetiva, contando inclusive com a ajuda de alguns que pensas ser amigo. Tocando em assuntos delicados como a violência contra a mulher, a falta de assistência dos governos para determinadas situações emergenciais que muitos sofrem por aí, a trajetória do bom projeto se encaixa em sua essência como um profundo drama sobre relacionamentos entre pais e filhos.

 

Pieces of a Woman (EUA, 2020)

Quando os sentimentos viram uma série de portas fechadas. Com um abre alas angustiante, antes do título aparecer na tela, onde não conseguimos tirar os olhos das ações que acontecem Pieces of a Woman é um poderoso drama que mostra desenrolares da vida de um jovem casal e os passos seguintes que precisam caminhar durante o luto. Dirigido pelo cineasta húngaro Kornél Mundruczó e com roteiro assinado por Kata Wéber, o filme, disponível no catálogo da Netflix, é um dos mais badalados projetos desse ano: merecidamente! É tenso, polêmico, excelente para reflexão. Poderosas interpretações, personagem principal interpretada magistralmente pela atriz britânica Vanessa Kirby, um roteiro com bastante profundidade e uma excelente direção. Indicado na categoria Melhor Atriz ao Oscar desse ano (inclusive levou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Veneza do ano passado).

Na trama, conhecemos um jovem casal, Sean (Shia Lebouf) e Martha (Vanessa Kirby) apaixonado e com alta expectativa com a chegada da primeira filha. Eles optaram por um parto domiciliar, feito por uma parteira. No dia onde a chegada do bebê se torna iminente, a parteira que faria o parto não consegue chegar a tempo e uma outra vai no lugar dela. Durante o processo do parto, uma alta tensão acontece, um nervosismo de todos, pai, mãe e parteira. Infelizmente uma tragédia acontece. Nos meses após o corrido, a maneira como o casal lida com a terrível tragédia é o que vai moldando a trajetória desse impactante filme.

Como lidar com a perda? Os personagens são os grandes motores do filme. Levados ao limite após a tragédia que acontece em suas vidas, nada vai ser como antes e eles já sabem disso. Conflitos antes suportáveis, se tornam estopins para discussões ou intromissões injustas nas escolhas que os dois devem tomar juntos. Sean é um homem que trabalha com construções e em especial nas pontes, está a seis anos sóbrio, possui um relacionamento conflitante com a sogra, assim precisa lutar contra seus demônios após a tragédia. Já Martha é introspectiva, de fala mansa, de família com mais dinheiro que a do companheiro, mostra um controle na aparência para os outros mas um descontrolado ninho de sentimentos conflitantes por dentro após o ocorrido, principalmente lutando contra as interferências de sua mãe Elizabeth (Ellen Burstyn, em atuação também digna de aplausos). A habilidade de Mundruczó em mostrar as entrelinhas através da expressão dos personagens é digna de aplausos, emocionante em muitos momentos, nos sentimos próximos das dores dos personagens.

O filme toca em alguns pontos polêmicos. A questão da comunidade médica vs parteiras e os dilemas sobre doação de corpos para estudos médicos. As partes jurídicas de uma dessas questões são colocadas como ferramenta de ‘justiça’ por Elizabeth, insensível e intrometida, em muitos momentos. O projeto chega fácil aos corações dos espectadores, dentre os dilemas e os sofrimentos, vamos tentar entender como é possível (ou não) reunir peças de uma vida despedaçada.

 

Dente de Leite (Austrália, 2019)

O drama comum de alguém que não querem que se vá. Debutando na direção de longas-metragens, a cineasta Shannon Murphy apresenta ao público seu olhar para um tema difícil, doloroso, uma doença terrível em uma adolescente e como tudo muda muito rápido para todos que estão ao redor da corajosa protagonista que busca em suas ações fugir de rótulos dando lindos e emocionante gritos de liberdade. O roteiro, assinado pela também debutante em roteiros para longas-metragens Rita Kalnejais, possui arcos divididos em situações de encontros e desencontros dos personagens, fator muito interessante. Babyteeth, made in Austrália, emociona bastante, principalmente nos últimos 10 minutos com cenas maravilhosas e inesquecíveis.

Na trama, conhecemos a jovem Milla (Eliza Scanlen) que mora em um bairro de classe media com seu pai, o psiquiatra Henry (Ben Mendelsohn) e sua mãe Anna (Essie Davis). Os três, cada um à sua maneira, precisam enfrentar a doença de Milla que tem um câncer agressivo em evolução. Certo dia, Milla conhece Moses (Toby Wallace), uma desregulado alma que acabou a escola, praticamente um nômade que é expulso de casa pela mãe, mas por quem Milla logo se apaixona. Assim, enfrentando a cada dia uma dura batalha pela vida mas também para sair de vez do ninho montado pelos pais, a personagem principal encontra em Moses, um importante companheiro na luta pelas suas fortes tomadas de decisões.

A princípio os personagens parecem excêntricos mas é que a troca da apresentação do filme vai nos confundindo um pouco, muito até para quem nem leu a sinopse. Mas isso faz parte do ótimo roteiro de Babyteeth, produção australiana ganhadora de muitos prêmios, que fala sobre a vida de uma jovem, sua visão do seu entorno e como a doença que tem afeta a todos. Buscando ser quem sempre quis, começa a tomar decisões que fogem da normalidade que os pais se acostumaram, vivendo intensamente como se fosse o último dia de sua vida. Os pais, procuram entender a situação, eles estão em um casamento cheio de amor mas abalado pela situação da filha. A mãe é medicada pelo pai e vive em crise constante. O pai também, muitas vezes perdido no seu pensamento se equivoca mas tenta logo consertar.

Com muitos assuntos de bem ampla reflexão, ao longo das duas horas de projeção, há espaço para um ótimo debate sobre o uso de medicamentos controlados para problemas de todos os tipos. Babyteeth ainda nos brinca com dez minutos finais arrasadores, com uma força impressionante, de tocar nossos corações.

 

Minari: Em Busca da Felicidade (EUA, 2020)

Quando rezamos, podemos ver o céu enquanto dormimos? Exibido em muitos festivais e premiado com os dois principais prêmios do Festival de Sundance ano passado, Minari fala sobre os poderes da fé e até onde pode ir um sonho de uma família que enfrenta obstáculos de todos os tipos quando resolvem se mudar para Arkansas após saírem de uma grande cidade norte-americana. Escrito e dirigido pelo cineasta norte-americano Lee Isaac Chung o projeto, super badalado pela crítica internacional, também é um delicado retrato sobre tradições e culturas.

Na trama, conhecemos Jacob (Steven Yeun) e Monica (Yeri Han), um casal descendentes de coreanos com raízes nos Estados Unidos que estão de mudanças em busca de sonhos em uma terra de oportunidades junto com seus dois filhos Anne (Noel Cho) e David (Alan S. Kim), esse último possui um problema no coração. Chegando lá, as primeiras dificuldades aparecem, a questão da água, da terra… Jacob tem um grande sonho, de ter um enorme jardim onde cultivará vegetais coreanos, só que os obstáculos chegam e colocam seu casamento em risco. Mas a chegada da avó Soonja (Youn Yuh-jung), mãe de Monica, pode adicionar mais algum tempero positivo ou não para essa história.

Os diferentes simbolismos sobre a fé percorrem todo o filme. Podemos exemplificar as questões na figura do amigo Paul (Will Patton) ou mesmo na forte influência de Soonja sobre o cotidiano da família. A chegada da avó coloca em contrapontos valores e tradições, além de comparações sobre o modo de viver no seu país de origem e nos Estados Unidos. Durante boa parte do longa, os conflitos entre avó e neto preenchem a tela com muita delicadeza mostrando todas as etapas desse relacionamento repleto de amor e um pouco de desconfiança à princípio.

Os conflitos dos pais sempre chegam aos filhos de alguma forma. Jacob é orgulhoso, parece sempre estar em uma encruzilhada na qual lida muito mal com o revés, por mais que seja um amoroso pai e marido. Os irmãos sempre escutam os temas de discussão dos pais e conversam entre si sobre isso, um processo de amadurecimento precoce em meio a uma instabilidade emocional que a família passa, principalmente quando pensamos no universo da incerteza, terreno que o Jacob mais se encontra.

Lee Isaac Chung consegue transmitir os sentimentos de diversas maneiras, da fé à terra, das escolhas ao ponto de interseção entre todos: o amor.

 

Felicità (França, 2020)

Quantas variáveis existem na relação entre pais e filhos? Um dos filmes que ficou disponíveis na última edição do ótimo festival online e gratuito My French Film FestivalFelicità, é um road movie descontraído que nos conta a saga de uma família de três integrantes, meio nômades, que se mete em diversas confusões antes do início das aulas da jovem filha do casal. Parece simples e sem muitas saídas para reflexões mas o projeto consegue avançar a superfície principalmente quando analisamos o que assistimos pela ótica de Tommy, a jovem filha. Um trabalho interessante escrito e dirigido por Bruno Merle.

Na trama, conhecemos o ex-presidiário Tim (Pio Marmaï) e Chloé (Camille Rutherford), dois jovens sem muitas projeções na vida que vivem do dinheiro que a segunda recebe trabalhando na limpeza de casas para uma empresa. Eles tem uma filha, Tommy (Rita Merle), que acaba embarcando sempre nas loucas aventuras que os pais se metem ao longo dos dias que antecedem o início das aulas.

Os absurdos e as peculiaridades que navegam pela história não deixam de serem ingredientes interessantes para conseguirmos enxergarmos conflitos emocionais profundos. Um bom exemplo é a curiosidade da filha, e tudo o que sente quando percebe que seu pai repete os mesmos erros que o levaram para a prisão. As questões de dúvidas de Chloe quanto ao futuro da família e atabalhoadas tentativas de viverem uma vida repleta de amor mas longe de um ‘normal’. Tim é quem possui mais dificuldade em nos fazer refletir sobre suas construções emocionais, não há exatamente uma desconstrução mas algo é buscado para que tudo saia como melhor que ontem, mesmo que as velhas inconsequências não consigam estarem longe de suas ações.

Felicità é um recorte de uma família que se ama muito mas sempre fica distante de uma estabilidade.  Sempre bom assistir a filmes que possuam um bom desenvolvimento na temática muitas vezes vistas na telona que é a relação entre pais e filhos.

 

Mirador (Brasil, 2021)

A roda gigante entre a responsabilidade e o sonho. Selecionado para a Mostra de Tiradentes 2021, o longa-metragem Mirador conta a estrada percorrida por um lutador, em muitos sentidos, que precisa reajustar seu destino em uma nova jornada de vida pois agora precisa ser o responsável pela filha em tempo integral após a mãe da criança sumir do mapa. Buscando reflexões para a situação, parecida com muitos do lado de cá da telona espalhados pelo Brasil, o projeto dirigido por Bruno Costa é um drama existencial, profundo em muitos momentos. Belo trabalho, do Paraná para o Brasil.

Na trama, conhecemos Michael (Edilson Silva), um rapaz batalhador de trinta e poucos anos, vindo de Pernambuco para o sul do país anos atrás. Entre um bico e outro, envolve seu cotidiano juntamente com os treinamentos para uma eventual competição no Boxe, uma de suas grandes paixões. Ele tem uma filha chamada Malu. Certo dia, quando a mãe da menina some do mapa, Michael precisa aprender muitas coisas para criar sua filha.

Um dia a dia de batalha. O paralelo entre o ringue (boxe) e as duras batalhas da vida é ótimo, gera reflexões de várias maneiras, dentro do foco: a paternidade. O protagonista entra em construção muito bonita, após buscar se desconstruir da figura do pai que só vê a filha as vezes. Com seu cotidiano sendo afetado vemos uma luta constante dele para dar o seu melhor, sem desistir da vida, encontrando forças no amor e carinho pela única filha. A situação abandono de uma criança pela mãe (ou pai) não é fato raro infelizmente, sempre há notícias sobre o assunto nos noticiários.

As dificuldades legais na inscrição da creche da filha, problemas com o conselho tutelar, com quem deixar a criança para ir trabalhar, várias ótimas questões são levantadas pelo roteiro. Mirador merecia ser visto no cinema com debates após as sessões. De lição ganhamos que a verdadeira luta do protagonista, um homem honesto e trabalhador como muitos de nós é vencer a batalha da vida ao lado de sua filha.

 

Little Boxes (EUA, 2016)

O pré-conceito e o preconceito na busca pela compreensão ao olhar do próximo. Disponível no catálogo da NetflixLittle Boxes é um recorte simples e objetivo de uma família inter-racial que se muda de Nova Iorque para uma cidadezinha do interior de outra cidade norte-americana e precisa enfrentar todas as diferenças navegando pelos pré-conceitos e com receio dos preconceitos em uma incógnita parte da sociedade norte-americana. Escrito por Annie J. Howell e dirigido por Rob Meyer o filme teve exibição no Festival de Tribeca anos atrás.

Na trama, conhecemos Gina (Melanie Lynskey) e Mack (Nelsan Ellis), um casal apaixonado que resolve se mudar para o interior dos Estados Unidos ao lado de seu único filho Clark (Armani Jackson). Gina é fotógrafa e conseguiu um emprego muito bom no departamento de artes de uma universidade dessa nova cidade, Mack é escritor e busca inspiração para seus novos textos ligados à culinária. A vida dos três passará por uma profunda mudança e tentativa de adaptação nessa nova cidade.

Um dos pontos interessantes desse filme é a trinca de ótica que consegue definir, entendemos melhor como essa família se sente individualmente (e também em conjunto), seu modo de pensar e os porquês de pensamentos defensivos em determinadas situações que logo surgem nessa nova cidade que se mudam. A mãe é branca e com o novo emprego na universidade vê sua carreira decolar, Mack é negro e está infeliz com o desenvolvimento de sua profissão após um livro de sucesso anteriormente, fica na defensiva sempre quando percebe algum tipo de pré-conceito em relação a ele ou a sua família. O jovem Clark também está passando por uma fase de mudanças, conhece outros jovens de sua idade e de alguma forma tenta conhecer melhor o universo de uma cidade do interior mesmo que isso gere alguns conflitos dentro de si.

Com menos de 90 minutos de projeção, essa fita norte-americana também pode ser considerada um filme sobre relacionamentos entre pais e filhos pois em algumas situações vemos como os pais tentam entender todas as ações (algumas inconsequentes) de seu filho. Little Boxes é bastante inteligente em navegar em cima do cismativo e tentar de alguma forma descontruir isso através de ótimos diálogos.

 

King of Peking (China/Australia/EUA, 2017)

Educar é aprender. Colocando em um liquidificador uma singela homenagem ao mundo mágico do cinema e abordando as curiosas saídas que um pai consegue encontrar para ter a guarda de seu filho, King of Peking, dirigido pelo cineasta australiano Sam Voutas é cômico e reflexivo. Sem ser tão profundo mas deixando à margem uma dezena de pontos para pensarmos sobre, se divide em duas vertentes que é a da relação entre pai e filho e as dificuldades do pai na busca de alguma saída para seus problemas aproveitando o início do que podemos chamar de entretenimento doméstico na década de 90 na China.

Nessa co-produção China, EUA e Austrália, acompanhamos a saga de Wong Pai (Jun Zhao) e Wong Filho (Wang Naixun) em busca de diversão e felicidade através das confusas ideias do primeiro. Wong Pai é projecionista e sem ter muito trabalho em um país repleto de crises, consegue um trabalho como zelador de um enorme cinema e logo em seguida tem a ‘brilhante’ ideia de piratear os filmes que são exibidos nas telonas através de gravações clandestinas espalhadas pela sala de cinema.

Exibido no Festival de Tribeca em 2017, King of Peking é quase uma mistura de alguns filmes dos Trapalhões com a fita norte-americana Rebobine, Por favor, só que consegue buscar sua luz própria no embate educacional causado pela situação do pai e toda a problemática sobre a guarda do filho. De longe, o ponto de vista mais interessante dentro do às vezes confuso roteiro.

Não é um filme para se emocionar e sim de riso fácil. Jogando os paradoxos da inconsequência para o lado cômico, o filme acaba perdendo pausas dramáticas importantes que somente os mais observadores conseguirão chegar ao ponto de reflexão.

 

Mais Outro Filho (Itália, 2020)

As eternas lições do aceitar. Escrito por Mattia Torre e dirigido por Giuseppe BonitoMais Outro FilhoFigli, no original, é um filme italiano que de maneira hilária aborda as dificuldades inesperadas de um casal apaixonado na chegada do segundo filho. Há um equilíbrio entre a comédia e o drama, além de hilárias metáforas em formas de pensamentos muito bem encaixadas que nos fazem entender melhor os personagens e seus conflitos. A paternidade, a maternidade, os medos dos pais, suas angústias e dificuldades na criação dos filhos, um ótimo filme vindo da Itália e disponível na HBO Go.

Na trama, conhecemos o casal Sara (Paola Cortellesi) e Nicola (Valerio Mastandrea) que ‘estão grávidos’ pela segunda vez. Ela uma inspetora sanitária de estabelecimentos, ele um dono de um frequentado armazém, são surpreendidos pelas dificuldades que enfrentam pois achavam que seria mais fácil que na primeira gestação. À flor da pele com as emoções, o casal começa a observar um novo mundo ao redor, inclusive outras formas de se entenderem em busca de soluções para os conflitos que muito se devem aos problemas de comunicação entre ambos.

Buscando soluções em teorias que chegam para eles quando sonham acordados, que vão desde a criação que tiveram oriunda do modo de pensar de outras gerações até conversas em sonhos com uma espécie de Deus e hilários ‘saltos para o lado de fora da janela’ quando querem sumir das discussões que os rodeiam. Exaustos emocionalmente tem ótimas cenas com a pediatra ‘guru’. O filme pode ser considerado uma grande análise sobre o universo que rodeia a mente dos pais com a chegada de uma nova criança a uma família. Várias situações eles enfrentam na tentativa de encontrarem ajuda: seja com os sogros, na busca pela babá perfeita, os conselhos dos amigos, as idas na caríssima pediatra, tudo é composto por um humor agradável que geram risos mesmo nas reflexões mais sérias.

Com ótimas sacadas, como a troca do choro por melodia do Beethoven, Mais Outro Filho é um dos bons filmes lançados em 2020 que falam sobre o universo de pais e filhos.

 

Thi Mai (Espanha, 2017)

Até aonde vai o amor de uma mãe na busca pelas concretizações dos desejos de uma filha que não está mais por perto? Escrito pela roteirista Marta Sánchez e dirigido pela cineasta Patricia Ferreira, o longa-metragem espanhol Thi Mai consegue mesclar com muita objetividade as superfícies de momentos cômicos com uma profundidade elegante para falar sobre luto e desejos não realizados. Camuflado de filme água com açúcar, o projeto é sobre a renovação de algum sentido na vida de uma mulher na terceira idade após uma perda terrível. Disponível no catálogo da Netflix.

Na trama, conhecemos a comerciante Carmen (Carmen Machi) que vive seus dias ao lado do marido Javier (Pedro Casablanc) gerenciando uma loja de materiais de construção e pequenos reparos. Certo dia, recebe a terrível notícia do falecimento da filha, que mora na capital, depois de um acidente de carro. Tentando entender os rumos do destino, acaba descobrindo que o processo de adoção que sua filha iniciou para adotar uma criança no Vietnã foi concluído e assim resolve partir para Hanói ao lado das inseparáveis amigas Rosa (Adriana Ozores) e Elvira (Aitana Sánchez-Gijón).

Há uma certa poesia acoplada na ótica da perda, do luto. O contraponto de uma nova vida depois de um trágico acontecimento em uma família acaba se tornando complementar para aliviar as dores que o destino causou. Colocando uma lupa sobre o processo de adoção internacional, onde famílias mundo à fora buscam mais a cada ano, (principalmente na figura do personagem de Eric Nguyen, Dan), entendemos os lados dessa jornada através também dos profissionais que organizam a burocracia e acompanham todo o processo.

Com direito a belas paisagens, situações a lá filmes da sessão da tarde, diálogos inusitados e pra lá de engraçados, ótimo espaço para coadjuvantes brilharem em suas respectivas subtramas, Thi Mai é uma ótima surpresa no catálogo da mais famosa rede de streamings disponível no Brasil.

10 FILMES pra começar 2026 no clima certo!

Com o ano novo pertinho, o que mais fazemos nesse período é refletir sobre como podemos nos desenvolver como seres humanos – e reflexões não faltam! Alguns filmes tem o poder de nos fazer pensar sobre a vida e as mudanças que sempre deixamos para depois. Abaixo, segue uma poderosa lista com alguns filmes que podem ajudar você a enxergar a vida com outros olhos e entrar 2026 com um ar positivo:

 

Viver (Netflix)

Na trama, conhecemos o Sr.Williams (Bill Nighy), um homem que passou toda vida no departamento de obras públicas. No dia em que recebe a notícia de que está com uma doença terminal, praticamente vê o filme de sua vida passar pelas suas memórias. Nos dias seguintes, passa a buscar novos caminhos para sua estrada, se envolvendo em novas relações interpessoais e experiências, mesmo com o pouco tempo de vida que ainda tem.

 

Desajustados (Reserva Imovision)

O solitário Fúsi (Gunnar Jónsson) leva uma vida monótona em uma cidadezinha europeia. Ele trabalha no departamento de cargas e bagagens do aeroporto de sua cidade e sofre, quase diariamente, Bullying de alguns colegas de trabalho. O protagonista mora com sua mãe e o padrasto e, certo dia, o segundo matricula Fúsi em uma aula de dança. Nesse lugar, Fúsi acaba conhecendo Sjöfn (Ilmur Kristjánsdóttir), um fato que pode ser a grande chance dele descobrir uma nova vida.

 

A Vida Secreta de Walter Mitty (Disney Plus)

Você já fez algo realmente extraordinário? Com um roteiro do sempre competente Steve Conrad, baseado em um personagem criado pelo escritor americano James Thurber – em um conto publicado na revista The New Yorker -, A Vida Secreta de Walter Mitty se propõe a ajudar o público a encontrar a verdadeira beleza do sonhar, contida dentro de todos nós.

 

Canção para Marion (Diamond Films)

O ranzinza Arthur (Terrence Stamp) vive com sua mulher Marion (Vanessa Redgrave) em uma casa simples, em um bairro afastado do grande centro. Marion possui uma doença terminal, e sua única alegria é cantar e se reunir com o coral da cidade. Arthur a acompanha em todos os ensaios, mas faz questão de ser antipático com todos. Quando Marion falece, Arthur começa a tentar se reconstruir com a ajuda de todos que conhecem sua dolorosa história.

 

O Guia da Família Perfeita (Netflix)

Dirigido pelo cineasta canadense Ricardo Trogi, O Guia da Família Perfeita é um projeto que reúne uma série de situações que vivenciamos – ou sabemos pela realidade – sobre convivência em família, principalmente nas complexas relações entre pais e filhos.

 

Eu, Capitão (Tem para aluguel em algumas plataformas)

Os primos Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), dois jovens senegaleses, resolvem fazer uma viagem de Dakar até a Itália em busca de seus sonhos. Só que essa jornada não será como ele imaginam: sofrem com os horrores da ganância humana e dos conflitos geopolíticos, esgotando as curtas margens de esperança, mas também encontrando pelo caminho novas formas de entender o mundo.

 

O Grande Golpe do Leste (Filmelier +)

Maren (Sandra Hüller) e Robert (Max Riemelt) formam um casal que vive os tempos de incertezas após o início da reunificação da Alemanha, meses depois da queda do Muro de Berlim. Estabelecidos em um condomínio onde outros moradores passam pelas mesmas dificuldades e sem saber o que será do futuro, um dia encontram um bunker cheio de dinheiro prestes a perder o valor. Buscando trocar esse dinheiro o mais rápido possível, embarcam numa série de aventuras para conseguir estabilidade em um mundo novo que está por vir.

 

Hector e a Procura da Felicidade (Prime Video)

Hector é um psiquiatra que leva uma vida monótona ao lado de sua namorada. Após uma sessão com uma paciente, ele desperta para seus sentimentos e emoções, embarcando em uma jornada de autodescoberta.

 

Um Pequeno Grande Plano (Filmelier +)

Na trama, conhecemos Abel (Louis Garrel) e Marianne (Laetitia Casta), um jovem casal que, após notarem o sumiço de algumas roupas e objetos pela casa, confronta o filho Joseph, de apenas 13 anos. Após esse papo, descobrem que o filho, e mais centenas de jovens de todo o mundo, estão bolando um projeto secreto para ajudar a África. Tendo isso revelado, o casal embarca em uma jornada de conflitos sobre como enxergam o mundo e o próprio casamento.

 

Às Vezes quero Sumir (MUBI)

Fran (Daisy Ridley) é uma jovem introspectiva que trabalha em um escritório numa cidadezinha norte-americana. Seu cotidiano é pacato, prefere ficar sozinha na maior parte do tempo, presa em pensamentos quase indecifráveis, mas que dizem muito sobre seu estado de espírito. Certo dia, com a chegada do novo funcionário Robert (Dave Merheje), algo desperta nela e começa a perceber que as peças para se encaixarem para algum tipo de final feliz é preciso dedicação e um querer sobrepondo medos e receios.

Após Top Gun, Quais Filmes dos Anos 80 que Poderiam ganhar Sequência?

Top Gun: Maverick, continuação do clássico Top Gun – Ases Indomáveis, chega aos cinemas em Maio de 2022. A sequência, planejada para este ano, chega 35 anos depois do original, trazendo Tom Cruise, jatos, motos, cantorias em bares e jogos de vôlei na praia. Ou seja, tudo o que queríamos (só está faltando uma canção tema bacana como “Take um Breath Away” e uma paixão avassaladora).

Mais do que nunca antes, andamos recebendo diversas continuações de filmes saídos lá da década de 1980, como Indiana Jones e Rambo. E algumas, inclusive, inesperadas, vide Wall Street, Tron e Blade Runner. Top Gun se encaixa neste último item. Por outro lado, alguns filmes que marcaram nossa infância continuam no limbo, nos fazendo sonhar há mais de 30 anos pela continuação de suas histórias.

Pensando nisso, o CinePOP resolveu listar algumas das obras mais adoradas dos anos 80 que ainda não ganharam continuação (a maioria até está sendo planejada). Vem conhecer.

Os Fantasmas se Divertem (1988)

Beetlejuice para os íntimos, foi o primeiro sucesso da carreira de Tim Burton e o filme que o conseguiu a direção de Batman (1989). O fantasma amalucado e obsceno, personificado por Michael Keaton, virou ícone da cultura pop e ganhou até um desenho animado. Mas nada de sequência. Há algum tempo fala-se desta continuação, com o próprio Burton à frente – com uma recente peça de teatro na Broadway a ideia se intensificou. O projeto está em fase de desenvolvimento, mas esperamos que o diretor esteja mais inspirado, e volte às raízes, do que tem demonstrado em seus últimos lançamentos.

Os Aventureiros do Bairro Proibido (1986)

Todas as crianças da década de 80, que cresceram assistindo às reprises deste longa de ação e fantasia na Globo, sonharam em um dia descobrir o que aconteceu com Jack Burton (Kurt Russell) depois que sai com seu caminhão numa noite de tempestade, com um monstro aparecendo em sua traseira. A brincadeira foi um cliffhanger que jamais seria continuado, enervando toda uma geração. O filme que ajudou a moldar o game Mortal Kombat, é claro, foi dirigido pelo mestre John Carpenter.

Existe certo falatório de um remake, que traria Dwayne Johnson no papel de Russell. Pode até ficar bem legal, mas o que os fãs queriam mesmo era ver Russell de volta ao papel, assim como o elenco original, numa sequência mesmo que muito tardia.

Um Tira da Pesada (1984)

Tudo bem, o longa responsável pela carreira de Eddie Murphy já teve duas continuações, sabemos disso. E Um Tira da Pesada 3 (1994) foi um fracasso tão grande que colocou fim nas aventuras do policial zoador Axel Foley por tempo indeterminado. Este é outro filme do qual rumores sobre uma possível continuação viraram quase uma lenda urbana em Hollywood. Uma série de TV focada no filho de Foley foi produzida, mas logo cancelada antes da estreia, e terminou se transformando num filme para a TV em 2013, ainda inédito também.

Agora, parece que a quarta aventura do peixe fora d´água finalmente sairá do papel, tendo confirmado roteiristas e diretores, além, é claro, de Murphy voltando ao papel. Será interessante vê-lo introduzido dentro deste novo contexto social. Ah sim, e os realizadores podem assistir ao novo Shaft (2019), da Netflix, para saberem exatamente o que NÃO FAZER!

Stallone Cobra (1986)

Ou simplesmente Cobra, como é conhecido mundialmente, é um veículo de ação para o astro Sylvester Stallone. Cobra foi o filme seguinte do astro, que estava no topo do mundo, após os sucessos consecutivos e absurdos de Rocky 4 e Rambo 2, ambos de 1985. Curiosamente, Cobra deve sua total existência ao item acima, Um Tira da Pesada. O filme sobre o policial de Chicago levado à Beverly Hills era inicialmente pensado para ter Stallone como protagonista. O veterano, por outro lado, recusou o projeto, que era muito mais voltado para a ação inicialmente.

Assim, moldado para a comédia, o filme caiu nas mãos de Muprhy, o transformando num astro. O roteiro de Um Tira da Pesada, entretanto, foi modificado ao ponto de se tornar este Cobra, muito mais violento e sombrio, ganhando status de cult entre os fãs de Sly. Já passou do tempo para o ator tirar o durão Marion Cobretti da aposentadoria para um novo filme.

Gremlins (1984)

Este é outro filme da lista que já teve uma continuação. Porém, uma que em 1990 desagradou mais do que agradou. As criaturas viscosas saídas do Mogwai fofucho Gizmo permanecem no subconsciente coletivo até hoje, demonstrando o sucesso que o longa fez em sua época. As criaturas já apareceram em toda a parte, em participações desde desenhos até comerciais de TV. Só não ganham um novo filme. Sim, é preciso fazer da maneira certa, e pensar numa história que valha ser contada e ao mesmo tempo insira os queridos personagens no contexto atual – para não ficar soando como uma obra tirada do passado e deslocada no tempo.

É preciso trabalhar bem para não meter os pés pelas mãos e se tornar mais uma franquia que vive dando com os burros n´água, vide Alien e Exterminador do Futuro. Essas sim, precisam de um tempo para se reconfigurar. Bem, parece que Gremlins 3 em breve sairá do papel também, com Chris Columbus (o roteirista original) e Steven Spielberg na produção. Nem precisa dizer que queremos as participações de Zach Galligan e Phoebe Cates, o casal protagonista original.

Uma Cilada para Roger Rabbit (1988)

De todos os itens na lista, este é um dos que os fãs mais queriam ver sair do papel e um dos mais difíceis. Muitos afirmam inclusive que não sabem como o filme aconteceu de fato, sendo que precisou de diversos acordos entre responsáveis pelos direitos de grandes personagens, como a Disney, a Warner e outros como o Pica-Pau, cujo direito está com a Universal. Nos dias de hoje, seria algo como se a Marvel e a DC se unissem para fazer um filme e ainda adicionassem personagens de outras empresas, vide Hellboy ou o Juiz Dredd.

Sentiram o grau de dificuldade que seria todos concordarem numa proposta boa o suficiente para todas as partes? Quem conseguiu o grande feito de unir Mickey e sua turma com Pernalonga e sua turma, além de diversas outras propriedades (como Betty Boop, o cãozinho Droopy e o citado Pica-Pau) foi o mega diretor e empresário Steven Spielberg, produtor do longa.  Bem, ao que tudo indica a mágica difícil, mas não impossível, está para acontecer novamente. Produzido novamente por Spielberg e por Robert Zemeckis (diretor do original), a sequência é planejada para 2020.

Os Goonies (1985)

Na lista, grandes filmes dos anos 80 que todos queriam ver continuação desde a década mais especial de todas irão, aparentemente, ganhar suas tão esperadas continuações. Goonies, um dos filmes mais queridos pelos fãs, há muito promete uma sequência. A cada ano, a cada reunião, o público exige uma nova aventura. O diretor Richard Donner quer e já disse topar a brincadeira. O diretor Spielberg igualmente não se opõe. O mais famoso da equipe, Josh Brolin, está mais do que dentro.

O que falta então? Um bom roteiro? Goonies tem a ver com ser criança e se meter em aventuras. Então, a história precisa abordar os filhos do elenco original e para isso escalar um novo time mirim – enquanto, quem sabe, os adultos se metem em seus próprios problemas. Veremos se esse será o caminho que irão seguir, mas já temos anunciada a sequência do longa. Resta saber se sairá mesmo do papel.

Conan (1982)

Outra continuação anunciada. Conan, o Bárbaro (1982) foi o primeiro grande filme de Arnold Schwarzenegger como protagonista. Baseado nos quadrinhos de Robert E. Howard, seu tom mais sóbrio e ritmo deliberadamente lento afastaram um pouco os fãs do material original. Assim, dois anos depois, em 1984, Conan, o Destruidor se aproximou mais do clima de HQs e trouxe um filme repleto de ação, aventura e fantasia. Pesando na balança hoje, o primeiro tem mais prestígio apesar do ritmo e o segundo envelheceu como a típica galhofa dos anos 1980, ou seja, é bem mais divertido.

No ano seguinte houve ainda uma tentativa de juntar Conan com outra criação de Howard, a guerreira Red Sonja em Guerreiros de Fogo (1985). O problema? Como os direitos de Conan estavam com outro estúdio que não o liberou, a solução foi trazer Arnold caracterizado como o personagem, mas com o nome Kalidor (seria mais fácil chamá-lo de “Konan”). Em 2011, um remake do original com Jason Momoa morreu na praia. Agora, o próprio Arnold planeja A Lenda de Conan. Como será o personagem na terceira idade?

Um Príncipe em Nova York (1988)

Segundo filme de Eddie Murphy na lista. Talvez muitos jovens hoje em dia não saibam, mas nos anos 1980, Murphy era não só o humorista mais popular do mundo, como também um de seus maiores astros. O sujeito ganhava uma verdadeira “baba” por seus filmes, todos sucesso de bilheteria. Além de dominar os cinemas, Murphy representou a cultura afro-americana numa época em que não se tinha a representatividade de hoje. Ou seja, nem é preciso dizer que o ator foi importantíssimo, entre outras coisas, para a questão cultural e social no cinema mainstream de Hollywood.

O genial Um Príncipe em Nova York foi um de seus maiores sucessos da época e contava sobre um príncipe africano vindo para os EUA a fim de encontrar uma mulher que pudesse amar de verdade. Nos bastidores, Murphy dava show e interpretava diversos personagens, incluindo um barbeiro branco. Em 2020, a tão aguardada continuação estreia e a história mostrará o príncipe Akeen descobrindo que tem um filho nos EUA, assim precisando retornar ao país para conhecê-lo.

Tudo por uma Esmeralda (1984)

Pegando carona no sucesso de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida (1981), este filme foi apenas um dos que viram potencial no gênero da aventura de matinê e trataram de confeccionar uma história nos mesmos moldes. Dos “imitadores” foi o mais bem sucedido. Com um timaço como Robert Zemeckis na direção e Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito no elenco, Tudo por uma Esmeralda se mostrou um vencedor nas bilheterias e tirou do papel uma continuação logo no ano seguinte: A Joia do Nilo (1985).

Apesar do sucesso deste segundo filme também, a ideia morreu por aí (talvez os protagonistas tenham se interessado em seguir caminhos diferentes). Em 1989, o elenco se reuniu para A Guerra dos Roses, um novo longa juntos, mas sem qualquer ligação com a série. Vê-los a esta altura do campeonato talvez não funcione tão bem, mas vale a pena lembrar que Douglas continua “chutando traseiros” na pele de Hank Pym, nos filmes do Homem-Formiga da Marvel. Ou seja, se Harrison Ford pode, por que ele não?

Bônus:

Curtindo a Vida Adoidado (1986)

Ferris Bueller é um ícone sem defeitos. O rapaz matador de aula, personificado por Matthew Broderick, fez tanto sucesso que ainda é citado até hoje, referência em produções como Deadpool (2016). Ele o filme estão entranhados na cultura pop e até hoje segue como o filme de John Hughes que todo mundo viu, adora e cita. O que poucos sabem é que, embora não tenha gerado uma continuação, o longa derivou uma série, que foi ao ar quatro anos depois, em 1990, e durou apenas uma temporada de 13 episódios.

Bem, nenhum dos atores originais retornou, e Ferris foi interpretado por Charlie Schlatter. A curiosidade aqui é que no papel de sua irmã Jeannie, tínhamos ninguém menos do que Jennifer Aniston, que quatro anos depois ficaria imortalizada no papel de Rachel na série Friends. A mensagem aqui é não desistir nunca.

Voltando ao tópico, sabemos que com alguns clássicos não se mexe, mas não seria legal ver Ferris adulto (com a volta de Broderick), casado com Sloane (Mia Sara), às voltas com os filhos e travando um duelo de esperteza com eles? Afinal, por mais sagazes que as crianças de hoje possam ser, derrotar Ferris Bueller na malandragem não é tarefa fácil. Ah sim, o filme teria que contar com as presenças de Alan Ruck como o melhor amigo Cameron, e Jennifer Grey como sua irmã. Seria catártico. Só acho.

‘Oito Mulheres e um Segredo’: Warner Bros divulga o trailer nacional do filme

A Warner Bros Brasil acaba de divulgar o trailer nacional de ‘Oito Mulheres e Um Segredo‘ (‘Ocean’s Eight’), a versão feminina de Onze Homens e Um Segredo’, com legendas em português. Assista:

Na trama, Danny Ocean, personagem de George Clooney na franquia original, morreu e deixou uma mapa para sua irmã (Sandra Bullock) vingar sua morte.

‘Ocean’s Eight’: Nossas expectativas para a versão feminina de ‘Onze Homens e um Segredo’

O elenco conta com RihannaSarah PaulsonMindy KalingCate BlanchettHelena Bonham CarterMatt Damon e Richard Armitage. Alguns famosos devem devem fazer participações, comoKim KardashianKendall JennerAnna WintourAdriana Lima e Katie Holmes.

Oito Mulheres e Um Segredo’ tem estreia marcada para 8 de junho de 2018.

Confira o primeiro trailer e fotos promocionais: