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Eu Só Posso Imaginar

(I Can Only Imagine)

 

Elenco:

J. Michael Finley

Brody Rose

Dennis Quaid

Direção: Alex Cramer

Gênero: Drama

Duração: 110 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 31 de Maio de 2018

Sinopse:

A verdadeira e inspiradora história desconhecida por trás da renomada canção ‘I Can Only Imagine’, da banda de MercyMe, que oferece esperança para muitas pessoas em momentos desafiadores da vida. Surpreendentemente, a canção foi escrita em meros minutos pelo principal vocalista da banda MercyMe, Bart Millard. Mas sua criação abrange toda uma vida.

Crítica | Eu Só Posso Imaginar – Música cristã se transforma em drama sobre superação (Nota: 6.0)

Curiosidades:

» Baseado na história por trás da famosa canção “I Can Only Imagine”, da banda cristã norte-americana MercyMe.

Trailer:

Cartazes:

 

Fotos:

‘Lovecraft Country’: Nova série de terror de J.J. Abrams e Jordan Peele ganha novidades

Lovecraft Country, nova série da HBO produzida por J.J. Abrams (‘Lost’, ‘Star Wars’) e Jordan Peele (‘Corra!’) começará a ser gravada em 16 de julho em Chicago, de acordo com o Omega Underground. A primeira temporada deve ter poucos episódios, já que as gravações não se estenderão por mais de um mês.

Jonathan Majors entrou para o elenco. Ele estrelará o projeto ao lado de Jurnee Smollett-BellElizabeth Debicki, Aunjanune Ellis, Wunmi Mosaku e Courtney B. Vance.

Jordan Peele será o produtor executivo da série.

Baseada no livro homônimo de Matt Ruff (sem tradução para o português), a trama gira em torno de Atticus Black, um rapaz de 25 anos que, quando seu pai desaparece, se dedica a buscá-lo junto com a sua amiga Letitia e seu tio George.

Nesse processo eles enfrentam os horrores do racismo nos Estados Unidos na década de 1950, assim como espíritos malignos, e tentam sobreviver a tudo isso.

A produtora Monkeypaw Productions, do escritor e diretor de Corra!Jordan Peele, trabalhará em parceria com a Bad Robot, de J.J. Abrams, e com a Warner Bros Television para realizar a série.

Em uma entrevista ao site Deadline, a roteirista comentou sobre o entusiasmo de trabalhar na nova série antológica:

“Quando eu li ‘Lovecraft Country’ pela primeira vez eu soube que ele tinha potencial para ser diferente de tudo na televisão. JordanJ.J.Bad RobotWarner Bros. e HBO estão todos no ramo para empurrar os limites quando se trata de narrativa e eu estou além de empolgada para trabalhar com eles nesse projeto”.

A estreia na TV está prevista para 2019.

Falcão e o Soldado Invernal | Série promove desconstrução do heroísmo tradicional

[ANTES DE COMEÇAR A MATÉRIA, FIQUE CIENTE QUE ELA ESTÁ RECHEADA DE SPOILERS] 

Se você ainda não assistiu ao último episódio de Falcão e o Soldado Invernal, não leia esta matéria para não receber spoilers.


Apesar dos super-heróis estarem em alta desde a última década, o arquétipo do herói está longe de ser uma novidade na história humana. Tanto que alguns dos grandes e poderosos heróis dos quadrinhos acabam sendo releituras dos clássicos heróis gregos, romanos e medievais. Em comum, todos eles costumam ostentar as seguintes características: fortes, viris, corajosos, praticamente invencíveis, destemidos e atendem a um chamado interno de fazer o bem. Eles flertam entre o mundo dos humanos e a realidade dos deuses, sempre realizando feitos impossíveis, dando a eles uma aura mítica que nos inspira e motiva, visto que eles (quase) nunca demonstram fraqueza. E é essa busca pela perfeição, essa omissão de fraquezas e inseguranças, que costuma causar suas respectivas ruínas.


Fisicamente falando, principalmente pelos principais heróis dos quadrinhos virem dos EUA do século XX, eles seguem um padrão quase imutável. São brancos, extremamente fortes, ostentam uma arrogância sedutora e definem os estereótipos do Macho Alfa. E isso leva aos cinemas personagens que sempre tentam não vacilar ou recusar missões. O que vier pela frente pode ser enfrentado por eles, não importa a dificuldade.

Forte, invencível e cansado da vida comum. O Wolverine é um clássico exemplo do herói “Alpha”.

Em Falcão e o Soldado Invernal, porém, os protagonistas são dois homens comuns, que não ostentam superpoderes e, diferentemente do padrão, eles não estão empenhados em cumprir seu “Chamado à aventura”. Esse conceito vem da chamada Jornada do Herói, proposta pelo mitologista Joseph Campbell. Segundo ele, é esse chamado que motiva os heróis a seguirem suas jornadas épicas que entram para a história. Na série, a dupla principal já atendeu a esse chamado no passado e conseguiu concluí-lo. Só que, agora, os nossos heróis se recusam a cumprir seus novos chamados que mexem com eles em nível pessoal. Sam Wilson (Anthony Mackie) abre mão do legado do Capitão América, enquanto Bucky Barnes (Sebastian Stan) precisa se recuperar psicologicamente para viver suas missões.

Ambos são assombrados por fantasmas que não agem fisicamente, mas os rodeiam e influenciam diretamente em suas vida. Enquanto Bucky precisa lidar com a culpa pelos crimes do passado, Sam tem a questão do racismo, que assola a ele e sua família, mesmo que seja um dos heróis mais famosos do mundo. Então, diante desses vilões silenciosos, eles precisam aceitar a dor e engolir o medo para se ajudarem a superar esses traumas ou, pelo menos, conseguir lutar contra eles. E mesmo que eles relutem a aceitar essa ajuda, os episódios vão desconstruindo esse arquétipo de Macho Alfa para que eles trabalhem seus problemas.

Eles não deixam de realizar feitos super-humanos, mas também não perdem suas falhas tipicamente humanas. Eles não deixam de ser sinônimo de virilidade e força por desarmarem seus traumas, chorarem e enfrentarem seus problemas psicológicos ou sociais. E essa desconstrução fica ainda mais nítida com a chegada do Agente Americano (Wyatt Russell). Na teoria, ele é o típico herói clássico. Forte, grande, másculo, motivado e movido pelo incessante desejo de fazer o bem. Mesmo que isso signifique matar quem estiver pela frente. Na prática, porém, ele é um soldado que reúne  os traumas dos dois heróis da série e traz a eles memórias do que há de pior em suas jornadas. Essa dualidade do herói impulsivo contra heróis desiludidos que passam por seus problemas dá uma dinâmica incrível a série, já que os três buscam ajudar, mas cada um a seu jeito.


A cada novo episódio, vemos John Walker, um herói ‘perfeito’ ruir em seus próprios traumas e inseguranças, beirando a vilania, enquanto Bucky, que poderia ter o mesmo destino que o rival, trabalha seus problemas e vai se perdoando pelo passado, chegando ao fim como um novo homem. Da mesma forma, Sam trabalha e estuda as questões raciais que o afetam, e repensa sua decisão de não ser o Capitão América vendo como aquilo poderia ajudar a impedir que outras pessoas negras passassem pelo que ele passou. Ao aceitar seu verdadeiro destino, o herói conclui sua missão e se mostra pronto para o mundo. Armados de conciliação e palavras, o Capitão América e o Soldado Invernal se prontificam para salvar o mundo dotados de compreensão e, claro, suas habilidades físicas especiais.

Por fim, chegamos ao último capítulo com um mundo novo disposto a aceitar heróis falhos, mas genuinamente bons. Eles não precisam ser supersoldados matadores para conquistarem e inspirarem a população. Basta que eles estejam bem e façam o bem. Afinal, é impossível ajudar os outros se você está afogado em seus próprios traumas e inseguranças. É uma nova era de novos heróis. Superpoderosos, mas essencialmente humanos. Vocês estão prontos?

Capitão América e o Soldado Invernal está disponível no Disney+

Crítica | Carnaval – Comédia brasileira alto-astral da Netflix tem o sabor de Carnaval em Salvador

Carnaval. Embora essa festa não seja originalmente brasileira, foi em nosso território que ela ganhou projeção mundial de um jeitinho só nosso, e faz com que milhares de pessoas do mundo inteiro sonhem em vir para cá no verão. Cada capital de nosso país tem sua própria maneira de celebrar o agito, enraizado na cultura local, e a mistura de cores, sabores e cheiros da festança foi transportada para o filme ‘Carnaval’, novo lançamento brasileiro da Netflix.

Nina (Giovana Cordeiro) é uma influenciadora digital em ascensão, louca para chegar a 1 milhão de seguidores. Ela recebe o convite para passar o Carnaval em Salvador no trio elétrico do cantor Freddy Nunes (Micael Borges), mas, como está na fossa por ter sido traída pelo namorado, Nina resolve abrir mão do cachê e, em troca, levar suas três melhores amigas para a viagem: a nerd Vivi (Samya Pascotto), a doce Mayra (Bruna Inocêncio) e a espivetada Michelle (Gessica Kayane). O que elas não esperavam é que o fervor de Salvador fosse entrar nas suas veias e o Carnaval fosse se tornar o evento mais inesquecível de suas vidas.

O que mais chama a atenção em ‘Carnaval’ é a incrível capacidade da produção de realmente captar a essência da festa em Salvador. Não é qualquer Carnaval, é o de Salvador, e, portanto, possui as peculiaridades particulares daquela cidade. Já nos primeiros minutos o espectador é convidado a mergulhar de cabeça na deliciosa bagunça das múltiplas festas da capital – o trio elétrico, os blocos de rua, as festas particulares em hotéis, os camarotes – e, de verdade, dá para sentir o cheiro, o gosto, as cores do carnaval baiano. Ter tido a capacidade de capturar a essência desse patrimônio imaterial da humanidade é o grande mérito da produção.

Escrito por Audemir Leuzinger, Luisa Mascarenhas e Leandro Neri (e dirigido por este), o roteiro centra seu enredo na relação de amizade e sororidade entre o quarteto protagonista, que, composto por diferentes estilos, demonstra as múltiplas atitudes que as mulheres podem ter nessa festa caótica: a que trabalha durante o evento, a que tem medo de tumulto, a que não curte muito o fuzuê e aquela que mergulha com tanta vontade que no final nem lembra o que aconteceu.

O desenvolvimento das personagens principais e dos secundários é, porém, um pouco irregular. Se por um lado Michelle se resolve sozinha com sua personalidade tipo ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’ (do também baiano Jorge Amado), por outro Vivi parece meio sobrando na trama, forçadamente chata; enquanto a resolução do cantor Freddy é acelerada no fim, ao mesmo tempo é muito bom ver Mayra se reconectar com sua ancestralidade para ganhar força e superar seus medos – afinal, a fé também é essência de Salvador.

Carnaval’ é um ótimo filme super alto astral, engraçado e, caramba, consegue mesmo transportar a gente para dentro daquele clima festivo de fevereiro. Faz a gente sorrir e sentir saudades o tempo todo. ‘Carnaval’ é o Brasil que queremos voltar a viver quando tudo passar, e, por sua ótima capacidade de retratar a festa tanto para brasileiros quanto para estrangeiros, tomara que ganhe continuações, com o grupo de meninas quem sabe conhecendo o Carnaval de Parintins, ou das ruas de Ouro Preto, ou da Marquês de Sapucaí

‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ ganha novo cartaz estilizado e trailer; Confira!

O novo filme do Aracnídeo favorito do mundo, Homem-Aranha: Longe de Casa’, ganhou um novo cartaz e um trailer japonês!

Confira:

Tom Holland irá retornar no papel do herói adolescente em Homem-Aranha: Longe de Casa, cuja estreia está marcada para o dia 05 de julho. Porém, é provável que ele faça uma aparição na épica conclusão ‘Vingadores: Ultimato’, que chega aos cinemas no dia 25 de abril.

‘The Witcher’: Compositora promete trilha sonora incrível para a série

Com a produção da aguardada série The Witcher completa, o time criativo do show está trabalhando na pós-produção – incluindo a compositora Sonya Belousova.

Em uma recente postagem no Instagram, ela revelou o que podemos esperar da equipe responsável pela trilha sonora, mostrando as habilidades da violonista Lindsay Deutsch performando a Sinfonia No. 9 de Beethoven. Infelizmente, Belousova não pôde revelar nada sobre a música para a série.

Confira:

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia para a série.

Assista ao primeiro trailer divulgado pela Netflix:

Durante uma recente entrevista ao site Entertainment Weekly, o showrunner Lauren Hissrich se abriu para revelar alguns detalhes sobre a produção

Quando questionada sobre a classificação indicativa da produção, ela comentou que “tenho revisto diariamente [os episódios] e minhas crianças não têm permissão para olhar para a tela e ver algo que não deveriam e ficar assustadas”.

“É uma série muito adulta”, Hissrich acrescentou. “Vou dizer que era importante que cada cena de sexo ou de violência tivesse importância para a história e não simplesmente estivesse ali para chocar o público. Acho que os telespectadores são bem espertos no tocante a saber o que está ali apenas para chocar e o que realmente move a história”.

Criada por Hissrich, a série é baseada em uma saga literária escrita pelo polonês Andrzej Sapkowski.

Geralt de Rivia, um solitário caçador de monstros, luta para encontrar seu lugar em um mundo onde as pessoas muitas vezes se mostram mais perversas que as bestas. Mas quando o destino o leva a uma feiticeira poderosa e a uma jovem princesa com um segredo perigoso, os três precisam aprender a navegar juntos pelo crescente e volátil Continente.

Henry Cavill será o protagonista da série. O elenco ainda conta com Millie Brady, Freya Allan, Anna Shaffer, Jodhi May, Anya Chalotra e Björn Hlynur Haraldsoon.

‘Competencia Oficial’: Penélope Cruz e Antonio Banderas vão estrelar novo drama espanhol

Antonio BanderasPenélope Cruz, dois dos nomes mais prolíficos do cinema espanhol, irão se reunir mais uma vez para co-estrelar o drama Competencia Oficial.

Ainda sem muitos detalhes, sabe-se que o longa será dirigido por Mariano CohnGastón Duprat (dupla conhecida por ‘O Homem ao Lado’).

Banderas e Cruz recentemente protagonizaram o drama semi-biográfico Dor e Glória, de Pedro Almodóvar. Banderas levou para casa o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cannes e no Goya, além de ter sido indicado para a mesma categoria no Oscar 2020.

Os dois já trabalharam em diversos outros filmes juntos, incluindo com breves aparições na comédia ‘Os Amantes Passageiros’.

Oscar MartínezDaniel BurmanJosé Luiz GómezCarlos HiplitoIrene EscolarKoldo OlabarriNagore AramburuPilar CastroJuan Grandinetti completam o elenco.

Globoplay faz sucesso com novelas e arrecada quase R$150 milhões por mês

A pandemia do novo coronavírus COVID-19 freou o mundo inteiro de forma sem precedentes – e, dentre as esferas mais afetadas em virtude da doença, de fato a do entretenimento alcançou o primeiro lugar.

Conforme o vírus se espalhava pelo mundo e atingir os principais polos de produção audiovisual, diversas produções foram suspensas, levando os estúdios e as distribuidoras a encontrar alternativas para divulgar séries e longas-metragens – recorrendo, principalmente, aos serviços de streaming. E não apenas como forma de manter as pessoas em um burocrático e compulsório isolamento social, mas também de tentar fazer a economia girar e não se render a demissões em massas e cortes de gastos drásticos.

Enquanto a Netflix, a Amazon Prime e o Disney+ dominaram as águas internacionais, coube a Globoplay ganhar destaque em território nacional – tornando-se uma das plataformas mais rentáveis ao faturar quase R$150 milhões

Segundo o site NaTelinha, o serviço ganhou mais de 2,5 milhões de novos usuários em 2020 até o final do primeiro semestre, arrecadando R$148,5 milhões para o Grupo Globo de televisão. Esse crescimento, que representa um avanço de 62% no total de assinantes, é fruto da liberação das novelas mais famosas da emissora em seu extenso catálogo.

As informações também indicam que as produções mais procuradas pelos espectadores foram Tieta (1989), em primeiro lugar, e ‘A Favorita’ (2008), em segundo- e a audiência inclusive vem superando a das que estão no ar atualmente.

‘Gavião Arqueiro’ contrata diretor de fotografia de ‘Um Lugar Silencioso’

A série original do Disney+, ‘Gavião Arqueiro‘, está ganhando forma e contratou mais um nome para integrar sua equipe.

Segundo o Discussing FilmEric Steelberg foi contratado como diretor de fotografia do projeto. Seus créditos incluem Um Lugar SilenciosoMeu Nome é DolemiteJuno.

Segundo o portal The Direct, a personagem Madame Máscara deve aparecer como uma personagem coadjuvante na produção, assumindo o papel de vilã da trama.

Ainda não se sabe qual seria a dimensão e extensão da personagem na narrativa ou se ela será a principal antagonista, mas de acordo com a publicação, a Marvel Studios já estaria em busca de uma atriz para encarar o papel.

A Disney ainda não confirmou a informação, portanto trate tudo como rumores.

Nos quadrinhos, Madame Máscara já chegou a ser um interesse amoroso ocasional do Homem de Ferro, além de ser sua inimiga. A vilã é filha do Conde Nefaria, cuja primeira aparição nas HQs foi em “Os Vingadores”, edição 13 (fevereiro de 1965).

Recentemente em seu Twitter oficial, o artista Andy Park, conhecido por seus inúmeros trabalhos na Marvel Comics, divulgou a primeira imagem conceitual da vindoura e problemática série Gavião Arqueiro, do Disney+.

O esboço estampa a protagonista Kate Bishop em seu uniforme roxo e empunhando o arco e flecha.

Confira:

Segundo o The Illuminerdi, os rumores acerca da escalação de Hailee Steinfeld para a produção se concretizaram: as informações indicam que a atriz dará vida à Kate Bishop.

“O processo de elencamento ainda está acontecendo para a série, mas todos podemos dormir bem sabendo que tanto Jeremy RennerHailee Steinfeld estão oficialmente atados para estrelar o projeto”, diz o jornalista Braxter Timberlake.

Recentemente, Amber FinlaysonKatie Ellwood, dupla feminina conhecida pelas aclamadas produções Bert and BertieTroop Zero, também foram contratadas para comandar o show.

A produção será rodada sob o título de produção Anchor Point, que faz menção ao primeiro volume de histórias do personagem titular, assinado por Kelly Thompson em 2017.

Durante o painel da Marvel na San Diego Comic-Con 2019, Jeremy Renner compartilhou um espetacular primeiro teaser do show, que tem estreia marcada para o outono norte-americano de 2021.

Confira:

O show é baseado nos quadrinhos originais nos quais Clint Barton passa a responsabilidade super-heroica para o próximo Arqueiro, Kate Bishop. A série, na verdade, terá enfoque no treinamento de Kate até sua transformação completa na heroína, permitindo que Barton oficialmente se aposente.

A adaptação das HQs de Gavião Arqueiro será em uma minissérie, seguindo o passo de outras produções originais da Disney+. Renner apareceu pela última vez como o personagem titular na épica conclusão Vingadores: Ultimato’.

Crítica | Demi Lovato entrega um íntimo e tocante álbum com ‘Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’

A última aventura musical de Demi Lovato aconteceu há quatro anos, com o lançamento do bem recebido e amadurecido Tell Me You Love Me. Trazendo temáticas como empoderamento, amor e decepção para os ouvidos de seus fãs, Demi parecia prever que algo adverso estava para acontecer em sua vida – que se concretizou com sua recaída às drogas e uma perigosa overdose que quase tirou sua vida. Após criar a tocante “Sober”, a artista, outrora parte da imensa família do Disney Channel, abriu-se acerca de assédio sexual e de depressão, construindo a propositalmente sombria “Anyone” e apresentando-a numa aplaudível rendição na cerimônia do 62º Grammy Awards.

Agora, em 2021, Lovato mostrou-se pronta para compartilhar com o mundo a jornada mais íntima de sua carreira, cujos capítulos foram pacientemente escritos para realizar uma autocrítica e convidar o público a conhecer a própria aventura na qual se lançou. O resultado, acompanhado de um aclamado documentário seriado homônimo, tomou forma em Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’, literalmente mergulhando num fenício renascimento não só de sua carreira, mas de como enxerga a si mesma. E é nessa nova empreitada que a performer reencontra a voz que, anteriormente, havia lhe dado voz para entender o que de errado existia no mundo e de que forma ela se deixou levar por presenças tóxicas que a impediam de ser quem realmente é.

Além da já mencionada canção, dois outros singles se originaram para dar início ao álbum. Temos, de um lado, a profunda colaboração entre Demi e Sam Fischer, “What Other People Say”: a faixa havia sido escrita por Fischer há bastante tempo e, segundo ele mesmo, sempre soube que estava destinada a uma rendição em dueto. Tal foi sua sorte quando Lovato, uma das grandes cantoras de sua geração, cruzou com ele e resolveu emprestar seus belíssimos vocais a um enredo que fala, essencialmente, sobre ressentimento. “Pensei que, quando crescesse, seria igual àqueles que me deram meu sobrenome” é apenas o prólogo de uma reflexão sobre fazer escolhas erradas e deixar que outras pessoas te moldem, fazendo com se esqueça daqueles que sempre te apoiaram e abandonando uma personalidade que não tinha nada de errado para início de conversa.

A produção ganha força exponencial quando aliada a outras incursões elegíacas da década passada, nutrindo de similaridades com as faixas de Lucas Graham e Hozier enquanto marcha a um som único e acolhedor, dizendo, com todas as palavras, que não estamos sozinhos. E o mesmo estende-se para Dancing with the Devil, um soul-rock à la James Bond que mistura sensualidade e acidez em um único lugar. Flertando com o perigo narcótico daquilo que nos dá um pouco de tranquilidade, Demi pede desculpas da forma mais indesculpável possível por ter dançado com o diabo e ter se deixado levar pelo que lhe dava prazer.

Antes de dar início oficial à trama que promove no breve prólogo, a cantora e compositora deixa claro que não trata de impessoalidade: em um processo de cura existencialista e bastante cautelosa, ela tem todas as cartas na mão para decidir como, quando e onde contar sua história, sem influências externas e sem cair nas armadilhas do sensacionalismo midiático. “ICU (Madison’s Lullabye)”, nesse contexto, transforma-se em um poderoso pedido de desculpas à meia irmã, Madison De La Garza, a qual não conseguiu reconhecer depois de acordar na cama do hospital – não chegando nem mesmo a compreender de quem era a voz que a acompanhava. Fazendo as pazes consigo mesma e deixando que os demônios de um passado não muito distante, ela agora pode contar aos fãs tudo que querem saber.

Mais incisivamente do que nunca, Demi une-se a diversas powerhouses da indústria musical para auxiliarem nesse heroico arco – acertando em grande parte, apesar de certos equívocos cometidos pelo caminho. Temos o supracitado dueto com Fischer; a elegíaca e evocativa “Easy”, dramatizada ao lado de Noah Cyrus em um turbilhão orquestral de piano e violinos; “My Girlfriends Are My Boyfriend”, que a une com a rapper Saweetie e dá espaço para construções feministas movidas pelo pop-noir e pelo rap; e a aguardada “Met Him Last Night” – aliando-se à Ariana Grande e aproveitando as conhecidas incursões da artista para arquitetar uma sólida, ainda que dissonante estrutura future-trap, que falha em encaixar-se com perfeição espontânea ao restante do álbum.

É inegável dizer que a obra esbarra em alguns deslizes, principalmente pela exorbitante quantidade de faixas. “15 Minutes” se dispersa em uma zona de conforto repetitiva e levemente reciclada, como se tivesse sido aproveitada rapidamente das tracks antecessoras – e o mesmo ocorre com “California Sober” (uma canção que poderia ter sido retirada sem quaisquer perdas grandes). “Butterfly”, terminando um épico conto que começou ainda em suas primeiras inflexões, também falha ao esquecer-se de um crescendo catártico e se render à frustração comedida das obviedades instrumentais.

Felizmente, Lovato mostra que tem controle criativo, estético e crítico sobre as mensagens que deseja entregar a quem estiver disposto a ouvir. Suas obrigatoriedades passadas dão lugar a uma conhecida ironia que é traduzida na divertida “Melon Cake”, que retoma um infausto episódio de aniversário, enquanto o country-pop dá as caras na belíssima “The Way You Don’t Look At Me”. Apostando fichas no indie pop-rock e na folktronica, Demi nos presenteia com “Carefully” e “The Kind Of Lover I Am”, bem como uma coesa e mais teatral interpretação da clássica “Mad World”.

Dizer que Dancing with the Devil… The Art of Starting Over’ é o amadurecimento de Demi Lovato é criar um eufemismo barato que não explana a importância do álbum para sua própria vida. A cantora, entrando em consenso com todos os momentos pelos quais passou, abre-se como um livro, estampando cada página com uma frase avassaladora e humilde: “esta sou eu, nua e crua”.

Nota por faixa:

1. Anyone – 4,5/5
2. Dancing with the Devil – 5/5
3. ICU (Madison’s Lullabye) –  4,5/5
4. Intro – 5/5
5. The Art of Starting Over – 4,5/5
6. Lonely People – 4/5
7. The Way You Don’t Look at Me – 5/5
8. Melon Cake – 4,5/5
9. Met Him Last Night (com Ariana Grande) – 3,5/5
10. What Other People Say (com Sam Fischer) – 4,5/5
11. Carefully – 4,5/5
12. The Kind of Lover I Am – 4,5/5
13. Easy (feat. Noah Cyrus) – 5/5
14. 15 minutes – 3/5
15. Girlfriends Are My Boyfriends (feat. Saweetie) – 5/5
16. California Sober – 2/5
17. Mad World – 5/5
18. Butterfly – 3/5
19. Good Place – 4/5

‘O Que Fazemos nas Sombras’: 3ª temporada ganha novo clipe HILÁRIO; Confira!

A 3ª temporada de ‘O Que Fazemos nas Sombras‘ (What We Do in the Shadows) ganhou um novo clipe hilário.

Confira:

O novo ciclo irá estrear no dia 2 de setembro, com um episódio duplo.

A série foi criada por Taika Waititi e Jemaine Clement, os mesmos responsáveis pelo longa-metragem homônimo.

A trama segue três vampiros que vivem juntos: Laszlo (Berry), Nadja (Demetriou) e Nandor (Novak) – os dois primeiros são marido e mulher. Também morando com eles está um quarto vampiro chamado Colin Robinson (Proksch), que é um “vampiro energético”. Em vez de sangue, ele suga a energia de suas vítimas prendendo-as à morte com anedotas mundanas e piadas ruins. O escritório é seu campo de alimentação, mas seus poderes também funcionam em seus companheiros de vampiros. Suas vidas se complicam quando nossos três vampiros centrais percebem que um antigo líder vampiro chamado Barão está vindo para visitá-los do exterior, supostamente para ver como a conquista da América está indo.

Matt Berry, Kayvan Novak, Natasia Demetriou, Harvey Guillen e Mark Proksch estrelam.

Vale lembrar que a série já está renovada para a 4ª temporada!

‘Raised by Wolves’: Sobreviver requer sacrifícios no trailer oficial da 2ª temporada; Confira!

HBO Max divulgou o trailer oficial da 2ª temporada da série ‘Raised by Wolves‘, criada pelo lendário realizador Ridley Scott.

O próximo ciclo tem estreia agendada para o dia 03 de fevereiro.

Confira:

Criada por Scott (‘Blade Runner’ e ‘Alien’), a série futurista acompanha dois androides que têm como tarefa criar crianças humanas em um planeta misterioso. Enquanto a colônia de humanos se divide por causa de diferenças religiosas, os androides descobrem que controlar a crença dos humanos é um trabalho complicado.

O elenco da produção inclui Travis FimmelAmanda Collin, Abubakar Salim, Winta McGrath, Niamh Algar, Felix Jamieson, Ethan Hazzard, Jordan Loughran, Aasiya Shah e Ivy Wong.

Crítica | ‘Orgulho e Sedução’ transforma Jane Austen em uma ótima rom-com LGBTQIA+

Jane Austen não é apenas uma das autoras mais conhecidas da história, mas como uma das mais importantes da literatura. Seus múltiplos escritos ajudaram a lançar luz em temas como a instituição do casamento e papel da mulher na sociedade dos séculos XVIII e XIX, construindo personagens complexas que seriam emuladas tanto por suas conterrâneas quanto por romancistas e contistas que viriam séculos depois. Não é surpresa que inúmeras de suas obras tenham sido adaptadas para o cinema e para a televisão, conquistando públicos das mais diversas idades que seriam reapresentados ou apresentados a seu fantástico cosmos literário.

Um dos livros mais conhecidos e aplaudidos de Austen é, sem dúvida, Orgulho e Preconceito. A intrincada narrativa envolvendo Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy é considerada um epítome das dramédias familiares e deu origem à icônica releitura homônima estrelada por Keira Knightley (filme considerado um dos melhores do século por este mesmo que vos fala). Agora, a trama ganha uma roupagem modernizada e mais satírica com o lançamento de Orgulho e Sedução, produção que fornece ao atemporal conto um revestimento LGBTQIA+, carregado de representatividade e provando que Austen ainda pode ser relida das maneiras mais originais possíveis nos dias de hoje.

Talvez o aspecto mais emblemático do longa-metragem seja sua concisão e o fato de ser destinado a um público específico, a comunidade queer, querendo não fornecer explicações sobre o que significa fazer parte dessa parcela da sociedade, mas sim se afastar dos costumeiros dramas que vêm aparecendo no cenário mainstream e mostrar construções divertidas, leves e aprazíveis do começo ao fim. E é nesse universo exuberante que o diretor Andrew Ahn arquiteta uma singela e hilária aventura em uma ilha conhecida como Fire Island – uma espécie de refúgio que, como anunciado logo nas primeiras cenas, funciona como uma “Disneyland gay”. Aqui, o comediante Joel Kim Booster, que também empresta suas habilidades para o exímio e coeso roteiro, interpreta Noah, um jovem rapaz despreocupado com assuntos do coração e que carrega um mote bastante específico de estar livre para se relacionar com quem quiser e sempre permanecer ao lado de sua família.

Noah tem uma personalidade bastante peculiar que reitera tanto sua paixão por casos espontâneos quanto por ajudar aqueles que ama– principalmente Howie (Bowen Yang), seu melhor amigo que não se sente confortável em meio a um tóxico ambiente movido a heternormatividade, ao culto excessivo ao corpo e à superficialidade dos relacionamentos. Howie tem uma visão clara sobre o que quer para a vida e se resvala nas narrativas fabulescas de rom-coms em que achará o homem certo quando o destino quiser, nutrindo de inúmeras similaridades com Jane Bennet do livro original; não é surpresa, pois, que sua caracterização entre em conflito constante com Noah, cuja meticulosa tradução provinda de Elizabeth é um dos vários pontos altos do filme.

A ideia principal do nosso protagonista é fazer com que Howie tenha um caso no fim de semana que em eles e o restante de seus amigos vão para a ilha. E é óbvio que as coisas não saem como o esperado e, apesar de Howie se envolver com o charmoso e bondoso Charlie (James Scully), Noah enfrenta a “ira” do introspectivo e julgador Will (Conrad Ricamora) – que definitivamente não parece estar de acordo com a mescla dos dois grupos. Afinal, Will é a representação queer de Mr. Darcy e, para aqueles não familiarizados com Orgulho e Preconceito, é a irascível relação entre ele e Elizabeth que dá o tom do enredo. Dentro dos limites autoimpostos ao projeto em questão, a transmutação dos personagens é simplesmente magnífica e realizada com uma sagacidade invejável que nos carrega até os minutos finais que, apesar de previsíveis, funcionam com uma bem-vinda praticidade.

Ahn e Booster fazem um belíssimo trabalho técnico-artístico que coloca o título na lista de melhores do ano: a acidez promovida pelos diálogos promove um resgate total à cultura LGBTQIA+, incluindo jargões e piadas que se envolvem em um prospecto crítico, denunciando preconceitos que homossexuais sofrem dentro da própria comunidade. Mais do que isso, o trabalho de representatividade racial é de extrema importância para o arco dos personagens – visto, por exemplo, no embate entre Noah e os insuportáveis Cooper (Nick Adams) e Rhys (Michael Graceffa). Nesse quesito, também temos a colaboração entre Ahn e Felipe Vara de Rey, diretor de fotografia, que articula uma transição didática da ambientação paradisíaca do primeiro ato, passando pela dureza de uma realidade sórdida no segundo e culminando nas reflexões amadurecidas do grand finale.

Contrariando nossas expectativas, Orgulho e Sedução se afasta do perigo de mergulhar nas rasas águas das fórmulas rom-com e entrega uma divertida aventura queer que merece ser conferida e apreciada em sua completude. O ambicioso longa engendra uma delineação tão convidativa de ser assistida, que chegamos ao fim com um gostinho de “quero mais” e um ímpeto quase imediato de voltar ao começo e se deliciar com a história.

‘Project Artemis’: Ray Romano se junta a Scarlett Johansson em rom-com sobre a corrida espacial

Segundo o DeadlineRay Romano (‘O Irlandês’) foi escalado para o elenco de ‘Project Artemis’, novo projeto da Apple que gira em torno da corrida espacial dos anos 1960.

Infelizmente, detalhes sobre seu papel não foram revelados.

Além disso, foi confirmado que Greg Berlanti, conhecido por seu trabalho em ‘Com Amor, Simon’, ficará responsável pela direção.

Romano se junta aos previamente confirmados Scarlett JohanssonChanning Tatum, que serão os protagonistas.

Rose Gilroy fica responsável pelo roteiro, cuja história é descrita como uma comédia romântica ambientada durante o lançamento da espaçonave Apollo 11, em 1968. Mais detalhes não foram divulgados.

Johansson, Jonathan LiaKeenan Flynn entram como produtores através da companhia These Pictures.

Anteriormente, Jason Bateman (‘Ozark’) ficaria responsável pela direção, mas conflitos criativos o fizeram abandonar o projeto.

Fique ligado para mais informações!

Lady Gaga celebra o término das filmagens de ‘Coringa 2’ com postagem inédita; Confira!

Facilmente uma das produções mais aguardadas do ano que vem, Coringa 2’ é a sequência do aclamado longa-metragem de 2019 que trará ninguém menos que Joaquin Phoenix de volta como o personagem titular e Lady Gaga como Harley Quinn.

Agora, para celebrar o término das filmagens, a vencedora do Oscar compartilhou uma publicação inédita nas redes sociais, com a legenda: “e terminamos! Beijos, Harleen”.

Confira:

Anteriormente, o diretor Todd Phillips também celebrou o fim das gravações.

“Terminamos as gravações. Agradeço esses dois (e todo o elenco) e também a MELHOR equipe que a indústria cinematográfica tem a oferecer. Agora eu vou voltar para a minha caverna (sala de edição) e colocar tudo no seu devido lugar,” declarou o cineasta.

Veja:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de outubro de 2024.

O elenco do novo filme conta o retorno de Joaquin Phoenix como Arthur Fleck, além de Lady Gaga como Harley Quinn. Brendan Gleeson e Catherine Keener também se juntam à dupla.

O enredo de ‘Joker: Folie a Deux‘ ainda é mantido em segredo, mas a teoria atual é que ele abordará a origem do romance entre o Coringa e a sua clássica parceira no crime, Harley.

A produção está sendo descrita como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Diretora de ‘Eu Sou Groot’ quer um spin-off de ‘Guardiões da Galáxia’ focado em Rocket Raccoon

Guardiões da Galáxia se consagrou como uma das franquias super-heroicas mais adoradas do público e já apresentou um potencial gigantesco para diversas produções derivadas.

Agora, em entrevista ao ComicBook.com, a diretora e showrunner Kirsten Lepore, conhecida por seu trabalho no spin-off ‘Eu Sou Groot’, foi questionada sobre qual outro personagem da saga merecia uma obra derivada – e não pensou duas vezes antes de dizer Rocket Raccoon.

“Minha mente, obviamente, vai a ‘Guardiões’ primeiro”, ela revelou. “Como seria um [spin-off] de Rocket? Sabe, histórias sobre um guaxinim bebê?”.

Vale lembrar que no capítulo de encerramento da trilogia, o diretor James Gunn nos apresentou à trágica história de origem de Rocket (dublado por Bradley Cooper), que serviu como cobaia do perigoso e sádico Alto Evolucionário.

As duas temporadas de ‘Eu Sou Groot’ estão disponíveis no Disney+.

A série foi criada por Kristen Lepore.

A produção conta com o retorno de Vin Diesel dando voz ao personagem em um compilado de curtas-metragens focado no Bebê Groot.

Madeline Petsch e Froy Gutierrez são ATERRORIZADOS no trailer de ‘Os Estranhos: Capítulo 1’; Confira!

O remake de ‘Os Estranhos‘, que servirá como a primeira parte de uma trilogia, ganhou um seu primeiro trailer oficial.

O terror estreia nos cinemas nacionais no dia 16 de maio, pela Paris Filmes.

A nova versão é estrelada por Madelaine Petsch (‘Riverdale’) e Froy Gutierrez (‘Teen Wolf’).

Confira, junto às imagens promocionais:

Na trama, Petsch viaja para o campo com seu namorado (Froy Gutierrez) para começar uma nova vida. Quando seu carro quebra, o casal é forçado a passar a noite em uma isolada casa Airbnb, onde a dupla é aterrorizada até o amanhecer por três estranhos mascarados.

O elenco ainda conta com Rachel ShentonEma HorvathGabe Basso.

Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) fica responsável pela direção.

O roteiro é assinado pela dupla Alan R. CohenAlan Freedland.

A tensão AUMENTA no teaser inédito da 2ª temporada de ‘Arcane’; Confira!

Netflix divulgou mais um teaser oficial da 2ª e última temporada da aclamada animação Arcane, que tem estreia agendada para novembro deste ano.

Confira:

Ambientada na próspera região de Piltover e na oprimida cidade subterrânea de Zaun, a história explora as origens de duas campeãs icônicas e do poder que irá separá-las. Em meio ao conflito entre essas cidades-gêmeas, duas irmãs lutam em lados opostos de uma guerra entre tecnologias mágicas e convicções incompatíveis.

A série foi criada por Christian Linke e Alex Yee.

‘The Kardashians’: 6ª temporada ganha trailer INÉDITO; Confira!

O Hulu divulgou o trailer completo da 6ª temporada de ‘The Kardashians‘, reality show que acompanha o cotidiano do icônico clã titular.

O próximo ciclo estreará oficialmente no dia 6 de fevereiro.

Confira o teaser e siga o CinePOP no Youtube:

No Brasil, a produção está disponível através do Disney+.

Com pleno acesso às suas vidas, a célebre e amada família Kardashian retorna com sua nova série. Kris, Kourtney, Kim, Khloé, Kendall e Kylie ligam novamente as câmeras para revelar a verdade por trás das manchetes. Desde a intensa pressão de administrar negócios multimilionários até momentos simples do dia a dia, de brincadeiras entre as irmãs a levar as crianças na escola, a nova série vai prender os telespectadores com a honesta e fascinante história de vida.

Ben Winston é o produtor executivo ao lado de Emma Conway, Elizabeth Jones e Danielle King, que também atuam como showrunners.

Scarlett Johansson, Jonathan Bailey e Mahershala Ali nos novos cartazes de ‘Jurassic World: Recomeço’; Confira!

A sequência ‘Jurassic World: Recomeço‘, novo capítulo da aclamada franquia estrelado por Scarlett Johansson (‘História de um Casamento’), Jonathan Bailey (‘Bridgerton’) e Mahersala Ali (‘Moonlight’) ganhou três novos cartazes oficiais e individuais, dando destaque aos protagonistas da nova aventura.

Divulgado com exclusividade pela IGN, o vídeo em questão mostra nossos protagonistas enfrentando o ataque do perigoso Mosassauro, que já apareceu no filme de 2015.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

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O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 3 de julho.

Na trama, cinco anos após os eventos de ‘Jurassic World – Domínio‘, a ecologia do planeta se mostrou amplamente inóspita para os dinossauros. Os dinossauros que restam existem em ambientes equatoriais isolados com climas que lembram aqueles em que eles prosperaram. As três criaturas mais colossais dentro daquela biosfera tropical detêm a chave para uma droga que trará benefícios milagrosos para salvar vidas da humanidade.

Gareth Edwards, do aclamado sci-fi ‘Resistência‘, é o responsável pela direção.

David Koepp, roteirista do longa original de 1993, assina o novo filme.

O elenco conta com Scarlett Johansson, Mahershala Ali, Jonathan Bailey, Rupert Friend, Manuel Garcia-Rulfo, Luna Blaise e David Iacono.

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Astros de ‘Riverdale’ e ‘Alien: Romulus’ irão estrelar a dramédia romântica ‘Falling’; Saiba mais!

Segundo o DeadlineKJ Apa (‘Riverdale’), Isabel May (‘Pânico 7’), Archie Renaux (‘Alien: Romulus’) e Emma Laird (‘Mayor of Kingstown’) irão estrelar a nova a dramédia romântica Falling, da The Exchange e da Voltage Pictures.

O projeto é escrito e dirigido pela dupla James e Colin Krisel.

Na trama…

Johnny, um romântico incurável e amigo leal, enfrenta um dilema angustiante ao se apaixonar por Jillian, a encantadora namorada de seu cínico melhor amigo, Jack. Envolvidos em um turbilhão de emoções enquanto tentam lidar com as complexidades da traição e a busca por seus sonhos, eles precisam confrontar a questão fundamental: o que é mais importante, a amizade ou o amor?

Mike KarzBill BindleyPiers TempestMatt LuberLena Roklin compõe o time de produtores, enquanto Dakota RosenTom Salentine assumem a função de produtores executivos.

O longa já foi finalizado, com gravações tendo ocorrido no Reino Unido e em Malta, mas ainda segue sem previsão de lançamento.

Ethan Embry é escalado para a 3ª temporada do SUSPENSE ‘Detetive Alex Cross’, do Prime Video

Segundo o DeadlineEthan Embry (‘Pânico 7’, ‘Grace e Frankie’) foi escalado para o elenco da 3ª temporada de ‘Detetive Alex Cross, popular série de suspense do Prime Video baseada na icônica saga de James Patterson.

Embry dará vida a Frederick, um carismático mentor de sobriedade conhecido por sua liderança com “amor bruto”. Forte, resiliente e generoso com o próprio tempo, ele é amplamente admirado pela capacidade de fazer os outros serem vistos.

Mais detalhes não foram divulgados.

Lembrando que as duas primeiras temporadas estão disponíveis na plataforma de streaming.

Ben Watkins entra como criador e showrunner. Watkins, Patterson, Jim DunnSam Ernst, Craig SiebelsBill RobinsonPatrick SantaDavid EllisonDana GoldbergMatt Thunell são os produtores.

A série é estrelada por Aldis Hodge como um detetive e psicólogo forense que é conhecido por sua habilidade de entrar na psique de criminosos e suas vítimas.

Isaiah Mustafa, Juanita Jennings, Alona Tal, Samantha Walkes, Caleb Elijah, Melody Hurd, Jennifer Wigmore, Eloise Mumford, Ryan Eggold e Johnny Ray Gill completam o elenco.

Finn Wolfhard teve medo de perder papel em ‘Caça-Fantasmas’ por causa de cena em ‘Stranger Things’

Durante uma cena da segunda temporada de ‘Stranher Things’, Mike (Finn Wolfhard) sai fantasiado como caça-fantasmas ao lado dos amigos.

Por isso, Wolfhard pensou que não conseguiria um papel em ‘Caça-Fantasmas 3‘, de Jason Reitman.

“Eu estava fazendo o teste e, por esse motivo exato, pensei: ‘Jason Reitman provavelmente nem vai olhar minha fita porque eu já fiz isso em ‘Stranger Things‘”, disse o astro ao The Hollywood Reporter. “Eu acho que ele acabou se identificando com o meu teste e me escolheu.”

Ao contrário do que pensou Wolfhard, Reitman não poupou elogios à sua atuação.

Finn Wolfhard, o que mais posso dizer sobre Finn Wolfhard do que ele já é? Ele é perfeito”, disse Reitman durante o Ghostbusters Fan Fest.

O longa será lançado nos cinemas norte-americanos no dia 10 de julho de 2020.

Confira o teaser:

O elenco é composto por Finn Wolfhard (‘It: A Coisa‘), Mckenna Grace (‘A Maldição da Residência Hill‘), Carrie Coon (‘The Sinner‘), Paul RuddSigourney Weaver.

Confira a primeira imagem dos bastidores: 

 

‘Mulher-Maravilha 1984’: Brinquedos revelam detalhes do filme e visual da Cheetah

Algumas imagens da linha LEGO de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ acabaram vazando online, revelando alguns detalhes sobre o filme e também o visual da vilã Cheetah (Kristen Wiig), ou Mulher-Leopardo.

O brinquedo parece confirmar uma teoria divulgada no fim do ano passado, na qual Diana (Gal Gadot) enfrenta Cheetah enquanto Maxwell Lord (Pedro Pascal) usa um aparelho que realiza desejos.

E o cenário dos brinquedos indica exatamente isso.

Confira:

 Anteriormente, a Warner Bros divulgou novos cartazes de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ reproduzindo o clássico estilo dos primeiros quadrinhos da DC Comics.

Em um deles, Diana Prince (Gal Gadot) surge com seu icônico uniforme e se prepara para usar o Laço da Verdade.

No outro, a heroína veste sua incrível armadura dourada.

Confira:

 

Lembrando que o filme chega no Brasil no dia 13 de agosto, um dia antes da estreia norte-americana.

Em seu Twitter, a diretora Patty Jenkins comentou o adiamento e aproveitou para desmentir os rumores de que o filme seria lançado direto em streaming.

“Fizemos Mulher-Maravilha 1984 para ser exibido NAS TELONAS e acredito no poder do cinema. Nestes tempos terríveis, quando os proprietários de cinemas estão lutando para sobreviverem, estamos empolgados por adiar nosso filme para 14 de agosto de 2020 em um CINEMA perto de você, e orar por melhores tempos para todos até lá…”, afirmou.

Além deste, a Warner também anunciou o adiamento de ‘Malignant‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’.

Enquanto Hollywood tenta lidar com a crise do coronavírus, os estúdios continuam adiando os seus filmes, e muitos deles podem ser lançados direto no streaming. O motivo? A janela entre os lançamentos vão ficar cada vez mais concorrida.

Filmes grandes como ‘Viúva Negra‘, ‘Mulan‘, ‘Um Lugar Silencioso 2‘, ‘007 – Sem Tempo para Morrer‘, ‘Velozes e Furiosos 9‘, entre outros, sofreram adiamento.

Os adiamentos de ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e ‘Em um Bairro de Nova York’ são o primeiro sinal real de que Hollywood espera que os cinemas ainda fiquem nas sombras no mês de junho.

Os cinemas seguem fechados nos EUA e Brasil, e no momento não há previsão de abertura.

Patty Jenkins retorna à direção da sequência, que se passará no período da Guerra Fria.

Gal Gadot estrela como a heroína. O elenco também conta com o retorno de Chris Pine, Robin Wright, Saïd Taghmaoui e Ewen Bremner, e a introdução de Kristen Wiig como a Mulher-Leopardo.

Confira trechos da nossa entrevista com a Gal:

‘O Céu da Meia Noite’: Internautas estão DETONANDO o novo filme da Netflix com George Clooney

O Céu da meia Noite‘ chegou ao catálogo da Netflix há dois dias e parece que não está agradando os assinantes da plataforma.

Dirigido e estrelado por George Clooney, o longa acompanha um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.

Apesar da belíssima qualidade da fotografia e dos efeitos visuais, diversos internautas publicaram mensagens reclamando que o filme dá sono e é uma completa perda de tempo.

Confira as reações:

O roteiro é assinado por Mark L. Smith e inspirado no romance ‘Good Morning, Midnight’, de Lily Brooks-Dalton.

O elenco também conta com Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Tiffany Boone e a novata Caoilinn Springall.

 

‘Halloween’: Homem fantasiado de Michael Myers causa terror nos EUA e é detido pela polícia

Na última segunda-feira (13), um homem fantasiado de Michael Myers, serial killer da franquia ‘Halloween‘, foi preso numa praia de Galveston no Texas, EUA, por causar tumulto e perturbação.

Identificado como Mark Metzger, o homem é um advogado e disse à emissora ABC 13 que só estava se divertindo, pois é fã da franquia.

Segundo ele, a fantasia era uma forma de ‘alegrar’ os habitantes da costa do Texas depois que uma tempestade deixou a região em estado de alerta.

Ao que parece, alguns pedestres até entraram na brincadeira e pediram para tirar fotos com ele, que perambulava segurando uma faca com sangue falso.

No entanto, nem todos gostaram da ideia maluca e acharam que poderia ser um maníaco de verdade, então a polícia local foi acionada.

Mycah Hatfield, repórter da ABC 13, compartilhou um vídeo em que Metzger aparece caminhando de forma bizarra pela praia.

E alguns usuários compartilharam imagens do homem fantasiado, incluindo o momento em que ele foi preso.

Confira:

“Bem quando você acha que já viu de tudo, alguém passa por você na praia de Galveston vestido como Michael Myers, de ‘Halloween‘, antes da tempestade tropical Nicholas.

Lembrando que a Universal Pictures divulgou um novo teaser oficial do aguardado Halloween Kills’, anunciando um mês para a estreia do longa-metragem nos cinemas.

Confira:

O filme chega aos cinemas em 15 de outubro de 2021. O terceiro capítulo, por sua vez, será lançado em 14 outubro de 2022.

Os novos filmes trarão diversos personagens conhecidos da franquia, tais como Lindsey Wallace (Kyle Richards), Tommy Doyle (Anthony Michael Hall), Marion Chambers (Nancy Stephens), Leigh Brackett (Charles Cyphers) e Lonnie Elam (Robert Longstreet).

Jamie Lee Curtis estrela ambas sequências, que também trará o retorno de Robert Longstreet, Kyle Richards e Anthony Michael Hall. Judy Greer e Andi Matichak também voltam.

‘Superman’: Warner Bros. Discovery planeja REINICIAR a franquia com Henry Cavill

De acordo com o The Wrap, uma fonte ligada aos projetos da Warner Bros. Discovery disse que a companhia está planejando um novo filme do ‘Supermancom Henry Cavill no papel principal.

Apesar de não revelar muito, a fonte diz que a ideia para o futuro da DC nas telonas é focar em um universo compartilhado, com o Superman de Cavill no centro da franquia, com tudo começando do zero.

“Eles estão se organizando porque precisam fazer um filme do Superman, e se o plano é um universo compartilhado, um Superman interpretado por Henry Cavil precisa ser o foco”, afirmou a fonte.

Infelizmente, não há maiores detalhes sobre a estratégia do estúdio, então não se sabe quando e como essa ideia será posta em prática.

Lembrando que Cavill já expressou seu desejo em reprisar o papel diversas vezes, sendo a mais recente delas durante uma entrevista ao talk show britânico Lorraine.

O astro disse que está simplesmente esperando a ligação do estúdio sobre o prospecto do personagem.

“Eu ainda tenho o traje… Apenas no caso de [me chamarem]”, ele comentou. “Sim, eu estou pronto e esperando pela ligação”.

Em outra entrevista, dessa vez ao The Hollywood Reporter, Cavill comentou que ainda há muito a se fazer com o personagem nos cinemas:

“Ainda há muito a se fazer com Superman, e eu adoraria a oportunidade”, ele disse. “A morte de Zod deu uma razão para o personagem nunca matar de novo. Superman caindo ao chão e gritando logo depois – não acho que estava no roteiro original, mas eu queria mostrar a dor que ele sentia. Fiz muitas outras sequências emotivas que eles não escolheram; lágrimas rolavam soltas. Ele matou o último membro que restava de sua espécie. Essa foi a escolha que ele fez naquele momento e ele nunca mais fará aquilo. Há uma oportunidade de amadurecimento depois daquilo, de explorar a psique de Superman como um ser quase divino e aparentemente invulnerável, mas com sentimentos reais por dentro. Como sempre digo: ‘a capa ainda está no armário'”.

Você gostaria de ver Cavill retornando como Superman?

‘Quarteto Fantástico’: Elenco de ‘Breaking Bad’ se transforma nos heróis em divertida fan art; Confira!

O novo filme do ‘Quarteto Fantástico‘ tem estreia marcada apenas para 14 de fevereiro de 2025, e enquanto não são revelados os nomes no elenco, os fãs continuam apostando em possíveis candidatos para dar vida aos personagens.

Pensando nisso, um usuário do do Instagram teve a ideia mais criativa ao compartilhar uma fan art transformando o elenco de ‘Breaking Bad‘ nos membros da equipe de super-heróis.

Confira:

“O elenco perfeito para o ‘Quarteto Fantástico‘. Bryan Cranston como Sr. Fantástico, Aaron Paul como Tocha Humana, Anna Gunn como a Mulher Invisível e Dean Norris como o Coisa. Obviamente, é uma piada. Sinta-se à vontade para repostar, mas por favor, dê os créditos!”

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por @bobby_art

Por falar em elenco, o diretor Matt Shakman tocou no assunto durante uma entrevista para o Comic Book, dizendo:

“Há muito lá fora, cara”, ele conta. “Realmente há. É doido. Como eu aprendi com ‘WandaVision’, é adorável ver o nível de engajamento que os fãs têm com esse material, porque sou fã também e tenho lido Quarteto Fantástico desde que eu era uma criança”.

Shakman continua: “eu amo esses personagens. Amo a chance de poder trazê-los ao MCU e realmente quero acertar. E sei que todo mundo está muito animado. E eu encorajo isso. Acho que é ótimo. Mas não tenho respostas para ninguém hoje sobre o elenco”.

Lembrando que o roteiro fica a encargo de Jeff Kaplan e Ian Springer.

O curioso é que nenhum dos dois roteiristas têm experiência com grandes projetos do cinema, a não ser com comédias românticas como ‘Bert and Arnie’s Guide to Friendship‘ (2013) e ‘The Last of the Great Romantics‘ (2014).

Esta será a quarta tentativa de honrar o legado da equipe, logo depois do imemorável filme de Roger Corman em 1994, a mini-franquia fracassada de Tim Story iniciada em 2005, e a versão de Josh Trank em 2015, que foi massacrada pelo público e pela crítica. 

Por enquanto, ainda não há nenhuma outra informação sobre a vindoura adaptação.

O último reboot de ‘Quarteto Fantástico‘ foi um dos maiores fiascos de críticas e público na história recente, enquanto os bastidores caóticos geraram uma das histórias mais interessantes da indústria cinematográfica (especialmente quando foi revelado que um dos atores quase chegou às vias de fato com o diretor Josh Trank).

O remake de ‘Quarteto Fantástico‘ custou US$ 120 milhões e a arrecadou apenas US$ 167 milhões mundialmente.

Elogiada série de assalto da Star+ estreia com 88% de aprovação dos críticos; Confira!

Adicionada recentemente ao catálogo da Star+, ‘Criminosos‘ é a mais nova série de comédia investigativa da plataforma de streaming.

Estrelada por por Nathan Stewart-Jarrett, Kirby e Gemma Arterton, a atração acompanha os desdobramentos de um assalto de alto risco, quando uma equipe de criminosos de elite segue por diferentes caminhos enquanto tentam deixar suas antigas vidas para trás.

No entanto, o passado bolta para assombrá-los quando um impiedoso assassino começa a caçar um por um, fazendo opublico questionar por que eles estão sendo perseguidos e quem estaria por trás de todo esse caos.

Com 88% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, a série é descrita pelo The Guardian como

“Uma produção altamente estilizada, que avança em ritmo acelerado; com um roteiro instigante e um elenco é fantástico. Em toda a sua riqueza brilhante, porém, ele também consegue introduzir algumas ideias intrigantes ao terror que oferece em maior profundidade do que você poderia esperar.”

Confira as demais análises:

“Elegante, chique e encharcada de sangue, ‘Criminosos‘ é um triunfo em todas as métricas – é impossível tirar os olhos, mesmo se você estiver olhando por entre os dedos.” – London Evening Standard

“O gênero de assalto deve ser um dos gêneros mais apreciados universalmente, certo? Mesmo quando mal feito, ainda é um negócio divertido. Felizmente, essa série é divertida e realmente muito boa.” – Charlotte Sometimes Goes to the Movies

“O enigma de sua história complexa é o que faz você superar o início um tanto arrastado, mas é uma jornada que fica mais suave à medida que o nó da trama se desfaz e revela suas conexões inesperadas.” – A Good Movie to Watch

“A temporada inteira é um emaranhado de segredos, mentiras, traições, traições, motivações ocultas e reviravoltas inesperadas. Um bom empreendimento para quem ama histórias de assalto.” – Ready Steady Cut

“Embora o material não traga nada de novo ao gênero, a série apresenta um elenco talentoso, grandes cenas de ação e confusão e saltos temporais o suficiente para mantê-lo em alerta.” – Mashable

Confira o trailer:

O elenco também conta com Niamh Algar, Kamel El Basha, Tara Abboud, Kevin Vidal, Ned Dennehy e Eddie Izzard.

Batman – Ano Um | O filme de Darren Aronofsky que NUNCA foi feito

Por Gustavo Barreto

O mitológico filme do Homem-Morcego que jamais foi feito é alvo constante de indagações e imaginação por parte dos fãs

Em algum momento, entre a tempestade de cores de “Batman & Robin” do Joel Schumacher e a Chicago de “Batman Begins”, houve uma história do Homem-Morcego jamais contada. Um universo distorcido e sujo que jamais escapou da caverna das ideias. Um Batman jamais nascido.

No final do século passado, um ainda inexperiente Darren Aronofsky, foi convidado pela Warner Bros. para um projeto audacioso: revitalizar a figura do Batman após o fracasso do período Schumacher. Àquela altura, os executivos entendiam que o personagem estava na mesma encruzilhada que se metera no período pré Tim Burton, ou seja, eles tinham essa propriedade intelectual marcada novamente por versões cômicas e infantis, e que era chegada a hora de resgatar as raízes ‘pulp’ imaginadas para o personagem em sua criação.

Em 1998, Aronofsky vinha de relativo sucesso com seu filme de estreia, “Pi”, cujo protagonista possuía fortes traços de genialidade e transtorno de personalidade antissocial. O filme foi rodado com um orçamento de US$ 60 mil e fechou com uma bilheteria global de US$ 3.2 milhões de acordo com o IMDB. No Rotten Tomatoes a obra possui uma avaliação positiva de 88%.

O desejo da Warner, portanto, era contar a origem do vigilante de maneira direta e mais fiel possível ao material base, do que Burton havia feito em 1989. A história escolhida para tal foi “Batman Ano Um”, escrita por Frank Miller e desenhada por Davi Mazzuchelli –  não só um clássico, como uma relíquia de um momento muito importante para os quadrinhos americanos.

 O Diabo, O Morcego e Miller

Após a confirmação da direção, o lendário autor de historias em quadrinhos Frank Miller se juntaria a Aronofsky para planejar o argumento inicial do roteiro. No final dos anos 90, Miller já era uma figura lendária na indústria. Na Marvel sua parceria com o também lendário editor Denny O’Neil fora responsável por um dos grandes embates entre o Rei do Crime e o vigilante Demolidor em “A Queda de Murdock”, e por outras edições mensais do personagem que trabalhavam de maneira inédita o contexto social violento de Nova York. Em 1993 ele escreveria a história de origem definitiva do Demônio de Hell’s Kitchen conhecida como “Homem sem medo”.

Em 1986, Miller publicou pela DC Comics sua visão de como seria a história final do Batman. “O retorno do cavaleiro das trevas”. A minissérie em quatro edições se tornou um clássico atemporal, quase no mesmo período, por não ser uma história de quadrinhos convencional. Parte da leva liderada por “Watchmen”, Miller trazia uma Gotham do futuro no qual o Batman há muito estava aposentado e gangues extremamente violentas comandavam a cidade, o que eventualmente obrigaria o Homem-Morcego voltar à ativa.

Drogas, violência, corrupção, Guerra Fria e loucura eram alguns dos elementos que diferenciavam “Retorno do cavaleiro das Trevas” anos luz das histórias cômicas da era de prata (nos anos 50 e 60 principalmente) e até mesmo daquelas gradativamente mais violentas feitas por Denny O’Neil nos anos 70. A reimaginação de personagens como Harvey Dent e sua psicose Duas-Caras, o Coringa midiático e Selina Kyle cafetina são outras características memoráveis da obra.

Apesar da escassez de informações sobre o número de vendas em 1986, em 2013 as vendas digitais da HQ subiram 161%, principalmente pelo anúncio de que, o então ainda em produção, “Batman vs Superman” seria inspirado no trabalho de Miller, segundo reportagem da Variety publicada no mesmo ano.

Renascimentos

No final dos anos 80, a indústria de quadrinhos batia recordes de venda nunca alcançados antes graças ao sucesso de suas histórias maduras cada vez mais comuns. Em 1986, a DC finalizava sua mega saga “Crise das Infinitas Terras”, que tinha a finalidade de reiniciar todo o universo da editora após décadas de continuidades e histórias.

Nesse sentido, a editora encomendou que seus principais personagens sofressem os chamados reboots (tivessem suas origens refeitas) para que assim pudessem se adequar a estrutura narrativa dos novos tempos e abocanhar uma fatia maior de novos leitores que poderiam se sentir intimidados e perdidos com as várias histórias que haviam até então.

Superman puxou o barco quando John Byrne reimaginou as origens do kryptoniano em 1986 com “Homem de Aço”, trabalhando melhor a juventude de Clark Kent em Smallville antes de se tornar o famoso herói. Esperando repetir o sucesso de “Retorno do Cavaleiro das Trevas” a DC Comics convidou Miller para dar sua visão dos primeiros anos do Batman como combatente do crime.

Combinado ao traço de David Mazzuchelli, que pareceu emular o estilo predominante nas primeiras histórias (inclusive no tocante ao uniforme do personagem), Frank Miller focou em resgatar o tom original estabelecido por Bill Finger e Bob Kane em 1940, em uma história que remeta às antigas revistas policiais do início do século, envolvendo uma cidade violenta, polícia corrupta e um protagonista solitário.

Ano Um” foi outro sucesso imediato com público e crítica no qual ambos concordaram que Miller havia estabelecido não só outro clássico, como também a origem definitiva para a mística do personagem, para o Comissário Gordon e para a turbulenta relação entre os dois.

A história que nunca foi

Tido isso, Aronofsky e Miller partiram da premissa da história mencionada para recontar em definitivo a origem do Homem-Morcego nos cinemas. O processo, porém, viria com modificações que dariam ao filme uma identidade única. Em primeiro lugar, o argumento da dupla previa que Bruce Wayne, após ficar órfão, perderia sua empresa e fortuna e viveria junto com um mecânico chamado Big Al e seu filho Little Al.

Diferentemente dos quadrinhos aonde Bruce percorreu o mundo para se aperfeiçoar fisicamente, aqui suas habilidades viriam das tentativas de sobreviver à violência urbana diária a qual ele estaria exposto.

Outra diferença era que inicialmente o traje seria completamente artesanal, contando com luvas revestidas com lâminas de barbear e uma máscara de hockey. A batcaverna seria uma pequena parte abandonada do metrô de Gotham.

Em uma entrevista ao site First Showing em 2017, Aronofsky afirmou que seu filme seria muito similar à atmosfera criada por Todd Philips em “Coringa”.

“Eu vi como eles estavam abordando o filme do Coringa e essa era exatamente minha visão. Eu dizia: nós iremos filmar no leste de Detroit e no leste de Nova York. Nós não construiremos Gotham. Eu queria que o Batmóvel fosse um Lincoln Continental com dois motores de ônibus nele”, afirmou.

Na mesma entrevista o diretor relatou mais uma semelhança entre seu projeto e o filme solo do palhaço do crime. Segundo ele, “Nós estávamos todos tentando reinventar isso e torná-lo mais como Taxi Driver. Esse era o objetivo”.

Eventualmente o roteiro não agradou os produtores, considerado por eles muito violento e fadado a ter uma classificação +18 nos cinemas. Alguns dos fatores que embasam a decisão é o nível de violência praticada pelo Batman, considerado por Miller como brutal até para seus padrões, um final bastante sanguinolento envolvendo um tiroteio generalizado entre Gordon e policiais corruptos, além de uma abordagem complicada em relação ao próprio James Gordon, que por certa parte do filme tentaria se matar.

Durante uma entrevista ao The Hollywood Reporter, Frank Miller revelou sua opinião sobre o motivo do filme não ter ido para frente. “Os executivos queriam um Batman no qual eles também pudessem levar os filhos e o filme não era para isso. Não havia os brinquedos nele. O batmóvel era apenas um carro modificado”.

Após o cancelamento do projeto, Aronofsky e Miller seguiram suas vidas. Em 2000, o diretor lançaria o aclamado “Réquiem para um sonho” e se consagraria como um nome de peso no cinema. Já Frank Miller viveria um declínio inacreditável na carreira. Em 2001, o autor lançou uma sequência de sua famosa história do Batman chamada “O cavaleiro das trevas ataca novamente”, sendo ela amplamente repudiada pelo público, que a considerou completamente confusa, e pela crítica, que achou os traços de Miller para compor a arte visual da história terríveis, diminuindo ainda mais o roteiro. Apesar disso, o marketing da obra foi inteiramente montado em cima de ser uma sequência de “Retorno do Cavaleiro das Trevas”, o que rendeu um bom número de vendas.

Entre 2005 e 2008, ele ainda voltaria a ser fortemente criticado, dessa vez com a minissérie “All Star Batman & Robin”. Novamente público e criítica se juntariam para questionar abordagens dadas por Miller ao relacionamento entre Batman e o menino prodígio, mostrado como fisicamente e verbalmente abusivo, além da própria personalidade do protagonista, retratado aqui como praticamente um “lunático descontrolado”.

Apesar do tempo ter passado e de “Batman Begins” ter mostrado, da melhor maneira possível, um pouco do que poderia ter sido esse conceito, a versão de Aronofsky continua a gerar fascínio e a atiçar o imaginário dos fãs. O cineasta veio a afirmar anos depois do cancelamento que ele e a equipe estavam “quinze anos adiantados”. Porém, seu projeto guiou a visão realista praticada por Christopher Nolan, que influenciou o ainda não nascido cinema de quadrinhos.

Veja abaixo algumas imagens dos conceitos que seriam usados por Aronofsky no filme:

 

‘Velozes e Furiosos 10’: Diretor detalha criação do vilão Dante

Em uma recente entrevista, o diretor de ‘Velozes e Furiosos 10′, Louis Leterrier, compartilhou detalhes sobre a construção do personagem Dante, o vilão interpretado por Jason Momoa no filme.

Durante a conversa com o ComicBook.com, Leterrier revelou que o processo de desenvolvimento do personagem Dante foi uma colaboração entre ele e Momoa. O diretor detalhou que trabalharam juntos para criar novos diálogos e cenas que se encaixassem perfeitamente na interpretação de Momoa.

Leterrier enfatizou a singularidade de Jason Momoa na construção do papel, afirmando: “Mas é Jason, eu não seria capaz de fazer isso com mais ninguém além de Jason.”

O diretor também forneceu insights sobre a essência de Dante, descrevendo-o como uma versão excêntrica do ator:

“Quem quer que seja Dante, é uma versão bizarra de Jason Momoa. O lado violento, raivoso e pervertido Jason Momoa”. Leterrier expandiu sua visão, compartilhando que Momoa, que é conhecido por seu estilo de vida único, contribuiu para moldar o caráter de Dante: “Jason dirige Bentleys 1938, constrói essas motocicletas e tem lenços de seda e todas essas coisas. Você só precisa pegar isso e ir um pouco além, e então você tem Dante.”

Recentemente, o diretor revelou que o desenvolvimento do 11º filme da saga está atualmente paralisado devido às greves acontecendo em Hollywood.

“Está em pausa, infelizmente. Temos ideias que foram discutidas no set, você sabe, enquanto estávamos filmando o primeiro. Há coisas que a gente semeou para colher no próximo. Mas sim, temos que esperar”, afirmou o diretor.

A paralisação dos atores ocorre após as negociações com a AMPTP, associação de produtores, não terem resultado em um acordo satisfatório sobre os novos contratos.

Essa greve marca um momento histórico, uma vez que é a primeira vez em mais de 60 anos que tanto os atores quanto os roteiristas (Writer’s Guild of America) entram em greve simultaneamente.

Durante esse período de paralisação, os atores estão proibidos de filmar longas-metragens ou produções para a televisão, participar de coletivas de imprensa ou estreias em tapetes vermelhos.

A sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ conseguiu ultrapassar a marca dos US$ 700 milhões nas bilheterias mundiais – mantendo-se como a terceira maior arrecadação do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ (US$842.4M).

O sucesso da produção catapultou a arrecadação total da franquia, que superou impressionantes US$ 7 bilhões mundialmente – tornando-se a quinta maior saga da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 145.9 milhões. No mercado internacional, foram US$ 558.6 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 704.6 milhões.

Vale lembrar que, por causa deste filme, a Universal Pictures se tornou o primeiro estúdio a superar a marca de US$ 1 bilhão domesticamente em 2023.

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

‘Euphoria’: Crise na produção coloca futura temporada em RISCO

A aclamada sérieEuphoria, da HBO, enfrenta uma crise de produção para sua aguardada terceira temporada, com rumores sugerindo que pode até mesmo ser cancelada. Embora o drama já tenha sido adiado para 2025, a incerteza paira sobre seu futuro.

Segundo a Variety, a HBO está em dúvida quanto à concretização da terceira temporada de Euphoria, devido às divergências criativas em relação ao próximo capítulo da série.

O cineasta Sam Levinson, responsável pela série, propôs uma visão para a nova temporada, apresentando um salto temporal de cinco anos para o futuro dos ex-alunos da East Highland High School. Embora tenha sido inicialmente elogiado como um bom começo, após as greves em Hollywood, Zendaya, estrela da série, avaliou os roteiros dos novos episódios e discordou das premissas, oferecendo a Levinson um feedback crucial sobre a direção que gostaria que a terceira temporada tomasse.

Além disso, Levinson teve que revisar os roteiros devido ao falecimento de Angus Cloud, o talentoso intérprete de Fezco, em julho do ano passado, aos 25 anos. O impacto da morte de Kevin Turen, produtor deEuphoria, por insuficiência cardíaca súbita aos 45 anos, em novembro, também afetou profundamente Levinson e o elenco, atrasando ainda mais o processo criativo.

Ao entregar os roteiros revisados, Levinson encontrou descontentamento por parte dos executivos da HBO, que alegaram que os novos textos simplesmente não capturavam o tom da série.

Embora a HBO tenha considerado outras opções, como um filme ou especiais para substituir a terceira temporada, a rede optou por seguir em frente com a produção da nova temporada. A incerteza continua pairando sobre o destino de Euphoria, enquanto a equipe criativa enfrenta desafios significativos para encontrar uma visão unificada para o futuro da série.

Lembrando que a HBO anunciou oficialmente o adiamento do drama para 2025, reafirmando seu compromisso com a criação de uma terceira temporada excepcional. “A HBO e Sam Levinson permanecem comprometidos em fazer uma terceira temporada excepcional. Enquanto isso, estamos permitindo que nosso elenco requisitado busque outras oportunidades”.

Vale ressaltar que a HBO ainda tem intenção de lançar a 3ª temporada em 2025.

Criada por Sam Levinson, a série é baseada na produção israelense homônima lançada em 2012.

A trama é envolta em drogas, sexo, busca por identidade, traumas, redes sociais, amor e relacionamentos. Todas essas temáticas serão relatadas pela ótica de Rue (Zendaya), uma garota de 17 anos viciada em drogas e mentirosa.

Zendaya estrela a produção. O elenco também conta com Sydney Sweeney, Maude Apatow, Jacob Elordi, Algee Smith, Alexa Demie, Hunter Schafer e Storm Reid.

‘Esqueceram de Mim 3’: Fã cria trailer fictício com Macaulay Culkin e retorno de vilões

Esqueceram de Mim, o clássico natalino estrelado por Macaulay Culkin, conquistou uma legião de fãs ao longo dos anos. Em homenagem a esse ícone do cinema, um fã criou um trailer imaginando um possível terceiro filme com o ator retornando ao papel de Kevin McCallister.

Lembrando que após os dois primeiros longas, Macaulay Culkin decidiu se afastar da franquia, o que resultou emEsqueceram de Mim 3’, que apresentou uma história diferente, com Alex D. Linz assumindo o papel principal.

O vídeo segue a trajetória de Kevin McCallister (Macaulay Culkin) e imagina o que aconteceria se os infames bandidos molhados (Joe Pesci e Daniel Stern), presos em Esqueceram de Mim 2’, saíssem da prisão e voltassem a perseguir o protagonista.

Combinando montagens criativas, trechos de outros filmes com o elenco original e o uso de ferramentas de IA, o trailer traz uma abordagem inovadora para a história, agora situada nos dias de hoje.