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Lindsay Lohan – 37 Anos | 5 canções para conhecer a carreira musical da artista

Além de ser uma conhecida atriz, Lindsay Lohan também fez suas investidas no circuito musical.

Em meados dos anos 2000, Lohan faria seu début oficial na indústria fonográfica com o lançamento de ‘Speak’, seu primeiro álbum de estúdio; em 2005, lançaria seu último compilado de originais, ‘A Little More Personal (Raw)’, ainda que tivesse feito um breve retorno em 2020 com o lançamento do single solto “Back To Me”, indicando que poderia voltar para a música – mas, desde então, sem muitas atualizações.

No dia de hoje, 02 de julho de 2023, Lohan completa 37 anos de vida, e para dar continuidade às nossas matérias especiais sobre a artista, elencamos cinco canções para conhecer a carreira musical de Lohan.

Confira abaixo e conte para nós qual a sua faixa favorita:

“RUMORS” (2004)

Assim como inúmeras outras artistas femininas, Lohan também foi alvo de assédios por parte de paparazzi, tabloides de imprensa e invasões de privacidade que, pouco ao pouco, começaram a afetar sua saúde mental. E foi a partir daí que surgiu “Rumors”, lead single de seu álbum de estreia.

A exuberante e apaixonada track dance-pop é uma das grandes representantes de sua carreira e considerado por vários especialistas musicais (incluindo este que vos escreve) como a melhor música de Lohan. Aqui, ela se dirige especificamente aos paparazzi que a impedem de fazer o que quer sem ser julgada – e como o trabalho depreciativo desses fotógrafos é recebido pelos outros. E, quase vinte anos depois de seu lançamento oficial, a canção finalmente tem o reconhecimento que merecia.

“OVER” (2004)

Quando adolescentes, as angústias que enfrentamos são inúmeras – incluindo um amor que, por alguma razão, não consegue se concretizar. E essa é a premissa de que Lohan se vale para a ótima “Over”, segundo single oficial de ‘Speak’.

Em uma clássica histórias shakespeariana, a faixa discorre sobre a frustração que Lohan sente ao perceber que o namorado não se compromete com o próprio relacionamento – levando-a a duvidar do que, de fato, a espera no futuro. E, seguindo os passos de artistas como Avril LavigneGwen Stefani, Lohan mergulha de cabeça em uma semi-balada pop-rock muito bem escrita e arquitetada.

“CONFESSIONS OF A BROKEN HEART (DAUGHTER TO FATHER)” (2005)

“Confessions of a Broken Heart (Daughter to Father)” é uma das músicas mais pessoais da breve carreira de Lohan e foi escrita como um desabafo declamatório ao próprio pai, que quase morreu em um acidente causado em que estava sob o efeito de álcool.

A semi-balada pop-rock traz lembranças nostálgicas dos anos 2000, em que artistas teen apostavam fichas em construções menos mercadológicas e mais íntimas, como forma de demonstrarem um lado mais humanizado, acessível e dialógico com os fãs. Nesse tocante, a faixa acerta em cheio – principalmente com a angustiante narrativa de abandono e falta de afeto assinada pela própria Lohan.

“BOSSY” (2008)

Em 2008, a música pop passava por um retorno ao dance, dando início a uma redescoberta vibrante do gênero – e tivemos como algumas representantes desse movimento espetacular nomes como Madonna, Lady Gaga e Beyoncé – e é claro que Lohan também não ficaria de fora dessa estética.

Três anos depois do último single do álbum ‘A Little More Personal (Raw)’, a artista deu a entender que faria seu aguardado retorno ao mundo da música e nos presenteou com a subestimada canção “Bossy” – uma explosiva e impactante mistura de popEDMdance-pop contagiante que entregou exatamente o que prometia. Ainda que sem o brilho de suas músicas anteriores, o resultado é bem positivo e, anos depois, envelheceu como vinho.

“BACK TO ME” (2020)

Doze anos desde sua última incursão musical, Lohan fez seu comeback com o lançamento surpresa de “Back To Me”, uma canção coming-of-age que segue de perto a divulgação de músicas nostálgicas e que nos levam direto para as últimas décadas do século passado.

Logo de cara, a artista nos apresenta a um escopo bem demarcado, ganhando força através de um minimalista electro-pop que vai ganhando força a cada estrofe. Lohan abandona o moralista e formulaico crescendo das faixas de que pega referências, querendo mostrar que voltou com força e que veio para ficar (mais uma vez): de um lado, o respaldo nos anos 1990 tem expressiva presença na composição instrumental; de outro, temos uma identidade interessante com terreno explorável que já pode nos dar algumas dicas de um possível álbum (ou ao menos um EP).

‘Velozes e Furiosos 10’ já arrecadou quase US$ 700 milhões mundialmente

Sucesso! A sequência ‘Velozes e Furiosos 10‘ já arrecadou quase US$ 700 milhões mundialmente – mantendo-se como a terceira maior bilheteria do ano, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B) e ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ (US$835.7M).

O sucesso da produção catapultou a arrecadação total da franquia, que superou impressionantes US$ 7 bilhões mundialmente – tornando-se a quinta maior saga da história do cinema.

Nos EUA, o longa arrecadou US$ 145.4 milhões. No mercado internacional, foram US$ 551.4 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 696.8 milhões.

Vale lembrar que, por causa deste filme, a Universal Pictures se tornou o primeiro estúdio a superar a marca de US$ 1 bilhão domesticamente em 2023.

Velozes e Furiosos 10‘ continua em exibição nos cinemas nacionais!

Crítica | ‘Velozes e Furiosos 10’ é tão ABSURDO, surreal e nonsense que diverte e faz rir (Nota: 8.0)

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Crítica | Nimona – Último Projeto da BlueSky estreia na Netflix e é uma Grande SURPRESA

Você lembra da Blue Sky? Era o braço que produzia filmes de animação na finada 20th Century Fox, empresa que foi aglutinada à corporação dos estúdios Disney e que foi responsável, dentre outros, pela realização de sucessos como ‘Rio’ e ‘O Touro Ferdinando’. Porém, desde que houve o anúncio da venda da Fox, muitos projetos acabaram sendo engavetados, cancelados ou simplesmente transferidos para outras soluções, uma vez que, com a compra, a Disney acabou optando por não levar para sua plataforma tudo o que estava em andamento. Foi o caso da animaçãoNimona’, o último projeto da Blue Sky que acabou sendo interrompido e, posteriormente, foi desmembrado e reposicionado por suas produtoras investidoras. Agora, depois de tanto tempo, finalmente o longa de animação ganhou seu espaço com o público, através da Netflix, que, silenciosamente, lançou o filme em sua plataforma.

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Ballister Coração Bravo (na voz original de Riz Ahmed) está prestes a se tornar escudeiro do reino de fulano. Ele será o primeiro plebeu a ocupar o posto, pois as regras são de que apenas os herdeiros diretos de Gloreth, fundadora da cidade, tem o dever e a honra de proteger a população. No ato de sua nomeação como protetor, um acidente ocorre e Ballister acaba sendo visto como criminoso e desertor. Anos se passam com Ballister vivendo no exílio, até que, certo dia, ele recebe a misteriosa visita de Nimona (Chloë Grace Moretz), uma jovem espevitada e que vê nele a sua chance de provar para a sociedade que os vilões também têm sentimentos. Acontece que Ballister não se vê como vilão e quer provar sua inocência, especialmente diante de Ambrosius Ouropelvis (Eugene Lee Yang), seu amor. Dessa parceria inusitada, muitas verdades acabarão vindo à tona, o que impactará no reino como um todo.

Misturando diversas técnicas de desenho – dentre colagem, 2D, 3D, entre outros – ‘Nimona’ é surpreendente, mas, ao mesmo tempo, é um filme muito doido. Baseado na HQ homônima de Nate Stevenson, a história inicialmente parece sem pé nem cabeça, pois mistura cavaleiros medievais num tempo futurista inseridos numa trama que envolve contos de fada, metamorfos e, de quebra, ainda é inclusiva, uma vez que o protagonista é gay e amputado – sendo ambas as características tratadas com muito respeito pelo roteiro.

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Ainda assim, 2/3 do filme passam uma sensação de que a coisa toda é uma grande despedida sem sentido da equipe da Blue Sky, que, sei lá, sabendo que iam ser demitidos, parecem ter chutado o balde. Não são poucas as cenas e as falas que surpreendem pela “sinceridade” dos personagens, mesmo para um projeto independente. A protagonista Nimona, por exemplo, não tem nenhum filtro nem empatia ao jogar verdades na cara dos personagens e em ter um particular gosto pelo caos, além de se transformar em vários animais com o intuito declarado de destruir tudo, deixando tanto o espectador quanto seu co-protagonista Ballister de sobrancelhas arqueadas.

Nimona’ tem um quê de ‘Shrek’ com ‘Como Treinar Seu Dragão’ e ‘Wolfwalkers’. É fofo, levemente punk rock, sem noção e, quando você menos espera, te dá uma rasteira e arranca lágrimas dos seus olhos. Uma despedida melancólica que mostra todo o potencial de um estúdio e de seus profissionais que vão deixar saudades pelo dom de trazer algo de diferente no mundo um tanto homogeneizado das animações.

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Filmes de Terror que tiveram SEQUÊNCIA e Você não Sabia…

Alguns filmes se tornam clássicos. Estes ícones da sétima arte permeiam todo e qualquer gênero cinematográfico. E com o terror, um de nossos preferidos, obviamente ocorre o mesmo. Obras como O Exorcista (1973), Psicose (1960) e Tubarão (1975) serão para sempre lembrados como alguns dos melhores filmes já produzidos de todos os tempos.

O enorme sucesso muitas vezes traz o desejo dos estúdios por continuações, mas nem todos terminam por se tornar O Poderoso Chefão 2 (1974), Aliens – O Resgate (1986) ou De Volta para o Futuro 2 (1989). Pelo contrário, algumas continuações, de tão eclipsadas por seu original, terminam caindo no esquecimento, como se nunca tivessem existido. Pensando nisso, o CinePOP resolveu formular uma lista com alguns clássicos do terror que tiveram sequência, mas que talvez você nem saiba. Vem com a gente e não esqueça de comentar.

Cemitério Maldito

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Começamos com um item que está novamente em voga. Baseado no livro de Stephen King (que o autor considera o mais assustador de seu repertório), Cemitério Maldito voltou aos cinemas este ano na forma de um remake (ou reinterpretação da obra literária). É claro que a primeira vez que o texto virou um filme foi lá em 1989, com o longa cult de Mary Lambert – que completa 30 anos em 2019. Mas o que muitos talvez não saibam é que três anos depois, a própria Lambert comandaria a continuação para a Paramount.

Com um roteiro original, e sem qualquer ligação de King, Cemitério Maldito 2 trazia o menino Edward Furlong (surfando na fama adquiria por O Exterminador do Futuro 2, lançado no ano anterior) como protagonista. Ele e o pai se mudam para a mesma cidade do original, precisando lidar com o luto da morte da mãe da família. Embora a mitologia em torno do cemitério seja expandida, o filme não é tão assustador quanto o original e foi fracasso de crítica e público.

Poltergeist

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Esta obra de terror clássica ficou famosa pela disputa de quem verdadeiramente a dirigiu. Um clássico incontestável, o diretor Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica), falecido em 2017, sempre afirmou que não teve muito controle do filme – já que o produtor Steven Spielberg praticamente o dirigiu interferindo todos os dias no set, enquanto filmava E.T. – O Extraterrestre (lançado no mesmo ano). De fato, apesar da diferença de gênero entre os dois filmes fantásticos, eles podem facilmente ser vistos numa sessão dupla sobre a típica família americana dos anos 1980.

Quatro anos depois, sem qualquer envolvimento de Hooper ou Spielberg, a sequência chegava aos cinemas, trazendo todo o elenco original de volta para mais peripécias com espíritos malignos – desta vez envolvendo nativos americanos e uma entidade em forma humana, o Juiz Kane (Julian Beck, que faleceu antes do lançamento do filme). Já Poltergeist III (1988) levou a pequena Carol Anne para viver com os tios Tom Skerritt (Alien – O Oitavo Passageiro) e Nancy Allen (Robocop – O Policial do Futuro) num prédio altamente tecnológico. Infelizmente, a pequena Heather O´Rourke faleceria no mesmo ano do lançamento do filme.

Em 2015, com o tsunami de refilmagens de obras clássicas, Poltergeist: O Fenômeno entrou na dança e ganhou uma nova versão, sem um décimo do brilho original. Nem mesmo as presenças dos talentosos Sam Rockwell e Rosemarie DeWitt conseguiram salvar a produção do esquecimento total.

 

Psicose

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Este é outro clássico que terminou seus dias na forma de uma elogiada série de TV recente. Isto é, até decidirem fazer algo mais com o material. Tudo começou, é claro, com a obra imortal de Alfred Hitchcock, Psicose (1960), seu filme mais famoso. Embora fechadinho e sem qualquer necessidade de continuação, ela viria 23 anos depois, em 1983 (nos anos 80, é claro!), com Psicose II. Na trama, Norman Bates (novamente interpretado por Anthony Perkins) é solto do manicômio e reintegrado à sociedade. Mas seus pesadelos voltam a assombra-lo. Quem retorna também é Vera Miles, reprisando o papel da mocinha Lila.

Três anos depois e o próprio Perkins resolveu tomar as rédeas da história comandando o espetáculo na frente e atrás das câmeras. Na trama de Psicose III, Norman se apaixona por uma noviça caída em tentação, mas “mãe” está na espreita. Não satisfeitos, Psicose IV foi lançado em 1990, como um filme feito para a TV. Através de uma ligação para um programa de rádio, Norman (Perkins) relembra de sua juventude ao lado da mãe. O filme é contado através de flashback, com Henry Thomas (E.T. – O Extraterrestre) vivendo o jovem Norman e Olivia Hussey (Romeu e Julieta, de Franco Zeffirelli) no papel de Norma, sua mãe. A ideia seria repetida na série Bates Motel (2013 – 2017).

Oito anos depois do quarto filme, Psicose voltaria aos cinemas na forma de um remake, dirigido por ninguém menos do que o cultuado Gus Van Sant. Fora isso, o longa Hitchcock (2012), que traz Anthony Hopkins como o icônico cineasta, apresenta os bastidores das filmagens de Psicose – e Scarlett Johansson como Janet Leight ,e Jessica Biel como Vera Miles.

Carrie – A Estranha

Carrie

Carrie (1976), dirigido pelo mestre Brian De Palma, serviu não apenas para colocar o nome do diretor no mapa, como seu primeiro sucesso, mas também o do autor Stephen King, que tinha seu primeiro texto adaptado às telonas. A história de uma menina tímida (Sissy Spacek) que se descobre com poderes telecinéticos quando entra na puberdade é perfeita e fechada. Mas diga isso aos produtores.

Em 1999, uma sequência muito sem-vergonha foi confeccionada e lançada nos cinemas. Utilizando a mesma história requentada, somente a modernizando para os anos 90, A Maldição de Carrie apresentou Emily Bergl como Rachel, herdeira dos poderes de Carrie. O único elo entre os filmes é a presença de Amy Irving reprisando o papel de Sue do original. Depois disso, Carrie voltaria na forma de um filme feito para a TV em 2002, com completos desconhecidos na frente e atrás das câmeras. Em 2013, uma refilmagem oficial e digna de cinema, com Chloe Grace Moretz e Julianne Moore como protagonistas e direção de Kimberly Peirce – o que não impediu o fracasso de público e crítica.

 

Tubarão

Jaws

Mais um caso de filme de prestígio apagando por completo suas sequências muito inferiores. Aqui, no entanto, as continuações de Tubarão, de tão ruins se tornaram cult. Muitos não devem saber, ou talvez não lembrem, mas Tubarão (1975), de Steven Spielberg, além de ser o primeiro blockbuster da história (mesmo sendo um filme de terror e suspense), ganhou três Oscar e foi indicado a melhor filme.

Tamanho sucesso, é claro, encheu os olhos da Universal, que três anos depois confeccionava a continuação Tubarão 2, trazendo novamente Roy Scheider como o xerife Brody, e sua família, as voltas com um novo tubarão assassino. Já nos anos 1980, foi a vez de Tubarão 3-D (1983), que pegava a onda dos filmes em terceira dimensão, movia a ação para um parque aquático e trazia Dennis Quaid no elenco. Mas nada prepararia para Tubarão 4: A Vingança (1987), protagonizado pelo lendário Michael Caine, considerado não apenas o pior da franquia, como também um dos piores filmes de todos os tempos.

A Profecia

Omen

A história de Damien, o menino anticristo, é uma das mais perturbadoras dentro do gênero, e faz uma bela dobradinha com O Bebê de Rosemary (1968). O filme do diretor Richard Donner (Superman – O Filme) foi um grande sucesso, e trazia artistas do nível de Gregory Peck e Lee Remick protagonizando. Com um dos finais mais corajosos para um filme de terror de todos os tempos – do qual o recente Brightburn – Filho das Trevas bebeu muito da fonte -, o longa logo gerou uma sequência. E ela chegou apenas dois anos depois com Damien: A Profecia 2 (1978). Desta vez, Damien estava mais velho e adotado por uma nova família – o destaque no elenco fica por conta de William Holden (Rede de Intrigas).

Mas uma continuação só não é o bastante e em 1981, Damien assumia as formas de Sam Neill, já adulto para o capítulo final de sua saga em Conflito Final: A Última Profecia. Porém, este não seria o final da “saga”, já que dez anos depois, em 1991, chegava às TVs e não aos cinemas, A Profecia IV: O Despertar, desta vez com a menininha Delia (Asia Vieira) e não mais Damien nas formas do emissário de Satã. Em 2006, exatamente 30 anos depois do original, chegava aos cinemas o remake de A Profecia, estrelado por Julia Stiles e Liev Schreiber, e a participação de Rosemary em pessoa, Mia Farrow.

Um Lobisomem Americano em Londres

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Referência ainda hoje quando o assunto é filme de lobisomem, este terror dirigido por John Landis – mais acostumado a realizar comédias – entrou para a história se tornando uma das obras mais cult do gênero. E de quebra levou para casa o Oscar de melhor maquiagem, para o prestigiado Rick Baker. Uma curiosidade é que Baker estava cuidando da maquiagem de outro filme de lobisomem da época, que foi lançado no mesmo ano: Grito de Horror, de Joe Dante. Ao trocar de barco, Baker terminou com sua primeira estatueta da Academia, num total de sete.

Lançada em 1997, a sequência Um Lobisomem Americano em Paris era mais voltada para a tendência de filmes da época, ou seja, uma produção com ares juvenis e moderninhos, muitas referências à cultura pop (contando inclusive com uma canção tema da banda Bush, intitulada Mouth) e roteiro recheado de humor e tiradas. Curiosamente, quem protagoniza é a musa francesa Julie Delpy, imortalizada pela trilogia do Antes de Richard Linklater. Este amigo que vos fala teve o “prazer” de assistir ao longa no cinema e até ter se divertido na época. Porém, basta uma revisão para perceber que, além do filme não ser muito bom, os efeitos que criam as criaturas lupinas, todos gerados por computadores, envelheceram muito mal. Ao contrário do original.

A Mosca

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Antes de qualquer coisa, precisamos levar em conta que o filme emblemático e pra lá de nojento de 1986, dirigido por David Cronenberg, já é por si só uma refilmagem de A Mosca da Cabeça Branca (1958). O filme protagonizado por Jeff Goldblum e Geena Davis, no entanto, é um dos casos raros de refilmagem superior ao original.

A Mosca (1986) é mais um caso onde os efeitos se mantém atuais e ainda impressionantes. Três anos depois e a Fox não tardou em orquestrar uma continuação bem mequetrefe – embora tenha feito parte da infância de muita gente, incluindo a deste que vos fala. A Mosca II (1989) traz Eric Stoltz na pele do filho do personagem de Goldblum, que nasceu com os genes de seu pai e aos poucos vai se transformando numa mosca. Aqui, no entanto, temos um final feliz. Seu par no filme é a sumida Daphne Zuniga, de S.O.S. – Tem um Louco Solto no Espaço (1987) e da série Melrose (1992-1996). Já Eric Stoltz, embora rejeitado em De Volta para o Futuro (1985) – o ator chegou a gravar muitas cenas como Marty McFly antes de ser substituído por Michael J. Fox – saía dos sucessos de Marcas do Destino (1985), com Cher, e Alguém Muito Especial (1987), escrito por John Hughes.

O Enigma de Outro Mundo

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Aqui temos um caso parecido com o item acima. De fato, O Enigma de Outro Mundo, do mestre John Carpenter, se mantém lado a lado com A Mosca (1986) como um dos filmes com efeitos mais impressionantes saídos da década de 1980. E assim como A Mosca, o filme de Carpenter é a refilmagem de uma obra da década de 1950, O Monstro do Ártico (1951), conseguindo superá-la em qualidade.

Por anos os fãs falavam sobre uma eventual sequência. Mas ela talvez tenha vindo na forma errada. Sem qualquer envolvimento de Carpenter, o novo Enigma de Outro Mundo (2011), previamente chamado de A Coisa, é basicamente uma refilmagem do filme de 1982, clamando ser uma pré-sequência, que serve para nos mostrar o que aconteceu no acampamento da equipe de cientistas noruegueses antes dos eventos do filme protagonizado por Kurt Russell. Nem mesmo a presença da gracinha carismática Mary Elizabeth Winstead como a protagonista é o suficiente para salvar o filme da apatia.

Entrevista com o Vampiro

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Ninguém imaginava que este filme de vampiros estrelado pelos bonitões Tom Cruise e Brad Pitt se transformaria num clássico moderno. Sem dúvidas a autora Anne Rice, escritora do livro, pensava algo totalmente oposto. Na verdade, quando soube da escalação do astro Cruise, muito associado a figura do galã, para o papel do experiente Lestat, Rice não ficou nada contente. Após o resultado do filme, ela escreveu para o ator se desculpando.

Agora, imagina o que Rice deve ter pensado ao ver na pele do mesmo personagem o apático Stuart Townsend. A Rainha dos Condenados (2002) é uma espécie de continuação de Entrevista com o Vampiro (1994), já que segue os passos de Lestat no mundo moderno, agora incorporando o status de astro de rock. O filme, assim como Entrevista, é baseado num livro de Rice. O longa ficaria marcado pela tragédia, mas não por causa de sua falta qualidade, e sim pela morte da cantora Aaliyah, aos 22 anos, em plena ascensão na carreira de cantora e atriz. A jovem faleceu antes do lançamento do filme e precisou ser dublada em algumas cenas.

Aaliyah vive Akasha no filme, a Rainha dos Vampiros. Apesar do jeitão de filme para a TV, a Warner bancou o desafio e lançou o longa nos cinemas, talvez como forma de homenagear a atriz e presentear seus fãs. O fato, porém, não impediu o fracasso da obra.

O Iluminado

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Aqui temos mais um filme baseado num livro de Stephen King. Este, um dos melhores longas de terror de todos os tempos, não por menos dirigido pelo gênio Stanley Kubrick, um dos maiores cineastas a terem pisado em nosso planeta. Curiosamente, King não gostou nem um pouco do tratamento dado por Kubrick ao seu texto e deserdou a produção. Anos depois, em 1997, um filme feito para a TV (na verdade uma minissérie em dois episódios), protagonizado por Rebecca De Mornay, mais fiel ao livro, deixou o autor satisfeito – mesmo sendo execrado por qualquer outro humano respirando.

King escreveu a sequência de seu livro, intitulado Doutor Sono, em 2013. E este ano, teremos finalmente a adaptação para o cinema. Protagonizado por Ewan McGregor na pele do menino Danny agora adulto, e com Rebecca Ferguson e Jacob Tremblay no elenco, o filme estreia em novembro. Com direção de Mike Flanagan, da série A Maldição da Residência Hill (2018), o longa poderá vir a agradar seu severo criador, isto é, se mantiver fidelidade ao material original, é claro.

O Exorcista

Esta obra dirigida pelo grande William Friedkin (Operação França), baseada no livro de William Peter Blatty (e com roteiro adaptado pelo próprio) é considerado por muitos como o melhor filme de terror já produzido. De fato, a história sobre uma menina (Linda Blair) possuída por um demônio e a batalha por sua alma é de causar pesadelos. O longa recebeu até mesmo 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, e levou o de roteiro.

Quatro anos depois e descobriríamos que o demônio não havia deixado o corpo de Reagan (novamente Blair), agora mais velha. Nada de Ellen Burstyn em O Exorcista II: O Herege, no entanto, e nem os criadores originais. William Peter Blatty voltaria treze anos depois para uma nova fatia do bolo em O Exorcista III, filme que escreveu e dirigiu – desta vez nem Linda Blair topou.

Mas não pense que a saga no cinema acabava. Nova década, nova tentativa. Em meados da década passada, o lendário Paul Schrader (roteirista de Taxi Driver) recebeu sinal verde para uma pré-sequência da história, mas as exibições testes foram tão ruins, que a Warner resolveu contratar Renny Harlin (Do Fundo do Mar) para refilmar do zero a história de origem do Padre Merrin, mantendo do elenco somente o protagonista Stellan Skarsgard. Quando O Exorcista: O Início (2004) se mostrou um fracasso, o estúdio decidiu lançar no ano seguinte Domínio (2005), o filme de Schrader. Em 2016, a franquia se redimia com o lançamento da série de TV da Fox, que durou duas temporadas, apesar dos elogios.

‘Sequestro no Ar’: Vídeo nos leva aos bastidores da nova série de suspense com Idris Elba; Confira!

‘Sequestro no Ar’ (‘Hijack’), série de suspense estrelada por Idris Elba (‘Luther’, ‘A Fera’), já está disponível no catálogo da Apple TV+ e, agora, foi divulgado um vídeo promocional nos levando aos bastidores da produção.

Confira:

A trama segue a jornada de um avião sequestrado em seu caminho para Londres, em um voo de sete horas, enquanto as autoridades em terra lutam por respostas. Elba interpreta Sam Nelson, “um talentoso negociador que precisa dar o melhor de si e usar toda a sua astúcia para tentar salvar a vida dos passageiros”.

Relembre o trailer:

Contada em tempo real, a produção é composta por sete episódios.

George Kay (‘Lupin’) é responsável pela série.

Elba e Kay também entram como produtores executivos ao lado do diretor Jim Field Smith (‘Criminal’), Jamie Laurenson, Hakan Kousetta e Kris Thykier.

Archie PanjabiChristine AdamsMax BeesleyEve MylesNeil MaskellJasper BrittonHarry MichellAimee KellyMohamed Elsandel e Ben Miles completam o elenco.

Conheça os 20 MAIORES FRACASSOS de Bilheteria dos últimos 10 anos no cinema!

A arte é subjetiva. O que é bom para uma pessoa, pode não ser para outra. Mas o que não é subjetivo é a parte financeira de qualquer empresa em uma sociedade. Sendo assim, os números não mentem jamais. Infelizmente, para certos filmes se tornarem sucessos estrondosos, sacudindo os quatro cantos da cultura pop, outros precisam se tornar fracassos retumbantes e colocar o universo alinhado de novo. Isso não quer dizer que um filme se torna automaticamente ruim ao ter um desempenho irrisório, ou o contrário também.

O tópico aqui são os maiores desastres de bilheteria dos últimos 10 anos no mundo. Com a ajuda de nossos colegas do Watchmojo, iremos dar uma olhada nos filmes que custaram uma fortuna e não conseguiram recuperar o investimento (somado ao valor da campanha de marketing), e também como seu fracasso de crítica ou junto ao público-alvo afetou seu futuro, se tornando assim casos de estudo muito comentados na indústria de Hollywood como os 20 maiores fracassos destes últimos 10 anos. Confira.

20) Adão Negro (2022)

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O astro Dwayne Johnson apostou tudo e desenvolveu o projeto do anti-herói da DC por pelo menos 15 anos. “A hierarquia de poder na DC irá mudar”, era o que anunciava ‘Adão Negro’, e Rock esperava ter em mãos a mais nova franquia do gênero. Com orçamento de US$195 milhões, o blockbuster ficou abaixo das expectativas do estúdio não conseguindo sequer chegar à barreira dos US$400 milhões mundiais. A aprovação de 38% dos críticos também não ajudou.

19) As Agentes 355 (2022)

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Se para mais nada, podemos dizer que esse projeto foi uma conquista para sua produtora Jessica Chastain. Acontece que a estrela colocou a mão na massa, reuniu um elenco feminino de peso e vendeu a ideia de um time de “007 mulheres”, batendo o recorde no valor de venda de um roteiro no prestigiado festival da Cannes por US$20 milhões. O resultado, porém, não atingiu o esperado, e com orçamento de US$75 milhões, o filme fez apenas US$27 milhões mundiais – somado a uma aprovação simplória de 24% dos críticos.

18) Amsterdam (2022)

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Uma das grandes promessas do Oscar 2023, ‘Amsterdam’ é o novo filme do diretor David O. Russell, dos prestigiados ‘O Lado Bom da Vida’ e ‘Trapaça’. O elenco de peso comandado por Christian Bale e Margot Robbie gritava prêmios, assim como sua complexa trama de época. Porém, o que todos pareceram concordar é que este é um filme sem foco. O orçamento foi de US$80 milhões, mas o retorno mundial foi de US$31 milhões apenas para o estúdio. Os críticos também não gostaram com 32% de aprovação.

17) O Último Duelo (2021)

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Aqui temos o primeiro item da lista que quem viu gostou. O problema foi que quase ninguém assistiu ao drama épico de Ridley Scott, com Ben Affleck, Matt Damon e Adam Driver. Com o orçamento digno de um épico, de US$100 milhões, o longa foi naufrágio total com US$30 milhões mundiais em bilheteria. A crítica até aplaudiu de pé, com 85% de aprovação, mas não seria o suficiente para salvar do fiasco.

16) Amor, Sublime Amor (2021)

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Outra superprodução elogiadíssima, esse filme conseguiu a façanha de chegar até o Oscar de seu respectivo ano, com 7 indicações, incluindo melhor filme, saindo vitorioso na categoria de atriz coadjuvante para Ariana DeBose. Acontece que essa é a versão de Steven Spielberg para o clássico musical de 1961, ainda muito adorado, o que fez (somado à pandemia) os cinemas ficarem às moscas com o novo. A crítica, como esperado, aplaudiu com 91% de aprovação, mas o orçamento de US$100 milhões ficaria devendo com a bilheteria mundial de US$76 milhões ao redor do mundo.

15) X-Men: Fênix Negra (2019)

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É seguro dizer que a franquia ‘X-Men’ atingiu o fundo do poço com essa entrada em sua série no cinema. Os fãs agradecem os direitos revertidos para a Marvel Studios. Aqui temos novamente o nome do diretor Simon Kinberg (que funciona melhor como produtor), o mesmo de ‘As Agentes 355’ no comando. ‘Fênix Negra’ custou absurdos US$200 milhões e rendeu US$252 milhões mundiais colocando um fim nesta iteração dos personagens. 22% dos críticos aprovaram, o que ainda é muito.

14) Quarteto Fantástico (2015)

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Dez anos depois do filme original ‘Quarteto Fantástico’ (2005), um filme que muitos não acham nada especial, os fãs iriam conhecer o verdadeiro horror em uma adaptação da primeira família da Marvel. Essa é outra propriedade que teve os direitos revertidos para Kevin Feige e terá filme no MCU em 2025. Com orçamento de US$120 milhões, o longa fez US$167 milhões mundiais – o que não é dos piores se comparados aos demais da lista. Porém, se tornou um dos filmes mais massacrados pela crítica, com 9% de aprovação apenas.

13) Monster Trucks (2016)

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Nem os filmes infantis estão a salvo. Ainda mais se o investimento numa ideia nova e ousada custar caro. Foi o caso com esse projeto da Paramount e da Nickelodeon completamente inofensivo sobre um rapaz ligado em motores e carrões, que descobre uma raça alienígena de moluscos, que se misturam com as máquinas, numa espécie de ‘Transformers’ encontra ‘Tartarugas Ninja’. O investimento foi pesado, com US$125 milhões de orçamento, e o retorno foi de apenas US$64 milhões mundiais. Os críticos também deram de ombros com 32% de aprovação.

12) Liga da Justiça (2017)

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Esse foi o começo do fim para a era de Zack Snyder no comando da DC no cinema. O filme exibiu o desespero de um estúdio em adquirir um universo compartilhado nos mesmos moldes da Marvel, sem precisar passar pelas etapas individuais que a concorrente passou. O fracasso desse filme mudaria tudo na casa de ideias, até finalmente chegarmos a essa era de James Gunn. ‘Liga da Justiça’ contou com absurdos US$300 milhões de orçamento e esperava-se pelo menos algo perto do bilhão – mas terminou não atingindo nem mesmo US$700 milhões. A avaliação da crítica foi de 39% de aprovação.

11) O Bom Gigante Amigo (2016)

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Steven Spielberg não é mais o mesmo? Não importa quantos filmes do diretor fracassem, isso jamais irá apagar seu histórico como um dos criadores do cinema entretenimento mundial. Seu ‘Amor, Sublime Amor’ fracassou nas bilheteiras, mas é adorado pelos críticos e os fãs. O mesmo pode até ser dito desse longa infantil, que possui 74% de aprovação da crítica. Mas quando falamos no encantamento que os filmes do diretor costumam causar, ‘O Bom Gigante Amigo’ falhou em arrastar o público-alvo aos cinemas, com orçamento de US$140 milhões e retorno mundial de US$195 milhões, se tornando um dos maiores fracassos de sua carreira.

10) Mundo em Caos (2021)

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Algumas obras tidas como inadaptáveis ao cinema, realmente se mostram um desafio a seus realizadores. Algumas produções problemáticas em seus bastidores, realmente se mostram um fiasco quando ficam prontas. E ‘Mundo em Caos’, ficção científica distópica, passou por todas essas questões. Nem mesmo ter dois dos jovens atores mais quentes da época protagonizando, nas formas de Tom Holland (o novo Homem-Aranha) e Daisy Ridley (a Rey dos novos ‘Star Wars’), ajudou a impulsionar o pretenso blockbuster. A aceitação da crítica foi de 21%, mas o pior foi a bilheteria de US$21 milhões mundiais num orçamento de US$125 milhões.

09) O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio (2019)

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Precisamos saber a hora de parar. A franquia ‘O Exterminador do Futuro’ atingiu seu auge em 1991, com o segundo filme, ainda hoje o preferido do público, assim como um dos melhores filmes de ação da história da sétima arte. De lá para cá foi só ladeira abaixo, com um exemplar deixando mais a desejar que o outro. Tudo bem, é seguro dizer que ‘Destino Sombrio’ é a melhor das continuações desde o segundo, mas já era tarde demais e ninguém levava muita fé. A crítica foi até boa, com 70% de aprovação, mas poucos ainda queriam saber da franquia, e com orçamento de US$185 milhões, o blockbuster recuperou US$261 milhões.

08) Lightyear (2022)

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Mais um filme infantil entra na dança dos maiores fiascos cinematográficos dos últimos dez anos e, por que não, da história do cinema. O que surpreende aqui é este ser um derivado da querida franquia ‘Toy Story’, que sempre é sinônimo de boas bilheterias e críticas. Por alguma razão, os fãs não quiseram saber da história do Buzz Lightyear humano, que deu origem ao brinquedo e o filme se tornou uma ideia descartada pelo público. A crítica foi até favorável, com 74% de aprovação, mas com o orçamento de US$200 milhões, o filme fez apenas US$226 milhões mundiais, amargando o fracasso.

07) 47 Ronins (2013)

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Agora chegamos ao filme mais antigo da lista, e o único que completa de fato 10 anos em 2023. Produção mais que ambiciosa estrelada por Keanu Reeves, ’47 Ronins’ era para ser um épico medieval que homenageia a lenda dos samurais, misturada com a fantasia e magia no clima de ‘Senhor dos Anéis’. A aposta foi alta, com o investimento de US$175 milhões de orçamento, mas o valor recuperado foi de US$151 milhões mundiais, falhando em se pagar. O pior foram os 16% de aprovação dos críticos.

06) Cats (2019)

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Agora chegamos ao item que é uma verdadeira “cat-ástrofe”, com o perdão do trocadilho – que deve ter sido muito usado nos EUA. Era para ter sido o novo musical de sucesso dos nossos tempos, e se tornou um dos maiores fiascos da história da sétima arte. O fato só mostra que nem todo fenômeno dos palcos (e Cats é uma das peças mais lendárias da dramaturgia recente) se traduz em um fenômeno das telonas. Uma das maiores críticas que o filme recebeu foi em relação ao visual horrendo dos felinos. Com orçamento de US$95 milhões, ‘Cats’ fez apenas US$75 milhões mundiais. Apenas 19% dos críticos aprovaram, e não me venha dizer que foi porque eles preferem cachorros.

05) Moonfall: Ameaça Lunar (2022)

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“Eu quero que esse muro caia, que ele caia na minha cabeça”. Quem lembra do funk carioca que tinha esse texto tão poético? Pois bem, se tirarmos a palavra muro e colocarmos lua, teremos uma ideia do novo filme catástrofe do especialista Roland Emmerich. Quando o diretor lançou ‘Independence Day’ em 1996 e até ‘O Dia Depois de Amanhã’ em 2004 foi legal – mas acontece que chegamos 2022 e ele continua fazendo o mesmo filme de sempre. Dessa vez não colocou e nem o carisma de Halle Berry salvou. Com orçamento de US$150 milhões, ‘Moonfall’ fez apenas US$67 milhões mundiais, e foi aprovado por 35% dos críticos.

04) Mundo Estranho (2022)

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A Disney não é mais a mesma? É o que muitos querem saber. Antes o estúdio lançava uma animação por ano, e todas eram icônicas. Hoje vivemos numa era de transbordamento de conteúdo e ano passado a Disney lançou três animações – duas foram fracasso. Já vimos aqui na lista ‘Lightyear, o derivado de ‘Toy Story’, e agora chega ‘Mundo Estranho’, um filme que o estúdio sequer divulgou de maneira adequada, sem que muitos soubessem de sua existência. Com orçamento de US$120 milhões, a animação rendeu apenas US$73 milhões mundiais. O pior é que a crítica foi até boa, com 72% de aprovação – o problema é que o longa realmente estava escondido do público.

03) O Destino de Júpiter (2015)

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O filme certo pode transformar atrizes e atores em astros e estrelas. Todo grande nome de Hollywood começou dessa forma, com um golaço nas telonas. E se ‘O Destino de Júpiter’ tivesse funcionado poderia ter impulsionado as carreiras de Mila Kunis e Channing Tatum a outro patamar. Não foi assim. Mas quem poderia adivinhar, afinal tratava-se do novo filme das agora irmãs Wachowski, responsáveis pela franquia ‘Matrix’, um dos maiores sucessos de ficção científica do cinema. Com orçamento de US$176 milhões, o filme fez US$183 milhões mundiais (esperava-se bem mais) e terminou por restringir o estrelato da dupla. Só 28% dos críticos gostaram.

02) Peter Pan (2015)

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Pegando a medalha de prata como o segundo maior fracasso dos últimos 10 anos, temos mais uma adaptação do clássico livro Peter Pan. E quem aguenta mais? Pois é, Peter Pan é uma das histórias mais levada às telas de todos os tempos. A pergunta é: se for para fazer, por que não criar algo diferente e verdadeiramente único? Por exemplo, nunca vimos uma versão cyber punk pós-apocalíptica de Peter Pan – algo misturado a Mad Max, por exemplo. Isso sim seria legal. Mas ao invés, decidem recontar a mesma história de sempre – com a desculpa de ser “para uma nova geração”. Resultado, fracasso de crítica (com 26% de aprovação) e bilheteria – com orçamento de US$150 milhões, rendeu apenas US$128 milhões.

01) Máquinas Mortais (2018)

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Chegamos ao topo dos maiores fracassos dos últimos anos. É inegável que o visual de ‘Máquinas Mortais’ é hipnotizante, algo como um Mad Max com esteroides. Muitos podem dizer que ‘Máquinas Mortais’ foi uma pretensa franquia que já nasceu morta, e não estariam errados. Apesar do nome de Peter Jackson no roteiro e produção, o longa não conta com starpower (ou seja, um nome forte impulsionando) no elenco e na direção igualmente não temos um cineasta badalado. Se a direção fosse de Jackson, a coisa até poderia mudar de figura. Fora isso, o orçamento foi muito elevado, custando US$100 milhões, o que sem um nome de peso vinculado no elenco ou na direção se torna uma aposta arriscadíssima para dizer no mínimo. O retorno foi de apenas US$15 milhões nos EUA, e US$83 milhões mundiais, somado a 26% de aprovação dos críticos – transformando ‘Máquinas Mortais’ em um dos blockbusters mais esquecidos de anos recentes.

‘Velozes e Furiosos’, ‘As Panteras’, ‘Hulk’ e os Lançamentos de Junho de 20 anos atrás nos Cinemas!!

Junho é época do verão norte-americano. O período se tornou conhecido por ser a época de lançamento dos maiores filmes de cada ano. Por ser a época de férias da garotada, os grandes estúdios reservam suas maiores estreias justamente para o período, por saberem que o público-alvo irá poder ver e rever tais filmes sem problemas, enquanto celebram o tão aguardado descanso das aulas. Assim, o período de junho a agosto ficou conhecido como “a casa” dos maiores blockbusters de seus respectivos anos. Com o aumento da oferta de grandes produções, essa faixa de lançamento começou a ficar mais larga e atualmente já ganhamos alguns dos maiores filmes do ano em maio e abril; além, é claro, do fim do ano.

Esse ano, como não poderia deixar de ser, junho chegou quente, iniciando os trabalhos com o elogiadíssimo ‘Homem-Aranha Através do Aranhaverso’. Na semana seguinte foi a vez de ‘Transformers: O Despertar das Feras’. No fim de semana passado ganhamos ‘The Flash’ e a animação da Disney ‘Elementos’. O mês termina em grande estilo com ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’. Mas ainda sobrou espaço para o terror ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, o escracho de Jennifer Lawrence, ‘Que Horas Eu te Pego?’, e no streaming a ação ficou por conta de Chris Hemsworth em ‘Resgate 2’.

Como nosso tópico recorrente é sempre a nostalgia, aqui iremos voltar 20 anos no passado – desta vez – para recordar o que estava sendo lançado nos cinemas no mês de junho naquela época. Uma dica: o mês marcaria a estreia de um dos maiores personagens da Marvel em grande estilo nas telonas, mas o resultado viria a dividir bastante os fãs. Confira abaixo.

Leia também: Junho Há 10 Anos! Relembre os Filmes Lançados há uma década nesse mês – Você Viu Todos?

Hulk

20. Hulk 1

 

O maior lançamento nos cinemas de 20 anos atrás foi ‘Hulk’, de Ang Lee. Os filmes baseados em super-heróis de quadrinhos, mais especificamente da Marvel, viam um verdadeiro despertar no início dos anos 2000, graças ao sucesso de ‘X-Men’ (2000) e ‘Homem-Aranha’ (2002). ‘Hulk’ chegou logo na esteira desse sucesso, no ano seguinte, para levar às telonas em grande estilo a história do cientista que sofre um grave acidente e termina se transformando num terrível monstro verde gigante. O personagem é um dos pilares da Marvel e um dos mais populares de todos. Assim, o filme do ‘Hulk’ gerou grande comoção. Hoje, 20 anos depois, tem os que defendem e os que odeiam. Seja como for, o blockbuster garantiu o primeiro lugar em sua estreia no terceiro fim de semana daquele junho, arrecadando US$62 milhões (mais que o recente ‘The Flash’).

As Panteras Detonando

27. As Panteras Detonando

Enquanto os fãs esperam algum dia o retorno do trio das Panteras do cinema (Cameron Diaz, Drew Barrymore e Lucy Liu), ao voltarmos 20 anos no passado nos deparamos com a segunda aventura deste trio muito girl power. O longa ficou mais exagerado e cartunesco do que o original de 2000, o transformando em quase um desenho animado. Talvez por isso a Columbia não tenha tirado do papel um eventual terceiro filme. Um dos chamarizes da sequência é a presença da então sumida Demi Moore como a vilã. ‘As Panteras Detonando’ conquistou a primeira posição em sua estreia no último fim de semana daquele junho, detonando ‘Hulk’.

+Velozes + Furiosos

06. Velozes Furiosos

Hoje, a franquia ‘Velozes e Furiosos’ é multimilionária e uma das mais rentáveis do cinema. Mas voltando 20 anos no passado a história não era bem assim. Por mais que o filme original de 2001 tenha sido um relativo sucesso, não existia qualquer plano de transformar o filme em uma franquia. Até mesmo a intenção de uma sequência não era bem-vista por todos, como por exemplo o astro Vin Diesel, que optou em não retornar. Assim, o saudoso Paul Walker precisou arrumar um novo parceiro, nas formas de Tyrese, e uma nova paixão, nas formas de Eva Mendes. E até que deu certo, porque o segundo filme tirou ‘Procurando Nemo’ da liderança após apenas uma semana em primeira posição.

Leia também: Nostalgia Máxima! Relembre os Filmes Lançados em JUNHO há 30 anos nos cinemas!!

Divisão de Homicídios

13. Divisao de Homicidios

O tempo pode ser cruel. Nas décadas de 80 e 90, a simples menção de um filme estrelado pelo astro Harrison Ford causava nervosismo em qualquer um que ousasse estrear no mesmo dia. Também pudera, o astro colecionava sucessos como a trilogia ‘Indiana Jones’, ‘Star Wars’ e ‘O Fugitivo’. Mas há 20 anos, no início dos anos 2000, a coisa já não era mais tão assim. E essa comédia policial que o colocava para fazer dupla inusitada com o bem mais jovem Josh Hartnett lutou para conseguir a quinta posição do ranking, não sendo nem a melhor estreia de seu fim de semana. Recentemente, o longa voltou aos holofotes pelos relatos de brigas entre os protagonistas nos bastidores.

Os Rugrats e os Thornberrys Vão Aprontar

13. Os Rugrats e os Thornberrys vao Aprontar

Nos anos 1990, o desenho animado ‘Os Rugrats: Os Anjinhos’ fez muito sucesso com a criançada, contando as aventuras de bebês e crianças muito diferentes, além de seus pais. No fim da mesma década, os mesmos criadores da série animada lançavam também ‘Os Thornberrys’, sobre uma família aventureira, que adorava se meter em florestas e na natureza. O sucesso foi igual. Assim, além de filmes animados para os cinemas com as duas famílias diferentes, os criadores decidiam juntar nas telonas pela primeira vez suas criações em um único filme. Assim surgia este longa, que no segundo fim de semana de junho há 20 anos, se tornava a maior estreia, derrubando o filme de Harrison Ford, ‘Divisões de Homicídios’.

Debi & Lóide 2

13. Debi Loide 2

Essa pode ser confusa para parte dos fãs. É que existem dois ‘Debi & Lóide 2’, e o pior, na mesma franquia. O filme original, é claro, foi um enorme sucesso da New Line Cinema, protagonizado por Jim Carrey e Jeff Daniels em 1994. Vinte anos depois, chegava uma continuação tardia, protagonizada pela mesma dupla agora na meia idade, e sem fazer um décimo do mesmo “barulho”, embora contando com os mesmos realizadores: os irmãos Farrelly. Entre um e outro, a New Line tirou do papel a “prequel” chamada ‘When Harry Met Lloyd’ (ou ‘Quando Debi Conheceu Lóide’), fazendo referência à comédia romântica ‘Harry e Sally – Feitos um para o Outro’ (1989). Esse filme não tinha nem Carrey e nem Daniels. Talvez por isso tenha se tornado a pior estreia de seu respectivo fim de semana, comendo poeira de ‘Rugrats’ e ‘Divisão de Homicídios’.

Extermínio

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No mesmo fim de semana da estreia de ‘As Panteras Detonando’, chegava também aos cinemas dos EUA o terror ‘Extermínio’, do diretor Danny Boyle (‘Trainspotting’ e ‘Quem Quer Ser um Milionário?’). O longa foi lançado em seu país de origem, o Reino Unido, em novembro de 2002, mas chegava aos EUA e grande parte do mundo alguns meses depois, já com a bagagem do sucesso em festivais. ‘Extermínio’ é considerado um filme pequeno (de baixo orçamento), mas rapidamente se tornou uma produção cult, já que foi um dos primeiros a apresentar zumbis “anabolizados”, se movendo com a velocidade de um maratonista. O clima de realismo imposto pelo estilo de filmagem também trouxe uma sensação maior de urgência e nervosismo. O longa descolou a quarta posição do ranking em seu lançamento, o que para um filme deste porte é um ótimo desempenho.

Alex & Emma

20. Alex Emma

Há 20 anos no cinema também ganhávamos filmes que rapidamente cairiam no anonimato. Um deles foi esta comédia romântica que uniu em cena fazendo par a indicada ao Oscar Kate Hudson (então saída do sucesso de ‘Quase Famosos’) e Luke Wilson. Não é dizer que não existia potencial ou cacife, nessa história sobre um escritor com bloqueio contratando uma datilógrafa para escrever rápido seu livro, a fim de o livrar de uma dívida. Isso porque assinando o roteiro do longa tínhamos Jeremy Leven, o responsável pela adaptação do sucesso ‘Diário de uma Paixão’ (2004); e na direção, Rob Reiner (de ‘Harry e Sally – Feitos Um para o Outro’). ‘Alex & Emma’ resolveu enfrentar ‘Hulk’, e foi esmagado, ficando em sétima posição.

De Justin para Kelly

20. De Justin para Kelly

Pior ainda do que a comédia romântica ‘Alex & Emma’ foi outro filme do mesmo gênero, sem o prestígio dos nomes envolvidos que o item acima possuía. Estamos falando de ‘De Justin para Kelly’, considerado um dos piores filmes dos anos 2000, e uma das piores comédias românticas já feitas. A ideia era fazer uma franquia musical com os vencedores do programa American Idol, extremamente popular nos EUA no início dos anos 2000 (muito antes de The Voice). Assim, a sacada foi trazer como protagonistas a vencedora da primeira edição do programa, Kelly Clarkson, e o finalista vice-campeão Justin Guarini, que formavam um casal na vida real na época também. Clarkson não queria fazer o filme, mas foi contratualmente obrigada, assim como Guarini. E o plano era para que o filme rendesse continuações, protagonizadas por outros vencedores do programa. Mas digamos apenas que o original não atingiu o esperado, sequer conseguindo lugar no top 10 de seu fim de semana de estreia.

‘Barbie’: Margot Robbie revela o MOTIVO pelo qual resolveu participar do filme

Em entrevista à TIME (via EW), a atriz indicada ao Oscar Margot Robbie comentou sobre a vindoura adaptação em live-action de Barbie e revelou o motivo que a fez aceitar participar do projeto.

Durante a conversa, Robbie explicou que ela não iria querer fazer parte do longa-metragem se ele não representasse o expansivo mundo das icônicas bonecas.

“Não acho que eu teria querido tentar fazer um filme da Barbie, ela disse sobre um filme sem os vários tipos da boneca. “Não acho que você deveria dizer: ‘esta é a única versão do que a Barbie é, e é isso que as mulheres deveriam aspirar a ser, a parecer e a agir”.

Lembrando que o filme chega aos cinemas nacionais em 20 de julho.

No fabuloso live-action da boneca mais famosa do mundo, acompanhamos o dia a dia em Barbieland – o mundo mágico das Barbies, onde todas as versões da boneca vivem em completa harmonia e suas únicas preocupações são encontrar as melhores roupas para passear com as amigas e curtir intermináveis festas. Porém, uma das bonecas (interpretada por Robbie) começa a perceber que talvez sua vida não seja tão perfeita assim, questionando-se sobre o sentido de sua existência e alarmando suas companheiras. Logo, sua vida no mundo cor-de-rosa começa a mudar e, eventualmente, ela é expulsa de Barbieland.

A MPA revelou recentemente a classificação indicativa oficial do vindouro live-action .

Como era de se esperar, o longa-metragem recebeu indicação etária PG-13 por “referências e breve linguagem sugestivas”.

Vale lembrar que o live-action é dirigido pela aclamada cineasta Greta Gerwig (‘Lady Bird: A Hora de Voar’) e será lançado nos cinemas nacionais no dia 20 de junho.

O elenco também é formado por Ryan Gosling, Kate McKinnon, Will Ferrell, America Ferrera, Issa Rae, Micheal Cera, Hari New, Ncuti Gatwa, Kingsley Ben-AdirAlexandra ShippMarisa Abela.

Greta dirige e também assina o roteiro ao lado de seu parceiro Noah Baumbach.

Barbie 01

Barbie 10

SUCESSO! ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ ultrapassa US$ 600 milhões na bilheterias mundiais

Sucesso! A animação ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ conseguiu ultrapassar a impressionante marca dos US$ 600 milhões nas bilheterias mundiais.

O longa já representa a quarta maior arrecadação de 2023, atrás apenas de ‘Super Mario Bros‘ (US$1.3B), ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ (US$827.9M) e ‘Velozes e Furiosos 10‘ (US$689.3M).

Segundo o Box Office Report, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso‘ caiu apenas apenas 39% em comparação a semana anterior e arrecadou mais US$ 11,5 milhões no seu quinto fim de semana, desbandando ‘Elementos‘, ‘The Flash‘ e a estreia da comédia adulta ‘Que Horas Eu te Pego?‘. Ao total, a produção já arrecadou US$ 339, 87 milhões no país.

No mercado internacional, o longa soma US$ 267,5 milhões – totalizando uma arrecadação global de US$ 607,3 milhões.

Para termos de comparação, esta sequência já arrecadou mais de US$ 200 milhões que a bilheteria total deHomem-Aranha no Aranhaverso‘ (US$384.2M).

A animação segue em exibição nos cinemas nacionais!

Confira a nossa crítica de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’!

Assista ao trailer:

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna para compor a trilha sonora das próximas aventuras de Miles Morales.

Jake Gyllenhaal, Russell Crowe, Guy Ritchie e Sophie Turner em Lançamentos para Curtir na Amazon Prime Video

Um dos melhores serviços de streaming para quem curte lançamentos recém-saídos dos cinemas é a Amazon Prime Video. Além do valor extremamente convidativo da mensalidade, a plataforma costuma surpreender seus fãs com agradinhos que aquecem o coração. Por exemplo, o terror independente ‘Terrifier 2’ deu o que falar no fim do ano passado, e terminou chegando até os cinemas brasileiros. Assim, a Amazon não conversou e trouxe em seu acervo as duas aparições anteriores do palhaço Art, ‘Terrifier: O Início’ (2013) e ‘Aterrorizante’ (2016). E claro, quando foi a hora, colocou em sua filmoteca também o badalado segundo filme.

Recentemente, a plataforma fez a alegria dos cinéfilos com os lançamentos de ‘Creed III’, ‘Até os Ossos’, ‘Esquema de Risco’, ‘Triângulo da Tristeza’ e ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’. Agora chega um novo lote de lançamentos recém-saídos dos cinemas do Brasil e do mundo, além de algumas produções badaladas. Aqui nessa nova matéria selecionamos alguns dos mais interessantes para você conferir na plataforma. Veja abaixo.

The CovenantO Pacto

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O mais recente sucesso disponibilizado na plataforma da Amazon Prime Video acaba de chegar ao serviço de streaming. Lançado nos cinemas dos EUA no início deste ano, o longa elogiadíssimo soma 84% de aprovação dos críticos no agregador Rotten Tomatoes. Trata-se do novo filme do prestigiado cineasta Guy Ritchie, estrelado pelo versátil indicado ao Oscar Jake Gyllenhaal. O jovem ator vive o Sargento John Kinley, que durante a Guerra do Afeganistão é mortalmente ferido. Sua vida é salva por seu intérprete no país, Ahmed (papel de Dar Salim), que arrisca a própria vida no resgate do militar, precisando dar tudo de si nessa tarefa. São e salvo em seu país, o protagonista descobre que Ahmed e sua família não receberam abrigo nos EUA como prometido e correm perigo caso descobertos pelo Talibã. Agora, Kinley precisa retorna à zona de Guerra para retribuir o que foi feito por ele. Imperdível, o filme tem sido descoberto por mais e mais pessoas.

Till: A Busca por Justiça

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Produção da Universal Pictures, ‘Till’ foi muito comentado no fim do ano passado e no início de 2023, por ter sido um dos filmes esnobados desta mais recente edição do Oscar. O longa tem toda a cara do maior prêmio do cinema, e sem dúvida possui a potência de uma história digna. A obra narra a jornada heroica de uma mulher contra o racismo. Retrato de uma história real, o longa conta sobre Mamie Till, cujo filho Emmett Till foi brutalmente assassinado em um linchamento racista no Mississipi no ano de 1955. Sua mãe escolhe não se calar e lutar com todas as forças para expor o racismo por trás do crime covarde e hediondo. O poderoso drama foi muito elogiado (possui 96% de aprovação dos críticos) e a protagonista Danielle Deadwyler era uma das atrizes mais cotadas para indicações. Porém, ‘Till’ saiu da temporada sem qualquer indicação ao maior prêmio do cinema. Agora, é sua vez de conferir e dizer se o longa realmente foi esnobado.

Jogo Perfeito (Poker Face)

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Outro que foi lançado há pouquíssimo tempo nos cinemas dos EUA, este thriller marca o segundo filme dirigido pelo ator Russell Crowe em sua carreira. O primeiro foi o drama de época ‘Promessas de Guerra’ (2014). E em ambos os longas, Crowe também usa seu starpower como protagonista. Aqui ele vive um ricaço do ramo da tecnologia, que dá um evento em sua mansão, um carteado de altíssimo nível, envolvendo apostas milionárias. Durante o jogo suas verdadeiras intenções vêm à tona, com algumas reviravoltas envolvendo vingança. Ao mesmo tempo, criminosos invadem o local para realizar um roubo, cabendo ao protagonista agir e se proteger. No elenco, o irmão e a esposa de Chris ‘Thor’ Hemsworth: Liam Hemsworth e Elsa Pataky.

Tempestade

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Um dos serviços de streaming que menos duraram desde o advento de tais plataformas foi o infeliz Quibi – abreviação de “Quick Bites”. E pelo nome já tínhamos a proposta da plataforma, servir de pílulas curtas de séries para serem assistidos em viagens de transportes públicos e afins. Por exemplo, ao pegar o metrô, o espectador poderia assistir a dez minutos ou menos que constituíam a duração dos episódios das séries. Mas aí, para azar dos criadores, veio a pandemia e todos tiveram que ficar em casa, trabalhando de home office. Dessa forma, ninguém pegava o transporte público durante meses e ninguém estava interessado em programas curtos, e sim na duração normal. O Quibi tinha como proposta ser um streaming voltado ao celular, ou seja, realmente ser assistido em plataformas móveis. Bem, e por que estou falando do extinto Quibi e não do filme em questão? Porque diversas séries da Quibi foram resgatadas por outras plataformas e algumas foram transformadas em filmes, como o caso de ‘Duro de Atuar’, com Kevin Hart, e este ‘Tempestade’, com Sophie Turner. Ambos são lançamentos da Amazon. Em ‘Tempestade’, Turner e Corey Hawkins precisam usar todos os recursos que possuem para sobreviver na neve após um terrível acidente de avião.

Zola

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Finalizando a matéria de dicas de filmes novos na Amazon Prime Video, ‘Zola’ é uma produção da queridinha A24, badalado estúdio independente americano, especializado em filmes fora da caixinha. Aqui temos a neta de Elvis Presley, a atriz Riley Keough, atuando ao lado de Taylour Paige, que se destacou em ‘A Voz Suprema do Blues’. As duas vivem strippers amigas que resolvem partir para uma nova vida repleta de aventuras na Flórida. Paige vive Zola, a personagem título. Essa é uma comédia ácida, misturada com um thriller, muito ousada. Um dos maiores atrativos aqui é a entrega de suas protagonistas, que mergulham de cabeça nesse universo único e entregam atuações primorosas. Pensem numa versão mais hardcore, crua e realista de ‘As Golpistas’ (2019), com Jennifer Lopez.

Lindsay Lohan – 37 Anos | 7 filmes com a icônica atriz para ver nos streamings

Lindsay Lohan é, até os dias de hoje, um dos nomes mais conhecidos do cenário do entretenimento – e isso é graças ao início de sua carreira, que a catapultou como uma das queridinhas de Hollywood e um dos símbolos da geração millenial.

Apenas de memória, podemos nos recordar de seu trabalho em remakes como Operação CupidoSexta-Feira Muito Louca, seu protagonismo no clássico Meninas Malvadas e, mais recentemente, seu retorno ao escopo fílmico com a divertida comédia natalina Uma Quedinha de Natal.

No dia de hoje, 02 de julho de 2023, Lohan completa 37 anos de vida – e é claro que não poderíamos deixar esse dia passar em branco.

Pensando nisso, preparamos uma matéria elencando sete filmes com a icônica performer para você ver nos streamings – e, mais tarde, publicaremos outra lista com cinco músicas para conhecer sua carreira musical.

Confira abaixo e conte para nós qual o seu longa favorito:

OPERAÇÃO CUPIDO (1998)

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Onde assistir: Disney+

Uma das produções mais conhecidas de Lohan é o remake de Operação Cupido (que também marcou sua estreia como atriz). Na trama, as gêmeas Hallie e Annie (Lohan) foram separadas ainda pequenas. Uma ficou com a mãe, Elizabeth (Natasha Richardson), e outra com o pai, Nicholas (Dennis Quaid). Um dia as duas se encontram num acampamento de verão e se dão conta do parentesco até então desconhecido. Elas trocam de lugar na volta para a casa e elaboram um plano para que o casal volte às boas e a família enfim possa se reunir.

Com direção e roteiro de Nancy Meyers, o longa-metragem serviu como uma versão atualizada do clássico de 1961 e uma adaptação do romance alemão ‘Lisa e Lottie’. Além da ótima recepção crítica (conquistando 86% de aprovação no Rotten Tomatoes), o longa fez um estrondo de bilheteria e arrecadou mais de US$92 milhões contra um orçamento de US$15 milhões – além de colocar Lohan no centro dos holofotes.

SEXTA-FEIRA MUITO LOUCA (2003)

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Onde assistir: Disney+

Estrelado por Jamie Lee CurtisLohan, o remake de Sexta-Feira Muito Louca acompanha Tess, uma mãe que luta demais para se entender com a filha adolescente rebelde, Anna, de 15 anos. Decididas a acabar com as brigas, elas repentinamente trocam de corpos após comerem biscoitos da sorte em um restaurante chinês. Agora, cada uma precisa aprender a lidar com a vida da outra, com as confusões crescendo ainda mais pelo fato de Tess estar de casamento marcado.

Além das críticas amplamente positivas, a produção fez um sucesso de bilheteria gigantesco, arrecadando US$160 milhões mundialmente contra um modesto orçamento de US$26 milhões.

CONFISSÕES DE UMA ADOLESCENTE EM CRISE (2004)

confissoes de uma adolescente em crise

Onde assistir: Disney+

Em mais uma de suas incursões teen, Lohan foi escalada para interpretar Lola Steppe em ‘Confissões de uma Adolescente Crise’, um clássico da sessão da tarde que ainda arranca boas memórias do público.

Na trama, Lola é uma adolescente ambiciosa que sonha em se tornar uma famosa atriz de teatro. Mas quando sua família se muda da cidade de Nova York para um subúrbio de Nova Jersey, seu sonho de se apresentar na Broadway fica em segundo plano. Agora, Lola se concentra em conquistar o título de garota mais popular da escola, só que para isso, terá que enfrentar a traiçoeira Carla Santini.

MENINAS MALVADAS (2004)

meninas malvadas 3

Onde assistir: Paramount+, Prime Video, Telecine

Facilmente o filme de maior sucesso de Lohan, Meninas Malvadas permanece vivo na memória de qualquer que já tenho assistido ao longa-metragem – e o título foi responsável por fornecer ainda mais uma camada à já estabelecida fama da jovem atriz, além de reiterar uma versatilidade performática invejável.

Aqui, ela interpreta Cady Heron, uma adolescente que passou a vida inteira recebendo educação escolar em casa e, quando retorna da África com seus pais, percebe que o mundo vai muito além disso. Ela ingressa na escola local e logo começa a traçar inúmeros paralelos entre a savana africana e os claustrofóbicos corredores do colégio, associando cada um dos alunos a um predador ou presa diferentes. E surpresa: isso prova ser verdade inclusive para a queen bee da escola, a egocêntrica líder de torcida Regina George (Rachel McAdams). E é a partir daí que uma narrativa de vingança e descoberta se desenrola bem à frente dos nossos olhos.

HERBIE – MEU FUSCA TURBINADO (2005)

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Onde assistir: Disney+

Em ‘Herbie – Meu Fusca Turbinado’, Lohan interpreta Maggie Peyton, uma jovem quer se tornar um piloto da NASCAR – mas seu pai superprotetor, Ray, não quer. Ray, que foi um piloto, quer que Maggie arrume um emprego de locutora de esportes para TV porque é mais lucrativo e deixe a pista para seu irmão. Quando Ray leva Maggie a um ferro-velho para escolher um carro, ela não tem ideia de que o pequeno Volkswagen chamado Herbie que ela leva para casa vai mudar sua vida.

Apesar das críticas mistas, o longa-metragem caiu no gosto do público e fez um sucesso considerável de bilheteria – arrecadando US$144 milhões ao redor do mundo. Além disso, Lohan foi elogiada pelos espectadores e até mesmo pelos fãs da famosa saga ‘Herbie’.

SORTE NO AMOR (2006)

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Onde assistir: Star+

Em 2006, Lohan já era um nome estabelecido no cenário cinematográfico – e uma das grandes representantes das rom-coms hollywoodianas. E um dos filmes que melhor representam sua afeição com o gênero é a subestimada produção ‘Sorte no Amor’, em que divide as telonas com Chris Pine.

Na trama, Lohan interpreta a bem-sucedida Ashley, que tem uma vida maravilhosa e é conhecida como a garota mais sortuda do mundo. Entretanto, após beijar o desastrado Jake em um baile a fantasia, a sorte dos dois é invertida. A partir daí, Ashley cruza Nova York em busca do misterioso homem para recuperar a vida que vê se despedaçando bem à frente dos olhos.

UMA QUEDINHA DE NATAL (2022)

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Onde assistir: Netflix

Quase uma década depois de seu último papel protagonista, Lohan voltou com a divertida e singela comédia romântica natalina Uma Quedinha de Natal – que, apesar das críticas mistas, garantiu inúmeros elogios para a atriz.

Na trama, Lohan vive uma mimada herdeira de hotel que acaba de ficar noiva. No entanto, ela é acometida por uma amnésia total, após um acidente de esqui. E agora sob os cuidados de um belo proprietário de uma pousada (Chord Overstreet) e de sua filha precoce, essa mulher descobrirá novos sentimentos surgindo em seu coração.

‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ tem estreia DECEPCIONANTE nas bilheterias

Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘ decepcionou em sua estreia nas bilheterias.

O filme arrecadou US$ 60 milhões no final de semana nos EUA, um resultado desastroso para o final de uma franquia historicamente amada, e uma das razões pelas quais a Disney desembolsou US$ 4 bilhões pela Lucasfilm.

Mundialmente, o filme fez apenas US$ 130 milhões, US$ 10 milhões a menos do que as projeções indicavam.

Segundo o Deadline, o filme custou impressionantes US$ 300 milhões.

Para termos de comparação, ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ arrecadou US$ 100.1 milhões em sua estreia nas bilheterias norte-americanas, em 2008. Apesar de ter dividido a opinião do público (com 53% de aprovação no RT), a produção contou com um orçamento de US$ 185 milhões – consideravelmente menor que o quinto filme –, e fechou sua passagem pelas telonas globais com US$ 790.6 milhões.

Indiana Jones e a Caveira de Cristal‘ teve uma abertura mundial de US$ 272,1 milhões, sem ajustes de inflação em 2008.

Com ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, o grande problema foi o custo exorbitante para a sua produção. O filme alegadamente custou em torno de US$ 300 milhões para sair do papel – um valor alto que dificilmente alcançará um retorno nas bilheterias.

Para gerar algum lucro, o longa precisaria arrecadar ao menos US$ 750 milhões.

O público do CinemaScore deu nota B+ para o filme, maior que o B recebido por ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘ em 2008.

Vale lembrar que o filme já está em cartaz nos cinemas nacionais!

Confira nossa crítica:

Dirigido por James Mangold (‘Logan’), este será o primeiro filme da franquia sem o comando o de Steven Spielberg.

O elenco ainda conta com Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

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Os Filmes Mais Caros do Cinema que Completam 30 anos em 2023

A cada ano que passa, as superproduções de Hollywood parecem mais infladas em seus orçamentos. A sensação é a de que um novo recorde financeiro é batido a cada ano com filmes cada vez mais caros. Esse ano, por exemplo, tivemos a estreia de ‘Velozes e Furiosos 10’, produzido pelo “singelo” valor de US$340 milhões – um recorde dentro de uma indústria bilionária. Se essa tendência for seguida sem repercussão (os estúdios perceberem a implosão que estão criando), sabe-se lá onde os orçamentos de tais obras irão parar. É claro que precisamos levar em conta também a inflação crescente ao longo das décadas, no entanto, ao olharmos para o passado perceberemos os valores mais admissíveis para grandes produções.

E esse é o tema de nossa nova matéria nostálgica. Como forma de comparação, apresentaremos os 10 filmes mais caros de 30 anos atrás, para percebermos a grande diferença – é claro, sempre levando em conta o reajuste da inflação. Ah sim, mais um detalhe que precisa ser levado em conta é que as quatro primeiras posições abaixo ocupam a vaga do décimo filme mais caro, isso porque todos eles custaram o mesmo valor. Confira abaixo.

10) Quanto Mais Idiota Melhor 2 – US$40 milhões

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Quanto Mais Idiota Melhor’, ou ‘Wayne’s World’ (no original), surgiu como um esquete criado por Mike Myers e Dana Carvey para o programa Saturday Night Live. A dinâmica da dupla, como dois jovens aficionados por rock n roll, deu tão certo que ganhariam um filme próprio em 1992. Com produção da Paramount, o longa da dupla contou com orçamento de US$20 milhões e rendeu uma bilheteria de US$183 milhões pelo mundo, fazendo o estúdio perceber que tinham um sucesso em mãos. Para a continuação lançada logo no ano seguinte, o dobro do valor foi disponibilizado, já que a trama centrava em um festival de música no estilo Woodstock, além de participações de nomes como Kim Basinger, Drew Barrymore e Charlton Heston.

10) Invasão de Privacidade – US$40 milhões

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Outro filme da Paramount que também custou US$40 milhões e ocupa a décima posição. No ano anterior, Sharon Stone havia explodido graças ao sucesso ‘Instinto Selvagem’, que, com US$49 milhões de orçamento, arrecadou US$352 milhões mundiais, fazendo o nome da atriz se tornar um dos mais quentes de Hollywood. Assim, todo grande estúdio queria fazer negócio com ela, e quem ganhou essa corrida foi a Paramount, que a escalou logo no ano seguinte para estrelar ‘Invasão de Privacidade’ – que igualmente apostava na fórmula do thriller erótico, misturando violência, sexo e suspense. Desta forma, para ter Stone, o estúdio precisou desembolsar um dos maiores orçamentos de 30 anos atrás, com US$40 milhões para fazer o filme.

10) A Casa dos Espíritos – US$40 milhões

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Esse talvez seja o filme mais desconhecido da lista, mas que na época deu o que falar. De fato, essa produção “independente” (ou seja, sem um grande estúdio por trás) não resistiu ao teste do tempo, se tornando um filme que ao longo destas três décadas foi se apagando. No entanto, está disponível em streamings como a HBO Max e Star+ para quem quiser conferir. Ao contrário do que o título pode indicar, esse não é um filme de terror, mas sim um drama épico baseado no livro (badalado na época) de Isabel Allende, sobre as gerações de uma família de fazendeiros na América do Sul. O motivo do grande orçamento? Que tal um elenco de nomes como Meryl Streep, Glenn Close, Winona Ryder, Jeremy Irons e Antonio Banderas.

10) Na Linha de Fogo – US$40 milhões

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Um dos maiores nomes do cinema, Clint Eastwood estava no topo do mundo há 30 anos. Isso porque seu ‘Os Imperdoáveis’ havia sido o maior sucesso daquele Oscar, levando, por exemplo, o prêmio máximo do cinema. É claro que no ano seguinte, o ator não poderia deixar por menos, e a Columbia precisou desembolsar US$40 milhões para o thriller sobre a caçada a um psicopata que deseja matar o presidente americano. O curioso é que por anos, ‘Na Linha de Fogo’ havia sido o último filme que Clint protagonizou e não dirigiu. Isso foi mudado em 2012, com ‘Curvas da Vida

09) A Firma – US$42 milhões

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Agora sim, finalmente passamos para a nona posição dos filmes mais caros de 30 anos atrás. Quem aparece na lista é o menino de ouro da Paramount, Tom Cruise. O ator ainda era lembrado por sucessos como ‘Top Gun’, ‘Rain Man’ e ‘Dias de Trovão’, mas aqui decidia por um papel mais sério e maduro. Aliás, o ator havia acabado de sair de um dos grandes sucessos de sua carreira, ‘Questão de Honra’, também no papel de um advogado. Aqui, porém, trabalhava num thriller que é adaptação do romancista John Grisham, sobre uma firma de advocacia nebulosa. E claro, o estúdio precisou desembolsar US$42 milhões para o longa.

08) O Fugitivo – US$44 milhões

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Já tivemos três filmes da Paramount na lista, um dos estúdios que mais gastou dinheiro para produzir seus longas há 30 anos. Mas agora chega outro major, a Warner. Aqui, a casa dos heróis da DC apostava no reboot no cinema de uma série clássica da década de 1960, sobre um médico injustamente condenado pela morte de sua esposa, que foge da polícia para provar sua inocência. É claro que estamos falando de ‘O Fugitivo’, cuja versão para as telonas recebida doses cavalares de adrenalina e ação grandiosa, além de ter o maior astro da época protagonizando: Harrison Ford. Para tanto, o estúdio precisou desembolsar US$44 milhões e deu certo, porque além do sucesso, o longa foi indicado ao Oscar. Você Lembrava?

07) O Dossiê Pelicano – US$45 milhões

45.000.000

Depois de ‘Uma Linda Mulher’, Julia Roberts se tornava a maior estrela de Hollywood. No ano seguinte, Roberts estrelou em três produções muito badaladas: a aventura ‘Hook’, o romance ‘Tudo por Amor’ e o suspense de gelar a espinha ‘Dormindo com o Inimigo’. Assim, como um dos nomes mais quentes da indústria, uma produção contendo Julia Roberts precisava ter um orçamento elevado. E a Warner precisou desembolsar US$45 milhões para levar às telas ainda uma outra adaptação de John Grisham, ‘O Dossiê Pelicano’. Ah sim, quem co-estrelava era Denzel Washington, que também vinha se tornando um astro com obras como ‘Tempo de Glória’, ‘Malcolm X’ e ‘Filadélfia’.

06) A Família Addams 2 – US$47 milhões

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Agora estamos chegando perto dos US$50 milhões de orçamento. E adivinhe só, outra produção da Paramount, o estúdio que mais gastou dinheiro para produzir suas superproduções há 30 anos. Esse é o quarto filme do estúdio na lista e o mais caro para ser feito. Aqui temos uma superprodução com SP maiúsculos. É claro que sentimos isso em tela, com as novas desventuras da família macabra mais querida da cultura pop. Nascidos nas tirinhas do cartunista Charles Addams, a ‘Família Addams’ também se tornava uma série de TV clássica na década de 1960. A Paramount viu o potencial e decidiu transformar o conceito em espetáculo, com um blockbuster de 1991, um dos maiores sucessos daquele ano, custando US$30 milhões e recuperando US$191 milhões mundiais. Para a sequência tudo precisava ser ainda maior e o orçamento foi de US$47 milhões, num filme que muitos fãs inclusive preferem. Infelizmente, o saudoso Raul Julia viria a falecer no ano seguinte, em 1994, impossibilitando um ‘A Família Addams 3’. Já pensou no que poderíamos ter tido. Triste.

05) Super Mario Bros. – US$48 milhões

48.000.000

Chegamos na metade exata da lista, no top 5 dos mais caros de 30 anos atrás. E agora temos a única produção da Disney na lista. É até irônico pensar que há três décadas a Disney, que hoje faz alguns dos filmes mais caros do cinema, só teve uma produção mais custosa no top 10. E esta se tornou um fracasso retumbante. É claro que falamos da primeira adaptação de um videogame da história da sétima arte, a versão em live-action de ‘Super Mario Bros’, com Bob Hoskins e Dennis Hopper. Com produção da Hollywood Pictures, uma subsidiária de filmes mais adultos da Disney, essa foi uma versão mais sombria do game colorido, que custou US$48 milhões e rendeu menos da metade. Hoje, a Universal fez direito, com uma animação que se tornou o filme de maior bilheteria em 2023.

04) O Demolidor – US$57 milhões

57.000.000

E se a Paramount foi o estúdio que mais gastou dinheiro para produzir suas grandes obras cinematográficas há 30 anos, a Warner não fica muito atrás e chega na sua cola com três filmes na lista. Depois de ‘O Fugitivo’ e ‘O Dossiê Pelicano’, agora temos o filme mais caro do estúdio dos heróis da DC com este ‘O Demolidor’. É claro que quando falamos de grandes orçamentos para produções nos anos 90, os nomes de dois astros precisavam sempre estar envolvidos: Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. É o primeiro que aparece na lista agora, com o divertidíssimo e subestimado blockbuster satírico de um futuro politicamente correto. A ficção científica capricha na ação e nos cenários que criam esse admirável mundo novo. E em tela presenciamos um duelo de titãs, com a batalha entre Stallone e Wesley Snipes. ‘O Demolidor’ custou US$57 milhões.

03) Jurassic Park – US$63 milhões

63.000.000

Nem sempre o filme mais rentável de um determinado ano é também o filme mais caro. E para o estúdio que produziu, é ainda melhor que não seja. Esse foi o caso com o fenômeno ‘Jurassic Park’, o grande campeão de bilheteria de 30 anos atrás, que entrou para a história do cinema como um dos longas mais bem sucedidos de todos os tempos, arrecadando ao longo de sua trajetória (incluindo relançamentos) mais de US$1 bilhão. Por seus efeitos incríveis e revolucionários, qualquer um responderia que os dinos de Spielberg foi a produção mais cara daquele ano. E sim, o filme da Universal Pictures foi caro, o terceiro mais caro de seu respectivo ano, com US$63 milhões, mas o ano ainda veria dois longas com orçamento maior.

02) Risco Total – US$70 milhões

70.000.000

Se existiam figuras tão grandes quanto dinossauros em Hollywood há 30 anos, essas figuras atendiam pelos nomes difíceis de Sylvester Stallone e Arnold Schwarzenegger. A dupla de “rivais” era os reis do cinema entretenimento da época e seus filmes eram algumas das produções mais caras do período. Assim, Steven Spielberg pode até ter investido pesado para criar os dinossauros mais reais que o cinema já viu, no entanto, não foi páreo para o valor gasto com o filme de escaladores nas montanhas geladas que Sly tirava do papel. ‘Risco Total’ é uma aventura à moda antiga, de tirar o fôlego, com grandes cenas de ação e suspense para dar e vender. A extinta Carolco desembolsou US$70 milhões para o filme, que teve distribuição da Columbia / Tristar. Hoje, fala-se em uma sequência para o filme.

01) O Último Grande Herói – US$85 milhões

85.000.000

E sim, já que falamos nos grandalhões que eram maiores que dinossauros, temos a contraparte de Stallone chegando à lista agora. Arnold Schwarzenegger recebeu muita negatividade dos estúdios e produtores quando lançou sua carreira de ator. Todos diziam que ele era muito musculoso e que seu sotaque atrapalharia. O austríaco se esforçou e fez justamente destas características seu diferencial e atrativo, se tornando um dos verdadeiros ícones de Hollywood nas décadas de 1980 e 1990. Aqui, Arnold atingia seu ápice, após o sucesso estrondoso de ‘O Exterminador do Futuro 2’, ainda hoje provavelmente seu filme mais querido. Foi este filme que fez o grandalhão atingir um novo patamar, o fazendo poder exigir um orçamento gigantesco de US$85 milhões da Columbia Pictures para ‘O Último Grande Herói’. O filme com fortes tintas cômicas e metalinguísticas não foi o sucesso esperado, mas logo ressurgiu como item cult.

Streaming Bilionário! Conheça os 10 Filmes MAIS CAROS da História da Netflix…

A batalha pelas maiores bilheterias do ano que sempre tomou conta de Hollywood, fez grandes estúdios enriquecerem absurdamente, transformou atores em estrelas e filmes em lendas. Essa batalha foi completamente reformulada nos últimos anos. Na época das vídeo locadoras, era comum um filme ganhar segunda chance e receber status de cult. Hoje, na era dos streamings o que conta é a audiência que determinada produção alcança junto ao público – de certa forma similar ao que temos nos canais de televisão. A pandemia colocou um ponto final na discussão da relevância das produções feitas especificamente para as plataformas online. Alguns dos produtos mais falados e badalados de cada ano, sejam filmes ou séries, são produções feitas para serem assistidas em casa. E cada grande estúdio corre atrás de sua própria plataforma de streaming para entrar nessa briga por uma fatia do mercado.

E se as plataformas de streaming assumiram este lugar de grandes estúdios de cinema, é claro que a produção de seu conteúdo original escalaria até se tornar equivalente dos maiores produtores de Hollywood. Assim, em plataformas como a Netflix e a Amazon Prime Video podemos encontrar produções chegando a marca de US$200 milhões de orçamento. Por exemplo, a série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder entrou para a história como o seriado mais caro de todos os tempos. Aqui, nesta nova matéria não iremos falar da Amazon, no entanto, e sim de sua rival Netflix – ainda a produtora de conteúdo em streaming número 1 do mundo, com mais assinantes. O que trazemos aqui são os 10 filmes mais caros da história da Netflix até hoje. Confira abaixo.

10 | Army of the Dead (2021)

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O diretor Zack Snyder tem em seu currículo grandes blockbusters badalados, que fizeram dele rapidamente um dos nomes mais quentes de Hollywood. Produções como 300 (2007), Watchmen – O Filme (2009) e O Homem de Aço (2013). Porém, foi quando assumiu alguns dos filmes mais importantes da DC, que iriam definir o destino do estúdio junto ao público, que a carreira do cineasta começou a sair dos trilhos – com os resultados de Batman vs. Superman (em especial) e Liga da Justiça. Por outro lado, os fãs de tal universo abraçaram Snyder com força, se recusando a aceitar que tais filmes não são, digamos, muito bons, e até criaram um movimento que deu muito certo, para que o diretor entregasse sua visão definitiva de Liga da Justiça. No mesmo ano em que realizava algo se precedentes, Snyder entregava também esse blockbuster de ação e zumbis, sobre um time altamente treinado e armado, invadindo uma Las Vegas inteiramente dominada por mortos-vivos. Estrelado por Dave Bautista, o filme custou para a Netflix US$90 milhões.

09 | O Céu da Meia-Noite (2020)

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Ainda mais caro que Army of the Dead, chega à lista agora esta produção de 2020, dirigida, estrelada e produzida pelo astro George Clooney. Baseado no livro de Lily Brooks-Dalton, o filme passado no futuro de uma realidade pós-apocalíptica conta sobre um cientista isolado no Ártico (Clooney), que precisa impedir que uma missão espacial retorne para a Terra após uma catástrofe global. O tema central aqui é a ameaça ecológica que o homem cria para o planeta ao destruir cada vez mais a natureza em nome da ambição financeira. Um assunto muito debatido e cada vez mais urgente. Com US$100 milhões de orçamento, esse longa de ficção científica e drama não se tornou tão popular quanto o item acima.

08 | Bright (2017)

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Parece que a Netflix está sempre dando nova chance a algum cineasta caído em “desgraça” junto aos críticos e de certa forma com o público também. Além de dar US$90 milhões para Zack Snyder realizar seu filme de ação com zumbis, o estúdio também apostou em David Ayer, que então acabara de sair de maus lençóis com o lançamento do primeiro Esquadrão Suicida (2016), lhe entregando o blockbuster Bright para comandar logo no ano seguinte. Com Will Smith estrelando, e orçamento de US$106 milhões, a história mistura thriller policial com fantasia, e apresenta um mundo onde criaturas mitológicas como ogros e fadas vivem entre nós e fazem parte de nossa realidade.

07 | A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (2021)

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Esta aqui não é uma produção própria da Netflix, mas sim uma obra do departamento de animação da Sony e que foi distribuída no mundo todo através da Netflix. Sendo assim, podemos dizer que é parte de uma parceria – se tornando a animação mais popular do acervo da plataforma de streaming. O longa dos produtores Christopher Miller e Phil Lord chegou até mesmo a ser indicado ao Oscar na categoria animação, isso que é moral. Com um orçamento de US$110 milhões, a história mostra uma família numa viagem de carro pelo país com o propósito de levar sua filha mais velha para a faculdade. Durante o trajeto, ocorre uma revolução, onde máquina ganham consciência devido à inteligência artificial e se voltam contra os humanos. A família Mitchell precisará salvar não apenas eles mesmos, mas também o mundo.

06 | Operação Fronteira (2019)

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Produção problemática, originalmente o filme seria dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow e falaria sobre o combate ao tráfico de drogas por agentes americanos nas fronteiras com o país, algo semelhante ao clima de Sicario – Terra de Ninguém. Percalços de bastidores fizeram a primeira diretora mulher vencedora do Oscar se afastar da direção, pulando para a cadeira de produtora da obra. Assim, Operação Fronteira ganharia novos contornos, que o aproximariam agora de um thriller de entretenimento, com uma pegada menos séria sobre o tema. O elenco é recheado, e conta com nomes como Ben Affleck, Oscar Isaac, Pedro Pascal, Charlie Hunnam e Garrett Hedlund. A produção contou com orçamento de US$115 milhões.

05 | Legítimo Rei (2018)

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Agora chegamos ao top 5 dos filmes mais caros da história da Netflix. Aqui temos o único épico medieval da lista, com uma dramatização histórica da rebelião liderada pelo líder escocês Robert the Bruce, numa verdadeira luta de Davi vs Golias travada contra o Império Britânico. Parte desta história havia sido retratado no vencedor do Oscar Coração Valente (1995), onde a figura histórica coadjuva na narrativa de William Wallace (Mel Gibson). Quem protagoniza esta produção na pele de Robert é Chris Pine. A produção teve orçamento de US$120 milhões.

04 | Esquadrão 6 (2019)

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Quem aparece agora na lista em sua primeira e única (até o momento) parceria com a Netflix é o “rei da destruição” Michael Bay. Poucos cineastas na atualidade entregam filmes maiores onde tudo é explodido e voa pelos ares do que Bay. Tudo bem que os filmes da franquia Transformers mancharam um pouco a reputação do diretor (apesar de terem também enchido seus bolsos de dinheiro), mas é preciso lembrar que antes disso o cineasta era conhecido como um dos grandes nomes da ação, tendo entregue sucessos como Os Bad Boys, A Rocha e Armageddon. Para fazer filmes assim não é barato, então a empresa precisou desembolsar US$150 milhões de orçamento para que Bay contasse a história de um grupo de agentes secretos que são os melhores no que fazem, utilizando de muitos recursos financeiros para agirem por baixo dos panos e combaterem o mal de forma anônima. Quem comanda o espetáculo na frente das câmeras é o “menino de ouro” da Netflix, Ryan Reynolds.

03 | O Irlandês (2019)

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Subindo ao pódio dos filmes mais caros de todos os tempos na Netflix, com a medalha de bronze, em terceiro lugar está uma produção de ninguém menos que Martin Scorsese; está bom para você? Quando anunciou a parceria com este verdadeiro mestre da sétima arte, a Netflix poderia ter fechado as portas no dia seguinte, pois já havia “zerado a vida”. Nada que a empresa fizer daqui para frente será tão grande quando bancar um filme para esta verdadeira lenda da sétima arte. A não ser que surja uma nova parceria com Scorsese. Ou quem sabe um projeto com Steven Spielberg. Aqui, finalmente o diretor de Taxi Driver conseguia tirar do papel um projeto dos sonhos que vinha desenvolvendo há muitos anos. Na trama de O Irlandês, baseado num livro, Scorsese se atreve a desvendar o sumiço do líder sindicalista Jimmy Hoffa, e de quebra juntar num filme os “bons companheiros” Robert De Niro, Joe Pesci e Al Pacino. É claro que algo assim não sairia barato, e custou US$160 milhões para a empresa – que ainda ganhou prestígio saindo da experiência com 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme.

02 | Agente Oculto (2022)

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Agora na lista temos um empate técnico. As duas primeiras posições são na verdade uma única primeira posição, empatadas lado a lado. Começamos com a mais recente, que estreou este ano e apresentou uma ambiciosa investida dos irmãos Joe e Anthony Russo, conhecidos pelo comando de dois dos maiores filmes já feitos na Toda-Poderosa Marvel: Vingadores – Guerra Infinita e Vingadores Ultimato. Com tamanho prestígio os Russo não pediriam barato, e a Netflix precisou disponibilizar quase o mesmo valor que os diretores utilizaram lá na Disney/Marvel, a quantia astronômica de US$200 milhões – que não fica devendo nada para as maiores produções de Hollywood. Com esse dinheiro, os cineastas puderam escalar Ryan Gosling como o protagonista, que geralmente não trabalha neste tipo de filme, e o junta-lo com Chris Evans, o Capitão América em pessoa – aqui vivendo o vilão – para um embate verdadeiramente épico. De quebra ainda escalaram a cubana Ana de Armas para equilibrar as coisas.

01 | Alerta Vermelho (2021)

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Como dito, este item e o de cima estão empatados com o mesmo valor, como os filmes mais caros da história da Netflix – resta saber se algum dia esse valor será superado. Quando o ano de 2021 viu o lançamento de Army of the Dead, de Zack Snyder, os cinéfilos e especialistas estavam preparados para dizer que o filme seria o maior de seu respectivo ano. Mas eis que no fim de 2021 surgiu um projeto ainda maior. O curioso é que aqui não tínhamos nada de Zack Snyder ou sequer os irmãos Russo. O valor de US$200 milhões foi empregado na obra simplesmente devido a um nome: Dwayne Johnson – provavelmente o maior astro de ação em Hollywood na atualidade. Projeto dos sonhos do ex-lutador, que conta com a assinatura de sua produtora, Johnson bolou um sofisticado thriller de espionagem e roubo, com uma moldura de filme de ação (o que conhece muito bem). Através de sua influência ainda escalou Ryan Reynolds para viver um criminoso e seu oponente. Eventualmente os dois precisam se unir para enfrentar um oponente ainda mais formidável: a maior ladra de artes do planeta, vivida pela “Mulher-Maravilha” Gal Gadot. A sequência já está em desenvolvimento.

Indiana Jones e A Relíquia do Destino

(Indiana Jones 5 – The Dial of Destiny)

Elenco:

Harrison Ford · Indiana Jones
Phoebe Waller-Bridge · Helena
Antonio Banderas · Renaldo
Karen Allen · Marion
John Rhys-Davies

Direção: Steven Spielberg

Gênero: Ação

Duração: 154 min.

Distribuidora: Walt Disney Pictures

Orçamento: US$ 120 milhões

Estreia: 29 de Junho de 2023

Sinopse:

Em 1969, o arqueólogo e aventureiro americano Indiana Jones vive no cenário da Corrida Espacial. Jones está preocupado com o fato de o governo dos Estados Unidos ter recrutado ex-nazistas para ajudar a vencer a União Soviética na competição para chegar ao espaço. Sua afilhada, Helena, o acompanha em sua jornada. Enquanto isso, Jürgen Voller, um membro da NASA e ex-nazista envolvido com o programa de pouso na lua, deseja tornar o mundo um lugar melhor como ele achar melhor.

Crítica:

Crítica | Indiana Jones e a Relíquia do Destino TRIPLICA a ação e honra o legado de Harrison Ford…

Crítica em Vídeo:

Curiosidades:

» A Lucasfilm confirmou que Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’) se juntou ao elenco de ‘Indiana Jones 5‘ em um papel não revelado.
Além dela, foi confirmado que John Williams vai retornar para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

» O filme será dirigido por James Mangold (‘Logan’).

» Lembrando que foi Spielberg quem decidiu passar o manto para um cineasta mais jovem, a fim de trazer uma perspectiva renovada ao personagem.

» Em evento do SAG, Harrison Ford foi questionado sobre a possibilidade de vermos Chris Pratt herdando o manto do icônico personagem Indiana Jones, protagonista da franquia homônima. Com bom-humor, respondeu: “Acho que ou sou eu ou ele.”.

»  Mais do que uma piada, isso pode ser um indicativo forte que Chris Pratt estará envolvido de algum modo na produção do quinto filme da saga.

Trailer:

Cartazes:

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Fotos:

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Ruby Marinho: Monstro Adolescente

(Ruby Gillman: Teenage Kraken)

 

Elenco:

Lana Condor
Jane Fonda
Toni Collette
Annie Murphy

 

Direção: Kirk DeMicco, Faryn Pearl

Gênero: Animação

Duração: 90 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 70 milhões

Estreia: 29 de Junho de 2023

Sinopse: 

A doce e desajeitada Ruby Marinho, de 16 anos está desesperada para se encaixar na Oceanside High, mas na maioria das vezes ela se sente invisível. Ela está impedida de sair para a praia porque sua supermãe superprotetora a proíbe de entrar na água. Mas quando ela quebra a regra, Ruby descobre que ela é descendente direta das rainhas guerreiras Kraken e está destinada a herdar o trono de sua avó comandante, a Rainha Guerreira dos Sete Mares. O Kraken jurou proteger os oceanos do mundo contra as sereias vaidosas e famintas por poder que lutam com o Kraken há eras. Há um grande e imediato problema com isso: a nova garota bonita e popular da escola, Chelsea por acaso é uma sereia. Em última análise, Ruby precisará abraçar quem ela é e se esforçar para proteger aqueles que ela mais ama.

Crítica | ‘Ruby Marinho’ é uma animação óbvia demais em todos os aspectos (Nota: 3.0)

Entrevistas:

Curiosidades: 

» Do mesmo diretor de ‘Os Croods‘ (2013);

» Além de dirigir, Kirk DeMicco também assina o roteiro ao lado de Pam Brady;

Trailer:

Cartazes: 

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Fotos: 

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Os 10 Filmes Originais MAIS ASSISTIDOS de Todos os Tempos na História da Netflix

Criada em 1997, a Netflix se transformou em uma plataforma de streaming no início dos anos 2010, aproveitando um conceito e transformando-o em um negócio legalizado. Com o advento de serviços de internet de banda larga, muitos viram surgir a oportunidade do mercado negro de filmes – subir e baixar as produções cinematográficas mais recentes e procuradas sem qualquer custo. Bem, isso custava muito para os estúdios e quem de fato realiza tais filmes – digamos, nada para o consumidor. Essa ainda era a época das mídias digitais, mas as vídeo locadoras já vinham sofrendo o baque da “competição” dos downloads ilegais – aqui no Brasil um dos maiores exemplos disso foi o primeiro Tropa de Elite (2008).

Assim, a empresa norte-americana que também encarava a muita próxima extinção das vídeo locadoras, precisou se reconfigurar e trazer legalidade ao conceito dos “filmes baixados”. Por uma módica quantia (hoje, cada vez menos módica), um verdadeiro acervo de filmoteca seria disponibilizado na plataforma. E como sempre foi de pensar rápido, a Netflix percebeu também que precisava produzir seus próprios programas. Assim, em 2013 já eram lançadas séries como House of Cards, Orange is the New Black e Hemlock Grove. Dois anos depois, a empresa entrava no mercado dos filmes, e de uma forma impactante, com o subestimado e “prejudicado” Beasts of No Nation. De Lá para cá, vimos a história sendo feita diante de nossos olhos.

A Netflix segue como líder do mercado de streaming, onde hoje todos os maiores estúdios resolveram vir brincar. A empresa registrou em outubro de 2021, o número de 214 milhões de assinantes. Pensando nisso, resolvemos trazer para você esta nova matéria com o top 10 dos maiores sucessos originais da Netflix de todos os tempos. Esses são os filmes mais assistidos da plataforma – comentados para você. Confira.

10) The Old Guard (2020)

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Em décima posição, marcando um total de 186 milhões de horas assistidas nos primeiras 28 dias depois de sua estreia, está esta superprodução lançada em 2020. Protagonizada pela musa Charlize Theron (e também produzida por ela), a obra é a adaptação para as telas dos quadrinhos criados por Greg Rucka (que também assina o roteiro). A história mostra um grupo de imortais – no melhor estilo Highlander – trabalhando como mercenários a fim tornar o mundo um lugar melhor. Certamente um dos fatores que atraíram Theron foi a direção da cineasta Gina Prince-Bythewood, uma mulher no comando de um produto destes – já que Theron é uma ativista do empoderamento feminino em Hollywood. Deu tão certo que a continuação já está saindo do papel, novamente com Theron à frente do projeto.

09) Army of the Dead: Invasão em Las Vegas (2021)

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O ano de 2021 foi bom para o diretor Zack Snyder. Após ter passado por momentos difíceis em sua vida, tanto profissional, quanto pessoal, o cineasta deu a volta por cima e este ano não apenas conseguiu lançar sua tão aguardada versão para Liga da Justiça, recebendo elogios de todos e mais um pouco – tornando-se herói para deixar o papel de vilão para Joss Whedon -, como também fechou uma parceria mais que proveitosa com a Netflix. Army of the Dead, seu mais recente trabalho, é uma mistura de Madrugada dos Mortos (2004) com os blockbusters de super-heróis que costuma fazer, ou seja um filme de zumbis hiperbólicos. O sucesso foi grande, Army of the Dead gerou um derivado e ano que vem chegará na forma de uma série em animação. O filme obteve 187 milhões de horas assistidas nos primeiros 28 dias após seu lançamento.

08) Enola Holmes (2020)

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É claro que a Netflix atrai todo tipo de talento hoje com sua política de interferência mínima na criação de artistas autorais, desde estrelas como a musa Charlize Theron, ícones pop como Zack Snyder e até mesmo realizadores, digamos, mais maduros, como veremos mais a seguir na lista. Porém, uma coisa que a empresa começar a fazer bem igualmente é criar suas próprias estrelas pratas da casa. Foi o caso com a menina Millie Bobby Brown, alçada ao posto de novo fenômeno juvenil de Hollywood, graças à sua revelação da série Stranger Things – uma das propriedades mais preciosas da casa. Provando emplacar muito bem com os fãs da plataforma, Millie marcou outro golaço com este Enola Holmes, filme sobre a irmãzinha de Sherlock Holmes. E sim, Henry Cavill ficou em segundo plano. Foram 190 milhões de horas assistidas nos primeiros 28 dias após a estreia.

07) Troco em Dobro (2020)

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Aqui temos uma parceria de sucesso que a Netflix, sem perder tempo, resolveu trazer para seus domínios. O diretor Peter Berg, especializado em filmes de ação, entregou ao lado do astro Mark Wahlberg três filmes de muito sucesso, todos baseados em histórias reais e recentes dos EUA. A primeira colaboração ocorreu com O Grande Herói (2013), sobre soldados atrás linhas inimigas. Depois vieram Horizonte Profundo (2016), sobre um dos maiores desastres em uma plataforma de petróleo, e O Dia do Atentado (2016), sobre ataques terroristas nas olimpíadas de Boston. O quarto filme da dupla, 22 Milhas (2018), foi a primeira história de ação não baseada em um acontecimento real. Em 2020, em talvez seu passo mais ambicioso, Berg escala Wahlberg para a adaptação de um livro, e por consequência de um seriado cult dos anos 80, sobre as investigações de um ex-policial. O filme rendeu 197 milhões de horas assistidas em seus primeiros 28 dias após a estreia.

06) Esquadrão 6 (2019)

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Em sexta posição, temos o filme mais “antigo” da lista, datando de dois anos atrás. Como podemos notar, os maiores sucessos da casa ocorreram desde o ano passado para cá. Aqui temos outro cineasta estrela, que conquista jovens espectadores a cada novo projeto em grande escala. Aqui falamos de Michael Bay, o “pai” dos Transformers no cinema. Se tem uma coisa que o cineasta conhece bem é ação desenfreada, o que inclui explosões para todos os lados e cenas verdadeiramente eletrizantes. Quem encabeça o elenco é Ryan Reynolds – que escala seus roteiristas de Deadpool para afinar a história com Bay no comando. A trama segue um grupo de seis superespiões renegados, agindo em missões na surdina. O filme somou 205 milhões de horas assistidas em seus primeiros 28 dias após o lançamento.

05) A Barraca do Beijo 2 (2020)

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Aqui temos um caso curioso com esta comédia romântica adolescente – que é um segmento onde a Netflix vem apostando bastante, e acertando em muitos casos. Filmes como Para todos os Garotos que Já Amei, O Encontro Perfeito e Sierra Burgess é uma Loser emplacaram no gosto do espectador adolescente da plataforma. Mas nenhum deles fez tanto sucesso quanto A Barraca do Beijo (2018), sobre uma adolescente tímida, que irá de uma vez por todas atrás de seu crush. O longa chamou tanta atenção que a sequência lançada dois anos depois se tornou o quinto filme mais assistido na plataforma – num total de 209 milhões de horas em seus 28 dias após o lançamento. Se isso não é hype juvenil, não sei o que é. No entanto, muitos podem ter acreditado que essa história não necessitava de mais um filme, tanto que o terceiro Barraca do Beijo, lançado este ano, não emplacou tão forte junto ao seu público-alvo quanto o segundo. Os três são protagonizados pela jovem talentosa Joey King.

04) O Irlandês (2019)

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Outro filme “antigo” para os padrões dos maiores sucessos da plataforma, datando de dois anos atrás. E quem disse que não teríamos filmes sérios e adultos na lista. “Muito longo, chato, arrastado e repleto de tiozinhos protagonizando”, esse é o pensamento de grande parte da geração “Marvel” para esta verdadeira obra-prima do cineasta Martin Scorsese, considerado por muitos o maior diretor ainda em atividade – e o inimigo número 1 da Marvel Studios para aqueles que nasceram depois da criação da internet. Baseado num livro, Scorsese, Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci e os realizadores do filme descortinam o destino do sindicalista Jimmy Hoffa e do homem que clama tê-lo matado. O resultado? Além das 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, a quarta posição dos mais poderosos da casa com 215 milhões de horas assistidas após os primeiros 28 dias de exibição.

03) Resgate (2020)

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Como se já não bastasse o sucesso cada vez mais crescente, a Netflix prosperou ainda mais durante a pandemia do coronavírus. Numa época em que ninguém podia sair de casa, a empresa viu algumas de suas produções de 2020 emplacaram entre os maiores sucessos de todos os tempos. Um deles foi este thriller de ação protagonizado pelo Thor em pessoa, Chris Hemsworth. Um dos maiores astros da Hollywood atual, o jovem ator loiro funciona muito bem neste tipo de filme, e aqui encontrou mais uma franquia em potencial para chamar de sua. Tanto é que o filme já tem sua continuação confirmada, e está sendo filmada para a estreia no ano que vem. Resgate marcou 231 milhões de horas assistidas em seus primeiros 28 dias após a estreia.

02) Bird Box (2018)

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Se alguns filmes da lista foram lançados há dois anos, o que dirá desta que então era o maior sucesso da casa – tendo sido lançado há três anos (o mesmo o século passado, para a geração hiperativa e com déficit de atenção). Sim, muitos podem achar que Bird Box estreou há muito tempo atrás, mas de fato se passaram apenas três anos que Sandra Bullock enfrentou eventos sobrenaturais muito assustadores, que não a permitiam enxergar, caso não quisesse morrer. A história é baseada num livro, mas como o filme foi lançado no mesmo ano de Um Lugar Silencioso, ficou impossível não notar muitas semelhanças em sua narrativa, trocando apenas a privação do som pela visão. Uma estrela do porte de Bullock merece ter sido por três anos a líder de audiência da Netflix com 282 milhões de horas assistidas depois de 28 dias de sua estreia. A parceria de Bullock com a Netflix foi tão proveitosa que a atriz já tratou de repeti-la com o drama Imperdoável – cuja estreia ocorre ainda esse ano.

01) Alerta Vermelho (2021)

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Sim, Bird Box era o filme mais assistido da Netflix de todos os tempos. Era. Isso porque em seu caminho surgiu um verdadeiro blockbuster, que é também o filme mais caro já bancado pela empresa – com orçamento estimado na casa dos US$250 milhões. Trata-se deste Alerta Vermelho, arrasa-quarteirão de ação que une pela primeira vez em tela o trio formado por Gal Gadot (Mulher-Maravilha), Ryan Reynolds (Deadpool) e Dwayne ‘The Rock’ Johnson. Na trama, Gadot vive a ladra mais famosa e procurada do mundo, fazendo um agente especial (Johnson) ter como missão sua captura. Para o serviço ele alista a ajuda do segundo maior ladrão do planeta, papel de Reynolds. O longa recentemente passou a marca de Bird Box, atingindo 290 milhões de horas assistidas desde sua estreia em apenas 19 dias. O fato pode fazer dele o primeiro a chegar à marca de 400 milhões de horas em breve.

A Sindicalista

(La Syndicaliste)

 

Elenco:

Isabelle Huppert
Grégory Gadebois
François-Xavier Demaison

 

Direção: Jean-Paul Salomé

Gênero: Suspense

Duração: 121 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 29 de Junho de 2023

Sinopse: 

A história real de Maureen Kearney, uma representante sindical que denunciou acordos secretos e abalou a indústria nuclear francesa. Quando ela é violentamente agredida em casa, a investigação a transforma de vítima em suspeita.

Curiosidades: 

» Além de dirigir, Jean-Paul Salomé também assina o roteiro ao lado de Fadette Drouard e Caroline Michel-Aguirre;

Trailer:

Cartazes: 

a sindicalista

Fotos: 

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‘Meu Adorável Fantasma’ | Os 40 Anos do Remake Hollywoodiano de ‘Dona Flor e Seus Dois Maridos’

Dona Flor e Seus Dois Maridos é indiscutivelmente um dos maiores clássicos do cinema brasileiro e um de seus maiores sucessos. Lançado em 1976, o longa é a adaptação para as telonas do livro do icônico romancista baiano Jorge Amado, publicado dez anos antes, em 1966. Mas você sabia que essa verdadeira joia de nossa cultura já foi exportada para a gringa? Pois é, Dona Flor e Seus Dois Maridos foi refilmado lá em Hollywood com o título Meu Adorável Fantasma (Kiss Me Goodbye), com um grande estúdio por trás e verdadeiros astros no elenco. Esse remake completa 40 anos de lançamento em 2022, e aqui iremos descortinar um pouco esta curiosa e obscura produção.

Como dito, Dona Flor e Seus Dois Maridos é um dos filmes mais famosos de nossa filmografia – ainda muito referenciado quando comentamos sobre cinema brasileiro. A obra deu origem a todo tipo de nova adaptação, desde uma minissérie em 1998, passando por um remake moderno no cinema, em 2017, e até mesmo uma peça na Broadway intitulada Saravá – três anos após o filme original. Pelo visto os americanos realmente se apaixonaram pela história de Amado.

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Dona Flor e seus Dois Maridos’ (1976) é um dos maiores sucessos do cinema brasileiro.

A trama é o que contadores de histórias chamam de “farsa”, algo fantasioso e rocambolesco. Dona Flor, uma bela morena, é uma mulher batalhadora que caiu nos encantos de Vadinho. Os dois se casam, mas o sujeito está longe de ser o marido perfeito. Farrista, mulherengo e apostador, Vadinho está sempre devendo na praça e precisando de dinheiro da mulher, que o sustenta. A única coisa que os mantém juntos é química perfeita e sexual que a fogosa Flor tem com o marido cafajeste. Quando ela tenta dar um basta na situação, Vadinho é morto pelos cobradores. Um tempo depois, Flor resolve se casar novamente, com seu novo pretendente. O Doutor Teodoro é um farmacêutico, dono de um negócio próspero, muito trabalhador, fiel e honesto. O tipo de homem perfeito. Mas Flor não sente por ele o que sentia por Vadinho. É a concretização da velha máxima da razão contra a emoção.

A mensagem por trás da história é que não controlamos nosso coração e nossos sentimentos, e muitas vezes eles nos empurram para alguém que nossa razão não compreende. Para alguém muitas vezes inadequado para o que pretendemos construir em nossas vidas. Afinal não se pode ter tudo. Depois de casada com Teodoro, a dona Flor começa a presenciar aparições de seu ex, o falecido Vadinho. O fantasma de Vadinho continua a tenta-la e a querer mostra-la que a felicidade plena, ao menos carnal e sentimental, ela só tinha com ele. Podemos interpretar até mesmo de outra forma as aparições do espírito de Vadinho: como sendo do subconsciente de Flor, que ficou tão abalada com a morte do homem que verdadeiramente amava e era apaixonada, apesar de todos os defeitos, que começou a criar em seu imaginário a figura do marido morto.

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A cena mais icônica de ‘Dona Flor’ e uma das mais emblemáticas de nosso cinema, certamente ficou de fora da versão pudica norte-americana.

O filme de 1976, a primeira adaptação para as telas da obra de Amado, apresentou internacionalmente a beleza de Sônia Braga, que viria a se tornar uma de nossas maiores estrelas. Pouco tempo depois, Braga inclusive teve um relacionamento muito noticiado com um dos reis de Hollywood, Robert Redford, na década de 1980 – época em que a carreira da atriz havia deslanchado em terras do tio Sam. Completando o trio de protagonistas, o deboche de José Wilker caiu como uma luva para o malandro Vadinho, e a seriedade da atuação de Mauro Mendonça foi certeira para o “quadrado” Teodoro.

Na minissérie de 1998, o trio Dona Flor, Vadinho e Teodoro ganhava as formas de Giulia Gam, Edson Celulari e Marco Nanini respectivamente. No remake de 2017, foi a vez de Juliana Paes, Marcelo Faria e Leandro Hassum (em um de seus poucos papeis “sérios” nas telas) darem sua versão de tais personagens impactantes culturalmente. Paes, aliás, se tornou uma especialista não apenas em levar o texto de Jorge Amado para as telas encarnando suas personagens protagonistas, como também em seguir os passos da veterana Sônia Braga. Isso porque além de ter “vestido” a nova versão de Dona Flora, Juliana Paes foi também a “apimentada” Gabriela (Cravo e Canela) numa minissérie de 2012 – livro que Amado lançou em 1958. Gabriela foi levada às telas de TV em 1975 nas formas de Sônia Braga, e depois, em 1983, ganharia os cinemas, novamente nas formas de Braga em um filme com direção do mesmo Bruno Barreto do Dona Flor original.

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O trio gringo de ‘Dona Flor’ é formado por Sally Field (no centro), James Caan (à direita) e Jeff Bridges (à esquerda) – todos indicados ou vencedores do Oscar.

O curioso foi a aceitação e a forma como este conto tipicamente com tempero brasileiro conseguiu penetrar em território gringo. Notoriamente sem o nosso “rebolado”, os americanos abraçaram essa história, em partes, erótica. Primeiro, três anos depois do lançamento do filme – que fez sucesso por lá – a história foi transformada em uma peça da Broadway intitulada Saravá. Seis anos depois do longa original foi a vez de Hollywood virar sua atenção para ele e resolver adaptá-lo em uma comédia. Com roteiro de Charlie Peters e direção de veterano renomado Robert Mulligan (O Sol é para Todos e Houve uma vez um Verão), a versão gringa de Dona Flor teve produção e lançamento da 20th Century Fox.

A principal diferença que podemos notar é a diluição maciça de qualquer erotismo no enredo. Enquanto Dona Flor possui o calor da Bahia, atrações carnais, nudez e o corpo a corpo de uma história de pecado, química e tentações; a versão norte-americana é comportada e pudica, passada nos dias frios de Nova York, onde tudo é mais formal. A obra brasileira é um beijo de língua na boca, enquanto esta refilmagem é uma tímida segurada de mãos. Sabe aquela velha história de “perdido na tradução”? Pois bem, culturalmente é bem isso o que ocorre aqui.

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A vencedora do Oscar Sally Field é Kay, a versão americana da morena Dona Flor.

A protagonista aqui é Kay, casada com o boêmio artista e coreógrafo Jolly (ou ”alegre”, na tradução). Três anos depois que o sujeito morre, ela é convencida a voltar a morar na antiga casa deles pelo atual noivo, o monótono egiptólogo Rupert. No local, é claro, Kay terá visões muito reais de seu falecido marido. O tempero diluído de Meu Adorável Fantasma em relação a seu original fez do filme apenas mais uma comédia de temática “angelical” que estava em voga em Hollywood no período – seguindo produções como O Céu Pode Esperar (1978), por exemplo.

Para o papel protagonista o diretor Robert Mulligan mirou alto e visava a vencedora do Oscar Sally Field. A atriz era um nome quentíssimo da indústria na época, saída do seriado A Noviça Voadora, Sally Field havia se estabelecido como uma das atrizes mais requisitadas no fim da década de 70 e início de 80. Ajudou ainda mais sua carreira o fato de ter ganhado o Oscar em 1980 pelo drama biográfico sobre a sindicalista empoderada Norma Rae. Assim, no início dos anos 80 todos queriam trabalhar com Field. E sem perder tempo, o cineasta Robert Mulligan ofereceu um salário de US$1 milhão para a atriz, além de prometer seu nome como o primeiro nos créditos – a fim de atrair a estrela ao projeto. E deu certo, logo Sally Field estava a bordo substituindo e criando sua versão norte-americana para a Dona Flor da morena Sônia Braga. Eventualmente Field ganharia um segundo Oscar, mas não por esse filme, e sim por Um Lugar no Coração, dois anos depois.

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“Jolly” só no nome. O veterano James Caan teria odiado as filmagens de ‘Meu Adorável Fantasma’, o remake americano de ‘Dona Flor’.

Para o segundo nome de peso no elenco, o malandro Vadinho, ou melhor, o coreógrafo com alma de artista e boêmio Jolly, foi contratado outro ator indicado ao Oscar. James Caan recebeu sua nomeação da Academia em 1973 pelo clássico absoluto O Poderoso Chefão, onde viveu o esquentado Sonny. Depois disso, Caan se tornava um astro nos anos 70 e início de 80. Ao contrário da companheira de tela, James Caan aceitou o papel por metade do valor de seu usual salário. Talvez pela chance de trabalhar com o prestigiado diretor do filme. No entanto, é reportado que o ator viria a se arrepender, e a experiência durante as filmagens do longa teria sido tão ruim que ele ficaria cinco anos sem aceitar nenhum filme até ser convocado novamente pelo colega Francis Ford Coppola para Jardins de Pedra (1987).  Segundo relatos, Caan estava tudo menos “Jolly” (Alegre) nos bastidores.

Fechando o trio principal de protagonistas, um então jovem Jeff Bridges deu vida para Rupert, o novo marido de “Dona Flor”. No mesmo ano, o ator participaria da superprodução da Disney visualmente revolucionária, Tron: Uma Odisseia Eletrônica. Seu papel aqui, no entanto, é basicamente viver um homem seguro e confiável, sem qualquer outro atrativo. Bridges a esta altura igualmente não era estranho à fama e ao prestígio. Tendo estrelado blockbusters como o remake de King Kong (1976) e entrava no projeto com duas indicações ao Oscar debaixo do braço (por A Última Sessão de Cinema e O Último Golpe).

Um dos cartazes em espanhol de ‘Meu Adorável Fantasma’, remake gringo de ‘Dona Flor e seus Dois Maridos’.

Meu Adorável Fantasma, por incrível que pareça, não se tornou um fracasso financeiro retumbante para o estúdio. Com um orçamento por volta dos US$8 milhões, o filme viu de retorno aos seus cofres algo em torno dos US$15 milhões – se pagando e rendendo algum lucro. As críticas, no entanto, não perdoaram o longa. Seu destino, como sabemos, foi o ostracismo, rapidamente varrido para debaixo do tapete onde permanece até hoje, sem que muitos cinéfilos de respeito sequer saibam de sua existência. Sim, a refilmagem gringa de Dona Flor e Seus Dois Maridos é um filme obscuro até para os escolados.

Lançado nos EUA no fim do ano, em 22 de dezembro de 1982 – bem a tempo para as festividades natalinas – o filme estreou em outros países do mundo apenas em 1983. No ranking das bilheterias Meu Adorável Fantasma não foi bem. Sem outro grande lançamento na data, o filme sequer conseguiu emplacar entre os cinco mais vistos, estreando em nona posição, enfrentando apenas produções que já estavam em cartaz – como Tootsie, O Brinquedo e 48 Horas.

Meu Adorável Fantasma é um dos claros exemplos saídos de uma época pré-globalização de filmes que funcionam bem para certos territórios e culturas e parecem se perder completamente de contexto na tradução para outras localidades. Ou seja, Meu Adorável Fantasma é qualquer coisa, menos Dona Flor e seus Dois Maridos ou Jorge Amado.

 

8 Filmes Cult Muito ADORADOS que Completam 20 Anos em 2023!

O que define um filme “cult”? Bem, cada um tem a sua definição para o termo. Na mente da maioria, um filme cult contradiz o popular. Ou seja, um blockbuster do nível dos filmes da Marvel ou de super-heróis em geral, os filmes de ‘Star Wars’, ou clássicos como ‘Indiana Jones’ e ‘De Volta para o Futuro’ são filmes extremamente populares, que todos conhecem e o grande público adora. Já os chamados filmes cult em geral são produções menores e menos badaladas, muitos vindos de fora da indústria de Hollywood, e que grande parte do público comum desconhece. Os filmes cult em geral são conhecidos e adorados nos circuitos mais cinéfilos, dos apaixonados por cinema que se aprofundam na arte.

Um filme cult pode vir a se tornar popular, no entanto, conforme mais e mais pessoas o descobrem. É o caso, por exemplo, da franquia Mad Max, na qual os dois primeiros filmes são produções menores australianas, que fizeram tanto sucesso no boca a boca que transformaram os dois filmes seguintes em superproduções. Ou seja, no fim das contas o objetivo de todo cineasta é que seu filme seja assistido e se torne conhecido por todos. Nem sempre isso ocorre, já que determinadas obras não são recomendadas para todo tipo de público.

Usando os filmes cult como tema, resolvemos relembrar com você 8 filmes que podem ser considerados cult, que se tornaram muito queridos, ganhando cada vez mais adeptos, e que estão completando 20 anos de seu lançamento em 2023. Confira e diga se já viu todos.

Oldboy

597.911

Mesmo que você nunca o tenha assistido, certamente já ouviu o título desse filme sul-coreano. Os cinéfilos e a galerinha cult adoram esse filme. E se você der uma chance, irá adorar também. As produções sul coreanas estão na moda desde o sucesso estrondoso de ‘Parasita’ e da série ‘Round 6’, no entanto, ‘Oldboy’ já havia conquistado o feito há 20 anos. Uma trama complexa e angustiante, que nos prende a cada cena tentando acompanhar suas inúmeras reviravoltas, esse thriller icônico tem direção do mestre Park-Chan Wook. Na história, um homem é capturado e mantido refém em um quarto por 15 anos. Depois de solto, ele precisa descobrir o que está por trás deste nefasto plano de vingança, enquanto busca sua própria vingança contra seus malfeitores. É de tirar o fôlego.

Encontros e Desencontros

468.040

Ainda hoje o filme quintessencial na filmografia da prestigiada Sofia Coppola e o longa que a cimentou como um dos grandes nomes do cinema mundial. Apesar de ser americana, os filmes de Sofia possuíam o requinte das obras europeias. Desde seu lançamento, ‘Lost in Translation’ (no título original) se tornou queridinho dos cinéfilos e da crítica internacional, e chegou até o Oscar. Não é um filme conhecido do grande público, mas sem dúvida possui uma verdadeira legião de fãs cada vez maior. Além disso, deu início a uma nova fase de filmes mais sérios na carreira do veterano Bill Murray, e mostrou ao mundo quem era Scarlett Johansson. Na trama, Johansson vive uma jovem acompanhando o marido em uma viagem de trabalho ao Japão. Ela fica entediada em quartos de hotel, até conhecer um ator mais velho para lhe fazer companhia. Até hoje os aficionados ficam debatendo o que Murray pode ter dito para Scarlett na cena final.

Dogville

153.343

Esse foi o filme que popularizou (um pouco mais, digamos) o dinamarquês Lars von Trier. Seus filmes são quase sempre impactantes e intragáveis para grande parte do público – em especial por temáticas fortes e impróprias, focando em violência, desgraça ou sexo. Ele tem no currículo, por exemplo, filmes como os dois ‘Ninfomaníaca’, ‘Anticristo’ e ‘A Casa que Jack Construiu’. O motivo inicial de atração de ‘Dogville’ talvez seja a presença da musa Nicole Kidman protagonizando. Outro atrativo foi o estilo de narrativa utilizado, que assemelha o longa a uma peça de teatro, sem o uso de cenários tradicionais – apenas um grande palco onde as localidades são imaginadas. ‘Dogville’ fez um tremendo sucesso “underground” na época e ainda hoje é comentado. Já sua continuação, ‘Manderlay’ (2005), não teve a mesma sorte.

Monster – Desejo Assassino

156.267

Hoje, os nomes de Charlize Theron e da diretora Patty Jenkins são conhecidos por todos, inclusive os fãs casuais de cinema. Isso porque a primeira se tornou uma das maiores estrelas de Hollywood, e a segunda é conhecida por ser a diretora dos dois filmes da ‘Mulher-Maravilha’, com Gal Gadot. Mas voltando 20 anos no passado, as coisas eram bem diferentes para ambas. Theron já era um rosto conhecido, mas ao atuar em ‘Monster’ e levar o Oscar de melhor atriz, sua carreira atingiria um novo patamar. Com Jenkins aconteceu o mesmo, mesmo sem ter sido indicada. Esse é um filme pesado, que conta a história real sobre uma das únicas serial killer mulheres dos EUA, Aileen Wuornos, uma prostituta que matava seus clientes. Ela foi presa e condenada à pena de morte. Depois do sucesso de Theron e Jenkins, todos correrem para descobrir o filme que escreveu seus nomes nas estrelas, fazendo ‘Monster’ ficar mais conhecido.

The Room

92.138

Produção B do cinema, ‘The Room’ atingiu um nível cult sem precedentes. Todos os itens acima da lista são produções de ótima qualidade, com realizadores talentosos no comando e nomes de peso no elenco. Ou seja, são ótimos filmes, só precisavam ser descobertos. ‘The Room’ é o oposto disso e ganhou fama justamente por ser ruim, tão ruim que se tornou bom. Nos EUA, o número de fãs do filme foi crescendo ao ponto de realizarem sessões especiais para reprisar o filme nos cinemas, anos depois de sua estreia ter passado totalmente em branco há 20 anos. Essa popularidade foi transformando ‘The Room’ em um dos melhores filmes ruins de todos os tempos, com o público tirando sarro das cenas e de seus diálogos. Essa atmosfera cult em torno do filme foi tão grande que gerou o longa ‘O Artista do Desastre’ (2017), que chegou até o Oscar. Escrito, dirigido e protagonizado pelo esquisitão Tommy Wiseau, o filme conta sobre um homem descobrindo a traição da namorada e do melhor amigo.

Elefante

94.435

Existem alguns diretores especializados em filmes cult. Bem, a verdade é que são realizadores que gostam de trabalhar em filmes da sua própria maneira, passando uma mensagem específica, sem grande interferência dos estúdios. Tais cineastas terminam por criar fama na chamada cena indie – dos filmes independentes. Um dos grandes nomes de tal cena é Gus Van Sant, que até já trabalhou em filmes que se tornaram populares, como ‘Gênio Indomável’ (1997). Aqui o diretor cria um de seus longas mais impactantes, que não por menos se tornou muito badalado em sua época de lançamento (ao menos no meio cult), mesmo sem grandes nomes no elenco e com um orçamento bem reduzido. Van Sant cria, um ano depois de ‘Tiros em Columbine’, um filme de ficção que se tornaria definitivo sobre a onda crescente de massacres em colégios promovidos pelos próprios estudantes americanos, terrível crime que infelizmente chegaria ao Brasil.

Mar Aberto

55.127

Chega agora um filme que pode ser considerado de terror, e inclusive causa mais medo e aflição do que muitos exemplares do gênero – por ser algo bem real e cabível de acontecer, mesmo sendo o pior cenário imaginável para qualquer um. Seguindo de perto a linha cult de ‘A Bruxa de Blair’, que havia se tornado sensação no mundo todo alguns anos antes, esse longa não obteve a mesma fama do citado, mas foi igualmente muito comentado em sua época de lançamento, e até hoje é lembrado. Com certeza você já ouviu a premissa do filme sobre o casal de mergulhadores que é esquecido no meio do mar pelo barco que os levou e fica à deriva esperando algum milagre que os salve, enquanto começam a ser cercados por tubarões. Já pensou? Um filme pequeno e independente, que conta apenas com dois atores, e sem qualquer rosto conhecido. Apesar disso, todos falavam sobre essa pequena obra cult.

Swimming Pool – À Beira da Piscina

47.263

A maioria dos filmes citados nesta lista fizeram grande sucesso aqui no Brasil também, em sua passagem pelos cinemas especializados em filmes mais fora da caixinha. Os cinemas de rua, como os do grupo Estação (aqui no Rio de Janeiro), são o reduto dos cinéfilos e onde este público vai para buscar filmes fora do circuito popular e de Hollywood. Muitos adeptos deste tipo de cinema sequer se informam sobre os filmes, é só aparecer num destes cinemas, ler a sinopse dos filmes em cartaz na hora e escolher algo que lhe pareça interessante. Esse é o chamado circuito do cinema de “arte” – no qual sempre descobrimos algo diferenciado. E com esse filme não foi diferente, ‘Swimming Pool’ foi muito comentado na época e ajudou o nome do diretor francês François Ozon a ficar mais conhecido com os cinéfilos. Hoje, o diretor coleciona muitas obras interessantes em sua filmografia. Aqui, uma escritora (Charlotte Rampling) vai passar uma temporada na casa de sua editora e conhece a misteriosa filha dela, papel de Ludivine Sagnier.