sexta-feira, julho 19, 2024

Streaming Bilionário! Conheça os 10 Filmes MAIS CAROS da História da Netflix…

A batalha pelas maiores bilheterias do ano que sempre tomou conta de Hollywood, fez grandes estúdios enriquecerem absurdamente, transformou atores em estrelas e filmes em lendas. Essa batalha foi completamente reformulada nos últimos anos. Na época das vídeo locadoras, era comum um filme ganhar segunda chance e receber status de cult. Hoje, na era dos streamings o que conta é a audiência que determinada produção alcança junto ao público – de certa forma similar ao que temos nos canais de televisão. A pandemia colocou um ponto final na discussão da relevância das produções feitas especificamente para as plataformas online. Alguns dos produtos mais falados e badalados de cada ano, sejam filmes ou séries, são produções feitas para serem assistidas em casa. E cada grande estúdio corre atrás de sua própria plataforma de streaming para entrar nessa briga por uma fatia do mercado.

E se as plataformas de streaming assumiram este lugar de grandes estúdios de cinema, é claro que a produção de seu conteúdo original escalaria até se tornar equivalente dos maiores produtores de Hollywood. Assim, em plataformas como a Netflix e a Amazon Prime Video podemos encontrar produções chegando a marca de US$200 milhões de orçamento. Por exemplo, a série O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder entrou para a história como o seriado mais caro de todos os tempos. Aqui, nesta nova matéria não iremos falar da Amazon, no entanto, e sim de sua rival Netflix – ainda a produtora de conteúdo em streaming número 1 do mundo, com mais assinantes. O que trazemos aqui são os 10 filmes mais caros da história da Netflix até hoje. Confira abaixo.

10 | Army of the Dead (2021)

O diretor Zack Snyder tem em seu currículo grandes blockbusters badalados, que fizeram dele rapidamente um dos nomes mais quentes de Hollywood. Produções como 300 (2007), Watchmen – O Filme (2009) e O Homem de Aço (2013). Porém, foi quando assumiu alguns dos filmes mais importantes da DC, que iriam definir o destino do estúdio junto ao público, que a carreira do cineasta começou a sair dos trilhos – com os resultados de Batman vs. Superman (em especial) e Liga da Justiça. Por outro lado, os fãs de tal universo abraçaram Snyder com força, se recusando a aceitar que tais filmes não são, digamos, muito bons, e até criaram um movimento que deu muito certo, para que o diretor entregasse sua visão definitiva de Liga da Justiça. No mesmo ano em que realizava algo se precedentes, Snyder entregava também esse blockbuster de ação e zumbis, sobre um time altamente treinado e armado, invadindo uma Las Vegas inteiramente dominada por mortos-vivos. Estrelado por Dave Bautista, o filme custou para a Netflix US$90 milhões.

09 | O Céu da Meia-Noite (2020)

Ainda mais caro que Army of the Dead, chega à lista agora esta produção de 2020, dirigida, estrelada e produzida pelo astro George Clooney. Baseado no livro de Lily Brooks-Dalton, o filme passado no futuro de uma realidade pós-apocalíptica conta sobre um cientista isolado no Ártico (Clooney), que precisa impedir que uma missão espacial retorne para a Terra após uma catástrofe global. O tema central aqui é a ameaça ecológica que o homem cria para o planeta ao destruir cada vez mais a natureza em nome da ambição financeira. Um assunto muito debatido e cada vez mais urgente. Com US$100 milhões de orçamento, esse longa de ficção científica e drama não se tornou tão popular quanto o item acima.

08 | Bright (2017)

Parece que a Netflix está sempre dando nova chance a algum cineasta caído em “desgraça” junto aos críticos e de certa forma com o público também. Além de dar US$90 milhões para Zack Snyder realizar seu filme de ação com zumbis, o estúdio também apostou em David Ayer, que então acabara de sair de maus lençóis com o lançamento do primeiro Esquadrão Suicida (2016), lhe entregando o blockbuster Bright para comandar logo no ano seguinte. Com Will Smith estrelando, e orçamento de US$106 milhões, a história mistura thriller policial com fantasia, e apresenta um mundo onde criaturas mitológicas como ogros e fadas vivem entre nós e fazem parte de nossa realidade.

07 | A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas (2021)

Esta aqui não é uma produção própria da Netflix, mas sim uma obra do departamento de animação da Sony e que foi distribuída no mundo todo através da Netflix. Sendo assim, podemos dizer que é parte de uma parceria – se tornando a animação mais popular do acervo da plataforma de streaming. O longa dos produtores Christopher Miller e Phil Lord chegou até mesmo a ser indicado ao Oscar na categoria animação, isso que é moral. Com um orçamento de US$110 milhões, a história mostra uma família numa viagem de carro pelo país com o propósito de levar sua filha mais velha para a faculdade. Durante o trajeto, ocorre uma revolução, onde máquina ganham consciência devido à inteligência artificial e se voltam contra os humanos. A família Mitchell precisará salvar não apenas eles mesmos, mas também o mundo.

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06 | Operação Fronteira (2019)

Produção problemática, originalmente o filme seria dirigido pela vencedora do Oscar Kathryn Bigelow e falaria sobre o combate ao tráfico de drogas por agentes americanos nas fronteiras com o país, algo semelhante ao clima de Sicario – Terra de Ninguém. Percalços de bastidores fizeram a primeira diretora mulher vencedora do Oscar se afastar da direção, pulando para a cadeira de produtora da obra. Assim, Operação Fronteira ganharia novos contornos, que o aproximariam agora de um thriller de entretenimento, com uma pegada menos séria sobre o tema. O elenco é recheado, e conta com nomes como Ben Affleck, Oscar Isaac, Pedro Pascal, Charlie Hunnam e Garrett Hedlund. A produção contou com orçamento de US$115 milhões.

05 | Legítimo Rei (2018)

Agora chegamos ao top 5 dos filmes mais caros da história da Netflix. Aqui temos o único épico medieval da lista, com uma dramatização histórica da rebelião liderada pelo líder escocês Robert the Bruce, numa verdadeira luta de Davi vs Golias travada contra o Império Britânico. Parte desta história havia sido retratado no vencedor do Oscar Coração Valente (1995), onde a figura histórica coadjuva na narrativa de William Wallace (Mel Gibson). Quem protagoniza esta produção na pele de Robert é Chris Pine. A produção teve orçamento de US$120 milhões.

04 | Esquadrão 6 (2019)

Quem aparece agora na lista em sua primeira e única (até o momento) parceria com a Netflix é o “rei da destruição” Michael Bay. Poucos cineastas na atualidade entregam filmes maiores onde tudo é explodido e voa pelos ares do que Bay. Tudo bem que os filmes da franquia Transformers mancharam um pouco a reputação do diretor (apesar de terem também enchido seus bolsos de dinheiro), mas é preciso lembrar que antes disso o cineasta era conhecido como um dos grandes nomes da ação, tendo entregue sucessos como Os Bad Boys, A Rocha e Armageddon. Para fazer filmes assim não é barato, então a empresa precisou desembolsar US$150 milhões de orçamento para que Bay contasse a história de um grupo de agentes secretos que são os melhores no que fazem, utilizando de muitos recursos financeiros para agirem por baixo dos panos e combaterem o mal de forma anônima. Quem comanda o espetáculo na frente das câmeras é o “menino de ouro” da Netflix, Ryan Reynolds.

03 | O Irlandês (2019)

Subindo ao pódio dos filmes mais caros de todos os tempos na Netflix, com a medalha de bronze, em terceiro lugar está uma produção de ninguém menos que Martin Scorsese; está bom para você? Quando anunciou a parceria com este verdadeiro mestre da sétima arte, a Netflix poderia ter fechado as portas no dia seguinte, pois já havia “zerado a vida”. Nada que a empresa fizer daqui para frente será tão grande quando bancar um filme para esta verdadeira lenda da sétima arte. A não ser que surja uma nova parceria com Scorsese. Ou quem sabe um projeto com Steven Spielberg. Aqui, finalmente o diretor de Taxi Driver conseguia tirar do papel um projeto dos sonhos que vinha desenvolvendo há muitos anos. Na trama de O Irlandês, baseado num livro, Scorsese se atreve a desvendar o sumiço do líder sindicalista Jimmy Hoffa, e de quebra juntar num filme os “bons companheiros” Robert De Niro, Joe Pesci e Al Pacino. É claro que algo assim não sairia barato, e custou US$160 milhões para a empresa – que ainda ganhou prestígio saindo da experiência com 10 indicações ao Oscar, incluindo melhor filme.

02 | Agente Oculto (2022)

Agora na lista temos um empate técnico. As duas primeiras posições são na verdade uma única primeira posição, empatadas lado a lado. Começamos com a mais recente, que estreou este ano e apresentou uma ambiciosa investida dos irmãos Joe e Anthony Russo, conhecidos pelo comando de dois dos maiores filmes já feitos na Toda-Poderosa Marvel: Vingadores – Guerra Infinita e Vingadores Ultimato. Com tamanho prestígio os Russo não pediriam barato, e a Netflix precisou disponibilizar quase o mesmo valor que os diretores utilizaram lá na Disney/Marvel, a quantia astronômica de US$200 milhões – que não fica devendo nada para as maiores produções de Hollywood. Com esse dinheiro, os cineastas puderam escalar Ryan Gosling como o protagonista, que geralmente não trabalha neste tipo de filme, e o junta-lo com Chris Evans, o Capitão América em pessoa – aqui vivendo o vilão – para um embate verdadeiramente épico. De quebra ainda escalaram a cubana Ana de Armas para equilibrar as coisas.

01 | Alerta Vermelho (2021)

Como dito, este item e o de cima estão empatados com o mesmo valor, como os filmes mais caros da história da Netflix – resta saber se algum dia esse valor será superado. Quando o ano de 2021 viu o lançamento de Army of the Dead, de Zack Snyder, os cinéfilos e especialistas estavam preparados para dizer que o filme seria o maior de seu respectivo ano. Mas eis que no fim de 2021 surgiu um projeto ainda maior. O curioso é que aqui não tínhamos nada de Zack Snyder ou sequer os irmãos Russo. O valor de US$200 milhões foi empregado na obra simplesmente devido a um nome: Dwayne Johnson – provavelmente o maior astro de ação em Hollywood na atualidade. Projeto dos sonhos do ex-lutador, que conta com a assinatura de sua produtora, Johnson bolou um sofisticado thriller de espionagem e roubo, com uma moldura de filme de ação (o que conhece muito bem). Através de sua influência ainda escalou Ryan Reynolds para viver um criminoso e seu oponente. Eventualmente os dois precisam se unir para enfrentar um oponente ainda mais formidável: a maior ladra de artes do planeta, vivida pela “Mulher-Maravilha” Gal Gadot. A sequência já está em desenvolvimento.

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