Saudades da Terra do Ooo? Quatro especiais vão mostrar cantos desconhecidos do universo de Hora da Aventura, e este painel trará detalhes do primeiro e um sneak peek do segundo!
Na sequência, temos a apresentação da série-mãe, que trará uma prévia do episódio final da 10ª temporada, que vai ao ar como um especial ainda no fim deste ano.
Fechando a trinca zumbi, a nova série derivada de TWD faz sua estreia na Comic-Con, com a presença do elenco e do showrunner explicando a mitologia e apresentando o que os fãs podem esperar dessa terceira empreitada.
Esta é a nova série de terror do Hulu, que se passa dentro do Universo Cinematográfico Marvel e acompanha os filhos de um poderoso serial killer que caçam “o que há de pior na humanidade”.
Na última semana, a revista Forbes publicou uma crítica matéria acerca da franquia ‘Animais Fantásticos’ – e como o spin-off da saga ‘Harry Potter’ pode estar com os dias contados.
Desde a criação da nova franquia cinematográfica, que teve confirmação para cinco filmes, inúmeras controvérsias começaram a rodear a produção. A primeira dela foi a contratação de Johnny Depp para viver o vilão Grindelwald: Depp havia enfrentado um duro julgamento ao lado da ex-esposa Amber Heard, sendo acusado de abuso sexual e doméstico. O ator acabou sendo “demitido” do terceiro filme.
A segunda insurgiu com Ezra Miller. O intérprete de Credence Barebone/Aurelius Dumbledore foi flagrado agredindo uma fã e, desde então, os fãs vinham pedindo sua retirada da saga.
Mais recentemente, a própria autora das narrativas puxou para si uma atenção bastante condenável ao fazer postagens transfóbicas em seu Twitter oficial, sendo rebatida por inúmeros astros da franquia original. Por causa disso, o renomado jornal analisou os números dos primeiros filmes de ‘Animais Fantásticos’ e realizou um prospecto nada favorável.
Os fatores em questão, aliados à oscilante construção narrativa e à fria recepção do público e da crítica para o último filme, podem ser indicativos de um término precoce da prequência. Afinal, ‘Animais Fantásticos: Os Crimes de Grindelwald’ (2018) teve uma queda drástica de arrecadação, lucrando apenas US$614 milhões (com orçamento de US$200 milhões). A encargo de comparação, a primeira iteração teve uma bilheteria de US$814 milhões – o que também é um patamar alto para o Universo Mágico, considerando os números de ‘Harry Potter’.
Agora, o elemento principal que irá decidir o destino de ‘Animais Fantásticos’ é o público. Afinal, segundo a revista, “se os fãs pularem do barco, a franquia seguirá o mesmo destino de ‘X-Men’ e ‘Divergente’“ (para aqueles que não se lembram, ambas as sagas tiveram uma terrível resolução ou cancelamento nos cinemas).
‘Animais Fantásticos 3’, ainda sem subtítulo oficial, tem estreia prevista para 2022.
A série ‘Alias – Codinome Perigo‘ teve cinco temporadas, exibidas entre 2001 e 2005, e deixou muitos fãs decepcionados quando os últimos episódios foram anunciadas.
Na trama, a espiã Sydney Bristow (Jennifer Garner) se aventura como agente dupla enquanto trabalha para uma organização terrorista e para a CIA.
Além de buscar vingança pela morte de seu namorado depois que ela lhe conta que é uma espiã, Bristow também vê sua vida desmoronar ao descobrir que seu pai não era quem ela pensava que ele fosse.
Além de Garner, a série contou com um elenco de peso, incluindo Victor Garber (‘Legends of Tomorrow’), Michael Vartan (‘Retratos de uma Obsessão’), Lena Olin (‘Riviera’) eBradley Cooper (‘Nasce Uma Estrela’).
Como muitas produções estão ganhando revivals recentemente, o público vem pedindo há um bom tempo que a série ganhe novos episódios, incluindo a própria Garner.
Durante uma entrevista para o The Hollywood Reporter, a estrela foi questionada se toparia reprisar o papel em um reboot da série e foi direta ao dizer:
“Mas é claro, podem me chamar que eu agarro Bradley pelo pescoço para vir comigo.”
Em 2019, ela já havia conversa com o portal sobre a ideia e fez questão de dizer que adoraria participar de qualquer produção relacionada à série.
“Ouvi falar que há um reboot de ‘Alias’ acontecendo, mas ninguém me falou sobre isso. Quero dizer, seria uma coisa totalmente diferente. Mas se eles não me chamarem para uma participação, ficaria muito, muito brava. Mas não imagino que seja uma coisa séria, porque não ouvi nada de ninguém ainda.”
Mesmo após 15 desde o fim da produção, os astros continuam grandes amigos, e a ideia certamente seria apreciada pelos fãs.
Embora eles já fossem conhecidos antes da série, vale lembrar que ‘Alias’ serviu como uma catapulta para a carreira deles, então não seria nenhuma surpresa se eles concordassem em retornar.
Lembrando que o cineasta e criador da série ‘Alias’,J.J. Abrams, chegou a considerar a possibilidade de um reboot.
A informação foi compartilhada pela editora Maryann Brandon, durante uma entrevista ao Awards Daily.
Segundo ela, ambos chegaram a ter conversas a respeito do assunto, mas nada foi muito além de uma mera reflexão:
“Nós conversamos sobre o assunto. Vez outra eu pergunto para ele e ele sempre diz: ‘Sim, talvez’. Mas não tenho nenhuma informação mais concreta, fora essa. E sabe, eu amo Jennifer Garner. Ela é realmente muito boa naquilo que faz e eu ficaria muito feliz se eles fizessem um reboot da série”.
Essa não é a primeira vez que um reboot de ‘Alias’ tem sido notícia no universo do entretenimento. Em 2010, relatos apontavam que a emissora ABC estaria considerando recomeçar a produção, deixando de lado os aspectos de ficção científica do material original – que foram inspirados em Leonardo da Vinci e Nostradamus e que ajudou a trilhar os rumos da mitologia da produção na suas últimas temporadas. No entanto, o projeto não foi ao ar.
O exército Red Ribbon havia sido destruído por Son Goku… Mas certos indivíduos decidiram levar adiante sua missão e criaram os androides supremos: Gamma 1 e Gamma 2. Estes dois androides – que se intitulam “super-heróis” – decidem atacar Piccolo e Gohan! Qual será o objetivo do Novo Exército Red Ribbon? Quando o perigo é iminente, é então que desperta o Super-Herói!
O filme foi disponibilizado no catálogo da Netflix.
Apesar da expectativa de alguns fãs, o longa registrou apenas 16% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes.
Entre os principais comentários, os jornalistas reclamaram que o roteiro não traz nada de novo à franquia e apresenta personagens bem desinteressantes, além de não assustar e não causar impacto.
Confira o trailer e as críticas:
Confira as críticas:
“O novo ‘Atividade Paranormal’ se junta ao grupo para nos lembrar que esta não é mais a franquia da qual nos lembramos. Não, infelizmente, está morta há muito tempo.” – Paste Magazine.
“Enquanto o ambiente Amish proporciona uma mudança de cenário… [ele] enfraquece o fator medo de seus antecessores: a sensação de que o mal está invadindo a própria casa e perturbando a família não está presente aqui.” – Rue Morgue.
“Além da ausência de elementos do gênero, o conceito do novo ‘Atividade Paranormal’ não oferece muito mais.” – The New York Times.
“Para passar pela primeira hora, os personagens têm que ser interessantes, mas esses aspirantes a cineastas da Geração Z egocêntricos são tudo menos interessantes.” – San Francisco Chronicle.
“‘Atividade Paranormal‘ tem como tema uma faz uma pergunta, e essa pergunta é: ‘Você acha que os Amish são assustadores?’ Nada além disso.” – SlashFilm.
“Eu aprecio a abordagem remodelada do novo filme, mas esta sexta parcela não traz muita vida a uma franquia que já ficou estagnada.” – Battle Royale With Cheese.
A história de Margot (Emily Bader, de Charmed), uma documentarista que viaja para o que parece ser uma comunidade Amish isolada em busca de membros de sua família biológica, para que ela possa aprender mais sobre sua mãe desaparecida.
Claro, não demora muito para que coisas estranhas comecem a acontecer e para Margot perceber que nem tudo é o que parece. Ao que parece, sua família pode estar escondendo alguns segredos bastante sinistros – incluindo o paradeiro de sua mãe.
O The Garfield Movie News divulgou um suposto balde de pipoca que será vendido para o filme ‘Alien: Romulus‘, que tem a forma de um Xenomorfo e deve ser acoplado à sua mão.
— The Garfield Movie News (@GarfieldMovNews) April 12, 2024
Em entrevista ao Entertainment Weekly, Fede Alvarez (‘A Morte do Demônio’) comentou sobre o que podemos esperar do aguardado ‘Alien: Romulus‘.
O diretor prometeu que o longa contará com algo “nunca antes feito na história da humanidade”, e destacou a importância de usar efeitos práticos na criação dos icônicos Xenomorphs.
“Sem entregar muito, há uma cena em que acaba acontecendo algo diferente do que aconteceria em outros filmes – e não estou falando apenas dos filmes da franquia ‘Alien’. É sempre incrível quando você faz algo em um filme e, enquanto está filmando, percebe que é algo que nunca havia sido feito antes na história da humanidade.”
Ele completa, “Nós trabalhamos com a mesma equipe de ‘Aliens, o Resgate’. Nós usamos animatrônicos, marionetes e diversas técnicas da velha guarda. Estamos trabalhando com as pessoas certas porque elas já haviam lidado com isso nos filmes originais. Queríamos que essas criaturas se parecessem exatamente com as que vimos nos primeiros filmes para nos mantermos fieis ao espírito dessas produções.”
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 15 de agosto.
Além de dirigir, Fede Alvarez também assina o roteiro ao lado de Rodo Sayagues.
Enquanto vasculham as profundezas de uma estação espacial abandonada, um grupo de jovens colonizadores espaciais se depara com a forma de vida mais aterrorizante do universo.
‘Jumanji: Mundo Real‘ começa com um conserto que dá terrivelmente errado depois que o técnico troca alguns fios e causa um curto-circuito no console de videogame, trazendo o jogo para o mundo real. Nosso grupo de jovens heróis é chamado por Danny DeVito depois que este os vê em uma lanchonete local. Infelizmente, cada um dos quatro personagens está preso no modo jogo, o que os torna completamente inúteis para a missão. Eventualmente, eles se adaptam e partem para uma grande aventura pelo destino do planeta.
Curiosidades:
» ‘Jumanji: Bem-vindo à Selva‘ arrecadou quase US$ 1 bilhão nas bilheterias globais, e sua sequência, ‘Próxima Fase‘, cerca de US$ 800 milhões. Combinados, os filmes arrecadaram US$ 1.7 bilhão ao redor do mundo;
O Superman vivido por David Corenswet deve aparecer mais do que o esperado em ‘Supergirl‘. Novos rumores apontam que o Homem de Aço terá uma presença considerável na trama, reforçando os laços entre os dois kryptonianos e ajudando a consolidar os alicerces do novo Universo DC nos cinemas.
Segundo informações divulgadas pelo canal Alex Talks Film — que afirma ter reunido detalhes de exibições-teste descritas como bastante positivas —, Kal-El surgiria em pelo menos três momentos distintos do longa. A participação, portanto, iria além de uma simples cena pós-créditos ou de uma aparição relâmpago.
O relato também reforça comentários anteriores do insider Daniel RPK, que mencionou um período específico de refilmagens dedicado à inclusão de novas sequências com o personagem, sugerindo que a Warner e a DC Studios enxergam valor estratégico em ampliar essa conexão na tela.
A abordagem representa uma mudança significativa em relação à HQ ‘Supergirl: Woman of Tomorrow‘, escrita por Tom King, que serve de inspiração para o projeto. No material original, o Superman praticamente não interfere na jornada de Kara Zor-El, que embarca em uma aventura mais solitária, explorando seu próprio senso de justiça e amadurecimento. Já na adaptação cinematográfica, a proposta parece caminhar em outra direção: fortalecer a dinâmica entre os primos e usar essa relação como pilar emocional da narrativa.
Nos bastidores, a comparação que circula é bastante interessante. A presença de Corenswet em ‘Supergirl‘ seria semelhante ao papel desempenhado por Robert Downey Jr. em ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ (2017). Naquele filme, Tony Stark atua como mentor e figura de referência para Peter Parker, oferecendo suporte dramático e ajudando a situar o herói dentro de um universo maior — mas sem roubar o protagonismo. A ideia, portanto, seria utilizar o Superman como uma espécie de norte moral e estrutural para Kara, ao mesmo tempo em que a história permanece centrada na evolução da heroína.
Essa estratégia também faz sentido dentro do planejamento mais amplo da DC Studios, que busca estabelecer rapidamente as principais figuras do seu novo universo compartilhado. Inserir Superman de maneira orgânica em Supergirl pode ajudar a criar continuidade, aprofundar a mitologia kryptoniana e fortalecer o vínculo emocional do público com ambos os personagens.
Se os relatos das exibições-teste se confirmarem, a participação de Corenswet não será apenas um agrado aos fãs, mas parte fundamental da construção narrativa dessa nova fase da DC nos cinemas — equilibrando fan service e desenvolvimento dramático.
No começo da semana, a Warner Bros. divulgou novo teaser do live-action de ‘Supergirl‘, estrelado pela Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’). O vídeo destaca cenas inéditas da produção, incluindo a destruição de Krypton e o adorável cachorro Krypto.
As partes técnicas no cinema são fundamentais para um bom andamento de uma narrativa, como a história é contada na telona. A maquiagem é um elemento importantíssimo em muitos casos e em alguns projetos chamam muito a atenção. Pensando nisso, resolvemos criar uma lista com 10 filmes de terror ou suspense que tem maquiagens impactantes:
Lançado 30 anos atrás, tendo Robert de Niro, Helena Bonham Carter e Kenneth Branagh no elenco (o último também dirige o filme), Frankenstein de Mary Shelley é mais uma adaptação da obra Frankenstein da escritora britânica Mary Shelley. Na trama, nos mostra um cientista que cria uma criatura que vai lhe causar enormes conflitos.
Lançado no final da década de 90, Vampiros de John Carpenter, baseado em partes na obra Vampires do escritor texano John Steakley, conta a história de um grupo de caçadores de vampiros ligados à igreja, liderados por Jack Crow (James Woods) que estão sempre à procura de vampiros e acabam batendo de frente com um poderoso que está na Terra desde o século XIV.
Dirigido pelo canadense David Cronenberg, A Mosca, vencedor do Oscar de melhor maquiagem em 1987, nos mostra um recorte na vida de um cientista que é afetado pelo seu próprio experimento.
Na trama, acompanhamos um jovem Caleb Colton (Adrian Pasdar) que mora com seu pai e sua irmã em uma fazenda no interior dos Estados Unidos. Um dia, acaba conhecendo uma bela jovem chamada Mae (Jenny Wright) por quem logo se apaixona. O problema é que Mae é uma vampira e faz parte de um grupo de perigosos vampiros. Assim Caleb precisará fazer escolhas e lutar para de alguma forma sobreviver em meio aos caóticos dias que vive. Um dos primeiros filmes da carreira da fantástica cineasta Kathryn Bigelow.
Na trama, conhecemos um grupo de amigos adolescentes que começam a serem perturbados quando estão dormindo, durante seus sonhos (que virão logo pesadelos), por uma figura monstruosa que usa chapéu, tem o corpo dominado por queimaduras e está sempre com um suéter vermelho e verde, conhecido por Freddy Krueger (Robert Englund). Após algumas mortes, a jovem Nancy (Heather Langenkamp), completamente abalada emocionalmente, se torna a única capaz de encontrar coragem para enfrentar a terrível situação que seu destino encontra.
Dirigido pelo genial Francis Ford Coppola, com um roteiro baseado na obra do escritor irlandês Bram Stoker, em Drácula de Bram Stokervemos o conde drácula seu rompimento com a igreja e seu desespero após seu grande amor se matar pensando que ele estava morto em batalha. Muito tempo se passa e ele descobre o que pode ser a reencarnação de sua amada que é noiva de um jovem advogado.
Um dos filmes mais conhecidos dos últimos anos quando pensamos sobre vampiros, dirigido pelo cineasta irlandês Neil Jordan, Entrevista com o Vampiro marcou o encontrou de dois dos grandes astro de Hollywood: Tom Cruise eBrad Pitt. Baseado na obra homônima da romancista norte-americana Anne Rice, na trama conhecemos um jornalista que conhece um vampiro e o mesmo relembra parte de sua história.
Na trama, conhecemos mais a fundo o complicado e odiado por muitos analista financeiro Seok Woo (Yoo Gong), um homem que vive com sua mãe e sua filha em um bairro nobre de um coréia do sul em desenvolvimento. Certo dia, a pedido de sua filha Soo-na (Soo-an Kim), resolve embarcar em um trem rumo ao encontro com a mãe da menina. Só que uma simples viagem acaba se tornando um grande pesadelo pois quando já estão dentro do trem, acabam sabendo que um vírus transformou pessoas em zumbis e uma grande luta pela sobrevivência começa, não só no mundo lá fora mas dentro de cada vagão do trem onde estão.
Na trama, conhecemos uma jovem chamada Tess (Georgina Campbell) que chega em Detroit para uma importante entrevista de emprego e aluga uma casa pelo Airbnb. Só que quando chega ao local, uma região bem complicada longe do centro da cidade, acaba dando de cara com Keith (Bill Skarsgård) que também fez a mesma reserva da casa para aquela noite. Eles entram em acordo e ambos dormem no lugar. No dia seguinte, ao voltar pra casa Tess acha um corredor no porão escondido e lá é surpreendida. Logo após isso, conhecemos um outro importante personagem AJ (Justin Long) que vai acabar encontrando Tess em um momento perturbador.
Com um orçamento de 11 milhões de dólares, um dos filmes mais famosos da carreira do excelente cineasta norte-americano Ridley Scott, é sem dúvidas Alien, o Oitavo Passageiro. Na trama, acompanhamos a história de tripulantes de uma nave que percebem que não estão sozinhos após se depararem com estranhos sinais vindo de um lugar e um deles ser atacado.
Os Defensores, nova série da Marvel /Netflix foi “o” assunto deste final de semana. O programa estreou na madrugada da última sexta-feira e nós conferimos todos os 8 episódios e comentamos todos os principais acontecimentos detalhadamente (com SPOILERS!) para você abaixo. Assista.
Qual o propósito de nossa existência? O que há além da vida? Para onde vamos quando morremos? O que significa o tempo? Essas são as grandes e básicas questões filosóficas e existencialistas que permeiam a mente humana desde os primórdios, e que nos faz, por exemplo, buscar respostas na religião como uma espécie de conforto. Esta é também a ideia usada como cerne desta produção independente protagonizada por Rooney Mara e Casey Affleck, intitulada A Ghost Story – no original.
Mesmo com o avassalador sucesso de crítica no ano passado, que o enalteceu como um dos melhores filmes de 2017, A Ghost Story (produção da A24) não encontrou lugar nos cinemas de nosso país (como muitas produções independentes norte-americanas, já que dos EUA nosso país consome demais as superproduções). Dos males o menor, e o longa aporta agora no mercado de home vídeo, no Telecine On Demand, trazido pela Universal com o título duvidosoSombras da Vida.
A obra marca a reunião da dupla de atores citados com o diretorDavid Lowery, que os havia comandado em Amor Fora da Lei (Ain´t Them Bodies Saints, 2013), sucesso no Festival de Sundance em seu respectivo ano, comparado ao primeiro longa de Terrence Malick, Terra de Ninguém (Badlands, 1973). Novamente escrito e dirigido por Lowery, é reportado que Sombras da Vida foi produzido com o dinheiro arrecadado por Meu Amigo, o Dragão (2016), superprodução da Disney e filme mais ambicioso da carreira do cineasta. Isto é, produção ambiciosa e grandiosa, porque em questão de subtexto, a ideia por trás de Sombras da Vidaresulta em sua obra de maior aspiração.
A trama é simples, porém, complexa, ao adereçar de forma muito honesta e minimalista questões universais – o resultado é mais que satisfatório. Na realidade, os próprios protagonistas possuem pouquíssimo tempo em cena. E o longa é realizado basicamente sem diálogos. Este é um daqueles filmes onde sensações são mais importantes que palavras – o que pode tirar muita gente de jogada. Pense por esse lado, se você busca algo mais imersivo, sensorial, intenso e poético, algo que vai além das palavras e da ação, então este é o filme para você. Caso contrário, é bom estar avisado.
Rodado com a imagem antiga no formato 4:3, aquele que nossas TVs quadradas possuíam, a trama apresenta o casal C (Affleck) e M (Mara), vivendo numa casa afastada da cidade. Até que um acidente termina por tirar a vida do sujeito. O que segue é, ao mesmo tempo em que a jovem viúva tenta lidar com a realidade da perda, o fantasma do falecido volta vagando até a casa. A forma curiosa com quem Lowery resolve representar o personagem em sua nova condição, coberto por um lençol com buracos nos olhos, reflete a inocência com a qual o diretor sempre imaginou fantasmas, e pode causar estranheza e comicidade inicial. Com maestria, Lowery contrapõe o humor implícito na imagem com uma melancolia tão latente, que ao final estaremos sentindo e nos emocionando com aquela figura graciosamente triste, confusa e perdida.
Esta é a sinopse básica do filme, mas Sombras da Vida surpreende por ir além e ser muito mais do que o descrito. Começa com a dor inenarrável de um jovem casal, e evolui para algo muito maior e significativo, como uma jornada espiritual através do tempo e espaço sem destino. É lisérgico e dolorido ao coração, transcendendo a separação a dois, nos fazendo perceber através de um choque criacional o quão insignificantes nossas vidas são perante o mundo, e este perante o universo. A cena chave que define o longa é a da festa, na qual o personagem vivido por Will Oldham narra nossa fútil tentativa egocêntrica de marcar a história, como forma de ficarmos eternizados na memória coletiva e jamais esquecidos. Exercício inútil quando o início de tudo chegar ao fim. É para deitar e refletir por horas. Woody Allen já avisava…
Halloween Ends está atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros e pelo mundo. O mais recente exemplar da franquia do maníaco de máscara branca Michael Myers marca o final da nova trilogia que, traz de volta Jamie Lee Curtis (a musa da série) como a protagonista Laurie Strode, e já arrecadou mundialmente mais de US$85 milhões num orçamento de US$20 milhões.
No entanto, como muitos fãs devem saber, Halloween Kills não é a primeira sequência direta da franquia, ou sequer a primeira continuação direta a marcar o retorno da veterana Jamie Lee Curtis. Ao voltarmos quatro décadas no passado, para 1981, nos depararemos com Halloween II – O Pesadelo Continua, a “primeiraça” continuação que essa série de filmes recebeu, dando sequência ao clássico atemporal e verdadeira obra-prima da sétima arte, Halloween – A Noite do Terror (1978). O filme, assim como o original, fazem parte do atual acervo da Netflix e são pedidas certas para esse dia das bruxas.
A caveira brotando da abóbora marca a abertura de Halloween II.
É interessante perceber que mesmo os críticos mais céticos e contrários ao que definimos hoje como o subgênero dos slasher, guardavam com afeto e elogios múltiplos o longa do mestre John Carpenter. Um exemplo disso são os famosos críticos norte-americanos Roger Ebert e Gene Siskel, “pais” do formato dos críticos em vídeo (ainda na década de 1970), a dupla repelia toda produção de terror considerada de mau gosto; com Halloween (1978) o exato oposto aconteceu, com ambos tecendo elogios para suas inúmeras qualidades artísticas, como contraste de luz e sombras, uma crescente atmosfera de suspense, onde nossa imaginação era desafiada a completar a lacuna do que víamos em tela, sem respostas fáceis.
A história do raio não cair no mesmo lugar duas vezes é quase certa em se tratando de obras e artistas, afinal um trabalho jamais sairá exatamente igual ao outro. E quando criou Halloween (1978) ao lado da parceria Debra Hill, o cineasta John Carpenter conseguiu capturar um relâmpago na garrafa; um filme de história simples, mas tão artesanalmente perfeita que se tornou irresistível não apenas para os aficionados pelo terror. Ao lado das críticas bem elogiosas chegava também o prêmio de se tornar a produção independente mais rentável àquela altura, título que manteve por doze anos. Mas toda conquista e boa ação gera uma consequência.
Halloween(1978) fez tanto sucesso que gerou uma penca de imitadores, com todo produtor “oportunista” de Hollywood desejando uma parcela de tal lucro. Um dos primeiros a entrar neste filão foi Sean S. Cunnighan que, endividado e precisando sustentar a família, liberou seu lado mais marketeiro e vendeu a ideia para Sexta-Feira 13 (1980) para a Paramount – que nada mais era do que uma produção criada nos moldes de Halloween, visando unicamente o lucro financeiro. Deu muito certo e arrecadou ainda mais bilheteria. Com agora dois acertos colossais, começou-se a “corrida do ouro” dos filmes slasher, com todo estúdio de Hollywood se mexendo para tirar da cartola filmes semelhantes – assim dando início a uma verdadeira enxurrada nos cinemas. Isso sem falar nas sequências dos filmes que haviam dado muito certo.
Logo no ano seguinte, em 1981, Sexta-Feira: Parte 2 era programado para a estreia. Assim, o produtor sírio Moustapha Akkad não desejava se manter fora desse jogo, afinal foi o seu produto que começou tudo. Mesmo não sendo uma atitude “artística”, num aspecto financeiro era a decisão certa a se ter. Então o produtor foi diretamente falar com “o homem” para que a continuação de Halloween tomasse forma. John Carpenter, por outro lado, já havia contado essa história e para ele, o longa tinha começo, meio e fim, sem qualquer vontade de sua parte a retornar a tal universo. Um tempinho depois, aconselhado por amigos e gente de confiança, Carpenter foi convencido a permanecer por perto da franquia e tirar dela uma boa grana. Assim, o cineasta aceitou as funções de roteirista e produtor, mas deixava a direção de lado (lançava nos cinemas no mesmo ano, a ficção científica de ação Fuga de Nova York – cult instantâneo).
Novamente ao lado de Debra Hill, Carpenter precisava tirar uma segunda parte da cartola, mesmo à contragosto. Pensando no polpudo cheque que receberia, o diretor sentou em sua máquina de escrever e abastecido com uma quantidade respeitável de sua marca de cerveja preferida, deu asas à sua imaginação. Desta “viagem” embriagada nascia a trama de Halloween II (1981), contada na mesma noite, de forma mais que direta e servindo de “complemento” para o original – como se fossem um longo único filme de 3 horas de duração. Como vemos no primeiro Halloween, Michael Myers é baleado pelo Dr. Loomis ao tentar matar Laurie Strode, mas basta uma segunda olhada para notarmos que o psicopata se levantou do gramado e não pode mais ser visto. A questão brilhante do original é: onde estará ele? Com os últimos takes sendo todos os lugares por onde andou no filme, dentro e fora das casas do subúrbio da fictícia Haddonfield, em Chicago, a sensação era a que de ele poderia estar em qualquer lugar, inclusive perto de nós, que assistíamos a tudo. Toque de gênio. Revertendo essa ótima jogada, o segundo filme realmente respondia e nos mostrava onde Michael andava.
Bem, e ele continuava sua onda de matança pelos arredores da vizinhança. Entrando e saindo de casas de moradores idosos e jovens do bairro, no caminho matando toda e qualquer pessoa que via pela frente. Um dos principais atrativos do primeiro Halloween é realmente o suspense, a sensação do inesperado, a imprevisibilidade de ser ter um louco fugido de um hospital psiquiátrico rondando e espreitando na vizinhança – com a maioria alheio a ele. O fato de ter invadido uma loja e roubado uma máscara, a qual usa em seu rosto no dia das bruxas, demonstra ainda mais que ele não está “puro” e pode ser perigoso. Carpenter constrói o suspense com Michael sendo muito mais um “stalker”, alguém que persegue; é só mais para o desfecho que ele realmente começa a matar os jovens e atacar a protagonista. Em Halloween II, já começamos o filme sabendo do que ele é capaz, e isso faz desaparecer o elemento da surpresa. Foi nisso que Carpenter apostou.
Jamie Lee Curtis retorna como Laurie (com direito à peruca), mas tem pouco a fazer na continuação.
De começo, a ideia do diretor Rick Rosenthal – escalado para substituir Carpenter na cadeira de comando – era seguir à risca o que o filme original havia apresentado, ou seja, apostar bem mais no clima intimista, na construção minuciosa do suspense e na imprevisibilidade de onde a história poderia caminhar. Contrariando o que havia confeccionado no anterior, Carpenter acreditava que as surpresas já haviam sido declaradas e que agora cabia apenas partir para a ação, elevando tudo a outro nível narrativo. Além, é claro, de saber que o público apreciava cada vez mais filmes movimentados e que enfrentavam a concorrência de outras produções criadas nestes moldes. Assim, os problemas na produção se iniciavam, com a colisão de produtor/ roteirista e diretor. Ironicamente, ao deixar vaga a cadeira de direção, a intenção de Carpenter era dar oportunidade a novos diretores e suas visões para a história. E esse era o debute de Rick Rosenthal no cargo.
Com mais mortes e sustos (muitos dos quais Carpenter reescreveu para dar mais energia à sequência), Halloween II também contava com mais cenas de ação e até mesmo uma explosão – como na cena em que um infeliz usando uma máscara igual a de Michael Myers, é confundido com o psicopata, atropelado pela polícia e esmagado entre uma van, ao que o carro explode e incinera o rapaz. O jovem em questão era Ben Trammer, paixão platônica da protagonista Laurie mencionado por ela no filme original. Sua aparição e subsequente morte no segundo serve para, além de levantar suspeita sobre o destino de Michael (adicionando um pouco daquela imprevisibilidade que faltava), criar um elo ainda mais forte com o antecessor (ao apresentar em tela personagens apenas mencionados previamente) e enfatizar a descida em espiral de Laurie em seu inferno pessoal, tendo retirado dela até mesmo um possível amor.
A ação de Halloween II desta vez se desenvolve dentro de um hospital durante o plantão noturno.
Halloween II – O Pesadelo Continua (1981) é muito lembrado pelos fãs como o “filme do hospital” da franquia. Inicialmente planejado para ter como cenário um grande prédio de apartamentos, ficou decidido finalmente que a maior parte da trama se passaria dentro do Haddonfield Memorial Hospital (tão fictício quanto a cidade em si – tendo a maioria de suas cenas sido gravadas no muito real Morningside Hospital, em Los Angeles), onde Laurie foi levada para tratar de seus ferimentos adquiridos no desfecho do primeiro Halloween. Para a continuação, é claro, grande parte dos atores originais retornaram, alguns como Nancy Loomis, que interpretou a melhor amiga Annie, apenas para atuarem como mortos, sendo levada por uma maca. Os retornos mais esperados, no entanto, eram os de Jamie Lee Curtis e Donald Pleasence – o incansável Dr. Loomis.
Lágrimas de crocodilo… e de sangue! Por que choras Michael Myers?
A introdução de Halloween II, que ainda utiliza novos ângulos e cenas para reproduzir os eventos do original, recapitulando para o público (afinal haviam se passado três anos entre os longas), ocorre nas cercanias dos quarteirões residenciais dos subúrbios da pacata cidade. Grande parte da narrativa, como mencionado, se concentra no hospital, onde Michael segue Laurie e encontrará todo um novo lote de vítimas – em sua maioria funcionários do local, entre médicos, enfermeiras, motoristas de ambulância e seguranças. O que muitos observam e criticam é o fato de, apesar de ser o plantão noturno, o hospital se encontrar demasiadamente vazio – a não ser pela chegada de Laurie e de um menino que comeu doces demais e encontrou uma lâmina de barbear dentro de um deles, prendendo o objeto cortante na língua (uma famosa lenda urbana americana).
Fogo no parquinho! Michael Myers incendeia a tela e a si mesmo no desfecho de Halloween II.
No fim das contas, Halloween II (1981) é mais lembrado por introduzir na mitologia da série o fato de Laurie e Michael serem irmãos, solução encontrada por Carpenter em seu roteiro para justificar a obsessão do assassino pela protagonista. Afinal, ao ser levada para o hospital, enquanto o maníaco foge da polícia, suas histórias se separariam aí. Essa linha narrativa foi mantida em todas as sequências, inclusive nos remakes de Rob Zombie, sendo eliminada somente nos recentes filmes da Blumhouse – que usam como cânone apenas o original. Halloween II, embora não tão bem sucedido financeiramente ou de críticas quanto o original, é uma das continuações mais queridas da franquia. Com um orçamento de US$2.5 milhões, rendeu o retorno de US$25.5 milhões. E no que diz respeito a John Carpenter, este foi o fim da história de Michael Myers, Laurie Strode e do Doutor Loomis. Ou seja, o fim de uma era. Isto é, até retornar como produtor executivo e compositor da trilha da nova trilogia da Blumhouse – seu único envolvimento desde então com o “bicho papão” que criou.
A 5ª temporada de ‘Empire‘ ganhou cartaz e um novo trailer.
Confira:
A atriz Ari Parker, intérprete da personagem Giselle Barker, será personagem regular na 5ª temporada.
Giselle – ex-esposa de Eddie Barker, papel de Forest Whitaker – “sairá das sombras de seu ex, em um esforço para conquistar poder para si mesma. Ao longo do caminho, ela se livrará do ranço, fazer alianças inesperadas e acabar se apaixonando de forma inesperada e surpreendente”.
Produzida pelo cineasta Lee Daniels (‘Preciosa’), ‘Empire’ é um drama musical sobre os bastidores do império do hip hop.
A nova temporada terá uma nova equipe de criação. O roteiro, antes escrito pela Phoebe Waller-Bridge, agora passará para as mãos da jovem Emerald Fennell. O seriado também contará com duas novas diretoras Lisa Bruhlmann (‘Blue My Mind‘) e Francesca Gregorini (‘Electric Dreams‘).
A trama acompanha Eve, uma entediada operadora que trabalha no serviço de segurança, que está frustrada com sua profissão por não corresponder aos seus anseios por espionagem. Ela acaba se envolvendo em uma constante rixa com a bela assassina Villanella.
Depois de perder a esposa, sete anos antes, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso médico e veterinário na Inglaterra da Rainha Victoria, se isola atrás dos muros altos da sua mansão Dolittle, com a companhia apenas de sua coleção de animais exóticos. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Wild Rose) fica gravemente doente, Dolittle relutantemente é forçado a partir em uma aventura épica para uma ilha mítica em busca de uma cura, recuperando suas habilidades e sua coragem enquanto cruza velhos oponentes e descobre criaturas maravilhosas.
O médico é acompanhado por um jovem aprendiz auto-nomeado (Harry Collett de Dunkirk) e um grupo barulhento de amigos animais, incluindo um gorila ansioso, uma pata entusiasmada e doidinha, uma dupla briguenta de um avestruz cínico e um otimista de urso polar e um papagaio teimoso, que é o conselheiro mais confiável de Dolittle.
Uma jovem família contrata uma babá para tomar conta de suas crianças, mas depois de conseguir a confiança dos pais, a nova guardiã começa a exibir um comportamento estranho. Quando seus pais se recusam a acreditar nele, o filho Egor precisa enfrentar a situação sozinho… até que ele descobre que a babá e sua irmãzinha desapareceram sem deixar rastro. Com seus pais em um estado hipnotizado, sem lembranças de sua própria filha, Egor percebe que sua família foi vítima de um antigo demônio chamado Baba Yaga. Com a ajuda dos seus amigos, ele deve parar a entidade antes que os seus pais esqueçam dele também.
Curiosidades:
» O longa é baseado em uma antiga lenda do folclore eslavo;
» Svyatoslav Podgaevsky também é responsável pela direção de ‘A Sereia – Lago dos Mortos‘ e ‘A Noiva‘;
Depois de perder seu irmão em combate, Jacob Singer retorna para casa do Afeganistão – onde é constantemente perturbado por uma sensação de paranoia. Logo, ele descobre que o seu irmão está vivo, mas a vida não é o que parece.
A Netflix divulgou o primeiro trailer completo de sua nova série coreana com zumbis, intitulada ‘All of Us Are Dead‘.
Confira:
A série irá estrear na plataforma no dia 28 de janeiro.
A produção será baseada em um webtoon de sucesso chamado ‘Now at Our School‘.
A trama foca em um grupo de estudantes do ensino médio que precisa enfrentar situações extremas quando eles ficam presos em sua escola, enquanto uma pandemia de zumbis se espalha rapidamente.
De acordo com o THR, Storm Reid (‘Euphoria’) irá estrelar a sequência ‘A Freira 2‘.
Infelizmente, detalhes sobre o seu papel não foram divulgados.
Conhecida pelo seu papel na série ‘Euphoria‘, a atriz também participou de ‘O Esquadrão Suicida‘, ‘O Homem Invisível‘, ‘Olhos que Condenam‘ e a vindoura adaptação de ‘The Last of Us‘.
O terror está programado para estrear no dia 8 de setembro de 2023.
Confira a sinopse:
“1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.”
Vale lembrar que o primeiro filme foi ambientado na România, em 1952, então a sequência se passará quatro anos após os eventos do longa original. Além disso, a Irmã Irene foi interpretada pela Taissa Farmiga no filme de 2018, o que indica o seu possível retorno na sequência (apesar de ainda não ter sido confirmado).
Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, foi confirmado como o diretor de ‘A Freira 2‘.
Bonnie Aarons vai reprisar seu papel como a criatura demoníaca.
A produção já teve início e o roteiro do novo filme foi escrito por Akela Cooper (‘Maligno’).
Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!
Presa em um convento na Romênia, uma freira comete suicídio. Para investigar o caso, o Vaticano envia um padre assombrado e uma noviça prestes a se tornar freira. Arriscando suas vidas, a fé e até suas almas, os dois descobrem um segredo profano e se confrontam com uma força do mal que toma a forma de uma freira demoníaca e transforma o convento em um campo de batalha.
Taissa Farmiga, Bonnie Aarons, Charlotte Hope e Demián Bichir fizeram parte do elenco.
O cineasta já comandou diversos filmes para a Disney, incluindo ‘Thor‘, o live-action de ‘Cinderela‘ e a franquia do detetive Hercule Poirot, iniciada por ‘Assassinato no Expresso do Oriente‘.
A saga original ganhou continuidade através dos quadrinhos, que seguiram os acontecimentos da segunda temporada da série animada (ignorando completamente a terceira). A produção foi escrita por Greg Weisman, criador da série animada.
“Eu literalmente não posso articular quão animado estou por escrever novas histórias dos Gárgulas – tanto para os fãs, quanto para novas pessoas. É muito divertido ter a chance de explorar o universo habitado por Goliath, o clã de Manhattan e todos os seus amigos. Sempre quis a chance de voltar para esses personagens e é incrível ter essa oportunidade,” declarou Weisman sobre os novos quadrinhos.
A animação foi exibida originalmente entre 1994 e 1997, e foi muito elogiada por ter um ar mais sombrio para a Disney.
Em ASSASSINO POR ACASO, Gary Johnson é um policial disfarçado de assassino de aluguel com a missão de prender aqueles que tentam contratá-lo, até que ele quebra o protocolo para tentar salvar uma mulher desesperada.
Antes de cativar o Brasil com a história real da Eunice Paiva, o cineasta havia passado por uma pausa de mais de uma década na direção de um longa-metragem. O último filme sob seu comando havia sido ‘Na Estrada‘, lançado em 2012.
“Eu tenho um roteiro que desenvolvi ao lado de dois roteiristas do Uruguai que já está finalizado. Talvez eu dirija este projeto em um futuro próximo. Mas, por enquanto, não sou muito bom em desenvolver dois ou três coisas ao mesmo tempo.”
Ele completa, “Estou apenas curtindo o processo de trocar ideias. É o que estamos fazendo atualmente. É incrível o que você pode aprender com seu próprio filme a partir dessas trocas de ideias. Para mim, essa é uma parte muito satisfatória do processo. Atualmente, não acho que eu dirigiria um filme em que não estivesse completamente envolvido. Admirar algo não significa que você tem todos os instrumentos necessários para contar aquela história.”
Sucesso entre os críticos, ‘Ainda Estou Aqui‘ finalmente estreou nos cinemas dos EUA e os especialistas continuam enaltecendo a produção. O filme subiu de 90% para 94% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 49 avaliações.
Segundo o consenso geral, “acompanhado pela excelente atuação de Fernanda Torres, Ainda Estou Aqui explora de forma pungente a convulsão de uma nação por meio da busca de uma família por respostas.”
“Clássico na forma, mas radical na empatia, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) talvez não precise das seções adicionais que alteram um pouco o ritmo emocional. Mas, por outro lado, esses personagens são tão vívidos que não queremos deixá-los também”, disse Jessica Kiang da Variety.
“Fernanda Torres oferece uma atuação que, sem dúvida, será aclamada como um dos maiores marcos de sua carreira e, provavelmente, a tornará mais reconhecida internacionalmente”, disse Nicholas Bell da IonCinema.
“O respeito que ele demonstra pela família Paiva, com a qual mantém uma relação próxima, comprova que ele foi a escolha certa para este filme”, disse Robert Ruggio do AwardsWatch.
“Ainda Estou Aqui é um filme envolvente e profundamente tocante, que revela uma rica camada de emoção. Sem dúvida, é uma das melhores obras de Salles”, disse David Rooney do The Hollywood Reporter.
“O excelente filme de Walter Salles, baseado em fatos reais — uma vez que ele foi amigo da família Paiva na adolescência — é um tributo profundo e comovente a uma mulher e sua família notáveis”, disse Wendy Ide do Screen International.
“Fazer com que o destino desta casa bem equipada, de classe média alta, remeta ao de um Brasil cada vez mais oprimido pode parecer uma metáfora forçada, mas o empenho de Salles na direção é notável por sua elegância e realismo”, disse Stephanie Bunbury do Deadline.
“O relato baseado em fatos de [Walter Salles] sobre a situação dos desaparecidos é compreensivelmente afetado e pode carregar uma certa dose de sentimentalismo. No entanto, I’m Still Here (Ainda Estou Aqui) continua sendo um drama profundo e comovente sobre os desaparecidos da nação”, disse Xan Brooks do The Guardian.
“Vibrante e comovente, com uma performance excepcional de Fernanda Torres no papel de Eunice Paiva, o filme se destaca por nos fazer experimentar a essência da absoluta arbitrariedade”, disse Fernando E. Juan Lima do Otroscines.
“Talvez, se Ainda Estou Aqui fosse apresentado como a vida de Eunice através dos olhos de Marcelo, a maior parte dos amplos e idealizadores traços desse retrato santificado seriam muito mais aceitáveis”, disse Savina Petkova do The Film Stage.
“Independentemente de qualquer vínculo pessoal com esse período sombrio, os espectadores serão cativados pela história desta família corajosa e, especialmente, pela força de Eunice, tudo graças à atuação de Torres”, disse Ema Sasic do Next Best Picture.
O filme teve suas sessões LOTADAS nos EUA e arrecadou US$ 49 mil no dia de abertura da sexta-feira, apesar de ter sido exibido em apenas 7 cinemas em NY e Los Angeles.
‘Ainda Estou Aqui‘ teve uma média forte de US$ 7 mil por cinema. É uma raridade para filmes não ingleses – e muito menos latino-americanos.
No dia 14 de Fevereiro, o filme vai expandir para mais salas de cinemas nos EUA.
O longa-metragem é inspirado no livro homônimo de Marcelo Rubens Paiva sobre a história de sua família. O relato começa no início dos anos 70, quando um ato de violência muda a história da família Paiva para sempre. O livro e o filme abraçam o ponto de vista daqueles que sofrem uma perda em um regime de exceção, mas não se dobram.
No elenco principal, estão nomes como Valentina Herszage, Luiza Kosovski, Bárbara Luz, Guilherme Silveira e Cora Ramalho, que interpretam os filhos na primeira fase do filme, e Olivia Torres, Antonio Saboia, Marjorie Estiano, Maria Manoella e Gabriela Carneiro da Cunha, integrando a família no segundo momento.
O longa foi classificado pelo MPAA por “violência forte e sangrenta, conteúdo sexual e linguagem”.
Na trama, Maika Monroe interpreta a aparentemente doce Polly, contratada pelo casal suburbano Claire e Michael Bartel (Mary Elizabeth Winstead e Raúl Castillo) para cuidar de seu bebê. Mas as verdadeiras motivações de Polly têm pouco a ver com cantar canções de ninar — para horror da família.
O terror estreará no serviço de streaming do Disney+ no dia 19 de novembro.
Originalmente programada para outubro de 2027, a continuação foi adiada para o dia 18 de fevereiro de 2028.
Confira:
Na trama…
Após dois anos espreitando as ruas como Batman, Bruce Wayne se encontra nas profundezas mais sombrias de Gotham City. Com poucos aliados confiáveis, o vigilante solitário se estabelece como a personificação da vingança para a população.
O elenco ainda conta com Jeffrey Wright (Jim Gordon), Andy Serkis (Alfred Pennyworth), Colin Farrell (Oz Cobb/Pinguim), Jayme Lawson (Bella Réal) e Gil Perez-Abraham (Oficial Martinez).
A série ‘Novos Titãs’, da DC, já tem sua data de estreia prevista. Segundo a atriz Minka Kelly, a produção deve ser lançada ao final de 2018, junto ao lançamento do streaming DC Universe.
A revelação foi feita durante o programa de rádio do ator e apresentador Mario Lopez. Na ocasião, ela disse:
“A DC está lançando sua própria plataforma de streaming e eles inaugurarão o novo serviço com a série ‘Novos Titãs’, no outono norte-americano”.
A equipe da DC surgiu pela primeira vez em 1964, como uma equipe de jovens heróis, ainda com o nome de Turma Titã. A série, prevista para estrear em 2018, reunirá os justiceiros Asa Noturna, Estelar, Mutano, Ravena e a dupla Columba eRapina.
O último episódio da série ‘Game of Thrones’ pegou os fãs de surpresa e gerou uma repercussão extremamente negativa, sendo considerado um dos piores capítulos de toda a produção.
E durante a exibição do documentário da HBO ‘A Última Vigília‘, os fãs tiveram a oportunidade de conferir a reação dos atores ao destino final de seus personagens. A roda de leitura do roteiro da temporada foi documentada em vídeo e mostrou claramente a reação de espanto de Kit Harington e Emilia Clarke ao fim da narrativa.
A expressão de Harington é mais impactante e mostra nitidamente o quão insatisfeito ele ficou com o desfecho.
Apesar de ter sido aclamada desde sua estreia na HBO, ‘Game of Thrones’ descontentou grande parte dos fãs e da crítica conforme se aproximava do series finale. O infeliz resultado abarcou 48% de aprovação no Rotten Tomatoes, com nota 6.4/10 e com o consenso de que a conclusão do épico show “deixou um gostinho amargo na boca”.
A franquia ‘Doctor Who‘ fará história ao introduzir sua primeira personagem abertamente transgênero. A atriz Rebecca Root fará sua estreia na vindoura série de áudio drama, intitulada ‘Doctor Who: Stranded‘, se juntando ao oitavo doctor,Paul McGann.
Root dará voz à Tania Bell em uma trama que ainda conta com os personagens Helen Sinclair (Hattie Morahan), Liv Chenka (Nicola Walker) e Sargento Andy Davidson (Tom Price).
Em uma entrevista ao Nerdist, a atriz comemorou o momento histórico que protagoniza:
“Ela é uma pessoa como qualquer outra que eu já interpretei e espero interpretar no futuro. Ela não é perfeita, mas também não é uma bagunça e – certamente – eu não acho que sua identidade de gênero tenha qualquer influência em seu comportamento na história. […] Teria sido incrível ter visto uma pessoa trans em uma série como ‘Doctor Who‘. De fato, teria sido incrível ver uma pessoa trans, ponto. Mas eu cresci nos anos 70 e a sociedade era diferente antes e a questão de identidade de gênero ainda não existia”.
“A TARDIS se foi. Presos em um tempo e lugar, o Doctor, Liv e Helen buscam refúgio na Baker Street. Mas a casa mudou: agora eles têm vizinhos – nem todos acolhedores. E alguém tem um aviso terrível para o futuro. O médico e os amigos enfrentam seu maior desafio ainda: viver um dia após o outro, na Londres de 2020”.
Lembrado que o especial de Natal da série de TV de ‘Doctor Who‘ já está gravado, conforme revelado pela atriz Mandip Gilldurante uma entrevista à revista EW.
Disse:
“Nós já temos um especial festival. Acontece que fomos muito sortudos e o encaixamos na produção, então isso será bem animador”.
Confira o trailer da 12ª temporada, encerrada em março deste ano:
A 12ª temporada de ‘Doctor Who’ introduziu um perigoso vilão cujo alvo principal é a própria Doutora. O objetivo do inimigo é eliminar de uma vez por todas a timelord da galáxia e impedir que ela se regenere em mais uma versão.
A nova animação com Jackie Chan, intitulada ‘Din e o Dragão‘, já está disponível na Netflix. A produção teve a sua estreia na última sexta-feira (11) na grade de programação.
A trama acompanha Din, um estudante de faculdade e trabalhador com grandes sonhos, e Long, um cínico e poderoso dragão capaz de conceder desejos. Juntos, eles embarcam numa hilária aventura através de uma Xangai moderna em busca de uma antiga amiga de Din, Lina. A jornada os força a responder algumas das maiores questões da vida – porque, quando você pode desejar qualquer coisa, deve decidir o que realmente importa.
A série de animação para adultos, ‘Efeitos Colaterais‘, foi renovada para sua segunda temporada, conforme revelado pelo The Hollywood Reporter. A renovação chega poucos dias antes do lançamento do final do ciclo inaugural. A season finale será lançada neste domingo (30).
A série com episódios de meia hora acompanha Marshall e Frances, dois ex-colegas de escola que compartilham um segredo: eles descobriram o melhor remédio do mundo, um cogumelo que cura quase tudo. Mas divulgá-lo ao mundo não será fácil – a Anvisa, as grandes empresas farmacêuticas e os empresários internacionais estão todos tentando detê-los.
Por meio de um comunicado oficial, Michael Ouweleen, presidente da Adult Swim (divisão da Warner responsável pelas animações adultas), o trabalho de Joe e Steve é uma evidência do enorme talento da dupla criativa para pensar fora da caixa e criar histórias que tirem o público de suas zonas de conforto.
“Joe e Steve fizeram seu trabalho, ao criar uma peça de televisão que desafia os limites e define o gênero, que reformula o que a ‘animação adulta’ é capaz de fazer. E todos vocês fizeram seu trabalho ao aparecer no Adult Swim e no Max para apoiar o programa e iluminar suas redes sociais para espalhar a palavra. Então, viu? PODEMOS ter coisas boas”.
O enorme sucesso de ‘Stranger Things’ fez os irmãos Duffer anunciaram que já estão trabalhando na próxima temporada. Porém, ao ser perguntado em entrevista sobre a data de lançamento para 2018, o produtor Shawn Levyrespondeu que “infelizmente não”, afirmando que a 3ª temporada fica mesmo para 2019.
Vale lembrar que entre a estreia da primeira e da segunda temporada, tivemos um intervalo de 15 meses.
Sobre a produção, os irmãos disseram:
“Estamos começando a temporada 3 agora, é sempre o mais difícil simplesmente conseguir que várias tramas sejam construídas simultaneamente. Sempre é um desafio, e então ainda estamos aprendendo. Quero dizer, estamos tentando fazer esse filme de nove horas, para que esse ritmo esteja correto, você sabe, é sempre difícil”, afirmaram.
Levy confirmou que muitas das ideias colocadas na mesa para a segunda temporada, serão utilizadas na terceira, por conta da quantidade de episódios, que deverá aumentar também na próxima leva de capítulos.
“Como os episódios foram escritos pelos Duffers, eles perceberam que havia muito mais história para nove episódios. Por isso, nos forçou a sermos mais práticos com a história que iremos contar nessa temporada. Então, uma das surpresas foi que nem todas as nossas grandes ideias vão ser atendidas em uma temporada… Se tivemos mais 40 ideias para a temporada, nós escolhemos 30 e deixamos o restante para os capítulos futuros.”
Segundo novos rumores confirmados por Jeff Sneider, editor-chefe do The Tracking Board, em uma entrevista ao Meet The Movie Press, a personagem que Jessica Chastain interpretará em ‘X-Men: Fênix Negra’ será bem importante e surpreendente.
Sneider garante que a atriz será Claudine Renko, também conhecida como Srta. Sinistra, a versão feminina do famoso vilão Sr. Sinistro. Nos quadrinhos, Claudine é uma espécie de nova personificação de Nathaniel Essex, e já fez parte até mesmo do Clube do Inferno. Além de possuir os mesmos poderes do Sr. Sinistro, Claudine também tem a rara habilidade de prever o futuro.
Vale ressaltar que tudo ainda se trata de rumores e novas informações oficiais devem sair em breve.
O filme é situado em 1992, dez anos após os eventos de ‘X-Men: Apocalipse’. Agora, Mística (Jennifer Lawrence), Fera (Nicholas Hoult), Tempestade (Alexandra Shipp), Noturno (Kodi Smit-McPhee) e Mercúrio (Evans Peters) são considerados heróis nacionais. Charles Xavier (James McAvoy) consegue a capa da revista Time. Mas esse ego coloca a equipe em risco. Depois de serem despachados para uma missão no espaço, um raio solar atinge o X-Jato e esse aumento de energia desperta uma força maligna em Jean: a Fênix.
A cinebiografia que conta a história de Neil Armstrong, intitulada ‘Primeiro Homem’ (‘First Man‘), com Ryan Gosling como protagonista, ganhou um belíssimo novo trailer.
Confira:
Segundo a Variety, o drama vai abrir o Festival Internacional de Cinema de Veneza, no dia 29 de agosto.
A Universal repete a mesma tática que a Summit Entertainment fez com ‘La La Land: Cantando Estações‘ em 2016. Na época, o estúdio também apresentou o filme no evento, a fim de iniciar sua extensa campanha em busca do Oscar.
Jon Bernthal, de ‘O Justiceiro’, será Dave Scott, um dos 12 homens a pisarem na Lua. A produção trará Ryan Gosling como o Neil Armstrong.
‘O Primeiro Homem’ é a segunda dobradinha entre Ryan e Damien Chazelle, que trabalharam juntos em ‘La La Land – Cantando Estações‘.
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