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Artista de VFX revela que há apenas DUAS cenas sem CGI em ‘Avatar 2’

Em entrevista ao Metro, o artista de efeitos visuais Eric Saindon revelou que há apenas duas cenas na sequência ‘Avatar: O Caminho da Água‘ sem nenhum uso de CGI.

“Há uma cena do olho do Spider e há outra cena no fundo do oceano com algumas ondulações na água.”

O artista também confirmou que todas as outras cenas no filme foram criadas ou compostas pela equipe de efeitos visuais: “Há muitos elementos live-action no filme, mas todas as outras cenas tivemos que incluir efeitos visuais.”

Vale lembrar que ‘Avatar: O Caminho da Água‘ voltou a superar a arrecadação total de ‘Titanic‘, tornando-se a terceira maior bilheteria da história do cinema.

Mundialmente, ‘Avatar 2‘ já arrecadou US$ 2,243.2 bilhões, enquanto ‘Titanic‘ soma US$ 2,242.8 bilhões.

Além disso, ‘O Caminho da Água‘ já arrecadou US$ 1,586 bilhão internacionalmente, tornando-se a terceira maior bilheteria internacional da história do cinema, atrás apenas de ‘Avatar‘ e ‘Vingadores: Ultimato‘.

Vale destacar que James Cameron é o único cineasta a ter dirigido três filmes no TOP 5 das maiores bilheterias.

Confira a lista:

1 – ‘Avatar’ – US$2,923 bilhões
2 – ‘Vingadores: Ultimato’ – US$2,798 bilhões
3 – ‘Titanic’ – US$ 2,216 bilhões
4 – ‘Avatar – O Caminho da Água’ – US$ 2,213 bilhões
5 – ‘Star Wars Ep. VII: O Despertar da Força’ – US$ 2,06 bilhões

Assista nossa entrevista com Zoe Saldana e Jon Landau:

Ambientado mais de uma década após os eventos do primeiro filme, ‘Avatar: O Caminho da Água começa a contar a história da família Sully (Jake, Neytiri e seus filhos), os problemas que os acompanham, os esforços que fazem para se manterem seguros, as batalhas que lutam pela sobrevivência e as tragédias que suportam.

O filme estrela Zoë Saldaña, Sam Worthington, Sigourney Weaver, Stephen Lang, Cliff Curtis, Joel David Moore, CCH Pounder, Edie Falco, Jemaine Clement, Giovanni Ribisi e Kate Winslet.

Causa da morte do ator Andre Braugher é revelada

Apesar do ator e humorista Andre Braugher ter falecido na última segunda-feira (11), aos 61 anos, somente agora a causa de sua morte foi revelada.

De acordo com o Deadline, o astro estava travando uma batalha contra câncer de pulmão. O site afirma que ele havia sido diagnosticado com a doença há alguns meses.

Com vasta carreira na televisão, Andre ficou imortalizado na TV americana com o papel do Capitão Raymond Holt, no série de comédia policial Brooklyn Nine-Nine. Ao longo de mais de 30 anos de carreira, o ator recebeu 11 indicações ao Emmy, o Oscar da TV, e levou o troféu para casa duas vezes.

Através das redes sociais, o elenco da adorada sitcom prestou homenagem ao colega de elenco, ressaltando o quanto ele era importante em suas vidas.

Joe Lo Truglio, intérprete de Charles Boyle, escreveu no Instagram:

“Muitas histórias maravilhosas serão contadas sobre Andre, mas por enquanto, todo o meu amor vai para sua esposa Ami e seus três filhos, a quem ele amava muito e voltava todo fim de semana do série para estar com eles. Todos nós sabemos o quão poderoso ele era um ator, mas ainda mais, Andre conhecia muito bem seu papel mais importante e estava profundamente orgulhoso dele. Ele falava muito sobre seus filhos e sabia o quão sortudo era por ter Ami [Brabson, sua esposa]. Sou grato a ele por nos permitir compartilhar oito anos com ele. Ele era comprometido e apaixonado pelas coisas que amava.”

Chelsea Peretti, a Gina Linetti, acrescentou:

“Eu Te amo. Sentirei falta dos seus tons doces. Me sinto sortuda por ter participado dessa jornada com você. Você era tão engraçado comigo e o epítome das águas paradas são profundas. Sempre apreciarei nossas conversas, muitas vezes comigo plantada na sua porta, impedindo sua saída, e a oportunidade insana de ser sua companheira. É estranho que eu também esteja de luto pelo que o capitão Holt significou para Gina? Eu realmente esperava e sabia que veria você novamente. Odeio que eu não terei mais essa oportunidade.”

Terrys Crews, o Tenente Terry Jeffords, disse:

“Não posso acreditar que você se foi tão cedo. Estou honrado por ter conhecido você, rido com você, trabalhado com você e compartilhado oito anos gloriosos observando seu talento insubstituível. Isso dói. Você nos deixou muito cedo. Você me ensinou muito. Serei eternamente grato pela experiência de conhecer você. Obrigado por sua sabedoria, seus conselhos, sua gentileza e sua amizade. As mais profundas condolências à sua esposa e família neste momento difícil. Você me mostrou como é uma vida bem vivida. Descanse em paz, André. Eu te amo, cara.”

Mark Evan Jackson, que interpretava o Dr. Kevin Cozner e marido do Capitão Holt, foi mais simples em sua publicação, compartilhando uma imagem abraçado com Braugher e a seguinte legenda:

“Ah, meu capitão. Meu capitão.”

Diretor afirma que grande estúdio queria fazer reboot “MENOS SANGRENTO” de ‘Terrifier’

Em entrevista ao Total Film, o diretor Damien Leone revelou ter sido abordado por um grande estúdio que tinha a intenção de desenvolver um reboot de ‘Terrifier‘.

O cineasta rejeitou a proposta, afirma que, para alcançar um público maior, a nova versão teria que ser menos sangrenta.

“Eles ficaram curiosos com o que eu havia feito com tão pouco dinheiro. Eles queriam fazer um reboot para o grande público, mas eu não estava interessado nisso. Eles diziam: ‘O filme deve ser para maiores de idade, mas não pode ser tão sangrento quanto o que já fez’.”

Ele completa, “Eu sabia que eles nunca me deixariam filmar o que eu queria fazer em ‘Terrifier 3’, então pensei que era melhor me manter fiel à franquia.”

Anteriormente, o cineasta havia afirmado que a cena de abertura do terceiro filme será “muito controversa”, deixando os espectadores ansiosos para ver o que ele tem reservado para eles nos primeiros minutos do longa-metragem: “Guarde minhas palavras, garanto que os primeiros 5 minutos desse filme serão muito controversos. Mas essa nem é a grande cena de morte. Então é por isso que eu pensei, eu preciso fazer esse filme sozinho, porque é muito… é muito insano.”

Confira o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O terror será lançado nos cinemas nacionais no dia 31 de outubro, pela Diamond Films.

David Howard Thornton retornará como o psicótico palhaço Art.

O elenco ainda contará com o retorno de Lauren LaVera (Sienna), Samantha Scaffidi (Victoria Heyes) e Elliot Fullam (Jonathan Shaw), além de introduzir Chris Jericho (Burke) e Daniel Roebuck (Papai Noel) e Tom Savini.

Damien Leone retorna como diretor e roteirista.

Vale lembrar que, sucesso nos cinemas, o segundo longa arrecadou impressionantes US$ 15 milhões nas bilheterias mundiais – a partir de um orçamento de apenas US$ 250 mil. E, além de ter despertado a curiosidade dos espectadores, a produção também agradou os críticos, conquistando 85% de aprovação no Rotten Tomatoes.

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Corrida MORTAL começa no novo clipe da 2ª temporada de ‘Twisted Metal’; Confira!

O Peacock divulgou um clipe inédito da 2ª temporada da adaptação live-action de ‘Twisted Metal‘.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Baseada na clássica saga de jogos do PlayStation, a próxima temporada estreará oficialmente no dia 31 de julho.

No Brasil, a primeira temporada está disponível no catálogo do Max.

Pôster Twisted Metal, palhaço em van com fogo

Na trama, Anthony Mackie (‘Falcão e o Soldado Invernal’) estrela como um forasteiro deve atravessar uma terra arrasada pós-apocalíptica para entregar um pacote misterioso em busca da promessa de uma vida melhor.

O elenco ainda contará com Samoa Joe, Neve CampbellStephanie BeatrizThomas Haden Church, Mike Mitchell, Tahj Vaughans e Lou Beatty Jr.

Kitao Sakurai será responsável pela direção de múltiplos episódios.

O roteiro fica por conta de Michael Jonathan Smith (‘Cobra Kai’).

O primeiro jogo da franquia ‘Twisted Metal‘ foi lançado em 1995, seguido de diversas sequências e derivados. Em algum momento, um filme baseado no jogo com o diretor de ‘Motoqueiro Fantasma‘ estava em desenvolvimento, mas o projeto nunca saiu do papel.

Dubladora da Brenda DETONA fãs que criticaram sua voz no trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6’

Apesar da recepção positiva do primeiro trailer de ‘Todo Mundo em Pânico 6‘, alguns fãs criticaram a dublagem da talentosíssima Marisa Leal, que retorna como a voz da Brenda.

Apesar de ter sido responsável pela dublagem icônica da personagem nos três primeiros filmes da franquia, alguns espectadores alegaram que a voz da Brenda não passou a mesma energia no trailer do sexto capítulo da saga.

Através de sua redes sociais, Marisa se defendeu das críticas e explicou a mudança no tom da personagem, apontando que o trabalho de dublagem é muito mais complexo do que as pessoas imaginam.

Confira a resposta dela e siga o CinePOP no Youtube:

Todo Mundo em Pânico 6‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de junho.

Contando o retorno dos veteranos Anna Faris (Cindy), Regina Hall (Brenda), Marlon Wayans (Shorty) e Shawn Wayans (Ray), o novo filme irá parodiar ‘Pânico‘, ‘Halloween‘, ‘Longlegs – Vínculo Mortal‘, ‘Corra!‘, ‘A Hora do Mal‘, ‘Sorria‘, ‘A Substância‘, ‘Terrifier‘, entre outros.

Os Irmãos Wayans, idealizadores dos dois primeiros filmes, retornam como roteiristas.

“Não poderíamos estar mais animados para fazer parte do novo Todo Mundo em Pânico e trabalhar juntos novamente. Esta é uma franquia que criamos há mais de 20 anos.”, eles revelaram ao Deadline.

“Lembramos das pessoas rindo nos cinemas e esperamos ver isso acontecer novamente. Estamos ansiosos para trabalhar com Jonathan Glickman e sua equipe na nova Miramax para levar essas risadas aos cinemas, onde elas pertencem. É uma reunião dupla.” , concluíram.

Michael Tiddes (‘Inatividade Paranormal’) é responsável pela direção.

Jonathan Glickman, da Miramax, serve como produtor do novo filme.

Ao total, a franquia já arrecadou US$ 896 milhões mundialmente.

Hans Zimmer não quer mais compor filmes de super-heróis por causa de ‘Batman vs Superman’

O prestigiado e premiado compositor alemão Hans Zimmer não pretende mais compor trilhas sonoras para adaptações de quadrinhos. O real motivo foi seu último trabalho feito em ‘Batman vs Superman: A Origem da Justiça‘.

Durante uma entrevista feita ao site Inverse, ele admitiu que sentiu como se estivesse traindo todo o trabalho desenvolvido por Nolan em sua trilogia do ‘Batman‘:

“Eu mergulhei no ‘Batman‘ de Christian Bale, e de repente tive que trabalhar com Ben Affleck. Eu me senti como se estivesse traindo todo trabalho que Nolan fez. Eu tenho uma certa fidelidade a todos esses filmes”.

Outro fator pontual para sua decisão de se afastar das adaptações de quadrinhos foi a construção da figura do Cavaleiro das Trevas. Segundo Zimmer, o fato do Batman de Affleck estar em outra fase de sua vida, dificultou a identificação com o personagem na hora de compor sobre sua história:

“Eu passei meses tentando fazer algo para Ben Affleck. O Batman que eu conheço e com quem eu aprendi é o Batman de Christian Bale, e o Ben Affleck tem uma maneira diferente de interpretá-lo. Eu não consigo me livrar disso. Para mim, o personagem de Bale sempre tem algo para resolver. É sempre sobre aquele momento no começo do primeiro filme onde ele vê seus pais sendo assassinados. O personagem de Ben Affleck é mais de meia idade, ele parece muito rabugento, mas eu não senti a mesma dor que o personagem de Christian Bale carrega. E foi essa dor que me fez ficar interessado pelo Batman”.

Apesar de insinuar que pretende parar de compor para adaptações de super-heróis, Hans Zimmer revelou que pode trabalhar com o gênero novamente, sob uma condição:

Ron Howard[ator e produtor] me disse algo bem inteligente. Ele disse ‘Nunca diga que você não vai mais trabalhar com filmes de super-heróis. Espere até alguém entregar um roteiro incrível de super-herói para você’. E é isso que eu vou fazer: posso por favor ganhar um roteiro incrível?”

Rehab de Ben Affleck não influenciou sua saída da direção de ‘The Batman’ 

 

7ª temporada de ‘Scandal’ ganha novas imagens; Confira!

A 7ª e última temporada de ‘Scandal’ retorna na próxima semana, no dia 18, e novas imagens foram divulgadas com exclusividade pela revista Entertainment Weekly.

Confira:

‘The Conners’: Matthew Broderick entra para o elenco do spin-off

O spin-off de ‘Roseanne’ já estreou, mas seu elenco continua crescendo, com a chegada do astro Matthew Broderick à produção. A informação foi divulgada pelo Thw Wrap.

Segundo a publicação, o ator de ‘Curtindo a Vida Adoidado‘ interpretará Peter, o interesse amoroso da Tia Jackie (vivida por Laurie Metcalf).

Sua estreia na produção será no episódio especial de Halloween, que será exibido em 30 de outubro.

 

O revival de ‘Roseanne‘, que havia sido renovado no começo do ano, foi a maior estreia de 2017, com 5.1 pontos na demo, e 18,16 milhões de espectadores no total. Apesar disso, a série foi cancelada depois de comentários racistas feitos pela atriz principal.

Na trama de ‘The Conners‘, especula-se que a protagonista original morreu por overdose de opioides.

Crítica em Vídeo | Judy: Renée Zellweger é a favorita para o Oscar de Melhor Atriz em cinebiografia

Filme assistido no Festival de Toronto 2019

A nossa jornalista Rafa Gomes teve a oportunidade de conferir, com EXCLUSIVIDADE no Festival de Toronto, a cinebiografia Judy, que relata os dias finais da artista Judy Garland, conhecida por estrelar O Mágico de Oz e Nasce Uma Estrela.

E aqui, Renée Zellweger é uma das favoritas ao Oscar de Melhor Atriz! Será que ela leva mesmo a estatueta? Descubra nessa análise, SEM SPOILERS!

Assista:

Crítica TIFF | Judy – Renée Zellweger caminha para o seu segundo Oscar em filme emocionante

O filme é dirigido por Rupert Goold, aclamado diretor de teatro.

Confira a sinopse oficial:

Inverno de 1968. A lenda do show business Judy Garland chega a Swinging London para performar durante cinco semanas. Já faz 30 semanas desde que a atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Dorothy em ‘O Mágico de Oz’; e, se sua voz sofreu com o tempo, sua intensidade dramática aumentou exponencialmente. Conforme se prepara para o show, ela lida com seu gerente, com músicos charmosos e reminiscências de seus amigos e fãs.

Jessie BuckleyFinn WittrockRufus SewellMichael Gambom completam o elenco.

 

‘Falcão e o Soldado Invernal’: Marvel Studios tem grandes planos para Julia Louis-Dreyfus no MCU

A série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘ já encerrou sua jornada e nos apresentou a uma nova personagem, vivida pela aclamada atriz Julia Louis-Dreyfus.

Na trama, ela dá vida à Condessa Valentina Allegra de la Fontaine, que se dispõe a ajudar o veterano de guerra John Walker, após o assassinato em praça pública de um dos membros do grupo Apátridas.

E segundo os produtores Nate Moore e Zoie Nagelhout, a trajetória da personagem está bem longe de seu fim. Durante uma recente entrevista (via EW), eles revelaram que a Marvel Studios possui planos grandiosos para ela. 

Ao ser questionado se o objetivo seria expandir o papel da Condessa Valentina, Moore foi categórico em afirmar que isso é “100% de certeza”

Além disso, Moore salientou que a própria atriz deixou bem claro o seu desejo de fazer parte do MCU:

“Ela é tão talentosa e é possível fazer tanto com ela. E ela quer estar dentro da parada. Ela com certeza não veio a nós dizendo: ‘Eu estarei em apenas uma série, uma única vez’. Ela disse: ‘Eu quero fazer parte do Marvel Cinematic Universe’. E nós dissemos: ‘Ótimo! Vamos colocar você dentro e vamos descobrir como te usar’. E a verdade é que eu creio que vocês a verão no futuro. Definitivamente”.  

Para quem não conhece, Fontaine apareceu pela primeira vez na HQ antológica da Marvel intitulada ‘Strange Tales’, e desempenhou um papel importante como uma agente russa adormecida que ajuda Nick Fury a derrotar a HYDRA.

Ainda não está claro qual será seu papel nos novos projetos do MCU, mas vale lembrar que nos quadrinhos ela também é conhecida como Madame Hydra depois de trair a SHIELD e se revelar como uma agente tripla.

Mais tarde, é revelado que sua lealdade pertence à organização como Leviathan, uma agência de espionagem russa rival tanto da SHIELD quanto da HYDRA.

Considerando que a HYDRA já caiu, ela poderia ter alguma ligação com a ESPADA, a organização secreta introduzida em ‘WandaVision’.

De qualquer forma, sua chocante aparição terá algum impacto no MCU, caso contrário, a Marvel provavelmente não contrataria uma atriz do alto escalão de Hollywood no MCU sem um plano geral, mas precisamos esperar e ver o que tudo isso significa.

O que você achou da surpresa?

Todos os episódios da série estão disponíveis no Disney+.

Seguindo os eventos de ‘Vingadores: Ultimato’, Sam Wilson/Falcão e Bucky Barnes/Soldado Invernal se unem em uma aventura global que testa suas habilidades – e sua paciência – em ‘Falcão e Soldado Invernal’.

Além de Anthony Mackie e Sebastian Stan, o elenco também conta com Daniel Bruh, Emily VanCamp e Noah Mills.

Kari Skogland, veterana da televisão norte-americana, será responsável pela direção de todos os seis episódios da nova série.

Ela é conhecida por seu trabalho em ‘The Walking Dead’‘Fear the Walking Dead’ e pela aclamada série ‘The Handmaid’s Tale’.

 

‘Emília Pérez’: CEO da Academia condena discurso de ódio, mas pede respeito à Karla Sofia Gascón em sua ida à premiação

Poucos dias antes da cerimônia do Oscar 2025, o presidente da Academia, Bill Kramer, ponderou sobre a delicada situação da atriz Karla Sofía Gascón, que recentemente teve sua presença confirmada no evento.

Em entrevista ao The Hollywood Reporter, o CEO reiterou a posição da instituição de condenar qualquer tipo de discurso de ódio, mas também salientou a relevância da indicação da primeira mulher trans na categoria de Melhor Atriz.

“A Academia não tolera discurso de ódio – eu quero ser bem claro nisso. A indicação de Karla é histórica, isso é realmente importante. Ela ainda é uma indicada. Nós honramos isso, mas não toleramos discurso de ódio”.

Em sua entrevista, Kramer ainda foi categórico ao pedir que os demais membros respeitem a atriz em sua ida à premiação, lembrando que a festa não se resume ao escândalo envolvendo Gascón, mas sim aos mais de 200 profissionais indicados.

“Todos os indicados são convidados para a premiação e isso serve para Gascón, caso ela decida comparecer. Se Karla se juntar a nós nesta noite, eu espero que haja um ar de respeito. Temos mais de 200 nomeados. A noite diz respeito a mais de uma pessoa. Nós estamos lá para celebrar todos eles”.

Vale lembrar que a Variety revelou que a Netflix arcará com os custos de Gáscon em sua ida ao Oscar, que acontecerá no dia 2 de março.

Detalhes sobre seus planos ainda estão sendo definidos, incluindo se ela irá desfilar no tapete vermelho, parar para entrevistas ou se sentará perto de suas co-estrelas Zoe Saldaña e Selena Gomez, além do diretor Jacques Audiard.

Além disso, Gascón também planeja comparecer ao César Awards em Paris, nesta sexta-feira, dia 28 de fevereiro, antes do Oscar.

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Entenda a polêmica

A atriz Karla Sofía Gascón, estrela de ‘Emilia Pérez’, se emocionou durante uma entrevista recente, onde chorou e desabafou sobre as críticas que recebeu após a internet resgatar tweets polêmicos nos quais ela fazia comentários racistas, ofensas ao Islã, a George Floyd, entre outros.

De acordo com o Deadline, durante a conversa com Juan Carlos Arciniegas, da CNN Espanha, Gascón reafirmou que “não é racista” e pediu desculpas sinceras a todas as pessoas que possam ter se sentido ofendidas pela forma como se expressou no passado, no presente e no futuro.

Ela acrescentou: “Acredito que fui julgada, condenada, sacrificada, crucificada e apedrejada sem julgamento e sem a opção de me defender”.

Gascón também falou sobre sua “maravilhosa filha”, que, segundo ela, a ensinou “valores importantes”.

A atriz compartilhou que se identifica com as lutas das pessoas negras.

“Eu me sinto e me identifico muito com as pessoas que foram expulsas dos ônibus pela cor da pele, com aquelas que não podiam estudar na universidade, com as que eram odiadas simplesmente por existirem, assim como sou odiada neste momento”, disse, emocionada.

Em outro momento, Gascón se emocionou ainda mais ao falar sobre um “relacionamento com uma mulher maravilhosa que é muçulmana” e que a ensinou sobre respeito. Ela afirmou que essa pessoa tem sido seu apoio “100%” neste momento.

A atriz também relembrou o trágico falecimento de seu irmão, quando ela tinha 20 anos: “Quando eu era muito pequena, meu irmão morreu em um acidente de Natal, e sempre senti um ressentimento em relação aos seres humanos de todos os espectros, porque me parece que os seres humanos são algo deplorável, mas também algo no qual tenho uma esperança incrível”.

Ela também revelou que sempre enfrentou ódio por ser trans e, certa vez, foi atacada no México por ser espanhola, com pessoas a chamando de “mulher espanhola que veio de novo roubar o ouro deles”.

Entre lágrimas, ela disse: “Eu não parei de receber ódio, ameaças de morte, insultos, abusos. Eu não vi ninguém sair em qualquer mídia, em qualquer espaço, em qualquer lugar, levantando a mão por mim e dizendo: ‘Ei, o que está acontecendo com essa pessoa que vocês estão massacrando?’ E ninguém, ninguém levantou um dedo por mudança”.

Quando questionada sobre um tweet polêmico no qual chamou George Floyd, assassinado por policiais em 2020, de “viciado em drogas e um vigarista”, Gascón confirmou que escreveu o post e afirmou que, na época, via as redes sociais “infelizmente mais como um diário”, cheio de “reflexões” em vez de algo que pudesse influenciar os outros.

Ela ainda acrescentou que o tweet foi escrito em tom de “ironia, sarcasmo e, às vezes, exagero”, e usou um recurso de “falar em terceira pessoa” para expressar algo negativo.

Gascón enfatizou que, “obviamente”, é uma apoiadora do movimento Black Lives Matter e que escreveu o tweet para apontar os comentários racistas de outros.

A atriz também reconheceu que seu tweet sobre o Oscar de 2021, onde chamou as vitórias de Daniel Kaluuya e Yuh-Jung Youn de “festival afro-coreano”, foi “estupidez” e afirmou que “certamente eles mereceram esses prêmios por todo o trabalho deles, e não pelo que são”.

Sobre um outro tweet, onde comparou a guerra contra Hitler à forma como a representação de negros e mulheres é abordada, Gascón explicou que usava a “terceira pessoa” para se referir a uma visão extremista, como se fosse uma nazista.

Ela acrescentou que, com seus tweets sobre Floyd, muçulmanos e Hitler, “parece que essa é uma pessoa terrível e má, quando precisamente estou tentando refletir o oposto”.

Gascón também desmentiu um tweet que circulou, no qual ela parecia chamar sua colega de elenco Selena Gomez de “rata rica”.

Ela afirmou que a acusação era falsa e que nunca havia feito tal comentário. “Eu disse: ‘Bem, o que fiz na minha vida? O que fiz — se não matei uma mosca, que, quando vou a lugares e vejo uma aranha em minha casa, eu coloco em um copo para não matá-la e a levo para a rua?’”, disse entre lágrimas, expressando que a resposta à controvérsia a fez sentir como se tivesse cometido um “crime.”

Gascón acrescentou que não tem “nada a esconder” e que sua “consciência está limpa”.

“Se o mundo inteiro acha que sou uma pessoa tão má que tenho que voltar para minha casa, então vou para casa com minha família, meus gatos e as pessoas que me amam, e vou continuar minha vida como sempre fiz. Nunca me faltou um prato de sopa porque fiz as coisas de maneira honesta, sem machucar ninguém neste mundo”, afirmou.

Quando perguntada se acredita que o “orgulho” teve algum papel em tudo isso, Gascón respondeu:

“Quando você vem de um lugar onde tem que se defender constantemente… é realmente feio se acostumar a receber violência, e a ser capaz de lutar e viver em um mundo onde você é ameaçado de morte constantemente, às vezes você tem que se elevar acima disso para que não te afundem. Porque se eu fosse um tipo diferente de pessoa, talvez, que tivesse deixado isso passar e não tivesse essa capacidade, com certeza já teria tirado minha vida diante de tudo o que aconteceu comigo”, afirmou.

Gascón concluiu a entrevista pedindo desculpas à sua filha por ela ter que lidar com a controvérsia em vez de celebrar, e acrescentou que está ciente de que suas palavras “vão ser distorcidas para o que [os outros] gostam ou desejam”.

“Isso é óbvio, e eles vão tirar as conclusões que cada um quiser tirar, mas como eu te disse antes, sou responsável apenas pelo que meu coração sente”, concluiu.

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Mesmo em meio as polêmicas, ‘Emilia Pérez’ conquistou treze indicações ao Oscar, incluindo uma indicação de melhor atriz para a espanhola Karla Sofía Gascón.

Segundo a Variety, a estrela e à primeira atriz abertamente transgênero a ser indicada ao Oscar.

Este não é o primeiro aceno histórico de Gascón nesta temporada de premiações: ela se tornou a primeira mulher transgênero a ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival de Cinema de Cannes, além de ser a primeira mulher trans indicada para atuação no Globo de Ouro.

Lembrando que o Oscar já premiou diversos atores cisgêneros por retratar personagens transgêneros em ocasiões anteriores, incluindo Jared Leto por ‘Clube de Compras Dallas’ e Hilary Swank por ‘Boys Don’t Cry’. Eddie Redmayne também ganhou uma indicação por ‘A Garota Dinamarquesa’.

“Em Emília Perez, ambientado no México, acompanhamos a história de Rita (interpretada por Zoe Saldana), uma advogada excepcional cujo talento é subutilizado em uma firma de baixa qualidade. Em vez de buscar a justiça, a firma encobre crimes. Um dia, surge uma proposta irrecusável para Rita: ajudar Juan Del Monte, o temido chefe do cartel, a se aposentar de seu negócio e desaparecer para sempre”.

O filme é dirigido por Jacques Audiard, conhecido por ‘O Profeta’, com roteiro também de Jacques Audiard (‘Paris, 13º Distrito’).

Memórias de um Caracol: 5 razões para se emocionar com o novo filme de Adam Elliot

Após um hiato de mais de dez anos, o aclamado diretor australiano Adam Elliot retorna com força total em Memórias de um Caracol, seu mais novo longa-metragem em stop-motion. Conhecido mundialmente por Mary e Max – Uma amizade diferente (2009), Elliot reafirma sua maestria na técnica e na construção de narrativas delicadas, com humor ácido e forte carga emocional.

Desde sua première mundial no 48° Festival de Animação de Annecy, a obra encantou plateias e críticos — são 95% de aprovação no Rotten Tomatoes, com base em 140 críticas. Em junho do ano passado, o longa teve todas as sessões esgotadas em Annecy, onde saiu consagrado com o principal prêmio, o prestigiado Cristal. Indicado ao Globo de Ouro e ao Oscar 2025, Memórias de um Caracol finalmente estreia nas salas de cinema do Brasil nesta quinta-feira, 5 de junho. E aqui vão cinco boas razões para você garantir o seu ingresso.

1. Um trabalho primoroso de stop-motion

Não é todo dia que vemos uma animação com tanto cuidado artesanal. A técnica de stop-motion, que exige uma paciência quase inumana, ganha vida com detalhes minuciosos e texturas palpáveis. Na première mundial em Annecy, Adam Elliot compartilhou curiosidades deliciosas dos bastidores — como o uso de litros de lubrificante para criar as lágrimas dos personagens e papel celofane para animar o fogo. Cada sequência é como admirar uma escultura em movimento.

 

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2. A narração de Grace

Aqui temos dois méritos em um: o roteiro brilhante de Elliot, que mistura humor soturno a momentos de emoção genuína, e a performance tocante da narradora. A voz da atriz Sarah Snook (da série Succession) se encaixa perfeitamente no tom sereno e reflexivo de Grace, a personagem principal — que, como um verdadeiro caracol, é morosa, mas carrega uma carapaça emocional robusta para sobreviver às pancadas da vida.

3. A metáfora do caracol

Assim como nas fábulas clássicas que nos ensinam desde pequenos, Memórias de um Caracol constrói uma poderosa metáfora sobre resiliência e aceitação em torno da protagonista Grace (Sarah Snook) e sua relação com Sylvia, sua companheira caracol. A narrativa é um desfile de momentos contemplativos, porém marcantes — recheados de lirismo, ironia e ternura. É uma metáfora da fragilidade do molusco diante do tempo e de sua resistência frente às intempéries por conta da sua carapaça, enquanto questiona sua real liberdade. É impossível, portanto, sair indiferente de uma sessão. 

4. Quebra de padrões e preconceitos

A representatividade é uma marca registrada nas obras de Adam Elliot, e neste filme não é diferente. A trama abraça personagens que fogem do padrão audiovisual: um patriarca cadeirante, uma idosa com Alzheimer, irmãos órfãos lidando com depressão e exclusão social. Em vez de tratar esses temas com pena ou didatismo, o filme os incorpora com naturalidade, humanidade e dignidade. Mesmo os acontecimentos mais descompassados soam totalmente plausíveis, assim como os imperdíveis curtas do cineasta australiano: Harvie Krumpet (2003) e Ernie Biscuit (2015), disponíveis no YouTube.

5. Aprendizados para a vida

Memórias de um Caracol te faz sair do cinema com o coração apertado e a cabeça cheia. Você já se perguntou o que realmente te motiva a continuar, mesmo quando tudo parece dar errado? O filme questiona o sentido do trabalho, da realização pessoal e da herança emocional que carregamos. Os irmãos Grace e Gilbert (Kodi Smit-McPhee) nos mostram que, mesmo em tarefas monótonas como etiquetar maçãs ou cuidar de uma biblioteca, é possível encontrar sentido em prosseguir sua jornada  — especialmente quando se cruza com pessoas que mudam sua visão de mundo, como a idosa Picky (Jacki Weaver). 

Bônus: Ler é o melhor remédio

Entre romances clássicos como O Senhor das Moscas, de William Golding, e O Diário de Anne Frank até livros de autoajuda e folhetins de banca, Grace e Gilbert encontram na leitura um respiro diante da realidade dura, mesmo nos momentos de migalhas para comer e perdas irreparáveis. A literatura funcionava como fuga, consolo e guia — um lembrete sutil, mas poderoso, de que histórias — como esta — podem transformar vidas.

Will Smith e Darren Aronofsky em série sobre a história da Terra

O astro Will Smith (‘Bright’) apresentará uma nova série do National Geographic produzida e dirigida pelo cineasta Darren Aronofsky (‘Mãe!’) em parceria com Jane Root (‘The Story of Us’). Foi o próprio ator que anunciou via Facebook.

‘One Strange Rock’ terá 10 episódios e contará a história da Terra, tentando explicar poque ela é especial e repleta de vida mesmo estando em meio a uma árida arena cósmica.

No programa, um grupo de astronautas traz suas perspectivas únicas e narra memórias pessoais sobre a Terra vista do espaço. Tim Pastore, presidente da programação da National Geographic comentou:

“Com a narrativa especial e característica de Aronofsky, a série será um incrível prazer visual que irá transportar os espectadores desde o microscópico ao cósmico, para que vejam e apreciem o nosso planeta como nunca fizeram antes”

A estreia mundial será no dia 24 de março (no Brasil vai ao ar às 22h30 no NatGeo).

‘The Walking Dead’: Atriz comenta como será saída de Maggie na 9ª temporada

Com sua saída de ‘The Walking Dead’ já confirmada, a atriz Lauren Cohan falou, em entrevista ao Gamespot, sobre sua participação final, revelando que tudo será aberto:

“Acho que a maior honra para a personagem é receber um final aberto. Seja sobre mim ou Maggie, será uma transformação sobre tudo que aprendi aqui. Existe a chance dela voltar. Ela também nunca vai me deixar. Nunca vou esquecer algo que fez tanto sucesso como aconteceu nessa série”

A série retorna para sua nona temporada em 7 de outubro no AMC.

‘The Walking Dead’: Lauren Cohan garante que trama de Maggie não acaba na 9ª temporada

Assista ao trailer:

Lembra dele? | ‘Como Treinar o Seu Dragão 3’, conclusão da saga animada épica, completa cinco anos

Este mês de janeiro marca uma data especial para os fãs da franquia Como Treinar o Seu Dragão. Há cinco anos, o capítulo final da trilogia animada chegava aos cinemas para concluir uma história que cresceu e foi se desenvolvendo junto aos fãs. Protagonizado novamente por Soluço e Banguela, Como Treinar o Seu Dragão 3 fechou a jornada de amizade entre o Viking renegado e o dragão mais mortal do mundo com maestria, proporcionando uma despedida digna para o público fiel que acompanhou essas aventuras por quase uma década.

E para aqueles que não viveram o fenômeno ‘Como Treinar o Seu Dragão’, pode parecer que a saga passou meio despercebida. No entanto, ao longo dessa década em que a trilogia se desenvolveu, os filmes conseguiram dialogar tanto com o público infantil quanto os jovens que estavam saindo da adolescência. Foi um marco geracional que conseguiu abordar uma temática muito pertinente para a idade que é a pressão autoimposta para se encaixar no meio em que se encontra.

No caso da saga, Soluço (Jay Baruchel) é o Viking que mais foge ao estereótipo dos guerreiros nórdicos presentes no imaginário popular. Magrinho e empático, ele foi retratado como um jovem curioso e inventivo, que se opõe à chacina dos dragões, mas se pressiona a fazer o que discorda para ser aceito na ilha de Berk. Para complicar as coisas, ele é filho de Estoico (Gerard Butler), líder do grupo e o mais viril dos vikings. Ou seja, além da pressão que o próprio Soluço impôs a si, ele tinha essa pressão social de ser o futuro líder.

Conforme a saga se desenvolve, Soluço aprende na marra que não precisa abrir mão de quem é para conquistar seu espaço. Com isso, ele causa uma revolução em Berk, fazendo com que gerações acostumadas a nutrir ódios pelos répteis passassem a viver em harmonia com os dragões, tratando os bichos como animais de estimação e, em alguns casos, como membros da família. No segundo filme, Soluço se vê numa situação assombrosa para todos os jovens. Ele precisa assumir as responsabilidades da vida adulta e ainda tem de lidar com a morte do pai. É um longa sensacional, muito empático e que trabalha essa fase complexa da vida com bastante maturidade.

No terceiro filme, o ciclo se concluiu com uma despedida. Se no longa anterior foi Soluço quem precisou assumir as responsabilidades, agora era a vez do Banguela seguir seu próprio rumo. O dragão sempre foi retratado de forma muito respeitosa na saga, desenvolvendo seu próprio arco narrativo. Junto às responsabilidades de liderar os dragões, Banguela também ganha um interesse amoroso: a Fúria da Luz. A opção de Dean DeBlois de introduzi-la como uma armadilha do vilão foi certeira e cruel.

Tudo que acontece no filme gira em torno dela. Usado como isca, o dragão motiva Soluço a abrir mão da ‘posse’ do Banguela. Também motiva a mudança dos vikings de ilha, já que ela ajuda o vilão indiretamente ao revelar a localização do último Fúria da Noite, e também é ela que leva o ‘Alfa’ ao Reino Escondido. Ao colocá-la nessa posição central e ingrata na trama, a direção aproveita tudo que a personagem tem a oferecer e causa um conflito interno enorme entre os protagonistas.

Por falar no vilão, Grimmel (F. Murray Abraham) foi o contraponto perfeito ao Soluço. Enquanto o líder de Berk representava o progresso, a união e a compreensão, o caçador estava preso ao passado, embarcando em uma missão para impedir o avanço. E o mais interessante é que mesmo sendo derrotado, Grimmel consegue parte de seu objetivo. Ele queria exterminar os Fúrias da Noite porque odiava os dragões, em especial essa raça. No entanto, ele era contrário aos dragões em geral. Só usava os dele porque era a única forma de massacrar outros dragões. Então, ao fim do filme, ele consegue exilar os dragões da convivência com os humanos, mesmo não vivendo para ver esse mundo de novo.

E como em toda grande amizade, chega a hora de Soluço e Banguela se separarem. Esse momento é muito delicado, ainda mais numa saga que durou praticamente uma década. Entretanto, DeBlois foi certeiro na hora de abordar essa despedida. Parte da vida é a conclusão de ciclos, mas não quer dizer que só porque uma relação se separou ela acabou para sempre.

Na cena final, quando Soluço, Astrid (America Ferrera) e seus filhos viajam para procurar o Banguela e a Fúria da Luz, todas as histórias vividas são trazidas à tona no reencontro de dois melhores amigos que passaram por muita coisa. Cada um com sua família, Soluço e Banguela viveram novamente os bons tempos, cada um com suas crias, e voltaram para suas respectivas vidas depois. Foi um final fantástico, emocionante e muito fofo. Não tem como não abrir um sorrisinho com os dragões bebês fazendo acrobacias no ar, enquanto exploram suas habilidades especiais.

Foi incrível acompanhar essa saga ser construída nos cinemas, e foi belíssimo poder conferir o encerramento nos cinemas. São poucas as trilogias que conseguem manter um nível tão alto quanto esta, e são pouquíssimas as que são capazes de concluir sua história de forma tão respeitosa e emocionante como esse filme que acabou de completar cinco anos. Agora, fica a expectativa para que o live action, cuja produção está prestes a começar, consiga manter essa sensibilidade e diversão que a trilogia animada proporcionou ao público.

Como Treinar o Seu Dragão 3 está disponível para aluguel no Amazon Prime Video.

Crítica | Nefarious – Criativo e Surpreendente TERROR Psicológico sobre Possessão Demoníaca

Os meses de outubro e novembro são o período mais aguardado pelos fãs de terror. É quando a maioria dos filmes do gênero estreia nos cinemas ou nas plataformas de streaming. No meio de muitas repetições e continuações de franquias já consagradas, às vezes é possível encontrar algumas boas surpresas no mercado. Felizmente isso ocorre neste feriadão prolongado do Dia de Finados com a estreia de ‘Nefarious’, um criativo terror psicológico que promete surpreender o público brasileiro a partir dessa semana nos cinemas.

Nefarious (Sean Patrick Flanery) está condenado à morte pela acusação de diversos homicídios, os quais ele não nega ter cometido. Após a morte misteriosa do antigo psiquiatra do centro de detenção onde Nefarious está preso, o Dr. James Martin (Jordan Belfi), pupilo do especialista anterior, é chamado para atender o caso. Em meio à comoção nacional com relação aos direitos humanos e à disposição do governo estadunidense de decidir quem vive quem morre, Dr. James tem um único trabalho: realizar uma última entrevista com o detento para determinar se ele é dissimulado de verdade – e, portanto, a pena de morte pode ser cumprida –, ou se Nefarious sofre de algum tipo de distúrbio psicológico, e, portanto, não poderia ser responsabilizado pelos seus atos. Tendo já realizado este trabalho inúmeras vezes antes, o que o Dr. James não imaginava é que essa entrevista se tornasse tão pessoal para ele.

Logo nos primeiros minutos de ‘Nefarious’ fica bastante evidente que é uma produção de baixo orçamento. Em nada isso prejudica o filme, mas é perceptível o quanto a história teve que ser construída para utilizar recursos limitados – são poucas as locações (basicamente, um carro, três salas e a área externa do presídio), redução de elenco (apenas quatro personagens têm falas diretas no longa) e contenção de cenário (são poucos os objetos de cena e props). Por outro lado, isso demonstra que a essência de qualquer filme é uma boa história.

E é exatamente esse o ponto forte de ‘Nefarious’. O roteiro de Cary Solomon, Chuck Konzelman com colaboração de Steve Deace parte de um mote muito simples – o embate entre o bem e o mal tendo que ser provado por um outro embate: a ciência versus a legislação –, e baseia a sua essência exatamente nesta bifurcação. Assim, 80% do filme se passa basicamente em um único cenário – a sala onde a tal entrevista se desenrola – enquanto os outros cenários servem apenas para costurar o argumento do filme. Se a maior parte da história se passa em um único local, como ocorre em peças de teatro, os diretores Chuck Konzelman e Cary Solomon, que também escreveram o roteiro, confiaram a eficiência de seu projeto às atuações da dupla principal – o condenado e o psiquiatra. Sean Patrick Flanery e Jordan Belfi, assim, travam longuíssimos debates verborrágicos no melhor exercício retórico, fazendo uso das utilizando as ferramentas morais da sociedade para analisar cada argumento dado pelo demônio.

Nefarious’ é um filme de terror psicológico curioso. Não tanto dá medo, mas planta uma sementinha de paranoia pela criatividade da produção e pode surpreender o público.

‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw’: Spin-off ganha cartazes nacionais! Confira;

Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, ganhou cartazes individuais nacionais! Confira:

Dirigido por David Leitch (‘Atômica‘ e ‘Deadpool 2‘), o roteiro foi escrito por Chris Morgan, que é responsável por todos os roteiros da franquia desde ‘Desafio em Tóquio‘.

A trama será focada em Luke Hobbs e Deckard Shaw, que formam uma aliança improvável para executar uma missão secreta.

Dwayne Johnson e Jason Statham estrelam. Vanessa KirbyIdris Elba, Eiza GonzálezEddie Marsan completam o elenco.

A Universal Pictures lançará o longa nos cinemas nacionais no dia 1º de agosto, uma semana após a estreia nos EUA.

Após este filme, o próximo filme da franquia é  ‘Velozes e Furiosos 9‘, que estreia em 10 de abril de 2020.

‘Riverdale’: Mais um mistério começa na promo do novo episódio; Confira!

‘Riverdale’ retornou para sua 4ª temporada com um emotivo episódio-tributo a Luke Perry, que faleceu no início desse ano. Mas agora, é hora de voltar para o último ano do colégio – e a CW já divulgou o trailer do próximo capítulo.

Confira:

Criada por Roberto Aguirre-Sacasa, a série é baseada nos quadrinhos do Archie Comics.

A pequena e tranquila cidade de Riverdale fica de cabeça para baixo quando é atingida pela misteriosa morte de Jason Blossom, um garoto popular do ensino médio e membro da família mais poderosa da cidade. Archie Andrews, Betty Cooper, Veronica Lodge, Jughead Jones, Cheryl Blossom, Josie McCoy e seus amigos exploram os problemas da vida cotidiana na pequena cidade, enquanto investigam o caso de Jason Blossom. Mas, para resolver este mistério, o grupo de amigos deve descobrir os segredos que estão enterrados profundamente na superfície da cidade, pois Riverdale pode não ser tão inocente como parece.

O elenco inclui KJ Apa, Lili Reinhart, Camila Mendes, Cole Sprouse, Madelaine Petsch, Madchen Amick, Luke Perry, Ashleigh Murray, Skeet Ulrich, Casey Cott, Charles Melton, Mark Consuelos e Vanessa Morgan.

‘The Innocence Files’: Novo documentário da Netflix ganha trailer poderoso

Netflix divulgou hoje (02) o trailer oficial de ‘The Innocence Files’, seu novo documentário criminal.

Confira:

A série é produzida pela indicada ao Oscar Liz Garbus (‘What Happened, Miss Simone?’).

Através dos olhos da Evidência, da Testemunha e da Acusação, ‘The Innocence Files’ traz uma luz poderosa a histórias pessoais por trás de oito poderosas histórias de crimes erroneamente julgados, desenterrados por organizações sem vínculo lucrativo dentro da Innocence Network.

Os oito episódios estarão disponíveis na plataforma a partir de 15 de abril.

‘David Copperfield’: Dev Patel fala sobre sua relação com o icônico personagem em novo vídeo

‘The Personal History of David Copperfield’, adaptação do clássico romance de Charles Dickens, ganhou um novo vídeo de bastidores em que o astro Dev Patel fala sobre sua relação com o icônico personagem.

Confira:

Dirigida por Armando Iannucci, a produção conta a história de David Copperfield, um jovem que cresceu à margem da sociedade e gradativamente foi mostrando seu valor, em meio às adversidades e a uma família cheia de peripécias.

Além de conduzir a direção, Iannucci assina o roteiro do filme ao lado de Simon Blackwell.

The Personal History of David Copperfield‘ também é estrelado por Dev Patel, Hugh Laurie, Tilda Swinton e Paul Whitehouse.

‘Podres de Ricos’ fará sua estreia na TV aberta HOJE!

‘Podres de Ricos’ se tornou a comédia mais bem-sucedida de 2018 ao arrecadar mais de US$238 milhões nas bilheterias mundiais. Agora, o filme fará sua estreia na TV aberta no dia de hoje, 05 de janeiro.

O longa estrelado por Constance WuMichelle Yeoh será exibido na Globo a partir das 22h45min (horário de Brasília), como parte do Festival Ano-Novo da emissora.

Relembre o trailer:

Dirigido por Jon M. Chu (‘Truque de Mestre: O 2º Ato‘), o filme é baseado no aclamado best seller homônimo de Kevin Kwan.

Rachel Chu é uma professora de economia nos EUA e namora com Nick Young há algum tempo. Quando Nick convida Rachel para ir ao casamento do melhor amigo, em Singapura, ele se esquece de avisar à namorada que, como herdeiro de uma fortuna, ele é um dos solteiros mais cobiçados do local, colocando Rachel na mira de outras candidatas e da mãe de Nick, que desaprova o namoro.

O elenco também conta com Henry Golding, Gemma Chan, Lisa Lu, Awkwafina, Harry Shum Jr. e Ken Jeong.

‘A Roda do Tempo’: Produção da 2ª temporada já começou; Confira a primeira imagem!

Ao que tudo indica, a Amazon Studios já está trabalhando na 2ª temporada da ambiciosa série ‘A Roda do Tempo’.

A página oficial da produção postou brevemente uma foto de bastidores do próximo ciclo, mostrando a primeira página do episódio de estreia, “A Taste of Solitude”, escrito por Amanda Kate Schuman. Apesar de ter sido deletado, várias pessoas conseguiram salvar a imagem.

Confira:

Baseados nos romances de Robert Jordan, o temporada inicial ainda não tem data de estreia confirmada, mas acredita-se que será lançada ainda em 2021.

Relembre o mais recente teaser, que apresenta Rosamund Pike como a poderosa Moiraine Damodred, uma das protagonistas da série:

Moiraine é membro de uma organização conhecida como Aes Sedai. Ela é líder de um grupo de aventureiros cuja missão pode mudar o mundo para sempre.

Alexandre Willaume (‘Tomb Raider‘) será o intérprete de Thom Merrilin, um artista viajante que se junta à protagonista em sua jornada no início do primeiro livro. Johann Myers assumirá o papel de Padan Fain, um comerciante esperto e traiçoeiro que irá cruzar o caminho dos personagens para conseguir vantagens pessoais.

O elenco também inclui Madeleine Madden, que dará vida a Egwene Al’Vere; Marcus Rutherford, que será Perrin Aybara; Barney Harris, que irá interpretar Mar Cauthon; Zoë Robins, que será Nynaeve; Josha Stradowski, que dará vida a Rand Al’Thor; e Daniel Henney, que será al’Lan Mandragoran.

Priyanka Bose, Taylor NapierEmmanuel ImaniHammad AnimashaunÁlvaro Morte, Pasha BocarieJennifer PrestonIzuka HoyleSophie OkonedoKae AlexanderClare PerkinsPeter FranzenKate Fleetwood também fazem parte do elenco.

Confira a sinopse oficial:

Esse épico fantástico é ambientado em um mundo no qual a magia existe, porém só é utilizada pelas mulheres. A trama gira em torno de Moiraine, pertencente à organização feminina conhecida como Aes Sedai, e sua jornada pelo mundo na qual é acompanhada por cinco jovens homens e mulheres. Moiraine acredita que um deles pode ser a reencarnaçaõ de uma poderosa criatura, cujas profecias indicam que pode salvar ou destruir a humanidade.

Rafe Judkins fica responsável pelo roteiro. Por enquanto, a primeira temporada será baseada em ‘O Olho do Mundo’, volume inicial de uma série de catorze romances lançados entre 1990 e 2013.

‘Impeachment: American Crime Story’: Monica se torna a mulher mais famosa dos EUA na promo oficial do 7º episódio; Confira!

FX divulgou a promo oficial de “The Assassination of Monica Lewinsky”, 7º episódio de ‘Impeachment: American Crime Story’, que gira em torno do escândalo envolvendo a jovem ex-estagiária da Casa Branca e o ex-presidente Bill Clinton.

Na trama, “o mundo fica sabendo do caso romântico e Monica Lewinsky se torna a mulher mais famosa dos Estados Unidos”.

O episódio vai ao ar no dia 19 de outubro.

Confira:

O elenco conta com Sarah Paulson como Linda Tripp; Clive Owen como Bill Clinton; Beanie Feldstein como Monica Lewinsky; Annaleigh Ashford como Paula Jones; Billy Eichner como Matt Drudge; Edie Falco como Hillary Clinton; e Cobie Smulders como Ann Coulter.

O novo ciclo é baseado no romance não-ficcional ‘A Vast Conspiracy: The Real Story of the Sex Scandal That Nearly Brought Down a President’, assinado por Jeffrey Toobin.

Sarah Burgess será a roteirista dos novos episódios e também produtora executiva ao lado do criador Ryan Murphy e de Nina JacobsonBrad SimpsonBrad Falchuk, Larry KaraszewskiScott AlexanderAlexis Martin Woodall e Paulson.

‘Kraven, o Caçador’: Astro de ‘The Many Saints of Newark’ é escalado para a adaptação

Segundo o DeadlineAlessandro Nivola, conhecido por seu papel como Dickie Moltisanti em ‘The Many Saints of Newark’, foi escalado para a vindoura adaptação ‘Kraven, o Caçador’.

As informações indicam que o ator dará vida ao vilão do longa-metragem, mas a identidade do personagem está sendo mantida sob segredo.

Nivola se junta aos previamente confirmados Aaron Taylor-Johnson (Kraven), Russell Crowe (Nikolai Kravinoff), Fred Hechinger (Camaleão) e Ariana DeBose (Calypso).

Dirigido por JC Chandor (‘Margin Call‘), a produção do novo filme está nas mãos de Avi Arad e Matt Tolmach, enquanto as gravações irão se iniciar ainda em 2022.

Kraven, o Caçador‘ estreia no dia 13 de janeiro de 2023 nos cinemas.

Fique ligado para mais informações!

Crítica | Beyoncé equilibra intimismo e visceralidade com o álbum ‘I Am… Sasha Fierce’

Quando Beyoncé resolveu lançar ‘I Am… Sasha Fierce’, seu terceiro álbum de estúdio, ela já era uma powerhouse estabelecida na indústria fonográfica. Além de ter feito parte do grupo Destiny’s Child, a cantora e compositora já havia trabalhado em dois discos solo que arrancaram vários hits relembrados até os dias de hoje – e, agora que desfrutava de uma merecida liberdade, ela iria mergulhar de cabeça na transição do clássico R&B que vinha dominando o cenário desde meados dos anos 1990 para a ressurgência do electro-pop do final dos anos 2000 (ainda mais com a estreia oficial de Lady Gaga no show business, que inclusive viria a se tornar uma de suas melhores amigas e colaboradoras).

Foi a partir daí que o disco em questão nasceu – e quando digo que Queen B fez essa transição, não digo que ela abandonou de vez o estilo que a colocara no topo tantos anos atrás, e sim que houve um momento em que ela aproveitou para apostar fichas em algo diferente para a própria carreira. ‘Sasha Fierce’, dessa maneira, configura-se como uma obra bem pensada e com uma divisão clara entre construções mais mercadológicas e vibrantes, e iterações que refletem o lado mais íntimo da performer (e não é surpresa, pois, que Beyoncé tenha resolvido lançar duas partes que se juntariam, mais para a frente, como um compilado só). Conforme diversas entrevistas que deu para promover o álbum, a ideia era unir o pop e o soul, bem como de incorporações de gêneros distintos para pincelar as faixas, e expandi-los afora os limites impostos. Em comparação com as produções anteriores, algumas músicas deslizam e tropeçam aqui e ali – mas o resultado é consideravelmente sólido e aprazível.

Até então, o disco representaria a narrativa mais íntima da artista, motivo pelo qual decidiu imprimir reflexões sobre o amor e a vida em baladas pungentes e vocais magnânimos. “If I Were a Boy”, uma das tracks mais conhecidas de sua carreira, dá o tom do que podemos esperar dessa primeira parte – submerso na sutileza de um violão e de um baixo até explodir em uma lírica sobre uma decepção que não tem como ser remediada. Toda a estrutura da faixa de abertura serve como regência principal – o que, por um lado, reflete a habilidade dos vários produtores em criar uma linha estética que entrelace as canções; por outro, ergue um senso de previsibilidade que não víamos, por exemplo, em ‘Dangerously in Love’ e ‘B’Day’. É notável como essa faca de dois gumes perfura a arquitetura, mas, no geral, a rendição da lead singer é impactante o suficiente para nos fazer querer mais.

Temos a presença de “Broken-Hearted Girl”, uma exaltação em R&B adornada pela dramática densidade dos sintetizadores e de um conjunto de cordas que traz mais camadas a um enredo convencional sobre as inseguranças de se apaixonar – e que viria a inspirar Alicia Keys com algumas faixas de ‘The Element of Freedom’ um ano depois. “Satellites” tem uma belíssima construção cinemática que nos arrebata desde as primeiras notas, mas é quase impossível não perceber as excessivas similaridades com as músicas anteriores; e “Ave Maria” não tem qualquer lugar justificável dentro do álbum, mesmo com a ótima performance da cantora.

A segunda metade da obra nos chama a atenção pela quantidade absurda de singles e de convites à pista de dança – como a subestimada “Radio”, cuja explosão de ritmos e de instrumentos combina perfeitamente tanto com o título da track quanto com a ideia por trás do enredo; “Diva” vale a pena pela confiança com que Beyoncé entrega os versos, além da amálgama clássica entre R&B e hip hop; “Ego” brinca com as ambiguidades com que a artista já vinha se deliciando nos anos anteriores; “Sweet Dreams” é infundido com uma atmosfera mais dark, que rendeu a Queen B comparações com o lendário Michael Jackson; e “Video Phone” é apagado em meio a fórmulas cansativas (que não são abandonadas nem com remix lançado ao lado de Gaga).

As melhores canções do disco consagram-se como um trio de espetacular de entregas emocionantes, uma lírica impecável e uma imortalidade permanente que funde nostalgia e originalidade em um mesmo lugar. “Halo” é, na humilde opinião deste que vos escreve, uma das maiores baladas assinadas por Beyoncé, amplificada por uma sinestesia etérea e antêmica que faz jus ao seu próprio nome; “Hello” se esquiva dos clichês e se direciona ao campo das semi-baladas com uma história que remonta as características românticas da literatura; e falar de “Single Ladies (Put a Ring on It)” é praticamente um trabalho desnecessário, considerando a durabilidade inegável do bounce e do dance-pop eternizada por essa pequena joia da indústria fonográfica.

‘I Am… Sasha Fierce’ pode ter uma quantidade significativa de equívocos, mas não quer dizer que seja um erro na carreira de Beyoncé – como alguns críticos internacionais comentaram à época. É apenas normal que carreiras de nomes importantes da música sejam marcadas por altos e baixos e, no final das contas, o que realmente importa é de que forma os ouvintes se conectam com a música (e essa majestosa artista sabe fazer isso como ninguém).

Nota por faixa:

1. If I Were a Boy – 4/5
2. Halo – 5/5
3. Disappear – 3,5/5
4. Broken-Hearted Girl – 3,5/5
5. Ave Maria – 2/5
6. Smash Into You – 3/5
7. Satellites – 3/5
8. That’s Why You’re Beautiful – 3,5/5
9. Single Ladies (Put a Ring on It) – 5/5
10. Radio – 4/5
11. Diva – 3,5/5
12. Sweet Dreams – 4/5
13. Video Phone – 2,5/5
14. Hello – 5/5
15. Ego – 4/5
16. Scared of Lonely – 4/5

‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’: Gwen Stacy é destaque na nova imagem da sequência; Confira!

Sony Pictures Brasil divulgou uma nova imagem oficial de ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’, sequência da aclamada animação vencedora do Oscar.

A foto dá destaque a Gwen Stacy/Mulher-Aranha, personagem interpretada por Hailee Steinfeld.

Confira, junto ao trailer dublado:

O segundo filme seguirá Miles Morales (Moore), que assumiu o manto do amigão da vizinhança do Brooklyn, enquanto ele se reúne com Gwen Stacy (Hailee Steinfeld) para tentar navegar na complicada teia do multiverso em busca de um novo vilão e uma equipe de pessoas-aranha.

Lembrando que as duas partes da sequência foram ADIADAS pela Sony Pictures.

Inicialmente previsto para 7 de outubro de 2022, ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso – Parte 1‘ foi adiado para 2 de junho de 2023.

Já a Parte 2 foi adiada de 2023 para 29 de março de 2024.

Miles Morales retorna para o próximo capítulo da saga vencedora do Oscar Aranhaverso, uma aventura épica que transportará o amistoso amigão da vizinhança do Brooklyn, Miles Morales, através do Multiverso para unir forças com Gwen Stacy e uma nova equipe do Povo-Aranha para enfrentar um vilão mais poderoso do que qualquer coisa que eles já encontraram.

Kemp PowersJustin K. Thompson também entram como diretores.

Vale lembrar que Chris Lord e Phil Miller roteirizaram a continuação ao lado de David Callaham (‘Shang-Chi’). Lord originalmente co-assinou o filme original ao lado do diretor Rodney Rothman.

Daniel Pemberton também retorna como compositor.

‘Mrs. American Pie’: Série de comédia com Laura Dern e Kristen Wiig ganha novo nome; Saiba mais!

Através das redes sociais, a Apple TV+ anunciou suas próximas estreias e aproveitou para revelar que a minissérie cômica de época intitulada ‘Mrs. American Pie’ ganhou um novo nome.

Agora, a produção será lançada na plataforma de streaming sob o nome de ‘Palm Royale’.

Kristen WiigAlison JanneyLeslie BibbLaura DernRicky MartinJosh LucasCarol Burnett e outros estrelam.

A trama será centrada na alta sociedade de Palm Beach, nos anos 70. Wigg dará vida à Maxine Simmons, uma pessoa de fora que está tentando se inserir na “grandeza artificial” da referida sociedade e atravessar as barreiras entre os que têm poder e os que não têm.

Dern, por sua vez, terá “um papel chave” na trama, que ainda não fora revelado. Ela também assume a função de produtora executiva.

‘Palm Royale’ refletirá também sobre questões ainda relevantes hoje como: Quem tem direito a privilégios? Como se consegue este lugar à mesa? Qual o um sacrifício necessário para conseguir isso?

Abe Sylvia (‘The Eyes of Tammy Faye’, ‘Dead to Me’) é a criadora e showrunner da série, além de assinar os roteiros, que são baseados no livro de Juliet McDaniel.

Sylvia também produz o projeto, ao lado do indicado ao Oscar Tate Taylor (‘Últimas notícias de Yuba County’, ‘Histórias Cruzadas’), que dirigirá os episódios.

Grammy Awards 2024 | SZA conquista NOVE indicações à premiação!

SZA é uma das artistas mais incríveis da atualidade – e não ficaria de fora da lista de nomeados ao Grammy Awards 2024.

A cantora e compositora foi indicada a nove categorias, incluindo Gravação do Ano e Música do Ano por “Kill Bill”lead single do aclamado ‘SOS’ (que, por sua vez, foi relembrado na categoria de Álbum do Ano).

Os vencedores serão anunciados em 04 de fevereiro.

SZA fez sua estreia oficial com o aclamado álbum ‘Ctrl’, em 2017, retornando ao cenário musical apenas em 2022 com o aplaudido compilado de originais‘SOS’ – que deve lhe render algumas indicações ao Grammy.

No mesmo ano, ela levou para casa a estatueta do Grammy de Melhor Performance Pop em Duo/Grupo por “Kiss Me More”, ao lado de Doja Cat, além de ter sido indicada ao Oscar de Melhor Canção Original por “All the Stars”, do filme ‘Pantera Negra’.

Crítica em Vídeo | Anne Hathaway e Nicholas Galitzine criam MÁGICA na rom-com ‘Uma Ideia de Você’

O novo romance ‘Uma Ideia de Você’, estrelado por Anne Hathaway (‘Os Miseráveis’) e Nicholas Galitzine (‘Vermelho, Branco e Sangue Azul’), finalmente chegou ao catálogo do Prime Video e, agora, trazemos a vocês a crítica em vídeo da produção.

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Inspirado no livro homônimo de Robinne Lee, ‘Uma Ideia de Você’ narra a história de Solène Marchand (Hathaway), proprietária de uma galeria de arte que reluta em levar a filha para conhecer sua boyband favorita. No entanto, ela acaba se envolvendo romanticamente com um dos integrantes do grupo, Hayes Campbell (Galitzine).

O filme teve uma estreia espetacular no Rotten Tomatoes, plataforma de críticas de cinema, com 91% de aprovação da crítica especializada, com base em 23 avaliações.

Os críticos elogiaram a adaptação, destacando a química entre os protagonistas, o humor inteligente e a história cativante.

Confira alguns trechos das avaliações:

“O filme de Showalter é um pouco como algodão doce – uma guloseima arejada consumida com a consciência de seu prazer passageiro”, disse Lovia Gyarkye do Hollywood Reporter.

“Para todos os desafios que a adaptação do livro de Lee apresentou, acertar a música deve ter sido o mais difícil – com consertar aquele final sendo o segundo desafio mais próximo”, disse Peter Debruge da Variety

“‘Uma Ideia de Você’ é um exemplo de adaptação de romance literário feita da maneira certa, um equilíbrio excepcional de química e densidade de piadas que nunca subestima seu público”, disse Mateus Monagle da The Playlist.

“‘Uma Ideia de Você’ é romântica, envolvente e humana. Embora a configuração seja uma fantasia, os personagens, emoções e conflitos estão ancorados na realidade. Uma história de amadurecimento para adultos sobre como, não importa sua idade ou sucesso, você ainda está se descobrindo”, disse Sean Chandler da Sean Chandler Talks About.

“O filme de Michael Showalter parece tanto um retorno à forma quanto um avanço para Hathaway, que não emprestou seu carisma de mega-watt a uma comédia romântica com tanto sucesso há pelo menos uma década”, disse Rocco T. Thompson da Slant.

“Uma Ideia de Você é uma adição muito bem-vinda ao cânone das comédias românticas. É um filme caloroso e acessível no qual você se perderá completamente”, disse Mateus Jackson do Av Club.

“Graças em grande parte a uma performance excepcional de Anne Hathaway e a uma atuação que lança Nicholas Galitzine ao estrelato, este é o gênero em seu melhor”, disse Ryan Scott do Slash Film.

“Uma comédia romântica excepcional que desafia o que o público pensa sobre o significado de “amadurecimento”, Uma Ideia de Você mostra por que precisamos de mais comédias românticas em todos os aspectos”, disse Kate Sánchez do But Why Tho?

Relembre o trailer e siga o CinePOP no Youtube:

O elenco também inclui Reid Scott (‘Veep’), Perry Mattfeld (‘Shameless’), Ella Rubin (‘The Girl from Plainville’), Annie Mumolo (‘Missão Madrinha de Casamento’) e a estreante Mathilda Gianopoulos.

O filme é dirigido por Michael Showalter (‘Doentes de Amor’), com roteiro de Jennifer Westfeldt (‘Solteiros com Filhos’).

‘Primal’: 3ª temporada ganha previsão de estreia!

Em entrevista ao ColliderGenndy Tartakovsky trouxe uma atualização bastante promissora acerca da 3ª temporada da aclamada série animada adulta ‘Primal’.

Durante a conversa, Tartakovsky contou que o próximo ciclo será lançado em 2025 e revelou que, atualmente, está trabalhando no roteiro do décimo episódio da nova iteração.

“Está chegando. Estou terminando o décimo episódio agora, e temos mais dez de meia hora cada. Estamos em produção, e vai deixar todo mundo de queixo caído, creio eu”, ele disse. “Já terminamos metade da animação”.

Lembrando que a série está disponível na Max.

A série gira em torno de um homem das cavernas no alvorecer da evolução e de um dinossauro à beira da extinção. Unidos pela tragédia, a dupla desenvolve uma amizade inesperada que se torna o único modo de sobreviver em um mundo primitivo e violento.

A série foi criada e dirigida pelo vencedor do Emmy Genndy Tartakovsky (‘Samurai Jack’, ‘Star Wars: A Guerra dos Clones’).

Branca de Neve e os Sete Anões | Antes da estreia do live-action, relembre a ICÔNICA animação da Disney

Nas primeiras décadas do século XIX, os irmãos Wilhelm e Jacob Grimm tornaram-se responsáveis pela criação de diversas narrativas carregadas com uma sutil crítica social e algumas morais bem estilizadas para sensibilizar as crianças em relação aos costumes da época. É claro que, levando em conta o modo como contavam essas histórias, chegamos à conclusão de que tais histórias na verdade eram extremamente cruéis e que, apesar do costumeiro “final feliz”, não abriam mão de alguns sacrifícios sangrentos e chocantes, incluindo a morte dos protagonistas e o total afastamentos da crescente vertente da escola literária Romântica; não é à toa que até hoje seus contos permaneçam no imaginário popular e sofram inúmeras adaptações para a televisão e para os cinemas.

Em 1934, Walt Disney, em iminência de seu incrível império animado, juntou seu time criativo para realizar algumas possíveis investidas nesse panteão fabulesco criado pelos autores alemães; como parte de um novo projeto para expandir a sua “dominação” cinematográfica, tal idealização tornou-se finalmente verdade três anos depois com o lançamento de um marco da História do cinema, Branca de Neve e os Sete Anões’, que não apenas fornecia uma perspectiva mais pura, mas trazia técnicas fílmicas que se popularizam conforme seu sucesso tornava-se global.

É meio redundante discorrer acerca da trama principal – afinal, ela já foi relida tantas vezes que até mesmo a nova geração millenial sabe do que se trata: uma garota de pele branca como a neve e que empresta tal característica para o título, é alvo de invejas de uma poderosa e maléfica governanta, cujo nome restringe-se a apenas Rainha Má. Ela não apenas é uma forte presença que não aceita que sua enteada seja mais bonita e mais perfeita que si mesma, mas é versada nas artes das Trevas e tem como fiel conselheiro e confidente um macabro e poético espelho mágico que claramente serve como uma versão distorcida do guardião, nesse caso da antagonista. Eventualmente, a Rainha manda um de seus subordinados atrás de Branca para matá-la e arrancar seu coração, mas tal figura cede à pureza da nossa heroína e consegue fazê-la fugir até encontrar abrigo em um pequeno e confortável chalé habitado por sete anões muito cômicos e diferentes entre si.

Diferentemente do conto de fadas assinado pelos Irmãos Grimm, a Disney e o diretor David Hand optam por manter-se em um escopo mais maniqueísta. Em outras palavras, não espere um desenvolvimento profundo de cada um dos personagens, mas sim forças conhecidas pelos espectadores e que são facilmente reconhecíveis em uma identidade que trabalha essencialmente com a oposição. Não conseguimos ver, por exemplo, nenhum traço de bondade em relação à Rainha Má, seja em sua forma natural ou em sua transmutação para uma decadente bruxa – que é inclusive adornada com o típico nariz pontudo, a verruga, a boca desdentada e a corcunda. Em contrapartida, Branca de Neve é a própria personificação de toda a justiça que existe no mundo, e seus movimentos são pautados em floreios excessivos que dialogam com os passos de dança performados por bailarinos, especialmente se pensarmos na delicadeza saturada de O Lago dos Cisnes’.

Nem mesmo os coadjuvantes conseguem fugir muito dos arquétipos aos quais são engolfados. Os sete anões têm seus nomes levados ao pé da letra – Zangado, por exemplo, tem uma dura personalidade e vive com uma expressão ranzinza constante, enquanto Dengoso permanece se escondendo em sua longa barba branca, sentindo-se envergonhado por qualquer coisa. Mestre tem um condicionamento pré-estabelecido a ser o líder do grupo, ao mesmo tempo em que Soneca rende-se a uma cômica necessidade de bocejar e dormir o máximo de tempo possível. Isso para não falarmos da breve, porém “necessária” presença do Príncipe Encantado que eventualmente insurge como um ex machina para a resolução da história.

Em termos narrativos, o filme é monótono. Se tirarmos os breves números musicais, não ficamos com muita coisa além de uma trama que se resolve, cronologicamente, em 24 horas. A protagonista foge do castelo, perde-se na floresta, é ajudada pelos animais a encontrar o aparentemente abandonado chalé e então se torna uma espécie de mãe para os anões. Podemos analisar também como o roteiro baseia-se muito em um pano de fundo bucólico, campesino e sobrenatural para resolver cada uma das subtramas, incluindo a infantilização de seus personagens mais velhos – o que torna-se ridículo, por falta de outro adjetivo. A única a realmente ter um protagonismo mais mórbido é a Rainha, agora como Bruxa, que ascende como uma força temível até encontrar a esperada ruína, visto que representa o lado ruim da história.

Apesar desses claros deslizes, é justamente a animação em si que encanta, desde o design metafórico até a evolução tecnológica que representa. A Disney utiliza-se da rotoscopia, ou seja, a criação desse estilo a partir de um filme já gravado, no qual os animadores desenham por cima dos frames. Todas as figuras traduzidas para o escopo imagético são fluidas na maior parte, e o produtor permitiu-se também aperfeiçoar a bruta descoberta feita por Max Fleischer, determinando a estética das animações por inúmeras décadas – até a chegada do chroma-key. E isso não é tudo: as investidas artísticas são incrivelmente miméticas e conversam com pintores e escultores do final do século XIX para diferenciar cada um dos cenários.

Albert Hurter, responsável pela arte-final da obra, contou com uma incrível bagagem cultural para decidir como transpor as páginas do roteiro para a tela. Para tanto, buscou inspiração tanto no ilustrador Arthur Rackham quanto no pintor John Bauer, conhecidos pelo jogo de luz e sombra extremamente impressionista e expressionista, brincando com os conceitos de vida e morte dentro de um cenário fabulesco e mitológico, sempre buscando dialogar com algum aspecto da vida cotidiana para conscientizar o público-alvo. Apesar de abandonar esse moralismo exacerbado, Hurter obtém um sucesso tremendo ao arquitetar sequências de puro terror, incluindo uma antropomorfização naturalista aplaudível, seja pela construção aterrorizante das árvores e dos troncos, ou pela inocência dos pequenos animais.

‘Branca de Neve e os Sete Anões’ pode não ser o filme mais original do mundo, mas sua importância é inquestionável. Além de ser o real pontapé para o crescimento de um império secular, o longa-metragem tornou-se uma das principais referências para a realização de animações, principalmente por suas estética e técnica modernas.

‘If I Had Legs, I’d Kick You’: Rose Byrne vê sua vida DESMORONAR no trailer do novo drama da A24

A24 divulgou hoje (6) o trailer oficial de ‘If I Had Legs, I’d Kick You’, drama estrelado por Rose Byrne (‘Platonic’, ‘Missão Madrinha de Casamento’).

O longa-metragem chega aos cinemas norte-americanos no dia 10 de outubro, ainda sem previsão de chegada ao Brasil.

Confira:

O filme é dirigido e escrito por Mary Bronstein (‘Yeast’).

Com sua vida desmoronando ao seu redor, Linda (Byrne) tenta lidar com a doença misteriosa de seu filho, seu marido ausente, uma pessoa desaparecida e um relacionamento cada vez mais hostil com seu terapeuta.

Conan O’BrienDanielle MacdonaldChristian SlaterASAP RockyIvy WolkDaniel Zolghadri e outros integram o elenco.

‘If I Had Legs, I’d Kick You’ fez sua estreia oficial no Festival de Sundance 2025, conquistando sólidos 93% de aprovação no Rotten Tomatoes.

Globo de Ouro 2026 | ‘Hamnet’ conquista o prêmio de Melhor FIlme de Drama

O drama aclamado ‘Hamnet – A Vida Antes de Hamlet’ (Hamnet), estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), foi um dos principais relembrados dos vencedores do Globo de Ouro 2026.

O projeto levou para casa um dos principais prêmios da noite, o de Melhor Filme de Drama. Além disso, Buckley foi condecorada com a estatueta de Melhor Atriz em Filme de Drama por seu impecável trabalho no longa-metragem.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

‘Hamnet – A Vida Antes de Hamlet’ tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.