Em entrevista ao podcast Howie Mandell Does Stuff, Rob Zombie (‘Rejeitados Pelo Diabo’) revelou o caótico processo de filmagens do remake de ‘Halloween‘.
O diretor confirmou que o projeto foi afetado pela intromissão dos produtores – especialmente os infames irmãos Weinsteins –, tornando o desenvolvimento do filme um pesadelo.
“[O desenvolvimento do remake de ‘Halloween’] foi um pesadelo. Toda hora alguém me dava notas definitivas sobre o que eles queriam, mas esqueciam delas nos dias seguintes.”
O cineasta ainda declarou ter enganado os produtores para evitar complicações durante as filmagens: “Eu me certifiquei [de que os Weinsteins] estavam sempre um dia atrasados sobre o que eu realmente estava filmando. Não sei como consegui enganá-los, mas eles ficavam tipo: ‘É isso o que nós queremos para o décimo dia de gravação’. E não havia problema, porque eu já havia filmado o décimo dia. Eu estava no meu décimo primeiro dia de filmagem enquanto eles estavam gritando comigo sobre o décimo dia.”
Vale lembrar que a franquia foi recentemente encerrada pela Blumhouse, em uma trilogia iniciada pelo reboot ‘Halloween‘ (2018) – que serviu de sequência direta ao filme original, enquanto ignorou todas as outras sequências.
‘Halloween‘, de 2018, e ‘Halloween Kills‘ faturaram US$ 259.9 milhões e US$ 133.4 milhões em todo o mundo, respectivamente. Já ‘Ends‘, fez apenas US$ 104.3 milhões.
O longa estreará no serviço de streaming no dia 30 de junho.
A trama segue Abby, uma jovem que quer deixar seu passado tumultuado para trás, mas ao chegar na faculdade, ela conhece Maddox, um lutador de MMA que usa o dinheiro da luta para pagar os estudos. O que ela não imagina é que esse encontro pode colocar todos os seus planos para um novo começo em risco!
Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.
Desde que Ivanna Sakhno apareceu no trailer da série ‘Ahsoka’ portando um sabre de luz e atacando uma frota da Nova República, os fãs da saga ‘Star Wars’ ficaram ainda mais curiosos sobre sua personagem, chamada Shin Hati.
Durante uma entrevista com a Entertainment Weekly, Sakhno revelou novos detalhes sobre de Shin, a aprendiz de Baylan Skoll, vivido pelo falecido Ray Stevenson.
“Ela é uma intensa e ambiciosa usuária da Força. É muito habilidosa no combate com sabre de luz. É uma personagem nova, então não quero revelar tudo sobre ela. O legal é que o público vá descobrindo mais sobre ela. Eu espero que as pessoas possam entender as suas motivações, e mesmo que seja uma personagem sombria, eu a adoro. Realmente me importo muito com ela, e sinto que é o meu dever protegê-la.”
E aí, você está curioso?
Lembrando que ‘Ahsoka‘ estreia em 31 de agosto naDisney+.
A prévia é marcada por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead), Sabine (Natasha Liu Bordizzo) e o droide Chopper.
Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.
Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.
No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.
“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”
Em entrevista ao CinePOP para promover ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, a atriz Sophie Thatcher (‘Yellowjackets’) falou sobre o novo filme baseado no conto de Stephen King e revelou se acreditava no bicho-papão quando era criança.
“Eu tinha minhas próprias versões. Eu definitivamente tinha uma imaginação maluca, imaginava um monte de coisas. Lembro-me de pensar… Eu tinha uma coisa com espelhos. Tinha muito medo que um rosto aparecesse nos espelhos. Eu pensei ter visto uma bruxa no meu espelho na escola primária. Coisinhas assim. Tinha o bicho-papão também. Acho que não há uma imagem específica de como ele é. Pode tomar qualquer forma, por isso é tão assustador.”, ela revelou.
“Ele é muito bom em criar atmosfera e construir uma cidade que pareça real e onde tudo vive dentro do universo de Stephen King. Sempre parece familiar. Ele é a razão pela qual o horror é levado tão a sério agora.”, ela afirmou.
As primeiras impressões do terror ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘ – que foi exibido exclusivamente durante o CinemaCon 2023 –, já saíram, e são extremamente positivas.
Os críticos comentaram sobre as sólidas performances do longa – com destaque para a atuação da Thatcher –, além elogiarem as cenas de terror da produção, que são descritas como tensas e bem construídas.
Confira as reações dos críticos:
“Um filme de terror eficaz que marca um retorno do diretor Rob Savage ao gênero após ‘DASHCAM’. Neste filme, ele cria algumas cenas muito inteligentes e realmente explora o suspense. A atriz Sophie Thatcher também apresentou uma performance acima da média. A melhor parte? Um final emocionalmente satisfatório.” – Jeff Sneider
“Sophie Thatcher está incrível em ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’. Ela ancora o filme com sua dor e medo. Este é um filme de terror lento, mas com ótimos sustos. Definitivamente vai fazer você ter medo do escuro.” – Daniel Howat
“Tive a chance de conferir ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’ no CinemaCon 2023 e, como fã do Stephen King, fiquei muito feliz. Assim como o conto original, esta é uma história simples de terror, mas que traz cenas aterrorizantes e efetivas.” – Eric Eisenberg
“Esse é um ótimo filme do gênero. Tem um prólogo sombrio e está cheio de jump scares. O terror foi muito bem filmado, mas não amei algumas conveniências forçadas do roteiro. O elenco, no entanto, é incrível.” – Rob Keyes
“Tive a chance de assistir o filme no CinemaCon, e é absolutamente incrível. É muito bem filmado, super sinistro e traz performances sólidas dos seus protagonistas. A parte mais surpreendente é a ação! Há muitas cenas de ação e terror neste filme.” – Germain Lussier
O terror já está em exibição nos cinemas nacionais.
Ainda se recuperando da trágica morte de sua mãe, uma adolescente e sua irmã mais nova se veem atormentadas por uma presença sádica em sua casa e lutam para fazer com que seu pai de luto perceba a ameaça antes que seja tarde demais.
Dirigido por Rob Savage, o longa originalmente seria lançado direto no serviço de streaming do Hulu. No entanto, após o resultado positivo em testes de exibição, o estúdio decidiu lançar a produção nas telonas.
O roteiro original foi assinado por Scott Beck & Bryan Woods (‘Um Lugar Silencioso’) eAkela Cooper (‘Maligno’), sendo posteriormente revisado por Mark Heyman (‘Cisne Negro’).
Mais uma história do aclamado autor Stephen King está migrando para os cinemas. Desta vez, o icônico conto “O Fantasma“, lançado pela primeira vez em 1973 na revista Cavalier, será adaptado para as telonas, pela perspectiva criativa do cineasta Rob Savage. Intitulado ‘Boogeyman: Seu Medo é Real‘, a nova versão traz a sinistra história de uma família aterrorizada por uma entidade sobrenatural.
O Renato Marafon e o Thiago Nolla participaram de uma exibição especial do filme e debateram sobre quais são as melhores adaptações do autor.
Assista:
Já são mais de 300 adaptações de textos do autor, entre longas, curtas, minisséries, filmes para a TV e séries.
Fizemos uma lista com as 10 Melhores. Vale dizer que algumas obras que gostamos muito infelizmente ficaram de fora, então aqui vão algumas menções honrosas: O Nevoeiro (2007), Creepshow(1982), Lembranças de um Verão (2001), O Aprendiz(1998), 1408 (2007), Janela Secreta (2004), Jogo Perigoso (2017) e Christine (1983).
Se prepare para algumas surpresas e alguns bônus. Vem conhecer.
Ps. Como sempre, para termos uma lista mais democrática, nossas escolhas foram baseadas nas suas. Assim, recolhemos a opinião do grande público para formular nossa matéria.
Quando o autor é bom, cineastas talentosos correm atrás da possibilidade de dirigir seus textos. E com King ocorre justamente isto, tendo sido adaptado para o cinema por verdadeiros gênios da sétima arte. Aqui, começamos a lista com um deles: David Cronenberg, diretor de clássicos como Scanners (1981) e A Mosca (1986).
Na trama, um homem simples (papel de Christopher Walken), com a vida encaminhada, se envolve num acidente de carro e fica em coma por anos. Quando acorda, descobre que possui o dom sobrenatural de ver o passado ou o futuro de todas as pessoas em que toca. Então, ele começa a usar suas visões para ajudar as pessoas. A ideia foi transformada numa série de TV anos depois, intitulada O Vidente, e ficou no ar de 2002 a 2007, com Anthony Michael Hall no papel principal.
Todos concordam sobre duas coisas em relação a esta adaptação do “tijolo” de Stephen King. Ela é bem melhor que sua contraparte da década de 1990, adaptada na forma de uma minissérie para a TV em dois episódios (mesmo que adoremos a performance de Tim Curry como o palhaço Pennywise). E também é melhor do que sua continuação lançada este ano. Tudo bem que os recentes longas precisam ser vistos como um só, mas foram gravados de forma separada e estrearam com um hiato de dois anos.
Esta primeira parte, com o clube dos perdedores ainda criança, é a mais satisfatória adaptação que leva o título It. Isso se deve muito ao carisma das crianças, e a humanidade empregada em seu desenvolvimento – coisa que ficou de fora na continuação, com suas versões adultas sem o mesmo charme (mesmo contando com as presenças dos sempre interessantes James McAvoy e Jessica Chastain). Até mesmo o desempenho de Bill Skarsgard como o palhaço Pennywise sofreu na continuação em detrimento a seu estupendo retrato no primeiro filme.
Uma das adaptações mais subestimadas de uma obra de King – e uma das melhores – Dolores Claibrone (em seu título original) merece mais atenção. Bom ver que o grande público tratou de lhe fazer justiça. Aqui temos talento espalhado para dar e vender. A direção é de Taylor Hackford (indicado ao Oscar por Ray), e o roteiro tem adaptação de Tony Gilroy (duplamente indicado ao Oscar pelo roteiro e direção de Conduta de Risco).
O elenco traz Kathy Bates em sua segunda obra protagonizando um texto de King, após a vitória no Oscar por Louca Obsessão. Aqui, ela vive uma mulher acusada de matar sua velha patroa. Sua filha, papel de Jennifer Jason Leigh, uma jornalista da cidade grande, retorna à sua cidadezinha para ajudar a inocentar a mãe.
07 | Carrie, A Estranha (1976)
Este não poderia faltar na lista. Carrie é importante por vários motivos. Foi o primeiro livro escrito por Stephen King (em 1974) e seu primeiro livro adaptado ao cinema. Segundo, foi o primeiro filme de sucesso do prestigiado diretor Brian De Palma. E terceiro, o que poucos devem saber ou lembrar, indicou ao Oscar suas duas protagonistas femininas: Sissy Spacek (que vive a protagonista Carrie) – alavancando sua carreira – e Piper Laurie (que interpreta sua mãe religiosa).
A trama todos conhecem bem, uma menina tímida e introvertida, criada de forma abusiva por sua mãe fanática, começa a desenvolver poderes telecinéticos ao adentrar na puberdade. Ao sofrer bullying no colégio, as coisas tomam proporções trágicas. Carrie possui uma ideia muito frutífera, justamente por isso, rendeu outras adaptações. A primeira e mais caça-níquel foi uma sequência direta deste filme, lançada em 1999 com o título de A Maldição de Carrie (sem qualquer envolvimento de King). Depois veio uma refilmagem para a TV em 2002, e finalmente um remake cinematográfico lançado em 2013, com Chloe Grace Moretz como Carrie, e Julianne Moore como sua mãe.
Este filme recente está em posição alta na lista? Está! Ainda é muito cedo para classificá-lo como tal? Talvez. O que importa é que o público falou, e quem já pôde conferir o longa, afirma que ele é esse borogodó todo sim! Estaremos diante de um novo clássico? O novoIt: A Coisa? Bem, a partir desta quinta-feira todos poderemos conferir. Vale ressaltar, no entanto, que com mais gente assistindo, comentando e avaliando o filme, seu conceito poderá cair ou quem sabe até mesmo aumentar.
Esta é a continuação do clássico imortal O Iluminado (1980), que King lançou na forma de livro em 2013. Na trama, acompanhamos o menino Danny crescido, na pele de Ewan McGregor, depois do grande trauma ocorrido no hotel Overlook. Desta vez, ele encontra uma menininha com o mesmo dom “iluminado” que ele, e precisa protegê-la de um culto que se alimenta de tal energia para permanecer imortal. A direção é de Mike Flanagan (que também adaptou o roteiro), um dos grandes nomes do terror atual, tendo comandado a primeira temporada da elogiadíssima A Maldição da Residência Hill, e inclusive outra adaptação de King: Jogo Perigoso (2017).
Chegamos a um dos grandes favoritos dos fãs, e pessoal deste que vos fala. O cineasta Rob Reiner já havia dirigido uma adaptação de King, com Conta Comigo, e retornou para um filme bem mais intenso. Como dito, Kathy Bates levou o Oscar de melhor atriz por seu retrato da psicopata Annie Wilkes, uma das melhores vilãs da história do cinema. Esta é uma história simples, sem elementos sobrenaturais, que se comporta muito como uma peça de teatro, com basicamente dois atores durante a projeção e um único cenário de uma casa. Não por acaso, foi adaptado aos palcos da Broadway em 2015, com Bruce Willis e Laurie Metcalf nos papeis principais.
Aqui, King satiriza seus fãs obcecados, e conta a história de um autor bem sucedido (papel de James Caan) buscando novos ares, e sua “maior fã”, a enfermeira desequilibrada Wilkes. Quando o sujeito se envolve num acidente de carro devido a nevasca, a mulher o resgate e o acolhe em sua casa. E este encontro está eternizado como um dos melhores suspenses já produzidos.
Por falar em Rob Reiner, aqui o diretor fazia sua estreia pelo universo de Stephen King. É curioso que os dois filmes dirigidos pelo cineasta não possuam teor sobrenatural, tão costumeiro nas obras do escritor. Ao contrário do item acima, um suspense de gelar a espinha, o debute de Reiner pelo “Kingverse” foi num coming of age (uma história de amadurecimento) doce e por vezes amarga. O longa foi indicado ao Oscar de melhor roteiro adaptado e está entre os filmes preferidos do grande público de todos os tempos.
Na trama, quatro pré-adolescentes, vividos por Wil Wheaton, Corey Feldman, Jerry O’Connell e o saudoso River Phoenix (irmão de Joaquin Phoenix), decidem partir numa jornada para achar o corpo de um menino de sua cidade, no caminho se metendo em aventuras inesquecíveis. Assim como no clube dos perdedores, esta história é contada através de flashback, com um deles relembrando sua época de infância.
Segunda adaptação de uma obra de Stephen King ao cinema, depois do sucesso de Carrie, este longa conseguiu ser ainda mais cultuado, considerado um dos melhores filmes de terror de todos os tempos. O título não é à toa, já que na direção temos a presença de Stanley Kubrick, um dos melhores diretores de todos os tempos. O poder do texto de King foi tanto que conseguiu despertar o interesse de um cineasta do porte de Kubrick, que nesta altura já havia assinado obras de prestígio vide Spartacus(1960), Doutor Fantástico (1964), 2001 – Uma Odisseia no Espaço (1968) e Laranja Mecânica (1971).
O curioso é que existe pelo menos uma pessoa no mundo que não gosta nada desta adaptação. O próprio King. Acontece que Kubrick mexeu em muita coisa do texto do autor, descaracterizando seu livro. Bem, segundo as más línguas, o diretor na verdade aprimorou o trabalho. Mas o escritor é irredutível, e diz que a verdadeira e melhor adaptação de sua obra é a minissérie lançada para a TV em 1997, com Rebecca De Mornay e Steven Weber. Tá bom, né.
02 | À Espera de um Milagre (1999)
Número 29 entre os melhores filmes de todos os tempos na opinião do grande público, The Green Mile (no original) marca o segundo longa dirigido pelo cineasta Frank Darabont baseado num texto de King. E reparem que eu disse longa, porque a primeira adaptação de uma obra do escritor (um conto) dirigida por Darabont foi o curta The Woman in the Room, de 1984, sobre uma mulher doente terminal incapaz de morrer. O diretor voltaria no comando de O Nevoeiro (2007), primeiro terror que adapta de King.
Na trama, Tom Hanks interpreta um agente carcerário no corredor da morte de uma prisão do interior na década de 1930. No meio do relacionamento com os guardas e os prisioneiros, a vida de todos será mudada após no local chegar o gigante John Coffey (papel indicado ao Oscar de Michael Clarke Duncan), que possui o estranho dom da cura. O longa recebeu ainda as indicações ao Oscar de melhor filme, melhor roteiro adaptado e melhor som.
Vocês sabiam que ele chegaria. Considerado o melhor filme de todos os tempos na bíblia do cinema na internet, o IMDB, com mais de 2 milhões e 115 mil votos do grande público, o longa marca a primeira parceria de King e Darabont num longa. Curiosamente, trata-se de um filme de prisão, fato reprisado pelo diretor em À Espera de um Milagre. O que ambos possuem em comum é a humanização da história e forte desenvolvimento de seus personagens, com temas como redenção e perseverança do espírito humano.
Ao contrário do item acima, Um Sonho de Liberdadeé baseado num conto e não num livro. Rita Hayworth and the Shawshank Redemption foi a fonte de origem, desenvolvido num dos grandes filmes da história do cinema. Na trama, o protagonista vivido por Tim Robbins chega a uma penitenciária clamando inocência pela morte da esposa que o vinha traindo. Lá dentro, ele precisará aprender a viver uma nova vida, enquanto desenvolve laços de afeto inquebráveis. Curiosamente, apesar de seu atual prestígio, o filme não levou nenhum dos sete Oscar pelos quais estava indicado, e perdeu na categoria principal para Forrest Gump, número 12 na lista dos melhores.
Minissérie do canal Hulu em 8 episódios, esta obra possui uma das maiores avaliações do público de um texto de Stephen King. Produzido por J.J. Abrams, a trama mostra um professor de história vivido por James Franco, descobrindo um portal no tempo para a década de 1960 em sua lanchonete favorita. Agora, ele tem como missão impedir o assassinato do presidente Kennedy.
Protagonizado por Brendan Gleeson e tendo como criador David E. Kelly (um dos grandes nomes da TV americana), esta produção já está em sua terceira temporada. Na trama, um policial recém aposentado caça um psicopata que dirige uma Mercedes.
Uma das ideias mais legais para uma série de TV, Castle Rock não é baseada em nenhum texto de Stephen King, o que não a impede de ser banhada completamente em tudo o que diz respeito à mitologia “Kingiana”. Na cidade do título, personagens saídos de seus livros se encontram e trazem consigo locais e momentos clássicos dos textos do autor. As referências irão explodir a mente de qualquer fã de King. Além disso, a graça também está no elenco, formado por grande parte dos intérpretes que já passaram por adaptações dos livros do escritor, seja na TV ou no cinema, vide Sissy Spacek (Carrie), Bill Skarsgard (It) ou Tim Robbins (Um Sonho de Liberdade). Na segunda temporada, que estreou no fim de outubro, a personagem principal é justamente a enfermeira Annie Wilkes, aqui vivida por Lizzy Caplan.
Haven (2010-2015)
Esta série elogiada guarda alguns dos itens mais utilizados nas obras de King, como, por exemplo, se passa no Maine. Na cidadezinha pesqueira de Haven, uma agente do FBI, o xerife e alguns cidadãos investigam uma maldição que paira no local.
‘A Freira 2‘, sequência do filme de 2018 e mais uma entrada no universo de ‘Invocação do Mal‘, já tem data de estreia nos cinemas nacionais.
O filme estreia por aqui no dia 7 de Setembro, e o trailer será divulgado na próxima semana – com dia a ser definido. Então fique de olho no CinePOP.
Na CinemaCon, evento do qual o CinePOP participou, o primeiro trailer da continuação foi exibido.
Veja a descrição:
O trailer mostra o diabo conjurando através de uma janela de vitral em uma escola convento muito antiga e sombria. Um demônio que um dia foi um anjo precisa ser enfrentado e, o trailer promete que “A verdade será descoberta por trás do maior evento no Universo de Invocação do Mal.”
Além disso, foram divulgadas as primeiras fotos que trazem o retorno de Taissa Farmiga como a Irmã Irene e do demônio Valak, que adota a representação de uma freira.
Bonnie Aarons reprisa seu papel como a criatura demoníaca.
1956 – França. Um padre é assassinado. Um mal está se espalhando. A sequência do sucesso ‘A Freira’ seguirá a Irmã Irene enquanto ela volta a enfrentar, cara a cara, o demônio VALAK – a freira demônio.
Michael Chaves, responsável pelo terror ‘A Maldição da Chorona‘ e por ‘Invocação do Mal 3: A Ordem do Demônio‘, entra como diretor. Akela Cooper, Ian Goldberg e Richard Naing assinam o roteiro.
Vale lembrar que o primeiro filme está disponível na HBO Max!
A nova série antológica da Apple TV+,‘Entre Estranhos’ (‘The Crowded Room’), estrelada por Tom Holland (‘Homem-Aranha’) e Amanda Seyfried (‘The Dropout’) já pôde ser conferida pela imprensa internacional, e as primeiras avaliações já estão saindo.
A produção, que estreia dia 9 de junho na plataforma, debutou com amargos 20% de aprovação da crítica no site Rotten Tomatoes. Os críticos apontam uma trama desinteressante e superficial, que não adapta bem a história para o formato televisivo.
Confira algumas avaliações:
“Ao tratar a premissa do material base e a história verdadeira na qual é inspirado como uma grande surpresa acaba prejudicando a trama. Seria como adaptar Moby Dick e dizer: ‘Não mencione a baleia, isso é um spoiler’.” –United Press International.
“Holland faz bem em transmitir a vulnerabilidade e o desconforto de seu personagem … Essa intensidade nem sempre é correspondida pelo show que se arrasta quase tanto quanto intriga e perturba.” –Financial Times.
“Seja a maneira como ele extrai seu “mistério” ao ponto da frustração ou como as consequências subsequentes de sua suposta surpresa perdem de vista o próprio Holland, ‘Entre Estranhos’ é apropriadamente intitulado, mais embelezado do que envolvente.” –Collider
“‘Entre Estranhos’ faz com que suas voltas e reviravoltas pareçam tediosas em virtude de serem subdesenvolvidas.” –Slashfilm
“‘Entre Estranhos’ é um caso peculiar na TV: se estraga desde o início e depois finge que não, provocando incessantemente as informações que já divulgou, e continua a oferecer com cada desorientação desajeitada e elusão desajeitada.” –The Daily Beast.
Confira o trailer:
A cada temporada, a atração será focada em histórias envolvendo casos da vida real de pessoas com transtornos mentais.
Holland dará vida a Danny Sullivan, inspirado em Billy Milligan, a primeira pessoa a ser absolvida de um crime por causa de Transtorno de Personalidade Múltipla (também conhecido como Transtorno Dissociativo de Identidade).
O cineasta Akiva Goldsman, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo filme ‘Uma Mente Brilhante‘, será responsável pelo projeto.
Baseada na biografia ‘The Minds of Billy Milligan‘, de Daniel Keyes, a série é descrita como uma “emocionante antologia”, que irá explorar “as verdadeiras e inspiradoras histórias daqueles que lutaram e aprenderam a conviver com distúrbios mentais”.
A Diamond Films confirmou ao CinePOP a data de estreia da sequência ‘After – Para Sempre‘ (After Everything) nos cinemas nacionais.
O filme chega por aqui no dia 14 de Setembro.
Confira a sinopse oficial e o trailer dublado e legendado:
“Chegou a hora de descobrir o desfecho da intensa história de amor de Tessa e Hardin: AFTER – PARA SEMPRE (After Everything) estreia nos cinemas brasileiros em 14 de setembro. Prepare-se para assistir a toda emoção que vai incendiar as telonas no quinto e último filme da franquia que é fenômeno mundial.”
Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.
2023 não está sendo um ano muito bom para a carreira deBen Affleck, já que seu novo filme, ‘Hypnotic’, se tornou um GRANDE um fracasso de bilheteria.
Na trama dirigida por Robert Rodriguez (‘Pequenos Espiões’), o astro interpreta Danny Rourke, um detetive à procura de um criminoso sinistro que possui a habilidade de manipular mentes.
Apesar da premissa instigante, o filme orçado em US$ 70 milhões arrecadou míseros US$ 4,5 milhões após três finais de semanas nos cinemas nos EUA.
O filme dará um prejuízo gigantesco de mais de US$ 50 milhões.
Antes disso, Affleck dirigiu ‘Air: A História por trás do Logo‘, que arrecadou apenas US$ 85,5 milhões contra um orçamento de US$ 90 milhões.
Na trama, Sonny Vaccaro e aNike buscam o novato no basquete Michael Jordan e criam uma parceria que revoluciona o mundo dos esportes e da cultura contemporânea.
No entanto, o filme foi feito originalmente como exclusivo do Prime Video, e o lucro obtido com a bilheteria ainda foi considerado uma vitória para a Amazon Studios.
Quanto a ‘Hypnotic‘, o longa também foi muito mal nas avaliações críticas, amargando apenas 38% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que, apesar de alguns resquícios de inspiração, o longa sobre com uma história complicada e desinteressante.
Separamos os trechos das principais críticas:
“[Robert] Rodriguez abre mão de seu cativante tom divertido em favor de uma história que parece ter saído da mente de Christopher Nolan, se enterrando em um filme excessivamente sério que é arrastado por uma história complicada.” (Bloody Disgusting)
“‘Hypnotic’ é um filme irregular, difícil de acompanhar – e não de um jeito divertido.” (Austin Chronicle)
“O grande problema é que a história fica se complicando. Este filme não é o suspense inteligente que está tentando ser. Está mais perto de uma versão burra de ‘A Origem’.” (Rolling Stone)
“Esse filme parece ser um daqueles blockbusters lançados há 20 anos. O que é mais hipnótico do que isso?” (Guardian)
“O maior poder de hipnose foi o Robert Rodriguez ter conseguido tirar essa bobagem do papel.” (Flickering Myth)
“Apesar do terceiro ato ser interessante, os espectadores ainda precisam enfrentar dois atos que necessitam desesperadamente de uma injeção de adrenalina.” (Showbiz Junkies)
O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 26 de Outubro.
Robert Rodriguez é responsável pela direção, além de também assinar o roteiro ao lado de Max Borenstein (‘Kong: A Ilha da Caveira’).
Em uma espiral de flagelos e tragédias sequenciais, Manifest retorna à Netflix com a promessa de suprir os anseios dos amantes por teorias conspiratórias, na tentativa de trazer respostas definitivas para o misterioso desaparecimento do voo 828 da Montego Airlines. Criando um confuso emaranhado entre sincretismo religioso, mitologia, misticismo e a Bíblia Sagrada, Jeff Rake busca fazer de seus últimos episódios sua cartada final para uma trama que – muito provavelmente – alugou um triplex gratuitamente na mente dos fãs. Mas cercada por um melodrama exaustivo e sob uma pressão enorme nascida de sua ambição desenfreada, a 2ª parte da 4ª temporada se torna uma turbulenta escala em direção a um final diluído demais.
Um dos maiores problemas dos 10 episódios remanescentes de Manifest é justamente sua falta de objetividade e foco. Prolixos e cheios e subtramas que não levam a lugar algum, a parte final da popular série é tomada por fillers desnecessários – hiatos narrativos que andam em círculos e não ajudam a trama a caminhar com celeridade e rapidez. Enquanto a Parte 1 se apressava em preparar o terreno para o grande final, a subsequente caminha a passos curtos e lentos, resgatando o personagem Zeke como uma espécie de fantasma elucidativo, capaz de cansar até os mais sentimentais. Exageradamente melodramático e sempre regado por uma falsa sabedoria romântica, ele se torna uma quebra na avidez do roteiro e funciona muito pouco dentro da essência da série.
Mas um dos aspectos que talvez mais incomode a audiência é justamente a necessidade de rechear os capítulos com cliffhangers constantes, a fim de garantir nossa atenção. Provando que seria possível encerrar a história com muitos episódios a menos, Rake nos entope com arcos pouco evolutivos e até mesmo desconexos com o cerne da trama, construindo uma falsa sensação de suspense a fim de maquiar o fato de que, honestamente, já não há tanto a ser dito ou apresentado ao público. Essa falta de estratégia e direcionamento pode tornar o restante da jornada um tanto enfadonha e até mesmo desgastante. Sempre à espera de conclusões, o showrunner e sua equipe de roteiristas vão deixando pequenas pontas soltas, na tentativa de saná-las rapidamente em seus minutos finais.
Com resoluções simplistas, que remetem ao princípio da série, Manifest entrega aos fãs um encerramento mediano, água com açúcar e até mesmo idealista. Após se fartar em cima do mais absoluto caos apocalíptico, a produção dilui toda sua complexidade em uma espécie de “felizes para sempre”, que entra em contradição até mesmo com a construção de alguns de seus arcos. Buscando a saída mais fácil, Rake e o produtor Robert Zemeckis (Forrest Gump e De Volta Para o Futuro) presenteiam a audiência com algo mais suave, aconchegante e bastante previsível – o que, invariavelmente, deve agradar muitos dos fãs.
Mas talvez a promessa de Juízo Final tenha sido grandiosa demais para ser cumprida. Talvez as diversas teorias interligadas tenham se complicado demais ao longo do processo. Seja qual for o motivo, a série adquirida pela Netflix se despede dos fãs após uma alucinante, porém inconstante aventura. Entre erros e acertos, Manifest entregou mais do que Lost, mas bem menos do que se propôs.
Piegas e beirando o cafona com seu sentimentalismo meloso, a produção não chega a ser uma expectativa frustrada, mas sem sombra de dúvidas é um desejo incompleto. Mostrando mais do que nunca que o formato de 20 episódios por temporada é completamente obsoleto e mais negativo do que positivo, a série é uma evidência clara de que, com bons roteiristas e uma excelente direção, é possível chegar ao mesmo destino com apenas três temporadas de 13 episódios cada. Ainda assim, Manifest não acena o seu adeus em vão. Após um longo voo cheio de escalas evitáveis, sua doce e óbvia aterrissagem é boa o bastante para acalentar o coração de quem há muito tempo tem esperado por um final definitivo.
Toda vez que o nome Stephen King aparece em uma produção cinematográfica os cinéfilos de plantão já ficam de olho: vem aí uma nova história de terror com potencial de arrepiar os cabelinhos do braço. O que muita gente esquece é que Stephen King, além de ser conhecido como um dos maiores escritores de terror de todos os tempos, também é autor de um bocado de histórias sem pé nem cabeça, dentre ficção-científica, drama e suspense. Tendo criado dezenas de histórias, nem sempre ele acerta – que dirá as produções que se baseiam na sua imaginação. É o caso de ‘Boogeyman: Seu Medo é Real’, inspirado em um conto do mestre do terror e que estreou hoje nos cinemas.
King é provavelmente o autor mais adaptado ao audiovisual e sua carreira caminha lado a lado com o mundo do entretenimento visual. Dentre superproduções para os cinemas, filmes para o mercado de vídeo, séries televisivas, curtas-metragens e agora produções voltadas ao mercado de streaming, sejam filmes, seriados ou minisséries, Stephen King parece não sair dos holofotes, das mentes e da boca dos fãs.
É um fato impressionante o escritor continuar assustando as novas gerações, tendo feito isso muitas vezes com gerações mais antigas numa trajetória de mais de quatro décadas. Sim, vira e mexe alguma obra de King é redescoberta e ganha nova roupagem para os mais jovens, assim como livros e trabalhos recentes do escritor igualmente recebem oportunidade de brilhar. Para comemorar a estreia e esse artista que tanto adoramos, voltaremos às raízes de Stephen King, revisitando seus primeiros trabalhos adaptados para as telas, numa época em que o autor ainda não tinha o peso que possui hoje.
Dê asas à sua nostalgia e vem com a gente conhecer as 10 primeiras adaptações de Stephen King.
1) Carrie – A Estranha
Carrie marcaria com pé direito a entrada de Stephen King em Hollywood em 1976. O filme é a primeira adaptação de um texto do autor para as telas e foi também o primeiro livro publicado pelo renomado romancista. A obra literária foi lançada em 1974 e dois anos depois já era um filme de sucesso que, entre outras coisas, recebeu duas indicações ao Oscar de atrizes (Sissy Spacek e Piper Laurie). Aqui King já fazia críticas ao bullying e previa massacres em escolas – quando uma adolescente tímida sofre humilhação nas mãos das colegas de classe e resolve se vingar com seus recém-adquiridos dons telecinéticos (uma analogia à puberdade). Carrie ganhou uma continuação em 1999, uma minissérie em 2002 e uma refilmagem em 2013.
Esse foi o segundo livro escrito por King, cujo título original é Salem’s Lot, lançado logo no ano seguinte de Carrie, em 1975. Ao contrário de Carrie, levado aos cinemas por Brian De Palma, a adaptação da segunda obra do autor viu sua estreia no canal americano CBS, com produção da Warner Bros. Television, no formato de uma minissérie em dois episódios exibidos em 17 e 24 de novembro de 1979. Apesar do lançamento menor, na direção, um verdadeiro ícone do gênero: Tobe Hooper (O Massacre da Serra Elétrica). A trama guarda muitas semelhanças com o mais recente sucesso da Netflix, Missa da Meia Noite (2021), com o criador Mike Flanagan inclusive revelando a inspiração em King. Ou seja, fala sobre um escritor retornando para sua pequena cidade, somente para descobrir que os residentes estão se tornando vampiros. A história ganhou uma continuação na forma de um filme de 1987 e uma minissérie moderna em 2004 – um filme para os cinemas será lançado em breve.
Nas páginas, O Iluminado foi o terceiro livro escrito por Stephen King e seu maior sucesso então. A obra literária cimentava seu nome como autor do momento, inclusive entre os jovens. Lançado em 1977, o livro seria comprado pela Warner e desenvolvido na forma de uma superprodução a ser comandada por um nome de imenso culto na época: Stanley Kubrick, talvez o maior cineasta a ter reimaginado um livro de King. O que parecia ser o negócio do século para o escritor, terminou se mostrando um pesadelo para ele, quando o excêntrico cineasta resolveu mudar muito do texto de King, e há quem diga, inclusive melhorá-lo. O escritor não poupou palavras para deserdar essa adaptação, lançada em 1980, e quase vinte anos depois, em 1997, criaria sua própria versão. Que parece ter agradado zero apenas uma pessoa. O próprio King.
Até então as adaptações dos livros deStephen King vinham mantendo certa ordem cronológica: a cada livro lançado, um filme era produzido para estrear alguns anos depois. Bem, ao menos com os três primeiros. O hiato começou com Rage, livro lançado no mesmo ano de O Iluminado (1977), sob o pseudônimo Richard Bachman (usado por King em alguns de seus primeiros trabalhos). Acontece que Rage fala sobre um adolescente armado matando professores num colégio e gerou todo um debate quando o triste fato começou a ocorrer de verdade, terminando com King banindo sua própria obra. Assim, a próxima adaptação viria apenas com o décimo livro do autor, que focava num tema mais ameno: um cachorro da raça São Bernardo que, ao adquirir raiva, passa a aterrorizar uma mãe e seu pequeno filho. Bem, digamos que um tema mais ameno para os padrões de Stephen King. O filme era lançado em 1983, dois anos após o livro chegar às lojas.
O ano de 1983 seria movimentado paraStephen King. Após o sucesso de suas primeiras adaptações e do hiato até o início dos anos 80 para suas obras voltarem a emplacar com os estúdios, 83 veria o lançamento de três textos de King nas telonas. O primeiro, como citado, foi Cujo (com distribuição novamente da Warner), sendo seguido por Na Hora da Zona Morta, produção de Dino De Laurentiis, distribuição da Paramount e direção de David Cronenberg – como dito, King era propriedade quente da época e seus textos atraíam grandes e promissores cineastas. O filme é baseado no sétimo livro de King, lançado em 1979. Aqui, Christopher Walken protagoniza como um professor de vida simples que se envolve num acidente de carro, fica em coma e quando acorda, volta com o estanho dom de visões do passado e futuro de todos que toca. O filme gerou uma bem sucedida série que durou cinco anos, de 2002 a 2007.
6) Christine – O Carro Assassino
O ano de 1983 fecharia as adaptações de Stephen King no cinema com Christine, da Columbia (Sony). Essa era uma ocasião importante, já que o livro era o 13º lançado pelo autor, o que para um especialista em terror é um número significativo (associado ao azar). No cinema, por outro lado, era a sexta produção audiovisual a ganhar forma. Depois de nomes como De Palma, Cronenberg, Hooper e Kubrick, mais um mestre se juntava à lista. Ninguém menos que John Carpenter, o pai de cults adorados como Halloween, Fuga de Nova York e O Enigma de Outro Mundo. A colaboração entre os lendários artistas teve como tema um carro possuído por maus espíritos, ou melhor, como fonte de obsessão para todos que o tem como donos. No fundo, uma nova trama sobre bullying e vingança. Uma nova versão vem saindo do forno pela Blumhouse.
Esse é um dos filmes menos conhecidos do primeiro lote de dez das obras de King. Trata-se do oitavo livro escrito por King, sobre o relacionamento entre pai e filha. A dupla, fugitivos de uma agência do governo que experimentava em pesquisas científicas com novas drogas. O pai, um voluntário, usou substâncias químicas que geraram em sua filha dons da pirotecnia (criar e controlar o fogo com a mente). No cinema, o sétimo filme de King foi lançado em 1984 e marcou pela presença da menina Drew Barrymore, recém-saída do sucesso E.T. – O Extraterrestre. Um remake da Blumhouse com Zac Efron está em fase de pós-produção.
No mesmo ano de 1984, estreava o oitavo filme baseado em Stephen King. A história não é baseada num livro do autor, mas sim num conto de 1977, presente na coletânea Night Shift, de 1978. O longa marca assim o primeiro conto de King levado às telas – ao invés de um romance completo ser usado como fonte – fato que viria a ser recorrente também nas transições do autor para as telas. Na trama, um culto de crianças, comandadas pelo ameaçador Isaac, mata todos os adultos de uma pequena cidade rural americana. Um casal, vivido por Peter Horton e Linda Hamilton, tem o azar de parar no local e se tornar alvo do culto fanático de pequenos homicidas.
Sabe aquele ditado do “e se a moda pega…”, bem ela pegou mesmo e na época estúdios estavam providenciando longas-metragens baseados não apenas nos livros de Stephen King, como também eu seus contos mais curtos de coletâneas. Isso apenas demonstra o quão em alta estava o nome do autor. Lançado no ano seguinte de Colheita Maldita, em 1985, Olhos de Gato marcou o primeiro filme baseado em King que contava também com roteiro do próprio escritor. O longa, composto por três histórias ligadas somente pela presença de um gato, é baseado nos contos contidos no livro Night Shift novamente. Mais uma vez, Drew Barrymore estrelava (numa das histórias) e o filme é dirigido por Lewis Teague, que havia comandado Cujo dois anos antes.
Finalizando as dez primeiras adaptações de King, o último item traz como base um livro diferente do autor. Bem, acontece que Cycle of the Werewolf, ou o ciclo do lobisomem, de 1983, é formado por uma história com começo, meio e fim, porém, a cada capítulo desta história temos um conto envolvendo um mês do calendário. O protagonista, no entanto, é o mesmo, um menino de 10 anos, cadeirante. King também adaptou o roteiro e o filme era lançado em 1985, com o título Silver Bullet (no Brasil A Hora do Lobisomem). Na trama, um lobisomem está aterrorizando uma então pacata cidade. Cabe a um menino e seu tio descobrirem sua identidade.
Segundo um relatório divulgado pelo Production Weekly, a quarta temporada da aclamada série daDisney+, ‘The Mandalorian‘, foi impactada pela greve do Sindicato dos Roteiristas da América.
Inicialmente prevista para iniciar a fotografia principal em setembro, a produção da nova temporada, que ainda não foi oficialmente renovada pelo Disney+, agora foi adiada em dois meses e está programada para começar somente em novembro.
O criador da série, Jon Favreau, confirmou que os roteiros já foram finalizados, o que indica que a equipe de redatores conseguiu concluir seu trabalho antes do início da greve.
Recentemente, o produtor Rick Famuyiwa comentou sobre o status da produção da nova temporada:
“Essas coisas precisam ser pensadas, concebidas, construídas e preparadas. É um trabalho que leva tempo. É um trabalho que ainda precisa ser feito. Jon Favreau escreve os roteiros. Ele está animado para continuar contando histórias nesse universo. Quando e como acontecerá, nós ainda temos que ver.”
Lembrando que a 3ª temporada já está disponível na Disney+.
As aventuras do Mandaloriano através da galáxia de Star Wars continuam. Anteriormente um caçador de recompensas solitário, Din Djarin voltou a se reunir com Grogu. Enquanto isso, a Nova República luta para levar a galáxia para longe de sua história sombria. O Mandaloriano cruzará o caminho com antigos aliados e fará novos inimigos enquanto ele e Grogu continuam sua jornada juntos.
Criada por Jon Favreau (do live-action ‘O Rei Leão‘), a série é ambientada após a queda do Império e antes da insurgência da Primeira Ordem.
Pedro Pascal (‘The Last of Us’) estrela a produção como o personagem titular. O próximo ciclo ainda conta com o retorno de Giancarlo Esposito, Carl Weathers, Katee Sackhoff, Emily Swallow e Omid Abtahi.
Durante uma entrevista no programa Hot Ones, a renomada atriz Julia Louis-Dreyfus compartilhou alguns insights dos bastidores de seus trabalhos anteriores na Marvel Studios, enquanto se prepara para reprisar seu papel em ‘Thunderbolts‘ no futuro.
Louis-Dreyfus revelou sua surpresa ao perceber a extensa utilização de efeitos visuais por computador (CGI) nos filmes da Marvel. Ela mencionou especificamente uma cena em ‘Wakanda Para Sempre‘, onde sua personagem estava em uma ponte de Boston, mas, na verdade, todo o ambiente ao redor era composto por tela verde e adicionado digitalmente em pós-produção.
“Se você assistiu Wakanda Para Sempre, a cena em que estou em uma ponte de Boston tem tela verde por todos os lugares. É tudo CGI. Eu assisti a tudo e pensei: ‘Deus, isso é incrível’. Quer dizer, estávamos no meio do asfalto em Atlanta”, compartilhou Louis-Dreyfus durante a entrevista.
Para aqueles que não sabem, ‘Thunderbolts’ traz uma equipe formada por Yelena Belova (Florence Pugh), Soldado Invernal (Sebastian Stan), Agente Americano (Wyatt Russell), Guardião Vermelho (David Harbour), Treinadora (Olga Kurylenko) e a Fantasma (Hannah John-Kamen).
Recentemente, Harbour conversou com o Entertainment Tonight (via Comic Book) e garantiu que a trama será diferente de qualquer outro filme da Marvel.
“Esse filme é muito bom. A Marvel está mudando o jogo. Eles são sempre surpreendentes, mas esta equipe em particular sabe o que está fazendo.”
Ele continuou:
“O que isso significa no universo é algo próprio, mas a equipe em si e a maneira como eles se unem é muito diferente de qualquer outro filme da Marvel que eu já vi.”
Infelizmente, o astro não deu muitos detalhes sobre como será essa reunião.
Mas, considerando que cada um dos personagens não lida muito bem com a raiva, é possível que esse encontro não seja tão amigável… Pelo menos no início.
Lembrando que, segundo o The Cosmic Circus, as gravações do filme começam no dia 12 de junho, aproximadamente um ano antes de sua estreia, em julho de 2024, concluindo a Fase 5 do MCU.
Durante uma entrevista ao Comic Book, o renomado diretor J.A. Bayona revelou seu interesse em retornar para a direção de novos episódios da série ‘O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder‘.
Bayona teve a oportunidade de dirigir os primeiros episódios da primeira temporada, porém, devido a conflitos de agenda, não pôde participar da segunda temporada da produção.
“Infelizmente, não tive tempo de participar da segunda temporada. Estou trabalhando em um novo filme que tem exigido muito de mim. No entanto, continuo em contato com a equipe. É extremamente empolgante. Estou muito animado com a segunda temporada. Tenho grandes amigos na equipe, então adoraria estar envolvido com a série novamente no futuro”, afirmou o diretor.
Lembrando que as filmagens da segunda iteração continuam sem a presença dos showrunnersJ.D. Payne e Patrick McKay, em virtude da greve de roteiristas em Hollywood.
Seguindo as diretrizes estabelecidas pela Associação de Escritores da América, todos os roteiristas foram impedidos de participar de quaisquer tarefas envolvendo o roteiro durante a produção enquanto os protestos continuarem – incluindo decisões criativas tomadas no decorrer das filmagens.
Charlotte Brändström, que já participou do ciclo anterior e dirigiu dois dos oito capítulos, retorna como diretora; Sanaa Hamri e Louise Hooper foram recentemente contratadas para completar o time.
A trilogia de romances de Tolkien foi adaptada originalmente para os cinemas entre 2001 e 2003, ganhando 17 estatuetas do Oscar, entre elas o prêmio de Melhor Diretor para Peter Jackson e Melhor Filme em 2004 para ‘O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei’. Mais tarde, a franquia ganhou também um trilogia prequela intitulada ‘O Hobbit’.
Durante uma entrevista ao Comic Book, Dermot Mulroney (‘Pânico 6’), comentou sobre seu papel na aguardada série ‘Invasão Secreta‘, do Universo Cinematográfico da Marvel.
No projeto, Mulroney interpretará o personagem Ritson, o atual presidente dos Estados Unidos dentro do MCU.
“Estou empolgado por estar na série e acho que é um bom personagem, principalmente porque me colocou em cenas com Samuel L. Jackson, Don Cheadle, Olivia Colman e outros. Foi uma experiência incrível nesse sentido”, afirmou o ator.
Ele ainda complementa:
“Acho que será legal. Me encontrei com Samuel L. Jackson desde que terminamos de gravar. Ele já assistiu e está animado. Fico feliz que ele tenha gostado do resultado. Estou ansioso para assistir.”
Lembrando que a série estreia em 21 de junho.
Ao melhor estilo do gênero de espionagem, a trama vai girar em torno de Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Talos (Ben Mendelsohn) investigando uma tentativa dos Skrull de dominar a Terra disfarçados de seres humanos.
Além da dupla citada acima, a trama também conta com James Rhodes (Don Cheadle), Sonya Falsworth (Olivia Colman), G’iah (Emilia Clarke), Gravik (Kisngsley Ben-Adir), Maria Hill (Cobie Smulders), Everett Ross (Martin Freeman) e os misteriosos personagens deCarmen Ejogoe Killian Scott.
Durante a produção do aguardado filme ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘, surgiram relatos sobre uma lesão sofrida por Harrison Ford, que resultou em um atraso nas filmagens.
O renomado ator confirmou a veracidade do incidente em uma entrevista à Esquire, explicando que machucou o ombro durante um ensaio de uma cena de ação que compunha a sequência de abertura do filme.
Ford falou sobre a lesão e seu histórico de interromper filmagens devido a incidentes semelhantes, que já ocorreram no set de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘, por exemplo.
Ele afirmou: “Eu já sou conhecido por paralisar filmagens por lesões, o que não é algo pelo qual você quer ser conhecido. Mas, acontece.”
A lesão no ombro de Harrison Ford resultou em um atraso de duas semanas na produção, uma vez que o ator precisou se afastar temporariamente do set para se recuperar adequadamente.
O período de recuperação exigido para sua lesão foi de seis semanas, interrompendo assim o cronograma inicialmente planejado para as filmagens.
Lembrando que o filme já teve sua première realizada durante o Festival de Cannes.
As primeiras críticas também já foram divulgadas, e as reações não são muito positivas. Dividindo a opinião dos críticos, o longa conquistou apenas 43% de aprovação no Rotten Tomatoes.
O consenso geral afirma que, apesar de ser tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, o novo longa não entrega uma despedida satisfatória ao legado do icônico personagem titular.
Separamos os trechos das principais críticas:
“A boa notícia é que esse novo filme não é tão ruim quanto ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’. A má notícia é que não é muito melhor.” (Times UK)
“Há algumas cenas genuinamente comoventes quando vemos esse personagem fantástico finalmente se preparando para pendurar o chapéu pela última vez. Obrigado, Indy, foi uma jornada e tanto.” (London Evening Standard)
“É possível sentir os quatro roteiristas creditados se agarrando à inspiração e falhando. O resultado é um filme que poderia ser aceitável como uma aventura original estrelada por algum personagem desconhecido, mas não é digno do chicote.” (Vanity Fair)
“‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino’ não acrescenta nada novo à lenda do Indiana Jones, apenas serve para polir o legado que o personagem já tinha.” (IndieWire)
“Harrison Ford é o herói do momento. Ele nunca perde sua carranca ou sua obstinação. Ele interpreta até as cenas mais frágeis com convicção e humor seco. Sua performance carrega o filme.” (Independent UK)
“Se você se deixar levar pela jornada, esse filme parece uma despedida adequada para o ladrão de túmulos mais querido dos cinemas.” (Empire Magazine)
A nova aventura chegará aos cinemas nacionais no dia 29 de junho.
Confira o trailer:
Vale lembrar que o filme terá nada menos que 2 horas e 22 minutos de duração (isto é, 142 minutos de tela). A encargo de comparação, o primeiro capítulo da saga tem 115 minutos, enquanto o segundo, o terceiro e o quarto têm, respectivamente, 118, 128 e 122 minutos.
O renomado escritor Stephen King utilizou suas redes sociais para expressar sua celebração em relação à nova adaptação de sua obra ‘A Torre Negra‘, que está sendo produzida por Mike Flanagan(‘Doutor Sono’).
A série de livros ‘A Torre Negra‘ está sendo adaptada pela Amazon Studios, e King demonstrou seu apoio entusiástico no Twitter. Em resposta a um fã que expressou o desejo de ver Flanagan desenvolvendo a saga em várias temporadas de uma série de TV, King afirmou: “O escritor concorda”.
Recentemente, Flanagan criticou a adaptação feita em 2017 para os cinemas, que estrela Idris Elba e Matthew McConaughey:
“Nossa adaptação é totalmente diferente daquela”, disse Flanagan. “De um modo geral, aquela era a abordagem errada para o material de origem. Foi uma abordagem tão errada que atrapalhou as coisas para uma nova adaptação de ‘A Torre Negra’. O filme meio que causou uma enorme quantidade de dano, mas é nisso que estamos tentando trabalhar com a série.”
O diretor também comenta sobre a adaptação que a Amazon já estava trabalhando anteriormente, mas que foi descartada em 2020.
“Antes de eu chegar, a Amazon estava trabalhando em uma série que também teria uma abordagem muito diferente, mas não deu certo. Era muito diferente do que eu estou tentando fazer. A Amazon é a minha casa na TV atualmente, então eu tenho liberdade de ir até eles e dizer: ‘Ei, vocês realmente querem gastar todo esse dinheiro cometendo os mesmos erros de antes?’ Porque eu via os problemas ali.”
Até o momento, o projeto está em fase de desenvolvimento, e o cineasta já escreveu o piloto do seriado inédito, além de estruturar a temporada como um todo.
‘A Torre Negra‘ é uma saga de oito livros que acompanha um eterno duelo entre forças sobrenaturais, acompanhando um pistoleiro chamado Roland em sua busca por um ser conhecido como O Homem de Preto.
Considerada a produção mais extensa da carreira King, a saga supera as 4.300 páginas e tem elementos de horror, faroeste e ficção científica, e serve para conectar todo o universo das obras de Stephen King. O plano de Flanagan é adaptar ‘A Torre Negra‘ em cinco temporadas, além de dois filmes adicionais.
A produção de 2017 para os cinemas contou com um orçamento de US$ 60 milhões e faturou meros US$ 111 milhões nas bilheterias.
O site Giant Freakin Robot revelou recentemente que os atores Ryan Reynolds e Kevin Hart estão confirmados para reprisar seus papéis no novo derivado da franquia ‘Velozes e Furiosos‘, que será focado no personagem Luke Hobbs, interpretado porDwayne Johnson.
Segundo informações do site Reynolds e Hart já assinaram contrato para participar da nova produção.
Os dois atores tiveram participações especiais em ‘Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw‘, que introduziu o personagem de Hobbs como protagonista de um spin-off da série principal.
O novo derivado da franquia foi anunciado recentemente por Dwayne Johnson, e será lançado antes do próximo capítulo da franquia original – que continuará a narrativa do décimo filme.
“Espero que estejam preparados! Hobbs está de volta! Luke Hobbs retornará à franquia ‘Velozes e Furiosos’. A reação do público sobre o retorno do personagem em ‘Velozes e Furiosos 10’ realmente nos surpreendeu. O próximo filme da saga será focado no Hobbs, e servirá como um novo capítulo que abrirá o caminho para ‘Velozes e Furiosos 10: Parte 2’.”
Hope you’ve got your funderwear on…
HOBBS IS BACK.
And he just got lei’d
Luke Hobbs will be returning to the Fast & Furious franchise.
Your reactions around the world to Hobbs’ return in Fast X have blown us away
O ator Tom Holland revelou sua animação em voltar para o papel de Peter Parker no próximo filme do Homem-Aranha, durante uma entrevista concedida à ET.
A aguardada sequência, que ainda não teve seu título oficial divulgado, está com o desenvolvimento parado devido à greve dos roteiristas de Hollywood, mas voltará à ativa assim que possível.
Durante a entrevista, Holland compartilhou sua gratidão por ter a oportunidade de interpretar o icônico super-herói e expressou seu compromisso em continuar evoluindo a história do Homem-Aranha.
“Enquanto pudermos fazer justiça a Peter Parker e continuar evoluindo os filmes, eu estarei lá. Eu seria idiota se não dissesse que sou o cara mais sortudo do mundo por ter essa oportunidade. Algumas coisas estão acontecendo, mas temos que esperar para ver o que acontece.”
A presidente da Sony Pictures e produtora dos filmes do ‘Homem-Aranha‘, Amy Pascal, também comentou sobre o status da produção.
“Vamos fazer outro filme? Claro que sim. Estamos no processo, mas a greve de roteiristas interrompeu tudo. Ninguém está trabalhando durante a greve. Estamos apoiando e assim que eles se organizarem, começaremos.”
Enquanto Pascal mostrou otimismo em relação à continuação da franquia, o chefe da Sony, Tom Rothman, preferiu manter mistério sobre o futuro da franquia.
Entre risos, ele brincou: “Se eu contasse, teria que te matar”.
Além de Holland, o longa vai contar com o retorno de Zendaya como a MJ, apesar do final de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, o astro revelou que tiraria uma folga antes de voltar a viver o aracnídeo.
Relembre o trailer de ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa‘:
Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.
Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.
A revista Empire divulgou as capas de sua mais nova edição, com destaque para a série ‘Ahsoka‘, nova produção do universo ‘Star Wars‘, que será lançada no Disney+ em agosto.
As imagens trazem a atriz Rosario Dawson caracterizada como a icônica Jedi, que faz o título da série.
Confira:
We sense much excitement in you. Empire’s world-exclusive #Ahsoka issue arrives on newsstands from Thursday 8 June.
O trailer divulgado é marcado por diversos momentos de ação, com duelos de sabre de luz, batalhas espaciais e aparições especiais dos personagens da animação ‘Rebels‘, como Hera Syndulla (Mary Elizabeth Winstead) e Sabine Wren (Natasha Liu Bordizzo).
O elenco também conta com Ivanna Sakhno (‘The Reunion’) e Ray Stevenson (‘Black Sails’).
Recentemente, Filoni conversou com o The Hollywood Reporter e foi questionado sobre suas expectativas pela estreia.
Em resposta, ele pareceu bastante animado com a sensação de ver sua criação ganhando sua própria série de TV.
No entanto, ele confessou que mantém uma dose de cautela em seu otimismo e prefere deixar os falarem por ele.
“Estou gostando muito dessa sensação. É algo que nunca pensei que faria, por mais que tenha feito todas essas coisas diferentes ao longo dos anos com a saga ‘Star Wars’. Escrever, dirigir e colaborar nesse tipo de coisa com tantas pessoas é apenas o topo da montanha para mim neste momento. Há muito trabalho a ser feito, mas tenho uma equipe incrivelmente talentosa ao meu redor para me apoiar. Portanto, estou cautelosamente otimista. Prefiro deixar os fãs falarem por mim, como sempre fazem.”
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