A 5ª (e última) temporada da série brasileira ‘Sintonia’ já está disponível na Netflix. Agora, o serviço de streaming lançou um novo vídeo que revela as primeiras cenas do último ano.
No ciclo final, Nando enfrenta novos desafios na prisão, que pode ameaçar a segurança das pessoas ao seu redor; Rita realiza seu sonho de se tornar uma advogada, mas precisa enfrentar um dilema profissional; e Doni toma uma decisão importante para o futuro de sua carreira.
A produção brasileira segue um trio de amigos que cresceram juntos na mesma favela, em São Paulo, influenciados pelo fascínio do funk, do tráfico de drogas e da igreja. Cada um deles transforma suas experiências de infância em caminhos muito divergentes, ao mesmo tempo em que tentam equilibrar a amizade e se manterem firmes.
A produção do live-action de ‘Moana’ segue a todo vapor, com Dwayne “The Rock” Johnson reprisando seu papel como Maui. No entanto, a participação do astro no filme quase tomou um rumo inesperado, envolvendo o uso de inteligência artificial (IA).
A The Walt Disney Company, segundo relatos, considerou e depois descartou a ideia de criar um clone digital de Johnson, utilizando um dublê de corpo para algumas cenas.
De acordo com o Wall Street Journal (via Deadline), “o plano da Disney era trabalhar com a empresa de IA Metaphysic para criar deepfakes do rosto de Johnson que seriam sobrepostos à performance de Reed (dublê de corpo) nas filmagens, criando um ‘dublê digital’ que, na prática, permitiria que Johnson estivesse em dois lugares ao mesmo tempo”.
Apesar de Johnson ter supostamente aprovado a ideia, o estúdio “ficou preocupado” que “não poderia, em última instância, reivindicar a propriedade de todos os elementos do filme se partes fossem geradas por IA”.
O impasse entre o estúdio e a empresa de IA resultou no abandono da proposta.
Johnson também irá produzir o filme por meio de sua empresa, Seven Bucks Productions, em parceria com Dany Garcia e Hiram Garcia. Beau Flynn, da Flynn Picture Co., também estará envolvido na produção.
Jared Bush, responsável pelo roteiro do filme original, roteiriza o remake juntamente com Dana Ledoux Miller.
O filme original acompanha uma adolescente polinésia de 16 anos (dublada por Cravalho), que se aventura pelo Oceano Pacífico para desvendar o mistério que envolve seus ancestrais. Durante sua incrível jornada, ela encontra o poderoso semideus Maui (Johnson) e, juntos, eles atravessam o mar aberto em uma viagem cheia de ação, enfrentando criaturas ferozes, com momentos de muita diversão e aventura.
A estrela Sydney Sweeney pode enfrentar sérias complicações judiciais após uma ação de marketing audaciosa para sua nova linha de lingerie. A atriz escalou o icônico letreiro de Hollywood, em Los Angeles, para promover o lançamento de sua marca, que conta com o investimento de ninguém menos que Jeff Bezos.
Questionada pelo TMZ, a Câmara de Comércio de Hollywood confirmou que o caso está sendo analisado com rigor.
“Ainda estamos investigando sob que autoridade a produção de Sweeney acessou o local”, afirmou o órgão. O presidente da Câmara foi enfático: “Nenhuma permissão foi concedida para isso, como é exigido por lei”.
Na prática, isso significa que as autoridades ainda podem registrar um boletim de ocorrência contra a atriz e sua equipe por invasão e, eventualmente, vandalismo.
De acordo com a reportagem, Sweeney e sua equipe subiram a montanha furtivamente. Ao chegarem ao topo das letras gigantes, instalaram uma espécie de “varal” com sutiãs. Em imagens divulgadas, a atriz aparece animada com o resultado da intervenção.
Embora a maior parte das peças tenha sido retirada após a gravação do material promocional, o grupo teria deixado para trás cerca de cinco sutiãs pendurados na estrutura histórica.
O letreiro de Hollywood é uma área estritamente protegida, com acesso restrito e monitoramento por sensores de movimento e câmeras 24 horas. A invasão do perímetro costuma resultar em prisão ou multas pesadas. Caso a Câmara de Comércio decida prosseguir, Sweeney poderá responder por Invasão de propriedade privada e Vandalismo.
🚨 Sydney Sweeney pode enfrentar acusações de vandalismo após escalar o letreiro de Hollywood e pendurar sutiãs para promover sua nova marca de lingerie!
Após concluir as filmagens de ‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’, o ator Tom Holland já definiu seu próximo trabalho. Ele revelou que voltará imediatamente aos ensaios para se dedicar à cinebiografia de Fred Astaire, lendário ícone de Hollywood.
“Fiz meus primeiros ensaios recentemente, e isso me encheu de empolgação e de um medo absoluto, porque ainda tenho muito trabalho pela frente para tentar fazer justiça ao Fred”, afirmou o ator, em entrevista ao TheWrap.
Holland também revelou sua meta audaciosa para a produção: “Tenho o desejo de não usar nenhum dublê, fazer todas as danças eu mesmo e filmar essas sequências em um único plano, da forma como ele fazia”.
O objetivo ousado tem respaldo no histórico do ator. Antes do estrelato mundial como o herói da Marvel, Holland protagonizou o famoso musical “Billy Elliot no West End” de Londres. Sua sólida formação em dança, inclusive, é uma grande aliada nas exigentes cenas físicas de seus filmes.
Considerado um dos maiores nomes da história do cinema, o ator, cantor e dançarino Fred Astaire marcou época ao lado de Ginger Rogers. A dupla ajudou a redefinir os musicais de Hollywood e a alavancar a indústria cinematográfica no auge da Grande Depressão, marcando a era de ouro com clássicos inesquecíveis como ‘O Picolino’.
E o serviço de streaming Crunchyroll divulgou um trailer dublado de ‘Jujutsu Kaisen 0‘, filme com estreia marcada para o dia 24 de março de 2022, em cópias dubladas e legendadas. A empresa já havia divulgado o elenco brasileiro de dubladores do longa.
O novo longa da série em anime ‘Jujutsu Kaisen‘ foi lançado no Japão na véspera do Natal, e foi a melhor estreia de 2021 em um fim de semana. O filme adapta o volume 0 do mangá original, que saiu no Brasil pela Panini, do qual ainda está saindo os volumes mensais.
O mangá foi o mais vendido em 2021, segundo a Oricon. ‘Jujutsu Kaisen‘ também pode ser acompanhado pelaMANGA Plus em português.
Foi divulgado pela Frontier Works dois novos vídeos da segunda temporada do anime de ‘The Vampire Dies in No Time‘.
Os vídeos apresentam ‘NEW DRAMA PARADISE‘, baseado no mangá de Itaru Bonnoki, novo tema de abertura e a data de estreia para 9 de janeiro de 2023.
Confira abaixo logo abaixo:
Jun Fukuyama (‘Assassination Classroom’) retorna como Dracula e também interpreta o tema de abertura. Ayumu Murase é a nova adição ao elenco de vozes.
Com a produção do estúdio Madhouse, Hiroshi Koujina (‘Hunter x Hunter’) retorna na direção. Toshi Takame assume o roteiro, com Mayuko Nakano (‘Maiden Rose’) retornando no design dos personagens e direção-geral de animação.
Um médico revela a seu paciente (Robin Williams) diagnosticado com paranóia agressiva que ele tem apenas 90 minutos de vida. Ainda sugere que ele deveria ir desculpar-se com todos que ele tenha brigado durante seus últimos momentos de vida.
Sam Smith divulgou um trecho da música-tema de ‘007 Contra Spectre‘.
Intitulada ‘Writing’s on the Wall‘, a canção foi escrita por Sam e Jimmy Napes, um de seus parceiros que ajudaram a tornar o álbum ‘In The Lonely Hour‘ um verdadeiro marco na carreira de Smith. O lançamento completo da canção está marcado para 25 de setembro, inclusive, a liberação do clipe.
Ouça:
Four Days!!!! http://po.st/W4P0Zk / http://po.st/atniVfThank you so much to everyone pre-ordering, cannot wait for you to hear ‘Writing’s On The Wall’
Posted by SAM SMITH on Segunda, 21 de setembro de 2015
Uma mensagem enigmática do passado leva James Bond à uma missão secreta para a Cidade do México e, eventualmente, para Roma, onde ele conhece Lucia Sciarra (Monica Belluci), a bela e proibida viúva de um infame criminoso. Bond infiltra uma reunião secreta e descobre a existência da sinistra organização conhecida como SPECTRE. Enquanto isso, em Londres, Max Denbigh (Andrew Scott), o novo chefe do Centro para a Segurança Nacional, questiona as ações de Bond e desafia a relevância do MI6, liderado por M (Ralph Fiennes). Bond secretamente recruta Moneypenny (Naomie Harris) e Q (Ben Whishaw) para ajudá-lo a contatar Madeleine Swann (Léa Seydoux), a filha de seu antigo inimigo Mr. White (Jesper Christensen), que pode ter uma pista para desenbaraçar a teia de SPECTRE. Como a filha de um assassino, ela compreende Bond de uma maneira que a maioria dos outros não podem. Conforme Bond segue em busca do coração de SPECTRE, ele desvenda a arrepiante conexão entre ele e o inimigo que procura, interpretado por Christoph Waltz.
O filme será lançado nos Estados Unidos em 6 de novembro de 2015. No Brasil, ele chega um dia antes, em 05 de novembro.
‘007 – Operação Skyfall‘, o 23º filme de James Bond, foi um fenômeno mundial de bilheteria, abrindo em 1º lugar em 70 territórios do todo o mundo e arrecadando mais de $1.1 bilhões de dólares em bilheteria, e estabeleceu um novo recorde de bilheteria no Reino Unido, tornando-se o primeiro e único filme na história a arrecadar mais de £100 milhões, um recorde que permanece invicto.
Os produtores de ‘Legends of Tomorrow‘ confirmaram durante o painel da série na San Diego Comic-Con que Johnathon Schaech vai retornar na pele de Jonah Hex para a segunda temporada.
E o esquema de participação especial continua.
O personagem voltará para apenas um episódio, que será ambientado no Velho Oeste.
Vale lembrar que após meses de rumores, Caity Lotz, a Canário Branco, confirmou em seu perfil no Twitter que a icônica Sociedade da Justiça da América vai ser apresentada no 2° episódio da nova temporada de ‘Legends of Tomorrow‘.
O grupo é considerado o primeiro conglomerado de heróis a se unirem nas HQs. A primeira aparição da equipe foi em 1940.
Rip Hunter (Rory Williams), Mulher-Gavião (Ciara Renée), Jay Jackson (Franz Drameh), Capitão Frio (Wentworth Miller), Onda Térmica (Dominic Purcell), Átomo (Brandon Routh), Dr. Martin Stein (Victor Garber) e Canário Branco (Caity Lotz) integram o time de super-poderosos.
Quando os heróis não são suficientes, o mundo precisa de lendas. Depois de ter visto o futuro, um deles desesperadamente vai tentar impedir que isso aconteça: o viajante do tempo Rip Hunter, que recebe a tarefa de montar um grupo diferente, composto tanto por heróis quanto vilões, para enfrentar uma ameaça imparável, onde não só o planeta está em jogo, mas o próprio tempo também. Poderá este time desorganizado derrotar uma ameaça imortal diferente de tudo que já conhecemos?
Em ‘Once Upon a Time‘, o clássico O Médico e o Monstro foram trazidos na pele do mesmo personagem, mas com duas personalidades completamente diferentes.
E a dupla dinâmica promete ser o grande destaque do episódio que será exibido no próximo domingo.
A seguir, você confere o que vem por aí no season finale de ‘Lucifer’.
Assista:
A história é centrada no anjo caído Lucifer Morningstar (Tom Ellis), que começa a gerenciar um badalado bar de Los Angeles depois de ter se entendiado e renunciado o inferno. Lauren German (‘Chicago Fire’) fará a protagonista feminina, Chloe Dancer, detetive da divisão de homicídios de Los Angeles que tem repulsa e ao mesmo tempo fascínio por Lucifer enquanto trabalham juntos resolvendo crimes.
O piloto da primeira temporada foi dirigido por Len Wiseman, que comandou os dois primeiros ‘Anjos da Noite‘ e o remake de ‘O Vingador do Futuro‘. Ele também serve como produtor executivo ao lado de Tom Kapinos, Jerry Bruckheimer e Jonathan Littman.
O personagem apareceu primeiro nos quadrinhos de ‘Sandman‘, de Neil Gaiman, em 1989 e só ganhou sua revista própria em 2000. A HQ da Vertigo, selo adulto da DC Comics, teve 75 edições publicadas até 2006.
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP durante a CinemaCon em Las Vegas, o diretor Jon Watts confirmou que ‘Homem: Aranha: De Volta ao Lar‘ apresentará outros vilões além do Abutre (Michael Keaton).
Questionado se teremos mais vilões, ele respondeu:
“Sim, nós temos uma nova abordagem na maneira que iremos apresentar os vilões. Eu acho que você vai gostar, abre um novo universo de uma maneira diferente do que vimos antes.”, afirmou.
Assista:
A Sony Pictures do Brasil agendou a estreia de ‘Homem-Aranha: De Volta ao Lar‘ nos cinemas nacionais: 6 de Julho de 2017. Nos EUA, o filme chega um dia depois!
“O Jovem Peter Parker/Homem-Aranha (Tom Holland), que estreou em ‘Capitão América – Guerra Civil‘, começa a navegar em sua identidade recém descoberta como super-herói em Homem-Aranha: De Volta ao Lar. Emocionando com sua experiência com os Vingadores, Peter volta para casa, onde vive com sua Tia May (Marisa Tomei), sob o olhar atento de seu novo mentor Tony Stark (Robert Downey Jr.). Peter tenta voltar a sua rotina diária normal – se distraindo por seus pensamentos para provar a si mesmo que é mais do que apenas o bom amigo da vizinhança, o Homem-Aranha. Mas quando o Abutre (Michael Keaton) emerge como um novo vilão, tudo que Peter tem como importante será ameaçado.”
‘Homecoming‘ faz referência às HQs do Homem-Aranha lançadas na década de 1980, que conta com participações especiais do Homem de Ferro e do Capitão América. O título também faz uma alusão à parceria entre a Sony Pictures e a Marvel, com o personagem “De Volta Para Casa” nas telonas.
Jon Watts (de ‘Clown‘ e do inédito ‘Cop Car‘, exibido durante o Festival de Sundance no início deste ano) foi o escolhido para a direção.
Além disso, foi divulgado o teaser LEGENDADO, que traz muitas intrigas e batalhas que ainda estão por vir – além de mostrar um novo personagem da série – saiba mais.
Confira:
A atração épica segue navegadores nórdicos explorando e conquistando novos territórios na Era Medieval. Ragnar Lothrok (‘The Beast’) é o protagonista. Gabriel Byrne (‘In Treatment’) faz Earl Haraldson, o poderoso antagonista da série. Jessalyn Gilsig (‘Glee’), Gustaf Skarsgård (‘Expedição Kon Tiki’), Clive Standen (‘Camelot’, ‘Robin Hood’) e Katheryn Winnick (‘Almas à Venda’) completam o elenco principal.
Michael Hirst e Morgan O’Sullivan, os criadores de ‘The Tudors’ e ‘Camelot’, são responsáveis pela série.
No Brasil, ‘Vikings’ é exibida pelo canal pago NatGeo.
Aproveitando o cenário político do Brasil, foi divulgado o primeiro teaser da comédia ‘O Candidato Honesto 2 – O Impeachment‘ – estrelada por Leandro Hassum.
A sequência mostrará o político corrupto João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum) sendo expulso do governo, após uma nova crise de sinceridade causada pela mandinga de sua avó falecida.
O primeiro filme acompanha a história de um presidenciável corrupto que, de uma hora para outra, não consegue mais mentir. João Ernesto Praxedes (Leandro Hassum) é um candidato à presidência da República e, no segundo turno das eleições, está em primeiro lugar nas pesquisas. Corrupto e mentiroso, ele vê sua vida virar de cabeça para baixo na reta final da campanha: minutos antes de morrer, sua avó lança uma mandinga e, de uma hora para outra, ele não consegue mais contar nenhuma mentira.
O novo original da Netflix acompanha um policial de Nova York (Sandler) que finalmente leva a sua esposa (Aniston) em uma viagem para a Europa prometida por anos. Porém, um encontro por acaso no voo com um homem misterioso (Luke Evans) leva-os a uma reunião de família no iate gigantesco do idoso bilionário Malcolm Quince. Quando Quince é assassinado, eles tornam-se os principais suspeitos neste jogo de detetive dos dias modernos.
O filme é dirigido por Kyle Newachek, e estreia em 2019.
A polêmica envolvendo o aclamado cineasta Martin Scorsese e os filmes da Marvel ainda não chegou ao fim.
Durante uma aparição no BFI London Film Festival, o diretor de ‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘, Rian Johnson compartilhou seus pensamentos sobre os comentários de Scorsese – e ele acha que o cineasta pode gostar ou não do que quiser.
“Antes de tudo, acho que Martin Scorsese pode gostar e não gostar do que ele quiser, e eu acho que sempre quero ouvir o que Scorsese tem a dizer sobre filmes e ouvir sua perspectiva sobre ele”, disse Johnson.
Você concorda com ele?
Entenda a polêmica
Martin Scorsese fez duras críticas à Marvel durante uma entrevista em que promovia o seu novo filme, ‘O Irlandês‘.
Ao ser questionado pela revista Empire sobre sua opinião a respeito dos filmes da Marvel Studios, ele foi categórico em dizer:
“Eu não vejo esses filmes. Eu até tentei, sabia? Mas isso não é cinema de verdade. Sinceramente, são mais como parques de diversão do que cinema. Por mais bem feitos que sejam, mesmo que os atores façam o seu melhor, não é algo que transmite experiências emocionais e psicológicas a outro ser humano.”
Sua fala reverberou em Hollywood, com os diretores Joss Whedon (‘Vingadores‘) e James Gunn (‘Guardiões da Galáxia‘) se pronunciando publicamente a respeito de sua fala, por meio do Twitter.
Lembrando que o novo filme de Scorsese, ‘O Irlandês‘, será lançada nos cinemas em 1 de novembro, e chega àNetflixno dia 27.
Assista ao trailer:
Conhecido como “O Irlandês”, Frank Sheeran (De Niro) é um veterano de guerra cheio de condecorações que concilia a vida de caminhoneiro com a de assassino de aluguel número um da máfia. Promovido a líder sindical, ele torna-se o principal suspeito quando o mais famoso ex-presidente da associação desaparece misteriosamente.
Segundo o jornalista Umberto Gonzalez, do The Wrap, a Warner Bros. se empolgou com o sucesso de ‘Coringa‘, filme solo do vilão que ultrapassou a marca do US$ 1 bilhão nas bilheterias, e começou a planejar filmes solo de outros vilões.
Os executivos do estúdio tiveram uma ideia para o filme solo do Bane, focado na HQ ‘A Vingança de Bane‘, que seguiria os moldes de ‘Coringa‘.
O projeto, porém, não foi aprovado pela Warner Bros.
O motivo? O estúdio planeja usar o vilão na franquia ‘The Batman‘, que está sendo comandada por Matt Reeves.
Recentemente, Todd Phillips revelou que não descarta a possibilidade de uma sequência de ‘Coringa‘, contanto que Joaquin Phoenix retorne ao projeto:
“Eu faria qualquer coisa com Joaquin, em qualquer dia da semana. Não há ninguém como ele. Se ele estivesse disposto a fazê-lo, se as pessoas quisessem assistir, e se a Warner viesse até nós dizendo: ‘Sabe de uma coisa? Se vocês pudessem pensar em algo…’ Bem, tenho a sensação de que ele e eu poderíamos pensar em algo muito legal.”
O Homem-Aranha foi introduzido no MCU em ‘Capitão América: Guerra Civil‘ e muitos fãs permanecem curiosos para ver as audições de Tom Holland quando estava disputando o papel.
Pensando nisso, um canal do Youtube divulgou algumas cenas do astro repassando suas falas e contracenando com Chris Evans enquanto reproduzem a icônica luta entre o Cabeça de Teia e o Capitão América.
Assista:
Um dos momentos mais marcantes do filme é quando o Homem-Aranha se inspira em ‘Star Wars: O Império Contra-Ataca‘ para criar uma estratégia para derrubar o gigante Homem-Formiga (Paul Rudd).
No entanto, Holland chocou os fãs após admitir que nunca assistiu ao clássico filme.
E, durante uma entrevista com Kevin McCarthy, os diretores Anthony e Joe Russo revelaram que insistiram para o astro começar a assistir filmes clássicos.
“Aquela cena de ‘Capitão América: Guerra Civil‘ fez muitos fãs vibrarem. Antes de mostrarmos para Tom, achamos que ele ia pirar e saltar de animação, mas ele não tinha assistido nenhum filme da saga [‘Star Wars‘].”, disse Joe, rindo. “Ficamos um pouco desapontados! Mas Tom é muito jovem, e o filme tem quase o dobro de sua idade. Mesmo assim, nós insistimos para que ele começasse a assistir filmes clássicos e quase o obrigamos a assistir ao Pizza Film School.”
Para quem não sabe, o Pizza Film School é uma série de lives feitas pelos irmãos Russo, nas quais eles debatem sobre diversos filmes clássicos e as melhores pizzarias dos EUA.
Enquanto Holland se aventura pelo mundo do cinema, vale lembrar que as gravações de ‘Homem-Aranha 3‘ já estão acontecendo.
Um crítico de cinema elogiou ‘O Esquadrão Suicida‘, de James Gunn, e falou que David Ayer devia parar de tentar lançar seu corte de diretor.
Ayer não gostou do comentário e decidiu fazer uma carta aberta de três páginas afirmando novamente que a Warner picotou seu filme e lançou outra versão nos cinemas.
“Eu coloquei minha vida no Esquadrão Suicida ”, escreveu Ayer. “Eu fiz algo incrível. Meu corte é uma jornada intrincada e emocional com algumas pessoas más que são descartáveis (um tema que ressoa em minha alma). O corte do estúdio não é meu filme. Leia de novo. E minha versão não é a versão do diretor de 10 semanas – é uma edição totalmente madura de Lee Smith sobre o trabalho incrível de John Gilroy. É tudo uma trilha sonora brilhante de Steven Price, sem uma única música de rádio na coisa toda. Tem arcos de personagem tradicionais, performances incríveis, uma resolução sólida de terceiro ato. Um punhado de pessoas viu isso.”, afirmou.
O longa, dirigido por David Ayer, foi duramente criticado pela falta de ritmo e de identidade, apesar do estilo explosivo da condução. Em entrevista ao CinemaBlend, o editor Kevin Hickman se abriu sobre o projeto e revelou de que forma os executivos do estúdio mudaram totalmente a visão que Ayer tinha para a obra.
“O filme que rodamos para ‘Esquadrão Suicida’ estava um milhão de vezes melhor – e era um grande filme de elenco que tinha inúmeros outros personagens que seriam introduzidos e através dos quais explicaríamos a camaradagem criada entre todos eles. Então, ‘Esquadrão Suicida’ era um desafio, porque tínhamos tantos personagens que, em dado momento, mostramos para o estúdio e eles queriam levar as coisas numa direção diferente. [A Warner Bros.] queria que a origem dos personagens acontecesse no início e inserir um nível de comédia no longa”.
Anteriormente, Ayer conversou com a EW e voltou a falar sobre o seu desejo pelo lançamento do seu corte original, alegando que sua visão original era muito diferente do que o resultado final que vimos nos cinemas.
“Acredito que os estúdios agora percebem que podem existir versões oficiais e alternativas, e os fãs querem assisti-las. Eles amam os personagens e querem passar mais tempo com eles. As pessoas estão bem mais interessadas em como os filmes são feitos e querem fazer parte dessa jornada. Há espaço para coisas diferentes, versões diferentes, para serem compartilhadas com o público. Acredito que isso ajuda a reforçar nossa conexão com a comunidade. Mas devo dar o crédito para a Warner Bros. por apoiar o Zack [Snyder] e ter a coragem para explorar isso.”
Ele completa, “Eu entendo que faz parte dos negócios, mas é frustrante porque eu realmente fiz um drama profundo e a minha versão foi destruída, pois eles tentaram transformar o filme em um ‘Deadpool’ – o que não era para ser. Então, eu acabo sendo culpado, pois o meu nome está lá. Apesar de não representar o que eu realmente fiz, eu tenho que enfrentar a munição dos críticos e ser um bom soldado. Eu fiz um filme incrível, que acabou assustando os executivos.”
Infelizmente, a presidente e CEO da WarnerMedia, Ann Sarnoff, revelou que eles não pretendem lançar o Ayer Cut.
Ayer reclamou da decisão e adiantou aos fãs que o tom do filme é tão dark quanto o do aclamado e premiado ‘Coringa‘.
“Isso foi regravado, porque o tom é ‘muito obscuro’ – meu primeiro ato foi um filme normalmente construído. Peguei inspiração de [Christopher] Nolan. Havia cenas reais com atuação incrível entre Jared [Leto] e Margot [Robbie]. O Coringa era assustador e a Arlequina era complexa”, ele escreveu.
Os streamings tem provado cada vez mais que filmes que não encontraram seu público nos cinemas têm a chance de fazer sucesso nas telinhas.
Prova disso é ‘Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos’, um dos grandes fracassos do cinema, que estreou no Amazon Prime Video e já entrou para o ranking de filmes mais assistidos do streaming.
A adaptação arrecadou apenas US$ 47,4 milhões nos Estados Unidos e US$ 391,7 milhões em outros países, para um total mundial de US$ 439 milhões.
Dado seu orçamento de produção de US$ 160 milhões e US$ 110 milhões adicionais gastos em marketing, o filme precisava arrecadar US$ 450-500 milhões para conseguir se pagar.
‘Warcraft’ acumulou míseros 29% de aprovação no Rotten Tomatoes.
Confira o trailer:
Recentemente, o diretor Duncan Jones revelou não desistiu da franquia – mesmo com o fracasso nos cinemas norte-americanos.
“O primeiro filme foi sobre estabelecer esse mundo, mostrando Durotan ajudando seu filho a escapar de um planeta moribundo. Então, pra mim, a ideia ao longo dos três filmes seria para Thrall cumprir essa visão de Durotan, para ele criar uma nova pátria para os Orcs. Então, a sequência seria com ele adolescente. E com o lado humano, que no primeiro filme fica realmente um pouco menos claro sobre qual o futuro deles, basicamente, eu precisaria completar com algumas novas histórias. E o lado dos Orcs você seguiria aquele bebê ao longo de sua jornada.”
Com o slogan ‘Dois Mundos, um território’, o filme conta com direção de Duncan Jones (“Lunar” e “Contra o Tempo”), e mostra o pacífico reino de Azeroth à beira de uma guerra. Quando sua civilização enfrenta uma temível invasão de guerreiros Orcs – que fogem de seu território para colonizar um novo lar – um portal se abre para conectar esses dois mundos: um exército se vê cara a cara com a destruição e o outro, com a extinção. De lados opostos, dois heróis são colocados em um caminho de colisão que irá decidir o destino de suas famílias, seu povo e seu lar.
Em entrevista ao Screen Rant, o produtor Jason Blum, criador da Blumhouse, afirmou que acredita ser possível convencer o ator Robert Englund a reprisar o seu papel como o icônico vilão Freddy Krueger em um reboot da franquia ‘A Hora do Pesadelo‘.
“Eu poderia convencê-lo a reprisar o papel. Eu poderia convencer qualquer um. Quero dizer, Ellen Burstyn tem 87 anos, e eu a convenci a retornar na vindoura sequência de ‘O Exorcista’.”
Ele completa, “[Englund] ainda está jovem. Ele tem apenas 75 anos.”
Em entrevista EXCLUSIVA ao CinePOP, Blum havia comentado sobre seu interesse nos possíveis reboots das franquias ‘Sexta-Feira 13‘ (Friday the 13th) e ‘A Hora do Pesadelo‘ (A Nightmare on Elm Street).
Assista a entrevista:
Em entrevista ao Script Apart (via CBR), Mike Flanagan, conhecido por dirigir o filme ‘Doutor Sono‘ e criado a série ‘A Maldição da Residência Hill‘, revelou que tentou trazer a clássica franquia ‘A Hora do Pesadelo‘ de volta para o cinema, mas sem sucesso algum.
“’A Hora do Pesadelo’ é uma franquia que sempre quis trabalhar. Teria sido divertido, […] mas o meu entendimento é que a situação dos direitos é muito complicada”, disse Flanagan.“Ninguém sabe quem controla os direitos, ninguém sabe com quem conversar. Eu sempre digo aos meus agentes que adoraria trabalhar na franquia, mas eles não sabem com quem devíamos conversar. Ninguém sabe o que fazer.”
O filme mais recente da franquia é o remake de mesmo nome, dirigido por Samuel Bayer, que estrela Rooney Mara.
O filme fracassou entre os críticos, conquistando apenas 14% de aprovação no Rotten Tomatoes. Apesar disso, o longa foi um sucesso de bilheteria, tendo arrecadado US$ 117 milhões mundialmente.
Após divulgar o divertido trailer, Universal Pictures acaba de divulgar a sinopse oficial do longa, que traz de volta às telonas Gru, o vilão mais amado do planeta, em uma nova aventura repleta de mistério e boas risadas, após sete anos de espera desde o último filme da saga.
Confira:
No primeiro filme da franquia Meu Malvado Favorito em sete anos, Gru, o supervilão favorito de todo o mundo que virou agente da Liga Antivilões, está de volta para uma nova e ousada era do já clássico caos provocado pelos Minions em Meu Malvado Favorito 4.
Após o fenômeno blockbuster de verão de 2022, Minions 2: A Origem de Gru, a história começa agora um novo capítulo: Gru (Steve Carrell, indicado ao Oscar), Lucy (Kristen Wiig, indicada ao Oscar) e suas filhas – Margô (Miranda Cosgrove), Edith (Dana Gaier) e Agnes (Madison Polan) – dão as boas-vindas a um novo membro da família Gru, Gru Jr., cujo propósito é, basicamente, atormentar seu pai.
Além disso, Gru enfrenta novos inimigos. Maxime Le Mal (Will Ferrell, vencedor do Emmy) e sua namorada mulher-fatal Valentina (Sofia Vergara, indicada ao Emmy) são tão malévolos que não deixam alternativa à família Gru senão fugir.
O longa-metragem será lançado no dia 23 de julho de 2024.
Antes de Milly Alcock (‘A Casa do Dragão’) ser escolhida como a nova intérprete da Supergirl no vindouro filme solo da heroína, Sasha Calle (‘The Young and the Restless’) assumiu o papel em ‘The Flash’.
Sasha estava cheia de emoções conflitantes no verão de 2023. Ela assinou contrato para ‘Flash‘ e mais vários filmes da DC. Porém, o DCEU foi encerrado e a atriz não voltará para outros filmes.
“Foi muito doloroso para mim, e muito confuso. No final das contas, sei que fiz o meu melhor”, compartilha Calle ao THR. “Dizem que uma garota latina queer como eu não poderia ser a Supergirl. Mas eu fui, e ninguém pode tirar isso de mim. Essa é a coisa mais importante para mim; eu fiz algo que importava. E quer você se visse representada em mim ou não, muitas pessoas realmente se conectaram com ela e a amaram.”
Durante uma coletiva de imprensa para promover seu novo filme, intitulado ‘On Swift Horses‘, Calle foi questionada pelaIndie Wire se tinha algum conselho para dar a Alcock.
Em resposta, ela pareceu bastante entusiasmada e encorajou a colega de profissão, dizendo:
“Apenas divirta-se muito. Você parece tão fod#. Apenas arrase e divirta-se.”
Lembrando que a Warner Bros. Pictures e aDC Studios confirmaram que Craig Gillespie, renomado cineasta por trás de ‘Cruella’ e ‘Eu, Tonya’, vai dirigir ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’.
Escrito porAna Nogueira, o longa chega aos cinemas em 2026.
Baseado na série de oito edições do escritor Tom King, ‘Supergirl: A Mulher do Amanhã’ será uma aventura de ficção científica que mostrará a prima do Superman de uma maneira que os espectadores não estão acostumados a vê-la. Na trama, Kara Zor-El, acreditando estar sem propósito, é procurada por uma garota alienígena para uma missão de vingança contra os vilões que exterminaram seu planeta. Agora, uma kryptoniana, um cachorro e uma criança com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que mudará suas vidas para sempre.
O demônio das motosserras voltou com tudo. ‘Chainsaw Man – O Filme: O Arco da Reze‘, dirigido pelo estúdio MAPPA e distribuído pela Toho, estreou no Japão em 19 de setembro de 2025 e já se tornou um dos maiores sucessos recentes do cinema de animação. No Brasil, o longa chegou no fim de outubro, via Sony Pictures e Crunchyroll, com cópias dubladas e legendadas — e filas nas sessões de estreia.
Logo no primeiro fim de semana, o filme vendeu mais de 800 mil ingressos e arrecadou 1,25 bilhão de ienes (cerca de US$ 8,4 milhões), ultrapassando ‘Demon Slayer‘ e ‘Jujutsu Kaisen 0‘ nas bilheteiras japonesas. Em menos de três semanas, o longa somou 2,8 milhões de espectadores e 43 bilhões de ienes — algo próximo de R$ 107 milhões. Globalmente, o total já passa de US$ 68 milhões, consolidando ‘Chainsaw Man‘ como um dos maiores fenômenos do ano.
No Brasil, o público respondeu com entusiasmo: 26 mil pessoas foram aos cinemas no primeiro dia, gerando uma bilheteria de R$ 547 mil — números impressionantes para um título de anime classificado para maiores de 18 anos, devido à violência e ao conteúdo explícito.
A escolha do arco “Reze”, um dos mais queridos pelos fãs do mangá de Tatsuki Fujimoto, se mostrou certeira. A história mistura ação, romance e tragédia em um ritmo que casa perfeitamente com o formato cinematográfico — e o visual impecável da MAPPA elevou a experiência a outro nível.
Além disso, o lançamento em IMAX e a estreia simultânea em mais de 80 países transformaram o filme em um verdadeiro evento global.
Mesmo com a concorrência de gigantes como ‘Demon Slayer: Infinito Castelo‘, o impacto cultural de ‘Chainsaw Man – O Arco da Reze‘ é inegável. A mistura de estética brutal, emoção e crítica social conquistou o público — e mostrou que o gênero anime está longe de ser nicho.
Em tempos de franquias exaustas e bilheterias instáveis, Denji e Reze serraram caminho até o topo, com sangue, lágrimas e um rugido de motosserra que o mundo inteiro ouviu.
Chainsaw Man abriu em 1º lugar nas bilheterias do Brasil!
Tatsuya Yoshihara é responsável pela direção, a partir de um roteiro assinado por Hiroshi Sek (‘Attack on Titan’).
“Denji é um adolescente que mora com Pochita, o Demônio da Motosserra. Por conta das dívidas que herdou de seu pai, ele vive na miséria, exterminando outros demônios com Pochita para pagar as contas.
Até que, um dia, Denji é traído e morre. Em seus últimos momentos de consciência, ele firma um contrato com Pochita e renasce como o Homem-Motosserra – um humano com coração de demônio”.
O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, comentou sobre a nova abordagem utilizada pela empresa para apresentar Peter Parker como o novo membro do MCU.
Durante uma entrevista com o site Fandango, ele revelou que houve um esforço real para estabelecer o herói da vizinhança como alguém que ganhou notoriedade por vídeos virais que circulam no Youtube.
Considerando a pouca idade de Peter, Feige disse que essa seria uma perspectiva nova que caberia muito no desenvolvimento da trama, principalmente se levarmos em conta os tempos digitais em que vivemos com ferramentas como o YouTube:
“Nós tínhamos essa teoria de que se alguém fantasiado como um herói percorresse a cidade impedindo acidentes e pulando de prédio em prédio, isso tudo iria parar na internet. E então, na trama de ‘Guerra Civil’, Tony assiste aos vídeos e percebe que eles são reais e que valia a pena se aprofundar nisso”.
Se você é fã e acompanha o trabalho do aclamado cineastaRon Howard, sabe muito bem que ele é o narrador da aclamada comédia ‘Arrested Development‘.
Sua chegada ao universo de ‘Star Wars‘ até gerou uma série de reações nas redes sociais, que brincavam com a sarcástica e irônica narração feita pelo diretor, pedindo para que o mesmo fosse reproduzido em ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘.
A Lucasfilm atendeu os pedidos e decidiu ir ainda mais além, recriando a clássica abertura da série, só que desta vez contando toda a história principal de ‘Star Wars’. O vídeo é inclusive narrado por Howard, tornando tudo ainda mais maravilhoso.
O divertido vídeo foi divulgado pelo canal oficial da franquia no Youtube.
A Disney divulgou um novo trailer, mostrando muitas cenas inéditas.
‘Han Solo – Uma História Star Wars‘ terá sua première no Festival de Cannes, informou o Deadline.
O festival acontece de 8 a 19 de maio, e o filme será exibido no dia 15.
A estreia é programada para o dia 24 de maio de 2018 no Brasil.
“Embarque na Millennium Falcon e viaje para uma galáxia muito, muito distante em ‘Solo: Uma História Star Wars’, a nova aventura com o sacana mais adorado da galáxia. Ao longo de uma série de aventuras ousadas nas profundezas do perigoso e sombrio submundo do crime, Han Solo conhece seu futuro copiloto Chewbacca e encontra o notório Lando Calrissian, numa jornada que definirá os rumos de um dos heróis mais improváveis da saga Star Wars“.
A sequência ‘A Morte te dá Parabéns 2‘ já está nos cinemas e os fãs mais afoitos têm nutrido as esperanças de mais uma continuação.
E durante uma rápida sessão de perguntas e respostas no Twitter, o produtor e dono da Blumhouse, Jason Blum, comentou sobre a possibilidade de um terceiro capítulo na saga.
Respondendo a um questionamento feito por um fã, ele revelou que a probabilidade não é muito grande, mas que a possibilidade também não é impossível.
Confira:
Na sequência, a história se repete, mas de forma diferente. Tree se vê na situação onde precisa salvar seus amigos que estão em perigo, e também escapar do looping. Para isso ela vai precisar morrer centenas de vezes até conseguir encontrar a solução e o assassino da vez.
Jessica Rothe, que interpretou a protagonista do primeiro filme, Tree Gelbman, retorna para a sequência.
Um grupo de ambiciosos estudantes de direito e sua brilhante professora de defesa criminal se envolvem em uma conspiração de assassinato distorcida que promete mudar o curso de suas vidas.
Os cinemas da China voltaram a exibir ‘Avatar‘ no dia 12 de março e para marcar o retorno do longa às telonas na Ásia, a produção ganhou um novo cartaz em chinês.
O pôster foi compartilhado pelo produtor Jon Plandau, por meio de sua conta oficial do Instagram.
Confira:
Para quem não se lembra, ‘Avatar‘ arrecadou US$ 2,790 bilhões em 2009 e foi vencido por ‘Vingadores: Ultimato’, que conquistou US$ 2,797 bilhões em todo o mundo.
Como faltavam apenas US$ 7,4 milhões para o sci-fi de James Cameron recuperar o posto de maior bilheteria de todos os tempos, não demorou muito para isso acontecer.
A reestreia atingiu US $ 8,9 milhões em menos de 24 de horas, ultrapassando a marca de ‘Vingadores: Ultimato‘.
Nas redes sociais, a Marvel parabenizou James Cameron e ‘Avatar‘ pela conquista:
Até o momento, o total estimado para ‘Avatar’ é de US$ 2.798,9 bilhões.
Alguns fãs da Marvel já estão fazendo questão de lembrar que ‘Avatar‘ só conseguiu recuperar o posto por conta do relançamento, mas vale lembrar que ‘Vingadores: Ultimato’ só ultrapassou seu concorrente depois de uma reestreia que permaneeu em cartaz por quase três meses.
De qualquer forma, a Disney saiu lucrando, já que os direitos de imagem de ‘Avatar’ agora fazem parte do estúdio desde a aquisição da Fox.
Lembrando que as filmagens de ‘Avatar 2‘ já foram 100% finalizadas. A informação foi compartilhada pelo próprio James Cameron.
“O Covid nos atingiu como a todo mundo. Nós perdemos cerca de quatro meses e meio de produção. E como resultado disso, nós tivemos que adiar a estreia do filme em um ano, para dezembro de 2022. Mas isso não significa que temos um tempo extra para finalizar o filme, porque no dia em que entregamos ‘Avatar 2′, nós começamos a trabalhar na finalização de ‘Avatar 3′. E neste momento estamos na Nova Zelândia filmando. Estamos gravando o que falta do live-action e ainda faltam uns 10% para terminarmos. Já completamos 100% de ‘Avatar 2‘ e completamos cerca de 95% de ‘Avatar 3‘”.
A demora em torno do segundo filme seria pelo fato de Cameron estar investindo em uma nova tecnologia nos cinemas.
Em entrevista ao Digital Spy, ele revelou que criou uma “tecnologia tão avançada que ninguém poderia imaginar nos dias de hoje”.
“Temos os melhores artistas e técnicos do mundo para criar um filme tão rico visualmente que vai chocar a todos. Vamos surpreender com um filme inovador em todos os sentidos”, afirmou.
‘Avatar 2‘ chegará aos cinemas apenas em 2022, após quatro anos de atraso.
Cameron também já agendou o lançamento dos demais capítulos da saga.
Confira:
AVATAR 2 – 16 de Dezembro de 2022 AVATAR 3 – 20 de Dezembro de 2024 AVATAR 4 – 18 de Dezembro de 2026 AVATAR 5 – 22 de Dezembro de 2028
Adam McKay e Will Ferrell fizeram de Disque Amiga Para Mataro que pouco se via na TV em 2019. Uma excelente comédia dramática sobre o luto a partir do espectro da maturidade feminina, a série trouxe duas atrizes no auge dos seus 40 anos para o centro da trama, explorando a feminilidade em suas diversas formas com originalidade, sem soar piegas e sem apelar para discursos batidos. Com personagens masculinos que sempre agregaram ao dramalhão sarcástico de Judy e Jen, a mesma dupla de produtores executivos do aclamado sucesso Succession fez da original Netflix uma refinada combinação de humor pastelão, humor ácido e um suspense acidental.
Mas após duas excelentes temporadas, Disque Amiga Para Matar parece ter perdido seu fôlego. Com suas sacadas cômicas ainda funcionando – embora não sejam tão ricas e perspicazes como no passado -, o 3º e último ciclo caminha de forma desgovernado. Com seus episódios ainda no formato de 25 minutos de duração, a criadora Liz Feldman e sua equipe de roteiristas perdem o foco e gastam tempo demais andando em infindáveis círculos narrativos que levam a lugar nenhum. Estendendo o núcleo policial da trama sem realmente gerar qualquer tipo de valor significativo, os novos capítulos são a absurda representação da clássica “encheção de linguiça”. Sempre à beira de uma grande reviravolta, a produção de fato nunca chega lá e caminha em uma zona de conforto flácida e insossa, apelando para o sentimentalismo (que funciona em certa instância).
Desperdiçando o tempo de tela deChristina Applegate e Linda Cardellini, a série da Netflix não compreende a necessidade de resolver sua trama em cinco horas totais e patina em episódios desnecessários que não resolvem os arcos. Se escorando em soluções simplistas e piegas que quebram toda a riqueza tão bem construída ao longo de duas temporadas, Disque Amiga Para Mataré frustrante. Embora quando analisada isoladamente seja mediana, a temporada final é inevitavelmente um fracasso diante do todo. Com alguns pequenos momentos valiosos, como o delicado desfecho de Judy, a original da gigante do streaming se destaca mais pelos esforços das protagonistas, que brilham em suas performances à medida que sua codependência atinge seu ponto máximo.
Com um final sensível que entrega um pequeno mas desnecessário cliffhanger, a série da Netflix não se despede como de fato merecia. Trazendo um episódio de encerramento onde todas as pontas soltas são resolvidas milagrosamente da forma mais blasé e tosca possível, Disque Amiga Para Matar deixa a audiência à deriva, à espera de algo a la Thelma & Louise que infelizmente nunca vem. Mas preferindo ficar no meio do caminho, a produção perde a oportunidade de uma vez mais desbravar um território criativo que poucos ousam em Hollywood.
Lançado este ano no Festival de Sundance, Past Lives (na tradução livre, Vidas Passadas) é um filme quase autobiográfico da diretora estreante Celine Song. A produção da A24 faz parte da mostra competitiva e concorre aoUrso de Ourona 73ª Berlinale.
Nascida na Coreia do Sul, a cineasta imigrou com os pais aos 12 anos para o Canadá. Já na idade adulta, fixou residência nos Estados Unidos, onde cursou universidade e ganhou prêmios de criação. A protagonista Nora – vivida pela excelente Greta Lee (da série Boneca Russa e The Morning Show) – tem a mesma trajetória pessoal e profissional.
Nos primeiros minutos, vemos sentados em um bar um coreano, uma coreana e um norte-americano, o último de fora da conversa. De longe, duas pessoas confabulam o desenrolar da cena. O que eles são? Um casal de coreanos e o seu agente de viagem? Uma coreana casada com um homem branco ao lado de um antigo amigo? Nesta singela e minuciosa cena, Celine Songlança a principal questão do filme: quem nos tornamos?
Vidas Passadas consegue ser sentimental sem nunca tombar para o lado piegas ou clichês. Em uma volta no tempo de 24 anos atrás, conhecemos a jovem Nora (Moon Seung-ha), de 12 anos, ainda na Coreia do Sul. Ao lado dela, no caminho da escola para casa, está Hae Sung (Seung Min Yim), seu colega de classe e crush da adolescência. Ele tenta consolá-la porque ela ficou em segundo lugar no exame escolar.
Pelos gestos e olhares ainda inocentes, Nora confessa o que visualizamos. Ela gosta dele e pede para mãe sair em um encontro fora da escola com o garoto. Podia ser o início de uma história de amor, porém, Nora e sua família estão já empacotando os pertences para imigrar ao Canadá. Em um simbólico frame, Celine Song mostra Nora a seguir subindo as escadas, enquanto Hae Sung segue seu caminho descendo uma ladeira.
Nascida numa família de artistas da classe média, Nora tinha muito mais sonhos e perspectivas. Quando um dos seus colegas a questiona o motivo da mudança, ela responde: “Sul-coreanos não ganham o Nobel de Literatura”. Esta frase é curta e marcante, tal como um relato direto da boca da diretora/roteirista.
Realizada a viagem para o Canadá, Vidas Passadas nos surpreende com um salto no tempo de 12 anos. Com advento das redes sociais, Nora e Hae Sung encontram-se online. Após uma primeira conversa por Skype, eles se escrevem e falam constantemente apesar do fuso horário. Logo, o fogo da adolescência reacende, no entanto, a realidade cobra o seu preço. Quando o relacionamento passará do plano virtual para o físico?
Com motivações bem delimitadas, Nora não se vê de volta a Seul, agora ela almeja um prêmio Pulitzer. Já o jovem Hae Sung (Teo Yoo) tornou-se um belo rapaz, com uma voz grave e um sorriso acolhedor. Acima de tudo, ele é gentil e possui uma admiração real por Nora. Em contrapartida, Hae Sung está no meio dos estudos de Engenharia e não pode deixar o país em menos de dois anos.
Focado no seu progresso como escritora, Nora interrompe a relação virtual. Doze anos depois, a vida acontece em ambos extremos do planeta, mas Hae Sung decide visitar Nova York e, mais precisamente, Nora. A última parte do filme é carregada de interrogações e sensações muito palpáveis. Celine Song conhece estabelecer uma profundidade intensa para esse relacionamento vivido no imaginário ao longo dos anos.
Além de um trabalho de direção impecável e um elenco absolutamente entregue às emoções, os diálogos são de uma impressionante beleza ao mesmo tempo real e poética. A ponto de nos questionarmos se o desencontro amoroso também fez parte da realidade da diretora/roteirista ou ela é somente uma autora muito talentosa.
Vivido por John Magaro(First Cow – A Primeira Vaca da América), o personagem de Arthur é fundamental nesta narrativa como o atual marido de Nora. Ele é o ponto de desencaixe entre uma boa história de amor para uma esplendorosa. Já cantava Chorão, da banda Charlie Brown Jr.: “cada escolha é uma renúncia, isso é a vida.” O personagem não somente adiciona graça ao roteiro, mas também nos aproxima dos dilemas em tons de cinza da vida.
Embora a passagem do tempo possa nos lembrar o romance irregular Um Dia (2011), escrito por David Nicholls, a presença de uma protagonista forte e desejosa a encontrar o seu próprio destino remete-nos muito mais ao recente filme norueguês A Pior Pessoa do Mundo (2021), de Joachim Trier, no qual o relacionamento amoroso é apenas uma etapa dessa jornada. A cereja do bolo é a forma que Nora sente ao conectar-se novamente com a sua cultura originária na presença do amigo de infância.
Embasada numa crença sul-coreana sobre almas gêmeas, Celine Song torna o percurso nada simples e, por isso, muito mais realístico. Vidas Passadas é um filme para ser revisto e experimentado a cada sequência. Ao final, se não temos a resposta sobre quem somos e quem nos tornamos, ao menos, o longa nos proporciona em uma mágica e deleitável trajetória de reflexão.
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