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Mia Goth retorna na 1ª imagem oficial de ‘MaXXXine’, sequência de ‘X: A Marca da Morte’

A A24 divulgou a primeira imagem oficial da sequência ‘MaXXXine‘, que irá concluir a trilogia iniciada por ‘X: A Marca da Morte‘.

A imagem traz o retorno da Mia Goth como a personagem titular, além da introduzir a Halsey.

Confira:

A trama irá retomar a jornada de Maxine após os violentos eventos de ‘X: A Marca da Morte‘, enquanto a única sobrevivente continua sua busca pela fama, tentando se tornar atriz na década de 80, em Los Angeles.

Além de Mia Goth, que reprisará seu papel como a sobrevivente do primeiro filme, o elenco ainda contará com grandes nomes como Kevin Bacon, Lily Collins, Elizabeth Debicki, Moses Sumney, Michelle Monaghan, Bobby Cannavale, Halsey, Giancarlo Esposito Kevin Bacon.

Em entrevista à VarietyMia Goth revelou que o terceiro capítulo da saga slasher será o melhor de todos.

“É o melhor roteiro dos três [filmes], de longe”, ela conta. “Vai ser o melhor filme. Estamos correndo, agora. Este será nosso terceiro filme juntos e todos estão retornando. Nós sabemos como todos trabalham e estamos muito animados. É a maior história dos três, com as maiores expectativas – e Maxine passou por muita coisa até então. Então, quando a vemos nesse novo mundo, ela é uma força a ser temida e passará por aventuras bem loucas”.

Na trama de MaXXXine, a personagem titular é a única sobrevivente do massacre do primeiro filme e continua sua jornada em direção à fama, decidindo se tornar atriz nos anos 80 em Los Angeles.

Ti West retorna como diretor e produtor. Goth e Harrison Kreiss também ficam a encargo da produção.

Confira o teaser:

10 Filmes que mostram como educar os filhos é uma tarefa DIFÍCIL

O educar nunca foi tarefa fácil para nenhum lar. Não é por falta de amor, por falta de carinho, que conflitos acontecem quando buscamos indicar os melhores caminhos para nossos filhos que logo quando crescem se jogam a um enorme mundo repleto de variáveis. Pensando nesse recorte, separamos abaixo uma lista com 10 filmes que mostram como educar os filhos é uma tarefa difícil:

 

Capitão Fantástico

Na trama, conhecemos Ben (Viggo Mortensen) e sua família para lá de diferente. Ben e sua esposa resolveram criar os seus seis filhos em um lugar muito bonito e longe da sociedade, deixando eles distantes de qualquer contato com as novidades e besteiras do mundo e sua globalização. Quando sua esposa, que precisou ser hospitalizada por conta de uma doença terrível, falece, Ben resolve ir até o encontro dela e leva junto seus filhos. Após o choque natural da criançada com o mundo da maioria das pessoas que os cercam mais que nunca tiveram contato, o capitão fantástico desta turma terá que fazer escolhas difíceis e confrontar pessoas que consideram seu modo de vida prejudicial aos seus filhos.

 

Tully

Ao longo de um pouco mais de 90 minutos de projeção, acompanhamos a história de Marlo (Charlize Theron), uma mulher na casa dos 40 anos que tem dois filhos pequenos e um terceiro chegando em breve. Totalmente consumida pela dedicação na educação e paciência com seus filhos, esqueceu de buscar um tempo para si. Seu marido, Drew (Ron Livingston) trabalha bastante e vive viajando, mas quando está em casa prefere o vídeo game muitas vezes à tentar ajudar Marlo. Perto de um certo surto, por ideia de seu irmão, o bem sucedido Craig (Mark Duplass) resolve aderir a uma ideia inusitada, ter uma babá noturna para conseguir dormir melhor. Assim, chega na vida da família a carismática Tully (Mackenzie Davis) com quem Marlo de cara logo se identificará.

 

Dia do Sim

Na trama, conhecemos o casal Allison Torres (Jennifer Garner) e Carlos Torres (Edgar Ramírez) e seus três filhos que após alguns desentendimentos diários, principalmente em relação a linha dura que a mãe impõe com suas tabelas organizadas e disciplina constante, resolvem adotar uma nova ideia na dinâmica da família: o dia do sim. Esse inusitado e diferente dia consiste em os pais não poderem dizer não (com alguns pequenos limites impostos) a tudo que as crianças querem fazer naquele dia, para isso os filhos precisam cumprir tarefas ao longo dos dias das semanas anteriores (como notas altas na escolas, etc…).

 

Querido Menino

Na trama, conhecemos David Sheff (Steve Carell), um homem de meia idade, bem sucedido em sua profissão pai amoroso que vive em uma casa confortável com sua atual esposa Karen (Maura Tierney). David é pai de Nick (Timothée Chalamet) um jovem que com o passar do tempo começa a ter sérios problemas com as mais diversas drogas que existem. Ao longo de uma passagem de tempo, vamos acompanhando David, suas lembranças, e principalmente sua busca em encontrar alguma solução para esse problema complicado que o filho passa.

 

Três Solteirões e um Bebê

Na trama, conhecemos três amigos muito bem sucedidos que moram em uma cobertura em Nova Iorque. Peter (Tom Selleck) é arquiteto, Michael (Steve Guttenberg) é desenhista e Jack (Ted Danson) é ator, todos eles são adeptos da vida boa e cultivam sua solteirice como modalidade de vida. Tudo muda quando um bebê é encontrado na porta da casa deles dizendo ser filha de Jack. Como o papai viajou para a Turquia para rodar um filme, Michael e Peter precisarão passar dias muito intensos, confusos e engraçados tentando cuidar da nova hóspede.

 

Agnes Joy

Na trama, conhecemos Rannveig (Katla M. Þorgeirsdóttir), uma mãe rígida, controladora, comandante da empresa da família, a qual teve que assumir assim que seu pai faleceu interrompendo seus outros sonhos. Infeliz no trabalho, ela se desdobra entre a educação da filha adotada Agnes Joy (Donna Cruz), alguma atenção que busca do marido Einar (Þorsteinn Bachmann) e as aparências para os outros de sua ‘família perfeita’.  Quando a chegada de um novo vizinho, um ator conhecido por alguns, acaba mexendo um pouco nessa história vamos descobrindo os sentimentos escondidos dos personagens. Embaralhados pontos de vistas sobre o casamento mãe e pai completamente distantes ganham argumentos diversos.

 

A Felicidade das Coisas

Exibido na Mostra de Tiradentes e também na Mostra de Cinema de São Paulo, ambas no ano passado, o projeto segue a trajetória de Paula (Patrícia Saravy), uma mulher na casa dos 40 anos que está à espera do seu terceiro filho. Durante as férias de seus outros dois filhos, ela resolve chamar a mãe e viajar com todos eles para a casa de praia da família onde está sendo construída um grande sonho das crianças: uma piscina. Só que o tempo passa e algumas dificuldades financeiras inesperadas atrasam a obra, deixando esse sonho em segundo plano. Assim, a protagonista enfrentará conflitos que vão desde os embates com sua mãe, o descaso do marido que está em São Paulo, os pensamentos sobre o futuro para seu próximo filho, até as dificuldades de se entender com seu filho mais velho.

 

Julho Agosto

Na trama, conhecemos as irmãs Laura (Luna Lou) de 14 anos e Joséphine (Alma Jodorowsky) de 18 anos, que precisam passar suas férias em dois tempos. A primeira parte com sua mãe Anne (Pascale Arbillot), que acaba de saber que está grávida, e, seu padrasto endividado, o editor Michel (Patrick Chesnais), em uma casa linda onde curtem sempre as férias. No segundo momento, as irmãs viajam de trem até a casa de seu pai Franck (Thierry Godard) que passa por um momento de solidão em uma região fria e está apaixonado pela garçonete de um dos restaurantes da região. Assim, ao longo das férias, as irmãs, cada uma com sua visão do mundo, irão viver aventuras e conhecerem melhor o significado da palavra família.

 

O Tiro que não saiu pela Culatra

Na trama, conhecemos uma família de classe média norte-americana e seus conflitos diários entre pais, mães, filhos e filhas. Tem o pai que pressiona na rigidez educacional de uma garotinha (até ler Kafka a garota é forçada) e a mãe não consegue se impor para evitar a pressão; uma mãe que cria os dois filhos sozinha e ambos passam por problemas e descobertas e tem problema com sua autoridade inexistente; Um advogado e sua esposa com três filhos e um com um deles sendo aconselhado a ir no psicólogo pela escola; O pai de muitos desses, que até hoje não conseguiu controlar os vícios do filho mais novo. A biologia, os motores da educação, nada tem muita lógica quando o assunto é educar. O elenco é ótimo, nomes como: Steve Martin, Mary Steenburgen, Dianne Wiest, Rick Moranis, Keanu Reeves, Joaquin Phoenix (em um de seus primeiros filmes), entre outros.

 

Felicità

Na trama, conhecemos o ex-presidiário Tim (Pio Marmaï) e Chloé (Camille Rutherford), dois jovens sem muitas projeções na vida que vivem do dinheiro que a segunda recebe trabalhando na limpeza de casas para uma empresa. Eles tem uma filha, Tommy (Rita Merle), que acaba embarcando sempre nas loucas aventuras que os pais se metem ao longo dos dias que antecedem o início das aulas.

10 Filmes para assistir e REFLETIR durante muito tempo

Um roteiro que nos leva para reflexões profundas pode virar um obra que demora a sair de nossas memórias. Todo ano assistimos alguns filmes que grudam em nossa mente nos fazendo refletir bastante sobre os conflitos dos personagens. Pensando nesse recorte, segue abaixo uma lista com 10 filmes para assistir e refletir durante mundo tempo:

 

Amém: Perguntando ao Papa

Quem julga é incoerente. Ao longo de pouco mais de uma hora, em relatos, muitas vezes emocionantes, os jovens vindos de países como: Espanha, Senegal, EUA, Perú, Colômbia, Argentina, abrem o coração ao Papa buscando uma fonte de reflexão sobre angústias que sentem em relação a muitos temas. A maior autoridade católica, conhecido por seu bom humor, aborda no início do papo a diminuição dos adeptos católicos em todo mundo, algo que pode estar ligado ao passado da igreja no epicentro de colonizadores, além do fato da igreja católica durante muito tempo não assumir tudo o que houve nesse tempo. Depois, emenda sobre a imigração, principalmente nas fronteiras europeias, com duras críticas em cima de uma ação política imatura adotada por muitos países (que ele não citou) quando se pensa sobre o tema.

 

Vagão nº6

Na trama, conhecemos Laura (Seidi Haarla), uma estudante finlandesa que mora em Moscou e se vê desolada com o não avanço amoroso na relação de uma amizade colorida de longa data. Se sentindo sozinha e deslocada com um alguém que não quer compromisso sério com ela, resolve embarcar sozinha, numa viagem de quase 2.000 Kms, de Moscou até Murmansk, lá perto da fronteira com a Finlândia e a Suécia. Durante a viagem, ela precisa dividir o pequeno vagão do trem com Ljoha (Yuriy Borisov), um atrapalhado mineiro russo que está indo à trabalho para o mesmo destino dela. Assim, essas duas almas entrarão em conflitos mas também observarão conexões que podem fazê-los entender um pouco mais sobre a vida.

 

Rye Lane: Um Amor Inesperado

Na trama, conhecemos Dom (David Jonsson) e Yas (Vivian Oparah), dois jovens que se encontram de forma inusitada, numa galeria de arte e resolvem sair daquele lugar e irem andando pela cidade onde moram. Aos poucos vamos conhecendo essas duas almas. Dom é um jovem desiludido, até mesmo depressivo, abalado profundamente pelo término de um relacionamento onde descobriu por meio de uma foto que seu melhor amigo o estava traindo com sua namorada. Contador de profissão, tem uma paixão por música. Já Yas é super alegre, com uma energia contagiante. Ela tem o sonho de ser figurinista e também está passando por um recente término de relacionamento com feridas ainda em aberto. Essas duas almas vão buscando entender um ao outro enquanto se conhecem melhor.

 

A Baleia

Na trama, conhecemos Charlie (Brendan Fraser), um professor que trabalha home office dando aulas online para alunos de um curso de escrita. Esse personagem é amargurado, com fortes problemas emocionais muitos desses causados por um forte perda no seu passado. Ele se encontra com quase 300 quilos, com grandes dificuldades de locomoção, e parece entregue, sem querer ajuda de hospitais ou médicos especializados. Sua única companhia é a enfermeira, e ex-cunhada, Liz (Hong Chau), talvez a única pessoa que ele escute nessa fase final da vida. Durante essa jornada que marca o provável desfecho de sua trajetória, outros personagens começam a entrar em seus dias, como o enigmático e vinculado a uma religião Thomas (Ty Simpkins), sua ex-esposa Mary (Samantha Morton) e principalmente sua filha Ellie (Sadie Sink). Com essa última, Charlie se esforça para resolver a complicada relação de pai e filha.

 

Nove Dias

Na trama, conhecemos Will (Winston Duke), um homem que vive em uma casa longe de tudo e todos que passa seus dias acompanhando por meio de algumas televisões a vida de algumas pessoas que vamos saber já estiveram perto dele. Até que uma dessas pessoas morre em um acidente, deixando uma vaga para uma nova vida na Terra. Assim, ao longo dos nove dias seguintes, almas não nascidas começam a bater em sua porta para uma espécie de um processo de seleção e por essa mesma seleção é onde chega Emma (Zazie Beetz), um alguém que o fará refletir sobre a própria vida. O filme teve estreia mundial no Festival de Cinema de Sundance e passou pela Mostra de SP em 2020.

 

O Presente

Na trama, conhecemos Yusef (Saleh Bakri), um homem de meia idade, trabalhador, que acorda em uma manhã, após uma noite onde chegara muito tarde, com o objetivo de comprar um presente para a sua esposa já que ambos completam mais um aniversário de casamento. Assim, ele leva sua filha Yasmine (Mariam Kanj) para ir até Beitunia fazer compras e pegar o presente da esposa. Só que para ir e vir, Yusef e todos que moram naquela região da Cisjordânia precisam passar por um ponto de checagem israelense. E assim, um conflito se estabelece na ida e na volta do resgate do presente.

 

Nomadland

Na trama, conhecemos Fern (Frances McDormand) uma mulher mais velha que vive em uma Van antiga, nômade, pelas estradas da vida. Sem lugar fixo, trabalha em determinadas época do ano na mesma filial de distribuição da Amazon. Combate a solidão, o frio, as desconfortantes situações que precisar enfrentar para buscar respostas que tanto procura. Quando o amor chega inesperadamente, ou algo parecido com isso, acaba gerando uma espécie de conflito dentro dela e decisões precisarão serem tomadas.

 

Últimos Dias no Deserto

Na trama, baseado no Velho Testamento, acompanhamos Jesus (Ewan McGregor) viajando totalmente sozinho pelo deserto alguns dias. Em jejum, caminhando muitas vezes sem saber a direção correta para Jerusalém, Jesus encontra uma família, um menino com sonhos a realizar e um pai com uma visão descrente sobre o mundo que vive. Ao mesmo tempo, a personificação do Diabo põe totalmente em cheque seu amor pelo pai e sua incrível fé.

 

Rosie

Na trama, conhecemos Rosie (Sarah Greene) e John (Moe Dunford), um casal que enfrenta dificuldades financeiras e não conseguem um lugar para morar tendo que passar dia após dia dentro do carro com seus filhos. Assim, ao longo de uma tentativa e outra, acompanhamos melhor a trajetória dessa jovem mãe, seu passado de brigas com a mãe e a busca por dias melhores para sua família.

 

Nunca, Raramente, Às Vezes, Sempre

Na trama, conhecemos Autumn (Sidney Flanigan), uma jovem introspectiva de 17 anos que trabalha como caixa de supermercado enquanto termina a escola e que está passando por uma situação complicada e difícil, se sentindo sozinha, muito por medo de contar à família, medo das reações dos que giram ao seu redor. Buscando entender melhor a situação que vive, vai em busca de soluções que acha as que tem que tomar, ouvindo especialistas em clínicas femininas. Como mora no interior dos EUA, resolve embarcar em uma viagem para Nova Iorque, junto com sua prima e única confidente Skylar (Talia Ryder) para tomar decisões complicadas e tentar seguir em frente com sua vida.

10 Filmes para você que curte projetos CULTS

O termo ‘cult’ tem algumas interpretações quando pensamos em cinema. Geralmente é ligado à filmes que estão fora dos grandes circuitos de exibição, as vezes de baixo orçamento, de vários países pelo planeta. Pensando nesse recorte, resolvemos criar uma lista bem bacana com 10 filmes para você que curte projetos cults:

 

Röckët Stähr’s Death of a Rockstar

Na trama, vemos o início de uma nova revolução no mundo. Estamos no ano de 2164 e movimento rock and roll não existe e ainda é calado por autoridades de personalidades duvidosas. Mas um excêntrico cientista imerso em suas ideias e loucuras resolve criar um rockstar clonado para fazer uma enorme turnê global e assim buscar resgatar a voz individual de cada um de nós. Mas nem todo o plano feito com boas intenções acaba dando 100% certo e obstáculos vão aparecer nessa jornada.

 

Invadindo Bergman

Se tudo é imperfeito nesse mundo imperfeito, então o amor é perfeito em sua imperfeição. Dirigido pela dupla de cineastas suecos Jane Magnusson e Hynek Pallas, Trespassing Bergman é uma grande viagem ao mundo peculiar de um dos maiores cineastas da história do cinema, Ingmar Bergman. Ao longo de quase duas horas de filme somos testemunhas de relatos profundos, emocionantes, de grandes diretores e atores mundialmente conhecidos sobre todo o legado do saudoso mestre. Tomas Alfredson, Woody Allen, Wes Anderson, Harriet Andersson (uma das musas de Bergman), Francis Ford Coppola, Wes Craven, Robert De Niro, Michael Haneke, Claire Denis, Martin Scorsese e Ang Lee são alguns dos nomes que aparecem nesse belo trabalho.

 

O Outro Lado da Esperança

Na trama, bastante peculiar e intimista, conhecemos um senhor de idade quase avançada que troca de ramo profissional e resolve ser dono de um restaurante na Finlândia. Além dessa mudança profissional, o cinquentão Wikhström (Sakari Kuosmanen) abandona a esposa e parte rumo ao desconhecido. Ao mesmo tempo, e na mesma cidade, Khaled (Sherwan Haji), um jovem refugiado Sírio acaba tendo seu visto vetado ao chegar na capital finlandesa. Esses dois universos se encontram por acaso e Wikhström resolve ajudar Khaled em sua jornada.

 

Eden

Na trama, conhecemos um grupo de jovens que gostam de se reunir para festas que varam à noite em uma França exposta no início dos anos 90. Ao longo da trama, um dos personagens se torna o protagonista, Paul Vallée (Félix de Givry), um estudante de literatura que abandona tudo para se dedicar integralmente ao universo das festas. Assim, vamos acompanhando todos os bastidores do cenário jovem parisiense.

 

Mãos Sujas

Na trama, acompanhamos a história de dois rapazes de origem humilde que moram em um lugar de bastante pobreza e com poucas oportunidades. Assim, entram rapidamente no mundo do contrabando de drogas pelas águas turbulentas de uma cidade colombiana dominada pelo narcotráfico. Em uma dessas missões, seus valores mudarão, quando precisam correr desesperadamente atrás de uma mercadoria roubada.

 

Circles (Krugovi)

Logo no começo do filme, somos apresentados a Marko (Vuk Kostic), um soldado de bem com a vida que é muito feliz ao lado de sua namorada e adora jogar xadrez com seu amigo estudante de medicina Nebojsa (Nebojsa Glogovac). Certo dia, heroicamente, salva um pacato comerciante estrangeiro chamado Haris (Leon Lucev) do prepotente e irracional linchamento por outros soldados, comandados pelo temido Todor (Boris Isakovic). Logo após, sem sabermos as consequências deste ato, a fita dá um pulo temporal de 12 anos e somos apresentados a todos que estavam perto ou fizeram parte deste acontecimento com Marko. Assim, vamos acompanhando as surpresas, culpas, frustração, desejo de vingança e terríveis coincidências que acompanham esses personagens.

 

Between Two Dawns

Na trama, conhecemos Kadir (Mucahit Kocak), um jovem empresário que trabalha nos negócios da família desde que terminou seus estudos, uma fábrica inclusa na indústria têxtil. Tudo ia bem na vida do personagem, inclusive está mega apaixonado pela futura noiva, até que em um dia, durante uma rodada de negócios via Skype, algo acontece na fábrica. Um grave acidente com um dos funcionários leva a família a tomar atitudes que entram em conflito com o que Kadir pensa, principalmente sobre a questão humana e moral. Assim, vamos acompanhando as horas seguintes na nova trajetória de vida que o destino colocou na frente do protagonista.

 

Giraffe

Na trama, acompanhamos Dara (Lisa Loven Kongsli) uma pesquisadora voltada à área de antropologia cultural e social que parece registrar um estudo sobre habitantes de uma cidadezinha na Dinamarca (parece ser uma ilha) que terão suas casas demolidas (e assim memórias perdidas) para a construção de inovador túnel que ligará o país até a Alemanha. Se estabelecendo no lugar durante o período da pesquisa, acaba conhecendo o jovem polonês Lucek (Jakub Gierszal) com quem tem um affair.

 

Danger! Danger!

Na trama, conhecemos Jonathan Danger (Benedict Mazurek) um homem que cai em um lugar distante, a 32 km da costa da África, em meados da década de 80 disposto a achar um templo, que inclusive o caminho está tatuado um mapa no seu peito. Só que ele não é o único atrás desse lugar e assim acaba se metendo em enormes confusões contra soviéticos nervosos mas contando com a ajuda de dois irmãos. É uma aventura com pitadas de Indiana Jones com conceitos de viagem no tempo costurados em uma conjuntura de modificações políticas.

 

Juventude

Na trama, conhecemos Deka (Amina Mohamed Ali), Asma (Tousmo Mouhoumed Mohamed) e Hibo (Bilan Samir Moubus) três jovens que ficam muito amigas no último ano do colégio e buscam no companheirismo de uma com a outra força e opiniões sobre acontecimentos presentes e sobre o futuro. De classes sociais completamente diferentes, vivendo na mesma cidade mas com um cotidiano nada igual, em comum, refletem sobre saírem do país onde nasceram para estudar fora.

 

 

 

Temporada final de ‘Stranger Things’ será AGRIDOCE, revela Joe Keery

A quinta e última temporada de ‘Stranger Things‘ vai virar tudo de cabeça para baixo ao mergulhar a pequena cidade do centro-oeste em um pesadelo apocalíptico, disse o astro Joe Keery.

Será a última vez que Eleven (Millie Bobby Brown), Mike (Finn Wolfhard), Will (Noah Schnapp), Dustin (Gaten Matarazzo), Lucas (Caleb McLaughlin), Max (Sadie Sink) e o resto da gangue de Hawkins estará reunida para uma última luta contra o grande vilão Vecna ​​(Jamie Campbell Bower).

“Vai ser agridoce, com certeza”, disse Keery, que interpreta Steve Harrington, sobre a temporada final durante um painel na Comic Con alemã . “Acho que todo mundo está animado para começar a trabalhar novamente, mas também será como a primeira vez de muitas últimas coisas. Será muito agridoce.” 

Durante uma entrevista para a revista Seventeen, a estrela da série, Millie Bobby Brown, comentou sobre a última temporada.

“Estou definitivamente pronta para encerrar”, disse ela. Sinto que muito da história foi contada agora, e sabemos disso, está em nossas vidas há muito tempo.”

A atriz, que interpreta Onze na produção, explicou que está pronta para que este capítulo de sua vida chegue ao fim e para que novos se abram. “Sou capaz de criar histórias que são importantes para mim e me concentrar em outros no geral”, acrescentou ela. “Mas sou muito grata [pela série].”

Brown não é a primeira pessoa do elenco de ‘Stranger Things a ter essa opinião sobre a temporada final da série. David Harbour, que interpreta Jim Hopper, disse ao Discussing Film em fevereiro que depois de “quase nove anos desde as filmagens da primeira temporada… é hora de terminar”.

“É hora de sairmos desse ninho e tentar outras coisas e projetos diferentes”, acrescentou o astro. “E deixar os irmãos Duffer tentarem coisas diferentes também. Quero dizer, esses caras são tão talentosos. Quero ver o que eles vão aprontar depois […]” 

Até lá, vale lembrar que todas as quatro temporadas continuam disponíveis na Netflix.

Crítica | 4ª temporada de ‘Stranger Things’ mergulha na nostalgia do terror clássico e psicológico

A série foi criada por Matt DufferRoss Duffer.

O elenco também conta com Winona Ryder, David Harbour, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Cara Buono, Joe Keery, Noah Schnapp, Sadie Sink e Dacre Montgomery.

 

‘The Morning Show’ é RENOVADA para a 4ª temporada

A Apple TV+ renovou oficialmente a série ‘The Morning Show‘, estrelada por Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, para a 4ª temporada.

Anteriormente, o ator Billy Crudup havia revelado que estava torcendo pela renovação: “Não quero que acabe. Essa série tem sido uma oportunidade incrível para mim. Eu amo a equipe criativa, e os personagens são maravilhosos.”

Vale lembrar que as filmagens da terceira temporada foram finalizadas recentemente. Ainda sem data de estreia, a expectativa é que o próximo ciclo seja lançado no segundo semestre de 2023.

A nova temporada contará com o retorno de Mark Duplass, Julianna Margulies, Karen Pittman e Greta Lee, além de introduzir Jon Hamm e Nicole Beharie.

Charlotte Stroud (‘Homeland’) assumirá como showrunner, substituindo Kerry Ehrin.

Confira a primeira imagem dos bastidores:

As duas primeiras temporadas estão disponíveis exclusivamente no Apple TV+.

Um olhar por trás dos bastidores da vida das pessoas que ajudam a América a acordar pela manhã, explorando os desafios únicos enfrentados pelos homens e mulheres que realizam este ritual diário televisionado.

Jennifer Aniston e Reese Witherspoon estrelam. O elenco ainda conta com Desean Terry, Victoria Tate, Billy Crudup, Juliana Margulies, Mark Duplass, Greta Lee e Jon Hamn.

‘Liga da Justiça’: Zack Snyder revela POR QUE o Batman e o Coringa se uniram no “Knightmare”

O diretor da ‘Liga da Justiça‘, Zack Snyder, revelou sua ideia do por quê o Batman (Ben Affleck) é visto trabalhando com o Coringa (Jared Leto) no epílogo de sua versão de 2021 do filme de super-herói de 2017.

O epílogo da ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder é uma sequência de “Knightmare“, oferecendo um vislumbre de um futuro pós-apocalíptico onde Darkseid (Ray Porter) governa a Terra e Superman (Henry Cavill) se tornou rebelde após a morte de Lois Lane (Amy Adams). Em um esforço para derrubar o Homem de Aço, Batman juntou forças com um grupo de heróis e vilões, incluindo Cyborg (Ray Fisher), Flash (Ezra Miller), Mera (Amber Heard), Exterminador (Joe Manganiello) e, o mais surpreendente de todos, o Coringa. Concedido, o Cavaleiro das Trevas dificilmente está feliz por ter que trabalhar com seu inimigo mortal, prometendo matar o Coringa quando tudo estiver dito e feito.

No entanto, as circunstâncias exatas de sua breve trégua despertaram a curiosidade dos fãs.

Snyder abordou o assunto durante o painel ‘Batman vs Superman‘ na SnyderCon 2023.

“Nossa teoria é que [o Coringa é] aquele que sabe onde a criptonita, quais fragmentos de criptonita existem”, disse o diretor. “Ele tem essa informação. E então ele está sendo carregado… Ele basicamente fez um acordo com o Batman. ‘Não me mate, e eu vou te mostrar. Vou te dar uma ferramenta para lutar contra o Superman. E então o [Batman] está meio que preso a ele, dessa forma. Se ele o matar, ou se livrar dele, então ele está ferrado.”, afirmou.

A cena Knightmare na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder marcou a segunda e presumivelmente última aparição de Leto como o Coringa do Universo Estendido da DC, após sua primeira rodada como personagem do ‘Esquadrão Suicida‘ de David Ayer (2016).

Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, que está disponível no HBO Max:

Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

‘Ruptura’: Criador de ‘House of Cards’ será um dos roteiristas da 2ª temporada

Apple TV+ revelou recentemente que Beau Willimon, conhecido por ter criado o aclamado drama político ‘House of Cards’ e por seu trabalho como roteirista em ‘Star Wars: Andor’, foi contratado para integrar a equipe criativa da 2ª temporada de Ruptura.

Willimon se junta a Dan EricksonMark Friedman, dupla que foi alvo de fake news de um tabloide estadunidense que indicava que os dois se odiavam – algo que foi refutado pelos executivos da própria plataforma.

Recentemente, Gwendoline ChristieAlia ShawkatBob BalabanRobby BensonStefano CarannanteJohn NobleÓlafur Darri ÓlafssonMerritt Wever foram escalados para o elenco do próximo ciclo (via Collider).

O novo ano da série não tem previsão de estreia.

Relembre o trailer da primeira temporada:

Criada por Dan Erickson, a série é dirigida por Ben Stiller (‘Trovão Tropical’), que também serve como produtor executivo do projeto.

“Mark Scout (Adam Scott) lidera uma equipe nas Indústrias Lumon, cujos funcionários foram submetidos a um procedimento de separação, que divide cirurgicamente suas memórias entre o trabalho e a vida pessoal. Essa experiência ousada de ‘equilíbrio entre trabalho e vida pessoal’ é questionada quando Mark se encontra no centro de um mistério que o forçará a confrontar a verdadeira natureza de seu trabalho… e de si mesmo.”

O elenco também conta com Patricia Arquette, Christopher Walken e John Turturro.

10 filmes que são passados na Casa Branca

Famosa residência oficial do presidente norte-americano ao longo de toda a história da maior potência do mundo, a Casa Branca já foi o grande palco de muitas histórias no cinema. Seja para mostrar os conflitos dos governantes ao longo das décadas de democracia, o enorme lugar foi inaugurado no ano de 1.800 e em 2.023, completa 2.023 anos! Pensando sobre esse emblemático espaço, segue abaixo uma lista com 10 filmes que são passados na Casa Branca:

 

LBJ

Exibido no Festival Internacional de Toronto em 2016, LBJ conta como o líder do senado norte-americano Lyndon B. Johnson (Woody Harrelson) assume o maior cargo norte-americano de comando após o trágico assassinato do presidente Kennedy no início da década de 60. Sempre bem articulado nas manobras políticas, Johnson precisará lidar com os obstáculos colocados por Bobby Kennedy (Michael Stahl-David) e lutar para aprovação do Ato dos Direitos Civis, mesmo se isso o colocar contra seus fiéis aliados sulistas.

 

Vice

Orçado em cerca de 40 Milhões de Dólares, conhecemos mais detalhadamente a trajetória profissional política de Dick Cheney (Christian Bale). De problemas com a bebida e um casamento por um fio até sua jornada pelos corredores mais poderosos dos Estados Unidos, vamos acompanhando as transformações que passa não só Dick mas toda a família Cheney, que possui em Lynne Chaney (Amy Adams) seu porto seguro. Com sua chegada ao alto escalão do governo e sua visão maquiavélica sobre o poder, Cheney fica marcado pelas polêmicas ações feitas por ele após a maior tragédia terrorista em solo norte americano.

 

Elvis & Nixon

Na trama, acompanhamos alguns dias na vida da estrela do rock Elvis Presley (Michael Shannon) que de repente nutre um desejo gigante de conversar com o presidente dos Estados Unidos Richard Nixon (Kevin Spacey) sobre um assunto bastante peculiar: Elvis quer ser um agente infiltrado em determinados grupos e ajudar a polícia em determinados casos. Com a popularidade em baixa do presidente com os jovens, os assessores da casa branca Krogh (Colin Hanks) e Chapin (Evan Peters) aproveitam a oportunidade para tentar elevar o prestígio do presidente.

 

Dave – Presidente por um Dia

Na trama, um homem é contratado para ser o sósia do presidente dos Estados Unidos em algumas aparições. O problema é que o presidente sofre um derrame e a vida do sósia muda completamente quando precisa assumir a presidência.

 

O Ataque

Com um orçamento que beirou aos 150 milhões de dólares, o longa-metragem de ação dirigido pelo cineasta alemão Roland Emmerich conta a história de um homem que sempre sonhou em entrar no concorrido serviço secreto norte-americano e precisa entrar em ação quando criminosos invadem o lugar onde está: a casa branca!

 

Invasão à Casa Branca

Dirigido pelo ótimo cineasta Antoine Fuqua, Invasão à Casa Branca mostra a saga de um homem, ex-agente do serviço secreto, que ajuda as autoridades policiais norte-americanas a buscar soluções quando a casa branca é invadida por terroristas.

 

Crime na Casa Branca

Lançado no final da década de 90, Crime na Casa Branca nos mostra a história de um detetive que fica responsável por um caso complicado, um assassinato que ocorreu dentro da Casa Branca.

 

Meu Querido Presidente

Simpática comédia romântica dirigida por Rob Reiner, nos mostra o presidente dos Estados Unidos, que ficou viúvo, as vésperas de concorrer à reeleição, se apaixona por uma inteligente lobista.

 

O Mordomo da Casa Branca

Baseado na real vida de Eugene Allen e dirigido pelo ótimo Lee Daniels, O Mordomo da Casa Branca conta a história de um homem que trabalhou na Casa Branca durante mais de 30 anos. O filme foi um sucesso de bilheteria arrecadando quatro vezes mais que seu orçamento.

 

Jackie

Na trama, ambientada em novembro de 1963, acompanha a ex-primeira dama dos Estados Unidos Jacqueline Kennedy (Natalie Portman) dias após a tragédia que o país mais poderoso do mundo nunca esquecera, a morte do 35° presidente dos Estados Unidos John F. Kennedy durante uma carreata presidencial em Dallas, no Texas. Acompanhamos em detalhes toda a dor e o sofrimento de Jackie e o desenrolar intenso logo após a morte de seu companheiro. Bobby Kennedy (Peter Sarsgaard, em ótima atuação), irmão do ex-presidente, tem papel importante nessa história com diálogos intensos com a ex-primeira dama.

Crítica | Rainhas Africanas: Nzinga – Netflix Produz Docuserie sobre uma das Maiores Líderes Africanas

Há inúmeras, incontáveis histórias ainda a serem contadas e conhecidas pelo grande público, esperando seu momento, esperando que haja interesse – dos distribuidores, produtores, investidores e público – em conhecê-las. Particularmente sobre África, a imagem que foi (e ainda continua) sendo passada midiaticamente e também no audiovisual é uma imagem de África pobre, desnutrida, sofrida. Mas a África tem muito mais do que isso, ou do que o passado de escravização forçada. Então, a atriz Jada Pinkett Smith assumiu a produção executiva para fazer acontecer a primeira temporada da série documentalRainhas Africanas’, que chega esse ano na Netflix, e cuja primeira parte, ‘Rainhas Africanas: Nzinga’, já está disponível na plataforma.

Durante a primeira metade do século XVII o reino do Dongo (atual Angola) sofreu terrivelmente com a constante invasão portuguesa no território, homens brancos que chegaram, se autointitularam governadores da região e sequestraram pessoas de diversos grupos, escravizando-as e transportando-as contra suas vontades para a colônia do além-Atlântico, chamada Brasil. Com suas forças se esvaindo, o rei do Dongo falece, e sobe ao trono seu filho, Mbande (Philips Nortey), um homem cheio de ambição e de ciúmes de sua irmã, Nzinga (Adesuwa Oni, de ‘The Witcher’), maior guerreira do Dongo e querida pelo povo. Quando a ganância dos portugueses se intensifica, com batalhas mais cruéis, Nzinga deverá tomar a dianteira da resistência e salvar seu povo, mesmo que para isso coloque em risco a segurança de suas irmãs, Funji (Marilyn Nnandebe) e Ndambi (Eshe Asante), ou que tenha que formar alianças com o Rei Kasanje (Cory Hippolyte), seu principal rival.

Inspirado em eventos reais sobre a vida da rainha Nzinga – que lutou pelo povo de Angola e unificou reinos, formando o que hoje se conhece como o território daquele país – esta minissérie, dividida em quatro episódios de aproximadamente quarenta minutos cada, mistura entrevistas com especialistas, que comentam o assunto de acordo com suas áreas de conhecimento, e ficcionalização dos fatos, trazendo cenas encenadas da vida de Nzinga, com elenco, atores e um roteiro próprio.

A dupla narrativa mostra um projeto diferenciado encabeçado pelos diretores Ethosheia Hylton, Susannah Ward e Tina Gharavi, que certamente tiveram que atentar à sincronia tanto do elenco quanto dos depoentes. Entretanto, não deixa de ser um bocado incômodo assistirmos a uma série desse porte, com esse grau de investimento financeiro, ser toda falada em inglês. Entendemos que isso é uma escolha técnica, afinal, sabemos que o público que fala essa língua dificilmente assiste a produções não faladas em inglês, portanto, foi uma escolha da produção para atrair um público maior. Ainda assim, não deixa de ser no mínimo estranho vê-la assim, afinal, conta a história de Angola contra os portugueses, e nem mesmo os portugueses falam português na série

Foi um grande acerto a escolha de Adesuwa Oni para o papel da protagonista, pois com seu olhar penetrante a atriz confere força e firmeza na guerreira Nzinga, e também traz doçura à mulher Nzinga – um balanço importante para mostrar que as guerreiras mais corajosas também se permitem o afeto e a família. Cory Hippolyte está completamente hipnotizante em suas poucas cenas, numa mistura de mistério e virilidade a um rei que, dizem as histórias, era bastante impiedoso.

Rainhas Africanas: Nzinga’ é uma ótima série, bem didática, que ajuda a popularizar uma importante história ao mundo, resgatada pela resistência angolana apenas em 1975, quando enfim o país se libertou da colonização portuguesa. Uma ótima dica para já ir entrando no clima da segunda temporada, que chega em maio, contando a história da rainha Cleópatra.

‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ recebe 78% de APROVAÇÃO no Rotten Tomatoes; Confira avaliações!

Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 4 de maio, e as primeiras críticas dos jornalistas que já puderam assistir ao filme estão saindo.

O filme está com 78% de aprovação no site agregador de críticas Rotten Tomatoes, e alguns críticos destacam como um filme divertido, engraçado e emocionante, e como uma ótima conclusão para a trilogia.

O primeiro filme teve 92% de aprovação, e o segundo teve 86% de aprovação.

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e emotivo encerramento da trilogia de James Gunn

Confira algumas avaliações:

“Longo demais, sim, e finalmente alcançando uma importância e um fechamento emocional (talvez inspirado pela própria redenção corporativa emocional do diretor James Gunn) que não é totalmente abrangente… Mas ainda é espetacular, espirituoso e muitas vezes engraçado.”The Guardian.

“Gunn mantém as surpresas chegando, para que o público esteja ativamente envolvido, tentando gerenciar várias histórias e as lealdades em constante mudança entre os personagens.”Variety.

“Eu amei. Me fez chorar. E nunca vou esquecer Lylla, Teefs e Floor… Gunn, ao nos apresentar três novos personagens trágicos, encontrou a maneira perfeita de dizer adeus.”London Evening Standard.

“Um filme grotesco e muitas vezes perturbador que é bizarro demais para o seu próprio bem.”Daily Telegraph.

“O sucesso de ‘Guardiões da Galáxia: Vol 3’ prova que ainda é possível para os filmes da Marvel acertar e bater forte depois de mais de 30 filmes, mas também que está ficando mais difícil de fazer isso.”TheWrap.

“Metade do filme é um drama completo, repleto de temas de perda e terror. É uma colcha de retalhos estranha e pesada de um filme, ocasionalmente fascinante, mas de outra forma inchado e sem objetivo.”Vanity Fair.

“Há um pouco do brilho de Gunn aqui … Mas o enredo é uma bagunça, com pouco senso de causa e consequência significativos por trás de seus desdobramentos.” Daily Telegraph.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

Crítica | ‘Sweet Tooth’ retorna com uma 2ª temporada ainda melhor que a primeira

Quando Sweet Tooth estreou na Netflix lá em 2021, tornou-se não apenas uma das melhores entradas do catálogo da plataforma de streaming, como uma sensação sem igual pelo planeta. A trama, baseada nos quadrinhos homônimos da DC, é ambientada em um mundo pós-apocalíptico acometido pelo Flagelo, uma doença mortal que varreu quase toda a humanidade – e que, de alguma maneira, influenciou no nascimento de crianças híbridas, com características animais (chifres, caudas, penas ou outras), causando um caos generalizado que acreditava que essas inocentes criaturas tinham alguma coisa a ver com o vírus.

Agora, dois anos depois de uma grandiosa estreia, estamos de volta ao cosmos criado por Jeff Lemire como uma segunda temporada que mantém a originalidade e a qualidade da anterior, por vezes superando-a – principalmente no quesito dramático. Continuando de onde paramos, Gus (Christian Convery) foi raptado pelos Últimos Homens e levado sob custódia para o Zoológico de Essex, onde Aimee (Dania Ramirez) e seus filhos híbridos moravam antes da invasão do General Abbot (Neil Sandilands). Agora, Gus se vê na companhia dos outros prisioneiros, incluindo a sábia Wendy (Naledi Murray), aguardando um futuro sombrio que pode acabar com a vida de cada um deles. Afinal, Abbot, em uma vendeta mais pessoal do que heroica, quer encontrar uma cura para o Flagelo e acredita que os híbridos sejam a chave para salvar o que resta dos humanos.

Enquanto isso, Aimee e Jepp (Nonso Anozie) arquitetam um complexo plano que envolve a força de outros justiceiros para enfrentar Abbot e seu séquito, movidos por um desejo de reparação que serve como um dos motes do mais recente ciclo. E, por fim, temos a presença do Dr. Aditya Singh (Adeel Akhtar), que trabalha incessantemente para encontrar uma vacina e garantir a sobrevivência da esposa, Rani (Aliza Vellani), que convive com a doença há quase uma década e só não perece através de um tratamento paliativo. Assim como todos os outros – e trabalhando para o odioso antagonista interpretado por Sandilands -, o Dr. Singh está desesperado para garantir o próprio futuro, agindo com cautela em uma corda bamba entre o que é certo e o que é prático.

É notável como o showrunner e criador Jim Mickle consegue navegar por uma estrutura que se difere em diversos aspectos da iteração anterior. Em um passado não muito remoto, Gus era apenas uma criança sem conhecimento palpável sobre o que o esperava longe de sua confortável cabana; movido pela curiosidade e pela necessidade de pertencer a algum lugar, o adorável menino-cervo descobriu que as coisas não são tão simples e que, por ser diferente dos outros e estar intimamente ligado a uma catástrofe planetária, ele é caçado por algozes perigosos. E, após enfrentar tantos obstáculos, ele se vê pronto para emergir como um herói e garantir a continuidade de uma espécie que representa o futuro, e não a destruição.

Aliado a um time habilidoso de roteiristas, Mickle se vê dotado de tempo de sobra para finalizar arcos valiosos e abrir brechas para incursões futuras – como o coming-of-age de Gus, Wendy e as crianças híbridas, obrigadas a amadurecer e a enfrentar aqueles que lhe causaram mal; a redenção de Jepp e dos crimes que cometeu quando fazia parte dos Últimos Homens; a compreensão de Aimee acerca de seu papel como mãe e protetora; e o enfrentamento dos demônios anteriores por parte do Dr. Singh, que, em uma constância angustiante, coloca uma pesquisa sem frutos concretos à frente de um casamento quase falido, que só pode ser salvo por sua empatia. Todas essas tramas e subtramas são tratadas com o carinho e o respeito que merecem.

Apesar de pontuais deslizes ocorrerem no tocante ao ritmo, nada é forte o suficiente para ofuscar a quase impecável obra-prima que se ergue aqui. Mickle também investe esforços em pontos de importância dramática ímpar, não pensando duas vezes antes de sacrificar personagens e nos guiar em uma montanha-russa de emoções, por vezes nos fazendo crer que as coisas estão bem, por vezes nos arremessando em um vórtice de inquietação que premedita um futuro nebuloso. O que será que vai acontecer a Gus? E a cura, ela será achada? São muitas as perguntas a ganharem com essa espetacular leva de episódios – e o fato de nos deixarem animados para o próximo ciclo já diz muito sobre a qualidade da série.

Sweet Tooth volta com mais força do que nunca e nos entrega uma mistura explosiva, vibrante e emocionante de comédia, drama, aventura e magia – apoiando-se em um elenco cuja química cresce ano após ano e uma estrutura visual de tirar o fôlego. A Netflix volta a acertar com um de seus títulos originais de maior sucesso e faz questão de que sejamos parte ativa dessa jornada que ainda tem muito para contar.

Dica do Feriado | ‘Gaga: Five Foot Two’ mostra as dores e as paixões de uma das maiores artistas de todos os tempos

A ascensão de Lady Gaga como ícone da cultura pop e como símbolo da comunidade LGBTQ não é um fato apenas pela sua fama mundial: a cantora, produtora e atriz foi uma das primeiras do cenário contemporâneo, buscando inspirações em rostos muito conhecidos como David Bowie e Elton John, a falar abertamente sobre temas vistos por uma sociedade mais conservadora e reacionária como tabus: gênero, sexualidade, religião, descobrimento e aceitação. Através de seus inúmeros álbuns, Gaga atingiu milhões de pessoas em todos os cantos do planeta e, com suas letras inspiradoras, serviu até mesmo como terapia para livrar vítimas de depressão. Entretanto, sabe-se que a fama e o sucesso sempre vêm com um preço – e é exatamente sobre isso que Gaga: Five Foot Two fala: sobre seu incrível patamar na atmosfera artística atual em detrimento de uma decadência pessoal.

Muitos podem pensar que a obra, idealizada e dirigida por Chris Moukarbel, é uma jogada de marketing pela recepção mista do mais novo álbum da cantora, intitulado Joanne. Confesso que, antes de assistir ao documentário, me ocorreu o mesmo pensamento: mas posso garantir que a ideia aqui vai muito além disso e que, através de relatos extremamente pessoais, a obra em si me emocionou muito, permitindo que eu a respeitasse ainda mais como a artista que é – mas principalmente como um ser humano que passa pelos mesmos problemas que todos os outros.

A cronologia do documentário habita o espaço de um ano, desde a concepção da música Millions Reasons, em meados de 2016, até sua apresentação no intervalo da 51ª edição do Super Bowl. Iniciando-se com um plano estático mostrando a literal ascensão de Gaga para o início de sua apresentação durante as finais de futebol americano, o título já nos premedita o teor das declarações e dos testemunhos: “five foot two” equivale a “um metro e sessenta”, fazendo alusão à altura da personalidade, que nunca foi muito alta, mas sempre carregou um enorme peso devido à sua criação e aos seus ideais artísticos, sociais e políticos. A partir daí, a história transforma-se em uma espécie de reality show que segue sua conturbada agenda e suas múltiplas facetas laborais e pessoais.

Já posso dizer que, principalmente aos fãs de Gaga, o filme irá emocionar. Muito. Conhecidos como little monsters, a incrível legião de “seguidores” não apenas terá contato com uma parte nunca antes mostrada, mas entenderá todos os motivos que a fizeram mudar de forma brusca seu estilo musical. Afinal, desde o lançamento de ‘ARTPOP’ em 2013, a artista permaneceu em um limbo de críticas ferrenhas que não compreenderam a magnitude transgressora de suas músicas, acusando as canções de serem mal produzidas, imaturas e sem começo ou fim. O quarto álbum de estúdio é constantemente mencionado como uma fase de transição de Gaga para aquilo que ela realmente é – e suas frases sobre essa maturação psicológica são como fonte de inspiração para a nossa própria aceitação.

“Eu acho que as pessoas não estavam prontas para ver quem eu realmente era. Não acho que ainda estão”, ela diz, após os preparativos para o lançamento de Joanne’ estarem a caminho. Em uma complicada jornada que envolve perda, sofrimento (físico e psicológico) e inúmeras decepções, ela demonstra que a música emerge como um escape para os problemas que se instalam em outros âmbitos de sua vida – com ênfase nos relacionamentos familiares e amorosos. Em determinado momento, perscrutado por flashes que mostram um ensaio fotográfico conceitual para o marketing de suas músicas, o glamour por trás das joias, das roupas de alta-costura e da fama entra em choque com seu depoimento em prantos, dizendo que as vendas insuperáveis de seus álbuns sempre lhe trouxeram consequências – e aqui ela se refere a que mais lhe deixa traumas: a solidão.

Durante todo o documentário, os momentos de fraqueza de Gaga são colocados em holofote, mas não de modo panfletário. A concepção aqui é mostrar um lado humanizado que normalmente é ofuscado por sua alta e original expressividade, seja nas performances ou na roupagem estilística. Apesar de estar rodeada de amigos, parceiros e agentes, ela se sente sozinha por não ter ninguém que entenda o que ela passa diariamente – e aqui fazemos um paralelo com seu diagnóstico de fibromialgia que carrega desde 2012, mas que veio à tona apenas neste ano. Em várias tomadas, Gaga é vista em uma profunda dor, que se assemelha a espasmos generalizados em todo o seu corpo, desde a ponta do pé até a mandíbula, e que a colocam num estado de impotência extremo. São nesses momentos que não conseguimos segurar as lágrimas e nos relembrar dos nossos picos de fragilidade e acuamento, permitindo uma conexão ainda maior.

O momento mais emocionante, contudo, vem em uma sequência íntima com a avó, Angeline Germanotta. Joanne’ foi intitulado em homenagem à tia que Gaga nunca conheceu, e que morreu apenas aos 19 anos devido a complicações decorrentes da doença lúpus. Joanne Germanotta era uma artista e foi obrigada a ter suas mãos amputadas devido à condição degradante. “Deixem que ela parta”, Angeline disse após a cirurgia da filha, imaginando como sua vida seria miserável por nunca mais conseguir pintar. A partir dessa história, a cantora compôs uma música homônima para imortalizar a imagem de uma de suas grandes inspirações. Moukarbel, apesar de se utilizar de planos mais abertos, em nenhum momento deixa a subjetividade do momento esvaecer, mantendo o enquadramento nas duas mulheres à medida em que ambas se emocionam profundamente com o significado de tudo aquilo.

Talvez o ponto fraco do documentário seja sua arquitetura imagética. Utilizando métodos não convencionais para transparecer realismo ao que está sendo mostrado, o diretor opta basicamente pela câmera na mão, pelo ajuste de foco tardio e pelo enquadramento não centralizado, fugindo dos padrões normativos de outras obra do gênero. A estética incomoda a princípio, principalmente pela falta de correção de cor e ajuste da abertura de lente, mas esse é o objetivo: afastar-se do cinematográfico e abrir margem para a conexão entre narrativa e público.

Gaga: Five Foot Two não apenas entrega uma nova perspectiva da icônica cantora, mas também explana acerca da ambivalência de seu novo álbum e como tudo isso vai muito além da simples “imagem” da artista. Afinal, ela está sendo ela mesma – e os clamores pela “antiga Gaga” não só são errôneos e desnecessários, mas também mostram a incompreensão do público perante alguém que simplesmente decidiu se mostrar, nua e crua, para o mundo.

Diretores de ‘Pânico 6’ prometem que TERROR sobre a filha do Drácula será SANGRENTO

Em entrevista ao Entertainment Weekly, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, conhecidos por comandaram ‘Casamento Sangrento‘ e os dois filmes mais recentes da franquia ‘Pânico‘, revelaram novos detalhes sobre o próximo terror que irão dirigir para a Universal Pictures.

O projeto, que será estrelado pela Melissa Barrera (‘Pânico VI’), vai girar em torno da filha do Drácula – e os cineastas prometeram que o longa será sangrento.

[O novo filme] será um banho de sangue. Nós estamos em Dublin atualmente, nos preparando para as filmagens. Estamos muito animados em trabalhar novamente com a Melissa Barrera. Será como um filme de suspense que se transformará em um filme de monstro.”

Eles completam, “Será um filme de monstro para a Universal Pictures, então é como um sonho se tornando realidade, sabe?”

A trama envolve um grupo de sequestradores que capturam um grupo de jovens, um dos quais acaba sendo a filha do Drácula. A desgraça então recai sobre os sequestradores.

Chad Villella, da Radio Silence, servirá como produtor. William Sherak, Paul Neinstein e James Vanderbilt, da Project X Entertainment, que foram parceiros da equipe em ‘Pânico‘, também produzem o filme. Tripp Vinson, que trabalhou com Radio Silence em ‘Casamento Sangrento‘, também está na produção.

O roteiro foi escrito por Stephen Sheilds, com revisões de Guy Busick.

A Universal afirma que o projeto se encaixa no mesmo estilo de filmes como ‘O Homem Invisível‘, de Leigh Whannell, e ‘Renfield – Dando Sangue Pelo Chefe‘, filmes que oferecem “uma abordagem única para a lenda dos monstros lendários e representam uma direção nova e fresca para celebrar esses personagens clássicos”.

‘Guardiões da Galáxia’: James Gunn revela planos originais para a MORTE de [SPOILER]

Em entrevista ao ComicBook, o diretor James Gunn confirmou que havia planos muito diferentes para a morte da Gamora (Zoë Saldaña) na franquia ‘Guardiões da Galáxia‘.

A personagem acabou morrendo em uma cena trágica de ‘Vingadores: Guerra Infinita‘, mas originalmente não teria sobrevivido aos eventos do segundo filme dos Guardiões.

“A Gamora quase morreu em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 2’. Eu sabia desde o começo que a Zoe [Saldana] só iria querer interpretar a mesma personagem por um período limitado de tempo. Ela foi muito honesta sobre isso. Então, eu iria matar a personagem dela. Eu pensei em fazê-la se sacrificar [no final do segundo filme], mas acabei desistindo dessa ideia. Eu discuti com o Kevin [Feige] e o Lou [D’Esposito] sobre isso, mas não parecia certo. A direção que acabamos seguindo parecia muito melhor. Acho que, naquela época, eu estava com receio de matar o personagem do Michael Rooker porque ele é o meu amigo.”

Ele completa, “Eu me senti mal sobre matar o personagem do Rooker, não queria fazer isso… mas foi a direção que a história progrediu naturalmente. Muitas das coisas que eu estava planejando, eu lidei junto com os irmãos Russo [diretores de ‘Guerra Infinita’ e ‘Ultimato’]. Eles me ligaram e contaram: ‘Estamos pensando sobre tal coisa, isso funciona para você? Consegue trabalhar com isso?’, e eu confirmei. Acredito que todos esses acontecimentos funcionaram em favor do terceiro filme.”

Crítica | ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3’ é um sólido e emotivo encerramento da trilogia de James Gunn

Vale lembrar que ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘ – que estreará nos cinemas nacionais no dia 4 de maio – debutou com uma aprovação de 80% no site agregador de críticas Rotten Tomatoes, e alguns críticos destacam como um filme divertido, engraçado e emocionante, e como uma ótima conclusão para a trilogia.

Confira algumas avaliações:

“Eu amei. Me fez chorar. E nunca vou esquecer Lylla, Teefs e Floor… Gunn, ao nos apresentar três novos personagens trágicos, encontrou a maneira perfeita de dizer adeus.”London Evening Standard.

“Um filme grotesco e muitas vezes perturbador que é bizarro demais para o seu próprio bem.”Daily Telegraph.

“O sucesso de ‘Guardiões da Galáxia: Vol 3’ prova que ainda é possível para os filmes da Marvel acertar e bater forte depois de mais de 30 filmes, mas também que está ficando mais difícil de fazer isso.”TheWrap.

“Longo demais, sim, e finalmente alcançando uma importância e um fechamento emocional (talvez inspirado pela própria redenção corporativa emocional do diretor James Gunn) que não é totalmente abrangente… Mas ainda é espetacular, espirituoso e muitas vezes engraçado.”The Guardian.

“Gunn mantém as surpresas chegando, para que o público esteja ativamente envolvido, tentando gerenciar várias histórias e as lealdades em constante mudança entre os personagens.”Variety.

“Metade do filme é um drama completo, repleto de temas de perda e terror. É uma colcha de retalhos estranha e pesada de um filme, ocasionalmente fascinante, mas de outra forma inchado e sem objetivo.”Vanity Fair.

“Há um pouco do brilho de Gunn aqui … Mas o enredo é uma bagunça, com pouco senso de causa e consequência significativos por trás de seus desdobramentos.” Daily Telegraph.

Em ‘Guardiões da Galáxia Vol. 3‘, da Marvel Studios, nosso amado grupo de desajustados está se estabelecendo na vida em Lugar Nenhum. Porém, não demora muito para que suas vidas sejam viradas de cabeça para baixo, pelos ecos do passado turbulento de Rocket. Peter Quill, ainda se recuperando da perda de Gamora, deve reunir sua equipe para salvar a vida de Rocket, em uma missão que, se não for concluída com sucesso, pode muito possivelmente levar ao fim dos Guardiões da Galáxia como os conhecemos.

O novo filme contará com Chris Pratt, Zoë Saldaña, Vin Diesel, Dave Bautista, Bradley Cooper, Sylvester Stallone, Elizabeth Debicki, Daniela Melchior e Will Poulter.

‘Bass Reeves’: Donald Sutherland, de ‘Jogos Vorazes’, entra para o elenco da nova série derivada de ‘Yellowstone’

Segundo o THRDonald Sutherland, que eternizou o Presidente Snow na aclamada franquia ‘Jogos Vorazes’, foi escalado para o elenco da nova série derivada de Yellowstone.

A produção, anteriormente intitulada Bass Reeves, agora fica conhecida como ‘Lawmen: Bass Reeves.

As informações indicam que Sutherland dará vida a Isaac Parker, descrito como um “juiz imponente e autoritário da Corte de Fort Smith com um complicado legado”.

O ator se junta aos previamente confirmados David Oyelowo, Lauren E. Banks, Demi SingletonBarry PepperDennis QuaidForrest GoodluckGrantham ColemanShea Whigham.

A trama conta a história real de Bass Reeves, um lendário homem da lei na época do velho oeste. Reeves, conhecido como o maior herói da fronteira na história americana, trabalhou na Era da Reconstrução como um agente federal da paz no território indiano, capturando mais de 3 mil dos criminosos mais perigosos sem nunca ter sido ferido.

Taylor Sheridan, criador da série original, entra como showrunner e produtor do spin-off.

As filmagens estão acontecendo atualmente no Texas.

Chad Feehan, David C. Glasser, Oyelowo, Jessica Oyelowo, David Permut, Ron Burkle, Bob Yari e David Hutkin servem como produtores executivos.

Escalada em ‘Agatha: Coven of Chaos’, Patti LuPone afirma não conhecer o MCU

Em entrevista ao Entertainment Weekly, Patti LuPone (‘American Horror Story’) revelou que, apesar de estar no elenco de ‘Agatha: Coven of Chaos‘, não está familiarizada com o popular universo da Marvel.

A atriz interpretará Lilia Calderu, uma bruxa siciliana de 450 anos que possui o poder da adivinhação.

“Eu ainda não conheço o MCU. Ainda não estou familiar com esse universo. Tive que assistir ‘WandaVision’ duas vezes para conseguir entender a série.”

Sobre sua participação na série ‘Agatha: Coven of Chaos‘, a atriz não poupou elogios à sua experiência nos bastidores: “Estou me divertindo muito. Estou trabalhando com um grupo incrível de mulheres, além de uma equipe maravilhosa. O design neste projeto é extraordinário. Jac Schaeffer é muito talentosa. Ela criou ‘WandaVision’ e agora está responsável por ‘Coven of Chaos’.”

Anteriormente, LuPone havia confirmado que a série contará com com cenas musicais escritas por Kristen e Robert Lopez (de ‘Frozen 2‘ e ‘WandaVision‘): “Kathryn é a nossa vocalista principal, eu estou apenas fazendo backing vocals. Honestamente, tem sido muito divertido. A série tem muito pouco CGI, então consigo sentir o artesanato por trás das coisas“.

Vale lembrar que as filmagens da série já começaram!

Confira as imagens dos bastidores:

Emma Caulfield Ford também reprisará o seu papel como Dottie, de ‘WandaVision‘.

O elenco ainda contará com Aubrey PlazaPatti LuPoneAli Ahn, Maria Dizzia e Sasheer Zamata.

Lembrando que, em ‘WandaVision‘, Harkness foi responsável por grande parte dos infortúnios que caíram sobre Wanda após a heroína, em um momento de fraqueza, prender uma pequena cidade em uma realidade paralela baseada em sitcoms americanas.

Amazon Prime divulga lista de lançamentos para MAIO; Confira!

Através de um comunicado, a Amazon Prime anunciou os lançamentos para o mês de maio, com gêneros para todos os gostos, desde ação, comédia, romance e muitos mais.

A lista também inclui os aluguéis dos recentes ‘Pânico 6′, ‘Pearl’ e ‘Super Mario Bros – O Filme‘, além das novidades nos canais parceiros.

Confira a lista:

Filmes:

22 Milhas’ – 3 de maio
‘Cowboys’ – 3 de maio
‘Querida Alice’ – 5 de maio
Valerian e a Cidade dos Mil Planetas’ – 5 de maio
‘A Infância de Romeu e Julieta’ – 8 de maio
‘Trancada’ – 10 de maio
Um Filho’ – 10 de maio
O Homem nas Trevas 2’ – 15 de maio
‘Jogo Duro’ – 19 de maio
Terrifier 2’ – 17 de maio
‘Força Bruta’ – 24 de maio
‘Feridas do Passado’ – 24 de maio
Infiltrado’ – 24 de maio
‘One Piece: RED’ – 26 de maio
‘Tempestade’ – 26 de maio

Cena do filme ‘Infiltrado

Séries:

Fear The Walking Dead’ (8ª temporada) – 16 de maio
The Gryphon’ (1ª Temporada) – 25 de maio

Loja:

Pânico 6’ – 3 de maio
Pearl’ – 4 de maio
‘Super Mario Bros – O Filme’ – 25 de maio

‘Super Mario Bros – O Filme’

Canais parceiros:

‘Vanda’ (Lionsgate+) – 12 de maio
The Family Stallone’ (Paramount+) – 17 de maio
De Férias com o Ex: A Ressaca’ (Paramount+) – 18 de maio

De férias com o ex

10 filmes que refletem sobre a ESQUIZOFRENIA

Um dos transtornos mentais mais conhecidos mas, em alguns casos, de difícil diagnóstico, a esquizofrenia ganhou inúmeros recortes no mundo do cinema. A perda de contato com o que seria a realidade, alucinações, são alguns dos sintomas desse transtorno que atinge cerca de 21 milhões de pessoas no mundo segundo a OMS. Pensando nesse tema, resolvemos criar uma lista com 10 filmes que refletem sobre a esquizofrenia:

 

Uma Mente Brilhante

Em um dos filmes mais famosos sobre o tema, conhecemos alguns recortes na vida do matemático John Nash que durante anos, junto com sua família, luta contra a esquizofrenia. Filme vencedor de quatro Oscars.

 

Esperando Bojangles

Na trama, conhecemos Georges (Romain Duris), um contador de histórias, meio malandro, que durante uma festa que chegou de penetra acaba conhecendo a bela Camille (Virginie Efira), por quem logo se apaixona e tem um filho. O cotidiano deles é repleto de festas, contas sem pagar, vivendo em um universo de fantasia que acaba passando para seu filho. O casal tem a rotina de escutar, naquelas vitrolas antigas, em muitos desses momentos a canção Mr. Bojangles. Em certo momento, Camille começa a apresentar sinais de que não quer nem consegue acessar o cotidiano e a realidade que se apresenta.

 

O Faixa Preta – A Verdadeira História de Fernando Tererê

Na trama, ambientada nos anos 90, baseada em fatos reais, conhecemos Fernando Augusto da Silva, o Tererê (Raphael Logam) nascido e criado na favela do Cantagalo no Rio de Janeiro. Desde a infância se interessa pelo universo da luta e já adolescente consegue a chance de treinar em uma academia de Jiu-Jitsu. Ele desenvolve sua técnica sempre sobre os olhos de inspiradores professores e começa a competir profissionalmente virando campeão mundial por mais de uma vez. Só que no auge da carreira, com o nome consolidado entre os melhores da história, Tererê começa a se envolver com drogas pesadas levando tudo que construiu praticamente às ruínas. Nessa época ele até vendeu sua faixa preta por 5 reais. No meio disso, ainda descobre estar com esquizofrenia, uma doença sem cura. No fundo do poço, Tererê consegue se reerguer aos poucos, com a ajuda da família e dos amigos.

 

Coringa

Na trama, ambientada na década de 80 na famosa Gotham City, conhecemos o jovem Arthur (Joaquin Phoenix), um trabalhador norte-americano que entre alguns bicos faz parte de uma empresa que seleciona palhaços para campanhas publicitárias de ruas e eventos pela cidade. Ele mora com sua mãe debilitada em um apartamento em uma zona violenta de Gotham e passa seus dias entre suas escritas para futuros stand up comedies e assistindo a um famoso programa de televisão (Talk Show) apresentado por Murray Franklin (Robert de Niro). Após ser ridicularizado, uma série de acontecimentos acabam despertando nele uma fúria incontrolável e ele começa sua trajetória de loucura transformando caoticamente para sempre sua cidade.

 

Nise: O Coração da Loucura

Disponível no catálogo da Star Plus e também da HBO Max, o longa-metragem brasileiro Nise: O Coração da Loucura, que conta com uma atuação fabulosa de Gloria Pires, nos leva para décadas atrás, mais precisamente nos anos 50, onde conhecemos uma psiquiatra que inicia novas maneiras de lidar com seus pacientes. Nise da Silveira foi a pioneira da terapia ocupacional no Brasil.

 

O Som do Caos

Na trama, conhecemos Matthias (Ward Kerremans) um empreendedor digital que parece a todo instante forçar uma rotina em torno de ser um super pai para ganhar likes no seu instagram. O pai dele, um ex-administrador e dono de uma fábrica química, mora em um asilo próximo do lugar que o protagonista volta a morar (e que não visitava desde a infância), dessa vez com a esposa Liv (Sallie Harmsen) e o filho recém-nascido. Aos poucos, algumas informações sobre essa tal fábrica começam a aparecer na frente de Matthias e o mesmo acaba embarcando em uma investigação solo que o leva à uma obsessão profunda. Nesse caminho, acompanhamos um pouco da visão da esposa em relação a tudo isso, em uma luta para trazer de volta à realidade seu companheiro.

 

Beleza Eterna

Escrito e dirigido por Craig Roberts, lançado no ano de 2019, em Beleza Eterna, protagonizado pela indicada ao Oscar Sally Hawkins, conhecemos a história de uma mulher que após um forte trauma desenvolve um longo caso de esquizofrenia e aos poucos começa a encontrar novas formas de entender o amor.

 

O Senhor do Labirinto

Longa-metragem brasileiro que mostra a história do artista plástico sergipano Arthur Bispo do Rosário que por décadas esteve em instituições psiquiátricas por conta do seu quadro de esquizofrenia.

 

Lilith

Dirigido pelo nova-iorquino Robert Rossen, baseado em um romance do escritor norte-americano J.R. Salamanca, em Lilith acompanhamos a história de um ex-soldado e funcionário de uma instituição psiquiátrica que se apaixona por uma paciente esquizofrênica.

 

K-Pax

Lançado cerca de 20 anos atrás, baseado em uma obra homônima escrita por Gene Brewer, em K-Pax conhecemos um homem em uma instituição psiquiátrica afirmando ser de outro planeta fato que deixa seu psiquiatra em enormes conflitos.

Saiba em qual streaming assistir ao terror que fez as pessoas PASSAREM MAL nos cinemas

O Prime Video finalmente anunciou quando o polêmico terror ‘Terrifier 2‘ (Aterrorizante 2) – que fez os espectadores vomitarem e passarem mal nos cinemas – será lançado em seu catálogo brasileiro.

O longa estreará no serviço de streaming no dia 17 de maio.

O terror independente se tornou um sucesso de bilheterias, principalmente após ganhar popularidade por literalmente fazer os seus espectadores passarem mal. Duas pessoas desmaiaram durante uma exibição do filme e a polícia foi acionada.

O boca a boca deu certo, e o filme arrecadou US$ 15 milhões com orçamento de 250 mil dólares.

Além de ser um sucesso de público, a obra também se destacou pela boa recepção na crítica: recebeu 85% de aprovação da crítica e 80% da audiência.

Segundo o consenso geral,Terrifier 2 supera o original em todos os sentidos — o que o torna uma má notícia para os mais sensíveis, mas um ótimo momento para os entusiastas do gênero”.

Confira o trailer dublado:

Após ser ressuscitado por uma entidade sinistra, o palhaço Art retorna à Miles County, onde ele deve caçar e destruir uma adolescente e seu irmão mais novo na noite de Halloween. Ore para que você não apareça no seu caminho.