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Ótimos FILMES que ganharam adaptações e viraram peças de teatro no Brasil

Uma das coisas que acontecem com frequência no universo cinematográfico é um projeto baseado em uma peça de teatro chegar às telonas. Mas e ao contrário? Algumas produções saem do cinema e vão direto para os palcos de todo o planeta, inclusive o Brasil. Pensando em alguns desses, resolvemos criar uma lista abaixo com Ótimos filmes que ganharam adaptações e viraram peças de teatro no Brasil:

 

Mamma Mia!

Quem não se lembra do filme estrelado por Meryl Streep e Cia, que conquistou plateias de todo o mundo nas telonas do cinema? Só em bilheteria em todo o mundo, o primeiro filme da franquia arrecadou mais de 600 milhões de dólares! Na trama, conhecemos a história de Donna e Sophie que durante o casamento da segunda vão buscar informações sobre quem é o pai dela convidando três personagens que fizeram parte do passado de Donna.

Aqui no Brasil, está em cartaz peça teatral musical Mamma Mia! O Sonho não Acabou adaptada pela dupla super competente Charles Möeller e Claudio Botelho. Pra quem curte essa história empolgante, vale a pena conferir!

 

Dogville

Fruto da mente do cineasta dinamarquês Lars Von trier, Dogville foi um tremendo sucesso de público ao contar em quase três horas a história sofrida de Grace uma mulher que chega numa cidadezinha para se esconder de pessoas que a perseguem mas os moradores desse lugar não a deixarão ter um vida fácil.

Dirigido por Zé Henrique de Paula e protagonizado pela atriz Mel Lisboa, o Brasil ganhou uma adaptação teatral desse filme.

 

Mudança de Hábito

Quem nunca assistiu na sessão da tarde o hilário filme protagonizado por Whoopi Goldberg que conta a história de uma cantora que testemunha uma situação e acaba se escondendo em um convento, se passando por uma freira, para fugir de pessoas que querem achá-la?

A montagem teatral original baseada no filme, desembarcou no Brasil anos atrás e foi um temendo sucesso! A peça foi protagonizada pela atriz e cantora Karin Hils.

 

Billy Elliot

Contando a história de um garoto que se apaixona pelo balé e precisa enfrentar os conflitos de seguir seus sonhos na dança, Billy Elliot foi um filme de tremendo sucesso em todo o mundo, dirigido pelo ótimo cineasta britânico Stephen Daldry. O sucesso foi tanto que logo virou peça de teatro e uma montagem aqui no Brasil aconteceu em 2019.

 

 

 

Revelado o orçamento GIGANTESCO de ‘The Flash’: “É um grande negócio”

The Flash‘ não saiu barato. As versões do filme da DC estão em vários estágios de desenvolvimento desde o final dos anos 1980, mas não foi até 2014 que o estúdio Warner Bros. Pictures anunciou uma lista de 10 filmes que incluía oficialmente ‘Batman vs Superman‘, ‘Liga da Justiça‘ e spin-offs solo estrelando ‘Mulher Maravilha‘, ‘Aquaman‘, ‘Cyborg‘ e o ‘Flash‘.

Datado originalmente para 2018, Flash seria lançado entre Liga da Justiça Parte Um (2017) e Parte Dois (2019) de Zack Snyder, como parte de um universo da DC Films que nunca chegou às telas. Cinco anos depois, ‘The Flash‘ finalmente cruza a linha de chegada nos cinemas em 16 de junho.

O blockbuster dirigido por Andy Muschietti custou US$ 220 milhões, de acordo com uma entrevista da CBC com o designer de produção de The Flash, Paul Austerberry. “Este filme é um grande negócio para a Warner Bros.”, disse o designer de produção vencedor do Oscar de A Forma da Água e IT Capítulo Dois de Muschietti .

O valor é mais alto que ‘Mulher-Maravilha 1984‘ e o ‘Adão Negro‘ estrelado por Dwayne Johnson (ambos supostamente US$ 200 milhões), e logo abaixo do orçamento relatado de ‘Homem de Aço‘ de 2013 (US$ 225 milhões).

Como parte de uma produção que durou de fevereiro de 2020 a outubro de 2021, The Flash foi filmado em “dois pedaços diferentes”: uma vez com Miller interpretando o atual Barry Allen, que usa sua supervelocidade para viajar no tempo, e novamente com Miller interpretando sua versão mais jovem de Barry de uma linha do tempo alternativa.

Eu estive presente na CinemaCon em Las Vegas e pude assistir em primeira mão a exibição exclusiva de The Flash‘.

Os rumores estavam certos: o filme é incrível, ESTUPENDO, uma das melhores coisas que já vi na vida. O roteiro consegue te fazer chorar rios, rir horrores, se apaixonar e se divertir.

Assista as primeiras impressões em vídeo:

Com estreia marcada para 15 de junho nos cinemas nacionais, a adaptação é dirigida por Andy Muschietti (‘It- A Coisa’).

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Sasha CalleMichael ShannonRon LivingstonMaribel VerdúKiersey ClemonsAntje TraueMichael Keaton completam o elenco.

10 Importantes Modificações que tornam ‘Peter Pan e Wendy’ uma versão MELHOR

O mais novo filme de Peter Pan acaba de chegar neste final de semana na plataforma de streaming da Disney+. A história do menino que não queria crescer é um clássico para contar para as crianças na hora de dormir. Escrita na virada do século XIX para o XX, em meio a muitas mudanças na Inglaterra e na Europa, esta é uma história cheia de simbolismos, os quais não necessariamente continuam a fazer sentido neste século XX. Assim, o novo live action da Disney não é apenas mais uma versão da mesma história: importantes modificações foram feitas, e aqui listamos 10 exemplos que tornam esta uma melhor versão de Peter Pan – mas cuidado, pode conter pequenos spoilers.

10 – Novo Peter

O novo Peter Pan não é ruivinho, como na animação, nem loiro, como nos últimos live-actions. Dessa vez é um ator nascido em Londres, mas filho de uma relação interracial. Isso lhe deu características físicas com as quais boa parte dos meninos poderiam se relacionar (de origens latinas, árabes, indianas, etc), e não só os nórdicos. Dessa forma, Peter Pan se tornou muito mais global.

9 – Meninos Perdidos Diversos

Originalmente, em muitas das explicações, James Barrie, o autor de ‘Peter Pan’, comentou que os Meninos Perdidos seriam tanto as crianças que caíam de seus carrinhos por conta de babás distraídas (um clássico culpar as babás, né?), mas também seriam crianças rejeitadas por seus pais, que ou eram abandonadas, por conta da profunda crise econômica, ou fugiam de casa por causa disso. Então, os Meninos desse filme também são Meninas (afinal, elas também se enquadram nessas questões) e inclui crianças de várias etnias. O legal da nova versão é que em vez de evidenciar o lado ruim dessa leitura, a produção transforma esse elemento em algo positivo, diversificando o elenco com atores de múltiplas origens e características, tornando a nova versão mais inclusiva que todas as outras.

8 – Tigrinha

A Tigrinha é uma personagem indígena na Terra do Nunca e está na história original. Mas dessa vez ela finalmente é retratada como uma indígena, com uma atriz realmente indígena, Alyssa Wapanatâhk, do povo Bigstone Cree First Nation, da reserva de Wabasca, e ela fala em sua língua original no filme. A última versão de Tigrina tinha sido interpretada por Rooney Mara

7 – Tinker Bell

Não foi só o fato de terem escolhido uma atriz negra para ser a fadinha mágica a única diferença nesse ‘Peter Pan e Wendy’. Ela também mudou o nome: deixou de ser Sininho e assumiu de vez no nome original, Tinker Bell. Mais importante ainda: pela primeira ver Tinker Bell não foi retratada como uma menina ciumenta por causa do Peter, que quer expulsar Wendy da Terra do Nunca; ao contrário, pela primeira vez há sororidade entre elas, que se tornam amigas e se ouvem, evidenciando que o mimado da situação sempre foi Peter, não elas. Legal né?

6 – Uma história para Gancho

Algumas versões já haviam trazido uma história para Gancho, mas nenhuma delas o tinha retratado como o melhor amigo de Peter que, por questões pessoais, haviam brigado e, portanto, se tornado inimigos. Em todas as versões que trouxeram alguma história para ele sempre o retrataram como o inimigo, o cara estraga-festa sem motivo. Nesta nova versão, Gancho tem um pouco de razão, né?

5 – Peter não tão bonzinho

Peter Pan sempre foi retratado como o herói bonzinho, mas isso não necessariamente significa que ele esteja certo o tempo todo, né? Nessa versão, em diversos momentos fica bem claro que a teimosia dele fez com que algumas coisas acontecessem e tomassem outros rumos, como a própria história do Capitão Gancho. Dessa vez o filme retrata as falhas do menino, a ponto de fazê-lo até pedir desculpas. Porque nenhum herói é perfeito.

4 – Wendy não é mãe

Tanto na história original quanto nas outras versões a “função” de Wendy ao encontrar os Meninos Perdidos é se tornar a mãe deles – porque afinal né, a única menina do grupo automaticamente assumiria esse papel. Dessa vez não. No filme atual o diálogo até ocorre, mas Wendy dessa vez fala que não sabe nem se quer ser mãe, que está muito jovem para pensar no assunto. Os tempos mudaram, é legal ver Wendy mostrando outras possibilidades para as meninas atuais, para além de ser mãe.

3 – A própria heroína

Outra mudança crucial no filme é que Wendy não é salva: na real, ela salva a si mesma no filme, e, ainda por cima, salva Peter de cair. Pode não significar muita coisa hoje, mas, para gerações que cresceram vendo mocinhas incapazes de se mexer na espera do herói, ter um filme que mostra a autonomia da personagem feminina transmite a ideia de independência às jovens meninas assistindo hoje.

2 – Gancho não é o pai

Em muitas versões do teatro e do audiovisual, o mesmo ator que faz o pai de Wendy sempre acabava interpretando o Gancho também. Fosse por questões de orçamento, fato é que ao longo de cem anos isso levantou teorias da psicanálise por trás do conto de fadas. Bom, na nova versão fica bem claro que Gancho não é o pai de ninguém.

1 – Peter não é herói sozinho

Outro ponto fundamental foi mostrar que embora seja o líder do grupo, Peter Pan não é herói sozinho: sem a ajuda dos amigos, ele não conseguiria realizar boa parte de suas façanhas. Aliás, sem até mesmo o Gancho Peter sequer teria um propósito de vida! Ou seja, realmente ele não é sozinho.

E aí? Olhando agora, dá para ver que o novo ‘Peter Pan e Wendy’ traz valores bem legais para a criançada né, e faz sentido uma nova versão da clássica história. Bora assistir?

10 Filmes com MISTÉRIOS cabulosos

Ao longo do tempo, vários filmes com tramas chocantes, ligadas à mistérios complexos, alguns até com reviravoltas inacreditáveis, chegam aos cinemas e agora mais recentemente direto nos streamings. Para quem curte filmes onde precisa-se montar um quebra-cabeça para achar as verdades, segue abaixo uma lista com 10 filmes com cabulosos mistérios:

 

A Garota da Foto

O labirinto de maldade. Disponível no catálogo da Netflix, o chocante documentário A Garota da Foto nos apresenta descobertas surpreendentes da vida de uma jovem que nunca teve uma chance de ser feliz. Ao longo dos desconcertantes 101 minutos de projeção somos levados ao caos que ela vivia durante anos sem tempo de saber as verdades sobre sua própria história. Por meio de depoimentos dos investigadores e pessoas próximas à jovem, somos levados para uma rebobinada na trajetória dessa mulher que tem um passado tão triste quanto sua trágica morte. A direção é de Skye Borgman.

 

Um Dia Difícil

Na trama, conhecemos o detetive Gun-Su (Lee Sun-kyun), um homem que vive uma vida simples ao lado de sua família. Certo dia, no dia do enterro de sua mãe, quando estava dirigindo por uma avenida deserta, atropela um homem. Desesperado e sem saber o que fazer, tem a ideia de esconder o corpo do acidentado dentro do caixão de sua mãe. Com a consciência pesada mas achando que tudo estava resolvido, Gun-Su é surpreendido mais uma vez com uma ligação anônima dizendo saber tudo o que aconteceu. Assim, o protagonista precisa reunir todas as partes do quebra-cabeça e tentar de vez sair limpo desta história.

 

À Procura

Na trama, acompanhamos a triste história de Matthew (Ryan Reynolds), um esforçado empreendedor que vive com sua família em uma cidade do interior. A vida desse trabalhador muda completamente quando, após estacionar seu carro na frente de uma lanchonete, percebe que sua filha foi sequestrada. Após isso, sua relação com a mulher vira um leque de situações estressantes e tumultuadas. A polícia, a princípio desconfia do próprio Matthew mas logo se percebe que de fato há terceiros envolvidos no desaparecimento. Nisso, anos se passam e a luta em achar alguma pista sobre sua filha desaparecida vira uma grande obsessão.

 

O Pálido Olho Azul

Na trama, ambientada na região de Hudson Valley, conhecemos Augustus Landor (Christian Bale), um inspetor notável, com grandes mistérios resolvidos na carreira, também viúvo, filho de um pastor que passou com um forte trauma num passado recente onde perdera a esposa e logo depois sua filha desapareceu. Certo dia, ele recebeu uma inusitada proposta de trabalho de integrantes da alta patente da famosa Academia Militar Norte-Americana (West Point) para buscar soluções para uma estranha situação num espaço onde fica localizada a Academia, onde um cadete teve o coração arrancado após ser encontrado enforcado. Sofrendo ainda em busca das primeiras pistas, acaba encontrando com um outro cadete da academia militar, Edgar Allan Poe (Harry Melling) um leitor assíduo, inteligente, entusiasmado com que formará uma dupla para resolver o caso.

 

Gêmeo Maligno

Na trama, conhecemos o casal Rachel (Teresa Palmer) e Anthony (Steven Cree) que após uma trágico acidente de carro, onde perdem um dos filhos gêmeos, resolvem se mudar para Finlândia, numa casa isolada que servia como uma espécie de paróquia do lugar. Anthony que é escritor finlandês, conhece mais a região do que a esposa. No início buscam se familiar com tradições locais em uma região que insiste em falar a língua local mesmo sabendo o inglês. Não conseguindo de adaptar, seu cotidiano é repleto de sonhos estranhos e a desconfiança em relação a tudo e a todos começa a ser algo presente.

 

O Guardião Invisível

Na trama, conhecemos a Inspetora Amaia Salazar (Marta Etura), uma mulher na casa dos 40 anos que descobre estar grávida de seu marido, o pintor norte americano James (Benn Northover). Amaia é designada a chefiar uma investigação sobre um possível serial killer que cometeu seu último assassinato em uma região que morou quando criança e onde vive sua misteriosa família. Chegando até o lugar onde foi criada, percebe que as coisas mudaram pouco desde sua saída, e, assim, além de participar de uma implacável busca pelo assassino, precisará combater fantasmas do seu passado cheio de tensão e que poucos conhecem.

 

Morte no Nilo

Na trama, voltamos a encontrar o detetive Hercule Poirot (Kenneth Branagh) que dessa vez queria descansar, de férias mas acaba sendo envolvido em uma trama de ódio e vingança quando um assassinato acontece em pleno rio Nilo. Utilizando toda sua esperteza e poder impressionante de observação, aos poucos vai caindo um a um os mistérios dessa história bastante profunda que mostra até onde um ser humano pode ir quando suas emoções estão descontroladas.

 

Um Contratempo

Na trama, acompanhamos Adrián Doria (Mario Casas), um jovem homem de negócios que está na crista da onda profissionalmente falando. Já em sua vida pessoal, há várias contradições. Acusado recentemente de matar sua amante Laura (Bárbara Lennie), em um episódio que ele jura que não é como todos estão pensando, ele tem a decisão dos rumos de sua vida quando chega para entrevistá-lo uma das grandes advogadas de defesa da Espanha. Durante as próximas horas, muitas idas e vindas nas versões do crime cometido são detalhados e uma outra importante subtrama é jogada a limpa na mesa. Certo dia, após passar algumas horas com sua amante em uma casa isolada em uma região distante, acaba se envolvendo em um acidente de carro culminando fatalidade para um outro jovem que estava no outro carro. Assim, aos poucos vamos descobrindo e desmascarando a verdade que é chocante.

 

A Garota Desaparecida do Vaticano

Em quatro episódios intensos e com muitas reviravoltas vamos acompanhando o misterioso sequestro de Emanuela Orlandi, em junho de 1983, que rendeu inúmeras teorias que vão desde um falso sequestro que deu errado até mesmo uma enorme conspiração que envolve um antigo banco italiano, a Banda della Magliana (máfia romana) até mesmo o Vaticano. Mas qual a verdade sobre o ocorrido? Tentando desvendar esse mistério ao longo dos anos, vemos um jornalista italiano que sabe muito do caso além de familiares da jovem sequestrada, que sofrem muito até hoje pela desaparecimento dela.

 

A Vastidão da Noite

Na trama, conhecemos dois jovens, um inteligente radialista chamado Everett (Jake Horowitz) que tem o sonho de fazer sucesso e sair da pequena cidade, e, também uma telefonista chamada Fay (Sierra McCormick) que ajuda sua mãe a cuidar de seu irmão pequeno. Em uma noite, com um badalado jogo de basquete na única quadra da cidade, fato que reúne a maioria das pessoas da cidade em um mesmo lugar, a dupla de protagonista acaba descobrindo situações estranhas como um som indecifrável complementado, além de relatos em um misterioso telefonema de um ex-soldado que conta as verdades do que está por vir.

10 Filmes que foram filmados em lugares PARADISÍACOS

Volta e meia acompanhamos filmes ambientados em lugares belíssimos, planos de fundo perfeitos para tramas recheadas de conflitos. Pensando em filmes com lindas paisagens, separamos abaixo uma lista bem legal com 10 filmes que foram filmados em lugares paradisíacos:

 

Uma Família de Dois

Remake do longa metragem mexicano Não Aceitamos Devoluções (2013), Uma Família de Dois conta a história de um inconsequente homem chamado Samuel (Omar Sy), que leva a vida entre um romance e outro trabalhando em um resort em um lugar paradisíaco da França. Certo dia, após passar a noite com duas mulheres dentro de um barco, uma antiga conhecida chamada Kristin (Clémence Poésy) aparece em sua vida trazendo com ela uma criança e dizendo que Samuel é o pai. Após ser surpreendido pela notícia e com o abandono de Kristin da história, Samuel, ao longo dos anos, cresce e amadurece dando o que tem de melhor nessa vida para sua filha. Assim, se muda para Londres e consegue um emprego de dublê, carreira que segue com sucesso até o inesperado retorno da mãe de sua filha a história.

 

De Volta à Itália

Na trama, conhecemos Jack (Micheál Richardson), um jovem administrador de uma galeria de arte que vê sua vida mudar quando o local onde trabalha, que pertence à família da quase ex-esposa, vai ser vendido. Tentando ser um provável comprador, embarca em uma jornada de redescobertas com o pai, o pintor Robert (Liam Neeson) para venderem uma casa que pertencia a família da mãe de Jack, na Itália. Com tantas variáveis acontecendo ao mesmo tempo na vida do jovem administrador da galeria, ele precisa lidar principalmente em tentar se entender com seu pai novamente.

 

Um Belo Domingo

Na trama, conhecemos o tímido/introspectivo/traumatizado professor Baptiste Cambière (Pierre Rochefort), um homem que esconde de todos seu passado. Certo dia, oferece uma carona para um de seus alunos e depois de uma conversa com o pai do menino, acaba parando em uma praia paradisíaca e conhece Sandra (Louise Bourgoin), a mãe do menino. Sandra, se encontra em uma situação financeira difícil e por isso, o professor resolve ajudá-la mesmo tendo que enfrentar seu passado novamente.

 

At Midnight

Na trama, conhecemos Alejandro (Diego Boneta) um exemplar funcionário de um hotel de luxo no México que tem o sonho de ter seu próprio empreendimento nos Estados Unidos. Certo dia, chega para se hospedar no hotel a mundialmente conhecida atriz hollywoodiana Sophie (Monica Barbaro), que vem de uma enorme decepção amorosa com um outro ator. Ela está no México para rodar a continuação de uma franquia de sucesso que faz parte. Alejandro e Sophie se conhecem de maneira inusitada e a partir desse dia combinam encontros sempre à meia-noite para se conhecerem melhor. Será que esse romance vai dar certo?

 

Wildhood: Busca Pelas Raízes

Na trama, conhecemos Link (Phillip Lewitski), um jovem adolescente com raízes indígenas, que mora no Canadá e tem um cotidiano de conflitos com muitas discussões e violência no relacionamento com o pai. Certo dia, ele descobre que sua mãe (que ele pensara estar morta) está viva e morando em um lugar longe dali. Ele resolve ir atrás dela, e leva seu irmão caçula junto. Ao longo dessa viagem cheia de surpresas acaba encontrando outro jovem, Pasmay (Joshua Odjick), que embarca com eles nessa jornada.

 

Um Bom Ano

Dirigido pelo ótimo Ridley Scott e lançado nos cinemas no ano de 2006, esse projeto conta a história de um investidor que recebe como herança uma vinícola na França, fato que vai mudar sua maneira de enxergar o mundo ao seu redor.

 

Comer, Rezar, Amar

Baseado no livro homônimo de grande sucesso da escritora Elizabeth Gilbert, esse projeto dirigido por Ryan Murphy, é uma autobiografia de Elizabeth e narra suas viagens por alguns lugares do planeta após seu divórcio.

 

Sob o Sol da Toscana

Dirigido por Audrey Wells, esse filme encantador conta a história de uma escritora que após um forte conflito no casamento compra uma propriedade em Toscana buscando assim encontrar soluções para seus dilemas.

 

O Turista

Nesse mirabolante projeto, conhecemos um professor que sofrendo por amor, faz um viagem para a Europa e se vê envolvido em uma atraente mulher e todo o contexto que a envolve.

 

Meia-Noite em Paris

Um dos mais aclamados filmes do cineasta norte-americano Woody Allen, em Meia-Noite em Paris acompanhamos uma trama onde durante uma viagem de lazer à Paris com sua mulher e seus sogros, um escritor bastante deslumbrado com as características marcantes dessa bela cidade, descobre a cidade sozinho pela madrugada indo para décadas atrás da mesma cidade onde conhece intelectuais e pessoas que admira no seu presente.

 

10 Séries que vão ACABAR um dia e deixarão saudades

TED LASSO (2020) - JASON SUDEIKIS. Credit: UNIVERSAL TELEVISION / Album

O mundo das séries vem dominando as preferências de quem gosta de dar o play em algum streaming qualquer. Essas produções vem crescendo a cada ano e dentro desse gigante leque de opções sempre tem aqueles seriados que acabam morando em nossos corações mesmo sabendo que algum dia a ‘season finale’ chega e viveremos de lembranças daquela história. Pensando nesse recorte, segue abaixo, também como boas indicações, uma lista com 10 seriados que vão acabar um dia e deixarão saudades:

 

Tulsa King

Criada pelo texano Taylor Sheridan (de sucessos como Yellowstone, O Dono de Kingstown e outros sucessos), na trama, conhecemos Dwight ‘The General’ Manfredi (Sylvester Stallone) que após quase três décadas preso sem falar uma palavra sobre a família da máfia nova-iorquina da qual pertence acaba indo parar na cidade de Tulsa no estado de Oklahoma, situado no centro-oeste dos EUA, com um único objetivo de levantar um domínio criminoso na região. Aos poucos vai conhecendo outros personagens que se juntam a ele nessa jornada que também navega pelo campo pessoal, principalmente no relacionamento conturbado com a única filha.

 

O Urso

Na trama, conhecemos o premiado chef de cozinha Carmen ‘Carmy’ Berzatto (Jeremy Allen White) que rodou os Estados Unidos aprendendo e aos poucos foi se tornando um renomado na sua profissão. Certo dia, ele abandona tudo (os badalados restaurantes, os melhores empregos) para assumir o restaurante do irmão que acabara de falecer e deixou o estabelecimento para ele. Buscando reerguer o lugar (chamado de the Original Beef of Chicagoland), que está de mal a pior, também entender os funcionários que tinham um cotidiano desorganizado e a maioria inexperiente, ele fará de tudo para encontrar soluções. Para isso ele contará com a ajuda da brilhante Sydney (Ayo Edebiri), a nova funcionária contratada para o lugar. Mas as dificuldades serão inúmeras dentro e fora da cozinha.

 

Slow Horses

Na trama, conhecemos os Slow Horses, um grupo de agentes da inteligência britânica que foram colocados para escanteio, indo para uma espécie de segunda divisão da espionagem local. Esse grupo é liderado pelo enigmático Jackson Lamb (Gary Oldman), um homem com um passado misterioso, deveras arrogante, que esconde segredos. Certo dia, o grupo descobre uma espinhosa trama que envolve mentiras no alto escalão da inteligência e um sequestro de um jovem. Assim, o destino deles se encontra com a poderosa Diana Taverner (Kristin Scott Thomas), uma das chefes de um setor do MI5.

 

Ruptura

Na trama, criada por Dan Erickson, que é uma das mais difíceis de se definir por conta de seu campo amplo, conhecemos Mark (Adam Scott), um funcionário de uma misteriosa e poderosa empresa chamada Lumen. Ele acaba de ser colocado como líder de uma equipe de funcionários que aceitaram serem submetidos a uma situação onde suas memórias foram divididas entre o seu trabalho e sua vida fora dele. Basicamente: quando eles estão no trabalho não lembram de nada do mundo fora dali, e quando eles estão em suas respectivas casas não lembram de nada do trabalho. Até que um dia um ex-colega deles de trabalho, que conseguiu sair dessa situação, acaba fazendo contato com o Mark de fora do trabalho. A partir disso, o drama vira um misterioso labirinto de descobertas convergindo das duas realidades.

 

Barry

Na trama, acompanhamos um depressivo assassino profissional chamado Barry (Bill Hader) que mora no meio-oeste norte-americano. Quando é chamado para um serviço em Los Angeles, de forma inusitada, acaba parando em uma aula de teatro, fato que o faz repensar muito sobre seu momento e sua vida como um todo. Agora, buscando o equilíbrio entre sua profissão arriscada e o novo mundo que aparece em sua frente, Barry passará por enormes conflitos emocionais em busca de dias melhores.

 

Yellowstone

Nesse resgate do faroeste em versão moderna, acompanhamos a família Dutton, liderado por John (Kevin Costner) um ex-homem da lei que comanda um dos maiores ranchos do mundo, situado no estado norte-americano de Montana. Nessa família, há todo tipo de drama, o relacionamento entre pai e filhos gera embates explosivos além dos combates a aproveitadores do capitalismo e os conflitos frequentes com moradores da reserva indígena. Quem está certo nessa história? Não há uma definição para isso, apenas completamos nosso refletir em intensos episódios (cada um melhor que o outro) que giram em torno dessa família de anti-heróis, gananciosa, que fará de tudo para proteger o que eles acham serem deles por direito.

 

Maravilhosa Sra. Maisel

Criada por Amy Sherman-Palladino, Maravilhosa Sra. Maisel conta as aventuras de Midge (Rachel Brosnahan) uma dona de casa, altamente dedicada ao marido Joel (Michael Zegen) que aos poucos acaba descobrindo um talento para fazer comédia, nos primórdios dos Stand Up Comedy. Ela vem de uma tradicional família judia, filha do professor de matemática Abe  (Tony Shalhoub) e de Rose (Marin Hinkle). Quando Midge se separa de Joel, sua vida se transforma e assim acaba embarcando no mundo artístico com a ajuda de Susie (Alex Borstein), sua nova amiga.

 

Yellowjackets

Na trama, conhecemos quatro mulheres na fase adulta que por mais que sigam suas vidas com suas respectivas famílias foram marcadas por acontecimentos trágicos quando eram adolescentes (cerca de duas décadas atrás) e viajavam de avião para um jogo importante já que eram do time de futebol feminino conhecido em toda a cidade delas chamadas de Yellowjackets. Assim, ao longo de 10 intensos episódios vamos conhecendo Tai (Tawny Cypress), Shauna (Melanie Lynskey), Misty (Christina Ricci) e Natalie (Juliette Lewis) e os segredos que esconderam durante todo o tempo em que estiveram perdidas após um grave acidente de avião.

 

Hacks

Na trama, conhecemos a enrolada roteirista Ava (Hannah Einbinder) que após um relativo sucesso no underground da comédia de Los Angeles, fica marcada como carta fora do baralho depois que um tweet seu viraliza negativamente. Precisando recomeçar, ela busca ajuda de seu agente, Jimmy (Paul W. Downs), uma espécie de Ari Gold (referência ao lendário personagem interpretado por Jeremy Piven no seriado Entourage) dos novos tempos, em busca de um trabalho que a possa sustentar. Ele acaba conseguindo uma vaga de redatora para os shows da comediante de sucesso Deborah Vance (Jean Smart). Assim, Ava embarca rumo à Las Vegas, junto com sua mala cheia de problemas emocionais, um coração partido de um recente término com a namorada, para tentar conquistar a atenção da super estrela do stand up comedy que também passa por momentos difíceis na vida.

 

Ted Lasso

Na trama, conhecemos o treinador de futebol americano Ted Lasso (Jason Sudeikis), que é curiosamente contratado por Rebecca Welton (Hannah Waddingham), presidente de um time da primeira divisão do futebol inglês, a Premier League, para assumir o time e lutar arduamente contra o rebaixamento. A questão é que Ted não entende nada de futebol (o soccer) e vamos entendendo melhor aos poucos que tudo faz parte de um plano maquiavélico da presidente numa espécie de vingança sobre o marido (ex-acionista do time). Mas o jeito carismático do protagonista vai me mexer com a vida de todos nesse clube.

 

 

 

 

 

 

Crítica | Jessie Ware nos leva a uma jornada fabulosa com o impecável álbum ‘That! Feels Good!’

Quando Jessie Ware fez sua estreia em 2012 com o aclamado Devotion, todos já deveríamos ter premeditado seu meteórico sucesso com o passar dos anos; afinal, a cantora e compositora britânica transformou-se em uma poderosa porta-voz do classicismo atemporal do house, do disco e do new wave, sem perder a significativa originalidade que a colocou no centro dos holofotes. Oito anos depois de seu début, ela voltaria a nos encantar com ‘What’s Your Pleasure’, um arauto do hi-NRG e do nu-disco que lhe traria ainda mais visibilidade internacional. Agora, ela volta a se consagrar como uma das grandes vozes da atualidade com seu antecipadíssimo retorno, ‘That! Feels Good!’.

A artista já havia nos presenteado com alguns ótimos singles para promover o álbum. Tivemos a potência libertadora de “Free Yourself”, um hino house que serve para qualquer um que queira quebrar as correntes da normatização e serem como bem entenderem; a nostálgica “Pearls”, que nos arremessou de volta para os anos 1970 e 1980 com um arranjo fabuloso de baixo, sinos e vocais; e “Begin Again” traz uma gama de elementos conflituosos que criam mágica através de uma trama hedonista e cheia de paixão – e que inclui, inclusive, elementos brasileiros da bossa nova. Nosso maior medo é que o resultado se tornasse repetitivo, mas, como já era de se esperar, Ware nos surpreende com uma urgente declamação sobre a importância de viver e de experimentar tudo o que existe ao nosso redor.

É quase impossível escolher um ponto alto da produção, visto que ela, em sua completude, é inenarrável e indescritível. Afinal, Jessie não apenas nos convida para um convite deliciosamente anacrônico, perpassando as várias fases de um estilo de música que sofre constantes revisitações e redescobertas; ela dilui as barreiras entre som e imagem, criando uma confluência de textura que nos transporta a outro mundo – um mundo sem estresses contínuos e que a única obrigação é se divertir e aproveitar o que há de ser oferecido. Não é à toa que boa parte da temática adote uma persona sensual, livre de amarras e que é movida pelo poder empoderador da música.

A faixa de abertura, que empresta seu nome ao título do álbum, é uma orgásmica exaltação dos anos 1970, imbuída em vibrantes mesclas de funk e R&B – com instrumentais que fundem o baixo e o trompete em um hino dançante a que não podemos ficar parados. Logo de cara, somos bombardeados com uma sensorialidade invejável, que nos carrega por uma experiência sublime; pouco depois, ela mergulha de cabeça no nu-disco e no electro-disco de “Freak Me Now”, prestando homenagens a nomes como Donna Summer e Nile Rodgers e garantindo que as progressões atravessem gerações em um piscar de olhos. “Beautiful People”, facilmente uma das melhores da carreira da cantora, evoca um sentimento quase didático sobre como deixar os problemas descansarem e abraçar a noite (e ninguém poderia ter entregado os versos “sirva um drinque; mistura sua felicidade com tormento – tão doce” como ela).

É notável como, em apenas quarenta minutos, essa aventura serve como um épico-histórico da devoção ao prazer, da busca pela euforia e pelo ânimo; como numa inescapável ilha, voltamos automaticamente para o começo e exploramos mais uma vez as bem-vindas palavras de Ware. E, como se não bastasse, ela mantém-se firme ao projeto arquitetado até mesmo quando diminui o ritmo e aposta numa configuração mais lenta: temos “Hello Love”, pincelada coma infusão latina de batuques orquestrados sob uma narrativa romântica, além de uma multiplicidade de camadas que nos fazem sobrevoar a canção; e “Lightning”, que transpõe-se ao uso nostálgico dos sintetizadores e abre espaço ao synth-R&B, migrando para o início dos 2000 e nos confortando num saudosismo sem fim.

Durante uma entrevista à Rolling Stone, Jessie revelou como imaginava seus fãs ouvindo o álbum, ao que respondeu: “com um coquetel na mão e o senso de oportunidade e encontros da vida e romance e sexo e diversão”. Agora, já sabemos o motivo: cada uma das tracks é pensada cuidadosamente e de forma quase testamentária da própria carreira da performer. Em outras palavras, sentimos como se ela estivesse nos preparando para o momento em que tudo o que tivéramos ouvido convergisse para uma obra-prima que nos permite sermos frívolos e despreocupados, nem que seja por um momento. Ela nos transporta para um mundo único, movido a peculiaridades que oscilam entre a realidade e a teatralidade.

‘That! Feels Good!’ não apenas é um dos melhores álbuns do ano, mas, a cada vez que o reouvimos, o melhor álbum da carreira de Jessie Ware, em que notamos um claro amadurecimento sem abandonar sua identidade. Um meteórico afluente de sensações e instrumentos sem medo de ser feliz – e “ooh, escandaloso”.

Nota por faixa:

1. That! Feels Good! – 5/5
2. Free Yourself – 5/5
3. Pearls – 5/5
4. Hello Love – 5/5
5. Begin Again – 5/5
6. Beautiful People – 5/5
7. Freak Me Now – 4,5/5
8. Shake The Bottle – 4,5/5
9. Lightning – 5/5
10. These Lips – 5/5

Crítica | Os Encanadores da Casa Branca: Comédia e drama se misturam em minissérie política com Woody Harrelson e Justin Theroux

Como um caleidoscópio, o caso Watergate se revela em diversas facetas a partir da ótica pela qual você o observa. Trazendo uma coletânea de 40 envolvidos no que se tornaria um dos maiores escândalos de corrupção da história norte-americana, o grampeamento ilegal do escritório do partido democrata ainda hoje desperta o interesse e o imaginário da opinião pública. Desde Todos Os Homens do Presidente (1976), passando por Frost/Nixon (2008) e até a mais recente série Gaslit (2022), o tema continua permeando a cultura POP sempre com uma nova perspectiva de um mesmo crime. E agora, a HBO traz o outro lado dos relatos com Os Encanadores da Casa Branca, mostrando os átrios da operação política mais catastrófica dos Estados Unidos – dessa vez pela visão dos próprios criminosos.

E. Howard Hunt e Gordon Liddy foram de veteranos de guerra a espiões de Richard Nixon, o único presidente americano “forçado” a renunciar em meio a um escândalo de corrupção. Em Os Encanadores da Casa Branca, eles voltam à vida pelas excepcionais performances de Woody Harrelson e Justin Theroux, que formam um peculiar e impecável duo em tela. Sempre em contraste um com o outro, mas inevitavelmente complementares em suas personalidades, ambos os personagens vão de uma espécie de bromance a um nível completo de estranheza, impessoalidade e inimizade. E com uma dinâmica em tela excelente e fluída, os atores passeiam pelos cinco episódios da minissérie com leveza, acidez e sarcasmo.

Em meio a diálogos afiados, que exalam uma caricatura impressionante do que é a idolatria política, Harrelson e Theroux dominam a produção, conduzindo habilmente um time de atores coadjuvantes tão poderoso quanto os protagonistas. Aqui, Lena Headey, Domhnall Gleeson, Judy Greer, Kim Coates, Toby Hass e Liam James dão vida aos principais personagens de apoio, orbitando em torno do caos e afetando-o drasticamente. E com um roteiro bem detalhado e muito bem desenvolvido, Os Encanadores da Casa Branca faz um paralelo entre a corrupção, o desvio de caráter e as consequências catastróficas que a servidão cega a líderes de Estado podem trazer como efeito colateral.

Um dos aspectos mais poderosos da minissérie é justamente sua sutil e contemporânea percepção dos fatos, que datam os anos de 1972,1973 e 1974. Nos mostrando que a idolatria política é atemporal e estupidamente repetitiva ao longo das décadas, a produção naturalmente ainda faz um paralelo com a obsessão que seus protagonistas nutriam por Nixon. E sem direcionar indiretas especificamente – embora haja um viés partidário por razões óbvias, Os Encanadores da Casa Branca faz um relato visual de como o fanatismo por presidentes ou qualquer outro agente do alto escalão governamental é a epítome da estupidez humana, capaz de custar famílias inteiras , a segurança pública e a vida de pessoas inocentes.

E embora a trama facilmente pudesse ser comprimida no formato cinematográfico, tal como o clássico Todos os Homens do Presidente, é inegável que Alex Gregory e Peter Huyck fizeram um trabalho excelente com a série. Administrando muito bem todo o “causo”, a produção sabe dosar os momentos mais intensos em cada episódio, nos mantendo interessados e envolvidos. E com um humor sarcástico afiado, Os Encanadores da Casa Branca ainda se torna um deleite para os menos apaixonados pelo gênero de thriller político. Flertando com o pastelão em momentos pontuais, se atendo mais à rispidez e acidez em seus diálogos inteligentes, a nova minissérie é mais um presente de originalidade que só a HBO sabe entregar.

‘Gladiador 2’: Pedro Pascal entra para o elenco da sequência

O ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’) foi escalado para a sequência de ‘Gladiador‘, dirigido novamente por Ridley Scott. A informação é do Deadline.

O astro se junta a Paul Mescal (‘Aftersun’), Denzel Washington (‘Dia de Treinamento’), Joseph Quinn (‘Stranger Things’), Connie Nielsen (do primeiro ‘Gladiador’) e Barry Keoghan (‘Os Banshees de Inishirin’), que interpretará o antagonista.

A história de se passará anos após o término do primeiro longa e mostrará como os eventos da vida de Maximus influenciaram a jornada de Lucius Verus – filho de Lucilla (Connie Nielsen), que foi vivido por Spencer Treat Clark (‘Vidro’) no original.

David Scarpa assina o roteiro e Ridley Scott a direção. É um projeto em desenvolvimento com a Paramount Pictures.

O filme chega aos cinemas dia 22 de Novembro de 2024.

Lançado em 2000, ‘Gladiador‘ recebeu 11 indicações ao Oscar e conquistou cinco estatuetas, incluindo os prêmios de Melhor Filme e Melhor Ator.

Além disso, arrecadou US$ 460.5 milhões ao redor do mundo, a partir de um orçamento de US$ 103 milhões.

O longa está disponível para streaming na Netflix, Prime Video, Star+ e Telecine.

Relembre o trailer:

EITA! Madison Iseman LEU os tweets raivosos dos fãs antes de ‘Cavaleiros do Zodíaco’ estrear [EXCLUSIVO]

Em entrevista ao CinePOP para promover a adaptação em live-action ‘Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seya: O Começo‘, a atriz Madison Iseman revelou que leu os tweets raivosos dos fãs da franquia antes mesmo que o filme esteasse.

“Eu vi os tweets. Eu tentei não olhar. É difícil evitar. Eu amo que as pessoas gostem tanto e eu só quero trabalhar em coisas que as pessoas amam tanto. É tão especial. E quero que os fãs saibam que eles sempre foram a prioridade para nós.
Isto é para eles.”, ela disse.

Assista a entrevista:

A trama escrita por Josh Campbell e Matt Stuecken acompanha Seiya, um órfão que mora nas ruas e recebe um chamado após uma energia cósmica despertar dentro de si. O protagonista embarca em uma jornada para conquistar a antiga armadura grega de Pegasus, e escolhe seu lado em uma batalha sobrenatural pelo destino de Athena (Iseman), uma jovem que luta para controlar seus poderes.

O filme já está em exibição nos cinemas e conta com Famke Janssen (‘X-Men: O Confronto Final’), Sean Bean (‘Game of Thrones’), Madison Iseman (‘Eu sei o que vocês fizeram no verão passado’), Mark Dacascos (‘John Wick 3: Parabellum’), Nick Stahl (‘Fear The Walking Dead’) e Diego Tinoco (‘On My Block’).

Originalmente, Os Cavaleiros do Zodíaco surgiu como uma série japonesa de mangá escrita e ilustrada por Masami Kurumada. Foi publicada originalmente de 1986 a 1990, e adaptada para anime pela Toei Animation de 1986 a 1989.

Especial | E se ‘Os Cavaleiros do Zodíaco’ ganhasse um filme live-action?

A série conta a história de guerreiros místicos chamados “Cavaleiros”, que lutam vestindo “Armaduras” sagradas baseadas nas diversas constelações. Os Cavaleiros têm como missão defender a reencarnação da deusa grega Athena em sua batalha contra outros deuses do Olimpo, ou de outras mitologias que pretendem dominar a Terra.

‘9-1-1: Lone Star’ é RENOVADA para a 5ª temporada pela FOX

A FOX renovou oficialmente a série ‘9-1-1: Lone Star‘ para a 5ª temporada.

Vale lembrar que a série original, ‘9-1-1‘, também foi renovada, mas não continuará a ser exibida pela emissora. A produção passará a fazer parte da programação da ABC a partir do sétimo ciclo.

Ainda não se sabe, no entanto, se a troca de canal terá algum impacto em futuros crossovers entre os seriados nas próximas temporadas.

“Nós não vamos para lugar algum. ‘9-1-1: Lone Star’ retornará para a quinta temporada.”

Criada por Ryan Murphy, Brad FalchukTim Minear, a série é um spin-off de ‘9-1-1‘.

A trama segue um policial sofisticado de Nova York que, junto com seu filho, se muda para Austin, no Texas, e deve tentar salvar aqueles que estão mais vulneráveis e, ao mesmo tempo, resolver os problemas em sua própria vida.

O elenco conta com Rob Lowe, Gina Torres, Ronen Rubinstein, Sierra McClain, Jim Parrack, Natacha Karam, Brian Michael Smith, Rafael Silva e Julian Works.

Robert Pattinson será serial killer na nova comédia da Netflix do diretor de ‘Não Olhe pra Cima’

Robert Pattinson (‘Batman’) estrelará a comédia sombria ‘Average Height, Average Build‘, que será dirigida pelo vencedor do Oscar Adam McKay (‘Não Olhe Para Cima’).

O projeto foi comprado pela Netflix e será lançado no streaming.

O ator interpretará um serial killer que contrata uma lobista (Amy Adams) para mudar as leis que permitirão que ele escape impune de um assassinato com mais facilidade.

O elenco ainda contará com Robert Downey Jr., Forest Whitaker e Danielle Deadwyler.

Downey Jr. dará vida a um policial aposentado que não desiste de resolver os casos de assassinatos, enquanto o próprio assassino tenta evitar de parar atrás das grades.

O site afirma que a produção terá a mesma vibe da comédia ‘A Mulher Faz o Homem‘, com o serial killer se tornando uma figura célebre e escondendo suas verdadeiras motivações.

Confira a sinopse:

Pattinson interpretará um assassino em série que recruta uma lobista (Adams) para mudar as leis que permitirão que ele escape impune de um assassinato com mais facilidade. Robert Downey Jr. é um policial aposentado que não desiste dos assassinatos e o assassino tenta impedi-lo de seguir seu rastro agora que ele se aposentou. O serial killer se transforma em uma causa célebre, protegendo seus verdadeiros motivos.

Megan Fox é uma chefona do crime no trailer do suspense ‘Johnny & Clyde’; Confira!

O suspense ‘Johnny & Clyde‘, que trará a Megan Fox (‘Garota Infernal’) como uma perigosa chefona do crime, ganhou o primeiro trailer.

Confira:

Tom DeNucci é responsável pela direção.

A trama segue dois serial killers profundamente apaixonados, que iniciam uma onda de assassinatos chocantes. Em sua jornada sangrenta, a dupla decide roubar um popular cassino, liderado por uma perigosa chefe do crime, Alana.

Avan Jogia (‘Resident Evil: Bem-vindo a Raccoon City’), Ajani Russell (‘Betty’) e Tyson Ritter (‘Preacher’) também estrelam a produção.

Em entrevista ao Bloody Disgusting, o roteirista Nick Principe (‘Laid to Rest: Colocadas para Descansar’) comentou sobre o projeto: “O filme começa como um suspense, mas rapidamente se torna um terror slasher. Ao invés de vampiros, há um outro elemento sobrenatural assustador.”

O longa será lançado em VOD no dia 5 de maio.

Atriz de ‘Annabelle 3’ se junta ao elenco do remake do terror ‘Espírito Assassino’

De acordo com o Deadline, Madison Iseman (‘Annabelle 3: De Volta para Casa’) entrou para o elenco do remake de ‘Espírito Assassino‘ (Witchboard), baseado no terror clássico dos anos 80.

Aaron Dominguez (‘Only Murders in the Building’), Antonia Desplat (‘Operação Final’) e Charlie Tahan (‘Ozark’) também foram confirmados na produção.

Jamie Campbell Bower, conhecido por interpretar o Vecna em ‘Stranger Things‘, vai estrelar a nova versão.

Chuck Russell (‘A Bolha Assassina’, ‘O Máskara’) será responsável pela direção.

Na trama…

Emily, seu noivo Christian e um grupo de amigos abrem uma cafeteria na cidade de Nova Orleans. Mas tudo começa a ficar perturbador quando Emily descobre um antigo tabuleiro usado para invocar espíritos.

Russell e Greg McKay escreveram o roteiro e estão produzindo com Kade Vu e Bernie Gewissler, em uma produção da A-Nation Media. O filme será filmado em maio em Montreal e Nova Orleans.

No filme original, de 1986, “um grupo de amigos brincando com um tabuleiro ouija liberta um espírito demoníaco que começa a caçá-los.”

‘9-1-1’ é renovada para a 7ª temporada, mas há um detalhe CHOCANTE…

De acordo com o Deadline, a série ‘9-1-1‘ foi oficialmente renovada para a 7ª temporada. O próximo ciclo, no entanto, passará a ser exibido pela ABC.

O seriado era exibido pela FOX desde a sua estreia, que também é o lar do derivado ‘9-1-1: Lone Star‘ – cuja quinta temporada já foi confirmada e permanecerá em sua emissora de origem.

“Graças ao talento criativo de Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear, além do elenco, ‘9-1-1’ tem sido uma das séries dramáticas de maior sucesso das televisão americana, e nós estamos honrados em trazê-la para a ABC,” declarou Craig Erwich, presidente da Disney Television Group. “Será um privilégio manter ‘9-1-1’ na família, com a 20th Television na produção. Estamos ansiosos para contar novas histórias emocionantes sobre esses amados personagens.”

A série foi criada por Ryan Murphy, Brad Falchuk e Tim Minear.

A trama explora as vidas de policiais, paramédicos e bombeiros que precisam enfrentar as situações mais assustadoras e chocantes, enquanto respondem a chamados de emergência, e devem equilibrar o trabalho de salvar os mais vulneráveis e resolver os problemas em suas próprias vidas.

O elenco conta com Angela Bassett, Peter Krause, Jennifer Love Hewitt, Oliver Stark, Aisha Hinds, Kenneth Choi, Ryan Guzman, Corinne Massiah e Gavin McHugh.

Sylvester Stallone retornará para o reboot do thriller ‘Risco Total’

De acordo com o Variety, Sylvester Stallone retornará como o protagonista do reboot do thriller de ação ‘Risco Total‘ (Cliffhanger), lançado originalmente há 30 anos, em 1993.

O ator reprisará o seu papel como o alpinista Gabe Walker.

Ric Roman Waugh (‘Invasão ao Serviço Secreto’) será responsável pela direção.

“Eu cresci assistindo os maiores filmes de ação dos anos 80 e 90, e tive a chance de trabalhar em muitos deles. ‘Risco Total’ era um dos meus favoritos do gênero,” declarou o cineasta. “É um sonho se tornando realidade ter a chance de dirigir o próximo capitulo e poder escalar os alpes italianos com o lendário Sylvester Stallone. Será um grande desafio e esperamos elevar ainda mais o nível.”

O roteiro foi assinado por Mark Bianculli (‘Hunters’).

Infelizmente, detalhes sobre a nova história não foram revelados.

Na trama original, “Um roubo malsucedido nas alturas resulta em malas cheias de dinheiro sendo procuradas por vários grupos em uma montanha perigosa”.

Sucesso nos cinemas, o longa dirigido por Renny Harlin (‘Do Fundo do Mar’) arrecadou US$ 255 milhões mundialmente, a partir de um orçamento de US$ 70 milhões.

Última temporada de ‘Recursos Humanos’ ganha data de estreia; Confira o teaser!

A Netflix divulgou o primeiro teaser da 2ª (e última) temporada de ‘Recursos Humanos‘ (Human Resources), série derivada da animação ‘Big Mouth‘.

Além disso, o serviço de streaming confirmou que o ciclo final estreará oficialmente no dia 9 de junho.

Confira o teaser e siga o CinePOP no YouTube:

A série apresenta dois novos monstros: Petra, o Gremlin da Ambição (Rosie Perez), e Keith, o Gremlin do Luto (Henry Winkler). Eles se juntam aos outros monstros que já conhecemos: Mona, a Monstro Hormonal (Thandiwe Newton), Simon Sex (Jemaine Clement), Tito, o Mosquito da Ansiedade (Maria Bamford), e Gavin, o Monstro Hormonal (Bobby Cannavale).

Além deles, outros rostos conhecidos da série original também aparecem, tais como Maury o Monstro Hormonal (Nick Kroll), Connie a Monstro Hormonal  (Maya Rudolph), Emmy o Inseto do Amor (Aidy Bryant), Pete the Logic Rock (Randall Park), Rochelle a Inseto do Amor (Keke Palmer), Walter o Inseto do Amor (Brandon Kyle Goodman), o Mago da Vergonha (David Thewlis) e Sonya a Inseto do Amor (Pamela Adlon).

A produção foi cocriada e produzida por Kelly Galuska, Nick Kroll, Andrew Goldberg, Jennifer Flackett e Mark Levin.

‘A Diplomata’: Drama político com Keri Russell é RENOVADO para a 2ª temporada pela Netflix

A Netflix renovou oficialmente ‘A Diplomata‘ (The Diplomat), drama político estrelado por Keri Russell (‘The Americans’), para a 2ª temporada.

O próximo ciclo está programado para estrear apenas em 2024.

A série estreou no topo das produções mais assistida do serviço de streaming, registrando 57.48 milhões de horas visualizadas durante a primeira semana.

Em comunicado oficial, a criadora, showrunner e produtora executiva Debora Cahn declarou: “Nós nos divertimos muito fazendo ‘A Diplomata’. Estamos muito felizes que as pessoas gostaram da série, e estamos ansiosos para retornar para o segundo ciclo.”

A série foi criada por Debora Cahn (‘Homeland’, ‘The West Wing’).

A obra é descrita como um thriller político ambientado na Embaixada dos Estados Unidos em Londres e acompanha uma diplomata que consegue um novo papel como embaixadora em Londres – mas com grandes implicações para seu trabalho e vida pessoal. Isso tudo enquanto uma crise internacional está se desenrolando em segundo plano.

O elenco ainda conta com Rufus SewellDavid Gyasi, Ali Ahn, Rory Kinnear e Ato Essandoh.

Descubra o desfecho da intensa história de amor no trailer de ‘After – Para Sempre’; Confira!

A Diamond Films divulgou o trailer completo da sequência ‘After – Para Sempre‘ (After Everything).

Confira, dublado e legendado:

O longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 14 de setembro.

Dirigido por Castille Landon, o longa é baseado na popular saga de livros de Anna Todd.

Josephine Langford e Hero Fiennes Tiffin retornam.