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Elisabeth Moss, Kerry Washington e Kate Mara no trailer DUBLADO do suspense ‘Mulheres Imperfeitas’; Confira!

A Apple TV divulgou o trailer dublado da minissérie de suspense ‘Mulheres Imperfeitas‘ (Imperfect Women).

Elisabeth Moss (‘O Conto da Aia’), Kerry Washington (‘Pequenos Incêndios por Toda Parte’) e Kate Mara (‘Perdido em Marte’) estrelam a produção.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

A série de oito episódios estreia mundialmente em 18 de março, com os dois primeiros capítulos.

A obra foi criada por Annie Weisman (‘Physical’).

Baseada no romance homônimo de Araminta Hall, a produção examina um crime que abala uma amizade de décadas entre três mulheres. O suspense psicológico não convencional explora a culpa e a retribuição, o amor, a traição e as concessões que fazemos e que alteram nossas vidas para sempre. À medida que a investigação acontece, também revela a verdade sobre como até mesmo os relacionamentos mais íntimos podem não ser o que parecem.

Além de Moss e Washington, o elenco conta com Kate Mara (‘House of Cards’), Joel Kinnaman, (‘O Esquadrão Suicida’), Corey Stoll (‘Amor, Sublime Amor’), Rome Flynn (‘Godfather of Harlem’), Ana Ortiz (‘Ugly Betty’), Sherri Saum (‘Good Trouble’), Wilson Bethel (‘Demolidor: Renascido’), Keith Carradine (‘Dexter’), Jackson Kelly (‘The Pitt’), Audry Zahn (‘Wildcat’), Sheryl Lee Ralph (‘Abbott Elementary’).

Lesli Linka Glatter (‘Homeland‘, ‘Dia Zero‘) dirige o episódio piloto e entra como produtora executiva ao lado de Hall, Moss, Washington e Weisman.

‘Mulheres Imperfeitas’ é produzida para a Apple TV+ pela 20th Television e pela Apple Studios.

BAFTA 2026 | Confira a lista de vencedores da premiação!

Os vencedores da 79ª edição BAFTA Film Awards foram revelados hoje (22).

O aclamado Uma Batalha Após a Outra foi condecorado com o maior prêmio da noite, o de Melhor Filme. O título também rendeu a Paul Thomas Anderson as estatuetas de Melhor DireçãoMelhor Roteiro Adaptado, enquanto Sean Penn venceu na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

Pecadores saiu vitorioso nas categorias de Melhor Roteiro Original para Ryan CooglerMelhor Atriz Coadjuvante para Wunmi MosakuHamnet levou o prêmio de Melhor Filme Britânico, enquanto Jessie Buckley reitera o favoritismo para o Oscar ao ter conquistado a estatueta de Melhor Atriz.

Robert Aramayo levou na categoria de Melhor Ator pelo drama biográfico I Swear, além de ter sido condecorado com o prêmio EE Estrela em Ascensão.

Confira a lista completa de ganhadores:

MELHOR FILME
Hamnet
Marty Supreme
Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Valor Sentimental
Pecadores

MELHOR FILME BRITÂNICO
Extermínio: A Evolução
The Ballad of Wallis Island
Bridget Jones: Louca pelo Garoto
Morra, Amor
H Is for Hawk
Hamnet (VENCEDOR)
I Swear
Mr. Burton
Pillion
Steve

MELHOR ESTREIA DE ROTEIRISTA, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
The Ceremony, Jack King (diretor, roteirista), Hollie Bryan (produtora), Lucy Meer (produtora)
A Sombra do Meu Pai, Akinola Davies Jr. (diretor), Wale Davies (roteirista) (VENCEDORES)
Pillion, Harry Lighton (diretor, roteirista)
A Want in Her, Myrid Carten (diretora)
Wasteman, Cal McMau (direto), Hunter Andrews (roteirista), Eoin Doran (roteirista)

MELHOR FILME EM LÍNGUA NÃO-INGLESA
Foi Apenas um Acidente
O Agente Secreto
Valor Sentimental (VENCEDOR)
Sirat
A Voz de Hind Rajab

MELHOR DOCUMENTÁRIO
2000 Meters to Andriivka
Apocalipse nos Trópicos
Seymour Hersh: Em Busca da Verdade
Mr. Nobody Against Putin (VENCEDOR)
A Vizinha Perfeita

MELHOR ANIMAÇÃO
Elio
A Pequena Amélie
Zootopia 2 (VENCEDORA)

MELHOR FILME INFANTIL E PARA A FAMÍLIA
Arco
Boong (VENCEDOR)
Lilo & Stitch
Zootopia 2

MELHOR DIREÇÃO
Yorgos Lanthimos, Bugonia
Chloé Zhao, Hamnet
Josh Safdie, Marty Supreme
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Joachim Trier, Valor Sentimental
Ryan Coogler, Pecadores

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
Kirk Jones, I Swear
Ronald Bronstein, Josh Safdie, Marty Supreme
Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto
Eskil Vogt, Joachim Trier, Valor Sentimental
Ryan Coogler, Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
Tom Basden, Tim Key, The Ballad of Wallis Island
Will Tracy, Bugonia
Chloé Zhao, Maggie O’Farrell, Hamnet
Paul Thomas Anderson, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Harry Lighton, Pillion

MELHOR ATRIZ
Jessie Buckley, Hamnet (VENCEDORA)
Rose Byrne, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria
Kate Hudson, Song Sung Blue
Chase Infiniti, Uma Batalha Após a Outra
Renate Reinsve, Valor Sentimental
Emma Stone, Bugonia

MELHOR ATOR
Robert Aramayo, I Swear (VENCEDOR)
Timothée Chalamet, Marty Supreme
Leonardo DiCaprio, Uma Batalha Após a Outra
Ethan Hawke, Blue Moon
Michael B. Jordan, Pecadores
Jesse Plemons, Bugonia

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
Odessa A’Zion, Marty Supreme
Inga Ibsdotter Lilleaas, Valor Sentimental
Wunmi Mosaku, Pecadores (VENCEDORA)
Carey Muligan, The Ballad of Wallis Island
Teyana Taylor, Uma Batalha Após a Outra
Emily Watson, Hamnet

MELHOR ATOR COADJUVANTE
Benicio Del Toro, Uma Batalha Após a Outra
Jacob Elordi, Frankenstein
Paul Mescal, Hamnet
Peter Mullan, I Swear
Sean Penn, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Stellan Skarsgard, Valor Sentimental

MELHOR DIREÇÃO DE ELENCO
Lauren Evans, I Swear (VENCEDORA)
Jennifer Venditti, Marty Supreme
Cassandra Kulukundis, Uma Batalha Após a Outra
Yngvill Kolset Haga, Avy Kaufman, Valor Sentimental
Francine Maisler, Pecadores

MELHOR FOTOGRAFIA
Dan Laustsen, Frankenstein
Darius Khondki, Marty Supreme
Michael Bauman, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Autumn Durald Arkapaw, Pecadores
Adolpho Veloso, Sonhos de Trem

MELHOR MONTAGEM
Stephen Mirrione, F1
Kirk Baxter, Casa de Dinamite
Ronald Bronstein, Josh Safdie, Marty Supreme
Andy Jurgensen, Uma Batalha Após a Outra (VENCEDOR)
Michael O. Shawver, Pecadores

MELHOR FIGURINO
Kate Hawley, Frankenstein (VENCEDORA)
Malgosia Turzanska, Hamnet
Miyako Bellizzi, Marty Supreme
Ruth E. Carter, Pecadores
Paul Tazewell, Wicked: Parte II

MELHOR CABELO & MAQUIAGEM
Jordan Samuel, Cliona Furey, Mike Hill, Megan Many, Frankenstein (VENCEDORES)
Nicole Stafford, Hamnet
Kyra Panchenko, Kay Georgiou, Mike Fontaine, Marty Supreme
Siân Richards, Shunika Terry, Ken Diaz, Mike Fontaine, Pecadores
Frances Hannon, Laura Blount, Mark Coulier, Sarah Nuth, Wicked: Parte II

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL
Jerskin Fendrix, Bugonia
Alexandre Desplat, Frankenstein
Max Richter, Hamnet
Jonny Greenwood, Uma Batalha Após a Outra
Ludwig Göransson, Pecadores (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO
Tamara Deverell, Shane Vieau, Frankenstein (VENCEDORES)
Fiona Crombie, Alice Felton, Hamnet
Jack Fisk, Adam Willis, Marty Supreme
Florencia Martin, Anthony Carlino, Uma Batalha Após a Outra
Hannah Beachler, Monique Champagne, Pecadores

MELHOR SOM
Gareth John, Al Nelson, Gwendolyn Yates Whittle, Gary A. Rizzo, Juan Peralta, F1 (VENCEDORES)
Greg Chapman, Nathan Robitallie, Nelson Ferreira, Christian Cooke, Brad Zoem, Frankenstein
José Antonio Garcia, Christopher Scarabosio, Tony Villaflor, Uma Batalha Após a Outra
Chris Welcker, Benny Burtt, Brandon Proctor, Steve Boeddeker, Felipe Pacheco, Pecadores
Mitch Low, Ben Barker, Howard Bargroff, Richard Spooner, Tempo de Guerra

MELHORES EFEITOS VISUAIS
Joe Letteri, Richard Baneham, Daniel Barrett, Eric Saindon, Avatar: Fogo e Cinzas (VENCEDORES)
Ryan Tudhope, Keith Alfred Dawson, Nicolas Chevallier, Robert Harrington, F1
Dennis Berardi, Ayo Burgess, Ivan Busquets, José Granell, Frankenstein
Christian Mänz, Francois Lambert, Glen McIntosh, Terry Palmer, Como Treinar o Seu Dragão
Charlie Noble, Brandon K. McLaughlin, David Zaretti, O Ônibus Perdido

MELHOR CURTA ANIMADO BRITÂNICO
Cardboard
Solstice
Two Black Boys in Paradise (VENCEDOR)

MELHOR CURTA BRITÂNICO
Magid/Zagar
Nostalgie
Terence
This Is Endometriosis (VENCEDOR)
Welcome Home Freckles

EE ESTRELA EM ASCENSÃO (VOTO DO PÚBLICO)
Robert Aramayo (VENCEDOR)
Miles Caton
Chase Infiniti
Archie Madekwe
Posy Sterling

‘Ganhar ou Perder’: Minissérie da Pixar conquista TRÊS estatuetas do Annie Awards 2026

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A série original ‘Ganhar ou Perder’, da parceria Disney Pixar, se tornou uma das produções mais elogiadas do estúdio nos últimos anos – e foi uma das vitoriosas da 53ª edição do Annie Awards.

Durante a cerimônia, a produção levou para casa três prêmios das categorias televisivas: Melhor MinissérieMelhor Animação de PersonagensMelhor Trilha Sonora.

Lembrando que a série está disponível no Disney+.

‘Ganhar ou Perder’ conta a história de um time de softball do ensino fundamental que se prepara para um jogo decisivo do campeonato.

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‘Efeitos Colaterais’: Aclamada animação adulta conquista QUATRO prêmios do Annie Awards 2026

A série de animação ‘Efeitos Colaterais‘ se tornou uma das produções mais elogiadas do ano passado do extenso catálogo do Adult Swim – e foi um dos principais relembrados da 53ª edição do Annie Awards.

A temporada de estreia levou para casa quatro prêmios das categorias televisivas, incluindo Melhor DireçãoMelhor RoteiroMelhor EditorialMelhor Produção Televisiva para Adultos.

Lembrando que a série já foi renovada para a 2ª temporada.

A série com episódios de meia hora acompanha Marshall e Frances, dois ex-colegas de escola que compartilham um segredo: eles descobriram o melhor remédio do mundo, um cogumelo que cura quase tudo. Mas divulgá-lo ao mundo não será fácil – a Anvisa, as grandes empresas farmacêuticas e os empresários internacionais estão todos tentando detê-los.

Joe Bennett e Steve Hely assinam a criação de ‘Efeitos Colaterais‘, que traz Mike Judge e Greg Daniels como os produtores executivos.

Por meio de um comunicado oficial, Michael Ouweleen, presidente da Adult Swim (divisão da Warner responsável pelas animações adultas), o trabalho de Joe e Steve é uma evidência do enorme talento da dupla criativa para pensar fora da caixa e criar histórias que tirem o público de suas zonas de conforto.

“Joe e Steve fizeram seu trabalho, ao criar uma peça de televisão que desafia os limites e define o gênero, que reformula o que a ‘animação adulta’ é capaz de fazer. E todos vocês fizeram seu trabalho ao aparecer no Adult Swim e no Max para apoiar o programa e iluminar suas redes sociais para espalhar a palavra. Então, viu? PODEMOS ter coisas boas”.

Joseph Lee Anderson, Mike Judge, Martha Kelly, Dave King e Emily Pendergast são alguns dos atores que emprestam suas vozes para os personagens.

‘Love, Death + Robots’ conquista TRÊS estatuetas do Annie Awards 2026

Love, Death + Robots‘ continua a trilhar um caminho de extremo sucesso crítico e comercial – e a 4ª temporada da antologia sci-fi fez bonito durante o anúncio de vencedores da 53ª edição do Annie Awards.

Na cerimônia, a produção levou para casa três estatuetas das categorias televisivas: Melhor StoryboardingMelhor Design de PersonagensMelhor Design de Produção.

Lembrando que a série está disponível na Netflix.

Love Death Robots Temporada 4 Poster

‘Love, Death + Robots’ é uma série de antologia que reúne contos animados em uma mistura de ficção científica, fantasia, terror e comédia. Produzida por diretores do mundo todo, ela traz diferentes histórias sobre lobisomens soldados, caçadores de recompensas de cyborg e até mesmo aranhas alienígenas. Robôs, monstros de lixo e demônios sedentos também não faltam por lá. Tudo isso combinado com as técnicas e estilos de animação de cada cineasta ou estúdio envolvido no projeto. O que faz de Love, Death + Robots’ um dos títulos mais ousados do catálogo da Netflix, com muito sangue, sexo e violência.

A série foi criada por David Fincher (‘Garota Exemplar’) e Tim Miller (‘Deadpool’).

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‘Guerreiras do K-Pop’ conquista DEZ estatuetas do Annie Awards, o Oscar da animação

Guerreiras do K-Pop é um verdadeiro fenômeno do cenário do entretenimento – e continua a marcar presença na temporada de premiações.

Durante o anúncio dos vencedores da 53ª edição do Annie Awards, o Oscar da animação, o longa-metragem liderou a lista ao sair vitorioso nas dez categorias em que concorria, incluindo Melhor Direção, Melhor Filme Animado e Melhor Atuação de Voz para Arden Cho como Rumi.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

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Annie Awards 2026 | ‘Guerreiras do K-Pop’ domina a lista de vencedores do Oscar da animação

Os vencedores da 53ª edição dos Annie Awards foram revelados no último dia 21 de fevereiro – e o sucesso da Netflix‘Guerreiras do K-Pop’, fez a limpa na premiação ao levar para casa nada menos que dez estatuetas (das dez categorias em que concorria).

O longa foi condecorado com prêmios como Melhor AnimaçãoMelhor Direção para Maggie KangChris Appelhans, e Melhor Atuação de Voz para Arden Cho como Rumi.

Já nas categorias televisivas, a aclamada série ‘Love, Death + Robots’, também da Netflix, conquistou três estatuetas, enquanto títulos como ‘Ganhar ou Perder’‘Efeitos Colaterais’‘Bob Burgers’‘O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball’ também saíram vitoriosos.

Confira a lista completa abaixo:

MELHOR ANIMAÇÃO
Elio
Guerreiras do K-Pop (VENCEDORA)
A Pequena Amélie
Os Caras Malvados 2
Zootopia 2

MELHOR ANIMAÇÃO INDEPENDENTE
A Magnificent Life
Arco (VENCEDORA)
I’m Frankelda
Separados Pelas Estrelas
Scarlet

MELHOR SÉRIE DE TELEVISÃO – PRÉ-ESCOLA
Eva, a Coruja
Pré-Escola: O Musical
O Show do Mini Chef
Wow Lisa (VENCEDORA)
Xavier Charada e o Museu Secreto

MELHOR SÉRIE DE TELEVISÃO – INFANTIL
My Melody & Kuromi
Spice Frontier: Escape From Veltegar
Tartarugas Ninja: Histórias Mutantes
O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball (VENCEDORA)
Wylde Pak

MELHOR SÉRIE DE TELEVISÃO – ADULTO
Bob’s Burgers
Efeitos Colaterais (VENCEDORA)
Haha, You Clowns
Il Barracchino
South Park

MELHOR PRODUÇÃO ESPECIAL
A Loud House Christmas Movie: Naughty or Nice
Adult Swim’s The Elephant
Not Just a Goof
Snoopy Presents: A Summer Musical (VENCEDORA)
The Night Before Christmas in Wonderland

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMADO
Cardbord
Ovary-Acting
Pillowzzz
Snow Bear (VENCEDOR)
The Girl Who Cried Pearls

MELHOR MINISSÉRIE
Asterix & Obelix: O Combate dos Chefes
Olhos de Wakanda
Marvel Zumbis
Star Wars: Visions – Volume 3
Ganhar ou Perder (VENCEDORA)

MELHOR FILME ESTUDANTIL
A Sparrow’s Song (VENCEDOR)
Acrobats
Jour de vent
The Undying Pain of Existence
TRASH

MELHOR EFEITOS DE ANIMAÇÃO EM TV
Marvel Zumbis
Planeta Pré-Histórico (VENCEDOR)
Spice Frontier
Star Wars: Visions
WONDLA

MELHORES EFEITOS DE ANIMAÇÃO
Elio
Nos Seus Sonhos
Guerreiras do K-Pop (VENCEDOR)
Os Caras Malvados 2
Zootopia 2

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM TV
Asterix & Obelix: O Combate dos Chefes
Forevergreen
Snoopy Presents: A Summer Musical
Os Simpsons
Ganhar ou Perder (VENCEDOR)

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM FILME DE ANIMAÇÃO
Elio
Guerreiras do K-Pop (VENCEDOR)
A Pequena Amélie
Os Caras Malvados 2
Zootopia 2

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM PRODUÇÃO LIVE-ACTION
Um Filme Minecraft
Capitão América: Admirável Mundo Novo
Como Treinar o Seu Dragão (VENCEDOR)
Planeta Pré-Histórico
Superman

MELHOR ANIMAÇÃO DE PERSONAGENS EM VIDEOGAME
Bye Sweet Carole
Death Stranding 2: On the Beach
Ghost of Yōtei
Keeper
South of Midnight (VENCEDOR)

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM TV
Asterix e Obelix: O Combate dos Chefes
Bat-Fam
Love, Death + Robots (VENCEDOR)
Wednesdays with Gramps
Ganhar ou Perder

MELHOR DESIGN DE PERSONAGENS EM FILME ANIMADO
Elio
Fixed
Guerreiras do K-Pop (VENCEDOR)
Bob Esponja: Em Busca da Calça Quadrada
Os Pestes

MELHOR DIREÇÃO EM SÉRIE
Vincent Tsui, “Cliff’s Edge” (Efeitos Colaterais) (VENCEDOR)
Fuga Yamashiro & Abel Góngora, “Clash! Space Kaiju vs. Giant Robot!” (DAN DA DAN)
Siri Melchior, “It’s a Boat” (Not a Box)
JJ Conway & Kevin Molina-Ortiz, “Rise of the Night Ninja” (Tartarugas Ninja: Histórias Mutantes)
James A. Castillo, El Fantasma de la Quinta

MELHOR DIREÇÃO EM FILME
Ugo Bienvenu, Adam Sillard & Anaëlle Saba, Arco
Tatsuya Yoshihara, Chainsaw Man: O Filme – Arco da Reze
Maggie Kang & Chris Appelhans, Guerreiras do K-Pop (VENCEDORES)
Maïlys Vallade & Liane-Cho Han, A Pequena Amélie
Mamoru Hosoda, Scarlet

MELHOR TRILHA SONORA EM SÉRIE
Efeitos Colaterais
Devil May Cry
Éiru
Snoopy Presents: A Summer Musical
Ganhar ou Perder (VENCEDORA)

MELHOR TRILHA SONORA EM FILME
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop (VENCEDORA)
A Pequena Amélie
Zootopia 2

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM SÉRIE
Asterix e Obelix: O Combate dos Chefes
Forevergreen
Love, Death + Robots (VENCEDOR)
ParaNorman: The Thrifting
Wednesdays with Gramps

MELHOR DESIGN DE PRODUÇÃO EM FILME
Elio
Guerreiras do K-Pop (VENCEDOR)
Os Caras Malvados 2
Os Pestes
Zootopia 2

MELHOR STORYBOARDING EM TV
Love, Death + Robots (VENCEDOR)
ParaNorman:The Thrifting
Snow Bear
As Tartarugas-Ninja
Ganhar ou Perder

MELHOR STORYBOARDING EM FILME
Arco
Elio
A Pequena Amélie
Os Caras Malvados 2 (VENCEDOR)
Zootopia 2

MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM SÉRIE
Dan Mintz, Bob’s Burgers (VENCEDOR)
Erika Henningsen, Hazbin Hotel
Abbi Jacobson, Long Story Short
Zach Hadel, Smiling Friends
Alkaio Thiele, O Mundo Maravilhosamente Estranho de Gumball

MELHOR ATUAÇÃO DE VOZ EM FILME
Lil Rey Howery, O Homem Cão
Remy Edgerly, Elio
Craig Robinson, Nos Seus Sonhos
Arden Cho, Guerreiras do K-Pop (VENCEDORA)
Maitreyi Ramakrishnan, Os Pestes

MELHOR ROTEIRO EM SÉRIE
Ramy Youssef & Pam Brady, “NINE TEN” (#1 Happy Family USA)
Pendleton Ward, Ian Jones-Quartey, Rebecca Sugar & Patrick McHale, The Elephant
Joe Bennett & Steve Hely, “Pilot” (Efeitos Colaterais) (VENCEDORES)
Allison Flom, Lulu is a Rhinoceros
Carrie Hobson & Michael Yates, “Pickle” (Ganhar ou Perder)

MELHOR ROTEIRO EM FILME
Julia Cho, Mark Hammer & Mike Jones, Elio
Danya Jimenez , Hannah McMechan, Maggie Kang & Chris Appelhans, Guerreiras do K-Pop (VENCEDORES)
Liane-Cho Han, Aude Py, Maïlys Vallade & Eddine Noël, A Pequena Amélie
Mamoru Hosoda, Scarlet
Jared Bush, Zootopia 2

MELHOR EDITORIAL EM SÉRIE
Asterix e Obelix: O Combate dos Chefes
Efeitos Colaterais (VENCEDOR)
Haunted Hotel
Invencível
Tom Clancy’s Splinter Cell: Deathwatch

MELHOR EDITORIAL EM FILME
Arco
Elio
Guerreiras do K-Pop (VENCEDOR)
A Pequena Amélie
Olivia & las Nubes

Amy Madigan revela que ficou SURPRESA com indicação ao Oscar por ‘A Hora do Mal’ e questiona: “Você acha que a tia Gladys acabaria aqui”

A atriz Amy Madigan, que interpreta a sinistra Tia Gladys no terrorA Hora do Mal, comentou recentemente sobre sua indicação ao Oscar 2026 na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante.

Em entrevista à Variety, a veterana revelou que jamais imaginou retornar à premiação 40 anos após sua primeira indicação.

“Não! Posso ser honesta com você. Da primeira vez, foi uma surpresa completa. Todo o mundo de como você navega por isso era totalmente diferente”, afirmou.

“Eu trabalhei com um elenco, Gene Hackman, Ellen Burstyn, Ann-Margaret e Brian Dennehy, então eu pensei: ‘Uau, eu conheço essas pessoas pelo trabalho delas’. Fiquei muito surpresa. Mas desta vez… quero dizer, você acha que a tia Gladys acabaria aqui no Oscar? Não [risos]. Não por causa da qualidade, mas por causa do preconceito de gênero. Mas adorei estar errada sobre isso”, acrescentou.

Madigan também celebrou sua indicação e vitória no Critics’ Choice Award:

“Mais uma vez, eu estava em um grupo de pessoas incríveis. Não estava esperando. Quando chamaram meu nome, pensei: ‘O quê?’ E, se alguém estiver assistindo, eu corri até lá, o que foi meio hilário. Mas foi um prazer. O trabalho dos críticos é pessoal, muito emocional, e precisamos dele para ajudar a divulgar, mostrar às pessoas que isso é um grande filme. O amor que surgiu pela tia Gladys não era esperado”, destacou.

Consolidada na temporada, Madigan chega ao Oscar após vencer o Critics Choice e conquistar indicações ao Globo de Ouro e ao SAG Awards.

A disputa pela estatueta de Melhor Atriz Coadjuvante será acirrada, com um time de peso:

A cerimônia do Oscar acontece no dia 15 de março. 

Relembre o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘A Hora do Mal’ finca os dentes em uma poderosa e arrepiante narrativa

Josh Brolin (‘Sicario: Terra de Ninguém’) estrela a produção – substituindo o ator Pedro Pascal (‘The Last of Us’), que teve que abandonar o projeto por causa de conflitos em sua agenda.

O elenco ainda conta com Renate Reinsve (‘A Pior Pessoa do Mundo’), Alden Ehrenreich (‘O Urso do Pó Branco’), Julia Garner (‘Inventando Anna’), Benedict Wong (‘Doutor Estranho’), Amy Madigan (‘Espíritos Obscuros’), Austin Abrams (‘Euphoria’) e Cary Christopher (‘Days of Our Lives’).

Crítica | ‘Encontros e Despedidas’ – Drama na NETFLIX reflete sobre o amor que sobrevive e transforma

Diretamente da Ásia, chegou ao catálogo da Netflix, neste início de 2026, um filme que explora os caminhos tumultuados das escolhas importantes da vida por meio de uma família que se esconde do perdão, mas que tem novamente uma chance de se unir. Com essa premissa logo estabelecida para os conflitos que se seguem, chegamos a uma trama de grande apelo popular, que sugere fáceis identificações com a realidade. Não tenha dúvidas: Encontros e Despedidas pode conquistar você.

Dirigido por Cathy Garcia-Sampana, esse longa-metragem filipino nos convida a mergulhar nas intimidades de uma família – seus dilemas e confrontos – que vive seus dias na luta de um empreendimento familiar e vê sua rotina completamente alterada pela chegada do primogênito, proprietário de um restaurante nos Estados Unidos.

Cena do filme: 'Encontros e Despedidas'
Cena do filme: ‘Encontros e Despedidas

Baby (Maricel Soriano) é daquelas mãezonas que gostam de ter toda sua família por perto. Mas isso raramente é possível, pois seu primeiro filho se distanciou de todos – inclusive deixando a filha para Baby criar. Quando seu negócio chega à beira da falência, Tupe (Piolo Pascual) volta para casa em busca da ajuda da mãe, mas descobre que ela está com uma doença cruel, já em estágio bem avançado. Precisando se entender com toda a família, que sempre joga um olhar desconfiado a ele, todos percebem que precisam se unir novamente para realizar o último desejo da mãe: conhecer um astro coreano.

Cena do filme: 'Encontros e Despedidas'
Cena do filme: ‘Encontros e Despedidas

De forma leve e com bons momentos de descontração – além de personagens carismáticos -, a narrativa percorre os caminhos tumultuados da arte de amar, do perdão e das consequências em torno de uma decisão. A emoção é direta, sem contornos, inserida em uma estrutura de narrativa tradicional, que se torna atraente ao público logo de cara. Você pode facilmente se emocionar ou ser fisgado a qualquer momento por essa história.

Cena do filme: 'Encontros e Despedidas'
Cena do filme: ‘Encontros e Despedidas

Nada aqui soa piegas, apelativo ou sem sentido. Há um certo respeito pelo instante de dor -algo vivido por muitos em algum momento da vida – expresso no período difícil enfrentado pela personagem matriarca. O certeiro roteiro chacoalha as emoções do público através da simplicidade, fugindo de uma experiência angustiante e apostando nas reflexões positivas que o tema permite.

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Mesmo com leves exageros e até uma certa redundância ao apresentar os conflitos que se projetam, cada pedaço de desenvolvimento da trama caminha de mãos dadas com o discurso da dinâmica familiar – um grande acerto do projeto.

Encontros e Despedidas é um filme que te instiga a pensar sobre sua própria família e as maneiras como o amor sobrevive e transforma.

Melissa Barrera vai interpretar Rose em paródia irreverente de ‘Titanic’ na Broadway

A estrela Melissa Barrera assumirá o papel de Rose em “Titanique”, o aclamado musical que parodia com irreverência o clássico de James Cameron.

Segundo a Variety, a peça chega à Broadway com uma proposta ousada: desvendar o que “realmente aconteceu com Jack e Rose naquela noite fatídica”, sob a trilha sonora épica de Céline Dion.

O musical funde clássicos como “My Heart Will Go On” e “All by Myself” a uma narrativa carregada de humor absurdo e exagero teatral.

O elenco também conta com John Riddle no papel de Cal Hockley, personagem originalmente interpretado por Billy Zane no filme. Já Layton Williams fará sua estreia na Broadway como o Iceberg.

A co-criadora Marla Mindelle reprisará seu papel como Céline Dion, enquanto Constantine Rousouli interpretará Jack Dawson.

Outro destaque é o vencedor do Emmy e indicado ao Tony Jim Parsons, que dará vida a Ruth DeWitt Bukater, mãe de Rose. A indicada ao Grammy Deborah Cox interpretará Molly Brown, personagem originalmente vivida por Kathy Bates no longa.

Titanic

Filho de Ozzy Osbourne, Jack Osbourne revela detalhes da cinebiografia do pai: “É uma história de origem”

Jack Osbourne, filho do lendário Ozzy Osbourne, compartilhou detalhes inéditos sobre a aguardada cinebiografia de seu pai.

Conforme relatado pelo Blabbermouth, Jack está profundamente envolvido como produtor do filme, que será lançado pela Sony Pictures.

“Estamos trabalhando no filme do meu pai agora, e eu sou um dos produtores. Estamos fazendo com a Sony Pictures. Estou realmente envolvido profundamente nisso. E é engraçado. De toda a equipe reunida, com produtores, diretores e atores incríveis, eu sou o menos qualificado, mas todos vêm até mim. Sou o intermediário, porque se precisam fazer perguntas para minha mãe, ou se minha mãe precisa perguntar algo para eles, eu acabo sendo o elo entre todos. Estou realmente aproveitando a experiência e aprendendo muito”, afirmou.

Ele acrescentou: “Filmes são diferentes. É um tipo completamente diferente de trabalho”.

Jack revelou que o escopo do roteiro foi reduzido para garantir uma narrativa mais impactante. Inicialmente, o filme cobriria até meados dos anos 90, mas o foco agora será a origem da carreira solo de Ozzy.

“Foi anunciado que estamos fazendo com a Sony Pictures. Ainda não anunciamos o elenco, porque não definimos tudo”, destacou.

O longa contará com músicas do Black Sabbath e da carreira solo de Ozzy, sob a produção da Osbourne Media. O elenco ainda não foi definido, pois o roteiro passa por revisões finais.

“Inicialmente, cobriria desde meu pai jovem até meados dos anos 1990, mas estamos reduzindo isso. Estamos reescrevendo o roteiro agora. Na minha visão perfeita, mostraria o fim do Sabbath e o início da carreira solo dele. Porque você precisa da história de amor, e esse é o foco principal do filme, além de toda a loucura do começo dos anos 1980 e a morte trágica de Randy Rhoads. É uma história de origem”, explicou.

Causa da morte de Ozzy Osbourne é REVELADA

A cinebiografia ganha um peso emocional ainda maior após a partida de Ozzy. O músico faleceu em 22 de julho de 2025, aos 76 anos, vítima de um ataque cardíaco.

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Jessica Henwick comenta possível retorno como Colleen Wing em ‘Demolidor: Renascido’

A atriz Jessica Henwick, que deu vida à heroína Colleen Wing em Punho de Ferro, falou recentemente sobre a possibilidade de reprisar o papel em Demolidor: Renascido’.

Segundo o ComicBookMovie, Henwick comentou sobre o assunto e negou, ao menos por enquanto, seu retorno à série:

“Eu não estou em Demolidor: Renascido. No entanto, fui visitar o set e me diverti muito. Posso dizer que a nova temporada vai ser incrível. É incrível. Ver o Charlie com o uniforme foi muito nostálgico e divertido. Ele é simplesmente perfeito nesse papel”, afirmou.

A atriz também demonstrou entusiasmo com o futuro da produção e com a reação do público:

“Que cara incrível, que série incrível. Estou muito animada pelos fãs. Eles vão ficar felizes. E os fãs das séries da Netflix vão ficar muito felizes”, acrescentou.

Vale lembrar que a segunda temporada de Demolidor: Renascido’ também trará de volta Jessica Jones, aumentando as expectativas dos fãs por um possível reencontro entre ‘Os Defensores’.

Demolidor: Renascido’ está disponível no Disney+.

Na trama, Matt Murdock, um advogado cego com habilidades aprimoradas, está lutando por justiça por meio de seu movimentado escritório de advocacia, enquanto o ex-chefe da máfia Wilson Fisk vai atrás de seus próprios empreendimentos políticos em Nova York. Quando suas identidades passadas começam a emergir, os dois homens se encontram em rota de colisão inevitável.

A produção conta com o retorno de Charlie Cox no papel do herói titular. Ele já havia sido introduzido ao MCU no filme ‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa‘ e na série ‘Mulher-Hulk: Defensora de Heróis‘.

O elenco conta com o retorno de Vincent D’Onofrio (Wilson Fisk), Elden Hanson (Foggy Nelson), Deborah Ann Woll (Karen Page), Jon Bernthal (Justiceiro) e Wilson Bethel (Ben Poindexter/Mercenário).

Lembrando que a 2ª temporada contará com Matthew Lillard e com o retorno de Krysten Ritter como Jessica Jones.

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Berlinale 2026 | Com discursos políticos acalorados, festival concede Urso de Ouro ao turco ‘Yellow Letters’ e ‘Queen at Sea’ é o mais premiado da noite

Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay dividem Urso de Prata de Melhor Atuação coadjuvante por Queen at Sea

Após polêmicas ao longo de todo o festival, motivadas pelas declarações do presidente do júri, Wim Wenders, sobre o cinema não ser político, a cerimônia de premiação deste sábado, 21 de fevereiro, foi marcada por discursos de apoio à Palestina e a outras nações em conflito.

De forma surpreendente, após uma recepção fria da crítica, o vencedor do Urso de Ouro foi o turco Yellow Letters, de İlker Çatak, exibido logo no primeiro dia da mostra competitiva.

Yellow Letters

Antes da celebração, a diretora do festival, Tricia Tuttle, comentou sobre os dez dias de evento:

“A liberdade de expressão na Berlinale não é uma única voz. São muitas vozes. Às vezes calmas. Às vezes iradas. Às vezes parecem silenciosas, mas estão falando através do cinema. Essas vozes podem ser contraditórias. Um festival não resolve os conflitos do mundo. Mas pode criar espaço para a complexidade, para ouvir e humanizar uns aos outros.”

Sem adotar um posicionamento direto, a diretora buscou apaziguar os ânimos após dias de discursos inflamados e manifestações públicas. Ela completou afirmando que a complexidade também se refletia nos filmes da competição:

“Eles não oferecem uma única perspectiva — embora todos tenham algo em comum. Compartilham uma profunda preocupação com este mundo e com as pessoas. Exortam, inspiram, exigem e insistem, silenciosamente ou em voz alta, para que nós vejamos.”

Na mostra de curtas, o prêmio de melhor filme foi para a produção libanesa Someday a Child, de Marie-Rose Osta. O filme aborda crianças com superpoderes que enfrentam aviões que bombardeiam a Palestina. Os discursos políticos atravessaram toda a cerimônia, e até mesmo Wim Wenders leu uma carta para tentar “tirar o elefante da sala”, mas sem se aprofundar diretamente nos conflitos mencionados.

Entre os momentos mais celebrados da noite estiveram os prêmios de atuação. O Urso de Prata de Melhor Atuação Coadjuvante foi dividido entre Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay, que interpretam um casal lidando com a progressão da demência da esposa em Queen at Sea, de Lance Hammer. Ambos roubaram a cena dançando no tapete vermelho e sairam do palco com incubência de dividir o urso entre eles. Já o prêmio de Melhor Atuação Principal ficou com Sandra Hüller, por sua performance de homem em Rose, dirigido por Markus Schleinzer.

Sandra Huller
Sanadra Hüller ganha Urso de Prata de Melhor Interpretação principal por Rose

Para surpresa da crítica, dois dos três principais prêmios da noite foram para filmes que não figuravam entre os favoritos. Produções de forte viés político, abordando genocídio e injustiça social, acabaram dominando o resultado final. Os brasileiros Karim Aïnouz e Beth de Araújo não foram lembrados por Rosebush Prunning e Josephine, respectivamente.

Confira todos os vencedores:

Urso de Ouro: Yellow Letters, de İlker Çatak, Alemanha, Turquia e França

Urso de Prata – Grande Prêmio do Júri: Salvation, de Emin Alper, Turquia

Urso de Prata – Prêmio do Júri: Queen at Sea, de Lance Hammer, Estados Unidos

Urso de Prata – Melhor Direção: Grant Gee, por Everybody Digs Bill Evans, eino Unido

Urso de Prata – Melhor Atuação Principal: Sandra Hüller por Rose, de Markus Schleinzer, Áustria

Urso de Prata – Melhor Atuação Coadjuvante: Anna Calder-Marshall e Tom Courtenay por Queen at Sea, de Lance Hammer, Estados Unidos

Urso de Prata – Melhor Roteiro: Geneviève Dulude-de Celles, por Nina Roza, Canadá

Urso de Prata – Contribuição Artística Excepcional: Yo (Love is a Rebellious Bird), de Anna Fitch e Banker White, Estados Unidos

Prêmio FIPRESCI (Competição): Soumsoum, the Night of the Stars, de Mahamat-Saleh Haroun, Chade

Mark Ruffalo revela que quase desistiu de atuar após trabalhar em ‘O Enviado’

O astro Mark Ruffalo revelou recentemente que quase abandonou a atuação de forma definitiva no passado. Segundo o Entertainment Weekly, o ator chegou a tomar medidas drásticas antes de receber uma das maiores honras de sua carreira.

“Eu dirigi um filme… e, literalmente, amei tanto a experiência que decidi desistir de atuar. Demiti meu agente e meu empresário e pensei: ‘É isso'”, afirmou Ruffalo.

No entanto, o destino mudou seus planos: “Fui indicado ao Oscar e tudo mudou para mim; então, voltei a atuar”.

Ruffalo fez sua estreia na direção em 2010 com o longa ‘O Enviado’ (Sympathy for Delicious), no qual também atuou ao lado de um elenco estrelado. A obra foi bem recebida pela crítica, vencendo o Prêmio Especial do Júri no Festival de Sundance daquele ano.

Apesar do sucesso como ator, Ruffalo confirmou que o desejo de comandar produções atrás das câmeras continua vivo.

“Há um projeto que venho desenvolvendo nos últimos quatro anos e que realmente quero tirar do papel. Ele está começando a ganhar força agora, então eu gostaria muito de voltar a dirigir”, revelou.

Vale lembrar que o trabalho mais recente do ator é o longa ‘Caminhos do Crime’.

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‘Caminhos do Crime’ está em cartaz nos cinemas nacionais. 

A direção fica por conta de Bart Layton, conhecido por ‘Animais Americanos’, que também assina o roteiro ao lado de Peter Straughan.

A trama acompanha uma série de roubos de joias de alto nível na Costa do Pacífico. Embora a polícia associe os crimes a cartéis colombianos, o detetive Lou Lubesnick segue outra linha de investigação e passa a perseguir um suspeito específico: um ladrão determinado a realizar seu último grande golpe.

Vale lembrar que a Amazon Prime Video desembolsou cerca de US$ 90 milhões para garantir os direitos do projeto, superando a Netflix na disputa pelo lançamento da produção.

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‘Hamnet’: Ian McKellen detona filme de Chloé Zhao; “Não entendo muito bem”

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O veterano Ian McKellen surpreendeu o público recentemente ao revelar que não é fã de Hamnet, o novo longa de Chloé Zhao indicado ao Oscar, afirmando que “não entende muito bem” a proposta do filme.

Conforme relatado pelo NME, McKellen não se sentiu convencido pela obra e questionou a falta de realismo da premissa.

“Eu não entendo muito bem. Não tenho muito interesse em tentar descobrir de onde veio a imaginação de Shakespeare, mas certamente não veio apenas da vida familiar”, afirmou.

O que mais incomodou McKellen foi a forma como a esposa de Shakespeare é retratada, sugerindo que ela nunca teria visto uma peça antes.

“É improvável, considerando o que o marido fazia para viver. Ela não parece saber o que é uma peça! Acho que há dúvidas em termos de plausibilidade”, explicou.

Apesar das críticas, o ator acredita que o filme terá sucesso nas premiações devido ao fascínio histórico pelo tema.

“À medida que Hamnet avança rumo ao Oscar, é provável que repita o sucesso de Shakespeare Apaixonado, que tinha visões estranhas sobre como as peças eram encenadas. Mas Shakespeare foi talvez a pessoa mais famosa que já viveu, então é natural que haja interesse em como ele era e como era sua relação com a família”, acrescentou.

Steven Spielberg faz história e, com ‘Hamnet’, quebra o próprio recorde no Oscar

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De ‘O Agente Secreto’ a ‘Pecadores’: Onde assistir aos filmes indicados a Melhor Filme no Oscar 2026

Baseado no aclamado drama literário,Hamnet – A Vida Antes de Hamlet foi um dos maiores destaques da lista de indicados deste ano. O longa é estrelado por Paul Mescal (‘Gladiador II’) e Jessie Buckley (‘Pequenas Cartas Obscenas’), cujas performances foram essenciais para levar a produção ao topo das apostas da Academia.

O projeto conquistou nada menos que oito nomeações ao maior prêmio do cinema, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Zhao e Melhor Atriz para Buckley. Infelizmente, Mescal foi esnobado na categoria de Melhor Ator Coadjuvante.

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Crítica | ‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’ é uma OBRA-PRIMA de Chloé Zhao [Festival do Rio 2025]

Hamnet – A Vida Antes de Hamlet tem estreia marcada nos cinemas nacionais para 26 de janeiro de 2026, mais de um mês após seu lançamento nos Estados Unidos.

O longa é uma adaptação do romance homônimo de Maggie O’Farrell.

Trata-se de uma ficção histórico que gira em torno de Agnes – a esposa do escritor mais famoso do mundo, William Shakespeare – enquanto ela luta para aceitar a perda de seu único filho, Hamnet. O romance traça as consequências emocionais, familiares e artísticas dessa perda, trazendo à vida uma história humana e emocionante como pano de fundo para a criação da peça mais famosa de Shakespeare, ‘Hamlet’.

Além de dirigir, Zhao assina o roteiro junto a O’Farrell.

Crítica | Documentário da Netflix explora os bastidores das POLÊMICAS de ‘America’s Next Top Model’

Em uma era com padrões de beleza rígidos e pouca diversidade nas telas e nas passarelas, Tyra Banks teve uma ideia que revolucionou não apenas a televisão norte-americana, mas também a percepção do público em relação ao mundo da moda. Com seu reality competitivo ‘America’s Next Top Model‘, Banks tinha a intenção de desafiar os padrões da indústria, dando destaque a uma pluralidade de corpos, estilos e etnias. No entanto, ao invés de inspirar uma nova geração de mulheres, o programa se tornou uma peça monstruosa da máquina que estava tentando combater.

Apesar de ter se tornado um fenômeno de audiência em seus primeiros ciclos, o reality foi gradativamente perdendo a atenção do público – seja por conta das polêmicas nos bastidores, seja por causa dos desafios cada vez mais absurdos que afastaram a produção de sua proposta original. Foi somente durante a pandemia de COVID, um período longo de quarentena que forçou as pessoas a ficarem em casa assistindo televisão, que o reality foi redescoberto e ganhou uma sobrevida. Mas os absurdos do programa não passaram batidos sob a ótica de uma nova geração, e a feiura do reality obcecado pela busca da beleza foi novamente colocada em foco.

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A série documental da Netflix, ‘America’s Next Top Model: Choque de Realidade‘, explora superficialmente algumas das maiores controvérsias do programa, mas não consegue se aprofundar em nenhuma dessas questões. Todos os envolvidos comentam sobre os incidentes de forma clínica e distante, como se tudo fosse apenas um produto de seu tempo e a culpa pertencesse a toda uma era de insensibilidade midiática. Em determinado momento, Tyra culpa até mesmo o público pelos extremos do programa: “Vocês estavam pedindo por isso. Os espectadores queriam mais, mais e mais.”

Os únicos depoimentos que despertam qualquer tipo de sentimento real são das participantes, mas nem mesmo aqui ganham o protagonismo que merecem, tendo que dividir um limitado tempo de tela com jurados, executivos e produtores que pouco têm a dizer.

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Ironicamente, um dos momentos mais infames do programa – quando Tyra perde o controle e grita com uma participante (“Eu estava torcendo por você, todos nós estávamos torcendo por você. Como você se atreve?”) – empalidece em comparação a outras polêmicas envolvendo body shaming, transformações radicais e, principalmente, agressão sexual.

Apesar da produção deixar claro que o bem-estar das participantes nunca foi a prioridade dos produtores, o caso da concorrente Shandi Sullivan (Ciclo 2) vai além e expõe o pior lado da indústria do entretenimento. Vítima de negligência, ela teve sua história explorada e vilanizada em rede nacional. Sobre o incidente, o produtor Ken Mok defendeu que as meninas sabiam que estavam sendo filmadas e declarou: “Para o bem ou para o mal, aquele foi um dos momentos mais memoráveis da série.”

Ao tentar não apontar dedos e apenas comentar superficialmente sobre suas polêmicas, esta série documental soa desonesta. É como uma limpeza de imagem que serve exclusivamente para mostrar que todo este lado feio ficou no passado e foi consequência de um tempo diferente (apesar das mesmas críticas terem sido apontadas durante a exibição original), abrindo espaço para um futuro que promete “aprender com seus erros”. Então não é de se espantar que a Tyra Banks já tenha anunciado planos para um novo ciclo de ‘America’s Next Top Model‘. Mas será que ela realmente aprendeu com seus erros ou está fadada a repeti-los?

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‘Para Sempre Medo’: Novo terror do diretor de ‘Longlegs’ conquista 49% de aprovação no Rotten Tomatoes; Confira as avaliações!

Para Sempre Medo (Keeper), novo filme do diretor Osgood Perkins (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), conquistou 49% de aprovação da crítica especializada, com base em 108 avaliações, além de 40% de aprovação por parte do público.

Para Sempre Medo

No geral, os críticos consideraram o longa mediano, destacando que o filme apresenta uma premissa interessante e boas atuações, mas acaba prejudicado por um desfecho fraco e pouco satisfatório.

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“Se parte da mitologia da cabana é um pouco boba, Tatiana Maslany transmite o terror de Liz de forma tão convincente que qualquer vontade de rir é contida. Seu domínio sobre o tom do filme é absoluto”, disse Jeannette Catsoulis do New York Times.

“A narrativa de Para Sempre Medo se revela extremamente frágil e etérea, apesar da performance robusta de Tatiana Maslany. É melhor encará-lo menos como uma história e mais como um estado de espírito, uma sequência guiada por uma lógica onírica perturbadora”, disse Angie Han do The Hollywood Reporter.

“Você passa boa parte de Para Sempre Medo formulando teorias sobre o que está acontecendo… No entanto, quando tudo é revelado, você acaba desejando voltar àquela ignorância anterior, que agora parece um estado de pura tranquilidade”, disse David Fear do Rolling Stone.

“Sem química, clareza e convicção, o mais recente encontro da Neon com Perkins impacta como um casamento em ruínas que beneficiaria todos os envolvidos se terminasse o mais rápido possível”, disse Alison Foreman do IndieWire.

“Apesar de sua premissa única e de uma performance principal envolvente de Tatiana Maslany, ‘Para Sempre Medo’, de Osgood Perkins, não consegue cruzar a linha de chegada intacto”, disse Andrew J. Salazar do Discussing Film.

Osgood Perkins tem uma noção vaga do que está tentando fazer e dizer, mas Keeper acaba fazendo coisas demais que simplesmente não se somam a algo que valha a pena assistir”, disse Jonathan Sim do ComingSoon.

Para Sempre Medo’ está em cartaz nos cinemas nacionais.

A trama acompanha Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), um casal que viaja para comemorar um ano de relacionamento em uma cabana da família de Malcolm, que é afastada da sociedade.

No entanto, quando ele precisa voltar às pressas para a cidade, Liz fica sozinha no local, onde passa a ser atormentada por uma força maligna e por segredos sombrios escondidos ali, precisando entender não só o que está acontecendo, mas como sair viva dessa experiência.

Além de dirigir, Perkins também assina o roteiro ao lado de Nick Lepard (‘Animais Perigosos’).

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Daniel Radcliffe revela que rejeitou remake de ‘O Mágico de Oz’ por considerar ideia “uma das piores”

O astro Daniel Radcliffe revelou recentemente que rejeitou uma proposta inusitada para estrelar um remake de O Mágico de Oz, classificando o projeto como uma das piores ideias que já recebeu em sua trajetória.

Conforme a Variety, a proposta surgiu no auge da franquiaHarry Potter’, quando um produtor tentou escalar o trio principal, Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint, para o clássico.

“Uma das piores ideias que já ouvi foi quando, durante Potter, alguém veio até nós e quis escalar nós três, eu, Emma e Rupert, em um remake de ‘O Mágico de Oz’, onde Emma seria Dorothy. Não lembro o que Rupert seria, e só me recordo que eu seria o leão, mas também sabia karatê”, afirmou Radcliffe

“Eu seria tipo um Leão Covarde que dava golpes de karatê. Lembro que tinha uns 14 ou 15 anos e pensei: ‘Não sei muito sobre o mundo, mas isso é uma ideia ruim e não deveria ser feito'”, relembrou o ator.

Esse remake nunca saiu do papel, embora Hollywood tenha retornado ao universo de Oz anos depois com abordagens diferentes, como o sucesso ‘Wicked’.

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‘Guerreiras do K-Pop 2’: Maggie Kang revela que está ansiosa para trabalhar na sequência

Guerreiras do K-Pop foi um verdadeiro fenômeno da Netflix, e, com isso, os rumores sobre uma sequência ganharam força rapidamente. Agora, a diretora e roteirista Maggie Kang deu uma nova atualização sobre o projeto e seu atual estágio de desenvolvimento.

Segundo o ComicBook, Kang comentou sobre o futuro da sequência e quando a equipe deve iniciar a produção:

“Não posso dizer isso oficialmente, mas diria que… em um mundo que ama sequências, não acho que seja surpresa que algo mais possa estar por vir. Vai ser uma longa espera, porque, infelizmente, animação leva muito tempo. Embora essa temporada de premiações tenha sido incrível e divertida, mal posso esperar para mergulhar em outro filme e descobrir algo que possamos compartilhar com o mundo. Tenho certeza de que é isso que muitas pessoas esperam”, afirmou.

‘Guerreiras do K-Pop 2’: Estrelas da sequência revelam o que desejam para o novo longa

Vale lembrar queGuerreiras do K-Pop 2’ pode estrear apenas em 2029, indicando que o público ainda terá que esperar alguns anos pelo retorno das personagens.

Além do sucesso de público, o longa também conquistou reconhecimento da crítica e foi indicado ao Oscar nas categorias de Melhor Animação e Melhor Canção Original, com a música “Golden”, consolidando-se como um dos grandes destaques da temporada.

Fenômeno! ‘Guerreiras do K-Pop’ é o filme mais assistido em streaming nos EUA em 2025

Os vencedores serão revelados no dia 15 de março.

Lembrando que o filme está disponível na Netflix.

No longa, quando não estão lotando estádios, as estrelas do K-pop Rumi, Mira e Zoey usam seus poderes secretos para proteger os fãs contra ameaças sobrenaturais.

Além de se tornar um fenômeno no serviço de streaming, o longa alcançou 95% de aprovação dos críticos no Rotten Tomatoes, além de ter arrecadado quase US$ 25 milhões nas bilheterias norte-americanas.

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Halle Berry afirma que Oscar e Framboesa de Ouro não mudaram sua carreira

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Halle Berry, que fez história como a única mulher negra a vencer o Oscar de Melhor Atriz por seu trabalho emA Última Ceia, revelou em entrevista recente ao The Cut que a estatueta dourada não foi o divisor de águas que muitos imaginam.

Segundo a estrela, apesar da importância simbólica, o prêmio não eliminou as barreiras raciais em sua trajetória.

“Na manhã seguinte à vitória, eu ainda era uma mulher negra. Os diretores continuavam questionando se colocar uma mulher negra em certos papéis mudaria o mercado ou afetaria a bilheteria”, afirmou Berry, destacando que a luta por espaço continuou intensa mesmo após o reconhecimento da Academia.

A atriz também relembrou sua relação equilibrada com a crítica, mencionando o infame Framboesa de Ouro (Razzie). Em 2005, ela surpreendeu a indústria ao comparecer pessoalmente à cerimônia para aceitar o prêmio de Pior Atriz por Mulher-Gato, segurando seu Oscar em uma das mãos enquanto zombava da situação.

“Sempre soube que o Oscar não me tornava a melhor, assim como o Framboesa não me tornava a pior”, pontuou.

Por fim, ela concluiu: “Como uma mulher negra, quase chegando aos 60 anos, ainda poder trabalhar e fazer o que amo é o que importa. Nesse sentido, eu estou vencendo”.

Halle Berry expressa frustração por ainda ser a única negra a ganhar o Oscar de melhor atriz

A Última Ceia está disponível no YouTube Play.

A sinopse do filme diz: “Letícia é uma mulher negra que perde o marido, um assassino condenado à morte. Hank é um policial racista que perde o filho por suicídio. Um trágico acidente une essas almas sofridas em um improvável relacionamento, mas um segredo pode destruir tudo”.