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‘Sombra e Ossos’: O perigo está chegando nas novas cenas oficiais da 2ª temporada; Confira!

A 2ª temporada da elogiada e adorada série de fantasia Sombra e Ossos chega no dia 16 de março à Netflix e, agora, a plataforma de streaming divulgou cenas inéditas do próximo ciclo.

Confira, a partir de 03:16:

Recentemente, foi divulgado um vídeo apresentando os novos personagens que aparecerão no show: Tolya Yul-Bataar (Lewis Tan), Tamar Kir-Bataar (Anna Leong Brophy), Nikolai Lantsov (Patrick Gibson) e Wylan Hendriks (Jack Wolfe).

Veja:

A plataforma também promoveu três atores do ciclo original para um status regular: Danielle Galligan (Nina Zenik), Daisy Head (Genya Safin) e Calahan Skogman (Matthias).

A história gira em torno de Alina Starkov, uma órfã que se transforma em uma soldado para tentar sobreviver no perigoso e obscuro mundo d’A Dobra das Sombras.

Eric Heisserer (A Chegada) entra como showrunner e adaptou os dois primeiros volumes da franquia. Shawn Levy (Stranger Things) é o produtor-executivo.

A produção é baseada na saga de romances de Leigh Bardugo.

Jessie Mei LiArchie RenauxFreddy CarterAmita SumanKit YoungBen Barnes estrelam.

Keanu Reeves é destaque no novo clipe oficial de ‘John Wick 4: Baba Yaga’; Confira!

Fandango divulgou com exclusividade um novo clipe oficial de John Wick 4: Baba Yaga’, aguardada sequência que marca o retorno de Keanu Reeves no papel titular.

O breve vídeo dá destaque a Reeves, bem como a Ian McShane (Winston) e Laurence Fishburne (Bowery King).

Confira:

Segundo o Deadline, o filme deve abrir com US$ 60 a US$ 70 milhões em seu primeiro final de semana em exibição nos EUA.

Até então, a maior abertura da franquia foi ‘John Wick 3: Parabellum‘ com US$ 56,8 milhões em seu primeiro fim de semana, finalizando sua jornada com US$ 171 milhões arrecadados nos Estados Unidos.

Além disso, o quarto longa da franquia terá 2 horas e 49 minutos (169 minutos) – tornando-se o filme mais longa da saga.

Para termos de comparação, o primeiro ‘John Wick‘ teve 1 hora e 41 minutos; ‘John Wick: Um Novo Dia para Matar‘ teve 2 horas e 2 minutos; e ‘John Wick 3: Parabellum‘ teve 2 horas e 10 minutos.

Relembre o trailer:

O novo filme traz John Wick descobrindo um caminho para derrotar a Alta Cúpula. Mas antes que ele possa ganhar sua liberdade, Sr. Wick deve enfrentar um novo inimigo com poderosas alianças em todo o mundo e forças que transformam velhos amigos em inimigos.

Chad Stahelski volta a dirigir e prometeu um filme à altura da franquia:

“Estamos satisfeitos com as sequências de ação e nós não queremos perder isso. Eu quero ser um diretor melhor, mas isso não quer dizer que a sequência terá menos ação,” afirmou.

Idris Elba luta contra o tempo nas novas cenas OFICIAIS de ‘Luther: O Cair da Noite’; Confira!

Netflix divulgou um novo vídeo compilando suas estreias de março e aproveitou para revelar cenas inéditas de Luther: O Cair da Noite’, longa-metragem baseado na aclamada série e que traz Idris Elba de volta ao papel titular.

A produção chega à plataforma de streaming no dia 10 de março.

Confira, a partir de 01:38:

Jamie Payne comanda o projeto, enquanto Neil Cross assina o roteiro.

Enquanto o brilhante e decadente detetive John Luther (Elba) está atrás das grades, um assassino brutal aterroriza Londres. Assombrado por seu fracasso em capturar o psicopata cibernético que continua a desafiá-lo, Luther decide fugir da prisão para concluir a tarefa a qualquer custo.

Cynthia ErivoAndy SerkisDermot Crowley, reprisando seu papel como Martin Schenk, também estrelam.

Jennifer Aniston e Adam Sandler estão de volta nas cenas INÉDITAS de ‘Mistério em Paris’; Confira!

A Netflix divulgou recentemente um vídeo compilando as estreias do mês de março – e aproveitou para exibir cenas inéditas de ‘Mistério em Paris‘, sequência de ‘Mistério no Mediterrâneo‘ que traz Jennifer AnistonAdam Sandler de volta como protagonistas.

O longa será lançado no dia 31 de março.

Confira, a partir de 00:01:

Quatro anos após solucionarem o primeiro assassinato, Nick e Audrey Spitz (Sandler, Aniston) são detetives em tempo integral e precisam fazer sua agência dar certo. Convidados para o casamento de um amigo conhecido como Marajá (Adeel Akhtar) em sua ilha particular, o casal Spitz se vê novamente no meio de uma grande confusão logo no início da festa. O noivo foi sequestrado e todos são suspeitos: os convidados mais glamurosos, os familiares e até a noiva! Em Mistério em Paris, Nick e Audrey Spitz têm nas mãos um caso dos sonhos, com a oportunidade de provar o potencial da agência enquanto viajam por Paris.

Além da dupla, a continuação também trará Mark Strong, Mélanie Laurent, Jodie Turner-Smith, Kuhoo Verma, Enrique Arce, Tony Goldwyn, Annie Mumolo e Zurin Villanueva no elenco.

Adeel AkhtarJohn Kani também retornam nos mesmos papéis do filme original.

Jeremy Garelick (‘Separados pelo Casamento’) substitui Kyle Newachek (‘Perda Total‘) na direção do projeto, que foi roteirizado por James Vanderbilt (‘Zodíaco’).

Filme CANCELADO de Scooby-Doo e Krypto, o Supercão vaza na internet

Anunciado de forma extraoficial em 2021, Scooby-Doo! And Krypto Too! (que provavelmente chegaria ao Brasil como Scooby-Doo encontra Krypto, o Supercão) seria um tipo de “esquenta” para o grande lançamento envolvendo os mascotes da DC naquele ano com Liga dos Superpets. Porém, dado o adiamento da animação 3D, segundo conversas de bastidores, a aventura com a turma da Mistério S/A acabou também sendo reagendada para 2022. Tudo isso sem um anúncio oficial para o projeto. Nessa época, surgiram alguns vazamentos que mostraram cenas da animação, provando que ela existia.

O problema é que a Warner passava por uma série de crises internas e situações complicadas de bastidores, como a venda para a Discovery e as novas diretrizes para suas principais franquias, dentre elas o Universo DC e a Warner Bros. Animation. Fato é que o estúdio se viu diante de uma grande crise e o CEO David Zaslav tomou uma medida empresarial que desagradou a fãs e principalmente aos artistas envolvidos com o estúdio. Em uma manobra fiscal, o executivo cancelou projetos já finalizados cujas projeções de lucro não superariam o gasto e a taxação. Afinal, um filme que não é lançado nos cinemas ou nos streamings, não precisa pagar mais tributos. Nesse caso, o projeto cancelado mais famoso foi o live action de Batgirl. No entanto, nenhuma franquia sofreu mais do que Scooby-Doo.

Na época do cancelamento, o cachorro mais famoso do mundo tinha dois projetos confirmados. A sequência da animação 3D SCOOBY! O Filme (2020) e uma animação 2D clássica trazendo o reencontro da turma com as icônicas Hex Girls. Nesse limbo, entretanto, permeava o team-up do Scooby com Krypto, o Supercão. Vale lembrar que os dois cachorros tiveram animações que fizeram muito sucesso entre a criançada dos anos 2000, que provavelmente cresceu sonhando com esse encontro dos dois. E apesar do vazamento de imagens que do projeto, sem uma confirmação oficial, não dava sequer para lamentar o cancelamento de um filme que supostamente não existia. Só que tudo isso mudou na noite do último sábado (4), quando o filme inteirinho foi vazado na internet.

Reprodução/ Twitter

Isso comprova não apenas que o projeto existia, mas que estava prontinho, apenas aguardando o lançamento. Vale lembrar que essa não foi a primeira vez que vazamentos acometeram a Warner. Na época da temporada final de Game Of Thrones, por exemplo, os capítulos vazavam horas – às vezes até dias – antes da exibição oficial.

Só que esse vazamento de agora causa um choque maior porque saiu a informação de que a medida tomada pela direção da Warner para evitar que suas produções canceladas vazassem foi simplesmente apagar os arquivos dos filmes e animações. Afinal, se não tiver o conteúdo, não tem como vazar. Essa decisão, inclusive causou revolta nos membros da produção de Batgirl, que perderam o acesso ao filme que eles mesmos fizeram. Mas agora, com o vazamento de Scooby-Doo encontra Krypto, o Supercão, fica essa dúvida no ar: será que eles realmente apagaram tudo isso?

Reprodução/ Twitter

Segundo as reações nas redes sociais, os fãs que assistiram ao vazamento antes dele ter sido apagado parecem ter gostado do que viram. Ao que parece, a trama seria bem ao estilo dos clássicos crossover’s que a turma do Scooby-Doo popularizou nos anos 60 e 70. A Liga da Justiça desapareceu misteriosamente, deixando Metropolis desprotegida. Então, durante as investigações, Lois Lane é atacada por um vilão misterioso e decide pedir ajuda a uma antiga namorada de Jimmy Olsen, que agora integra a Mistério S/A. Dessa forma, Fred, Dafne, Velma, Salsicha e Scooby vão parar na Cidade do Amanhã, onde cruzam o caminho de vilões como Lex Luthor, Coringa e Arlequina, além do heróico Krypto, o Supercão, que ajuda a turma a resolver esse mistério com todos os elementos clássicos das animações do Scooby.

Reprodução/ Twitter

Alguns comentários de fãs também revelaram piadas clássicas relacionadas ao Universo DC, como uma brincadeira envolvendo os óculos da Velma e o clássico disfarce do Superman. Bom, infelizmente, o filme não foi lançado oficialmente e relatos já apontam que a Warner derrubou grande parte dos arquivos, quiçá todos, que foram subidos ilegalmente na internet. E como a empresa cancelou o lançamento para evitar o pagamento de impostos, parece muito pouco provável que os fãs tenham acesso a esse filme um dia. Ao que parece, esse é um daqueles casos de “quem viu, viu. Quem não viu, só lamenta”, tão constante nos projetos relacionados à DC nos últimos anos. A expectativa agora é que a gestão de James Gunn e Peter Safran dê um jeito nisso, evitando assim o cancelamento de mais projetos promissores desse universo.

Reprodução/ Twitter

Os filmes e animações de Scooby-Doo estão disponíveis no HBO Max.

‘Constantine 2’: Keanu Reeves já conversou com James Gunn sobre sequência

A sequência ‘Constantine 2‘ está nos planos da Warner Bros. e também nos do astro Keanu Reeves. O astro já havia manifestado interesse em estrelar um segundo filme do personagem da DC, e agora que o estúdio está sob o comando de James Gunn e Peter Safran, a produção pode finalmente sair do papel.

Durante uma sessão de perguntas e respostas no Reddit da Lionsgate, Keanu Reeves revelou que já conversou com James Gunn sobre a realização do filme.

“Você falou com James Gunn de alguma forma a respeito de Constantine 2? Espero que possamos assisti-lo!”, perguntou um usuário do Reddit.

“Sim, e eu também espero”, respondeu Reeves.

De acordo com o produtor Akiva Goldsman, ele está “trabalhando com J.J Abrams [produtor executivo] e Francis [Lawrence, diretor do longa].”

“Keanu [Reeves] e eu estamos muito envolvidos no estágio inicial do desenvolvimento da história.”, disse Goldsman, que já havia produzido o primeiro filme.

Ele ainda agradece ao ator por ter insistido para que uma sequência acontecesse:

“Este é um crédito que vai para Keanu, que sempre disse: ‘esse é o personagem para o qual quero voltar’. Finalmente, ele disse isso tantas vezes que uma hora foi.”, disse o produtor.

Além de Reeves, Francis Lawrence também retornará à direção da sequência.

Akiva Goldsman será responsável pelo roteiro, além de servir como produtor ao lado de J.J. AbramsHannah Minghella.

Além de Reeves no papel principal, o filme original conta também com Rachel Weisz, Tilda Swinton, Djimon Hounsou, Shia Labeouf e Peter Stormare.

Orçado em US$ 100 milhões, o longa arrecadou US$ 230,9 milhões nas bilheterias mundiais e teve recepção mista por parte da crítica especializada, conquistando apenas 46% de aprovação no Rotten Tomatoes.

‘Um Lugar Silencioso – Dia Um’: Roteiristas elogiam bastante a trama do spin-off

O spin-off da franquia ‘Um Lugar Silencioso‘, intitulado de ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um‘, está sendo bastante elogiados pelos roteiristas Scott Beck e Bryan Woods, dos primeiros filmes dirigidos por John Krasinski.

Durante uma entrevista para o ComicBook, eles revelaram que já sabem os detalhes da trama, que por enquanto está sendo mantida em segredo.

“O derivado de ‘Um Lugar Silencioso’ está sendo gravado agora. Michael Sarnoski é um diretor incrível, ele fez um ótimo trabalho em ‘Pig’. É empolgante que alguém esteja continuando esse legado. Nós já sabemos a história, mas estamos ansiosos para ver o resultado”, disse Beck.

“Acho que o público ficará muito empolgado com esse filme. Tem algumas ideias muito legais. Será ótimo.”

O criador, roteirista e agora produtor John Krasinski compartilhou as fotos dos bastidores do spin-off em seu Twitter. Confira:

“Foto obrigatória da claquete no primeiro dia… desta vez com uma reviravolta! Muito honrado por estar lá no dia 1 do @AQuietPlace DIA UM com o maestro @MichaelSarnoski e a lendária @Lupita_Nyong. Mal posso esperar para ver a magia que eles vão conjurar neste!”

Intitulado de ‘Um Lugar Silencioso – Dia Um‘, o filme antecederá os acontecimentos dos dois longas anteriores mostrando a chegada dos alienígenas na Terra pela perspectiva de novos personagens.

O elenco conta com Lupita Nyong’o (‘Nós‘), Joseph Quinn (‘Stranger Things‘), e Alex Wolff (‘Hereditário’).

Michael Sarnoski (‘Pig: A Vingança‘) vai dirigir a produção.

A Paramount planeja que este filme ajude a estabelecer uma franquia maior de ‘Um Lugar Silencioso‘ que o estúdio possa construir nos próximos anos.

Anteriormente programado para setembro de 2023, ‘A Quiet Place: Day One‘ (no original) agora chegará às telonas apenas no dia 08 de março de 2024.

Blunt e Krasinski não vão reprisar seus papéis no derivado. Krasinski servirá como produtor ao lado de Michael BayAndrew Form e Brad Fuller.

Vale lembrar que ‘Um Lugar Silencioso 3‘ já foi CONFIRMADO, com previsão de lançamento para 2025.

Assista à nossa crítica do segundo filme:

Disney lucrou quase US$ 600 milhões com ‘Star Wars: O Despertar da Força’

O filme ‘Star Wars: O Despertar da Força‘ foi um dos maiores sucessos do ano de 2015. O retorno da saga aos cinemas após 10 anos fora e pelas mãos da Disney rendeu US$2,066 BILHÕES nas bilheterias, se tornando a terceira maior da HISTÓRIA na época.

E de acordo com algumas declarações financeiras recém divulgadas da Disney (via CBR), o estúdio obteve uma lucro estimado de US$ 588,2 MILHÕES com ‘O Despertar da Força‘, considerando que parte da bilheteria volta para os cinemas exibidores e para pagamento de impostos.

Esses relatórios também indicam que a Disney gastou cerca de US$533,2 milhões no orçamento do filme, o que tornaria o sétimo filme da franquia ‘Star Wars’ como possivelmente o mais caro já feito na história.

Esses ganhos classificariam ‘O Despertar da Força‘ como um filme “sustentável”, o que significa que seu gigantesco retorno sobre o investimento ajudou o estúdio a financiar filmes menores.

A Disney nunca gastou tanto dinheiro em filmes de Star Wars após 2015, embora A Ascensão Skywalker‘, de 2019, não tenha ficado muito atrás, com um orçamento estimado de US$ 503 milhões. Já ‘Os Últimos Jedi‘, de 2017, foi significativamente menor para os padrões de Star Wars‘, com cerca de US$ 362 milhões gastos durante sua produção. Quase todos os filmes da franquia feitos pela Disney geraram lucros para a empresa, exceto por ‘Han Solo: Uma História Star Wars‘ custou US$ 330 milhões e atualmente é o único da franquia a gerar prejuízo para a companhia.

Relembre o trailer de ‘Star Wars: O Despertar da Força‘:

A queda de Darth Vader e do Império levou ao surgimento de uma nova força sombria: a Primeira Ordem. Eles procuram o jedi Luke Skywalker, desaparecido. A resistência tenta desesperadamente encontrá-lo antes para salvar a galáxia.

O filme foi dirigido por J.J Abrams.

Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Adam Driver, Harrison Ford, Carrie Fisher e Mark Hamill estrelam.

Toda a saga Star Wars está disponível para streaming no Disney.

‘O Senhor dos Anéis’: Andy Serkis diz que se sentiu excluído e ridicularizado por outros membros do elenco

Andy Serkis se tornou bastante conhecido por seu papel como Sméagol/Gollum na trilogia O Senhor dos Anéis‘, interpretando o personagem através de captura movimentos.

No entanto, o astro revelou à GQ que se sentiu excluído por outros membros do elenco.

Sem mencionar nomes, Serkis disse que não recebia muito respeito dos colegas por dar vida a um personagem digital, já que a prática ainda não era tão popular como hoje.

“Essa exclusão meio que sempre fez parte da minha vida. Eles viviam juntos. Eles eram uma irmandade, todos tinham tatuagens representando sua união, e eu não. Eu era apenas o portador do anel.”

Ele continuou:

“Quando ‘O Senhor dos Anéis’ foi originalmente lançado, haveria literalmente pessoas que diriam: ‘Quem é esse personagem? Ele é um dançarino? Ele é um contorcionista?’ Os atores mais velhos diziam: ‘Eu não faria captura de movimentos nem morto. Isso é o fim da nossa profissão’. Eu literalmente ouvi dizerem isso. Houve muitas piadas sobre mim, tipo nos episódios de Saturday Night Live [programa de comédia dos EUA]. Eu estava pronto para ser ridicularizado.”

Felizmente, Serkis provou que todos estavam errados, apresentando uma performance revolucionária que mudou Hollywood para sempre.

Sem sua contribuição para o cinema, não teríamos personagens como o Hulk, Thanos, os Na’vi e tantos outros.

Questionado se ele acredita que um ator que interpreta um personagem de captura de movimento poderia ganhar um Oscar (os fãs já fizeram campanha para Serkis receber o prêmio de Melhor Ator por seu trabalho como César em ‘Planeta dos Macacos‘), ele acrescentou:

“Sem dúvidas. Isso não aconteceu ainda, mas vai. Acho que é só uma questão de tempo.”

Vale lembrar que a Warner Bros Discovery está desenvolvendo novos filmes para a saga baseada no universo criado por J.R.R. Tolkien.

Por enquanto, ainda não há informações adicionais sobre esses próximos filmes – incluindo detalhes do enredo, equipes criativas ou janelas de lançamento.

No entanto, a novidade não foi bem recebida por boa parte dos fãs, que estão extremamente preocupados com o futuro da franquia.

Isso porque grande parte dos fãs detestou ‘O Hobbit‘ e a série derivada produzida pela Amazon Prime.

Confira as reações:

Confira o comunicado:

“Após nossa recente aquisição da Middle-earth Enterprises, estamos entusiasmados em embarcar nesta nova jornada colaborativa com a New Line Cinema e a Warner Bros. Pictures, trazendo o incomparável mundo de JRR Tolkien de volta à tela grande de maneiras novas e emocionantes. Entendemos o quanto essas obras são apreciadas e, trabalhando em conjunto com nossos parceiros da New Line Cinema e da Warner Bros. Pictures, planejamos honrar o passado, olhar para o futuro e aderir ao mais alto nível de qualidade e valores de produção.

Vale lembrar que animação ‘A Guerra dos Rohirrim‘, que serve como uma pré-sequência ambientada 183 anos antes de ‘O Senhor dos Anéis‘, está em desenvolvimento na New Line Cinema e na Warner Bros. Animation.

O filme – que conta com dublagem de Brian Cox e da estrela original Miranda Otto – está programado para estrear nos cinemas em 12 de abril de 2024.

‘Meninas Malvadas’: Atriz de ‘Emily em Paris’ se junta ao elenco da adaptação musical

Segundo a revista Entertainment Tonight, a atriz Ashley Park, de ‘Emily em Paris‘, foi oficialmente escalada para a adaptação musical de Meninas Malvadas.

As informações indicam que a atriz fará uma breve participação especial no longa, visto que ela é a intérprete original da personagem Gretchen Wieners na peça musical da Broadway, que é base para a adaptação que chegará ao Paramount+.

No novo filme, Gretchen Wieners será interpretada por Bebe Wood. No longa de 2004, o papel ficou com Lacey Chabert.

O filme também vai contar com o retorno de Tina Fey e Tim Meadows, que interpretaram respectivamente, a professora de matemática Sra. Norbury e o diretor da escola Sr. Duvall.

Angourie Rice (Cady Heron), Rapp (Regina George), Auli’i Cravalho (Janis Ian) e Jaquel Spivey (Damian Leigh) completam o elenco.

O novo filme será escrito e produzido por Fey e adaptará a versão musical da Broadway. A produção será lançada diretamente no Paramount+, ainda sem data confirmada para estreia.

Lançado há dezesseis anos, Meninas Malvadas tornou-se um clássico do gênero comédia adolescente e trouxe no elenco nomes como Lindsay LohanRachel McAdams Amanda Seyfried.

Relembre o trailer:

Politicamente Incorreto? Relembre as Crianças Indicadas ao Framboesa de Ouro – O Pior do Cinema

Recentemente, o Framboesa de Ouro se viu no meio de uma grande polêmica. Acontece que a “premiação” que celebra e brinca com o pior do cinema todos os anos resolveu indicar a pequena Ryan Kiera Armstrong, de 12 anos, para a pior atriz do ano pelo filme Chamas da Vingança (Firestarter). A nomeação deu o que falar, ainda mais nestes tempos politicamente corretos, e o grande público caiu em cima dos organizados, que resolveram retirar a indicação da menina, deixando apenas quatro atrizes disputando na categoria. Além da retirada de Armstrong, o Framboesa de Ouro ainda divulgou que iria rever a atitude e provavelmente terminar com as nomeações infantis nas categorias de “piores” atores.

O Framboesa de Ouro já não é um evento por assim dizer, muito querido de parte do público, e bem longe de ser algo unânime. Ainda mais quando falamos da indústria de Hollywood e os profissionais que por lá trabalham. Mas o que precisa ser levado em conta é que tudo não passa de uma grande brincadeira. Sabe aquela história de que é preciso saber rir de si mesmo. Hoje, temos mídias como o Rotten Tomatoes, há mais de uma década igualmente considerado um “inimigo” do cinema por fazer um apanhado das críticas dos veículos e tirar uma porcentagem de sua média. Tentar banir um órgão como esse é tentar silenciar o trabalho profissional dos críticos de cinema. E o Framboesa, instituição que existe desde o início dos anos 80, segue de perto esta linha, apontando os filmes mais execrados de cada temporada, tanto pelos críticos, quanto pelo grande público.

Tradição o Framboesa tem. E até mesmo grandes atores entraram na brincadeira no passado e souberam aceitar o deboche. Estrelas vencedoras do Oscar como Halle Berry e Sandra Bullock de fato apareceram no evento para aceitar seus “prêmios” de piores atrizes respectivamente pelos filmes Mulher-Gato (2004) e Maluca Paixão (2009). Encontrar um defensor sequer para ambos estes filmes é que talvez seja uma missão impossível. No entanto, mesmo uma organização gazeteira como o Framboesa pode passar dos limites. E indicar uma criança realmente não desceu muito redondo nestes tempos em que vivemos de uma forma mais humana e sensível aos sentimentos do próximo. Porém, não é dizer que isso nunca havia ocorrido no passado. E pelo fato de que o Oscar vira e mexe indica alguma criança ao prêmio de melhores atores, o Framboesa se sentiu no direito de indicar alguns atores mirins ao pior do cinema também. E realmente o fez no passado, com algumas destas crianças até mesmo “vencendo o prêmio”.

Aqui nesta matéria iremos apresentar para você todas as crianças indicadas ao Framboesa de Ouro de piores atores no histórico do evento – demonstrando que o que ocorreu este ao não foi novidade, mas talvez tenha sido a última vez. Confira abaixo.

Mara Hobel / ‘Mamãezinha Querida’ (1981)

A atriz Mara Hobel, hoje com 51 anos de idade, é a prova de que críticas negativas da imprensa especializada podem de fato acabar com a carreira de uma jovem atriz. No entanto, não podemos colocar a culpa de sua curta carreira somente no Framboesa de Ouro, já que o filme ‘Mamãezinha Querida’, que relata de forma apelativa os maus tratos aos quais a estrela Joan Crawford (interpretada  aqui por Faye Dunaway) submetia sua filha Christina, se tornou imediatamente um dos filmes mais odiados de 1981, e entrou para história dos filmes ruins. Mara Hobel vive Christina na infância, e então com 10 aninhos de idade foi indicada para pior atriz coadjuvante e pior revelação.

Gary Coleman / ‘Na Pista Certa’ (1981)

Logo na segunda edição do Framboesa de Ouro, os organizadores do “anti-Oscar” resolveram indicar não uma, mas duas crianças ao pior do cinema. Tudo bem que Gary Coleman era um pouquinho mais velho que Mara Hobel na época, aos 13 anos de idade. Coleman fez muito sucesso ainda bem novinho devido à série ‘Diff’rent Strokes’ (1978-1986), conhecida aqui no Brasil como ‘Arnold’, e reprisada recentemente no SBT. Coleman tinha uma rara condição que deixava sua aparência física como a de uma criança, mesmo quando ficou mais velho. Aproveitando o hype do ator na época, Coleman logo se viu protagonizando seu primeiro longa para o cinema com a comédia ‘Na Pista Certa’. O Framboesa não gostou e indicou o menino igualmente para pior ator e pior revelação pelo filme.

Aileen Quinn / ‘Annie’ (1982)

Annie’ é um musical de muito sucesso saído dos palcos. No entanto, sua primeira adaptação para o cinema, em 1982, comandada pelo grande John Huston, não foi por assim dizer um sucesso unânime. Muitos críticos da época não engoliram a adaptação, e o filme logo caiu no radar do Framboesa, apesar de anos depois ter ressurgido como cult. O que ninguém poderia prever é que os organizadores fossem indicar também a graciosa e espirituosa ruivinha Aillen Quinn, que vive a protagonista Annie, a órfã, para pior revelação e pior atriz coadjuvante – e inclusive entregando o segundo “prêmio” para a menina, então com 11 aninhos de idade. Aileen Quinn se tornaria a primeira criança não apenas indicada ao pior do cinema, mas também a primeira a “vencer” o “prêmio”.

David Mendenhall / ‘Falcão: O Campeão dos Campeões’ (1987)

Nos anos 80, o Framboesa de Ouro ainda indicaria mais uma criança ao seu infame “prêmio”. Essa criança sendo o menino David Mendenhall, então com 16 anos (mas aparentando ser bem mais jovem), que interpretou o filho mimado e riquinho de Sylvester Stallone no filme de queda de braço ‘Falcão’ (1987), bancado pela picareta Cannon Films (e quem mais?). O Framboesa de Ouro sempre gostou de “perseguir” Stallone e naquele ano não poupou sequer o menino Mendenhall, vencedor nas categorias de pior revelação e pior ator coadjuvante.

Austin O’ Brien / ‘O Último Grande Herói’ (1993)

E se tivemos uma criança “maltratada” por ter participado de um filme de Sylvester Stallone, é claro que teríamos uma recebendo pouco afeto por coestrelar um filme do “rival” Arnold Schwarzenegger. Seguindo os moldes do fenômeno ‘O Exterminador do Futuro 2’ (1991), o filme seguinte do musculoso austríaco foi um dos mais ambiciosos de sua carreira, e que novamente colocava o ator para contracenar com um garoto – afinal tinha dado muito certo com Edward Furlong no filme citado de James Cameron. Mas Austin O’Brien, que vive o menino Danny em ‘O Último Grande Herói’, não teria a mesma sorte. Na trama, ele ganha um ingresso mágico e vai parar dentro da tela do cinema, ficando lado a lado com seu astro de ação preferido. Então com 12 anos de idade, o garoto foi indicado ao Framboesa de pior revelação. No ano seguinte, O’Brien ainda estrelaria o romance juvenil ‘Meu Primeiro Amor 2’, mas depois disso caiu no ostracismo.

Mason Gamble / ‘Dennis: O Pimentinha’ (1993)

Há 30 anos, o Framboesa esteve no auge de sua “crueldade” ao indicar nada menos do que três crianças aos “prêmios” do pior do cinema. Depois de Austin O’Brien em ‘O Último Grande Herói’, sobrou também para o “clone” de Macaulay Culkin em ‘Esqueceram de Mim’, Mason Gamble. Meninos loirinhos encapetados estavam em voga em Hollywood, assim o menino Gamble foi escalado para ser ‘Dennis, o Pimentinha’ em sua primeira versão cinematográfica. O pequeno tinha apenas 7 anos de idade quando lançou ‘O Pimentinha’ e logo de cara em sua estreia seria indicado para pior revelação. Depois disso fez apenas participações, mas nada muito significativo.

Norman D. Golden II / ‘Um Tira e ½’ (1993)

Terminando a trinca do ano em que o Framboesa de Ouro pegou mais pesado com os atores mirins, temos o menino Norman D. Golden II, que fez parceria com o veterano Burt Reynolds em um dos filmes mais execrados do astro, ‘Um Tira e ½’ – com produção da Universal Pictures. A trama nonsense mostra o menino testemunhando um assassinato, mas decidindo relatar o crime somente se puder vivenciar a experiência de ser um policial, e para tal é escalado o tira durão Nick McKenna (Reynolds), neste que é o buddy cop mais sem noção da década de 90. Tudo bem, era para ser um filme infantil inofensivo, mas Golden II foi indicado para pior revelação no Framboesa aos 9 anos e nunca mais fez nada de muito significativo.

Macaulay Culkin / ‘Acertando as Contas com Papai’, ‘Pagemaster’ e ‘Riquinho’ (1994)

O menino Macaulay Culkin dominou o mundo no início dos anos 90, graças ao sucesso de ‘Esqueceram de Mim’ e sua continuação. O loirinho tinha apenas 10 anos de idade quando lançou o primeiro filme em que é esquecido em casa pelos pais. Seu carisma é inegável. No entanto, a figura angelical do garoto seria explorada até não poder mais, e nesse processo o público e os críticos começariam a enjoar dele – já que seus filmes nunca mais fariam o mesmo sucesso. E no ano de 1994, Culkin entrou no radar do Framboesa não por um, nem dois, mas sim por três filmes que lançaria naquele ano. E Macaulay Culkin seria indicado para pior ator pelos três – aos 14 anos de idade. O primeiro foi ‘Acertando as Contas com o Papai’, da MGM, no qual vive um menino esperto tentando regenerar seu pai criminoso (Ted Danson). O segundo foi ‘Pagemaster – O Mestre da Fantasia’, da Fox, que mistura animação com live-action ao mostrar um menino indo parar dentro das páginas de um livro. E finalizando, a superprodução ‘Riquinho’, da Warner, que adaptou o personagem dos quadrinhos infantis.

Jake Lloyd / ‘Star Wars: A Ameaça Fantasma’ (1999)

Tudo bem que o Framboesa errava bastante a mão ao indicar crianças para os prêmios de pior ator e revelação, mas será que existe alguém no mundo que não falou mal da atuação do menino Jake Lloyd como Anakin Skywalker no ‘Episódio 1’ de ‘Star Wars’ (1999)? A culpa nem foi  tanto dele, é claro, e sim do diretor George Lucas, que o escolheu para a produção e talvez não tenha lhe preparado o suficiente. Lucas viu algo no menino que gostou e aprovou sua performance. Achou boa o suficiente para ver a luz das telonas de cinema. Por mais que Lloyd tenha “sofrido” com o caso, Lucas foi quem recebeu a maioria das críticas negativas pela trilogia prequel – em partes por sua falta de direção deixando transparecer atuações pobres em seus blockbusters. Jake Lloyd tinha 10 anos e foi indicado para pior dupla com Natalie Portman, além de pior ator coadjuvante.

Jaden Smith / ‘Depois da Terra’ (2013)

Por fim temos um dos jovens astros que o público e os críticos possuem mais resistência em aceitar. Isso se deve porque o astro Will Smith tenta de todos os jeitos empurrar sua cria, o filho Jaden Smith, goela abaixo dos espectadores, bancando a carreira do garoto para que ele se torne uma estrela como o pai. O maior “papel” do menino, no entanto, segue sendo como o “filho de Will Smith”. Jaden não tem um currículo tão vasto assim. Coadjuvou ao lado do pai em ‘À Procura da Felicidade’ (2006) e de Keanu Reeves em ‘O Dia em que a Terra Parou’ (2008). Mas foi quando o Smith pai começou a empurrar Jaden para protagonizar seus próprios filmes sem que o jovem estivesse, digamos, preparado para isso que o rapaz começou a receber críticas mais duras. Primeiro no remake ‘Karatê Kid’ (2010) e segundo em ‘Depois da Terra’ – um dos filmes mais detonados de dez anos atrás. Ao 15 anos, Jaden estava “ganhando” no Framboesa como pior ator e pior dupla ao lado do paizão Will por ‘Depois da Terra’.

Nostalgia! Relembre os MAIORES ASTROS de Hollywood dos anos 90 e Seus Filmes Marcantes

Cada geração é nostálgica em relação a uma determinada década ou período. Os mais velhos podem lembrar da era de ouro de Hollywood como uma época mais simples e de valores puristas – muitos tendo ficado ultrapassados nos dias de hoje, é claro. Quando falamos de cinema, no entanto, é inegável que os anos 70 serviram de divisor de águas da contracultura, a época dos hippies e a geração da Nova Hollywood, que revolucionaria o mercado para sempre, e mudaria a maior indústria de cinema do mundo. O resultado disso, por exemplo, entre outras coisas, foi o surgimento dos blockbusters, dos filmes-evento.

Assim seguiram os anos 80 e 90, como verdadeiras fábricas de fazer estrelas e astros modernos. Nessa nova matéria iremos justamente retornar para a década de 1990, para revisitar alguns dos maiores astros de Hollywood do período. Ou seja, daremos uma olhada em cinco atores que faziam muito sucesso na época e que talvez os mais novos não saibam da grandiosidade que foram seus nomes no período. Confira abaixo.

Kevin Costner

Começamos a lista com o verdadeiro Rei de Hollywood do início dos anos 90. É claro que Kevin Costner já fazia sucesso no fim dos anos 80 com filmes como Os Intocáveis (1987), Sem Saída (1987), Sorte no Amor (1988) e Campo dos Sonhos (1989). Mas seria na virada da nova década que o ator veria sua transformação em um dos maiores astros dos EUA. Isso porque logo em 1990, Costner protagonizou, produziu e, principalmente, dirigiu o épico de faroeste Dança com Lobos (filme que retrata os índios pela primeira vez apresentados como figuras bondosas e não como os vilões de sempre) – o grande vencedor do Oscar daquele ano com nada menos que 12 indicações, e 7 vitórias incluindo melhor diretor e melhor filme. É claro que um sucesso deste coloca qualquer um no topo do mundo, e Kevin Costner foi instantaneamente catapultado para lá.

O ator soube aproveitar muito bem o status que havia ganhado e fez ótimas escolhas em seus projetos. Logo no ano seguinte apareceria em duas produções muito badaladas. A primeira foi Robin Hood – O Príncipe dos Ladrões, um dos blockbusters mais chamativos de 1991, que novamente investia em uma olhada moderna em um ícone do passado. Robin Hood marcou época e se tornou uma das maiores bilheterias do início dos anos 90. No mesmo ano, Costner retornaria num filme mais sério, político e investigativo – que não se esquivou das polêmicas devido à sua visão ideológica. JFK – A Pergunta que Não quer Calar foi indicado para 8 Oscar, incluindo melhor filme. A trilha de boas escolhas de projetos de Kevin Costner seguiria pelo fenômeno O Guarda-Costas (1992) – um dos filmes mais queridos da época; Um Mundo Perfeito (1993), drama dirigido e estrelado por Clint Eastwood; e Wyatt Earp (1994), faroeste superprodução que narra sobre o lendário xerife do título.

Como nada dura para sempre, Kevin Costner sentiria seu primeiro grande baque e veria sua reputação ser arranhada com o lançamento de Waterworld – O Segredo das Águas (1995), espécie de Mad Max na água que deveria ser o novo Dança com Lobos da carreira do astro (servindo como produtor também), mas se tornaria um dos filmes mais desastrosos do cinema na época. Mal havia se recuperado do fracasso de Waterworld e Costner resolveria investir de novo no gênero da ficção pós-apocalíptica, trocando os mares pelos desertos em O Mensageiro (1997), desta vez além de produtor servindo também como diretor. Com os dois knockouts, restou para o ator voltar aos romances esportivos com O Jogo da Paixão (1996), Por Amor (1999) e Uma Carta de Amor (1999). Hoje, Costner faz sucesso na elogiada série Yellowstone, desde 2018.

Tom Hanks

Hollywood é mesmo uma terra de sonhos, e pode mudar completamente a carreira de um ator, o transformando em um astro. Nunca é tarde. Atores podem ter suas carreiras transformadas de uma hora para outra. Veja o caso de Tom Hanks, por exemplo, na década de 80 o ator era apenas conhecido pelos filmes de comédia que fazia – nos quais se encontram Splash – Uma Sereia em Minha Vida (1984), Um Dia a Casa Cai (1986), Dragnet – Desafiando o Perigo (1987), Quero ser Grande (1988), Meus Vizinhos São um Terror (1989) e Uma Dupla Quase Perfeita (1989). Sim, Tom Hanks era um nome famoso e de sucesso, mas o que seria seu pulo do gato para se tornar um verdadeiro astro ocorreria no início dos anos 90 com sua vitória no Oscar de melhor ator.

É indiscutível que Filadélfia (1993) foi a grande chance que o ator teve de demonstrar que também podia ser um “ator sério”. Não que Hanks já não tivesse se aventurado pelo drama antes, mas o fez em produções “esquecidas” pelo público. Já Filadélfia se tornou um grande sucesso de crítica e público, e fez todos verem que Hanks era mais que um ator de comédias no papel de um advogado discriminado por ter AIDS e ser gay em 1993. Mas e quem disse que Tom Hanks pararia por aí? Sentindo o gostinho do prestígio, logo no ano seguinte o ator estava interessado em quebrar recordes e o fez se tornando o segundo ator da história a vencer o Oscar na categoria de intérprete principal por dois anos consecutivos. A segunda vitória foi pelo atemporal Forrest Gump (1994), que de quebra ainda se tornou um dos fenômenos mais queridos da sétima arte.

Por pouco Hanks não faz a trinca, já que em 1995 foi indicado uma terceira vez por Apollo 13, mas esta terminou não levando. Já imaginou? Em 1996 estreava na direção com seu “cover” dos Beatles em The Wonders – O Sonho não Acabou (cuja música da trilha grudou igual chiclete). Ainda no fim da década estrearia ao lado de Steven Spielberg no fantástico drama de guerra O Resgate do Soldado Ryan (1998) – com mais uma indicação para melhor ator -; no drama sobrenatural baseado em Stephen King À Espera de um Milagre (1999); e recobrando a parceria com Meg Ryan no romance Mens@gem para Você (1998). Ah sim, mostrando ser cool, Hanks cederia a voz para o boneco Woody na primeira animação em 3D da Disney e da história do cinema com Toy Story (1995) e voltaria para mais três filmes deste universo. Hanks continua em alta, e ano passado estrelou Elvis e O Pior Vizinho do Mundo (em cartaz nos cinemas).

Jim Carrey

É preciso aproveitar o auge de popularidade, pois nunca se sabe quanto tempo ela irá durar. Uma das coisas mais difíceis para um ator é administrar sua carreira e conseguir permanecer na crista da onda por décadas. Justamente por isso é admirável o que atores como Tom Cruise conseguiram atingir. Para Jim Carrey, nenhuma outra época se comparou aos anos 90. Carrey é mais um ator que já fazia filmes nos anos 80, mas na época estava bem longe de ser famoso. Em seu repertório da época estão longas que hoje se tornaram cult, como Procura-se um Rapaz Virgem (1985) e Meu Amante é de Outro Mundo (1988). Carrey inclusive obteve destaque na TV no início dos anos 90, quando estrelou o programa de esquetes In Living Color (de 1990 a 1994).

Mas o ano de 1994 definitivamente seria o divisor de águas na carreira de Jim Carrey. Aliás, nenhum outro astro de Hollywood talvez tenha tanto a agradecer ao ano de 1994 quanto Jim Carrey. Isso porque neste ano foram lançados os três filmes que colocariam o nome do ator no mapa para sempre. O primeiro foi Ace Ventura – Um Detetive Diferente, aposta certeira da Warner no ator de cara de borracha, criando um de seus personagens mais únicos da carreira. Seguindo de perto veio logo O Máskara, uma produção atemporal que foi um dos primeiros exemplos de filmes a utilizarem de maneira magnânima os efeitos especiais de computadores, pegando o rastro de Jurassic Park. E terceiro, para fechar o caixão, veio o mega sucesso da comédia incorreta Débi & Lóide – Dois Idiotas em Apuros. Pronto, o nome do ator estava escrito nas estrelas.

Logo no ano seguinte, Carrey estrelava em mais dois sucessos. Primeiro em Batman Eternamente, ao ser escolhido para o vilão Charada (e “sequestrar o filme”), isso que é moral. Depois veio Ace Ventura 2, já com o ator no topo do mundo. Daí foi só correr para o abraço. Porém, quanto mais alto estamos, maior é o tombo. E o tombo veio com O Pentelho (1996). No ano seguinte, no entanto, Carrey já estava recuperado, com O Mentiroso (1997). Depois, investiu em ser reconhecido como ator sério, e mandou muito bem em O Show de Truman (1998) e O Mundo de Andy (1999). Hoje, Carrey lida com sua depressão e a morte de sua companheira. Se tornou uma figura em partes polêmica, e em partes esquecida. Mesmo assim recuperou uma pequena porção de sua fama com os dois filmes da franquia Sonic, sucessos para a garotada.

Nicolas Cage

Talvez os mais novos nem consigam dimensionar o que foi Nicolas Cage nos anos 90. Isso devido ao status atual do astro, mergulhado em inúmeras produções do cinema B, que por aqui sequer recebem lançamento nos cinemas, e muitas vezes nos EUA também não. São muitas produções esquecíveis por ano protagonizadas por Cage. Mas quem viveu a época entende e sabe muito bem qual era a potência de Nicolas Cage no período. Assim como os demais atores desta lista, Cage começou sua carreira ainda na década de 1980, onde participou de boas produções cult, como Arizona Nunca Mais, Um Estranho Vampiro e O Feitiço da Lua. Mas assim como os demais atores contidos aqui também sua grande revelação viria em meados da década seguinte.

Foi em 1995, graças a um drama pouco conhecido hoje em dia, chamado Despedida em Las Vegas, que a carreira de Nicolas Cage mudaria para sempre. Foi devido a este filme, no qual interpreta um alcoólatra viajando até Las Vegas com o propósito de beber até morrer, que o ator ganharia o Oscar, entrando para o time A de astros de Hollywood. Depois disso, Nick Cage resolveu se transformar em um herói de ação, e o fez em grande estilo, com A Rocha (ao lado de Sean Connery, dirigido por Michael Bay), Con Air – A Rota da Fuga e A Outra Face (com John Travolta, de John Woo).

A esta altura Nicolas Cage já estava consolidado como um dos grandes nomes de Hollywood, e entregava alguns dos maiores blockbusters da época. Mas o ator não queria ficar conhecido apenas pelos filmes de ação. Desta forma resolvia investir também no romance, com Cidade dos Anjos (ao lado de Meg Ryan, 1998); nos thrillers, com Olhos de Serpente (de Brian De Palma, 1998) e Oito Milímetros (de Joel Schumacher, 1999); e no drama existencial, com Vivendo no Limite (de Martin Scorsese, 1999 – sentiram a moral). Aos poucos nos últimos anos Nicolas Cage vem fazendo as pazes com o sucesso. Em 2021 lançou o elogiado PIG – A Vingança, sobre um homem comum atrás de seu porco. E ano passado, deu o que falar com a comédia O Peso do Talento, no qual interpreta a si mesmo. Este ano viverá Drácula em Renfield – Dando o Sangue Pelo Chefe, comédia com a mitologia do maior vampiro de todos.

Arnold Schwarzenegger

Finalizando nossa lista dos maiores astros dos anos 80 temos o verdadeiro rei da ação do período. Schwarzenegger e Sylvester Stallone dividiram o protagonismo do gênero na década. Mas enquanto Stallone viu seu auge na década de 1980, em especial devido ao enorme sucesso de Rambo 2, o ator austríaco esperaria até a década seguinte, mesmo tendo tido sucessos nos anos 80, para se tornar o rei das bilheterias com O Exterminador do Futuro 2 (1991) – um fenômeno incontestável para o cinema entretenimento, surgindo como um marco divisor de águas no terreno dos efeitos visuais. É verdade que nos anos 80, Arnold já havia feito dois Conan, um Exterminador do Futuro, O Predador, Comando para Matar, entre outros. Mas o segundo Exterminador do Futuro não seria apenas mais um sucesso em seu currículo, mas sim um fenômeno mundial, elevando o status do grandalhão a um novo patamar.

É indiscutível que O Exterminador do Futuro 2 foi o auge da carreira de Schwarzenegger. E o astro estava disposto a seguir nessa tendência. Logo em seguida, ele preparou um projeto ambicioso, em nova parceria com o mesmo diretor de O Predador (John McTiernan). O filme em questão foi O Último Grande Herói (1993), o qual Arnold esperava que derrubasse os dinossauros de Spielberg em Jurassic Park. O resultado não foi bem esse na época, embora hoje a produção tenha ressurgido como cult. Sorte melhor teve sua investida seguinte, com True Lies (1994), o melhor filme de James Bond da época (que não era realmente de James Bond), dirigido por James Cameron. Foi esse sucesso todo que garantiu ao astro a entrada na galeria de vilões de Batman, em Batman & Robin (1997), infelizmente mais uma superprodução que não deu muito certo.

O último trabalho de Schwarzenegger no cinema até o momento foi retornando para a franquia que o consagrou em O Exterminador do Futuro – Destino Sombrio (2019) – o sexto longa da série. Arnold prepara ainda duas sequências tardias e promissoras de seu currículo. Trigêmeos já está em fase de pré-produção, e servirá de continuação para Irmãos Gêmeos, desta vez colocando o ator e Danny DeVito encontrando um terceiro irmão nas formas de Eddie Murphy. Além disso, Rei Conan trará o ator novamente como o Bárbaro, agora em fase mais velha, e está sendo desenvolvido atualmente.

‘Coringa 2’: Vídeos dos bastidores mostram detalhes do set de gravações

Foram postados nas redes sociais alguns vídeos dos bastidores da sequência de ‘Coringa‘, intitulada de ‘Folie a Deux‘, estrelado por Joaquin Phoenix e Lady Gaga.

Nos vídeos, é possível conferir as gravações externas, que estão acontecendo no centro de Los Angeles, e mostram mais da ambientação da cidade de Gotham City dos anos 80.

Confira abaixo:

Além de Gaga e Phoenix, Brendan Gleeson e Catherine Keener também se juntam à dupla.

O enredo de ‘Joker: Folie a Deux‘ ainda é mantido em segredo, mas a teoria atual é que ele abordará a origem do romance entre o Coringa e a sua clássica parceira no crime, Arlequina, vivida por Gaga.

Com estreia marcada para 04 de outubro de 2024, o projeto está sendo descrito como um musical.

Vale destacar que Folie à Deux é um termo que significa “psicose compartilhada”, o que pode ser referência ao fato de que Gaga irá interpretar Arlequina.

Lançado em 2019, ‘Coringa‘ ultrapassou a impressionante marca de US$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais, a partir de um orçamento de apenas US$ 70 milhões.

Lucy Liu diz que gostaria de dirigir projetos de super-heróis novamente

A renomada atriz Lucy Liu, que está em ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘, em entrevista para o Comic Book, revelou que gostaria de dirigir algum projeto de super-herói novamente. A atriz já havia dirigido um episódio da série ‘Luke Cage‘.

“Eu não me importaria de voltar atrás da câmera, mas teria que ser por um bom motivo, porque leva muito tempo e energia e, você sabe, você realmente precisa se dedicar a isso”, comentou Liu.

 “Acho que esse é um compromisso que você quer dar 10.000% do seu esforço e há tantas coisas que você pode fazer no mundo dos quadrinhos […] Eu nunca diria não, mas consideraria isso .” 

Lembrando que ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Relembre o trailer:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘Shazam! 2’: Zachary Levi responde se o Adão Negro de The Rock iria aparecer no longa

Zachary Levi, astro de ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘, foi questionado em uma entrevista pro canal do YouTube Jake’s Takes (via We Got This Covered) se haviam planos para trazer o astro Dwayne ‘The Rock’ Johnson de volta como Adão Negro para uma participação especial filme.

No entanto, o ator disse não fazer ideia se isso iria acontecer ou não.

“Isso tudo está muito acima do meu salário. Eu não faço ideia. Eu sei que nos quadrinhos, e até mesmo em algumas animações, houve batalhas épicas muito legais entre Shazam e Adão NegroShazam, Superman e Adão NegroEu sei que muitos fãs queriam isso. Sei que estava totalmente aberto a isso, mas é tudo o que sei”, disse o ator.

Há algum tempo, fontes diziam que The Rock sentia desprezo da franquia ‘Shazam!, e que recusou participar do segundo filme do herói, mesmo tendo sido um dos produtores do primeiro longa.

Adão Negro’, estrelado por The Rock arrecadou US$ 393 milhões nas bilheterias, sendo considerado um dos maiores fracassos da DC nos cinemas.

Lembrando que ‘Shazam!: Fúria dos Deuses‘ chegará aos cinemas nacionais no dia 16 de março de 2023, uma semana depois de ‘Pânico 6‘ e uma semana antes de ‘John Wick 4‘.

Relembre o trailer:

Além do retorno de Zachary Levi no papel principal e da introdução de Helen Mirren, Lucy Liu e Rachel Zegler, o elenco conta com Adam Brody, Asher AngelJack Dylan Grazer.

Henry Gayden volta como roteirista, enquanto David F. Sandberg assume novamente a cadeira de direção. Peter Safran entra como produtor.

O filme original foi aclamado pelos críticos (alcançando 90% de aprovação no site Rotten Tomatoes), além de ter faturado mais de 365 milhões de dólares nas bilheterias mundiais.

‘The Flash’: Batman de Michael Keaton vai pilotar versão atualizada do clássico Batmóvel; Confira a imagem!

A McFarlane Toys vai lançar um colecionável inspirado no clássico Batmóvel usado pelo Batman de Michael Keaton no filme de 1989 e no vindouro The Flash‘.

Através do Twitter, o quadrinista e cineasta Todd McFarlane compartilhou a imagem do veículos, que terá leves alterações, como a cabine um pouco maior em relação à versão de 89.

Confira:

Anteriormente, uma página do Instagram dedicada a novidades sobre o Batman compartilhou nos stories uma imagem mostrando que a Batwing também será de um modelo um pouco diferente da versão apresentada no filme dirigido por Tim Burton.

Confira:

Lembrado que ‘The Flash chega aos cinemas nacionais em 15 de junho e promete revolucionar o Universo DC com sua trama envolvendo o Multiverso.

Confira a sinopse, o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

“Os mundos colidem em ‘The Flash‘ quando Barry usa seus superpoderes para viajar no tempo para mudar os eventos do passado. Mas quando sua tentativa de salvar sua família acaba alterando o futuro, Barry fica preso em uma realidade na qual o General Zod voltou, ameaçando aniquilá-lo, e não há super-heróis para ajudá-lo. Isto é, a menos que Barry possa persuadir um Batman muito diferente a sair da aposentadoria e resgatar um kryptoniano preso… Embora não seja aquele que ele está procurando. Para salvar o mundo em que ele está e retornar ao futuro que ele conhece, a única esperança de Barry é correr para salvar sua vida. Será que seu sacrifício será suficiente para reiniciar o universo?”

Além do protagonista Ezra Miller, o elenco também conta Ben Affleck reprisando seu papel como Batman, enquanto Sasha Calle vive a Supergirl, e Michael Shannon retorna como o vilão Zod.

Quando o Framboesa Erra! Os Filmes QUERIDOS dos Anos 80 que Foram Indicados ao Pior do Cinema!

Definitivamente, o Framboesa de Ouro é a “premiação” mais polêmica do cinema. Criada como uma grande brincadeira, a cerimônia é considerada o “anti-Oscar” em Hollywood e aponta o que de pior o cinema entregou a cada ano. Existem os que torcem o nariz e que o consideram algo de mau gosto, afinal taxar produções cinematográficas que foram resultado de sangue e suor de artistas, às vezes envolvidos por anos em suas confecções, é uma espécie de declaração de guerra à arte. A verdade é que o Framboesa de Ouro não se leva a sério, e realmente não deve ser levado a sério. De fato, ao longo dos anos muitos artistas souberam levar na esportiva e entraram na brincadeira, inclusive indo aceitar a “honraria” – como foi o caso com Bill Cosby, Halle Berry e Sandra Bullock. É preciso ter bom humor e jogo de cintura.

A verdade é que o Framboesa apenas tem coragem de vociferar o que grande parte do público e dos críticos conversam entre si nos círculos de cinéfilos. Todos têm suas próprias opiniões e ninguém gosta de tudo o tempo todo. Afinal, o que seriam dos filmes bons sem os filmes ruins para servir de comparação. Em grande parte, o Framboesa indica e premia obras execradas pela crítica especializada e que deram prejuízo em bilheteria, ou seja, o público optou por ignorar, pelos mais diversos motivos. O que acontece é que vez ou outra o Framboesa também erra e acaba lembrando de filmes que terminam por resistir ao teste do tempo, sendo redescobertos como cult, ou simplesmente conquistam uma legião de fãs tão grande a cada geração, só aumentando o amor do público por eles.

Confira abaixo os filmes adorados dos anos 80, que terminaram sendo indicados pelo Framboesa de Ouro em seu ano de lançamento.

O Iluminado (1980)

Quando O Iluminado estreou em 1980, o cineasta Stanley Kubrick já era um nome famoso em Hollywood, mas igualmente controverso. Embora tivesse entregue filmes como Lolita, 2001 – Uma Odisseia no Espaço e Laranja Mecânica, Kubrick era tido como um diretor “maldito”, graças ao conteúdo controverso de grande parte de seus longas. E O Iluminado não foi exceção. Sua única investida no gênero do terror não foi vista com bons olhos por metade dos críticos, que consideraram o longa algo abaixo do talento do diretor – algo comparado com o que ocorreu com Alfred Hitchcock na época de Psicose. Hoje tida como obra extremamente reverenciada no gênero, cuja popularidade imensa só aumenta, na época de seu lançamento, O Iluminado teve muitos detratores, incluindo o próprio autor do livro em que é baseado, Stephen King. Tamanha polêmica levou o filme a ser indicado ao Framboesa de Ouro bem no ano da estreia da premiação. O Iluminado recebeu indicações para pior atriz (Shelley Duvall) e pior diretor (Stanley Kubrick) – algo inconcebível hoje.

O Enigma de Outro Mundo (1982)

Não é incomum filmes execrados pela crítica ou que se mostrem fracassos financeiros em sua época de lançamento ressurgirem como item cult, reverenciados e estudados por acadêmicos da área de cinema ou crítica cinematográfica anos depois. Dizem que o cinema é uma arte eterna, que dura para a posteridade. Assim é curioso presenciar esse fenômeno de ressurgimento de certas produções. Veja, por exemplo, essa obra-prima de terror e ficção científica do mestre John Carpenter. Tudo bem, não é para todos os gostos e na época, muitos a consideraram de mau gosto devido às cenas explícitas envolvendo todo tipo de “nojeira corpórea”. Mas o que ninguém pode imaginar hoje é que na época o filme tenha sido indicado ao Framboesa de pior trilha sonora – e justo para quem: o icônico Ennio Morricone.

Scarface (1983)

Um dos maiores injustiçados pelo Framboesa de Ouro – ao menos na década de 1980 – foi o diretor Brian De Palma. Alguém no Framboesa devia ter alguma coisa contra o cineasta, não é possível. Reverenciado pela maioria dos especialistas e cinéfilos por seu talento como contador de histórias – dono de um estilo único, que vai muito além de um “fã de Hitchcock” -, De Palma se viu alvo da premiação zoeira no período. Aqui começamos com sua “ópera” do crime e máfia, Scarface, remake de uma produção noir clássica da década de 1930. Para sua versão, De Palma resolveu abordar a temática da imigração ilegal cubana em Miami. Violento e com uma atuação deliciosamente exagerada de Al Pacino, Scarface em pouco tempo se tornou um favorito dos entusiastas do gênero. Mas na época, o longa não escapou da mira do Framboesa, que indicou De Palma para pior diretor.

Vestida para Matar (1980)

Antes de Scarface, no ano de estreia do Framboesa de Ouro, os organizadores já inauguravam também sua cisma com De Palma. No começo de carreira, o cineasta era tido como o discípulo mais fiel de Alfred Hitchcock. Isso porque muito de seus filmes eram tidos como a mais pura homenagem a alguma produção do mestre do Suspense. Essa aqui, por exemplo, Vestida para Matar é Psicose puro. Admirado e estudado como um grande exemplar de um thriller erótico e noir, o longa mistura pesadelo e realidade, possuindo fortes subtextos dignos de discussões sobre as mais variadas temáticas controversas. Um filme à frente do seu tempo, Vestida para Matar já discutia, por exemplo, questões de gênero e o psicológico dos transgêneros. Mas nada disso o fez escapar do Framboesa e das indicações de pior diretor (De Palma), pior ator (Michael Caine) e pior atriz (Nancy Allen).

Dublê de Corpo (1984)

Finalizando a “trilogia da implicância” do Framboesa de Ouro com o mestre Brian De Palma, chega agora mais um filme de seu repertório entre os indicados. Não me leve a mal, não é que eu considere certos diretores infalíveis, ou que acredite que Brian De Palma não possua filmes que, por variados motivos, não atingiram todo o seu potencial. Entendo perfeitamente que certos filmes de sua filmografia não estejam tão alinhados quanto outros. É só que acredito que seus piores filmes não sejam estes. E se Vestida para Matar é o Psicose dele, Dublê de Corpo é o seu Janela Indiscreta. O filme conta a história de um ator que termina presenciando uma mulher com quem se envolveu ser morta da janela da casa de um colega do outro lado da rua. Mas as coisas podem não ser muito como ele imagina. Um thriller de tirar o fôlego com a assinatura do mestre. Mas não teve jeito, alvo direto do Framboesa, De Palma novamente recebeu sua costumeira nomeação a pior diretor.

Rocky III e Rocky IV (1982 e 1985)

Quem não gosta da franquia Rocky bom sujeito não é. Tudo bem que o filme original lá de 1976 é o melhor de todos da franquia, mais voltado para o drama. Enaltecido como um dos melhores filmes de esporte de todos os tempos, Rocky – Um Lutador emplacou forte no Oscar daquele ano e terminou vencendo o prêmio de melhor filme daquele ano. Merecidamente. O segundo filme, já dirigido por Stallone, manteve a seriedade e seguiu de perto a cartilha do original. Já quando foi a vez de adentrar os anos 80, com o terceiro e quarto filmes, é inegável que Rocky sofreria uma atualização para os novos tempos – e se tornaria maior e mais exagerado, mais repleto de ação e situações bem ridículas, é verdade.

É inegável também que se tornavam mais empolgantes e cada vez mais populares junto ao grande público. Se para mais nada, estes filmes nos deram “hinos” como ‘Eye of the Tiger’ e ‘Burning Heart’. Mas se tem um artista que o Framboesa “perseguia” tanto quanto Brian De Palma era o astro Sylvester Stallone. Bem, muitos dariam razão para o Framboesa. Nós não. Enquanto Rocky III foi indicado para pior revelação (Mr. T), o mais empolgante Rocky IV recebeu uma enxurrada de indicações: pior filme, pior ator coadjuvante (Burt Young), atriz (Talia Shire) e pior roteiro (Stallone); além de ter levado os Framboesa de pior ator e diretor (Stallone), trilha sonora, e atriz coadjuvante e revelação para Brigitte Nielsen, então esposa de Stallone.

Flashdance – Em Ritmo de Embalo (1983)

Um dos musicais mais queridos dos anos 80 e da história do cinema, Flashdance é uma história de empoderamento feminino, trazendo uma protagonista que é uma mulher forte e independente. Alex, papel de Jennifer Beals, sonha em ser dançarina, mas para sustentar este sonho faz jornada dupla, trabalhando em dois empregos. De dia, ela enfrenta o preconceito dos colegas de trabalho como soldadora, visto como uma função de homem. De noite, ela é uma dançarina exótica num clube masculino. O mais legal de Flashdance é perceber como ainda hoje o filme se mantém atual, e era muito à frente de seu tempo. E quem poderia esquecer as canções ‘What a Feeling’, de Irene Cara, ou ‘Maniac’, de Michael Sembello, temas do filme que foram vencedor e indicado ao Oscar, respectivamente? Bem, a resposta é: O Framboesa; que indicou Flashdance para pior roteiro.

A Última Tentação de Cristo (1988)

Martin Scorsese é, ainda hoje, considerado por muitos como o maior diretor vivo de sua geração. Mesmo com as tretas com a Marvel, onde a nova geração começou a olhar torto para o “tiozinho”, quem conhece cinema de verdade a fundo (e não apenas a diversão da semana) precisa reconhecer Scorsese como um dos grandes. Touro Indomável, Taxi Driver, Os Bons Companheiros, Os Infiltrados – a lista é simplesmente imensa. Mas o diretor já teve sua cota de polêmicas, e numa época bem antes dos filmes da Marvel se tornarem uma realidade. Uma destas polêmicas, talvez a maior, envolveu o lançamento de seu controverso A Última Tentação de Cristo, de 1988. Neste filme, entre outras coisas, Scorsese mostra Jesus Cristo cedendo a uma noite de tentação, e se deitando com Maria Madalena. Na época, foi o suficiente para uma comoção por parte de religiosos e católicos fervorosos que começaram a boicotar o filme, e até a realizar quebra-quebra em cinemas que o exibiam. Hoje, o filme é enaltecido como cult. Mas na época, não escapou da indicação de pior coadjuvante para o grande Harvey Keitel no papel de Judas.

Willow – Na Terra da Magia (1988)

Finalizando nossa lista, temos um dos maiores clássicos da Sessão da Tarde dos anos 80. Willow é uma aventura de fantasia medieval que tem direção de Ron Howard e produção de George Lucas. O longa não foi um sucesso de bilheteria em sua estreia, mas pouco tempo depois, devido às locadoras de vídeo, ressurgiria como item cult. Por décadas, Willow foi um dos raros exemplos de filmes dos anos 80 que não tiveram uma continuação, mesmo que seu enredo aventuresco fosse totalmente favorável a isso. Eis que em nossos tempos modernos, a Disney compra a LucasFilm, “herda” Star Wars, Indiana Jones e… bem, Willow. Fora isso, o streaming da Disney+ igualmente é criada e assim Willow estava resgatado de seu ostracismo oitentista, pronto para virar série na plataforma. Mas voltado ao passado, lá para a década de 1980, Willow foi outro filme que não escapou da “fúria” de Framboesa, recebendo indicações para pior roteiro e ator coadjuvante (Billy Barty).

Flopou com Força! Os grandes FRACASSOS do cinema que Completam 20 anos em 2023!

É difícil ser um cinéfilo que conhece e assiste a tudo o que é produzido hoje. Isso porque vivemos numa era em que a oferta é simplesmente grande demais. Com o surgimento dos streamings e suas próprias produções conhecer e, pior, ver tudo é uma missão quase impossível. Mais do que nunca anteriormente é preciso selecionar. O que dirá lembrar de tudo o que vimos no passado. Para ajudar na memória, aqui no CinePOP adoramos as matérias nostálgicas, que passeiam pelo passado, nos fazendo lembrar e refletir sobre o que assistimos dez, vinte, trinta anos no passado – ou ainda mais, dependendo de sua idade. Afinal, em muitos casos a lembrança pode ser tudo o que nos resta. Assim, nesta nova matéria trazemos mais uma lista nostálgica, aqui refletindo sobre os fracassos do cinema de vinte anos no passado. Filme que tentaram, mas simplesmente não deram certo. Você lembra de todos?

Bem-Vindo à Selva

Dwayne ‘The Rock’ Johnson é atualmente um dos maiores e mais rentáveis astros de Hollywood. Mas o ator grandalhão não é infalível – que o diga o recente Adão Negro. Quando voltamos 20 anos no passado, encontramos um The Rock ainda em sua transição de lutador para o cinema, dando seus primeiros passos como herói de ação. Ele havia estreado como protagonista em O Escorpião Rei (2002), derivado da franquia A Múmia. No ano seguinte, se aventurava pela selvas da floresta Amazônica (anos antes de Jumanji) no papel de um sujeito durão contratado por um ricaço para trazer seu filho pseudo-revolucionário de volta aos EUA. Aqui temos uma parceria entre a Columbia Pictures (Sony) e a Universal Pictures, que desembolsaram US$85 milhões para um filme que não conseguiu se pagar, arrecadando mundialmente US$80 milhões.

 

Contato de Risco

Tudo o que envolve esta produção e seus astros se tornou um dos “causos” mais notórios dos últimos 20 anos em Hollywood. Contato de Risco, ou Gigli (no título original), foi o epicentro da relação de noivado entre os astros Ben Affleck e Jennifer Lopez – um dos casais mais quentes do mundo há 20 anos, ganhando inclusive o apelido bonitinho de “Bennifer”. Bem, numa guinada triste do destino o casal terminou se separado devido a uma superexposição na mídia e os fracassos de seus projetos em conjunto, em especial esse que é considerado um dos piores filmes da história do cinema. O amor não resistiu. Mas essa história tem um final feliz, já que 20 anos depois, eis que Bennifer está mais vivo do que nunca, com os pombinhos reatando. Tudo o que bastou nesse caso foi outros casamentos e filhos no meio. Mas o filme sobre um mafioso (Affleck) pateta se apaixonando e “convertendo” uma lésbica em heterossexual (Lopez) continua horrível. A produção deu um baita prejuízo para a Columbia / Sony, com um orçamento de US$54 milhões viu de volta apenas US$7.2 milhões mundiais.

O Vingador

Por falar em Dwayne Johnson, quem chega à lista agora é outro grandalhão careca, que The Rock conhece muito bem. Mas chamar Vin Diesel e Dwayne Johnson de amigos, ou até mesmo colegas, talvez seja demais. Afinal, todo mundo ficou sabendo de seu desentendimento, digamos, na franquia Velozes e Furiosos. Curiosamente, antes de estrelarem juntos na citada franquia de carros velozes, os dois davam prejuízo separadamente com seus lançamentos há 20 anos. Vin Diesel já havia estrelado o primeiro Velozes e Furiosos (2001), mas não quis saber das continuações porque buscava brilhar em outros papeis, mostrando seu veia dramática de atuação. É o que o ator faz aqui, no papel de um policial com sangue nos olhos para a vingança após sua família ser morta por criminosos. Com produção da New Line Cinema (Warner), o filme custou US$36 milhões, rendendo em seu país de origem apenas US$26 milhões, assim falhando em se pagar. O que salvou, mas nem tanto, a obra foi a projeção internacional, que juntando tudo deu US$44 milhões – bem longe de ser um sucesso.

Corridas Clandestinas

Por falar em Vin Diesel e Velozes e Furiosos, o primeiro filme de rachas de carros turbinados (que nada mais é do que uma refilmagem não declarada de Caçadores de Emoção, 1991) fez enorme sucesso e logo gerou seus “imitadores”. Aqui, nesta produção da Dreamworks, tenho certeza de que os produtores usaram o seguinte pitch: “que tal se fizéssemos um Velozes e Furiosos mas com motos ao invés de carros”. Grande ideia. A verdade é que não se precisa pensar muito para bolar algo assim, e o projeto até poderia ter dado certo, já que Hollywood já viu ideias piores. A trama aqui, assim como na franquia de Vin Diesel, fala sobre gangues de motoqueiros no submundo disputando em corridas a liderança. Laurence Fishburne é o maior nome do elenco, que ainda conta com Derek Luke, Meagan Good, Kid Rock, Dijimon Hounsou e Lisa Bonet. Com US$24 milhões de orçamento, rendeu apenas US$23 milhões mundiais.

Divisão de Homicídios

Harrison Ford é eterno. A contribuição do astro para a cultura pop é imensa e talvez sem igual quando falamos de um ator bem-sucedido. Isso porque Ford tem a mão em algumas das maiores franquias do cinema e personagem atemporais como Han Solo, Indiana Jones e o Blade Runner Rick Deckard. Nada jamais diminuirá seu brilho. Mas não podemos fingir que certas atrocidades não foram cometidas usando o nome do ator. Uma das maiores foi a que o uniu ao então promissor Josh Hartnett – então surfando na crista da onda de sua popularidade. Esse filme do gênero buddy cop chegava algumas décadas atrasado para a festa, e o pior, sem trazer nada de novo para o estilo. Esse é o pior de tipo de convidado, o que chega de mãos abanando. Um dos fatos mais curiosos sobre o filme é que coloca um novato e um veterano com muitos anos a mais de bagagem nas costas para trabalharem juntos. Essa é mais uma bomba da Columbia (Sony), que todos os envolvidos gostariam de esquecer. Com orçamento de US$75 milhões, o filme recuperou somente US$51 milhões mundiais.

Um Pobretão na Casa Branca

Se Will Smith quisesse se vingar de verdade de Chris Rock e humilha-lo não precisava agredi-lo covardemente com um tapa e terminar banido por 10 anos do maior prêmio do cinema. Era só o astro esquentadinho ter retribuído fogo com fogo. Tudo o que Will precisaria fazer era dizer que seus filmes são sucesso e os de Rock, sempre fracasso. A verdade é que Chris Rock é um dos maiores humoristas norte-americanos, e que ao que dizem voltou com tudo ressurgido das cinzas após o tapa ouvido pelo mundo. Mas no cinema, o comediante nunca teve muita sorte, com a maioria dos lançamentos protagonizados por ele terminando no prejuízo. Era isso o que ocorria há 20 anos, com esta produção da Dreamworks. No filme, Rock vive um vereador sem muita experiência, saído dos guetos americanos, que se torna o candidato surpresa na corrida presidencial nos EUA, por dizer a verdade das ruas. O longa escrito, dirigido, produzido e protagonizado por Rock custou US$35 milhões e recuperou US$38 milhões mundiais, ao menos conseguindo se pagar.

Amor Sem Fronteiras

Enquanto não retorna às telas para viver a cantora de ópera Maria Callas e Malévola pela terceira vez (ambos em fase de pré-produção), a musa Angelina Jolie tirou um tempo de folga para poder namorar à vontade seu novo crush, o ator Paul Mescal. A estrela é uma das mais famosas de Hollywood, e esse caminho tem décadas de estrada. É só olharmos, por exemplo, para 20 anos no passado para notar que nesta época Jolie já tinha um Oscar para chamar de seu, e estrelava a franquia milionária Tomb Raider. A atriz, no entanto, sempre buscou desafios diferentes, vira e mexe investindo em dramas mais intimistas também. Foi o caso com Amor Sem Fronteiras, filme que homenageia iniciativas como os médicos sem fronteiras. Jolie vive uma socialite casada que se apaixona por um médico revolucionário (papel de Clive Owen), que faz um trabalho voluntário e arriscado na África. A produção da Paramount US$35 milhões e rendeu apenas US$11 milhões mundiais, sendo um dos maiores fracassos daquele ano.

Irmão Urso

A Disney é indiscutivelmente o maior estúdio da atualidade. Dono de marcas bilionárias como a LucasFilm (Star Wars, Indiana Jones), a Marvel e a agora a Fox, o estúdio pode se dar o luxo de uma escorregada vez ou outra. E isso ocorre até mesmo em suas animações miradas ao público infantil – afinal nem todos podem ser grandes acertos (embora a maioria realmente seja). Pegue o ano de 2022, por exemplo, para perceber um dos mais azarados para a Disney em anos recentes, com obras como Lightyear e Mundo Estranho – que passaram quase emprego com o grande público. Mas não pense você que isso é exclusividade de agora, pois no passado a Disney também tinha seus filmes que não atingiam o esperado. Irmão Urso, sobre um caçador aprendendo o valor da vida animal, foi um dos responsáveis pela “morte” das animações tradicionais da Disney (em 2D). O estúdio pararia de realizar animações do tipo no ano seguinte, com Nem que a Vaca Tussa. Irmão Urso custou impressionantes US$128 milhões e rendeu nos EUA US$85 milhões, não conseguindo se pagar. Foi graças ao mercado internacional, que a animação rendeu um pouco mais, com bilheteria mundial de US$250 milhões, mas ainda bem longe do sucesso.

Hulk

A Marvel foi a grande responsável pelo que temos hoje em matéria de produções baseadas em super-heróis de quadrinhos. É indiscutível, o material se tornou a fonte mais rentável hoje em Hollywood – quem diria? Antes mesmo do MCU como o temos hoje, que começou a ser montado em 2008 – outros estúdios, como a Fox e a Sony (Columbia) demonstravam que as propriedades da Marvel que tinham em mãos poderiam fazer muito dinheiro, se colocando no topo das maiores bilheterias de cada ano. O pontapé inicial foi dado com X-Men, da Fox, e logo em seguida Homem-Aranha, da Sony, elevou ainda mais o jogo. Era natural que outros estúdios entrassem na brincadeira. Assim, a Universal Pictures resolvem colocar sua “carta verde” na mesa, com Hulk, o personagem que havia adquirido. Mas ao contrário dos demais, o herói monstruoso esverdeado não teria uma transposição tranquila para as telonas. Hulk custou US$137 milhões e rendeu nos EUA US$132 milhões não conseguindo sequer se pagar. Porém, graças ao mercado internacional, o filme evitou o fiasco completo com um total de US$245 milhões, mesmo assim ficando muito longe do sucesso.

A Liga Extraordinária

Independente de sua magnitude e dos clássicos imortais que tenha ajudado a moldar na eternidade, certos astros simplesmente não conseguem sair de cena com a melhor das produções. Seria bom se os últimos filmes de atores lendários correspondessem ao que tais nomes significaram ao longo de suas carreiras. Mas nem sempre é assim. Este é o caso com o inesquecível Sean Connery – eternizado como James Bond, Malone, Ramirez, William Baskerville, Professor Henry Jones e tantos outros personagens que jamais esqueceremos em seu repertório. Mas Connery viveu também Allan Quatermain, igualmente um grande personagem da literatura mundial. E o ator interpreta um grande Quatermain. O problema é o filme onde ator e personagem se encontram. A Liga Extraordinária tinha grande potencial, mas terminou deixando a desejar. O filme da Fox custou US$78 milhões e viu de retorno US$66 milhões nos EUA, falhando em se pagar. Sua bilheteria mundial ajudou, com US$179 milhões totais, mesmo assim ficando muito longe do sucesso.

‘Pânico 6’: Ghostface aterroriza Nova York nas imagens inéditas da sequência; Confira!

Pânico VI‘ estreia nos cinemas nacionais no próximo dia 09, e a Paramount Pictures divulgou um lote de novas imagens destacando o vilão Ghostface e seu reinado de terror por Nova York.

Confira:

Lembrando que ‘Pânico VI‘ recebeu a classificação etária para maiores de 18 anos no Brasil.

Segundo o Ministério da Justiça, menores não poderão assistir a produção por ela trazer cenas com “Drogas, Violência Extrema e Linguagem Imprópria”.

O filme promete ser o mais brutal da franquia, já que todos os filmes anteriores foram classificadas no Brasil para maiores de 14 anos – com exceção de ‘Pânico’ (2022), que recebeu classificação indicativa 16 anos.

Confira:

Classificação
Data DOUVeículoCategoriaDistribuidorClassificação IndicativaForma AnáliseDescritores de Conteúdo
02/03/2023CinemaLonga MetragemParamount Pictures Brasil Distribuidora de Filmes Ltdanão recomendado para menores de 18 (dezoito) anosAnálise Prévia

 

Em entrevista ao Collider, a atriz Melissa Barrera comentou sobre o assunto: “No set, os diretores Matt e Tyler estavam sempre pedindo mais sangue e suor. Eles sempre queriam mais. Com o último filme, eles estavam na ponta dos pés, tentando ser respeitosos com o que a franquia havia sido até aquele ponto. Mas agora, eles disseram: ‘Estamos indo com tudo’. Nesse sexto é cem vezes mais sangrento”.

Assista ao trailer:

Pânico VI‘ leva Ghostface e seu rastro de terror para Nova York, seguindo os passados de outros icônicos vilões. Para quem não se lembra, Jason Voorhees também já deixou Crystal Lake para visitar a famosa cidade em ‘Sexta-Feira 13 – Parte 8: Jason Ataca em Nova York‘ (1989).

Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy) retornam.

Os novatos Samara Weaving (‘A Babá’), Tony Revolori (‘Homem-Aranha: Sem Volta para Casa’), Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny completam o elenco.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

Jonathan Majors fala sobre sua reação ao ser escalado como Kang para o MCU

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ era um dos filmes aguardados pelos fãs da Marvel por dar início à Fase 5 do MCU, além de introduzir Kang (Jonathan Majors) como o grande vilão depois de Thanos (Josh Brolin).

Em entrevista para o GamesRadar, Majors comentou sobre sua reação ao ser escalado para participar do MCU. Antes de ‘Homem-Formiga 3‘, o ator apareceu como uma das variantes de Kang na série ‘Loki‘.

“Inicialmente, não consegui acreditar”, diz Majors. “Eu venho do teatro […] então foi completamente bizarro ser abordado pela Marvel assim. Mas descobri rapidamente que foi uma escolha muito pensada da parte deles.”

Durante outra entrevista recente para o The Wrap, Majors foi questionado sobre a baixa recepção ao longa e disse que não está preocupado com os ‘haters‘.

“Respeito muito os fãs do MCU e os fãs de quadrinhos. Eu respeito Stan Lee e sua visão, sou grato a ele, estou honrado por fazer parte disso. Também honro Kevin Feige e tudo o que eles fizeram, a arte que eles criaram. Portanto, é sobre esse apoio, é sobre mudar a lente e não ver isso como pressão, mas como apoio.”

Ele continuou, dizendo que não se ente atingido pelas críticas negativas:

“Os ‘haters’ sempre vão surgir. Mesmo que você esteja fazendo algo certo, você terá oposição, e tudo bem. Mas não estou nas redes sociais ou nas ruas onde posso sentir essa oposição. Portanto, meu trabalho é criar com o coração aberto, da forma mais ousada e corajosa possível. E estou mantendo os quadrinhos em mente, também estou mantendo o público em mente enquanto crio. E tem muito disso, é deles e para eles. Há muito para mim e para toda a equipe e família do MCU. Eu espero que tudo isso que estamos construindo atinja um tom de universalidade. Ainda estamos moldando Kang e vamos avançar com isso.”

Relembre nossas entrevistas com o elenco do filme:

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Evangeline LillyJonathan MajorsMichelle Pfeiffer Michael Douglas completam o elenco.