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‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’: Após estreia na Disney+, sequência ganha novo pôster e vídeo dos bastidores; Confira!

Pantera Negra: Wakanda para Sempre finalmente chegou ao catálogo da Disney+, e a página oficial do Twitter comemorou a estreia divulgando um belo pôster da sequência.

Já o perfil da Marvel Studios compartilhou um vídeo dos bastidores explorando como foram criados os efeitos visuais do longa.

Confira:

 

“Como Namor voa? Dê uma olhada com o supervisor de efeitos visuais Geoffrey Baumann e o chefe de desenvolvimento visual da Marvel Studios @MeinerdingArt.”

Vale lembrar que o filme foi o único da Marvel Studios a conquistar o selo “fresh” no agregador de críticas Rotten Tomatoes em 2022, com 84% de aprovação. A encargo de comparação, ‘Thor: Amor e Trovão’ reside com 64%, enquanto ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura’ alcançou 74%.

Crítica | ‘Pantera Negra: Wakanda para Sempre’ é uma incrível aventura da Marvel e uma tocante carta de amor a Chadwick Boseman

O consenso geral é que, apesar de não conseguir superar o primeiro filme, o longa emociona e se diferencia das outras produções da Marvel ao abordar temas como luto e superação.

Separamos os trechos das principais críticas: 

“Você assiste ‘Pantera Negra 2’ pensando no filme que nunca foi feito, na história que nunca foi finalizada e na vida que se foi cedo demais.” (Seattle Times)

“É incrível como os pontos mais fortes do primeiro ‘Pantera Negra’ e sua sequência são quando suas histórias ignoram as obrigações de suas franquias [no universo da Marvel].” (Los Angeles Times)

“‘Pantera Negra 2’ é um filme sobre luto e superação. Não é tão bom quanto o primeiro, mas é a direção certa.” (Arizona Republic)

“Apesar de ser barulhento como qualquer filme de super-herói, ‘Pantera Negra 2’ é sincero e entrega um drama efetivo – um dos melhores da Marvel.” (Observer)

“Com reflexões sobre a perda pessoal e o orgulho das nações, ‘Pantera Negra 2’ é um épico incrível, cuja maturidade temática e narrativa eleva o gênero de super-heróis a novas alturas.” (Inverse)

“Há muitas coisas admiráveis nesse filme, principalmente o cuidado com o detalhes, mas muitos irão sentir falta da energia do primeiro filme.” (Vanity Fair)

Confira o trailer:

Dirigida por Ryan Coogler, a sequência conta com Letitia Wright, Tenoch Huerta, Angela Bassett, Winston Duke, Lupita Nyong’o, Martin Freeman, Danai Gurira e Michaela Coel.

“Em ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, a Rainha Ramonda (Angela Bassett), Shuri (Letitia Wright), M’Baku (Winston Duke), Okoye (Danai Gurira) e as Dora Milaje (incluindo Florence Kasumba), lutam para proteger sua nação dos poderes intervenientes do mundo após a morte do Rei T’Challa. Enquanto os Wakandanos esforçam-se para abraçar seu próximo capítulo, os heróis devem se unir com a ajuda de Nakia (Lupita Nyong’o) e Everett Ross (Martin Freeman) para forjar um novo caminho para o Reino de Wakanda. Introduzindo Tenoch Huerta como Namor, rei de uma nação submarina secreta, o filme também traz Dominique Thorne, Michaela Coel, Mabel Cadena e Alex Livanalli.

O primeiroPantera Negra foi lançado em 2018 e fez um estrondo gigantesco na bilheteria, arrecadando mais de US$1,3 bilhão de dólares mundialmente. Além disso, tornou-se o primeiro filme de super-heróis a ser indicado a Melhor Filme no Oscar.

Netflix divulga o trailer da 3ª temporada de ‘Outer Banks’

Netflix divulgou o trailer da 3ª temporada de ‘Outer Banks‘.

Confira:

Os novos episódios chegam à plataforma de streaming no dia 23 de fevereiro.

Jonas Pate, Josh Pate e Shanon Burke retornam como showrunners e produtores executivos.

Recentemente, Pate revelou seus planos para a 3ª temporada, contando detalhes sobre sua decisão por trás da grande reviravolta do final do segundo ciclo.

“Nós consideramos o elemento da caça ao tesouro uma parte importante e integral da série. Ao trazer o Big John de volta, nós percebemos que talvez pudesse haver uma forma de combinar esses tesouros diferentes e criar uma mitologia maior. Nós ficamos animados com as possíveis tramas para o terceiro ciclo com o seu retorno.”

Ele completa, “Nós sentimos que o retorno do personagem pode ser fundamental para entrelaçar essas narrativas.”

A história gira em torno de um grupo de adolescentes que mora na praia de Outer Banks, Carolina do Norte. Quando um furacão destrói a vontade de viver o verão, dá origem a uma série de eventos ilícitos que força os amigos a mudar completamente suas vidas. A busca pelo pai perdido do líder do grupo, romances proibidos, uma caça ao tesouro conturbada e o conflito crescente entre eles e seus rivais transforma o verão em uma aventura que nunca vão esquecer.

Chase StokesRudy PankowJonathan DavissMadison BaileyMadelyn ClineCharles EstenAustin NorthDrew Starkey estrelam.

‘Desaparecida’: “Sequência” de ‘Buscando…’ ganha trailer DUBLADO e LEGENDADO

O thriller ‘Desaparecida‘ (Missing), espécie de sequência do aclamado ‘Buscando‘, ganhou seu trailer DUBLADO e LEGENDADO.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

 

Com orçamento de US$ 7 milhões, o filme arrecadou US$ 18 milhões nos EUA.

Vale lembrar que ‘Buscando‘ fechou sua passagem pelos cinemas norte-americanos com US$ 26 milhões – e US$ 75.4 milhões mundialmente –, a partir de um orçamento de apenas US$ 1 milhão.

Desaparecida‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 2 de Março.

Confira o que os críticos acharam da produção:

“Seguindo o mesmo estilo do longa anterior, este filme se aprofunda e manipula todas as ferramentas disponíveis no desktop de um computador para contar uma história chocante e alarmante.” (Hollywood Reporter)

“Esse é um subgênero relativamente novo, então mesmo apresentando elementos semelhantes ao filme anterior, ‘Desaparecida’ parece original e se empenha em destacar diferentes áreas da tecnologia.” (Flickering Myth)

“A trama de ‘Desaparecida’ pode ficar um pouco arrastada, mas a decisão do roteiro de tratar problemáticas culturais – incluindo crimes reais, racismo e a internet –, dá à sua reviravolta um peso verdadeiro.” (Mashable)

“É uma ótima sequência para ‘Buscando…’. Apesar desse filme utilizar o mesmo estilo e ferramentas do primeiro filme, há reviravoltas e surpresas suficientes para manter a atenção do público.” (The Movie Couple)

“‘Desaparecida’ encontra diferentes formas de explorar o espaço digital, apresentando novas técnicas e truques que permitem mais variedade visual.” (Silver Screen)

“‘Desaparecida’ é um mistério intenso que se passa por trás das telas de celulares, computadores e câmeras de segurança. Destaque para as reviravoltas que se encaixam perfeitamente na narrativa.” (MovieWeb)

Will Merrick e Nick Johnson, que serviram como editores do primeiro filme, são responsável pela direção.

Quando sua mãe (Nia Long) desaparece durante as férias na Colômbia com seu novo namorado, a busca de June (Storm Reid) por respostas é dificultada pela burocracia internacional. Presa a milhares de quilômetros de distância em Los Angeles, June usa toda a tecnologia ao seu alcance para tentar encontrá-la antes que seja tarde demais. Mas, conforme ela se aprofunda no caso, sua investigação digital levanta mais perguntas do que respostas… e quando June desvenda segredos sobre sua mãe, ela descobre que nunca a conheceu de verdade.

O elenco ainda conta com Joaquim de Almeida, Ken Leung, Amy Landecker, Daniel Henney, Megan Suri e Tim Griffin.

‘Supergirl – A Mulher do Amanhã’: James Gunn não sabe se Sasha Calle será escalada para o filme

No início da semana, a DC anunciou o filme ‘Supergirl – A Mulher do Amanhã‘, que será adaptado dos quadrinhos homônimos escritos por Tom King.

Depois disso, os fãs começaram a se perguntar quem poderia interpretar a heroína no longa…

Este ano, Sasha Calle dará vida à personagem no filme do Flash. No entanto, não sabemos se ela será Kara Zor-El ou uma versão alternativa da heroína.

Por conta disso, surgiram muitas dúvida sobre o futuro da personagem nas telonas.

Durante um evento de imprensa do DC Studios, Gunn foi questionado pelo CBM se Calle estaria sendo cotada para a adaptação, ao que ele respondeu:

“Estamos descobrindo como tudo vai funcionar. Ainda não sabemos. Ainda estamos muito longe de ‘Supergirl: A Mulher de Amanhã‘.”

Pelo visto, Gunn e Safran querem descobrir como será a recepção à personagem de Calle emThe Flash‘ para decidir qual caminho seguir.

Nos quadrinhos, “Kara Zor-El passou por algumas aventuras épicas ao longo dos anos, mas encontra sua vida sem sentido ou propósito. Aqui está ela, uma jovem que viu seu planeta destruído e foi enviada à Terra para proteger seu primo kryptoniano que acabou não precisando dela. Para que foi tudo isso? Onde quer que ela vá, as pessoas só a veem através das lentes da fama do Superman. Quando ela pensa que já teve o suficiente, tudo muda. Uma garota alienígena a procura para uma missão cruel. Seu mundo foi destruído e os bandidos responsáveis ainda estão por aí. Ela quer vingança e, se a Supergirl não a ajudar, ela mesma o fará, custe o que custar. Agora, um kryptoniano, um cachorro e uma criança zangada e com o coração partido partem para o espaço em uma jornada que os abalará profundamente.”

É ouro na Netflix! Conheça as 8 Produções Originais do Streaming que Foram INDICADOS AO OSCAR de Melhor Filme!

O Oscar deste ano acontece no dia 12 de março. Como sempre, os indicados foram recebidos com muita felicidade por parte dos fãs, ao perceberem que seus filmes preferidos do ano foram lembrados. Como sempre também tiveram aqueles considerados surpresas (positivas em sua grande maioria), filmes que não eram esperados para nomeações. E também os esnobados, filmes ou artistas que eram vistos como certos de indicações, mas terminaram “esquecidos no churrasco”. Sim, como já deu para perceber, o assunto da matéria é o Oscar. Mas não falaremos sobre o Oscar 2023 especificamente. Como você já deve ter lido no título, aqui iremos abordar os únicos 8 filmes originais da Netflix que tiveram a honraria máxima de ser indicados na categoria principal do Oscar: ou seja, melhor filme de seu respectivo ano.

É muito curioso pensar que a Netflix, a maior plataforma de streaming da atualidade, e a pioneira no mercado, começou a produzir seus próprios filmes em 2015, há menos de 10 anos atrás. E logo de cara em sua estreia, a empresa transformada em estúdio chutou a porta com os dois pés ao entregar o provocativo Beasts of No Nation, poderoso drama sobre crianças-soldado na guerra civil de um país africano não identificado – protagonizado pelo ótimo Idris Elba. A Netflix queria ver sua primeira produção original indicada ao Oscar, mas as regras da Academia, ainda insegura quanto aos filmes de streamings e sua relevância, não permitiriam. Logo no ano seguinte a Academia começou a revisar suas regras e aos poucos foi flexibilizando a entrada de produções da Netflix no Oscar.

O primeiro a aparecer entre os indicados foi o documentário A 13º Emenda (2016), de Ava DuVernay, indicado ao Oscar em sua respectiva categoria. Depois vieram outros documentários em anos seguintes, como Ícaro (2017), Indústria Americana (2019) e Professor Polvo (2020). Mas o primeiro longa-metragem de ficção a ser agraciado com nada menos que 4 indicações foi Mudbound: Lágrimas Sobre o Mississipi (2017). O filme passou por festivais, como Sundance e Toronto e cumpriu todos os requisitos pedidos pela Academia, como ser exibido previamente nos cinemas e em uma quantidade considerável de salas. Aqui no Brasil, o filme recebeu lançamento da Diamond Films e não da Netflix. Mas Mudbound, apesar de nomeações importantes como melhor atriz coadjuvante (Mary J. Blidge) e melhor roteiro adaptado, não foi indicado ao Oscar de melhor filme. A porta estava aberta, no entanto.

Nessa matéria, porém, iremos abordar apenas os filmes que receberam indicação na categoria principal, ou seja, como melhor produção cinematográfica do ano. Conheça quais são abaixo.

Roma (2018)

Roma, drama em preto e branco escrito e dirigido pelo mexicano Alfonso Cuarón (Gravidade, 2013), ficará para sempre na história como o primeiro filme original da Netflix a receber uma indicação na categoria principal no Oscar. E não apenas isso, muitos críticos e cinéfilos davam como certa a sua vitória, não conseguindo aceitar até hoje a sua derrota para o muito controverso Green Book – O Guia. Ainda mais em um ano em que tínhamos obras do nível de Infiltrado na Klan. Roma é um retrato da própria infância do diretor e da relação de sua família com a empregada doméstica no México. Roma foi indicado para melhor filme, melhor atriz (Yalitza Aparicio), melhor atriz coadjuvante (Marina de Tavira), melhor roteiro original, melhor direção de arte, melhor edição de som e melhor mixagem de som, e levou as estatuetas de melhor direção (Cuarón), melhor filme estrangeiro e melhor fotografia.

O Irlandês (2019)

Quando a Netflix anunciou a parceria com Martin Scorsese, um dos mais importantes diretores de cinema de todos os tempos, muitos acreditavam que o resultado não sairia por menos. E o que a plataforma de streaming fez aqui foi simplesmente financiar o novo filme de máfia de Scorsese – gênero no qual o cineasta fez sua carreira, em obras como Os Bons Companheiros (1990), Cassino (1995) e Os Infiltrados (2006), por exemplo. Aqui, o diretor se reunia a uma dupla e tanto, Robert De Niro e Joe Pesci – dos dois primeiros filmes citados – e de quebra trazia Al Pacino ao barco, em sua primeira colaboração juntos. O Irlandês foi indicado para 10 Oscar: melhor filme, melhor direção (Scorsese), melhor ator (Pacino), melhor ator coadjuvante (Pesci), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor figurino, melhor edição e melhores efeitos visuais.

História de um Casamento (2019)

Considerado o melhor filme do diretor Noah Baumbach, ou ao menos o mais palatável ao grande público, História de um Casamento é um belo relato que fala sobre o fim de um grande amor e como funciona os bastidores da desestruturação de uma família. No mesmo ano de O Irlandês, a Netflix emplacou outra produção original entre os indicados a melhor filme no Oscar. De quebra a obra serviu para dar a tão merecida e aguardada primeira nomeação da estrela Scarlett Johansson, que protagoniza o longa. História de um Casamento foi indicado para os prêmios de melhor filme, melhor atriz (Scarlett Johansson), melhor ator (Adam Driver), melhor roteiro original e melhor trilha sonora. Sua única vitória ocorreu na categoria de melhor atriz coadjuvante para Laura Dern.

Mank (2020)

Outro que se beneficiou bastante da parceria com a Netflix, foi o renomado David Fincher, considerado um dos mestres do suspense atual. Mank, no entanto, assim como Benjamin Button, é uma investida do diretor no drama. Esse projeto era muito pessoal para Fincher, pois foi escrito por seu pai. A história é uma biografia do icônico roteirista Herman J. Mankiewicz (responsável pelo texto do atemporal Cidadão Kane, 1941). E se existia alguma dúvida sobre a importância dos streamings para o mercado do audiovisual, o destino tratou de resolver com a pandemia, fazendo o Oscar reconsiderar de vez a candidatura de obras lançadas para serem assistidas em casa. Todo criado em preto e branco, Mank obteve indicações para melhor filme, melhor ator (Gary Oldman), melhor direção (David Fincher), melhor atriz coadjuvante (Amanda Seyfried), melhor som, melhor trilha sonora, melhor maquiagem e melhor figurino, além das vitórias por melhor direção de arte e melhor fotografia.

Os 7 de Chicago (2020)

O ano de 2018 abriu a porta para a primeira produção original da Netflix receber indicação para melhor filme. No ano seguinte tivemos logo dois filmes da casa indicados. O ano de 2020, no auge da pandemia, é claro que esse número não ficaria para trás com mais dois longas da plataforma nomeados. Depois de Mank, sobrou também muito prestígio para Os 7 de Chicago, segundo filme na direção do excelente dramaturgo e roteirista Aaron Sorkin – um dos grandes nomes da indústria no segmento. A história é baseada em um dos casos que ainda assombram a cultura americana, quando protestantes contra o governo entraram em choque com a polícia e foram julgados como criminosos. Os 7 de Chicago traz um grande elenco e foi indicado para 6 Oscar – entre eles: melhor filme, melhor ator coadjuvante (Sacha Baron Cohen), melhor roteiro original, melhor edição, melhor fotografia e melhor canção original.

Ataque dos Cães (2021)

Podemos interpretar a constante nomeação de não um, mas sempre dois filmes originais da Netflix ano após ano, como uma espécie de retratação da Academia, e um reconhecimento pela relevância da empresa produtora audiovisual no mercado pelo mundo. De 2018 para cá não passou um ano sequer em que não tivéssemos uma produção original da Netflix entre os indicados a melhor filme – e na maioria destes anos tivemos dois filmes representando. Foi o caso em 2021. Primeiro, Ataque dos Cães – um faroeste bem diferente de todos os outros que ousa escancarar uma realidade varrida a todo custo para debaixo do tapete no passado. Ataque dos Cães é moderno e antiquado ao mesmo tempo.

O filme também guarda o recorde de maior número de indicações para uma produção original da Netflix – com 12 nomeações, seguido por Roma, O Irlandês e Mank (com 10 indicações cada um). Em matéria de vitórias, no entanto, Roma está na frente com 3 estatuetas. Já Ataque dos Cães foi indicado para melhor filme, melhor roteiro adaptado, melhores atores coadjuvantes (Jesse Plemnos e Kodi Smit-McPhee), melhor atriz coadjuvante (Kirsten Dunst), melhor ator (Benedict Cumberbatch), melhor direção de arte, melhor som, melhor fotografia, melhor edição e melhor trilha sonora; levando apenas o prêmio de melhor direção para a segunda mulher da história a conquistar o feito: a neozelandesa Jane Campion.

Não Olhe para Cima (2021)

Nem só de dramas pungentes são construídos os grandes filmes que se tornam marcos da sétima arte. A história do cinema é repleta de obras que são críticas ácidas a um momento pelo qual a sociedade mundial passa. Foi assim com Rede de Intrigas (1976), por exemplo. Não Olhe para Cima segue exatamente nesta linha e será para sempre conhecido como o filme do negacionismo, onde divergências políticas em especial transformaram ao menos metade da população em, bem, por falta de palavra melhor, idiotas que desaprenderam a pensar. Toda sátira precisa ser exagerada para enfatizar um ponto, e o diretor Adam McKay é um especialista nisso, tendo criado obras ácidas do nível de A Grande Aposta (2015) e Vice (2018). Não Olhe para Cima foi indicado para melhor filme, melhor edição, melhor trilha sonora e melhor roteiro original.

Nada de Novo no Front (2022)

Esse ano, o número de filmes originais da Netflix indicados ao Oscar na categoria principal foi reduzido, mesmo assim é claro que não ficaríamos sem um representante da plataforma buscando o prêmio máximo do cinema. Desta vez, curiosamente um filme não americano foi o escolhido pelos votantes para representar a Netflix na categoria principal: o impactante drama alemão de guerra Nada de Novo no Front. A obra, é claro, é baseada no livro clássico de Erich Maria Remarque, sobre um soldado idealista alemão vendo de perto os horrores na frente ocidental durante a Primeira Guerra Mundial. A história já havia sido levada às telas em 1930, no filme Sem Novidade no Front. A nova versão tem 9 indicações ao Oscar: melhor filme, melhor filme estrangeiro (Alemanha), melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor direção de arte, melhor maquiagem, melhor som, melhor trilha sonora e melhores efeitos visuais.

‘Belo Desastre’: Dylan Sprouse e Virginia Gardner estampam o cartaz NACIONAL do romance

O filme ‘Belo Desastre‘ (Beautiful Disaster), baseado no livro homônimo de Jamie McGuire, ganhou seu cartaz nacional estampado por Dylan Sprouse e Virginia Gardner.

Com distribuição da Diamond Films, o longa dirigido por Roger Kumble (‘Segundas Intenções’, ‘After – Depois da Verdade’) chegará aos cinemas de todo o Brasil em 6 de abril de 2023 e conta a história de uma garota que quer se livrar de um passado conturbado, mas coloca tudo em risco por uma aventura com um cara marrento.

Confira, com o trailer:

Infelizmente, o longa ainda não tem previsão para ser lançado no Brasil.

Dirigido por Roger Kumble, o longa é baseado no livro homônimo escrito por Jamie McGuire.

Abby Abernathy é uma boa garota e acredita que seu passado sombrio está bem distante, porém, quando se muda para uma nova cidade com America para cursar a faculdade, seu recomeço é rapidamente ameaçado pelo bad boy do local: Travis Maddox. O menino é um conquistador e logo se depara com a resistência de Abby ao seu charme. Intrigado, Travis a atrai com um jogo. Se ele perder, terá que ficar sem sexo por um mês. Se ela perder, deverá morar no apartamento dele pelo mesmo período. Qualquer que seja o resultado da aposta, nem passa pela cabeça do garoto que ele acaba de se deparar com uma adversária à altura. E é então que eles se envolvem em uma relação intensa e conturbada, que pode acabar os levando à loucura.

O elenco ainda conta com Samuel Larsen, Libe Barer, Brian Austin Green, Austin North, Rob Estes e Trevor Van Uden.

Batem à Porta

(Knock at the Cabin)

 

Elenco:

Jonathan Groff
Ben Aldridge
Dave Bautista
Rupert Grint

 

Direção: M. Night Shyamalan

Gênero: Suspense

Duração: 100 min.

Distribuidora: Universal Pictures

Orçamento: US$ 20 milhões

Estreia: 02 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

O longa traz Jonathan Groff (‘Mindhunter’) e Ben Aldridge (‘Fleabag’) como um casal de férias numa cabana na floresta, que são surpreendidos por um grupo de fanáticos religiosos que acreditam que eles serão a causa do início do Apocalipse. A jovem e seus pais precisam fazer uma escolha impensável para evitar o apocalipse, enquanto estão com acesso limitado ao mundo exterior.

Crítica: 

Crítica | Com Shyamalan controlado, ‘Batem à Porta’ é um suspense MORNO com boas atuações

Crítica em Vídeo: 

Curiosidades: 

“Batem à Porta’ é o MELHOR filme de M. Night Shyamalan desde ‘Sinais’”; afirmam os críticos

» O longa é baseado no livro O Chalé no Fim do Mundo, de Paul Tremblay;

» Além de dirigir, M. Night Shyamalan também assina o roteiro da adaptação ao lado de Steve Desmond e Michael Sherman;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Com Shyamalan controlado, ‘Batem à Porta’ é um suspense MORNO com boas atuações

Famoso – e algumas vezes até ridicularizado – por seus filmes repletos de reviravoltas impressionantes, o diretor M. Night Shyamalan se tornou um dos nomes mais controversos dos últimos anos. Dividindo opiniões de quem o ama e quem o odeia, o diretor emplacou alguns sucessos expressivos e outros fracassos bastante incômodos para sua carreira. Agora, chega aos cinemas seu mais novo projeto: Batem à Porta. Inspirado no livro O Chalé no Fim do Mundo, o longa conta com um trabalho mais contido do diretor, que contraria as expectativas daqueles que faziam graça de Shyamalan.

Isso porque a trama gira em torno de um casal LGBTQIA+ que vai passar as férias com sua filhinha de descendência asiática em uma cabana na floresta. Tudo vai bem, até que quatro pessoas completamente aleatórias surgem anunciando a vinda iminente do apocalipse. Até aí, isso poderia tranquilamente ser um episódio de Modern Family, só que esse quarteto do mal diz que o trio é o único capaz impedir o fim do mundo. Basta escolher um membro da família para morrer nas próximas 24h. Caso contrário, o armageddon será inevitável.

Partindo dessa premissa, o filme constrói um suspense que não traz muitas reviravoltas. Na verdade, ao contrário do esperado de um longa de Shyamalan, ele já põe as cartas na mesa logo nos primeiros minutos, deixando claro que o mistério da história se resume a: esses quatro doidões estão falando a verdade ou não passam de lunáticos religiosos movidos por algum tipo de culto? Só que enquanto o tempo passa, o casal principal fica amarrado, debatendo e tentando chegar a um consenso se eles irão levar os invasores a sério ou vão arriscar o suposto destino do mundo.

Parte importante de comprar o perigo da situação se dá por conta dos invasores. O principal deles é Leonard, vivido por Dave Bautista. O ex-lutador de WWE segue em uma crescente louvável na carreira, escolhendo papéis perfeitos e inesperados não apenas para seu porte físico, mas pro seu surpreendente talento de expressar emoções. Leonard é o líder dessa missão apocalíptica e, apesar de ser um brutamontes ameaçador, ele se mostra um homem cordial e educado, que deixa claro não estar neste situação por vontade própria, mas por ser uma “vítima” dessa missão controversa. Ao mesmo tempo em que ele ostenta uma presença ameaçadora, consegue mostrar os sentimentos de seu personagem como poucos que migraram dos ringues para os estúdios.

Outro nome famoso que integra esse grupo é o ex-Harry Potter Rupert Grint, que não tem tanto destaque, mas se posiciona como o extremo oposto de Leonard. Sendo um bêbado baixinho e barbudo, seu personagem é agressivo e intolerante. Infelizmente, seu trabalho aqui não chega a brilhar. Diferentemente do trio que tem a casa invadida.

O trio de vítimas está muito bem, principalmente Jonathan Groff, que interpreta um pai mais compreensivo, enquanto Ben Aldridge faz um pai mais impulsivo e traumatizado. Falando em trauma, a dupla acumulou uma série de episódios marcantes, de forma negativa, ao longo da vida, que vêm à tona ao longo das ameaças do quarteto por meio de flashbacks. A ideia de ter esses causos abordados era promissora, mas acaba não agregando tanto à trama dos dois, que passam grande parte da história amarrados em cadeiras, enquanto discutem e tentam fugir. Seria uma ferramenta narrativa interessante, mas justamente por serem tratados de forma superficial e breve, os traumas acabam trazendo pouco à discussão, resumindo a situação a ser um crime de ódio.

Para trazer um pouco mais de suspense, um dos dois se lesiona durante o filme, trazendo o questionamento ao público se seus argumentos estão coerentes com as situações retratadas ou se ele está apenas delirando pelo machucado. Esse artifício já deu muito certo em filmes de terror recentes, como Hereditário (2018), mas aqui não atinge seu potencial, deixando uma ameaça claramente mortal ser retratada da forma mais morna possível, quase como uma situação trivial.

Diferentemente de outros filmes, em que o grande mistério da história não é revelado ao fim do longa, a resposta sobre quem está certo e errado nessa invasão é respondida. Isso pode – e vai – decepcionar a muitos, já que Shyamalan constrói o filme deixando que o público decida se os invasores ou os invadidos estão certos, então ao revelar a resposta, pelo menos metade dos espectadores terminará com um gosto meio amargo.

Sobre a condução da história, há uma quebra no ritmo próximo ao fim que causa um pequeno incômodo, dando aquela famosa sensação de “encheu linguiça” por parte do diretor. Isso pode afetar a experiência de alguns, principalmente de quem não comprou a ideia proposta por Shyamalan, mas talvez não deve comprometer aqueles que embarcaram de vez na trama. Outro ponto interessante é a fotografia do longa, que explora planos e closes bem interessantes, dando essa sensação de que mesmo estando em um lugar pequeno, como a cabana na floresta, as vítimas da invasão estão longe de chegarem a um lugar seguro.

Com potencial para ser muito mais, Batem à Porta não chega a ser um filme ruim, mas também passa longe de ser um primor, bem distante dos clássicos do diretor. Trazendo um M. Night Shyamalan mais controlado, o filme conta com ótimas atuações de um elenco carismático, só que esbarra em uma trama criativa, que parece ter medo de explorar suas próprias ideias. Apesar disso, consegue ser um bom entretenimento para quem não nutre expectativas.

Gemini: O Planeta Sombrio

(Project Gemini)

 

Elenco:

Dmitriy Frid
Egor Koreshkov
Petr Romanov

 

Direção: Serik Beyseu

Gênero: Ficção Científica

Duração: 100 min.

Distribuidora: Paris Filmes

Orçamento: US$ 6.5 milhões

Estreia: 2 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Depois de séculos destruindo os recursos da Terra, a humanidade enfrenta a sombria realidade de que sua última chance de sobrevivência pode exigir a criação de um lar totalmente novo – no espaço sideral. Uma expedição internacional é rapidamente formada para encontrar um novo planeta adequado, mas quando os planos dão errado, a tripulação fica repentinamente sem energia em um planeta estranho. Infelizmente, eles logo descobrirão que algo verdadeiramente inimaginável está lá fora observando, esperando pelos incautos exploradores humanos.

Críticas: 

Crítica | Gemini: O Planeta Sombrio – Terror Sci-Fi estilo ‘Alien’ Sofre com Premissa que Desanda

Curiosidades: 

» O roteiro foi escrito por Natalya Lebedeva e Dmitriy Zhigalov;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

‘Mulher-Maravilha’: Gal Gadot ainda pode reprisar o papel no futuro do DCU

Há algumas semanas, foi divulgado que Mulher-Maravilha 3‘ foi descartado depois que James Gunn e Peter Safran assumiram a presidência da DC Studios.

Consequentemente, os fãs pensaram que Gal Gadot seria demitida do papel como a amazona.

No entanto, o Comic Book relatou que o cineasta disse que Gadot ainda pode retornar.

Ao que parece, a ideia do estúdio é usar ‘The Flash‘ para redefinir todo universo cinematográfico da DC, já que a trama envolve viagem no tempo e realidades alternativas.

Isso significa que personagens como Superman, Batman e Mulher-Maravilha serão de fato reformulados, mas isso não impede possíveis retornos.

Durante um evento de imprensa do DC Studios, Gunn foi questionado se alguma estrela do Snyderverse estava em negociações para o futuro da franquia, ao que ele respondeu:

“Alguns. Não sabemos. Conversamos com Gal. Ela está pronta para atender nosso chamado. Não temos certeza do que faremos com isso. Tudo o que posso dizer agora é que Henry [Cavill] e Ben [Affleck] não fazem parte deste universo.”

Vale lembrar que um dos projetos do Primeiro Capítulo do novo DCU inclui uma série chamada ‘Paradise Lost’, que servirá como pré-sequência de ‘Mulher-Maravilha’ e será ambientada na ilha de Themyscira (conhecida coloquialmente como “Ilha Paraíso”).

A narrativa irá explorar as gerações que vieram antes da heroína nascer, sendo descrita como uma série no estilo ‘Game of Thrones’ e delineando as políticas e as aventuras das Amazonas.

Ainda assim, é possível que Gadot possa ter alguma ligação com a trama.

Por falar em elenco, Gunn revelou ao Comic Book que alguns atores e atrizes já foram escalados para darem vida aos personagens mencionados…

“O que estamos fazendo com o DCU é que estamos tendo a animação ligada diretamente aos projetos live-action, seja na televisão, no cinema e nos jogos, todos interligados no mesmo universo. Vamos escalar atores que poderão interpretar os personagens em ‘Creature Commandos’, bem como em outras coisas, algumas das quais já escalamos.”

Uma escalação óbvia é a de Viola Davis como Amanda Waller na vindoura série da personagem.

Agora só nos resta aguardar para saber quais são os nomes que vão compor o panteão super-heroico nessa nova era da DC.

E aí, quais suas suas apostas?

Nas redes sociais, os fãs estão completamente empolgados com as novidades após tantas frustrações nos últimos meses.

Além da animação em relação aos títulos anunciados, o público está esperançoso de que o planejamento de 10 anos para o DCU possa alavancar este novo universo compartilhado, assim como aconteceu com a Marvel Studios.

Confira as reações:

O primeiro capítulo será ‘Superman – O Legado’, cujo roteiro é assinado por Gunn e cuja estreia está marcada para o dia 11 de julho de 2025.

Em entrevista ao ComicBook.com, Gunn e Safran revelaram a estratégia de lançamento dos projetos, dizendo que pretendem lançar quatro títulos por ano.

A DC Studios planeja lançar “provavelmente dois filmes e provavelmente duas séries da HBO Max por ano”, conforme explica Safran. Por enquanto, sabe-se que ‘Superman’ será o primeiro longa-metragem e que, ao lado dele, teremos o lançamento de Waller (spin-off de ‘Pacificador’) e de Creature Commandos.

Quando questionado se a DC Studios continuará a seguir essa estratégias no anos seguintes a 2023, Gunn disse que o plano é “algo como isso”.

Mais detalhes não foram revelados.

As notícias de remodelamento do DCU, ainda que tenham animado os fãs, causaram reações mistas nos jornalistas internacionais.

Confira:

“Meus pensamentos são… Ainda é MUITO #DC para melhor ou para pior. NÃO parece em nada com a #Marvel, de jeito nenhum. Na verdade, é uma espécie de pegada ao estilo Snyder em termos de ênfase em ‘mitos’. A apresentação pode mudar minha mente, temos que ver o tom.”

“Ainda não posso dizer nada sobre o que estava fazendo hoje (embora muitos de vocês sejam bons adivinhadores), mas direi que hoje foi um daqueles dias em que realmente amo meu trabalho e estou muito animado para trabalhar muito para poder passar ao longo de muitas (e muitas) novidades incríveis para você o mais rápido possível.”

“Não tenho permissão para dizer o que sei sobre os anúncios da DC, mas estou pensando seriamente em ficar offline amanhã. Interprete isso como quiser.”

Crítica | Gemini: O Planeta Sombrio – Terror Sci-Fi estilo ‘Alien’ Sofre com Premissa que Desanda

Já está bastante claro para todo mundo que o planeta Terra está sofrendo, e muito, com as atitudes do ser humano. O aquecimento global, a destruição das florestas, a extinção de espécies animais, a poluição dos lençóis freáticos, a escassez de água potável são apenas alguns exemplos das consequências do que a raça humana tem feito com o planeta em prol de uma dita modernização. E isso tem inspirado muitas produções de gênero, como o terror e a ficção científica, afinal, nada pior do que imaginar que não temos para onde ir caso esse nosso planeta dê errado, né? Seguindo por essa linha, chega em breve nos cinemas o longa russo ‘Gemini: O Planeta Sombrio’, cuja estreia inicialmente estava agendada para o fim de 2022, mas foi adiada para fevereiro de 2023.

Em um futuro próximo, a humanidade está sofrendo com a pandemia de um vírus misterioso que está matando muitas pessoas. Enquanto uma vacina não é elaborada, um grupo de cientistas tenta criar uma espécie de cápsula fertilizante, com o que há de melhor do planeta Terra para ser levado a algum outro canto da galáxia que, mediante exploração espacial, se decida como sendo o novo lar para os seres humanos. Após inúmeras tentativas, os cientistas descobrem um planeta em outro universo com condições similares à Terra, que se mostra promissor, de modo que as empresas preparam uma grande missão com astronautas para levar essa cápsula, nomeada de Gemini, para que as sementes vá germinando a tempo de quando a humanidade se mudar em definitivo para esse novo planeta, já haja biosfera para todos viverem. Porém, quando a missão de Frank (Nikita Dyuvbanov), Richard (Viktor Potapeshkin), Steve (Egor Koreshkov), Ryan (Samoukov Kostya), David (Dmitriy Frid) e Leona (Lisa Martinez) está prestes a chegar ao novo planeta, eles percebem não só que estão no lugar errado, mas também que algo a mais veio a bordo com eles…

Felizmente, ‘Gemini: O Planeta Sombrio’ tem menos de uma hora e quarenta de duração e, portanto, não se prolonga por mais do que deveria. Felizmente, porque a coisa toda começa a desandar logo no início, quando da apresentação do plot. O roteiro de Natalya Lebedeva e Dmitriy Zhigalov joga no colo do espectador, nos minutos iniciais do longa, uma série de nomes, dados e informações as quais não estávamos preparados para receber. Tudo é feito de maneira tão apressada, que causa muita confusão sobre quem é quem, qual o objetivo da coisa e do quê o personagem-cientista está falando. Passado esse drama primevo, entramos no enredo propriamente dito, que descarta personagens e muda suas características tão somente para melhor acomodar as intenções de seu enredo – que, por sua vez, não se mostra nem um pouco original, em um universo em que a franquia ‘Alien’ já fez o plot “hospedeiro intruso à solta na nave” de maneira mais bem feita e bem antes dessa produção russa.

Serik Beyseu não demonstra preocupação com a coerência de seu filme, ainda que traga boas adaptações para o período pandêmico da vida real (os personagens usam máscaras para respirar no outro planeta por causa do ar tóxico, mas não cobrem os olhos, o que não faz sentido). As atuações do elenco são tão caricatas  que é basicamente possível adivinhar não só as ações, como as falas e as reações dos personagens.

Confuso,  ‘Gemini: O Planeta Sombrio’ é uma ficção científica que não consegue apresentar nada de novo nem promover o debate climático, ficando só na superficialidade mesmo.

‘Holland, Michigan’: Gael Garcia Bernal se junta a Nicole Kidman em novo suspense da diretora de ‘Fresh’

De acordo com o The Hollywood Reporter, Gael Garcia Bernal (‘Lobisomem na Noite’) entrou para o elenco de ‘Holland, Michigan‘, novo suspense de Mimi Cave, diretora do aclamado terror canibal ‘Fresh‘.

Por enquanto, ainda não há detalhes sobre seu personagem.

Lembrando que o astro se junta à Nicole Kidman (‘O Homem do Norte’), que também produz o longa, junto com Peter Dealbert e Kate Churchill.

Apesar de detalhes sobre a trama não terem sido revelados, a produção está sendo descrita como um thriller psicológico estilo hitchcockiano.

O roteiro, assinado por Andrew Sodroski, figurou na infame Black List – lista anual com os melhores roteiros não produzidos de Hollywood –, de 2013.

Amazon Studios está desenvolvendo o projeto.

Vale lembrar que ‘Fresh‘, terror sobre canibalismo estrelado por Sebastian Stan (‘Falcão e o Soldado Invernal’) e Daisy Edgar-Jones (‘Um Lugar Bem Longe Daqui’), já está disponível no Star+.

Confira o trailer e siga o CinePOP no YouTube:

Crítica | ‘Fresh’: Sebastian Stan é um canibal em INSANO e SANGRENTO terror cômico 

Crítica | Os Banshees de Inisherin: Colin Farrell e Brendan Gleeson são ex-amigos em extraordinária comédia dramática

Uma das poucas certezas que 2022 nos trouxe é a de que Colin Farrell é – sem sombra de dúvidas – um dos atores mais versáteis e habilidosos da atualidade. Do cult soturno e melancólico da produtora A24, After Yang, ao blockbuster The Batman, o irlandês navega entre os gêneros mais diversos, em arquétipos que variam entre a mais pura caricatura de época a até mesmo um vilão dos quadrinhos com características que beiram o animalesco. E em Os Banshees de Inisherin, ele retorna às suas raízes irlandesas, em um conto tragicômico de um simplório homem que não soube lidar com o fim de uma amizade.

No novo longa de Martin McDonagh (Três Anúncios Para um Crime), Colm é um homem de idade avançada que ao repensar sua vida, resolve encerrar sua amizade de longa data com Pádraic. No entanto, o inesperado impasse trará consequências caóticas para ambos, quando o singelo e agora ex-amigo decide não aceitar o fim deste relacionamento. Esse entrave se desabrocha de forma impressionante ao longo de quase duas horas de filme, em que McDonagh é capaz de transformar o nada em tudo diante dos nossos olhos. E com uma história simples em suas mãos, acompanhamos o dia-a-dia de uma pequena comunidade irlandesa no auge da Guerra Civil, em 1923, a partir de um dilema particular que se torna a grande confusão do povoado.

E entre personagens caricatos e uma cultura rudimentar, Farrell e Brendan Gleeson são a personificação de uma trama que poderia muito bem não dar em absolutamente, mas que consegue nos arrebatar de forma abrupta em seu segundo ato. Nos levando em banho-maria eu seus primeiros 20 minutos, somos capturados pelo embate entre Colm e Pádraic aos poucos, conforme as consequências se tornam alarmantes para ambos. Sob um humor sombrio que mais se esconde do que aparece, a narrativa de Os Banshees de Inisherin é uma comédia dramática estranha. As gargalhadas não vêm como inicialmente se espera, mas de maneira perspicaz, McDonagh esgueira o fator cômico na linguagem corporal de seus personagens, em suas caricaturas e exageros performáticos. 

Salpicando algumas sacadas cômicas em meio a momentos tão dramáticos e até mesmo constrangedores, o humor do cineasta pode passar despercebido. Mas com momentos tão marcantes e tão bem dirigidos, é inegável sermos absorvidos pelo negrume de uma comédia dark que – quando vem à nossa mente através de relances do filme – desperta a mais inevitável e despretensiosa gargalhada. E talvez a riqueza de Os Banshees de Inisherin esteja ali, nessa facilidade em se tornar memorável em nossa mente sem que sequer percebamos. E crescendo gradativamente tal qual seus personagens se transformam em tela, esse conto irlandês trágico é um deleite em todos os aspectos.

Assim como se desenvolve e se desdobra em um clímax anunciado que consegue ser inesperado e surpreendente, a produção é também uma pintura hipnotizante. Com a direção de fotografia impecável de Ben Davis, percorremos os vales e montanhas da Irlanda por uma perspectiva bucólica, quase poética – que se contrapõe à objetividade de Gleeson em sua poderosa performance como Colm. Mas a verdade é que o veterano não seria tão sensacional em tela se não fosse por Farrell. Com um sotaque arrastado, sobrancelhas sempre curvadas que conotam um semblante franzino, amuado e tristonho, ele se transforma em tela uma vez mais como um rapaz simples, de pouco conhecimento, mas com um coração enorme. Inocente, pouco instruído e determinado a recuperar seu único amigo, ele e sua jumentinha Jenny nos tomam em cada cena, nos levam aos sentimentos mais diversos e nos fazem comprar sua saga fadada ao desastre. 

Sua performance ainda faz Gleeson brilhar ainda mais em tela, como uma espécie de fanfarrão rabugento que vive uma crise existencial diante da fatalidade esquecível de sua existência. Juntos, eles formam a dupla perfeita que nos levaria por horas a fio diante da tela. Sempre em contraste, eles também são a antítese de Kerry Condon e Barry Keoghan. Enquanto a primeira sonha com uma vida que seja digna de seu intelecto, o segundo é um jovem rapaz sem filtro e sem muita noção. 

Com atuações excelentes, ambos assumem o protagonismo mesmo em papéis coadjuvantes. Keoghan vai ainda mais além e mostra o quão camaleônico é capaz de ser, a ponto de ser uma grande aposta para o Oscar 2023, ao lado dos dois protagonistas. E com um final mais sutil do que o esperado, Os Banshees de Inisherin é uma anedota sobre o doloroso fim de uma amizade em meio a uma sufocante e isolada comunidade. Às vezes mais trágico do que cômico, ele é absolutamente um prazeroso delírio cinematográfico que poucos fariam tão bem como o trio McDonagh, Farrell e Gleeson.

Operação Hunt

(Hunt)

 

Elenco:

Jung-jae Lee
Woo-Sung Jung
Hye-jin Jeon

 

Direção: Lee Jung-jae

Gênero: Ação

Duração: 131 min.

Distribuidora: Synapse

Orçamento: US$ — milhões

Estreia: 02 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Park Pyong-ho e Kim Jung-do são agentes da Agência Central de Inteligência Sul-Coreana. Os dois precisam desmascarar a identidade de um traidor infiltrado no alto escalão da agência e acabam descobrindo a existência de um plano para assassinar o presidente sul-coreano.

Crítica | Operação Hunt: Thriller político de astro de ‘Round 6’ é exagerado, mas conquista com insanas cenas de ação

Curiosidades: 

» O longa é dirigido por Lee Jung-jae, que estrelou a popular série ‘Round 6‘ – em um papel que lhe rendeu o Emmy de Melhor Ator em Série Dramática;

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ é um MELHORES e mais originais filmes dos últimos anos

O conceito de Multiverso nunca esteve tão em alta em Hollywood! Com o sucesso dos filmes da DC Comics e da Marvel – especialmente com o recente lançamento de ‘Doutor Estranho no Multiverso da Loucura‘ –, é interessante notar que a produção que melhor apresentou a proposta de um multiverso não envolve super-heróis. ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ foi indicado a 11 Oscars e quebrou todas as barreiras do multiverso justamente por explorar sua própria liberdade.

A trama segue Evelyn Wang, uma cansada mulher chinesa-americana que luta para se manter em sua vida comum. As coisas ficam estranhas quando ela descobre que é a chave para salvar o multiverso, e pode acessar o conhecimento e os talentos de todos os seus vários “eus” através dos infinitos universos.

Quando se trata de multiverso, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ reina supremo e não há nada que a DC ou a Marvel possam fazer para mudar isso. Ao contrário dos filmes de super-heróis, esse longa não precisa se encaixar em fórmulas pré-existentes de um gênero específico. Não há limites nesse filme para a exploração do multiverso – que aqui é apresentado de todas as formas, cores, tons e emoções. ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ não tem medo de ser estranho e inconvencional. De fato, o longa abraça isso.

No entanto, nada disso funcionaria tão perfeitamente se o elenco não estivesse à altura. Michelle Yeoh está absolutamente fantástica no papel principal. A atriz nos leva nessa jornada insana e testemunhamos a inquestionável evolução de sua personagem de forma orgânica – a combinação de um roteiro bem desenvolvido e de sua poderosa performance. Ke Huy Quan também merece destaque, trazendo um peso emocional à história e ancorando a mensagem do filme em uma cena que certamente fará seus olhos se encherem de lágrimas.

O roteiro é tão bem estruturado que consegue construir, com sucesso, diversos universos em apenas um filme. E essa justamente é a base para um multiverso bem-sucedido. Nós não nos importamos apenas com os personagens, mas sim com TODAS as versões deles – até mesmo as mais improváveis.

Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ é um filme estranho, divertido, emocionante e fantástico, que não tem medo de explorar e se aventurar na bizarrice de seu próprio conceito, mas nunca se esquece onde o foco de uma boa história deve estar: em seus personagens. E, após se tornar a maior bilheteria da história da A24 – com US$ 83.5 milhões arrecadados mundialmente –, ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo‘ prova que as telonas não são apenas para os super-heróis, e que a originalidade pode ser um dos maiores poderes.

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo

(Everything Everywhere All At Once)

 

Elenco:

Michelle Yeoh
Ke Huy Quan
Stephanie Hsu
Jenny Slate
Harry Shum Jr.
James Hong
Jamie Lee Curtis

Direção: Dan Kwan e Daniel Scheinert

Gênero: Ação, Comédia, Ficção Científica

Duração: 139 min.

Distribuidora: Diamond Films

Orçamento: US$ 10 milhões

Estreia: 23 de Junho de 2022 – Reestreia 2 de Fevereiro de 2023

Sinopse: 

Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo acompanha Evelyn Wang, uma mulher de meia-idade que emigrou da China, deixando os seus pais para trás para seguir o sonho americano com o marido, Waymond. Os dois abriram uma lavandaria, por cima da qual vivem com a filha, Joy, a primeira geração da família a crescer nos EUA.

Em um dia atribulado, ela é arrastada para uma aventura insana, onde precisa salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

Critics Choice Awards 2023 | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ leva o prêmio de Melhor Filme

Crítica: 

Crítica | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ é um MELHORES e mais originais filmes dos últimos anos

Curiosidades: 

» A aclamadíssima comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘ (Everything Everywhere All At Once) se tornou um dos melhores filmes não apenas do ano – e fez bonito durante a cerimônia de indicados à 95ª edição do Oscar. A produção conquistou nada menos que 11 indicações, incluindo Melhor FilmeMelhor Direção para Daniel Kwan e Daniel ScheinertMelhor Atriz para Michelle YeohMelhor Ator para Ke Huy Quan e Melhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee Curtis e Stephanie Hsu.

Critics Choice Awards 2023 | ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’ leva o prêmio de Melhor Filme

»‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ passa ‘Hereditário’ como MAIOR BILHETERIA da A24

» ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’: Comédia com Michelle Yeoh quebra RECORDE no IMDb; Confira!

» Conheça a comédia sci-fi que virou SENSAÇÃO nos EUA e conquistou 97% de aprovação dos críticos

» O longa atualmente está com 97% de aprovação no Rotten Tomatoes, tanto dos críticos quanto do público.

» ‘Everything Everywhere All At Once’: Sci-fi do A24 quebra RECORDES nas bilheterias dos EUA

» Filme mais BEM AVALIADO de todos os tempos no Letterboxd é lançado em mais cinemas nos EUA; Assista ao trailer!

» ‘Tudo em Todo Lado ao Mesmo Tempo’ é o filme mais BEM AVALIADO de todos os tempos no Letterboxd; Confira!

Trailer:

Cartazes: 

Fotos: 

Crítica | Operação Hunt: Thriller político de astro de ‘Round 6’ é exagerado, mas conquista com insanas cenas de ação

Filme assistido no Festival de Toronto 2022

Em meio às tensões entre as duas Coréias e a necessidade de proteger segredos de Estado que podem colocar a segurança nacional em risco, Lee Jung-jae surge em tela exalando uma alinhada elegância, estampada em um terno escuro. O olhar pedinte e inseguro de sua performance em Round 6 dão espaço para uma fisionomia sisuda e desconfiada, que se destacam em uma linguagem corporal que mostra alerta e nos apresenta um homem misterioso. E assim, Operação Hunt mostra uma das feições artísticas mais populares de Jung-jae, como um astro de ação em um cenário teatralmente instável. E de instabilidade, o filme entende.

Com uma coletânea de subtramas escondidas capazes de surpreender até mesmo a incansável equipe de Shondaland responsável pelas milhões de reviravoltas de How to Get Away with Murder, Operação Hunt é o playground de Lee Jung-jae, que se esbalda diante das infinitas possibilidades de redefinir seu filme a cada novo quadro. Como um thriller político de ação que explora o submundo da agência de espionagem KCIA, o longa é uma aventura cinematográfica de delirar os olhos que clamam por uma ação frenética. Seguindo a estética narrativa do cinema produzido pela indústria Tailandesa, o filme é uma exaustiva, porém satisfatória descarga de adrenalina, que deixa blockbusters hollywoodianos com orçamentos mais robustos no chinelo.

Com Jung Woo-sung se unindo ao seu melhor amigo em um papel antagonista, Operação Hunt ainda é um fanservice para os cinéfilos sul-coreanos, que cresceram acompanhando os mais de 20 anos de amizade existente entre os astros. Ainda que a relação de ambos pouco signifique para a cultura ocidental, que descobriu Jung-jae apenas em meados de 2021 na amada e premiada série Round 6, a dinâmica fluída e envolvente da dupla nos prova como ambos são uma verdadeira força artística, protagonizando cenas de confronto corpo a corpo que são eletrizantes saciam nossos instintos mais impulsivos.

Operação Hunt é a versatilidade do cinema sul-coreano a plenos pulmões – ratificando para o ocidente o enorme potencial artístico cultural do país para além do K-POP e dos doramas. Com Lee Jung-Jae agora consolidado como um dos principais astros da indústria cinematográfica norte-americana, o protagonista de Round 6 se divide entre múltiplas funções como roteirista, diretor, ator e produtor em um longa que desafia a nossa compreensão humana sobre subplots e que coloca em xeque até mesmo algumas leis da física. Em coreografias de luta que nos hipnotizam, a partir de um rápido jogo de câmera e cortes secos que destacam a habilidosa direção do artista, a produção cumpre seu papel, ainda que peque por prometer demais em uma trama exageradamente grande.

E talvez o maior problema do filme seja a ambição criativa de Jung-jae. Com um roteiro fictício que faz uma pequena coletânea de eventos reais da Coréia, a produção perde seu rumo ao se propor a entregar muito mais do que genuinamente dá conta. Complicando sua trama demais com excessivas reviravoltas, que eventualmente são pouco desenvolvidas e trabalhadas em tela, Operação Hunt se perde por diversas vezes nos seus próprios esquemas de agente duplo, tornando a trama longa, cansativa e até mesmo confusa. Mas cativando a audiência com uma direção ágil, uma montagem bem feita e questionamentos que sempre colocam nossa percepção sobre os personagens em xeque, Operação Hunt se encerra como um clássico blockbuster americano, ainda que seu fôlego já não seja o mesmo de seus primeiros 20 minutos.

Super Bowl terá comerciais INÉDITOS de ‘Pânico VI’, ‘Transformers’, ‘As Marvels’, ‘Homem-Formiga 3’ e mais!

Segundo o Deadline, a próxima edição do Super Bowl trará diversos comerciais inéditos das produções mais aguardadas do ano.

As informações indicam que, nos intervalos do jogo, Homem-Formiga e a Vespa: QuantumaniaGuardiões da Galáxia Vol. 3ElementosA Pequena Sereia e, possivelmente, Indiana Jones e o Chamado do Destino e As Marvels (Disney/Marvel); Flash (Warner Bros.); Velozes e Furiosos 10 (Universal); e Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes‘Transformers: O Despertar das Feras’Pânico VI (Paramount).

Lembrando que o Super Bowl acontece no dia 12 de fevereiro.

A icônica  Rihanna foi confirmada como a atração do show do intervalo, que faz seu retorno à música depois de sete anos desde seu último álbum.

Rihanna é uma das artistas musicais mais conhecidas de todos os tempos e fez sua estreia oficial com ‘Music of the Sun’, em 2005. Vencedora de 9 Grammy Awards, ela já vendeu mais de 250 milhões de álbuns e singles ao redor do mundo, tornando-se uma das mais bem sucedidas da história, e também eternizou canções como “Umbrella”“Don’t Stop the Music”“What’s My Name”“Work” e várias outras.

O último álbum da cantora, ‘ANTI’, foi lançado em 2016 e recebeu inúmeros elogios da crítica e do público ao mostrar um novo lado de sua carreira. Não é surpresa que o disco seja tenha entrado para várias listas de melhores álbuns de todos os tempos.

Rihanna também tem uma marca de cosméticos chamada Fenty Beauty, que é uma das mais bem sucedidas da atualidade. Recentemente, ela foi homenageada como heroína nacional de Barbados, seu país natal, por seu constante ativismo.

10 curiosidades de ‘Karatê Kid’, o remake do clássico dos anos 80 em que eles lutam Kung Fu

Lançado em 2010, o remake de Karatê Kid segue dividindo opiniões até hoje. Na época, o longa já causou polêmica por tentar recomeçar uma franquia amada do público. Depois do lançamento, houve quem gostou bastante e houve quem odiou. Agora, 12 anos após sua estreia, o filme segue nesse limbo e jamais conseguiu emplacar uma franquia, ainda mais com o sucesso de Cobra Kai, que resgatou a saga original. Confira 10 curiosidades sobre o remake!

Engano

O ator Jackie Chan desempenhou um bom papel como mentor do jovem Dre. No entanto, quando foi convidado para integrar o elenco, o ator chinês tinha uma ideia diferente para seu papel. Em entrevista, ele contou que recebeu o convite e achou que ele seria o “Karatê Kid”, mesmo já tendo quase 60 anos, então perguntou imediatamente quem interpretaria o “sensei”. A reação foi uma risada das duas partes, quando ele entendeu que não tinha mais idade para interpretar um adolescente.

Proibida

Karatê Kid foi o primeiro filme desde O Último Imperador (1987) a conseguir uma autorização especial para gravar dentro da Cidade Proibida. E segundo o produtor do filme, Will Smith, isso só foi possível por conta do tratamento de realeza recebido por Jackie Chan na China.

Preparo

Para conseguir o papel de Dre, o jovem Jaden Smith precisou apenas ser filho do produtor passar por um treinamento intenso de cerca de três meses, não apenas para entrar em forma, mas também para conseguir a elasticidade necessária para os golpes de seu personagem.

Tira casaco

O momento mais icônico do remake é, sem dúvidas, o treinamento de Dre com o casaco. “Bota casaco, tira casaco” virou um meme não só no Brasil, mas em todo o mundo. A ideia desse treinamento estar relacionado ao casaco e não à limpeza de vidros e carros foi do próprio Jackie Chan.

Limpa-vidro

Antes de ensinar a movimentação do casaco para o Dre, o Senhor Han é visto fazendo a movimentação clássica dos movimentos giratórios da esponja de cera da franquia original. Foi uma das homenagens à franquia dos anos 80 inserida no longa.


Quase apareceu

O astro da franquia original, Ralph Maccio, estava na versão original do roteiro, em que faria uma participação novamente como Daniel LaRusso. No entanto, o ator recusou o convite. Felizmente, para os fãs, ele retornou anos mais tarde ao papel em Cobra Kai.

 


Outro filme

Para o lançamento na China, o filme precisou passar por uma série de alterações e cortes. Então, cenas como as agressões e o bullying foram suavizadas, e o beijo de Dre foi cortado, se enquadrando assim no código chinês.


Karatê ou Kung Fu?

O maior mistério desse filme é por quê o longa se chama “Karatê Kid” se eles lutam Kung Fu. A ideia de gravar o longa na China fez com que a produção adotasse a arte marcial mais praticada no país. No entanto, o estúdio quis manter o nome original para manter a ligação com a franquia dos anos 80 e chamar um público mais velho. Para tentar justificar, o filme faz uma piadinha, em que a mãe de Dre diz que o filho está lutando Karatê, antes de ser corrigida e falar que ele está lutando Kung Fu. Porém, na China, o filme foi lançado com o título de “A Maravilha do Kung Fu”.

Volta ao passado

Quando ganha a camisa para sua luta final, Dre diz para o Senhor Han que a roupa é muito legal, porque lembra o figurino do Bruce Lee. Essa foi uma breve homenagem à carreira de Jackie Chan, que começou como dublê dos filmes de Lee.


Cobra Kai

Os grandes vilões da franquia original são os alunos e professores do dojô Cobra Kai, cujo nome significa algo como “encontro com cobra”. E a serpente do logo é uma Naja. No filme de 2010, todo o desafio do confronto final está em Dre se concentrar para aplicar o truque que aprendeu no templo, em que uma lutadora, em um encontro com uma cobra, hipnotiza a naja.

Karatê Kid está disponível na Netflix.

James Gunn revela que reboot de ‘Flash’ vai manter alguns personagens e descartar outros

Enquanto anunciava o Capítulo 1 da nova era da DC Studios, James Gunn foi só elogios para ‘The Flash‘ e revelou que o filme iria servir como reboot para o Universo da DC.

Agora, Gunn explicou o conceito do reboot: o filme vai introduzir alguns novos atores como conhecidos personagens, mas não vai reescalar todo mundo.

The Flash vai rebootar bastante coisa, mas não tudo. Alguns personagens vão continuar, outros não”, afirmou Gunn.

O Batman e o Superman do DCU serão interpretados por outros atores. Não se sabe se o Aquaman e a Mulher-Maravilha serão reescalados.

Gunn ainda elogiou o filme do ‘Flash‘:

“É um dos MAIORES filmes de super-heróis já feitos e vai servir como reboot para o Universo da DC como atualmente conhecemos”, afirmou. 

Programado para 16 de junho de 2023, o longa teve exibições-teste extremamente positivas.

De acordo com o World of Reel, o filme dirigido por Andy Muschietti (‘It – A Coisa’) foi considerado um dos filmes mais bem dirigidos do DCU, o que aumentou a confiança de David Zaslav, presidente do estúdio, no produto final.

Pelo visto, a produção obteve as classificações de pontuação de teste mais altas da história do DCU.

Em agosto, o portal postou um trecho de uma reação à exibição-teste, que diz:

“O filme é bem-humorado na medida certa, emocionante e corajoso, além do fato de Ezra Miller estar perfeito no papel principal.”

Vale lembrar que o filme também é o grande retorno de Michael Keaton como Batman, e quem assistiu afirmou que ele desempenha um papel muito importante na trama, aparecendo em mais da metade dos 140 minutos de duração.

Há também uma versão CGI de Christopher Reeve como Superman quando o Flash viaja ao passado para tentar impedir a morte da própria mãe, então ele vê heróis da DC do passado como Reeve, o Batman de Adam West, a Supergirl de Helen Slater e a Mulher-Maravilha de Linda Carter. 

A trama vai mostrar Barry Allen/Flash (Ezra Miller) viajando no tempo para impedir o assassinato de sua mãe. Porém, quando ele retorna ao presente, sua mãe ainda está viva…. mas o mundo é um pesadelo. A Liga da Justiça nunca existiu e Barry precisa fazer de tudo para corrigir todos os seus defeitos.

Andy Muschietti dirige.