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‘O Agente Noturno’: Nova série de espionagem da Netflix ganha trailer cheio de AÇÃO; Confira!

A Netflix divulgou o primeiro teaser trailer da série de ação ‘O Agente Noturno‘.

Confira:

A produção será lançada na plataforma no dia 23 de março.

Criada por Shawn Ryan, a série é baseada na saga literária de Matthew Quirk.

Enquanto monitora uma linha de emergência, um agente do FBI atende uma ligação que o joga em uma conspiração mortal envolvendo um espião na Casa Branca.

O elenco conta com Gabriel Basso, Luciane Buchanan, Fola Evans-Akingbola, Eve Harlow, Enrique Murciano, Phoenix Raei, D.B. Woodside e Hong Chau.

The Night Agent. (L to R) Luciane Buchanan as Rose Larkin, Gabriel Basso as Peter Sutherland in episode 103 of The Night Agent. Cr. Dan Power/Netflix © 2023
The Night Agent. Gabriel Basso as Peter Sutherland in episode 104 of The Night Agent. Cr. Dan Power/Netflix © 2023

Conheça o emocionante filme indicado ao Oscar que se tornou a MAIOR estreia da MUBI no Brasil

O Deadline reporta que o filme ‘Aftersun, indicado ao Oscar de Melhor Ator para Paul Mescal, se tornou o mais assistindo da plataforma Mubi, ultrapassando títulos como ‘Titane‘ e ‘Drive My Car‘.

O filme teve seu lançamento no Reino Unido, Irlanda, Itália, América Latina, incluindo o Brasil, e em alguns outros mercados no dia 6 de janeiro deste ano, e também se tornou o filme mais visto da plataforma nesses territórios individuais. Ele se juntará à Mubi na Alemanha, Áustria e Espanha em março e, posteriormente, na França.

A aclamada estreia da roteirista e diretora Charlotte Wells também abriu caminho para Mubi nos cinemas, tornando-se a maior bilheteria da empresa no Reino Unido (U$1,91 milhão) e nas próximas semanas o filme deve ultrapassar ‘Decisão de Partir para se tornar seu maior lançamento teatral global.

Confira abaixo o trailer:

Na história do longa, a pequena Sophie (Frankie Corio) está em um resort de férias com seu pai amoroso e idealista, Calum (Paul Mescal). Vinte anos depois, as lembranças ternas de Sophie sobre suas últimas férias tornam-se um retrato poderoso e comovente de seu relacionamento.

Com o roteiro e direção da estreante Charlotte Wells, o filme recebeu diversos elogios da crítica, e garantiu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator para Paul Mescal.

O filme está em cartaz nos cinemas e disponível na Mubi.

QUE TENSO! Trailer de ‘Pânico 6’ que será lançado no SuperBowl é divulgado com cenas perturbadoras…

A pré-venda de ingressos de ‘Pânico 6‘ já começou nos EUA e o filme ganhou um trailer perturbador com cenas inéditas e assustadoras. Esse vídeo será exibido durante o SuperBowl, dia 12. Cada 30 segundos custa US$ 7 milhões de dólares no comercial do evento.

Assista e siga o CinePOP no YouTube:

O site australiano da Paramount Pictures havia divulgado qual seria a duração de ‘Pânico 6‘, mas foram adicionados mais cinco minutos de cenas no terror.

A duração final será 2 horas e 3 minutos de duração (123 minutos).

O filme será o mais longo da franquia, na frente de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e ‘Pânico 3‘ (1h 56m). O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

A AMC Theatres confirmou que o terror será lançado em selecionados cinemas no formato 3D nos Estados Unidos. Não foi revelado se o filme terá sessões 3D também no Brasil.

É o primeiro filme da franquia a ser lançado no formato tridimensional, aproveitando o sucesso de ‘Avatar – O Caminho da Água‘.

O lançamento em 3D também deve impulsionar as bilheterias do filme.

Relembramos os BASTIDORES de ‘Pânico 3’, problemático filme da franquia que completa 23 anos…

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.

O elenco conta com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy), além de introduzir os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.

 

Harrison Ford abre o jogo sobre CRÍTICAS a ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal’: “Pegaram pesado!”

Harrison Ford está de volta para viver o icônico personagem Indiana Jones em mais um filme da franquia, dessa vez intitulado ‘Indiana Jones e a Relíquia do Destino‘. O ator, no entanto, está ciente que as expectativas dos fãs e da crítica podem acabar sendo sua ruína, como aconteceu em 2008 quando estrelou ‘Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal‘, dirigido por Steven Spielberg.

O filme não foi muito bem recebido nem pela crítica nem pelo público, e muitos afirmam que é a pior entrada da franquia ‘Indiana Jones’. Quando questionado pelo The Hollywood Reporter sobre os críticos que tiveram reações duras ao filme, Ford brincou: “Onde eles estão agora?”

“Quero dizer, [os críticos] pegaram pesado com o filme, mas o que eles estão fazendo agora? Eu entendo. Mas essas eram as regras deles – não as regras [do diretor Steven Spielberg e do co-roteirista George Lucas]. Eles estavam impondo suas regras sobre o que o filme deveria ser. Não acho que seja necessário abordar essas questões. Acho que todos têm direito à sua opinião. O filme não foi tão bem-sucedido quanto queríamos, mas não criou uma atitude ou um comportamento que transitou para este novo filme [‘A Relíquia do Destino’].”

Assista ao trailer:

É o primeiro filme da franquia sem a direção de Steven Spielberg, já que a função é ocupada por James Mangold (‘Logan’).

Durante uma entrevista para o DeadlineSpielberg tocou no assunto e esclareceu que não fiou totalmente de fora da sequência.

Ao elogiar o trabalho de Mangold, o cineasta deixou claro que foi “perifericamente consultado sobre a trama”, mas reforçou que:

James é quem tomou as decisões mais importantes sobre o rumo da história.”

Infelizmente, Spielberg não deu mais detalhes e nem revelou nada sobre a trama.

Lembrando que a nova aventura chega aos cinemas em 30 de junho de 2023.

O elenco traz Harrison Ford de volta ao papel titular, bem como Phoebe Waller-Bridge (‘Fleabag’), Thomas Kretschmann (‘Vingadores: Era de Ultron’), Mads Mikkelsen (‘Hannibal’), Shaunette Renée Wilson (‘Pantera Negra’) e Antonio Banderas (‘Dor e Glória’).

John Williams retorna para a trilha sonora, tendo atuado como compositor em todos os filmes anteriores.

‘Homem-Formiga 3’ é o “MELHOR filme do MCU desde ‘Vingadores: Ultimato'”, apontam primeiras reações

O novo filme da Marvel Studios, Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’, chega em breve aos cinemas de todo o mundo, mas as primeiras reações já começaram a despontar nas redes sociais.

Dentre os principais comentários, os jornalistas disseram que o longa-metragem é a melhor entrada do Universo Cinemático Marvel desde ‘Vingadores: Ultimato’, além de rasgarem elogios para a performance de Jonathan Majors como o vilanesco Kang.

Confira:

“[O filme] dá início à Fase 5 do MCU com a ajuda de Jonathan Majors como um vilão mortalmente sério para a saga do multiverso”.

Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania’ é a melhor entrada do MCU desde ‘Vingadores: Ultimato’. O filme é uma montanha-russa psicodélica através do Reino Quântico, que entrega momentos de risos, lágrimas e ação”.

“[O filme] é um sólido, ainda que excessivamente ambicioso começo para a próxima fase do MCU. Jonathan Majors é uma força descomunal como Kang, o novo rei do multiverso. A batalha final é de tirar o fôlego, mas realmente senti falta do charme cômico”.

“Kang é o melhor vilão dos quadrinhos de todos os tempos. Jonathan Majors vai ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante em 2023, com uma sólida chance de vencer. A performance dele é lendária. Ele realmente é um conquistador”.

‘Quantumania’ arrisca sua frivolidade com uma comédia dramática que, visualmente, nos lembra de ‘Pequenos Espiões’. Apesar do filme não ter o carisma dos anteriores, o conflito finalmente dá movimento à saga do multiverso, dando destaque a Jonathan Majors como o temível Kang”.

O Box Office Pro (via ComicBook.com) revelou recentemente que a sequência deve arrecadar entre US$ 96 milhões e US$ 131 milhões no primeiro fim de semana em exibição nos EUA, configurando a maior abertura da trilogia.

No mesmo período em 2015, ‘Homem-Formiga’ arrecadou US$ 57,2 milhões no mercado interno, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018) estreou com US$ 75,7 milhões.

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Além de Majors e do protagonista Paul Rudd, o elenco conta com o retorno de Evangeline Lilly, Michael Douglas e Michelle Pfeiffer.

Kathryn Newton é a nova adição do grupo, interpretando Cassie, a filha de Scott Lang.

Antes de ‘Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo’, Michelle Yeoh foi ‘aconselhada’ a se aposentar

Michelle Yeoh é uma das indicadas ao Oscar 2023 na categoria de Melhor Atriz por seu trabalho na comédia sci-fi ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo‘.

No entanto, a estrela de 60 anos revelou ao Los Angeles Times que foi ‘aconselhada’ a se aposentar devido a sua idade.

“Sabe, conforme você envelhece, os papéis ficam cada vez menores. Parece que os números sobem e os trabalhos diminuem e então você começa a ser ignorada. Quando surgiu a proposta para ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo… Foi muito emocionante porque isso significa que você é quem está liderando todo esse processo, quem está contando a história.”

Ela continuou:

“Sabe, conforme você envelhece, as pessoas começam a dizer: ‘Ah, você deveria se aposentar. Você deve fazer isso. Você deveria aquilo…’ Não, pessoal. Não me digam o que fazer. Eu deveria estar no controle do que sou capaz de fazer, certo?”

Lembrando que o filme também concorre em mais 11 categorias na 95ª edição do Oscar, como Melhor Filme, Melhor Direção para Daniel KwanDaniel Scheinert, Melhor Ator para Ke Huy QuanMelhor Atriz Coadjuvante para Jamie Lee CurtisStephanie Hsu.

E aí, você está na torcida por Yeoh?

Os vencedores da premiação serão revelados no dia 12 de março.

Na trama, uma imigrante chinesa é arrastada para uma aventura insana, onde ela deve salvar o mundo ao explorar outros universos conectados com a vida que ela poderia ter vivido.

O elenco ainda conta com Stephanie HsuJenny SlateHarry Shum Jr. e James Hong.

Artigo | Os 25 anos de ‘Titanic’, o épico romance de James Cameron

No dia 15 de abril de 1912, um dos maiores transatlânticos a cruzarem os sete mares dizia adeus à sua breve existência no mundo. Oitenta e cinco anos mais tarde, a trágica história do RMS Titanic chegaria às telonas em um épico romântico dirigido por um dos maiores cineastas de todos os tempos: James Cameron, que firmaria mais uma vez seu versátil nome na indústria cinematográfica, afastando-se de sua zona de conforto sci-fi e entregando-se a uma narrativa inesquecível e emocionante que é relembrada por inúmeras gerações. Afinal, são poucas as pessoas que hoje desconhecem a epopeia de Jack Dawnson e Rose Dewitt, que lutaram através de inúmeros obstáculos para serem imortalizados nas geladas águas do Atlântico.

Apesar da estreia diretorial de Cameron ser esquecível por todos os motivos imagináveis, ele se mostrou extremamente competente ao levar ao público algumas franquias aplaudíveis por suas inovações ficcionais e técnicas, incluindo a continuação de Alien – O Oitavo Passageiro’ e O Exterminador do Futuro. Entretanto, engessá-lo em um único gênero é cair em uma falácia complicada e refutável – é claro, anos depois ele retornaria às suas raízes com o distópico Avatar’ -, e Titanic é a prova concreta disso. Aqui, ele cria uma mágica sobrenatural que se afasta dos melodramas convencionais ao mesmo tempo que se aproveita de elementos românticos para construir a relação dos personagens principais (e tudo isso é combinado ao mais refinado equipamento tecnológico para efeitos especiais e uma coesão cênica de tirar o fôlego).

Na próxima quinta-feira, dia 9, o filme volta aos cinemas nacionais em versão remasterizada e 3D. ‘Titanic‘ foi o filme de maior bilheteria da história durante 12 anos, até ser superado pelo fenômeno ‘Avatar‘ (2009) – também do diretor James Cameron.

Baseado em fatos reais, como supracitado, a diegese fragmentada gira em torno do navio de luxo que empresta nome ao título e foca em dois protagonistas de mundos diferentes, mas que compartilham de um amor à primeira vista inegável: Rose (interpretada pela incrível Kate Winslet), uma espécie de socialite que se recusa a seguir os passos da mãe e se casar por dinheiro, e Jack (Leonardo DiCaprio), um charmoso operário que consegue embarcar no transatlântico após vencer, de última hora, um jogo de cartas. O roteiro, também assinado por Cameron, faz bom uso do paralelismo para criar confronto entre os dois estilos de vida – um regido , em essência, pelo capital e pelo status, e outro movido pela liberdade e pela irreverência, ainda que maltratado pelas classes mais abastadas da sociedade. Eventualmente, o mundo dos dois se cruza, quebrando os rígidos padrões da época e abrindo margens para as aventuras mais apaixonantes do cinema.

Àqueles familiarizados com a história sabem que a expectativa é angustiante para observar como o diretor traduziria momentos de puro caos às telas; para os que não conhecem, acompanhar a jornada do duo é muito agradável à prima vista, até que forças externas começam a aparecer para impedi-los de ficarem juntos. Uma dessas forças insurge na figura de Cal Hockley (Billy Zane), prometido de Rose que faz de tudo para incriminar Jack e finalmente conseguir subir na vida. As outras, apesar de secundárias, também trazem certa dose de impacto e residem nas composições de Molly Brown (Kathy Bates) e Ruth Dewitt (Frances Fisher), mãe da heroína. Cada um dos coadjuvantes e antagonistas não é colocado ao acaso, mas sim como forma de aumentar a complexidade da obra e respaldar o arco até mesmo do gigantesco barco.

Essa multiplicidade de tramas não se restringe a 1912. Cameron obviamente não deixaria de colocar seus trejeitos e, por isso mesmo, nos transporta para os dias de hoje, focando vez ou outra em um grupo de pesquisadores que busca encontrar os destroços do RMS Titanic. A atmosfera científica logo vai de encontro à presença de uma idosa Rose (Gloria Stuart), que resolve lhes contar uma perspectiva pessoal e dolorosa – sim, é muito difícil não deixar escorrer algumas lágrimas com o desenrolar dos eventos e com as atuações impecáveis de cada membro do elenco. Aqui, aproveito para fazer menção à química mágica que DiCaprio e Winslet trazem ao filme, confluindo personagens tão opostos entre si para um único laço indestrutível de amor que nem ao menos ousa tangenciar a canastrice.

A obra encontra sucesso ao equilibrar o épico com o íntimo: as esferas acerca dos personagens passam por um processo sutil de “jornada heroica”, com todos os elementos clássicos já explorados por investidas anteriores; entretanto, elas se desenvolvem de modo mais fluido por estarem conectadas com uma realidade cruel e sem perspectiva de melhora – afinal, todos sabemos o destino que lhes aguarda. De outro lado, temos o impacto do transatlântico com o iceberg, coreografado primorosamente, e as tentativas falhas de salvar os passageiros, a tripulação e o próprio comboio náutico que não resiste aos estragos e afunda num ciclo de comoção generalizada que dura, na cronologia do longa, mais de duas horas. A partir dessa sequência, seguimos mais uma vez dois microcosmos diferentes que convergem para uma mesma necessidade quase primitiva de sobrevivência.

Não é apenas na narrativa que Cameron encontra terreno fértil; seu mergulho nas inovações imagéticas não é nem um pouco prepotente e realmente traz uma preocupação ímpar. Além de todos os efeitos fluidos e realistas que entrega a uma de suas obras-primas, ele se preocupa com a ambiência em todos os aspectos. Em colaboração ao diretor de fotografia Russell Carpenter, é possível diferenciar os dois principais momentos com os quais nos deparamos: os primeiros atos traduzem uma sensação onírica, quase transcendental, vivida pelos personagens, cujo simbolismo é materializado no uso de uma luz difusa e praticamente angelical que acompanha cada um dos protagonistas e coadjuvantes. O jogo de cores também é mais místico, mais aterrador, incluindo a cena em que Rose ameaça se jogar do parapeito e está tomada por uma construção azulada.

Logo depois, o aspecto de sonho é quebrado de forma brutal e nos traz para uma realidade irrefreável – o momento em que o difuso torna-se duro, pesado e cru: o início do naufrágio. Algumas das sequências podem parecer impossíveis, mas contribuem para a compreensão do que todos ali sentiam; caso não estivessem conformados com o destino, lutavam até as últimas forças para se manterem vivos. Não é à toa que a captura dos aspectos traumáticos e chocantes é primoroso e entristecedor ao mesmo tempo. Até a trilha sonora essencialmente caprichosa de James Horner abandona os floreios fabulescos para mergulhar no derradeiro princípio do fim.

Titanic é uma mescla entre épico, drama, romance e ação que funciona em todos os aspectos. Esse não é apenas um filme atemporal, como uma biografia em homenagem a uma das maiores tragédias de todos os tempos que também ajudou a fortalecer o nome de James Cameron e sua incrível capacidade de emocionar o mais cético dos espectadores.

Crítica | The Accidental Getaway Driver é um excepcional thriller criminal premiado no Festival de Sundance 2023

A still from The Accidental Getaway Driver by Sing J. Lee, an official selection of the U.S. Dramatic Competition at the 2023 Sundance Film Festival. Courtesy of Sundance Institute

Filme assistido durante o Festival de Sundance 2023

Distante de todas as possibilidades de vida que um dia ele teve, Long é um idoso que mais do que carregar as marcas do tempo em sua fisionomia e corpo, também leva o fardo das dolorosas memórias nascidas a partir de suas escolhas ruins. Mas o vazio de sua vida não permanecerá por muito tempo, quando ele se vê em uma emboscada onde é obrigado a se tornar um piloto de fuga para três presidiários que acabaram de fugir da prisão. Diante do iminente caos e sem qualquer horizonte como perspectiva, ele – um isolado taxista sem família – será forçado a confrontar seus fantasmas do passado, enquanto luta por sua vida diante de três figuras tão peculiares, sendo uma delas aquela que mudará sua vida para sempre. The Accidental Getaway Driver é uma impressionante e caótica poesia sobre a história real de um velho vietnamita que encontrou uma nova chance na vida em meio a uma fuga alucinante. 

Em um contexto árido e inóspito, em meio a hotéis de baixa estirpe que funcionam como esconderijos, nasce uma inusitada relação entre Long e Tây. Entre uma parada e outra feita com seu táxi, o idoso e o criminoso de seus 50 anos dividem histórias, cercados por uma constante pressão e o inevitável medo de que o apertar de um gatilho custe a vida de um senhor de idade. Com essa pesada tensão dominando as cenas, somos apresentados a um contexto de incertezas e poucas garantias. Esses três fugitivos planejam seu exílio cruzando a fronteira com o México e cabe a esse pacato motorista – que não fala inglês – garantir que todas as etapas desse processo sejam cumpridas.

Pouco desse “meio tempo” – desse hiato narrativo que conecta o primeiro e o terceiro ato, é explicado. Nos colocando em uma posição semelhante a de Long, o cineasta Sing J. Lee  nos mantém no escuro, entregando pequenas e escassas informações que servem apenas para salpicar a dramaticidade e apimentar a enervante angústia e aflição que cercam os protagonistas e, consequentemente, a audiência. Com um roteiro brilhante que une o drama com o suspense criminal de forma impecável e bem demarcada, Lee é capaz de nos presentear com um filme único, cativante e hipnotizante. Sempre combinando os dois gêneros de forma que nunca estejamos apenas dentro de um formato, o diretor faz de The Accidental Getaway Driver um longa inspirado em fatos reais com identidade visual, conceito e um apelo popular gigantesco. 

Sabendo conduzir o ritmo da narrativa com perspicácia e precisão, Lee faz de seu cinema indie uma experiência que precisa ser vivida pela maior audiência possível, nos entregando um thriller criminal dramático que é pautado por suaves doses de humor sereno e delicado, marcado também por um sentimento de acalento. E muito mais do que um filme de gênero, o longa premiado no Festival de Sundance 2023 é ainda um poderoso retrato de um velho e solitário homem, que acidentalmente se conecta a Tây – um cara condenado por seus pecados que inevitavelmente busca alento e acalento em alguém que possa chamar de pai. E como em uma poderosa catarse sobre família e pertencimento, dois homens fragilizados por suas decisões encontraram no reflexo um do outro a inesperada chance de redenção… e de finalmente começar uma nova história.

Com interlúdios narrativos que percorrem momentos chave da infância e vida adulta de Long, o thriller de Sing J. Lee ainda conta com uma belíssima direção, que abusa das sombras para destacar seus personagens. Usando as luzes artificiais urbanas para salientar o negrume das ruas e de seus protagonistas, ele trabalha ângulos distintos e nos garante performances poderosas de um elenco desconhecido, formado por Dustin Nguyen, Dali Benssalah e Phi Vū. Mas é Hiệp Trần Nghĩa que nos faz ficar completamente rendidos diante das telas. Trazendo cores e profundidade para a caracterização de Long, o veterano ator brilha em tela com um olhar sofrido, semblante cansado e corpo esguio. 

E transformando o caos em uma tempestade perfeita onde duas pessoas opressoras e oprimidas encontram uma na outra a chance de recomeçar, Lee faz de seu filme um sopro de frescor que nos faz lembrar do porque amamos tanto o cinema. Muito mais do que relatar uma história real através da arte, o cineasta faz uma crônica sobre a dualidade e complexidade humana, extraindo reflexões impactantes tanto de seus protagonistas, bem como de seu público. Com um rico desenvolvimento de personagens que resulta em catárticas espirais sobre moral, passado e escolhas, The Accidental Getaway Driver transcende os próprios gêneros em que se encaixa, para se tornar um filme atemporal que só confirma a necessidade divina e espiritual colocada no coração do homem de ser e formar família.

As Melhores Apresentações do Grammy Awards 2023

No último domingo, 05 de fevereiro, ocorreu a 65ª edição do Grammy Awards 2023, que premiou algumas das figuras mais famosas e aclamadas do mundo da música.

Mas não apenas de vencedores se valeu a premiação, como também apresentações incríveis e tributos gloriosos – incluindo LizzoStevie WonderBrandi Carlile e vários outros.

Pensando nisso, resolvemos elencar as melhores apresentações da cerimônia.

Veja nossas escolhas abaixo:

7. MARY J. BLIGE

A lendária Mary J. Blige conquistou sua primeira indicação à categoria de Álbum do Ano na 65ª edição do Grammy – e é claro que ela não teria ficado de fora da lista de apresentações. No evento, ela roubou a atenção de todos ao aparecer em um belíssimo e brilhante traje, performando a ótima “Good Morning Gorgeous”lead single de seu disco homônimo.

6. LIZZO

Lizzo vem se consagrando como uma das melhores performers da atualidade e, depois de ter conquistado o Emmy Award, ela causou um grande impacto na última cerimônia do Grammy. Além de ter levado o prêmio de Gravação do Ano por “About Damn Time”, ela entregou uma ótima versão da faixa em questão e uma adaptação gospel de “Special”, acompanhada de um coro feminino.

5. BAD BUNNY

A cerimônia do Grammy 2023 não poderia ter começado de forma melhor com a presença do icônico Bad Bunny. O artista latino, que inclusive levou a estatueta de Melhor Álbum de Música Urbana para casa, deu o tom da premiação com um dançante e sensual medley de “El Apagón”“Después de La Playa” (ambos sucessos do aclamado ‘Un Verano Sin Ti’), levantando a energia do público e convidando todos a dançaram e a celebrarem o melhor da música latina.

4. TRIBUTO AO MOTOWN

No último domingo à noite, Smokey RobinsonBerry Gordy foram homenageados com o Tributo ao Motown, recriando uma das performances do baile Pessoa do Ano, do MusiCares. Considerados como dois dos maiores nomes da história do entretenimento, a dupla foi homenageada pelo poder Stevie Wonder, que cantou “The Way You Do The Things You Do”, ao lado do jovem coro WanMor. Pouco depois, Robinson subiu aos palcos para cantar “Tears Of A Clown” e, para finalizar essa apresentação icônica, Chris Stapleton se juntou ao grupo com a memorável “Higher Ground”.

3. BRANDI CARLILE

No ano passado, Brandi Carlile encantou o público com sua apresentação impecável da balada “Right on Time”. Ontem, ela retornou ao Grammy (concorrendo nas principais categorias com o aclamado ‘In These Silent Days) e fez uma performance inenarrável de “Broken Horses”, colaboração feita com Lucius. Aqui, Carlile aposta em uma clássica rendição, em que ganha os holofotes com sua energia, seu carisma e potentes vocais. E vale lembrar que a canção conquistou dois gramofones dourados na premiação (Melhor Performance RockMelhor Música Rock).

2. OS 50 ANOS DE HIP HOP

Uma das apresentações mais espetaculares da noite foi o tributo aos 50 anos da música hip hop que se apoderou de assalto do Grammy. E, além da celebração de um dos estilos mais conhecidos e celebrados, tivemos a presença de lendas do cenário fonográfico que uniram forças para uma explosiva performance – incluindo Queen LatifahSalt-N-PepaBusta Rhymes (entregando um dos mais icônicos flows da memória recente), Missy ElliottLL Cool JFlava Flav e muitos outros.

1. SAM SMITH & KIM PETRAS

Pouco depois de fazerem história ao conquistarem o Grammy de Melhor Performance Pop em Duo/GrupoSam SmithKim Petras incendiaram o palco da premiação com uma diabólica e sensual performance do aclamado single “Unholy”. Ambos tiveram seu momento de brilhar e aproveitaram as críticas que vinham recebendo dos conservadores e preconceituosos – e, no topo de tudo isso, foram introduzidos por ninguém menos que a rainha do pop Madonna.

‘Perry Mason’ investiga assassinato no trailer LEGENDADO da 2ª temporada; Confira!

HBO divulgou o novo trailer legendado da 2ª temporada de ‘Perry Mason‘.

Confira:

O próximo ciclo vai estrear oficialmente no dia 6 de março.

Ambientada em 1932, em Los Angeles, a trama segue um advogado de defesa que consegue o caso de sua vida.

O elenco conta com Matthew Rhys, Jedediah Jenk, Nick La Croix, Tatiana Maslany e Drew Walton.

Perry Mason‘ foi originalmente exibida entre os anos de 1957 e 1966, e foi consagrada como uma das primeiras séries a explorar o universo jurídico na TV. Produzida pela emissora CBS, ela chegou ao Brasil, por meio da Rede Record, nos anos 60. Com nove temporadas, a produção contou com 271 episódios de uma hora de duração cada.

Elijah Wood critica rede de cinema por cobrar MAIS CARO dependendo da poltrona selecionada

Empty cinema with blank screen, popcorn and 3d glasses

A rede de cinemas AMC, nos EUA, anunciou que vai começar a cobrar mais caro pelo ingresso de acordo com a posição da poltrona da sala de cinema.

A empresa visa maximizar a receita ao mesmo tempo que busca atrair o público para as salas de cinema. Para isso, a ideia é que os assentos menos desejados, como os da primeira fileira, sejam mais baratos, enquanto os assentos com maior visão da tela sejam mais caros.

No entanto, a ideia já vem recebendo críticas, como a do ator Elijah Wood, conhecido por seu papel como Frodo Bolseiro na trilogia ‘O Senhor dos Anéis‘.

Em seu perfil do Twitter, o astro disse que a prática é elitista, já que quem tem maior pode de compra terá lugares de maior conforto e privilégio na hora de assistirem aos filmes.

“A sala de cinema é e sempre foi um espaço democrático sagrado para todos e esta nova iniciativa da @AMCTheatres essencialmente penalizaria as pessoas com renda mais baixa e recompensaria as de renda mais alta”, escreveu ele.

Confira:

Em nota, o vice-presidente e executivo da AMC Theaters, Eliot Hamlisch, diz que a ideia “alinha mais de perto a abordagem de preços de assentos […] oferecendo preços baseados em experiência” e também “outra maneira de os espectadores encontrarem valor nos filmes que assistem”

Ele também acrescenta: “Embora cada assento na AMC ofereça uma experiência incrível ao ir cinema, sabemos que há alguns espectadores que priorizam seu assento específico e outros que priorizam o valor do ingresso. O [programa] acomoda ambos os sentimentos para ajudar a garantir que nossos clientes tenham mais controle sobre sua experiência, de modo que cada ida a um cinema AMC seja ótima.”

A mudança será implementada nos cinemas AMC de Nova York, Chicago e Kansas City e deve ser lançado em todo o país até o final do ano.

Em 2022, as ações da AMC chegaram a cair 30%, correndo o risco de até mesmo ir à falência.

Diretor de ‘Ursinho Pooh’ fará Universo de Filmes de Terror inspirados em histórias infantis

O cineasta Rhys Frake-Waterfield causou uma reviravolta no mundo do cinema quando dirigiu ‘Ursinho Pooh – Sangue e Mel‘, filme de terror inspirado nos clássicos personagens de A.A. Milne.

Logo depois foram anunciadas versões macabras de ‘Peter Pan’ e até mesmo de ‘Bambi‘.

E parece que Waterfield quer construir um universo compartilhado aos moldes da Marvel Studios, mas com muito mais sangue…

A ideia surgiu após o sucesso financeiro de ‘Ursinho Pooh – Sangue e Mel’. Orçado em apenas US$ 15.000, o longa já faturou US$ 1 milhão no México e está prestes a aumentar a quantia na estreia mundial, que acontece no próximo dia 15.

“A ideia é que vamos tentar imaginar que esses personagens estão todos no mesmo universo para que possamos ter crossovers”, disse o diretor em entrevista ao THR. “As pessoas têm enviado mensagens dizendo que realmente querem ver Bambi versus Pooh.”

Por outro lado, Waterfield também deixou claro que sua intenção não é ofender a Disney, já que a representação dos personagens ainda permanece ligada ao estúdio.

Para isso, ele pretende adaptar também história que não ganharam animações pela Disney.

“Existem muitas, muitas, muitas outras ideias por aí que não estão ligadas à Disney, muitos contos de fadas antigos e lendas urbanas, conceitos que são sinônimos de sua infância, e são eles que eu quero transformar em um realidade alternativa distorcida.”

Vale lembrar a sequência de Ursinho Pooh: Sangue e Mel’ já foi confirmada.

As notícias foram anunciadas pela página oficial do filme no Twitter, com um pôster promocional e a seguinte legenda: “Mais sangue. Mais mel”.

Nenhuma outra informação foi revelada.

Veja:

Anteriormente previsto para apenas uma noite de exibição nos cinemas no dia 15 de fevereiro, a publicidade acerca do longa-metragem cresceu tanto que a produtora Altitude, responsável pelo projeto, fechou contrato para uma exibição de nove dias em mais de 1500 salas apenas nos Estados Unidos (via Screen Rant).

E isso não é tudo: considerando o histórico com filmes de terror independente (como ‘Atividade Paranormal’ e até mesmo o recente ‘Sorria’), ‘Sangue & Mel’ tem tudo para fazer um estrondo considerável nas bilheterias. O orçamento do longa foi de apenas US$13 milhões (via The Biranchi); com o extensivo marketing dos últimos meses, é bem provável que a produção não apenas pague as próprias contas, mas gere lucro significativo.

A trama mostra Pooh e Leitão como vilões famintos depois que Christopher Robin vai para a faculdade e não tem mais tempo de cuidar deles.

Quando a vida dos personagens se torna difícil, eles precisam se virar sozinhos e acabam se voltando às suas raízes animalescas. Eles não são mais bonzinhos, são um urso implacável e um porco que querem sair por aí em busca de presas.

Confira o trailer legendado:

Infelizmente, o filme ainda não possui previsão de estreia no Brasil.

Amber Doig-Thorne, Maria Taylor e Danielle Scott estrelam.

Diferente da divertida animação infantil da Disney, o terror escrito e dirigido pelo estreante Rhys Frake-Waterfield promete cenas sangrentas, violentas e traumáticas.

O longa é uma releitura dos personagens criados por Alan Alexander Milne em 1926.

O projeto independente ganhou forma depois que os direitos dos personagens entraram em domínio público no início deste ano.

Apesar disso, Waterfield fez questão de tomar cuidado para não abusar das referências ao material original ou às animações da Disney, evitando elementos marcantes, como a camiseta vermelha de Pooh, que agora veste uma camisa quadriculada.

‘Homem-Formiga 3’: Jonathan Majors revela detalhe SURPREENDENTE sobre Kang

Enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa: Quantumania‘ não chega nos cinemas, o ator Jonathan Majors, que interpreta o temido vilão Kang, o Conquistador no filme, revelou um detalhe surpreendente sobre seu personagem.

Em entrevista para o iO9, o ator reveleu que Kang é um ser Nexus, ou seja, um ser que está presente em quase todos os multiversos. Esse termo já havia aparecido antes no universo Marvel na série ‘WandaVision‘, para interligar com a personagem Wanda Maximoff, interpretada por Elizabeth Olsen.

“Quem é Kang? Acho que essa é uma pergunta que todos nós vamos responder por um bom tempo”, disse Majors. “Acho que a resposta rápida para isso é que Kang é um supervilão  que viaja no tempo e também é um ser do Nexus, o que leva a essa ideia de variantes. Existem várias versões de Kang. ‘Versões’ sendo ‘variantes’. Eles ocupam diferentes universos, multiversos, eles têm intenções diferentes. Eles são todos seres diferentes. E ainda assim algo em que ainda estamos – e eu ainda estou – trabalhando, e continuando a refinar e refinar e refinar, é algo que é uma linha tênue entre eles. E isso, para mim, é o Kang em poucas palavras.”

O Box Office Pro (via ComicBook.com) revelou recentemente que a sequência deve arrecadar entre US$ 96 milhões e US$ 131 milhões no primeiro fim de semana em exibição nos EUA, configurando a maior abertura da trilogia.

No mesmo período em 2015, ‘Homem-Formiga’ arrecadou US$ 57,2 milhões no mercado interno, enquanto ‘Homem-Formiga e a Vespa‘ (2018) estreou com US$ 75,7 milhões.

O filme estreia nos cinemas no dia 16 de fevereiro.

O longa será novamente dirigido por Peyton Reed, que comandou os dois primeiros filmes do herói e agora retorna para concluir a trilogia, com a produção prometendo ser a maior de toda a saga.

Depois de inúmeras missões dos Vingadores, batalhas devastadoras e trajes fabulosos, Janet Van Dyne está pronta para começar um novo capítulo em sua lendária carreira de super-heroína! Seu passado surge das sombras para arruinar tudo pelo que ela trabalhou. Janet e Nadia se unem contra uma nova organização perigosa com conexões chocantes com suas histórias. À medida que a ameaça se torna mais urgente, Janet e Nadia enfrentarão um teste tão grande que elas podem se tornar a coisa que eles mais temem.

Além de Majors e do protagonista Paul Rudd, o elenco conta com o retorno de Evangeline Lilly, Michael Douglas e Michelle Pfeiffer.

Kathryn Newton é a nova adição do grupo, interpretando Cassie, a filha de Scott Lang.

POLÊMICA! Entenda por que Brendan Fraser se RECUSA a participar do Globo de Ouro: “É uma indicação cínica?”

Mesmo sendo indicado ao Globo de Ouro 2023 como Melhor Ator por seu papel em A Baleia‘, Brendan Fraser se recusou a participar da cerimônia.

Para quem não sabe, o ator acusou Philip Berk, o ex-presidente da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood, que organiza a premiação, de assediá-lo sexualmente.

As acusações foram feitas em 2018, quando Fraser disse à GQ que Berk o assediou em 2003.

As consequências da polêmica com Berk levaram Fraser à lista negra de Hollywood, e agora que o astro está recebendo as melhores críticas de sua carreira, ele deixou o Globo de Ouro de lado – deixando claro que não compareceria à cerimônia deste ano.

Durante uma entrevista para o The Howard Stern Show (via EW), Fraser não mediu palavras ao dizer que o prêmio é apenas ‘enfeite de capô’ e que ‘não significa nada’, acrescentando que nunca pediu para ser indicado.

“Eu me perguntei se esta é uma indicação cínica. Eu realmente não poderia dizer por causa da minha história com a organização e que ainda não vi os resultados de sua reforma. Todos nós ainda estamos esperando isso, para dizer a verdade”, disse Fraser.

Ele continuou:

“Ganhar ou não ganhar, não importa. O que importa é que não significa nada para mim. Eu não quero isso. Eu não pedi para ser considerado mesmo, isso foi o que presumiram. Eu sei que isso desagradaria muitas pessoas por vários motivos. Eles precisavam de mim, mas eu não precisava deles. Porque não faria sentido para mim. Onde vou colocar aquele enfeite de capô? O que eu faria com aquilo?”

De qualquer forma, Fraser perdeu o prêmio para Austin Butler por sua atuação em ‘Elvis‘, resultado ao qual Fraser chamou de “bem merecido” e “uma grande vitória para ele”.

O astro também deixou claro que não espera que o resto de Hollywood adote a mesma postura linha-dura contra a organização, dizendo:

“É minha luta, de mais ninguém. Não preciso que todos sejam solidários comigo.”

Após a história da GQ de 2018, os organizadores do Globo de Ouro emitiram uma declaração de que “se posiciona firmemente contra o assédio sexual”.

De acordo com o ator, os organizadores queriam que ele assinasse uma declaração que dizia:

“Embora tenha sido concluído que o Sr. Berk tocou inadequadamente no Sr. Fraser, as evidências apoiam que a intenção era uma piada e não assédio sexual.”

Mas Fraser não quis assinar o documento, obviamente.

“Seria significativo – se eles quisessem fazer as pazes – emitir um pedido de desculpas que fizesse sentido… Que eles compartilhassem a investigação que fizeram sobre mim, minha família e meus amigos. Nunca vi o resultado desse relatório. Eles não me deram, disseram que ‘não, é nosso’. Então, o que quer que esteja nele, eles não querem que eu leia. Em vez disso, recebi um comunicado de imprensa que dizia que era uma piada.”

Dirigido pelo aclamado Darren Aronofsky (‘Mãe!’), ‘A Baleia‘ garantiu a Fraser um Critics Choice Award de Melhor Ator e uma indicação ao Oscar 2023 na mesma categoria.

O filme também concorre em Melhor Maquiagem & Cabelo, enquanto Hong Chau disputa pelo prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante.

Os vencedores serão anunciados no dia 12 de março.

Lembrando que ‘A Baleia‘ chega aos cinemas nacionais em 23 de fevereiro com distribuição da Califórnia Filmes.

Charlie (Fraser) é um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e luta contra um transtorno de compulsão alimentar. Sozinho, ele convive diariamente apenas com a culpa, por ter abandonado Ellie (Sadie Sink), sua filha hoje adolescente que ele deixou junto com a mãe Mary (Samantha Morton) ao se apaixonar por outra mulher. Agora, ele irá buscar se reconectar com a filha adolescente e reparar seus erros do passado.

Aronofsky é conhecido por seus densos e críticos filmes que, normalmente, são alvo de diversas controvérsias. Seus trabalhos mais reconhecidos são ‘Réquiem para um Sonho’, que trouxe Marlon Wayans, Jennifer Connelly, Jared Leto e Ellen Burstyn em uma trama sobre vício em drogas; ‘Cisne Negro’, estrelado por Natalie Portman e que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor; e ‘Mãe!’, thriller psicológico estrelado por Jennifer LawrenceJavier Bardem.

Pânico 6 | Confira cada item que descobrimos no Santuário do Ghostface

A franquia Pânico está completando 27 anos em 2023, e como forma de celebrar a Paramount Pictures (atual detentora dos direitos) lançará nos cinemas mundiais a partir de 8 de março o sexto exemplar. No Brasil, o filme chega no dia 9 de março. A verdade é que o quinto filme, intitulado somente Pânico, conseguiu trazer novo fôlego para a franquia em 2022 e fazer o que Wes Craven e Kevin Williamson não haviam conseguido em 2011, com Pânico 4. É até irônico pensar que os criadores originais não atingiram o objetivo de criar uma nova trilogia, já que o quarto filme não rendeu em bilheteira o esperado. Assim foi preciso passar dez anos para que um novo estúdio, novos produtores e novos diretores – além de um novo elenco – conquistassem o sucesso esperado e abrissem portas para uma nova série de filmes.

Pânico 6 é a continuação direta do filme anterior, e segue novas aventuras aterrorizantes de Sam (Melissa Barrera), Tara (Jenna Ortega), Gale (Courteney Cox) e toda a turma combatendo um novo Ghostface. O primeiro trailer (depois de um teaser como prévia anterior) deixou os fãs em polvorosa. Aqui, nesta nova matéria iremos destrinchar os momentos mais interessantes do trailer – que contou inclusive com apresentação do elenco. Confira abaixo.

 

O santuário de Ghostface

Em determinado momento do trailer, os personagens encontram um santuário do assassino – com vários itens que muito bem poderiam estar na casa de algum colecionador da franquia, ou até mesmo no cofre do estúdio. Vamos comentar abaixo item a item, com ajuda de nossos colegas do Blood Disgusting. É nesse momento também que podemos ver o personagem de Dermot Mulroney, Williams.

A jaqueta de Steve – Steve era o namorado de Casey (Drew Barrymore) na cena que abre o primeiro Pânico e sua jaqueta é vista no santuário.

O robe de Stu – muitos acreditam que Stu esteja vivo e no santuário podemos ver o robe vermelho usado por ele no primeiro filme na cena da festa.

A TV do Stu – no filme original, Stu morre quando uma TV grande cai em sua cabeça.

A roupa de Tatum – Tatum era a melhor amiga da Sidney no primeiro filme, vivida por Rose McGowan. A personagem também era irmã de Dewey.

A camisa de Billy – Billy Loomis, o segundo assassino do primeiro filme morre usando uma camisa branca, que pode ser vista no santuário.

O boné de Kenny – Kenny foi o primeiro cameraman de Gale Weathers no filme original. O personagem usava um boné para trás – que também consta no santuário.

Máscara da peça da faculdade – no segundo filme, os personagens estavam participando de uma peça grega e uma das máscaras daquela produção também consta no santuário.

A roupa da Debbie – a repórter Debbie era uma das assassinas do segundo filme. A mulher na verdade se revelava a Sra. Loomis, mãe de Billy.

Material de produção de ‘A Facada 3’ – estes são itens de Pânico 3, que falam do filme dentro do filme.

Máquina de Fax – uma das mortes mais infames da franquia, em que o ator Tom de Pânico 3 retorna para a casa para ler um fax do assassino e termina explodindo por causa da combinação letal de gás e fogo de um isqueiro.

Frigideira – até mesmo a panela que serviu para espancar o segurança Steve Stone em Pânico 3 aparece em cena.

A camisa de Olivia – uma das mortes mais brutais de Pânico 4 foi a da bela Olivia (Marielle Jaffe) e sua roupa também faz figuração aqui.

A roupa de Jill – a personagem de Emma Roberts em Pânico 4 também é lembrada aqui – ela era a prima de Sidney e uma das assassinas.

Uniforme de Polícia de Woodsboro – um uniforme ensanguentado de polícia aparece atrás do personagem de Dermot Mulroney. Ele pode ser de Dewey ou da dupla vivida por Anthony Anderson e Adam Brody em Pânico 4.

Os Livros de Gale – a jornalista Gale Weathers escreveu diversos livros sobre cada um dos casos que presenciou. E todos eles podem ser vistos nesta cena.

As Fantasias de Ghostface – num dos momentos mais impressionantes, vemos simplesmente todas as fantasias utilizadas pelos assassinos da franquia ao longo destes cinco filmes. Estão lá as vestimentas de Billy, Stu, Mickey, Debbie, Roman, Jill, Charlie, Amber e Richie.

Bandeira do colégio de Woodsboro – até mesmo a bandeira do colégio de Woodsboro, onde aconteceu o massacre do primeiro filme, pode ser encontrada na cena.

Faca ensanguentada – finalizando os itens encontrados, temos o mais óbvio deles: uma faca ensanguentada. Ao mesmo tempo, este objeto pode ser de qualquer um dos cinco filmes, ou até mesmo deste.

Ghostface Ataca em Nova York

Se o imortal Jason Voorhees já teve seu filme em Nova York ainda nos anos 80, porque Ghostface não poderia fazer o mesmo? No primeiro take do trailer vemos justamente uma panorâmica aérea da “grande maçã”, a cidade que nunca dorme – seguido por uma cena em que as irmãs Sam e Tara estão apavoradas buscando abrigo em uma loja de conveniências enquanto fogem de Ghostface.

Ghostface “Bandidão”

Numa das cenas mais surpreendentes do trailer, vemos Ghostface usar pela primeira vez na franquia uma arma de fogo para eliminar uma vítima à queima-roupa. Dando sequência ao momento mencionado acima, com Sam e Tara desesperadas em uma loja de conveniências, Ghostface entra logo em seguida e elimina um valentão a facadas. O dono do local logo pega uma calibre 12 e a esvazia no maníaco, sem resultado. O psicopata toma a arma dele, e o despacha com um tirambaço. Na franquia já vimos o assassino usar arma de fogo, mas é sempre depois de revelar sua identidade. Essa é a primeira vez que o faz ainda fantasiado. Depois, o assassino persegue as irmãs no que promete ser um dos trechos mais tensos do novo filme. Como será que elas escapam?

Máscara detonada

Ah sim, na internet já falam da volta de Stu (Matthew Lillard), um dos assassinos do filme original. Há muito tempo existe esta teoria de que Stu estaria na verdade vivo e que poderia retornar como um dos assassinos na sequência. Inclusive muitos acreditam que seja ele nesta cena da loja de conveniências, por estar com “sangue nos olhos” atrás de vingança. Repare como a máscara parece velha e detonada – pode ser que tenha sido guardada por muito tempo. Ou simplesmente tenha sofrido danos neste filme mesmo.

A Volta de Kirby

Outra teoria que os fãs sempre sonharam em se tornar realidade acabou de se concretizar. Afinal vivemos numa era em que os estúdios e os produtores de fato ouvem o fã e o entrega exatamente o que ele quer. O serviço máximo aos fãs. Que o diga o recente Homem-Aranha: Sem Volta para Casa, que realizou todos os desejos da base de fãs e mais um pouco. Aqui, ocorre o mesmo com o retorno de uma das personagens mais queridas da franquia, Kirby, papel de Hayden Panettiere no quarto filme. Tecnicamente ela havia morrido, mas foi trazida de volta pelos fãs e produtores para mais um round.

Gale em Perigo

O trailer de Pânico 6 foi muito tenso. E um dos momentos que mais deixaram os fãs nervosos foi o ataque a Gale. A personagem de Courteney Cox recebe uma ligação e o vilão já trata logo de dizer que nunca houve um Ghostface como ele. Sabemos que é o primeiro com sua própria “caverna do fantasma”. O assassino mascarado logo ataca e parece matar um conhecido de Gale no mesmo apartamento e depois persegue a jornalista. Ela descarrega uma arma através da porta, mas parece não adiantar pois o sujeito pula na frente dela. Será que desta vez Gale se juntará a Dewey no outro lado. Ou será mais uma provocação apenas, como em Pânico 4?

Wandinha é só desgosto

Jenna Ortega marcou um golaço com o sucesso de Wandinha na Netflix. Mas na franquia Pânico ela vive Tara, a irmã mais nova de Sam Carpenter (Melissa Barrera). Muitos desconfiavam que Tara seria uma das assassinas de Pânico (2022), teoria compartilhada pelos personagens naquele filme. Não se concretizou. No entanto, aqui temos essa cena em que ela dá um sorriso macabro, digno de Wandinha, enquanto alguém tenta salva-la de cair de um prédio.

Samara Weaving

Sabendo que os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett são os novos comandantes da franquia Pânico, tendo dirigido o anterior e agora este, era apenas questão de tempo vermos a loira Samara Weaving em um destes filmes. Isso porque a dupla ficou famosa pelo filme Casamento Sangrento (2019), protagonizado pela atriz. É claro que eles a trariam para sua famosa franquia atual. A personagem de Weaving ainda não foi revelada, mas aqui ela aparece de vislumbre assustada e falando no celular em um beco. Pode ser que ela seja a “famosa primeira vítima” tão usual na série.

A famosa cena do metrô

O momento que termina o trailer já havia sido apresentado no teaser e promete ser uma das melhores cenas do filme. Três trechos se destacam nessa primeira prévia: a cena de abertura com um Ghostface armado com shotgun, o ataque a Gale e este momento no metrô. Aqui, durante o halloween notamos muitos passageiros fantasiados dentro do trem. Dá para ver fantasias de Freddy Krueger e Pinhead (de Hellraiser), mas para os personagens nada se compara ao medo sentido ao ver alguns Ghostfaces. Até que o verdadeiro se apresenta e ataca Mindy (Jasmin Savoy Brown), a sobrinha de Randy. Será que é adeus para ela?

Nada de Sidney mesmo

Acompanhamos o drama de bastidores que durou alguns meses, em relação ao acordo salarial da atriz Neve Campbell. A atriz e o estúdio não chegaram a um consenso. Campbell afirma que iriam paga-la menos que em filmes anteriores, sendo que é a estrela da franquia. O fato só prova a discrepância salarial que ainda toma conta de Hollywood e do mundo, quando fala sobre mulheres receberem o que é justo por seu trabalho. A Paramount peitou e Campbell saiu. Assim, o estúdio lançará o primeiro Pânico da história sem a participação de Sidney, que não é vista no trailer (os fãs ainda tinham esperança). Quem sabe ela volta para o sétimo. Esperamos.

‘The Flash’: Barry Allen é feito refém nas imagens oficiais do episódio 09×02; Confira!

A CW divulgou algumas imagens oficiais do 2º episódio da 9ª e última temporada de The Flash, intitulado ‘Hear no Evil’.

Agendado para o dia 15 de fevereiro, o episódio vai mostrar Barry Allen se envolvendo em um novo impasse, já que uma das imagens o mostra de mãos atadas atrás da cabeça enquanto encara uma ameaça não revelada.

Confira a sinopse e as imagens:

“Barry se sente culpado pelo que aconteceu a Caitlin, e Mark cria um plano que deixa todos céticos. Enquanto isso, Red Death invade Central City e anuncia que falhar não é uma opção. Joe pede que Cecile faça uma escolha, o que a leva a pensar sobre o bem maior. Allegra e Chester dão um passado em uma nova direção. Por fim, amigos antigos visitam os Laboratórios S.T.A.R.”.

Lembrando que o ciclo final estreia hoje: 08 de fevereiro.

Depois de derrotar o Flash Reverso de uma vez por todas, a nona temporada de The Flash começa uma semana depois da batalha épica, e Barry Allen (Grant Gustin) e Iris West-Allen (Candice Patton) estão se reconectando e ficando mais próximos do que nunca. Mas quando um grupo mortal de Rogues chega a Central City, liderado por uma nova e poderosa ameaça, Flash e sua equipe – Caitlin Snow (Danielle Panabaker), a meta-empata Cecile Horton (Danielle Nicolet), a meta de luz Allegra Garcia (Kayla Compton), o brilhante nerd da tecnologia Chester P. Runk (Brandon McKnight) e o ladrão de criogenia reformado Mark Blaine (Jon Cor) – devem mais uma vez desafiar probabilidades impossíveis de salvar o dia. Mas quando os Rogues são derrotados, um novo adversário mortal surge para desafiar o legado heróico de Barry Allen. E em sua maior batalha até agora, Barry e o Time Flash serão levados ao limite para salvar Central City pela última vez.

Criada por Greg Berlanti, Geoff Johns e Andrew Kreisberg, ‘The Flash‘ faz parte do Arrowverse.

O elenco conta com Grant Gustin, Candice Patton, Danielle Panabaker, Carlos Valdes, Tom Cavanagh e Jesse L. Martin.

Roger Moore vs. Sean Connery | Há 40 Anos Estreavam DOIS FILMES de 007 nos cinemas! Você Sabia?

A franquia popular mais longeva da sétima arte encerrou mais uma fase no final de 2021. Estamos falando é claro de 007, que fechou sua era Daniel Craig quando o ator se despediu do personagem James Bond e da franquia em Sem Tempo para Morrer, após cinco filmes no papel. Agora é esperar para outra fase do personagem e por um novo intérprete para protagoniza-lo. James Bond já teve seis intérpretes e uma longa caminha repleta de fases – se formos pensar que o personagem existe nas telonas desde o início dos anos 1960, 007 está adentrando agora sua sétima década mergulhado na cultura pop sem nunca deixar de ser popular ou relevante. Ou seja, o espião mais famoso do entretenimento não é importante apenas para o cinema, é um pilar cultural de nossos tempos, passado através das gerações, lidando com problemas de seus respectivos momentos.

Enquanto esperamos uma nova fase da franquia mais duradoura do cinema, propriedade da EON Productions e da MGM (agora em parceria com a Universal), e o anúncio de quem irá suceder Daniel Craig na função, voltaremos no tempo, como sempre gostamos de fazer, para relembrar com você um dos fatos mais curiosos ocorridos dentro da franquia do agente secreto da Rainha Britânica. Sem Tempo para Morrer marcou o 25º filme oficial da franquia 007 no cinema. Porém, existem dois outros filmes baseados nos livros do autor Ian Fleming e contendo o personagem James Bond que foram lançados nos cinemas e não fazem parte da cronologia oficial. O primeiro é a paródia Cassino Royale (1967) – o qual vale uma matéria só para ele também. Mas hoje nos concentraremos no segundo, intitulado Nunca Mais Outra Vez, que está completando 40 anos de lançamento em 2023 e que chama mais atenção pelo duelo ocorrido nas telonas entre os que são considerados pelos fãs os maiores James Bond de todos: Sean Connery e Roger Moore.

Nunca Mais Outra Vez’ é o sétimo filme de Sean Connery como James Bond, mas não está contido na franquia oficial.

Comecemos pelo começo. Como todos sabem muito bem, o icônico Sean Connery foi o primeiro 007 do cinema, estreando ainda em 1962 no primeiro filme do personagem nas telonas: 007 Contra o Satânico Dr. No. O personagem, o agente secreto número 1 da Rainha inglesa (ou melhor, o número 7), dono de uma personalidade que é misto de sofisticação e bruteza, foi criado nas páginas de uma série de livros escritos pelo autor Ian Fleming – o criador do espião. Para fazer de James Bond a figura maior que a vida que se tornou, entrava em cena os produtores Albert R. Broccoli e Harry Saltzman, que formaram a produtora EON – responsável por todos os filmes oficiais de 007 no cinema. Assim tomava forma os primórdios da maior franquia de filmes da história. Mas depois de três filmes lançados (Dr. No, Moscou Contra 007 e 007 Contra Goldfinger), algo iria mudar na franquia logo em seu quarto filme.

007 Contra a Chantagem Atômica foi lançado em 1965, tendo Sean Connery pela quarta vez personificando James Bond. Tudo parecia no lugar para este se tornar “apenas” mais um filme da franquia, mas a verdade é que nesta época não tinha nada de normal quando falávamos da franquia 007. Acontece que a esta altura, a propriedade era quentíssima e uma das mais rentáveis no mundo. Os filmes de 007 se tornavam um fenômeno comparável apenas ao que eram os Beatles na época. Deste forma, todos queriam uma fatia deste bolo e 007 gerou um bocado de “imitadores” vindos de outros estúdios. Era uma febre de espiões e agentes secretos que dominavam a indústria cinematográfica. Nessa esteira surgia Kevin McClory, o nome responsável por termos dois filmes de 007 nos cinemas há 40 anos atrás.

Kevin McClory, produtor e roteirista do 4º 007 nos cinemas, A Chantagem Atômica, herdaria o filme para si.

O que acontece é que 007 Contra a Chantagem Atômica foi o primeiro filme da franquia a não ser baseado em um livro escrito por Ian Fleming, como os três anteriores. Os produtores queriam algo novo e resolveram bolar uma história do zero mais próxima ao que os fãs esperavam ver em tela de uma aventura de James Bond. Sim, Ian Fleming ainda estaria envolvido na produção e desenvolveu a história. Mas eis que surge em cena o tal Kevin McClory para ajudar a desenvolver a narrativa do quarto filme de 007 ao lado de seu criador. E não apenas isso, McClory também ganhou cargo de produtor, acima inclusive dos donos da EON, Broccoli e Saltzman – que serviram de produtores executivos no filme. Com tanto poder em mãos, é claro que McClory não deixaria barato e ganhou nos tribunais em cima da EON o direito sobre A Chantagem Atômica (Thunderball). É como se o quarto filme da franquia fosse de McClory e não da EON. É bem verdade que o produtor não podia fazer muito com isso, afinal o juiz decretou que a única coisa que ele poderia fazer seria uma refilmagem de A Chantagem Atômica.

Kevin McClory não se deu por vencido, no entanto, e esperaria o momento certo. Enquanto isso, Sean Connery faria o seu quinto filme como James Bond com Só Se Vive Duas Vezes (1967) e deixaria o papel (pela primeira vez) no sexto filme após insatisfações salariais. Em seu lugar entrava o modelo transformado em ator George Lazenby para 007 – A Serviço Secreto de Sua Majestade (1969). Lazenby não agradou e foi jogado para escanteio. Após uma proposta polpuda e certo convencimento, ninguém menos do que Sean Connery retornaria ao papel em Os Diamantes São Eternos (1971). Mesmo retornando para mais um filme, Connery deixava claro que essa seria sua canção do cisne, sua despedida de vez do papel. E de certa forma o foi, ao menos da cronologia oficial.

Roger Moore foi o segundo ator a herdar o papel de 007 depois da saída de Sean Connery, sendo aceito pelo público.

Na década de 1970, a EON encontra nas formas de Roger Moore um substituto à altura para Connery. A estreia de Moore ocorreria em 007 – Viva e Deixe Morrer (1973) e o ator permaneceria no papel por nada menos que sete filmes, sendo ainda hoje o intérprete que mais vezes viveu James Bond dentro da cronologia oficial. Depois da estreia de Moore no papel, vieram O Homem com a Pistola de Ouro (1974), O Espião que me Amava (1977), O Foguete da Morte (1979) e Somente para Seus Olhos (1981). E aí chegava o ano de 1983, e Roger Moore estava pensando em deixar o papel no sexto filme de sua era. Mas algo muito forte faria os produtores persuadi-lo a viver 007 mais uma vez em Octopussy: a volta de Sean Connery ao papel. O curioso é que o sucesso de Octopussy ainda faria Roger Moore ficar no papel para um sétimo filme, já aparentando sua idade de 58 anos na época para Na Mira dos Assassinos (1985). Já pensou como seria um 007 sessentão hoje em dia? Daniel Craig deixou o papel com 53 anos, por exemplo.

Acontece que finalmente Kevin McClory se viu motivado a tirar do papel seu remake de A Chantagem Atômica e para isso iria trazer de volta George Lazenby para viver James Bond. No entanto, McClory recebeu uma notícia ainda melhor do que poderia imaginar: Sean Connery estava interessado em retornar ao personagem do espião! Talvez no fundo como uma espécie de vingança contra os donos da EON, o astro escocês aceitou a oferta de McClory e topou retornar, aos 53 anos de idade, ao papel que o consagrou. Quando se despediu da franquia em Os Diamantes São Eternos, Connery afirmou que nunca mais aceitaria viver o personagem. Justamente por isso, segundo reza a lenda, foi a esposa do ator, Michelle Roquebrune, com quem ficou casado de 1975 até sua morte em 2020, quem sugeriu o título ‘Never Say Never Again’ (no original – algo como ‘nunca diga nunca outra vez’) para o filme como uma espécie de brincadeira com o companheiro.

Aos 53 anos de idade, Sean Connery aceitou retornar ao papel de James Bond. Roger Moore só se despediria aos 58 anos.

Assim, com Connery contratado para reprisar seu papel mais famoso pela sétima vez, Kevin McClory forçava a EON a segurar Roger Moore no personagem para mais um round dentro da franquia oficial. Afinal, a EON não poderia arriscar trazer um novo ator para estrear como Bond num momento desses, ou seja, para enfrentar Sean Connery nas bilheterias num ano que ficaria marcado como o duelo entre dois James Bond. Um novato no papel não teria a menor chance contra o sujeito que deu forma ao personagem tantas vezes. A solução seria combater fogo com fogo, impondo mais uma vez a figura de Roger Moore, o James Bond com o qual o público estava acostumado na época.

Ter Sean Connery de volta ao papel de 007, mesmo que fora da franquia oficial e numa espécie de refilmagem de uma produção na qual ele já havia protagonizado, fez a atriz Barbara Carrera recusar um papel em 007 Contra Octopussy, o filme oficial da franquia que iria enfrentar o remake, e embarcar ao lado de Connery em Nunca Mais Outra Vez por desejo de trabalhar com o lendário ator. E esse era só um demonstrativo da “Guerra Fria” que ocorreu na época, quando há 40 anos dois filmes de 007 estreavam nos cinemas. Já pensou em algo assim nos dias de hoje?

O ano de 1983, há 40 anos atrás, ficaria marcado pelo duelo de dois 007 nos cinemas: Roger Moore (Octopussy) vs Sean Connery (Nunca Mais Outra Vez).

Quem saiu na frente, ao menos no que diz respeito à data de estreia foi o filme oficial da franquia, 007 Contra Octopussy, trazendo Roger Moore novamente para enfrentar a contrabandista que dá título à obra (vivida por Maud Adams) em junho de 1983. Já Sean Connery aparecia com seu remake em outubro de 1983. Hoje em dia, os críticos possuem mais apreço pelo filme de Connery do que este exemplar de Moore, talvez por saudosismo de homenagear o que é considerado o “maior” Bond de todos. Já em termos do público, a balança pende mais para Octopussy.

No entanto, o que conta mesmo sempre foi o retorno em bilheteira, e neste quesito, contra todas as expectativas, o filme oficial de Roger Moore levou a melhor na batalha dos dois maiores 007 no cinema. Isso porque Octopussy arrecadaria US$67 milhões nas bilheterias, contra os US$55 milhões arrecadados por Nunca Mais Outra Vez, que teve distribuição da Warner nos EUA. No fim das contas, podemos dizer que quem saiu ganhando foram os fãs, que puderam conferir dois filmes de 007 num único ano, ganharam mais um capítulo de sua cronologia oficial, assim como o retorno do astro que deu início à franquia em uma espécie de “capítulo especial”. O motivo até pode ter sido mais “nefasto” do que agradar os fãs, mas no fim tudo deu certo e o público foi quem saiu verdadeiramente ganhando. No fim das contas o que importa de verdade é isso.

Brendan Fraser gravou cena totalmente NU com Matt Damon e revela detalhes

O ator Brendan Fraser, indicado ao Oscar deste ano por sua atuação no filme ‘A Baleia‘, contou em entrevista ao podcast The Howard Stern Show (via Entertainment Weekly) que ele e Matt Damon estavam completamente despidos na cena de briga no chuveiro em ‘Código de Honra‘.

Na cena em questão, Dillon (Damon) revela para o time de futebol que David (Fraser) é judeu, levando a dupla a entrar em conflito dentro do vestiário.

“Eu agradeço que isso não seja realmente um ‘fator uau’ que dizem, ‘Ei, olhe para isso, pessoas nuas’” comentou o ator. “O ponto disso é que, quando o personagem de Damon diz aquilo sobre David, ele apenas revela quem ele é. Seu anti-semitismo e seu preconceito são brutos e feios.[…] e eles brigam por isso como macacos barbeados que precisam ser separados porque ficaram sem coisas para dizer um ao outro, e isso simplesmente se transforma em uma briga feia”

Ele explicou que foi uma experiência “assustadora” estar totalmente nu no set de filmagens, principalmente por se tratar de seu primeiro trabalho.

“Quando você é um ator e está começando, você é ambicioso e joga para praticamente qualquer coisa. Eles dizem ‘pule’, você diz ‘a que altura?’” Brincou Fraser.

Código de Honra‘ foi lançado em 1992 e dirigido por Robert MandelBrandon FraserMatt DamonBen Affleck e Chris O’Donnell integram o elenco.

Quando David Greene ganha uma bolsa de estudos como jogador de futebol para frequentar uma prestigiosa escola preparatória nos anos 50, sente-se pressionado a esconder que é judeu de seus colegas e professores, temendo que eles sejam anti-semitas. Ele rapidamente torna-se famoso no campus graças às suas habilidades como atleta, mas quando sua origem judia é descoberta, seus piores medos se concretizam e seus amigos se voltam contra ele com ameaças violentas e ridicularização pública.

‘M3GAN’ | Novo terror da Blumhouse traz a desventura da maternidade na juventude do século XXI

M3GAN gira em torno de uma jovem cientista que trabalha no desenvolvimento de brinquedos tecnológicos. Ela trabalhava num projeto secreto, quando perdeu a irmã e acabou se tornando guardiã legal de sua sobrinha, que está sofrendo com a morte dos pais. Nesse caos, ela termina seu projeto: uma boneca de alta tecnologia, feita para ser a melhor amiga das crianças, a M3GAN. O problema é que a menininha eletrônica perde o controle de sua programação inicial e começa a matar qualquer um que chateie a menina.

Apesar de se vender como um Terror Pop, o longa se sustenta mais como uma aventura de ficção com um ou outro jumpscare manjado. E isso de forma alguma diminui o filme, já que ele entretém com maestria e diverte o público com suas ideias não inovadoras, mas bem executadas. Mais do que isso, M3GAN faz parte de uma leva de filmes recentes que tentam trazer de forma bem superficial, por meio da tecnologia, a dificuldade da geração atual de pais e mães em lidar com a tecnologia na hora de criar os filhos.

Na comunidade científica e na pedagogia, existe um longo debate sobre a inserção de aparatos tecnológicos, como smartphones e tablets, na educação infantil. Enquanto alguns criticam o uso, há outras vertentes que apontam para o desenvolvimento de novas habilidades mediante uso da tecnologia. Em uma pesquisa realizada em 2019 por cientistas canadenses e norte-americanos, publicada na JAMA Pediatrics, eles chegaram à conclusão de que houve um aumento considerável na exposição à telas em crianças de até 3 anos de idade, que ficavam de frente para telas de telefones, tablets e televisores, por até 25h semanais. De acordo com a pesquisa, o foco infantil nas telas pode fazer com que a criança pequena perca oportunidades de olhar, aprender e dominar habilidades importantes para seu desenvolvimento, já que não tira os olhinhos das animações e das cores das telinhas. E isso pode acabar limitando o desenvolvimento de certas habilidades, como interações sociais, um atraso na fala e até mesmo reduzir o tempo dedicado à prática de atividades físicas.

Por outro lado, a própria UNESCO recomenda o uso de tablets no aprendizado de salas de aula. Isso porque ajuda no desenvolvimento de certas habilidades motoras, pode ajudar a melhorar o foco e a inclusão em sala de aula. No entanto, esse uso só é recomendado para crianças acima dos dois anos de idade. É quase unanimidade que a melhor coisa para as crianças nos primeiros anos de vida é explorar o mundo real sob a tutela de um adulto. Mas em ambos os casos, de quem é a favor ou contra do uso dessas tecnologias, é consenso que são aparelhos que vieram para ficar e caso as crianças sejam expostas a eles, deve haver um limite de uso diário. Quanto mais novinha a criança, menos horas de exposição são indicadas.

Por conta da correria e do ritmo insano que o mercado de trabalho exige nos dias atuais, a nova geração de pais e mães acaba recorrendo a esses aparatos para ajudar a prender a atenção de seus bebês ou filhos mais novos enquanto trabalham. E isso vem rendendo uma série de críticas sociais e científicas, que parecem ter chegado com força nos filmes de terror/ ficção.

No caso de M3GAN, a boneca é usada praticamente como uma ferramenta terapêutica para a jovem Cady, que viu seu mundo virar de ponta-cabeça após seus pais morrerem em um acidente. O interessante é que o filme faz questão de deixar escancarado desde a primeira cena que o debate sobre o uso de aparelhos eletrônicos na criação dos jovens será o tema principal do longa, quando a mãe da pequena discute com o pai sobre os brinquedos atuais e como alguém pode achar divertido passar horas com o rosto enfiado em um tablet. No entanto, assim como indicam as pesquisas, eles estabeleceram limites de tempo de uso, o que é mostrado justamente pela ótica de Cady, que observa mais a paisagem e seu brinquedo durante a viagem fatal.

Após o acidente, a menina fica sob a guarda da tia, que é bem mais jovem que a mãe e completamente focada em sua carreira. Despreparada para receber uma criança em sua casa, a jovem tem um lar frio e cheio de brinquedos de coleção, daqueles que não podem ser abertos. E com os prazos apertados no trabalho, ela não consegue dar atenção para a sobrinha. Para tentar compensar o tempo e o afeto não dados, ela deixa que a menina passe quanto tempo quiser brincando com um tablet. Com a chegada da M3GAN, a menina passa a brincar, contar segredos e ser educada pela boneca cibernética, que se torna sua melhor amiga e passa a exercer a função de tutora ou de mãe. Elas desenvolvem uma relação de respeito, até que a robozinha passa a ser mais importante para ela do que a própria tia. Afinal, o laço afetivo foi criado com a boneca.

Essa metáfora já havia sido feita de forma ainda mais superficial em Vingadores: Era de Ultron (2015). No filme, Tony Stark (Robert Downey Jr.) cria uma inteligência artificial baseado em uma joia do infinito e em suas próprias ondas cerebrais. Assim que “nasce”, Ultron é deixado ao relento e encontra sua mentoria justamente na internet. Seu “pai”, Stark, deu a orientação de “buscar a paz mundial”. E com apenas 15 minutos interpretando as notícias obtidas on-line, o robô potencializou uma personalidade narcisista, agressiva e fechada a outras visões de mundo. Além, claro, de chegar à conclusão de que a paz só seria atingida com a extinção da raça humana.

Tirando essa última parte, alguns dos sintomas da personalidade corrompida de Ultron são observados em pacientes com nomofobia, o medo de ficar sem contato com telefones celulares ou aparelhos eletrônicos. Um transtorno que vem cada vez mais sendo identificado nas pessoas e pode gerar ansiedade e depressão.

Outro filme a abordar essa temática, e que tem uma trama bem parecida com a de M3GAN, é o Brinquedo Assassino de 2019. Remake do clássico dos anos 80, por questões contratuais, o longa substitui o icônico Chucky pelo estranho Buddi. A trama acompanha um socialmente distante Andy, que se muda para uma nova cidade com a mãe, mas tem dificuldade em fazer novos amigos. Então, a mãe compra para ele o Buddi, um boneco tecnológico desenvolvido para ser seu melhor amigo e se conectar com todos os aparelhos feitos por sua fabricante, que é fenômeno de vendas de eletrodomésticos e drones.

Então, em vez da criança ficar viciada no boneco, o longa subverte o padrão do mundo real e coloca o boneco dando defeito e se viciando na criança. Novamente sem prestar atenção no mundo exterior, orientado por comandos virtuais e obcecado por Andy, o boneco começa a matar qualquer um que atravesse seu caminho, com o diferencial de ter acesso a outros aparelhos eletrônicos, permitindo mortes mais criativas. É um terrir divertido, mas que chega a ser ofensivo para os fãs do Chucky.

Mas voltando a falar da M3GAN, o filme ainda consegue falar bem brevemente das redes sociais e dos riscos do mercado, que não se preocupa com os possíveis efeitos colaterais que suas tecnologias possam causar nas crianças e decide lançá-las mesmo assim. Afinal, se o dinheiro estiver entrando, tudo estará bem para a empresa.

Nesse ponto, o longo aborda o tema com mais humor, que diverte bastante, apesar de estar nítida a crítica feita. E por ironia do destino, acabou que a maior crítica do filme se tornou sua principal ferramenta publicitária. Isso porque a dancinha mortal que a boneca do mal faz durante o filme viralizou no TikTok, virou trend, rendeu diversos vídeos com as pessoas imitando a coreografia e promoveu de forma orgânica o lançamento do longa.

Agora, depois de milhões de vídeos de gente usando o vestidinho bege e repetindo a dancinha da M3GAN, o público em geral já pode ir aos cinemas conferir o mais novo filme do brilhante James Wan, que entende como poucos de como vender um bom blockbuster e virou mestre dos filmes de terror pipoca. Dessa vez, ele aproveita a chance de fazer suas críticas ao sistema de trabalho dos dias de hoje e da atual geração de pais e mães para criar um terror que se sustenta mais pela aventura e pela estranheza da identificação com certas situações do que pelo clima de tensão e sustos criativos. Wan quer mostrar que o verdadeiro terror dos tempos atuais é a rotina laboral. É estar tão envolvido com o trabalho que a presença de uma mãe ou um pai possa ser facilmente substituída por um tablet, por mais que isso crie uma geração cada mais distante e fria de pessoas agressivas e egoístas.

M3GAN está em cartaz em todo o Brasil.

Tara e Sam são interrogadas em novo comercial com cenas inéditas de ‘Pânico 6’

Pânico 6‘ ganhou mais um comercial cheio de cenas inéditas.

Desta vez, vemos Tara e Sam sendo interrogadas na delegacia e um pouco mais sobre a Kirby.

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O site australiano da Paramount Pictures havia divulgado qual seria a duração de ‘Pânico 6‘, mas foram adicionados mais cinco minutos de cenas no terror.

A duração final será 2 horas e 3 minutos de duração (123 minutos).

O filme será o mais longo da franquia, na frente de ‘Pânico 2‘ (2h 2m) e ‘Pânico 3‘ (1h 56m). O primeiro e o 4º filme tiveram 1h 51m, enquanto a duração do quinto filme foi de 1 hora e 54 minutos.

O longa chega ao Brasil no dia 09 de março de 2023, um dia antes da estreia nos Estados Unidos.

A AMC Theatres confirmou que o terror será lançado em selecionados cinemas no formato 3D nos Estados Unidos. Não foi revelado se o filme terá sessões 3D também no Brasil.

É o primeiro filme da franquia a ser lançado no formato tridimensional, aproveitando o sucesso de ‘Avatar – O Caminho da Água‘.

O lançamento em 3D também deve impulsionar as bilheterias do filme.

Relembramos os BASTIDORES de ‘Pânico 3’, problemático filme da franquia que completa 23 anos…

Vale lembrar que o longa será lançado nos cinemas nacionais no dia 9 de março.

O terror acompanhará os quatro sobreviventes do recente massacre de Ghostface: Sam, Tara, Chad e Mindy. O grupo decide se mudar de Woodsboro para recomeçar em uma nova cidade. No entanto, em pouco tempo, os quatro se tornam alvo de um novo serial killer mascarado. Fazem parte do elenco Courteney Cox, Jenna Ortega, Hayden Panettiere, Mason Gooding, Jasmin Savoy Brown e Melissa Barrera.

O elenco conta com o retorno de Melissa Barrera (Sam), Jenna Ortega (Tara), Hayden Panettiere (Kirby), Courteney Cox (Gale), Mason Gooding (Chad) e Jasmin Savoy Brown (Mindy), além de introduzir os novatos Samara Weaving, Tony Revolori, Dermot Mulroney, Jack ChampionLiana LiberatoDevyn NekodaJosh SegarraHenry Czerny.  

Os diretores do filme anterior, Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett, também voltam para a próxima aventura.