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Crítica Netflix | Jennifer Lopez: Halftime celebra a luta de uma artista latina em Hollywood

Jennifer Lopez é quase como um unicórnio da indústria do entretenimento, capaz de circular na música, na dança e na atuação com facilidade – ainda que seus projetos no cinema nem sempre agradem a todos. Independente de opiniões, é inevitável ponderar que a artista latina é dona de uma versatilidade totalmente sua. Ainda que não atinja altíssimas notas vocais, JLo é como um monumento artístico raro de se encontrar.

E Halftime tenta explorar os bastidores dessa extensa jornada que hoje culmina em seus 52 anos marcados por uma constante atividade que não parece querer desacelerar tão cedo. E ainda que o novo documentário original da Netflix não ofereça a honestidade crua que ansiávamos ver, a produção entrega a perspectiva genuína de JLo sobre todos os estereótipos aos quais ela foi submetida nos idos dos anos 90 e 2000.

De origem porto-riquenha, Lopez rapidamente se firmou na indústria mediante o sucesso da amada cinebiografia Selena, que celebra a homônima cantora tejana, que conquistou os Estados Unidos com seu talento até hoje insuperável. E Jennifer Lopez: Halftime tenta fazer uma análise mais clínica a respeito do impacto que o longa gerou em Hollywood, à medida em que constrói um paralelo com a jornada particular da cantora/atriz, como uma emergente figura latina em uma indústria marcada apenas pela beleza caucasiana.

E embora o documentário não se aprofunde nas questões pessoais, emocionais e relacionais de JLo, ele traz uma reflexão importante sobre como algumas artistas femininas eram percebidas pela mídia. Mesmo diante de uma prolífica carreira multifacetada, Jennifer Lopez passou duas décadas sendo unicamente vista como a latina com uma movimentada vida amorosa. Enquanto seus esforços profissionais eram abafados diante dos colegas da indústria, sua vida íntima – ainda que fosse pouco comentada por ela mesma – estampava um leque variado de tabloides, que naturalmente se divertiam de forma invasiva às custas de sua sensualidade.

É interessante ouvir Lopez falando sobre o peso da pressão midiática ao longo de toda sua carreira. Ainda que ela se esquive de detalhes mais sombrios sobre seus conflitos psicoemocionais diante de todo esse turbilhão, Halftime serve como a chance da artista de expressar sentimentos que por anos permaneceram engarrafados. Com a narrativa documental sempre conduzida por ela mesma, o filme não possui muitos depoimentos alheios e concentra-se majoritariamente no que JLo quer dizer.

Funcionando também como um filete documental de um período específico de sua vida – meados de 2019 e 2020 -, o longa foca mais em sua jornada desde o lançamento de As Golpistas, passando pela temporada de premiações, pelas inúmeras especulações quanto a uma possível indicação ao Oscar e chegando em sua elogiada performance no Super Bowl. Mostrando seu processo criativo ao longo de todas essas etapas, Jennifer Lopez: Halftime funciona mais como uma olhadela pelo buraco da fechadura, que embora nos revele pouco, sacia parte da nossa curiosidade a respeito do caráter da artista por trás dos figurinos justos e performances elaboradas. Pode deixar a desejar a muitos, mas não deixa de ser um bom entretenimento.

93 Anos de OSCAR | Apenas 6 histórias centradas em MULHERES levaram o MAIOR PRÊMIO

A 93ª cerimônia do Oscar consagrou Nomadland como o grande vitorioso de 2021. Dirigido pela chinesa Chloé Zhao, o longa recebeu três estatuetas: Melhor Filme, Melhor Direção e Melhor Atriz. Desse modo, tornou-se um marco na história do Oscar. A lista de motivos é extensa, desde o mais óbvio, como a primeira mulher asiática a ganhar a estatueta de melhor direção (e a segunda mulher, no total) até ser a obra de menor bilheteria a ganhar o prêmio máximo desde 1950. 

Além de abordar a precariedade econômica, como o vencedor do ano anterior Parasita (2019), Nomadland apresenta uma peculiaridade rara entre os indicados e laureados da Academia Cinematográfica de Hollywood: tem apenas uma mulher como protagonista da história. De acordo com um artigo do jornalista Dan Kois, da revista Slate, apenas seis filmes focados na vida e nas histórias de mulheres ganharam o prêmio de Melhor Filme em 93 anos do evento. 

De 2015 a 2021, dos 59 indicados a Melhor Filme, apenas oito títulos contaram histórias de mulheres. Para ter uma ideia, Saoirse Ronan foi a heroína de três deles: Brooklyn (2015), Lady Bird (2017) e Adoráveis Mulheres (2019). Em 2015, nenhum dos oitos selecionados atendiam a este quesito. Já este ano, apenas dois correspondiam ao caso: a narrativa semi-realista sobre os caminhos de uma mulher nômade dentro da sua van e uma jovem promissora em busca de justiça em uma sociedade severamente danificada.  

Ao contrário da maioria dos ganhadores do Oscar, Nomadland é sobre uma mulher de meia idade e mais ninguém. No artigo da Slate, o autor faz uma comparação com as personagens femininas de outros vencedores do Oscar de Melhor Filme, por meio da qual percebemos a falta de foco nas histórias de mulheres em grandes produções. Vale a pena ressaltar que algumas produções nem passariam no Teste de Bechdel

Os ganhadores do Oscar e as mulheres

Por exemplo, Fern (Frances McDormand) não é mais esposa (Rebecca, 1940), nem nunca foi mãe (Kramer vs. Kramer, 1979); não possui um mentor (Menina de Ouro, 2004), nem um motorista sábio (Conduzindo Miss Daisy, 1989), muito menos um arqui-inimigo canibal (O Silêncio do Inocentes, 1991). Ela também não é a musa (Shakespeare Apaixonado, 1998), o amor perdido (Noivo Neurótico, Noiva Nervosa, 1977) ou a amante de um condenado (O Paciente Inglês, 1996). Muito menos uma jovem a ser “inserida na sociedade” por um homem afortunado (Minha Bela Dama, 1964, e A Noviça Rebelde, 1965). 

Seguindo uma outra dinâmica, a protagonista de Nomadland tão pouca envolve-se em um romance problemático, como as protagonistas de Amor, Sublime Amor (1961), Casablanca (1942), Titanic (1997), Gigi (1958) e A Forma da Água (2017). O mais próximo de uma conexão amorosa é um convite do gentil David (David Strathairn) para estabelecer moradia com ela. Apesar dele ser um cara legal, a personagem rejeita a oferta para viver a vida na estrada. Aqui, o ator faz o papel das “namoradas muletas de narrativa”, comum em diversos filmes, por exemplo Kristen Stewart em Na Natureza Selvagem (2007).

Os seis ganhadores com histórias femininas

Seguindo a pesquisa de Dan Kois, Nomadland junta-se ao seleto grupo formado por Rosa da Esperança (1942), A Malvada (1950), Laços de Ternura (1983), Entre dois Amores (1985) e Chicago (2002). Ao contrário de todos esses mencionados, Nomadland é o único escrito e dirigido por uma mulher. Aliás, a equipe de cinco produtores é formada por três mulheres: Frances McDormand, Mollye Asher e Chloé Zhao; e, além disso, o roteiro é baseado no livro escrito por uma mulher, Jessica Bruder. Ou seja, é uma vitória múltipla para tentar mudar as estruturas patriarcais de Hollywood. 

Os prêmios da maior indústria cinematográfica do mundo para Nomadland podem ser um grande passo a fim de convencer produtores a investirem em mais histórias como a de Fern. Aqui, a gente apenas analisou as obras ganhadoras do Oscar de Melhor Filme, talvez vale a pena olhar com o mesmo critério para os selecionados em outras categorias, como Filmes Estrangeiro, Animação, Documentário, etc. Se você lembra de algum filme centrado em histórias femininas e suas trajetórias, comente. 

Mogli – O Livro da Selva

(Mowgli)

 

Elenco:

Andy Serkis

Christian Bale

Cate Blanchett

Benedict Cumberbatch

Naomie Harris

Eddie Marsan

Direção: Andy Serkis

Gênero: Aventura

Duração: — min.

Distribuidora: Warner Bros. Pictures

Orçamento: US$ 200 milhões

Estreia:  Direto na Netflix – 2019

Sinopse:

A história de Mogli – O Livro da Selva acompanha a criação do menino Mogli, que cresceu em meio a uma alcateia de lobos nas selvas da Índia. Conforme ele aprende as regras implacáveis da selva, sob os cuidados de um urso chamado Baloo e uma pantera chamada Bagheera, Mogli é aceito pelos animais da floresta como se fosse um deles. Exceto por um: o temível tigre Shere Khan. Contudo, outros perigos espreitam na selva, à medida que Mogli se defronta com suas origens humanas.

Curiosidades:

» BOMBA! ‘Mogli: O Livro da Selva’ não vai para os cinemas e será lançado pela Netflix 

» Andy Serkis revelou que este filme será muito mais obscuro do que o filme live-action da Disney, ‘Mogli: O Menino Lobo’;

Trailer:

Cartazes:

Fotos:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

‘Castle Rock’: J.J. Abrams ficou com medo de Stephen King não gostar da série

A nova série da plataforma Hulu – baseada na obra de Stephen King -, intitulada ‘Castle Rock‘, será lançado essa semana e em entrevista a Entertainment Weekly, J.J. Abrams confessou que tinha medo da reação de King sobre a ideia de fazer a série.

“Eu não tinha certeza se ele iria querer isso. Não sabia qual seria a reação dele”

Por sorte, King adorou a ideia e deu sinal verde para a série, que é baseada em suas obras mais famosas.

Confira o novo trailer que destaca o ator Bill Skarsgård e se conecta a ‘IT: A Coisa’ e ‘Cujo’.

Segundo a publicação, o primeiro episódio da produção será exibido ao longo do painel da Hulu, no salão 20. O produtor da série, J.J. Abrams, não estará presente na ocasião, em virtude das filmagens de ‘Star Wars: Episódio IX‘, que atualmente acontecem no Reino Unido. Além dele, King também ficará de fora.

No entanto, os protagonistas Sissy Spacek, Bill Skarsgård, entre outros, participarão do painel. A expectativa é que Abrams apareça para os fãs em vídeo.

A plataforma de streaming Hulu confirmou a encomenda de 10 episódios para a primeira temporada da série antológica, que trará vários personagens inspirados nas clássicas obras de King.

Todos eles estarão “confinados” numa cidade que tem o mesmo nome da série.

Só pra você ter ideia do quão curioso é o projeto, personagens de ‘Cujo‘, ‘Sonâmbulos‘ e ‘It – A Coisa‘ deverão fazer parte do elenco principal.

Cada temporada acompanhará um grupo distinto de protagonistas e narrativas, à medida que também se conecta com os ciclos anteriores e seus respectivos personagens. ‘Castle Rock‘ foi encomendada pela plataforma de streaming Hulu e ainda não possui data de estreia ou quantidade de episódios para sua primeira temporada.

Para aqueles que desconhecem o universo literário de King, Castle Rock é uma cidade fictícia no estado americano de Maine onde muitos de seus thrillers e contos se passam. A primeira vez que ela apareceu foi no livro de 1979, ‘A Zona Morta‘. Além disso, ela surge novamente em ‘Cão Raivoso‘ (1981), ‘O Corpo‘(1982), ‘O Caminhão do Tio Otto‘ (1983), ‘O Atalho da Sra. Todd‘ (1984), ‘A Metade Negra‘ (1989), ‘O Cão da Polaroid‘ (1990), ‘Trocas Macabras‘ (1993), entre outros.

‘Castle Rock’ será lançada em 25 de julho 2018.

Veja fotos:

 

Sexta-feira 13 | Os gatos pretos mais ICÔNICOS da Cultura Pop

Apesar de serem extremamente fofinhos, faz séculos que os gatos pretos são considerados sinais de azar e mau agouro, ainda mais numa sexta-feira 13, como hoje. Apesar de haver várias possíveis origens do por quê atribuírem tantas coisas ruins aos bichanos, a mais famosa aponta para a Idade Média. Naquela época, tentando romper com as tradições consideradas pagãs, que promoviam a adoração dos gatos, a Inquisição associou os felinos a bruxaria e ocultismo. E como os gatos eram criaturas de hábito noturno, não demorou para que fossem ligados ao medo e ao mistério das vilanizadas bruxas. Infelizmente, esse preconceito segue até os dias atuais, causando anualmente lesões sérias e até mesmo a morte desses pobres animais, por conta da ignorância de algumas pessoas que levam essa história ultrapassada a sério. Por outro lado, parte da Cultura Pop conseguiu reverter essa imagem negativa dos gatos pretos, usando o animal como inspiração para criar personagens carismáticos que logo caíram nas graças do povo. Pensando nisso, o CinePOP escolheu os 10 gatos pretos mais icônicos da Cultura POP. Confira!

Salem Saberhagen

Ok, não existe lista de gatos pretos icônicos sem o irônico Salem Saberhagen, do universo da bruxinha Sabrina. Além de ser o responsável por praticamente todos os gatos pretos dos anos 90 se chamarem Salem, o felino se tornou um verdadeiro ícone de duas décadas atrás por seu jeitão sarcástico. E apesar de ter feito sua estreia oficial nos quadrinhos da Sabrina em 1962, com uma aparência e funcionalidade narrativa bem diferentes, o gatinho se eternizou mesmo foi na série de TV, Sabrina: Aprendiz de Feiticeira (1996 – 2003). Nesta produção, ele foi interpretado por quatro gatos diferentes para cenas gerais, e por uma marionete espetacular para as cenas de diálogo e para os mais variados looks que o gatinho ostentou. Foi na série também que ele ganhou uma história de origem. Ele era um feiticeiro que foi condenado a viver como gato, após usar a magia para tentar fazer com que uma mortal se apaixonasse por ele.

Gato Félix

Considerado por muitos como o primeiro astro animado do cinema mudo, o Gato Félix foi criado em 1919 e ficou tão popular que se tornou um dos responsáveis pela exibição de desenhos animados em salas de cinema. Sem o artifício do som, ele teve de usar do humor físico e das expressões caricatas para cativar o público. E parte da graça do personagem vinha justamente do contraste de seu nome com sua aparência. Enquanto ele era um gatinho preto, associado a coisas ruins, seu nome, Felix, vinha do latim e significava “Feliz”. Ao longo de sua carreira, Felix chegou a dividir tela com Charlie Chaplin e, acompanhado de sua lendária maletinha sem fundo, conquistou o coração de milhões de crianças e adultos pelo mundo.

Frajola

O Frajola é um gato tão icônico que acabou virando sinônimo de todo felino de pelo preto com manchas brancas. Por isso, até pensei se deveria entrar na lista ou não, mas convenhamos que o tanto que esse coitado sofreu nas telas o credenciou a estar aqui, vai… Lançado em 1945, ele surgiu como um vilão dos curtas do canarinho Piu-Piu. O mais interessante é que seu primeiro nome foi Thomas, o que podia causar confusão com o gato Tom, de Tom & Jerry. Com o passar dos anos, o Frajola ganhou mais popularidade que o próprio Piu-Piu, fazendo aquele papel ingrato do coadjuvante que se dá mal, como o Patolino, o Coiote e o Kiko, de Chaves. E ele também passou a fazer participações em outros desenhos, como o do rato Ligeirinho e o Pepe Le Gambá. E mesmo sem nunca conseguir efetivamente comer suas presas, apesar de chegar bem perto todas as vezes, o Frajola segue aí na luta. Exemplo de perseverança.

Penélope

Pulando de um membro dos Looney Tunes para outra, a gatinha Penélope merece justiça. Ela estreou em 1949, quatro anos depois de seu stalker, Pepe Le Gambá, e já ganhou um Oscar em sua primeira aparição. Desde então, para o terror da coitada, a Penélope apareceu em praticamente todos os curtas do gambá. Seu papel na trama geralmente era uma gatinha comum em Paris que só queria ficar de boa. No entanto, ela acabava tendo sua paz perturbada pelo inconveniente assédio do fedorento Pepe Le Gambá, que estava doentiamente apaixonada por ela, já que acreditava que ela também era uma gambazinha. Com o passar dos anos, a Penélope virou tema de debates sobre assédio e atualmente não está mais em uso nas animações, já que o próprio Pepe se tornou persona non grata, o que quase rendeu uma piada em Space Jam: Um Novo Legado (2021), mas acabou sendo cortada.


Jiji

No clássico de Hayao Miyazaki, O Serviço de Entregas da Kiki (1989), acompanhamos a aventura da bruxinha Kiki, que completa 13 anos de idade e precisa seguir a tradição das bruxas de se mudar para uma nova cidade, onde deve encontrar sua independência. Junto com seu gatinho Jiji, ela precisa achar uma forma de tocar a vida. Então, com sua habilidade de voar na vassoura – e com a ausência de concurso para os Correios – ela inicia um serviço autônomo de entregas. O Jiji é um personagem tão importante nessa história que cativou os fãs e se tornou um dos mais populares no glorioso panteão dos Estúdios Ghibli. Com seus traços simples e a habilidade de fala, o felino traz todas as características físicas e comportamentais de um gato doméstico – com o adicional de fazer comentários engraçadinhos, se passar por um boneco de pelúcia e procurar o amor de uma gatinha que aparece em certo momento. É muito fofo.

Lúcifer

Inspirado em um gato da vida real que fazia de tudo para chamar atenção e conseguir o que queria, o gorducho gato da Madame Tremaine foi pensado como o alívio cômico do núcleo de vilões de Cinderela (1950). Também conhecido como “Gato Mal”, Lúcifer é um gato preto que cresceu no meio odioso de inveja e trapaças da família Tremaine. Ou seja, ele cresceu como vilão para a trama da “underdog” Cinderela. No entanto, vendo por uma ótica mais racional, o Lúcifer não faz nada além do que um gato doméstico comum faria, que é caçar ratos, dormir, implicar com cachorros e derrubar coisas das prateleiras. O problema é que a Disney estava mesmo inspirada na hora de criar um dos ratos mais fofos e engraçadinhos do cinema, o Tatá, para enfrentar o Lúcifer. Aí realmente não tinha como torcer contra os roedores.

Bola de Neve 

A família animada mais famosa da TV norte-americana segue imparável nas telinhas com seu humor sarcástico e previsões bizarras de acontecimentos históricos. Além dos personagens humanos de Os Simpsons, a família conta com dois membros icônicos. O cachorro de Bart Simpson, Ajudante de Papai Noel, e a gatinha preta da Lisa Simpson: Bola de Neve. É engraçado que uma gata preta se chame assim, afinal a neve é branca, mas tem uma explicação. Como a série é pautada no sarcasmo e na paródia da realidade, eles usam do destino trágico que os gatos costumam ter para isso. A primeira Bola de Neve era uma gatinha branca, mas ela morreu. Então, eles foram substituindo os felinos para que Lisa não perdesse o afeta da mascote. A única mudança era a numeração no nome dos animais. O mais bizarro disso tudo é que mesmo com todo o afeto de Lisa, os Bola de Neve II, III e IV acabaram morrendo. Os dois primeiros fugiram para a rua e foram atropelados, o terceiro morreu afogado tentando pegar um peixinho dourado no aquário, e o quarto se assustou com a Lisa tocando saxofone, pulou da janela e morreu. Atualmente, ela está com o Bola de Neve V, que foi arremessado na cabeça dela pela Louca dos Gatos.

Thackery Binx

Os anos 90 definitivamente tinham alguma coisa com gatos falantes. No clássico de Halloween, Abracadabra, Thackery Binx se destacou dentre as divertidas e malignas bruxas. Ele é apresentado como um menino que foi amaldiçoado a viver pela eternidade como um gato preto, abandonado ao relento da floresta. Porém, após as bruxas serem derrotadas, ele se dedica a trabalhar como guardião do mausoléu, para evitar que alguém acenda a vela e traga as bruxas de volta à vida. Como vocês devem imaginar, o pobre coitado não consegue evitar e a trindade maldosa retorna. O gatinho acabou conquistando o público com seu carisma.

Fígaro

Fazendo sua estreia nas telas em 1940, o gatinho Fígaro surgiu como o mascote do sonhador Gepeto. Antes dele criar o Pinóquio, o homem considerava o pequeno felino seu melhor amigo. Na casa de madeira, Fígaro gostava de brincar, dormir com seu cobertorzinho e implicar com a peixinha Cléo, que era apaixonada por ele. Apesar de não ter tanto destaque na trama, Fígaro conseguiu um feito impressionante: ser o personagem favorito do lendário Walt Disney. Por conta disso, o gatinho estrelou alguns curtas depois do filme e atualmente é o mascote oficial da primeira-dama da Disney: Minnie Mouse.

Luna

Encerrando a matéria, precisamos falar de Sailor Moon, o Mangá e o Anime fenômenos nos anos 90, que contam a história de Usagi Tsukino, uma adolescente comum de 14 anos cuja vida virada de ponta-cabeça ao descobrir que ela é, na verdade, uma guerreira espacial renascida para proteger o futuro da Terra e do sistema solar. Assim, Usagi e as outras guerreiras precisam aprender a usar e controlar seus poderes para impedir que uma grande tragédia aconteça. E quem revela a Usagi a verdade sobre sua pessoa é justamente a gatinha Luna, que fala e passa a servir como um tipo de mentora e conselheira da protagonista, além de ajudá-la a descobrir mais sobre sua família e sua linhagem universal. Inicialmente mostrada como uma gatinha, posteriormente é revelado que a Luna é uma alienígena do Planeta Mau (“Mau” é “Gato” em egípcio).

Crítica | Assalto ao Poder – Bruce Willis e Dave Bautista juntos em AÇÃO eletrizante na Netflix

É difícil conseguir um filme de ação que consiga ser bom em todos os quesitos. Muitas vezes estrelados por rostinhos conhecidos do gênero e recheados de explosões, quase sempre esses filmes deixam a desejar na história, como se ser coerente não fosse um requisito para esse tipo de produção. Então, quando surge um longa que consegue preencher todas as lacunas, rapidamente faz sucesso, mesmo que não seja exatamente novo, como aconteceu com ‘Assalto ao Poder’, filme lançado em 2016 que estreou recentemente na Netflix já pulando para as primeiras posições do Top 10.

Na cidade de Cincinnati, uma série de assaltos à filiais do banco Hubert National Bank começam a pipocar. Curiosamente, os ladrões, todos mascarados, não estão muito interessados em violência ou mesmo no dinheiro, mas sim em alguns itens pessoais guardados por figurões da cidade nos cofres das filiais do banco. Na investigação do caso, o agente especial Montgomery (Christopher Meloni, de ‘Law and Order’) busca entender a ligação dos bandidos com o dono do banco, Sr. Hubert (Bruce Willis), e com seu amigo, o senador Cook (David Gordon). Para tal, ele contará com a ajuda do fiel agente Stockwell (Dave Bautista, o hilário Drax de ‘Guardiões da Galáxia’), do duvidoso agente Mims (Johnathon Schaech) e do enviado especial do FBI, agente Wells (Adrian Grenier, o bon-vivant Vincent Chase da série ‘Entourage’).

No tempo certo, ‘Assalto ao Poder’ mistura ação, intriga, conspiração, militarismo e uma pitadinha de suspense, afinal, todo mundo no longa parece ter duas caras e um passado duvidoso. Ainda que o roteiro de Michael Cody e Chris Sivertson se desdobre para um lado que dá uma sensação de “coisa demais”, esse vago excesso também se justifica dentro de uma realidade cada vez mais comum para muitos jovens adultos nos Estados Unidos, que, sem dar spoilers sobre o enredo, sofrem com consequências de determinadas escolhas. Ainda que a explicação do longa seja por aí, o que mais vale é a construção da investigação, partindo dos assaltos para jogar luz sobre um poderoso esquema político corrupto que, bem, faz bastante sentido.

Além de uma boa história, outro grande mérito do filme de Steven C. Miller é reunir os carecas mais bem pagos de HollywoodChristopher Meloni, Bruce Willis e Dave Bautista – fazendo exatamente o que se espera deles: Chris novamente como um investigador tal qual o det. Stabler que o consagrou por anos na TV; Bruce como o homem que esconde os sentimentos em poucas palavras; Dave como o brutamontes simpático com falas rápidas e cômicas. Soma-se ao grupo o rostinho bonito de Adrian, que cumpre seu papel em ser o carinha que inspira confiança pelo seu ar de bom moço. Steven C. Miller reúne um elenco competente e respeitado pelo seu público-alvo, e consegue realizar um bom filme de entretenimento.

Assalto ao Poder’ é um filme que se destaca dentro do gênero e deve agradar até mesmo aqueles que não curtem filmes de ação. Com uma boa história, um elenco competente e acostumado com o gênero, e um polpudo orçamento para dar credibilidade às cenas de tiro e perseguição, a produção ainda nos deixa com uma pulga atrás da orelha, dada a probabilidade de ser uma história real.

Hamilton: Ranking das 46 canções do musical, da pior à melhor

Uma coisa é certa, o CinePOP nunca estará satisfeito até “vender” a palavra de Hamilton para o maior número de pessoas. O musical criado por Lin-Manuel Miranda é um dos maiores fenômenos da Broadway de todos os tempos, tendo conquistado 11 prêmios no Tony e ainda um Grammy. E agora pode ser visto pelos brasileiros no Disney+, que acaba de chegar ao país.

Inicialmente prevista para lançamento nos cinemas em 2021, a versão cinematográfica de Hamilton acabou sendo jogada para o streaming por causa da pandemia. Perdemos a oportunidade de conferir a produção na tela grande, mas o importante é que você não precisa mais esperar e, agora, um número bem maior de pessoas pode ter acesso ao musical.

Aproveitando o lançamento no Brasil, o CinePOP decidiu cometer uma loucura: ranquear todas as 46 músicas presentes na peça, da pior à melhor. O desafio é complicado, mas não vamos desperdiçar nossa chance! 

 

46) Schuyler Defeated

Trecho marcante:They don’t need to know me / They don’t like you

Eliza e Philip cantando sobre a derrota do pai/avô na eleição é algo pra lá de desimportante em todo o espetáculo que é Hamilton. Ainda que a breve conversa entre Burr e Alexander tente salvar a breve canção, não há muito o que tirar dali.

 

45) The Adams Administration

Trecho marcante:As long as he can hold a pen, he’s a threat

Uma música de transição que é das menos relevantes de toda a peça. Serve apenas para introduzir o ideia de um governo de John Adams, que nem é um personagem em cena. Nem a presença de Jefferson e Madison fazem a canção algo mais interessante.

 

44) Meet Me Inside

Trecho marcante:Well, I don’t have your name / I don’t have your titles / I don’t have your land

Com pouco mais de um minuto de duração, “Meet Me Inside” surge como sequência de um dos duelos menos relevantes e toda discussão “não me chame de filho” entre Hamilton e Washington é bem aquém do nível geral do musical.

 

43) Farmer Refuted

Trecho marcante:Oh my God. Tear this dude apart

Samuel Seabury talvez seja o personagem menos relevante de todos com falas em Hamilton. Não por acaso, seu número musical é bem esquecível. Embora a dinâmica entre os discursos de Samuel e Alexander seja interessante, com as falas ocorrendo de forma simultânea entre os dois personagens, não há muito o que tirar da sequência.

 

42) Blow Us All Away

Trecho marcante:I’m sorry, I’m a Hamilton with pride / You talk about my father, I cannot let it slide!

Philip Hamilton… Sem querer ser deselegante, mas… quem se importa? Quase todas as canções envolvendo o personagem são de pouco impacto. E seu duelo não seria diferente. Com alguns momentos mais leves, a canção parece buscar referência em alguns dos primeiros números da peça, mas sem a mesma criatividade. 

 

41) Hurricane

Trecho marcante:I’ll write my way out / Overwhelm them with honesty

O único número solo de Lin-Manuel Miranda como Hamilton, o que é uma surpresa tendo em vista o nome da peça. Ainda assim, embora seja uma balada com certa beleza, não há muito o que se tirar. Até pelo estranho posicionamento da canção no musical. O furacão na vida de Alexander aconteceu logo na adolescência. A referência – mesmo que metafórica – no segundo ato soa atrasada.

 

40) Stay Alive (Reprise)

Trecho marcante:I did exactly as you said, Pa / I held my head up high

O derradeiro momento de Philip Hamilton. Narrativamente, é uma cena emocionante na peça, mas não necessariamente um momento musical memorável. A letra, por sinal, é bem simples.

 

39) The Story Of Tonight (Reprise)

Trecho marcante:I will never understand you / If you love this woman, go get her / What are you waiting for?

A reprise de “The Story of Tonight” é bem menos interessante que a original. É basicamente uma música de passagem. E que responsabilidade de “passar” entre “Satisfied” e “Wait for It”.

 

38) We Know

Trecho marcante:You don’t even know what you’re asking me to confess

A canção em que Madison, Jefferson e Burr confrontam Hamilton sobre possíveis irregularidades em suas contas serve para reforçar bastante as relações entre o quarteto. Ainda assim, é pouco relevante no contexto geral. 

 

37) Stay Alive

Trecho marcante: “I have never seen the General so despondent / I have taken over writing all his correspondence”

A primeira versão de “Stay Alive” é bem superior à derradeira, mas ainda assim não o suficiente para colocá-la dentre as principais canções da peça. É a música que apresenta o general Charles Lee e reafirma a inquietude de Hamilton, sempre em busca de um lugar de destaque no campo de batalha. 

 

36) I Know Him

Trecho marcante:They will tear each other into pieces / Jesus Christ, this will be fun!

Último ato do Rei George na peça. A melodia é a mesma de “You’ll Be Back”. Logo, mesmo divertindo e oferecendo bons momentos, há de se reconhecer a falta – ainda que proposital – de originalidade. 

 

35) A Winter’s Ball

Trecho marcante:Watch this obnoxious, arrogant, loudmouth bother / Be seated at the right hand of the father

“A Winter’s Ball” tem seus momentos, mas o fato de estar posicionada justamente antes de “Helpless” e “Satisfied” acaba pesando um pouco na sua análise. Acaba funcionando mais como ponte do que como algo realmente especial.

 

34) Best Of Wives And Best Of Women

Trecho marcante:Why do you write like you’re running out of time? / Come back to bed, that would be enough

“Best Of Wives And Best Of Women” é uma balada bonitinha e que funciona como a despedida entre Eliza e Hamilton. Ainda assim, não é das melhores da peça. Sem dúvida, o menos interessante dos números de Eliza. Curtinha e inofensiva. 

 

33) The Story Of Tonight

Trecho marcante:Raise a glass to the four of us / Tomorrow there’ll be more of us

A primeira versão de “The Story of Tonight” é melhor do que a segunda, até por ser a original. Além disso, é momento importante na relação entre Hamilton, John Laurens, Lafayette e Hercules Mulligan.

 

32) That Would Be Enough

Trecho marcante:Let this moment be the first chapter / Where you decide to stay

Ninguém emociona tanto quando Phillipa Soo em Hamilton. Sua Eliza cantando (quase implorando) para Alexander perceber que o legado político é menos importante que a vida em família dos dois é algo pra lá de tocante.

 

31) What Comes Next

Trecho marcante:You’re on your own / Awesome, wow

A figura do Rei George é uma das mais enigmáticas em Hamilton. Todas as entradas de Jonathan Groff são encantadoras e divertidíssimas, mas também é verdade que é sempre uma variação da mesma melodia de “You’ll Be Back”. Assim, ainda que “What Comes Next” tenha seus méritos, também não dá para posicioná-la muito melhor.

 

30) History Has Its Eyes On You

Trecho marcante:Let me tell you what I wish I’d known / When I was young and dreamed of glory / You have no control / Who lives, who dies, who tells your story

A “History Has Its Eyes On You” é curtinha e delicada, e estabelece muitas coisas sobre a personalidade de George Washington. Além de tudo, trata-se de um bom respiro que acontece justamente antes do furacão “Yorktown”. 

 

29) Say No To This

Trecho marcante:But my God, she looks so helpless / And her body’s saying: Hell, yes

É a música mais “boy lixo” de Hamilton. A música sobre como Alexander é seduzido por uma mulher estranha e praticamente “obrigado” a trair Eliza. Isso não significa que a canção seja ruim, mas o valor musical acaba sim um pouco prejudicado pelo valor narrativo dentro da peça. 

 

28) Take A Break

Trecho marcante:Angelica, tell this man John Adams spends the summer with his family / Angelica, tell my wife John Adams doesn’t have a real job anyway

A música que determina o “início do fim” de Alexander Hamilton. A peça (e a história americana) provavelmente seria diferente se o sujeito simplesmente fosse passar o verão com a família. A canção ainda reforça a dinâmica cheia de duplos sentidos entre Alexander e Angelica.

 

27) Election Of 1800

Trecho marcante:But when all is said and all is done / Jefferson has beliefs. Burr has none

Acha que o confuso processo eleitoral dos Estados Unidos é algo novo? Pois esta canção mostra que o problema está presente há muito tempo. “Election Of 1800” não é propriamente empolgante, mas conta com boas reviravoltas.

 

26) Your Obedient Servant

Trecho marcante:You’ve kept me from the room where it happens / For the last time

A batalha de rap entre Burr e Hamilton pode não ter o mesmo impacto ou a mesma agilidade que as que envolvem Thomas Jefferson, mas “Your Obedient Servant” define de forma bem eficiente o sentimento entre os adversários políticos nos momentos derradeiros de suas vidas públicas.

 

25) Aaron Burr, Sir

Trecho marcante:If you stand for nothing, Burr, what’ll you fall for?

O título da canção deixa claro que trata-se da introdução do personagem Aaron Burr, apesar de presença importante já na primeira música da peça (“Alexander Hamilton”). Mas não só isso! Além de introduzir Burr e seu estilo “sorria mais e fale menos”, a canção apresenta personagens importantes como John Laurens, Lafayette e Hercules Mulligan.

 

24) The Reynolds Pamphlet

Trecho marcante:Well, he’s never gon’ be president now / That’s one less thing to worry about

A felicidade genuína de Thomas Jefferson ao perceber que Hamilton praticamente encerrou sua carreira política é dos momentos mais divertidos de todo musical. E a canção ainda é importante para reforçar os vínculos entre Angelica e Eliza, principalmente quando a primeira avisa para Alexander que não “está lá para ele”.

 

23) Cabinet Battle #2

Trecho marcante:If we try to fight in every revolution in the world, we never stop / Where do we draw the line

A segunda reunião de gabinete não é tão boa quanto a primeira (que está mais à frente na lista), mas mesmo assim é incrível ver Lin-Manuel Miranda e Daveed Diggs em uma batalha de rap. Além de tudo, é uma canção contra o movimento intervencionista dos Estados Unidos em outros países.

 

22) Right Hand Man

Trecho marcante:Dying is easy, young man / Living is harder

Nada menos que a apresentação de George Washington, brilhantemente interpretado por Christopher Jackson. Também marca o início do arco sobre a guerra pela independência dos Estados Unidos. E mostra que Hamilton estava realmente disposto a não desperdiçar sua chance. 

 

21) The World Was Wide Enough

Trecho marcante:He may have been the first one to die / But I’m the one who paid for it

É verdade que quando chegamos no terceiro duelo da peça, o público já tá no clima do “sério?”, mas a dinâmica Burr x Hamilton e as inquietudes dos dois personagens ao longo da música faz a experiência ser bem desenvolvida e impactante. E o trecho final, com Burr chegando a conclusão de que o mundo era grande demais para os dois é simplesmente tocante.

 

20) Ten Duel Commandments

Trecho marcante:Look ‘em in the eye, aim no higher / Summon all the courage you require

Os duelos são parte importante de Hamilton, mas nem de longe são as coisas que os fãs mais gostam. Ainda assim, há de se valorizar a sofisticação de “Ten Duel Commandments”, em que a peça apresenta de forma inteligente as regras para um duelo. E a música acaba servindo de base para vários outros momentos do musical, principalmente por causa de sua contagem inicial. 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9…

 

19) It’s Quiet Uptown

Trecho marcante:There are moments that the words don’t reach / There is suffering too terrible to name

Tem muita gente que não gosta de “It’s Quiet Uptown”. Para essas pessoas, eu pergunto: vocês estão loucos?! Trata-se do momento mais tocante de toda a peça. É de partir o coração ouvir Angelica contando sobre a nova rotina de Hamilton e Eliza após a perda do filho Philip. 

 

18) The Schuyler Sisters

Trecho marcante:And Peggy!

A música que apresenta Angelica, Eliza e Peggy! As irmãs Schuyler! Em pouco mais de três minutos, o público tem um gostinho das personagens. E é ainda um hino feminista ao alfinetar a Declaração de Independência escrita por Thomas Jefferson, especialmente o trecho em que fala que “todos os homens foram criados iguais”. 

 

17) Cabinet Battle #1

Trecho marcante:‘We plant seeds in the South. We create.’ Yeah, keep ranting / We know who’s really doing the planting

Nunca é demais lembrar o quão brilhante é Lin-Manuel Miranda. Pensar numa batalha de rap para representar uma reunião de gabinete é algo tão sofisticado e transgressor que é até difícil mensurar. A canção reforça a disputa entre Hamilton e Jefferson. 

 

16) Who Lives, Who Dies, Who Tells Your Story

Trecho marcante:And when my time is up / Have I done enough? / Will they tell my story?

Se você não chorou em “Who Lives, Who Dies, Who Tells Your Story” é por falta de coração, não tem jeito. É a música que fala sobre o legado de Alexander Hamilton e que destaca a verdadeira estrela do musical: Eliza Schuyler. Phillipa Soo brilha do início ao fim da canção, passando ao mesmo tempo melancolia e força. Triste, mas ao mesmo tempo esperançosa. 

 

15) What’d I Miss? 

Trecho marcante:Mr. Jefferson, welcome home / Sir, you’ve been off in Paris for so long!

Thomas Jefferson é um personagem tão grande em Hamilton que é até difícil acreditar que ele só entra no segundo ato do musical. E a entrada triunfal é justamente em “What’d I Miss?”. Daveed Diggs é talento e carisma puro neste número musical. E, de cara, seu Jefferson se apresenta como uma oposição a Hamilton.

 

14) My Shot

Trecho marcante:I’m just like my country / I’m young, scrappy and hungry / And I’m not throwing away my shot

“My Shot” é uma música impactante presente logo no início do musical. Não é das mais complexas ou das mais elegantes, mas faz muito com pouco. Mesmo seu título faz menção há mais de uma coisa. O “my shot” faz, obviamente, referência à grande chance de Hamilton, que ele não pretende desperdiçar. Mas o “shot” também é uma referência ao tiro, que viria a ser importante nos confrontos e duelos. Acha que acabou aí? A música acompanha um momento em que Hamilton conhece novos amigos em um bar. Logo, o “shot” também está presente na dose da bebida. 

 

13) Guns and Ships

Trecho marcante:You wanna fight for your land back? / I need my right hand man back!

Em um momento de “Guns and Ships”, Daveed Diggs fala 19 palavras em 3 segundos. É isso mesmo. 19 palavras em 3 segundos. Um absurdo. E simplesmente fabuloso. É o grande momento do Marquês de La Fayette e também marca o momento em que Washington percebe que precisa da ajuda de Hamilton para ganhar a guerra.

 

12) Alexander Hamilton

Trecho marcante: “My name is Alexander Hamilton / And there’s a million things I haven’t done / But just you wait, just you wait”

O que dizer da canção “Alexander Hamilton”?! Não só é o início da peça, como foi o início do fenômeno por trás de Hamilton, quando Lin-Manuel Miranda apresentou uma versão inicial da música em um evento na Casa Branca, em 2009, um conteúdo que acabou viralizando. É o início perfeito para o musical, apresentando seu protagonista, destacando praticamente todo o elenco e, é claro, já revelando Burr como o assassino do personagem principal.

 

11) Dear Theodosia

Trecho marcante:You will come of age with our young nation / We’ll bleed and fight for you / We’ll make it right for you

Hamilton desenvolve a rivalidade entre Alexander e Burr de forma elegante e muito inteligente. Inclusive, no modo em que mostra as semelhanças entre eles. E, neste sentido, “Dear Theodosia” surge de forma marcante ao apresentar os dois personagens reagindo diante do nascimento dos filhos. Uma das mais belas canções do musical.

 

10) Non-Stop

Trecho marcante:Why do you assume you’re the smartest in the room? / Soon that attitude may be your doom

A música perfeita para encerrar o primeiro ato. Tanta coisa acontece em “Non-Stop” que não dá pra negar que têm momentos irregulares. Mas os pontos altos são muito mais significativos. E o trecho final, com todos os personagens repetindo referências de suas canções mais marcantes ao longo da peça é de um impacto fabuloso.

 

9) Helpless

Trecho marcante:Look into your eyes, and the sky’s the limit / I’m helpless

“Helpless” estabelece tanta coisa importante que pode até passar batido por muitas pessoas. É muito mais do que uma música sobre o encantamento de Eliza por Hamilton. A música revela muito da relação dos dois, mas também a dinâmica com Angelica. Ainda estabelece Hamilton como o sujeito ambicioso de origem humilde que busca subir na vida através de um casamento, e com grandes planos para o futuro. Phillipa Soo arrasa.

 

8) One Last Time

Trecho marcante:If I say goodbye, the nation learns to move on

Um dos momentos mais emocionantes da peça é quando Washington avisa a Hamilton que não irá concorrer a uma reeleição na disputa presidencial dos Estados Unidos. A canção mescla bem a troca de ideias da dupla, como o sentimento de Washington de que sua saída seria a melhor coisa para a nação seguir em frente. E a cereja no bolo é a mescla, ao final, da canção com o verdadeiro discurso de Washington comunicando sua despedida.

 

7) Washington On Your Side

Trecho marcante:I’ll pull the trigger on him, someone load the gun and cock it / While we were all watching, he got Washington in his pocket

Deixados sempre de escanteio por Hamilton, James Madison, Thomas Jefferson e Aaron Burn se unem contra o adversário político na segunda metade da peça. E o momento chave é justamente quando eles percebem que seria difícil superar Alexander enquanto ele tivesse a proteção de Washington. A canção é repleta de rimas ágeis e divertidas, e a performance dos atores só melhora o texto. 

 

6) Burn

Trecho marcante:You forfeit all rights to my heart / You forfeit the place in our bed

As músicas de Eliza Schuyler podem não ser as mais empolgantes da peça, mas são de um impacto emocional diferenciado. Na voz da incrível Phillipa Soo, “Burn” é de cortar os pulsos. Uma música tocante que faz todo o público sofrer junto com sua personagem, e sentir bastante raiva de Alexander Hamilton. 

 

5) Yorktown (The World Turned Upside Down)

Trecho marcante:I imagine death so much it feels more like a memory

Uma das grandes canções que reúne quase todo o elenco da companhia de Hamilton e um dos pontos altos da peça. É a música que representa a vitória dos EUA na luta pela independência. Retrata a batalha derradeira e a participação importante de Laurens, Mulligan, Jefferson, Washington e, é claro, Hamilton. 

 

4) You’ll Be Back

Trecho marcante:I will kill your friends and family / To remind you of my love

É fácil ignorar a importância de “You’ll Be Back”. A canção talvez seja uma das mais simples de toda a peça. Pode parecer apenas uma balada divertida de um personagem secundário, o Rei George, mas é muito mais que isso. “You’ll Be Back” é incrível. E assustadoramente viciante. É uma música que fica na cabeça por meses, e não dá para negar que o fato de ser uma das mais fáceis de se cantar acaba colaborando para isso. 

 

3) The Room Where It Happens

Trecho marcante:We want our leaders to save the day / But we don’t get a say in what they trade away

É o ponto de ruptura de Aaron Burr e sua postura de não assumir os riscos. Ao ver o sucesso de Hamilton, ele se cansa de ESPERAR (entenderam?) e decide que quer estar no centro do poder, no quarto onde as decisões são tomadas. Após essa canção, Burr investe em uma carreira política e passa a confrontar mais seus adversários. Além de tudo, “The Room Where It Happens” talvez seja o número musical mais complexo da peça no que diz respeito à coreografia, mostrando muita coisa em cena, e uma performance eletrizante e estarrecedora de Leslie Odom Jr.

 

2) Wait for It

Trecho marcante:Death doesn’t discriminate / Between the sinners and the saints / It takes and it takes and it takes

A música definitiva de Aaron Burr. Responsável por humanizar o personagem e mostrar que ele não é simplesmente o “cara chato e loser que não toma posição alguma”. Goste ou não da postura de Burr, ela é algo que está posto. Ele é daquele jeito, resguardado e conservador, sem querer assumir riscos. E “Wait for It” ajuda a explicar um pouco. Brilhantemente interpretada por Leslie Odom Jr, a canção deixa claro como o sucesso de Hamilton incomoda Burr. “Wait for It” é a anti-My Shot. E, curiosamente, possui muito mais coração do que a música do protagonista e seus sonhos.

 

1) Satisfied

Trecho marcante:You strike me as a woman who has never been satisfied

Se o próprio Lin-Manuel Miranda diz que “Satisfied” é a música mais complexa que ele já fez na vida, quem sou eu para discordar? A canção é puro suco de Hamilton. Traz tudo que a peça tem de melhor. O ritmo acelerado, as trocas entre personagens, a mescla entre rap e baladas da Broadway, a voz e a precisão de Renée Elise Goldsberry… tudo faz de “Satisfied” uma música deliciosa e perfeita. E é de suma importância dentro da peça para estabelecer a relação entre Angelica e Hamilton, e Angelica e Eliza. Um brinde aos compositores! Um brinde aos atores!

‘Entre Facas e Segredos’: Novo filme de Rian Johnson ganha divertido teaser; Assista!

‘Entre Facas e Segredos’, novo filme de Rian Johnson, ganhou um novo e divertido teaser.

Confira, junto com os cartazes oficiais:

Escrito e dirigido por Johnson (‘Star Wars: Os Últimos Jedi‘), o suspense traz um clima semelhante às clássicas histórias de Agatha Christie.

Quando o renomado escritor de livros criminais Harlan Thrombey (Plummer) é encontrado morto em sua mansão logo após seu aniversário de 85 anos, o inquisitivo Detetive Benoit Blanc (Craig) é misteriosamente encarregado do caso. Da família desfuncional do autor à seus empregados, Blanc caminha através de uma teia de mentiras para desvendar a verdade por trás da morte de Harlan.

O grandioso elenco conta com Daniel Craig, Chris Evans, Ana de Armas, Jamie Lee Curtis, Toni Collette, Don Johnson, Michael Shannon, Lakeith Stanfield, Katherine Langford, Jaeden Lieberher e Christopher Plummer.

Entre Facas e Segredos‘ será lançado nos cinemas nacionais no dia 28 de Novembro.

‘Mulan’: Remake é um incrível épico de guerra, indicam novas reações

Hoje mais cedo, o CinePOP publicou as primeiras reações do aguardado remake em live-action de ‘Mulan’ – cujas reações foram bastante positivas. Agora, fomos em busca de mais comentários nas redes sociais e, ao que tudo indica, a aceitação é generalizada.

Segundo a crítica internacional, o longa é um incrível e impecável épico de guerra, recheado de ótimas cenas de ação.

Confira:

“Assisti a ‘Mulan’ duas vezes e devo dizer que é ótimo. Facilmente o melhor live-action da Disney. Também acredito que seja o primeiro épico de guerra [da companhia]. É lindo e envolvente e rico e empoderador. O elenco é excelente e a direção de Niki Caro é de tirar o fôlego”.

‘Mulan’ é tudo o que eu esperava e mais. [A Disney] foi capaz de trazer novos elementos à vida enquanto manteve a clássica nostalgia que conhecemos e amamos!”.

“Estou muito surpreso com o quanto gostei de ‘Mulan’. É majestoso, a ação é de tirar o fôlego, e [o filme] busca por um nível de sofisticação e beleza que você não esperava”.

“O remake deixa para trás bastante coisa, mas oferece muito mais em sua ausência. Várias referências ao filme de 1998 apimentam uma história cheia de ação, humor e coração”.

‘Mulan’ é absolutamente fantástico. Diferente o bastante com ótimas cenas de ação, mas com o coração do filme original. Nem mesmo importa que não seja um musical Se você é fã da animação, há sutis inclinações para várias das canções”.

‘Mulan’ é animado, vibrante, emocionante e diferente da versão animada. Definitivamente, [o filme] tem sua própria identidade – um filme da Disney mais maduro, trazendo um design de produção e coreografias incríveis”.

‘Mulan’ é o melhor live-action da Disney desde ‘Cinderela’  nem mesmo senti falta das músicas. Ele encontra novas notas em uma história que já conhecemos, enquanto entrega ação, coração e humor”.

O filme está previsto para estrear em 26 de março de 2020.

A versão live-action é dirigida por Niki Caro, e é estrelada pela chinesa Liu Yifei, também conhecida como Crystal Liu, uma das atrizes mais populares desta geração no país

Rick Jaffa e Amanda Silver são os roteiristas. 

‘The Good Place’: NBC divulga vídeo HILÁRIO com os erros de gravação da 4ª temporada

A NBC divulgou um novo vídeo promocional da 4ª temporada de ‘The Good Place’, recém-indicada ao Emmy 2020, que traz os erros de bastidores do último ciclo da comédia.

Confira:

Relembre a promo do último episódio:

A série foi criada por Michael Schur (‘Parks and Recreation‘).

Ao morrer, Eleanor é levada ao “bom lugar” por engano. Lá, ela se dá conta de que não foi uma boa pessoa durante a vida na Terra. Acreditando poder mudar seu comportamento, ela precisa descobrir o que significa ser uma boa pessoa (ou pelo menos, uma pessoa melhor). Em sua jornada, ela contará com a ajuda de Chidi, a alma gêmea da verdadeira Eleanor.

O elenco inclui Kristen Bell, Ted Danson, William Jackson Harper, Jameela Jamil, D’Arcy Carden e Manny Jacinto.

‘O Céu da Meia-Noite’: Drama sci-fi com George Clooney ganha trailer final DUBLADO; Confira!

Netflix divulgou o trailer final DUBLADO do drama sci-fi ‘O Céu da Meia-Noite’, dirigido e estrelado por George Clooney.

O longa estará disponível no catálogo em 23 de dezembro.

O roteiro é assinado por Mark L. Smith e inspirado no romance ‘Good Morning, Midnight’, de Lily Brooks-Dalton.

Na trama, Clooney vive Augustine, um solitário cientista cuja base é localizada no Ártico que tenta impedir o retorno de seus colegas de uma missão espacial para a Terra, enquanto o planeta vem sofrendo com uma misteriosa catástrofe global.

Felicity Jones, David Oyelowo, Kyle Chandler, Demián Bichir, Tiffany Boone e a novata Caoilinn Springall completam o elenco.

 

Crítica | ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’ é mais um acerto incrível da Sony Animation

Enquanto a Disney e a Pixar (ambas pertencentes ao mesmo nicho cinematográfico) costumam dominar o cenário animado com produções que quebram recordes e se tornam as favoritas tanto do público quanto da crítica especializada, há um outro estúdio que merece nossa atenção tanto pela originalidade estética quanto pelas divertidas tramas que apresentam aos fãs do gênero: a Sony Animation.

Subsidiária da Sony Pictures, a companhia já nos entregou pérolas do panorama do entretenimento contemporâneo, desde sua fundação em 2002 (e, mais precisamente, desde sua estreia oficial em 2006 com ‘O Bicho vai Pegar’). Apenas para citar alguns de seus vários títulos, temos a franquia ‘Hotel Transilvânia’, destinada essencialmente aos espectadores infantis e que, agora, caminha para mais um capítulo; o vencedor do Oscar e um dos longas-metragens mais aclamados das últimas décadas, o instigante ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’; e, em 2021, a vindoura estreia de ‘A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas’, uma espécie de releitura cômica da icônica saga sci-fi ‘O Exterminador do Futuro’ que não apenas arquiteta um universo próprio, mas preste homenagem à própria arte de fazer cinema da forma mais irreverente possível.

A obra, exibida através da Netflix, é uma das entradas mais surpreendentes do ano, cuja principal força emerge de um elenco de dublagem esplêndido e de uma certa originalidade nostálgica que permeia cada um dos arcos apresentados. A história é contada pela perspectiva de Katie Mitchell (Abbi Jacobson em mais um trabalho espetacular depois de encarnar Tiabeanie em ‘(Des)Encanto’), uma jovem apaixonada por filmes que começou a gravar os próprios curtas-metragens e, dessa forma, descobriu um mundo de possibilidades que lhe dava uma certa direção dentro de “uma família de estranhos”. Apesar das esperadas atribulações entre ela e o pai, Rick (Danny McBride), o qual nunca deu muita importância para os sonhos da filha, ela mantém uma relação bastante saudável tanto com a mãe (interpretada por Maya Rudolph) e com o irmão mais novo (Mike Rianda).

Mesmo nutrindo de uma afeição complicada pela família, Katie não vê a hora de finalmente se encaixar no mundo, esperando ansiosamente o dia de entrar para a faculdade e dar início a uma trajetória que deve fazer por conta própria. Mas as coisas saem de controle quando PAL, assistente virtual de uma corporação tecnológica, se volta contra seu próprio criador e, utilizando todas as ferramentas possíveis, reúne todas as máquinas que possuem o selo da companhia para uma rebelião assustadora que tem como principal objetivo livrar o mundo do individualismo exacerbado e da praga que chamam de “humanos”. E as coisas ficam ainda mais incríveis quando nos lembramos de que a vencedora do Oscar Olivia Colman empresta sua voz para a antagonista.

Quando pensamos em termos de enredo, tudo pode parecer previsível. Afinal, os Mitchell, mantendo-se firmes como os últimos sobreviventes de um levante apocalíptico, devem mergulhar numa road trip para salvar o mundo e para se reconectarem uns aos outros, estreitando tênues laços que estão prestes a romper. De um lado, Katie dispõe-se como uma guru da informática e traça um intrincado plano para desligar PAL e restaurar a ordem; de outro, Rick, o exato oposto da filha, é um leigo em qualquer coisa que envolva tecnologia e, trocando de lugares, precisam compreender as nuances que os tornam tão diferentes para se unirem contra um inimigo em comum – que, no final das contas, também renega o maniqueísmo “mocinho-vilão” para trazer temas de importante discussão, ainda mais nos dias de hoje.

Movida a um ácido humor, o roteiro é minuciosamente detalhado por Mike Rianda e Jeff Rowe para contrariar as expectativas, seja nos momentos de ação, seja nas solenes sequências em que os protagonistas enfrentam a epifania. As quebras de ritmo são propositais e adicionam tempero extra a uma das grandes animações do ano. Como se não bastasse, temos Phil Lord e Christopher Miller encarregados pela produção, exigindo uma colaboração do público e dando vida a um colorido tour-de-force que é muito mais profundo do que realmente parece. No topo de tudo isso, Mark Mothersbaugh comanda uma renegada trilha sonora que aposta no futurismo de ‘TRON’ e de ‘WALL-E’, sem deixar de incrementá-la com os classicismos dramáticos do violino e do piano.

É claro que o filme tem os seus deslizes, ainda mais no tocante a certas escolhas estéticas. A fotografia, por exemplo, é um tanto quanto óbvia demais, carregando uma atmosfera densa que brinca com luz e sombra de uma maneira familiar e formulaica, por assim dizer; certos aspectos metadiegéticos também são utilizados com repetição constante, como os letreiros de transição e as referências ao mundo pop que despontam pelo filme. Felizmente, nenhum dos breves equívocos é forte o bastante para apagar essa burlesca aventura, que celebra o amor familiar e usa uma certa rebeldia narrativa que critica aspectos do cotidiano ultraglobalizado, bem como uma exaltação comedida e saudosista de um passado mais simples (que não chega a beirar o romântico, mas demonstra certas influências).

‘A Família Mitchell e as Revoltas das Máquinas’ tem boas chances de aparecer na próxima temporada de premiações, seja por sua construção bastante humanizada, seja pelo reconfortante sentimento de esperança que expõe quando nos aproximamos do grand finale.

Filmes sobre Suzane Von Richthofen já estão disponíveis na Amazon Prime Video

A Menina Que Matou os Pais’ e ‘O Menino Que Matou Meus Pais‘, filmes sobre o ex-casal de namorados Suzane von Richthofen e Daniel Cravinhos, já estão disponíveis na Amazon Prime Video.

Ambos os longas foram lançados na plataforma de streaming hoje, 24 de setembro.

Cada longa tem aproximadamente 80 minutos de duração e conta um ponto de vista diferente da chocante história que acompanha a dupla

Os roteiros têm como base informações contidas nos autos do processo que terminou com a condenação dos dois pela morte dos pais de Suzane.

O crime ocorreu em 2002 e chocou o Brasil e o mundo na época. Atualmente, Suzane permanece cumprindo pena no presídio feminino de Tremembé.

O roteiro é assinado por Ilana Casoy, criminóloga, escritora e maior especialista em serial killers do Brasil, juntamente com Raphael Montes, escritor brasileiro de literatura policial sucesso de público e de crítica, traduzido em mais de 20 países.

Artigo | Como a Semana de Arte Moderna de 1922 influenciou o cinema brasileiro

Entre os dias 13 e 17 de fevereiro de 2022, comemora-se o centenário da Semana de Arte Moderna de 1922, um dos movimentos de maior fervor do cenário artístico brasileiro e um dos definidores do século passado no mundo, influenciando inúmeros nomes nacionais e internacionais que viriam depois desse grupo de revolucionários e vanguardistas.

Entretanto, enquanto o evento de celebração já deve ter passado na timeline de suas redes sociais, poucas pessoas sabem de fato o que foi a Semana, o Modernismo e de que forma a ideologia defendida pelos participantes influenciou em praticamente todas as áreas da criação humana – incluindo o cinema. Afinal, em uma análise de ação e reação, o Cinema Novo, por exemplo, não poderia existir sem as rupturas que Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, Anita Malfatti e tantos outros promoveram décadas antes, quando o cinema não tinha expressividade em solo nacional e se valia muito das produções hollywoodianas e da influência estadunidense na cultura mundial.

O movimento em questão foi inspirado, essencialmente, pelas vanguardas europeias do final do século XIX e começo do século XX, como o futurismo, o dadaísmo, o cubismo, o abstracionismo e o expressionismo (todas exercendo força descomunal na sétima arte – ‘Nosferatu’ é um dos maiores representantes da escola expressionista). Mas, diferente do que veríamos nas décadas seguintes, os precursores e fundadores do Modernismo provinham de uma elite intelectual que, conforme aponta Alfredo Bosi em ‘História Concisa da Literatura Brasileira’, era a única que pudesse traduzir, compreender e reformular as ideologias europeias para uma visão nacional e que começasse a exaltar as investidas dentro do país, dando os primeiros passos para que a identidade própria do Brasil começasse a se formar.

É claro que incursões predecessoras já buscavam essa mesma identidade, como visto no Romantismo indianista de José de Alencar e Gonçalves Dias, mas a proposta modernista era se afastar dos preceitos exteriores e investir esforços condizentes à linguagem brasileira, como gírias, jargões e expressões populares. Eventualmente, a asserção seria “melhor” tratada pelas gerações da crítica social que despontariam em meados dos anos 1940, com João Guimarães Rosa, Clarice Lispector e Ariano Suassuna, porém, não se pode, de maneira alguma, tirar os méritos dos modernistas – ainda mais por confrontarem o academicismo parnasiano e o conservadorismo literário que o consideravam como demônios.

Em 1917, cinco anos antes da Semana, Monteiro Lobato, icônico autor responsável pela franquia infantil ‘Sítio do Pica-Pau Amarelo’, contribuiria para o estopim do movimento ao publicar um controverso artigo destruindo a reputação de Malfatti quando a artista deu vida à sua exposição, em dezembro. Lobato escreveu o texto ‘Paranoia ou Mistificação?’, em que criticava com veemência as tendências pós-impressionistas que Anita assimilara em seus estudos na Alemanha e nos Estados Unidos e trouxera para o Brasil. No artigo, o autor dizimava a carreira da artista plástica, colocando-a dentro de um grupo de criadores que “veem anormalmente a natureza, e interpretam à luz das teorias efêmeras, sob a sugestão estrábica de escolas rebeldes, surgidas cá e lá como furúnculos da cultura excessiva” (para ler o texto completo, clique aqui).

Não demorou muito para que os outros membros do grupo se reunissem às pressas para dar início ao plano de apresentarem à tradicionalista sociedade paulistana uma nova vertente artística – e em resposta ao fato de Malfatti ter sofrido tanto com os comentários exagerados de Lobato que até mesmo parou de pintar por um tempo, enclausurando-se em depressão e decepção. Em 29 de janeiro de 2022, O Estado de São Paulo anunciava a Semana de Arte Moderna, que ocorreria nos dias 13, 15 e 17 de fevereiro no Theatro Municipal de São Paulo. O evento abriria espaço para performances literárias, musicais e imagéticas que, em suma, atacariam e questionariam os nomes que pertenciam ao parnasianismo, um movimento ultrapassado e que precisaria ser deixado de lado para que a cultura nacional pudesse perseguir outras vertentes. Além disso, houve a criação de manifestos que apoiaram a ideologia defendida pelos modernistas, como o Antropofágico, assinado por Oswald de Andrade, cujo objetivo era deglutir as culturas europeia, ameríndia e africana, e regurgitá-las em algo que fizesse sentido à estrutura brasileira – alegando que não se deveria negar o externo, mas também não imitá-lo.

Mais de três décadas depois, o cinema brasileiro partiria de um caminho similar para levar a identidade nacional às telonas. É possível encontrar inúmeras analogias entre os dois: no final dos anos 1950 e 1960, o panorama artístico enfrentava uma altíssima influência estrangeira, principalmente dos Estados Unidos (que se solidificava como um império cinematográfico). Foi nesse contexto que emergiu o supracitado Cinema Novo, que enfrentava rigidamente a dominação que os EUA desejavam efetivar em suas colônias culturais – como o Brasil, que vinha consumindo os clássicos noir e dramáticos com fome inenarrável.

Os realizadores perpassaram por vários acontecimentos simbólicos, desde a redemocratização ao golpe militar de 1964 – aproveitando para abraçar as causas sociais e os problemas enfrentados pelas classes menos abastadas, tematizando narrativas que variavam da miséria da população à disparidade de gênero e de classes, além de ironias ácidas à hipocrisia do setor médio-alto e da elite. De acordo com Randal Johnson em ‘Literatura e Cinema’, “o Cinema Novo foi popular no sentido de haver tomado como seu assunto principal os problemas do povo brasileiro”, dando enfoque, a princípio, aos “setores marginalizados da sociedade, favelados, pescadores, pobres e campesinos que viviam na miséria do nordeste brasileiro”.

É fato dizer que o Cinema Novo sofreu influências do neorrealismo italiano e da nouvelle vague francesa, permitindo que Glauber Rocha e Arnaldo Jabor, por exemplo, ganhassem força. ‘Aruanda’, de Linduarte Noronha, é centrado na história dos remanescentes de um quilombo em Serra do Talhado, mostrando o cotidiano dos moradores locais; ‘Terra em Transe’, um dos longas-metragens mais aclamados de todos os tempos, nos leva para a república fictícia de Eldorado e funciona como alegoria política à situação em que o Brasil se encontrava à época; ‘Deus e o Diabo na Terra do Sol’, nos transporta para as mazelas da seca e da desolação territorial no interior do país; ‘Vidas Secas’, de Nelson Pereira dos Santos, é uma das mais conhecidas adaptações do romance homônimo de Graciliano Ramos e gira em torno de uma família do sertão que enfrenta a seca, a fome e a completa falta de prospecto para um futuro digno – algo que, até hoje, permanece nas regiões mais pobres.

É notável como, mesmo com décadas de distância, a literatura e o cinema modernos se aglutinam dentro de uma perspectiva análoga e singular, aproveitando o palco artístico dado a seus respectivos representantes para promover uma mudança na sociedade e escancarar que a continuidade evolutiva é algo intrínseco ao mundo – e deve ser defendida a todo custo.

‘Industry’: 2ª temporada da aclamada série ganha teaser trailer LEGENDADO; Confira!

HBO Max divulgou o teaser trailer oficial e legendado da 2ª temporada de ‘Industry’, aclamado drama corporativo dirigido por Lena Dunham (‘Girls’).

A nova iteração tem estreia marcada para o dia 01 de agosto na plataforma de streaming.

Confira, junto às imagens promocionais:

O primeiro ciclo do show conta com oito episódios, criados por Jane Tranter (‘Fronteiras do Universo‘).

A premiada dupla Mickey DownKonrad Kay, ambos vencedores do BAFTA, é responsável pelo roteiro.

A história gira em torno de um grupo de jovens graduandos competindo por limitadas vagas em uma empresa de investimento em Londres. As fronteiras entre colegas, amigos, amantes e inimigos logo se fundem umas com as outras à medida que eles mergulham num mundo marcado pelo sexo, pelas drogas e pela egolatria.

‘Grown-ish’: Zoey está de volta no novo teaser oficial da 5ª temporada; Confira!

O canal Freeform divulgou mais um teaser oficial da 5ª temporada da série ‘Grown-ish‘.

O vídeo nos prepara para o retorno do atual ciclo, agendado para 18 de janeiro de 2023.

Confira:

Criada por Kenya Barris e Larry Wilmore, a série é um spin-off de ‘Black-ish‘.

A trama é centrada em Zoey, filha mais velha dos Johnson. A comédia mostra sua vida após entrar na faculdade, e discute tanto problemáticas adolescentes quanto outras complexidades das relações interpessoais no mundo contemporâneo.

O elenco conta com Yara Shahidi, Trevor Jackson, Diggy Simmons, Marcus Scribner e Daniella Perkins.

‘O Pior Vizinho do Mundo’: Comédia dramática com Tom Hanks chega AMANHÃ na HBO Max!

‘O Pior Vizinho do Mundo’, comédia dramática estrelada pelo vencedor do Oscar Tom Hanks, ganhou data de estreia na HBO Max Brasil.

O longa-metragem será lançado amanhã, 12 de maio, na plataforma de streaming.

Confira o novo trailer promocional e CinePOP no YouTube:

A produção é baseado no aclamado romance ‘A Man Called Ove’, de Frederik Backman, e acompanha o personagem titular, um irritável e extremamente estrito viúvo que investiga e julga as atividades que se desenrolam em seu bairro. Um homem isolado, profundo e solitário que ainda lida com o luto de perder a esposa, a vida tem sido injusta com Otto. Entretanto, ele acaba criando uma amizade inesperada com seus novos vizinhos, o que permite que ele cresça e se cura. Entretanto, velhos hábitos são difíceis de serem mudados – e sua jornada será bastante árdua.

Marc Foster (‘Finding Neverland’) fica responsável pela direção do longa, enquanto David Magee (‘As Aventuras de Pi’) está sendo considerado para assinar a adaptação.

Rachel KellerManuel Garcia-RulfoMariana Treviño também fazem parte do elenco.

Britney Spears revela que quase estrelou o CLÁSSICO romance ‘Diário de uma Paixão’

Em um novo excerto de seu livro ‘The Woman in Me’, a icônica performer Britney Spears revelou que quase foi escalada como Allie no clássico romance ‘Diário de uma Paixão’ (via People).

Eventualmente, Rachel McAdams conseguiu o papel e Spears revelou que fez as pazes com isso – pois acredita que a trajetória de sua carreira teria ocorrido de forma bem diferente caso tivesse assinado contrato para participar do projeto.

“Aquilo foi basicamente o começo e o fim da minha carreira de atriz, e eu fiquei aliviada”, ela explicou. “A escalação de ‘Diário de uma Paixão’ ficou entre eu e Rachel McAdams, e mesmo eu tendo achado que seria divertido me reconectar com Ryan Gosling depois do nosso tempo em ‘O Clube do Mickey Mouse’, fico feliz de não ter feito isso. Se eu tivesse, em vez de ter trabalhado no meu álbum ‘In The Zone’, estaria atuando como uma herdeira dos anos 1940 dia e noite”.

Lembrando que o filme está disponível na HBO Max.

Relembre o trailer:

Lançado em 2004, o filme foi dirigido por Nick Cassavetes e, apesar das críticas mistas, arrecadou quase US$118 milhões nas bilheterias mundiais.

Numa clínica geriátrica, Duke, um dos internos que relativamente está bem, lê para uma interna (com um quadro mais grave) a história de Allie Hamilton (McAdams) e Noah Calhoun (Gosling), dois jovens enamorados que em 1940 se conheceram num parque de diversões. Eles foram separados pelos pais dela, que nunca aprovaram o namoro, pois Noah era um trabalhador braçal e oriundo de uma família sem recursos financeiros. Para evitar qualquer aproximação, os pais de Alie a mandam para longe. Por um ano Noah escreveu para Allie todos os dias mas não obteve resposta, pois a mãe (Joan Allen) dela interceptava as cartas de Noah para a filha. Crendo que Allie não estava mais interessada nele, Noah escreveu uma carta de despedida e tentou se conformar. Alie esperava notícias de Noah, mas após 7 anos desistiu de esperar ao conhecer um charmoso oficial, Lon Hammond Jr. (James Marsden), que serviu na 2ª Grande Guerra (assim como Noah) e pertencia a uma família muito rica. Ele pede a mão de Allie, que aceita, mas o destino a faria se reencontrar com Noah. Como seu amor por ele ainda existia e era recíproco, ela precisa escolher entre o noivo e seu primeiro amor.

‘Diário de uma Paixão’ foi baseado no romance homônimo de Nicholas Sparks e também trouxe no elenco Jamie BrownSam ShepardDavid Thornton e outros.

Harrison Ford e Anthony Mackie nas imagens INÉDITAS de ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’; Confira!

EW divulgou as duas primeiras imagens oficiais da aguardada sequência ‘Capitão América: Admirável Mundo Novo’.

As fotos dão destaque aos personagens de Anthony MackieHarrison Ford.

Confira:

Durante a CinemaCon 2024, a Disney divulgou o trailer oficial do longa-metragem, e o CinePop teve a oportunidade de presenciar essa estreia épica em primeira mão!

O novo longa apresenta Sam Wilson (Mackie) assumindo o manto do Capitão América e enfrentando novos desafios em um mundo turbulento.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, definiu o filme como um “thriller de ação relativamente realista”, dando o tom para a aventura que nos espera.

No trailer, vemos Sam Wilson se reunindo com o General Thaddeus E. “Thunderbolt” Ross (Ford), agora presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Ross, impressionado com as ações de Wilson no México, pede sua ajuda para reunir os Vingadores sob a liderança de um novo Capitão América.

Sam, no entanto, se questiona sobre o que fazer caso discordem sobre o comando da equipe. A tensão aumenta quando um vilão misterioso assume o controle dos alto-falantes e manipula as mentes dos agentes do Serviço Secreto e de Isaiah Bradley (Carl Lumbly), com quem Sam precisa lutar para conter a ameaça.

Em seguida, somos presenteados com sequências de ação de tirar o fôlego, com Sam sendo atacado na Casa Branca e usando seu escudo para se defender de diversos agentes do Serviço Secreto. O trailer também mostra Sam Wilson e Joaquín Torres/Falcão lutando lado a lado.

O clímax do trailer nos leva a um embate épico entre Sam e Thunderbolt Ross no Salão Oval. Ross dispara: “Você não é Steve Rogers”. Após uma pausa tensa, Sam responde: “Você está certo, eu não sou”. E então, para delírio do público, ele surge em seu novo traje de Capitão América, agora com tons prateados e azuis, marcando a nova era do herói.

‘Capitão America: Admirável Mundo Novo’ chega aos cinemas no dia 14 de fevereiro de 2025.

Confira a reação de Renato Marafon do CinePop:

Dirigido por Julius Onah (‘O Paradoxo Cloverfield’), o longa servirá como sequência direta da série ‘Falcão e o Soldado Invernal‘. Além disso, será o primeiro filme solo do herói desde ‘Capitão América: Guerra Civil‘, lançado em 2016.

O roteiro fica por conta de Malcolm Spellman e Dalan Musson.

Assista ao videoclipe de “Grieved You”, música original do TERROR ‘Sorria 2’!

Sorria 2‘ estreia nos cinemas no dia 17 de outubro e, agora, a Interscope Records divulgou o videoclipe oficial de “Grieved You”, música feita para o longa-metragem.

A canção é performada por Naomi Scott como a popstar Skye Riley e já está disponível nas principais plataformas de streaming.

A faixa foi escrita por Tate McRae, conhecida por seu sucesso “greedy”, bem como David Charles Marshall BiralDenzel Michael-Akil BaptisteRosário LenzoAmy Rose AllenTake A DaytripRoy Lenzo entram como produtores.

Confira:

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O novo filme será consideravelmente mais longo do que o terror original (1h55m), com 2 horas e 12 minutos de duração (2h1min + créditos).

Na trama…

Prestes a embarcar em uma turnê mundial, a cantora pop Skye Riley começa a viver experiências aterrorizantes e inexplicáveis. Tomada pelo horror e pela pressão da fama, Skye é forçada a confrontar seu passado para retomar o controle de sua vida antes que seja tarde demais.  

 

Parker Finn retorna à direção.

Kyle Gallner é o único que reprisa o papel do primeiro filme. O elenco ainda contará com Lukas Gage (‘The White Lotus’), Dylan Gelula (‘O Homem dos Sonhos’), Rosemarie DeWitt (‘La La Land: Cantando Estações’) e Peter Jacobson (‘Dr. House’).

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Crítica | ‘Sorria’ explora o trauma com uma ambiciosa e dissonante narrativa

Primeiras Impressões | 3ª temporada de ‘Reacher’ mantém o ALTO nível de qualidade da série com uma história bastante envolvente

Desde sua estreia oficial no catálogo do Prime Video em 2022, ‘Reacher’ tornou-se um sucesso absoluto de público e de crítica – não apenas pelos nomes envolvidos nessa explosiva adaptação, mas também pelo charme irresistível de Alan Ritchson como o personagem titular. Baseado na saga literária ‘Jack Reacher’ de Lee Child, a trama é centrada em um ex-policial militar do exército dos Estados Unidos que se autoproclama uma espécie de “freelancer” e que possui habilidades invejáveis de intelecto e força que o coloca como alvo de pessoas e organizações bastante perigosas. Agora, somos convidados a retornar para esse universo com a estreia da aguardada 3ª temporada, cujos três primeiros episódios já estão disponíveis no Prime Video.

Nessa nova iteração, Reacher cruza caminho com o jovem Richard Beck (Johnny Berchtold), que é quase assassinado durante uma emboscada, mas é salvo pelo nosso herói e levado de volta para casa. Porém, o que Reacher não imaginava era que Richard é filho de um mortal magnata que trabalha como um importador de tapetes orientais chamado Zachary (Anthony Michael Hall) – e que, após perceber as incríveis habilidades do ex-agente militar, resolve contratá-lo (praticamente à força, diga-se de passagem). Na verdade, Zachary não deixa muitas escolhas, colocando-o sob a prova da “roleta russa” com um revólver e afirmando que, caso ele recuse a oferta de auxiliá-lo em suas empreitadas, ele será denunciado para os oficiais de justiça por ter atirado em um policial para salvar Richard.

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O que não imaginávamos é que Reacher, na verdade, está trabalhando como agente infiltrado através de Susan Duffy (Sonya Cassidy), uma agente da DEA (Departamento de Controle de Drogas dos Estados Unidos) que recruta os serviços do protagonista para ajudá-la a resgatar uma informante que foi sequestrada e, ao que tudo indica, torturada por Zachary e seus comparsas. E, após criarem um plano que tinha tudo para dar errado, Reacher oficialmente se infiltra nesse submundo do crime, fazendo de tudo para encontrá-la e descobrindo segredos obscuros que podem colocar não apenas a sua vida em risco, mas a de todos à sua volta.

Considerando o espectro de ação, espionagem e thriller adotados pelos romances originais e pela série, não há muita escapatória de certos convencionalismos; porém, o criador e showrunner Nick Santora tem plena ciência das fórmulas em que esbarra para trazer essa nova história às telinhas e faz questão de abrir espaço para que o elenco brilhe em meio a certos diálogos um tanto quanto clichês e uma estética imagética que é própria de enredos do gênero. E, no final das contas, os três primeiros capítulos dessa terceira iteração funcionam dentro dos limites autoimpostos e cumprem com seu maior objetivo: o de entreter.

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Falar de Ritchson parece redundante a esse ponto, considerando que o ator é o fio conduto de cada um dos episódios e vestiu a roupagem de Reacher de maneira indelével e apaixonante. Aqui, é notável como o personagem passa por mais um processo de amadurecimento, fomentando seu arco com incursões bem-vindas e com mais algumas camadas de complexidade e de humor ácido que já se tornaram marca registrada. Nos novos episódios, inclusive, é notável a química que ele desfruta não só ao lado de Cassidy, que faz um trabalho incrível ao encarnar a calculista Susan, mas ao lado de Olivier Richters como Paulie, um dos guarda-costas de Zachary que, apesar do porte assustador, em momento algum faz Reacher “tremer nas bases”, por assim dizer.

O restante do elenco também faz um trabalho ótimo, com destaque à presença ambígua de Hall como Zachary, que consegue pincelar os arquétipos vilanescos que lhe são dados com uma espécie de humanização, algo que pode premeditar sua provável ruína durante a temporada. Ademais, os episódios iniciais têm maior enfoque na missão que é entregue a Reacher, movendo-se através de uma montagem que oscila entre o frenesi das cenas de ação e de uma paleta de cores efervescente, e o drama detetivesco que revela os planos de Reacher e dos membros da DEA, configurados dentro de um microcosmos mais sóbrio e racional.

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A 3ª temporada de ‘Reacher’ tem um sólido início e mantém a qualidade das iterações anteriores, ainda que não tenha aproveitado todo o potencial que tenha. Todavia, considerando que estamos sendo introduzidos a um enredo inédito, é costumeiro que o ritmo seja mais contido por agora, para explodir na reverberante envolvência que fez com que nos apaixonássemos pela série desde sua estreia.

Homem de costas, logo 'Reacher', nova temporada em fevereiro

‘The Love Hypothesis’: Tom Bateman irá co-estrelar adaptação do best-seller de Ali Hazelwood

Segundo o DeadlineTom Bateman (‘Assassinato no Expresso do Oriente’) foi escalado como co-protagonista de ‘The Love Hypothesis’, adaptação do romance best-seller homônimo assinado por Ali Hazelwood.

Bateman se junta à previamente confirmada Lili Reinhart (‘As Golpistas’), que entra também como produtora executiva.

A comédia romântica é centrada em Olive Smith (Reinhart), uma candidata à bolsa de PhD em biologia, e no Dr. Adam Carlsen (Bateman), um professor renomado e tirano famoso, que entram em um relacionamento falso, e suas teorias cuidadosamente calculadas sobre o amor acabam no caos.

Publicado em 2021, pela editora Penguin Random House, o romance de Hazelwood passou 10 meses na lista de mais vendidos do New York Times, com grande sucesso internacional em 40 países.

Originalmente adquirido para publicação pela editora Sarah Blumenstock, da Berkley, o livro também foi eleito o Melhor Romance do Ano pela Amazon.

Claire Scanlon (‘O Plano Imperfeito’) fica responsável pela direção, enquanto Sarah Rothschild (‘The Sleepover’).

Elizabeth CantillonCatherine Hagedorn entram como produtoras.

CEOs da Netflix defendem acordo com a Warner Bros.: “Uma VITÓRIA para a indústria do entretenimento”

Ted Sarandos e Greg Peters, co-CEOs da Netflix, enviaram um memorando aos funcionários expressando sua convicção de que o acordo da empresa para adquirir o grupo Warner Bros. Discovery prevalecerá a uma contraproposta da Paramount Skydance, de David Ellison, e superará os obstáculos regulatórios (via Variety).

O megacordo da Netflix para comprar os estúdios da Warner Bros., a HBO e a HBO Max, com um valor de mercado de US$ 82,7bilhões, foi anunciado neste último dia 5 de dezembro. Três dias depois, a Paramount Skydance lançou uma oferta hostil, com Ellison anunciando que a empresa levaria sua oferta de US$30 por ação por toda a Warner Bros. diretamente aos acionistas. A oferta atual da Paramount tem um valor de mercado de US$108,4 bilhões.

Em relação à proposta feita pela Paramount, Sarandos e Peters, reiterando comentários feitos anteriormente, disseram no comunicado: “era totalmente esperado. Mas temos um acordo sólido em vigor. É ótimo para nossos acionistas, ótimo para os consumidores e uma maneira eficaz de criar e proteger empregos no setor. Estamos confiantes de que conseguiremos concluir o negócio — e estamos genuinamente entusiasmados com o que está por vir”.

O memorando para os funcionários da Netflix foi divulgado em um documento arquivado na SEC (Comissão de Valores Mobiliários dos EUA) nesta segunda-feira (15). O comunicado foi publicado no blog Take 5 da Netflix, que “visa dar aos funcionários clareza e compreensão sobre apostas/questões estratégicas e um aviso prévio sobre notícias importantes em uma leitura de aproximadamente cinco minutos. Uso interno apenas”, como aponta o documento.

Em uma seção de perguntas e respostas no comunicado aos funcionários, Sarandos e Peters responderam à seguinte pergunta: “alguns acreditam que este é o fim de Hollywood. Qual a nossa resposta a isso?”.

Em resposta, a dupla escreveu: “é algo que ouvimos há muito tempo — inclusive quando começamos o negócio de streaming. Nossa posição, tanto naquela época quanto agora, é a mesma: vemos isso como uma vitória para a indústria do entretenimento, não o seu fim. Este acordo é sobre crescimento: a Warner Bros. traz negócios e capacidades que não temos, então não há sobreposição de funções nem fechamento de estúdios. Estamos fortalecendo um dos estúdios mais icônicos de Hollywood, apoiando empregos e garantindo um futuro promissor para a produção de cinema e televisão”.

Os dois CEOs reiteraram que se sentem “confiantes” de que a Netflix obterá as aprovações regulatórias necessárias para concluir o acordo com a Warner Bros., bem como reafirmaram seu compromisso de manter os filmes da companhia nos cinemas.

“O cinema é uma parte importante dos negócios e do legado da Warner Bros., e não queremos mudar o que torna a Warner Bros. tão valiosa. Se este acordo tivesse acontecido há dois anos, sucessos como ‘Minecraft’ e ‘Superman’ ainda teriam estreado nos cinemas como estrearam — e é assim que pretendemos manter”, diz o memorando. “Não priorizamos o cinema no passado porque esse não era o nosso negócio na Netflix. Quando este acordo for concluído, estaremos nesse negócio”.

Com Maika Monroe, terror GÓTICO ‘Psicopata Vitoriana’ ganha data de estreia nos cinemas nacionais

A Diamond Films divulgou o teaser trailer legendado do terror gótico ‘Psicopata Vitoriana‘ (Victorian Psycho) e aproveitou para anunciar a data de lançamento do longa-metragem no circuito nacional.

O filme, estrelado por Maika Monroe (‘Longlegs – Vínculo Mortal’), chega aos cinemas brasileiros no dia 24 de setembro. Vale lembrar que o projeto foi selecionado como parte do line-up do Festival de Cannes 2026.

Confira e siga o CinePOP no Youtube:

Dirigido por Zachary Wigon (‘The Heart Machine’), o filme é baseado no romance de Virginia Feito, que assina o roteiro.

A trama gira em torno de Winifred Notty, uma jovem governanta excêntrica que é contratada para trabalhar em uma mansão gótica isolada, a Ensor House. Suas funções incluem ensinar boas maneiras às crianças e instruí-las sobre a história da família. No entanto, Notty esconde tendências psicopatas — e, à medida que ela se adapta à nova rotina, membros da equipe da casa começam a desaparecer misteriosamente, levantando suspeitas sobre sua verdadeira natureza.

O elenco ainda conta com Jason Isaacs (‘The White Lotus’), Ruth Wilson (‘The Affair’), Thomasin McKenzie (‘Noite Passada em Soho’), Evie Templeton (‘Wandinha’), Amy De Bruhn (‘Borderline’) e Jacobi Jupe (‘Hamnet: A Vida Antes de Hamlet’).

‘Guerra dos Mundos’: BBC divulga o primeiro trailer da série de TV; Confira!

A série de TV baseada no clássico ‘Guerra dos Mundos’, de H.G. Wells, ganhou seu primeiro trailer.

Confira:

Dirigida por Craig Viveiros, a série é estrelada por Rafe Spall e Eleanor Tomlinson.

Por enquanto, ainda não há previsão de estreia no Brasil.

Confira as imagens:

A produção foi criada por Howard Overman (‘Misfits‘), e conta com apenas oito episódios em sua primeira temporada.

Anteriormente, ‘Guerra dos Mundos’ já foi adaptado para os cinemas duas vezes, sendo a mais famosa dirigida por Steven Spielberg, em 2005.

‘Frozen 3’ pode acontecer? Supervisor de animações da Disney responde!

Frozen 2‘ se tornou a animação com a MAIOR bilheteria da história do cinema e atingiu a marca de US$ 1,5 bilhão pelo mundo.

Depois disso, diversos fãs continuam se perguntando se a franquia ganhará mais uma sequência.

Durante uma entrevista para o Collider, Marc Smith, o supervisor de animações da Disney, foi questionado com a mesma pergunta, ao que ele respondeu:

“Ainda não tivemos essa discussão. Acho que ‘Frozen 2‘ continua fresco na memória do público, então é muito cedo para pensar nisso. Para falar a verdade, não sabemos o que virá além.”

No início do ano, o CinePOP também conversou com o diretor Chris Buck e com o produtor Peter Del Vecho sobre essa possibilidade.

Confira a entrevista, junto com a crítica de ‘Frozen 2‘:

A dupla Chris Buck e Jennifer Lee, que dirigiu o primeiro filme, retorna à direção.

Anna, Elsa, Kristoff e Olaf se aventuram nas profundezas da floresta para descobrir a verdade por trás de um antigo mistério do reino.

A sequência conta com o retorno de Idina Menzel, Kristen Bell, Jonathan Groff e Josh Gad. Os novatos Sterling K. Brown e Evan Rachel Wood completam o elenco.

‘Liga da Justiça’: Arte conceitual detalha o bizarro visual do Desaad sem o capuz; Confira!

O vilão Desaad teve uma modesta introdução ao DCEU no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘, mas foi o bastante para deixar os fãs surpresos com sua aparência assustadora.

Pensando nisso, o ilustrador Jerad Marantz divulgou uma arte conceitual mostrando um visual inédito do vilão, que parece ainda mais bizarro sem o seu capuz.

Na legenda, o artista escreveu:

“Projeto de cabeça para o Desaad no Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘. Sempre adorei o personagem nos quadrinhos e no universo animado. Foi uma honra absoluta trabalhar com ele. Eu tinha feito um conceito original onde ele era muito deformado e mais me pediram para fazer versões mais sutis. Eles escolheram esta opção. Eu amei como ele ficou no filme. A equipe de efeitos visuais fez um trabalho incrível.”

Confira:

 

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Apesar do Snyder Cut de ‘Liga da Justiça‘ ter se provado um sucesso entre a crítica e o público em todo o mundo, parece que a versão de 2017 ainda é a oficial.

A informação foi revelada pelo próprio Zack Snyder durante uma entrevista para o Cinemablend.

“O universo DC criado pela Warner é ótimo, mas eles [os executivos do estúdio] não querem que mexa no que já foi feito. Foi muito difícil convencê-los a me deixar inserir novas cenas no filme, como o diálogo entre o Coringa e o Batman. Há várias cenas que eu escrevi, mas não pude filmar. Não vou falar sobre elas para evitar problemas.”

Ele continuou, revelando a bombástica notícia.

“A versão que foi para os cinemas continua sendo a oficial, para eles, meu corte é apenas parte de uma realidade alternativa. Tipo o Elseworld (um dos muitos universos da DC Comics nos quadrinhos). Uma vez me disseram que era um beco sem saída, e acho difícil mudarem de ideia, mesmo após o lançamento [do Snyder Cut].”

Mesmo assim, os fãs do cineasta não vão desistir tão fácil de cobrar uma continuação do Snyderverse nas telonas.

Vale lembrar que a campanha pedindo que a Warner e a DC restaurem o Universo Cinematográfico criado por Snyder com ‘O Homem de Aço‘, ‘Batman vs Superman‘ e ‘Liga da Justiça‘ continua ganhando força e novos seguidores.

Por conta disso, a tag #RestoreTheSnyderVerse continua ocupando os trendings das redes sociais.

Confira:

Você acha que o estúdio devia atender ao pedido ou seguir em frente?

“Na ‘Liga da Justiça‘ de Zack Snyder, determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de uma ameaça iminente de proporções catastróficas. A tarefa é mais difícil do que Bruce imaginou, já que cada um dos recrutas deve enfrentar os demônios de seus próprios passados para transcender o que os impediu, permitindo que se unissem e, por fim, formassem uma liga de heróis sem precedentes. Agora unidos, Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e The Flash (Ezra Miller) podem ser tarde demais para salvar o planeta de Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e suas terríveis intenções . ”.

‘Peacemaker’: Vídeo dos bastidores explora a amizade entre o anti-herói e o Vigilante; Confira!

A HBO Max divulgou um novo vídeos dos bastidores de ‘Peacemaker‘, explorando a amizade entre o anti-herói e o personagem Vigilante, vivido por Freddie Stroma (‘Harry Potter e o Enigma do Príncipe’).

Confira e siga o CinePOP no YouTube:

A produção será lançada na plataforma no dia 13 janeiro.

A série irá explorar as origens do personagem interpretado por John Cena, um homem que acredita na paz a qualquer custo – não importa quantas pessoas precise matar para isso.

James Gunn assina o roteiro da série, além de comandar diversos episódios.

Além de estrelar, Cena também entra como produtor executivo do projeto.

O elenco também conta com Danielle Brooks, Robert PatrickNhut Le e Freddie Stroma, além de trazer o retorno de Steve Agee e Jennifer Holland, que reprisarão seus papéis do filme.

‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’: Versão estendida ganha teaser com cenas inéditas; Confira!

A Sony Pictures confirmou que ‘Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa’ será relançado nos cinemas brasileiros em uma versão estendida em 07 de setembro.

E o estúdio divulgou um novo teaser com alguns cenas inéditas, como Peter Parker (Tom Holland) escalando uma parede da Midtown High durante um jogo de basquete, e capturando um ladrão nas ruas do Queens.

Confira, junto com o pôster:

Segundo o site Fandango, serão 11 minutos de cenas inéditas.

Além dos efeitos especiais do filme terem sido finalizados após a estreia nos cinemas, a nova versão ainda trará várias cenas inéditas inserindo mais humor.

Assista à nossa entrevista com o Tom Holland:

Mundialmente, a sequência arrecadou mais de US$1,88 bilhão.

Pela primeira vez na história cinematográfica do Homem-Aranha, nosso herói amigo da vizinhança é desmascarado e não consegue mais separar sua vida normal dos grandes riscos de ser um super-herói. Quando ele pede ajuda ao Doutor Estranho, os riscos se tornam ainda mais perigosos, e o forçam a descobrir o que realmente significa ser o Homem-Aranha.

Dirigido novamente por Jon Watts, o elenco ainda conta com Zendaya, Benedict Cumberbatch, Marisa Tomei, J.K. Simmons, Jamie Foxx, Alfred Molina, Martin Starr e Jacob Batalon.

‘Doctor Who’: Revelados os títulos dos especiais de 60 anos da série; Confira!

A BBC divulgou os títulos dos três episódios que vão compor o especial de 60 anos da série ‘Doctor Who’.

A produção será exibida em novembro de 2023, ainda sem dias confirmados, através dos capítulos ‘The Star Beast’, ‘Wild Blue Yonder’ e ‘The Giggle’.

Confira o trailer:

O elenco trás de volta David Tennant como o Doutor, bem como Catherine Tate como a companheira Donna Noble.

Neil Patrick Harris será o antagonista, apesar de detalhes sobre seu papel não terem sido revelados.

Vale lembrar que na nova temporada teremos a introdução de Ncuti Gatwa, de ‘Sex Education‘, como o mais novo Doutor da série.

A próxima temporada de ‘Doctor Who‘ está prevista para ser exibida a partir de novembro de 2023, logo após o especial de 60 anos da série. No Brasil, a atração é distribuída pela Globoplay, onde é possível ver apenas a 13ª temporada.

A partir de 2023, a Disney+ transmitirá a série internacionalmente.

Lembrando que Jodie Whittaker saiu da série da BBC após 4 anos. Ela foi a primeira Doutora da história da série.

‘The Boys’: Victoria Neuman e Capitão Pátria prometem “fazer a América Super de novo” nos cartazes individuais da 4ª temporada; Confira!

A Prime Video divulgou novos cartazes para promover a 4ª temporada de ‘The Boys‘, que chega ao catálogo em 13 de junho.

As imagens mostram o Capitão Pátria (Antony Star) e Victoria Neuman (Claudia Doumit) em campanha política para “fazer a América Super de novo”.

A frase é uma referência ao slogan de Donald Trump, que dizia “faça a América Grande de novo.”

Confira:

Através do Instagram, a página oficial da série revelou alguns detalhes bem interessantes sobre os próximos episódios da aclamada adaptação dos quadrinhos de Garth Ennis.

Confira:

Agora que o teaser da 4ª temporada foi lançado, vamos recapitular o que sabemos, certo?

– Capitão Pátria está sendo julgado e tendo aulas de pintura com respingos. Uma dessas afirmações é verdadeira.

– Butcher tem seis meses de vida e ainda sabe que aquele vírus está sendo cozinhado em Godolkin.

– Neuman está mais perto do que nunca de mudar seu título de ‘Congressista’ para ‘VP’.

– Sage e Firecracker são dois dos super-heróis mais perigosos que você já conheceu, e vamos deixar por isso mesmo, por enquanto.

– Profundo não mudou nem um pouco.

– Leitinho ainda é a rocha do time, só que com menos barba.

– De alguma forma, o Black Noir voltou.

Relembre o trailer, junto com os novos cartazes:

2 anos após ‘Liga da Justiça de Zack Snyder’, fãs ainda pedem que “Snyderverse” vá para Netflix

Já se passaram dois anos desde que o filme ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘ foi lançado no HBO Max. Como parte do grande aniversário, alguns fãs estão pedindo que a história continue.

Tem sido uma agitação contínua entre alguns fãs da DC que gostariam de ver a história continuada de alguma forma. No início deste ano, esse desejo se materializou em pessoas pedindo à Netflix para comprar o intitulado “Snyderverse” de alguma forma.

É muito difícil descobrir as especificidades logísticas de tal acordo se acontecesse. Mas, depois dos últimos anos, é preciso considerar todas as possibilidades.

Vale lembrar que o Snyder Cut de ‘Liga da Justiça’ só foi possível depois que a base de fã do diretor Zack Snyder se uniu para promover a campanha #releasethesnydercut. Infelizmente, o universo criado pelo cineasta foi encerrado após o lançamento do longa em 2021.

Agora, o novo chefão da DC, James Gunn, respondeu um fã no Twitter que postou a hashtag #sellsnyderversetonetflix.

“Devo dizer que essa deve ser a hashtag mais maluca que já vi. 1) A Netflix não demonstrou nenhum interesse (embora tenhamos discutido outras coisas) e 2) Zack não demonstrou nenhum interesse e parece estar feliz em fazer o que ele está fazendo (e, sim, nós também conversamos).”, ele afirmou.

Nas redes sociais, milhares de pessoas aderiram ao movimento nos últimos meses.

Confira:

“Minha vez: estou fazendo TUDO, a QUALQUER CUSTO, para ver o arco iniciado há 9 anos ser DEVIDAMENTE concluído. Pouco importa para mim se é ‘possível’ ou não, contanto que falemos, nunca paremos de perguntar, nem vamos perder a esperança.”

“Como você segue em frente a partir disso? Nada e quero dizer nada jamais chegará perto.”

“Ganhe todo o dinheiro que a Warner Bros Discovery está recusando, Netflix.”

“Não estou surpreso.”

“Se James Gunn e David Zaslav não querem que a Warner Bros Discovery ganhe dinheiro e gere receita, isso é culpa deles. Mas pelo menos faça a coisa honrosa e deixem Zack Snyder terminar seu arco e visão vendendo sua ideia para
a Netflix.”

“É um sonho, mas assim já aconteceu uma vez.”

“Darei suporte 100% ao Snyderverse em qualquer plataforma/estúdio que torne isso possível. Aonde Zack for, eu o seguirei.”

“Se você vir este tuíte, comnpartilhe com #sellsnyderversetonetflix.”

“Consegue imaginar as possibilidades?”

E aí, você é a favor da campanha ou acha que o Snyderverse não tem mais volta?

Enquanto isso, relembre o trailer de ‘Liga da Justiça de Zack Snyder‘, que está disponível no HBO Max:

Determinado a garantir que o sacrifício final do Superman (Henry Cavill) não fosse em vão, Bruce Wayne (Ben Affleck) alinha forças com Diana Prince (Gal Gadot) com planos de recrutar uma equipe de metahumanos para proteger o mundo de um ameaça de proporções catastróficas. A tarefa se mostra mais difícil do que Bruce imaginava, pois cada um dos recrutas deve enfrentar seus próprios demônios do passado antes que possam finalmente formar uma liga de heróis sem precedentes. Porém, pode ser tarde demais para Batman (Affleck), Mulher Maravilha (Gadot), Aquaman (Jason Momoa), Cyborg (Ray Fisher) e Flash (Ezra Miller) salvarem o planeta dos vilões Steppenwolf, DeSaad e Darkseid e seus planos malignos.

 

Miramax adquire direitos da franquia ‘Halloween’ e produzirá SÉRIE DE TV

Após uma disputa acirrada, a Miramax garantiu os direitos televisivos da popular franquia ‘Halloween‘, controlada pela Trancas International Films, liderada pelo produtor Malek Akkad. (via Deadline)

Vencendo outros estúdios interessados, como a A24 e a Paramount, A Miramax assinou um acordo com a Trancas para desenvolver e co-produzir uma série de TV baseada na franquia.

A nova série de ‘Halloween‘ está planejada para potencialmente lançar um universo cinematográfico que se estende para o cinema e a televisão. Marc Helwig, Chefe de TV Global da Miramax, supervisionará a franquia criativamente em estreita colaboração com Akkad.

Este acordo marca um novo capítulo na parceria entre a Miramax e a Trancas na franquia. A Trancas produziu recentemente a bem-sucedida trilogia de ‘Halloween‘ para a Miramax e Blumhouse, dirigida por David Gordon Green.

“Estamos empolgados em trazer Halloween para a televisão”, disse Helwig. “Estamos emocionados em expandir nossa parceria de longa data com a Trancas e o brilhante Malek Akkad ao introduzir esta franquia icônica em uma nova forma de contar histórias e uma nova geração de fãs.”

Controlar tanto os direitos de cinema quanto de TV permitirá à Miramax e à Trancas criar um universo integrado entre filmes e televisão.

“A Trancas International Films está extremamente entusiasmada em expandir nossa duradoura relação com a Miramax, e estamos ansiosos para trabalhar com Marc Helwig e toda a equipe na criação deste novo capítulo”, afirmou Akkad.

Lembrando que a ‘Halloween‘ chegou ao fim no ano passado com ‘Halloween Ends‘.

Infelizmente, o longa não agradou em nada o público. Além de um abaixo-assinado pedindo pela refilmagem da produção, o desempenho do longa nas bilheterias também está sendo afetado por conta das reações negativas.

‘Halloween’ de 2018 e ‘Halloween Kills’ faturaram US$ 259 milhões e US$ 133 milhões em todo o mundo, respectivamente. Já ‘Ends’ fez apenas US$ 105 milhões, mas o suficiente para gerar lucro ao estúdio.